VOCÊ CARREGA O MUNO NAS COSTAS? - Sérgio da Fonseca [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 01/07/2025 (há 9 meses) 44:06 275 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa tarde, queridos irmãos, queridas irmãs presentes, bem como aqueles que nos vem, nos ouvem através da TV e Rádio Comunão Espírita de Brasília. Sejam todos bem-vindos a esta casa. Que a paz do Mestre Jesus nos sustente a todos nessa jornada de aprendizado ao qual estamos todos submetidos. Então vamos buscar na oração íntima essa conexão que viemos buscar a alegria de estarmos aqui, porque todos estamos de alguma forma aprendendo, né? Todos nós aprendemos dessa jornada terrena e às vezes sentimos que o peso que está sobre as nossas costas parecem mensas e que nós não suportaremos a jornada. No entanto, nós vamos trazer elementos elucidadores que demonstrarão ao contrário. Então, qual é o tema da tarde de hoje? É um tema bastante interessante. Você carrega o mundo nas costas? Todas vezes nós acreditamos mormente os tempos que vivemos, na panorâmica do mundo em que nos encontramos, sempre acreditamos que estamos carregando um peso demasiadamente pesado na jornada terrena. Então, tem uma frase que nós nos debruçaremos na tarde de hoje para entender melhor esse roteiro de dificuldade, de obstáculos que enfrentamos. O peso do mundo nas costas é mais do que uma sensação física. É uma carga metafísica que todos em algum momento carregamos. Trata-se das responsabilidades e expectativas e das ansiedades que nos cercam. É um fardo invisível, não é feito de matéria, mas de significados. Quem disse essa frase foi um médico de Minas Gerais, Dr. Carlos Mandelique. Então ele falou com muita propriedade, com muita clareza, né, que nós carregamos o peso do mundo

téria, mas de significados. Quem disse essa frase foi um médico de Minas Gerais, Dr. Carlos Mandelique. Então ele falou com muita propriedade, com muita clareza, né, que nós carregamos o peso do mundo muitas vezes, mas esse peso não é um peso físico, não é um peso, uma tábua, uma tora, algo pesado, é algo metafísico, ou seja, é algo que diz respeito às nossas emoções, às nossas dificuldades. espirituais de suplantarmos essas dificuldades. Então, a expressão carregar o mundo nas costas é uma metáfora, né, que significa estar com um fardo demasiadamente pesado, com muitas responsabilidades, preocupações e dificuldades que parecem impossíveis de suportar. A expressão remete à ideia de que a pessoa está emocionalmente sobrecarregada, enfrentando um peso moral dos problemas. É assim que nós sentimos muitas vezes, mormente nos tempos conflituosos do mundo contemporâneo em que nos manifestamos. Essa é uma visão clara. Nós nos sentimos assim. Mas como seria a visão dos postulados espíritas, né? A visão do dos postulados espírita de que carregar o mundo nascote refere uma sensação excessiva e de responsabilidade, uma sobrecarga emocional. A pessoa submetida a essa pressão se sente responsável por problema de todos como se fosse dela. É uma carga emocional que no fundo gera muito sofrimento e dificulta o desenvolvimento pessoal e espiritual do ser. Então, aquela carga metafísica a qual se referia o médico Dr. Carlos Mandelique, elas são influências espirituais que o indivíduo, a pessoa carrega na jornada reencarnatória. Nós temos responsabilidade na vida? Todos nós responderemos à unanimidade que sim. Pois bem, essa carga metafísica é justamente essa responsabilidade que temos conosco mesmo, com a família, com o trabalho, com a sociedade. Então, precisamos, ah, segundo a espiritualidade amiga, buscar um equilíbrio emocional. Não podemos entrar dentro de um processo tão desequilibrante. Porque quando nós buscamos essa paz interior, nós a encontramos, não é? Porque espancamos

tualidade amiga, buscar um equilíbrio emocional. Não podemos entrar dentro de um processo tão desequilibrante. Porque quando nós buscamos essa paz interior, nós a encontramos, não é? Porque espancamos as nossas preocupações e procuramos viver de uma forma mais harmoniosa. Então, essa carga metafísica, o nome assim difícil, na realidade ela engloba influências espirituais que vão se acumulando ao longo de muitas vivências. Nós estamos falando, evidentemente, das muitas reencarnações em que nós vamos aprendendo, o espírito vai aprendendo e vai se libertando dos liames indesejáveis de um mundo físico que vivemos. Então, aos espíritas que somos, a advertência é a seguinte: reconhecer que nem tudo pode ser alterado ou controlado de acordo com a nossa vontade. A gente quer que tudo seja controladinho, de acordo, do jeitinho que nós gostamos de ser, mas isso não é possível. Então, é um lembrete, né, para aceitarmos sem revoltas, sem insurgências as fragilidades humanas, as imperfeições do mundo e a necessidade de buscarmos a paz diante dos percalços naturais do caminho. Então, todo obstáculo, por mais nós eh sofremos com eles, eles são processos naturais ao aluno que somos do aprendizado de sabermos enfrentar as dificuldades e vencê-las uma a. Ao atingir esse processo de libertação, nós estamos falando de um roteiro ao qual nós nos colocamos para nos libertar. Portanto, é um roteiro libertador que realça uma coisa importantíssima que talvez nós não levemos devidamente em conta. O apoio mútuo. Será que nós estamos buscando o apoio um no outro? para que a jornada terrena se torne mais suave, porque as dificuldades da vida são muito grandes, né? Carregar o mundo nas costas, como eu disse, é uma metáfora. É um convite para compartilharmos a jornada na busca de um apoio emocional. Toda vez que nós nos sentirmos em dificuldade e sentiremos, nós precisamos do outro. do nosso irmão, não é? E nós precisamos buscar esse apoio, né? Porque quando buscamos esse apoio, esse carregar ah o mundo nas costas, ele se torna mais

iculdade e sentiremos, nós precisamos do outro. do nosso irmão, não é? E nós precisamos buscar esse apoio, né? Porque quando buscamos esse apoio, esse carregar ah o mundo nas costas, ele se torna mais suave, né? Porque nós aceitamos a ajuda do outro, nós conseguimos avançar com mais tranquilidade. E aí nós vamos distinguir com nitidez o que é realmente o que realmente nos pertence, o que é real, permanente, definitivo e o que não nos pertence, transitório e fugaz. Nós, infelizmente, nos apegamos muito aquilo que não nos pertence, aquilo que vamos deixar após o nosso desencarno, após a nossa morte, né? Nós vamos deixar tudo aí. Mas é a essas coisas transitórias que nós nos apegamos. E aí nós não estamos definitivamente afirmando que não devemos lutar pelas nossas coisas, pelas coisas do mundo. Não é isso que a doutrina eh leciona. Ela apenas diz e nos adverte que o nosso apego demasiado aos bens terrenos é que nos coloca dentro de um processo de imantação indesejada. Então, então cabe uma pergunta muito importante. Você não pode ser forte o tempo inteiro. Dizer: "Não, eu vou vou aceitar, eu vou sofrer". Não, isso não é necessário. Quando Jesus traz a sua mensagem de amor, essa mensagem de amor claramente está pautada num processo amoroso. Não podemos esquecer disso. O seu postulado maior, o seu mandamento maior determina claramente: "Ame a Deus sobre todas as coisas". E isso é óbvio de entendermos, porque se Deus é o nosso criador, mas diz um semelhante a esse, em importância é o amar ao próximo como a nós mesmos. Portanto, ninguém consegue a sua alforria espiritual, a sua libertação, sem que comungue esses de paz, de amor, de harmonia com o seu semelhante. E o nosso semelhante não é o estranho no ninho, não é só aquele que tá fora do nosso círculo familiar. Porque quando nós falarmos amar o semelhante não significa tão somente amar a quem nos ama. Então eu amo meu pai, minha mãe, meus irmãos, minha família, porque eles me amam. Mas Jesus não ensinou, não ensinou isso. Jesus ensinou, precisamos

ante não significa tão somente amar a quem nos ama. Então eu amo meu pai, minha mãe, meus irmãos, minha família, porque eles me amam. Mas Jesus não ensinou, não ensinou isso. Jesus ensinou, precisamos amar a todos. Então, há uma frase que define muito bem a luta do espírito na na busca da paz interior. Vocês já ouviram alguma vez na vida a expressão: "Eu não sou de ferro". Não é quando a gente tá cheio de problema, fala, a gente dá um um chega um grito e diz: "Eu não sou de ferro". É verdade. Nós não somos de ferro. Essa frase, o que que ela reflete? Ela diz alguma coisa, né, que nós estamos passando por momentos difíceis, agudos. Quando a pessoa afirma não ser forte ou bastante, a semelhança do ferro é que ela está necessitando de auxílio, acolhimento, amor, atenção. E e quem deveria tomar, desempenhar esse papel papel são os parentes, amigos, pois essa pessoa, evidentemente está muito, muitíssimo vulnerável. Mas a questão da pergunta que se formula é: nós precisamos ser uma fortaleza moral o tempo todo, suportando emoções desgovernadas, sufocando palavras, dores, lágrimas. Precisamos disso. Ora, eu tenho uma boa notícia para dar, meus queridos irmãos e irmãs, é que existe outro caminho. Nós não precisamos estar nos atormentando. Há uma estrada que nos conecta a um aprendizado espiritual. Essa trajetória começa quando aprendemos a abrir as comportas da alma. Quando nós, o sofrimento advém porque nós nos fechamos em nós mesmos. Nós não permitimos que as luzes do amor, a luzes do eterno bem, da harmonia penetre na nossa alma, arejando as nossas ideias, né? Então, nós precisamos abrir a nossa alma ao divino conhecimento. Quem trouxe esse divino conhecimento? O Mestre Jesus. Não precisamos eh relembrá-lo. Todos sabem que Jesus foi que trouxe o divino conhecimento. Então, a doutrina leciona, a doutrina espírita que não precisamos carregar o peso do mundo nas costas. Não, não e não, não vamos fazer isso. É essencial deixar claro isso aqui, agora neste momento, porque tudo tem limites.

ona, a doutrina espírita que não precisamos carregar o peso do mundo nas costas. Não, não e não, não vamos fazer isso. É essencial deixar claro isso aqui, agora neste momento, porque tudo tem limites. E esse limite, se não respeitado, desorganiza e faz de nós um caos. Nós viramos um caos. E ao final, quem enfrentará essa confusão senão nós mesmos? Porque nós assim o permitimos. Então, o que é preciso agora, essencial como emergência para cura da alma enferma, é que nós precisamos amar a nós mesmos. Não é? Amar é premissa básica. Se desejamos paz e harmonia interior, nós, antes de pacificar os outros, precisamos pacificar a nós mesmos. Precisamos aprender a amar a nós mesmos. Isso significa, em última análise, alcançar a evolução espiritual para a qual viemos. Nós não estamos aqui na terra para uma festa, né? Nós estamos aqui para aprender, né, a duras a a as duras penas, porque espírito que somos imperfeitos, obras inacabadas do criador, ainda estamos submetidos a esse processo de dor. Então, precisamos identificar em nós a centelha divina, né, a nossa paternidade divina. Deus chancelou a sua obra, colocando em cada um de nós as virtudes, mas deu deu-nos uma tarefa, qual seja, de desenvolver essa partícula, essa centelha divina que há em nós. Então, quando nós não nos cuidamos de nós, trazemos consequência, aí nós temos uma trajetória penosa, cheia de problemas, com desequilíbrios físicos, doenças, né, eh, físicas, mentais, que são alimentados pelos nossos pensamentos desgovernados. Isso significa condutas negativas. Logo, seremos visitados inevitavelmente pelo processo da culpa, da dor, do remorcio, que geram perturbações que somatizarão a o nosso corpo físico com doença de vários matizes. Então, toda vez que a nossa mente desequilibra, nossa forma de pensar não está conetânia com os parâmetros do mundo espiritual, logo vamos adoecer. Então, precisamos eleger uma trajetória libertadora, buscando a nossa espiritualidade, a nossa forma melhor que somos, aquela em que Deus nos colocou toda a sua

o mundo espiritual, logo vamos adoecer. Então, precisamos eleger uma trajetória libertadora, buscando a nossa espiritualidade, a nossa forma melhor que somos, aquela em que Deus nos colocou toda a sua confiança, imaginando que todos nós abraçaríamos a trajetória do bem, né? A doutrina diz: "Fora da caridade não há salvação. Não é fora das religiões. Nenhuma religião salva tanto quanto a caridade. Por isso que a sentença fala fala fora da caridade não há salvação. Porque o qualquer um pode fazer, né, a caridade não importa a sua religião, se você é negro, é índio, é branco, que você eh tenha fortunas ou não. A caridade está ao alcance de cada um de nós e nós podemos fazê-la porque ela não depende, como alguns imaginam, que é uma ideia equivocada, de que eu preciso ter dinheiro, ter possê-lo pronto, eu posso agora fazer a caridade. Eu esqueci do meu sorriso, da boa palavra, do modo corto a uma pessoa, um bom conselho. faz bens. São situações que nós precisamos avaliar. Então, o auxílio múo, nós não vamos resolver tudo sozinho, né? E porém é difícil de tomar decisões e confiar na própria avaliação. Nós precisamos do outro vez outra, né, com uma segunda opinião, alguém que possa nos dizer e nos aconselhar de uma forma imparcial, porque está fora daquela situação conflituosa. Nós precisamos de alguém que nos diga alguma coisa. E hoje, nos dias de hoje, essas questões conflituosas estão dentro do nosso núcleo familiar, da nossa constelação familiar, na grandíssima maioria das vezes. Isso é muito comum, que é o exemplo. E vocês vão se ver, muitos pais mães que aqui estão, vão se ver dentro desse exemplo. Os pais compartilhar os desafios da vida dos incipientes e inexperientes filhos, sejam emocionais, sentimentais, psicológicos e financeiros. Vejam quantas vezes o orçamento do filho não dá para tudo que é preciso pagar. Então esse fardo vai cair sobre os pais, não é? Que são os provedores da família. Então, tenhamos eh humildade de atender, de nos colocar dentro de um processo de que nós somos

do que é preciso pagar. Então esse fardo vai cair sobre os pais, não é? Que são os provedores da família. Então, tenhamos eh humildade de atender, de nos colocar dentro de um processo de que nós somos vulneráveis e que essa vulnerabilidade não significa que sejamos fracos, significa apenas que somos humanos e que e que erramos. Em verdade, não somos superheróis, como nós imaginamos. Não somos superheróis e, aliás, não precisamos ser. Vejam bem, a doutrina no desafio não coloca os superheróis. Nós não somos. Nós somos aqueles imperfeitos, aqueles que eu disse há bem pouco tempo, obras inacabadas querendo nos aperfeiçoar. Então, vamos confiar no outro. para alguém que às vezes vem em nossa ajuda. tem um um personagem mitológico que eu vou trazer para vocês e que servirá de alguma forma dentro de um processo de avaliação mais ampla, naturalmente sabedores que somos, que esse personagem é mitológico e o que eu vou falar aqui está impregnado, né, de um sentido figurado, uma de Na mitologia é a história do Hércules. Vocês já ouviram falar de Hércules, não é? Ah, nós podemos muito aprender com esse personagem famoso herói da mitologia grega, repleta de feitos incríveis e heróico, mas também de tragédias e redenção. Hérculo vai nos servir de exemplo de força, coragem, perseverança na busca pela evolução. Sua jornada é marcada, como veremos, de provas, né? E reflete o caminho de uma alma que luta para se libertar, né, de adquirir luz, conhecimento. Quem é Hércules? Filho de Zeus, né? Eh, e ele nasce com uma força, ele tem um dote especial, uma força sobreumana, mas ele é perseguido por uma deusa. A deusa era que era a esposa de Zeus, seu pai, que o considera intruso, não gostava dele, né? achava ele aquela pessoa que nós às vezes gostamos no seio da família, um intruso, alguém, um filho, um indesejado que a gente olha e diz assim: "Ah, esse aí é o problema da família". Porque ele não comunga com os ideais da família. Pois bem, para se redimir de ele ter matado suas esposas e

um filho, um indesejado que a gente olha e diz assim: "Ah, esse aí é o problema da família". Porque ele não comunga com os ideais da família. Pois bem, para se redimir de ele ter matado suas esposas e filhos em um momento de loucura, e quem causou essa loucura foi a a Era, a esposa de de Zeus, Hércules é condenado a realizar 12 trabalhos impossíveis que o levarão a enfrentar criaturas mitológicas e desafios de grande proporção. Então, após ele cumprir os 12 trabalhos, é finalmente aceito. Entre os deuses se casa com Ebbe, é uma deusa da juventude. O que simboliza esse feito? simboliza tal feito, a sua exenção espiritual e a conquista da imortalidade, simbolicamente à luz da doutrina espírita, um espírito que demonstra força, coragem necessária para supar as dificuldades do aprendizado e evoluir espiritualmente. Esse é a exortação. Essa é a exortação. Essa é a convocação da espiritualidade em relação a nós aprendizes da doutrina espírita. Então, a sua história mitológica serve como exemplo, né, de perseverança pela busca de evolução, mostrando que é possível mesmo com grandes obstáculos. E nós, eu sempre gosto de comparar agora, nós também estamos dentro desse processo, alcançar a luz de paz interior. Então, os 12 trabalhos de Hércos poderão ser vistos como um processo de purificação. Nossos sofrimentos também poderão ser vistos como como processo de purificação. Nós estamos nos purificando, ampliando a nossa consciência no sentido de assambarcarmos maiores conhecimentos, avançarmos dentro desse processo e nos libertarmos desse liames indesejáveis do plano físico que nos aprisionam, tal qual um um pássaro é aprisionado numa gaiola quando ele deveria estar livre, né, na natureza nós nos sentimos assim. Então, a extensão do Hércules Aulimpo deve ser interpretada como a conquista da espiritualidade e nossos obstáculos assim também deve ser encarado. Então, à luz da doutrina nós precisamos primeiro entender que somos espíritos imortais. Vejam bem, espíritos imortais, nós temos

da espiritualidade e nossos obstáculos assim também deve ser encarado. Então, à luz da doutrina nós precisamos primeiro entender que somos espíritos imortais. Vejam bem, espíritos imortais, nós temos uma capacidade especial de pensar, de sentir, de querer. E o que faz isso é a nossa consciência. Nós temos uma consciência, né? E essa consciência é uma faculdade que permite ao espírito discernir, julgar, ter sensos de responsabilidade. Sem essa consciência nós não teríamos remorço, culpa, não é? Mas a consciência nos faz absolutamente refletir sobre a vida. Então nos quando nossa consciência que lá no primórdio da civilização era pequena, hoje ela é ampliada muito mais muito maior. Nós ampliamos nossa consciência. Então, nós temos eh a perfeita percepção do que somos nesse processo dessa jornada intelectual, moral, espiritual. E aonde tá essa consciência? O livro dos espíritos responde: "Está a consciência está dentro de nós, é o nosso tribunal interno. Vejam bem, cada pessoa é advertida através da consciência sobre suas ações, o que ela faz. E quando ela erra, a consciência diz para a pessoa que errou, né? Vá e repare a reparação. Toda vez que a culpa soma o espírito, o remorço e nos criam aqueles dramalhões que se perpetuam ao longo de muitas vidas, porque ela fica estigmatizada lá no nosso inconsciente, nós precisamos nos libertar dessas ideias velhas, retrógradas, que ainda alimentam o nosso espírito e nos fazem sofrer na jornada terrena. Então, a nossa consciência amplia e cada vez que ela se amplia, ela se diviniza, ela se torna mais divina. É uma força latente da alma que nos guia, que nos inspira, que nos ajuda a tomar decisões alinhadas com a lei de Deus. Tá vendo? Então, quando nós estamos já com esse processo de culpa, de medo, de remorço, tá dizendo assim, ó: "Chegou a hora de a gente pensar de forma mais correta. Não somos seres, vejam, a luz da doutrina, as vivências terrenas, tanto boas quanto os mais, deixam de leveis marca no espírito. Por isso, nós temos que ter cuidado com

e pensar de forma mais correta. Não somos seres, vejam, a luz da doutrina, as vivências terrenas, tanto boas quanto os mais, deixam de leveis marca no espírito. Por isso, nós temos que ter cuidado com aquilo que fazemos, não é? Porque nossa conduta molda a nossa jornada evolutiva. O aprendizado do presente, a expiação do passado e a busca pela reforma íntima, visando o futuro, são aspectos fundamentais para a superação do peso das experiências terrenas. Qual é o escopo? Qual é a finalidade? Qual o fanal da jornada terrena senão a euforria do espírito, a liberdade do espírito que se faz através das expiações, né, das provas do mundo em que vivemos. Então, nós queremos reclamar de quê? Estamos sofrendo. Ah, meu Deus, eu não quero sofrer. Ora, ora, como qualificar-se só através do sofrimento isso é possível? Porque o mundo que vivemos é o mundo de provas, expiações. E quando vem o teste, né, nós nos negamos a suportá-los sem queixumes. Sempre estamos nos queixando. Agora, um lembrete especial que vocês vão sair daqui, não vão esquecer, porque ele é importantíssimo para entendermos qual é o nosso objetivo, qual é a tarefa da nossa vida aqui no planeta Terra. Olha o que ele diz assim: "Não somos, não somos seres terrenos vivendo uma experiência espiritual. Somos seres espirituais vivendo uma experiência terrena. Ah, então é isso. Eu sou um ser espiritual. Eu tô vivendo uma experiência terrena, mas eu sou um ser espiritual. Eu vim de Então, a minha morada definitiva é a morada espiritual. Nunca esqueçam essa frase. Logo, vivemos num plano tridimensional em que nos relacionamos. E essa única, essa vida não é a única. Somos passageiros da vida, viajando através do temple. Chegar e partir só são dois lados da mesma viagem da nossa euforria espiritual. Então, morremos, desencarnamos, voltamos de novo. Idas e vindas, idas e vindas. Quantas serão necessárias? Cada um responda por si. Quantas serão necessárias? Porque não temos um número exato. Cada um faz a sua trajetória segundo

s, voltamos de novo. Idas e vindas, idas e vindas. Quantas serão necessárias? Cada um responda por si. Quantas serão necessárias? Porque não temos um número exato. Cada um faz a sua trajetória segundo a a sua vontade de ser feliz. O sofrimento e a felicidade cabe a cada um de nós eh adquirir. Se você está sofrendo, a quem culpar senão a si mesmo. Mas se eu sou feliz, eu também tenho um arquiteto, um artífice da felicidade. Sou eu também. Então, não busque felicidade fora de si, porque a felicidade tá dentro de cada um de nós, não exterior, não nas nas aquisições efêmeras e transitórias da vida. E então palmilhamos muitas vezes caminho com os outros, com os outros andaram. O modo como vemos a vida é sempre diferente do outro. não cobre do outro porque ele vê a vida da forma dele especial, específica. Então, talvez seja a maior riqueza da experiência terrena interpretarmos o papel principal da nossa existência. Nós somos o personagem principal da nossa jornada terrena. Essa viagem de aprendizado, queridos irmãos, queridas irmãs, tá cheio de imprevistos. atropelos, alegrias, tristeza, sonhos, fantasias, ah, esperas, embarques, desembarques. Qual o grande mistério final? é que não sabemos em qual parada desceremos definitivamente. A única certeza que temos é que essa jornada jamais volta no tempo. Não reclamem, ah, o passado porque eu fiz, esqueçam. Façamos então essa viagem de aprendizado que estamos fazendo agora da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todas as pessoas, mormente aqueles que estão dentro da nossa do nosso nuclo familiar, da nossa constelação familiar, tentando, portanto, amá-las como Jesus espera que nós amemos essas criaturas estão junto a nós, procurando em cada uma delas o que há de melhor saber de alguma forma que posso ter colaborado para o crescimento dessas pessoas com as quais me relacionei, extraindo o melhor delas, torna-me a viagem mais feliz. Muito obrigado pelo carinho, pela atenção de todos vocês. Ao retornarem,

olaborado para o crescimento dessas pessoas com as quais me relacionei, extraindo o melhor delas, torna-me a viagem mais feliz. Muito obrigado pelo carinho, pela atenção de todos vocês. Ao retornarem, abraça aqueles que vocês deixaram lá na retaguarda, que eu sei que vocês amam muito, mas precisa verbalizar isso, dizer com clareza: "Eu os amo eu os amo". E não que sirva de justificativa. Eles sabem, claro que eles sabem, mas dizer que ama cria um ambiente, uma harmonia toda especial. Então, sigam em paz. Bom, chegando ao final, nós agora vamos aguardar ao nosso irmão Itítalo, que ele venha nos conduzir para a segunda parte, que é a parte de passe. Por favor, permaneçam em seus lugares. Muito obrigado por tudo. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade.

nhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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