VOCÊ É CAPAZ DE SUSTENTAR A PAZ? - Germana Carsten [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 02/12/2025 (há 4 meses) 1:04:00 373 visualizações

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Transcrição

Vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão Espírita de Brasília. >> Senhor, estou aqui. para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa [música] casa que h meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vêm pela primeira vez, sejam bem-vindos e aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também o nosso abraço fraterno. Saudamos também aqueles que nos assistem e nos ouvem pela TV Rádio Web comunhão. Sempre fazemos uma leitura, o livro O Médico Jesus. Fique em paz. Cair em culpa demanda humildade viva para o reajustamento tão imediato quanto possível do nosso equilíbrio vibratório, se não desejamos um ingresso inquietante na escola das longas reparações. A doença também surge quando há um sentimento de visão interior adivino dos conflitos da culpa que fomentam enfermidades e acidentes como forma de autopunição. Para recuperar a saúde, convença-se logo de que você precisa se sentir em paz, isto é, precise estar reconciliado consigo mesmo, pouco importando o tamanho dos seus tropeços. Ninguém alcança saúde se está com obsesso mental chamado culpa. A auto condenação é um processo tão perverso, pois não nos redime dos equívocos, ao revés, permanecemos aprisionados a eles, repetindo os mesmos enganos. Jesus propõe outro roteiro para nossos enganos. Pede-nos para não resistirmos ao mal. Isto é, para não usarmos as mesmas armas do mal, porque o mal não faz bem a quem o comete. O mal não produz saúde. O mal traz enfermidade. A culpa é um mal, pois é uma espécie de condenação. E Jesus nos pede para não julgarmos, pede para darmos outra face, a face do perdão e do amor. E porque nós não seríamos dignos também de receber esse perdão? Não são os doentes que precisam de remédios. Então, o auto perdão é o remédio que Jesus nos receita a terapia para não resistirmos ao mal que o sentimento de culpa nos causa. Não resistimos ao mal também quando ao lado da do auto perdão buscarmos o amor em forma de mudança positiva de nossas

receita a terapia para não resistirmos ao mal que o sentimento de culpa nos causa. Não resistimos ao mal também quando ao lado da do auto perdão buscarmos o amor em forma de mudança positiva de nossas condutas. Autoperdoar-se, corrigir-se e reparar o mal. é muito mais saudável do que punir-se. O médico Jesus lhe prescreve o amor em forma de reconciliação consigo mesmo e com os seus irmãos. Jesus aceita todos seus deslizes, mas ele não quer que você continue deste jeito. Ele o ama demais. E nós vamos nesse instante pedir a Deus, o criador universal de todas as coisas, pedir a Jesus, o tutor das nossas almas, e pedir a esses abnegados amigos espirituais, os nossos mentores espirituais, ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Adolfo Bezerra de Menezes para que nos abençoe. Abençoe também, Senhor, aqueles que estão à distância, aqueles que estão pelos hospitais e aqueles, Senhor, que estão a vagar pelas ruas, em busca tão somente do pão material, que possamos levares o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo o mal. E que assim seja. Meus irmãos, vamos passar a palavra a nossa irmã Germana Carsen, que vai nos brindar hoje com você é capaz de sustentar a paz. Boa noite, irmãos. O filósofo contemporâneo tem uma afirmação que estarrece alguns e faz sentido para outros. Nada é mais difícil de suportar do que a paz. Muitos suportam mais facilmente o conflito, a desgraça e a dor. Para você que não fez sentido, que ficou chocado, nós respeitamos. Mas para aqueles que fez sentido, segue comigo, segue conosco. Para muitos, valorizar a saúde só aconteceu quando a doença chegou. Valorizar o pai e a mãe somente quando eles foram embora e se ausentaram. Valorizar e respeitar o filho só quando

go, segue conosco. Para muitos, valorizar a saúde só aconteceu quando a doença chegou. Valorizar o pai e a mãe somente quando eles foram embora e se ausentaram. Valorizar e respeitar o filho só quando ele cresceu. E sem notar que ele cresceu, ele foi embora. Não, não vai, meu filho. Fique por quê? e ainda o tratavam como criança, porque o seu tempo interior, aquele adulto ainda era aquele menino ou aquela menina. E aí eu trago uma segunda pergunta: Até quando nós vamos evoluir pelo contraste? Valorizamos o sol porque existe a noite. Valorizamos a fartura quando somos visitados pela escassez. Passamos a ser previdentes quando estamos endividados. Contraste. Estamos na condição de evoluir pelo contraste. Tratamos bem uma faxineira quando ela pede para ir embora. Antes nem a palavra dirigíamos a ela. Então esse contraste nos leva paraa dor. E aí nós voltamos para o filósofo contemporâneo que falou que sustentar a paz é muito mais difícil, porque essas duas frases paradoxais, elas trazem muitas certezas no nosso mundo íntimo. E o nosso companheiro João Abadi, sem saber nada do que eu ia falar, fez uma leitura exatamente do que nós vamos falar aqui hoje. Nós sentimos mais facilidade em estar naquele sofrimento, naquele padrão já conhecido. Aí aquilo ali a gente conversa com um amigo, conversa com o marido, conversa com a esposa e estamos sempre repetindo por que isso acontece comigo? Por que que eu estou nessa situação? Por para que que essa dor emocional me persegue? Eu sou bem intencionado. Eu tô no ESD, eu tô nos grupos mediúnicos. Eu assisto todas as palestras e tomo passe, leio todos os livros, mas sempre estou reeditando a culpa. Exatamente o que o nosso amigo ali leu. Padrões antigos e padrões inconsciente da não permissão para ser feliz. Saímos de padrões incrivelmente infelizes de tristeza, de maledicência, de briga. Agora eu vou mudar a minha vida. Aí nós oramos paraa Bezerra de Menezes, para Jesus, para Zé Grosso, pra Joana de Anjes. Aí a nossa vida se equilibra e nós somos na paz.

za, de maledicência, de briga. Agora eu vou mudar a minha vida. Aí nós oramos paraa Bezerra de Menezes, para Jesus, para Zé Grosso, pra Joana de Anjes. Aí a nossa vida se equilibra e nós somos na paz. Só que internamente esse padrão nos é permitido, inconscientemente nós nos permitimos estar nesse padrão de felicidade. Nós achamos que merecemos. Então existe vários fatores. Um deles é esse padrão repetitivo da infância de um lar muito com muitos momentos de tristeza, de perdas, de violência, de briga, de desrespeito. Então ali crescemos acreditando internamente que aquela forma de existir é conflituosa, é a família que temos. Muito bom. Se olhamos para isso e vamos além disso. Mas se acreditamos que esse padrão é o padrão da paz, aí eh oramos e aí a divindade nos ouve e nos manda um marido, uma esposa, uma pessoa pacífica. Quem é aqui já ouviu a frase? Gente, o meu marido parece tem sangue de barato. Eu quero brigar, ele não briga. A minha esposa, meu Deus, ela não, eu quero que ela ela não fala, aquela família ninguém fala. Eu chego lá, ninguém discute os assuntos, eles evitam os problemas, eles não falam nunca sobre os problemas. Você tá sentindo falta de quê? Ah, não. Eu tô, eu tô sentindo falta que na minha família todo mundo fala o que pensa e e como é que terminava tudo no final? Todo mundo sabia falar o que pensa, todo mundo era respeitado. Ah, não. A gente ficava brigado, saía do WhatsApp e e ficava dias fora do WhatsApp. Até que alguém da família nos convencia, a gente voltava pro WhatsApp. Ah, então essa é a família cheia de verdades que fala tudo que pensa que você fica inimigo um tempão no WhatsApp. Essa é a paz permitida por você. Aí começa a criticar a esposa ou marido, porque eles são pessoas que enfrentam o conflito de uma forma mais silenciosa. Aí nós começamos a desvalorizar aquele homem e aquela mulher que eu gostei. Como era silencioso, nunca brigava. Olha, é a pessoa que eu queria me casar com passar tempo. Aí tem sangue de barata. Aí começa a criticar.

a desvalorizar aquele homem e aquela mulher que eu gostei. Como era silencioso, nunca brigava. Olha, é a pessoa que eu queria me casar com passar tempo. Aí tem sangue de barata. Aí começa a criticar. Porque o padrão infantil da família era de críticas. Era, as pessoas não podiam ser quem eram, tinham que ser quem a família quisesse que fosse. Então aí começa trazer esse comportamento inconsciente para a relação com o marido e a esposa. Aí é o famoso crítico que critica tudo. Esse sapato não tá bom não. Esse emprego seu também não tá bom. Por quê? Porque a dinâmica interna da nossa família era ela se alimentar do conflito. Ah, mas então o conflito Germano é ruim. Não, não. Esse mesmo filósofo fala que é no conflito que se chega a paz. Você aprende a lidar com o conflito de uma forma pacífica e inteligente, que você terá resistência moral para qualquer intempere da vida. Mas essa é uma atitude adulta, uma atitude de padrões familiares eh de conflito resolvido com o que ele falou, que é valorizar muito mais a dor, o sofrimento do que a solução, nos leva a não conseguir manter a paz. Vamos a outras formas de pensar. Você está feliz lá no seu casamento com seus filhos, né? Mas aí você olha paraa sua família e vê seu irmão não tá indo bem, a sua irmã tá na solidão, o primo tá na depressão. Aí você olha assim inconscientemente e fala: "Meu Deus, eu estou sentindo culpa. Culpa por eu estar feliz. Ai meu Deus, eu não posso estar feliz porque eles não estão. Eu não posso ter esse marido calme, essa esposa serena, porque meu pai e minha mãe viviam brigando. Aí você fala assim: "Essa palestra tá parecendo uma coisa, um pé assim". Não, isso está em todos os livros. estão em todos em psicologia, em toda a obra de Joana de Anjes. Nós inconscientemente nos sentimos culpados porque nós estamos felizes em paz e os nossos pais, nossos irmãos, nossos primos não estão. Quer ver o segundo? a segunda dinâmica inconsciente, começo a crescer na vida, porque sou estudioso, gosto de estudar,

estamos felizes em paz e os nossos pais, nossos irmãos, nossos primos não estão. Quer ver o segundo? a segunda dinâmica inconsciente, começo a crescer na vida, porque sou estudioso, gosto de estudar, estudei bastante, montei uma empresa, eu passei num concurso e a minha família mais tranquila, com as mesmas dificuldades, aquele parente mais endividado, empresta o cartão de crédito aqui, é o irmão que sempre pedindo dinheirinho emprestado e não devolve. Aí você começa a se sentir mal porque você foi mais além e eles não. Aí tem um uma dinâmica interna que é muito perigosa, a autossabotagem. Eu não posso ser diferente deles se não me sinto culpada. Aí o que que essa culpa faz destrutiva dentro de você? Você começa a adoecer. Porque você somatiza essa culpa para permanecer na no mesmo estágio da sua família. Você adoece para não poder subir no trabalho, para não ser promovida porque você tá doente. Nossa, que que é isso, irmana? Que papo difícil. É. Nós nos sabotamos porque não nos permitimos manter essa paz interior, porque os os nossos familiares não chegaram lá. Sentimos culpados por ter ido mais além. E isso é bondade, generosidade, não. Arrogância. Agora ficou mais difícil. ficou mais difícil de entender essa palestra. Em que momento que Jesus pegou todos os mendigos de Jerusalém e falou: "Olha, todos vocês agora serão ricos. Vamos sentar aqui que eu vou ensinar vocês a serem ricos." Jesus curava. Vai, não peques mais. E aquela pessoa que estava naquela situação melhorar, ia tocar a própria vida. Temos que aprender a sustentar a nossa paz, respeitando a cruz do outro. Se ou se aceitarmos para o nosso caminho, se o nosso caminho é bom para nós, se estamos naquela empresa, que se passamos naquele concurso, por que nós achamos que os nossos irmãos, nossos pais, nossos primos tem que ter o nosso mesmo destino? Por que que eles não podem ter uma vida muito mais simples na escolha que eles fizeram? Então, a culpa por termos ido mais além é uma arrogância, porque nós temos que respeitar as

nosso mesmo destino? Por que que eles não podem ter uma vida muito mais simples na escolha que eles fizeram? Então, a culpa por termos ido mais além é uma arrogância, porque nós temos que respeitar as pessoas na condição que elas são e o que elas dão conta. Aí sim nós não vamos ter pedidos que não conseguimos carregar dos que não chegaram lá, porque não vamos ser presa a face de abusos familiares, porque nós respeitamos as pessoas no ritmo delas. Aí essa culpa vai embora e nós paramos de nos sabotar e irmos muito mais além. Por exemplo, muita gente fala assim: "A minha família, eu venho aqui na comunhão escondida, que a minha família ela é evangélica, ou ela é ou ela é católica, minha avó, eu venho aqui escondida, não posso vir." Aí eu falei: "O que você teme? Você tem medo do quê?" "Ah, eu tenho medo da minha família não gostar mais de mim. Você tem certeza que sua família não vai gostar mais de você por você ser espírita? Qual é a medida no seu coração do amor da sua família? Então, receber críticas é um conflito. Qual é a solução? aprender a lidar com ele, porque senão mais uma vez nós vamos sabotar a nossa felicidade, porque nós estamos fazendo diferente. Aí nós não vamos suportar o quê? A paz de entrar nessa casa, tomar um passo e falar: "Meu Deus, que coisa boa". E quem é médio ostensivo? Então, que a família é contra? O médi vem aqui, toma passe e fala: "Meu Deus, dormi melhor, estou ótima, mas não posso contar pro meu marido, paraa minha esposa, pros meus filhos, que eu venho aqui na comunhão." Aí a mediunidade ostensiva batendo na porta e ele se inculpa por ser médium, se envergonha do quê? do que parece conflituoso, mas é algo, é uma porta que se abre, o conflito é a solução. Então, quando nós não suportamos a paz, nós entramos nessas nessas dinâmicas internas inconscientes que agora quem tá aqui, eu sinto dizer que vocês não estão mais com essas dinâmicas inconscientes. Então, significa que vocês vão agora pensar: "Ô, meu Deus, que que eu fui fazer naquela palestra? Perdi o direito

em tá aqui, eu sinto dizer que vocês não estão mais com essas dinâmicas inconscientes. Então, significa que vocês vão agora pensar: "Ô, meu Deus, que que eu fui fazer naquela palestra? Perdi o direito à ignorância. Perdemos. É por isso que vocês estão aqui, porque vocês estão indo muito mais além descobrir quais são as dinâmicas que não fazem vocês suportarem a paz e sustentarem a paz. Para isso, tem outras dinâmicas que tem uma historinha que é muito interessante, é uma historinha espírita. O rio da paz. Aqui tem outras dinâmicas que eu acho muito mais interessante para trazer para vocês. Diz diz-nos nos planos sutis que existiu um espírito jovem chamado Elias, inquieto e cheio de dúvidas. Ele buscava paz, mas nunca conseguia mantê-la. Senti um instante de serenidade e logo o tumulto da mente o arrastava de volta. Cansado, procurou seu mentor Aureliano e pediu: "Mestre, por que minha paz nunca dura? Porque ela escapa por entre os dedos como água. Por quê?" E Aureliano apenas sorriu e disse: "Então, venha comigo." As margens de um rio silencioso, o mentor levou Elias até um grande rio de águas claras, onde o tempo parecia não existir. A luz do plano espiritual dançava na superfície da água, como se quisesse falar. Chegando ali, Aureliano se ajoelhou na margem e, para surpresa do aprendiz, fez um gesto para que ele se ajoelhasse também. Elias obedeceu, ainda sem entender. O mentor pegou um punhado de água e entre as mãos disse: "Veja, meu filho, a paz é como essa água. Ela não foi feita para ser segurada a força. Quanto mais você tenta apertá-la, mais ela escapa. Água escurrias pelos dedos de Aureliano cintilando. Você perde a paz, continua o mentor, porque tenta controlar tudo. Controlar o que as pessoas pensam, controlar o que elas fazem, controlar o tempo, os resultados e os ritmos da vida. Aqui cabe então falar sobre os nossos queridos controladores, os que querem controlar a vida dos parentes, a vida do marido, da esposa e dos filhos. Por quê? Pelo medo de perder.

e os ritmos da vida. Aqui cabe então falar sobre os nossos queridos controladores, os que querem controlar a vida dos parentes, a vida do marido, da esposa e dos filhos. Por quê? Pelo medo de perder. Perdemos a paz quando queremos controlar o que possuímos. Ah, eu passei muitos anos solitário, sem sem um companheiro, sem um afeto, sem um amor. Agora que ele me chegou, eu vou cuidar dele. Como é que é o cuidar? Pega o celular, quer ver o que que a esposa tá falando, com quem tá falando, o marido com quem tá falando. Aí desejou e sonhe sonhou ter uma filha, um filho. Aí quando o filho e a filha chegam, onde você vai? Mãe, eu já tenho 15 anos. Eu sei, mas onde você vai? Com quem você vai? Onde você vai estar? Mãe, eu tô aqui na vizinha, mas o que que você vai fazer? Eu quero saber. Deixa eu ver o que que você tá fazendo no micro. Deixa eu ver que você tá. E não, não, eu coloquei um aplicativo para vigiar onde você está no seu celular. E aí são os pais super protetores, as esposas possessivas, os maridos possessivos. Por quê? Porque tem medo de perder. Aí perdeu a paz. O controlador não tem paz. é uma, ele se autoia, é um autofragelo, porque ele maltrata a si mesmo, vigiando o outro ao invés de cuidar de si mesmo. Porque se você tem medo de perder, é porque não confia que a sua conquista é algo que você merece e que você fez por merecer. Então, quem cuida de si mesmo, da própria criatividade, a tua própria vida saudável, pensamentos positivos, uma fala, uma fala amorosa serena, quem resiste a uma pessoa dessa? Ninguém resiste a uma pessoa dessa. Ela é tão amorosa, tão querida, que todos querem estar lá, então para que controlar? Então, eu tenho a maior piedade. Tenho mesmo, gente. Eu tenho assim, eu sou sensível aos controladores. Quando eu vejo uma personalidade controladora, eu falo: "Nossa, quem sofre é essa pessoa, quem sofre é quem está com ela." Mas essa pessoa é a que mais sofre, porque ela não pode deixar de costurar nenhuma pontinha, tá querendo saber sempre de

ra, eu falo: "Nossa, quem sofre é essa pessoa, quem sofre é quem está com ela." Mas essa pessoa é a que mais sofre, porque ela não pode deixar de costurar nenhuma pontinha, tá querendo saber sempre de tudo e tudo tem que tá perfeito para ter certeza. que ela não vai ser surpreendida com o quê? Com o inusitado do amanhã. O inusitado do amanhã pertence a quem? Ao futuro. Então vamos mais adiante na história. Ele mergulhou novamente as mãos no rio, mas agora as manteve abertas, receptivas. A paz só permanece nas mãos que não apertam, mas permite que a água passe, flui e retorne. Eia sentiu um arrepio de compreensão. Então Arureliano tocou levemente a superfície do rio. A água antes clara turvou-se com o movimento. E aí Aureliano disse: "Assim é a mente humana", disse o mentor: "Quando você reage ao menor toque, ao menor comentário, a menor contrariedade, sua paz se turva exatamente como essa água." E aguardou alguns e aguardou e aos poucos a a água voltava a ficar transparente. "Percebe?" disse o mentor. A paz retorna quando você não mexe mais. Deixa o rio do coração se assentar. Que que se encaixa nisso aqui? A sensibilidade a críticas, gente. Vamos falar aqui de de vamos trazer sempre pra família. Família é o maior laboratório, como fala Joana de Anjes. A família é o laboratório em que você evolui muito. Então, a a a família é assim, a mãe liga e faz uma crítica a uma filha. Ah, porque você não vem aqui, você isso, você aquilo e critica a filha. Aí a filha fica super chateada com aquilo, desliga o telefone, aí liga pra irmã. Você sabe que a mamãe agora deu para ficar contra mim, não sei o que. Aí fica 40 minutos com aquela irmã. Aí foi lá e encheu a cabeça da irmã contra a mãe. Aí essa irmã liga paraa outra irmã ou pro outro irmão. Você fala que você sabe que a mamãe agora até agora não sei o quê criticou. Gente, até o final da semana uma crítica que você poderia ter recebido aquela crítica me serve. Encaixe em mim. Não, então vou serenar minha mente, como falou ele

ora até agora não sei o quê criticou. Gente, até o final da semana uma crítica que você poderia ter recebido aquela crítica me serve. Encaixe em mim. Não, então vou serenar minha mente, como falou ele aqui, a paz retorna quando você não mexe mais. Então, se você liga de volta pra mãe, mãe, a senhora não sei o que falou comigo, vou passar um ano sem ir aí. Você tá mexendo na coisa. Você vai lá e conta para uma irmã agora. Vai lá e conta pro marido, aí vai lá e conta para como é que a gente faz com crítica. Olha e fala assim: "10%, eu vou ouvir essa crítica e ver se realmente ela faz sentido para mim. 10% fez sentido, então vai lá, faz uma reflexão, mas em que momento? Você com você mesmo e com seu mentor, porque mentor é bom para isso, né? Mentor é excelente, é bom para muitas coisas, né, mentor? Mas essa é maravilhosa. Vocês fazem uma prece, entra em meditação e fala assim: "Senhor, se essa crítica tá ofendendo alguém, me ajude a melhorar e permita que a minha sensibilidade não me leve para esse amor próprio exacerbado, para o ego ferido, que eu posso aqui aquecer humidemente, que eu não que eu sou uma pessoa imperfeita e que eu realmente possa ter essa imperfeição. Mas se, Senhor, eu fui mal compreendida e não sou o que me criticaram, então aqui eu deixo no esquecimento e volto a sorrir para essa pessoa, para minha mamãe, para minha vizinha, para o meu amigo de trabalho e até para o marido e a esposa. Às vezes a gente tem uma mente catastrófica, a tempestade tá dentro de nós. Aí a gente chega para quem convive com a gente, olha, você não vai nessa viagem, porque se você for nessa viagem, o navio pode afundar, porque lá fiquei sabendo que teve uns terremotos naquela região. Olha aqui esse acidente com esse cruzeiro, você vai entrar nesse navio. Gente, quando a pessoa termina de falar com o parente, com o filho, com a mãe, com o pai, a pessoa tá arrasada. A pessoa chegou lá, olha, vou fazer um cruzeiro, juntou esse, juntei esse dinheiro um ano para fazer essa viagem.

rmina de falar com o parente, com o filho, com a mãe, com o pai, a pessoa tá arrasada. A pessoa chegou lá, olha, vou fazer um cruzeiro, juntou esse, juntei esse dinheiro um ano para fazer essa viagem. E a pessoa mente catastrófica joga em cima do sonho da outra pessoa o cinza de su de seu mundo interior. Então, qual é a prece? Aumentou. Senhor, serenai a minha mente. Retire os pensamentos tóxicos e negativos. Sei que devemos ser previdentes, mas que eu possa não atrapalhar e sangrar sobre as outras pessoas a minha negatividade. Essa é a nossa prece. Por quê? Porque a outra pessoa que vem conversar com a gente, ela quer ouvir o quê? Nossa, que bom, o que que a gente vai fazer? Que que usa num cruzeiro? Eu te ajudo. Você quer que eu te ajude? Eu saio com você para comprar. Olha, vê isso aqui. Isso aqui eu me deram de presente, mas eu nunca usei. É para usar num cruzeiro. Olha aqui um chapéu com acompanhar a pessoa numa felicidade dela. Mas a mente catastrófica mã mãe, o negócio é o seguinte, olha, eu passei em medicina, ai minha filha, você vai cuidar de doenças? Pelo amor de Deus, não trata de doenças. Vai paraa psiquiatria que você não pega vírus porque é uma Mãe, eu passei medicina, você vai me dar parabéns. Ah, mãe, eu sou advogado. Ó, pelo amor de Deus, não vai mexer com criminoso, porque ele pode vir na sua casa te matar. Mente catastrófica. Essa pessoa suporta paz. Não tem um filho vitorioso, um filho que estudou, que chegou lá, os pais também. E aí o que que faz, ó? Você quer fazer esse curso longo aí? Você vai sustentar, tá? Porque eu não vou te sustentar não. O filho eu trouxe aí pro altar da minha da gratidão a você, meu pai e minha mãe. Eu trouxe minha vitória. Aí não sustentamos a paz e voltamos pra nossa infância. Porque na minha infância eu comecei a trabalhar os 12 anos. E você aos 30 agora que tá entrando na medicina, tá entrando na advocacia? Eu com 12 anos já trabalhava. Que que nós estamos dizendo pro filho? O mundo meu difícil tem que ser o teu,

alhar os 12 anos. E você aos 30 agora que tá entrando na medicina, tá entrando na advocacia? Eu com 12 anos já trabalhava. Que que nós estamos dizendo pro filho? O mundo meu difícil tem que ser o teu, porque aí eu me sinto bem. Tudo que eu trabalhei para você ser feliz, meu filho, aos 30 anos não vale nada, porque você tem que ter a vida que eu tenho, porque aí eu suporto o conflito que existe dentro de mim. Por eu ver você com 30 anos entrando numa faculdade, eu com 12 já estava vendendo o jornal. Nós trabalhamos para o nosso filho poder fazer isso. Isso é a paz. Mas nós não podemos sustentar a paz porque nós não tivemos uma vida igual. O seu avô foi pra guerra e você aí assistindo Netflix. Que bom, papai, nós estamos em paz, né? Você queria que eu tivesse com o quê? Com uma metralhadora na mão. Então isso, gente, que nós estamos falando. Sustente a paz. Tá pensando que acabou? Vamos continuar na história. Por fim, o mentor convidou Elias, coloque as suas mãos na água e apenas sinta. Não segure, não queira controlar, não lute. Elias fez isso e pela primeira vez ele sentiu a água envolver suas mãos de forma acolhedora e constante. Agora entende, meu filho, diz Aureliano, a paz não se sustenta porque você tenta possuí-la. não vivê-la. Paz não é conquista, é um estado de alma. Paz não é domínio, é entrega. Paz não é poder, é consentimento interior. Eu consto que eu esteja em paz. Eu me permito ter paz. Quando o conflito da culpa quiser turvar, como turvou essa água, o meu mundo interior, eu vou orar. Jesus, gratidão pela paz que me é consentida. Às vezes eu oro, Senhor, obrigado por essas portas estarem abertas e a polícia não entrar aqui proibindo a nossa casa e os médiuns dignos na sua tarefa entre dois mundos falarem com aqueles mortos bem vivos, que são nossos entes queridos que estão conosco. Porque na época de Bezerra de Menezes, 1870 por ali, eu acho que é isso. Se eu errar a data, me desculpe, já não sou mais jovem, né? Mas lá no século XIX, a polícia fechava os centos espíritas. Os

co. Porque na época de Bezerra de Menezes, 1870 por ali, eu acho que é isso. Se eu errar a data, me desculpe, já não sou mais jovem, né? Mas lá no século XIX, a polícia fechava os centos espíritas. Os espíritas não podiam fazer uma reunião mediúnica. Bezerra de Menez passou muito tempo escondidinho fazendo lá uma sessão mediúnica para falar com comunicar com os espíritos. Então hoje nós temos que agradecer essa paz. Senhor Jesus, obrigado por eu toda semana poder subir essas escadas e estar no meu grupo mediúnico. E isso é gratidão, humildade por reconhecer os tempos difíceis e não querer que eles permaneçam para que a gente possa se sentir bem. A paz não está no que você controla, mas no que você solta, disse Aureliano. Quando você parar de prender a vida, a vida irá parar de apagar a sua paz. Ali ajoelhado à beira do rio eterno, Elias sentiu uma serenidade diferente. Não era intensa, não era eufórica, era profunda, simples e viva. Era a paz que ele sempre buscou e que finalmente deixara de perseguir. Porque às vezes perseguindo a paz, nós mais a perdemos do que a a a conservamos. Então hoje que o nosso tempo não é muito grande, nós podemos falar algumas definições do que é a paz para nós. A paz é estar inteiro em si mesmo. Paz não é ausência de problemas, não é silêncio externo, não é mundo funcionando exatamente como nós queremos. Paz é estarmos no meio de um conflito e conseguirmos ficar sereno, estarmos no movimento do mundo e conseguirmos meditar e fazer uma prece. Ah, ah, estávamos num aqui no grupo mediúnico e essa escola aqui tinha um monte, uma aula de tambor, de de tambores de música no dia do nosso grupo mediúnico. Aí os médicos começaram: "Nós vamos mudar pro outro lado porque aqui nós não conseguimos nos concentrar para fazer a comunicação com os espíritos." Até os médicos começaram a ficar inquietor e falou assim: "O seu silêncio interior não te permite estar em contato conosco? O grupo tá até hoje lá, deve ter 20 anos. A escola foi-se, os tambores

tos." Até os médicos começaram a ficar inquietor e falou assim: "O seu silêncio interior não te permite estar em contato conosco? O grupo tá até hoje lá, deve ter 20 anos. A escola foi-se, os tambores permaneceram durante muitos anos e trabalhos maravilhosos foram realizados através do silêncio consentido da paz interior e não do ruído que estava fora. Paz é a capacidade de atravessar sem ser destruído. Não é, não é não sentir dor, é não ser engolido por ela. Voltamos lá a palavra do pensador contemporâneo. Nós passamos pela dor, vamos continuar passando pela dor, porque a dor é uma professora dessa condição humana. O que nós não podemos é mente catastrófica, né? transformar a dor no num sofrimento. Então, estamos passando por uma dor. Aí nós começamos a lamentar, a nos achar infelizes, a contar para todo mundo como pode ser. Eu sou uma pessoa que ora, eu sou espírita, eu tomo paz, como eu posso estar com essa doença incurável, como eu posso, como isso pode ter acontecido comigo? Como é que nossos mentores nos ensinam e como Jesus nos ensinou? Nas interperes da vida. Ore. nas intemperes trabalha, perdoa e segue. Isso é atravessar a dor e não ser destruído por ela. Mas se for paraa fuga, o que que é a fuga? Nós queremos tanto sofrer eh eh fugir da dor que, como diz Joana de Anes, a fuga traz mais dor do que a dor que nós teríamos que que receber como professora para criar resistência moral às intemperes da vida. Então nós criamos mais dor fugindo da dor. Isso é sofrimento. Porque a dor ela é uma experiência de vida, mas o sofrimento é opcional. Tá na obra dela, Plenitude. Leiam. Vocês querem entender como lidar com a dor? Leia o livro Plenitude de Joana de Angeles. Não é sentir medo, é saber viver, apesar dele estar conosco. Porque tem muitos motivos para termos medos hoje. Mas nós vamos nos trancar em casa, vamos nos fechar pro mundo. Não amo mais ninguém porque me macuei. Não saio mais de casa e não tenho amigas porque fui traída por uma, porque ela fez fofoca de mim.

Mas nós vamos nos trancar em casa, vamos nos fechar pro mundo. Não amo mais ninguém porque me macuei. Não saio mais de casa e não tenho amigas porque fui traída por uma, porque ela fez fofoca de mim. Não quero saber de família porque minha família é disfuncional. OK? Então esse é o primeiro round. Quantos round você vai aguentar? Em quantas existências até você serenar e aprender a conviver com esse mundo? Porque é claro, não vou aqui fazer profecia porque vocês vão falar: "Nossa, aquela mulher lá". Mas gente, não aprendeu a tecla, não aprendeu o dó do piano, a gente vai ficar nessa tecla até aprender, porque a gente só evolui se, apesar das intemperes, nós continuamos de pé, serenos e lidando com aquilo com serenidade. Não é evitar desafio, é não perder a si mesmo por causa deles. Toda a obra de Emanuel, as os romances de Emanuel, meu pai, aquelas heroínas, aqueles heróis ali, quantas, quantas fofocas, quantas traições, quantos envenenamentos, quantas injúrias os heróis que são do romance, quando eu falo herói, gente, não é herói. é um herói com uma capa que vai salvar o mundo. Eles salvaram a si mesmos através da serenidade, da fé, do respeito, da dignidade. Não deixar, não desceram em momento nenhum ao rebaixamento das emoções rasteiras. Quais são as emoções rasteiras? ciúme, inveja, avareza, vingança. Então ali naquelas cinco obras, cinco obras, Paulo e Estev há 2000 anos, 50 anos depois, Ave Cristo e renúncia. Vocês vão perceber que permeando todas essas obras, vocês vão encontrar como lidar, como ele tá dizendo aqui, e não perder a si mesmo por causa do quê? Dos desafios da vida. O que nos faz? Chegaram para Allan Kardec e falaram assim: "Nossa, você tem que ter pele de rinoceronte para aguentar tantas críticas porque você lançou o livro dos espíritos." Aí ele falou: "Sim, tenho pele de rinoceronte". É isso. Ele aguentou todas as críticas a vida inteira e ficou bem. Fez ainda a revista espírita, não sei quantos volumes, 12, né? E 13 é o índice. Então você vê,

lou: "Sim, tenho pele de rinoceronte". É isso. Ele aguentou todas as críticas a vida inteira e ficou bem. Fez ainda a revista espírita, não sei quantos volumes, 12, né? E 13 é o índice. Então você vê, tá cheio de críticas. Revista espírita, vocês podem ler a quantidade de crítica que ele respondia pacientemente todo mundo. Padre, pastor, político, cientista, tranquilo. Quando você tá no seu propósito de vida, você é tranquilo. Você responde os desafios da vida. Então, é aquela pessoa que o sonho, né, da nossa prece, olha, irmana, aconteceu isso. Respira, vamos, respira. Que que aconteceu? Ah, tá. Então vamos deixar o problema. Vamos procurar a solução. É meu sonho. Eu faço essa prece toda noite para quando em vez de você ir pro desespero pra mente catastrófica. Calma, vamos ver o o porquê para que isso está acontecendo conosco agora. Qual é a lição do momento que nós temos que tirar? E ele continua: "A paz é aceitação, resignação dinâmica". O que que significa? Que aceitar ver a realidade como ela é, sem fantasia e sem resistência. Parar de lutar com o que não pode se ser controlado, o que não pode ser mudado. Não é passividade, é tirar, agora vamos lá, olha que coisa boa, é tirar a energia do sofrimento inútil. Então, se você tá numa situação que você não pode mudar, que você não tem poder para mudar e que você é desse tamanhozinho perto dela, o que que a gente faz? O que Joana de nos nos diz? Resignação dinâmica. Não é passividade, não é inércia. O que que é resignação de dinâmica? Ela ainda ensina prontidão, estado de prontidão. Você tá aqui, ó, você não tem como mudar, mas abre uma porta, uma janela, você tá de prontidão. Gente, a solução tá ali. Agora, se você fica no na no sofrimento, ai nós, aí eu vai contar para esse aqui, ai nós. Ô, nós somos uns infelizes. Para onde está ainda as nossas forças mentais que está lá em André Luiz? as nossas forças mentais poderosas, que é capaz de mandar uma prece e chegar lá no nosso lar ou enviar uma vibração positiva para um hospital,

ainda as nossas forças mentais que está lá em André Luiz? as nossas forças mentais poderosas, que é capaz de mandar uma prece e chegar lá no nosso lar ou enviar uma vibração positiva para um hospital, porque nossa mente é capaz disso. Nós, vós sois deuses. A gente nós reduzimos essa força mental para ficar no ai ui ui ui, no sofrimento inútil. a essa energia que tem que tá aqui, ó, concentrada na prontidão, no estado de pressa. Agora eu vi a solução tá ali. Por quê? Porque eu estava atenta. Se eu estou na lamúria, vou rebaixando, vou rebaixando, vou rebaixando. E a frequência vai desaparecer, a frequência alta, porque eu vou desaparecer na frequência inferior. E aí, na frequência inferior, aquela porta, aquela janela que se abriu vai passar. Já viu aquele ditado? A oportunidade é um cab é um cavalo ao lado que passa. vai passar oportunidade e nós não vamos ver porque estamos lá na lamúria. Paz é presença. A paz só existe no agora. Essa frase que eu vou falar para vocês, gente, ela é maravilhosa. Quando a mente viaja demais para o passado, nasce culpa. que quem fica analisando demais o que foi. Ah, eu devia ter feito isso. Ah, se eu tivesse feito, gente, o si ele é enlouquecedor. Se tivesse que ter dado certo do jeito que você quer, teria dado. Se não deu, é porque você não sabia o que você sabe hoje. Então, respeite você mesmo naquele momento quando você tomou aquela decisão que hoje você acha equivocada. Então, volte pro passado e fala: "Se eu agir assim, é porque tudo que eu sabia. Se eu soubesse o que eu sei hoje, eu teria agido de outra forma. Então, o que que você faz? Acolhe a si mesmo e pare de se judiar. Se você não fez do jeito que você acha que deveria, é porque você não sabia. Então, pare de alto fragelo. Já viu aqueles alto fragelos que existia antigamente, o chicotinho? chega para você mesmo e fala assim: "Eu me acolho, fiz tudo que eu sabia". Aí você se acolhe e sai do passado. Então, quem viaja demais para o passado nasce culpa. Quando viaja demais para o futuro, nasce

a para você mesmo e fala assim: "Eu me acolho, fiz tudo que eu sabia". Aí você se acolhe e sai do passado. Então, quem viaja demais para o passado nasce culpa. Quando viaja demais para o futuro, nasce o quê? Hã? Gente, para que que eu tô fazendo essa palestra aqui, João Babad? Eles sabem tudo, ansiedade. Mas eu as palestras aqui é assim pra gente trocar, né? Um padedê aqui. Vocês a gente tá aprendendo. Ansiedade. O controlador quer controlar o futuro. Por isso que ele vive na ansiedade. Ele tá na paz. Não tá na paz. Porque se ele tá no passado, na culpa, ele não tá na paz. Se ele tá no futuro, ele tá na ansiedade. Então, a paz é respirar por inteiro agora. Viva o que tem hoje. Então, tem uma frase que eu gosto muito que fala assim: "O que temos para hoje?" Aí o outro conta ali, uma coisa negativa, outra ali. O que temos para hoje? É isso. Então, nós vamos lidar com isso. Pronto. Aí nós estamos na paz. Paz é maturidade emocional. Você aí agora vem os conselhos maravilhosos que eu acho. Você não precisa responder a tudo. Você não tem que ser o sabe tudo. Você não precisa vencer as discussões. Deixe o tolo falar. Seja você a calar. Não ca em armadilhas de lobo, como diz Allan Kardec. Não precisa convencer ninguém. Quando nós entramos no espiritismo, nós ficamos encantados, enamorados com o que essa doutrina faz na nossa vida. Meu Deus, a gente se torna um chato concurseiro. Eh, eh, eh, o o nós nos sentimos, nós ficamos chato como concurseiro e como a pessoa que tá fazendo vestibular, porque eles falam só da da das matérias do vestibular que você nem lembra mais. E os concurseiros também só falam disso. E a mesma coisa é a pessoa [risadas] que entra pro espiritismo, quer convencer todo mundo da família que tem que ser espírita. Gente, seja você tá fazendo bem a você. Não tente salvar quem não quer ser salvo e não precisa ser salvo, que o caminho da pessoa é outro. E finalizando, você não precisa controlar o mundo. Paz é libertação. Então, paz é um estado que se constrói

nte salvar quem não quer ser salvo e não precisa ser salvo, que o caminho da pessoa é outro. E finalizando, você não precisa controlar o mundo. Paz é libertação. Então, paz é um estado que se constrói com verdade interior, com limites claros, com perdão, descanso mental, escolha sábias, escolha teu pensamento positivo com imensa consciência do agora, da paz, da serenidade. E finalizo falando uma frase muito bonita: "A paz nasce quando se alinha com o que sente, pensa e faz". Se nós lemos o primeiro, a primeira primeira mensagem do Evangelho, nós somos responsáveis por pensarmos, falarmos e agirmos de acordo com aquilo que nós lemos. Então, o que é a paz? você ter coerência de aquilo que você acredita, daquilo que você divulga, você ser aquilo que professa, porque a doutrina é isso. Ela é a paz, ela é o amor, ela é a serenidade, ela é o otimismo sem ser sonhador no vazio, na alegria van. Nós somos otimistas porque nós acreditamos que o reino do Senhor que foi prometido para todos há 2000 anos começa aqui agora, porque Jesus nos conferiu essa sabedoria. Que a paz esteja conosco e que possamos sustentar a paz, porque somos merecedores dela e fomos feitos para felicidade, porque assim Deus nos criou. Boa noite a todos. Meus irmãos, a casa mantém o atendimento fraterno, individual, presencial, de segunda a domingo. Quer dizer, um dia sim, outro dia também, né? Então, aqueles que tiver interesse em eh tiver algum problema, tiver alguma uma um problema de saúde também, só procurar o atendente fraterno que será serão encaminhados, certo? Aqui tem vários horários, se alguém se interessar, fica à vontade. Fazer a nossa prece. Nós vamos nesse instante agradecer, agradecer a Deus, agradecer a Jesus e agradecer Maria Santíssima e ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Adolfo Bezerra de Menes. Agradeceros, Senhor, pelo dia de hoje, por esta oportunidade de aqui estarmos reunidos. agradecer, Senhor, pelo teto que nos abrica, pela família que temos. Agradecer, Senhor, pela roupa que nos

enes. Agradeceros, Senhor, pelo dia de hoje, por esta oportunidade de aqui estarmos reunidos. agradecer, Senhor, pelo teto que nos abrica, pela família que temos. Agradecer, Senhor, pela roupa que nos aquece o corpo. Agradecer também pelo prato de comida que nos foi ofertado à mesa no dia de hoje e agradecer pelo ontem, pelo hoje e antecipadamente pelo dia de amanhã. Mas que amanhã possamos ser melhor do que hoje. E que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passe, por favor, pode guardar sentados que já serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário

a necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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