VIVOS NO CORPO.. E NO ESPÍRITO? - Christina Barreto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 09/02/2026 (há 1 mês) 42:10 820 visualizações

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Transcrição

เ Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de [música] mim que encontrei na comunhão. >> Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando [música] luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi. [música] Bom dia a todos e todas. Sejam bem-vindos. Eu tô imaginando, conversando aqui sobre segunda-feira que vem, que é segunda-feira de carnaval. Estaremos aqui e aguardando todos vocês. Mas enfim, hoje, dia 9 de fevereiro de 2026, sejam muito bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. Vou fazer uma breve leitura antes da nossa amiga conversar conosco. Vai fazer uma grande reflexão e vamos lembrar que a nossa querida amiga de sempre, Cristina, está conosco hoje. Que bom, ficou tão feliz que ela voltou. >> Também >> muito grata, Cristina. Bom, é do livrinho, é bem rapidinho, não vou tomar o espaço, não. É do livrinho Gotas de Esperança, que eu digo que é um livrinho de bolso. E ele fala o seguinte: "A sua palavra tem muita força. Por ela você abre caminhos, o seu verbo, plasma, vitória ou a derrota". As palavras de otimismo fazem o seu progresso, fabricam o seu êxito. As negativas destróem de logo o que de bom poderia lhe acontecer. Criam adversários, tolem oportunidades, eh geram doenças, trazem obstáculos à sua vida. Construa uma vida boa. Use a palavra que constrói. Manifeste saúde. Diga: "Tenho paz". Sou feliz. A palavra bem utilizada é senda da felicidade. É o item 97 do nosso livrinho Gotas de Esperança. Então vamos agora nesse momento descansar um pouquinho, respirar fundo, agradecer a todos encarnados, desencarnados por mais esse momento, por mais uma vez estarmos juntos. Agradecendo a Jesus, nosso irmão, a essa energia divina, Deus nosso pai. E vamos dar por iniciados os trabalhos dessa manhã, pedindo a Cristina que apresente o tema e a bibliografia que ela utilizou para nos trazer essa grande reflexão. Que assim seja. Graças a Deus. >> Bom dia, meus irmãos.

ciados os trabalhos dessa manhã, pedindo a Cristina que apresente o tema e a bibliografia que ela utilizou para nos trazer essa grande reflexão. Que assim seja. Graças a Deus. >> Bom dia, meus irmãos. Sejam muito bem-vindos à comunhão espírita de Brasília, bem como aqueles que nos vem, nos ouvem pela rádio e TV Comunhão, também pelo YouTube. E o nosso tema de hoje é um tema muito reflexivo, reflexivo, como disse a nossa irmã aqui. Agora eu trouxe para vocês alguns itens para nós fazermos uma pequena reflexão. O título é vivos no corpo e no espírito. Nós todos estamos vivos biologicamente falando, né? O coração bate, o sangue circula, o corpo se movimenta, o cérebro pensa. Mas a pergunta que nos leva à reflexão é mais profunda. Será que nós vivemos realmente a vida espiritual ou o nosso espírito está morto? Entendemos morte aqui como ociosidade, ausência de vontade, preguiça, falta de esforço. Algumas pessoas vão permanecer sempre assim pro resto da vida, mas outras vão se preocupar com a parte espiritual. Elas vão pensar nas suas falhas e vão tentar, né, vão fazer um esforço para a sua recuperação, para o seu crescimento, para o seu desenvolvimento espiritual. Aqueles que se revoltam a duas situações. Aqueles que se revoltam contra a vida é porque não aceitaram a realidade. Essa é a verdade. ainda não conseguiram viver a vida que tem em mãos, ou seja, aquela que foi planejada anteriormente antes da nossa reencarnação. Se essas pessoas não fossem tão exigentes com as outras pessoas, com os fatos, com as as coisas que acontecem, poderiam ter vivido a sua vida mais leve, mais suave. em vez de serem tão exigentes, né? Então, nós chamamos de mortos aqueles que têm medo de ousar. Mas por que que eles têm medo de ousar? Porque eles já sofreram algumas decepções antes, quando começaram a sua vida, seja na infância, na adolescência, na maturidade, eles já vieram sofrendo decepções, porque é natural, está na nossa programação reencarnatória, não é? Mas eles não aceitaram. São

omeçaram a sua vida, seja na infância, na adolescência, na maturidade, eles já vieram sofrendo decepções, porque é natural, está na nossa programação reencarnatória, não é? Mas eles não aceitaram. São aquelas pessoas que reclamam da vida, não é? e reclamando, não prestam atenção de bons momentos que acontecem na vida e acabam destruindo tudo, acabam achando que a vida não serve, não presta, não é? Então são esses mortos são pessoas que não aceitam decepções, não se enquadram com a vida, não ousam, não arriscam. Nós temos aqui o poeta Emílio Moura, que nos dá um conselho. Ele diz assim: "Viver não dói. O que dói é a vida que não se vive. Tanto mais bela, sonhada, tanto mais triste perdida. Olha que pensamento. Quando nós sonhamos com uma vida espetacular, nós estamos perdendo tempo, nós estamos perdendo a vida. Nós não sabemos aproveitar os momentos bons que temos durante a vida, porque todos nós temos momentos bons e momentos ruins. Isso é normal, não é? E a segunda situação que eu tô me referindo são aqueles que ficam presos à expectativas do amanhã. Amanhã eu faço, amanhã eu estudo, amanhã eu construo. Ah, vou pensar nisso amanhã. Não, hoje não dá, só amanhã. E vão postergando, adiando as suas atitudes, as suas ações, principalmente com relação à vida espiritual. Então, muitos vão atravessar a existência naquela vidinha eh de sempre, corriqueira, né? Como se fosse assim um dia num nublado, né? como aquele mais ou menos, como a gente diz, né? marrom menos, como se fala hoje. Então, cumprem as as rotinas, acumulam hábitos repetitivos, mas sem ter a consciência de uma ideia, de uma vida espiritual mais profunda. Kardec nos alerta que o o espírito pode estar encarnado, sim, mas estar adormecido. Olhem para isto. Nós podemos estar vivos. Comemos, respiramos, andamos, mas não pensamos na vida futura. Não pensamos o porquê de estarmos aqui. Não pensamos porque estamos sofrendo isto ou aquilo. Só queremos passar bem. Nós não estamos de férias. Nós não estamos fazendo turismo aqui na terra.

a futura. Não pensamos o porquê de estarmos aqui. Não pensamos porque estamos sofrendo isto ou aquilo. Só queremos passar bem. Nós não estamos de férias. Nós não estamos fazendo turismo aqui na terra. Todos nós viemos com um propósito. Então, viver no espírito significa viver com propósito, compreendendo que cada experiência, seja de alegria ou seja de dor, é a oportunidade do crescimento espiritual. Quem vive somente para o corpo deseja fazer seus instintos imediatos. Perdão. Mas quem vive no espírito aprende a governar seus impulsos, reconhecendo-se como ser imortal em processo de crescimento. Analisando esse comportamento do ser humano, Kardec nos fala sobre as leis morais no Evangelho Segundo o Espiritismo. A primeira lei que ele coloca é a lei da adoração. O que é essa lei? É a lei do de elevar o pensamento até Deus. Aí Kardec, como era muito esperto, ele perguntou aos espíritos: "Qual o objetivo da adoração?" E a resposta foi muito clara: aproximar o homem de Deus. Então, por que que nós temos que nos aproximar de Deus? Porque nós somos criaturas de Deus, feitas por Deus. Então, claro que nós temos que ter a nossa origem. Nós não gostamos do nosso pai, da nossa mãe. Nós nos orgulhamos da nossa família muitas vezes. Por quê? Porque nós temos a origem lá. Então, se nós somos filhos de Deus, nós temos que elevar o nosso pensamento a de Deus e agradecer. Nós viemos nele, não é? Então, por isso é que nós temos que ter, sim, a vida material, que é para nós irmos aprendendo, mas temos que nos voltar até Deus. Agora, quando ele sai do automatismo da vida, quer dizer, aquela vida só material, quando ele sai disso, ele aprende a ouvir a própria alma, né, e a ter a consciência da existência de Deus. Então, a prece sincera, o recolhimento interior, a gratidão pela vida são sinais de um espírito desperto. Outra lei, né, moral, é a lei do trabalho e leva à dignidade e a evolução. A lei do trabalho praticamente é a lei da natureza. Nós sabemos que todo trabalho pode ser o

sinais de um espírito desperto. Outra lei, né, moral, é a lei do trabalho e leva à dignidade e a evolução. A lei do trabalho praticamente é a lei da natureza. Nós sabemos que todo trabalho pode ser o mais simples. Ele é dignificante se for feito para o bem. Todo trabalho para o bem é dignificante, porque o trabalho honesto dignifica, educa. Nós não podemos ter horas vazias. Nós temos que estar sempre em movimento, em trabalho. E de preferência que esse trabalho não seja somente para o nosso benefício, mas também benefício do nosso próximo. O trabalho é um antídoto contra o vazio existencial. Nós ouvimos aí muitas pessoas se queixarem da sua vida de depressão, de sentimentos menos nobres. Por quê? Porque estão com esse vazio existencial. E o que é que falta? Falta o sentido de Deus. Nós nos voltarmos para Deus. E o trabalho, porque Manuel já dizia, hora vazia, cabeça vazia é mau sinal, né? Temos que colocar-nos em trabalho. Outra lei que Kardec fala é a lei da reprodução. Mas não pensem que é só a reprodução da espécie, não é? qualquer reprodução, seja filhos, obras, projetos, qualquer feito por nós é a lei da reprodução. Essas pessoas que trabalham eh como desenhistas, como arquitetos, eh são planejadores, não é? Aqueles que criam música, aqueles que criam arte, tão pais, pais e mães da sua obra. Então, a lei da reprodução que que Kardec fala, não é só a criação de filhos. E falando em criação de filhos, quem tem um filho tem muita responsabilidade. Deus coloca nas mãos dos pais a maior responsabilidade, porque os pais são responsáveis em guiar os filhos para o sentido de Deus, do da vida espiritual. Então, quem compreende a lei da reprodução compreende que gerar vidas são compromissos profundos que a pessoa está adquirindo. Quando nos tornamos pais ou mães, somos responsáveis por aquele filho. Vocês podem dizer: "Ah, mas depois sim, depois que ele ficar adulto, não é, e ele quiser seguir a vida dele, paciência, mas ele teve o nosso norte, ele teve a nossa palavra. Nós não podemos ser

filho. Vocês podem dizer: "Ah, mas depois sim, depois que ele ficar adulto, não é, e ele quiser seguir a vida dele, paciência, mas ele teve o nosso norte, ele teve a nossa palavra. Nós não podemos ser omissos perante a lei divina." Agora, quando a reprodução se afasta, né, do cuidado dessa responsabilidade, o espírito se prende a ilusão do prazer imediato. Porque quando fala em reprodução, que que a pessoa pensa, né? reprodução da espécie e já pensa no prazer imediato, não é por aí. A reprodução tem que ser alinhada com o amor e o dever. Aí sim se torna o caminho da redenção. Outra lei que Kardec fala é a lei da conservação, que nos dá equilíbrio e gratidão. Ela nos ensina que devemos preservar a vida, o corpo e os recursos da terra. Quando eu falo terra, é como planeta, tá? Não é terra, chão, né? Então, temos que evitar o desperdício, o vício, os vícios, o excesso para não haver um desequilíbrio. vocês, todos nós somos testemunhas do que tá acontecendo com as devastações do, né, da da mata até lá do Ártico também, né, das geleiras, estão se deteriorando. Por quê? Porque estão devastando e isso causa um desequilíbrio no planeta. Por isso que nós estamos tendo tantas enchentes, essas tormentas atmosféricas e vai continuar se o homem não parar. Nós temos que nos conscientizar disso. O corpo que Deus nos deu é como se fosse um templo. Nós temos que zelar por ele. É o templo da alma. E como templo, né, nós queremos eh cuidar bem dele. E não é só isso. Nós temos que cuidar da nossa alimentação, da moradia, das oportunidades que nos chegam. Ah, mas será que eu se eu plantar lá uma plantinha no meu jardinzinho ali, eu só tenho um pedacinho? Ah, eu vou plantar. Ótimo. Beleza. Plante. Cuide das plantas, cuide dos animais. São todos criações de Deus. Gente, para vou dizer uma coisa para vocês em particular. Eu choro quando eu vejo cortar uma árvore. Sinceramente, me dói o coração. Imagine com o animal ou com ser humano. Me comove. Outra lei que Kardec fala é a lei da destruição.

para vocês em particular. Eu choro quando eu vejo cortar uma árvore. Sinceramente, me dói o coração. Imagine com o animal ou com ser humano. Me comove. Outra lei que Kardec fala é a lei da destruição. Então é interessante porque nós temos que destruir para renovar. Parece um paradoxo, né? Estranho. Destruir para renovar. Como assim? É que a lei da destruição que Kardec fala é no sentido de destruir o que é ruim e colocar aquilo que é bom. Sabe aquele velho ditado? Na natureza nada se perde, tudo se transforma. Vocês lembram disso? Na natureza nada se perde, tudo se transforma. Por quê? Porque tudo é aproveitável para a renovação. Muitas pessoas se queixam. Ai, agora eu tenho que mudar de vida. Ai, agora minha casa, eu vou ter que mudar de casa. Aconteceu isso com a casa. Tudo bem. Olhe com outros olhos. Enfrente o problema, vai ser para melhor. Ah, eu perdi um filho muito triste, realmente. Mas era necessário. Esse filho precisava partir. Mas você tem que mudar a sua vida, o seu modo de pensar. Então, muitas vezes nós nos revoltamos com o que acontece na nossa vida. Nós somos muito assimquetos, nervosos. Ah, isso não pode mudar. Será? Segundo a lei de Deus, será que não pode mudar? Eu vou enxergar de outra forma para melhor. Isso vai me ajudar a me modificar. para melhor, para o meu crescimento espiritual. Então, viver no espírito novamente é aceitar que dores, as perdas, as mudanças são necessárias para o progresso moral. Então, muitas vezes Deus permite que o velho acabe, né, a destruição do velho para que o novo flores que eu acabei de explicar aí para nós, né? Exemplo disso são aquelas tormentas atmosféricas. As pessoas pedem as casas, pedem as famílias. Meu Deus, que coisa horrorosa. Sim, é horroroso. Realmente não há o que contestar, mas Deus sabe o que faz. Não será talvez para melhor? Não será que é um uma sacudidela de Deus para nós acordarmos e mudarmos de vida e procurarmos ser melhores, mais compreensivos, mais humildes, mais humanos, mais fraternos e tudo mais.

ez para melhor? Não será que é um uma sacudidela de Deus para nós acordarmos e mudarmos de vida e procurarmos ser melhores, mais compreensivos, mais humildes, mais humanos, mais fraternos e tudo mais. Outra lei que Kardec fala é a lei da sociedade. Ah, eu adoro essa lei. A lei da sociedade diz que ninguém pode viver sozinho. Falei aqui numa palestra passada que nós precisamos uns dos outros. Aí vocês podem estar pensando: "Não, eu sou autossuficiente, eu vivo sozinho, eu e a minha vida. Será? Será que você não precisa de um lixeiro que tire o seu lixo da rua para não empestar de ratos depois? Será que você não vai precisar do eletricista quando queimar, houver uma uma queima, um cuto circuito na sua casa? Será que você não vai precisar do padeiro que faz o seu pão toda manhã cedinho para você comer o seu café? Então, gente, nós não podemos viver sozinho e quando adoecemos, o que que nós precisamos? de um médico, de alguém que trate de nós. E quando somos idosos, não andamos ou não eh temos eh ideia, reconhecimento, raciocínio, nós não precisamos também de alguém que nos ampare, que nos ajude. Ninguém nesta vida sozinho. Ele pode achar que vive, mas não vive. Então, mas o que acontece? Às vezes o relacionamento é muito bom, como eu e a minha amiga aqui, é ótima, excelente, mas há outros relacionamentos que são difíceis, a gente sabe disso. Então, o que eu acho ruim no outro é um espelho para mim. Aquilo que eu vejo no outro, eu também tenho. É um fato para mim. Então, eu tenho que me olhar mais do que olhar o outro. O que nos incomoda no outro é exatamente a pedra que teremos de que remover do nosso íntimo. Outra lei é a lei do progresso, que é a marcha inevitável do espírito. Deus quando criou os espíritos, criou os ignorantes, como diz lá no no Evangelho, né, e no livro dos espíritos também, simples e ignorantes. Não é isso que Kardec falou no livro dos espíritos? Pois é, ele criou, mas deixou que nós crescêssemos, adquiríssemos conhecimentos, mas não esquecesse a parte espiritual.

ambém, simples e ignorantes. Não é isso que Kardec falou no livro dos espíritos? Pois é, ele criou, mas deixou que nós crescêssemos, adquiríssemos conhecimentos, mas não esquecesse a parte espiritual. E o que é a lei do progresso? Todo espírito tem que marchar para o progresso. Ah, mas e aquele que não faz nada e fica estagnado? Problema dele, ele vai ficar nessa reencarnação. Ele pode ficar estagnado, mas ele não vai regredir. Se ele alcançou o nível X de progresso, ele pode estagnar no X. Quando tiver outra reencarnação, ele voltará. para continuar a caminhada. Então, sempre, sempre o espírito não estagna, ele vai progredir sempre. queira ele ou não, ele vai progredir. Ele pode, repito, pode ficar parado, estagnado, mas uma hora ele vai ter um empurrão para continuar crescendo, evoluindo. Viver no espírito é assumir conscientemente essa responsabilidade evolutiva, buscando hoje ser melhor do que ontem, mesmo que não seja perfeito. Ele tem obrigação de olhar para dentro de si todo dia, fazer uma autoanálise. Eu errei nisso, eu errei naquilo, eu não fiz isso, eu deixei de fazer aquilo outro. Ou então eu fiz demais, falei demais. Critiquei demais. Vamos parar com isso. Vamos olhar para nós e dizer: "Você fez isso errado, mas amanhã eu vou tentar fazer melhor." O progresso verdadeiro, minha gente, é o moral. Por isso que eu digo, vamos fazer uma análise diariamente das nossas atitudes, dos nossos pensamentos, para que não para que o nosso espírito não fique estagnado. Vamos continuar procurando o Pai, que é a nossa verdadeira vida. Temos ainda a lei da igualdade e liberdade, que nos dá uma dignidade espiritual. Nós todos, como eu acabei de falar, buscamos a perfeição como espíritos. Por isso, nós temos que respeitar o outro na sua individualidade. É por isso que não podemos apontar o dedo para ninguém. Porque se eu aponto o dedo, fulana fez isso, eu estou vendo nela um problema meu, um defeito meu que eu eu tenho e eu vejo nela. Então, nós temos que ter buscar a perfeição.

ontar o dedo para ninguém. Porque se eu aponto o dedo, fulana fez isso, eu estou vendo nela um problema meu, um defeito meu que eu eu tenho e eu vejo nela. Então, nós temos que ter buscar a perfeição. Não olhe o defeito. Olhe a pessoa como um ser crescendo. Vão ver que vai dar certo. Vejam como uma pessoa crescendo, amando, façam o possível para tolerarem todas as pessoas. Então, viver no espírito é respeitar o outro na sua dignidade essencial, sem orgulho, sem preconceito, sem dominação. Porque muita gente fala: "Ah, mas eu sou livre para pensar, para fazer o que eu quero". Tudo bem. Só que a verdadeira liberdade não é fazer tudo que se quer, não, mas é escolher conscientemente o bem. Lembrem-se que nós somos livres para agir, mas somos responsáveis pelo que fizemos, pelas consequências. Daí, né, nós temos a lei da ação e reação, que é implacável. Implacável. A lei da reação também nos diz que nós colhemos o que nós plantamos. Então, se nós plantamos maldades, nós vamos colher o quê? Maldades. Se eu plantar o bem, se eu plantar coisas boas, eu vou receber o quê? As coisas boas. A última lei é a lei da justiça, amor e caridade. Kardec, fora da caridade não há salvação. Então esta lei resume todas as outras leis: justiça, amor e caridade. Então, viver no espírito é agir com justiça, amar sem condições, praticar a caridade todos os dias, seja nos pequenos gestos, nas palavras, nas intenções. Caridade não é apenas doar. Caridade é compreender, perdoar, acolher, respeitar. é o amor em movimento. E agora nós chegamos à nossa conclusão. Diante de tudo isso, a pergunta retorna agora mais profunda. Estamos vivos apenas no corpo ou já despertamos para a vida do espírito? A verdadeira vida não começa no túmulo que daí paraa vida espiritual, mas agora quando nós escolhemos alinhar os nossos pensamentos, sentimentos e atitudes às leis divinas, nós procuramos alinhar, nós procuramos obedecer as leis divinas. que possamos sair desta reflexão, não apenas emocionados, mas comprometidos com a própria

ntos, sentimentos e atitudes às leis divinas, nós procuramos alinhar, nós procuramos obedecer as leis divinas. que possamos sair desta reflexão, não apenas emocionados, mas comprometidos com a própria transformação, certos de que viver no espírito é o caminho mais seguro para a paz hoje e na eternidade. Que Jesus nos inspire e que possamos seguir juntos passo a passo ou vi vivos no corpo e plenamente vivos no espírito. Muito obrigada. Bom dia a todos. Uma boa semana. Graças a Deus. Então vamos aproveitar esses momentos, mentalizar a espiritualidade, agradecer a Cristina pela grande reflexão. Vocês peguem o livro dos espíritos e vocês vão ler, estudar, analisar, questionar, conversar com a beleza que é o livro dos espíritos, com todas essas leis maravilhosas que nos auxiliam muito a rever o nosso viver. Então, aproveitando agora, elevando os nossos pensamentos ao mais alto, agradecendo a espiritualidade pelo carinho, pelo acolhimento, por essa casa maravilhosa, comunhão espírita de Brasília, que sempre se encontra de portas abertas e que a paz possa estar com todos. Que assim seja. Graças a Deus. Bom, nós temos agora quem quem desejar temos o passe e lá em cima nós temos o atendimento fraterno para todos aqueles que desejarem ter uma conversa que nos acalma, que nos auxilia. Que assim seja. Graças a Deus. Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento [música] que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e

esse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música]

terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos [música] que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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