Victor Hugo Menino • Vê como vives

Mansão do Caminho 02/09/2024 (há 1 ano) 1:32:25 7,477 visualizações 1,041 curtidas

71ª Semana Espírita de Vitória da Conquista.✨ De 30 de agosto a 08 de setembro de 2024 com o tema: Semeadura livre, colheita obrigatória. Realização: União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC)

Transcrição

Olá, amigas, olá amigos, pais, sejam bem-vindos. Saudamos também os nossos internautas. Um abraço fraterno a todos que nos acompanham pelas redes sociais, rogando a Deus a sua permissão e as bênçãos de seu amor. Vamos dar continuidade à 71ª Semana Espírita de Vitória da Conquista. Gostaríamos de convidar para nossa prece inicial o nosso irmão Jorge Elará. J. Boa noite para todos. Glória. Vamos fazer a nossa prece para começar os nossos trabalhos da noite. Divino Senhor das nossas vidas, que o Teu amor infinito que nos reúne no propósito de aprendermos para sermos mais úteis, possa nesse momento se derramar sobre este ambiente, enchendo as nossas almas da certeza de que o teu amor nunca cessa. e de que onde quer que estejamos, as tuas luzes e a tua misericórdia nos segue. Rogamos-te assim, ó Senhor, das nossas vidas, que tu nos permitas na noite de hoje abrirmos os nossos corações para sentirmos em plenitude os teus recados do mais alto que chegarão até os nossos ouvidos para se agasalharem nossos corações. Ajuda-nos, portanto, a recolhermos todas as gemas preciosas que nos oferecerás hoje, a fim de que as nossas almas daqui possam retornar aos nossos lares, alimentadas e renovadas no propósito de compreender melhor o sentido das nossas vidas. Agradecemos-te assim por tudo que tu nos concedes, Senhor, e te pedimos nos protege para que aproveitemos ao máximo as oportunidades que tu nos concederás na noite de hoje. Para fazer o bem é sempre necessária a ação da vontade, mas para fazer o mal bastam frequentemente a inércia e a negligência. O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 15, item 10. Vamos compor a nossa mesa. Convidamos para representar a diretoria da União Espírita de Vitória da Conquista, a senora Marise Martins. Secretária Geral do Conselho Espírita Internacional, senora Jusara Corn Gold. vice-presidente da Federação Espírita Brasileira, senor Carlos Campete. diretor da Federação Espírita Brasileira, senor Jacobson Trovão. Palestrante do nosso evento, o jovem

, senora Jusara Corn Gold. vice-presidente da Federação Espírita Brasileira, senor Carlos Campete. diretor da Federação Espírita Brasileira, senor Jacobson Trovão. Palestrante do nosso evento, o jovem senhor Gustavo Silveira. palestrante do nosso evento, a senhora Eulalia palestrante do nosso evento, doutora Denise Lino. também palestrante do nosso evento, o senhor Jorge Elará. representando os nossos visitantes da cidade de Tabuna, Bahia, a coordenadora do Conselho Regional Espírita 11 da Federação Espírita do Estado da Bahia, senora Ana Lopes. E finalmente o palestrante da noite, o jovem senhor Vittor Hugo. Os nossos agradecimentos ao grupo Kiaquio, Tubos Kepat Cambui, suco de uva tinto integral LVON, prêmio distribuidora e aos demais parceiros que nos ajudam a viabilizar este evento, cujos nomes já foram exibidos em nosso telão e estão em nossos banners. E para externar os nossos agradecimentos, convidamos duas destas empresas que nos apoiam para receber uma homenagem da União Espírita. Mm. Eucaliptos, através do senor Marcelino Mendes. Convidamos ao palco. A empresa Gileno Santos Alves, convidando para representá-lo o senor Gileno Alves. A 27ª Semaninha Espírita começará amanhã e irá até sábado, dia 7, na Casa Espírita Maria de Nazaré. E a 19ª Semana Espírita Jovem começará amanhã e irá até o dia 5 no Centro Espírita Francisco de Assis. Ambas as casas são próximas aqui ao Centro de Convenções de Valdo Franco. Lembramos que a inscrição para o seminário com Divaldo Franco no sábado, dia 7, é a única atividade que precisa de inscrição. Pode ser feita na internet pela plataforma Simpla. Quem necessitar de alguma orientação pode procurar o nosso pessoal de apoio. Vamos agora realizar os sorteios dos nossos livros e temos uma [música] surpresa de sorteio também para hoje. Primeiro número 77. Mantenha o braço levantado, por gentileza, para poder alcançar você. Isso. Obrigado. Pronto. Não está na lista não. Fala com fala que não tá na lista. Não tem cadeira na mesa. O próximo número 95.

77. Mantenha o braço levantado, por gentileza, para poder alcançar você. Isso. Obrigado. Pronto. Não está na lista não. Fala com fala que não tá na lista. Não tem cadeira na mesa. O próximo número 95. Aqui onde? Opa, aqui, ó. Obrigado. E mais um número [música] 439. O 439 não veio. Bom, então vamos ter que fazer um outro sorteio aqui. 13. Ó, todo mundo gostou que o 439 não veiam, né? Número 13. Não, é, não achamos o 13 também. 327. Ó lá, tá lá no fundo. OK. Bom, e nós temos agora um último sorteio. Obrigado pela presença. Nós vamos sortear uma assinatura anual na plataforma Espiritismo Play da Mansão do Caminho, com acesso aos diversos conteúdos digitalizados, uma atenção gentil da mansão do caminho através do nosso querido irmão Joseval Júnior. A nossa querida Ivana já está postos ali aquele número sorteado. Ela vai procurar para colher os dados necessários. Obrigado, Júnior. 156 156. Ah! Ah! Está aqui Ivano. Eu vou pedir o pessoal do apoio, a gentileza, de colocar mais uma cadeira à mesa. Você pode pedir, Yri, por gentileza. Obrigado. Obrigado, Yuri. Nós gostaríamos de convidar para representar a Federação Espírita do Estado da Bahia, a senhora Jamile Lima. A vantagem ser chamada por último, que é assim, desfila em frente à mesa. Vamos convidar o coro Mar Encanto para a nossa apresentação musical sob a regência da maestrina Cláudia Rizo com a peça Ave Verum Corpos [música] de Mozat. Boa noite. O Aveverum foi uma das últimas músicas compostas por Moza e foi a primeira vez executada no ano de [música] 1791, que fala sobre o corpo e o sangue de Cristo. Maria deo em cruz. seu Deus. és sant De [música] Antes de anunciarmos o tema da nossa Essa noite eu vou pedir licença às amigas e amigos para um breve, curtíssimo registro. Eh, a nossa Janile Lima estará de partida hoje à noite. Oh, lamentável. Vai com a nossa saudade e obrigado pela sua presença conosco. Deus a abençoe. Tê-la conosco é lembrar do nosso amado e saudoso peixinho. E também já deixando uma saudade assim

à noite. Oh, lamentável. Vai com a nossa saudade e obrigado pela sua presença conosco. Deus a abençoe. Tê-la conosco é lembrar do nosso amado e saudoso peixinho. E também já deixando uma saudade assim grande. Vixe, a gente fica aparecendo, nós estamos nos despedindo, mas é a saudade mesmo. Jorge Larrá tá partindo amanhã cedíssimo. Obrigado pela sua presença. Deus o acompanhe. Deus o abençoe e obrigado pela sua presença entre nós. Pode aplaudir, merece. Sim. E também uma dama portuguesa que escolheu as terras brasileiras, uma escritora também. Amanhã cedinho está retornando à sua terra natal e vai deixar saudade entre nós, mas parece que é um primeiro de muitos anos, né, dona Eulalia Bueno, muito obrigado pela sua presença e que Deus a acompanhe. Muito obrigado, viu? O tema da nossa noite, vê como vives. Vítor Hugo, professor, participante do Instituto Francisco de Assis em Carmo do Paranaíba, no estado de Minas Gerais. Com votos de muita paz, convidamos o nosso querido irmão Víor Hugo para a sua conferência. Boa noite a Todos e a todas. É uma alegria estarmos aqui nesta noite, nessas terras tão abençoadas. Agradeço imensamente na pessoa do Barreto a gentileza de nos convidar para que a gente possa novamente partilhar um pouquinho a respeito do Evangelho. Espero de todo coração que os espíritos protetores me ajudem para que o meu coração com muita alegria, com muito amor, possa aqui falar de espírito para espírito, de coração para coração. Eu peço desculpas também porque eu sou um pouquinho ansioso, então meu coração às vezes ele bate assim um pouquinho mais rápido do que o normal nessas situações e eu começo a tremer um pouco. Mas conto com as preces mais sinceras de cada um de vocês, seja os que estão aqui presencialmente, seja aqueles que estão virtualmente, eu espero de todo coração que sejam aí pela frente minutos de muita paz. Hoje a gente vai falar de trabalho. Ontem eu ganhei um bichinho de uma pessoa, achei muito interessante, porque poderia ter sido um gatinho simbolizando

que sejam aí pela frente minutos de muita paz. Hoje a gente vai falar de trabalho. Ontem eu ganhei um bichinho de uma pessoa, achei muito interessante, porque poderia ter sido um gatinho simbolizando a beleza, um cachorrinho, né? Um animal fofinho. Eu ganhei um bicho preguiça. Aí eu achei curioso porque eu olhei e falei: "Nossa, tudo bem, né? A pessoa deu com carinho, a gente recebe com alegria". Aí ele foi tentar se explicar, né? Ele falou assim: "Não, os portugueses é que deram o nome de bicho preguiça. Ele, na verdade, ele só faz as coisas meio lento." Aí na hora que ele falou, falei assim: "Uai, não sei se ele tá querendo elogiar ou tá querendo afundar mais um pouquinho, né?" Mas no trabalho, eh, há um tempo atrás, numa cafeteria que eu trabalhava, os mais antigos, eu acho que vão, não sei lembrar, eu não conhecia, mas eles me chamavam de Flash, só que é o Flash do Zotopia, é um filmezinho e parece que o Flash ele é meio lentinho, mas enfim, brincadeiras à parte, era só pro meu coração descontrair um pouquinho. Sigamos. Vamos lá. Vês como vives, vês como vives. Esse é o título da mensagem do benfeitor Emanuel, que está na obra Vinha de Luz e que vai ser os alicerces e a base para a nossa reflexão nessa noite de hoje. Emanuel, nesse capítulo, ele vai comentar a parábola das minas. que é uma parábola semelhante à parábola dos talentos. As duas mudam os objetos, mas elas têm a mesma estrutura, tem o mesmo objetivo, que é falar a respeito daquilo que Deus concede à criatura como um patrimônio divino para a construção de si mesma, em que em um instante lhe é oferecido, mas ela está sujeita a partir do momento que recebe esse patrimônio inenarrável, está sujeito a uma prestação de contas. É uma mensagem belíssima e eu gostaria, em primeiro momento, de fazer uma leitura dela para que a gente pudesse partir de um ponto em comum e a partir desse instante mergulharmos em algumas reflexões que para nós têm sido fundamentais no nosso existir. Manuel, comentando então o versículo que diz o seguinte: "E

partir de um ponto em comum e a partir desse instante mergulharmos em algumas reflexões que para nós têm sido fundamentais no nosso existir. Manuel, comentando então o versículo que diz o seguinte: "E chamando 10 servos seus, deu-lhe 10 minas e disse-lhe: Negociai até que eu venha". Beleza? Esse é o versículo. Emuel diz o seguinte: "Com a precisa madureza de raciocínio, compreenderá o homem que toda a sua existência é um grande conjunto de negócios espirituais e que a vida em si não passa de ato religioso permanente, com vistas aos deveres divinos. que nos prendem a Deus. Por enquanto o mundo apenas exige testemunhos de fé das pessoas indicadas por detentoras de mandato essencialmente religioso. Os católicos romanos rodeiam de exigências os sacerdotes, desvirtuando-lhe o apostolado. Protestantes, na sua maioria, atribuem aos ministros evangélicos as obrigações mais completas do culto. Os espiritistas reclamam de doutrinadores e médiuns a supremas demonstrações de caridade e pureza, como se a luz e a verdade da nova revelação pudessem constituir exclusivo patrimônio de alguns cérebros falíveis. Hoje considerar, porém, que o testemunho cristão no campo transitório da luta é dever de todos os homens indistintamente. Cada criatura foi chamada pela providência divina a determinado setor de trabalhos espirituais na Terra. O comerciante está em negócios de suprimento e de fraternidade. O administrador permanece em negócios de orientação, distribuição e responsabilidade. O servidor foi trazido a negócios de obediência e edificação. As mães e os pais terrestres foram convocados a negócios de renúncia, exemplificação e devotamento. O carpinteiro está fabricando colunas para o templo vivo do lar. O cientista vive fornecendo equações de progresso que melhorem o bem-estar do mundo. O cozinheiro trabalha para alimentar o operário e o sábio. Todos os homens vivem na obra de Deus, valendo-se dela para alcançarem um dia a grandeza divina. Os frutuários de patrimônios que pertencem ao Pai

inheiro trabalha para alimentar o operário e o sábio. Todos os homens vivem na obra de Deus, valendo-se dela para alcançarem um dia a grandeza divina. Os frutuários de patrimônios que pertencem ao Pai encontram-se no campo das oportunidades presentes, negociando com os valores do Senhor. Em razão desta verdade, meu amigo, vê o que fazes e não te esqueças de subordinar teus desejos a Deus nos negócios que por algum tempo te foram confiados no mundo. Essa é a mensagem e a partir de agora a gente começa a estudá-la. E eu gostaria de começar essa mensagem valendo de uma experiência que eu tive com um aluno que eu dava aula no ensino médio. uma experiência que para mim foi marcante, apesar de que a gente pode dizer que o ambiente de sala de aula ele é ótimo, ele é riquíssimo porque nos oferece muito material humano. Mas teve um aluno meu que ele começou a se interessar pelas ideias espíritas, eh, e ele tinha ficado sabendo que eu era espírita. dei a ele uma obra, nome da obra O que é o Espiritismo. Uma obra que vai nos oferecer base ali paraa compreensão dos pilares do pensamento espírita, para que a gente tenha condições de entender melhor a proposta do codificador. Eu dei esse livro, aí esperei uma semana, perguntei e aí, né, já começou a lei e tudo? Aí ele foi e disse: "Olha, é, infelizmente ainda não deu conta, não deu, não deu para mim ler, não dei conta". Aí eu pensei, tudo bem, né? Ele vai talvez não ler, mas eu fiz a minha parte, tá? o livro. Aí depois de um certo tempo passado, eh, a gente foi, isso foi antes do do início do segundo semestre, antes das férias. Aí no retorno do segundo semestre, esse mesmo aluno retorna às aulas e diz o seguinte: "Professor, eu li três vezes o livro que você me deu." Eu falei: "Nu, acontecer alguma coisa, pelo jeito muito boa." Mas aí tudo bem, lê uma coisa, o que ele acharia da leitura, outra coisa. Então, fomos para sondar e acabou que não tivemos, né, desde esse instante um instante pra gente conversar. Mas aí aconteceu que num dia

o bem, lê uma coisa, o que ele acharia da leitura, outra coisa. Então, fomos para sondar e acabou que não tivemos, né, desde esse instante um instante pra gente conversar. Mas aí aconteceu que num dia ele ficaria na escola até mais tarde, aconteceu de eu me atrasar e também ficar, né, um pouco mais tarde na escola. E aí eu já tava atrasado mesmo. Falei: "Tudo bem, vamos aproveitar para conversar agora". Eu fui perguntei: "Nossa, que que você achou do livro e tudo, né? Como é que você conseguiu ler? Como é que foi suas férias e tudo?" Fui tentar sondar um pouquinho do coração dele. Aí ele foi e me contou o seguinte: "Olha, professor, eu consegui ler o livro que você me deu, porque nas férias eu meio que fiquei trancado dentro do quarto." Esse aluno, parêntese, esse aluno, ele já havia me dito em um determinado momento que ele estava com problemas familiares. A situação na casa dele não tava muito boa, sobretudo por causa que ele o padrasto tinha uma certa dificuldade e o padrasto acabava sendo um tanto que cruel com ele. Na hora que ele falou, eu fiquei no quarto, eu automaticamente pensei, será que ele foi violentado pelo padrasto? E aí ele foi me explicar o por que ele conseguiu ficar dentro do quarto. Ele é um aluno de zona rural e ele trabalha, né, de domingo a domingo. Vai pra escola, quarta, acorda todos os dias às 4 horas da manhã, vai pra escola, chega, vai pro serviço. sábado e domingo a mesma rotina sem parar. Então, é um aluno que já trazia consigo alguns desafios. E aí, nesse momento, conversando com ele, ouvi dele o seguinte: "Olha, professor, eu fiquei no quarto porque eu machuquei as minhas pernas." Aí eu, mas o que que aconteceu para você ter machucado as suas pernas? Ele falou: "É porque eu fui tentar tirar a minha vida e eu não consegui. Eu não consegui. E por isso eu machuquei, fiquei dentro do quarto e li três vezes o livro que você me deu." Naquela hora eu me silenciei e pensei: "O que dizer, o que falar, porque a gente tem que ter o cuidado ao

ui. E por isso eu machuquei, fiquei dentro do quarto e li três vezes o livro que você me deu." Naquela hora eu me silenciei e pensei: "O que dizer, o que falar, porque a gente tem que ter o cuidado ao tratar da lei de causa e efeito. Eu poderia à primeira vista querer argumentar com ele e falar assim: "Não desiste da vida não, porque você vai sofrer demais se você tirar a sua existência". Eu poderia me valer de todo conhecimento espírita para reforçar a dor que de algum modo ele estaria sujeito. Mas naquele instante eu acredito que o meu espírito protetor estava por perto, ele simplesmente me orientou a ficar em silêncio e a entender como o coração dele estava. E aí eu fui escutando, escutando, escutando, escutando como ele estava, como ele tava se sentindo e tudo mais. Aí num determinado instante eu perguntei a ele: "Olha, eu posso compartilhar com você algumas coisas que o Espiritismo [música] tem oferecido ao meu coração?" Ele disse, "Pode, existe dois presentes. Dois presentes. O primeiro presente conversava com ele. Se chama vida imortal. Esse presente é tão precioso. Sabe por quê? Porque no fundo a imortalidade da alma, a imortalidade da alma é Deus dizendo para mim e para você. Não há nada que você faça, que alguém faça com você que seja capaz de te levar a inexistir. Você é imortal. Então, não existe o fim. Não existe nenhuma experiência capaz de te levar ao fim. Nada. Nada que você tente fazer com você mesmo. Só que tem um segundo presente. Um segundo presente. O amor de Deus é infinito. Isso significa que independente de quem você seja, o que você faça, aonde você esteja, Deus estará presente com você. O que o Espiritismo tem me oferecido disse a ele, são essas duas pérolas. Porque não importa, eu ganhei a imortalidade que na doutrina espírita tem um valor mais substancial agregada a um outro princípio chamado de reencarnação. Porque não é simplesmente a questão de que Deus nunca irá nos abandonar. Mas é também a certeza de que nunca faltarão oportunidades

s substancial agregada a um outro princípio chamado de reencarnação. Porque não é simplesmente a questão de que Deus nunca irá nos abandonar. Mas é também a certeza de que nunca faltarão oportunidades para recomeçar. Nunca faltarão oportunidades para aprender. Não tem um instante que a misericórdia divina chegará aos nossos pés e dirá: "Acabou". Essa compreensão madura que o Espiritismo nos traz está calcada naquilo que nós podemos chamar de atributos da divindade oferecidos por Allan Kardec, um livro dos espíritos. A questão não é o que Deus vai fazer ou deixar de fazer, porque enquanto a imutabilidade for um princípio e ele o é infinitamente. Isso quer dizer, conforme Emmanuel vai traduzir na seguinte ideia, Deus não desce conosco para errar. Se você se equivoca, se você falha, são as suas escolhas. Mas aquilo que ele te ofereceu desde o princípio está reservado, porque na qualidade de seres criados, ele nos fizera filhos. Mas como se não bastasse sermos filhos, o apóstolo Paulo vai dizer: "Somos herdeiros". Herdeiros. O problema da vida não é o que a gente possui. Porque na qualidade de herdeiros, eis a criação divina, a fazermos parte e pertencemo-la. Mas não só filhos ou herdeiros somos a receber o patrimônio benfeitor da vida e todos os outros recursos que lhe dizem respeito. Mas nós temos outras duas condições que dentro do evangelho nós já podemos observar, mas que na doutrina espírita vai fazer mais sentido ainda. Nós somos uso frutuários. Para existirmos, Deus enriqueceu as nossas existências de recursos e utilizarmo-nos deles faz parte. Quantos corpos forem necessários, quantas experiências se fizerem devidas. Não importa. Não importa. Nós somos usufrutuários, claro, com as devidas responsabilidades. Mas além de usufrutuários, filhos usufrutuários, fomos convidados a sermos cooperadores, a gerir esses recursos, entendendo que o que a gente faz deles vai orientando os nossos destinos, o meu e daqueles que estão ao meu redor, como Kardec vai trabalhar com o

idados a sermos cooperadores, a gerir esses recursos, entendendo que o que a gente faz deles vai orientando os nossos destinos, o meu e daqueles que estão ao meu redor, como Kardec vai trabalhar com o espírito. Na revista espírita, dentro do tópico expiações coletivas, Kardec vai trabalhar uma noção de que a construção das existências, ela acontece de modo coletivo e as situações da sociedade são frutos dessas escolhas que vão se dando no plano individual e coletivo. como nos organizamos hoje é fruto daquilo que poderíamos sintetizar na condição de herdeiros, usufrutuários e cooperadores. Nós somos administradores, administradores daquilo que são os bens infinitos de Deus. E é maravilhoso porque desde o judaísmo há uma ideia interessante que Jesus traz na parábola dos talentos. O amor de Deus tem dois movimentos de expansão e de contração. Ele expande enquanto cria, enquanto faz, enquanto entrega, mas ele contrai para que exista espaço pra gente agir. Lei de liberdade nada mais é do que a contração do amor divino que concedeu o espaço a todos nós para sermos e pertencermos. Só que diante de tudo isso e quando vamos estudando a terceira parte de o livro dos espíritos, vamos percebendo que as leis se conjugam. A nossa liberdade, ela está atrelada a uma lei chamada lei de trabalho. Porque a partir do instante que nos foi nos dado tantas coisas, é preciso levarmos em conta que existe um pedido divino de fluxo. A vida, no dizer de André Luiz é fonte eterna. Não é o que tá lá na parábola dos talentos? O desejo do Senhor que entregou os recursos, vai lá e multiplica. Vai lá e administra de modo que tudo aquilo que esteja em suas mãos possua fluxo. É curioso, construindo aqui esses aliceces da nossa reflexão, quando a gente visita o evangelho, há uma passagem, Jesus é visitado pelos herodianos na presença dos fariseus. Eles estavam assim um tanto que receosos da necessidade de pagar o imposto os fariseus entendendo que eles tinham tão somente um compromisso para com Deus e aquele

herodianos na presença dos fariseus. Eles estavam assim um tanto que receosos da necessidade de pagar o imposto os fariseus entendendo que eles tinham tão somente um compromisso para com Deus e aquele compromisso humano não lhes era assim tão tão legal, né? Tão bom. Eles chegam para Jesus como a querer tentá-lo, colocá-lo em saia justa. E o mestre pega de uma moeda, de uma moeda para responder se era devido ou não cumprir, né, o a necessidade de pagar o imposto. Jesus mostra a moedinha e pergunta quem tá aqui na na moedinha. E eles vão responder, César. E aí ele vai e diz de maneira muito elegante: "Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". Essa frase a gente pode interpretar de muitas maneiras, mas eu gostaria de fazer aqui uma abstração. Jesus está em outras palavras considerando: "Nós atuamos sobre o plano da matéria, bem como sobre o plano do espírito. Não existe ação isolada. Tudo que o espírito realiza, ele movimenta a matéria, mas ele articula as relações do espírito. As duas coisas estão conjugadas. E Emanuel, bem vai fazer questão de dizer isso quando logo no início dessa mensagem ele coloca: "Com a precisa madureza de raciocínio, compreenderá o homem que toda sua existência há um grande conjunto de negócios espirituais. e que a vida em si não passa de ato religioso permanente com vistas aos deveres divinos que nos prendem a Deus. Essa pode parecer uma frase muito bonita, mas talvez um tanto que distante. Só que nós podemos dizer o seguinte: porque a nossa existência seria um conjunto de negócios espirituais e a nossa vida um conjunto de deveres que nos prendem a Deus? Isso a doutrina espírita também vai nos ajudar a entender, porque ao lançar mão da concepção de que o espírito é anterior à matéria e por isso mesmo, nós antes de estarmos na terra nos encontrávamos no mundo espiritual, nos ajuda a perceber que há um planejamento divino para essa descida. E, portanto, tudo que vai se desenrolar desde então são possibilidades confiadas a partir desse combinado com o criador.

piritual, nos ajuda a perceber que há um planejamento divino para essa descida. E, portanto, tudo que vai se desenrolar desde então são possibilidades confiadas a partir desse combinado com o criador. Nossa existência está cercada de patrimônios espirituais. E como nós nos relacionamos com essas experiências do mundo dizem respeito à nossa evolução diante do criador. E é curioso porque quando a gente resgata isso, a gente começa a perceber que faz um pouco mais de sentido estar no mundo. Um outro dia estava na aula. Desculpa contar experiências pessoais. Se alguém se sentir incomodado, me perdoe, mas o meu objetivo aqui é pedagógico. Vamos lá. Era uma sexta-feira, quinto horário, terceiro ano do ensino médio, numa turma que não tinha interesse nenhum em estudar pro Enem. Eu tinha passado uma atividade no dia anterior, os escumungados não fizeram. Tudo bem, acontece, né? Às vezes não dá para fazer tudo, são muitas matérias, ainda mais com tanto de itinerário que tem. Beleza? Eu estava trabalhando com ele, sou professor de língua portuguesa, estava trabalhando redação. Pensa no número de alunos que iam fazer Enem, dois. Então, o percentual ali tava de 5%, tava desfavorável. o interesse deles em escutar um tipo de aula dessa numa sexta-feira, sabendo que a maioria sairia dali para trabalhar depois e tudo mais. Aí eu fui passando a resposta no quadro, mas me vê ao coração, já que não tá dando certo, né? O interesse tá pouco, vamos aproveitar para conversar. E aí eu fui fiz uma pergunta a eles. O que vocês vieram fazer nesse mundo? Que que vocês vieram fazer aqui? Parece uma pergunta simples. E é, mas ela pode dar uma crise existencial em qualquer um. O que que você veio fazer? Olha o que disse. A nossa existência é um conjunto de negócios espirituais. Então existe significado no que a gente fala, porque ao atuar na matéria com os valores transitórios, nós temos a possibilidade de construir o patrimônio imortal do espírito, atuar na transitoriedade para construção da imortalidade.

a gente fala, porque ao atuar na matéria com os valores transitórios, nós temos a possibilidade de construir o patrimônio imortal do espírito, atuar na transitoriedade para construção da imortalidade. Mas aí eu fui ouvir as respostas, apesar de que a pergunta ficou tipo assim: "Tá beleza, você quer que a gente responda mesmo?" Eu disse: "Aí eu fui repetir, né? O que que vocês vieram fazer? Vocês vão, né, se planejar, planejar e aí aonde vocês querem chegar?" Porque no fundo, no fundo, Emanuel aqui nessa mensagem está dizendo assim: "Repenso os valores da tua destinação. Repensa os valores da tua destinação, porque a maneira de administrar diz respeito ao que você vai construir dentro e fora de você." E aí eles começaram a responder e como não tinham pretensão de um ensino superior, de continuar estudando e tudo mais, eles, né, ficaram mais na perspectiva, ah, eu quero trabalhar, ter minhas coisas, enfim, é isso. Mas como eu gosto de provocar? Pensei: "Mas beleza, tá tudo certo, mas você não deseja nada mais para você diante da vida que se descortina ao seu coração, não tem mais nada para significar o seu roteiro, a sua existência." Aí uma falou que queria mudar pros Estados Unidos, a Ju Sara vai receber lá, né? Porque e aí ficava muito nítido, como era uma sala que as pessoas tinham menos dinheirinho, o desejo era sair para fora com o desejo de ter melhores eh melhores salários. Só que dentro disso tudo fica uma questão. Qual o sentido dar para essa existência? Porque se a imortalidade é um presente, se não é a questão de quanto tempo a gente vai viver, porque não tem um instante que vai acabar, observemos o título. Vês como vives, vês como vives? E aí eu fui conversar com eles a respeito de vida e de propósito. Só que eu deixei bem claro, talvez o que eu esteja falando aqui, falei a eles, seja assim, nossa, né, parece conversa de pai. Eu falei: "Não, nesse momento, na qualidade de professor, eu sou também um amigo, só tô deixando aqui uma sugestão de reflexão." E aí eles me ouviram e tudo em silêncio.

a, né, parece conversa de pai. Eu falei: "Não, nesse momento, na qualidade de professor, eu sou também um amigo, só tô deixando aqui uma sugestão de reflexão." E aí eles me ouviram e tudo em silêncio. E aí eu pensei, deu certo ou não deu? Aí ficou aquele vago. No final da aula, um aluno antes de ir embora se despede. Professor, muito obrigado pela conversa que você teve com a gente. Os seus conselhos me valeram imensamente. Eu fico pensando o quão tem sido importante hoje, não simplesmente pra juventude, mas sobretudo na juventude. Repensarmos essa noção de propósito, resgatarmos a essência do nosso existir. Porque tem tanta gente que se levanta com patrimônios espirituais tão gigantescos e que poderiam ser orientados, iluminados dentro dessas estradas benfeitoras da vida para construir uma existência digna. Porque é preciso agir na matéria, é preciso dar a César o que diz respeito. É preciso construir no plano material. Mas é justo avaliarmos a que temos destinado o nosso viver. Porque no fundo, pensemos, dentro de muitas vidas que temos e quantas se fizerem necessárias, estar na terra é penetrar um laboratório. É um laboratório de teste aonde as nossas almas estão sendo construídas e cada uma das posições que somos equipados para o pro existir material é um conjunto de responsabilidades que se desenvolve porque eu afeto a minha existência e a minha construção pessoal. com as escolhas que eu tenho. Nós trazemos as marcas do destino em nós mesmos, porque o nosso coração apresenta essas escolhas que não dizem respeito simplesmente a uma vida. Nossas tendências e propensões no fundo, no fundo é experiência imortal que diz: "Olha, caminhamos até aqui e há muito ainda pela frente, há muito ainda a se considerar. E nessa perspectiva, dentro dessas posições que a gente ocupa e que transitoriamente a gente ocupa, porque chega o momento que a gente tem que devolver tudo. Tem que devolver o corpo, tem que devolver o título profissional, tem que devolver todas as a saúde, o tempo, tudo isso a

mente a gente ocupa, porque chega o momento que a gente tem que devolver tudo. Tem que devolver o corpo, tem que devolver o título profissional, tem que devolver todas as a saúde, o tempo, tudo isso a gente devolve. devolve os elos da maneira que se constituíram para guardar a essência daquilo que a gente conquistou. Isso nos faz lembrar de uma passagem, tá no Evangelho de Lucas, no capítulo 2. É muito curioso porque estudar o evangelho, sobretudo para quem gosta, é mergulhar num campo de símbolos. E eu gostaria que a gente se ativesse a alguns deles. Alguns deles. Lucas capítulo 2, que que tá acontecendo? Vai narrar um pouquinho a respeito do crescimento de Jesus enquanto um ser humano na terra. diz, né, o evangelista que o menino crescia em sabedoria e a benevolência divina estava sobre ele. E nos seus 12, 13 anos, alcançado ali o que é chamado a maioridade, Jesus, ele vai participar da primeira Páscoa, vai visitar o templo. Na visita que ele faz ao templo, no momento que ele tá ali comemorando a Páscoa, junto com Maria e com José, há também um monte de gente. E depois das comemorações de Páscoa, eis, né, já terminando, Maria e José começam a voltar e o menino fica. Aí a mãe dele preocupa porque observa que ele não tava junto. É então que ela volta para trás, fica sabendo que ele tava no templo, vai procurar ele. Menino, cadê você? Que que você tava fazendo? Maria também era dessas. Tinha uma super proteção boa ali, né? Quem não queria cuidar de Jesus também? Mas pensemos, beleza? Eles voltam para Nazaré. É uma passagem curiosa. Tem uma fala de Jesus, né? como ele vai responder a mãe dele, que para nós é importante, porque ela vai e protesta, né, o fato dele ter desaparecido da presença deles. E é o versículo 2, ó, o versículo 49 do capítulo 2. Jesus questiona a mãe dele assim: "Por que me procuravais? Não sabia que eu devia estar cuidando dos negócios do meu pai?" Ou seja, fica tranquila. Tô na bênção. Tava aqui administrando potenciais divinos. Mas o curioso é, e

le assim: "Por que me procuravais? Não sabia que eu devia estar cuidando dos negócios do meu pai?" Ou seja, fica tranquila. Tô na bênção. Tava aqui administrando potenciais divinos. Mas o curioso é, e vamos fazer aqui uma abstração, levando em conta que nós estamos num campo simbólico. Jesus alcançou a maioridade. Emanuel começa dizendo na mensagem o quê? com a precisa madureza do raciocínio. Ou seja, quando a gente chega a um patamar de entendimento da vida, os nossos olhos se abrem e a gente entende que nós não nos restringimos à matéria, que ela é um veículo de presença e que nós somos responsáveis aqui pela administração. Pois bem, esse menino alcançada a maioridade vai para Jerusalém, que é a cidade símbolo da religiosidade barra espiritualidade, é o ápice, as cuminâncias, porque dizem que eles subiram, ou seja, é um movimento de conexão. Quanto mais vamos conectando-nos com a espiritualidade, com esse amadurecimento do existir, mas a gente vai se ligando a esse agrupamento de corações e almas que vão compreendendo que não basta viver pro que morre ou vai morrer. É justo caminharmos um pouco mais. E aí, beleza, tava acontecendo a Páscoa. A Páscoa é a libertação do povo de de Israel, da escravidão no Egito, aonde eles conseguiram, né, sair da estreiteza daquilo que viviam em busca de uma condição melhor da terra prometida. Observemos, quando a gente vai amadurecendo, nós vamos também comemorar Páscoa, sair da estreiteza de raciocínio, de pensamento, como disse ao meu primeiro aluno, a vida é imortal, não tem nada que nos leva a existir. É preciso ampliar esse olhar. é preciso ampliar. Então nós vamos buscando esses interesses divinos como a comemorar pouco a pouco essa libertação do transitório. Do transitório. E diante de tudo isso, somos chamados a compreender a vontade divina ao nosso respeito. que Jesus estava no templo, que poderíamos classificar como sendo o ambiente da compreensão da vontade divina. Jesus estava ali, só que vem a mãe dele para levá-lo para

ntade divina ao nosso respeito. que Jesus estava no templo, que poderíamos classificar como sendo o ambiente da compreensão da vontade divina. Jesus estava ali, só que vem a mãe dele para levá-lo para Nazaré. Normalmente, quando você sai de Jerusalém no evangelho, é porque você vai se aproximar dos interesses mais cotidianos e materiais. É muito curioso isso. Na parábola do bom samaritano fala que alguém descia de Jerusalém para Jericó. A queda dos interesses. Beleza. Só que Jesus ia para onde? Nazaré. Qual o significado de Nazaré? Consagrar-se a Deus. Então, o movimento, em outras palavras que Jesus e aqueles que estavam ali estavam fazendo era conexão para compreensão da vontade divina, a fim de que pudessem voltar ao campo de trabalho que lhes dizia respeito para cumprir as determinações do alto. Porque para além de um retorno ao cotidiano material, existia ali o cumprimento das obrigações divinas. Jesus não escolhe um outro cenário senão a vida comum cotidiana para viver as lições do eterno. Porque a grande questão não é o lugar e nem as pessoas. Conto aqui uma última experiência vivida recentemente. Fui fazer um favor paraa minha mãe numa outra cidade enquanto levava o meu avô na no médico. Fui lá entregar um papel num lugar. Era uma loja de motinha. Beleza. O que aconteceu na loja de motinha? Eu me deparei com um, né, uma pessoa que tava lá, um vendedor, e ele se dispôs a me atender. Eu não sabia de nada. Eu fui fazer um favor paraa minha mãe. O meu papel era entregar o papel. Era isso. Tchup, tchup. Tá aqui. Minha mãe me mandou entregar certinho. Beleza. Mas o que aconteceu? A pessoa que já sabia de outras coisas que eu não sabia, ela ficou brava e ela xingou. Aí eu tudo bem, né? Não tô entendendo o que que tá acontecendo, mas tá tudo certo. E aí ele tava muito irritado, muito irritado. Vou falar as palavras aqui porque não não faz sentido, mas beleza. Ele ficou muito irritado. Aí na hora eu assim, cara de paisagem, né? Eu fiz alguma coisa, moço, né? Te tratei mal. O que que aconteceu aí nesse

as palavras aqui porque não não faz sentido, mas beleza. Ele ficou muito irritado. Aí na hora eu assim, cara de paisagem, né? Eu fiz alguma coisa, moço, né? Te tratei mal. O que que aconteceu aí nesse intercâmbio, nesse intermédio? Aí ele saiu um pouquinho. Aí eu fiquei matutando. Eu fico em silêncio ou eu falo alguma coisa? E aí na hora pensei: "Vou falar, vou falar." Claro, evangelizado, sem [risadas] sem aqui, né? Apelos, agressividades, essas coisas. Vamos sobre a ótica do evangelho. E aí ele voltou, me entregou um papel, beleza? Não disse muita coisa. Eu fui e falei, fui, resolvi conversar com ele. Falei: "Moço, olha, eu não sei qual que é seu nível de contrariedade e tudo que que tá acontecendo no seu coração, mas em algum momento eu faltei o respeito com você. Aí ele olhou, ficou assim e eu sentindo umas energias diferente, né? Porque aquela hora que a pessoa acha que tipo assim me veio um pensamento, né, dele pensando a meu respeito, que que menino que é esse para falar uns trem desse? Aí eu suave, tranquilo, eu tava conectado naquele momento, graças a Deus. E aí ouvi ele e tudo mais. naquela hora, eh, porque ele começou, não é porque isso e aquilo, né? Foi explicar um pouco a situação. Aí eu fui disse para ele, olha, moço, né, eu tô aqui, vim só fazer um favor paraa minha mãe, mas eu acredito que todo mundo que de alguma forma venha aqui na loja deseje ser tratado com respeito. E eu acredito que você é um bom vendedor e que tem condições de tratar todo mundo da melhor forma possível. Naquele momento eu calei, né? Já [risadas] já com com a onça com a vara curta. Agora agradeci. Aí pensei, né, Jesus, o que que eu faço agora? Porque eu tava sentindo uns trem diferente, umas energias assim de outro mundo. Meu coração tava em paz. Entrei no carro, fiz a minha prece, vibrei para ele, falei: "Senhor, ele tá aqui, é um ambiente de trabalho dele. Eu não sei se ele tá em condições favoráveis ou não, o que que tá acontecendo, mas se possível abençoa o coração dele."

e, vibrei para ele, falei: "Senhor, ele tá aqui, é um ambiente de trabalho dele. Eu não sei se ele tá em condições favoráveis ou não, o que que tá acontecendo, mas se possível abençoa o coração dele." Aí passou um tiquinho. Eu tinha saído do hospital para ir levar esse papel. Voltando pro hospital, minha mãe me liga, meu filho, o vendedor da loja que você foi entrou em contato comigo. Aí eu falei: "Eita, deu uma zebra". Aí ele, ele tá pedindo desculpa porque ele não agiu da forma mais adequada que poderia ter agido. E ele falou algumas coisas sem pensar e tá pedindo desculpa. Naquela hora, talvez eu pudesse me dar conta da preciosidade daquilo que Emanuel tá trazendo aqui. Em tudo que a gente vai fazer, há algo que afeta o mundo e a matéria, mas há algo que afeta também o espírito. Emanuel tá reforçando o compromisso de espiritualização, não é, dos religiosos. Aonde eu tiver, com quem eu tiver, precisa ter um pouco mais de vida, porque no fundo eu não tô simplesmente entregando pão para alguém, atendendo uma pessoa num posto de gasolina, numa farmácia vendendo remédio ou quem quer que seja profissão, porque cada uma dessas dádivas são presentes sagrados em nosso próprio favor. que no fundo a vida em determinado momento nos pedirá para que nós observemos a construção. Porque é um momento que Deus entrega, é um instante que ele confia, no instante que ele volta, não é o momento que ele nos cobra, porque não precisa, mas é um instante de olhar pra nossa construção, paraas nossas escolhas, para aquilo que a gente tem feito. que vendendo roupa numa loja, sendo professor numa escola, de algum modo, com os corações que eu me encontro, com as almas com que eu fui posto ali presente, eu estou atendendo a lei de progresso, sendo convidado a deixar as marcas de vida no corações, nos corações daqueles que me secam, pode ser uns minutin, mas tem tantos minutinhos preciosos que às vezes nos recolocam no nosso lugar e nos lembram: "Pera não sacrifica o espírito em favor da matéria, mas sacrifica a matéria em

secam, pode ser uns minutin, mas tem tantos minutinhos preciosos que às vezes nos recolocam no nosso lugar e nos lembram: "Pera não sacrifica o espírito em favor da matéria, mas sacrifica a matéria em favor do espírito." Olha com profundidade, porque a questão, o que rege os nossos passos é o princípio de responsabilidade. Como nós decidimos escolher os nossos destinos, não é o que Deus vai fazer, porque a doutrina espírita nos deu a completa certeza. Nós não temos fim. Nada que eu faça, que cada um de nós façamos. Nada será capaz de subtrair o dom do existir. O amor de Deus nunca vai nos desamparar. Mas mais do que isso, sempre vai existir possibilidades, oportunidades, porque aonde nós colhemos a frutos nesses frutos novas sementes para novos plantios. É da lei nascer, renascer, progredir sempre. Não importa. A gente pode ter se equivocado o tanto que for, pode ter às vezes cavado determinados abismos. Eis que a providência divina descortina aos nossos olhos. Um novo convite, vamos recomeçar. Vês como vives, não é o que Deus deixa de fazer ou não. É um pedido. Enquanto pais e mães não eduquemos os nossos filhos para que tenham medo das reações, mas a responsabilidade de se construírem melhores. Não cria eles falando: "Olha, se você seguir simplesmente por aqui, você vai sofrer." Mas ajuda-os a construir a concepção de que para além de não existir o fim, para além do amor divino não nos abandonar, há sempre novo recomeço. E você pode seguir os piores caminhos. Seja lúcido e consciente, responsável, mas entenda, a bondade divina abrirá, descortinará o teu coração um recomeço. Porque, em outras palavras, quem governa a vida são os que amam. Quem governa a vida são os que amam. E por isso recomeçar para além das nossas culpas, dos nossos medos, das nossas inseguranças, é indispensável que os nossos filhos, que esses filhos que aqui se encontram, bem como os outros que nos ouvirão, que a gente tem a plena certeza, não é por questão de aprovação dos pais ou não, não é por

dispensável que os nossos filhos, que esses filhos que aqui se encontram, bem como os outros que nos ouvirão, que a gente tem a plena certeza, não é por questão de aprovação dos pais ou não, não é por questão de a gente sofrer isso ou não, mas que os nossos destinos sejam uma construção responsável em que a gente nunca se esqueça a que fui destinado. Como Jesus disse, importa antes que eu cuide dos negócios de meu pai. Muito obrigado. Deus nos abençoe. Agradecemos ao nosso querido irmão pelo seu trabalho. Que Deus abençoe o seu nobre coração. Amanhã, dia 2, segunda-feira, nós teremos como atividade às 20 horas a palestra Mediunidade como colheita de paz com Jacobson Trovão do Distrito Federal. Estamos chegando no nosso momento derradeiro e agradecemos a Deus a inteligência suprema do universo, causa primeira, primária de todas as coisas, ao amor mestre Jesus, o amigo incondicional das nossas almas, os benfeitores espirituais, esses amigos abnegados que nos acompanham os passos na jornada da vida. a todas e todos vocês que estiveram aqui esta noite, aos internautas que nos acompanharam pelas redes sociais, aos nossos convidados. Muito obrigado. Desejamos que todos retornem em paz, ten um ótimo final de noite e até amanhã, se Deus nos permitir. Convidamos o nosso irmão Arilson Ferraz para o encerramento da noite. Muita paz. Boa noite, gente. Ouça, Jesus, quero te falar de tudo que eu vi de ti. Acho que às vezes não vou te alcançar, te acompanhar, te [música] seguir. A luta é intensa e o [música] preço é alto. Mas não desisto. Vou continuar nesse caminho que se faz tão árido, mas seu amor me faz [música] andar. Jesus, sua luz me ilumina, me alcança, me chama, [música] me ama. Jesus, sua paz me protege, e, me ergue. Bem leve, [música] me toca. Não dá mais para te esquecer desde o dia [música] que te conheci. Não dá [música] mais para voltar atrás. Se o certo é você. Jesus, sua luz [música] me ilumina, me alcança, me chama, me [música] ama. Jesus, sua paz [música] me protege, e, me ergue bem leve, me

heci. Não dá [música] mais para voltar atrás. Se o certo é você. Jesus, sua luz [música] me ilumina, me alcança, me chama, me [música] ama. Jesus, sua paz [música] me protege, e, me ergue bem leve, me toca. Jesus, [música] sua luz me ilumina, me alcança, me [música] chama, me ama. A Jesus, sua paz me protege, me ergue [música] bem leve me toca. Não dá mais para te esquecer desde o dia que te conheci. [música] Não dá mais para voltar atrás. Se o humo certo [música] é você. Vamos cantar comigo. Jesus, [música] só a luz me ilumina, me alcança, me [música] chama, me ama. Jesus, [música] sua paz me protege, me ergue bem leve, [música] me toca. Ja.

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