Vozes do Além - Edmundo Cezar

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 19/03/2016 (há 10 anos) 11:22 377 visualizações

Monólogo com Edmundo Cezar (Curitiba/PR) na Mostra de Arte com Temática Espírita, evento realizado pela Federação Espírita do Rio Grande do Sul - FERGS, através de sua Assessoria de Arte, em parceria com a Associação Brasileira de Artistas Espíritas - ABRARTE. A Mostra ocorreu dia 5 de março de 2016 no auditório da Federação Espírita do Rio Grande do Sul. www.fergs.org.br

Transcrição

segue de ensino doente r 102 o ano e não sabe onde mora só sobe ficou lua caminhando com vontade de guerra hoje sozinho não tem a lorca de celular num só não morre talvez vocês tenham visto por aí talvez tenhamos visto por aí o velho velho a decapitar watch lá pra cá daqui pra lá o velho sozinho com as suas histórias eu também tenho as minhas histórias que guarda aqui ó segue um tiro doente sempre rua rua nem sabe onde moro só sabe que continua continua caminhando com vontade de chegar chegar aonde sozinho não tem a porta de um lar escola se unicamente encaixava que se a ferra guarda 90 janeiros de idade num corpo inclinado até segue sem destino porque não sabe onde chegar nesse dia sentindo estava frito trazia a cabeça tontura tinha mais frio mas de febre estava a acontecer ah se tivesse recordava um quarto para dormir lembrava a infância risonha o hut humilde bem um posto o pai cultivando a vossa mãe a viajar de grupos de manhã café à mesa pouco manteigas depois as vistas alegres com os colegas na escola porque tem que ser a um leque mais escola porque todo mundo devia todo dia uma vez por dia lembrado a coragem da infância que não tem medo a gente tem medo de mais coisas que não tenham medo mas o mundo não dá medo essa esperança fantasia todo artista devia por dia uma vez por dia lembrar da criança criança que tem que ter um fim da arte para a criança do espírito criança todo ser humano devia todo dia uma vez por dia lembrar a criança que não tem esperança aquele velho lembrava da infância e da alegria que aprendeu com o pai meu pai vai ficar em pé e deitado pergunta difícil já sei a chuva e tudo mais difícil o impede deitada não é chuva a minhoca de paraquedas a herança que todo mundo devia deixar seu filho a gripe a mas o velho também lembrava as coisas não tão alegres assim após a morte dos pais levados por deus ao céu face artes circo servindo de dell intel criou um cinema um palhaço que brincava de cena em cena agora rememorava as piruetas já a renda importava as grandes noites o riso

pais levados por deus ao céu face artes circo servindo de dell intel criou um cinema um palhaço que brincava de cena em cena agora rememorava as piruetas já a renda importava as grandes noites o riso palmas chapéus em flores já petizada gritam gente não tinha no ti tinha o quanto mas sente mais festa mais alegria a dourar enfim me cansar el seguia doente sentia a chuva leves ou indomável temor que faria militar nenhum cobertor decidiu então procurar que ele deve abrir foi um bar foi uma mercearia foi à casa da viúva foi um bar recebeu não nunca mas o chef traz chuva a máxima quem se eu pagasse indecente sempre viveu na folia sem foi muito se aguente agora pois então o velho até um bar do joão da lua mas não retornou os funcionários jovem detido na rua um bolso de corpo enorme o lutador marculino pegou uma vassoura e assunção são atingidos a atenção de gente sai daqui seu médio adorei atrapalhar freguesia não tinham arrastou-se a custo ao longe na calçada vigorosa vassourada sair à noite chuvosa um dos carros ele vai e vem sentindo dia mas não surge a meia-noite trevas densas sobre a pedra fraca e morro do pobre não parceria vento gelado se pudesse rainha tentava falar quem entraria remédio algum tempo sem ar por fim está renovado bem dispostos a roupa que usava de tão bela e outra de prata renuncia mais que a luz do dia flores já percorreu encontrou um circo tudo enfeitado de estrelas pediu emprego houve logo as palmas ano para alegrar de novo destino titinho quindim du com o moço apareceu de repente e falou ele estendeu a mão a atingir você chegou à grande libertação você construiu na terra servindo de bom humor o caminho me trouxe agora o reino de paz de amor mas o que vejo que são essas crianças replicou palhaço emocionados são as crianças da terra tem você alegrava mas sabem a multidão de trabalhar e sofria com o qual você levava o pão da luz e da alegria para deus de ensino não há serviço em fecundo eu sei que você chorar embora alegando o mundo o círculo o circo pagou a graça que você

rabalhar e sofria com o qual você levava o pão da luz e da alegria para deus de ensino não há serviço em fecundo eu sei que você chorar embora alegando o mundo o círculo o circo pagou a graça que você distribuiu mais deus me premiar agora dois que ninguém mas sim senhor eu lhe peço me diga ao seu nome então responder um moço vestido de luz sentindo eu sou jesus sou moço proibir abraçou te ensino do alto surgiu uma estrada aberta em fúria divina crendo fitar nas estrelas amparado pelo moço de luz ea sibéria no palhaço pensando ver pra mim pés soltos no espaço sempre rumo a um sábio demora sabe que continua todo mundo devia todo dia ao menos uma vez por dia lembrar da demora a chegar onde agora tem amor pelo mar é tim wiese

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