NÃO VOS AFLIJAIS: ALIVIAI O VOSSO CORAÇÃO - Gínia Lúcia [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 14/02/2026 (há 1 mês) 1:09:05 2,629 visualizações

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Transcrição

vibrando luz, buscando a ti. Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. [música] Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando [música] a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Estou aqui. >> Boa noite a todos. Sejam todos muito bem-vindos. Que alegria poder estar com vocês na noite de hoje para refletirmos um pouco mais, acalmarmos um pouco mais os nossos corações. Fazer a leitura de harmonização do livro Vigiai e Orai por Carlos Varteli. Capítulo Se caístes, se caístes, não te acomodes no chão. Põe-te pé e continua. A queda te ensina o que nenhuma outra postura física é capaz. Não te lamentes e nem permaneças na expectativa de que te levantem. Reúne as forças que te sobram e de novo retorna à caminhada. Somente quem caiu pode advertir os encaltos quanto aos perigos. a que se encontram expostos. Não raro, Deus te concente a queda para que aprendas humildade. Nos passos de quem se dispõe a avançar, os tropeços são naturais e inevitáveis. Quem não se movimenta não se arrisca a cair. Quem não se movimenta, se não se arrisca a cair, também não sai do lugar. No exercício de cair e levantar-se é que o espírito se fortalece. Vamos à nossa prece convidando a todos a fechar os nossos olhos. Com sentimento asserenado, nós agradecemos a espiritualidade amiga que se faz presente aqui conosco nessa noite. Agradecemos a oportunidade de estarmos aqui reunidos a fim de receber as benéces que descem do alto sobre nós, acalentar os nossos corações, a fortalecer a nossa caminhada rumo a Jesus, rogando a esses benfeitores amigos que visite os nossos lares, todos aqueles que lá deixamos, rogando a esses benfeitores amigos que se fazem fazem presente a Dr. Zerra de Menezes, o mentor dessa casa, que envolva a nossa palestrante da noite com as mais suaves vibrações, que a intua e que a direcione, que envolva também a todos aqueles que

fazem presente a Dr. Zerra de Menezes, o mentor dessa casa, que envolva a nossa palestrante da noite com as mais suaves vibrações, que a intua e que a direcione, que envolva também a todos aqueles que estão conectados conosco no online, a fim de se sentir envolvidos também nesta mesma vibração que está ao salão. E é com esse sentimento de profunda gratidão de estarmos aqui nesta noite de sábado, que nós iniciamos mais um encontro dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Queridos, vou passar a palestra para a Gínia, né, que fará a palestra da noite com o tema não vos aflingjais, aliviai o nosso coração. É tudo que estamos precisando nos dias de hoje, não é? alívia ao coração e ter a certeza de que a gente não precisa se aflingir. Gíia, boa noite aos corações amigos. Todos sejam bem-vindos e sintam a calma que envolve aqueles que querem sentir-se calmos, né? Tem momento na vida que a gente busca calma, mas não queremos calma. Que todos que estão online possam mergulhar nas vibrações que emanam aqui desse solo sagrado, desta casa que nos agasalha com tanto amor, que nos dá o pão espiritual. para permanecermos firmes em nossos propósitos. A dor tem batido a porta, tem alcançado muitos corações e muitos irmãos não estão sabendo como aliviar. Nunca tivemos tantas informações de estudos sobre espiritualidade, sobre o sagrado, sobre o divino que há em nós. Mas mesmo assim o mundo continua agitado e a gente ora cai no fogo, ora cai na água, remetendo o irmão que os apóstolos, os discípulos não conseguiram ali libertar dos obsessores. E se a gente tirar por essa semana, como foi nossa semana? Foi tranquila? Foi uma semana agitada? Foi uma semana que ora caímos no fogo, ora caímos na água? Então, se cada um de nós for fazer esse mergulho na intimidade, vai trazer situações que não soube lidar, que não soubemos lidar, porque há muitas informações e talvez seja essa questão que a gente não tá sabendo lidar, porque a gente tá pescando em muitos mares, a gente tá pescando em muitos rios, aí

ar, que não soubemos lidar, porque há muitas informações e talvez seja essa questão que a gente não tá sabendo lidar, porque a gente tá pescando em muitos mares, a gente tá pescando em muitos rios, aí depois a gente não sabe o que escolher. Ora, muitos irmãos estão ligados na comunhão, ora já estão ligando em outras informações, ora estão lendo um livro de um tipo, hoje tá lendo o livro do outro, não tá retendo. Nunca tivemos tantas informações e e tantos tantas ferramentas para apazigar apaziguar-nos, né? para ter um momento de alívio, um momento reflexivo também, mas a gente não tá dando conta de tanta informação, não sabe onde guardá-las. Então, que essa noite de bênçãos, de paz e de alívio, nós possamos reter o necessário para no final cada um sentirse aliviado ou direcionado de como aliviar as suas aflições. Nunca. Se formos parar aqui, como aliviar o coração no mundo tão ansioso? Aí eu tô dizendo que eu vou me aliviar por causa do outro, já que o mundo está ansioso, eu tenho que buscar agora como eu preciso chegar a esse alívio. O coração não foi feito para viver em aflição. E quem já teve uma arritmia aí, alguma questão cardíaca sabe disso. Esse órgão sensível e fundamental, ele não foi feito para estar aflito. E Jesus falava diretamente ao nosso coração, não ao órgão, mas ao sentimento, a vibração, as energias diretamente ligada ao coração. Então, se ele não foi feito para viver em aflição, nós não fomos feitos para viver em aflição constante também. Porque se o coração ele está ligado, conectado, sincronizado com uma respiração, com a pressão arterial e outros órgãos, imaginemos agora no ponto de vista espiritual viver em aflição. ser que somos espiritual, viver em aflição, viver banhado ou mergulhado em algo que não somos. Deus é amor. Somos filho desse amor. Então, tudo que a gente trouxe aqui dos estudos, do conhecimento, do momento de vivência mediúnica e do momento de vivência dentro do estudo na casa espírita, a gente vai ver aqui que tem como a gente reter algo aqui dessa noite

xe aqui dos estudos, do conhecimento, do momento de vivência mediúnica e do momento de vivência dentro do estudo na casa espírita, a gente vai ver aqui que tem como a gente reter algo aqui dessa noite de bênçãos, desse momento de reflexão amorosa, porque a gente não tá trazendo nada para punir ninguém, nem para trazer aflição. mas de uma forma amorosa que os espíritos colocam doando nossa voz e o nosso magnetismo para que isso alcance o coração. Aí por isso que o tema é: não vos aflijais, aliviai o coração. Quando enfrentamos dificuldades, podemos pensar. E isso é uma coisa que os espíritos falam quando estão numa reunião mediúnica buscando aliviar porque já se encontram do outro lado da vida. E a gente também fala, mas se Jesus tivesse aqui do meu lado, se eu sentisse Jesus, se eu pudesse ter um diálogo com Jesus, igual ele teve com Nicodemos, e mesmo assim Nicodemos não entendeu a mensagem do Cristo, tava ligado mais às questões intelectuais. A gente fala, se Jesus tivesse aqui do lado, face a face, para eu abrir o meu coração e poder falar das minhas dores, das minhas aflições, mas ele está, ele não está longe, ele está perto. Então, quando a gente pensa dessa forma, a gente tá pensando de uma forma material. A gente ainda não entendeu sobre o divino em nós, sobre a proximidade do Cristo em nós, de acender a nossa luz. e sentir Jesus a falar em nós, sentir no pensamento, sentir ao coração essa voz que confunde com o nosso pensamento e nos dá respostas e que a gente precisa entender a resposta, porque sempre tem resposta às orações. O nosso problema é que a gente não escuta e quando escuta não entende. E quando entende duvida ainda e não coloca em prática. Como somos complexos, né? como seres complexos, criados simples e ignorantes, com muito amor. A gente precisa refletir disso. Quantos sábados ainda, quantas palestras, quantas vivências, todas que forem necessárias para que consigamos encontrar essa paz dentro de nós, usufruir dessa paz que vibra por esses espíritos amorosos e benfeitores.

ainda, quantas palestras, quantas vivências, todas que forem necessárias para que consigamos encontrar essa paz dentro de nós, usufruir dessa paz que vibra por esses espíritos amorosos e benfeitores. Senão a gente vai passar pela vida e não sentiu. É viver sem existir, né? Ex. Você existe, mas não vive. não sente vivo como um espírito imortal. Educou o humano, educou o social, mas não educou o espírito. E a educação que se leva a do espírito, é essa que traz alívio. Se a gente perguntar assim, qual é a maior aflição que um ser humano pode passar? Cada um pode trazer a sua a mente. Agora, qual foi a minha maior aflição? Para muitos, essa aflição vai estar relacionada a perdas, perdas de pessoas, ente queridos, perdas materiais. Mas a gente não tem como dizer qual a maior aflição de que um ser humano pode passar, porque isso é pessoal, é dentro do conhecimento e do também do amadurecimento psicológico, amadurecimento espiritual de cada um. Mas o que a espiritualidade pode trazer é que ela traz, ela nos diz, é importante refletir, porque todas as aflições, todas as aflições que não sabemos lidar com elas serão difíceis e trabalhosas. Então, todas as vezes que a gente fala assim, eu não sei lidar com isso, eu não quero, eu vou guardar para amanhã ou para daqui 10 anos ou paraa próxima encarnação, a espiritualidade vem dizer que é eu não sei lidar com essa informação, eu não sei lidar com essa dor. Aí eu coloco num patamar, num grau que eu falo: "Não alcanço, eu não quero saber disso, eu nem quero ir na comunhão falar dessa dor." Isso já nos dá um grau de amadurecimento pra gente rever que se ela bateu à nossa porta essa aflição, é porque aquela época, essa data, eu tenho como lidar com essa aflição. É o contrário do que a gente pensa. Tem muitos irmãos que chega a casa espírita e fala assim: "Eu não gosto da casa espírita, eu não gosto de religião nenhuma. Não gosto de templo religioso, porque tem muita gente que sofre". como se ela não sofresse e fosse ali lidar com a dor. Quando a gente fala

ão gosto da casa espírita, eu não gosto de religião nenhuma. Não gosto de templo religioso, porque tem muita gente que sofre". como se ela não sofresse e fosse ali lidar com a dor. Quando a gente fala isso, ouve alguém falando isso, é que esse ser não tá sabendo lidar com a dor que está camuflada em si, ou seja, não tá sabendo lidar com a sua aflição. Aí ele coloca que é o outro que tá aflito e ele não sabe lidar com a aflição do outro e ele perde oportunidade de crescimento, oportunidade de socorro que lhe é chegado. Então, a gente vai ver assim sobre as ferramentas que a espiritualidade, os instrumentos que a espiritualidade coloca em nossa vida e que a gente fala assim: "Chegou na minha vida, mas eu não quero". Aí vai chegar lá pros 60 anos, pros 90 anos e a gente fala assim: "Não consigo lidar com isso porque eu não consigo, não tenho mais forças". Aí a gente deixa pra próxima encarnação algo que a gente ia ter alívio ainda nesta. Então, os os instrumentos que nos chegam também são os instrumentos de alívio. Só que quando a gente não entende, a gente fala assim: "Eu não quero lidar com isso. Deus leve isso daí de mim. Tira isso de mim. Tira essa pessoa da minha vida, tira a oportunidade de crescimento que eu tô tendo." Quando a gente não entende por que aquela mesma ferramenta abre a porta do alívio espiritual. Se a gente for buscar, eu trouxe aqui um exemplo. Quando a gente tem um corte, você tá lá cortando alguma coisa e corta o dedo. Ali é um rompimento da harmonia dos tecidos, né, que é a pele, ela é um sangramento. Às vezes quem tem medo, né, de sangue, de corte, ali como há uma lesão, sangra, uma lesão, a pessoa fica em pânico, não sabe lidar. Então, um corte na sua mão lesionou os tecidos, houve ali uma ruptura, um sangramento. Mas o organismo, por algo natural e divino, ele reorganiza as células e reconstitui todo aquele tecido. Depois volta, às vezes não deixa nem marca, dependendo da profundidade, não deixa nem marcas. Dependendo como for, fica uma marquinha. E você fala assim:

a as células e reconstitui todo aquele tecido. Depois volta, às vezes não deixa nem marca, dependendo da profundidade, não deixa nem marcas. Dependendo como for, fica uma marquinha. E você fala assim: "Catrizou com as questões das aflições, é a mesma coisa, a mesma questão. Por quê? Porque nós estamos mergulhados num num imerso mar de amor, de fluido, imersos no amor divino. E estamos aqui extraindo desse momento, né, submetidos a esse momento, a a uma questão extraordinária do amor do Pai para conosco, no movimento extraordinário de crescimento, de cicatrização. Quando nós estamos aflitos, desesperados, não é aquela aflição que Jesus colocou das bem-aventuranças, que é aquele que levanta, anda, ide, né, marchai. bem-aventurado aquele, né? Feliz, aquele que sai da sua dor e busca. Não é quando a gente está nos lastimando porque estamos aflito, porque a dor nos procurou. Esse momento é o de rompimento, o rompimento do com equilíbrio divino que há fora e dentro de nós. A aflição, ela rompe aquele momento que você esquece que você é filho de Deus. Você esquece que você é espírita, que é um cristão, que você é um ser abençoado, que tem mentores espirituais, que tem um anjo da guarda, que tem um guia, como cada um queira chamar na intimidade, te amparando. Busque aí na mente que quando a gente tá aflito, a gente esquece de tudo isso. E muitas vezes a gente recorre pro material, pro material esquecendo do momento de religação com o ser maior, com a fonte de todo o equilíbrio, com a fonte de todo o alívio que é o Pai e o Criador. Então tem certas, certos momentos em nossa vida que a gente vai comparando para poder a gente ir ligando os pontos e lembrando como a gente venceu aquele momento de aflição, como cicatrizou aquele corte que tínhamos, tudo pelo equilíbrio natural da vida, o equilíbrio divino que existe em nossos corpos, no corpo físico, que é este corpo que a gente toca, que a gente cuida. que a gente embeleza, que a gente vê, mas tem um corpo divino mais sutil,

vida, o equilíbrio divino que existe em nossos corpos, no corpo físico, que é este corpo que a gente toca, que a gente cuida. que a gente embeleza, que a gente vê, mas tem um corpo divino mais sutil, iluminado, quando a gente busca esse instrumento do divino em nós, que é o perespírito, é um corpo fluídico, sensível aos nossos pensamentos, às nossas ações e que precisa estar a todo momento equilibrado com as leis divinas. Então, todas as vezes que eu colocar de lado o divino na minha vida, as leis divinas, eu vou causar uma lesão nesse corpo espiritual. Todas as vezes que eu me colocar no centro da minha vida e afastar o divino do centro da minha vida, eu vou entrar em aflição. Como Deus é perfeito, a gente não entendeu ainda, né? Então, quando eu trago Deus, o Pai e o criador, como cada um queira chamar na sua intimidade, na sua amorosidade, quando eu trago o divino, as leis divinas pro centro da minha vida, eu posso estar sozinho, mas eu consigo me reerguer. Me encho de esperança, de coragem, levanto, reergo, como diz a benfeitora espiritual Joana de Angeles, so ergo e busco ser aquele bem-aventurado aflito, porque serão consolados. Eu saio de mim, eu saio da minha dor. Aí eu encontro e entendo as bem-aventuranças que Jesus nos convidou a a entender amorosamente. Mas quando eu afasto as leis de Deus e o divino da minha vida e falo: "Eu tô no centro, sou eu que faço, sou eu que vou fazer. Se Deus não fez, eu faço. Se isso não aconteceu, eu faço acontecer. Eu passo por cima de tudo e a colho as consequências, aí eu não consigo me erguer. Aí é a aflição que a gente olha e fala assim: "Eu isso aqui não era, eu não aceito isso aqui na minha vida. Por que comigo? Eu não aceito isso aí eu brigo com Deus. um movimento, né, infantil diante da espiritualidade. E às vezes a pessoa tá com 90 anos, mas tá agindo daquela forma, como a criança que a gente fala, primeiro o almoço, depois a sobremesa. Voltando aqui pra gente encontrar o nosso caminho aqui dentro das palavras dos irmãos,

com 90 anos, mas tá agindo daquela forma, como a criança que a gente fala, primeiro o almoço, depois a sobremesa. Voltando aqui pra gente encontrar o nosso caminho aqui dentro das palavras dos irmãos, dentro de tudo que a gente tá vivendo. Às vezes nos desequilibramos em um milésimo de segundo e entramos em aflição, milésimos no lar, no trabalho, na sociedade. Às vezes essa questão de milésimo de segundo desequilíbrio é com o obsessor, com os irmãos do outro lado, do outro plano da vida, que nos perseguem, com as obsessões, com a influenciação espiritual. Quem já passou sabe que é tênue. É sutil, tão sutil. E a gente cai, cai, tem uma dor moral tão grande para poder se reerguer. Muitos caem que nem percebem. Tem irmãos que estão reencarnados e nem sabe que estão reencarnados. Estão vivendo ainda aleatoriamente a margem da sociedade, a margem das leis de Deus. Então é tão sutil que leva milésimos de segundos e a gente entra em aflição. Mas aí vem os mentores e falam: "Meu filho, minha filha, não é para ficar aí. Levanta-te, vem, retoma a caminhada, volta pro caminho. Desequilibrou, tá aflito, cometeu algo que sentiu que não era para fazer, tá com vergonha, né? Às vezes a gente fica com vergonha do nosso comportamento, das nossas falas, das nossas atitudes. Fala, eu sabia que isso era errado, mas eu quis testar, né, se dava certo, né? A gente ainda às vezes quer nos autoenganarmos para ver se a nossa forma de ver a vida é mais correta do que a de Jesus. Todo mundo passa por isso. Estamos em aflição, mas lá não é o nosso lugar. E para que tenhamos o aprendizado de compreender como é voltarmos para o estado de equilíbrio, pra gente passa por esse momento, não é para ficar lá, é para compreender como é que eu volto para o equilíbrio, para o que eu sou como espírito imortal. A gente fala assim: "Não, essa aflição Deus colocou na minha vida só pode ser para me derrubar. Isso foi alguém que desejou o mal e me alcançou. Isso foi alguém que tá desejando para mim e tá acontecendo. E a espiritualidade vai

sa aflição Deus colocou na minha vida só pode ser para me derrubar. Isso foi alguém que desejou o mal e me alcançou. Isso foi alguém que tá desejando para mim e tá acontecendo. E a espiritualidade vai dizer assim: "Não, minha filha, é para você, meu filho, também aprender como é que volta, como você conquista o estado de um espírito equilibrado. São instrumentos da vida para você crescer. Depois que você cresce, você fala assim: "Quando eu era jovem, eu era muito bobo. Eu era muito boba. Olha por pelas coisas que eu reclamava. A gente tira por nossas preces. Quando a gente é criança, qual o tipo de prece que a gente faz quando a gente é adolescente? O que que a gente pede nas preces na adolescência? Aí a gente vai entrando um pouco na maturidade, depois a gente vai ficando mais maduro. O que que a gente tem pedido? Aqueles que já chegaram aos 30, 40, 50, 60 e todos os entas. O que que vocês pedem hoje nas orações? é tão diferente. Então é esse momento aqui que os espíritos pedem é para voltar o equilíbrio. Quando milésimo de segundo a aflição, você tava bem e algo te fez, fez baixar a vibração e você sentiu aflito, desamparado, aqui aquele momento é é para aprender restaurar o espiritual que se rompeu em milésimos de segundo, porque não estávamos em vigilância. Era o vigiai e o orai que Jesus pediu, não estávamos. Então, esse momento que a gente rompe o nosso espiritual por força da ignorância, não sabíamos, por questões da inexperiência, é esse momento que a justiça divina age para nos recompor. O mentor tá ali do lado e fala: "Calma, igual o cônjuge ou o pai e a mãe que às vezes tá do nosso lado e fala: "Ei, buzina, não, espera, deixa o outro passar, é a vez dele." Ou então um pouco mais. É aquele momento que os pais falam, não vale a pena brigar por isso. Então, todas as vezes que a gente tiver em aflição, se a gente conseguir lembrar disso, não é para eu ficar lá, é para eu aprender como é que eu volto a ter equilíbrio. Isso é um instrumento que Deus tá me permitindo. ou por algo que

tiver em aflição, se a gente conseguir lembrar disso, não é para eu ficar lá, é para eu aprender como é que eu volto a ter equilíbrio. Isso é um instrumento que Deus tá me permitindo. ou por algo que eu fiz agora e mergulhei nessa energia, ou por devido questões passadas que eu nem sei por não me lembro, mas a vida me permitiu passar por isso para eu acordar, despertar. Se a gente conseguir livrar disso, já vai ser um momento de alívio imediato, porque eu me conecto com o mentor espiritual, com a energia dele que tá ali, do meu anjo da guarda, do meu guia e volto e falo assim: "Por pouco, pouco eu não escorregava". Será que a gente consegue guardar esse momento aí, essa semente, né? essa mônada espiritual, essa essa semente iluminativa em nossos pensamentos para na hora que a gente sentir aflição falar assim: "Isso é um gatilho para me levar para um lugar para algo que eu não devo ir. Isso é um um gatilho que vai prejudicar o meu corpo fluídico. Isso é um gatilho que vai prejudicar o meu corpo espiritual, o meu corpo físico, um órgão que já tá sensível como o coração. Quando a gente tá em aflição, a respiração denuncia os batimentos cardíacos, a pressão sanguínea. Por isso que o coração ele anda em compasso, né, com a respiração, com a pressão arterial. Nós começamos a falar com isso e o e o coração não aguenta tanta aflição. E como é que a gente alimenta o pensamento com a verdade para que quando chegar a aflição, que é algo que não existe para o espírito, é algo que ainda pertence ao nosso estado de ignorância contra as leis de Deus, o nosso estado de falta de fé, de inexperiência, porque a gente não passou por aquela situação e tá passando pela primeira vez. Aí os espíritos pedem: "Alimente-se da verdade." Viver em verdade é alimentar o pensamento com a verdade que Jesus nos deixou. O que que eles querem dizer? Que alimentar o pensamento com a verdade do evangelho, das lições, das palavras de vida eterna de Jesus vai me ajudar no momento de aflição? Porque nesse momento a gente cria uma

ue eles querem dizer? Que alimentar o pensamento com a verdade do evangelho, das lições, das palavras de vida eterna de Jesus vai me ajudar no momento de aflição? Porque nesse momento a gente cria uma estrutura energética que sustenta o espírito que somos. não sustenta o corpo, né? Igual tomar sair com xarope de guaraná que a gente fica serelepe, né? Fica. Não é isso. É uma estrutura energética que sustenta o espírito imortal. Na hora que a aflição chega, você respira. Se precisar, coloca até a mãozinha aqui no no centro de força cardíaco, né? sente o coração, já tá vendo que ele tá mudando o compasso? Respira, respira. E se a gente lembrar, né, o tema de hoje tá em consonância com João 14. Não turbe vosso coração. Aí você fala assim: "Mas eu nunca estudei essa passagem, não sei nem o que quer dizer. é o alimentar o pensamento com a verdade. Primeiro a gente fala decorado, depois a gente começa a ver um sentido naquela fala. Porque as sementes, Jesus continua sendo semeador até hoje, igual na parábola, ele continua semeando em nossos pensamentos. Os trabalhadores do Cristo está aqui semeando no pensamento de cada um de vocês. E você tá pensando que vai fazer segunda-feira. ou melhor, quarta, né? Quinta depois do feriado. E ele tá semeando, os espíritos estão semeando. Uns vei como pétalas caindo sobre o as vossas cabeças, sobre o centro de força coronário, né? fica aqui um centro de energia na cabeça. Outros vem com uma neblina, uma garoa, algo diferente. Outros já vê tão nítidos os espíritos dando passe, harmonizando os pensamentos, iluminando as consciências para que o que tá lá fora não perturbe o vosso coração aqui. para quando a gente sair daqui, o primeiro abençoado que quiser tirar nossa paz no estacionamento ou no lar, a gente fala assim: "Agora eu já mergulhei na aflição de novo, Senhor. Já era o que eu recebi na comunhão." Viu, meus irmãos, como é sutil? Milésimo. Aí a gente mergulha de novo e fala: "E na casa espírita não tá adiantando nada". Não é nem a gente que

o de novo, Senhor. Já era o que eu recebi na comunhão." Viu, meus irmãos, como é sutil? Milésimo. Aí a gente mergulha de novo e fala: "E na casa espírita não tá adiantando nada". Não é nem a gente que fala assim, é a pessoa do nosso lar que não é espírita ou às vezes não vem à casa espírita e fala: "Tá fazendo o que na comunhão? Vai lá todos os dias, não tá mudando?" Aí você respira, você fala: "A mudança tá aqui dentro, tô preparando para, né?" A gente lembra de Pedro. Jesus falou para Pedro, né? Nós temos muito de Pedro, negamos, negamos Cristo, né? De manhã a gente acorda todo espiritualizado, quando é de noite tá brigando com Jesus. Então, a gente é esquentadinho, né? tudo. Muitos de nós somos esquentadinhos. Então, a gente tem muito de Pedro ainda no início. Então, quando Jesus fala para Pedro assim, você vai me negar três vezes, né, naquele diálogo dele com Pedro, eh, a gente se coloca no lugar de Pedro assim, Jesus previu que ele ia negar. Aí Pedro com grande confiança, né, afirmando, está pronto para seguir Jesus até o Calvário, até a prisão, ainda que todos se escandalizem, que todos se afastem de ti, Senhor, eu estarei contigo, né? Tem dia que a gente acorda assim igual Pedro e Jesus, né, olhando pro irmão, já sabendo que ele ia negá-lo. Assim somos nós. Mas Pedro tava ali se defendendo e falando para Jesus, quase falando assim: "Jesus tá enganado, achando que eu vou negá-lo diante da sociedade, diante do outro, que eu não vou seguir." A espiritualidade tá nos dando todas as sementes aqui, todos os instrumentos, todas as chaves que a gente precisa para abrir as portas do conhecimento, as portas da verdade, todas as reflexões amorosas, mas a gente tá aqui ainda assim, isso aqui é fácil. Aí por milésimo de segundo a gente cai e quando cai é uma dor moral tamanha. As crianças não sabem ainda que dor é essa, mas a gente que é adulto sabe uma dor moral para voltar de novo ao eixo, ao caminho do meio, principalmente em família, às vezes leva um tempo. Para alguns

As crianças não sabem ainda que dor é essa, mas a gente que é adulto sabe uma dor moral para voltar de novo ao eixo, ao caminho do meio, principalmente em família, às vezes leva um tempo. Para alguns irmãos, igual Judas, levou um tempo muito maior do que o nosso, mas ele se recompôde, porque no livro rua nova tem lá o diálogo de Humberto de Campos com Judas para depois se vocês quiserem. Voltando aqui pra gente não sair, senão a gente reflete, reflete, vai mudando de estrutura. A gente tava falando sobre a estrutura, né, energética, sobre o muito de da recomendação de Jesus também. Não turbe o vosso coração, né? Lá no Evangelho Segundo Espiritismo tem uma parte que fala que resignação é é o consentimento do coração. Mas nós não estamos preparados ainda para viver esse aprendizado. Mas a espiritualidade fala, se você quer esse momento de resignação do coração está em consonância com as leis de Deus, com a verdade do coração está ali com consentimento do que a aflição que você passa tem um porquê ou nesta ou na outra vida e que você vai sair dela mais forte. Se procurar buscar comunhão com Deus, é porque a gente ainda não educou o espírito. A gente educa corpos, a gente fala conosco mesmo. Às vezes a gente, eu, eu me pego falando, Gínia, não faça isso. Isso é feio. Isso não vai ficar bem você falar algo desse tipo. Não dá resposta, não merece resposta. É melhor ser feliz do que ter razão. Melhor ter paz do que ter razão. Então não tem esse momento de acolhimento que a gente faz conosco. Esse momento a gente tá educando o corpo, educando-nos socialmente. O que os espíritos pedem para educar o espírito já é diferente. É quando você fala como espírito imortal e não como o corpo, como a sua persona, no corpo de mulher ou de homem, de criança ou de adulto. É quando você fala: "Eu sei que isso vai me trazer aflição." E depois eu não vou dar conta sozinho. Eu sei que eu preciso me sustentar nessa estrutura energética que é espiritual. Eu sei que eu preciso agora parar e fazer uma prece.

isso vai me trazer aflição." E depois eu não vou dar conta sozinho. Eu sei que eu preciso me sustentar nessa estrutura energética que é espiritual. Eu sei que eu preciso agora parar e fazer uma prece. Coloco o carro no estacionamento ou no acostamento. Coloco uma música para facilitar e vou me entregar a prece. Aí eu educo o espírito. Mas esses momentos de falas internas que às vezes a gente tá educando o corpo só no social, daqui a pouco, milésio de segundo ali na frente vem o outro nos testar e a gente acaba deslizando nesses momentos, olhando para o planeta e olhando de uma forma pelas notícias que nos chegam, por tudo que acontece no mundo e principalmente pela a parte das guerras, da dor em si. Vamos tirar as guerras da dor, que hoje tem muita gente sofrendo dor em casa com as pessoas que amam, não é nem na guerra. Então, trazer aqui o momento de dor, de profunda instabilidade que o planeta Terra tá passando, ou seja, nós que nós estamos aqui no planeta. E se instalou por toda parte. Tem pessoas que tá abandonando a sua região, o seu estado, a sua cidade, porque fala que é muito violento e tá indo para outra cidade do interior e perdendo o filho lá por uma violência. Aí nesse momento, a pessoa fala: "Que dor é essa? Que dor é essa que o medicamento da terra não consegue alcançar? Que justiça divina é essa? Eu conheço muitas pessoas que saíram de Brasília, foram pro interior de Minas, o interior da Bahia, com uma cidade de 3.000 habitantes e o filho desencarnou lá pela violência e fica, Gia, mas eu saí daí. E a pessoa fica, entra num estado de aflição, de sofrimento, adoece o mental, o espiritual e não volta mais. Não volta. Vive a vegetar. São espíritos doentes em corpos sãos. O corpo tá ação, mas o espírito tá adoentado e não volta mais ter a conexão com o divino. Perdeu-se em depressões profundas, em aflições profundas. Isso tudo não é pra gente ficar triste, é pra gente refletir sobre como a gente tem nos educado, se é educado o corpo ou educado o espírito, se é buscado na

epressões profundas, em aflições profundas. Isso tudo não é pra gente ficar triste, é pra gente refletir sobre como a gente tem nos educado, se é educado o corpo ou educado o espírito, se é buscado na aflição entender que tem uma causa e buscar refletir sobre essa causa que a resposta vem, a gente encontra e aí vai sanar o espírito para poder curar aquela dor, porque não é dor física. ou se a gente vive com a vontade enfraquecida do tanto faz. Voltemos que a gente precisa sair daqui hoje com lenitivos, com medicamentos para a alma, com sementes para iluminar a nossa consciência lá fora no momento que a angústia nos visitar. Então, se o planeta tá vivendo esse momento de instabilidade, de onde vem essa estabilidade senão da nossa ausência de progresso espiritual? Porque progredindo espiritual, a gente progride o moral. Às vezes a gente pede tanto outro para ser eh eh se comportar moralmente, mas se ele não tem espiritualmente, ele vai tirar de onde? Então, quando a gente modifica o espiritual, todo o resto cresce junto. Por isso a importância também do corpo espiritual, quando ele está ação, reflete no corpo físico. Quando ele está belo, iluminado, reflete também no corpo físico. Não é de fora para dentro, é tudo de dentro para fora. Então, essa ausência do progresso espiritual tá causando essa instabilidade, é, eh, essa instabilidade no planeta quanto a questões morais. A gente às vezes vem uma casa espírita e pensa que a gente tá ouvindo algo aqui que nunca vai servir ou então tá muito longe da gente alcançar. E a espiritualidade fala: "Não, tá logo ali na esquina, tá logo ali na próxima virada que você desce, você vai precisar disso." E quantas vezes a gente fala assim: "Eu ouvi isso hoje pela manhã online ou presencial. Eu li isso hoje e à tarde eu precisei". e tava lá com aquela ferramenta, com aquele instrumento, aquela ferramenta como instrumento para me libertar de uma aflição. Parece que a espiritualidade nos manda, parece, não, nos manda o medicamento antes da dor, porque sabe que ela vai

uele instrumento, aquela ferramenta como instrumento para me libertar de uma aflição. Parece que a espiritualidade nos manda, parece, não, nos manda o medicamento antes da dor, porque sabe que ela vai bater a nossa porta, né? Então, a grande parte da humanidade está nesse tormento. Nós estamos mergulhados nesse tormento. Às vezes a gente não tá em paz, não é pela falta de paz nossa, é porque a gente tá sofrendo em conjunto por aquele que a gente ama que não tá bem. Os pais que o digam, fala assim: "A minha vida tá bem, mas é porque quem eu amo não está bem". E aí a gente precisa buscar esse alento, esse medicamento pra gente poder colocar na ferida do outro. Grande parte está nesse tormento é uma dor que não promove mudança. A dor que não promove mudança, a gente chama no na doutrina espírita de sofrimento. Porque a dor que promove mudança é aquela dor educativa, é o estado emocional, espiritual que está mergulhado em conflitos. A pessoa gemeita, mas não muda. Quando a dor é moral, os espíritos nos pedem, buscamos as causas. Qual a causa daquilo que tá me acontecendo hoje? Tá me trazendo aflição, que não tá me transformando? Qual a causa? Aí a gente lembra as palavras de Jesus. É preciso tirar de nós as sementes que o pai não plantou. Aí os estudiosos falam: "Isso tá onde? Tá lá sobre separar o joio do trigo. É preciso tirar de nós as sementes que o Pai não plantou, porque Deus não plantou aflição. O criador não plantou aflições em nós. Ainda é falta dessa experiência, dessa maturidade de entendimento que a gente fala: "Agora eu perdi tudo, agora acabou, agora já era." Então a gente precisa tirar essas sementes que o criador não colocou em nós. a aflição, a insegurança, a incerteza, confiar no que é tangível, palpável, no material e não confiar no espiritual porque não vê, não sente. As circunstâncias íntimas necessitam ser estirpada do nosso contexto espiritual. circunstâncias que nos trazem desespero e que não nos faz crescer. E para isso eu preciso adquirir recursos

não sente. As circunstâncias íntimas necessitam ser estirpada do nosso contexto espiritual. circunstâncias que nos trazem desespero e que não nos faz crescer. E para isso eu preciso adquirir recursos para expandir. Porque quando a gente expande o que é espírito, né, a parte espiritual, a gente começa a entender as soluções para os nossos dramas e as nossas dores, que não vai estar às vezes ao alcance palpável. Mas lá alcance do sentimento, é do entendimento, daquele momento que você tirou 30 minutos para refletir sobre aquela dor. Falou assim: "Agora eu sei porque eu tô sofrendo a causa reconheci que foi nesta vida. Eu preciso resolver essa questão comigo mesmo. Se for com alguém, eu preciso buscar na minha intimidade a soluções para as minhas dores. Porque os espíritos dizem que a solução para as nossas dores estão em nossa intimidade, uma forma adormecida e que a reflexão e a oração, né, por isso que os espíritos falam tanto, jogar luz sobre o pensamento, porque o pensamento iluminado faz com que nesse momento de reflexão você alcança. E todo mundo já fez isso aqui de alguma forma, refletiu, falou: "Agora eu já sei como vou fazer". ou acordou pela manhã, abriu os olhos, falou assim: "Agora eu sei como é que eu vou resolver isso". É esse momento de iluminação aqui que nós não podemos fugir dele. Diz assim: "Não, hoje eu não quero pensar sobre isso." Fala: "Por que hoje não? Por que que eu não posso expandir a minha consciência como espírito imortal que sou?" Porque a gente pensa ainda que é só esse corpo e que morreu acabou. Às vezes você já fez o estudo na casa espírita, já até participou de reunião mediúnica, mas fica, mas será? Será que é isso mesmo? Será que do outro lado é igual os livros de André Luiz? Eu não sei, eu sou uma pedra, não vejo, não sinto. É falta de expandir esse momento de reflexão. Aquiietai-vos para que a obra do Cristo seja realizada em vossos corações. Aquiietai-vos é um convite à confiança e à serenidade. A gente aquiieta. Acho que quem tá aqui hoje se aquiieta

de reflexão. Aquiietai-vos para que a obra do Cristo seja realizada em vossos corações. Aquiietai-vos é um convite à confiança e à serenidade. A gente aquiieta. Acho que quem tá aqui hoje se aquiieta porque o restante do mundo tá, né? Para quem tá assistindo online, vai assistir essa palestra daqui 10 anos, hoje é um sábado de carnaval. O mundo lá fora tá eufórico, numa euforia que não tem sentido, que não vai aliviar a dor necessária, a dor expiatória ou a dor como educativa que vai vamos precisar talvez já na semana que vem. E é sobre isso. Se vocês já estão aqui online no presencial, é porque dentro de você já tem uma vontade imensa de entender essa aflição, de entender as dores. Se agradeça por estar aqui hoje, né? Se alegre. Então, lembrar que os dramas e as dores virão da nossa intimidade e a solução também refletindo, né? O Cristo nos pede para enxugar as nossas lágrimas e confiar, porque todo pranto é prenúncia, ou melhor, todo pranto pré-anuncia uma possibilidade de mudança que não devemos desperdiçá-la. Por que que é uma possibilidade? Depende se eu vou aceitar ou não, porque nós temos livre arbítrio. Fala assim: "Não, daqui 10 anos volta, não dou conta". Quando a gente aceita novos rumos a seguir, né? Quando a gente aceita, eh, a espiritualidade constrói um roteiro iluminativo. Quando você vê, você tá trilhando, você fala: "Gente, eu fui na comunhão, tomei um passe". Aí eu fui, repensei melhor sobre aquele momento de dor, vi que não, que eu já passei por outras questões. Eu tô falando da comunhão porque nós estamos aqui, mas isso pode acontecer em qualquer casa de oração que você for comungar com Deus, né? Entrar em comunhão com Deus. Foi aquele momento que eu fui pro estudo, que eu não queria ir, que eu queria ir para outro lugar, que foi falou, foi aquele momento na palestra. Eu não gravei nada, só gravei uma frase, mas essa frase eu trago até hoje. Ela me impulsiona, ela me alimenta. E aí a gente precisa se alimentar de esperança, dessa vibração que o espírito se

alestra. Eu não gravei nada, só gravei uma frase, mas essa frase eu trago até hoje. Ela me impulsiona, ela me alimenta. E aí a gente precisa se alimentar de esperança, dessa vibração que o espírito se alimenta de esperança. O corpo alimenta do pão, mas o espírito precisa se alimentar de oração, de esperança, de virtudes, que são as qualidades da alma. Quando eu me alimento de esperança espiritualmente, eu busco uma construção que o mundo nenhum pode dar, nenhum lugar, ninguém pode dar. Porque eu passo a vibrar num campo, na vibração desses mentores, desses irmãos que trabalham para o Cristo. Isso é só você se habilitando, se exercitando para você sentir. Aí você fala assim: "Pode cair o mundo agora que eu aguento". E a gente vê isso naquelas pessoas que quando perdem toda a sua família no acidente, só ela sobrevive. E a gente fala assim: "Senhor, como ela conseguiu? Eu teria me matado logo depois que eu visse isso." A gente entra numa aflição, no desespero e aí solta tantas coisas sem pensar. Você já parou para pensar o que aciona a sua esperança? O que desperta? O que aciona em você? Desperta aí dentro do espírito imortal, do ser espiritual que você é a esperança. Já parou pro momento. Para que que os espíritos perguntam isso? Porque no momento que se você tiver em aflição, você já sabe o que aciona em você a esperança, você aperta aquele botão, aquele gatilho. Por exemplo, vou tornar mais prático. Se no momento que eu recebo uma notícia que não é boa ou alguém que eu amo não está bem, eu entro em aflição, qual o recurso que eu tenho para sair da aflição para não demorar muito? Eu, por exemplo, eu deixo marcado no livro, não vou falar o nome não, para vocês não precisarem comprar o livro. É um livro que eu amo do Eu deixo marcado lá uma página porque eu já sei que quando acontecer aquilo, eu vou naquela página. A aflição é maior não conseguir com a página. Eu tenho uma música, várias músicas espíritas salvas ou não espírita, mas que aquela música me consiga me tirar da

contecer aquilo, eu vou naquela página. A aflição é maior não conseguir com a página. Eu tenho uma música, várias músicas espíritas salvas ou não espírita, mas que aquela música me consiga me tirar da aflição pela melodia, pela letra. e tem as pessoas certas para quem eu ligo. Até a psicologia já chegou nesse consenso, porque às vezes nem sempre a gente vai conseguir fechar os olhos e buscar fazer a entrega do mergulho. Então é bom que nesses momentos você tenha o que aciona, o que desperta em meu ser a esperança para eu voltar esse momento, me conectar de novo com o mentor amigo e sair da aflição. Se você não tem um amigo, busque conquistá-lo. Se não tem uma página do livro, uma página bíblica, um salmo, por exemplo, se não tem uma música que te faz voltar pro eixo, separe e deixe lá. É como se fosse um extintor, né? Já tá ali. Se precisar, quebre utilize. Façam isso. Os espíritos vão usar coisas que já que a gente já conhece para poder nos tirar daquele lugar que foi a gente que colocou lá. A aflição é um lugar pra gente aprender. Lembra o início da palestra? Não é para ficarmos lá, é para saber como é que a gente volta. É para experimentar o espírito imortal que somos. Aí os espíritos falam assim: "É preciso botar um filtro, uma lente, porque nós podemos suavizar ou aumentar amargura de nossas provas, igual tá lá no Evangelho no capítulo 5, item 13. O homem pode suavizar ou aumentar a amargura de suas provas pelo modo como ele encara a vida aqui no planeta Terra. Kardec Evangelho Segundo o Espiritismo, item cinco, perdão, capítulo 5, item 13. É só uma frase que tá lá. Então, dependendo do filtro, da lente que você colocar, você vai aumentar essa aflição. Mas se você refletir sobre ela, você vai buscar uma solução. E aí você fala assim: Eureca, olha como eu sou inteligente. Olha como eu sou sábio, olha como eu sou. Aí os espíritos estão ali todos nos auxiliando e a gente coloca que somos nós, né? A gente mergulha na aflição e na hora de sair são os espíritos que socorrem,

lha como eu sou sábio, olha como eu sou. Aí os espíritos estão ali todos nos auxiliando e a gente coloca que somos nós, né? A gente mergulha na aflição e na hora de sair são os espíritos que socorrem, joga a rede, puxa e a gente fala: "Fui eu." Então guarda esse momento. A palestra tá gravada, é só ir lá pro final que depois vocês chegam nessa parte. Então esse momento a lente através da qual eu percebo as provas que me chegam, vai depender das minhas construções morais. Então a todo momento a gente pode estar construindo, nos alimentando da verdade, fortalecendo o pensamento com as vibrações da verdade que Jesus nos deixou. que em contrapartida, meus irmãos, aqueles que não acreditam em nada nos momentos de aflições, no momento de aflição, é o que a pessoa, a primeira coisa, ela procura. Eu vou matar essa dor. E às vezes acaba matando o corpo e não a dor. Acaba fazendo mais sofrimento, causando mais sofrimento ao redor de si. Para aqueles que não acredita na vida futura, não encara essa vida como uma oportunidade, encara como única e que tudo acaba depois da morte. Aí a dor pesa, a aflição cresce. Tem uma música da Elizabeth Lacerda que ela fez baseada num texto de Emmanuita a própria vida a fim de melhorá-la. Uma música muito bela. Eu vou dizendo assim, depois vocês vão pegando a palestra e procurando tudo que eu tô falando para que essa vontade não morra, não enfraqueça. Pra gente finalizar, olhar para as nossas dificuldades é olhar para nós mesmos. E para entender quem nós somos, para que tenhamos o máximo de aproveitamento, de aproveitamento e de felicidade nesta vida, é preciso olhar para o evangelho, para o que Jesus nos deixou. É preciso refletir sem o conhecimento, sem a luz da razão do que o Cristo nos deixou, a gente vai se perder no emaranhado de aflições, porque o planeta todo tá passando por esse convite. Não é só nós aqui de Brasília ou quem tá lá no interior de Minas, todos nós. Até o ermitão que foi pro deserto, vai chegar um momento que ele vai sentir uma dor, que ele vai procurar

por esse convite. Não é só nós aqui de Brasília ou quem tá lá no interior de Minas, todos nós. Até o ermitão que foi pro deserto, vai chegar um momento que ele vai sentir uma dor, que ele vai procurar alguém para ajudá-lo ou ele vai surtar, enlouquecer de dor e vai se perder. Aí é só na próxima encarnação. O olhar para nossas dificuldades com recursos, com Jesus e com as ferramentas que a espiritualidade nos dá é um olhar diferente, porque nós podemos superá-las, conhecer o nosso potencial, conhecer o que está em nossa intimidade para encontrarmos saídas e medicamentos para as nossas aflições e sofrimento. Eu preciso mergulhar mesmo nessa intimidade que tá ferida, que tá adoecida, para encontrar medicamento e saídas para as aflições. Quando a ilusão te fizer sentir o peso do próprio sofrimento, como sendo excesso injusto, recordas que não segue sozinho. É com essa mensagem de Emano do livro Cartas ao Coração, que a gente finaliza aqui e entrega a espiritualidade, todas nossas aflições para que possamos junto com eles entender que todas as vezes que a dor eu senti que ela é um peso, que eu não mereço, que é excessivo, que é injusto, que Deus errou comigo, eu buscar entender que eu não tô Tô sozinha, que esses espíritos amigos vai me ajudar a mergulhar na minha intimidade e resgatar de lá as saídas e o medicamento. E quem disse isso é um espírito amoroso experimentado e um trabalhador do Cristo. Muita paz, que Jesus abençoe e que vocês possam encontrar saídas o quanto antes para sentir a beleza do amor e desses espíritos amigos que cuidou de nós aqui nessa noite. Muita paz. Agradecemos a Gíia. Saímos aqui, aqueles que puderam pegar uma dica importante. A aflição chegou. Uma semente. >> A semente, uma dica, então, uma semente, uma semente importante. A dica vai embora. Isso. Mas fiquemos, né, com a mensagem de no momento das aflições, como como Gínia falou, que a gente possa buscar onde tá a nossa esperança e que se for muito complicado, como ela disse, pareça uma prece, ouça uma música. A

com a mensagem de no momento das aflições, como como Gínia falou, que a gente possa buscar onde tá a nossa esperança e que se for muito complicado, como ela disse, pareça uma prece, ouça uma música. A espiritualidade sempre, sempre, sempre nos ampara. Então vamos à prece de encerramento, desde já desejando muita proteção para vocês durante o período de carnaval, que possamos buscar manter os nossos pensamentos elevados, que o planeta, não só nós precisamos estar envolvidos nessa energia que nos envolve aqui nessa noite, mas o Cristo também conta conosco para manter essa elevação salutar ao nosso redor em nossos lares. Então, querido amado Jesus, mestre de nossas almas, agradecemos a rica oportunidade que nos destes essa noite de ouvir um pouco mais os direcionamentos vindo de ti, vindo da doutrina para colocar remédio em nossas dores, em nossas aflições. Ouvimos na noite de hoje que tu sempre envias irmãos, amigos a nos socorrer, que basta que nós façamos essa conexão para sentir. Ouvimos na noite de hoje a importância de refletirmos sobre o momento que estamos que estamos passando e rogarmos auxílio a ti, que possamos levar em nossos corações todas essas reflexões e que nos momentos mais trabalhos possamos acessá-las para termos forças e seguir rumo a ti. Envolva-nos, Senhor, no seu amor. Envolva os nossos lares, todos aqueles que lá deixamos. Envolva os nossos entes queridos e aqueles a qual amamos, mas envolva também aqueles irmãos que ainda não entenderam o seu amor e nos persegue. possamos voltar aos nossos lares com os corações serenos, confiantes em Jesus, tendo a certeza que ele nos disse que nenhuma das suas ovelhas seriam perdidas. E nós somos essas ovelhas. E é nessa certeza, desse amparo, desse auxílio que nós iremos encerrar este momento dizendo: "Graças a Deus e graças a Jesus". Que assim seja, queridos. Nossos irmãos vão chamar para o passe, né? Que tenhamos um final de semana abençoado, um abraço fraterno em cada um de vocês. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe

a Jesus". Que assim seja, queridos. Nossos irmãos vão chamar para o passe, né? Que tenhamos um final de semana abençoado, um abraço fraterno em cada um de vocês. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe [música] tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita [música] que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de

endo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas [música] livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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