#01 • O sentido do Natal • Tormentos

Mansão do Caminho 29/11/2023 (há 2 anos) 53:32 7,691 visualizações 1,066 curtidas

Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis » O sentido do Natal (episódios extras) » Tema 01 - Tormentos ► Referência Bibliográfica • Jesus e Atualidade, cap. 15. » Apresentação: Cristiane Beira

Transcrição

Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana de Angeles. Hoje nós faremos um encontro especial. Nós já terminamos o nosso estudo que vínhamos fazendo a respeito do propósito de vida e eu escolhi fazer uma homenagem, aproveitando a sincronicidade do tempo, eu decidi fazer essa homenagem ao nosso mestre, modelo e guia da humanidade, Jesus Cristo. Então, durante o mês do seu aniversário, esse mês em que, mais particularmente nós recordamos da sua vida, da sua vinda, eu ofereço a ele, a vocês, esse essa oportunidade eh de nos reunirmos para falar um pouquinho sobre Jesus, para trazer a sua figura mais próxima, para analisar a sua mensagem por meio dos ensinos que Joana de Angeles nos apresenta, Joana de Angeles nos apresenta em sua psicologia espírita. Então, durante os as semanas do mês de dezembro, nós nos encontraremos para falar de Jesus. Para esse primeiro encontro, eu trouxe um subtema dentro da mensagem do Cristo, dentro da figura de nosso mestre querido. Eu trouxe um subtema. Nós vamos refletir hoje a respeito do que nós chamamos de tormentos. Eu escolhi isso porque talvez seja o que mais hoje nos aflige. São tantos, temos tormentos. de guerras, temos tormentos de polarizações, temos tormentos de uma vida muito leviana, muito superficial, que temos observado nossa humanidade vivendo, temos tido tormentos familiares e nosso planeta está precisando muito dessa ajuda que Jesus pode nos oferecer através da fala da palavra. da escrita de Joana de Angeles. Então, o livro que eu me baseio para esse estudo é Jesus e Atualidade. Tem um capítulo que é sobre tormentos. Ela chama de Jesus e tormentos. Então, nós vamos nos basear somente nesse capítulo Jesus e tormentos do livro Jesus e Atualidade. E ela começa trazendo pra gente, Joana começa trazendo pra gente uma constatação. Ela é muito pedagógica, ela é muito estruturada em sua explicação, na forma como ela nos ensina. E ela costuma muito ou ela faz sempre um resgate histórico do tema para nos contextualizar.

onstatação. Ela é muito pedagógica, ela é muito estruturada em sua explicação, na forma como ela nos ensina. E ela costuma muito ou ela faz sempre um resgate histórico do tema para nos contextualizar. Às vezes ela oferece um panorama geral, às vezes ela faz uma análise específica para depois desmembrar, mas tem sempre esse caminho que ela nos conduz, é sempre um caminho que ela nos leva. E nesse caso ela começa trazendo pra gente um convite para que antes de falarmos sobre tormentos, que a gente fale um pouquinho a respeito do que é estar na Terra pelos dois pontos de vistas pontos de vista maiores, pelo olhar do corpo e por consequência da matéria e pelo ponto de vista do espírito e por consequência do da parte do plano espiritual. Eu lembre, eu me lembrei inclusive que tem no, no Evangelho Segundo o Espiritismo, não vou me lembrar do capítulo, mas tem um um trecho em que o título é eh cuidar do corpo e do espírito. E e os benfeitores nos trazem no Evangelho Segundo o Espiritismo, quando ele nos eles nos chamam atenção a respeito dessas duas desses dois polos da vida, a matéria e o espírito, o corpo e o espírito. E eles nos apresentam realmente dois sistemas que são unilateralizados, polarizados, ou seja, aqueles que acreditam só no corpo, os materialistas, aqueles que acreditam que só existe uma vida, que tudo é só matéria, não existe nada além do que a gente pode pegar, medir, pesar. Então, o que a gente chama de materialista, eles eles negam qualquer coisa que não seja matéria bruta, matéria que possa ser eh pesada pela ciência, medida analisada em laboratório, os materialistas. E eles trazem um outro polo oposto que é daqueles que acreditam ou que vivem somente com base na espiritualidade e que acabam negando, se afastando de tudo que for matéria. Então é só espírito. A matéria não vale. A matéria é eh ela ela precisa ser afastada, ela nos distrai. Então vamos negar afastar a matéria e vamos viver só de espiritualidade. Então, Joana traz também essa essa conscientização. Ela começa falando,

ria é eh ela ela precisa ser afastada, ela nos distrai. Então vamos negar afastar a matéria e vamos viver só de espiritualidade. Então, Joana traz também essa essa conscientização. Ela começa falando, antes de falarmos sobre os tormentos propriamente ditos, vamos falar a respeito do que é viver na Terra. Até porque os tormentos que a gente passa na Terra é justamente por conta desse desequilíbrio. O que gera uma perturbação, o que gera um tormento, é nós não sabermos viver bem na Terra, conciliando, integrando, aproximando, ou, como diz os os espíritos no Evangelho, cuidando do corpo e do espírito. Então, sempre o nosso tormento vai ser porque vivemos na Terra sem sabermos equilibrar, sem sabermos integrar, sem sabermos analisar o todo. Ora olhamos só para um lado, ora olhamos só pro outro. Ora, a nossa decisão é baseada numa coisa, ora noutra. Temos dificuldade em analisar as situações, em tomar decisões, procurando conciliar os dois lados, integrando, cuidando dos dois lados. Temos tendências a polarizar, temos tendências a fugir do equilíbrio. Se eu tenho mais conforto na parte espiritual, se eu gosto de de filosofar, de meditar, de refletir, porque já fiz isso em vidas passadas, é muito provável que ao mergulhar na carne eu acabe novamente novamente indo para esse caminho. Então, eu só quero falar do que não é da Terra, como se eu não precisasse sobreviver na Terra, lidar com as dores do corpo, correr atrás de dinheiro para ganhar o pão de cada dia. E ora, a gente também já tem certas facilidades de vidas antepassadas em lidar com as coisas daqui, somos bons gestores, gostamos da terra, nos identificamos com a matéria, a gente tende a esquecer o outro lado. Então, vivemos uma vida muito identificada com o que é daqui e nunca temos tempo para uma reflexão, nunca temos tempo para uma meditação, para uma oração, para um estudo do evangelho, para nos espiritualizarmos. Então, é muito comum nós tendermos para um ou para outro polo. Então, aqui já cabe uma pergunta. E nós e eu

ara uma meditação, para uma oração, para um estudo do evangelho, para nos espiritualizarmos. Então, é muito comum nós tendermos para um ou para outro polo. Então, aqui já cabe uma pergunta. E nós e eu particularmente olhando para dentro de mim, se eu tivesse que pôr na balança como eu vivo na terra e como eu vivo para a terra e como eu vivo para o espírito, qual a importância do corpo e qual a importância do espírito? Será que eu tenho equilíbrio ou minha balança também ainda está pendendo mais para um do que para outro? Eu consigo olhar pros dois lados, eu consigo cuidar dos dois com a mesma intenção, atenção. Ou eu acabo dando um jeito de um lado porque eu gasto muito tempo no outro. Ou eu acabo justificando que eu não consigo ir para um lado porque o outro me consome muito. Eu já consegui ter a sabedoria de juntar, de integrar corpo e espírito? ou eu ainda me debato, porque em linhas gerais, é isso que a gente vai ver nesse encontro de hoje, que nossas dificuldades, aquilo que nos atormenta, aquilo que nos perturba e aí a gente pode falar dificuldade financeira, social, relacional, eh de saúde física, profissional, qualquer coisa que me perturba tem sempre, é sempre consequência de causas que estão nesse desequilíbrio. O dia que eu consegui cuidar de todas as todos os aspectos com equilíbrio, cuido da saúde, mas dou atenção pros meus amigos, mas também não perco de olho minha espiritualidade, mas também me dedico à matéria quando eu conseguir colocar tudo isso de um jeito equilibrado, que não precisa ser necessariamente a mesma medida, mas precisa da mesma atenção. Só que a minha atenção pode ser que eu chegue à conclusão que eu preciso gastar mais tempo com uma coisa do que a outra para ter equilíbrio. Então também não adianta a gente pegar as 24 horas do dia e dividir certinho, porque às vezes eu preciso de mais para um tempo, mais tempo para uma coisa do que para outra. O que precisa é do meu olhar geral. Não adianta eu ficar dividindo certinho em partes iguais. Isso não é igualdade. A

zes eu preciso de mais para um tempo, mais tempo para uma coisa do que para outra. O que precisa é do meu olhar geral. Não adianta eu ficar dividindo certinho em partes iguais. Isso não é igualdade. A igualdade é olhar o que precisa para equilibrar. Tanto que tem gente que precisa de mais atenção do que outras. A gente oferece algo desigual para chegar na igualdade, né? E sim, a gente vai atender aquilo que precisa. Então, eh, olhando para as perturbações, a gente sempre vai perceber que lá atrás elas se originam de algo que tem algum desequilíbrio acontecendo. Bem, eu fiz aqui uma como se fosse uma tabelinha, uma sistematização para facilitar pra gente. Vamos imaginar o seguinte, que eu vou dar voz ao corpo e é ele quem vai falar. só ele. E depois eu vou dar a mesma voz, eu vou fazer a mesma pergunta só para o espírito. Mas para esse espírito que lá no livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, os benfeitores chamam, não é uma pessoa espiritualizada. Jesus foi espiritualizado. A gente tem personalidades na Terra que foram espiritualizados. Eu estou falando daquele que é polarizado na espiritualidade, ou seja, só isso que ele faz, ele pensa e ele vive. Então, lá no Evangelho, os benfeitores trazem a figura de um asseta. Os acetas são aqueles que se afastam, que negam aquilo que é material. vive somente pensando na espiritualidade. Então, procura nem nem se alimenta direito, porque eu tenho que eu tenho que me desapegar da comida. Eu eu preciso viver apenas de meditação. Eu preciso viver insulado, de modo insulado, quieto no meu canto, só meditando, só orando. Então é esse que polarizou, ele se afastou, ele quer superar a matéria forçando uma disciplina que tem quase uma mortificação, né? tem é um exagero da disciplina, é até um, uma mortificação do corpo para que o corpo não atrapalhe o espírito. Então, são esses dois polos que vão conversar com a gente pelas palavras de Joana. Bem, então se eu perguntar para esse polarizado no corpo, para essa pessoa que polarizou na matéria, que que

spírito. Então, são esses dois polos que vão conversar com a gente pelas palavras de Joana. Bem, então se eu perguntar para esse polarizado no corpo, para essa pessoa que polarizou na matéria, que que é o mundo para você? Talvez o mundo que ela deseje, ela diga assim: "Ah, o mundo, o mundo é um lugar de prazeres imediatos, com a inevitável presença do sofrimento que faz parte". Então, talvez ele vá olhar pro mundo com o ponto de vista, como quem escolheu a lente de prazer e sofrer. Então, ele vai dizer: "Aquele que se identifica com o corpo, ele vai falar assim: "Ai, o mundo ideal é aquele que eu só teria prazer". Mas, infelizmente no mundo de vez em quando a gente sofre também. Então eu olho pro mundo só prestando atenção no quanto eu estou próxima do prazer, no quanto me roubaram o prazer, porque eu fiquei doente, porque eu perdi dinheiro, porque eu não consegui. É esse o meu foco. E se eu perguntar pro aceta que nega o corpo, que nega a matéria, e se eu perguntar para ele e para você, que que você acha que seria uma definição para mundo? Ah, o mundo, o mundo é um lugar degredo, é um vale de lágrimas. Por quê? Porque ele ele queria sumir com a terra, ele queria negar, ele queria e eh exterminar essa matéria. Ele quer se desvincular da matéria. Ele quer ser só espírito. Ele quer só meditar, só orar. Ele não quer nem se alimentar. polarizado, extremista, fanático. Então, veja os dois pontos de vista. Então, se eu olho paraa Terra querendo viver só espiritualmente, a Terra é horrorosa porque ela fica me provocando, porque eu tenho tentação, porque ela me faz ter fome. Então, se eu quero viver só de espiritualidade, a Terra é um uma vale de lágrimas horrível. Eu não queria estar aqui, eu queria ser só espírito. Mas se eu me identifico com a matéria e eu pergunto para esse que é polarizado no corpo, na matéria, que que é a Terra? Nossa, é um parque de diversões. Aqui dá para ter muitos prazeres. Mas que raiva, de vez em quando aparece um sofrimento pelo caminho que me rouba do prazer. Então, a

o, na matéria, que que é a Terra? Nossa, é um parque de diversões. Aqui dá para ter muitos prazeres. Mas que raiva, de vez em quando aparece um sofrimento pelo caminho que me rouba do prazer. Então, a gente já vai percebendo que a mesma terra ela pode significar pra gente coisas diferentes. Tem gente que adora estar na terra e tem gente que não vê a hora de de ir embora da terra. Tem gente que gostaria muito de curtir as coisas da terra. Tem gente que acha que as coisas da terra são tormentos. Então, quando eu falo de tormento, Joana vai nos ensinar. A primeira pergunta que Joana falaria. Bom, você tá falando de tormento. Eu não sei o que que é tormento para você, porque pode ser que se você tiver polarizada com uma coisa com a outra, o tormento seja oposto. Tem gente que o tormento é precisar embora da terra porque queria viver para sempre. E tem gente que o tormento é ficar na terra tanto tempo que queria ir embora logo. Então o que que é tormento? Vai depender de quem eu sou, do que eu gosto, do que eu busco. Dependendo do que eu carrego, eu vou ter um ponto de vista, eu vou ter uma um uma lente que é que é que vê aquilo que está em mim primeiro. Então, o que é tormento para uma pessoa, pra outra não é. e vice-versa. Então, se vamos falar de tormento, nós aprendemos que eles fazem parte da terra e eles são descritos conforme o conteúdo do espírito. Então, para Jesus, muitas coisas não eram tormento. Ele passou e a gente não suportaria passar porque Jesus passou. Como que Jesus consegue viver o que ele viveu? Ele foi torturado, perseguido, condenado, ele foi assassinado. Como que ele não se atormentou? Porque o ponto de vista dele era um ponto de vista que olhava tudo isso diferente do que nós olhamos. Ele conseguia enxergar o sentido do que estava acontecendo, a origem. Ele sabia onde isso ia chegar. Ele sabia que tudo tem um propósito. Então, o ponto de vista de Jesus era diferente. E é isso que a gente precisa buscar. O olhar de Jesus paraa terra nos ajuda a

rigem. Ele sabia onde isso ia chegar. Ele sabia que tudo tem um propósito. Então, o ponto de vista de Jesus era diferente. E é isso que a gente precisa buscar. O olhar de Jesus paraa terra nos ajuda a enxergar melhor a terra para não cairmos em tendências que trazemos, né? Então, se perguntarmos ainda para esse identificado com o corpo, e aí, qual é o sentido da vida para você? Que que você veio fazer aqui? Para que que a gente vive, né? Talvez essa pessoa dissesse: "Ai, o meu prazer, o meu sentido de vida é o gozo até a lacidão dos sentidos". Palavras de Joana. É o gozo até a lacidão dos sentidos. Se você falar para que viver para ter prazer. Eu vivo buscando prazer. Se eu pudesse, eu viveria só tendo prazer. Esse é o meu sentido de vida. Então, eu vou me movimentar, eu vou fazer escolhas sempre com a intenção de me aproximar de um prazer. Se eu enxergar alguma coisa que vai dar trabalho, que vai gerar sofrimento, que vai levar tempo, ah, não. Onde tá o prazer? Ah, o prazer tá lá longe, já tá muito longe. Vamos pegar uma coisa mais fácil, vamos atrás de um prazer sensorial, né, que eu consigo fazer imediatamente. Eu vou ficar estudando 10 anos de piano para poder me integrar, me entregar, né, a execução de de uma obra prima. Ai, não. Mas o prazer de você tocar um piano sentindo com a alma, ah, não, mas tá muito longe, tá muito longe. Eu prefiro apertar um botão, pôr uma música e dançar na hora. Já senti o prazer. Põe perto o botão, a música toca, eu danço na hora. Senti prazer. Então, a gente precisa se perguntar, o sentido de vida meu, ele é um sentido identificado com a matéria? Eu estou buscando coisas daqui? Mas e se eu for polarizado pelo lado como os acetas da espiritualidade? Perguntar para eles: "Qual que é o sentido de vida, o que vocês vieram fazer aqui?" Lembra que eu falei que o aceta, ele até aceita mortificar o corpo para que o espírito evolua. Eles acham que a gente precisa eh eh reprimir o corpo, uma disciplina rígida que chega a mortificação. Se eu pergunto para esse

e o aceta, ele até aceita mortificar o corpo para que o espírito evolua. Eles acham que a gente precisa eh eh reprimir o corpo, uma disciplina rígida que chega a mortificação. Se eu pergunto para esse polarizado com esse lado da espiritualiz da espiritualidade, o que que você veio fazer? Muito provavelmente ele vai dizer assim: "Ai, eu vim pra Terra para sofrer a amargura frustrante, para aprender a castrar a alegria. Eu vim para sofrer. Ou seja, eu estou na terra para que o espírito acenda, né? Tenha essae. Por isso que são as setas. Ele acha que ele precisa detonar o corpo, né? Mas aí os o Evangelho, e é legal a gente depois ler esse trecho do Evangelho Segundo o Espiritismo, cuidar do corpo e do espírito, que o Espiritismo vai falar: "Não, precisa cuidar dos dois". A verdadeira evolução, o verdadeiro progresso é quando a gente cuida dos dois, é quando a gente integra. E Joana deângeles vai usar esse termo integração o tempo todo, porque é um termo da psicologia. Precisamos integrar os opostos, precisamos unir, integrar os polos. Aí a gente gera saúde e bem-estar quando a gente conseguir transitar nos dois âmbitos da vida, não é indo só para um lado ou só pro outro. Então, sentido da vida para o materialista, gozar, gozar, gozar. Sentido de vida para o aceta, sofrer, sofrer, sofrer. O, o sentido de vida é crescer. A gente falou uma temporada inteira, é crescer, é se realizar em termos inteiros, integrais. E isso quer dizer eu conseguir viver na Terra fazendo melhores proveitos de cada oportunidade para evoluir em espírito. Esse é o sentido da vida. Não é negar a matéria como os atetas querem e não é esquecer que existe a parte espiritual como o materialista quer. E se a gente perguntar para esses dois polos, né? E aí, pessoa identificada com a matéria, que que para você é vida? É para que que para você existe após a morte? E o que que eles responderiam? Nada. Nada. Eu só vivo porque eu acredito que existe só a matéria. Se a matéria morreu, se meu corpo morreu, acabou. Existe nada. Existe nada. Não dá

xiste após a morte? E o que que eles responderiam? Nada. Nada. Eu só vivo porque eu acredito que existe só a matéria. Se a matéria morreu, se meu corpo morreu, acabou. Existe nada. Existe nada. Não dá nem para falar que existe uma escuridão, porque falar existir escuridão é existir alguma coisa. Então, não existe nada. E se eu perguntar pro pro que vive identificado com o o polo da espiritualidade, negando a matéria, que que é a após a morte? Que que existe? E aí eles vão falar: "A fatalidade pré-estabelecida é para onde eu vou. É finalmente eu cheguei aonde eu deveria estar. Finalmente eu me livrei dessa matéria. Não sei porque que eu fiquei tanto tempo lá na terra. Finalmente eu cheguei na fatalidade do que já estava estabelecido. Então a gente vai vendo que nós vamos notando que quanto mais eu estiver polarizado, mais estreita meu minha visão. Se eu estou polarizado na matéria, eu só tô olhando o que a matéria é capaz de me mostrar. E se eu tô olhando só na parte espiritual, não aproveitando o grande laboratório, a grande escola que é a terra, eu também só estou enxergando o que que aquilo pode me oferecer. E até Jesus mergulhou na terra, na carne, ao vir pra terra, né? Até Jesus se vestiu, porque ele precisava viver a terra como ela é. Ele poderia ficar andando aqui enquanto espírito e se materializando pra gente, pra gente vir a aparência sem que ele fosse de substância material. Ele poderia, Jesus poderia se materializar a hora que ele quisesse, só que ele entendeu que isso não ajudaria a gente, porque ele precisava mostrar pra gente como é viver na terra. E ele deixa pra gente lá em João, capítulo 16, 16, eh, versículo 33, João 16:33, ele ele diz: "No mundo tereis aflições, mas tende de bom ânimo. Eu venci o mundo." Olha que frase, ele explicou tudo que a gente está falando até hoje. Vai pro mundo, sofre o que o mundo te deixar sofrer. No mundo, vocês terão aflições. Cada um vai gerar para si os próprios tormentos de acordo com o que vê, de acordo com o que atrai, de acordo com o que vem para

o, sofre o que o mundo te deixar sofrer. No mundo, vocês terão aflições. Cada um vai gerar para si os próprios tormentos de acordo com o que vê, de acordo com o que atrai, de acordo com o que vem para fazer a sua expiação. No mundo tereis aflições. Faz parte, né? Mas tem de bom ânimo. E que que é o ter bom ânimo? Olha só, ânimo. Lembra das dos conceitos yunguianos que Joana de Ângeles utiliza? Ânimos e ânima. Ânima é a alma feminina na personalidade masculina. E ânimus é a alma masculina, parte masculina, o aspecto masculino para quem tem a personalidade feminina. Então, eu sou mulher, trago um aspecto masculino em mim. Eu não sou só mulher, eu não sou só feminino, melhor dizendo, melhor dizendo, do que mulher é. Eu não sou só feminino. Eu não tenho só aspecto feminino. Eu tenho aspecto masculino em mim. E o homem, ou seja, o masculino, também carrega um aspecto feminino em si. Ânimo, ânimos, ânim. E Jesus disse: "Tende bom ânimo." Ou seja, essas palavras elas têm a mesma origem, elas significam a mesma coisa. Ânimo, ânima, ânimos. E o que que é ânima ou ânimo ou ânimos? Tem a ver com alma, tem a ver com vitalidade, tem a ver com energia de vida. Então eu trago em mim a minha alma, que é diferente de espírito. Espírito ser inteligente, é a consciência, é o filho de Deus, é o criador e a centelha divina. Esse é o espírito. O espírito é uma entidade, é um ser. Aqui nós estamos falando de alma com uma conotação um pouco diferente. Alma nesse sentido de do que me anima, do que me motiva, do que me faz querer ir para lá, ir para cá. Conquistar a alma de mulher ou a alma feminina faz com que a gente queira ir pra vida, cuidar, gestar, gerir, proteger, acalentar eh trazer afetividade. A alma feminina tanto faz se eu sou homem ou mulher. A alma masculina em mim também quer ir para pra vida. Meu ânimus quer que eu vá, que eu enfrente as minhas dificuldades, que eu supereo obstáculos, que eu lute com os dragões simbólicos, que eu vença, que eu leve minha espada nesse sentido de vontade, de força.

mus quer que eu vá, que eu enfrente as minhas dificuldades, que eu supereo obstáculos, que eu lute com os dragões simbólicos, que eu vença, que eu leve minha espada nesse sentido de vontade, de força. Então, quando Jesus falou, "No mundo tereis aflições", então ele tá dizendo: "Cada um de vocês tem uma lente que ainda tá polarizada, então vocês ainda vão encontrar muitas aflições." Não sei se Jesus enfrentou aflições, se Jesus ficou, Jesus ficou aflito. Ele enfrentou aflições porque ele passou por coisas que a gente nem imagina, mas eu não sei se isso o afligiu no sentido de perturbar, de atormentar. Acredito que não. E justamente por quê? Porque ele se posicionava perante a vida já como um ser inteiro. Já como um ser inteiro. Então ele olhava tudo para aquilo, ele entendia o que estava acontecendo, ele sabia o que tinha por vir, ele já tinha vencido aquelas aquelas tendências. Então é outra história. A gente já passou aqui na Terra guardadas as dívidas proporções por algo em que no momento a gente se atormentou, a gente achou que não ia dar conta de superar, o tempo passou, a gente volta pra mesma experiência e a gente tira de letra. A gente fala: "Nossa, tirei de letra dessa vez." Que por que que eu tirei de letra se a aflição foi a mesma? A aflição foi a mesma, mas eu já não era mais a mesma pessoa. Eu já não era mais o mesmo. Eu já estava mais fortalecida. Eu olhei para aquilo com ponto de vista mais amplo. Então eu não fiquei com medo. Aquilo não me desequilibrou. Eu consegui lidar. Eu cresci. Então Jesus já era crescido, ele conseguia lidar com tudo que estava acontecendo. Então ele enfrentou aflições, mas ele enfrentou como alguém que já estava inteiro, que não estava polarizado, capengando para um lado, pro outro lado. Ele conseguia olhar o todo. Então ele tinha já recursos de sobra para lidar com as aflições. Por isso que ele disse, aguenta aí, vai tendo ânimo, ou seja, tenha vontade de ir, de fazer, de lutar, de superar. Vai indo, vai indo com esse ânimo.

a já recursos de sobra para lidar com as aflições. Por isso que ele disse, aguenta aí, vai tendo ânimo, ou seja, tenha vontade de ir, de fazer, de lutar, de superar. Vai indo, vai indo com esse ânimo. Evoca em você as forças femininas e masculinas e vai, porque assim vocês vão vencer o mundo. As aflições vão se afastando. Então, no mundo tereis aflições, mas tende ânimo. Eu venci o mundo. É como se ele falasse, vocês também vão vencer. Eu vim pra terra e eu não fui engolido pelas perturbações, atormentos e me nada me desestruturou. Tanto que eu sofri a pior prova, a forma como eu fui injustiçado e e assassinado e eu me mantive. Eu olhava os sofredores, eu olhei minha mãe, eu olhei João, eu pedi para que João fosse filho da minha mãe, para que minha mãe cuidasse dele como filho. Eu olhei as pessoas fazendo, eu olhei as pessoas atormentadas. Eu pedi para que Deus perdoasse a humanidade porque eles não sabiam o que faziam. Olha Jesus plenamente consciente de tudo. É isso que ele disse pra gente. Vai firme que um dia vocês chegarão neste mesmo lugar. Sigam. Vai ter aflição. Siga. Ânimo. Evoca força e segue. A gente vai conseguir superar. Ai Jesus. Então quer dizer que se eu fizer isso, os problemas do mundo serão dissipados e resolvidos? Não. Os os problemas podem continuar ali, mas eu vou me relacionar com eles diferente. Então, veja, quando Jesus veio pra Terra, existia hipocrisia, eh roubos, torturas, eh injustiças, desigualdades, fome, doenças. tinha tudo. Mas Jesus passou por tudo isso abençoando, estendendo a mão, ensinando, cuidando. Jesus não se perturbou e não se atormentou. Essa é a nossa meta. Mas a gente ainda se distrai e a gente acha que a gente precisa buscar a solução pro mundo. Que que nós precisamos fazer para que no mundo não tenha mais guerra, doença, perturbação, tormento? desequilíbrio, aflição, a gente fica querendo arrumar fora. A gente vai estudar espiritismo para descobrir como a gente conserta o mundo. Até hoje a gente não entendeu. Não é isso,

turbação, tormento? desequilíbrio, aflição, a gente fica querendo arrumar fora. A gente vai estudar espiritismo para descobrir como a gente conserta o mundo. Até hoje a gente não entendeu. Não é isso, não é esse o caminho. Nós não nos cabe arrumar o mundo, porque não tem como arrumar o mundo se a pessoa não estiver arrumada. Não tem como. Ela é que perturba o mundo. Mundo, vamos falar de mundo, planeta Terra, ele vai muito bem obrigado sozinho. O planeta Terra, se não tivesse ser humano vivendo nele, ele seria um baú de tesouros naturais. O planeta Terra é maravilhoso. É maravilhoso. A natureza, elas ela se programa sozinha porque ela segue as leis divinas inconscientemente, os animais, né? os predadores, a mudança climática, equilibra, desequilibra, reequilibra de novo. Então, não é o mundo que precisa ser ajustado, são as pessoas que estão vivendo no mundo que causam as perturbações, as vibrações ruins. O nosso foco é no ser humano. É ele que precisa de ajuda, é ele que precisa se reestruturar para viver no mundo. Aí o mundo pode ter enchente, inundação, o que a natureza fizer. A gente vai olhar para ele. Tudo bem, que que nos cabe fazer? Que que eu posso fazer? Ah, Cris, você tá aí, não vai poder fazer nada. Vem vindo um tsunami, ele vai te engolir e você vai desencarnar. Tá bom, tá bom. Chegou a hora. Chegou a hora. Eu eu vou ter essa consciência. Não quer dizer que eu que eu seja fria e robótica, porque Jesus sentia, mas Jesus não se perturbava diante da aflição. Ele conseguia continuar consciente para tomar a melhor decisão. Esse é o não resistais ao mal, que Jesus também nos traz. Não resistais ao mal significa aceita aquilo que está acontecendo, tira o melhor proveito. Não se desestruture, não se desequilibre, aprenda com a situação, veja até onde você é capaz de ir e aceita. Jesus também já tinha dado a dica um pouco antes da sua do seu martírio, quando ele fala: "Pai, afasta de mim esse cálice, mas que seja feita a sua vontade", né? Por que que Jesus fala isso? Porque ele

esus também já tinha dado a dica um pouco antes da sua do seu martírio, quando ele fala: "Pai, afasta de mim esse cálice, mas que seja feita a sua vontade", né? Por que que Jesus fala isso? Porque ele tava dando pra gente a lição inteira. É como se ele falasse: "Eu preciso mostrar para eles como eles vão fazer. Eu não preciso fazer isso. Eu não preciso falar: Deus, afasta de mim esse cálice". Porque ele veio porque ele quis. Se ele veio porque ele quis, a hora que ele chega aqui, ele fala: "Vamos afastar". Não, ele ele não era aquele cálice que ia que não que Jesus não ia dar. Jesus ia dar conta daquilo. Mas Jesus precisou mostrar pra gente o todo, né? Se uma professora vai ensinar como escrever uma palavra, ela pode chegar pra criança e falar assim: "Escreve assim, ó. escreve a palavra inteira, a criança não vai entender. Então o que que ela faz? Ela decompõe. Ó, primeiro vamos aprender o que é uma vogal. Agora vamos aprender o que uma consoante. Vamos juntar as duas. Olha, saiu uma sílaba, né? Vamos juntar várias sílabas. Olha, chegamos numa palavra. É Jesus vindo trazer pra gente o seu ensino, né? Ele poderia chegar aqui e numa palavra falar assim: "Gente, eu vim trazer para vocês o segredo da evolução". Amem. E embora. Mas ele precisou decompor. Amar é. E aí ele mostrou perdoar, ajudar, ensinar, né? Cuidar, curar. E ele ficou ensinando amar o próximo, amar o distante, amar todo mundo. Ele veio mostrando pra gente. Então, o que que Joana está nos nos trazendo? esse convite para que a gente olhe para o mundo, lembrando que ele é o que eu faço dele. Então, o melhor contributo que eu posso oferecer para esse planeta é um ser humano melhor que eu posso vir a ser, se eu dedicar a minha atenção a me conhecer, a me transformar e a me reformar. Então, vamos pegar alguns trechos eh desse capítulo Jesus e Tormentos. No meu livro é na página 68. Então ele, a Joana diz assim: "Dos profundos arcanos da individualidade surgem as matrizes das aflições que se que se lhe estabelecerão no ser como

tulo Jesus e Tormentos. No meu livro é na página 68. Então ele, a Joana diz assim: "Dos profundos arcanos da individualidade surgem as matrizes das aflições que se que se lhe estabelecerão no ser como processos depuradores, facilitando a instalação de enfermidades, tormentos e insatisfações." Então, ela já chega chegando. Que que Joana diz? Olha, sabe de onde vem a matriz de aflição? Sabe de onde vem a matriz de aflição da sua vida? que vai gerar na sua vida enfermidades, tormentos, insatisfações. Sabe onde está essa matriz original que gera na sua vida tormentos e satisfações e enfermidades? Ela está, sabe aonde? No profundo arcano do seu ser. Lá dentro de você. Lá dentro de você existe uma matriz que vai gerar na vida de fora tormentos, insatisfações, enfermidades. Para quê? Para que que eu gero tormento na minha vida? Ela responde no mesmo parágrafo. Porque é um processo depurador, é um jeito da gente crescer, da gente se depurar. Então, quando Jesus fala no mundo tereis aflições, a gente poderia ter perguntado: "Jesus, não dá para tirar? O Senhor que é o o gerente de tudo, não dá para tirar as aflições?" Jesus responderia: "Não, porque você precisa delas". Eu eu poderia tirar da sua frente, porque eu eu poderia fazer isso, só que eu não estaria ajudando você, porque você vai crescer ao enfrentar as as perturbações, os tormentos. Então vocês precisam, mas olha, tende ânimo, vai firme, vocês vão vencer. Não fica se lastimando, se lamentando, se perguntando, se questionando, por quê? Ai meu Deus, mas de novo, outro tormento. Não. Aproveita para crescer, aproveita para se fortalecer por causa disso, para se depurar. Então, lá no recôndito do meu ser existe uma matriz que vai gerar na minha vida tormentos, enfermidades, perturbações. E isso é feito por uma lei divina cuja intenção é a depuração. É isso que esse trecho fala. dos arcanos profundos da individualidade, surgem as matrizes das aflições que se lhe restabelecerão no ser como processo depurador, facilitando

uja intenção é a depuração. É isso que esse trecho fala. dos arcanos profundos da individualidade, surgem as matrizes das aflições que se lhe restabelecerão no ser como processo depurador, facilitando a instalação de enfermidade, tormentos e das insatisfações. Da mesma forma, continuando, criam-se lhe as condições favoráveis para existência, fácil, nular, caracterizado por problemas socioeconômicos ou morais, ou enriquecido de amor e recursos que lhe favorecem a jornada. Então, quando a gente tá começando a reclamar, mas Joana, olha, é uma perturbação hoje, é um tormento ontem, é uma aflição amanhã. Antes da gente terminar, ela já traz o segundo parágrafo e ela fala: "Pera aí, da mesma forma que do seu recôndito sai a matriz que vai gerar aflições, tormentos e e enfermidades, deste mesmo lugar sai aquilo que vai gerar recursos que favorecem a minha jornada, recursos que tornam a minha existência mais favorável pro crescimento. e mais fácil. E daqui também vai gerar uma vida mais enriquecida pelo amor. Então é como se ela falasse: "Tá bom, tá reclamando bastante dos tormentos, das aflições, das perturbações, tá? Vamos olhar que não é só isso que sai de você. Vamos olhar que você, vamos prestar atenção e validar que você tem alguém que te ama, que te cuide, que te estende a mão. Ah, mas não é da minha família, não interessa da onde vem. Tem sempre alguém. Ninguém tá sozinho. Você teve oportunidades. Ah, mas não foi tantas oportunidades que nem do vizinho, mas teve. E se soubesse usar bem essa oportunidade multiplicaria. Parábola dos talentos. Você, se você olhar direito, você vai ver que você tem muitos recursos para lidar com os tormentos da vida. Então, é como se ela falasse, já que você tá fazendo uma análise, seja coerente e analise o que você recebe de dentro, que que dentro gera e o que que dentro gera de um lado ou de outro, positivo ou negativo. Perturbação, né, e facilidades, doenças e saúde. Então, de mim vem também muitos bons recursos, né? É que a gente só olha aquilo que não tá bom. É

ro gera de um lado ou de outro, positivo ou negativo. Perturbação, né, e facilidades, doenças e saúde. Então, de mim vem também muitos bons recursos, né? É que a gente só olha aquilo que não tá bom. É um vício que nós temos. Então, dentro de nós tem, eu lembrei de uma charge, tem duas, vamos ver se eu consigo descrever, são duas figurinhas, duas bonequinhas, duas figuras de de duas meninas, de duas mocinhas. E elas são idênticas, é a mesma pessoa e elas estão de frente, uma pra outra. Uma é colorida, ela é como se fosse viva, como ela é colorida. A outra é a sombra. Tem só o contorno da silueta, mas ela é escura. É a sombra, não dá para ver detalhes. E elas estão conversando. Então, tem uma caixinha de diálogo aqui, outra aqui. A que é colorida, a que está viva, que é consciente, ela pergunta assim: "O que me conta você?" Então, essa pergunta: "O que me conta você?" E a sombra responde: "O que não conta você?" Então, olha que legal. Eu às vezes estou olhando pra vida e pelo meu ponto de vista eu não entendo um monte de coisas que está lá fora. Então eu conto uma história. A minha história consciente é: eu não fiz nada para merecer esse traste na minha vida. Comigo só as coisas dão erradas, não sei por. Porque eu me esforço tanto, eu até hoje não consegui conquistar não sei o quê, sendo que todo mundo consegue. Essas sou são as coisas que eu Cris conto. Eu ego, eu centro de consciência, eu conto. Mas e se eu perguntar paraa minha sombra, aquilo que eu não reconheço de mim, meu inconsciente, se eu perguntar pra Cris inconsciente, e aí Cris inconsciente, o que você me conta? Ela vai responder. Eu eu posso contar o que não conta você. Você vive contando que você é injustiçado, que você é vítima, que você se esforça. Eu posso contar todo outro lado. Quer? E talvez eu diga: "Não, não, não, não, não, não precisa contar o outro lado daquele que eu não estou contando. Porque o que eu vou ouvir? Eu vou ouvir que o que acontece na sua vida é expiação do que se aprontou na vida

Não, não, não, não, não, não precisa contar o outro lado daquele que eu não estou contando. Porque o que eu vou ouvir? Eu vou ouvir que o que acontece na sua vida é expiação do que se aprontou na vida passada. Você tá olhando isso que é ruim porque você se nega a olhar os 300 coisas que são boas. Você prefere deixar escondido no inconsciente. Você ainda tá passando por isso porque até hoje você não quis modificar sua postura porque você já sabe que deveria. Então o meu inconsciente conta a respeito do que não está bom na minha vida, né? Então é isso. A gente vai ter tantos tormentos quanto nosso inconsciente ainda for sombrio pra gente. Jesus não tinha tormentos. Ele passava pelas situações sem se atormentar, porque ele era só consciência, ele era só luz. A gente ainda tem muita sombra. E é essa sombra que nos atrapalha, que nos faz sentir a perturbação como se fôssemos injustiçados, coitados, como se o mundo não tivesse mais jeito. Então, cada vez que eu olhar com esse olhar negativo, olhar pro mundo e fazer uma visão negativa, eu vou lembrar, isso que eu tô vendo é fruto da inconsciência, do meu inconsciente, daquilo que eu ainda não iluminei. Porque se a gente pegar os grandes, as grandes personagens que passaram pela Terra, São Francisco, tava tudo bom para ele, né? Ele olhava só com olhar bom pra Terra. Todas as coisas, né, que ele olhava, ele enxergava a eh irmão, fogo que vem me cegar, eu agradeço, porque ao me cegar você não vai permitir que essa doença se instale pelo corpo e eu posso continuar vivendo. Melhor eu continuar vivendo cego do que não querer passar pelo tormento do irmão fogo e perder a vida inteira. É ponto de vista. O tormento é tão grande quando o nosso ponto de vista é capaz ou não de enxergá-lo por um ou outro olhar. Bom, eh Jesus não condenava as condições terrenas e também não as exaltava. Ele nem ficava deslumbrado e nem ficava condenando, né? Na posição de mestre, ensinava como se devia utilizá-las, respeitando-as, com elas, gerando alegria entre todos,

renas e também não as exaltava. Ele nem ficava deslumbrado e nem ficava condenando, né? Na posição de mestre, ensinava como se devia utilizá-las, respeitando-as, com elas, gerando alegria entre todos, abençoando-as. Então, Jesus respeitava as coisas, Jesus fazia proveito das coisas, Jesus ensinava as pessoas a agradecer e a valorizar as coisas da terra. Ele nem ficou encantadíssimo com as coisas daqui, mas também nem desvalorizou. Ele fez o uso na medida da necessidade, como médico das almas. propunha vivê-la, né, as condições terrenas, viver a vida na Terra sem pertencer-lhes, quer dizer, sem se identificar, assinalando metas mais elevadas que deveriam ser conquistadas com esforço pessoal, né? Eh, então Jesus veio mostrar pra gente como viver na terra e que olhar a gente poderia ter com as coisas daqui, nem de encantamento e nem de repulsa. Joana ainda diz: "Retempera o ânimo." Ah, lá o ânimo de novo, né? No mundo três aflições, mas tende ânimo. Porém, sai do refúgio dos teus tormentos para a luz clara da razão. Ninguém está na Terra fado, ao sofrimento, aos conflitos destruidores. Todos retornam ao mundo para aprender, recuperar-se, reconstruir. Então, como se ela falasse: "Chega, chega de se pôr de coitado, chega de ficar lamentando, chega de só olhar o lado ruim da história. A gente vem pra terra pra gente aprender se reconstruir e se recuperar. Vamos ter ânimo para viver mais. Não vamos nos deixar baixar a fronte, olhar para baixo desanimado por causa dos tormentos que a gente encontra na Terra, né? E a gente pode, Joana, dar alguns exemplos pra gente visualizar mais de maneira prática. Por exemplo, ó, se eu falo para vocês assim: "Gente, eu sofro tanto sem conforto, eu não, eu não tenho conforto, ninguém me conforta, tô sofrendo, não tem um para me confortar." Aí Joana fala assim: "Provavelmente atormentastes com impiedade." Ah, hoje ninguém quer ficar perto de você. Muito provavelmente no passado se atormentou o povo muito de forma impiedosa. Hoje você não tem vínculos

assim: "Provavelmente atormentastes com impiedade." Ah, hoje ninguém quer ficar perto de você. Muito provavelmente no passado se atormentou o povo muito de forma impiedosa. Hoje você não tem vínculos porque você quebrou, você afastou, você atormentou a vida de todo mundo. Hoje você quer estender a mão e não tem quem queira pegar nas suas mãos. Então a vida que eu tenho fui eu que fiz. É isso que ela tenta mostrar, mostrar, né? Ah, eu padeço e não tenho uma uma afeição. Não tem uma pessoa que tem uma afinidade comigo, que tem uma relação comigo. Que que ela fala? É, então, no passado você afligiste sem misericórdia. Você fez aflição na vida dos outros. Você afligiu um monte de gente sem dó, sem misericórdia, sem compaixão, né? Ai, eu estou perturbada, nada me consola de novo, né? Nada me conforta, nada me consola. Que que Jana fala? Então, num passado você inquietou muita gente com perversidade. Então, já que no passado você não soube amar, hoje aprende a se renovar pela dor. Essa é a recomendação de Joana. Então, o que que ela nos convida? Além da que existe lei de causa e efeito e ao invés da gente se lastimar pela vida que estamos vivendo, vamos agradecer a bendita oportunidade de construir uma nova história, um novo caminho, mais feliz e menos aflito no futuro. Então, pra gente ir já finalizando, na página 70, ela diz: "Disse ele, né, Jesus, ao anfitrião que o censurava mentalmente por aceitar a atitude da pobre atormentada". Então, essa aqui ele tá assim, ó. Sabe naquele trecho em que Jesus socorre, Jesus socorreu muitas mulheres atormentadas, né? Mulher adúltera. E tem uma mulher que sofria de fluxo e de sangue por 12 anos. E ela vai, vai, vai, vai e consegue tocar nas vestes. E tinha certeza que se ela tocasse nas vestes, ela seria curada. Ela toca nas vestes e ela se cura, né? Então, e alguém reprova, sempre tinha um olhar de reprovação. Jesus abençoando a mulher adúltera, né? Jesus dizendo para essa mulher que a fé dela te curou. Então, sempre um olhar de reprovação. Então, a

ão, e alguém reprova, sempre tinha um olhar de reprovação. Jesus abençoando a mulher adúltera, né? Jesus dizendo para essa mulher que a fé dela te curou. Então, sempre um olhar de reprovação. Então, a Joana relembra que Jesus diz: "Ela muito amou e por isso os seus pecados lhe serão perdoados. Fitando a com ternura e afeição, recomendou-lhe: Vai-te em paz, a tua fé te salvou". A gente vê a própria Maria de Magdala, que depois que conhece Jesus vai e depois funda um centro de apoio, de atendimento, de acolhimento de eh leprosos, né? E a tua fé te salvou, o seu amor cobriu a multidão de pecados. Então Jesus está nos nos dizendo, tá difícil a vida. tem um caminho que é de renovação, de reconstrução, que é o próprio amor. E Joana então termina dizendo: "O amor que se converte em reparação de erros é a ciente medicação moral para todas as chagas do corpo, da mente e do espírito. Ama e tranquiliza-te, deixando os teus tormentos no passado e ressuscitando dos escombros. ressurge feliz para a reconstrução sadia da tua vida. Então, que o amor possa ser aquele que vai converter os a nossa multidão de pecados, né? E vai nos ajudar a moralização do nosso espírito de forma que a gente supere as chagas do corpo, da mente e do espírito. Então, a recomendação ama e tranquiliza-te. Deixando os teus tormentos no passado e ressuscitando dos escombros, feliz para a reconstrução sadia da tua vida. Obrigada, Jesus por nos trazer esse olhar muito mais de esperança para o nosso futuro, porque o Senhor nos ensinou que as aflições do mundo são nada mais do que catapultas que vão nos jogar em direção à espiritualidade maior. Obrigada, Jesus por vir nos ensinar como enfrentar as aflições e os tormentos, lembrando que eles nascem de nós com o único propósito de nos oferecer condição de reorganizar aquilo que ficou mal organizado no passado, de oferecer o amor quando um dia nós oferecemos a crueldade. Obrigada, Jesus por nos mostrar que o mundo pode ser tão belo ou tormentoso, conforme o nosso olhar a respeito

u mal organizado no passado, de oferecer o amor quando um dia nós oferecemos a crueldade. Obrigada, Jesus por nos mostrar que o mundo pode ser tão belo ou tormentoso, conforme o nosso olhar a respeito daquilo que ele nos convida a fazer. Que o Senhor continue nos dando a fé que salva, que cura. Que o Senhor continue nos chamando para que a gente não perca o Senhor de vista e que o Senhor nos fortaleça para podermos ir iluminando o nosso caminho de modo que os tormentos possam ir sendo pacificados e nosso espírito possa sendo possa ser se progredir, possa ser evoluído nesse processo. Obrigada a todos pela atenção e que esse Natal possa nos abençoar no momento de tanta turbulência no planeta de uma forma ainda mais profunda. Que Jesus esteja sempre com a gente.

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