Viverás para Sempre | Alberto Almeida
📍 72ª Semana Espírita de Vitória da Conquista – Tema central: Justiça Divina Conferência de Encerramento com Alberto Almeida (PA). 📅 29/08 a 07/09/2025 📍 Centro de Convenções Divaldo Franco – Vitória da Conquista, Bahia #SemanaEspírita #JustiçaDivina #Espiritismo #RodaDeConversa #Perdão #Reparação #JorgeGodinho #GeraldoCampetti #PauloDeTarso #WesleyCaldeira #TVMansãoDoCaminho #VitóriaDaConquista #DoutrinaEspírita
Queridos amigos que compõem a mesa, caros internautas conectado pela rede mundial de computadores e amigos que compartilham dessa jornada aqui presente na alegria de podermos fazer valer o ideal que nos abrasa e nos abraça a todos. Raquel vive foi a expressão cunhada em letras de forma e uma página inteira do jornal Estado do Pará. eram as pesquisas feitas na década de 20 do século passado por Nogueira de Faria junto com outros que associados estavam fazendo o mergulho na vida além da vida, valendo-se de uma notável médium, Ana Prado, que entrava em transe e suscitava fenômenos de raro conhecimento ao longo do processo histórico. aquela época, no entanto, ela sincronizava com inúmeras outras pessoas que pesquisavam e cujas médios em diferentes países exerciam o compromisso de deixar a marca da imortalidade da alma e da comunicabilidade dos espíritos à luz da pesquisa científica. Era a Alexandra Kakoff, Ernesto Botsano, William Cruz, Gabriel Delane e tantos outros que, debruçando-se sobre sensitivos, vasculhavam a vida além do corpo e ensejavam fora do país, em diversos recantos do mundo, a compreensão de que a vida é um fenômeno eternal e não terrenal. em Belém do Pará, numa dobradinha com parentins, hoje fazendo parte do estado do Amazonas, essa notável médium Ana Prado, ensejava os fenômenos mais intrigantes e autênticos que se podia entrever na catalogação da imortalidade da alma. fenômenos esses que iam desde os sinais da tiptologia até as materializações completas de espírito que materializado fazia cirurgias, eram intervenções curiosas, mas ao mesmo tempo estupendas. E foi nessa vertente de ocorrências, nesses estudos que se estabeleciam aquela época, que Frederico Figner, ao lado da esposa Ester, foram a Belém na busca do consolo, considerando os efeitos fenomenológicos produzidos pela médium Anaprado. E ao chegarem, tiveram a tristeza de não encontrá-la. Ela estava em Parentins, mas e sabendo da presença do casal com as suas filhas, deuse pressa em vir e esses sete dias de
dos pela médium Anaprado. E ao chegarem, tiveram a tristeza de não encontrá-la. Ela estava em Parentins, mas e sabendo da presença do casal com as suas filhas, deuse pressa em vir e esses sete dias de viagem cansada, no dia que chegou já encejou um transctizando que haveria de suceder-se fenômenos autênticos e na direção que pudesse consolar notadamente Ester, a mãe. que estava profundamente abatida com a morte da filha há quase um ano. A filha tinha um pouco mais de 20 anos quando desencarnou. E as sessões, depois do repouso que a médium se permitiu ter no dia posterior, as sessões se iniciaram. Elas foram tão extraordinárias, tão vívidas, que era impossível não se emocionar. o transquela médium que ficava sob uma grade perfeitamente arrolhada no solo fechada, para que pudesse se descartar a hipótese da fraude. E ela, na obscuridade ensejava a ectoplasmia, ensejando que também os espíritos pudessem ali se corporificar. João, o seu benfeitor e tio que fora materno nessa existência, era quem coordenava os trabalhos. Emergia da escuridão que logo cedia a luminescência que o espírito projetava. E ali os fenômenos se deram diante de Estter e de Frederico, quando a notável Ester, a jovem Esté, surgiu no ambiente, a autenticidade do fenômeno não poderia ser de modo algum questionada. Não só a estrutura física materializada, mas os vestidos, o cabelo, a unha que se mostrava com as mesmas características que teve antes da desencarnação. E o jeito agradável com que ela surgiu, chamando a atenção da mãe para que não usasse o preto em razão do luto e de que ela estava feliz. Assim, as materializações foram se concretizando ao longo de algumas poucas sessões, mas que proporcionaram um tempo extraordinário de convivência, a tal ponto de Frederico dizer de que parece que Ester e ele com as filhas não tinham perdido a filha na convivência através da morte. Tal foi o entretimento das relações de convivência. Ela surgia, falava, tocava, abraçava, beijava, estabelecendo o estalhido no
om as filhas não tinham perdido a filha na convivência através da morte. Tal foi o entretimento das relações de convivência. Ela surgia, falava, tocava, abraçava, beijava, estabelecendo o estalhido no ouvido, hora da mãe, hora do pai, que todos ouviam. E ali há uma semiaobcuridade, como se dá num cinema aonde escuridão é, de modo que você pode entrever as pessoas, não nitidamente, mas o suficiente. Ester se mostrava de tal modo pujante que o pai, a mãe se projetavam de joelhos em pranto copioso diante da realidade da vida que desconhece a morte. Foi assim que se colocou uma cadeira para permitir então o exercício de algumas das movimentações que ficaram mais firmadas no coração daquele casal pai que perder a filha enquanto convivência física. Ela veio, pediu-se para que a mãe sentasse na cadeira, abraçou a mãe por trás e colocou uma rosa no vestido da mãe. Beijou-lhe o rosto, entregou as suas mãos para que pudessem ser acarciadas. E o diálogo foi fluindo normalmente. Em seguida, ela pedia para que agora fosse o pai sentado à cadeira de costas para médio em transe, que estava na obscuridade completa. O pai, ao assentar-se recebeu o mesmo abraço da filha e ali, tomando um grão que se mostrava disponível para poder mostrar a sua experiência de vida. ali as flores que se mostravam oferecidas a ela. Ela pegou a Angélica, cujos assistentes lhe ofereceram e cuja o processo de transporte era feito também de fora para dentro, trazendo as flores de fora. Ela pegou aquela angélica que se lhe tinha oferecido e foi e enfiou no paletó do pai e fez uma força que todos podiam perceber, porque a casa onde ela deveria enfiar aquele ramo que contemplava as flores angélicas de Angélica, não conseguia ser rompido facilmente até que ela consegue e deixava a marca daquilo que ficaria para depois da reunião. ser analisada. Era de tal modo a convivência que ela surgia e desaparecia para atender o pedido da mãe, por exemplo, que soltasse os cabelos, porque ela se apresentou com os cabelos presos.
a reunião. ser analisada. Era de tal modo a convivência que ela surgia e desaparecia para atender o pedido da mãe, por exemplo, que soltasse os cabelos, porque ela se apresentou com os cabelos presos. Ela vai à cabine onde estava médium e quando sai, sai com os cabelos esvoaçantes para na movimentação mostrar a sua mãe, atendendo-lhe arrogativa de que ela agora era ela, a preciosa Estter que tinha ido. E assim o fenômeno foi tão extraordinário, foi tão grandioso, que a mãe anotava todo o fenômeno depois de ter acontecido para não guardar nada à memória. E haveria de dizer que aqueles dias foram os dias mais felizes da sua vida, porque veio ao encontro da dor, da perda, a consolação da imortalidade da filha. A vida que, portanto, vencia a morte. e Frederico Figner, acompanhado das pessoas mais importantes ali naquela época na cidade da elite cultural, que compunha o grupo que fazia a pesquisa, haveria de fazer esse testemunho público, jornalístico, cuja introdução em letras garrafais é Estter vive. E ele chega a afirmar que chegou a passar duas horas convivendo com a filha. E a impressão de que a filha efetivamente não tinha se ido era de tal monta, era tão real que era impossível desdizer. Eram as pesquisas que se alastravam no mundo falando de que a vida não se circunscreve ao berço túmulo. na ciência vinda ao encontro daquilo que ficou testemunhado no campo da religiosidade quando Jesus ressurge do túmulo e que muitos atribuíam a várias motivações numa tentativa de negar de que Jesus havia ressurgido. Agora era a ciência, ainda que não fosse globalmente, pesquisadores eméritos, comprometidos com a verdade, trazendo o conteúdo das suas pesquisas. E o mundo ali sintônico e sincronicamente com a doutrina espírita, haveria de poder ensejar o nascimento do consolador prometido. Essas pesquisas confirmavam aquilo que Allan Kardec afirmava de que as aparições era de tal modo concretas, que se tornavam mesmo tangíveis. e chegou a afirmar de uma forma insofismável de que eis os fatos, o argumento sem
mavam aquilo que Allan Kardec afirmava de que as aparições era de tal modo concretas, que se tornavam mesmo tangíveis. e chegou a afirmar de uma forma insofismável de que eis os fatos, o argumento sem réplica, aonde repousa o juízo da nossa análise, da nossa pesquisa, da nossa verificação, era os fatos que ensejavam o nascimento da filosofia espírita necessariamente imortalista e que desaguaria Na experiência de poder nos suscitar uma vivência de natureza comportamental e cotidiana melhora cada dia em razão do sentido de vida a que o espiritismo deveria nos ensejar compreender, dando um novo significado para a existência. Era justo o momento em que as ciências caminhavam guindadas no materialismo para afirmarem, seja na sociologia com Marx, fazendo uma leitura da realidade puramente materialista, seja Darwin fazendo a biologia da biologia evolutiva, uma análise do surgimento das espécies uma da outra, mas dentro de uma perspectiva inteiramente material. O de Sigmund Freud, analisando o psiquismo quando ensejaria afirmar igualmente de que o ser humano era vitimado também pela religião e os seus processos histéricos estavam em razão da castração daquilo que era alibido, mas a sua análise do inconsciente que ele trouxe para o mundo estava igual mesmo que conseguia avançar no mecanicismo, No ateísmo era como que a ciência confirmando de que a Bíblia era uma fantasia quando tentava afirmar dentro dos seus textos a existência de Deus e aquilo que estava posto lá no notável na notável poesia acerca de Adão, de Eva, agora a ciência podia ridicularizar não só a Bíblia, mas a religião que dogmática cedia. E aquele conteúdo de ciência era material suficiente para afirmar cientificamente de que o materialismo, ao lado do ateísmo, comungavam da realidade de uma verdade completa. Allan Kardec tem a oportunidade de dizer de que efetivamente o materialismo ensejava fazer uma análise e suscitava as pessoas à morte pelo suicídio, por exemplo, porque não lhes acenava com a vida após a morte e de que ele era
idade de dizer de que efetivamente o materialismo ensejava fazer uma análise e suscitava as pessoas à morte pelo suicídio, por exemplo, porque não lhes acenava com a vida após a morte e de que ele era coerente consigo mesmo, o materialismo, mas não era coerente com a verdade. E foi nesse período de tempo, estudando os fatos que se espalhavam em todo o mundo, que Allan Kardec nos traz essa doutrina portentosa, assentada no fato, argumento sem réplica, que serviria de juízo para que ele pudesse construir, analisar do lado de cá aquilo que os as estrelas cadentes vieram nos oferecer, uma doutrina que traria havia três dimensões espetaculares artisticamente compostas de ciência, filosofia e de religiosidade, de espiritualidade. uma religiosidade dinâmica, natural, psíquica, que agora ensejava retrazer Jesus ao seu tempo de existência, ao seu momento circunstancial, fazendo com que, ao lado da queda da religiosidade, o espiritismo seria a teria a ousadia de falar de Deus na inicialização do seu conteúdo apresentado. era apresentado de uma forma filosófica, mas estava assentado em cima do fato das pesquisas que Allan Kardec e outros tantos pesquisadores documentaram de que a vida estava além da matéria e de que o ateísmo, naturalmente era uma experiência de compreensão filosófica que deveria ceder ao teísmo sob uma nova ótica agora apresentada pelo Espiritismo. resgatando a figura de Jesus. Esse olhar, essa análise daria-nos a oportunidade para compreender de que a vida é uma palavra que não tem antítese. A antítese de morte é renascimento. Vida é uma palavra contínua que fala da realidade do espírito que hora está no corpo, hora está fora do corpo, transcendendo o corpo. e de que, portanto, berç e túmulo seriam apenas experiências que conectaria o espírito com a realidade física corpórea, mas que não o apartariam da realidade espiritual, mesmo quando estavam no corpo. Assim, os médiuns experimentando e documentando por fatos essa realidade de que a vida é sempre imanente e
ca corpórea, mas que não o apartariam da realidade espiritual, mesmo quando estavam no corpo. Assim, os médiuns experimentando e documentando por fatos essa realidade de que a vida é sempre imanente e transcendente. Foi nessa perspectiva que Allan Kardec fez do céu inferno, a compilação do seu estudo de campo. Porque o céu inferno é uma pesquisa que Allan Kardec faz como alguém destituído de qualquer preconceito e alinhado com uma cultura que ele podia já reunir ao longo de 50 anos, ensejaria a fazer essa pesquisa de campo, deixando no céu o inferno, essa análise acerca da multiplicação da realidade do ser nos múltiplos universos, nas múltiplas moradas a que Jesus fez menção. Nesse viés que o espiritismo venha ao nosso encontro, não para ser mais uma ciência de estudo psíquico, uma metapsíquica, não mais tão somente para ser uma filosofia espiritualista que nos fizesse estabelecer na análise dela um deleite intelectivo, mas e sobretudo para poder montar esse edifício que se pode entrever na relação da ciência, da filosofia e com a religião, do qual esse bloco monolítico nós não podemos separar uma parte da outra e de que a religiosidade para o espiritismo seria documentada pela atitude, pelo uma ética que Jesus nos ofereceu. E não seria outra a moral que o Espiritismo deveria nos apresentar, mas ela o faria, guindada pel uma filosofia que nos estabeleceria um propósito existencial e pela uma ciência cujos fatos confirmam de que a análise teórica é documentada, confirmada, carimbada pela realidade dos fatos. O céu inferno essa grande contribuição kardequiana para ir ao nosso coração a fim de afirmar a possibilidade de vivermos melhor. O objetivo do Espiritismo é o nosso processo de cristianização, não dentro de uma expressão de um templo circuncista circunscrita a ele numa vivência de um culto externo, mas sim o cultivo interno de uma doutrina, levando-nos à transcendência através da compreensão do cérebro, das experiências da emoção. do sentimento e sobretudo através da
ivência de um culto externo, mas sim o cultivo interno de uma doutrina, levando-nos à transcendência através da compreensão do cérebro, das experiências da emoção. do sentimento e sobretudo através da atitude, concretizando assim de que a vida é um fenômeno perene e de que nós somos chamados a vivê-la no aqui, no agora, na sua máxima possibilidade de aproveitamento. E assim todos os fenômenos que se nos acontecem pode ser visto à luz do Espiritismo de um lugar diferenciado. Porque essa visão holística, sistêmica do Ocidente é a Allan Kardec quem se atribui essa característica cultural de apresentar uma antropologia integral do ser, muito pertinente, coerente no Oriente, mas no Ocidente fragmentada porque ciência, filosofia e religião se apartaram, sofrendo naturalmente fraturas. É Allan Kardec quem que faz essa reconexão, mas sem nenhuma arrogância de anular as ciências, as filosofias e as religiões. Ao contrário, ele faz como um fio que conecta as pedras de um colar, ele faz a junção desses conhecimentos e a habilidade que o Espiritismo tem como potência de doutrina é ser capaz de ser uma interlocutora dos diversos campos do conhecimento, espraiando-se no campo da ciência, nos diversos setores, num profundo respeito às ciências, às filosofias, as psicologias, as religiões, mas trazendo dentro de si a inteza, a integridade de poder fazer um diálogo capaz de aumentar a possibilidade do crescimento da humanidade no campo da cultura, da evolução do processo iluminativo. Assim, estar no espiritismo é mais do que uma honra, é uma responsabilidade. É poder fazer da nossa vida uma vida melhor, porque sabemos que viver é um fenômeno perene. Não temos como analisar no aqui, no agora, de que a vida pode perecer ali mais adiante ou logo mais, de que o ser humano após a morte acabou. Essa compreensão faz-nos do Espiritismo vivermos uma realidade da dimensão espiritual que habita a dimensão corpórea. E não ao contrário, porque habitualmente temos observado, as religiões às vezes
u. Essa compreensão faz-nos do Espiritismo vivermos uma realidade da dimensão espiritual que habita a dimensão corpórea. E não ao contrário, porque habitualmente temos observado, as religiões às vezes se movem para atender o homem, fazendo valer o aspecto espiritual, mas como meio para atingir um fim, que é um fim material. Ou seja, é uma espiritualidade materializada, materialista. É uma espiritualidade meio, não é o fim. Para nós espíritas, estar Alberto é uma circunstância de uma personalidade. Mas eu, espírito, estando Alberto, prosseguirei, porque já habitei outros corpos e habitarei novos corpos. Então eu não posso ter uma vida visando apenas o Alberto, como se fosse por simplesmente o fim. O Alberto é meio enquanto personalidade, enquanto expressão, para permitir que eu, espírito, me valendo dessa circunstância de personalidade, desse corpo, eu possa fazer o melhor aproveitamento nesse ciclo corpóreo em que eu me encontro. Então, Deus para mim, para o Espiritismo, é o fim. As coisas materiais são meio para o desenvolvimento da nossa dimensão espiritual. E não ao contrário, como habitualmente nós observamos as pessoas, mesmo dentro do movimento espírita, a fazerem essa análise, as avessas, colocando a espiritualidade como um meio para poderem vencer materialmente. O objetivo dela é material. e não espiritual. A espiritualidade, a religiosidade, o culto nas diversas religiões às vezes está a serviço de uma promoção física, material, o que faz com que as religiões fracassem desastradamente quando assim se posicionam, porque não conseguem colocar as coisas nos seus devidos lugares. Elas não são religiões a serviço de Deus. Elas são religiões que colocam Deus a serviço dos homens para viver uma humanidade limitada, para viver uma materialidade finita. Eu vivia essa experiência em casa com uma companheira que nos ajudava na atividade doméstica. Ela chamava-se Rosa. E a Rosa me disse que estava doava para a igreja em que ela frequentava, participava 50% do que ela ganhava. Eu disse: "Mas Rosa,
mpanheira que nos ajudava na atividade doméstica. Ela chamava-se Rosa. E a Rosa me disse que estava doava para a igreja em que ela frequentava, participava 50% do que ela ganhava. Eu disse: "Mas Rosa, como é isso? E eu comecei a conversar com a Rosa para entender o que estava acontecendo. Ela disse: "Não, eu dou 50%. Mas o a igreja, o que é que ela faz por você e pelas suas filhas?" Ela tinha filhas gêmeas, duas adolescentes gêmeas. Ela disse assim: "Não, ela presta algum serviço?" Não, não prestava nenhum serviço. "Faz algum tipo de assistência?" Não fazia nenhum tipo de assistência, não fazia nada. Eu digo, "Mas Rosa, então por que tu dás 50% para tua para essa igreja que você tá frequentando?" Al, não é porque eles dizem lá que vai vir o dobro. Então a Rosa não tava dando, ela tava investindo, era uma investidora. E eu disse: "Mas Rosa, pelo amor de Deus, Deus só tem um jeito de atender as tuas filhas, é o teu salário. Se tu dás a metade pra igreja, achando que vem" e tentei dissuadi-la, mas não consegui de primeiro. Mas logo num dos dias que se seguiram, surgiu uma reportagem que falava justo da igreja dela e de um crime organizado que manipulava as coisas. Eu chamei: "Rosa, vem cá, vem cá". e mostrei aonde estava ancorada a igreja que ela frequentava, aonde estava vendo denúncias e os promotores estavam em cima daquele crime organizado. Ela então se convenceu e depois de uns dias que eu não sei avaliar quanto quanto tempo, ela chegou e disse: "Doutorerto, eu mudei de igreja". Digo: "É". Ela disse: "É". e paga alguma coisa lá. Só o dízimo de poxa, fiz um investimento notável com a com a Rosa, né, de 50%, 10%. Eu pensei até atuar na bolsa no mercado de ação. Passado um tempo, ela voltou. Druter, mudei de igreja de novo. Eu digo, foi ir lá, disse lá só dá se quiser oferenda. Então não tem dízimo também. Digo, olhe, Rosas, louvado seja Deus que agora tu tás com teu eh salário integral. Mas vejam, a rosa não é diferente da maioria da população que buscam Deus para ganhar uma profissão,
m dízimo também. Digo, olhe, Rosas, louvado seja Deus que agora tu tás com teu eh salário integral. Mas vejam, a rosa não é diferente da maioria da população que buscam Deus para ganhar uma profissão, para ganharem na loteria, para arrumarem um casamento saudável, para o objetivo na busca do divino. Não é o divino pelo divino, é uma coisa material e Deus é a ponte. Ora, a perspectiva da compreensão espiritista faz-nos entrever de forma diferente. Nós estamos espíritos reencarnados e a dinâmica material se nos faz como meio para que nós possamos nos espiritualizar, porque o fim é a espiritualização. Porque o corpo um dia eu vou devolver para a alfaiataria da natureza, mas ao espírito imortal continua imortal, perene, como era antes de se corporificar, antes da fecundação. Esse olhar vai nos ajudando a entender as nossas dinâmicas de vida material e como buscar o divino na experiência material para nos espiritualizarmos, entendermos os nossos conflitos, os nossos problemas. Então, certa feita, eu como profissional estava atendendo uma pessoa que tinha enxaqueca grave. Quando ela tinha enxaqueca, ela precisava ser internada, passava dois dias aproximadamente depois da medicação que era morfina, e ela ficava se recompondo no hospital e essas crises eram reiteradas, repetidas. E eu conversando com ela, com essa pessoa num atendimento médico homeopático, essa pessoa que se transformou numa grande amiga, eu lhe perguntei àela época e eu disse assim: "Eh, qual foi o fato mais difícil da sua vida?" Ela me olhou e disse assim: "Não ter feito medicina". Eu achei aquilo estapafúrdio porque ela tinha uma história cheia de sofrimentos, de decepções, de problemas e não fazer a medicina, ela elegeu se sobrepondo a todos os outros problemas. Eu fiquei sem entender, mas cada um é que sabe de si. Não é a gente que sabe do outro, é o outro que malmente sabe de si. Então, a situação foi correndo e o exercício do atendimento a ela não logrou êxito, ela não melhorava. Então, aquela época eu havia feito uma formação
sabe do outro, é o outro que malmente sabe de si. Então, a situação foi correndo e o exercício do atendimento a ela não logrou êxito, ela não melhorava. Então, aquela época eu havia feito uma formação profissional na área da TVP, da terapia de regressão a vivências passadas e ela foi uma das pessoas que me propou tentar ajudá-la. E nós fizemos esse trabalho e foi muito interessante porque ela foi para uma experiência no na qual ela divisou como pesquisador e fazer transplantes de cérebros. Então ela fazia intervenções nos moribundos, naqueles que eram os mendigos, as pessoas que não tinham, que estavam largadas na sociedade, ela levava para fazer os transplantes. Ela tinha participava de uma equipe que cuja uma das pessoas que ela lembrava muito bem eh discordou do ponto de vista ético daquele caminho que ela estava tomando. E ela seguiu um caminho, essa pessoa que ela encontrou nessa existência seguiu outro. Ela foi perdendo o equilíbrio, foi desequilibrando e num dia, já semenlouquecida, tentando fugir das dores que ela não sabia explicar de onde adivinham que em parte eram das suas culpas, em parte era das interferências espirituais, ela se projetou de uma ponte num largo gelado. O frio aumentava-lhe a dor de cabeça. Todas as vezes que ela tira enxaqueca, não tinha nada que trazer bolsa, diminuir o ar condicionado, porque tudo isso piorava. Ela não entendia porquê. Depois dessa existência para a qual ela projetou-se no mundo espiritual, numa situação caótica, dramática, porque as suas vítimas estavam esperando em grande número, ela reencarnou, viveu como um jovem muito pobre, que trazia uma oligofrenia, uma deficiência mental grave e trazia epilepsia e tinha crises epilépticas. Numa dessas crises, ela no mundo espiritual roga para que ela não voltasse, que aquela vida era uma vida miserável. E os espíritos que estavam atendendo e tutelando a existência disseram-lhe de que ainda não tinha acabado o período que ela precisava viver naquela existência corpórea. E ela
a era uma vida miserável. E os espíritos que estavam atendendo e tutelando a existência disseram-lhe de que ainda não tinha acabado o período que ela precisava viver naquela existência corpórea. E ela retoma. E quando ela tem 18, 11 anos, portanto, ainda a criança entrando na adolescência, ela faz umas crises epilépticas subentrantes, ou seja, repetidas, que não cedem, fez um processo de edema cerebral e desencarnou. Quando ela foi pro planejamento para essa existência atual, os espíritos lhe disseram: "Você vai ter relativamente tudo, mas não vai ter uma coisa". Ela disse: "O quê? você não vai poder fazer medicina. Ela entendeu porque ela era tão apaixonada pelo cérebro, porque ela queria fazer medicina para ser neurologista. Então ela renasce e faz uma trajetória. Tinha um cidadão que ela encontrou que era um colega, fez o percurso da escola e quando chegou na época de fazer a universidade, aquilo que na época dava acesso ao nível superior, ela não conseguia chegar lá. E esse cidadão chegava, chegou e passou e foi embora. Esse cidadão se transformou num médico e num grande cirurgião, foi para um estado e era o melhor cirurgião infantil daquele estado. E ela dizeu, dizia num processo regressivo de que ele era aquele colega que divergiu dela naquele momento tão difícil, aonde ela discrepou da pesquisa com o grupo e saiu para fazer uma pesquisa solo, fazendo as intervenções de natureza a transplantar cérebros, na tentativa de transplantar cérebro, assassinando pessoas, gerando eutanásia. E ele seguiu um outro rumo. Essa pessoa que naturalmente fez um acesso ao espiritismo, ela já era espírita, foi convidada pelos espíritos, a única pessoa que foi convidada numa reunião de apoio à saúde que a casa espírita tinha em que ela frequentava, que atendia casos incuráveis, casas sem diagnósticos, pacientes terminais. Era um apoio que se dava. Ela foi a única pessoa convidada a participar desse grupo. Todas as outras que participavam, a direção do grupo submetia aos espíritos se podia convidar aquela
tes terminais. Era um apoio que se dava. Ela foi a única pessoa convidada a participar desse grupo. Todas as outras que participavam, a direção do grupo submetia aos espíritos se podia convidar aquela pessoa. E os espíritos diziam sim ou não. Ela não. Eles indicaram para que ela participasse. Era doadora de fluidos e na reunião ensejava oferecer os fluidos para o atendimento das pessoas outras que estavam no processo de enfermidade. com essas características que eu acabei de citar. Portanto, ela fez um caminho que era o caminho que ela deveria fazer. A frustração de não ter feito medicina estava relacionada a sua dinâmica transpessoal, transxistencial, transhumana. Ela vinha e não poderia seguir nesse caminho porque não tinha merecimento e precisava ainda experimentar o rescaldo daquilo que trazia do passado enquanto comprometimento numa enxaqueca que era grave, mas que era muito menos de tudo que ela viveu quando viveu a posição de um garoto miserável, pobre, oligofrênico, e que desencarnou num estado lamentável e e que via os espíritos o agredindo quando ele estava, ela estava encarnada enquanto esse garoto. São essas situações que fazem-nos acolher a nossa própria dor ou a dor daquele que segue conosco ao lado. Não há acaso existencial nessa trama evolutiva enquanto nós fazemos um planejamento e vão surgindo os filhos. Nessa conjugação, a compreensão da existência nos dá a possibilidade de ler, de que a vida sendo perene, nós estamos aqui com um compromisso. Há um significado para cada dor, para cada expressão de sofrimento. E há um objetivo, um sentido existencial. Se olharmos isso na perspectiva do espírito, nós acolhemos sem acomodação. Nós acolhemos como uma experiência de aprendizado e de crescimento. Mas se nós não temos uma explicação plausível, nós não revoltamos com a medicina, revoltamos contra Deus, revoltamos contra o destino, acusamos os outros, acusamos macumba e vamos buscando um motivo para dizer de que nós sofremos injustamente e nos refugiamos
ltamos com a medicina, revoltamos contra Deus, revoltamos contra o destino, acusamos os outros, acusamos macumba e vamos buscando um motivo para dizer de que nós sofremos injustamente e nos refugiamos na vitimização. O espiritismo nos libera, faz prevenção para que a gente não caia nesse lugar da vitimização e nos sustenta o esforço para entender aquilo que Jesus disse que a cada um segundo as obras, segundo as suas obras e de que nós temos e que nós demos paraa vida, senão dessa na outra e que o nosso percurso será tanto maior progressivamente se nós nos vermos como espíritos. Se nós olharmos os nossos filhos como espíritos e nessa trajetória, olhando assim, é possível ganhar sustentação, paciência, perseverança, porque não estamos lidando com uma ocorrência diz o fruto vitorioso e material. Só aqui nós estamos lidando com uma percepção existencial contínua. O espiritismo de modo algum se identifica com aqueles que fazem uma visão psicológica do aqui, do agora no presente, aonde você tem que aproveitar o máximo, se desconectar do passado, do futuro e faz às vezes as pessoas viverem um hedonismo, às vezes uma dinâmica de prazer e de narcisismo, aonde você atropela as outras pessoas. Allan Kardec quando analisa a dupla e visão do espírito imortal em o livro dos espíritos, ele nos traz essa visão dinâmica do contínuo da existência. O passado se nos repousa como as experiências que desejemos olhar pelo retrovisor, como diz Emanuel, e o futuro é resultado do presente. Então, a nossa ação no presente, no aqui, do agora, é o nosso melhor momento, mas é o nosso melhor momento para vivermos como espíritos imortais e não como seres humanos egóicos, que vamos atropelando os outros para aproveitarmos a vida e vivermos o agora. Não importa o depois, não importa o ontem, tudo importa. Se ficarmos fixados no passado, ficaremos naturalmente dando mão ao arado sem trabalhar, porque viveremos uma experiência dolorosa na perspectiva espírita. E se olharmos para o futuro inertes no presente, estaremos
xados no passado, ficaremos naturalmente dando mão ao arado sem trabalhar, porque viveremos uma experiência dolorosa na perspectiva espírita. E se olharmos para o futuro inertes no presente, estaremos cultivando ilusões. O Espiritismo, no entanto, ele nos assinala o profundo encaixe que Allan Kardec nos faz com maestria acerca da presenta, mas sem perder de vista o ontem e o amanhã, sem entrar na angústia do passado ou na ansiedade do do futuro, mas vivermos o agora vigilantes, atentos, segundo o nosso nossa própria compreensão daquilo que devemos fazer para o melhor, que não é só para o agora, é o melhor para a nossa vida perenha. Não estamos fazendo para poder viver o hoje. E dane-se o resto não estamos fazendo para viver o hoje para ganharmos a vida eterna, experimentando no hoje, ainda que no sofrimento, a conexão com o divino. Então, tudo que fazemos, fazemos olhando da perspectiva espiritual. Um amigo estava angustiado e uma benfeitora que o assiste disse ao encontrá-lo num encontro mediúnico, e ele preocupado por conta da angústia, aperto no peito, com receio de ter algum processo de infarto do miocárdio desencarnante do tempo espírita. Ela disse: "Meu filho, você não resolve a sua questão que precisa resolver cara a cara". Ele sabia o que era. Era a esposa da qual ele tinha se apartado, tinha os filhos no meio e a esposa não conseguia fazer um movimento conciliatório daquilo que foi um rompimento já difícil. Não conseguia. Então ela disse: "Eu sugiro que você ore pela sua esposa para o bem dela por se meses." Ele então disse: "Alberto, orava todos os dias, não mudou nada". Eu disse, então ela me apareceu depois de se meses. Eu disse, não mudou nada. Ela disse, você não seguiu a orientação, mas como não eu tenho orado. Disse: "Não, você tem orado para que ela deixe você em paz, para que ela deixe o seu filho conviver com você. Você não ter orado para que ela melhore, para que ela encontre um caminho. A sua oração egoística, porque você não ora por ela, você ora
você em paz, para que ela deixe o seu filho conviver com você. Você não ter orado para que ela melhore, para que ela encontre um caminho. A sua oração egoística, porque você não ora por ela, você ora por você dizendo que está orando por ela. E ele dizendo, "Abert, era isso que eu estava fazendo". Então ela complementou, disse: "Ore por ela para que ela encontre um lugar melhor e possa se desembaraçar de si mesma e avançar. Se ela vai fazer isso ou não, não depende de você. Mas se você orar com esse sentido, você melhora e energeticamente a sua relação com ela e com seu filho haverá de ter mudanças, porque você haverá de ter melhorado. Então, na vida, no cotidiano, nessa perspectiva espírita, nós estamos sempre atentos para podermos fazer o melhor que está ao nosso alcance, a fim de que a vida, porque ela sempre nos dá de volta aquilo que buscamos. Outro dia foi um amigo que disse assim: "Ó, eu tô com vontade de ter um filho e ter uma esposa e não ten filho." Eu disse: "Mas como você quer ter um filho? Você não consegue ter filho?" disse: "Não, eu vou fazer um filho fora". Ele é espírita, uma pessoa assim meio alavaronte assim, né? Eu digo, você vai fazer isso? É, tenho pedido para Deus me mostrar quem vai ser a mãe do meu filho. Passado dois meses, ele voltou, disse: "Doutor Berto, você não sabe o que aconteceu? Encontrei um filho." Digo, "Como assim, uma filha? Fui chamado para um DNA. E quando eu fui fazer o DNA, ele com 54 anos, a minha filha, que se dizia minha filha de 40 querendo fazer um DNA. Eu disse: "Ve tá louca, eu não tinha nada o que temer, fui fazer". Não é que deu positivo. Ele tinha 14 anos em casa, teve o relacionamento com uma empregada doméstica que servia, atendia a casa de 18 anos a empregada doméstica. E quando a empregada doméstica engravidou sem que ele soubesse, mas a mãe soube, a mãe mandou a empregada andar e se veu livre daquela gestação e do embaraço que seria para o seu filho de 14 anos. Agora ele com 54 anos, aquela empregada com 58,
m que ele soubesse, mas a mãe soube, a mãe mandou a empregada andar e se veu livre daquela gestação e do embaraço que seria para o seu filho de 14 anos. Agora ele com 54 anos, aquela empregada com 58, a filha com 40 e dois netos. Ele disse: "Eu pedisse." Eu brinquei com ele, você pedia, queria ter um filho. Deus é tão pródigo que deu uma filha e dois netos. Ele começou a rir porque ele é assim, desse jeitão. A vida é assim. Toda a nossa movimentação tem consequências. E é por isso que à luz do pensamento espírita nós vamos nos alinhando num comportamento que dê conta de podermos fazer o melhor que está no nosso alcance, sabendo que a vida como efeito bumerangue, tudo que você dá pra vida volta e volta trazendo as características inerentes de consequências daquilo que você escolheu fazer e de que a morte em deixando Ando você perene como ser perene, eterno, não vai fazer nenhuma alteração no seu estado psicológico. Você é pós morte. O que é quando entra numa sala de cirurgia e se submete a uma anestesia e volta? A mesma pessoa se apenas que sem um pedaço de você que você tirou na cirurgia, tipo um apêndice ou uma vesícula, na desencarnação é sem o corpo, mas você é você mesmo. Então o Divaldo conta que ele visitando o Chico teve uma senhora chorosa, estava diante do Chico perguntando se podia separar. Chico, eu separo ou não separo? Porque eu não aguento mais. O esposo era alcólatra. E ela chorosa e o Chico lá atendendo e lá pelas tantas, o Chico disse assim para ela: "Separa, não, separa não." Com tanta firmeza. Quando ela saiu, Divaldo perguntou por ele disse: "Não, foi Emanuer para não separar". Passado um tempo, quando Divaldo reencontra o Chico, o perguntou pela senhora, disse: "Ah, você não sabe? Na semana seguinte o marido desencarnou. Você veja o que é a misericórdia divina. Se ela separa, o esposo desencarnasse, ela propusesse a separação e começasse a separação e ele morresse, ela ia achar que era por isso. Aí Edivaldo perguntou: "E como ela está?" Continua chorando.
a. Se ela separa, o esposo desencarnasse, ela propusesse a separação e começasse a separação e ele morresse, ela ia achar que era por isso. Aí Edivaldo perguntou: "E como ela está?" Continua chorando. E ele ele continua bebendo. Quer dizer, não tinha mudado nada. Ele só saiu do corpo, continuava a mesma coisa, bebendo, ela chorando, só que ele passou para lá e ela ficou pro lado daqui. A vida é assim. O espiritismo não nos engana de que nós vamos nos libertar porque somos espíritas. Ele vai nos esclarecer de que nós nos libertamos porque nós nos espiritizamos, nos cristianizamos. Então nós nos liber nós nos libertamos, nos libertamos dessas amarras que não estão no passado, estão no presente, porque aquilo que está no passado, que não foi resolvido, ele impacta o meu presente na forma de inclinações, tendências, no corpo materializado, na conjunção familiar daqueles que estão ao nosso lado, que são os mesmos protagonistas das aventuras que fizemos no passado e que comparecem. e de que, portanto, olhar para nós mesmos e poder cuidar de nós mesmos para fazer o melhor é o objetivo que o Espiritismo nos propõe, espiritualizar-nos, porque a vida é eterna. A desencarnação não vai nos liberar da mágoa, da culpa, do rancor. Não vai nos liberar daquele drama de consciência de algo que eu preciso resolver e não resolvo. E quando eu saio do corpo, eu fico com tudo para ser resolvido, com a responsabilidade das consequências de não ter resolvido quando estava no corpo. Por isso estar atentos, não é tensos, é com atenção, com vigilância para a como e a quantas eu ando e que direção eu estou indo. é o convite que o Espiritismo nos faz, entendendo de que a vida segue e de que o aqui ou agora, olhado nessa perspectiva espírita, do ponto de vista do olhar espiritual, faz-nos responsáveis para fazermos escolhas as mais lúcidas possíveis e lidarmos com os nossos escarregões, com os nossos tropeços e com as encrencas que vem de fora, de trás, que nos afetam interiormente, externamente, na relação
rmos escolhas as mais lúcidas possíveis e lidarmos com os nossos escarregões, com os nossos tropeços e com as encrencas que vem de fora, de trás, que nos afetam interiormente, externamente, na relação com os nossos entes queridos, com os nossa parentela ou com alguém que a gente encontra no caminho, na posição de um trabalho, por exemplo, a gente reencontra. E ao fazer isso, nós vamos vivendo melhor a cada dia. A misericórdia divina não se cansa de vir ao nosso encontro, atender as nossas necessidades. Quantas vezes ela chega e nos tira do precipício, dando-nos um novo roteiro. E se escolhermos seguir o novo roteiro, nós nos libertamos. Deus é a suprema misericórdia. É suprema. não é meia boca. Então, sempre essa misericórdia que se acompanha da justiça faz-nos experimentar possibilidades de avançar, como aconteceu com a minha parceira de caminhada, minha esposa, que vivendo uma situação muito difícil no Ceará, foi buscar nas páginas amarelas daquela época que existiam a localização de um centro espírita. família dela é toda católica e muito católica. E ela então agoniada foi e procurando o endereço do Centro Espírita Paulo de Tarso, um centro espírita que tem referência em Fortaleza, no Ceará. E quando ela pega o telefone e pega o número que liga, uma pessoa atende e diz: "Oi, Adriana, eu sou Eliete, eu estava esperando você, o seu telefonema." E ela então, sem se dar conta de que a pessoa já tava esperando, como é que ela podia estar esperando se ela não sabia que ela ia telefonar? Conversou e tomou o endereço que ela queria tomar o endereço. A pessoa deu o endereço e ele anotou o endereço e foi então à casa espírita no dia seguinte. Quando chegou no dia seguinte, era uma segunda-feira, ela disse: "Então eu quero falar com a dona Eliete". Aliete era pessoa que se identificou ao telefone e a o o entrevistador, o recepcionista disse: "Não, aqui não tem." Eli disse: "Não tem sim. Eu ontem eu falei com ela o telefone. Disse: "Como assim ontem?" "Sim, eu telefonei ontem para saber o
efone e a o o entrevistador, o recepcionista disse: "Não, aqui não tem." Eli disse: "Não tem sim. Eu ontem eu falei com ela o telefone. Disse: "Como assim ontem?" "Sim, eu telefonei ontem para saber o endereço da casa". Ela disse: "Não, a instituição não funciona aos domingos". Então, aete não existia. É por isso que ela disse que já estava esperando o telefonema dela. Quando a gente vai buscar, o cor socorro já está disponível vindo ao nosso encontro para que possamos dar conta das demandas que vem do passado e algumas que vem do presente. Aliás, Allan Kardec diz que as maiores aflições elas se tabulam, se configuram motivadas pelo presente, não pelo passado. A gente joga tudo no passado que é mais confortável, né? Mas é o presente. A gente não faz escolhas lúcidas, não faz uma movimentação adequada e vai dando errado e a gente culpa o passado. Não sei se acontece aqui em Vitória da Conquista. Em Belém do Pará acontece muito, mas a hora da conquista está no alto, esse climazinho gostoso e tudo. Eu acho que não deve acontecer nada disso por aqui. Mas espíritas que jogam tudo no passado e querem resolver por regressão, esqueceram-se de progredir, porque o próprio velamento das experiências anteriores vem ao nosso encontro para que a gente seja mais senhor de si, segundo os benfeitores espirituais. A fim de progredirmos, de fazermos as nossas melhores escolhas. Mas a misericórdia divina vem ao nosso encontro e atende-nos à necessidades que precisamos dar conta. Nessa experiência que volveu a Adriana, teve uma consequência posterior. Ela se tornou espírita, a única espírita da família até hoje. Família toda continua católica. Notadamente a mãe que é muito católica, muito devotada, muito séria no catolicismo, mas a mãe perdeu um filho e esse filho num acidente de carro a afetou muito profundamente. E um dia Adriana está com a mãe e vê o irmão ao lado da mãe choroso e diz: "Mamãe, o Marcos está aqui, está choroso". E tomou o a o braço da mãe e a mãe se manteve impassível.
tou muito profundamente. E um dia Adriana está com a mãe e vê o irmão ao lado da mãe choroso e diz: "Mamãe, o Marcos está aqui, está choroso". E tomou o a o braço da mãe e a mãe se manteve impassível. E aí ele começou a dizer que ele estava sofrendo porque ela sofria e porque ela sofria também faz fixada que ela estava guardando o que lhe pertencera enquanto estava no corpo. Então ela indagou da mãe: "Mamãe, a senhora tá guardando alguma coisa do Marco?" Ela rejeitou de princípio, mas diante da afirmativa do irmão, do lado de lá para cá, ela confessou, guardava um pedaço da camisa que ele perdera no acidente de carro e botava embaixo daquilo que era o seu santuário, aonde Maria santo que ela venera, Maria de Nazaré, em Belém, muito cultuada nessa perspectiva, ela botava ali e ela então confessou tinha tinha empacotado, plastificado um pedaço da camisa e botava ali na sua crença, na expectativa de poder, de que Maria pudesse resolver aquela dor supostamente dele. A dor era dela, que ela afetava ele também. E ele então insiste dizendo que havia mais algo e faz menção. Ela Adriana continuou questionando a mãe e aí se revelou uma outra ocorrência. A mãe guardava também pedaços de cabelo do pai, já que ela enviou ovara muito cedo, com 40 e poucos anos enviou o vara, guardava o cabelo nesse processo de fixação, no mesmo lugar junto com a camisa. E ela então entrou em pranto copioso a despeito da sua crença pela irrefutabilidade do fato. O argumento sem réplica. O espiritismo nos convida, portanto, a fazer esse movimento de vida, tornar a nossa vida melhor a cada dia, não para ter sucesso material, prestígio, fama, status, para sermos melhor a cada dia um pouquinho que nós mesmos, não que o outro, que o concorrente, que a pessoa que trabalha conosco ou alguém que concorre conosco na no grupo de amigos, sermos melhor a cada dia fazendo o melhor para transpormos os nossos limites. Porque nós não sabemos quando a vida vai nos chamar de volta para fora do corpo. E teremos que abandonar na
upo de amigos, sermos melhor a cada dia fazendo o melhor para transpormos os nossos limites. Porque nós não sabemos quando a vida vai nos chamar de volta para fora do corpo. E teremos que abandonar na posição de um inquilino, cuja casa às vezes fica destroçada ou envelhecida. O inquilino que não quer sair da casa para experimentar a vida na sua imortalidade, sem ilusões, sem maquiagem. Sejamos, portanto, aqueles que, alinhados com Allan Kardec, nessa 72ª semana, que reverencia esse livro notável, que fez com que o Espiritismo pudesse documentar de que a vida é um fenômeno extraordinário, belo, formoso, mas ela se torna libertadora na medida em que podemos amar um pouquinho mais. Foi por isso que Jesus veio, documentou a sua morte num flagelo de suprema ingratidão da humanidade, mas ressurgiu para dizer que a vida continuava e não cobrou de ninguém nada, apenas ensuflou a esperança para mostrar a coerência de quem vivia no bem e continuava no bem, sem julgamento, sem sentenciamento, sem queixas, sem ressentimentos, para nos impulsionar nessa essa perspectiva de visão da vida, de que a vida é sempre o bem que fazemos e a morte é apenas um portal através do qual nós transpomos essa realidade física, deixando a ilusão que é um corpo, uma condensação de energia, um conjunto de átomos para sairmos dele tal como estávamos antes e para desfrutar o patrimônio que levarmos daqui para lá. O Espiritismo tem como altar a consciência, templo universo, a imagem Deus, e como lema fundamental a caridade que nos liberta. caridade que está longe de ser uma esmola, muito embora possa comparecer circunstancialmente essa caridade desse amor que começa em mim e vai na direção dos outros para que a vida possa ser melhor para mim e possa se espraiar como sistema de apoio, de sustentação, de solidariedade a outros. E assim a nossa vida vai num bom tom. Não porque o salário aumentou, não porque nós tiramos na loteria, não porque não tivemos doença, não porque não tivemos problema, porque tudo isso
edade a outros. E assim a nossa vida vai num bom tom. Não porque o salário aumentou, não porque nós tiramos na loteria, não porque não tivemos doença, não porque não tivemos problema, porque tudo isso faz parte da vida, mas sobretudo porque o reino dos céus está sendo desvelado dia após dia. A cada dia que passa, eu estou mais integrado no sagrado que eu sou como filho de Deus, tendo a mesma natureza de conexão e vivendo uma vida cada vez mais abundante, melhor, vívida. Permita o meu pleonasmo viver a vida. O exercício do amor farno a desfrutar de uma experiência que não conhecerá de modo algum a dor além do mundo espiritual. Pós morte, sairemos como um pássaro que dá um desferimento de um grande voo ao lado de outros que nos esperam para fazer a celebração das estrelas que podemos ser quando saímos do corpo fazendo o que a consciência nos diz. Porque durante a nosso percurso não abandonamos o divino. Tivemos a certeza de que não só esté vive, todos viveremos. E a certeza inabalável de que a morte é apenas a metáfora que fala do redescobrimento do ser quando a transpõe e de que nessa grande ilusão que é esse portal ameaçador para muitos, Allan Kardecou a palavra desencarnação, uma palavra gostosa, para garantir o fenômeno com que se se estabelece a morte. a fim de que pudéssemos fazer o enfrentamento dela com dignidade e pudéssemos sair dela garantindo o nosso processo libertário. Porque se estamos conectados com Deus, o estaremos logo mais, após o decesso do nosso corpo físico, após o chamado que a vida nos faz para sair de um plano para mergulharmos no outro. Então, em observando a tua mensagem vívida, brilhante e renascente, recordo-te, Jesus, a tua promessa em sentido augusto e crede que estarei com convosco eternamente até o fim dos séculos do mundo. Por isso, creio com razão, Senhor, que ninguém mais consegue ignorar-te. Ao ver-te as manifestações de intenso amor, refugindo e atuando em toda parte. Vieste ao mundo sem quaisquer brasões, sem honra, nem púrpura, nem guerra, e transformas povos
mais consegue ignorar-te. Ao ver-te as manifestações de intenso amor, refugindo e atuando em toda parte. Vieste ao mundo sem quaisquer brasões, sem honra, nem púrpura, nem guerra, e transformas povos e nações, mostrando as leis da vida sobre a terra. Revelas entre os homens dia a dia, iluminando os cérebros que irmanas, o caminho da paz e da alegria pela sublimação das leis humanas. Deste a fraternidade vasto acesso, traçando a estrada para a vida sã e acentuardes as luzes do progresso nas vantagens de agora e de amanhã. Vieste do esplendor que reina no mais alto, que no mundo a evolução divina, da charrua ao trator, da vereda ao asfalto, do artesanato rude ao fugor da oficina. Conhecemos na terra a tua força augusta. Permaneces em tudo, aqui e ali. Entretanto, nutrindo indiferença injusta. Creio ainda, Jesus, não fomos a ti. Impele-nos em teu ensino eleito, a esquecer para sempre o nosso orgulho frio e vão, pois queremos destrancar os recessos do peito, a fim de abrir-te o próprio coração. Maria Dolores por Francisco Cândido Xavier. Obrigado. Dr. Alberto Almeida, Deus o abençoe. Muito obrigado pelo seu trabalho. Chegamos ao final da nossa abençoada 72ª Semana Espírita de Vitória da Conquista. E agradecemos de coração a todos os palestrantes que estiveram conosco. Dr. Alberto Almeida, Dr. Alessandro Vieira, Dra. Lino, Eline Cap, Eulália Bueno, Geraldo Campete, Jacobson Trovão, Jamile Lima, Jorge Alarrá, Jorge Godinho, José Raul Teixeira, José Ma Coelho, Dr. Leonardo Machado, Luziane Bahia, Marina Alves, Maxlân Lacerda, Paulo de Tasso, Raquel Maia, Vítor Hugo e Wesley Caldeira. Agradecemos a todos os visitantes de 77 cidades e 15 estados que estiveram conosco. Que retornem paz aos seus lares e Deus os acompanhe. a nossa comunidade conquistense que nos apoiou, nos prestigiou, aos nossos patrocinadores, colaboradores que nos ajudam a realizar o evento, aos internautas que nos acompanharam durante as transmissões e compartilharam conosco deste momento. a você que esteve conosco durante a
trocinadores, colaboradores que nos ajudam a realizar o evento, aos internautas que nos acompanharam durante as transmissões e compartilharam conosco deste momento. a você que esteve conosco durante a semana e que está aqui agora, a nossa gratidão. Agradecemos pelas boas vibrações, suas preces e pensamentos nobres. Agradecemos. Agradecemos especialmente a Deus, o Pai de amor, a inteligência suprema e causa primária de todas as coisas. ao mestre Jesus, guia e modelo da humanidade e condutor das nossas almas, esse sol de primeira grandeza que ilumina as nossas vidas ao encontro de Deus, o amigo e o irmão incondicional das nossas almas, a quem nesse momento reverenciamos de joelhos dobrados pela sua misericórdia e a sua compaixão com as nossas almas. Ave Cristo, aos benfeitores espirituais, esses amigos abnegados, tutelares da nossa jornada humana e que possibilitaram realizar a nossa 72ª Semana Espírita de Vitória da Conquista, com a permissão do Senhor. Desejamos a todos muita paz, uma boa tarde, que retorne em paz aos seus lares. Desejamos também que os nossos visitantes retornem paz e segurança aos seus lares, tenham uma vida feliz e até 2026, se Deus nos permitir. E para finalizarmos o nosso evento, nós vamos rever o víde o vídeo de homenagem a Divaldo e em seguida nós estamos convidando todos os nossos artistas para o encerramento da nossa Semana Espírita de Vitória da Conquista. Muita paz a todos. เฮ Eu agradeço profundamente emocionado a vitória da conquista de cuja cidade eu sou cidadão honorífico. Agradeço a oportunidade de ter estado aqui em 69 semanas escritas. Participei de quase todas. agradecer a generosidade da alma conquistense que nos permite uma manhã de reflexões e levem a certeza absoluta. Nada mais lindo do que viver e nada melhor do que amar. Chega o momento em que amar é a única solução para todos os problemas da nossa vida. Tenhamos a honra de sermos aqueles que amamos e de mãos estendidas digamos uns aos outros: "Ó meu Deus, quanto eu tenho para
omento em que amar é a única solução para todos os problemas da nossa vida. Tenhamos a honra de sermos aqueles que amamos e de mãos estendidas digamos uns aos outros: "Ó meu Deus, quanto eu tenho para agradecer e quão pouco para pedir?" Então eu quero agradecer-te, Senhor, a dádiva da vida que para mim é bela e é consentida. Muito obrigado pelo que me deste, pelo que me dás. Obrigado pelo ar, pelo pão, pela paz. Obrigado pela beleza que os meus olhos vêm no altar da natureza. Olhos que fitam o céu, a terra e o mar, que acompanham a ave ligeira que voa fagueira pelo céu de Anil e se detém na terra verde sal picada de flores em tonalidades mil. Muito obrigado, Senhor, porque eu posso enxergar. E diante da minha visão, eu detecto os cegos que vivem na escuridão, que tropeçam na multidão, que choram na solidão. Por eles eu oro e tenho compaixão, porque eu sei que depois desta lida na outra vida, eles também enxergarão. Muito obrigado pelos ouvidos meus que me foram dados por Deus. Ouvidos que ouvem o tamborilar da chuva do telheiro, a melodia do vento nos ramos do olmeiro e as lágrimas que vertem os olhos do mundo inteiro. Ouvidos que ouvem a música do povo que desce do morro na praça cantar. A melodia dos imortais ouve-se uma vez e não se esquece nunca mais. pela minha faculdade de ouvir, pelos surdos, eu te quero pedir, porque eu sei que depois desta dor no teu reino de amor, eles voltarão a ouvir. Obrigado pela minha voz, mas também pela sua voz, pela voz que ama, que canta, que ensina, que alfabetiza, que legisla, que trauteia uma canção e que o teu nome murmura conduce da emoção diante da minha melodia, deixa-me rogar pelos que sofrem de afazia. Eles não cantam de noite, eles não falam de dia. Oro por eles porque eu sei que depois desta prova, na vida nova, eles cantarão. Obrigado pelas minhas mãos. Mãos que aram, mãos que semeiam, mãos que agasalham, mãos de ternura, mãos que libertam da amargura, mãos que apertam mãos, mãos dos adeuses que limpam feridas, lágrimas das vidas, pelas mãos
as mãos. Mãos que aram, mãos que semeiam, mãos que agasalham, mãos de ternura, mãos que libertam da amargura, mãos que apertam mãos, mãos dos adeuses que limpam feridas, lágrimas das vidas, pelas mãos que ajudam a velhice, a dor, o desamor, pelas mãos de poesias, de psicografias, de sinfonias, de cirurgias, pelas mãos que no seio agasalho o filho de um corpo alheio sem receio e pelos pés que me leva andar sem reclamar. Obrigado, Senhor, porque eu posso bailar diante do meu corpo perfeito. Eu te quero louvar porque eu vejo na terra alejados, amargurados, paralisados, que não se podem movimentar. Eu oro por eles porque diante do meu corpo perfeito, eu sei que é uma terrível expiação. E por eles eu formulo uma oração, porque sei que na outra vida eles também bailharão. Muito obrigado pelo meu lar. É tão maravilhoso ter um lar. Não importa se é uma mansão, um duplexe, um bangalô, uma casa no caminho, seja o que for, mas que dentro dele exista a figura do amor, amor de mãe ou de pai, de mulher ou de marido, de filho ou de irmão, a presença de um amigo, alguém que nos dê a mão, a presença de um gato ou de um cão, porque é muito triste viver viver na solidão. Mas se eu a ninguém tiver para me amar, nem um teto para me agasalhar, nem uma cama para repousar, nem aí reclamarei, pelo contrário, eu cantarei. Obrigado, Senhor, porque eu nasci. Obrigado, Senhor, porque eu creio em ti, pelo teu amor. Obrigado, Senhor pela sua misericórdia. pelo seu amor. Obrigado, Senhor, pela sua atenção. Obrigado, senhores. Sim. Eu andava cego e só tão mergulhado no mundo meu. Eu, tu me abriste os olhos para a vida. Tudo eu vejo Deus, Deus no olhar agradecido do homem faminto que ajudei no pequeno órfão que chamou-me pai quando eu abracei. Agora é hora de agradecer tantas coisas lindas que eu vi. e aprendi com você. >> Agora é hora de agradecer tantas coisas lindas que eu vi aprendi com você. >> Hoje o sol brilha mais forte. Mais forte é o amor pela vida. Sinto a brisa que passando vai cantando
aprendi com você. >> Agora é hora de agradecer tantas coisas lindas que eu vi aprendi com você. >> Hoje o sol brilha mais forte. Mais forte é o amor pela vida. Sinto a brisa que passando vai cantando paz e alegria, mesmo quando a noite chega envolvendo alma de dor. Sei que as estrelas brilham me falando: Deus é amor. Agora é hora de agradecer. Tantas coisas lindas que eu vi, aprendi com você. Agora é hora de agradecer. Tantas coisas lindas que eu vi, aprendi com você. Com você fui encontrar a flor que estava tão esquecida, a flor da amizade que me fez encontrar a vida. Sei que a flor desta amizade há de florescer para sempre, pois a gratidão é flor que nasce e vive eternamente. Agora é hora de agradecer tantas coisas lindas que eu vi e aprendi com você agora. Hora, é hora te agradecer. Tantas coisas lindas que eu vi, aprendi com você. Eu andava cego e só tão mergulhado no mundo meu. Tu me abriste os olhos para a vida. do Eu vejo Deus, um Deus no olhar agradecido do homem famino, que ajudei no pequeno órfão que chamou-me pai quando abracei. Agora é hora de agradecer. Tantas coisas lindas que eu vi, aprendi com você. Agora é hora de agradecer. Tantas coisas lindas que eu vi, aprendi com você. Hoje o sol brilhou mais forte. Mais forte é o amor pela vida. Sinto a brisa que passando vai cantando paz e alegria. Mesmo quando a noite chega envolvendo alma de dor. Sei que as estrelas brilham me falando Deus é amor. Agora é hora de agradecer. Tantas coisas lindas que eu vi aprendi com você. Agora é hora de agradecer. Tantas coisas lindas que eu vi e aprendi com você. Com você fui encontrar a flor que estava tão esquecida, a flor de uma amizade que me fez encontrar a vida. Sei que toda essa amizade há de florescer para sempre, pois a gratidão é que nasce e vive eternamente. Agora é hora de agradecer com vocês. Tantas coisas lindas agora. É hora de agradecer tantas coisas lindas que eu vi aprendi com você. Hora, é hora de agradecer. >> Tantas coisas lindas que eu vi e aprendi
a é hora de agradecer com vocês. Tantas coisas lindas agora. É hora de agradecer tantas coisas lindas que eu vi aprendi com você. Hora, é hora de agradecer. >> Tantas coisas lindas que eu vi e aprendi com você. Eu andava cego e só tão mergulhado no mundo meu. Tu me abriste os olhos para a vida. Em tudo eu vejo Deus. Deus no olhar agradecido do homem faminto que ajudei no pequeno órfão que chamoume pai quando eu abracei. Agora é hora de agradecer. >> Tantas coisas lindas que eu vi aprendi com você. Agora é hora de agradecer. Tantas coisas lindas que eu vi, aprendi com você. >> Hoje o sol brilha mais forte. Mais forte é o amor pela vida. Sinto a brisa que passando vai cantando paz e alegria. Mesmo quando a noite chega envolvendo a alma de dor, sei que as estrelas brilham me falando Deus é amor. Agora é hora de agradecer tantas coisas lindas que eu vi. e aprendi com você. Agora é hora de agradecer tantas coisas lindas que eu vi e aprendi com você. Agora vocês te agradeceras coisas lindas que eu me aprendi com >> mais alto. Vamos lá, gente.Ora é hora de agradecer agora. É hora de agradecer >> tantas coisas lindas que eu vi aprendi com vocês. >> Vamos até ano que vem. เ Ah. Oh. เฮ M.
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