Unir para Unificar: Os Congressos Espíritas do RS | Na História da Fergs #02
No episódio #02 do podcast Na História da Fergs, mergulhamos em um tema muito caro ao Movimento Espírita gaúcho: os Congressos Espíritas do Rio Grande do Sul. A partir de um olhar histórico, o episódio resgata a importância desses momentos de união como espaços de encontro, diálogo e estudo. Ao longo do tempo, os congressos têm representado importantes oportunidades para o fortalecimento de vínculos, a partilha de experiências e o alinhamento de propósitos, contribuindo diretamente para o processo de união e unificação do Movimento Espírita no estado. Confira e compreenda como a união de esforços, ao longo do tempo, contribuiu para consolidar caminhos e inspirar o presente.
Olá, queridos amigos, queridas amigas. Sejam todos muito bem-vindos ao podcast Na História da FERX, um programa da Federação Espírita do Rio Grande do Sul, que tem como objetivo preservar, registrar as memórias e as histórias do movimento espírita gaúcho, em especial da nossa FERX. Eu me chamo Larissa Carvalho, colaboradora da área de gestão e preservação da memória aqui da FERX. E hoje nós vamos conversar com uma convidada muito especial, uma amiga bastante querida, a Maria Elizabeth Barbieri. A Bet, como a gente costuma chamar, ela foi presidenta da FERGs entre 2010 e 2015. Hoje é colaboradora do Centro Espírita Leon aqui de Porto Alegre, coordenadora da área de estudos desta casa, da qual eu também faço parte. Então, estamos em casa também, estamos na Fergs, na nossa FERGs. E a gente vai falar hoje de uma temática muito especial do nosso coração, que a gente trabalha bastante para que aconteça. Congressos Espíritas do Rio Grande do Sul. Tudo tem história, né, Bet? E são histórias que no nosso caso, no caso da federativa do Espiritismo aqui em Solo Gaúcho, marcam e tem como objetivo unir as casas, unir a federação aos espíritas do estado e colaborar com a divulgação do espiritismo em solo gaúcho. E tem feito isso durante muitos anos, em verdade desde 1945. Nós estamos, ano passado nós tivemos o nosso 13º congresso, mas o primeiro vai lá em 3 de outubro de 1945, homenageando o nascimento de Allan Kardec. Esse primeiro congresso tinha como tema: Isolados poderemos ser grandes, unidos seremos maiores aconteceu no Teatro São Pedro. Era um lugar onde aconteciam várias exposições, palestras espíritas, vários eventos importantes aqui da nossa cidade. E ele abarcava um o estado inteiro, assim como hoje, mas tinha uma importância fundamental até pelo lugar, o centro da cidade, trazer o espiritismo em meados do século passado. Isso é muito importante. E tinha apresentação de trabalhos, era um outro feitio. A gente vai a gente vai vai tocar um pouquinho nesse assunto, né, Bet? O
zer o espiritismo em meados do século passado. Isso é muito importante. E tinha apresentação de trabalhos, era um outro feitio. A gente vai a gente vai vai tocar um pouquinho nesse assunto, né, Bet? O segundo congresso vai falar de educação e redenção. [roncando] E tem os anais desse congresso que vai ser depois publicado [roncando] e vai rodar até hoje. A gente usa o que está naqueles anais, as teses que foram apresentadas, que fala sobre evangelização, evangelização dos lares, educação. é a a Cecília Rocha, que é uma personalidade muito querida para nós aqui no estado, iniciante, que começou a ela e o seu grupo a evangelização aqui no estado. Então tem e outros, entre outros espíritas assim marcantes para o desenvolvimento da doutrina espírita no estado deste do estudo da doutrina espírita. Esse congresso é muito importante também. A gente terá também no Teatro São Pedro, OK? a gente terá outros eventos acontecendo depois de 51. Então, primeiro 45, o segundo 51, o terceiro só vai ser em 96. Mas eu quero passar a palavra pra Bet, porque a gente aqui com a Bet vai saber bastidores do congresso, dos congressos que acontecem desde 2011. A Bet tá nos congressoos assim trabalhando, aprofundando, eh, incentivando a todos, unindo desde 2011. Bet, é muita coisa e a gente queria esmiuçar um pouco esses congressos, a estrutura, os bastidores, motivações, desafios. Imagina, a gente tem 45, 51, 96, aí depois sim, 2013, e 2011. Então é muito tempo, né? Tem que motivar como é que é, como é que foram, como é que surgiram ou retomaram-se os congressos aqui no estado. Bet, muito obrigada, um grande beijo. Então, passo a bola. >> É, obrigada. Sempre eh muito caro o coração da gente falar desses eventos federativos, desses grandes eventos. Como tu dissestes, né, Larissa, nós tivemos poucos congressos. Para uma instituição centenária, nós temos muitos poucos congressos. E o Congresso de 2011, ele nasceu de uma de um desejo nosso, de compartilhar com o nosso movimento espírita um somatório de forças e dizer:
instituição centenária, nós temos muitos poucos congressos. E o Congresso de 2011, ele nasceu de uma de um desejo nosso, de compartilhar com o nosso movimento espírita um somatório de forças e dizer: "Nós somos sim capazes de realizar um grande evento." Porque nós pensávamos assim, tu leste aí sobre os congressos no teatro São Pedro, na época eram os maiores eventos do estado. Depois nós tivemos eventos eh no Plaza São Rafael e nós tivemos um último congresso que foi em 2009, se não me engano, 2009 na Fiergues >> e que foi um congresso que foi eh teve a a estimativa de público frustrada por em razão da da gripe suína que na época E muitas pessoas ficaram com receio e não foram. Então foi um congresso com menos de 1000 pessoas. E um dia nós fomos visitar o amigo Germano e você sabe a extensão daquele auditório e eu lembrei dos grandes seminários no amigo Germano lá na década de 70. Eu fiquei pensando, nossa, há décadas o nosso povo fazia eventos enormes, imensos. que contemplavam o público de espíritas e não espíritas. E agora no século né, no século XX, nós vamos continuar fazendo eventos para 1000 pessoas, >> não é possível. E começamos a em Porto Alegre a olharmos lugares para realizarmos um grande congresso. >> Uhum. Nós tínhamos a expectativa assim de fazermos um evento para no mínimo 2.000 pessoas de saída. Mas nós tínhamos a Fierges, que a época tinha uma infraestrutura muito difícil, tanto de logística >> Uhum. >> como também os custos eram muito altos. E nós tínhamos a PUC, que a época não disponibilizava, não locava suas instalações para eventos de outra confissão religiosa. >> Nós tínhamos essa barreira que felizmente foi vencida, né? E então nós ficamos, mas colocamos esta meta, não é, como efetivamente a ser alcançada. e trabalhamos para isto. E a espiritualidade, é claro que ela se conecta com os propósitos que são propósitos edificantes. Tivemos um grande congresso em Brasília, eh, que comemorava o os os 100 anos de Chico Xavier. >> Aham. E é claro que os congressos espíritas
e conecta com os propósitos que são propósitos edificantes. Tivemos um grande congresso em Brasília, eh, que comemorava o os os 100 anos de Chico Xavier. >> Aham. E é claro que os congressos espíritas entraram na mira dos conventions birô, >> que são essas essas instituições que promovem esses eventos. E o convênci birou de Gramado, eh, entrou em contato com a Federação Espírita Brasileira, oferecendo, sem nós sabermos, oferecendo o gramado para um congresso espírita brasileiro. E o seu Nestor na época entrou em contato conosco e disse: "Olha, Bet, eu acho que fazer um evento no Sul para todo o Brasil fica meio difícil". Sim, >> porque tu acaba honerando quem mora do outro lado, né, do do Brasil. >> Sim. E o Nestor Maçote, presidente, a época presidente da FEP. >> Mas eh vamos ouvi-los, então vou pedir que tu vá a Gramado, peça uma uma proposta, um orçamento para eles, visite as instalações, né? verifica como é que é, se atende, né, todas as necessidades que nós temos e nos envia. E nós fizemos assim, fomos, fomos a Gramado, a nossa equipe e lá em Gramado nós descobrimos um mundo que nós não conhecíamos de evento, porque os nossos eventos eram sempre muito domésticos, muitos muito caseiros. Claro. >> Quando nos colocaram numa sala com todas aquelas empresas >> que administram congresso, os responsáveis pela rede hoteleira, os donos de restaurantes, eles fazem uma uma conferência magna, vamos dizer assim, com todos os envolvidos em um grande evento e começaram a nos mostrar como é que as coisas funcionavam. Depois nos levaram a visitar esse programado, o Serra Parque, tem um outro centro de eventos que é da URGs. A época tinha um centro de evento que era da URGs, no centro menor um pouco, né? E nós ficamos assim deslumbrados com aquela situação. Olha, mas eh realmente nós precisamos dominar, adquirir esse conhecimento de fazer eventos no século XX, colocar o nosso movimento espírita, dar esse salto de qualidade, né, aos nossos eventos, porque afinal nós estamos trabalhando
isamos dominar, adquirir esse conhecimento de fazer eventos no século XX, colocar o nosso movimento espírita, dar esse salto de qualidade, né, aos nossos eventos, porque afinal nós estamos trabalhando com uma doutrina nobre que é o futuro da humanidade. E nós precisamos chegar aos corações também de pessoas que valorizem esse tipo de organização, chamar a atenção de um público que até então não enxerga os nossos congressos. >> Porque divulgar espiritismo para espírita é muito fácil. >> Sim, né? >> Nós estamos acostumados a tirar leite de pedra, como eu digo. >> Aham. passar trabalho. >> Ah, é verdade. >> Mas existe um outro público que a gente precisa aproximar, não é? >> Sim. >> Muito bem. Voltamos de lá com a proposta, né, de recebermos o orçamento da Convém Birô e encaminharmos a >> pra FEB. Na verdade, tudo isso era vendo pra FEB, pra Brasil. Aham. Federação brasileira. >> Feb. Mas nós íamos descendo a serra assim, todo mundo calado, né? Porque a gente sofreu aquele impacto [risadas] eamos calados. E o Luiz Cláudio com aquele jeitão dele me olhou e disse assim: "Tu tá pensando a mesma coisa que eu?" >> Ninguém falou nada, todo mundo tá quietinho, né? Tá pensando a mesma coisa que eu. E eu disse assim de fazermos um congresso do Rio Grande do Sul em Gramado? Sim, [roncando] estou >> também. E ele e eu eu perguntei para ele, tu achas que é possível? Mas sem dúvida. Chegamos aqui, levamos a nossa diretoria e paraa nossa surpresa assim foi unânime. >> Olha só, >> foi unânime. Chegou a proposta pra FEB, nós levamos porque tínhamos um CFN mais ou menos naqueles dias, uma ou uma reunião, eu não lembro bem que época foi, mas nós íamos a Brasília, né? Levamos a proposta para a FEB. >> Sim, >> mas o nosso objetivo naquele momento já não era mais que a FEB fizesse um congresso aqui. Se fizesse, ótimo. >> Claro, >> era encontrarmos um caminho para fazermos o Congresso Espírita em Gramado e fizemos. Foi, foi, foi algo muito belo assim, porque as peças foram se encaixando.
sso aqui. Se fizesse, ótimo. >> Claro, >> era encontrarmos um caminho para fazermos o Congresso Espírita em Gramado e fizemos. Foi, foi, foi algo muito belo assim, porque as peças foram se encaixando. >> Por exemplo, a avó Laci, que é era uma figura unânime em Gramado, >> espírita. >> Era espírita. era alguém que toda Gramado rendia suas homenagens e acolhia qualquer pedido. E um dia ela chegou na federação à tarde, ela e a Regina, né? >> Duas companheiras dela, >> duas companheiras espíritas. E a Claudet foi me chamar. Bet, tem duas senhoras de Gramado que querem te conhecer. >> Olha só. Aí eu desci, fui recebê-las e comecei a falar para ela: "Olha, a senhora sabe que nós estamos pensando em fazer um congresso espírita na sua cidade". >> Ela me olhou e disse assim: "Minha filha, tu não tem noção da vontade que eu tenho que faça um congresso em Gramado". Então, quero te dizer assim, ó, tudo aquilo que tu precisar, nem que seja a última coisa que eu faça nessa vida, eu vou ajudar e eu vou conseguir. E realmente, >> olha só, >> ela abriu assim todas as portas para que nós fizéssemos o congresso, sabe? aquilo foi foi indo assim, né, numa e o movimento espírita ficou eufórico, entusiasmado. a gente ia nas reuniões regionais e divulgava o congresso em Gramado e era como se fosse assim, não sei, né, aquela aquela aquela alegria, né, do do da gente a gente se sentiu como espírita assim, não, nós podemos fazer tudo que a gente quiser com união nós vamos fazer tudo. Então assim se construiu o congresso, foi na Expo Gramado, né? >> A época era um lugar que estava já com algumas deficiências >> ah, >> na infraestrutura. Tem uma figura assim, ó, que está conosco até hoje na Ferges e que nós devemos a infraestrutura e técnica daquele evento que é o Leandro. Olha só, companheiro nosso. coisas assim lá que não funcionariam, não fosse a mão do Leandro, porque tem questões muito delicadas naqueles nesses congressos que são feitos nesses pavilhões de feira que você adapta e que o funcionamento é efetivamente uma a o
nariam, não fosse a mão do Leandro, porque tem questões muito delicadas naqueles nesses congressos que são feitos nesses pavilhões de feira que você adapta e que o funcionamento é efetivamente uma a o funcionamento na PUC é com tudo que pode acontecer eh >> dá um décimo de problema do que dá. >> Aham. Sim, >> no gramado no Serra Parque, né? Eh, >> a gente não tem noção como trabalha, >> não. Não tem assim a o trabalho que é uma coisa que nunca me saiu da mente foi o alinhamento das cadeiras para o primeiro congresso. >> Alinhamento do palco. O >> alinhamento das cadeiras do público. Público Aham. Eh, aquilo foi desenhado pela empresa porque teve tudo isso, depois as negociações com as empresas, né, que iam fazer o evento e tudo mais. >> É, quanto tempo, Bet? Rapidinho, né? Vamos falar da cadeira. Quanto tempo antes do evento do Congresso já começaram essas tratativas? Quanto tempo de organização até chegar o dia do evento? um ano no primeiro, um ano primeiro foi porque nós assumimos a presidência da Fergs em 2010. >> Uhum. >> E naquele ano a gente começou, né, a construir isto ali quando chegou por volta do do final do ano, nós já tínhamos a empresa e começamos, né, as viagens que são >> 2010, no início de 2010, >> é lá pela metade assim, né? >> Ah, tá. Porque o congresso foi dois na metade de 2011. foi 2011, 7, 8 e 9 de outubro >> de 2011. Então ali no finalzinho de 2010 nós já estávamos, né, nos preparando >> Uhum. para isso. E naquela época nós não tínhamos toda a estrutura que nós montamos depois, banco de voluntariado, eh, POP para cada, porque tudo isso que hoje se usa nos congressos, a gente começou a construir lá no sexto, no sétimo, no oitavo. Depois nós tínhamos uma estrutura, né, de um banco de voluntários, um POP para cada área, o procedimento operacional padrão. Você vai pr pra recepção, você é treinado e tem um procedimento operacional padrão que diz quais são os objetivos daquela tarefa, o que tem que fazer, o que precisa, quais são os requisitos, tá?
drão. Você vai pr pra recepção, você é treinado e tem um procedimento operacional padrão que diz quais são os objetivos daquela tarefa, o que tem que fazer, o que precisa, quais são os requisitos, tá? Isso aí nós fomos elaborando. Na época nós não tínhamos isso. Foi assim muito a nossa querida Rosie matando no peito, né? A época Rosie era >> A Rosie na época ela era da área do >> doutrinária, não, >> do atendimento espiritual não. Ela era da área de unificação com a Leia. Elas eram assessoras áreas ali com a com Soveral que foi meu primeiro vice, né? >> Aham. >> Então elas trabalhavam juntos com >> Tá. Volta pras cadeiras. Não. >> Ah, sim. [risadas] Aí a empresa desenhou aquilo. Eu me lembro que era uma coisa muito bonita o desenho. Parecia uma ave assim que tinha duas asas. Tão bonito, né? >> E aquilo tinha que ser montado porque o pavilhão de feira é vazio. >> Claro. >> Locamos as cadeiras, né? E o nosso pessoal, senão pode deixar, nós vamos montar. Então assim, eu lembro até hoje a Cleusa, a nossa Cleusinha, que foi nossa vice-doutinária, a Helena está conosco até hoje, a Marlene, que a época era nossa, eh, diretora da APC, coordenando um grupo de trabalhadores da Sociedade Esperança de Gramado, alinhando as cadeiras com uma corda. >> Ah, >> uma corda. >> Ah, não é só botar uma do lado outro, >> não. [risadas] corda e um taquinho >> que tu tinha que medir uma na outra. >> A distância >> duas e quase 2000 cadeiras alinhadas assim, uma a uma. >> Quanto tempo levou isso? >> Ah, elas elas alinharam, eu acho que em um dia assim, amanhã e de noite. É da manhã à noite, né? que para Gramado, a equipe que que trabalha sobe uma semana antes, né? Congresso é no sábado, >> sobe uma equipe na segunda-feira e a gente chega lá e tem certeza que nada vai ficar pronto [risadas] até sábado. Aí [risadas] o o restante do voluntariado sobe eh >> na véspera, >> não sobe no dia a abertura é à noite, sempre sexta. Então o grupo sobe de manhã na sexta, né? >> Mas eh então são coisas assim e a data
[risadas] o o restante do voluntariado sobe eh >> na véspera, >> não sobe no dia a abertura é à noite, sempre sexta. Então o grupo sobe de manhã na sexta, né? >> Mas eh então são coisas assim e a data do congresso, né? Nós tínhamos a ideia de fazermos dia no no dia mais próximo do primeiro lá do do de 45, né? >> Dia 3 de outubro. Mas aí nós recebemos uma correspondência do Divaldo, porque todas as os congressos sempre eram baseados nas obras dele. Isso tinha algum a orientação de natureza espiritual, porque a gente pensava, pensava, pensava e encaixava alguma coisa nesse sentido. >> E e é interessante isso, Bet. Esse pensamento é o grupo inteiro, >> né? É uma comissão, não é só na cabeça do presidente, porque era era muito conversado, muito construídos os projetos, né, sempre eh muito conversado assim, depois passava pelo conselho deliberativo. >> Uhum. >> E aí o o Divaldo nos mandou uma um correspondência, um e-mail, né? E nós perguntamos se ele tinha algo a sugerir em relação ao congresso, que iria falar sobre a obra vida, desafios e soluções. Aí ele nos disse >> e fizéssemos então 7, 8 e 9, que encerraria no dia eh eh que se relembrava na terra o Alto de Fé de Barcelona, né? >> Ah, verdade. 9 de novembro de 2011. e que esse período de 7 8 9 era um período que na espiritualidade havia uma reunião de muitas almas, cientistas, filósofos, religiosos, né, eh, que se congregavam para pensar os rumos de apoio à humanidade. >> Olha que bonito. É, então nós fizemos no dia 7, 8 e 9. Eu acho que foi foi o o último, porque os outros sempre era mais era bem no início ali de outubro, né? Eu acho que tinha >> o próximo que é o sétimo, o evangelho no mundo e nos corações ainda é novembro, né? >> Novembro é novembro, >> mas depois a partir do oitavo, >> todos eles serão em outubro. >> Em outubro, primeiro a 4, três a c. É, >> então esse do esse de novembro, o Evangelho no mundo e nos corações foi em razão de um evento extremo ocorrido em Gramado. Nós vínhamos com a sensação de que não devíamos fazer
ro a 4, três a c. É, >> então esse do esse de novembro, o Evangelho no mundo e nos corações foi em razão de um evento extremo ocorrido em Gramado. Nós vínhamos com a sensação de que não devíamos fazer repetir o congresso na Expo Gramado. >> Hum. >> Em razão de todas as as dificuldades que nós enfrentamos o primeiro. >> Sim. Mas nós não tínhamos cacif recursos para fazer um evento no Serra Park. >> Ah, você quer um outro? >> Mas aquilo sabe que a espiritualidade vai te premindo assim, né? E um dia nós tomamos coragem a nossa equipe >> e fomos a Gramados. Vamos sentar com o gestor do Serra Parque, vamos colocar nossas a as nossas condições, né? E vamos mudar o nosso congresso para lá pra gente dormir em paz. >> É, tinha mais estrutura, >> muito mais estrutura, segurança, tudo mais, né? Certo? >> Chegamos lá e tivemos uma grata surpresa assim que ele nos fez o custo do Serra pelo mesmo custo que nós íamos pagar no na Expamada. >> Olha. >> E disse: "Não, eu quero conversa, >> eu quero que vocês venham para cá, >> né?" Isso foi eh a espiritualidade amiga, sabe? Porque umas duas semanas depois que nós mudamos o congresso pro Serra, veio uma nevasca em Gramado e colocou o telhado da Expo Gramado para dentro. >> Puxa vida, olha, >> afundou o telhado. >> A neve faz isso, né? >> Faz isso. Afundou o telhado da Espa, >> então se nós estivéssemos lá, né, nós estaríamos sem lugar. >> Sem lugar. >> Sem lugar. Então isso foi muito interessante assim, também foi um evento que do das dos muitos apuros que a gente passa antes de um congresso, né? >> Sim. Sim. >> Porque uma coisa é você sair daqui na PUC, é a hora que tu quer, outra coisa é você tá organizando um evento em Gramado. >> Claro. Outra >> nós subíamos nos últimos meses, a gente ia praticamente >> quase todas as semanas mesmo com a empresa, né? Uhum. administradora que toma frente de muitas coisas. >> Uhum. >> Mas é é que cada pessoa gerencia as coisas de uma forma diferente, né? Eu gerencio no olho, então tem muito que ver assim, que [risadas] tocar, que
radora que toma frente de muitas coisas. >> Uhum. >> Mas é é que cada pessoa gerencia as coisas de uma forma diferente, né? Eu gerencio no olho, então tem muito que ver assim, que [risadas] tocar, que cheirar, que sentir, né? >> E e isso é um é uma é uma forma assim, não é? Não não digo que seja nem a a mais certa, nem a única, né? Eu acho que isso é é uma coisa meio de >> sei lá. >> E ao longo do tempo, né, Bet, muitas outras coisas foram acrescentadas aos congressos. Cresceu, o congresso é conhecido no estado todo. >> No estado todo. >> E a os últimos congressos, então, desde do sétimo, não, desde o sexto. Esse é bi como é? É bianual, não >> é? Bienal. >> Bienal. Bienal. Eu gostei a aprender [risadas] isso. Eu dizia bienal. anual é duas vezes ao ano, não. Bienal, que é de dois em dois anos, eles acontecem. E tiveram também outros congressos junto, congressinho, >> isto >> congresso jovem, muitos trabalhadores fazendo parte, oficinas a gente teve também, né, no retorno a a Porto Alegre, a PUC. É. >> E como é que eh são as mesmas equipes, mobilização de de pessoas? Porque quanto é que ganha para trabalhar no congresso desses? Bet. [risadas] Interessante. Eu não até hoje não tive acesso nem a nem sei se existe, né? Porque eu acho que a gente vai é é como diz o outro, é cobrindo o déficit que causou, né? São, é um são são trabalhadores voluntários. Uma coisa de bastidores que tu pergunta sempre foi a nossa primeira conversa >> com eh a equipe que gerenciou o congresso. Eh, primeira vez eles trouxeram assim: "Olha, nós vamos precisar de 25 eh colaboradores, né? Ah, >> trabalhadores eh, da nossa equipe, não, da equipe deles. Pagos. >> Ah, certo. >> Profissionais, >> certo? >> Aí eu olhei aquele orçamento de 25 profissionais. Aí ele disse: "Olha, o máximo que a gente pode pagar aqui é cinco". E me olharam diseram assim: "Não, mas aí nós não conseguimos fazer congresso, conseguimos, [risadas] conseguimos. Nós temos voluntários. Não, mas voluntário não dá conta. Dá o nosso voluntariado dá
". E me olharam diseram assim: "Não, mas aí nós não conseguimos fazer congresso, conseguimos, [risadas] conseguimos. Nós temos voluntários. Não, mas voluntário não dá conta. Dá o nosso voluntariado dá conta, né? E foi muito interessante a empresa dizer que depois do primeiro congresso que fez conosco, >> hã, >> mudou a concepção inclusive de trabalho deles, >> da empresa. Olha que interessante. Fez escola, >> fez. E não ficamos com aqui com o mínimo, tá? Então me diz o mínimo possível que tu diz assim: "Olha, sem isso eu não consigo fazer porque o resto nós vamos suprir." >> Aham. >> Não, mas o cadastramento não, isso tudo é voluntário, mas eles não sabem fazer, mas a gente treina, né? Então, foi foi muito bonito assim, foi muito interessante isso. E e à medida que que foi foi crescendo o congresso, nós fomos crescendo juntos. >> Bom, tu lembra, tu foi oficineira, né? >> Sim. Aham. >> Só nas só nas oficinas ali de de voluntários, nós éramos uma dupla. >> Sim. Por por sala. >> Por sala eram >> em vários horários. 40 e c salas de oficina. >> Uhum. >> Né? Então nós éramos 90 voluntários só de oficineiros, né? Treinados à distância gente de todo o Brasil. >> Ano. Verdade. >> E muitos vieram presencial no último treinamento assim, né? Vieram por conta própria, né? Eu lembro de uma oficineira eh de do Paraná. >> Aham. >> Do interior do Paraná. Ela viajou a noite inteira de carro até Curitiba, pegou o voo de noite, desceu aqui de manhã, participou do treinamento e voltou. Então, são lembranças assim, >> Santa Catarina, Mato Grosso, Brasília, >> Mato Grosso, Brasília, >> Goiás, tinha gente, oficineiros de todos os lugares, tudo volunt das coordenadoras, né, de equipe, tinha essa aquela aquelas nossas planilhas. Eu eu observação, né? No primeiro que tu falaste, no sexto, eh, eu tava grávida da minha primeira filha, da Valentina, e neste das oficinas do segundo filho do segundo. Olha aí, [risadas] o a criançada é oficineira, já nasceu treinado. >> Já nasceu treinado. Então é muito é
ávida da minha primeira filha, da Valentina, e neste das oficinas do segundo filho do segundo. Olha aí, [risadas] o a criançada é oficineira, já nasceu treinado. >> Já nasceu treinado. Então é muito é muito belo isso assim. E foi um trabalho de equipe do movimento espírita do Rio Grande do Sul. É, >> eu eu fico >> assim porque tem gente de dos voluntários, é, do estado inteiro, não é de Porto Alegre apenas, né? É, >> eu fico pensando às vezes assim, né, que quando a gente diz que tem dificuldade de conseguir trabalhador, >> eu imagino que às vezes nos falte um pouco de metodologia na captação, porque nós nunca tivemos dificuldade, nós fizemos coisas imensas assim, né? O congresso de oficinas é alguma coisa que, nossa, tinha gente que vinha perguntar assim, mas vocês conseguem fazer isso? Olha >> só para explicar para quem não sabe, né? Quem não participou, quem tá chegando agora, eh, tem o congresso com as palestras, né, dos palestrantes e tem os momentos, teve os momentos em que todos os participantes do congresso, eles iam para salas específicas previamente determinadas com pulseiras e ã fazer participar de oficinas em que podiam falar, em que participavam de dinâmicas. Então, imaginem 2.000 pessoas, quantas foi, Bet, tu lembra? 2000 pessoas participando do congresso e das oficinas. Era mais ou menos isso. >> É num dia inteiro, né? Então tinha as palestras e tinha as oficinas. É muita gente mobilizada, muito material, muito material. E não é assim uma oficina para tu ir fazer uma roda de conversa, não. >> Nós tínhamos dinâmicas, né? Nós tínhamos material elaborado, metodologia para 45 salas, né? >> Que eram preparados. assim com antecedência. >> Sim, >> mas nossa, é é >> de semanas de e esses oficineiros preparados ano também, né? Verdade. É muito >> e isso deu deixou um legado para movimento espírita nacional, né? Porque ali tem pessoas que nunca tinham tomado contato com uma oficina desse nível e que aprenderam a fazer oficina, aprenderam a trabalhar com um ciclo de
legado para movimento espírita nacional, né? Porque ali tem pessoas que nunca tinham tomado contato com uma oficina desse nível e que aprenderam a fazer oficina, aprenderam a trabalhar com um ciclo de aprendizagem vivencial, né? né? Então, muito legal. >> E no primeiro congresso teve uma coisa importante assim que se fez. Nós reproduzimos a cara uma caravana da fraternidade, como o Espinelli fazia. Olha isso. No sexto, >> no sexto antes, né, nós percorremos o Rio Grande convidando os companheiros para o evento, porque eles tem uma certa época e agora eu não vou me lembrar a data, não sei se foi para congresso de 45, mas acho que foi que eles também fizeram isso. >> Aham. Sim. Então nós saímos e ficamos uma semana na estrada, >> principalmente a região da serra, né? >> Ah, >> a gente passou em Cambará, São José dos Ausentes, aquela região lá de Bom Jesus, né? Fomos passando pelas pelas cidades, pelos centros espíritas, convidando e e nós tínhamos no no sexto congresso, isso está registrado, né? Os congressos foram muito bem documentados. Eh, nós tivemos caravanas de todos os estados >> no >> no no sexto >> no sexto. >> Todos os estados tinham representantes. >> Tinham representantes. Inclusive a nossa comissão regional sul vieram todos os presidentes das federativas da CR Sul convidados. >> Eram convidados, ficaram conosco em Gramado, né? e tinham representantes de todos os estados. Isso foi, parece que se fez porque Espinelli ele fez a caravana da fraternidade daqui do sul para todos os estados do Brasil depois da da assinatura do Pacto Áureo, né? Ah, >> ele foi um dos caravaneiros que foi até Belém, porque eles iam no caminho fundando federativas onde não tinha, estimulando Espinelli na caravana da fraternidade. Ele, Lins de Vasconcelos, que voltou de Pernambuco, parece que o Lin ficou doente, Luiz, eh, eh, um outro pernambucano que que seguiu junto, Ari Casadil, né? Foram s, eram cinco caravaneiros da fraternidade que fizeram isso depois da assinatura do Pacto Áuro.
que o Lin ficou doente, Luiz, eh, eh, um outro pernambucano que que seguiu junto, Ari Casadil, né? Foram s, eram cinco caravaneiros da fraternidade que fizeram isso depois da assinatura do Pacto Áuro. Faltavam, né, eh, federativas em muitos lugares e eles foram então visitando os companheiros. >> Uau, olha, Bet, isso dá um programa. >> É, foi foi uma coisa bem bonita isso. >> Vamos ter que conversar sobre isso depois. É, [risadas] então quando nós fizemos o o sexto congresso, nós pensamos assim: "Agora a caravana vai vir de todos os lugares para a serra >> onde Espinelli nasceu. Eh, nasceu como como brasileiro, né? Porque ele nasceu na Itália, mas foi na serra que ele se radicou, foi ali que ele chegou. >> Então foi uma uma caravana inversa, né? Ah, >> refazendo os caminhos, ele foi ao Brasil inteiro e o Brasil inteiro veio pra Serra. Isso foi muito bacana, assim, >> muito legal. Espinelli, lembrando, foi presidente da federativa e fez tudo isso e um pouquinho mais, né? >> E e a volta, não só a volta, eu queria ver um pouquinho sobre os o congressinho e o congresso jovem, Bet, algum, né? Porque é diferente também, né? reuniam as crianças e também não era um lugar de deixar as crianças, >> era um congressinho. Muitas atividades que eles até hoje relembram, as crianças da época que participaram fizeram amigos nesses congressinhos. >> Fizeram. É verdade. Hoje estão jovens, né? >> Estão jovens seguindo na doutrina. E também, Bet, >> queria que tu falasse um pouquinho sobre a pandemia rapidamente, >> tá? Pois o o congressinho foi uma inspiração do congresso de Goiás. que a gente também andava muito por aí, né? A gente ia nas outras federativas, fizemos muitos amigos nesse período e gostávamos de estar juntos. Então, no congresso de Goiás, quando a gente viu aquela quantidade de criança cantando no encerramento, né, a gente pensou, p nós queremos isso lá no Rio Grande do Sul, no final do nosso congresso. >> Tá faltando isso, >> tá faltando isso. Aí voltamos, né, >> e a nossa equipe da da diretoria e tal,
nto, né, a gente pensou, p nós queremos isso lá no Rio Grande do Sul, no final do nosso congresso. >> Tá faltando isso, >> tá faltando isso. Aí voltamos, né, >> e a nossa equipe da da diretoria e tal, né, a Marl naquela vibração, é, ela diretora da nossa não vamos fazer o congressinho e tal e tal. E e começamos a fazer o congressinho e aí ficou aquele espaço jovem no congresso também, né, que os jovens reclamavam muito à época assim, ah, parece que a gente vai pros eventos só para carregar a cadeira, só você lembra do jovem para carregar a cadeira, para não sei o quê, para fazer recepção. Não, a gente vai inserir o jovem no congresso, eles vão ter o seu espaço, as suas palestras, as suas rodas de conversa, né? Então, foi muito bacana isso, >> muito bonito. >> E a pandemia foi aquele período em que nós estávamos preparando com a expectativa de fazermos um mega congresso >> em Gramado, 100 anos da Fergus, né? >> 100 anos da Fergus no Aí Jesus disse: "Não, eh, vocês vão aprender outra coisa". E nós tivemos que fazer o congresso virtual, mas assim, até hoje eu olho a produção do nosso congresso virtual e foi magnífica, né? Porque é diferente de tudo que a gente viu, assim, era um estúdio, né? Era um estúdio assim, a gente olha aquelas aquelas produções feitas pela nossa área de arte, >> né? Sim. Eh, aquele ficando a dica, né, pro pessoal procurar aquela tela com os nossos companheiros de todo o estado assim, naquele fundo ali observando. Nós fomos para um estúdio, passamos o dia gravando, certo? Era uma era uma coisa muito >> é surreal, né, gente? Nós chegamos no estúdio, todo mundo tinha que fazer o teste da COVID antes de entrar. Então a gente ia pra sala, fazia o teste da COVID. Se desse negativo, a gente entrava paraa sala ali, né? Se se não desse, felizmente ninguém positivou, todo mundo conseguiu gravar. E >> só lembrando, foi bem, foi de 3 a 5 de outubro de 2021. >> 2021, é, a gente tava bem naqueles momentos assim de acho que já tinha saído uma vacina, uma dose da vacina, né? Mas ainda não
u gravar. E >> só lembrando, foi bem, foi de 3 a 5 de outubro de 2021. >> 2021, é, a gente tava bem naqueles momentos assim de acho que já tinha saído uma vacina, uma dose da vacina, né? Mas ainda não nada tinha voltado, >> não. Tava tudo muito inseguro assim. >> E a e o congresso começou a ser pensado bem antes, né? >> Bem antes, né? >> Não sabíamos como seria. >> Então muita tecnologia assim, né? Muitas muitas formas de E ficou muito bonito assim da gente olhar, né? Até hoje às vezes eu fico fico olhando as entrevistas, a roda de conversa com o pessoal caracterizado, né, pessoal, o Fabi vestido e como general Michelena, o Antônio e a Lia como casal Valdomiro e a e a e a Áurea Eler. Muito bonito, assim, foi uma experiência diferente, né? É claro, eu não vou eu não vou enredar o rastro e dizer que a gente não ficou frustrado, porque nós ficamos, tá? A gente queria um evento, né, que realmente marcasse os 100 anos assim com >> E era 100 anos, né? >> Era os 100 anos, era um século, né? Mas nós não tivemos o evento que nós queríamos, mas tivemos aquele que Jesus, que Deus permitiu fazer. Era para ser assim. Então, nós somos muito gratos também por termos vivido, né, esse esse congresso em meio a uma pandemia, né, >> que não nos impediu >> e que não nos impediu de celebrarmos, de fazer um congresso, de lançarmos essa obra, né, >> justamente ela veio, >> ela veio, né, >> deste episódio, né, dessa >> episódio, a obra, o museu, museu, né, >> o memorial Francisco Espinelli. são amigos. Fica a dica no site da FERGs e só procurar lá memorial e tem o trabalho que a área de preserva gestão e preservação da memória da FERGS fez nesse momento para o evento lançado no Congresso e que tá disponível. É um acervo lindo, feito virtual, com vários documentos, tem até uma galeria dos congressos, com vídeos, com imagens, com documentos de todos os congressos. que a gente tem documentado. Então, muito bonito. Já aproveitando, se você tá gostando do programa, inscreva-se no nosso canal, dê um joinha para nós e
imagens, com documentos de todos os congressos. que a gente tem documentado. Então, muito bonito. Já aproveitando, se você tá gostando do programa, inscreva-se no nosso canal, dê um joinha para nós e compartilha, porque são informações muito importantes. Falam de unificação, falam de união, são espíritas do estado inteiro que se juntam de dois em dois anos e aí a gente pode abraçar, a gente congrega, a gente tem muitos palestrantes que já vieram, já participaram dos nossos congressos. E o Divaldo Franco, por exemplo, é um dos que mais esteve aqui. [roncando] >> Então, nós tivemos essa grata oportunidade de conviver bastante com Divaldo, né, e até homenageá-lo também em em alguns momentos. >> Amiga, nós estamos chegando ao final e olha só quanta coisa e quanta coisa ainda teria, mas eu quero que tu volte aqui pra gente falar das caravanas, combinado? Podemos fazer? >> Combinado. Vamos fazer essa combinação, né? Vamos, >> vamos sim. >> Então pode, por favor, as tuas as tuas saudações finais ao aos nossos amigos >> que a gente já tá pena. Eu tô tô triste, mas fala aí, Bet. Ah, eu eu tenho assim uma gratidão imensa pelos meus companheiros do movimento espírita do Rio Grande do Sul, porque viver essas experiências que nós vivemos nos congressos só mesmo com a parceria, né, com a dedicação, com o devotamento, a abnegação de muitas almas. E isso foi fantástico assim, a gente poder perceber o quanto os espíritas quando se unem, quando a gente consegue enxergar realmente o objetivo das coisas, a gente adquire forças, né? Nós quando fizemos o primeiro congresso, Larissa, nós não tínhamos um tstão em caixa. Tudo que nós produzíamos era para pagar as despesas. Nós não tínhamos essa estrutura que nós temos hoje. Nós não tínhamos nem eh no início um sitexa >> que tivesse estabilidade com não tínhamos uma uma equipamentos, a gente não tinha nada, né? Mas a gente resolveu. Nós vamos começar daqui, vamos construir uma bela história, vamos deixar a nossa federativa melhor do que nós recebemos.
ínhamos uma uma equipamentos, a gente não tinha nada, né? Mas a gente resolveu. Nós vamos começar daqui, vamos construir uma bela história, vamos deixar a nossa federativa melhor do que nós recebemos. >> Uhum. >> Tá. E a gente só conseguiu isso porque nós temos companheiros espíritas que são valorosos. Muito obrigado. >> E assim vamos chegando ao final de mais um na história da FERX, agradecendo imensamente a Bet por est aqui, por compartilhar essas histórias e a você que ficou com nós até o final. Nós somos a Fergs e essas histórias nos pertencem também. Um grande beijo, até a próxima. Não esqueça, inscreva-se, dá um joinha e compartilha. Muito obrigada a todos, queridos e queridas irmãs e irmãos. Obrigada, Bet. Agradeço.
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