TER X SER: O GRANDE ENIGMA DA HUMANIDADE - Christina Barreto [PALESTRA ESPÍRITA]
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Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [canto] >> bom dia a todos e todas. Sejam muito bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. Que a paz possa estar com todos. Hoje já estamos no dia 23 de março. Ainda temos mais uma segunda-feira de março que estaremos juntos, né, que hoje é 23, depois teremos também no dia 30. Que bom. Temos aqui hoje a nossa querida Cristina e vamos mentalizar a espiritualidade. Eu vou fazer uma breve leitura do livro Dias Melhores, do nosso é irmão Jacó com Carlos Barteli. Narciso, não sejas o Narciso dos tempos odernos. Não te tem as palavras, né, que a gente não usa. Não [roncando] te embças com a imagem refletida no espelho da tua vaidade. Não te estasies ouvindo o timbre da própria voz. Não provoques elogio à tua performance. Não queiras te sobrepor aos demais participantes da peça que protagonizas. Não te idolatres, prostando-te os dejoelhos diante do altar em que te entronizas. Não oprimas, não percas a sua a tua identidade, não se esqueça de tuas raízes, não ignores a beleza à tua volta. Não te faças voluntariamente cego à realidade, especialmente a tua, e não te precipites ao lago profundo da ilusão, abraçado à sombra de uma miragem. Dias melhores. E o livro se chama Dias Melhores do Carlos Bartélico, irmão Jacó. Vamos então aproveitar esses momentos mentalizando a espiritualidade, agradecendo por aqui nos encontrarmos. Respirando fundo, compreendendo a importância dessa nossa viagem terrestre e lembrando que Deus acolhe, é pai e Jesus nos orienta, nos ensina nesse viver. Que assim seja. Graças a Deus. Vamos então passar a palavra a Cristina, que irá apresentar o tema e também a bibliografia. que ela optou em nos trazer como uma relíquia. É uma relíquia, né, Cristina? [risadas] >> Bom dia, meus irmãos. Sejam bem-vindos mais uma vez à Casa Espírita, comunhão espírita. E hoje o nosso tema é muito interessante. Eu trouxe uma reflexão para vocês. É a eterna, o eterno conflito entre o ter e o ser. Gostei muito desse tema. Espero
vez à Casa Espírita, comunhão espírita. E hoje o nosso tema é muito interessante. Eu trouxe uma reflexão para vocês. É a eterna, o eterno conflito entre o ter e o ser. Gostei muito desse tema. Espero eh transmiti-lo para vocês de uma maneira clara, de uma maneira bem simples. Então, vamos lá. Nós estamos vivendo numa época em que nós damos muita importância ao ter, não é? ter bens, ter conquistas, ter sucesso, ter reconhecimento, eh ter cargos, ter seguidores. Então, nós nos preocupamos com o ter coisas materiais, não é? Desde cedo, nós somos estimulados a medir o nosso valor por por por aquelas coisas que nós possuímos, como por exemplo, muitos gostam de ter boas roupas ou carro da moda ou ter um cargo de sucesso, né, de elevado. Tudo isso para mostrar estátua, não é? No entanto, raramente nós somos convidados a refletir do que somos. O espiritismo, como doutrina esclarecedora e consoladora nos convida a inverter essa lógica. Ele não nos recorda que nós não somos corpos que possuem um espírito, mas somos espíritos imortais que temporariamente usamos um corpo. Aprendemos que a vida corporal é passageira, enquanto a vida espiritual é eterna. Diante disso, surge uma pergunta inevitável e profundamente educativa. Vou fazê-la para vocês e vocês vão pensar: estamos vivendo para ter ou estamos aprendendo a ser? Pensem bem, reflitam. Estamos vivendo para ter ou estamos aprendendo a ser? Não há erro nenhum em nós trabalharmos, conquistarmos, prosperarmos, melhorar as condições de vida. Tudo bem, está tudo certo mesmo, porque a lei do trabalho, que está lá no livro dos espíritos, ensina que o progresso material é necessário para o ser humano, né? O problema surge quando o ter se transforma em objetivo final da existência, quando o ter é o nosso objetivo na nossa vida terrena, né? Quando o ser se define por aquilo que ele possui, ele confunde o valor com o preço, o sucesso com ostentação e a felicidade com acúmulo. Já viram pessoas que gostam de ter várias coisas para si ou em casa? Precisa acumular coisas. Eu
que ele possui, ele confunde o valor com o preço, o sucesso com ostentação e a felicidade com acúmulo. Já viram pessoas que gostam de ter várias coisas para si ou em casa? Precisa acumular coisas. Eu conheço muitas pessoas assim, gostam de ter muita coisa, já tem aquilo, já não há necessidade, tão comprando tão tão Então isto não é felicidade, é uma felicidade assim, eh, passageira, muito rápida, né? No momento em que ela faz a compra, ela está feliz, depois acaba, porque é matéria, não é algo eh sólido, construído, não é? Não é? Então Jesus foi claro quando ele afirmou: "A vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele tem." Jesus já nos alertou para isso. O apego, né, excessivo que as pessoas têm com a matéria gera ansiedade, gera medo da perda, gera eh comparação constante ao outro tem. Eu preciso também ter, não é assim? Ah, você vê uma coisa que você tá querendo no outro, ah, por que que fulano tem e eu não tenho? Então, muito cuidado, né? E ainda dá um vazio interior, porque a pessoa não consegue aquela coisa material que ela quer e fica querendo, então se sente infeliz. Percebem? Então, é uma constante eh gera uma constante ansiedade, porque ele precisa ter também, ele precisa conseguir aquilo também, né? Então isso não é felicidade. No capítulo Desapego dos bens terrenos, Kardec nos lembra que o verdadeiro mal não está na posse. Então não é errado nós possuirmos. O errado é o egoísmo. O erro está no egoísmo que nós temos e no esquecimento das nossas necessidades espirituais. Nós temos que preocupar muito mais com o nosso crescimento espiritual do que conseguir coisas. Não, eu preciso ter um carro do ano, eu preciso ter uma roupa moderna, eu preciso ter isso, aquilo, aquilo. Então isso gera ansiedade, tristeza, inconformismo e muitas coisas. Por que as pessoas hoje têm depressão, estão apressadas, querem, querem, querem, querem e não pensam em si mesma, na sua parte espiritual, no seu crescimento espiritual, e nem pensa no outro. Émo, não é uma sociedade
as hoje têm depressão, estão apressadas, querem, querem, querem, querem e não pensam em si mesma, na sua parte espiritual, no seu crescimento espiritual, e nem pensa no outro. Émo, não é uma sociedade desigual. Então aqui cabe uma reflexão silenciosa. Eu vou perguntar para vocês. Se hoje nos fosse retirado tudo o que temos, quem ainda seríamos? Pensem, se hoje fosse retirado tudo que temos de matéria, né? Quem nós seríamos? Então vocês estão vendo o jogo do ter e ser. Nós queremos ter, mas nós não estamos preocupados com o ser, que é muito mais importante. O ser compra, não se erga e não se improvisa. O ser se constrói lentamente durante todos esses anos através das escolhas diárias que ele faz. muitas vezes invisíveis aos olhos. Quando eu digo escolhas diárias, eu me refiro ao seu ao nosso procedimento, às nossas atitudes em relação ao próximo e a nós mesmos. Então, nós precisamos deixar de ser egoístas. Eu tenho que ter, eu preciso comprar aquilo, eu preciso comprar aquilo. Não, não é assim. Nós temos que pensar em ser melhores, nos modificarmos, modificar os nossos erros, os nossos vícios que nós trazemos muitas vezes de outras vidas ou até adquirimos nesta vida mesmo, né? Então, eh, muitas vezes nós fazemos coisas boas, mas que podem ser invisíveis aos olhos de outra pessoa. Por exemplo, ser honesto quando ninguém observa. É, eu toquei num ponto difícil, né? Ser honesto quando ninguém observa. Gente, isso até, por exemplo, no trânsito, quando nós estamos dirigindo, ah, eu vou por aqui, é contramão mesmo, mas eu vou. Ninguém tá vendo. Quantas vezes nós fizemos esse tipo de coisa? Não digo só no trânsito, outras coisinhas mínimas da vida. Ah, ninguém tá vendo, eu vou fazer. Não é assim. Outra coisa, ser paciente diante da provação. Quem aqui não tem dor? Quem aqui não sofreu? Quem não teve uma doença? Quem não teve um problema? Todos nós. Não é? O importante é nós sermos pacientes diante da provação. Eu tenho uma amiga que está aqui que sempre diz: "Paciência com a vida". Ela está certíssima.
ença? Quem não teve um problema? Todos nós. Não é? O importante é nós sermos pacientes diante da provação. Eu tenho uma amiga que está aqui que sempre diz: "Paciência com a vida". Ela está certíssima. Nós temos que ter paciência com a vida, com tudo que nos acontece nesta vida. O espiritismo nos ensina que estamos em constante processo de aperfeiçoamento. É por isso que nós sofremos, porque nós estamos em processo de aperfeiçoamento. Nós erramos, nós caímos, nós recomeçamos. A lei do progresso que Kardec fala, né, nos mostra que cada experiência, inclusive a dor, é ferramenta evolutiva para o espírito. Então, toda a provação é uma ferramenta. Eu tinha um colega aqui que nos dizia, o Paulo Sérgio, que dizia sempre: "A dor é alavanca". Eu nunca achei uma expressão melhor ainda para dizer. Então, a dor é alavanca, porque ela nos levanta, ela nos tira da inércia, né, daquela ideia de que eu sofro muito, ninguém sofre tanto quanto eu. Vamos acabar com isso. Todo mundo sofre, todo mundo tem provação. Então, vamos ter paciência, vamos ter esperança num dia melhor. Não [limpando a garganta] há não há um dia atrás do outro que não mude, né? sempre muda. Então, a dor é uma alavanca para o nosso progresso espiritual. E eu estava lendo um livro outro dia que ele diz o seguinte: Abaixo de Deus, somente a dor tem a força para modificar a criatura. Olha que frase, gente. Somente a dor tem a força para levantar a criatura. Porque é na dor que nós acordamos, que nós prestamos atenção naquilo que nós estamos passando e o que estamos fazendo, como eu tô pensando, como eu estou agindo diante da dor, diante da provação. É só ela. Então, acima dela, só Deus para nos modificar, nos acordar, né? Então, o que define, voltando ao assunto, o que define a nossa a nossa evolução não é o que possuímos, mas sim aquilo que nós somos. o quanto nós conseguimos amar, o quanto nós já perdoamos, o quanto já dominamos nossas más inclinações. Isso sim é importante, olhar para dentro de nós e fazer uma análise do que que
lo que nós somos. o quanto nós conseguimos amar, o quanto nós já perdoamos, o quanto já dominamos nossas más inclinações. Isso sim é importante, olhar para dentro de nós e fazer uma análise do que que nós somos, o que que nós queremos, o que nós pensamos, o que nós fazemos a nós e ao outro. Isso é muito importante. Jesus quando passou aqui pela terra não perguntou quanto tínhamos de posses, mas sim quanto amávamos. Jesus fez tudo em prol da humanidade sem perguntar quanto você tem, o que você tem de bens. Ele nunca perguntou isso. Pelo contrário, né? Ele não elogiou os poderosos, mas ele elevou os mansos, os simples. Ele não exaltou os ricos, mas ele considerou os misericordiosos, os pobres. Portanto, ser é aprender a viver o evangelho no seu cotidiano simples. Vamos viver aquilo que o evangelho nos ensina. Simples assim. Mas o ter pode estar a serviço do ser. O caminho espírita não nega o mundo. Vejam bem, ele não é contra nós estarmos no mundo, trabalharmos em prol do nosso progresso material, lógico, né? Mas o o espiritismo proíbe o uso, né? Ele ele fala sobre o uso consciente dos bens materiais. Esse que é importante. Não é tanto o sentido de posse, é saber usar. É outra coisa. Saber dividir. Nós temos que ter para poder dividir, não é verdade? Se nós também não tivermos, como é que nós vamos dividir? Então, é normal que nós, seres humanos, eh, trabalhemos, conquistemos as nossas coisas, mas tudo na normalidade. Quando começa a vir o excesso, aí sim, aí é prejudicial. Então, nós temos que pensar bem quando nós tivermos aqueles ímpetos de comprar, de conseguir, de ter. Vejamos bem, realmente eu preciso disso, realmente eu não estou querendo demais, não estou exagerando? Será que realmente isso aqui vai ser útil para mim ou eu posso dispensar? E será que eu vou me sentir mais poderosa do que os outros? Porque eu tenho isso? Isso é perigoso, viu, gente? Vamos pensar bem, porque nós não podemos ficar escravos da coisa material. Nós temos que sempre pensar acima de
entir mais poderosa do que os outros? Porque eu tenho isso? Isso é perigoso, viu, gente? Vamos pensar bem, porque nós não podemos ficar escravos da coisa material. Nós temos que sempre pensar acima de tudo, na nossa eh evolução espiritual. Então, eh nós vamos colocar o ter a serviço do ter, isso sim. Por exemplo, ter recursos para auxiliar quem precisa, né? quem sofre. Ter conhecimento para esclarecer sem humilhar a pessoa. Terfluência para promover o bem. ter tempo para ouvir, acolher e compreender. Essa é uma postura humana e espírita para com o próximo. Então, se nós temos recursos, vamos dividir, vamos repartir com o nosso próximo. Se eu tenho um tempinho, eu posso ouvir alguém que esteja precisando de alguma palavra, de um sorriso, de um abraço, de um conselho. No mundo em que nós estamos, quem não precisa de um abraço carinhoso, de um colinho, um colinho de uma amiga, um colinho de um amigo, de um parente, não importa, né? O importante é nós termos tempo para o outro. Isso é muito mais importante do que nós termos, termos coisas materiais, né? Então, quando o ter se transforma em amor, em instrumento de amor, ele deixa de ser obstáculo e passa a ser uma bênção. Vejam, né? Então aquilo que eu tenho, eu posso pôr disponível para outra pessoa que pode fazer melhor uso do que eu. Eu tenho duas televisões, eu dou uma para quem precisa. Eu tenho duas geladeiras, eu dou uma para quem precisa. Eu preciso ter tanto assim, não é, gente? É hora de nós pensarmos no nosso crescimento espiritual, fazendo o bem a outra pessoa, aquele que precisa mais. Então, a lei de justiça, amor e caridade nos recorda que o bem praticado é patrimônio eterno do espírito. Nada se perde quando usamos o que temos para aliviar as dores do outro. Olha que recado. Prestem atenção. Quando nós temos algo que nós colocamos à disposição daquele que precisa, nós estamos ganhando um bem imenso do outro lado, na nossa conta espiritual. E não se perde. Tudo é anotado na espiritualidade, não é? Não é, Nete? Tudo é anotado,
os à disposição daquele que precisa, nós estamos ganhando um bem imenso do outro lado, na nossa conta espiritual. E não se perde. Tudo é anotado na espiritualidade, não é? Não é, Nete? Tudo é anotado, tudo. Nada fica, ah, esqueci. Não, não há esquecimento. Na espiritualidade não há esquecimento. Tudo o que nós fizermos de bom, de melhor para o nosso próximo, a nossa conta lá em cima tá aumentando, né? Mas também não podemos pensar só egoísticamente, né? Nós temos que fazer e esquecer. Esqueçam o que fizeram de bom. Bom, então, lembrando que o apego à matéria aprisiona a pessoa, né? Ao passo que a partilha, a distribuição liberta, não nos prende ao à matéria. Então, ao final da existência corporal, nada do que nós tivemos nos acompanhará. Lógico, como diz o outro, caixão não tem gaveta, né? Então, os bens ficam, os cargos cessam e os aplausos se calam, mas o ser permanece. Então, quando nós passarmos para outra vida, tudo o que temos matéria ficará. Até mesmo nossos filhos, nossos amigos, nossos pais, todos ficarão para trás. Então, não podemos ter apego. Podemos ter amor, mas não apego. Nossos filhos são empréstimos que Deus nos dá. Empréstimos não são nossos. temporariamente estão conosco, mas futuramente não estarão mais. Então, por isso, a vida nos convoca diariamente a uma reflexão silenciosa e profunda. Queremos apenas ter coisas ou desejamos ser melhores? Eu vou repetir a pergunta. Queremos apenas ter coisas, possuir coisas ou queremos ser melhores? Então, nós temos que refletir nisso todos os dias. Todos os dias. Por quê? Porque é a nossa vida futura que está em jogo. Não se preocupem tanto com a matéria, se preocupem com a parte espiritual, que é muito mais importante. que saibamos usar o mundo sem nos perder nele. Podemos usar tudo que o mundo nos oferece, sim, tecnologia, medicina, tudo, tudo está aí. O progresso está aí. Kardec já falava na lei do progresso, então é necessária a lei do progresso. Temos que ter uma vida estável, né, razoável. Mas o importante, o mais importante de
do, tudo está aí. O progresso está aí. Kardec já falava na lei do progresso, então é necessária a lei do progresso. Temos que ter uma vida estável, né, razoável. Mas o importante, o mais importante de tudo é o quê? A nossa vida espiritual. Como agimos, como pensamos, como fazemos. Isso sim. que tenhamos o necessário sem escravizar o coração. Que acima de tudo sejamos espírito em aprendizado a caminho da luz. Hoje um pouco melhores do que ontem. Eu vou deixar para vocês um pensamento aqui para encerrar. Entre ser e ter. Prefira ser, porque a essência tem valor, as coisas têm preço. Então, não se pode medir uma pessoa pelo cargo que ela tem, pela roupa que ela usa, pelo pelo carro que ela tem. Não se mede as pessoas por isso. Isso é, isso é preço. Nós temos que medir a pessoa pela essência da pessoa. Então, todo mundo pode ter, todo mundo pode ter, mas ninguém pode ser o que você é. Então, pensem nisso, meus amigos. Vamos eh refletir nessa batalha entre ter e ser. O progresso é necessário. Nós temos que viver num mundo cada vez melhor na parte física, material. Sim, tudo bem. Só não podemos ser apegados, não podemos ser eh a maior preocupação nossa tem que ser a evolução espiritual e não possuir objetos, coisas, cargos, etc. Que a paz de Jesus fique em nosso coração, que pensemos sempre nisso, façamos uma reflexão profunda sobre esses dois verbos, ser e ter. Muito obrigada. Uma um bom dia a vocês todos. Interessante essa reflexão que fizemos juntos, porque o tema que nós abrimos aleatoriamente foi sobre Narciso. Vocês lembram a história de Narciso? Aquele que só pensava nele, ia pro lago e ficava se olhando lá no lago para ver a reflexão. E foi a nossa leitura inicial, foi na Asciso. Então, vamos lembrar como é importante esse ser e ter, né? Como é importante compreendermos que o valor que nós temos é porque como eu sou um espírito que continuarei a minha jornada numa encarnação, noutra encarnação, noutra encarnação e vou tirando cada vez um pouquinho dessas escamas que temos de mágoas, de dores,
é porque como eu sou um espírito que continuarei a minha jornada numa encarnação, noutra encarnação, noutra encarnação e vou tirando cada vez um pouquinho dessas escamas que temos de mágoas, de dores, né? Então, precisamos sim trabalhar em nós essa realidade, o seritê. Gostei muito dessa reflexão. Então vamos aproveitar esses momentos, agradecer a Cristina, agradecer a comunhão espírita por nos oferecer esse espaço físico que nos oferece a reflexão do ser. E vamos lembrar do nosso mestre Jesus nos orientando e nos deixando uma mensagem belíssima. Meu Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino e seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós tentamos, Senhor, perdoar aqueles que nos têm ofendido. Não nos deixe cair em novas e difíceis tentações. Livra-nos, Senhor, de todo mal. O mal, Senhor dos excessos, o mal Senhor das vaidades que não nos levam a nada. E assim, mestre querido, nos ajoelhamos perante a sua imagem para que possamos compreender melhor esse evangelho maravilhoso que nos ofereceu e nos oferece a cada momento mensagens de tranquilidade, de harmonia, de compreensão. Vamos ficar em paz internamente, lembrando que temos o passe aqui, ali em cima. o passe e também temos o passe virtual para aqueles que não podem se deslocar, né? E lá em cima, lá em cima, onde tem a livraria, nós temos o atendimento fraterno, aquele atendimento que nos dá a oportunidade de conversarmos, trocarmos experiências. Então, vão em paz, que a paz esteja com todos. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe [música] tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o [música] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor.
, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o [música] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que [música] me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a [música] força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e [música] a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe.
nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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