#05 [CONGRESSO ESPÍRITA DE JATAÍ 2025] Painel "JESUS, O CAMINHO PARA PAZ E SAÚDE" (1ª Parte)
#AOVIVO #CongressoEspiritaDeJatai #SINTONIAnoBEM Transmissão AO VIVO do CONGRESSO ESPÍRITA DE JATAÍ 2025 e da Painel "JESUS, O CAMINHO PARA PAZ E SAÚDE", com Hélder Andrada, Victor Hugo, Gustavo Silveira e André Siqueira, direto do Centro de Cultura e Eventos de Jataí-GO. SINTONIA no BEM, divulgando o espiritismo com amor! Quer criar transmissões ao vivo como esta? Confira o StreamYard: https://streamyard.com/pal/d/5942525018767360
ou vi nem tudo de onde é que vem? De onde é que vem a fé que faz montanhas transportar? O sal que contém a água do mar, de onde é que vem? De onde é que vem o equilíbrio que mantém a terra no ar em torno do sol faz ela girar? De onde é que vem? De onde é que vem o ar que eu necessito respirar? O perfume da flor que esgala pelo ar. De onde é que vem? De onde é que vem a fé que faz o homem acreditar? Existe amor por onde ele andar. De onde é que vem? De onde é que vem? Vem de Deus. Deus de Deus de Deus de Deus vem de Deus. Vem de Deus de Deus vem de Deus. De onde é que vem a luz do sol que vem a terra iluminar? A chuva que cai para as plantas germinar. De onde é que vem? De onde é que vem? A beleza que tem a natureza. A terra, seus encantos e riquezas. De onde é que vem? De onde é que vem a fé que faz o homem acreditar? Existe amor por onde ele andar. De onde é que vem? De onde é que vem? Vem de Deus, de Deus, de Deus, de Deus. Vem de Deus, de Deus. Deus de Deus vem de Deus. Gratidão. Eu geralmente coloco minhas minha peculiaridade nas músicas em que em que canto assim, colocando meu estilo mais harmônico, mais assim bem suave, né? Fazendo a oração já. Senhor, fazei me instrumento de vossa paz. Onde houver que eu leve o amor, onde houver ofensas que eu leve o perdão. Onde houver discórdia, que eu leve a união. Onde houver dúvidas que eu leve a fé, onde o veredo eu leve a verdade. Onde houver desespero que eu leve a esperança, onde houver tristeza, que eu leve alegria. Onde houver trevas, que eu leve a luz. Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado. compreender que ser compreendido, amar que ser amado, pois é tanto que se recebe, é perdoando que se é perdoado. E é morrendo que se vive para a vida eterna. Quando a tristeza chegar, querendo sufocar o seu coração, quando a angústia bafar e o peito sangrar de desilusão. Quando a dor maltratar e a vida perder o sentido e a razão, quando o chão lhe faltar e o sol não brilhar, Deus é a solução. Deus é amor.
oração, quando a angústia bafar e o peito sangrar de desilusão. Quando a dor maltratar e a vida perder o sentido e a razão, quando o chão lhe faltar e o sol não brilhar, Deus é a solução. Deus é amor. Deus é razão. Um Deus é ternura, é compreensão. Um Deus é amor. Um Deus é perdão. É misericórdia. Deus é compaixão. Quando o seu pranto rolar e os seus lábios gritar na escuridão, quando o seu corpo cansar de buscar o prazer que vem da paixão. Quando sua hora chegar e você perceber que só viveu na ilusão, quando seus olhos fechar e o céu desapar. Deus é a salvação. Um Deus é amor. Um Deus é razão. Um Deus é ternura. É compreensão. Deus é amor. Deus é perdão. É misericórdia. Deus é compaixão. Compaixão. Essa música, ela realmente Obrigado. quando ela me foi inspirada. Certamente é naqueles momentos que eu vivia na ilusão, na noitada, cantando, achando que eu tava arrasando, arrebentando corações, destruindo lares, principalmente o meu, bebidas, regadas de ilusões. Então, ela foi feita para mim, eu tenho certeza. Eh, acorda, rapaz. Porque a vida de artista ela é muito ilusória. Você acha que ela é um encanto, tá todo mundo feliz? Você tá fazendo muitos ali sorrir, beber curtir, mas quando vem as noitadas sozinho, solidão, a angústia lhe desperta e fala: "Rapaz, não foi para isso que você preparou sua encarnação, não. Desperta enquanto é tempo". E a primeira coisa que a gente faz para mudar é abolir de vez a bebida alcoólica. E graças a Deus o meu anjo da Guardaz tiveram a paciência comigo e esperou eu fazer isso, né? Graças a Deus há 30 anos. Obrigado. Aí a gente também foi inspirado assim também. O amor é algo tão sublime, sentimento que aproxima do nosso criador. E amar é não guardar ressentimentos. É sufocar os sofrimentos como fez nosso Senhor. Amaro sem medidas. Cicatrizar todas as feridas, consolar o sofredor. Amor, sentimento verdadeiro, é doar-se por inteiro. Amar como Jesus amou. O amor é praticar a caridade, exercer a humildade, perdoar o malfeitor e amar. É suplantar a amizade,
as, consolar o sofredor. Amor, sentimento verdadeiro, é doar-se por inteiro. Amar como Jesus amou. O amor é praticar a caridade, exercer a humildade, perdoar o malfeitor e amar. É suplantar a amizade, é fazer toda a bondade, como Cristo nos ensinou. Amar é doar sem medida. Cicatrizar todas as feridas, consolar o sofredor. Amor, sentimento verdadeiro. É doar se for inteiro. Amar com Jesus amor. >> Difícil essa missão. Amar como Jesus amou é difícil. Todos nós temos momentos de muita angústia, de muito sofrimento, de muita dor. Então essa aqui também foi para esses momentos. >> Se a dor chegar, não tenha receios. Ela veio te testar. Acredite em Deus e a sua história vai mudar. Quando a tempestade passar, o sol voltará a brilhar. O rio seu corpo seguirá e a calmaria invadirá. Nessa hora perceberá que Deus nunca te abandonou. Quando tropeçou, te segurou. Quando caiu, te levantou. Você andava tão perdido que até de Deus duvidou, seguiu outros caminhos. E aos vícios se entregou sem forças para caminhar. Ele veio e te sustentou. Pegou você nos braços e outra vez te carregou. Sim, ele se encolheu. Ele se apagou para habitar entre nós. Sua doce encarnação neste mundo foi sacrifício bem maior do que eu se viu. Já era o mestre da luz, o arcanjo que recebeu diretamente do Pai. O comando espiritual do planeta. Sarça que queima bem antes do monte Sinai. Um das ovelhas a ele confiadas. O Pai não quer que se perca ninguém. Sejam todas por amor encontradas, pacificadas e regeneradas também. Sim, pobrezinho nasceu, carpinteiro cresceu, amoroso a paz. Se perdeu de pai José e mãe Maria, foi encontrado no templo pregando a paz. Montanha cima falou, escutou nossas queixas. Nossas dores sentiu, reconciliou o céu com a terra e do calvário mesmo humilhado pediu. Perdoai os pois não sabem o que fazem. São mal crianças mais ignorantes que mal. Entregou assim ao Pai seu espírito, nos prometendo estar conosco até o final. Quem é Jesus? Ah, quem é Jesus? O médium de Deus, irmão? Servo e Senhor, consolador dos aflitos,
mais ignorantes que mal. Entregou assim ao Pai seu espírito, nos prometendo estar conosco até o final. Quem é Jesus? Ah, quem é Jesus? O médium de Deus, irmão? Servo e Senhor, consolador dos aflitos, conteste da solicitude do Pai. Quem é Jesus? Ah, quem é Jesus? O dissipador das trevas de mim. Todo perdão, renovação e arbítrio, a luz do mundo acem meu coração. Acabando repertório, viu? Não sei, não sabe ninguém. O que canto fado nesse tom maguado de dor e de pranto. E neste tormento todo sofrimento, eu sinto que a alma cá dentro se acalma nos versos que canto. Foi Deus que deu luz aos olhos, perfumou as rosas, deu ouro ao sol e planta luar. Foi Deus que me pôs no peito. Um rosário de penas que vou desfilando e choro a cantar. E pôs as estrelas no céu, fez o espaço sem fim, deu lutas andurinhas. Aí deu esta voz a mim. Se canto, não sei o que canto. Misto de terror, saudades, ventura, talvez de amor. Sei que cantando sinto mesmo que quando se tem o desgosto e o branto no rosto nos deixa melhor. Foi Deus que deu voz ao vento, luz ao firmamento e pois o azul nas ondas do mar. Foi Deus que me pôs no peito. Rosário de penas que vou desfilando e choro encanta. Es poi toal, pois campo alc deu flor primavera a deu esta voz a mim, a mim. Muito obrigado, nosso irmão Acion que deixou o nosso ambiente mais harmônico. O cara tem um dom, né, com essa voz suave, veludo. Eu acho bom o grave que ele faz, né, senhor. E eu só consigo fazer porque é de manhã, porque se for de tarde não sai não. Obrigado, meu irmão. Então, nós estamos nos preparando para começar o nosso painel. Na minha opinião, o painel é o momento mais rico do evento, porque é onde a gente soma todas as ideias, é onde a gente, além de somar todas as ideias, né, de cada contexto das palestras, nós também somamos com as nossas dúvidas, com o que essas palestras gerou em nós, né, de provocações. Então, durante todo o evento, a gente disponibilizou para vocês o número do sintoniano Bem, onde nós recebemos as perguntas, as dúvidas de vocês. E aí no
as palestras gerou em nós, né, de provocações. Então, durante todo o evento, a gente disponibilizou para vocês o número do sintoniano Bem, onde nós recebemos as perguntas, as dúvidas de vocês. E aí no painel vai funcionar da seguinte maneira. O nosso irmão Alessandro, que vai conduzir o painel, ele pode organizar as as perguntas, né? Se você eh tiver ainda uma pergunta, a gente não garante que a gente vai conseguir responder, porque graças a Deus a gente nós tivemos, né, muitas perguntas, mas você pode enviar. Quem sabe ali no contexto a gente consegue ainda eh de alguma forma inserir, mas nós não podemos prometer por causa da demanda. Então, eh, a gente vai, eh, nós tivemos a oportunidade, então, de organizar essas perguntas, aglutinar por afinidade para que assim a gente pudesse ter o painel de uma forma eh organizada, né? E também assim a gente poder assimilar melhor as informações. Então, eh, já tá tudo OK aqui? Tudo certo aqui, Vanderlei? Tudo certo? Então eu vou eh então, antes da gente eh iniciar o nosso painel, vou convidar nosso irmão Valdeci Júnior para fazer a prece inicial para abençoar o nosso dia e daqui a pouco, então, em seguida a gente começa o nosso painel. He. He. Bom dia. Povo aqui é grande, mas não funciona. Aí, >> bom dia para todo mundo. Muita paz. alguns dias, algumas casas da nossa cidade recebeu a presença de dois peregrinos, né, que saiu com coragem, com perseverança para poder fazer isso aqui para nós. Então, quase terminando esse evento nosso, eu escolhi agradecer por nós podermos fazer parte, Senhor, desse dia tão maravilhoso e te pedindo, Pai, que nos dê força para continuar aprendendo. para ser o que tem mais coragem de pedir perdão para ser daqueles, pai, que vence chorando, oprimido, que nós sejamos daquele pai que venceu perdendo tudo. mas que não perdeu o Senhor, o seu roteiro e a sua luz. Obrigado pela bênção desse congresso. Obrigado ainda, Senhor, pelos aprendizados que todos nós tivemos e conte uma vez mais para que possamos fazer o melhor
perdeu o Senhor, o seu roteiro e a sua luz. Obrigado pela bênção desse congresso. Obrigado ainda, Senhor, pelos aprendizados que todos nós tivemos e conte uma vez mais para que possamos fazer o melhor a cada ano. Que assim seja. Então, essa é a 13ª edição do Congresso Espírito de Ataí, a edição 2025. E nós tivemos a sorte e a graça de ter irmãos queridos contribuindo aqui para que esse evento acontecesse. Então, todos que de alguma forma, direta ou indiretamente deram a sua contribuição, sintam-se abraçados e agradecidos por podermos realizar mais essa edição. Lembrando que eu salva de palmas. Lembrando que o congresso está sendo transmitido pelo canal Sintonia no Bem, pela Rádio Fraternidade, pela Rai TV, que é a rede Amigo Espírita e também pela FEGO. E a organização do congresso ficou por conta do canal Sintonia no Bem, como à frente aqui o nosso irmão Vanderlei e o Cláudio que puderam puxar fila desse ano para que esse evento acontecesse. Então, fazendo eh um resumo rápido, né? Nós tivemos aqui o início do nosso congresso com o nosso irmão Elder Andrada, que trouxe o tema do próprio congresso, como na sua palestra, Jesus, o caminho para paz e saúde. Eh, nós tivemos a palestra com o nosso irmão Víor Hugo Jesus, o médico de almas, com o nosso irmão Gustavo Silveira, o Cristo Consolador, André Siqueira, Jesus e as adversidades atuais. E hoje a gente junta tudo isso e foca de novo no tema inicial, Jesus, o caminho para paz e saúde. Com a moderação do nosso irmão Alessandro, eu quero convidar o palco pra gente iniciar então o nosso painel, os nossos irmãos aqui, Hélda Andrada, Gustavo Silveira, André Siqueira e também o nosso irmão Alessandro. Uma salva de palmas. Então, nesse momento a gente começa o que, na minha opinião é o momento mais rico do evento e que todos nós possamos beber dessa fonte e agradecer por essa oportunidade. Eu vou pegar os microfones aqui para passar para vocês. Ah. Bom dia. Agora sim, um prazer estar aqui novamente, participando desse importante evento do
r dessa fonte e agradecer por essa oportunidade. Eu vou pegar os microfones aqui para passar para vocês. Ah. Bom dia. Agora sim, um prazer estar aqui novamente, participando desse importante evento do do movimento espírita de Jataí. Agradecidos aqui pelo convite e que nós possamos agora ter uma manhã abençoada. e que possamos nos enriquecer ainda mais >> com tudo que a doutrina espírita pode e tem nos oferecido. >> Muito bom dia, Gustavo. Muito bom dia, Hélder. Muito bom dia, André. Assim como já colocou. Mais uma vez, sejam bem-vindos. E nós vamos então trabalhar algumas perguntas que já chegaram, né? Outras ainda podem surgir, como o Alan mesmo colocou, o tempo é curto, a gente não conseguirá trabalhar todas. Mas aqui fica uma recomendação paraa organização, antes de vocês irem embora, o contato de vocês ficar disponível, né, paraa organização do evento, para aqueles que quiserem entrar em contato, particularmente, né, seja por e-mail, né, possam assim fazer. E com certeza, eu tenho certeza que vocês terão o maior carinho também eh no recebimento eh eh dessas mensagens. Então, vamos lá. Eh, que tal começarmos com quem veio de mais distante, né? O André, não é isso, André? Media ainda não, mas deve ter sido >> em termos de distância física, né? Então, André, dentro da temática, dessa temática importante sobre Jesus, eh, e em todas as perguntas, então, que nós trabalharemos dentro especificamente da temática, temos aqui uma pergunta que é, acredito, faz parte do contexto nosso, né, do conhecimento que temos da obra do trabalho de Jesus e que muito foi discutido aqui nesses nessas horas, né, nesses dois dias, porque Jesus perguntava, quer de ser curado antes de curar, como feito, como foi feito com o cego e assim descrito em Lucas 18:41. Então, Jesus sempre perguntava, queres ser curado? Por que Jesus adotava essa prática? Há uma questão bastante interessante, porque normalmente nós assumimos como verdadeiro que quem estar doente quer ser curado. Parece que no nosso modo de pensar a
? Por que Jesus adotava essa prática? Há uma questão bastante interessante, porque normalmente nós assumimos como verdadeiro que quem estar doente quer ser curado. Parece que no nosso modo de pensar a gente sempre assume a ideia de que aquilo constitui específico, que aquilo resulta em uma dificuldade que o outro deseja sair desse processo, o que nem sempre é verdade. Há um momento muito interessante na cura de um homem cego, em que Jesus lhe restitui a visão e pergunta a ele: "O que vês?" E ele vai responder alguma coisa que é de muita vontade. Diz assim: "Vejo árvores que andam". Alguém já viu árvore andando? mesmo restituída à visão, o modo de pensar dele não era um modo adequado. Nós temos uma outra passagem muito parecida com essa, mas em outro plano, que é o encontro de Jesus com o Mancebo rico. Quando ele pergunta a Jesus o que ele deve fazer para herdar a vida eterna, e Jesus diz a ele que cumpra os mandamentos a lei, que era o caminho de renovação. E ele vai dizer: "Mas eu faço isso desde criança". E Jesus se surpreende. Ora, se você faz tudo isso, se você vivencia tudo isso e ainda assim você não se sente adequado para herdar o reino de Deus, isso significa que você não está aproveitando a experiência. E essa é a palavra chave. Você está aproveitando a experiência? Você quer ser curado? Porque além daqueles que impressionaram fortemente os discípulos nas narrativas de transformação do corpo físico, que estavam doentes e foram curados, nós vamos encontrar inúmeros exemplos de pessoas que, estando doente, não tiveram modificação no seu curso doença, mas ainda assim foram foram curados. Não podemos nos esquecer que a cura do corpo físico é um fenômeno transitório. No limite, Lázaro estava morto, foi trazido à vida. Alguém encontrou com Lázaro por esses dias, onde nós concluímos que morreu de novo. Então, a circunstância do corpo físico, ela é sempre transitória. Nós, dentro de um ciclo natural, nós teremos uma finitude para o corpo físico. E isso significa que a experiência,
que morreu de novo. Então, a circunstância do corpo físico, ela é sempre transitória. Nós, dentro de um ciclo natural, nós teremos uma finitude para o corpo físico. E isso significa que a experiência, seja de saúde, seja de doença, ela deve ser uma experiência educativa. Daí a importância da pergunta de Jesus: queres ser curado? Gustavo, senão vamos na sequência, então depois a gente começa a fazer misto. Chegou uma pergunta para nós, eu achei bastante interessante, principalmente dentro de uma análise nossa, né, como espíritas, conhecedores da do estudo do cristianismo à luz da doutrina espírita. E a pergunta veio assim: Jesus é realmente o Salvador? Como entender isso? >> É uma pergunta muito interessante, porque eh essa ideia do Jesus Salvador, ela é muito mal interpretada. É muito fácil da gente interpretar mal. A gente vê, com todo respeito, mas a gente vê denominações cristãs que interpretam o Jesus Salvador como sendo o Jesus que vai resolver o meu problema por mim. É como dizer assim, não, Jesus na cruz ele pagou todos os meus pecados, né? E agora o que eu preciso fazer é não pecar mais, porque já tô kit. Mas o Emanuel tem uma mensagem que agora eu não vou me recordar o título, mas ele ele diz assim: eh, salvou-nos o Cristo ensinando-nos como salvar a nós mesmos. O que ir tá dizendo é que Jesus é o Salvador do ponto de vista que ele deu pra gente o gabarito da prova, não porque ele vai fazer a prova por nós, mas porque ele ensinou como é que faz, né? Então, eh, o Jesus Salvador, segundo o Espiritismo, é porque ele trouxe pra gente o exemplo que se for seguido salva. E aqui há dois pontos interessantes para ser dito, né? O que que é o salvar? Mas Jesus, qual do que qual que é o perigo, né? A gente que risca a gente tá correndo para que Jesus nos salve ou para que a gente se salve, né? Nesse sentido, há uma mensagem de Bezerra de Menezes que está no livro O Espírito da Verdade, no capítulo 7, a legenda espírita. E Bezer Beneza vai comentar o fora da caridade não há salvação. E por que fora
entido, há uma mensagem de Bezerra de Menezes que está no livro O Espírito da Verdade, no capítulo 7, a legenda espírita. E Bezer Beneza vai comentar o fora da caridade não há salvação. E por que fora da caridade não há salvação? Qual é o grande risco que fora da caridade é o corro? Eh, qual é o problema aqui, né? E Bezerra de Mereza, no finalzinho da mensagem vai explicar que o grande problema, o grande risco é nós vivermos como mortais. E eu acho essa ideia fantástica, porque você fala assim, qual qual que é o grande problema da vida, né? Eu lembro, minha mãe é muito engraçada, assim, eu lembro que a gente frequentava um centro espírita e e ela participava de um estudo que o pessoal falava assim: "Não, a gente tem que evoluir porque a transição planetária tá aí, senão nós vamos ser exilado". E minha mãe falava assim: "E que que tem isso? Qual Qual que é o problema de ser exilado? Porque que medo é esse do exílio? Parece que é inferno, né? Que o problema que é, qual que é o problema? Me faz lembrar o o caso do homem chegou pro Chico na época da bomba atômica, né? Falei: "Chico, a bomba atômica vai explodir o planeta. E agora, Chico? O que que vai acontecer se e se a gente explodir o planeta?" Aí o Chico olhou muito calmo, falou assim: "Ah, Deus dá outro planeta pra gente morar, né? Qual que é o problema? Que risco que é de morrer?" Falou: "Não, ninguém morre." Ah, não. Você tem 1000 anos para evoluir, não. Você tem eternidade inteira. Então, qual qual que é o problema? O problema é a gente viver como mortais, porque somos imortais, somos filhos de Deus e ninguém consegue experimentar a imortalidade fora da caridade. Por isso que fora da caridade não há salvação. E é por isso que Jesus é o Salvador. Então, o primeiro ponto é compreender que o grande risco que a gente tá correndo é o de viver contrariamente à nossa natureza. Então, encarna um ser que é puro por, é o ser mais puro que a gente já viu para para mostrar pra gente como é que vive como um imortal a ponto de de ele olhar paraa pessoa que
amente à nossa natureza. Então, encarna um ser que é puro por, é o ser mais puro que a gente já viu para para mostrar pra gente como é que vive como um imortal a ponto de de ele olhar paraa pessoa que vai trair ele, que vai causar ser o pontapé da crucificação e a colher. Esse ser veio mostrar pra gente como é que se vive como imortal. Isso é salvação. A salvação é você viver conforme a sua natureza. Esse é o grande risco que a gente corre. Todos os nossos, todas as nossas angústias, todos os nossos desesperos, eles advém de uma causa inicial. E essa causa inicial é viver como alguém que vai morrer. Então Jesus veio nos salvar, mostrando como é que vive como imortal. Esse esse é o primeiro ponto. E o segundo ponto eh entender o Jesus Salvador, é porque assim, imaginemos que Jesus não viesse. Eu eu até uma vez tava pensando assim, né? Puxa, Jesus devia ter deixado para vir agora, né? Você imagina uma live no Instagram de Jesus? Você vai seguir Jesus no Instagram? Você já imaginou isso? assim, sexta-feira, dia de cura com Jesus. Aí ele vai abrir uma live no YouTube, você põe o nome lá para oração e Jesus vai orar. Imagina, imagina quantas pessoas não seriam impactadas hoje, né? Se Jesus viesse, fizesse tudo que ele fez naquela época hoje. Mas aí eu fiquei pensando onde é que nós estaríamos hoje se ele não tivesse vindo 2000 anos atrás. Aí eu entendi que ele precisava ter vindo mesmo na época que veio. Senão ele vindo, a gente tá do jeito que tá, imagina sem ele. Porque o que que onde que essa reflexão me levou, né? Volta à época de Jesus. Vamos voltar à época de Jesus. Tira Jesus da história. Quem da época de Jesus conseguiria viver o evangelho sem ele encarnado? Eu só sei um que é o Estevão. O Estevão era cristão, conheceu Cristo só com o Antigo Testamento, só o Estevo. Porque dos 12, como o Simão Pedro gosta de brincar, né? Dos 12 apóstolos, um negou, um traiu, nove foram embora, só o João ficou. E a gente só sabe que o João ficou no evangelho dele. Então, imaginemos que Jesus não tivesse
imão Pedro gosta de brincar, né? Dos 12 apóstolos, um negou, um traiu, nove foram embora, só o João ficou. E a gente só sabe que o João ficou no evangelho dele. Então, imaginemos que Jesus não tivesse vindo. E isso é a misericórdia divina, porque ele poderia não ter vindo. A gente não tem eternidade pela frente, a gente não tem tantas chances quantas necessárias. Então, deixa a gente testar todos os caminhos. Não, ele veio e mostrou o caminho assim, pessoal. Não perde tempo criando guerra, não perde tempo criando desavença, segue aqui, ó. É aqui que tem que seguir. Então ele é o Salvador também por isso, >> porque ele ele encarnou para mostrar o caminho e sem ele não há pessoas, via de regra que saberiam qual caminho seguir. Então nesse sentido, ele é o Salvador, mas não porque ele vai resolver o meu problema por mim, ele vai me mostrar como é que eu vou fazer quando eu sou, quando eu passar pelo meu problema. E é por isso que na crucificação ele basicamente viveu todas as aflições humanas. Ele foi traído, negado, abandonado, deixado sozinho. Eh, tudo, tudo que um ser humano pode viver, ele viveu e mostrou como é que faz. Aí ele é o Salvador por causa disso. O caminho seguro, né, Gustavo? Acho que essa é a correta interpretação que a gente tem que ter, principalmente nos dias que a gente tanta com tanta informação, como você falou, tanta facilidade de acesso que temos hoje à informação nesse mundo, tanta comunicação é um caminho nesse processo de entender salvar, né? Que salvar a gente tem que ter atenção, como ele vai vir me puxar, né? E vai fazer isso por mim. Como você tava falando, tava me lembrando de Pedro. Falou de Pedro. Pedro ali na quando Jesus vem entrando nas águas, né, ele no barco, né? Vem até mim, mas eu posso ir. Vem, vem até mim. Se tiver cor, se tiver fé, pode vir. Ele vai, né? Até o momento que a fé começa cair, ele começa a afundar, né? Mas aí de novo aí Jesus vai lá e e puxa, né? Bacana. Dentro das perguntas, elas são direcionadas para cada um, né? Mas nada impede que
né? Até o momento que a fé começa cair, ele começa a afundar, né? Mas aí de novo aí Jesus vai lá e e puxa, né? Bacana. Dentro das perguntas, elas são direcionadas para cada um, né? Mas nada impede que algum de vocês queiram fazer alguma complementação, tá bom? Fique à vontade a respeito disso também, OK? É, essa é um um pouco mais a pergunta, mas vamos lá. Jesus é como ele disse, o caminho, a verdade e a vida. Através dele, muitas curas foram e continuam sendo realizadas. Bacana esta análise, né? É que Jesus fez curas, né? Jesus continua atuando. Isso pode causar na mente das pessoas uma sensação de que basta fazer o tratamento espiritual que tudo se resolve. O que sabemos que não é verdade? Tenho sim consciência disso, né? Como nós espíritas devemos usar essa doutrina consoladora. para mostrar ao enfermo que Jesus pode sim curá-lo. Mas jamais devemos negligenciar a importância do tratamento com os médicos terrenses. Aqui eu deixei para você porque eu sei que você é médico. >> Bom dia, pessoal. Uma pergunta muito rica, né? Jesus é tão interessante na sua na sua didática pedagógica que ele vou até assim aproveitar por gancho que o André colocou que eu achei uma resposta muito rica, mas mostrar que Jesus em sua obra ele usou várias estratégias. Ele não ficou limitado a uma técnica única. Eles várias estratégias em todas elas, respeitando a natureza humana e respeitando mais que tudo a criação divina. Jesus não subverteu nada do que Deus criou, nada. Ele não fez nada diferente do que o ritmo da natureza permitia. Um respeito enorme à criação do pai. E ele ensinou a gente que muita coisa que acontece, que nos desagrada, é desígnio, é necessária, faz parte da nossa educação. E no seu trabalho de cura, todo o trabalho de cura de Jesus, ele não fez o trabalho de forma incompleta. Sempre houve complementos. E o complemento mais rico que a gente encontra na história do Evangelho foi aquele trabalho que não foi especificamente de uma cura de doença, mas um trabalho que mexeu na intimidade
uve complementos. E o complemento mais rico que a gente encontra na história do Evangelho foi aquele trabalho que não foi especificamente de uma cura de doença, mas um trabalho que mexeu na intimidade espiritual de uma pessoa que representou o planeta depois dele mexer com outros circunstân em volta que foi da mulher adúltera. Ele finalizou aquela passagem com aquela frase célebre: "Vá e não peques mais". Ele entregou para ela uma responsabilidade. Olha bem, ele entregou uma responsabilidade. Não peques mais. O tratamento espiritual para ser eficaz, ele pede mudanças. E aí eu vou pegar também, eu sou privilegiado que eu fiquei em terceiro lugar, né? Eu pego agora do Gustavo aqui, ó, que ele colocou. É salvador. Jesus, ele em momento algum estimulou na gente a passividade. É salvador, sim, desde que você faça sua parte para conseguir a salvação. Ele ensinou os caminhos, né? Você falou que ele deu a cola pra gente, né? ensinou os caminhos para encontrar a salvação. O tratamento espiritual para ser eficaz, ele pede da gente modificações. Porque enquanto nós formos territórios inférteis, o que que vai prevalecer na gente? Doença de toda ordem. E para fertilizar adequadamente o nosso território pessoal, a gente tem que ter algumas modificações. Então, a gente espírita, espírita agora, muitas vezes queremos a situação de passividade. Eu quero que tenha um tratamento que me cure. Eu vou naquele centro que faz a cura. Eu quero ir lá uma sessão, quero sair de lá curado, resolvido o meu problema. e depois e antes e durante. E nós precisamos também aprender no respeito pelo que Deus fez. Eu falo muito isso. Eu falo muito isso pros meus pacientes. Nós precisamos aprender a respeitar as doenças, porque as doenças no nosso olhar atual de serem doenças, de serem males, muitas vezes nela nelas residem os remédios regeneradores do nosso espírito endividado. Quando eu vejo uma pessoa com câncer, por exemplo, câncer é uma uma enfermidade que marca muito todo mundo, mas eu falo muito isso, não tem exemplo
remédios regeneradores do nosso espírito endividado. Quando eu vejo uma pessoa com câncer, por exemplo, câncer é uma uma enfermidade que marca muito todo mundo, mas eu falo muito isso, não tem exemplo melhor de doença, de situação mais depuratória pro espírito humano do que carregar um câncer ou doenças equivalentes. que o espírito tem a chance de drenar situações incrustadas nele, que se fosse por outros meios seria muito mais demorado. Então, a cura espiritual é isso. E Kardecou muito claro na codificação que o tratamento espiritual é do quê? É do espírito. Algumas vezes o corpo é beneficiado, mas o que tem que ser recuperado, tratado, é o espírito. Como é que trata espírito? com evangelho, evangelização. Aí a pessoa que pegou um câncer, às vezes tenta tudo e vai morrer com o câncer, mas muitas vezes morre fisicamente com o espírito modificado, aconteceu o tratamento. E voltando aquela partezinha final da pergunta que você colocou, né, o tratamento eh médico pode ser preterido, seria mais ou menos nesse sentido, né? Não, nós temos que aprender a respeitar as duas coisas e sempre orientamos isso. Semana passada atendemos no nosso centro uma senhora que buscou tratamento espiritual. Ela descobriu agora recente que tá com câncer de pâncreas. Eu orientei exatamente isso para ela. Já colocamos em tratamento espiritual tudo. Colocamos o nome dela em dois grupos do nosso centro, mas foi muito orientada. Senhora, não deixe de seguir o tratamento médico convencional. Faça tudo que o médico orientar, tudo. Porque a preservação física, por pior que seja prognóstico, ela faz parte também da sustentação espiritual. Então, tem que ser casado. Toda vez que você vir, e ainda bem que a gente não vê tanto isso em casa espírita, sem crítica, mas é muito em outras religiões. Muita gente às vezes fala: "Pode largar o médico, larga o remédio, quem que vai te curar é Deus". É incompleto. A gente sabe que não vai funcionar. Vontade, Gustavo. Teste, teste aí. Eh, não, é só uma coisa, só um adendozinho. Acho que a
ar o médico, larga o remédio, quem que vai te curar é Deus". É incompleto. A gente sabe que não vai funcionar. Vontade, Gustavo. Teste, teste aí. Eh, não, é só uma coisa, só um adendozinho. Acho que a resposta foi perfeita assim. Eh, quando Kardec escreve lá no Evangelho Segundo Espiritismo aliança da Ciência e da Religião, eh, é porque a gente tá acostumado a contrapor as duas coisas. E isso não é só do ponto de vista que, eh, a ciência fala uma coisa, a religião fala outra, como era muito comum, né, assim, ou é muito comum até hoje, né, a ciência explica de um jeito, a religião explica de outro. Ah, vai, teve um aborto, a ciência explica de um jeito, a religião explica de outro. Eh, teve um crime, a ciência explica de um jeito a religião de outro. E essa essa contraposição é muito comum. Quando Kardec fala da aliança da ciência da religião, é porque ele tá dizendo assim: "Olha, a causa, o problema aqui é que a ciência para numa causa que já é em si um efeito e a religião tá na causa antes desse efeito." Então, por exemplo, ah, teve um aborto espontâneo. A ciência vai falar assim: "Ah, é porque faltou alguma coisa". Aí a religião espírita vai vir falar assim: "Então faltou essa coisa por causa disso, disso, disso". Então é uma causa antes do efeito que a gente vê. E quando a gente vê o tratamento de doenças, né? A gente vê muito isso, essa ah, eu busco o tratamento da terra ou espiritual. Falei assim: "Por que que você tá contrapondo os dois? Por que que o tratamento da terra não é também um tratamento espiritual? Por que só porque é um remédio assim? Será que Deus não pode agir também pelo remédio da terra? Será que ele só vai agir se for água fluidificada? Se eu tomar um remédio assim, essa contraposição é que não faz sentido assim, porque o tratamento da terra não é certeza que vai me curar, porque o que me cura, fisicamente falando, não é o remédio, é a permissão divina. Por isso que tem gente que toma remédio, não adianta nada. Então, a mesma fé que eu vou no
é certeza que vai me curar, porque o que me cura, fisicamente falando, não é o remédio, é a permissão divina. Por isso que tem gente que toma remédio, não adianta nada. Então, a mesma fé que eu vou no tratamento espiritual, eu vou no tratamento terreno porque não há contraposição. Não, não são duas coisas distintas ou contrapostas, não. São parte, e aí é o que o Éder tava comentando, por isso que não vou me alongar aqui, são parte de um todo, né? Eh, então, ah, não, agora eu vou ficar só no tratamento espiritual. Puxa, o tratamento da Terra poderia ser também. Você poderia ir com a mesma fé tomar o remédio. Com a mesma fé que você faz uma oração para ser curado, toma um remédio para ser curado. Ora aí o mais importante, vador já colocou que é o olhar pro espírito. >> Eu queria só uma complementaçãozinha, né? Eh, tudo é uma tudo é uma complementação. O trabalho de Deus é completo. Aí a gente vai ao encontro que consta em Eclesiastes lá colocado. O Altíssimo deu-lhes a ciência da medicina para ser honrado em suas maravilhas. Então, Deus se faz representado por seus agentes aqui, né, em todas as possibilidades. É complementação. >> Se vocês me aplaudirem, eu vou me sentir aqui assim, o é safadão. Então, e dispenso, não precisa, sejam mais descontraídos. Estamos em casa. Você não tem nada de Wesle Safadão, não, Éer. Fiquei me lembrando quando vocês falavam eh da conduta de Dr. Bezer de Menezes, né? Na história da vida do Dr. Bezerra de Menezes, quando ele atendia os seus pacientes, ele levava muito em consideração essa questão de analisar a patologia, mas entender também na na mente da pessoa, no comportamento, né, na na condição de vida da pessoa, no histórico e conversar com a pessoa para tentar entender se havia ali por trás daqueles sintomas ou uma causa que ele pudesse também contribuir para auxiliar. Acho que essa é uma questão muito importante, né? E quando o Hélder coloca essa visão dele como médico, isso é muito muito importante nesse contexto de de analisar o ser de forma integral,
a auxiliar. Acho que essa é uma questão muito importante, né? E quando o Hélder coloca essa visão dele como médico, isso é muito muito importante nesse contexto de de analisar o ser de forma integral, porque assim que a doutrina espírita, né, ela nos coloca nos nos ajuda nesse nesse entendimento, né? E eu gostei muito, Gustavo, quando você coloca da questão da ciência, a ciência materialista ela vê um efeito, né? Por isso que difícil ainda ela entender o processo do contexto onde a religião, no caso, ela vai um pouco vai diretamente na causa e nos ajuda da causa para o efeito. E isso que é a grande riqueza que nós temos dado posso mais eh até desculpa alongar tanto isso, mas assim tem a ver com a gente, pessoal. A gente quando atende o paciente, por exemplo, pega uma paciente com fibromialgia, fibromialgia, por favor, não generalizem, há casos e casos, talvez haja alguém fibromiálgico aqui, né? Mas a doença que a pessoa carrega, uma síndrome de dor crônica que tem um envolvimento com estado emocional, tudo isso aí. Cada paciente que nós pegamos por mialgia, às vezes não podemos usar o mesmo tipo de tratamento em algumas pacientes. E tem paciente, olha bem o tanto que o negócio é complexo. Tem paciente que a gente como médico, se tirar a dor da paciente, a gente deixa a paciente sem suporte. Porque a dor muitas vezes paraa pessoa é a forma dela expressar e mostrar que existe. Olha que coisa mais complexa, muitas vezes mórbida. Então tem que ir comendo mingal pelas beiradas. E Jesus sabia muito bem disso. Por isso que ele usava estratégias diferentes nos processos de cura. Teve gente que foi consultada se queria ser curada, mas teve gente que não foi, não teve gente que ele fez o trabalho com de forma passiva pra pessoa, ele foi ativo. E teve gente que ele curou que fingiu, fingiu como bom ator que nem sabia que tava curando, igual a mulher com hemorragia que encostou na roupa dele. Aí ele falou que sentiu sair dele um talento, saiu energia, você a sua fé te curou. Ele sabia que ela ia aproximar,
em sabia que tava curando, igual a mulher com hemorragia que encostou na roupa dele. Aí ele falou que sentiu sair dele um talento, saiu energia, você a sua fé te curou. Ele sabia que ela ia aproximar, mas ele quer mostrar esse exemplo também. Então, usou várias técnicas e assim somos nós hoje. Se você tiver todo mundo aqui agora com dor de cabeça, para cada um vai ter um tipo de reação tratamento. Sabemos que é assim que funciona a vida, né? E ninguém melhor que Cristo para isso. >> Eu quero abrir agora paraa nossa nosso auditório. Se alguém quiser fazer uma pergunta aqui agora diretamente ao vivo, fique à vontade. Nós temos microfone nela, aqui disponível. Queríamos abrir alguém às vezes queira fazer uma pergunta nesse momento. Boa tarde. Pedimos que possa >> alguém >> aqui, ó, identificar, né, para nós, né, o nome e aí escolher qual que seria a pessoa, né, ou todos juntos, né? Acho que seria mesmo um fato muito bacana. >> Bem, bom dia a todos, né? Nós agradecemos imensamente a presença de cada um de vocês, que vocês possam ser muito bem recebidos em nossa cidade, que nós estamos aqui de coração aberto para poder aprender cada vez mais com as respostas de vocês. Muito obrigada por tudo. Bom, o que nós gostaríamos de saber, o tema é sobre o caminho da paz e a saúde. Então eu vou usar um pouquinho a palavra paz, tá? que tudo é um contexto, sabemos disso. Mas, infelizmente, infelizmente o nosso país está passando por um momento muito, mas muito difícil, não só politicamente falando, mas espiritualmente falando. Nós nunca, em momento algum da nossa história brasileira estamos precisando de tanta paz como este momento que estamos vivendo. Então, o que eu gostaria de deixar para cada um de vocês é uma pergunta assim: o que poderemos fazer além do que já estamos fazendo, confiando na misericórdia divina para que essa paz que o nosso país necessita tanto neste momento? Porque veja bem, nós somos, nós somos um povo pacífico, como foi falado ontem sobre a passividade, mas nós não estamos
ricórdia divina para que essa paz que o nosso país necessita tanto neste momento? Porque veja bem, nós somos, nós somos um povo pacífico, como foi falado ontem sobre a passividade, mas nós não estamos preparados para tanta diversidade que está acontecendo em nosso país. Então, o que que nós podemos fazer como povo, como pessoas de Deus? O que que nós estamos buscando com tanta situação em que o país está vivendo? Porque está havendo mesmo uma luta espiritual gigantesca. Nós nunca tivemos em nosso país tanta diversidade como está tendo agora. E não estou falando de um cunho político apenas, é de um cunho espiritual. O que que o brasileiro, o ser humano, os espíritas, sejamos nós filhos de Deus, podemos fazer para pacificar um pouco mais o nosso país que está se encontrando num momento tão adverso, tão difícil para todos nós brasileiros. à vontade. Quem quiser iniciar, >> eu já falei demais. Vamos refletir um pouquinho a respeito da temática que a gente tem. Jesus, um caminho para a saúde e a paz. A ideia de caminho, nós herdamos de uma concepção grega. Quando a gente fala caminho, a gente pensa em traço geográfico. O caminho pra gente vem do conceito grego de odos. Daí vem o odômetro do nosso carro que mede a distância que a gente percorreu. Mas a palavra caminho, quando Jesus diz assim: "Eu sou o caminho". Não parece uma pretensão, né? Eu sou o caminho, a verdade, a vida. Aí a gente pode olhar e dizer assim: "Tá se achando muito, porque a gente não conseguiu compreender ainda a essência desse processo. A palavra para caminho hebraica é ralacá. O ralacar não é o traçado físico, é um modo de caminhar. Caminhar no sentido de ralacar não é por onde você vai, é como você vai. Então, quando Jesus apresenta-se, para que a gente tenha ideia, é central da cultura hebraica, o conceito do caminho do justo, que é o caminho que permite chegar à plenitude com Deus. Isso é a vida. A vida em hebraico é o sentimento de estar em plenitude com Deus. E a verdade é o entendimento perfeito
ito do caminho do justo, que é o caminho que permite chegar à plenitude com Deus. Isso é a vida. A vida em hebraico é o sentimento de estar em plenitude com Deus. E a verdade é o entendimento perfeito desse estado. Então, quando Jesus diz: "Eu sou o caminho, sou o modo de ir, eu sou a verdade, eu sou a consciência deste e eu sou a vida, eu sou o encontro da plenitude. Por isso ninguém vai ao Pai senão por esse processo." Aí vale a pena a gente pensar no conceito de paz, porque há dois conceitos de paz que os estudiosos nos apresentam. Há uma paz que é passiva. É a paz de nós não sermos incomodados. é a paz de nós não termos nada que contrarie os nossos interesses. Mas há outro tipo de paz que é considerada a paz ativa. E o que é a paz ativa? É aquilo que Jesus diz: "A minha paz vos deixo, a minha paz vos dou, mas não a dou como o mundo a dá. O mundo tereis aslições, mas tende de bom ânimo, porque eu venci o mundo. Não creiais que eu tenha vindo trazer a paz do mundo. Não vim trazer a paz do mundo, eu vim trazer a divisão. Se colocará pai contra filho, mãe contra filha, marido contra mulher, irmão contra irmão. Que que Jesus está propondo? Que que história de paz é essa? Precisamos ter muita parcimônia para olhar os dias atuais. A história é o conjunto das soluções de uma inteligência coletiva. É na história que nós vemos desdobrar-se as soluções humanas para os problemas que são colocados. um sociólogo alemão chamado Osold Spengler. No início do século XX, quando nós estávamos numa era que parecia uma era de promessas, de riquezas, de glamur, ele analisou a sociedade ocidental e escreveu uma obra traumática chamada A decadência do Ocidente, aonde, vejam, a decadência do Ocidente é uma obra de 1918. E por que que ele tá falando sobre a decadência do Ocidente? que ele disse, estão postos todos os elementos que criarão a derrocada da sociedade. E ele conclui a obra com uma frase muito curiosa. Ele diz assim: "Os problemas que cria a realidade histórica se resolvem ou pelo indivíduo ou contra
os elementos que criarão a derrocada da sociedade. E ele conclui a obra com uma frase muito curiosa. Ele diz assim: "Os problemas que cria a realidade histórica se resolvem ou pelo indivíduo ou contra ele. está nas nossas mãos se nós vamos ser agentes ou vítimas de mudança. Então, eu queria avançar um pouco dados esses elementos para dizer o seguinte: é de todas as sociedades a crença de que o fim da Terra chegou na sua civilização. Se nós olharmos os escritos de Kquero, o famoso filósofo romano, ele denunciava que Roma passava pelo pior momento de sua história. Se nós lemos Platão, ele virá que a Grécia passa pelo grande problema da decadência moral de sua época. Visitaremos Emanuel Kante e ele dirá que nós estamos na pior momento da história. E a gente ouve nos dias de hoje nós dizermos que também estamos no pior momento, não apenas no Brasil, nós estamos vivendo o momento grave no mundo, que é o momento do quê? É um momento dos nossos desafios. E qual é a resposta de Jesus para isso? Qual é o convite de Jesus para isso? No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo. O que é o bom ânimo? O bom ânimo é a capacidade de nós nos revestirmos de uma ação. Ânimo. Ánimo de ânima, alma é aquilo que nos faz agir. Uma boa alma, um bom ânimo. Não é quem espera, é quem realiza, é quem movimenta-se, é quem usa a paz ativamente. E que paz é essa que Jesus está nos oferecendo? É uma paz de estarmos presentes em algumas atitudes. É fato, nós estamos vivendo um momento grave, um momento de conflitos. E de onde vem o conflito? O conflito vem da conquista das nossas liberdades. O conflito vem da possibilidade das pessoas manifestarem as suas opiniões. O conflito vem das inúmeras diferenças que surgiram com uma massificação global de ideias que são completamente diferentes. Um estudo de um psicólogo do Instituto de Tecnologia do Massa Chuster, uma das mais importantes instituições acadêmicas da nossa era, vai nos apresentar uma ideia muito curiosa. O Dr. Steve Pinker, a partir de inúmeras
icólogo do Instituto de Tecnologia do Massa Chuster, uma das mais importantes instituições acadêmicas da nossa era, vai nos apresentar uma ideia muito curiosa. O Dr. Steve Pinker, a partir de inúmeras considerações de que nós estamos vivendo um dos piores momentos da Terra, ele resolveu estudar o assunto e as conclusões intitularam um livro chamado Os Anjos Bons da nossa natureza. E o que que ele nos apresentou? Estatisticamente, nós nunca tivemos tanta paz no mundo quanto nos dias atuais. Diz assim: "Bom, nós estamos no meio de duas grandes guerras." É, se a gente voltar um pouco, a quantidade de guerras que a gente fez ao longo do mundo não era localizada Ucrânia, Israel. Era uma guerra que havia muito. Nós criamos uma falsa impressão de passividade entre o final da Segunda Guerra Mundial e esse início de coisa, porque nós estamos com os ânimos sensíveis, mas a Guerra Fria, os conflitos regionais, eles foram arrefecendo. Nós nunca tivemos na história da humanidade momentos em que tivemos tanto alimento para ser distribuído. Se nós compararmos o problema que aconteceu da grande pandemia, em que nós nos recolhemos, em que tivemos perdas severas, nós nunca tivemos o movimento próúde que unisse os cientistas no mundo inteiro em torno de uma busca de cura. Então, é preciso que nós nos posicionemos em relação aos conflitos. E qual é a nossa posição? Sejamos a paz que queremos ver no mundo. Às vezes é um momento de silêncio. Às vezes é uma palavra de admoestação. Às vezes é uma atitude de suporte. Precisamos ser as cartas vivas do evangelho. O evangelho do Cristo é o modo como nós construiremos a paz. E para isso, nós precisamos compreender-lhe a mensagem e transformá-la em atitudes no nosso dia a dia. Eh, estamos um pouco já no limite do hora, mas eu quero avançar um pouquinho. É porque eu tô sabendo que Gustavo precisa sair um pouco antes, mas não queria deixar você. Aí temos aqui uma pergunta, eu eu julgo ela muito importante de ser discutida não só com a sua presença, de todos, né? Aproveitando
que Gustavo precisa sair um pouco antes, mas não queria deixar você. Aí temos aqui uma pergunta, eu eu julgo ela muito importante de ser discutida não só com a sua presença, de todos, né? Aproveitando esse momento de paz que nós temos aqui, de muita inspiração. Eh, e dessa forma pensa para logar mais um pouquinho, né? Isso aqui os protocolos podem ser um pouco alterados de acordo com a necessidade, né? Estamos aqui num momento especial. Acho que esse painel nos mostra o quanto isso é é saudável, porque ela foi ela foi direcionada a você, Gustavo, mas eu acredito que todos, né, poderão dar uma importante contribuição. Pergunta é assim: onde encontrar o consolador diante do suicídio de um ente querido, no qual a culpa, a dor e a saudade nos consomem dia a dia? Tá, eu vou só antes de responder, eu vou só fazer um pedido pra gente ouvir a resposta do André mais vezes. Acho que eu tudo que eu fui pensando, nossa, tinha que falar isso. Aí ele falava, falei: "Meu Deus do céu, que resposta." Eh, foi nossa, perfeito. Assim, acho que é uma resposta para ser ouvida mais vezes, porque ele tocou em pontos muito importantes, mas numa fala assim, às vezes a gente não pega, né? Então, minha recomendação que o ass a pergunta foi muito importante, é, é uma preocupação muito justa, mas a resposta do André acho que ela precisa ser ouvida mais vezes pra gente ir assimilando cada coisa que ele falou, porque, eh, o momento pede serenidade e acho que o que o André conseguiu trazer isso. Vamos lá. Eh, então a pergunta é sobre um ente que tirou a própria vida, né, e como encontrar o consumo. Eh, a gente precisa compreender que o espiritismo ele, na função de consolador, ele veio explicar, explicar, explicar o que acontece, explicar eh os processos humanos, explicar um pouquinho da psiquê humana, veio trazer pra gente um pouquinho mais de informação sobre a realidade na qual nós estamos inseridos. E nesse sentido, a gente não pode ficar só numa parte da explicação. Você precisa pegá-la inteira, senão
azer pra gente um pouquinho mais de informação sobre a realidade na qual nós estamos inseridos. E nesse sentido, a gente não pode ficar só numa parte da explicação. Você precisa pegá-la inteira, senão não vai cumprir o papel que o espiritismo tem para cumprir. Então, eh, eu me lembro uma vez que, eh, a gente tava contribuindo para uma página espírita, várias pessoas e semanalmente eram escritos textos a respeito de um determinado tema. e um companheiro nosso resolveu escrever sobre eh o extermínio e muitíssimo bem basado, ele foi dizer o que que acontece com quem tira a própria vida. Super bem basado. E de fato, se você for no livro dos espíritos, você vai encontrar o que tava, o que ele tava dizendo lá, o problema de tirar a própria vida. E é claro que o texto foi pensado para quem pensa em fazer isso. E aí, qual que é a abordagem? É a mesma que a gente usa desde a idade média. Se eu não quero que você tome uma atitude, eu trabalho uma maneira de te deixar com medo daquela atitude. Então, vou dar um exemplo aqui fora de contexto, mas só para exemplo eh, a igreja queria que a gente fosse na igreja. Aí o que que a igreja fez? Construiu o inferno e falou assim: "Se você não for na igreja, você vai pro inferno. Até eu que sou mais bom fui." É claro que eu vou. Porque se eu não for aqui, eu vou queimar eternamente no inferno, então eu vou pra igreja. E aí a gente trouxe a mesma mentalidade. Fala, se eu quero trabalhar contra a ideia do autoestermínio, há uma perspectiva de ter, de tirar medo das consequências do autoestermínio. E a pessoa escreveu todo um texto sobre isso e o texto ficou doutrinariamente correto, tudo certo. Mas quando a gente publicou, uma pessoa comentou assim: "O meu filho suicidou e é muito difícil ler esse texto". E ali eu me dei conta que apesar de o autor, né, o companheiro que escreveu ter explicado as consequências, pensando muito num público que teria tendência ao astermínio, ele não pensou na pessoa que teve que se despedir de alguém que se
o autor, né, o companheiro que escreveu ter explicado as consequências, pensando muito num público que teria tendência ao astermínio, ele não pensou na pessoa que teve que se despedir de alguém que se que tirou a própria vida. Então, como é que nós vamos encontrar o consolo? Eh, você fala assim: "Não, eu vou encontrar o consolo sabendo o que que a pessoa que tirou a própria vida tá passando." Falou: "Olha, não, porque cada caso é um caso, eh, cada pessoa de um jeito, cada um teve uma motivação, cada um tem os seus atenuantes." Então, não é por aí. Eu não acho que porque se você ler explicação tem um monte, ah, porque passa por isso, passa por aquilo, vai para tal região, fica não sei quantos anos lá. Tem um monte de explicação. Por quê? Porque cada caso é um caso. Onde é que vem o consolo? O consolo vem do fato de que a coisa não acaba aí. Não acaba. Não acaba aí. Ah, eh, pode estar sofrendo ou não, mas não acaba aí. Existe vida. Jesus é Jesus é a encarnação da mensagem da vida em abundância. O consolo não vem só da explicação do que acontece pós, vem de tudo que constitui lei divina. Vem do fato de que ninguém tá abandonado, vem do fato de que ninguém tá esquecido, que ninguém tá sem oportunidade, que a vida não acaba para ninguém. Vem no fato de que todos estamos protegidos, todos estamos sendo cuidados, todos recebemos assistência espiritual, todos. Porque Deus não é Deus de uns. Deus não é Deus de um povo escolhido porque não faz sentido nenhum. Deus é Deus de todos. Então, eh, a única maneira que eu vejo de consolar, porque esse é um ponto importante, a função do consolador não é a função do analgésico. Consolador não vai cancelar, não vai tirar, não vai abafar a dor. O consolador vai te dar esperança para lidar com ela. Então, a expectativa aqui não é que você deixe de chorar. Não se, não ponha esse peso sobre você. Não, eu não poderia estar sofrendo, eu não poderia estar chorando. O peso não é sobre, não é isso. A questão não é parar de chorar. A questão é continuar
horar. Não se, não ponha esse peso sobre você. Não, eu não poderia estar sofrendo, eu não poderia estar chorando. O peso não é sobre, não é isso. A questão não é parar de chorar. A questão é continuar trabalhando ainda que em lágrimas. Como diz o Emanuel no P Nosso, ele fala assim: "Quando não for possível avançar dois passos por dia, avancemos pelo menos alguns milímetros." Como é dizer, eu preciso continuar no esforço, porque consolo eh, de novo, não é uma coisa que vai vir tirar a dor. Você vai seguir trabalhando ainda que sentindo dor. Aí vem o consolo, porque você vai descobrir que dá conta. O muita fonte de desespero é achar que não dá conta. Aí você continua fazendo, orando, fortalecendo para si mesmo a noção de que ele vai ficar bem. Se é que já não está, por que que ele vai ficar bem? Como diz o anisseto, isso não é promessa de amizade, é lei. Ele não vai, não tô dizendo que ele vai ficar bem para te consolar, tô dizendo que ele vai ficar bem, porque ele vai ficar, ele tem que ficar. Deus vai ajudar a ficar se já não estiver. Então, a mensagem consoladora do Espiritismo é porque ele, o espiritismo descortinou a eternidade e com eternidade nós temos todos os direitos e deveres que daí decorrem. É por isso que acredito que a única maneira, a única maneira é orar e trabalhar. Trabalhar onde? Trabalhar. Trabalhar em prol de alguém. trabalhar profissionalmente, trabalhar, trabalhar num centro espírita, trabalhar numa ONG, trabalhar não como quem quer fugir da dor, mas como quer como quem quer perceber que apesar da dor continua de pé, porque a gente às vezes acha que a dor é maior do que a gente e isso é uma ilusão. Então é preciso trabalhar, trabalhar para perceber a força que tem e orar, porque paz em nós não vem de nós. paz em nós, nem de Deus. É conexão com ele, feita no tempo, para que a gente consiga superar obstáculos que às vezes parecem intransponíveis. Eh, é uma pergunta bastante sensível. Você você pode repetir a pergunta só pra gente perceber o grau de a intensidade
para que a gente consiga superar obstáculos que às vezes parecem intransponíveis. Eh, é uma pergunta bastante sensível. Você você pode repetir a pergunta só pra gente perceber o grau de a intensidade que ela tem, por favor. Onde encontrar o consolador diante do suicídio de um ente querido no qual a culpa, a dor e a saudade nos consomem dia a dia. Eu pedi para repetir só pra gente sentir quem tá detrás dessa pergunta. Ela vem de uma pessoa que tá em sofrimento. O suicídio, eh, mesmo quando nós não somos muito próximos da pessoa que suicidou, nós sempre ficamos impactados com a notícia. Imagina quem é muito próximo. Imagina quem é pai, quem é mãe, quem é filho de uma pessoa que comete suicídio. E a primeira sensação que o suicídio provoca na gente é de impotência. Você fica assim questionando, eu poderia ter feito alguma coisa? Que que eu poderia ter feito? E às vezes isso migra para algo mais intenso, como foi colocado na pergunta, que é a palavra culpa. E a culpa, ela é a experiência que mais atrapalha o ser humano. Porque a culpa ela ancora a pessoa no problema. E nós precisamos emancipar de toda forma de culpa. E para isso há os recursos pra gente sair disso. Em relação ao suicídio, é muito doloroso que eu vou falar, mas é uma realidade. Nós temos que coisa mais difícil do que respeitar livre arbítrio dos outros? Porque a gente tá vendo às vezes a coisa com uma luz tão, tão limpa de certeza e a outra pessoa enxerga diferente, ela pratica diferente. E todos nós temos esse direito que é natural, é colocado por Deus, que é o livre arbítrio. Então, o dolorido que eu queria dizer é isso. suicídio, ele também é uma prática de livre arbítrio e todo o livre arbítrio alheio deve ser respeitado. Isso não é estímulo ao suicídio. Por favor, não deformem. Não é estímulo ao suicídio. Mas a pessoa quando opta por esse caminho, ela tem que ser respeitada. Por mais que nós saibamos os efeitos nefastos que isso traz, tem que ser respeitado. A gente tem que fazer um trabalho preventivo para evitar
quando opta por esse caminho, ela tem que ser respeitada. Por mais que nós saibamos os efeitos nefastos que isso traz, tem que ser respeitado. A gente tem que fazer um trabalho preventivo para evitar que chegue a esse ponto drástico. E isso nós tentamos fazer com nossos entes queridos, orientando, esclarecendo, dando alternativas para pessoa enfrentar os problemas para mostrar que a morte não é a solução, que tem soluções viáveis, possíveis, tudo mais, mas quando acontece, aconteceu. que nós somos, mais uma vez eu falando de outras religiões, com todo o respeito por elas, mas nós somos privilegiados demais, porque o espiritismo é uma religião que nos dá perspectivas depois do suicídio. Há religiões em que a pessoa enterra ali o problema como se fosse algo eterno. Nós já ouvimos falar de casos de líderes religiosos que evitaram fazer oração por uma pessoa morta porque suicidou cometeu o pecado maior da lei de Deus. Há religiões que dão como perspectiva pro suicídio o sofrimento eterno. É uma pessoa que perdeu a salvação de Deus. Ela está agora fora do olhar divino. Não tem alternativa mais. Isso para quem fica de cá é uma dor crucial. E nós sabemos que essa dor do suicídio é grande, mas além de ser transitória, ela é educativa. E às vezes naquela dor que a pessoa vai passar, ali ficará o suporte para não repetir esse tipo de erro novamente. Naquele livro Loucura e Obsessão tem um caso de suicídio de uma moça que ninguém esperava que acontecesse isso. E os pais eram trabalhadores espíritas. E vem as entidades superiores colocando que o trabalho que os pais fazem deram um suporte muito grande para facilitar a dificuldade que aquela moça passava, mas eles colocam. Só que sem sofrer ela não pode ficar. Ela precisa sofrer, porque é esse, é nesse sofrimento que ela vai aprender. É um caminho que ela buscou para o aprendizado. E nós buscamos isso na nossa imperfeição. Nós buscamos isso. Eu tenho dois filhos, um deles tá aqui, eles eram novinhos. Eu falava para eles assim, desde novinhos, falou assim:
cou para o aprendizado. E nós buscamos isso na nossa imperfeição. Nós buscamos isso. Eu tenho dois filhos, um deles tá aqui, eles eram novinhos. Eu falava para eles assim, desde novinhos, falou assim: "Papai sabe um monte de técnica de educar vocês". Vocês têm que ser educados, vocês têm que aprender. Eu sei um monte de técnica, eu sei conversar, eu sei pôr de castigo, eu sei bater de vários jeitos, até matar eu sei. Eu dou conta de matar se precisar. Agora quem vai escolher a estratégia são vocês. São vocês. Se quiserem que eu só converse e isso resolver, joia. Se quiser, se não resolver, eu vou ter que aperfeiçoar. Não quero ficar de castigo, não quero apanhar. Então, não faça por onde. E nós rebeldes que somos, muitas vezes testamos a vida e a vida dá resposta. Não existe ação que não tenha efeito. Nós sabemos disso. E o efeito do suicídio doloroso que é uma estratégia usada por Deus para nos educar no ato extremo. E Deus, tão bondoso conosco, colocou quem? Nós sabemos. Ele colocou quem para chefear as equipes de socorro dos suicidas, pessoal? Maria de Nazaré, o símbolo do amor feminino, o amor de acolhimento, é a direcionadora dos trabalhos de acolhimento dos suicidas. Nós temos esse alento. Quando isso acontece com uma pessoa nossa. Essa pessoa não está esquecida. Essa pessoa não está negligenciada pelo olhar divino, pelo amor. Essa pessoa está sendo protegida, talvez mais que antes, protegida. Ela está num estado de perturbação que ela não percebe o sofrimento, o não percebe a ajuda que vem recebendo, mas ela recebe, não está esquecida. Então, usemos isso para nos consolar. E não é um consolo ilusório, é uma realidade. Nós sabemos que a realidade é essa. E por favor, vamos tentar sempre trabalhar esta e outras formas de culpa, que a culpa não vai ajudar a gente e a culpa nos vincula cada vez mais ao problema. E nós merecemos e precisamos da libertação. Vamos, vamos fazer uma parada. É isso. Havia perspectiva, mas acharam melhor. Bom, como eu disse na minha ótica, esse
nos vincula cada vez mais ao problema. E nós merecemos e precisamos da libertação. Vamos, vamos fazer uma parada. É isso. Havia perspectiva, mas acharam melhor. Bom, como eu disse na minha ótica, esse é o momento mais rico do evento. Para mim, a expansão que acontece de conhecimento, quando nós temos a oportunidade de outros pontos de vistas trazerem as suas abordagens e a gente amplificar o que já foi dito, é um ganho incrível, né? Então eu tava ali conversando com a Camila, falei: "Meu Deus, que bom que nós estamos aqui, né?" Então nós vamos fazer um pip break bem rápido, mais rápido que você conseguir, mas por favor tome cuidado para você acertar o alvo, tá? Então nós vamos fazer um pipe break ali de cinco, no máximo 10 minutos, a gente volta para fazer o nosso segundo momento do painel, tá bom? Nós queremos agradecer nosso irmão que vai terrado uma paus que Jesus junto, você que vai no volante, você tá no volante, que Jesus com você no volante leve vocês em segurança. Muito obrigado pela contribuição e por ter doado o seu tempo para nós. Agradeço e agradecer a todos o meu caminho e pela recepção, aos companheiros santo pela conução. Sempre é muito bom a gente ter esse momento de troca. Uma alegria imensa estar em Jacarí e que Jesus possa abençoar esse evento para que siga muitos santos mais. Muita paz para todos nós. Amém. O nosso irmão Vittor Hugo deixou também um abraço e ele teve que pegar a estrada, né? Deixou um abraço e o e dizendo que queria sente muito estar, né? não está conosco, mas devido a outros compromissos, ele também não poôde estar conosco no painel, mas tudo é do jeito que tem que ser e a gente, né, eleva a nossa sentimento e gratidão pelo que aconteceu até agora. Então, pip break, 5 minutinhos, nós estamos de volta.