VIVER COM A ALMA LEVE - Gínia Lúcia [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 10/07/2025 (há 8 meses) 48:00 1,704 visualizações

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Transcrição

agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Bom dia. Bom dia a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa casa, a comunhão espírita de Brasília. Que Bezerra de Menezes continue nos auxiliando, nos amparando, nos sustentando nas nossas boas resoluções. Para iniciarmos esse momento, eu vou me permitir fazer uma pequena leitura de Emanuel. Conta com Deus, não te queixes, trabalha. Não te desculpes, aceita. Não te lastimes, age. Não provoques, silencia. Não acuses, ampara. Não te irrites, desculpa. Não grites pondera, explica. Não reclames, coopera. Não condenes, socorre. Não te perturbes, espera. Não exija dos outros. Conta sempre com Deus. Quando Emanuel fala isso, a gente vê que podemos nos tornar melhores de uma forma mais suave, com menos cobrança a nós próprios. e nos olhar com muito carinho. Então, é com esse carinho imenso que Emanuel nos trouxe que eu vou sugerir que fechemos os nossos olhos e vamos agradecer aquele a quem chamamos de pai. Deus que é amor e bondade a Jesus, esse mestre tão amigo de todas as horas, que não desiste de nós, que nos olha com um carinho imenso. Vamos agradecer ao mentor desta casa, Bezerra de Menezes, médico dos homens, médico dos pobres, que lutou consigo mesmo com todas as dificuldades que teve, com todas as tristezas que permearam seu caminho, mas que não desistiu de prosseguir na seara de Jesus. Vamos agradecer a dona Ivone do Amaral Pereira, essa senhora tão amorável que nos traz serenidade e paz, que nos lembra que é possível reconstruir os nossos passos e transformar o nosso amanhã em um manhã melhor. Sim, muito agradecidos a esses luminares de nossa existência, nós vamos pedir licença para iniciarmos

embra que é possível reconstruir os nossos passos e transformar o nosso amanhã em um manhã melhor. Sim, muito agradecidos a esses luminares de nossa existência, nós vamos pedir licença para iniciarmos este momento dando graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, eu tô aqui com a Gínia e ela vai nos lembrar, vai falar sobre uma coisa muito gostosa, viver com a alma leve. Pense, eu não vamos todos aprender com a palavra gênia. A voz da Valéria nos leva para outros patamares, né, para outros mundos, outras esferas. Aí na hora de voltar a gente tem uma dificuldade, né? Gratidão por essa prece, esse momento. Gratidão pela presença de todos aqui encarnados, desencarnados, pelos que nos veem e ouvem pelo mundo afora. Sejam bem-vindos. que possamos sair daqui hoje com a alma e o coração leves. Estamos mergulhados numa energia curativa. Que possamos aproveitar esse momento. Passa rápido para aqueles que estão à distância. O pensamento, a vontade nos conecta. Imagine se o Google sabe onde você mora, sabe tudo a sua vida. Imagine-se os trabalhadores aqui dessa casa, do mundo espiritual, que trabalham com Jesus e com a permissão Dr. Bezerra de Menezes, que é o mentor da casa, não vai saber onde você mora. Então, conecte-se conosco. Perguntando pro meu mentor espiritual sobre a palestra antes de começar os estudos nos livros da base espírita, podemos viver hoje, meu irmão, com o coração? e a alma leve nos dias atuais. Como viver com a alma leve, com o coração, ter leveza nos dias atuais. Ele diz que sim. Falei, então bora lá agora buscar nas bases espíritas, né? Então, estudando o espiritismo ou buscando dentro de nós, a gente vai ver que nós devemos buscar a leveza de coração, a leveza de alma. Às vezes mergulhados no mundo de provas, de transição que estamos, nos perguntando isso, não conseguimos ouvir a voz do mentor. Como viver de alma leve? Como viver com coração leve? diante de tantas turbulações, às vezes temos um sorriso no rosto, colocamos esse sorriso pela manhã ao sair na rua, mas maioria das

voz do mentor. Como viver de alma leve? Como viver com coração leve? diante de tantas turbulações, às vezes temos um sorriso no rosto, colocamos esse sorriso pela manhã ao sair na rua, mas maioria das vezes o nosso coração tá em lágrimas, tá buscando suavizar as dores que o mundo ou que nós procuramos ou que o mundo traz e bate à nossa porta. É comum hoje em dia chegar a casa espíritas, a casa espírita, as pessoas para tomar um passe. Ou seja, nós viemos aqui buscar leveza para a alma, para o coração. O passe auxilia. Mas quando voltamos para os nossos lares, para os nossos locais de trabalho, às vezes voltamos a mergulhar, né, nessa energia que nos deixa atordoados. Entramos num transe que não é bom, que não é de energia curativa como a que a gente tá tendo aqui hoje, como a gente tem numa casa de oração, numa casa do momento de reflexão espiritual. A espiritualidade nos coloca que podemos refazer as nossas energias a na natureza, né, observando ali naquele momento de reflexão, de contemplação. Mas e depois? Então, a todo momento nós devemos buscar esse momento de refazer as energias, buscar da leveza. Em alguns momentos nós vamos treinar o desapego. Em alguns momentos nós vamos precisar buscar leveza na aceitação. Esses dois momentos é onde nos tira do prumo, do caminho do meio, desapegar e aceitar. Buscando no evangelho de Jesus, quando ele fala: "O meu fardo é leve e o meu julgo é suave", ainda não entendemos muito sobre isso, sobre o fardo leve do ensinamento de Jesus e sobre o julgo suave, que é o seu amor, as virtudes que ele veio nos ensinar. É possível viver, sim. Viemos buscar leveza numa casa espírita. Leveza para o coração é luz na vida. Então, qual o momento da minha vida que não está iluminado? Tem momentos de nossas vidas que nós vamos precisar tirar algumas coisas para andarmos mais leves. E quando a gente precisa tirar algo de nossas vidas, a gente não precisa andar sozinho, não. Não precisa fazer isso sozinho. Nós podemos pedir ajuda. Um momento na casa espírita é o passe, o

is leves. E quando a gente precisa tirar algo de nossas vidas, a gente não precisa andar sozinho, não. Não precisa fazer isso sozinho. Nós podemos pedir ajuda. Um momento na casa espírita é o passe, o outro é atendimento fraterno. O atendimento fraterno, por si só é um tratamento espiritual. Quantos não chegam nas salas de tratamento aqui que temos as salas de tratamento integral, que é as salas André Luiz e Chico Xavier, os irmãos chegam com um tipo de dor pensando que é aquele órgão que está doente. Quando a gente examina pelo passe, pela observação mais atenta, a gente vai ver que não é nada daquilo que ele tá sentindo. apenas ali o pensamento, a energia que sobrecarrega um órgão e ele não está doente fisicamente. Ele vai ficar doente se continuar naquela energia, mas é o sentimento ali, o pensamento atraindo energias ou irmãos que estão naquela mesma vibração. E é interessante que chegam sentindo dores que parecem ali reais, que o órgão está prejudicado. Ao trabalhar ali a desobsessão, o passe, essa energia que volta a trabalhar em todos os chakras, né, os centros de força, como nós chamamos aqui na casa, na doutrina espírita, tudo volta a girar, harmonizar e a pessoa sai assim, outra, chega aqui com 50, sai com 30. E quem já passou por isso sabe do que eu estou falando. Às vezes a gente sente isso num passe simples ao tomar uma água fluidificada, ao falarmos sobre nossas dores. Então, se a gente pensar, é mais fácil empurrar uma caixa que tá pesada ou é mais fácil puxar essa caixa? É mais fácil levarmos no colo, nas mãos? ou apenas empurrar ou puxar. Se a gente for trazer os nossos fardos como uma caixa, fica mais fácil empurrarmos essa caixa do que levarmos no colo puxar. Passamos o teste. Então, se a nossa vida fosse comparada a uma mala, vamos trazer aqui. Imagine uma mala sem rodinhas, sem puxador e cheia de peso. Que dificuldade. Antigamente era assim, né? As malas, a gente vê muitas fotos ou malas antigas aí, volta em meia do bazar aparece umas. Imagine carregar uma mala sem

nhas, sem puxador e cheia de peso. Que dificuldade. Antigamente era assim, né? As malas, a gente vê muitas fotos ou malas antigas aí, volta em meia do bazar aparece umas. Imagine carregar uma mala sem rodas, sem o puxador, mas tá com excesso de pesos. Às vezes em nossas vidas nós carregamos muita coisa numa mala sem sem puxador e sem rodinhas. E a vida vai nos pedir que precisamos desapegar, desapegar de sentimentos, emoções que não nos fazem bem. Aceitar o quê? Aí cada um de nós temos que trabalhar. O que que eu preciso aceitar? O que é que dentro de mim eu trago ou que a vida me trouxe como um ensinamento e que eu preciso desapegar ou aceitar? É uma forma também de sabermos o que vale levar ou não para as nossas vidas, o que vai deixar a nossa vida mais leve hoje. Porque esse desapego não é só material. Há sentimentos e emoções que estão nos adoecendo, mas a gente tá agarrado aquilo como se fosse uma ilha, né? Estamos no meio do mar, no meio do oceano e a gente se agarra aquilo como se fosse uma boia, né? Um um colete salvavidas. Mas devido ao fazermos uma análise a tudo que a gente tá vivendo, a gente vê que aquilo não tá dando certo. Precisamos buscar ajuda, auxílio. Esse autoconhecimento facilita eu saber que aquele momento não está me fazendo bem. Os espíritos que trabalham conosco, que cuidam de nós na casa espírita, eles vêm a reunião mediúnicas, às vezes eles somem, depois eles voltam. E quando eles voltam, eles falam que eles precisam ir buscar regiões no plano espiritual ou colônias para refazer, refazer-se espiritualmente de fluidos, né? Porque eles trabalham, mas também precisam recarregar. Aqui na Terra a gente pode recarregar a nossa energia para dar essa leveza ao coração, à alma, tanto em atividades físicas como na presença do sol. né? Esse sol que ilumina os nossos corpos, a vida aqui na terra. Nós também podemos tomar um passe na casa espírita, mas nós precisamos ir mais além do que é externo. Nós precisamos buscar do que estamos sobrecarregados,

mina os nossos corpos, a vida aqui na terra. Nós também podemos tomar um passe na casa espírita, mas nós precisamos ir mais além do que é externo. Nós precisamos buscar do que estamos sobrecarregados, do que está vazando de nós, porque às vezes transborda. O que é que hoje tá transbordando em mim que não está me fazendo bem? É claro que a gente queria estar transbordando de amor, de alegria, de coisas boas, mas volta e meia os recados da vida, né, os convites da vida chega até nós, bate a nossa porta. E como é que eu preciso? Do que que você pode fazer uso hoje? Às vezes as pessoas que estão nos vendo moram numa cidade ou numa localidade que não tem casa espírita. já se sinta, sente ali que não pode tomar um passe presencial, mas hoje com a tecnologia a gente pode tomar um passe ouvindo uma música, vendo o passe, a distância que tem nas casas espíritas. Aqui mesmo no final a gente tem o passe, o autopasse, né? Você pode procurar a natureza, mas quando se trata de evangelho, de presença, da presença de Jesus, do que estamos procurando? O fardo do mundo é pesado. O julgo do mundo também não é leve. Mas se Jesus disse que meu fardo é leve e meu julgo é suave, que é o amor e o ensinamento, eu tô me preenchendo muito do que é do mundo. E todas as vezes que a gente preenche do que é do mundo, do que o outro nos traz, do que a vida tá nos trazendo, que a gente não quer, fica pesado, porque ainda tem os nossos as nossas os nossos parentes, né, os nossos familiares, que às vezes a gente pega uma carga que não é nossa também. Então isso vai sobrecarregando. E se a gente pensar na mala, que muitas vezes a gente carrega uma mala pesada sem rodinhas e sem puxador, a gente trazer quanta evolução teve uma mala hoje. Ela tem rodinhas, tem puxador e hoje nós temos a mala com controle remoto, que é aquela, muitas vezes a gente vê no aeroporto, a pessoa sentada numa mala e ela vai sozinha ainda carrega a pessoa. Muita moleza, né? Então, se a gente pensar isso na vida, que hoje nós temos

to, que é aquela, muitas vezes a gente vê no aeroporto, a pessoa sentada numa mala e ela vai sozinha ainda carrega a pessoa. Muita moleza, né? Então, se a gente pensar isso na vida, que hoje nós temos como usufruir das palavras de Jesus, de uma casa de oração, do passe, do atendimento fraterno, da natureza, das questões que a vida nos coloca, como as terapias também, para que eu me socorra. E tudo vai depender do eu, do do que eu quero, de uma lei de permissão. Eu preciso me permitir para que tenha uma vida mais leve, saber o que é meu, o que é do outro, saber separar o que o outro tá invadindo na minha vida, o fardo que eu carrego, que não é meu. E eu não tô facilitando. Quando os espíritos colocam a parte da metamorfose, da transformação da borboleta, da lagarta para a borboleta, o benfeitor espiritual emano coloca muito nos seus livros que a gente não pode ir lá rasgar o casulo para facilitar o voo da borboleta, que ela tem o seu momento ali, né, de gestação, de transformação, para que ela se transforme de mutação de uma lagarta para borboleta. que se a gente fizer isso, ela vai sair com as asas moles. Tendo as asas moles, ela não vai conseguir voar. Há tudo um comparativo nos entendendo que precisamos eliminar também o que estamos carregando, que é inútil. aquele sentimento, aquela emoção, aquela situação veio, trouxe um ensinamento e aí a gente deve passar. Os momentos bons eles passarão. A gente tem que usufruir o máximo que pudermos daquele momento e depois ele passa, né? Aceitação que aquilo passa, desapego, porque aquilo passa. Os momentos trabalhosos mais difíceis também passarão. Olha como esse momento de autoiluminação nos traz paz de espírito, traz leveza pra alma. É uma luz e toda luz que chega em nossas vidas ilumina um ponto que estava nas sombras. Eu não preciso voltar para essa sombra. Uma vez aprendido, o momento passa. E o que nós devemos carregar então para que essa mala, né, tenha rodinhas, tenha puxador e quem sabe até um controle remoto para ficar mais leve em nossas

a sombra. Uma vez aprendido, o momento passa. E o que nós devemos carregar então para que essa mala, né, tenha rodinhas, tenha puxador e quem sabe até um controle remoto para ficar mais leve em nossas vidas. Precisamos carregar virtudes. Virtudes são qualidades da alma, são adjetivos da alma, como diz a mentora Joana de Angeles. Então, se Jesus me traz que o fardo é leve e são seus ensinamentos e que o julgo é suave, que é o seu amor, são as virtudes, eu devo aprender um pouco mais sobre o Cristo, sobre o sol da verdade. Esse sol da verdade. Eu preciso tirar as camadas, que são os defeitos, são as emoções, as crenças, tudo que eu trago em mim desta e de outras vidas, que está fazendo uma casca e não tá permitindo a luz entrar. E para que ela essa luz entre e me ilumine, eu preciso tirar um pouco dessa dessa crosta. E se Jesus é o sol da verdade que nos ilumina, que nos fortalece, que traz luz para as nossas vidas, eu preciso de vez em quando fazer esse ficar a sós. Jesus ficava a sós, ia pros pras montanhas, pros desertos, para que nesse momento ele se conectasse diretamente com o pai. através dos nossos mentores, de todo os espíritos que nos auxilia, nós podemos eh de uma forma intercessória, né? Eles estão aí para interceder essa nossa ligação direta com Jesus, com o Pai. Então, volta e meia para ter essa pureza, essa leveza de alma, de coração, eu preciso desapegar, aceitar algumas coisas, mas eu também preciso fazer esse exercício de ficar a só, de escutar o meu sentimento, o meu pensamento, de saber, porque é tanto, a todo momento tem um filho, um cônjuge, um pai e a mãe falando o que a gente deve fazer, que tem momento que a gente já faz o que o outro manda e não que a A gente quer, às vezes você tá num caminho que não é o seu, é o que alguém desenhou para você. Ele é bonito para o outro, mas não é para você. As flores que você gostam não tá nesse caminho. Talvez se você gosta de um caminho mais de areia, de terra, e esse caminho às vezes tá pavimentado. Nós não somos assim quando compramos um

é para você. As flores que você gostam não tá nesse caminho. Talvez se você gosta de um caminho mais de areia, de terra, e esse caminho às vezes tá pavimentado. Nós não somos assim quando compramos um carro para cada um. Gente, cada um tem um carro devido à sua necessidade. Se você gosta muito de trilha, você tem uma bicicleta para fazer trilha, você tem um tênis específico para fazer uma trilha. Se você gosta de asfalto, você tem um carro mais de asfalto, uma bicicleta mais de asfalto. As nossas vidas têm que ser desenhada dentro do que nós pedimos na espiritualidade. Como é que eu sei disso? Como é que eu me conecto com o ser espiritual que eu sou? É orando, é fazendo um silêncio na alma. Aí a gente começa a escutar o que a vida quer de nós. Agora, se eu fujo desses silêncios, né, às vezes os jovens fala isso, ah, quando eu estou sozinho no meu quarto, quando eu estou muito em silêncio, eu fico é deprimido. Aí a gente pergunta, por que que você fica deprimido quando você está na sua presença? O que é que isso te causa? Qual os sentimentos que traz? Quais são as sensações de estar só? No mundo atual que é de regeneração, transição para regeneração, a gente não tá tendo muito tempo a só, então o pouco que a gente tiver, a gente tem que se aproveitar muito bem. E esse momento aos não é um momento antes de dormir não, senão você perde o sono, vem as preocupações, aí você passa a noite em claro. Esse momento deve ser durante o dia. Se você faz esse momento de se interrogar, de buscar a autorreflexão antes de dormir, pode ter certeza que muitos de nós vamos acabar perdendo o sono, perdendo a noite de descanso. Faça isso durante o dia, nem que seja na tira 30 minutos de almoço, os outros 30 minutos. Comece fazendo por 5 minutos esse momento de silêncio, de perguntar para você mesmo, de perguntar pra vida o que é que a vida quer de ti, o que é que te traz leveza para o coração. E é assim que os espíritos falam que a cada imperfeição que eu elimino da minha vida é uma felicidade a mais.

rguntar pra vida o que é que a vida quer de ti, o que é que te traz leveza para o coração. E é assim que os espíritos falam que a cada imperfeição que eu elimino da minha vida é uma felicidade a mais. Duvidas? faz o teste. Esse momento de autorreflexão, de autoanálise do eu me permito estar comigo e analisando as minhas dores e as minhas alegrias, aonde eu acerto, aonde eu erro, eu vou estar ali de certa forma trabalhando a reforma íntima, eliminando algo das minhas imperfeições, do que não me faz bem. E ali eu estou dando um passo para leveza de coração. A gente tá dando dicas aí, depois vocês voltam que tá gravada a palestra e vão anotando, que eu não enumerei não, para não ficar algo, né, assim, eh, fixo, né, tá didático, mas depois vocês voltam na gravação e vão elencando. Isso são os mentores, né? Eles viveram de certa forma o que a gente tá vivendo hoje e eles sublimaram a vida, né? alcançaram uma angelitude, um patamar, que a gente ainda vai chegar lá, mas eu preciso começar agora, né? O hoje. Eu não preciso sofrer mais do que tá na receita espiritual pra gente, até porque a receita de sofrimento somos nós que nos damos. Nós não viemos aqui para sofrer, para aprender. Só que nessa nesse momento de rebeldia, a gente acaba eh eh ainda ficando de uma forma eh revoltados com os ensinamentos que a vida dá. E a gente perde muito tempo nisso quando deveríamos passar a página, né? Então esse momento de introspecção, de autoconhecimento, vai eliminar certas pedras, certos pesos que está em nossa mala que nós não precisamos carregar. André Luiz tem um livro que fala endereço de paz e lá tem uma lição que ele faz duas perguntas. Para que lado da para que lado da vida você abre a janela da observação? Ele começa do texto falando assim: "Para que lado da vida você abra a janela da própria observação? Para o charco ou para uma o jardim? Para o abismo ou para os céus?" Para o abismo ou para os céus? Então, todos os dias a gente tá abrindo essa janela também. Às vezes vai olhar algo que não é bom.

o? Para o charco ou para uma o jardim? Para o abismo ou para os céus?" Para o abismo ou para os céus? Então, todos os dias a gente tá abrindo essa janela também. Às vezes vai olhar algo que não é bom. Olha só o tempo necessário para você refletir, depois fecha. Aí você vai abrir outro momento. Se abrirmos a janela à noite, o que que a gente vai ver? Para os pessimistas, eles eles falarão a escuridão. Para os poetas falarão as estrelas, o luar, a brisa da noite e por aí vai. Então, se a gente abrir a janela ao amanhecer, o que é que a gente vê para os pessimistas? Dizer calor, isso, aquilo, o barulho. Para os poetas, vão dizer a brisa da manhã, o alvorecer, a aurora, o nascer do sol, os pássaros, as árvores, as flores. Então, é sobre isso que o benfeitor, o o espírito quer dizer. Quando você abre a janela da sua vida, aonde você coloca sua atenção, aí a gente volta, né? Por isso que precisa dos momentos a sós. Se tranque no quarto, se for preciso, ou saia. Aqui em Brasília é bom porque tem árvores. Vai embaixo das árvores, senta ali, suma, suma da sociedade por 30 minutos, suma da multidão por 30 minutos. Mas lembre que tem que voltar, né? Que às vezes a gente quer sumir em definitivo. Viver para quê? André Luiz nos pegou com essas duas questões. Primeiro, ele pergunta para que lado da vida a gente tá abrindo a janela para observar. Depois ele fala: "Viver para quê? Para que você vive? Não é para quem. Os males das mães é que sempre vive para quem, né? Para que você vive? Nunca tinha parado para pensar nisso, né? Te peguei. Para que você vive, meu irmão, minha irmã? A resposta não é para mim que você vai dar e não é agora, é para você. Não é para quem, é para quê? Para que você vive? Esses minutos de silêncio nos traz leveza por isso, porque eu vou começando a separar do que eu vivo e faço para o outro. E do que que eu tenho feito para mim? Que que você tem se dado? Não vale dizer que é perfume, nem roupa, nem calçados. Tão rindo aí que tô pegando no ponto fraco, né? Não fale dizer que é isso. O

tro. E do que que eu tenho feito para mim? Que que você tem se dado? Não vale dizer que é perfume, nem roupa, nem calçados. Tão rindo aí que tô pegando no ponto fraco, né? Não fale dizer que é isso. O que que você tem se dado? Outro dia eu comprei um curso para mim e eu falei assim: "Eu gostaria de fazer esse curso não é pro trabalho, não é para ganhar dinheiro, não é para gastar, não é para é para mim". Fui lá, fiz o curso, que curso transformador, porque às vezes a gente fica só trabalho, casa, casa espírita, trabalho, casa, casa espírita. E foi tão bom fazer esse curso, me deu leveza no coração. Olha, porque às vezes a gente tá tão preso, não se autoconhece, que às vezes a gente vem da casa espírita por uma rotina, já tomou passe com o olho aberto. Outro dia eu tava dando passe, a senhora tocou o telefone, ela falou: "Tô no passe". Eu falei: "Senhora, eu até ia perder o meu promo e me segurei." Eu falei: "Senhora, eu tô aplicando o passe". falou: "Minha filha, desculpa, meu neto me ligando." Eu falei: "As senhora, aqui esse momento é seu?" Eu falei: "Ô, vozinha, esse momento é seu no mundo espiritual, o telefone toca de lá para cá e é só com a missão dos espíritos benfeitores." Então, às vezes a gente tá vindo por uma rotina e esquece de contar as bênçãos, de colher as bênçãos, de sentir as bênçãos dessa energia curativa que estamos mergulhados aqui. E quem tá de casa pode sentir também, não tem barreiras. Por fluido cósmico universal, que é assim que os espíritos nos ensina aqui na casa espírita, que estamos mergulhados nesse fluido, não tem barreira. Aonde você tiver, você pode mergulhar no fluido aqui da comunhão espírita. Então, viver para quê? Ele até responde: "Para aprendermos a viver bem. Cada um do seu jeito, cada um com a sua receita. Viver para quê? Para aprendermos a viver bem e a viver para o bem. Então, leveza de coração não é só viver para mim, não. É viver para o outro. Mas não é 100% para o outro. A gente tem que dosar. E não é viver para carregar a cruz que

viver bem e a viver para o bem. Então, leveza de coração não é só viver para mim, não. É viver para o outro. Mas não é 100% para o outro. A gente tem que dosar. E não é viver para carregar a cruz que pertence ao outro. Não é para rasgarmos o casulo e libertar a borboleta antes da hora, né? Então, viver é saber equilibrar o ser e o estar. Viver é saber equilibrar o ser e o estar. É saber que eu sou um espírito imortal, um filho de Deus. temporariamente estou num corpo biológico, num corpo de carne, mas isso não é eterno. Então eu preciso de vez em quando fazer escolhas, desapegar-me de algo, de alguma situação, de alguma emoção, de algumas coisas também e trabalhar, aceitar, aceitar os convites da vida, entender para depois aceitar. essa viagem vida, né? Eh, essa viagem que chamamos de vida, ela deve ser bem aproveitada, porque para cada um de nós tem uma data, tem um dia que daqui sairemos, daqui só levaremos as conquistas da alma. Todo o amor, todos os sentimentos que aqui cultivarmos, nós levaremos todo conhecimento também. Então, que essas palavras que nós conversamos aqui hoje, esse diálogo possa ter trazido leveza, conhecimento, mas conforto para sua alma. Senão, busque lá os momentos que nós falamos aqui. Busque também um momento de recolhimento e oração, não só para fazer a autoanálise, para orar, pedir a espiritualidade para que você veja, que você ouça, não com os olhos da carne, não com os ouvidos da carne, mas com os olhos da alma, com os ouvidos da alma. Finalizando essa frase aqui também dos espíritos, um coração que confia, um coração que confia sabe que não está só. Então, não estamos só. Muita paz, meus irmãos. Até a próxima. Muito obrigada, Jia, pelas reflexões, pelo carinho dessas mensagens. Agora só posso sugerir que continuemos nessa vibração amorosa e fechemos os nossos olhos assim, aqueles que assim o quiserem. Vamos sentir esse abraço, o abraço do nosso mestre Jesus, irmão querido, que nos envolve nesse carinho imenso, que nos oferece o seu amor sem pedir

os nossos olhos assim, aqueles que assim o quiserem. Vamos sentir esse abraço, o abraço do nosso mestre Jesus, irmão querido, que nos envolve nesse carinho imenso, que nos oferece o seu amor sem pedir nada em troca. Vamos sentir que nesse abraço também está Bezerra de Menezes, que também nos acarecia a alma, nos lembra de que amar é oferecer a si próprio na seara de Jesus. Vamos agradecer a dona Ivone do Amaral Pereira que nos ensinou que é possível refazer os passos e que nossos passos hoje se tornem mais fortes, mais firmes e mais seguros. Vamos sentir que todo esse aprendizado entrou em nosso coração, em nossa alma, e nos abriu os olhos para procurar em nós próprios a melhoria do nosso caminho. Sim, muito agradecidos por tudo que vivenciamos neste momento, nós vamos dizer obrigado, Senhor. Muito obrigada. Meus amigos, antes de eu pedir para passar pro passe, antes de pedir para passar pro passe, não se esqueça, vai ter o passe, o virtual também, mas eu tenho alguns recadinhos para todos. Neste sábado, dia 12 de julho, porque amanhã é 11, amanhã é dia de aniversário de casamento dessa pessoa. É que 44 anos, gente, é uma vida, não vai ter festa. É texto baseado no conto de Humberto de Campos do livro Contos e Apólogos, psicografia de Chico. A gente Chico realmente o homem que trabalhou. Meu Deus do céu. Se ele não tivesse nascido, ele teria que nascer de algum jeito. Teriam que ter trazido ele para nós, porque tanto ensinamento que ele nos permitiu ter, né? E vai ser aqui é uma peça, a capa a capa de santo aqui no salão Bezerra de Menezes às 19 horas no sábado, neste sábado agora vai ser transmitido também pelos meios de comunicação, OK? Então a TV Comunhão tá apostos. Além disso, eu tenho outros. Nós temos na casa um grupo chamado grupo Acolhir, que na quinta e na sexta ele está aqui na casa lá na sala 13, dizendo o seguinte: você que tá ansioso, você que tá aflito, você que precisa muito se olhar com muito carinho, venha, venha estar conosco aqui na comunhão espírita.

e está aqui na casa lá na sala 13, dizendo o seguinte: você que tá ansioso, você que tá aflito, você que precisa muito se olhar com muito carinho, venha, venha estar conosco aqui na comunhão espírita. é um tratamento para ansiedade, que todos em algum momento temos ansiedade. Então, qualquer transtorno emocional, isso é oferecido. Além disso, vocês viram que ela falou do atendimento fraterno, né? Não sou, vocês são testemunhas minhas. Agia falou sobre ele. E o atendimento fraterno a casa oferece de segunda a quinta às 8:30 até às 10:30 e de 15:30 às 21 horas no prédio acima ali do lado da livraria. Na sexta é de 8:30 às 10:30 é de 13:30 às 21. No sábado é de 10 às 11:30 e de 15:30 às 19:30 e no domingo às 17:30 às 19:30, ou seja, voltamos a funcionar domingo e temos o online. Então aqueles que porventura não estejam em Brasília, não fiquem tristes. Nós temos de segunda a sexta, é só agendar o horário eh por e-mail. Acesse o site da comunhão e lá tem atendimento fraterno e tem todas as dicas. Então, sejam bem-vindos. Campanha do agasalho. Gente, olha, vocês virem que eu tô agasalhada, a Gíia tá agasalhada e tem gente que não está agasalhada e está frio. Nós atendemos nessa casa mais de 300 famílias, além de mais de 40 moradores de rua, e assistimos a outras casas espíritas também. a gente faz essas doações. Então, se porventura você tem algum agasalho que não esteja utilizando, são muito bem-vindos. É só entregar de segunda a domingo, todos os dias aqui na comunhão. As se o homo xarifado está fechado, eles eles recebem na guarita, tá? Então não tem problema, é só entregar o que doar, qualquer coisa que agasalhe alguém, como nos agasalharia, né? E agora nós temos a o passe virtual e nós temos a Denise, que muito gentilmente vem levar você. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de

nhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que

migos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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