O ALÍVIO QUE NASCE DA CONFIANÇA - Gínia Lúcia [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 23/09/2025 (há 6 meses) 49:45 1,712 visualizações

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Transcrição

doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda beleza. de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa tarde a todos que aqui se encontram, aqueles que estão à distância somente fisicamente. Todos estão aqui amparados pelos benfeitores amigos. Sigamos confiante na misericórdia divina, no amor do Pai, trabalhando por cada um de nós. Me chamo Gínia e hoje vou conduzir esse momento de aprendizado, de alívio físico, espiritual, com as mensagens dos benfeitores amigos. com reflexões amigas que necessitamos para ficarmos de pé, erguidos espiritualmente. Então, nesse momento, vamos elevar o nosso pensamento ao mais alto, buscando trazer uma imagem do Cristo, sorrindo de braços abertos, a nos convidar a estar com ele, a sentir a sua energia, os seus fluidos e o seu amor. sentirmos agasalhados por esse irmão maior, pelo divino jardineiro que trabalha em nossas almas constantemente desde a nossa criação e sentirmos o fluido dos benfeitores amigos, desses irmãos que nos amam tanto e que nós precisamos fazer silêncio na alma para sentir as instruções para que possamos seguir confiantes e não cairmos nos tropeços do caminho para seguirmos felizes mesmo diante de tantas dificuldades. esse silêncio para sentir a presença do mentor amigo a nos dizer que não estamos sós, que tudo vai passar sim e que o momento que a vida nos apresenta agora é um momento de aprendizado, de fortalecimento do exercício da fé. Se isso não faz sentido em nossa alma ainda, que possamos ouvi-lo, guardar em nós essa semente para que um dia ela cresça e floresça. E florescendo virão os frutos e os frutos nos abastecerão do amor do Pai. Às vezes, meus irmãos, assim seja, né? a gente finaliza a prece para conduzirmos um momento. Que assim seja dentro de nós essa verdade trazida pelo amigo espiritual. Muitas vezes a gente coloca com uma semente no

us irmãos, assim seja, né? a gente finaliza a prece para conduzirmos um momento. Que assim seja dentro de nós essa verdade trazida pelo amigo espiritual. Muitas vezes a gente coloca com uma semente no congelador, achando que ela vai germinar. Quando a gente não entende de algo, às vezes a gente pode crer que uma semente no congelador vai germinar. Mas nós sabemos que não, que para uma semente germinar, ela precisa de um solo, ela precisa de um momento, de um tempo. Leva-se um tempo, uma construção para aquela semente se tornar uma árvore e florescer e frutificar. Hoje a gente vai falar sobre o alívio, o alívio físico, o alívio espiritual, o alívio que nasce na confiança. Essa certeza que ela é trabalhada e precisa de um solo, de uma terra para crescer. A a confiança muitas vezes que a gente vai buscar esse alívio, né, vai ser físico devido as dores físicas. Às vezes vai ser o alívio espiritual devido à questões morais e espirituais também que estamos passando. As questões da sobre ansiedades, tristeza, sofrimento físico, mental, espiritual. Então, a gente vem à Casa Espírita em busca de um alívio. A gente abre uma página em busca de um alívio. Busca ouvir uma música alívio, fazer uma prece alívio. Mas muitas vezes, devido a grandes perturbações espirituais, a gente não consegue buscar sentir o alívio que vem do alto, como filho de Deus, que todos nós somos. Todos nós já passamos por algo assim ou estamos passando devido a um sofrimento, não conseguimos encontrar o alívio, sentir esse alívio e a nossa confiança. Quando a gente vê e escuta os espíritos falando ou lê num livro como dos benfeitores amigos, que a confiança significa abrir mão do controle, que muitas vezes não vai tá em nossas mãos a solução de algo, está mais acima, precisa ser elevado no coração essa confiança. Quando a gente está com medo, por exemplo, ou não conhece o caminho e apresenta-se alguém que conhece e a gente fala assim: "Vai, vai você à frente". Como é bom quando a gente tá com dúvidas, com medo, tá inseguro e chega

om medo, por exemplo, ou não conhece o caminho e apresenta-se alguém que conhece e a gente fala assim: "Vai, vai você à frente". Como é bom quando a gente tá com dúvidas, com medo, tá inseguro e chega alguém mais experiente para nos mostrar como é que faz, para caminhar à nossa frente. Quando alguém, quando estamos na escuridão e alguém já conhece o caminho e sabe andar com os olhos fechados e que pode segurar a nossa mão e à frente. Como é bom quando a gente encontra alguém para nos guiar em questões espirituais funciona dessa forma. Quando estamos com medo, quando não conhecemos o caminho, quando não temos experiência, a gente ora pedindo que Jesus, que um benfeitor amigo, vá à frente, que interceda por nós. Mas chega um momento que quando isso não é trabalhado, quando você pensa que está em suas mãos, que está no controle de tudo e que não dá certo como você queria, você sente ou pensa que você está sozinho no caminho, que não tem alguém para ir à sua frente lhe mostrando, que não tem alguém, um benfeitor amigo para ir te guiando. A gente vai falar sobre isso, como você trabalhar, o que que os espíritos amigos nos dizem para trabalharmos isso em nós. A passagem que do Jesus nos trouxe, que às vezes não entendemos ainda, a gente lê e decora e repete sem saber a intenção, a reflexão que precisamos aprender ali com aquela passagem. Jesus e muitos irmãos vieram à frente desbravando esses caminhos. caminhos espirituais para nos mostrar como podemos seguir, como esse alívio, como é bom sentir esse alívio que nasce na confiança, como despertaram isso em nós. Porque muitas vezes, se não conseguimos abrir mão das questões porque queremos estar no controle, por que que insistimos em carregar as nossas pedras sozinhos, a nossa cruz sozinhos? E tem pedras que não são nossas, como identificá-las? Como buscar esse esse trabalhar essa força espiritual, trabalhar os músculos, né, da alma pra gente sentir fortes para carregar o que é nosso, né? E porque insistimos tanto quando os espíritos nos

as? Como buscar esse esse trabalhar essa força espiritual, trabalhar os músculos, né, da alma pra gente sentir fortes para carregar o que é nosso, né? E porque insistimos tanto quando os espíritos nos pedem para trabalhar o orgulho? Será que é o vício do orgulho que tá me impedindo de entregar esse controle, ter controle de tudo na minha vida? Tem coisas que não está em minhas mãos? é o orgulho. Ou muitas vezes a gente fala da seguinte forma: "Deixa, eu cuido disso sozinho, porque não confiamos no outro ou algo acima de nós." Talvez essa desconfiança vem da nossa infância. Quantos pais sem julgamento? Quantos pais esquecem seus filhos no horário de buscá-los no colégio? E do nada desperta, ô, tenho que buscar um menino no colégio. Quantas questões psicológicas gera nessa cabecinha dessa criança? Se o meu pai esqueceu de mim, que eu conheço, que eu convivo, imagine Deus que eu nem sei quem é. Então, tem questões de insegurança que trazemos em nós de não confiar, não sentir esse alívio partindo de uma fé, de uma certeza no mais alto. Talvez sejam questões da nossa infância, da nossa infância física, porque confiamos demais em alguém, nos nossos pais e não fomos correspondido dentro daquela confiança. Ou são questões de vidas passadas que ficaram enraizadas em nosso perespírito, que é o nosso segundo corpo. É um corpo fluídico que permeia entre o corpo físico e o espírito. E quando a gente desencarna, que você às vezes a pessoa fala: "Eu vi um espírito". A gente viu o perespírito, né, daquele ser. Então essa angústia tem no livro Momentos de Esperança. A benfeitora espiritual Joana de Angela, ela afirma uma frase nesse livro, ela afirma que a angústia é resultado de um sofrimento íntimo mal digerido. A angústia é um resultado de sofrimentos íntimos mal digeridos. O desespero, a angústia corroi, nos corroi. Ninguém é feliz na aflição. Nós sabemos disso. Então, tem questões mal resolvidas e nós que não paramos para refletir, para analisar, para fazer um trabalho de autoconhecimento,

ia corroi, nos corroi. Ninguém é feliz na aflição. Nós sabemos disso. Então, tem questões mal resolvidas e nós que não paramos para refletir, para analisar, para fazer um trabalho de autoconhecimento, do autocuidado ali conosco, da reforma íntima, deste momento de construção, de fazermos como Santo Agostinho orientava. A final do dia, interrogue tua consciência, como foi teu dia, sabe? de separar algumas coisas, de tirar algumas pedras que carregamos em nossas malas, mochilas, algumas questões que não precisam mais, mas devido o devido o vício do orgulho de estarmos sempre, né, nesse sofrimento mal digerido, como diz a mentora, gastamos muito tempo em algo que não vai dar resultado, não vai trazer coisas boas, não vai trazer saúde física, ment mental não traz alívio. Ainda precisamos galgar sobre o amadurecimento espiritual, sobre questões que levam tempo para ser resolvidas, entendidas e que precisa de um tempo nosso, de um tempo de reflexão sobre as coisas da vida. Quando confiamos, algo muda dentro de nós. A gente traz pelas pessoas que nós confiamos. E a confiança ela ela precisa de uma convivência. Quando eu confio muito em alguém, é porque eu convivi com essa pessoa, ou dentro ou fora do lar. E as questões espirituais são assim. Eu preciso de um tempo de convivência com as questões crísticas. com as questões espirituais para eu me sentir seguro. Sentindo seguro, eu sinto alívio. Quando confiamos, muitas coisas mudam em nós. Não significa que os problemas desaparecem, mas é, a gente passa a analisar aquele fato. É como uma questão matemática que a gente analisa, vai entendendo quando a gente constrói uma questão, uma expressão numérica, quando a gente tá lá no ensino médio que a gente constrói e resolve, aquilo nos dá um, quando a gente é adolescente ou criança, aquilo nos dá um poder saber resolver uma questão matemática sozinho. Mas aquele demorou ali um tempo pra gente conseguir encaixar aqueles números, aquelas em ordem, numa lógica para resolver. Mas quando o coração encontra paz,

r resolver uma questão matemática sozinho. Mas aquele demorou ali um tempo pra gente conseguir encaixar aqueles números, aquelas em ordem, numa lógica para resolver. Mas quando o coração encontra paz, voltando para o alívio, quando a gente encontra essa reflete, encontra uma solução, o o coração encontra paz, a alma respira. Aí a gente traz uma analogia. É como a criança que adormece no colo da mãe, no colo de um pai. Há uma segurança ali indescritível, mas ela adormece porque ela tem confiança naquele colo que tá ali. Ela tá tranquila, embalada e ela dorme profundamente. Ela não sabe o que vai acontecer no amanhã. Ela só sente que tá protegida. E aí os espíritos trazem isso para que a gente faça um comparativo em nossas vidas. Quando a gente confia, eu não sei o que vai acontecer amanhã. Ninguém aqui sabe, mas a gente tá confiante. Saber sobre a vida, que a vida é muito mais do que a gente vê aqui com os olhos da carne, que a vida é muito mais do que a matéria. Isso já é um primeira questão que nos traz alívio. Não é para trazer medo nem insegurança. Saber que já tivemos outras vidas e passamos por situações tão dolorosas. que não caminhamos sozinhos, que há sempre alguém conosco. Isso existe um alívio, um repouso na alma, saber que tem questões que não vamos resolver aqui nessa encarnação, porque não vai dar tempo. Não é que a gente vai viver poucos anos, é que não vai dar tempo da gente experimentar isso, refletir, vivenciar e solucionar. Tem questões que dependem do outro também. Um perdão, por exemplo, a gente faz a nossa parte, entrega a Deus a parte do outro. A criação de um filho, a gente cria com todo o amor, instruindo para a vida aqui presente e instruindo sobre as questões espirituais. Às vezes a gente dá mais das questões do mundo e menos das espirituais, quando deveríamos dar mais da espiritual e menos do mundo, porque no mundo eles aprenderão de alguma forma. E as questões espirituais com a linguagem e o amorosidade de um pai e de uma mãe ou de uma avó depende do tutor daquela

da espiritual e menos do mundo, porque no mundo eles aprenderão de alguma forma. E as questões espirituais com a linguagem e o amorosidade de um pai e de uma mãe ou de uma avó depende do tutor daquela criança. A segurança espiritual vem também do que os nossos pais ou dos nossos tutores nos deram. Quando isso falta na infância, a gente cresce uma um adulto inseguro, não paraas coisas do mundo, mas principalmente paraas coisas espirituais. Aí quando a gente lê uma obra dos benfeitores amigos ou pega o evangelho com as palavras de Jesus ali no íntimo fica, será que isso é verdade? Será que acontece dessa forma mesmo que ele tá descrevendo? Será que a vida continua? Eu tenho outras vidas? Será que eu já vivi em outros corpos? Então são tantas questões que daqui a pouco você fala assim: "Eu vi uma coisa ali na internet faz mais sentido." A gente vê que até mesmo a internet tem tantos experimentos que são mentiras. Às vezes a gente quer abrir e ver uma receita, tá tão bonita e a pessoa mostra que foi feita daquela forma, mas ela não coloca os bastidores, o que ela colocou a mais, o ingrediente secreto e a gente tenta fazer não dar certo. Aí a gente pensa que é assim também com as questões do evangelho de Jesus, com as questões espirituais. Ah, isso aí deve ter alguma coisa secreta. Aí vem os espíritos e tira o vel da ignorância e nos mostra como que é feito, como esse caminho. É justamente como a gente começou a falar. Quando a gente tá inseguro e vem alguém que nos mostra, a gente fala: "Vai à frente, me mostra como chegar, me mostra como fazer". E a gente sente um alívio nessa confiança no outro. No evangelho é assim, dessa forma. Os espíritos vêm nos mostrar o como fazer, mas se eu duvido de tudo e de todos, eu não vou experimentar. E para as questões espirituais precisa refletir e experimentar para eu saber se isso que eu tô lendo aqui do Evangelho de Jesus, se essa parábola tem um sentido nela, eu preciso refletir sobre ela. Isso vai ter um encaixe na minha vida, sim, na minha

experimentar para eu saber se isso que eu tô lendo aqui do Evangelho de Jesus, se essa parábola tem um sentido nela, eu preciso refletir sobre ela. Isso vai ter um encaixe na minha vida, sim, na minha vida familiar, na minha vida profissional. Não estamos aqui à toa, não estamos na profissão que nós estamos à toa, né? Tudo é um exercício. Então, existe um alívio, né? Um repouso na alma quando ela aprende a confiar em Deus. Igual na semente que a gente às vezes quando não entende deixa congelada. Uma semente congelada não vai germinar. Um coração congelado não vai germinar para refletir sobre as verdades da vida. Um coração que sentiu muita dor, né, no sentido espiritual, falando de uma forma moral, ele vai ficar desconfiado de todos. uma pessoa que apanhou muito da vida, que apanhou das pessoas que mais amavam, que confiava, que foi traído, ele vai ser desconfiado naturalmente. Agora, com as questões do evangelho, eu não posso comparar. Os espíritos estão vindo para nos ensinar sobre isso. Não é comparável. Igual na terra, pra semente germinar, ela ela precisa de uma terra com qualidade, ela precisa ser cultivada, vem o tempo, né? E nós somos assim, a gente precisa de tempo. E o nosso tempo espiritual aqui para cada um é diferente. Tem uns irmãos que estão estagnados em outros tempos, em questões que estão enraizadas em vidas passadas, fixações mentais do que sofreu no passado, de uma raiva, de um ódio, de uma ilusão, de uma paixão. e ficou preso lá e volta e meia acessa essa informação no subconsciente perespiritualmente falando, né, no perespírito e traz toda essa carga energética do passado e desconta de quem tiver convivendo hoje. Às vezes aquelas pessoas não têm nada a ver com aquela situação. Então eu preciso me autoconhecer, refletir sobre isso, né? trabalhar essa terra para que essa semente espiritual colocada em nossos corações, em nossas almas, né, nossa consciência germine. Tem um fato interessante no Evangelho Segundo Espiritismo lá no capítulo 5, item 4, é uma frase:

ue essa semente espiritual colocada em nossos corações, em nossas almas, né, nossa consciência germine. Tem um fato interessante no Evangelho Segundo Espiritismo lá no capítulo 5, item 4, é uma frase: "A calma e a resignação adquiridas na maneira de encarar a vida e a confiança no futuro dão ao espírito, que somos nós, os encarnados, né? Temos aqui os desencarnados, mas trazendo para nós encarnados que estamos na carne, a calma e a resignação adquiridas, né? Ou seja, trabalhada aqui nessa vida, experimentada. A forma de encarar a vida terrena e a confiança no futuro dão ao espírito uma serenidade, que é um preservativo contra a loucura e o suicídio. Então, o o a forma como eu vejo a vida, que que o espírito tá dizendo aqui? Manter a calma, ser resignado quando os convites da vida bate à minha porta, chega na minha vida, isso, a maneira que eu encaro, que eu vejo, como eu lido com isso, vai me preservar de estar louco, ficar louco ou até mesmo cometer ter o suicídio, tirar a vida do corpo. E que quando a gente compara irmãos que estão tantamente translocados, estão fora da realidade, do eixo, como a gente fala, que vai analisar como ele chegou a causa disso tudo, às vezes não vai ver nessa existência. Essa existência ele só puxou o fio da meada, né? Ele puxou o fio ali e saiu espalhando. E essa resignação, meus irmãos, nasce do trabalhar a nossa fé, de buscar eh refletir sobre o que Jesus deixou. Não tem como fugir disso. Quando os espíritos falam assim que Jesus é o ele disse, né? Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Então eu preciso trilhar esse caminho para entender o que que esse irmão maior quer que eu entenda também para colocar em prática na minha vida. Entender que as dores nos fortalece, trabalha a nossa paciência, a nossa fé. Mas se nesse momento a dor me enlouqueceu, é um coração que se revoltou. Um coração quando se revolta enlouquece. Já no livro dos espíritos, os espíritos trazem para Kardec a segunda a seguinte questão: a felicidade terrena é relativa à satisfação das

ação que se revoltou. Um coração quando se revolta enlouquece. Já no livro dos espíritos, os espíritos trazem para Kardec a segunda a seguinte questão: a felicidade terrena é relativa à satisfação das nossas necessidades, viver com o essencial, que são próprias da vida material e uma consciência tranquila. Então ele vem dizer assim que para viver aqui feliz dentro de tudo isso que tá acontecendo no mundo, não é só no nossa cidade, no nosso país, o mundo está vivendo um burburinho espiritual e físico, está em guerras dentro dos lares também tem muitos lares que estão em guerra. Então ele fala assim que pra gente encontrar essa felicidade, a gente tem que buscar satisfação dentro daquilo que a gente dá conta, do que a gente já tem do necessário de uma vida materialmente falando. A segunda parte para encaixar aí nesse todo é buscar ter uma consciência tranquila. Ou seja, tô fazendo a minha parte, tô educando meu filho dentro do que eu conheço. Tô mostrando para ele que a vida é muito mais do que o colégio que ele estuda, a faculdade que ele faz e a função que ele desenvolve na parte profissional. Os demais agora vai caber a ele quando chegar na maioridade. Bem, assim somos nós. Trabalhar em nós. Se a minha consciência tá tranquila, porque eu confio na providência divina, eu tô fazendo minha parte. Eu não tenho por me deixar levar pelas questões que eu estou ouvindo ou vendo do que o mundo tá me trazendo. Isso é um trabalho. Se a convivência, se a confiança nasce da convivência, eu preciso conviver mais com esse mentor espiritual que eu chamo de anjo da guarda. Eu preciso refletir mais sobre as questões que me chegam numa palestra, numa música. Às vezes tem uma música que a gente fala assim: "Que letra, que letra! Parecem que foi psicografada. As músicas de Milton Nascimento, de Almiss e tantos outros irmãos que trazem músicas tão profundas. Eu não tô falando nem de músicas religiosas, tô falando de músicas que a gente ouve no dia a dia. Então, se a confiança vem do convívio,

Almiss e tantos outros irmãos que trazem músicas tão profundas. Eu não tô falando nem de músicas religiosas, tô falando de músicas que a gente ouve no dia a dia. Então, se a confiança vem do convívio, eu preciso conviver mais, fazer mais silêncio na alma para escutar o que o mentor quer de mim, buscar mais no evangelho de Jesus. O que é que é aquela palavra de vida eterna? Como diz o benfeitor espiritual, Emanuel, Emanuel, o que que aquela palavra de vida eterna quer trazer para mim? O que é que tem ali que eu vou usar para buscar um alívio para mim, para a minha família, para o local do meu trabalho? Como desenvolver essa confiança que esses irmãos nos passam em Deus, no Cristo, no irmão maior, no jardineiro de nossas almas, que é Jesus, no divino amigo, que eles trazem dessa forma que até para falar de Jesus eles falam de uma forma poética e amorosa. divino jardineiro que trabalha em nossas almas, o o amigo inseparável de nossas vidas, o irmão maior, essa intimidade que eles têm com com o com Jesus, como desenvolver, então eu preciso cultivar também a autoconfiança. É preciso acreditar em mim, como tá lá no Evangelho, a fé é divina, mas a fé é humana. Eu preciso desenvolver a paciência e a constância. Como é importante a parte da constância. Quando a gente é inconstante, a gente fala uma coisa e faz outra. Hoje a gente faz de um jeito, amanhã de outro. Depois a gente nem lembra mais. Quando a gente trabalhar constância, né, buscar disciplina para nossas vidas, né, um aprendizado ele se dá pela repetição. Para cada um de nós precisou repetir, nem que nem que veio já de outras vidas, né? Se você toca bem um instrumento, já aprendeu cedo, é porque você desenvolveu outras vidas. chegou aqui, você acessou aquelas memórias, porque o que a gente aprende não se perde. O que a gente conquista materialmente vai ficar aqui, mas o que a gente conquista no espírito, o aprendizado, seja até mesmo das profissões, nós levaremos. Então aquilo que a gente faz bem feito, que fez muito

ente conquista materialmente vai ficar aqui, mas o que a gente conquista no espírito, o aprendizado, seja até mesmo das profissões, nós levaremos. Então aquilo que a gente faz bem feito, que fez muito bem, vira uma constância na nossa vida, mas precisou dessa disciplina. Então, essa parte do que o Espiritismo nos traz, o Espiritismo provoca uma mudança na minha forma de ver o mundo, na forma como eu me vejo, na forma como eu vejo o outro, porque eu passo a me ver não só como um carne, como um corpo, mas eu me vejo como um espírito imortal, como um filho de Deus, como alguém que já viveu outras vidas, tem experiências. Eu preciso fazer essa busca, né, esse movimento de dentro para dentro para buscar respostas. Mas se isso eu acho que é só uma questão que só vale pros benfeitores amigos, se eu não testo, se eu não trago essa constância na minha vida, tô passando por um problema resignação, calma. O evangelho tá dizendo isso. Capítulo 5, item 14. Eu trouxe só uma linha, mas tá lá os parágrafos. Esse momento assim, resignação, eu vou buscar entendendo de mim o que é resignação. Já me falaram que é não ter rebeldia, que é não relutar e se confiar, fazer a minha parte, entregar, orar, ter calma, mas dentro de mim, como é que funciona isso? Como é que eu vou digerir isso tudo, né? Então o espiritismo ele traz, ele nos provoca essa mudança em nós, essa reflexão também nos traz o consolo, o consolo da doutrina espírita em nos auxiliarmos. Vou trazer para mim, né? Cada um pega dentro do seu entendimento. O consolo da doutrina é me auxiliar, é me proporcionar alívio nos temporais, nas tempestades da alma, nas tempestades familiares, nos temporais da vida, né? nas questões espirituais, onde eu encontro o meu próprio alívio, pelo conhecimento da doutrina do espírita, eu vou encontrando ali aonde que eu me encaixo, né, comparando com o outro, mas fulano tá um ano no espiritismo, já entendi tudo. Eu não. É no seu tempo, né? A sua semente ali vai germinar de acordo com as condições da

ali aonde que eu me encaixo, né, comparando com o outro, mas fulano tá um ano no espiritismo, já entendi tudo. Eu não. É no seu tempo, né? A sua semente ali vai germinar de acordo com as condições da terra que você plantou, das condições da natureza, o vento, a chuva. Então a gente também vai buscar esse auxílio, esses adubos espirituais para trabalharmos essa semente. Às vezes a nossa semente tá lá congelada, ela precisa ser colocada numa boa terra, adubada e regada, precisa do sol. E quem é o sol que aduba o nosso espírito? Se a semente que Jesus falava, ele tava falando de nós. Quem é o sol? Porque tudo depende do sol para germinar. O sol é Jesus. Então eu preciso para que a minha semente descongele além desse solo, das palavras de Jesus, de todo esse adubo, eu preciso do sol. Quando estamos com frio, a gente não precisa do sol. Quando estamos no escuro, não procuramos a luz. Então, o conhecimento que a doutrina espírita traz, eh, a gente também encontra o nosso próprio alívio, porque nós construímos através do servir a Jesus. O conhecimento da doutrina espírita é uma porta. É uma porta que se abre para a nossa transformação moral, espiritual. E qual é a chave? Qual é a chave? Os espíritos nos trazem que a chave é a vontade. É a vontade que abre essa porta. A reforma íntima, ela ela é essa paz interior que eu vou tirando de mim o que eu não quero mais. Não é me destruir, não é me transformar. Como a gente muitas vezes faz uma reforma numa casa, vou trocar as portas, vou trocar o teto. Não precisa derrubar a casa, não precisa deixar de ser quem nós somos, é melhorar o que já somos. Então, a a o silêncio, né, mergulhar em nossa essência espiritual, que a nossa verdadeira essência espiritual, entender que Deus habita no silêncio, Deus habita em nós, que a gente observa que os sábios, os irmãos como Jesus, ele buscava o silêncio, eles meditavam, refletiam, mergulhavam na sua essência. Jesus passava, passou aí 40 dias no deserto, né, como tá lá na questão bíblica, meditando

sábios, os irmãos como Jesus, ele buscava o silêncio, eles meditavam, refletiam, mergulhavam na sua essência. Jesus passava, passou aí 40 dias no deserto, né, como tá lá na questão bíblica, meditando sozinho. Ele se afastava para se alinhar com o Pai. Então, a gente precisa fazer silêncio de vez em quando, encontrar essas respostas. O silêncio nos traz respostas, é porque às vezes traz respostas que a gente não queria. O vício do orgulho, né? A gente queria algo que apaziguasse o nosso ego ou que alimentasse o nosso ego. Aí vem algo que vem ao encontro e a gente não sabe tirar dali uma situação, uma verdade, um alívio, porque não fazemos isso com constância. Aí vem a constância, né? A disciplina de estarmos. Acorda todos os dias, reflete 5 minutos, faz uma prece. Não, eu já acordo caçando briga com o mundo, dando socos no ao vento, né? Então a gente caça briga muito fácil dentro de nós. Às vezes a gente tá em silêncio, em silêncio aparente, só por fora. Por dentro o pensamento tá barulhento, tá briguento ali com conosco mesmo, né? E quando vem alguém dá bom dia, a gente já responde, não na altura da educação. A gente precisa fazer esse mergulho íntimo, meus irmãos, para mergulharmos nos fluidos. A gente tá envolto a esses fluidos que vem de Deus. A gente estuda isso aqui na doutrina espírita. Se você nunca ouviu falar sobre o fluido cósmico universal, pesquise depois ou venha estudar o de o estudo sistematizado para você entender. Então a gente táa mergulhado nesse fluido que a vontade vai trabalhar esse fluido a nosso favor. Se Jesus é a minha fonte de alívio, eu confio nisso. Eu unindo a essa força espiritual de Jesus, a esse fluido, eu posso ter acesso a essa força, esse poder redentor, que são esses fluidos trabalhando a meu favor. Esses fluidos também trabalham em nosso corpo físico. Muitos até encontram a cura de suas doenças por esse fluido magnético também. trabalhado pelo pelos médiuns, né? Mas encontra também no momento que a gente inspira, a gente tá inspirando esse fluido na

uitos até encontram a cura de suas doenças por esse fluido magnético também. trabalhado pelo pelos médiuns, né? Mas encontra também no momento que a gente inspira, a gente tá inspirando esse fluido na natureza, no momento de oração, em nossos lares, mas ele precisa ser trabalhado com a vontade. Eu preciso crer nesse poder, nessa força. Eu preciso entrar em sintonia com essa força superior, com esse com Cristo interno que outras religiões falam, com eu superior, com a centelha divina que há em mim. A gente já ouviu de alguma forma falar sobre isso. Então, trabalhemos a nossa inquietude do dia de amanhã. A inquietude desacelera. Quando ela desacelera, a gente entra em contato com esse eu superior, com essa força interna, com esse Cristo interno. E a nossa vontade potencializa o momento da prece, nos dá essa certeza, né? E às vezes a gente fala: "Eu tive uma inspiração, eu tive uma intuição que veio do silêncio e quem estava conosco nesse silêncio, né? Então, a gente precisa mergulhar nesse universo interno, trabalhar essa confiança para sentir esse alívio. Quanto mais quietude, mais plenitude, as respostas, né, que vem nos trazer certeza. A gente trabalha os nossos padrões mentais, os nossos comportamentos. Por que que eu ajo sempre dessa forma? Por que que eu faço tudo sempre igual e não dá certo? Esse momento de reflexão vai nos trazer por quê? Por que que eu não faço diferente? Por que eu não faço diferente do que minha mãe, minha avó fazia? Será que vai dar certo hoje em 2025? Ou eu domino, né, os meus pensamentos negativos, pessimistas, viciosos, ou eles vão conduzir a minha vida, eles vão dominar. Essa educação de pensamento precisa silêncio. Às vezes, apesar de uma oração, de uma leitura, para cada um de nós vai ser de um jeito. Não tem como dar uma uma receita aqui fechada para vocês, porque cada um de nós tá vivendo um tempo, um tempo da alma, um tempo do espírito, devido ao conhecimento, às vivências, a entrega, a fé. Então, o conhecimento ele é poderoso,

aqui fechada para vocês, porque cada um de nós tá vivendo um tempo, um tempo da alma, um tempo do espírito, devido ao conhecimento, às vivências, a entrega, a fé. Então, o conhecimento ele é poderoso, mas para que ele seja poderoso, eu preciso aprender a usar esse instrumento para que ele seja libertador. Tudo que eu aprendo aqui nas palestras, nos estudos, eu preciso usar na minha vida. As receitas guardadas em suas gavetas nunca farão bolo e nunca sentirão o sabor de daquele bolo que você guardou a receita. Às vezes a gente tem tanta coisa guardada no celular, nos rascunhos, nos bloquinhos ali, tanta foto, tanta conhecimento, tantos livros que a gente tem nos nossos iPads aí nos guardados, tantos ebooks, tantos livros na estantes, tanto conhecimento que a gente já tem na doutrina espírita, mas a gente não tá testando para saber daquilo o que que vai fazer sentido em nossas vidas. Não trabalhamos essa confiança para ter o alívio na hora necessária, sermos resignados. O o conhecimento é poderoso quando a gente testa as ferramentas. E todos nós somos convidados a cada dia mais a crescer, a expandir, a buscar esse silêncio curativo também para sermos resignados. Essa prece sentida que precisamos fazer, a gente já faz a prece querendo terminar. igual as crianças, né? Começa de um jeito já tá dizendo assim: "Seja a prece sentida para quem leu o livro nosso lá ou assistiu o filme Nosso Lá. André Luiz passou 8 anos. Para quem não viu, depois leia o livro nosso lar ou assista o filme Nosso Lar. Ele passou 8 anos no umbral, em sofrimento, devido à sua forma de ser, de pensar, devido à sua vivência aqui na terra quando encarnado, 8 anos de sofrimento. E ele não viu, não sentiu o mentor ali do seu lado. Mas no dia, na hora que ele fez uma prece sentida, ele viu o socorro. Às vezes a gente tá vivendo isso. A semente tá lá congelada. Todo o conhecimento que a gente tá tendo da doutrina não tá sendo experimentado, não tá tendo constância, a gente não tem confiança, não sente o alívio. O mentor

vendo isso. A semente tá lá congelada. Todo o conhecimento que a gente tá tendo da doutrina não tá sendo experimentado, não tá tendo constância, a gente não tem confiança, não sente o alívio. O mentor tá ali do lado nos mandando intuições, inspirações. Vai, meu filho, faz dessa forma, tenta dessa forma. Temos sonhos inspiradores. Quantas mensagens vêm nos sonhos, mas a gente deleta tudo, nem para pensar o que foi que eu sonhei hoje. E essa prece sentida vai fazer com que a gente veja, sinta esse benfeitor amigo ao nosso lado nos socorrendo, né? Pensar estando na parte de cima, de baixo para cima, né? Quem mora no primeiro andar não vê o quem mora no 20º. Vê o horizonte, o nascer do sol. Às vezes quem tá lá no térrio nem vê o nascer do sol, nem um pô do sol. Tá tudo em sombra, né? Mas quem tá lá no último andar vê o nascer, o pô do sol, vê o horizonte, vê tudo diferente. E a espiritualidade nos pede: "Saiamos do térrio do primeiro andar e vamos subindo, né? Começamos ver a saída de cima. Tudo é diferente, né? Saímos do baixo para ir o alto. No espiritual funciona da mesma forma. Saímos do baixo para o alto. Saímos da prisão dos nossos pensamentos, das prisões mentais que nós nos colocamos por causa da descrença para fazermos essa prece sentida, confiar, sentir o alívio e sair do baixo para o alto. Sentir a presença do mentor amigo. Então, que possamos através da prece, do momento de silêncio, sentirmos amparados pela misericórdia divina. E a misericórdia divina, a previdência divina, é a espiritualidade trabalhando em nosso favor. Então, vamos, chegou o nosso momento de encerrarmos. Agradecemos a Deus, aos espíritos amigos, esses momentos de reflexões face necessário ficarmos a só em nossos lares para que possamos ou onde estivermos um minuto de silêncio para mergulharmos em nossa essência, de lá vermos com respostas para as nossas vidas na confiança, o alívio que nasce da confiança. Todo dia a gente pode trabalhar. Muita paz. Fiquemos com Jesus. Que Deus nos abençoe, nos

nossa essência, de lá vermos com respostas para as nossas vidas na confiança, o alívio que nasce da confiança. Todo dia a gente pode trabalhar. Muita paz. Fiquemos com Jesus. Que Deus nos abençoe, nos enriqueça de de frutos através do nosso pensar, das sementes que nós vamos também adubá-las e colher frutos delas. Muita paz. Vamos ao passe. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam

es, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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