Fergs 105 anos | “Buscar o essencial: caminho para a paz interior”

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 28/02/2026 (há 4 semanas) 8:20:31 7,164 visualizações 578 curtidas

A Federação Espírita do Rio Grande do Sul (Fergs) celebra seus 105 anos de fundação com um encontro especial sob o tema “Buscar o essencial: caminho para a paz interior”. O evento ocorrerá no dia 28 de fevereiro, sábado, das 9h30 às 17h30, no Teatro do Bourbon Country, em Porto Alegre. De maneira sensível e profunda, a programação propõe um seminário voltado à reflexão sobre o Evangelho de Jesus, à luz da Doutrina Espírita, como roteiro seguro para a jornada de autotransformação, oferecendo caminhos para a conquista da paz interior e da saúde integral. A programação contará com a participação de Artur Valadares e Carlos Campetti, pesquisadores e divulgadores espíritas. Os convidados integrarão painéis especiais, em um encontro que também proporcionará momentos de arte e espaço para diálogo, oferecendo uma experiência acolhedora, reflexiva e inspiradora. #DoutrinaEspírita #Espiritismo #Paz #Espiritualidade

Transcrição

Existência [música] infinita, vida [música] nova, transformação, justiça divina. É que afinal esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. Um amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova [música] que insiste em evoluir, adormecer para [música] despertar a certeza de que a vida vai [música] continuar. me entender como imortal, educar o coração [música] de forma natural. A dor ensina [música] humildade para servir. Fraternidade no futuro a construir. Como estrela [música] que ilumina o porv. Vejo renovação [música] e um novo começo que inicia no partir. Que afinal [música] esse não é o fim. Imortal é o que vive [música] dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova, que insiste em vou. ir é que afinal esse não [música] é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. Com amor e explosão já não posso [música] reprimir. Super nova que insiste evoluir. [música] Sì. adormecer para despertar a certeza [música] de que a vida vai continuar me entender. como imortal. Educar o coração de forma natural. O amor ensina que as [música] dores são pequenos instantes em meio à imensidão da existência infinita, vida [música] nova, transformação, justiça divina. É que afinal esse não é o fim imortal. É o que vive dentro de mim. Um amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova que insiste [música] em evoluir, adormecer para [música] despertar a certeza de que a vida vai [música] continuar. me entender como imortal, educar o coração de forma natural. A dor ensina [música] humildade para servir. Fraternidade [música] no futuro a construir. Como [música] estrela que ilumina o porv. Vejo renovação [música] e um novo começo que inicia no partir. Que afinal [música] esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. Com amor e explosão [música] já não posso reprimir. Sou super nova que insiste em evoluir. [música] É que afinal esse não [música] é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova. [música]

reprimir. Sou super nova que insiste em evoluir. [música] É que afinal esse não [música] é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova. [música] Quem insiste Evoluir. Adormece. para despertar a certeza [música] de que a vida vai continuar. Me entender como imortal, educar o coração de forma natural. O amor ensina que as [música] dores são pequenos instantes em meio à imensidão da existência [música] infinita, vida nova, [música] transformação, justiça divina. É que afinal esse [música] não é o fim imortal. É o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. [música] super nova que insiste em evoluir, adormecer para despertar a certeza de que a vida vai [música] continuar me entender como imortal, educar o coração de forma natural. A dor ensina [música] humildade para servir. Fraternidade no futuro a construir. Como estrela que [música] ilumina o porvil, vejo renovação [música] e um novo começo que inicia no partir. final. Esse [música] não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso [música] reprimir. Sou super nova que insiste em evoluir. É que afinal esse não é [música] o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. Com amor e explosão já não [música] posso reprimir. Super nova que insiste em evoluir. Sì. adormecer para despertar a certeza de que a vida vai continuar me entender. como imortal. Educar o coração de forma natural. O amor ensina que as dores [música] são pequenos instantes em imensidão da existência infinita. Vida [música] nova, transformação, justiça divina. É que afinal esse não é o fim. Imortal é o que vive [música] dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova [música] que insiste em evoluir, adormecer [música] para despertar a certeza de que a vida vai continuar. me entender [música] como imortal, educar o coração de forma natural. Ensina [música] humildade fraternidade. >> Todo mundo pronto >> para essa e leitura. Eles podem entrar

e que a vida vai continuar. me entender [música] como imortal, educar o coração de forma natural. Ensina [música] humildade fraternidade. >> Todo mundo pronto >> para essa e leitura. Eles podem entrar juntos. Quero ficar novo começo que inicia no partir que afinal esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão [música] já não posso reprimir. Sou super nova [música] que insiste em evoluir. É que afinal [música] esse não é o fim. Imortal é o que [música] vive dentro de mim. O amor e explosão já não me entendeu, Joada. Bem naquele mesmo molde assim, pessoal. Vamos sentando. Bom dia, A celebração de hoje, na paz e na harmonia do nosso mestre Jesus, que acolhe, acolhe todos nós agora e sempre. Que assim seja. Queridos amigos, é com especial emoção e profunda alegria que nos reunimos para celebrar mais um ciclo de trabalho em prol da união e da unificação dos espíritas do Rio Grande do Sul. Celebramos a nossa casa Matter, a Ferrex, que há 105 anos semeia luz e união em solo gaúcho. Nós somos a Ferrex. Convidamos nesse instante todos a assistirem o vídeo institucional da nossa federativa. >> É tempo de pacificar. Unir [música] e irmanar. >> Trabalhamos para a transformação da sociedade através da propagação de uma cultura de [música] paz, entendendo que a fraternidade será a pedra angular de uma nova ordem social. [música] Assumimos a responsabilidade de preparar e educar as futuras gerações, [música] sem jamais esquecer do que nos trouxe até aqui. >> Somos o fruto da união e da unificação dos espíritas [música] em solo gaúcho. >> Nós somos a FEGS, a [música] Federação Espírita do Rio Grande do Sul. Em 1921, nascemos [música] do trabalho comum e impessoal de homens e mulheres determinados [música] a construir um mundo mais fraterno, calcados na segurança adivinda da fé raciocinada. Desde então, apoiamos e fortalecemos a tarefa de difusão do espiritismo, incentivando o estudo teórico, prático e experimental da doutrina espírita. Através do [música] trabalho incansável

aciocinada. Desde então, apoiamos e fortalecemos a tarefa de difusão do espiritismo, incentivando o estudo teórico, prático e experimental da doutrina espírita. Através do [música] trabalho incansável de nossas equipes, buscamos a unidade de princípios, de vista e de sentimentos, tendo nas obras fundamentais codificadas por [música] Allan Kardec, os elementos para a adequação das instituições espíritas ao [música] cumprimento de sua missão. Por meio de ações coletivas amparadas pela força das lideranças servidoras, a rede federativa une e orienta mais de 400 centros espíritas em todo o estado. De maneira constante, promovemos eventos de treinamentos [música] continuados e com fraternização nas 15 regiões federativas. [música] de acordo com o compromisso institucional de promover [música] os valores que sejam a construção de uma nova ordem social, orientando a rede para a busca [música] da sustentabilidade ética, sociopolítico, cultural, ambiental e econômica, objetivando a proteção do maior bem, que é a vida em todas as suas manifestações. >> Agindo onde for necessário, dialogamos com [música] a sociedade por meio de ações interinstitucionais, sensibilizando e ressocializando crianças e jovens através do programa Conte Mais. proposta didática de educação que utiliza-se da tecnologia social da contação de histórias que aprimoram os sentimentos e as emoções. [música] Nosso papel educador tem no livro [música] Espírita um instrumento essencial para a transformação da sociedade [música] e a implantação de novos patamares vivenciais. A editora, [música] Livraria, Distribuidora e o Clube do livro Fergs proporcionam obras que semeiam luz nos corações [música] e nas mentes desde 1954, amparando os indivíduos na sua jornada de evolução. Formamos todas as nossas [música] atividades e diretrizes desde 1934 pela revista A Reencarnação. >> Também divulgamos a doutrina espírita nas [música] mais diversas redes sociais e plataformas digitais, levando conteúdo doutrinário de qualidade [música]

zes desde 1934 pela revista A Reencarnação. >> Também divulgamos a doutrina espírita nas [música] mais diversas redes sociais e plataformas digitais, levando conteúdo doutrinário de qualidade [música] através da Fergs Rádio, Fergs Play e Fergs Podcast. Trabalhamos para divulgar a prática da genuína caridade, acolhendo todos sem distinção, sob o abrigo da árvore generosa do Espiritismo. >> Nós [música] somos a Fergus. Somos. >> Acesse www.fergs.org.br br e [música] conheça mais sobre esta família que trabalha unida pela felicidade humana [música] e pela fraternidade universal. Queridos amigos, vamos receber agora o presidente da FERX, Antônio Nascimento, para sua saudação inicial. >> Uhum. Deu. Queridos amigos, amigas, a nossa saudação inicial e a nossa gratidão por vocês estarem aqui presencialmente, os que estão acompanhando esse evento do aniversário da FEREx virtualmente, Fronteira Sul, desde Santa Vitória do Palmar, Livramento, A Serra, Litoral Gaúcho, já encontramos companheiros de várias localidades, de várias instituições. Esta esforço e esta alegria de estarmos juntos retoma aquela intenção dos nossos valorosos companheiros que lá na década de 20 reuniram-se e iniciaram então a Federação Espírita do Rio Grande do Sul. Esses 105 anos t sido de conquistas, de dores, de aflições e de superações. Chegamos com uma trajetória que muitos podem pesquisar e identificar nos anais federativos e principalmente na pujança do nosso movimento, que passando pel uma pandemia, por uma catástrofe climática que todo mundo sabe e muitos vivenciaram intensamente, fez com que nós fôssemos testados na nossa resiliência. Verificamos o vicejar do movimento espírita nas mais de 400 instituições que estão trabalhando nos seus municípios, nos seus bairros, com a sua expressão mais pequena, maior, com seus compromissos assistenciais, mas sobretudo descerem aquela ponto de luz de acolher a todos os que estão cansados, aflitos, sobrecarregados. Isso é essencial nesse momento em que esta transição planetária se acirra

assistenciais, mas sobretudo descerem aquela ponto de luz de acolher a todos os que estão cansados, aflitos, sobrecarregados. Isso é essencial nesse momento em que esta transição planetária se acirra enquanto continue continuam os flagelos destruidores, como estamos acompanhando no Brasil, agora em Minas Gerais, a zona da Mata, Rio de Janeiro, pra gente ficar aqui, porque globalmente temos várias catástrofes acontecendo nesse momento, enquanto amanhecemos mais um dia com um bom bombas com mísseis, quando o ser humano não consegue encontrar através do diálogo, acordos para uma vivência fraterna, uma uma convivência que permita que todo mundo possa ter o seu sonho de ter a sua família, o seu trabalho, o seu lazer, construir e usar os seus talentos da melhor forma possível. Por isso, meus amigos, nós que temos a visão que a doutrina espírita nos traz e que nos comprometemos com ela, porque eu tenho certeza que todos vocês que estão aqui se inclui no capítulo 20 do Evangelho de trabalhadores, de trabalhadores da última hora. Temos uma missão a cumprir como espíritas para sermos como cristãos se somando as várias denominações de homens de bem que procuram dar um enfrentamento a esse acerrar do egoísmo, da soberba, das trevas que levam a tantas dores e tantas aflições. que a gente possa resistir aos desafios e superar, superar as nossas diferenças, nos unirmos num trabalho para que a gente possa efetivamente fazer com que a partir da nossa família, a partir do nosso trabalho, das instituições que nos agregamos, dos nossos centros espíritas, dos órgãos de unificação, nós tenhamos a união dos espíritas, a unificação do nosso movimento espírita e possamos prosseguir dando a contribuição que cabe a essa instituição que vem há 105 anos sustentando e juntamente com as demais 26 federativas, 27 no Brasil, através do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira, sendo que sustentando para que esta árvore do evangelho que foi confiada ao Brasil, ela ela possa frutificar e ela possa

asil, através do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira, sendo que sustentando para que esta árvore do evangelho que foi confiada ao Brasil, ela ela possa frutificar e ela possa realmente oferecer para todos nós o essencial, o caminho para que a nossa paz de consciência possa nos permitir, nos permitir prosseguir, superar, não desanimar. Viveremos mais um ano desafiador, meus amigos. Viveremos mais um ano desafiador. Temos desafios no nosso horizonte pela frente, definições, enquanto a nossa nação precisa também encontrar caminhos de diálogo, de construção, de superação, de organização social. Nós como espíritas precisamos também como cidadãos, dar a nossa contribuição. Por isso, a contribuição que nós vamos ter nas reflexões hoje do Carlos Campete, o nosso vice de unificação da FEB, que já está conosco, do Artur Valadares, que está pousando nesse instante aqui no aeroporto de Porto Alegre, ela será muito significativa. Vamos aproveitar esse momento para refletir, para nos fortalecer, para confraternizar também e para que a gente possa marcar aqui a partir do teatro do Borbão Country, nessa parceria com a companhia Zafari, que a gente possa realmente sair daqui comprometido aonde quer que nós estejamos plantado, para que a gente possa florescer e possa tornar o mundo um pouquinho melhor. naquele espaço da nossa influência. Desejamos a todos um excelente seminário. Gratidão mais uma vez pela presença de todos vocês. Vamos ter a oportunidade de nos abraçar, de tirar alguma foto, de ouvir vocês ao longo do dia. Que bom que vocês estão aqui. Que bom que nós temos a federação para ser esse ponto de convergência dos espíritas gaúcho. Um bom evento a todos. Muito obrigado, Antônio. Registramos com gratidão a presença dos representantes das instituições espíritas aqui presentes. Leia Voz pela Associação Jurídico Espírita do Rio Grande do Sul, Carlos do Gante, pela Associação Médico Espírita do Brasil. Nei Wiidman da Associação Espírita dos Magistrados Brasileiro.

i presentes. Leia Voz pela Associação Jurídico Espírita do Rio Grande do Sul, Carlos do Gante, pela Associação Médico Espírita do Brasil. Nei Wiidman da Associação Espírita dos Magistrados Brasileiro. Para nos sensibilizarmos ainda mais para o dia que se inicia, convidamos a equipe da área de arte espírita da Ferrex para nos para nos presentear com um momento especial. Amigos, o palco é de vocês. Um bom dia a todos. Gostaríamos de dizer que é sempre um prazer a gente poder participar, né, dos eventos da nossa querida federativa, poder contribuir com um pouquinho de arte. Eu sou a Astrid, Astrid Godói, mulher de cabelos e olhos castanhos. Estou utilizando um blazer cinza e calça preta e vou estar cantando e tocando violão. >> Sejam todos bem-vindos. Eu sou o Guga Ris Cabelos Grisalhos, terno cinza e vou tocar guitarra junto com a Astrid. Vamos lá. >> como alguém [música] que encontrasse a luz depois de andar e andar procurando o caminho [música] como alguém Quem que enfim já [música] pudesse ouvir. Respostas que trazem [música] consolo e sentido ao destino. Eu encontrei tuas páginas e sequei [música] minhas lágrimas. Percebi [música] que a dor da semente é o parto da vida, [música] como alguém que já quer seguir [música] os passos do mestre com fé e razão consciente. Como alguém que se já soube ouvir as [música] vozes dos seres que habitam espaço infinito. Eu encontrei tuas páginas e sequei [música] minhas lágrimas. Percebi que [música] a dor da semente é o parto da vida. [música] Minha dor me trouxe [música] aqui para entender a flor que brota em mim. Meu amor é aprendiz de um bem maior. Que seja assim. [música] Nesse vai e vem. Sei que voltarei [música] para cuidar da folha, para acalmar a dor e ser [música] feliz. Minha dor é aprendiz de um bem maior. Que seja assim. [música] Meu amor é aprendiz de um bem maior. [música] Que seja assim nesse vai e vem. Sei que [música] voltarei para cuidar da flor, [música] para acalmar a dor e ser feliz. >> Então agora para encerrar, né, nossa

mor é aprendiz de um bem maior. [música] Que seja assim nesse vai e vem. Sei que [música] voltarei para cuidar da flor, [música] para acalmar a dor e ser feliz. >> Então agora para encerrar, né, nossa participação por agora, a gente vai tocar mais uma música. >> Os novos tempos estão [música] chegando. provenientes da mudança dentro de nós. [música] O compromisso bate a nossa porta. >> Basta dar ouvidos a aquela voz [música] que vem de dentro do peito, onde o evangelho do Cristo nascer no horizonte a cada amanhecer com o sol que existe [música] em nós. É preciso deixar crescer a mudança dentro do teu coração. Son emar construir e viver. Um mundo [música] de regeneração. Os novos tempos estão chegando. Tempos de caridade [música] é nascimento. Já é hora de trabalharmos em conjunto. Basta cultivar o sentimento que vem de dentro [música] do peito, onde o evangelho do Cristo nascer no horizonte a cada amanhecer, o sol que existe em nós. É preciso deixar crescer [música] a mudança dentro do coração, [música] sonhar, construir e viver. Um mundo de regeneração, deixar crescer a mudança dentro do coração, sonhar, construir [música] e viver. Um mundo de regeneração, [música] um mundo [música] de regeneração. Construir e viver um mundo de regeneração. >> Muito obrigada, >> Nossa gratidão aos artistas espíritas que sempre nos brindam com momentos de elevação e beleza espiritual. Em instantes, teremos o primeiro painel do dia. Antes, porém, convidamos todos a participarem do momento de perguntas e respostas que acontecerá ao final da manhã. Envie sua pergunta para o número 51 9 85 95 2360 ou aponte a câmera do celular para o Qcode na tela. Quem nos acompanha pelas redes da Fergs também é muito bem-vindo a participar pelo chat da live. Vamos agora ao primeiro painel do dia com Carlos Campete. Carlos Campet é voluntário do movimento espírita, vice-presidente de unificação da Federação Espírita Brasileira e Jornalista de Formação. Nesta oportunidade trará reflexões sobre o tema O Evangelho e o Essencial à A

voluntário do movimento espírita, vice-presidente de unificação da Federação Espírita Brasileira e Jornalista de Formação. Nesta oportunidade trará reflexões sobre o tema O Evangelho e o Essencial à A vida. Com vocês, Carlos Campete. Bom dia a todos >> e a quem acompanha a distância, às vezes em outros horários. Nossa saudação fraterna. Que os bons espíritos nos inspirem não apenas as palavras, mas principalmente o entendimento sobre esse tema que é norteador nas nossas vidas. Nós observamos que ao longo do tempo nós vamos encontrar inúmeras disputas vivenciadas pelo ser humano. Este mesmo momento que nós estamos vivendo agora é um momento ainda de disputas. ainda é um um momento em que parece que o mal vence, mas em todas essas lutas, ao longo do tempo, nós temos observado que o bem tem prevalecido sempre. Quando nós olhamos a um horizonte não limitado à nossa geração, nós observamos como a humanidade tem avançado ao longo do tempo. No entanto, a pessoa que está entregue ao seu interesse pessoal, ela está egocentrada, ela não percebe que nessa própria luta está o sentido para a nossa existência. O espiritismo vai oferecer uma profunda contribuição para todos nós, para o entendimento dessa questão, para que nós, como espíritos imortais, encontremos o sentido de cada existência nossa possamos identificar o que é essencial de fato naquela existência que nós estamos vivendo. e mais particularmente para nós que estamos encarnados, qual é o essencial, o que é essencial para a nossa vida neste momento? Então, eh, Bezerra de Menezes, ele vai afirmar que o homem ele perdeu o endereço de Deus e agora por causa disso, perde o endereço de si mesmo e precisa encontrar o caminho, não é, para o endereço de Deus e o endereço de si mesmo. Edgar Moran, no seu livro A condição do homem afirma: "O homem difere de todas as outras criaturas por ser consciente da sua própria morte". Então, o homem entre os seres que habitamos esse planeta é o homem como gênero, como humanidade, é o único que tem a consciência de que a

as outras criaturas por ser consciente da sua própria morte". Então, o homem entre os seres que habitamos esse planeta é o homem como gênero, como humanidade, é o único que tem a consciência de que a sua existência termina. Nas concepções tradicionais, o que termina é a vida. Mas quando a gente entende de fato a proposta que Jesus veio nos trazer, o que termina é a existência do corpo físico. Porque a vida é uma só. Deus nos criou e somos imortais. Não morreremos jamais. Mas Edgar Mohan vai nos dizer que nós somos conscientes da nossa própria morte e nós não temos uma conciliação inteiramente com essa situação, não é? E a gente então luta para superar as dificuldades, mas isso nos identifica com todos os demais organismos vivos do planeta, porque todos eles também encontram um momento, não é, em que a vida física termina. Edgar Moran segue segue dizendo que a árvore da sabedoria, ela produziu um fruto mais amargo, não é? Que o homem arrancou das suas próprias ramas, a consciência da brevidade da vida individual e da morte inevitável. Então, não há como escapar desse processo. O homem tem feito da morte o centro dos seus mais dedicados esforços. Somente o homem pode extrair da ameaça constante da morte a vontade de perdurar, o desejo de continuidade, o desejo da imortalidade. Em sua luta, finalmente dominou todas as outras espécies do planeta e neste mesmo processo produziu um efeito ainda maior. A criatura humana se domesticou, encontrou o caminho de vencer a brutalidade e neste caminho encontrar no próprio processo a vivência da fraternidade. Com cada impulso que seguiu, correu o risco de voltar à norma de seu passado animal. Este é o seu pecado original. Isso é o que de Gam coloca como nosso pecado original, o risco de voltar aos processos da animalidade. E nós vemos que a sociedade ainda como coletividade, o ser humano como coletividade ainda repete esses processos em certos momentos. E agora mesmo nós estamos vivenciando isso. Precisamos orar muito. Nós precisamos acompanhar o que está

mo coletividade, o ser humano como coletividade ainda repete esses processos em certos momentos. E agora mesmo nós estamos vivenciando isso. Precisamos orar muito. Nós precisamos acompanhar o que está acontecendo sem nos deixar envolver pelos noticiários e ter a confiança de que o momento é passageiro, ainda necessário essas lutas para o nosso amadurecimento espiritual, senão Deus não permitiria. Então, o homem está em constante interação com o seu ambiente. O papel do trabalho é fazer do homem o senhor das condições da vida. Então, a função função do trabalho, da dedicação, da entrega, é prover ao homem de um meio de vida com o fim de liberar sua capacidade de criar, de promover dentro do organismo o equilíbrio dinâmico, fazê-lo apto para seguir crescendo e adiar os processos que conduzem à morte. Olha que interessante. Qual era a média de vida no tempo de Kardec? Não chegava a 50 anos. Qual é a média de vida hoje? Estamos em torno de 80, 81 anos a média de vida hoje. Então nós estamos avançando e conforme o tempo passa, nós vamos ter mais tempo de vida na organização física. Mas a organização física de hoje não é a mesma de ontem, não é a mesma do passado. Então nós temos muitas condições, não é, para ir cada vez mais vivendo no planeta, mas não o mesmo tipo de vida que a gente tinha no início, quando nós para cá viemos. Então, eh, Edgar Mohan vai seguir dizendo que a desarmonia psíquica pode destruir o equilíbrio de todo o organismo físico e ainda causar transtornos drásticos da função de um ou de outro órgão. Então, já examinava essa questão do equilíbrio psíquico do ser, né, como fator de equilíbrio orgânico, de manutenção do do equilíbrio da organização física. O crescimento do homem não está completo com sua realização biológica como pai, nem mesmo está completo da morte. Olha o que de gamar coloca. Então, não se completa nem com a morte. A natureza do homem sobrepassa e transcende além dele mesmo. E quando o indivíduo é materialista, ele vai ter a ideia da continuidade nos

o que de gamar coloca. Então, não se completa nem com a morte. A natureza do homem sobrepassa e transcende além dele mesmo. E quando o indivíduo é materialista, ele vai ter a ideia da continuidade nos demais, na sociedade que o sucede, nos seres que o sucedem. Mas nós, no conhecimento da proposta que Jesus veio nos trazer à luz do Espiritismo, vamos compreender que nós somos herdeiros de nós mesmos. Muito bem. Vamos recorrer a Vor Vittor Frankel, psiquiatra, psicólogo, criou o método de tratamento chamado logoterapia. Eles se contrapõem a Sócrates, a desculpa, a Freud. Ele se contrapõe a Freud, né, em no entendimento da do ser humano, do que de como cuidar das dificuldades do ser humano, não é? e não eh coloca na libido a grande problemática do ser humano. Ele vai colocar a grande problemática do ser humano na ausência de um sentido para a vida. O que nós podemos traduzir de encontrar o que é essencial, de saber o que é essencial e de viver o que é essencial. Então vamos examinar um pouquinho. O Vittor Frankel, ele passou quem por quatro campos de concentração de 1942 a 1945 na época da Segunda Guerra Mundial. Durante esse tempo, ele diz que eh o sustentou seu grande interesse pelo comportamento humano. Ele observava os companheiros de de campo de concentração e observava a si mesmo as suas reações dentro daquilo tudo ali. Então ele observou que as pessoas que se interessam pelo outro conservam a esperança e eles davam o significado para a vida. tinham mais chances de sobrevivência. Então, esse significado paraa vida era o interesse pelo outro. Poderia ser inclusive saber que alguém esperava por ele quando ele saísse dali. Poderia ser o fato de ter a ideia de fazer alguma coisa depois de estar ali, como se aquilo não fosse o fim. Mas aquelas pessoas que se entregavam ao momento, aquela dor tremenda, sem perspectiva, morriam mais facilmente nos campos de concentração. Foi o que ele observou. Então, eh, ele vai desenvolver aqui o pensamento eh de que a motivação básica

momento, aquela dor tremenda, sem perspectiva, morriam mais facilmente nos campos de concentração. Foi o que ele observou. Então, eh, ele vai desenvolver aqui o pensamento eh de que a motivação básica do comportamento do indivíduo é a busca pelo sentido para a sua vida. Ele escreveu um livro, Um sentido para a vida, psicoterapia e humanismo. E ele vai destacar nesse livro. Albert Camos afirmou uma vez: "Há um só problema verdadeiramente sério e é estabelecer se vale ou não a pena viver". momento de reflexão, não é? E aí a gente faz a pergunta, a gente tem que fazer a pergunta nessa hora. Ele faz esse lança esse, né? Alberto Camos faz essa esse comentário e a gente então faz a pergunta reflexiva para nós espíritas. É possível deixar de viver? Para quem não é espírita e de repente está ouvindo, o espiritismo nos explica que não é possível deixar de viver. Deus nos criou para viver e nós viveremos. E aí nós vamos adiantar um pouquinho. Jesus veio para nos dizer, não é? Que nós tenhamos vida e vida em abundância. Do que é que ele estava falando? Então esse sentimento, não é, de vazio existencial vem crescendo e se difundindo a ponto de poder ser chamado de neurose de massa. Está nesse livro aqui do Franco, é um sentido para a vida. Então, o vazio existencial, a falta de perspectiva, de continuidade, de expectativa de melhoria, não é, da própria relação dentro da família, na sociedade, isso leva a uma espécie de vazio e o indivíduo então se locupleta às vezes no campo material, tem tudo o que desejaria em termos materiais, mas fica aquela coisa super repetícia lá no fundo. E ele deseja mais. E deseja mais. E aí então nós vemos que eh Franco vai fazer um exame disso para entender melhor a etiologia. O homem não age por imposição dos instintos ou tradições e valores tradicionais simplesmente ou ele faz o que faz os outros, isso é conformismo, ou ele faz o que os outros impõem, isso é totalitarismo. Então, quais são os sintomas desse tipo de comportamento? É aquela questão de

simplesmente ou ele faz o que faz os outros, isso é conformismo, ou ele faz o que os outros impõem, isso é totalitarismo. Então, quais são os sintomas desse tipo de comportamento? É aquela questão de fazer o que os outros estão fazendo. Tem pessoas que dizem: "Ah, mas todo mundo faz isso". como se fosse a justificativa para se acomodar na situação muitas vezes de desequilíbrio que a pessoa não percebe que está porque ela acha que está sendo feliz com o que está fazendo. Acha que está sendo feliz e deposita a expectativa de felicidade no que é transitório. E aí nós vamos encontrar Jesus dizendo: "A felicidade não é deste mundo. está no Evangelho Segundo o Espiritismo, né, que a felicidade não é deste mundo. Por quê? Porque tudo neste mundo ainda é transitório. Tudo é transitório. Nós mesmos somos transitórios no mundo como seres humanos. Porque na existência o corpo morrerá e nós nos desprenderemos ou não. Porque se nós estamos agarrados ao campo material, somos sensualistas no sentido estar vivendo dos prazeres do campo material, nós então tem a morte do corpo e a gente não desencarna, não desliga, fica sofrendo no mundo espiritual até chegar o momento então de ser colocado numa outra existência, uma outra reencarnação, ou a gente mesmo pedir, se desperta lá para ter, porque a gente sente a necessidade de avançar em algum momento. a gente vai querer avançar e a gente vai ver que não tem avanço se nós não superarmos o campo material. E a gente só consegue superar o campo material vivendo na matéria. Fomos criados por Deus simples e ignorantes, questão 115 do livro dos espíritos. E fomos submetidos às provas para que através do nosso esforço nós desenvolvêssemos os nossos potenciais. E aí na conquista das nossas capacidades do bem, nós nos aproximássemos de Deus. Puxa, mas foi ele que nos criou, nós estamos próximos dele. Ele está sempre conosco. Mas é preciso que nós façamos o esforço, né? É a situação assim. Somos filhos de Deus, que todos somos criados por ele, mas tudo que existe é criação

ós estamos próximos dele. Ele está sempre conosco. Mas é preciso que nós façamos o esforço, né? É a situação assim. Somos filhos de Deus, que todos somos criados por ele, mas tudo que existe é criação divina. A questão não é essa de ser ou não ser filho de Deus, porque todos somos A questão é, nós nos sentimos dignos. A nossa consciência se sente digna de ser nós sermos considerados filhos de Deus? Essa é a nossa necessidade de conquista. Então, os sintomas dessa situação, segundo Frankel, são a depressão, o suicídio, a agressão e a tóxicodepência e outros vícios evidentes ou não. Então a pessoa se locupleta, não tem mais o que usufruir do mundo, então começa a usar, não é, a droga, o álcool e prejudicar a própria vida. É como se tivesse fazendo uma autopunição, porque é um profundo sentimento ególatra, mas de ausência de amor a si mesmo, porque o egoísta não se ama, não é? E aí nós vamos ver ele examinando a procura, o desejo de um sentido. Ele diz que isso é uma característica natural do ser humano. O homem procura sempre um significado para a vida. Há uma vontade de sentido e ela é intrínseca. Não é apenas questão de fé, ele coloca, mas uma realidade. Isso é uma realidade. Não é uma questão de religião, de crença. É uma realidade do ser humano. Vamos citar o exemplo de um escritor americano que era ateu e ele escrevia, tinha um raciocínio muito, muita capacidade intelectual e ele usava os argumentos para provar que Deus não existe. E um dia ele foi fazer uma viagem, era de navio naquele tempo, e no meio do mar, uma tempestade terrível, o navio ia afundar e eles foram obrigados aí pros botes salvavidas. E ele estava então num desses botes salva-avidas junto com outras pessoas. E num dado momento veio uma onda imensa. Quando ele viu aquela onda, meu Deus, entrou num conflito terrível, sobreviveu e quando chegou de novo em terra firme, ele passou a escrever para provar que Deus existe, que é um sentimento inato no ser humano. O que é aprendido de fato é o ateísmo,

conflito terrível, sobreviveu e quando chegou de novo em terra firme, ele passou a escrever para provar que Deus existe, que é um sentimento inato no ser humano. O que é aprendido de fato é o ateísmo, é a não crença em Deus. Isso sim é fruto do aprendizado, mas na essência, não é? Nós temos registrados em nós que somos filhos do nosso criador e isso em algum momento se manifesta na criatura, não é? Então, eh, é uma característica do ser humano buscar esse sentido, não é? é independente de outras necessidades essa busca de, né, da sua própria realidade. E, e na extrema necessidade, como na abundância, nós sentiremos a necessidade, né, dessa identificação. Então, eh, é mais importante que posição social e salário. Tem gente, inclusive faz opção por uma carreira que seja mais significativa do que de uma carreira que dá muito dinheiro. Vamos de novo a outro exemplo. um biólogo ainda jovem, ficou conhecido pelos seus trabalhos e um jornalista, especialista no campo da educação, resolveu fazer uma entrevista com ele e perguntou: "O seu pai em algum momento influenciou na escolha da sua carreira?" E ele disse: "Sim". E o jornalista ficou decepcionado porque a psicologia diz que os pais não devem interferir, que deve ser uma escolha da da do próprio indivíduo, deve dar todas as condições pro indivíduo escolher a sua carreira. E aí ele naquela situação ali perguntou: "Mas em que sentido ele influenciou?" Aí disse assim: "Bom, quando eu estava eh ainda naquele momento de fazer escolha, meu pai me disse o seguinte: "Meu filho, você vai ter que escolher uma carreira profissional com a qual você vai conviver. Então, possivelmente você vai conviver com ela muito tempo." Então, eu lhe digo que escolha alguma coisa que você gosta de fazer. Porque quando a gente gosta, a gente faz bem. E quando a gente faz bem, as consequências são positivas. Então, faça, escolha uma carreira para você fazer aquilo que você gosta de fazer. e ele escolheu biologia, biólogo marinho e era um biólogo de sucesso. Então, nós

bem, as consequências são positivas. Então, faça, escolha uma carreira para você fazer aquilo que você gosta de fazer. e ele escolheu biologia, biólogo marinho e era um biólogo de sucesso. Então, nós vamos entender que nós como pais, como avós, como responsáveis, temos a obrigação de provocar essa influência positiva naqueles que dependem de nós. Não é deixar que eles vão fazer uma escolha sem direcionamento, sem saber. É igualzinho a situação. Eu vou deixar o meu filho crescer para ele escolher a religião que ele vai ter. Quando ele crescer, ele escolhe. E a pergunta fica: "Com base no quê?" Porque se ele não aprendeu bases na família, onde é que ele vai aprender as bases? Junto com os outros coleguinhas que também não tem base sólida. E na hora de escolher não vai saber. Então ele vai escolher aleatoriamente, conforme os prejuízos, preconceitos que ele aprendeu ao longo do tempo. Então é uma responsabilidade, não pode impor, lógico que não, mas nós temos que oferecer o conhecimento para que a criatura tenha condição de tomar a decisão com consciência. E essa de repente é uma das nossas grandes dificuldades. Então, eh, Edgar, aqui Franco, eu vai dizer, eh, é mais importante, não é, estar bem consigo mesmo do que ter posição social, do que ter uma carreira eh que tenha dê muito muito dinheiro, mas seria uma carreira com significado, não apenas genuína manifestação da humanidade, mas é um plausível indício de saúde mental, quando o indivíduo busca um sentido paraa vida. Então, o desejo de sentido é um valor de sobrevivência, segundo ele. O homem sem sentido na vida é infeliz e inadequado. Prisioneiros que pensavam haver alguém ou algo esperando por eles, né, nos campos de concentração, tinha uma maior probabilidade de sobrevivência. A existência dependia da capacidade de transcender o próprio eu, apontar para algo, um sentido, uma causa, alguém a quem amar. Viver essa autotranscendência da existência humana, ser autenticamente homem, ser humano e si próprio, ser autenticamente ser humano e ser a

ontar para algo, um sentido, uma causa, alguém a quem amar. Viver essa autotranscendência da existência humana, ser autenticamente homem, ser humano e si próprio, ser autenticamente ser humano e ser a própria o próprio indivíduo. Ter consciência de si, né, do seu papel, da sua função. Buscar ansiosa, a busca ansiosa de felicidade, ele diz, impede a felicidade, porque a pessoa vai buscar ansiosamente, às vezes, nos prazeres do campo material, prazer sexual, o prazer de uma alimentação, não é, que dê satisfação pro paladar simplesmente e então vai o indivíduo, não é, se desorientar dentro desse processo. Então, eh, o sofrimento, segundo ele, só tem um sentido. Quando quem sofre muda para melhor. Se vem o sofrimento, o indivíduo não muda para melhor. Vejam como o pensamento não é de um eh psicólogo, psicoterapeuta. E como bate com o pensamento cristão, porque na essência tudo converge para aquilo que Jesus veio nos ensinar, porque ele apresentou para nós a lei divina e tudo converge. É por isso que Jesus quando se encontra com públio lentolos, lembram de há 2000 anos, quando o públio lentos se encontra com Jesus, não é? Então ele vai ouvir isso. Virás a mim agora ou daqui a séculos, mas virás a mim. Aí a gente pensa assim, né? Se foi Jesus que falou, não pode parecer um egocentrismo? Mas e se foi a essência divina que falou o que a gente chama o Cristo? se foi aquilo que todos nós precisamos desenvolver dentro de nós, que é essa condição de ser pela própria consciência reconhecido como filho de Deus. Então, todos iremos, todos desenvolveremos essa capacidade, todos iremos à essência divina agora ou daqui a milênios, porque depende das nossas escolhas, mas nós iremos. Então ele vai dizer que o sofrimento só tem sentido quando quem sofre muda para melhor. Renascer maior que antes. Olha o renascer na própria existência. Vamos lá. Saulo, perseguidor dos cristãos, fez a primeira vítima do cristianismo, que foi e Estevão se torna orientador depois dele, porque Saulo vai encontrar

. Olha o renascer na própria existência. Vamos lá. Saulo, perseguidor dos cristãos, fez a primeira vítima do cristianismo, que foi e Estevão se torna orientador depois dele, porque Saulo vai encontrar Jesus no caminho de Damás quando estava buscando Ananias para fazer segunda vítima do cristianismo. naquele momento em que ele vai avançando, então o que é que vai acontecer? Ele encontra Jesus. Alguns dizem que Jesus se manifestou a plena luz para ele. Não foi a plena luz. Porque se Jesus se manifestasse a plena luz, não teria, as escamas não teriam nem protegido o olho dele, teria ficado cego mesmo. Então, naquele momento, ele desperta. E quando ele desperta, ele reconhece a autoridade moral do Cristo. E ele então pergunta o que devia fazer. E Jesus não vai indicar para ele outros caminhos. Diz para ele seguir para caminho para onde ele estava indo, que lá ele encontraria, né, a orientação que ele precisava. E é o próprio Ananias que perseguir, que vem e o ajuda a tirar as escamas que estavam dificultando a sua visão. Na verdade, tava protegendo seus olhos, né, daquele naquele momento. E ele então com o tempo passa a ser chamado não mais Saulo, mas Paulo de Tarso. Duas personalidades de uma única existência. Mais tarde, depois de muitas lutas, já cheio de cicatrizes, olha o significado do que é essencial. Lá na frente, depois de tudo isso, ele vai afirmar: "Já não sou eu quem vive, o Cristo vive em mim". Eu era jovem quando li isso. Eu pensei: "Nossa, será que eu vou ter que interromper para fazer uma coisa que eu não fiz no começo?" me pediram para fazer, eu não fiz, mas vamos completar só essa ideia aqui. Será que Paulo era médium então de Jesus? Passou o tempo, fui lendo, conversando com as pessoas, meditando sobre o assunto e aí fui entender que Paulo, lendo as primeiras anotações de Mateus, de Levi, fazendo meditação no deserto, encontrando com pessoas que estavam desenvolvendo o mesmo processo, ele então encontrou o caminho de anular a persona. transitória. Não, não, não é anular. Fui

, de Levi, fazendo meditação no deserto, encontrando com pessoas que estavam desenvolvendo o mesmo processo, ele então encontrou o caminho de anular a persona. transitória. Não, não, não é anular. Fui aprender isso com Joana de Angeles. O ego não é inimigo. O ego é parceiro. É ele que entende do mundo. Mas ele precisa estar a serviço da essência. Olha o que é essencial. a gente, desculpa, gente, eu enrolei aqui, o computador mexeu e aí o o Paulo, ele vai identificar, não é, a essência divina nele mesmo. E ele reconhece isso e deixa registrado para nós. Ele pegou Saulo e Paulo, duas personalidades, e colocou a serviço, porque ele não menosprezou o conhecimento que ele tinha anterior e que o levava, porque ele tinha uma fidelidade impressionante. Ele foi o vaso escolhido em função disso, inclusive, não é? Porque ele era fiel, como ele era fiel ao pensamento de Moisés, não é? A lei mosaica, mas ele ainda não tinha aprendido a separar a lei da lei mosaica, o que é divino, o que é o que era a orientação civil. Então depois ele vai com Jesus aprender isso, não é, na no exame. Então ele vai optar naturalmente pela vivência da lei divina sem os prejuízos, né, da cultura, da da educação que ele recebeu, inclusive tudo. E aí vai prevalecer o quê? A essência divina já não é a personalidade, mas quem vive é a essência divina que está comandando esse processo. Tudo bem, gente? Vamos pensando, examinando qual é a minha situação dentro de tudo isso. Agora eu faço a descrição. Me perdoem, meus irmãos. Eu sou pele clara, meu cabelo é grisalho, uso um óculos, estou com uma blusa cinza nesse momento e tenho uma satisfação imensa de estar aqui com vocês compartilhando esse momento e muito agradecido e felicitando essa instituição maravilhosa que deu tanto fruto para o movimento espírita ao longo do tempo, que é a nossa querida Federação Espírito do Rio Grande do Sul. >> Então, Franco vai dizer que o sofrimento só tem sentido, então, quando o indivíduo renasce maior que antes. É crescer além de si próprio, é

a nossa querida Federação Espírito do Rio Grande do Sul. >> Então, Franco vai dizer que o sofrimento só tem sentido, então, quando o indivíduo renasce maior que antes. É crescer além de si próprio, é transcender a personalidade e deixar que a essência divina se manifeste. Eu estou pegando o pensamento dele e complementando com conhecimento espírita. Tá certo, gente? Então, há possibilidade de conferir sentido ao sofrimento e a morte. Até a própria morte ele coloca. Ele não era espírita, gente. Tá bem? Mas olha só, vamos então com o espiritismo agora. O espiritismo nos auxilia a o homem transcender quando lhe faz compreender que é necessário mudar o seu ponto de vista. Isso está no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 2, item 5. Allan Kardec vai colocar que se nós não entendermos que Jesus tratava da vida futura, nós não conseguimos entender a sua mensagem e o seu exemplo. Se nós nos centrarmos no campo material e achar que Jesus estava tratando das questões do mundo simplesmente sem a visão da vida futura, nós não conseguimos entender. Infelizmente é o que aconteceu ao longo do tempo com todas as religiões, poderíamos dizer assim, que se apresentaram pra humanidade até hoje. perdemos o rumo e quisemos conciliar a vida material com a realidade espiritual, quando a vida material é o caminho pra gente chegar lá e não é o fim, não é o objetivo. Então o a visão da vida futura muda muito para nós tudo. O espiritismo vai nos trazer a importância da caridade. Nós vamos encontrar a o pensamento, não é, de que fora da igreja não há salvação. E Kardec vai examinar esse tópico no Evangelho Segundo Espiritismo e vai nos colocar o fora da caridade no nossa salvação. Esse ponto aqui, ele não estava previsto comentá-lo, mas eu sinto a inspiração que devo colocar isso aqui, tá? Eh, o que que deu sentido ao que Jesus fez? Ele veio e tratou do essencial. E Jesus tinha um diálogo particular diálogo próprio para cada grupo de pessoas. Quando a gente entende isso, a gente começa a ler o evangelho de novo, a

que Jesus fez? Ele veio e tratou do essencial. E Jesus tinha um diálogo particular diálogo próprio para cada grupo de pessoas. Quando a gente entende isso, a gente começa a ler o evangelho de novo, a gente começa a ver coisas que a gente não tinha percebido. E aí a doutrina espírita vai nos ajudando. Não sei se vocês já perceberam que nós temos um dos maiores compêndios, se não o maior compêndio de análise do Novo Testamento que a humanidade já recebeu. E Emanuel é um dos grandes autores que deram contribuição para isso, além de muitos outros, não é? Temos Amélia Rodrigues, Joana de Angeles, não é? muitos que vem trazendo pra gente eh comentários que nos fazem entender. Não sei se vocês sabem disso, mas há 10 anos aproximadamente o livro Pão Nosso, traduzido para o inglês, foi submetido a um uma banca examinadora de religiosos nos Estados Unidos que examinam no ano os textos que foram apresentados para eles, que mais contribuem para o entendimento do Novo Testamento. Pão nosso. Então, na tradução por inglês foi apresentado, mas não se escondeu nada. Lá estava dito médium Francisco Xavier, espírito Emanuel. Então eles receberam o texto, examinaram o texto e deram medalha de bronze para o pão nosso, reconhecendo que a obra de Emanuel contribui para o entendimento do Novo Testamento. uma das que mais contribui, os livros que ganhou a medalha de de pr de ouro foi um livro do Papa, né, naquele ano e o segundo um outro livro, não é, que eu não sei exatamente qual foi. E então o Pão Nosso recebeu a medalha de bronze. 10 anos depois, agora mais recentemente, foi submetido à tradução do Boa Nova de Humberto de Campos, também psicografia de Chico Xavier, e eles deram medalha de prata. Aí eu digo assim: "Tenho esperança de que a próxima vez, dentro de uns 10 anos, será ouro." Porque os que estão buscando a verdade encontram ela no espiritismo, porque o espiritismo é a proposta do Cristo revivecida na sua pureza primitiva. Tudo bem? É privilégio, não é desafio. Nós temos um compromisso muito grande,

do a verdade encontram ela no espiritismo, porque o espiritismo é a proposta do Cristo revivecida na sua pureza primitiva. Tudo bem? É privilégio, não é desafio. Nós temos um compromisso muito grande, porque nós sabemos qual é o sentido da vida. Nós sabemos o que é essencial. Nós espíritas sabemos. A grande dificuldade nossa é nós estamos vivendo conforme isso. Esse é o nosso grande desafio. Porque o espiritismo não é uma mensagem para os outros, é a boa nova que está revivecida e que continuará a boa nova enquanto a gente não viver conforme, porque o evangelho só se realiza para nós quando nós vivenciamos. Aí então deixa de ser a boa nova e se torna realidade na nossa vida. Essa é a nossa, talvez esse seja para nós o nosso grande desafio. Isso é essência. E Jesus apresentou isso, mas nós tivemos dificuldade de entender. Apresentou diversos momentos. Quando ele faz o que é chamado a tentação de Jesus no deserto, capítulo 4 de Mateus e de Lucas. Com o espiritismo, nós vamos entender, e Kardec coloca isso na gênese, que é uma parábola. Se é uma parábola, para quem ele falou essa parábola? para os discípulos em particular antes do sermão da montanha, porque para o povo ele apresentou o sermão da montanha, bem-aventurados, mas para os discípulos ele explicou como é o processo evolutivo da criatura humana e quais são as opções que nós temos que fazer diante dos desafios que a vida nos apresenta. Então ele vai contar como foi o processo evolutivo dele para chegar onde ele estava como Senhor dos Espíritos que dava ordem, eles tinham que obedecer incurciivelmente por causa da autoridade moral dele. Então ele vai colocar que num primeiro momento, não é? Nós somos criados simples e ignorantes. Ou seja, o espírito nos coloca no deserto, que é o deserto, o contato com a matéria. E aí começa a aparecer as tentações. A primeira delas é transformar pedras em pão. Como é que a gente transforma pedras em pão? É o arado mesmo, né? Tem que cavar a terra, não é isso? E botar a semente lá

começa a aparecer as tentações. A primeira delas é transformar pedras em pão. Como é que a gente transforma pedras em pão? É o arado mesmo, né? Tem que cavar a terra, não é isso? E botar a semente lá no chão. Aí nasce o fruto. A gente fica achando que é um milagre. Não tem nada de milagre, não é trabalho mesmo. Só que aí entra um num detalhe, o quanto a gente precisa produzir para comer, para sobreviver, para alimentar o corpo. Isso vale para tudo que é do campo material, tá bem? Quanto a gente precisa, mas aí a gente quer mais, a gente quer amalhar. E ele vai voltar o assunto dentro do evangelho. Vários momentos. Tem um que aquele senhor que era muito rico, teve uma colheita imensa, não sabia o que fazer. pessoa: "Ah, já sei, vou destruir os meus celeiros, vou botar tudo dentro. Tô resumindo." Aí ele coloca lá, a hora que ele tá se sentindo satisfeito, ele ouve a voz de Deus. É a voz da própria consciência. Infelizes. Esta noite mesmo tomar é uma alma. Para que te vai servir tudo isso? O que que é a alma? O espírito encarnado. Então, ele ia desencarnar. Para que que servia tudo que ele acumulou no campo material? Agora, se ele tivesse, aí vem a orientação, ao invés de acumular, distribuído, contribuído, com os bens gerados salário, dando condição de vida, igualzinho aquele homem muito rico, ele ajudava uma família. Então, todos mês o filho dele ia levar uma quantidade. E um dia ele chegou, ela tava maior festa lá na casa, a maior festa. Um dos filhos tinha se formado, eles estavam numa festança. Aí o filho do homem volta lá, diz: "Ô pai, acho que o mês que vem não precisa levar dinheiro não, eles estão usando dinheiro para fazer festa". Aí o pai pergunta: "Mas qual foi o motivo da festa, meu filho?" Ah, porque lá um dos filhos dele tinha se formado lá no Ele falou: "Meu filho, vamos aumentar, vamos dobrar quantos filhos eles têm?" Ao invés de levar, vamos levar o dobro agora, porque eles estão sabendo utilizar o recurso para que os filhos possam se promover. Então a gente às

amos aumentar, vamos dobrar quantos filhos eles têm?" Ao invés de levar, vamos levar o dobro agora, porque eles estão sabendo utilizar o recurso para que os filhos possam se promover. Então a gente às vezes vê as coisas parciais, não enxerga tudo. Aí Jesus nos deixou orientação, mas nós temos dificuldade de entender aí nesse nessa parábola maravilhosa, não é? Que ele tá tendo com os discípulos, ele faz o resumo da evolução do ser. O que é que nós precisamos fazer para não nos entregar? Primeiro, o acúmulo de bens. segundo o poder temporal, tá lá no pináculo do templo, não é? Atire daí. Quer dizer, você agora se coloca como representante de Deus na terra e os outros vão ficar dependentes de você para chegarem no céu. Agora você que abre a porta do céu para eles, especialmente se te derem o dízimo. É isso que Jesus veio aqui nos ensinar. E o outro é aquela tá lá no alto da, né, da vendo todos os bens. Se me adorares, eu te darei todos esses bens, né? É a questão do do da administração pública, administração do mundo, das coisas do mundo, para a projeção pessoal. E são as tentações pelas quais nós passamos nas múltiplas reencarnações para encontrar a essência. E vamos lá então nos nossos minutos finais examinar aqui o que que o Espiritismo então vai nos colocar. Precisamos ir lá com Jesus de novo. Ele está no poço de Jacó e vem uma mulher samaritana e a mulher samaritana vem buscar água. Eu imagino a cena assim, na hora que ela consegue puxar, que ela vai botar água no cântaro para levar, Jesus então se aproxima e diz assim a ela: "Mulher, dá-me de beber". Ela olha para ele espantadíssimo e dá-lhe uma bronca. Vocês tinham percebido que ele dá uma ela dá uma bronca nele por duas razões. Primeiro era a samaritana. Os judeus não combinavam com os samaritanos. Outra, ela era mulher. Ele como judeu, não podia falar com ela, salvo se ela estivesse com o marido ou com o pai dela. Então ele falaria com ela através deles e ele se dirigiu a ela. Então ela se defendeu. Como tu te atreves a pedir a minha água?

ia falar com ela, salvo se ela estivesse com o marido ou com o pai dela. Então ele falaria com ela através deles e ele se dirigiu a ela. Então ela se defendeu. Como tu te atreves a pedir a minha água? E ele olha para dentro dos olhos dela assim serenamente e diz: "Mulher, se soubesses com quem falas, a mim me pedirias água. Eu te daria de uma água que uma vez que tomasses, jamais volarias a sentir sede. Quem é que não quer dessa água? Alguém não quer? Aí ela quer continuar conversando com ele, né? Ele percebe e disso e disse para ela: "Vai buscar o teu marido". Ela tava desconfiada que ele era o profeta, né? Então ela quis ir aprofundar. Aí ele disse: "Você vai buscar o teu marido". Ela disse: "Mas eu não tenho marido". disse: "Ah, é verdade. Do cinco que tiveste, esse com quem estás agora não é teu marido. Meu Deus, ele é profeta". Olha só, quando adivinha, né? A gente fica, oh. Oh, adivinhou, meu Deus, sabe da minha vida. Então, a gente fica encantado, né? E aí ela vai continuar a conversa, esquece esse o assunto dela ser mulher, esse homem, ser judeu, ela samaritana. e vai fazer a pergunta que era uma pergunta da época para eles, mas que se nós tivéssemos entendido o sentido, nós estaríamos tratando todas as coisas totalmente diferente hoje. Qual é o local ideal para adorar a Deus? Nós estamos falando do que é essencial paraa vida. Prestemos atenção nisso aqui. Ele diz assim para ela, vou falar em essência, tá bem? Mulher, chegará o dia? É no templo ou aqui no campo? Porque eles tinham um outro templo que eles tinham feito no campo ou uma derivação da religião, certo? Então ele vai dizer assim: "Mulher, chegará o dia que o homem não adorará Deus nem no templo, não precisará de religião mais para isso e nem no campo, nem nas derivações da religião, porque o homem adorará a Deus em espírito e verdade, porque Deus é espírito." Então isso é essência. Tudo bem para todo mundo? É por isso que nós não podemos confundir o espiritismo com religiões, porque o espiritismo é essa religião, é

írito e verdade, porque Deus é espírito." Então isso é essência. Tudo bem para todo mundo? É por isso que nós não podemos confundir o espiritismo com religiões, porque o espiritismo é essa religião, é a religião na expressão de Emanuel. E tem gente que ficou: "Ai, meu Deus, tá discriminando as outras. Só tem uma a que Jesus apresentou. Adorar a Deus em espírito e verdade. É só essa a única religião. E Kardec vai nos colocar que para isso nós temos que viver com sentimento de religiosidade. E qual é a essência dessa nossa religião? Qual a essência dessa religião que Jesus apresentou? Kardec, magistralmente, entendendo essa proposta, vai lá na origem, faça ao teu próximo que gostaria que o teu próximo fizesse para ti. Mas esse pensamento é cristão. É porque Jesus enviou vários reveladores pra humanidade ao longo do tempo. E quando ele repetiu a frase, ela já era conhecida na época. E não é uma frase de efeito, é essência divina. Faça o outro que gostaria que o outro fizesse por ti. E nós veríamos a felicidade se instaurar na humanidade. Tudo bem? Como é que Kardec vai apresentar isso para nós também? Jesus vai colocar: "Ama Deus sobre todas as coisas, é o próximo corte mesmo." Recuperando do Antigo Testamento. Já estava lá registrado, já tinha sido revelado. A essência já estava lá no Antigo Testamento. E Jesus vai recuperar e Kardec ele vai fazer o resumo. Então ama a Deus em simples palavras sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. E Kardec, é possível resumir isso mais ainda, pois Kardec resume isso mais ainda. Fora da caridade não há salvação. 2 minutos. Jesus está com os discípulos se despedindo. Anunciou que seria crucificado. Agarra uma toalha. pega uma bacia. Esse trabalho era dos escravos, lavar os pés dos que chegavam, que vinham a pé andando com sandália, chegavam com os pés doloridos, machucados. Então era assim um carinho lavar os pés, ser lavado os pés, né? Inclusive também paraa higiene do ambiente, né? Entrar na casa com os pés lavados. Aí Jesus tá lá com eles, ele pega e

idos, machucados. Então era assim um carinho lavar os pés, ser lavado os pés, né? Inclusive também paraa higiene do ambiente, né? Entrar na casa com os pés lavados. Aí Jesus tá lá com eles, ele pega e começa a lavar os pés dos discípulos. Pedro tá lá na outra ponta. Eu imagino, né, na minha inferioridade o que que tava acontecendo dentro de Pedro naquela hora. Ele devia estar pensando, mas como é que eles estão deixando lavar, né? Isso é pensamento meu, né? Imagino que estaria lá, estaria revoltado. Eles não podem fazer isso. Não é possível. Quando eles chegar aqui, eu vou botar as coisas no lugar. Isso não pode continuar desse jeito, né? E aí quando Jesus chega em Pedro, ele disse: "Não, Senhor, não me lavarás os pés". Aquele olhar de Jesus que ele olhou a mulher samaritana, ele fez o mesmo com Pedro, olhou para dentro dos olhos, janela da alma, adentrou lá dentro e disse assim: "Pedro, se eu não te lavo os pés, tu não tens nada a ver comigo. Senhor, lava-me também as mãos e a cabeça, não é? E aí ele se deu conta qual é a essência que o evangelho nos traz. Servir. Que Jesus nos ampare e nos auxilie nesse processo. Que o dia que nós aprendemos a servir, nós estaremos livres. Muita paz e muita luz para todos. Pode ir, pode ir. Vai. Muito obrigado, Carlos, pelas primeiras reflexões deste dia e por sua presença amiga nessa data tão especial para a família Espírita Gaúcha. Enquanto preparamos o palco para a roda de conversa, lembramos que ainda é possível enviar suas perguntas. Convidamos agora o presidente da FERGS, Antônio Nascimento, juntamente com Felipe Mascarenhas, Maria Elizabeth Barbieri, para compartilhar duas novidades da Fergs Editora. microfone aqui. Tá bom. Isso. Muito bom, meus amigos. Mais um momento especial para nós, né, Bet Felipe? Que bom estar com vocês aqui. Ah, nesses, nessas 105 anos da FERX, de divulgação, de difusão do espiritismo, uma das frentes que é característica muito forte da nossa federativa é o livro espírita. E sonhado há várias décadas por vários

sses, nessas 105 anos da FERX, de divulgação, de difusão do espiritismo, uma das frentes que é característica muito forte da nossa federativa é o livro espírita. E sonhado há várias décadas por vários trabalhadores idealistas, né, nós temos concretizado a nossa FERGs editora, que tem mais de 250 obras já publicadas. E logicamente nós não poderíamos perder a oportunidade de nesse evento de aniversário, né, apresentar e de certa forma presentear a todos nós com mais duas obras, tá? Nós estamos aqui com os autores e vamos então pedir que o primeiro Felipe, que é o nosso convidado de fora, né, Bet, né? Faz favor, tu é de casa, mas o Felipe também, né? Mas agora ele tá no Rio. Duas obras que são preciosas para nós, né? Felipe Truculo Mascarenha nos apresenta ecoespiritualidade, trilhas do Espírito no habitate da terra. Pessoal tá muito curioso ali para saber se tem peixe nesse rio aqui. Felipe nos fala dessa obra. Felipe. >> Bom dia a todos. Uma alegria poder estar aqui nesse momento tão especial, né? 105 anos da nossa FERGs, ainda ao lado aqui da Bet do Antônio, revendo amigos. Bom, meus amigos, eu pensava ali também enquanto ouvi a nossa palestra de abertura, eh, o quanto essa obra, me parece, ela traz também assim um convite a nós nos reencantarmos com esse mundo. meio a tantos desafios, como já temos aqui refletido ao longo desse começo de manhã, nós lembrarmos também que esse mundo tem muita beleza, tem muita vida em abundância. E eu gosto muito de pensar na simbologia, talvez da expressão das mais belas da nossa natureza, que é uma árvore. Uma árvore, ela para crescer e para se desenvolver, ela se enraiza no solo, ela se nutre dos nutrientes da terra, mas ao mesmo tempo ela se ergue na direção do sol, em busca da luz, em busca também da vitalidade do sol, tal como nós também, seres espirituais em jornada, que nos enraizamos num corpo biológico, num corpo físico. Nos nutrimos na jornada evolutiva, nesse instante dos elementos característicos da Terra, desse mundo que nós habitamos,

pirituais em jornada, que nos enraizamos num corpo biológico, num corpo físico. Nos nutrimos na jornada evolutiva, nesse instante dos elementos característicos da Terra, desse mundo que nós habitamos, mas sempre nos erguendo na direção do sol espiritual, sempre nos erguendo na direção da luz divina, fazendo despontar também dentro de nós a centelha divina, fazendo brilhar cada vez mais. Então, o livro é um convite a navegarmos aí por essas metáforas, observarmos os pequenos detalhes da vida dessa natureza que nos propicia a jornada evolutiva e nelas, nesses detalhes, extrair reflexões, metáforas paraa nossa jornada espiritual. >> Muito obrigado, Felipe. Ele não respondeu se tem peixe nos rios. Vocês vão ter que pegar o livro lá e conferir na capa. Aí é um mistério a ser descoberto. >> Gostav, [risadas] meus amigos, assim, nós desde o início falamos, né, do desafio do espírita, do homem de bem no dia de hoje, que é a coragem de ser bom, tá? E a Bet nos brinda, né, com a obra que é um romance, né, Bet, pelos espíritos é contando uma história, são espíritos que vem trabalhando através da mediunidade da Bet em várias obras nos últimos anos, né? E essa trajetória do Univaldo Cerqueira e a sua família traz para nós muitos ensinamentos, tá? Então, a Bet também a gente agradece mais uma obra da nossa autora aqui e a Bet vai nos falar com propriedade sobre a obra. >> Bom dia, família. Aqueles que nos acompanham pela internet também recebam o nosso carinho. E nós queremos, primeiramente, Antônio, externar nossa gratidão à nossa editora FERS por nos permitir entregar ao público espírita esta obra que é um romance, como o Antônio já disse, é uma narrativa longa e ela tem como objetivo abordar a a nossa trajetória como cristãos, como espíritas. em um mundo de transformação, trazendo os princípios do evangelho de Jesus aclarados pela doutrina espírita nas nossas vivências de hoje. Todos os desafios postos aqui, né, ao clã de Nivaldo Cerqueira, que é o personagem chave da história e a sua

cípios do evangelho de Jesus aclarados pela doutrina espírita nas nossas vivências de hoje. Todos os desafios postos aqui, né, ao clã de Nivaldo Cerqueira, que é o personagem chave da história e a sua família. Eh, como nós precisamos testemunhar aquilo que nós temos aprendido, esse essencial que o nosso querido Carlos Campete trouxe na sua abordagem, que é a vivência do evangelho. Então, nesta obra nós vamos encontrar através da história que é esta forma de transmissão universal do conhecimento. Nós vamos nos identificar, as nossas vivências familiares, sociais, os inúmeros convites enganos que nós recebemos. Então nós esperamos realmente que esse trabalho muito simples, muito modesto, mas a equipe espiritual nos brindou com a possibilidade de trazermos depois de 45 anos de trabalho na área da psicografia, a gente teve a oportunidade de trazer o romance e entregar ao nosso público. Então, esperamos o retorno, esperamos a leitura, os comentários, as críticas para aprimorarmos o nosso trabalho. Boa leitura a todos e muito obrigado pela presença nessa festa familiar hoje aqui, né, Antônio. Muito bom, meus amigos. ao final do painel do que o Carlos Campete vai ter agora com a nossa área do estudo eh do espiritismo da federação, vocês vão ter oportunidade dos autógrafos com os autores, de conversar melhor, né, de ter esse contato ali com essa contribuição primorosa que os dois têm. Allan Kardec tinha uma preocupação, meus amigos, que era fazer com que o livro chegasse da forma mais acessível ao grande público. E a gente sofre porque é uma questão material. Vivemos num mundo que tem as questões de ordem capitalistas que são normais, pressão do papel, tinta, edição, transporte, eh toda a estrutura para que a gente possa fazer com que o livro chegue à mão dos nossos dos nossos leitores. Uma das formas que o movimento espírita organizou para tal, para facilitar é o Clube do Livro, tá? Essas duas obras que nos perguntaram, né? O livro do Felipe entra no Clube do Livro, entrou agora no nesse mês e o da Bet no

vimento espírita organizou para tal, para facilitar é o Clube do Livro, tá? Essas duas obras que nos perguntaram, né? O livro do Felipe entra no Clube do Livro, entrou agora no nesse mês e o da Bet no próximo mês. O Clube do Livro é uma forma cooperativa da gente adquirir e já termos a certeza de um número de exemplares que facilitem, diminuam o preço de capa para os demais leitores. Então aquelas se informe nas suas instituições se a casa já está fazendo parte da rede do clube do livre espírita aqui que nós temos na nossa federativa ou então pense nessa alternativa porque o objetivo final é deixar com que esse livro chegue a mais pessoas consolando, esclarecendo. É uma excelente alternativa, tá? E um outro aspecto que nós temos também, às vezes a pessoa não quer ter esse compromisso, tem uma outra forma, né? nas instituições espíritas a gente auxilia, a gente se associa, a gente contribui, né? Muitos pelo menos fazem assim. A federativa também ela tem os seus amigos, né? Que é uma forma de associação. Os amigos da FERX, temos uma banquinha lá onde vocês inclusive vão ter essas informações. Eles auxiliam inclusive na editora. Tanto que os amigos da Ferg de uma de um de um valor mínimo lá de contribuição, eles auxiliam na editora e recebem também essas obras, né? E com uma notícia, se alguém desejar hoje já se tornar um amigo da FERG, já vai levar essas obras hoje. Então, procurem ali o Hélio, a equipe que tá na entrada da livraria lá para ter mais informações sobre esse programa que inclusive era um objetivo, né, desse pinelli, né, Tet, né, que ele tinha uma meta, né, ele já na época lá visionária, na década de 50 queria 1000 amigos da Ferg, né, e nós estamos quase chegando nos 1000, tá? A nossa meta hoje era pelo menos 30 amigos da Férix ali pra gente, né, chegar lá nos nossos 1000 amigos, tá? Então fica o convite, a lembrança de uma forma muito fraterna, muito tranquila, né? Cada um dentro da sua, do seu livre arbítrio individual, mas a gente às vezes precisa receber o convite

amigos, tá? Então fica o convite, a lembrança de uma forma muito fraterna, muito tranquila, né? Cada um dentro da sua, do seu livre arbítrio individual, mas a gente às vezes precisa receber o convite para que ele possa chegar ao nosso coração e a gente examine essa questão e nos some nessa frente de difusão do espiritismo, que é através do livro que ainda é fundamental, né? Então, muito obrigado. Vamos dar prosseguimento à nossa atividade. Obrigado aos autores. Obrigado por essas obras. [aplausos] >> Acho que vocês ganharam já, né? Deu certo. Agora Muito obrigado, Antônio. e Felipe. E nós reforçamos o convite, meus amigos. Após a roda de conversa, os autores estarão no saguão para autógrafos e para conversar com todos sobre os lançamentos. Convidamos agora Verno Kremer e Cleto Bruts da área de estudo do espiritismo da FERGs e Carlos Campete para a nossa primeira roda de conversa do dia. >> Bom dia a todos. Sejam muito bem-vindos, queridas irmãs e caros irmãos. Eu me chamo Verno, sou trabalhador da área de estudo do espiritismo da Ferges, tenho pele branca, sou careca, estou usando uma camisa verde com a temática do Evangelho Rede Vivo e calça azul de brinco. Amigos e amigas, eu sou o Cleto Brutes, sou um homem, cabelos crista crisalhos, quase brancos e tô usando uma camisa azul escura e é uma satisfação estarmos aqui hoje para conversarmos, dialogarmos com o Carlos Campete acerca das questões que foram trazidas para nós. >> Já descrevi carros Campete, também pele clara e cabelos grisalhos. Uso um óculos com arinho fino. Estou usando uma blusa cinza e também uma calça cinza, um tom mais claro. Amigo Carlos, vamos começar com uma pergunta então pra nossa roda de conversa. Sou professora do ensino médio e observo muitos jovens que parecem nutrir um vazio muito profundo. Isso é sinal da falta de educação religiosa da família. Quais são os riscos? O que é possível fazer nesse sentido? >> Muito bem. É realmente um grande desafio que nós estamos enfrentando. Consideremos que nós estamos recebendo

ducação religiosa da família. Quais são os riscos? O que é possível fazer nesse sentido? >> Muito bem. É realmente um grande desafio que nós estamos enfrentando. Consideremos que nós estamos recebendo uma geração nova no planeta, né, e junto com a geração antiga. Então, há uma uma luta entre as duas gerações, o que é muito natural, né, neste momento eh que nós estamos vivendo. E essa geração nova, ela é composta por espíritos que vêm de outros planetas pouco mais evoluídos que a Terra. e também daqueles espíritos que ligados à Terra estão acompanhando o processo evolutivo do planeta, conforme está na Gênese, no capítulo 18, no livro de Allan Kardec. Mas paralelo a essa essa geração nova, nós temos a geração ainda antiga que está aqui presente, que são espíritos que não despertaram ainda paraa realidade espiritual e que vivem para o campo material, disputando no campo, né, da administração mundo, a questão da conservação das riquezas e essas coisas todas e que também estão muito presentes nos campos no meios nos meios de comunicação. Então, eh, há um conflito natural de interesses e alguns desses espíritos reencarnados, eles, eh, enfrentam dificuldades por causa dessas essa dicotomia, não é, e sentem uma espécie de vazio, uma ausência de objetivo. Por que tudo isso? Afinal de contas, e as famílias muitas vezes não estão atentas para tratar o assunto, nem mesmo família espírita. Por isso, a importância de nós espíritas compreendermos que o espiritismo é uma proposta de renovação que precisa ser conhecida por nós e por aqueles que estão sob a nossa responsabilidade, sem ânimo de imposição. Mas nós precisamos instalar o estudo do espiritismo dentro do nosso lar, preparando a era da regeneração. Então, como é que nós podemos contribuir com a nossa família dessa maneira? Vamos realmente fazer o estudo do espiritismo em casa. É o evangelho no lar uma vez por semana, mas hoje já não está sendo mais suficiente. É preciso que a gente sente com as nossas crianças para que eles se habituem a ler conosco. E na

piritismo em casa. É o evangelho no lar uma vez por semana, mas hoje já não está sendo mais suficiente. É preciso que a gente sente com as nossas crianças para que eles se habituem a ler conosco. E na eles estão tendo dificuldade de interpretação, não conseguem ler um um parágrafo e interpretar. Nós temos que ajudar. Nós somos responsáveis por isso. Não podemos esperar que os professores façam milagre lá na escola. Então, é preciso que a gente tenha muito claro, as crianças precisam aprender desde pequenininha que há limites, que é preciso ser responsável e obedecer, não é, as orientações que a família passa, porque senão vai ter consequências depois. Nós não podemos abdicar do nosso papel de educadores dentro da família. Agora, se nós somos, no caso, professor, estamos lidando com a sociedade, então o nosso posicionamento não pode deixar de ser um posicionamento claro. Nós não vamos lá ensinar espiritismo para essas crianças, não é? Não temos o o possibilidade de fazer isso, mas o nosso comportamento pode ser um comportamento de primeiro acolhimento, não é? e depois de conversa sincera, honesta, não é? Porque os jovens têm condições de entender. Às vezes tá faltando esse essa conversa sincera, olho no olho e dizendo o que que está acontecendo e ouvi-los, né? Uma oportunidade ímpar às vezes que a gente tem na sala de durante alguns minutos ter essa conversa, deixar que eles coloquem e a gente passar para eles aquilo que a gente sabe que é a vida. sem tocar em termos de religião para não desrespeitar, não é? Mas com honestidade e sinceridade. Acho que os jovens estão necessitados de alguém que os ouça, porque possivelmente a família não os está ouvindo, eles não têm chance de se manifestar, então vivem sozinhos a frustração sem ter os elementos suficientes para enfrentar essa frustração. Então eles entram em depressão quando não recorre a droga, não é? Mas é muito interessante que tenha havido, né? A gente até tava conversando, acho que foi ainda ontem, hoje de manhã com o Antônio no carro a

les entram em depressão quando não recorre a droga, não é? Mas é muito interessante que tenha havido, né? A gente até tava conversando, acho que foi ainda ontem, hoje de manhã com o Antônio no carro a respeito dessa questão, foi ontem, né, que eu chamei atenção porque tá muitas academias e e inclusive a juventude tá buscando muito, né, eh essas atividades físicas que os distrai e que de alguma maneira, não é, os leva a enfrentar as as dificuldades, mas isso não é suficiente. Mas isso levou a uma coisa que o Antônio chamou atenção, o consumo de álcool diminuiu na juventude porque eles estão entendendo que causa prejuízo pra organização física, mas eles precisam entender que não é só esse prejuízo. Há um prejuízo, não é para o que nós somos em essência e apresentar para eles qual é o sentido de fato da vida. Teragem de colocar. poderão, poderemos não ser acolhidos, aceitos, mas nós fizemos a nossa parte, porque não vai haver ninguém que vai nos criticar por a gente dizer que a pessoa precisa fazer o bem pros outros. >> Obrigado, Carlos. Temos uma segunda pergunta que é uma continuação que talvez seja um caminho dentro daquilo que tu respondesse. A pergunta é a seguinte: nos dias de hoje, onde a tecnologia ela supera qualquer método de recebermos as informações, como levar os nossos irmãos, sem sermos invasivos, o hábito de ler um bom livro espírita em busca do caminho da paz interior? >> Muito bem. A ciência tá avançando e já chegou à conclusão de que os jovens não devem ter celular até os 14 anos, nem criança e nem jovem até 14 anos. Não devem ter celular, usar celular, não é? Nós vamos chegar um momento em que nós vamos realmente estabelecer limites para essas coisas, né? O uso sem o abuso. E as escolas estão cada vez mais nesse sentido de proibir o uso do celular dentro de sala, não é? E então a isso vai acontecer necessariamente em algum momento, porque é prejudicial mesmo já evidências científicas de que prejudica o desenvolvimento intelectual da criatura. Então, como é que a gente vai

ão a isso vai acontecer necessariamente em algum momento, porque é prejudicial mesmo já evidências científicas de que prejudica o desenvolvimento intelectual da criatura. Então, como é que a gente vai incentivar? Bom, vou colocar para vocês o seguinte. No ESD, a gente recomendava sempre que as pessoas lessem. Até que nós aprendemos uma coisa com alguns facilitadores. O ESD tem um uma citação imensa de bibliografia e os facilitadores, né, que já deixaram de ser monitores, se tornam facilitadores, eles levam os livros pra sala e na hora da leitura dos textos pega os livros para ler. E a gente na coordenação acompanhando, entrando de sala em sala, nós começamos a observar o que acontece. Com o tempo os participantes começam a trazer os livros, porque eles consultam e vê, eles vão lá, compram o livro e trazem. Já marcado o que vai ler para participar. O hábito se faz. Gente, meu pai semianalfabeto, praticamente analfabeto. Ele só liu o Evangelho Segundo Espiritismo. De quando eu eu era criança, a recordação que eu tenho do meu pai sentado na cama lendo o Evangelho Segundo Espiritismo, isso me marcou. Se nós vemos, a gente acaba copiando dos outros. Então, se nós queremos que os nossos filhos leiam, nós pramos ler com eles, ver eles verem que nós estamos lendo e ajudá-los a aprender, interpretar, porque a escola não tá dando conta de fazer isso hoje, que não tem mais reprovação, não tem como exigir, mas nós podemos fazer isso com os nossos filhos. Como é que a gente vai ensiná-los ali? um bom livro, lendo com eles. Se somos pais, se somos avós, se somos professores, vamos levar os livros, deixar eles manusearem, botar lá na mesa, num dado momento, pedir para um e outro ler e a gente ajudar a interpretar. Não importa qual é a matéria que a gente tá dando, tem livros de todas as matérias. Então é o que a gente pode dar de contribuição, a gente a única coisa que funciona de fato é o exemplo. Muito bem, Carlos. Essa próxima pergunta aqui, eu preciso fazer um preâmbulo. Não é porque eu tô

Então é o que a gente pode dar de contribuição, a gente a única coisa que funciona de fato é o exemplo. Muito bem, Carlos. Essa próxima pergunta aqui, eu preciso fazer um preâmbulo. Não é porque eu tô usando a camisa do Evangelho Rede Vivo, mas porque caiu na organização para fazer como o programa de estudos do Evangelho Rede Vivo da Federação Espírita Brasileira pode nos ajudar a percebermos que somos dignos da vivência do evangelho de Jesus. Uhum. É muito boa, né? As perguntas estão excelentes, gente. Essa pergunta nos leva a observar o que a gente já estava comentando da questão do exemplo. Nós temos eh acompanhado, né, várias turmas no Brasil, fora do Brasil, do Evangelho Rede Vivo. E nós de quando em quando ouvimos dos próprios participantes e os depoimentos, porque no tempo do ESD quando começou depois foi mudando devagarinho, mas no começo não dava tempo da pessoa falar da vida dela, porque tinha muito conteúdo pra gente estudar. No Evangelho Rede Vivo, a gente, ao contrário, a gente incentiva que as pessoas tragam depoimento, porque tem uma parte de vivência. E nesse momento de vivência, é importante que as pessoas falem o que é que está acontecendo na vida delas em função do evangelho. E nós temos observado tanto facilitadores como participantes comentarem que o a metodologia é tão interessante que mexe com a gente por dentro e a gente se vê quando vê a gente está fazendo o que tá sendo examinado ali na nossa vida prática, no dia a dia. Então é uma metodologia revolucionária. a gente já destacou isso. Ela é fruto do amadurecimento de nós como espíritas e de nós como movimento espírita. Se a propósito do Evangelho Rede Vivo tivesse surgido em 1970, nos anos 70 quando surgiu a evangelização ou mesmo nos anos 80 quando começou o o ESD, teria abortado, porque nós não tínhamos maturidade para entender essa proposta. Ela é completamente revolucionária e é uma proposta pedagógica. de ensino, aprendizagem que vai influenciar a academia, porque tem professores espíritas que estão

turidade para entender essa proposta. Ela é completamente revolucionária e é uma proposta pedagógica. de ensino, aprendizagem que vai influenciar a academia, porque tem professores espíritas que estão começando a levar devagarinho a metodologia, que ela vem da dialógica, mas não é a dialógica acadêmica, é a dialógica do Cristo. Em resumo, rapidamente, ela parte lá da dialética de Sócrates, o Pato das ideias, passa pela dialógica do Cristo, utiliza a metodologia que Kardec utilizava na época da codificação, que era uma metodologia científica daquele momento. Vai no capítulo 3 de renúncia, quando aun tinha aprendido do padre Damiano mais tarde, Emanuel, que já fazia o estudo minucioso do evangelho naquela época com eles. Ela descreve isso lá quando ela então diz assim que aprendeu com ele a mensagem do Cristo precisa ser conhecida, meditada, sentida e vivida. E essas quatro etapas a gente trata com cada versículo ou cada conjunto de versículos que se escolhe examinar. Tem vezes que num encontro de 1 hora meia a gente faz três vezes apresentação da tese, o conhecer, as análise da tese, o meditar, nós levamos à conclusão o sentir, né, o o interiorizar para sentir a mensagem e nós fazemos a vivência da mensagem com os depoimentos, com as propostas que o Cristo trouxe, com aquilo que o Espiritismo nos ensina. Então é uma metodologia de fato que está conforme com a nova era, a era da regeneração da humanidade e ela ajuda muito os jovens. Então a dificuldade às vezes de integrar o jovem no ESD, no Evangelho Rede Vivo, não vai ter tanta dificuldade. >> Obrigado, Carlos. A a pergunta quatro é talvez um é sobre um dos temas que mais nós ouvimos, seja nas palestras, nos encontros de estudos e e talvez ainda nós temos muita dificuldade de entender. Por isso a importância da pergunta que diz o seguinte: o que devemos entender por reforma íntima e qual a relação entre o tempo e a descoberta do que é essencial à vida? >> Muito bem. Eh, primeira parte, reforma íntima, está relacionada com autoconhecimento.

ue devemos entender por reforma íntima e qual a relação entre o tempo e a descoberta do que é essencial à vida? >> Muito bem. Eh, primeira parte, reforma íntima, está relacionada com autoconhecimento. É um processo de mergulho mesmo para dentro. Tem gente que diz assim: "Esse negócio de meditação é esotérico, né? Lá da eh não é não é do Ocidente, é do Oriente isso, né? Não tem nada a ver com a gente esse negócio de meditação." Aí eu digo assim: "Você leu Kardec?" "Ah, eu já li." Eh, aí eu até estudo Kardec. Eu falei: "Então tá ótimo. Então vamos começar tudo de novo. Começa lá com o que é o espiritismo, pega um lapizinho para não estragar o livro e vai circulando. Quantas vezes Kardec fala em meditar, meditação pra gente ver se isso é esotérico, né? É profundamente espírita, tá? Na questão muito citada pelos palestrantes, 919, né? homem conhece-te a ti mesmo. É o processo do autoconhecimento. E isso exige coragem, porque na maior parte das vezes, quando a gente começa a fazer o processo, que a gente começa a encontrar o que tá lá dentro, a gente fica com medo e abandona. Então, a gente tem que aprender que precisa enfrentar esses monstros que a gente cultivou durante milênios e que eles não são nossos inimigos. É uma experiência acumulada, como Paulo aproveitou a experiência dele como Saulo. Então, a gente tem que aproveitar essas experiências para dar os passos seguintes. Não tem eh prejuízo. Autohecimento não é está relacionado com a questão da reforma íntima. É uma busca. Agora, quanto quanto tempo leva entre o conhecimento e a aplicação? pode levar alguns minutos e alguns milênios, porque depende da nossa vontade e do uso do nosso livro de arbítrio. A vida nos levará a descobrir isso, porque se nós não fazemos por vontade própria, virão as consequências, porque só existe a luz. A treva é a ausência dela. Então, só existe o bem. O mal é simplesmente ausência do bem. O mal não existe por si mesmo. Então, nós nos conscientizaremos com tempo de que a gente precisa fazer o

a luz. A treva é a ausência dela. Então, só existe o bem. O mal é simplesmente ausência do bem. O mal não existe por si mesmo. Então, nós nos conscientizaremos com tempo de que a gente precisa fazer o bem. E não há essa situação de eh o bem inativo. O bem ele é profundamente ativo. Então não existe aquela situação, mas eu não faço mal para ninguém. Já está fazendo mal. Porque não está fazendo bem, então já está fazendo mal. E aí nós vamos aprender então a colocar na prática mais rápido aquilo que a gente conhece na teoria. Colocar na teoria depende da nossa vontade. E a nossa vontade ela se intensifica e se direciona no sentido daquilo que nós temos necessidade na medida em que a nossa consciência desperta. Então, tem que trabalhar no campo do autoconhecimento, de fato, a busca de a gente entender que a lei divina está na nossa consciência e a gente entende melhor, ela já está, mas a gente entende melhor a lei divina na medida em que a gente amplia a nossa capacidade consciencial. >> Obrigado, Carlos. Nossa conversa tá muito boa, né? As perguntas são formuladas pelo público que tá nos assistindo pessoalmente ou nas redes sociais e a gente convida eles permanecerem fazendo as perguntas que elas vão chegar aqui até nós. Vamos mais uma pergunta então agora de uma obra básica, a Gênesice. Lá na Gênese, na pergunta trás finalzinho, quando Kardec fala sobre a geração nova e sobre o momento de transição, como a gente consegue discernir quais são os valores desse novo período, desse novo mundo? >> Muito bem. Eh, a gente vai percebendo naturalmente ou às vezes a gente é forçado a perceber, não é? Vamos lá. Vou dar um exemplo clássico também no tempo ainda que tinha o telefone fixo, que hoje em dia tá desaparecendo, né? Mas o exemplo serve, toca o telefone. Aí o pai diz assim: "Meu filho, atende lá. Se for para mim, diz que eu já saí". Vou dar outro exemplo, tá? Aconteceu esses dias, a gente orientando as nossas netinhas para se sentarem à mesa para comer, para ficar comendo, andando pela sala,

. Se for para mim, diz que eu já saí". Vou dar outro exemplo, tá? Aconteceu esses dias, a gente orientando as nossas netinhas para se sentarem à mesa para comer, para ficar comendo, andando pela sala, andando, né, andando pelo jardim, tem que se sentar para comer. Vai comer um biscoitinho, tem que sentar para comer. Aí a senhora que trabalha conosco se serviu, tava na cozinha apressada e começou a comer. E a netinha diz assim: "A tia Ne tá comendo em pé na cozinha". Então, nós vamos entender que essa geração, ela está entendendo as coisas não mais como criança precisa obedecer, mas que elas já têm capacidade de entender uma coerência entre aquilo que a gente fala e aquilo que a gente faz. E elas estão tendo a liberdade de se manifestar, porque antigamente tinha medo, né, de falar com o papai, com a mamãe ou com o mais velho. Tinha aquele medo. A gente não falava, ficava, via, mas ficava calado, né? Porque pode o adulto, mas a criança tem que obedecer o que o adulto tá mandando. Hoje não serve mais isso. Então, a importância da coerência dentro desse processo, os valores não são mais aquelas coisas externas que a gente ensina pros outros. Os valores são aquelas coisas que a gente vive e onde entra o evangelho Red Vivo. Porque lá no Evangelho Rede Vivo, no momento do sentir, a gente vai checar os valores que nortearam a nossa vida até agora com os valores da boa nova. E aí nós vamos precisar às vezes renunciar a certos valores que estão aquilosados, já não serve mais para esse momento. Vai ter que adaptar alguns valores que ainda servem, mas não estão lá, tem que ajustar e vai ter que adotar novos valores. E isso vale para todas as gerações, não é? Por isso a importância dos evangelizadores fazerem o evangelho Rede Vivo, porque isso vai influenciar o trabalho que eles estão fazendo com as crianças ou com os jovens. Pode ter certeza disso. Evangelho Rede Vivo é é uma metodologia para todo mundo. Ah, mas eu tô há 40 anos no centro. Eu sou presidente do centro. Eu vou precisar do

o com as crianças ou com os jovens. Pode ter certeza disso. Evangelho Rede Vivo é é uma metodologia para todo mundo. Ah, mas eu tô há 40 anos no centro. Eu sou presidente do centro. Eu vou precisar do Evangelho Rede Vivo. Precisa. Você precisa mais do que os outros. pode ter certeza disso. Obrigado, Carlos. A próxima pergunta também tem a ver com vivências. E a pergunta é a seguinte: como nós espíritas devemos nos posicionar diante das adversidades do momento para ajudar tantos irmãos, inclusive espíritas, que estão se deixando levar para as coisas momentâneas e esquecendo o que é essencial a vida. >> Olha, é um desafio, mas uma primeira coisa é a gente aceitar o outro como ele é. e compreender que nós não respondemos, né, pelas pessoas com quem nós convivemos. Cada um responde por si mesmo. Portanto, eu não sou responsável, não sei pelos meus filhos que eu estou educando, né, ou pelos netos que eu posso influenciar, mas pelas pessoas em geral, companheiros de trabalho, até mesmo membros da família. Nós não somos mais responsáveis. O que nós podemos fazer é conversar com eles, mas principalmente é preciso que a gente entenda que as palavras comovem, mas os exemplos arrastam. Então vou colocar uma situação que a gente viu acontecer mais de uma vez. Familiar chega no outro e diz assim: "Ué, tá querendo dar uma de santurrão para cima de mim agora? Tá pensando que eu não te conheço?" Não é aquela pessoa que tá lutando para fazer sua transformação, começa a se calar nos momentos que tinha vontade de falar o que o outro precisava ouvir e aí o outro tá estranhando porque ele precisa da briga, ele tá dependente psicologicamente das discussões e tá perdendo o parceiro ou a parceira das discussões. Então começa a entrar em conflito e quer agredir para ver se vem o retorno. E é essa hora que a gente então precisa não reagir, mas agir com tranquilidade. Dizer: "Me desculpe se você está ainda percebendo que eu finjo, mas eu estou lutando para ser realista naquilo que eu estou fazendo,

a que a gente então precisa não reagir, mas agir com tranquilidade. Dizer: "Me desculpe se você está ainda percebendo que eu finjo, mas eu estou lutando para ser realista naquilo que eu estou fazendo, não é? Eu poderia agora te dar uma resposta como eu tô com vontade de dar, te jogar na cara, não é? aquilo que eh eu vejo que você não tá fazendo bem, mas eu também tenho um monte de coisa que você, né, pode ver que eu não tô fazendo bem. Então eu tô dedicado a perceber essas coisas que eu não tô fazendo bem para fazer melhor, porque eu quero sair dessa onda, não é, de desentendimento, de briga. Eu quero ter paz na vida. Você não quer ter paz na vida, não? Vamos nós construir a paz juntos. Vamos lá. Isso pode parecer pieguismo, mas olha, sinceramente, ao invés da gente ficar discutindo aqui, você não quer me dar um abraço? Não, não é? E aí a questão é: "Ah, que dá abraço coisa nenhuma, tá ficando bobo agora. Eu sou homem, sou. Tá querendo me abraçar por quê?" Então tá bom. A hora que você deixar de ser machista, vem cá me abraçar que eu tô aqui, tá? E vamos em frente, né? Te agradece as respostas, Carlos as respostas dadas e agradece também as perguntas que estão sendo feitas, que é com extrema qualidade. E esta próxima também tá dentro dessa mesma linha. Ela vem como pode o espiritismo contribuir para que busquemos o essencial, o tema, né, do nosso evento. >> Isto >> diante dessa globalização de notícias, de guerras, >> ótimo, >> tragédias, >> exposição de idolatria, >> Uhum. >> de influenciadores digitais. >> Uhum. >> Para, entre aspas, implores digitais. exposição de jovens à telas e etc. >> Muito bem. Eh, nós precisamos como família combinar com os nossos filhos, não é? Existem situações de de que a gente pode acompanhar, né, dentro de dos programas os nossos filhos que estão com celulares e essa coisa. Então, é preciso assumir essa responsabilidade, mas a gente já comentou sobre isso, já está a evidências de que atrapalha o desenvolvimento neurológico, inclusive

que estão com celulares e essa coisa. Então, é preciso assumir essa responsabilidade, mas a gente já comentou sobre isso, já está a evidências de que atrapalha o desenvolvimento neurológico, inclusive da criança, o uso dessas telas, não é, de maneira excessiva. Então, eh, é preciso ter um controle, a gente precisa assumir isso, ter responsabilidade. As nossas crianças precisam aprender que tem limites e não precisa para ir ser violento com elas, porque a gente ensina violência para elas. a gente tem que ter poder de argumentação mesmo e de explicar e a gente trabalhar de tal forma que eles aprendam a ser responsáveis. E muitas vezes é o desenvolvimento da da parceria. Então, uma das coisas, por exemplo, as netinhas estão lá agitadíssimas, a vovó, ela gosta de costurar, aí a vovó pede pras netinhas ajudarem a costurar e elas vêm com maior gosto segurar o pano e segurar para cortar e aquela coisa toda e ajudam e vão contribuindo. Aí tem que elas fizeram sujeira no chão. Ah, meu Deus do céu, chama a fulana lá para limpar o fulano para vir limpar. Não, a criança dá o paninho e vai junto com ela, ensina ela a fazer a limpeza do chão. Outro dia o meu genro manda, me ligou e mostrando ao vivo na tela, né, que ele estava fazendo bolo junto com a filha dele, a netinha. Aí eu dei o maior incentivo. Mais tarde ele diz assim: "Ela está apavorada porque tem que esperar o bolo esfriar, ela quer comer." Digo, "Ótimo, faça bolo com ela mais vezes, porque as crianças estão perdendo a referência, ver tudo pronto. A gente faz tudo por elas e elas não aprendem, não é, a ser responsáveis por elas mesmos, não aprendem limites." Então, temos e precisamos trabalhar essas questões no nosso dia a dia. É trabalhoso. Isso. É trabalhoso, mas evita as os o trabalho que a gente vai ter no futuro. Porque essas crianças que não aprenderam limites dão um trabalho muito maior do que as outras quando se tornam jovens. Então é importante aprender limite, responsabilidade, consequência das coisas. E isso tem que acontecer no

não aprenderam limites dão um trabalho muito maior do que as outras quando se tornam jovens. Então é importante aprender limite, responsabilidade, consequência das coisas. E isso tem que acontecer no nosso dia a dia. Não tem jeito. Tem que investir e trabalhar no dia a dia. Ah, notícias. Já numa outra pergunta, eu tinha pensado em comentar e acabei não comentando. Bom, vou colocar para vocês, gente. Nós estávamos vivendo nos Estados Unidos na época num bairro que só tinha um canal a cabo pra televisão e a minha mulher telefonou porque não não tinha no controle, não não bloqueava os canais. Hoje em dia bloqueia os canais no controle, né? não tinha ainda celular do jeito que tem, essa coisa toda. Então, a minha mulher ligou pra empresa para ela eh bloquear um um dos dos programas que vinha. E o rapaz perguntou por que ela queria bloquear, que não podia bloquear não, porque o programa era do pacote. E por que que ela queria bloquear? Ela disse: "Porque eu tenho um filho que é criança." Mas o canal é pra criança, minha senhora. Pois é, o mais esquizofrênico que vocês oferecem. E o menino é autista, está atrapalhando o menino o canal. Ah, mas não tem jeito não. Isso aí faz parte do pacote. Então cancela o pacote. Mas minha senhora, vocês vão ficar sem televisão em casa? Só tem essa. Nós somos a única rede. Ela disse: "Pis, cancela, nós vamos ficar sem televisão em casa, porque o nosso filho é mais importante do que a programação de vocês." Então, gente, nós temos que fazer opção, não é? Nós tiramos a televisão de casa, não é que tirou a televisão, tirou os canais, né? E aí a televisão ficou para vídeos selecionados na época dos vídeos e tal. Aí um dia a nossa filha disse: "Pai, eu quero uma televisão na minha no meu quarto". Aí eu olhei para ela, né? Eu disse: "Pai, não é para ver essas programações, pai, eu quero ver aqueles canais de natureza, os canais de história, né? E como eu não quero perturbar vocês, é bota no meu quarto, né?" Eu falei: "Vamos, vamos comprar a

para ver essas programações, pai, eu quero ver aqueles canais de natureza, os canais de história, né? E como eu não quero perturbar vocês, é bota no meu quarto, né?" Eu falei: "Vamos, vamos comprar a televisão então, filha, não é? porque tava com consciência de que não deveria notícias. Gente, eu sou jornalista e um dia disse para um colega meu, escuta, nós somos seres humanos ou urubus? Ah, mas se não der essas notícias, o povo não vai ler, não tem ibope. Aí eu fui acabando fazendo opção de ser jornalista espírita, né? Porque aí a gente escreve só coisa boa. Então tem canais hoje só de coisas boas, vocês já viram, quase não tem BOPE. Nem os espíritas vão lá para ver as notícias porque são boring, cansativas, porque a gente adora as notícias, não é? Que são fofocas, gente. Um dia um familiar, a gente tava dentro do carro, o familiar começou: "Você viu tal notícia?" Não, não vi a notícia. Olha o E aí descreveu até o sangue, sabe? Aí o familiar terminou e eu olhei para ele e falei: "Será que eu precisava saber do que você me falou agora? Aliás, você precisava realmente saber dessa notícia?" Aí, ô meu Deus do céu, realmente você tem toda a razão. Tava todo perturbado, não tinha percebido. A hora que eu falei, caiu a ficha. Nós precisamos disso. Nós alimentamos o nosso corpo com um alimento estragado. Por que que nós vamos alimentar a nossa alma com isso? Então, vamos dizer não. Agora nós estamos com a telinha, né? Para onde a gente vai, tá lá a coisa. Alguns usam como escritório. O escritório vai até pro banheiro com a pessoa, né? Trabalha o tempo todo. Outras ficam vendo essas coisas que aparecem, né? Então, a gente tem que tá ter um uma um processo de seleção de fato pro nosso próprio bem. Quem é que seleciona as notícias que a gente vai ver? Nos outros não tem que selecionar para nós. Somos nós que temos que selecionar. Às vezes nós precisamos estar informados, mas não precisamos estar informados de tanta coisa. Você não tem que saber que a pessoa veio dirigindo, ela bateu

ara nós. Somos nós que temos que selecionar. Às vezes nós precisamos estar informados, mas não precisamos estar informados de tanta coisa. Você não tem que saber que a pessoa veio dirigindo, ela bateu contra o muro lá e aí até a descrição do sangue do que a gente precisa saber que uma pessoa descuidada bateu, trombou e que isso, né? Pronto, tudo bem, já estou sabendo que tá acontecendo isso, mas eu não preciso saber de detalhes que são deletérios e coisas assim. Mas será que eu preciso saber? Realmente, todo dia tem acidente, eu preciso saber. depende do assunto. Se a gente vai tratar a respeito, né, dessas questões e tal, a gente precisa saber. Mas tem muita coisa que a gente não precisa saber. Tem gente que tem prazer. Hoje em dia a guerra mostra lá cenas ao vivo e a pessoa tem prazer de ficar vendo isso. A pessoa não vai pro carnaval, mas as cenas do carnaval estão entrando pela televisão dentro de casa. Nós somos responsáveis, gente. Temos que agir no sentido, não é, do cumprimento da nossa responsabilidade para o nosso próprio benefício e o benefício da nossa família. Antigamente era o rádio. Na minha família o rádio ficava ligado o dia inteiro. O dia inteiro o rádio ligado. Tem gente que liga a televisão, né? Fica o dia inteiro. Ou então hoje já bota o tablet lá na cozinha. para cozinhar e o tablet tá lá mostrando as coisas, que tipo de vibração tá indo paraa comida. Então, tudo isso tem que ser examinado e a gente tomar uma decisão. >> Obrigado, Carlos. Nós temos ainda tempo para uma última pergunta. Temos várias que recebemos aqui. Eh, nós escolhemos aqui a seguinte questão: A luz da doutrina espírita, qual o caminho real para a paz interior em tempos de transição como o que vivemos? Olha, gente, nós temos que estabelecer com a gente mesmo um programa, não é? Ontem na palestra a gente comentou sobre isso, um programa para nós mesmos. Você é espírita? Você conhece toda a obra de Kardec? Já leu? Você é espírita, você está estudando Kardec? Tem só Kardec para ler? Não. Hoje tem um

nte comentou sobre isso, um programa para nós mesmos. Você é espírita? Você conhece toda a obra de Kardec? Já leu? Você é espírita, você está estudando Kardec? Tem só Kardec para ler? Não. Hoje tem um compêndio maravilhoso, né? Vale a pena pelo menos ler 2.000 livros. Quanto tempo leva lendo três livros por mês? A gente lê três livros por mês. Quanto tempo vai levar para ler os 2000 livros? pelo menos 2000 tem hoje que vale a pena a gente ler, tá? Dentro do espiritismo. Então, nós estamos fazendo isso. Eu tenho um programa de leitura diária. Quantas vezes eu como no dia para sustentar o corpo? Em quantos momentos eu paro no dia para alimentar a alma, que é a essência divina. Então, um programa de estudo diário, eu comigo mesmo. Quanto tempo? Uma vez eu disse, né? é uma hora. E o o Will Duran que escreveu um livro que ele seleciona 400 títulos, 400 textos, às vezes livro inteiro e às vezes partes de livro. Ele diz: "Uma pessoa que leia esses 400 textos uma hora por dia durante 4 anos, ele se torna um filósofo autodidata. Eu era menino quando eu li isso, adolescente. Eu olhei pra minha pequena bibliotequinha de livros espíritos que eu tava fazendo, falei: "Cardec já fez a seleção". Então, nós já temos os livros selecionados. Se a gente vai na obra da codificação e os livros que são concentâneos com a codificação, nós já temos a seleção. 4 anos de estudo do Espiritismo, uma hora por dia, sete dias na semana, nós nos tornamos filósofos espíritas. Agora os 4 anos vão passar se eu ler ou se eu não ler. E pode ser que depois chega nos 40 anos a Carlos Campete me deixou um peso de consciência danado, porque se ele não tivesse falado isso eu não estaria sabendo, né? Então a gente participar do espiritismo é desenvolver também responsabilidade. A proposta é essa, gente, um estudo diário do espiritismo. Um dia tava falando, falei uma hora e disse assim: "Quem não tem tempo faz 15 minutos". E uma companheira da Colômbia me interrompeu, falou: "Não, Carlos Campete, não abre exceção, porque todo

itismo. Um dia tava falando, falei uma hora e disse assim: "Quem não tem tempo faz 15 minutos". E uma companheira da Colômbia me interrompeu, falou: "Não, Carlos Campete, não abre exceção, porque todo mundo vai ler só 15 minutos, tem que ser uma hora mesmo." E aí o estudo individual, o estudo do espiritismo em família. Ah, o evangelho no lar, ótimo. O evangelho no lar tem que fazer toda semana mesmo, 30 minutos, 40 minutos. Só que a espiritualidade informou que leva 10 anos para a espiritualidade estabelecer um ciclo de proteção no ambiente, fazendo o evangelho uma vez por semana. E se a gente fizer o estudo do espiritismo todo dia em casa, quanto tempo vai levar para proteger? Mas não é só para isso. Se nós estudarmos com nossa família, o espiritismo todo dia em casa, o que vai acontecer com a nossa família vai ficar perfeita? Não. Nós fazemos isso desde o ano de 2022. 2002, perdão, desde o ano 2002 que a gente faz isso e a nossa família não ficou perfeita, só que a maneira de encarar as dificuldades mudou muito nesse período. Tudo bem? Não podemos recomendar o que a gente não faz. É possível estudar com a família todo dia o espiritismo, tá bem? É possível fazer isso e o estudo do espiritismo na casa espírita, porque os três estudos se complementam, o individual, o estudo na com a família e o estudo na casa espírita. Mas isso tudo não tem valor se não for colocado em prática na vivência do nosso dia a dia. Por isso importância do evangelho no lar uma vez por semana pelo menos, onde a família não vai para ler o texto, interpretar para ver se o outro familiar entende, vai examinar o texto e comparar o seu comportamento em família e na sociedade durante a semana para ver se bate com aquilo que tá proposto ali. Tudo bem, gente? Acho que tem, não sei se outra ainda dá tempo. [aplausos] Chegamos no final da nossa roda de conversa e só resta agradecer o Campete, a presença de todos vocês e nós temos um minuto ainda, Campete, para trazer uma fala final. Gente, pode parecer, né, que nesse

egamos no final da nossa roda de conversa e só resta agradecer o Campete, a presença de todos vocês e nós temos um minuto ainda, Campete, para trazer uma fala final. Gente, pode parecer, né, que nesse momento tava pensando que fica assim meio massante, né, repetir que a gente tem que estudar, que a gente tem que, mas com toda a sinceridade, nós estamos tratando do evangelho e a essência, o essencial. O que que é essencial de fato? Não é, depende da condição evolutiva que eu estou, não é? na nossa média de evolução, o essencial é a minha transformação moral para que eu me integre nos propósitos da criação divina. Por que que Deus me criou? Por que que Deus criou cada um de nós? Nós somos filhos dele. O que é que a mamãe e o papai esperam que os filhos façam uns pros outros? Nós que somos imperfeitos, o que é que nós esperamos? Deus espera isso mesmo de nós no potencial que a gente pode dar. Então, o espiritismo é uma doutrina libertadora e a principal coisa que ela nos ajuda a fazer é nós nos libertarmos de nós mesmos, não é? Do ego que se coloca a serviço da essência divina. E aí nós caminhamos cumprindo a função para a qual nós somos criados e que foi a essência do evangelho que Jesus apresentou. Faz ao teu próximo o que você gostaria que o próximo fizesse por ti. Agora, faça por ti tudo que podes fazer também por ti, porque tu mereces o melhor de ti mesmo. Pode, pode entrar. Nossa gratidão, amigos, por mais este momento de aprendizado e convivência fraterna. Convidamos todos a visitarem a exposição de documentos históricos no saguão, organizada pela nossa área de gestão e preservação da memória, a conhecerem o programa Amigos da Ferrex com os nossos voluntários e a visitarem a livraria da FERGS, participarem também de sessão de autógrafos com Felipe Mascarenhas e Maria Elizabete Barbieri. Retornaremos aqui às 1:30 da tarde. Olá, queridos amigos. Eu sou Larissa Carvalho [música] e venho convidar você a acompanhar dois lançamentos especiais que terão destaque na Fergs Play em

e Barbieri. Retornaremos aqui às 1:30 da tarde. Olá, queridos amigos. Eu sou Larissa Carvalho [música] e venho convidar você a acompanhar dois lançamentos especiais que terão destaque na Fergs Play em 2026. Neste ano em que a Ferg celebra seus 105 anos, [música] vem aí o podcast Na História da Ferx. Mensalmente você vai acompanhar bate-papos com historiadores e pesquisadores do movimento espírita que vão compartilhar curiosidades, fatos importantes da nossa FERGs e da trajetória do Espiritismo no Rio Grande do Sul. Em 2026, [música] você também acompanha o programa ao vivo, revista espírita em Diálogo, um grupo de estudos virtual e aberto, dedicado [música] à reflexão de textos relevantes da revista espírita de Allan Kardec. Inscreva-se na Ferg Play, o canal da Fergs no YouTube e fique por dentro dessa programação especial. Esperamos você. Todos nós buscamos [música] crescer, ampliar horizontes, conhecer pessoas, lugares e a nós mesmos. O livro Crescendo com [música] você de César Braga Saí convida para essa jornada de crescimento de forma leve, sem [música] pressa, sem peso e sem culpa. Conheça mensagens que inspiram [música] reflexões, despertam mudanças e motivam a viver o que realmente importa, reunidas [música] em uma edição de bolso feita para acompanhar você no dia a dia, crescendo [música] com você de César Braga Saí. É um novo lançamento da Fergs Editora, já disponível [música] nas principais livrarias espíritas do Brasil. O mundo vivia [música] em grandes perturbações. As criaturas andavam empenhadas em conflitos constantes, assemelhando-se aos animais ferozes quando em luta violenta. Os ensinamentos [música] dos homens bons, prudentes e sábios, eram rapidamente esquecidos. Porque depois da morte deles, ninguém mais lhes lembrava a palavra orientadora [música] e conselheira. A ciência começava com o esforço de algumas pessoas [música] dedicadas à inteligência. Entretanto, rapidamente desaparecia porque lhe faltava continuidade. Era impraticável o prosseguimento

nselheira. A ciência começava com o esforço de algumas pessoas [música] dedicadas à inteligência. Entretanto, rapidamente desaparecia porque lhe faltava continuidade. Era impraticável o prosseguimento [música] das pesquisas louváveis sem a presença dos iniciadores. Por isso, [música] o povo, como que sem luz, recaía sempre nos grandes erros, dominado pela ignorância e pela miséria. Foi então que o Senhor, compadecendo-se dos homens, lhes enviou um tesouro de inapreciável [música] importância, com o qual se dirigissem para o verdadeiro progresso. Esse tesouro é o livro. Com ele apareceu a escola. Com a escola, a educação [música] foi consolidada na Terra e com a educação, o povo começou a livrar-se do mal conscientemente. Muitos homens de cérebro transviado escrevem maus livros, inclinando a alma do mundo ao desespero e a ironia, ao desânimo e a crueldade. Mas as páginas dessa natureza são apressadamente esquecidas, porque o livro é realmente [música] uma dádiva de Deus à humanidade, para que os grandes instrutores possam clarear o nosso caminho, conversando conosco acima dos séculos e das [música] civilizações. É pelo livro que recebemos o ensinamento e a [música] orientação, o reajuste mental e a renovação [música] interior. Dificilmente poderíamos conquistar a felicidade [música] sem a boa leitura. O próprio Jesus, a fim de permanecer conosco, legou-nos o Evangelho de amor, que é, sem dúvida, o livro divino, em cujas lições podemos encontrar a libertação de todo o mal. Um tributo à [música] obra que atravessa gerações. Os mensageiros, poesias e crônicas [música] de Maria Elizabeth Barbieri traz uma mensagem que emociona [música] e inspira. Os primeiros 28 capítulos do livro original ganham nova vida. [música] em poesias e crônicas que tocam a alma, preparando o espírito para os panoramas [música] mais felizes da vida futura. Mais um lançamento da FERGS Editora, [música] disponível nas principais livrarias espíritas do [música] Brasil. É com muita alegria que [música] estamos

panoramas [música] mais felizes da vida futura. Mais um lançamento da FERGS Editora, [música] disponível nas principais livrarias espíritas do [música] Brasil. É com muita alegria que [música] estamos comemorando os 90 anos do periódico a reencarnação. A reencarnação escrita reencarnação [música] até o mês de outubro de 1946 é órgão oficial [música] de difusão da Federação Espírita do Rio Grande do Sul. Teve seu primeiro número publicado [música] em 3 de outubro de 1934, em homenagem à data de aniversário de Allan Kardec. Neste período estava à frente da presidência da FERGs Ideonso da Silva Dias e o seu primeiro diretor foi Oscar Breyer. [música] A imprensa em forma de periódico mensal foi a melhor alternativa encontrada por nossos irmãos [música] que estavam à frente do labor federativo à época para abre aspas articular melhor todas as entidades filiadas. dando-lhes orientação uniforme, [música] tendente a se estabelecerem normas comuns de trabalho e perfeita compreensão da verdade. Fecha [música] aspas. E isso vamos encontrar no número um, no ano um, da reencarnação 1934. [música] Foram diversos colaboradores que com boa vontade, dedicação e responsabilidade contribuíram com as páginas da reencarnação ao longo destes [música] 90 anos. Nomes como Conrado Ferrari, Francisco Espinelli, [música] Cecília Rocha, José Simões de Matos, Leopoldo Machado, Roberto Michelena, Nei Pinheiro, [música] que eram alguns destes presidentes da Fergs, outros nomes importantes do movimento espírita do Brasil, [música] contribuíram com belíssimas reflexões elaboradas à luz da doutrina espírita. auxiliando a [música] sociedade da época e o movimento espírita em geral. Em suas páginas, os espíritas puderam acompanhar [música] conteúdos informativos sobre a FERGs e o movimento espírita do estado, tais como orientações [música] e recomendações da FERG, notícias da organização [música] federativa, convocação de reuniões e assembleias, relatórios [música] anuais. Esses títulos eram aqueles que constavam

mo orientações [música] e recomendações da FERG, notícias da organização [música] federativa, convocação de reuniões e assembleias, relatórios [música] anuais. Esses títulos eram aqueles que constavam nos periódicos da [música] época. Também constava divulgação de campanhas, indicador espírita de Porto Alegre, sociedades filiadas à Federação Espírita do Rio Grande do Sul, onde podíamos acompanhar os anos, os meses, qual era quem eram os presidentes, a diretoria de todas as casas que se filhavam ao movimento [música] espírita gaúcho. Também encontramos conferências públicas de propaganda da doutrina. Artigo sobre palestras quinzenais da federação, [música] noticiário das sociedades espíritas de todo o estado, condensado de notícias [música] e muitos outros assuntos importantes pro movimento espírita de Porto Alegre, do Rio Grande do Sul e do Brasil. Além disso, [música] artigos de temas doutrinários que seguem até hoje esclarecendo mentes [música] e despertando consciências. Destacam-se algumas colunas [música] que fizeram parte da publicação, como a palavra do mestre, justiça divina, conselhos do além, estudando e meditando comigo mesmo. Vultatura espírita. [música] Em cada um destes artigos encontramos temas valiosos sobre mediunidade, [música] sobre lei de causa e efeito, sobre os ensinamentos de Jesus, os grandes missionários, [música] luzeiros da divindade e outros. alguns destes artigos. [música] Também há marcantes editoriais, poesias e poemas que traziam belíssimas reflexões. De 1934 [música] a 1947, a sua periodicidade foi mensal. A partir de 48, [música] a revista começou a condensar dois meses num único exemplar em alguns períodos do ano. Noutros intervalos de anos, ela foi bimestral como entre 65 [música] e 1970, passando a trimestral e atualmente sua periodicidade é semestral. Com o passar do [música] tempo, a revista foi mudando as suas características e cada facículo passou apresentar grandes temas. [música] Algumas das temáticas dos últimos anos tem o título O evangelho no mundo e nos

o [música] tempo, a revista foi mudando as suas características e cada facículo passou apresentar grandes temas. [música] Algumas das temáticas dos últimos anos tem o título O evangelho no mundo e nos corações, [música] trazendo mais especificamente a obra Evangelho Segundo Espiritismo como tema mote da revista. Medicina, [música] direito e espiritualidade. Outro grande tema de número da revista: União e unificação. [música] Arte, espiritismo, famílias, encontros e reencontros. Liderança espírita, obra do Cristo, trabalho de todos. >> Estes são alguns exemplos de temas pujantes presentes na nossa revista. Aponte a câmera do seu celular para o código que aparece na sua tela e acesse o sumário geral da revista A Reencarnação, [música] presente no nosso site da FERX. Lá você encontra o acervo quase completo [música] de 1934 até o ano de 2001. pode acessar por artigos e aí então acessar a própria revista no seu formato Faximil [música] e também vai encontrar lá o acervo de 2002 [música] até a atualidade, todos os números que nós temos aqui. Acesse, [música] leia, compartilhe. São 90 anos trazendo esclarecimento e [música] luz aos corações de todo o Rio Grande do Sul e de todo o Brasil. Entre dores e flores é um romance espírita que atravessa os séculos. para revelar como os laços do amor, do arrependimento e do perdão unem almas além do tempo. Na existência presente, os personagens dessa história enfrentam desafios familiares marcados por mágoas, silêncios e escolhas dolorosas. O que teria motivado esse reencontro? De que forma as experiências do passado moldam os caminhos do agora? Com sensibilidade e profundidade, esta narrativa comovente convida a reflexão sobre a força do perdão e a beleza da providência divina, tocando o coração do leitor e transformando sua visão sobre a vida e seus vínculos eternos. Entre Dores e Flores de Gustavo Roman. É mais um lançamento da Fergs Editora, disponível nas principais livrarias espíritas do Brasil. Aquelas primeiras [música] vindas foram

e seus vínculos eternos. Entre Dores e Flores de Gustavo Roman. É mais um lançamento da Fergs Editora, disponível nas principais livrarias espíritas do Brasil. Aquelas primeiras [música] vindas foram eram muito lindas e emocionantes, porque o Divaldo, ele já vinha com aquela missão de ser o semeador, [música] do Consolador Prometido junto às massas. Sejamos nós aqueles que disputemos a honra de amar, aqueles que nos esforcemos por servir, construindo o mundo melhor que já se nos avizinha, como nos dias em que viveremos este congresso internacional de espiritismo. >> E ele vinha com aquela exuberância. [música] Eu conheci o o Divaldo jovem. Eu conheci o Divaldo que ele tinha uns 30 [música] anos, eu adolescente. E a gente sentava na no Teatro São Pedro para ouvi-los. A dona Adiná levava nós na escadaria porque para não ocupar os espaços porque lotava, [música] ficava gente em pé. Então a juventude sentava nas escadarias ou nós ficávamos na cochia do Teatro São Pedro ouvindo o Eu eu chegava ouvir o Divaldo assim a 20, 30 cm de distância ele no microfone e eu atrás da cortina. >> Tivemos a oportunidade de conhecer essa nobre alma em várias das oportunidades ao longo das décadas que esteve pelo Rio Grande do Sul, indo a dezenas de municípios. Esse embaixador da paz [música] levava na sua voz vigorosa uma mensagem de fraternidade, de amor, de união e como não poderia deixar de ser de unificação dos espíritas através do movimento espírita. >> Obrigado, Senhor, pelas minhas mãos, mas também pelas mãos que aram, que semeiam, que agasalham mãos de ternura. Mãos que libertam da amargura. Mãos que apertam mãos. Mãos dos adeusés que limpam feridas, que enxugam lágrimas e dores das vidas. Por manos de poesias, de sinfonias, de psicografias, de cirurgias. Por manos que atiend que limpia a herida sudores de las vidas por manos. os grandes congressos do Rio Grande do Sul foram ancorados, é claro, no trabalho dos espíritas do Rio Grande do Sul, da quantidade de voluntários, mas também por esta figura luminosa do

das por manos. os grandes congressos do Rio Grande do Sul foram ancorados, é claro, no trabalho dos espíritas do Rio Grande do Sul, da quantidade de voluntários, mas também por esta figura luminosa do nosso querido Paulo de Tarso do século XX. Divaldo, como é que ficou esse coração hoje nesse momento tão lindo? Bom, profundamente emocional por causa das surpresas agradáveis que foram propiciadas pelos queridos irmãos da Fetos. O Divaldo é um comunicador que trouxe na sua missão esse compromisso de atuar no quarto período de propagação da da divulgação do espiritismo, [música] que é a influência sobre a ordem social, >> que enquanto ele falava no Gigantim 2006 para aquela plateia de 12.000, 13.000 1 [música] pessoas no na metade da conferência abriu-se como se fosse um candelabro no forro do gigantinho e 100 espíritos [música] da equipe de Joana de Anches atenderam um a um das pessoas que estavam ali e se deslocavam paraas famílias, pros hospitais, enfim, pros pras paraas geriatrias, né? Foi eles que foi um fenômeno assim incrível que aconteceu, né? E a gente sentia isso, [música] né? Imagina, a gente percebia essa sensibilidade, né? E depois ele ficava autografando e convers e não só autografando, porque ele conversava com as pessoas, a gente entrava a madrugada e aquela fila não terminava. E nesses dias de tanta perversidade, de tanta indiferença, que a tua mensagem agora vai sendo divulgada e cresce para atender as almas, permite-me dizer-te da emoção que me invade sem reclamar e da gratidão que me toma, sem qualquer sentimento de outra natureza. dizendo ao Pai, ó Senhor, muito obrigado por tudo que me deste, por tudo que me dás. >> Quando nós compartilhamos com ele o primeiro convite para o sexto congresso, que reuniu 4000 pessoas em Gramado, ele achou maravilhoso e nos disse: "Realmente, o espiritismo tem que chegar a todos os corações." Então, ele sempre abriu os congressos, né? por ocasião do nosso [música] 12º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, depois de um período

Realmente, o espiritismo tem que chegar a todos os corações." Então, ele sempre abriu os congressos, né? por ocasião do nosso [música] 12º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, depois de um período longo da pandemia em que ele não pôde viajar e já com 96 [música] anos, ele nos deixou um último legado de perseverança, de superação, de compromisso. E ao longo da preparação em que ele já passava por enfermidades sérias, procedimentos cirúrgicos, convivia com dores praticamente diariamente, ele fez um último esforço e esteve [música] em 2023 aqui no nosso congresso, que foi um momento também de despedida e todos vamos nos lembrar da sua voz vigorosa, da sua mensagem, sempre com fidelidade, com compromisso com a doutrina espírita, com a fé. com a esperança e com [música] a paz. Que a vida tem um sentido que amar. Sentido decretado por nosso Senhor Jesus Cristo. Quem ama é feliz. Verdadeiramente amar é encontrar a vida e tornar a pessoa feliz. Ele sempre foi um alguém [música] que que projetava luz sobre a caminhada daqueles que estivessem [música] trabalhando no bem. sempre recolhimos dele estas [música] estas lições assim de ver no trabalhador do Cristo [música] o melhor que naquele momento ele estava podendo entregar. Poder do seu louvor. [música] Obrigado, amigo, irmão. Obrigado, Senhor. Obrigado por estar aqui no céu a luz. Você mensageiro da paz comos fil para Jesus. Nós temos uma gratidão imensa [música] pelo Divalto, por essa cotovia baiana, como a gente costuma lembrá-lo, né, que deixou esse cântico de luz cativante, muito marcado também no nosso [música] estado >> para os espíritas gaúchos. Divaldo deixa um legado [música] de união, de trabalho conjunto, de unificação com o nosso movimento federativo [música] e essa alma que semeou tantas sementes e que hoje, eu tenho certeza, [música] estão florescendo por todos os rincões do Rio Grande do Sul. De minha parte, em nome do Centro Espírita Caminho da Redenção, de todos os nossos diretores, alguns dos quais aqui estão conosco, gaúchos

estão florescendo por todos os rincões do Rio Grande do Sul. De minha parte, em nome do Centro Espírita Caminho da Redenção, de todos os nossos diretores, alguns dos quais aqui estão conosco, gaúchos também, homenageando a casa mãe de todos nós, não só do Rio Grande do Sul, para dizer aos irmãos: "Avante, este é o momento grave, mais do que nunca precisamos de estar unidos. A nossa mensagem de luz. Não apontemos erros, corrijamos. Não falemos do pântano, abramos uma vala. Não reclamemos da escuridão, acendamos uma luz. Uma leitura que aproxima o espiritismo da fonte da vida, do sagrado presente na natureza e da nossa responsabilidade na gestão dos recursos do planeta Terra. Ecoespiritualidade, trilhas do Espírito no Habitar a Terra de Felipe Trúculo Mascarenhas apresenta a cada [música] página histórias em que a conexão com o meio ambiente é o ponto [música] de partida para profundas reflexões. convite para habitarmos a terra como verdadeiros discípulos do sublime ecólogo Jesus. Ecoespiritualidade, [música] trilhas do Espírito no habitar à terra, você encontra nas principais livrarias [música] espíritas do Brasil. O sol estava a pino, [música] iluminando a calçada da Avenida André da Rocha, número 57, localizada no centro de [música] Porto Alegre. Os pedestres olhavam disfarçadamente para a vitrine, onde se viam enfileirados os exemplares de O Livro dos Espíritos, O Evangelho Segundo o Espiritismo, o Parnaso de Alentúmulo e outras obras de um autor chamado Francisco Cândido Xavier. Muitos se aproximavam com os olhos brilhantes e os corações emocionados. Outros, ao se depararem com o nome [música] espírita, faziam um sinal da cruz e atravessavam rapidamente a rua. Mas [música] era verdade. Nascia uma livraria espírita no centro da [música] capital gaúcha. Há quem diga que havia algo diferente no ar. [música] O ano de 1954 foi um período de grandes movimentos culturais [música] e intelectuais no cenário gaúcho, como a abertura do Museu de Arte do Rio Grande do Sul, o

ue havia algo diferente no ar. [música] O ano de 1954 foi um período de grandes movimentos culturais [música] e intelectuais no cenário gaúcho, como a abertura do Museu de Arte do Rio Grande do Sul, o Instituto Estadual do Livro e a primeira feira do livro de Porto Alegre. Espinelli, com sua costumeira [música] afabilidade e o seu sorriso amigo, acolhia todos. [música] O local estava apinhado de confrades. Havia uma emoção genuína no coração dos presentes. [música] Atento a tudo, o secretário da Fergs anotava cada momento para que as gerações futuras pudessem [música] saber da importância daquele evento. >> O aparecimento de uma livraria espírita. Nesta altura dos acontecimentos, assinala também a lúcida contribuição dos espíritas [música] gaúchos, a cruzada de redenção evangélica, que caracteriza o objetivo precípo do espiritismo no Brasil, ante a magnitude da tarefa da [música] construção de um mundo melhor. A partir daquele 18 de abril de [música] 1954, a livraria dos Espíritas Gaúchos nunca encerrou suas [música] atividades. Cresceu, agregou uma distribuidora, ampliou a editora, tornou-se sinônimo de credibilidade na divulgação e na difusão [música] do espiritismo. Pergues livraria 70 anos aproximando livros [música] espíritas e corações. O espiritismo [música] é uma proposta de educação pessoal que nos convida à vivência do evangelho de Jesus por meio do amor, do estudo, da paciência e do trabalho. Quando bem compreendida e praticada, a doutrina [música] espírita pode levar a um estado de paz interior decorrente da [música] aplicação cotidiana de seus princípios. É, enfim, um caminho de educação para a vida. Conheça o novo livro de Vinícius Lousada. Em cada capítulo são apresentados textos escritos com simplicidade e devotamento, destacando a excelente proposta educativa da doutrina dos espíritos. Educação para a vida, para [música] o saber virar sabedoria. de Vinícius Lousada você encontra nas principais livrarias espíritas [música] do Brasil. Conheça o livro Francisco Espinelli, O

espíritos. Educação para a vida, para [música] o saber virar sabedoria. de Vinícius Lousada você encontra nas principais livrarias espíritas [música] do Brasil. Conheça o livro Francisco Espinelli, O seareiro de Jesus. A obra revela nuances da vida de Francisco Espinelli, o jesuíta de outrora, o colaborador do movimento espírita, esposo, pai, trabalhador e dedicado seareiro de Jesus. O livro apresenta ainda aspectos da trajetória espiritual desse peregrino, do movimento espírita e de outros espíritos que integram as caravanas [música] da verdade, todos comprometidos com a divulgação do espiritismo e com a união e unificação do movimento espírita. Francisco Espinelli, o seareiro de Jesus de Janete de Azambuja, sob a orientação do espírito Eurípedes Baranufo, você encontra nas principais livrarias [música] espíritas do Brasil. A campanha espírita permanente de conscientização ecológica, aprovada pelo Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira, fundamenta-se na contribuição que o Espiritismo e o movimento espírita podem oferecer para a solução dos atuais problemas socioambientais, com a finalidade de melhoria dos indivíduos e da coletividade. A Federação Espírita do Rio Grande do Sul vem atuando na campanha com diversas ações. Diante da situação de emergência climática que nosso estado vem enfrentando, precisamos falar. É tempo de mudar. Novos tempos estão chegando. Somos chamados a novos comportamentos, novos hábitos para a nossa caminhada coletiva rumo ao mundo de regeneração. A palavra é repensar. Repensar o consumo excessivo. Repensar o uso de materiais plásticos descartáveis. repensar hábitos alimentares mais compassivos, repensar os novos comportamentos que ajudem nossa casa planetária, [música] na qual estamos todos encarnados. Repensar o uso de materiais que poluem nossas águas, bem como o seu desperdício. Repensar o uso de materiais que contribuem para o entupimento dos bueiros quando não encaminhamos corretamente os resíduos e o uso de materiais que empobrecem e desestruturam

m como o seu desperdício. Repensar o uso de materiais que contribuem para o entupimento dos bueiros quando não encaminhamos corretamente os resíduos e o uso de materiais que empobrecem e desestruturam o solo, de onde sai o alimento. Açar a compra de animais, optando pela adoção, incluindo a renovação dos hábitos que prejudicam os animais e a natureza, e, consequentemente, a humanidade. O mundo de regeneração. Você quer fazer parte desta construção? Participe desta campanha Gestão do Saber Ambiental Férix. Conheça o novo volume da obra Os mensageiros, poesias e crônicas de Maria Elizabeth [música] Barbieri. Baseado na consagrada coleção do espírito [música] André Luiz, a Ferges, Editora, apresenta uma leitura sensível e inspiradora dos 23 capítulos finais do livro, que serviu de guia e inspiração à autora. Com a presença amorosa e a [música] inspiração do benfeitor Roberto Pedro Michela, nasceu uma coletânea elaborada com delicadeza e propósito, buscando oferecer consolo, estimular reflexões e favorecer a transformação [música] interior. Os mensageiros dois, poesias e crônicas. está disponível [música] nas principais livrarias espíritas do Brasil. >> Conheça [música] o Busca Centro, a ferramenta que facilita sua procura a uma instituição espírita vinculada a [música] FERGs. Para utilizá-la é muito simples. Basta acessar www.fergs.org.br/buscacentro. [música] Você pode selecionar [música] o centro espírita que melhor atende à suas necessidades, realizando a busca por cidade, [música] CEP, atividade desejada ou até mesmo pelo dia da semana. Experimente agora mesmo e encontre um centro espírita perto de você. >> อ Eu sou Mayara Paz, estou como coordenadora de comunicação e recentemente [música] de cinema da Federação Espírita Brasileira. O meu nome é Ida Maria [música] Natividade. Eu trabalho na coordenação do de FEB Cinema da Federação [música] Espírita Brasileira e nós estamos aqui no Rio Grande do Sul no [música] que viemos assistir o docrama do CEP O Guerreiro da Paz,

dade. Eu trabalho na coordenação do de FEB Cinema da Federação [música] Espírita Brasileira e nós estamos aqui no Rio Grande do Sul no [música] que viemos assistir o docrama do CEP O Guerreiro da Paz, né? Estamos nesta jornada muito dinâmica, muito de curiosidades, de inovação e felizes por estarmos aqui junto a Ferges, nossos irmãos queridos, com quem sempre trabalhamos com muita alegria e podermos aqui falar um pouquinho sobre essa experiência [música] do cinema, né, desde a fundação da FEB Cinema a cerca de 2 anos. Então, com muita alegria, vamos aqui responder algumas perguntas, iniciando por Espiritismo e Cinema. Na sua opinião, como Allan Kardec avaliaria o cinema como uma ferramenta para a divulgação do espiritismo? A gente lembra muito da revista espírita, que para mim é uma coleção riquíssima, é um material que todos têm que estudar, sobretudo comunicadores, né? Porque nos traz ali muitas diretrizes claras sobre o nosso roteiro, eh, profissional, pessoal, né? e também eh nos dá realmente muitas orientações a respeito do nosso dia a dia, das conduções. E Kardec ali nos traz, né, uma reflexão sobre o espiritismo e [música] a arte, eh, que o o Espiritismo traz para a arte e um novo campo, né, ainda inexplorado, um campo imenso [música] e ainda destaca que os artistas que souberem bem eh conduzir com um propósito, com convicção esse trabalho, [música] terão aí uma caminhada muito positiva pela frente. Então, em relação ao cinema, né, claro, a sétima arte, [música] eh, acredito que ele estaria hoje muito contente pelas, né, pelos novos projetos que estão, eh, se mostrando, né, ao longo dos anos nos trabalhos, nas relações, nos nas negociações [música] e impulsionando sim a divulgação doutrinária por quem eh ele por por qual ele tanto lutou, né? Então a gente realmente fica [música] muito feliz pela oportunidade e sempre carrega em todos os nossos atos, em todos os nossos pensamentos, projetos, estratégias e planejamento, Kardec, né? O Cristo [música] como base. Então, as

música] muito feliz pela oportunidade e sempre carrega em todos os nossos atos, em todos os nossos pensamentos, projetos, estratégias e planejamento, Kardec, né? O Cristo [música] como base. Então, as orientações já estão ali, basta nós seguirmos, né? Então, acredito que sempre coadunando, né, com os pensamentos evangélicos, a gente terá aí eh parceiros que estejam harmonizados com esses pensamentos, que sejam parceiros que também queiram impulsionar boas palavras de amor, de perdão e que possamos aí realmente multiplicar entre tantos projetos de divulgação do nosso amado evangelho. Qual é o papel da FEB Cinema junto às produtoras de filmes com temática espírita da atualidade? O nosso papel [música] é trabalhar com as produtoras que nos nos que vem até nós ou que nós procuramos para ceder os direitos autorais. [música] Para isso, nós procuramos saber a o portfólio da empresa, [música] os as obras que já tiveram, que já fizeram, que já desenvolveram, o trabalho que já desenvolveram, [música] né, o tipo de equipe para pra gente poder analisar a viabilidade do desenvolvimento de um trabalho bom para as obras espíritas. Depois de tudo isso feito, né, da [música] das possibilidades de recursos e tudo mais, nós assinamos um contrato de sessão de direitos autorais com a empresa interessada, com a produtora interessada. [música] E aí depois nós acompanhamos o trabalho deles, eh, analisando o roteiro, analisando toda os recursos, participando inclusive das filmagens com eles. Então, esse é o nosso trabalho de acompanhamento, porque nós temos [música] que zelar pela pelos princípios doutrinários. Então, tudo isso a gente participa. Então, esse é o nosso trabalho. Quais orientações são oferecidas aos produtores para garantir que as produções abordem a temática espírita, respeitando a ética doutrinária, sem recorrer ao sensacionalismo? A FEB Cinema desempenha algum papel nesse aspecto? Bem, na realidade, como eu disse anteriormente, a gente sempre busca eh parceiros que estejam com

ética doutrinária, sem recorrer ao sensacionalismo? A FEB Cinema desempenha algum papel nesse aspecto? Bem, na realidade, como eu disse anteriormente, a gente sempre busca eh parceiros que estejam com propósitos [música] eh similares ao nosso, né? Então, o nosso foco não é comercial, o nosso foco é impulsão da divulgação doutrinária. Então, a gente, claro, [música] respeita e porque a gente compreende o mercado como a parte comercial, a parte, né, que tem toda a sua expertise [música] em relação a ao processo de produção, ao processo de edição. Eh, entendemos [música] esse lado comercial mercadológico. Porém, nós precisamos sempre ter embasamento na nossa, né, no nosso [música] caráter, nas funções. evangélica, na função integradora e na função mediática. E esse é o nosso norte de trabalho. Então, a gente sempre conversa, né, com os produtores e já traz para o trabalho produtores que coadunem realmente dessa mesma ideia, né? Então fica até mais fácil. a gente não tem que, né, que que e longe disso nós não iríamos doutrinar, não tem não trabalhamos com proselitismo, mas já são pessoas que no seu íntimo realmente têm essa vontade de bem trabalhar, né, [música] pelo bem. Então, eh, a gente realmente eh respeita a parte artística, assim como eles respeitam [música] eh a parte doutrinária, né? Então, tem sido um casamento muito feliz com todos. A gente tem trabalhado com a Disney, a gente tem trabalhado com a Paris, trabalhamos com a Fox época, né? Eh, a Universal também vem agora se somar, imagem filme, cinética, estação, então são parceiros Rubi [música] Filmes que realmente nos trazem uma alegria, né, de termos trabalhos muito ligados, [música] eh, de termos visões de mundo e valores muito próximos, né? Então, a FEB Cinema, ela tem esse papel realmente de conversar com todos, né? eh eh assistir as cenas, fazer a leitura prévia do roteiro e [música] aí sim nós temos essa possibilidade de analisar doutrinariamente e pontuar aqui, acular, né? Não corrigir jamais porque nós

s, né? eh eh assistir as cenas, fazer a leitura prévia do roteiro e [música] aí sim nós temos essa possibilidade de analisar doutrinariamente e pontuar aqui, acular, né? Não corrigir jamais porque nós estamos todos aprendendo, mas trocar ideias e experiências. Então, [música] o nosso papel tem sido muito nesse sentido e muito felizes por encontrarmos nessa caminhada parceiros tão fortes, né, que possam aí se somar a esse trabalho de divulgação. Como você acredita que os filmes com temática espírita influenciam a percepção pública sobre a doutrina [música] espírita? Eh, os filmes de temática espírita, nós acreditamos que eles têm um alcance muito maior do que apenas assistir um conteúdo nas telas e ir para casa. O filme de temática espírita, [música] ele vai como um consolo com o a mensagem de Jesus, a [música] mensagem dos espíritos amigos que trazem para toda essa nossa humanidade. Então [música] ele atinge às vezes as mães que perderam os filhos, as pessoas que [música] estão tristes, deprimidas. Então nós, o nosso interesse é que chegue essa mensagem para todas aquelas pessoas necessitadas [música] de auxílio, de consolo e principalmente de acolhimento de amor. Então essa é o que nós imaginamos que as obras espíritas possam levar, porque o mundo hoje é um mundo muito [música] violento. Nós estamos precisando de levar mensagens diferentes, mensagem de reconciliação, de crescimento, de amorosidade para todos aqueles nossos irmãos aqui da Terra. Na sua opinião, ainda há resistência, seja do público ou da própria indústria [música] cinematográfica, em relação a filmes que abordam o espiritismo? acredito que não. Eh, a gente vê aí inclusive eh os os filmes que têm aparecido, a as as novelas e produções de teatro, como elas têm sido muito bem recebidas, [música] né? Eh, a gente percebe isso, a gente percebe também em números que nós obtivemos [música] eh das pesquisas de mercado a respeito das temáticas espiritualistas. A gente vê a quantidade de público que tem se somado, né? A gente olha agora

percebe também em números que nós obtivemos [música] eh das pesquisas de mercado a respeito das temáticas espiritualistas. A gente vê a quantidade de público que tem se somado, né? A gente olha agora recentemente nosso lar dois que a gente chegou a 1.790.000 espectadores em uma época que o cinema tem sido ainda uma dificuldade pós pandemia da retomada do público. Então esse é um número muito bom, expressivo, sobretudo pro cinema nacional. E a gente [música] percebe que, como eu disse, né, os parceiros, parceiros como Disney e Paris t se somado a essa caminhada [música] por verificar a adesão do público, né, a essas histórias de bem. Então a gente fica realmente muito contente, né, por [música] perceber que o público tem se somado, o mercado tem se somado e com esses todos esses parceiros a gente consegue aí alcançar [música] cada vez mais eh, aliás, ultrapassar limites, né, alcançar cada vez mais públicos variados. [música] >> Com tantas obras literárias espíritas sendo adaptadas para o cinema. Como você avalia essas produções? Na sua opinião, quais histórias ainda merecem ser levadas às telas? [música] Nós achamos que tem ainda poucas obras espíritas sendo desenvolvidas para o [música] cinema. Nós achamos que com tantas obras maravilhosas que temos, só a FEB tem 900 títulos que podem ser eh transformados [música] para paraas telas, tanto as telas grandes como as telas pequenas que nós imaginamos que possam ser transformadas. Os livros [música] infantis podem se transformar em desenhos animados que as crianças assistam até no mesmo no celular, os filmes de juventude, aqueles livros importantes, porque é [música] um segmento que muito necessário de receber esse tipo de estímulo, esse tipo de atividade. Eles precisam de ter filmes também pra idade deles, para dos assuntos que os [música] interessem. e os adultos também, os filmes que nós estamos programando hoje, eh, existem muitas negociações, [música] mas nós achamos que ainda podemos incrementar mais ainda esse mercado

os [música] interessem. e os adultos também, os filmes que nós estamos programando hoje, eh, existem muitas negociações, [música] mas nós achamos que ainda podemos incrementar mais ainda esse mercado que que tem muitos títulos, os livros espíritas, os romances são maravilhosos, alguns [música] eh livros doutrinários podem ser transformados em obras eh muito bonitas nas telas, alguns documentários docramas como esse que [música] nós estivemos aqui assistindo. Então, tudo isso pode ser transformado. No atual momento, marcado por grandes produções audiovisuais de temática espírita, qual é a contribuição e a relevância das produções independentes e de menor orçamento como docrama na difusão do espiritismo? Eh, eh, eu vou pegar o exemplo do CEP, que é o mais recente. Nós tivemos a grande alegria, né, de acompanharmos essa produção, eh, fe da arte que é originada, né, pela arte da Fergs, equipe de arte, e que foi [música] uma grata surpresa, porque nós vimos ali uma produção de baixo orçamento, né, e a possibilidade, o que foi criado, o resultado final tão bonito, de tanta qualidade, né, que a [música] gente percebe ali que nós temos um potencial absurdo, né, se contarmos eh [música] eh livros de tantas editoras, a exemplo da editora FEB, quase 900 títulos, quantas boas histórias a gente pode vir dali, [música] né? Então, todos os formatos, eu sempre falo isso em termos de comunicação, em termos de cinema, nós temos que utilizar de todas as ferramentas possíveis para atingir públicos variados. Cada ferramenta tem uma linguagem, uma um caso de uso distinto. Então, se nós pegarmos todas elas e impulsionarmos e colocarmos como base do nosso trabalho, claro, a a parte evangélica, a parte, né, doutrinária, a gente conseguirá aí atingir públicos cada vez maiores, inclusive não espíritas, [música] né? Então, a gente percebe que cada formato vai atender a um público. O docrama, documentários são muito informativos, nos trazem ali eh informações muito importantes que a gente possa contar sobre vultos do

ão, a gente percebe que cada formato vai atender a um público. O docrama, documentários são muito informativos, nos trazem ali eh informações muito importantes que a gente possa contar sobre vultos do espiritismo, que são tão belos, né, histórias como do próprio CPÉ, espíritos realmente que nos engrandecem, né, nossas vidas, [música] eh, nas nossas buscas pela evolução, pela reforma íntima. Então, que a gente possa ali por meio de histórias, né, dramatizando ou não, né, como é o caso do do drama, a gente poder ali aprender, [música] aprender, né, e trazer pro nosso íntimo reflexões sobre o perdão, sobre o amor, como foi o caso do CEPÉ. Então, que a gente possa otimizar o uso de todas as ferramentas possíveis para alcançarmos cada vez mais corações e mentes que estão tão necessitados [música] de reflexão e de consolo, como diria, né, como sempre nos lembra Leonir, que a gente possa eh correr atrás de produtos que sejam edificantes, que elucidem e que consolem, que é o caso que foi o caso do CEP, né, e que é o caso de tantas outras obras bonitas de audiovisual, literárias, e variadas. Então, que a gente possa aí fazer um bom uso, né, de todas essas mídias que a gente eh fala, né, das variadas, critica as variadas eh internet, tudo mais, [música] lembrar que elas são nossas aliadas, o uso que fazemos delas é que ditará se elas são benéficas ou não. Então, que nós possamos bem utilizá-las para divulgação e impulsão doutrinária. Conta pra gente um pouquinho da tua relação, como começou a tua história [música] com a Fergs, com este espaço. >> Hum. Nossa, ela é uma história antiga e bonita. Começou em 2009, quando eu recebi o primeiro convite para ser uma colaboradora no ESD. >> Eu fui convidado, né? já era voluntário do movimento espírita e fui convidado pela Bet, pelo Gabriel para vir trabalhar profissionalmente. No início até o convite me causou estranheza, assim, né? Era era sair da área de voluntário e virar profissional dentro da federação me causou estranheza, mas

iel para vir trabalhar profissionalmente. No início até o convite me causou estranheza, assim, né? Era era sair da área de voluntário e virar profissional dentro da federação me causou estranheza, mas depois eu vi que era um caminho muito bonito. >> Eh, já faz 12 anos [música] eh de carteira assinada, trabalhando como funcionária, mas eu entrei em 2008 como voluntária. >> Eu estou de voluntário na Fegas, à frente do departamento de patrimônio desde 2019. E se tu pudesse assim descrever um pouquinho da tua relação com a Fergas, assim, como que tu descreveria >> a relação? É de é de amor mesmo, né? É [música] estranho a gente dizer isso por uma instituição, né? Mas eu acho que é muito pelo que a instituição mesmo representa, [música] né? Eu acho que a gente não tem isso muito aqui, a nossa cultura no Brasil, assim, das pessoas gostarem de uma instituição, mas o que ela faz na história eh te toca, né? E principalmente quando tu passa um período da tua vida aqui dentro. >> Eu me sinto bem aqui. É um lugar que a gente fica 8 horas por dia, às vezes [música] mais. Então o acolhimento é muito grande. >> E como que é a tua relação com o livro? Tu consegue descrever um pouquinho assim? Nossa, eu amo o livro. Eu gosto do cheiro do livro. Eu gosto de folhar o livro e eu gosto de marcar o livro porque eu gosto de [música] escrever. Eu gosto de colocar eh uma marcação ali onde é que eu estou. Gosto de reler aquele livro depois de [música] um certo tempo. Gosto de ler uma página. Tem livros que a gente lê e depois fica meditando. Ah, isso é muito bom. O livro é alimento da alma. Sempre digo, o livro é alimento da alma. E [música] o livro espírita, então, é o alimento vindo do do alto. >> Eh, muita gente diz que chega no espiritismo pelo sofrimento. E eu cheguei no espiritismo pelos livros, né? Não precisei da dor, eh, mas cheguei pelos livros. recebi o livro de presente, recebi o nosso lar, [música] depois recebi o livro dos espíritos de presente e depois daquela leitura não tinha mais como negar que eu tinha

, eh, mas cheguei pelos livros. recebi o livro de presente, recebi o nosso lar, [música] depois recebi o livro dos espíritos de presente e depois daquela leitura não tinha mais como negar que eu tinha relação com a doutrina espírita. E isso vem me norteando a minha vida desde a juventude, desde quando eu recebi esses maravilhosos presentes. Minha mãe que me deu. A gente chegou aqui com um grupo de voluntários, né? E a primeira impressão foi foi de fragilidade, de impotência diante da da da cena que a gente viu, né, os os os móveis, os livros, a sede em si, né, afetada pela água. Foi um dia bem difícil, assim, eh, eu tinha muita vontade de vir, mas tinha um risco para entrar aqui na fé assim. Mas eu queria muito [música] vir, né? E bom, aí um dia [música] e eu consegui eh até autorização, porque muito respons: "Olha, vou ir, vou ir, vou ir". Botei aquele macacão de borracha até o peito assim e a gente entrou aqui ainda com água dentro assim. Foi um uma coisa surreal assim. Eh, parecia que eu tinha caído em outro mundo assim, né? Por mais que tu espere que as coisas vão estar ruins, [música] mas quando tu enxerga é que é que realmente te toca assim, tu vê os os livros na água, algumas prateleiras viradas, vidros quebrados, [música] mesa que tinha saído do lugar porque tinha flutuado. Foi foi como [música] cair num mundo distópico assim, porque a gente tá o dia a dia ali, né? Era o nosso ambiente de trabalho assim. Então, foi [música] foi muito chocante, muito chocante mesmo. >> Tu lembra qual foi o pensamento que veio tua mente naquele primeiro momento? >> Lembro, mas eu não consigo falar. A gente construiu aqui, assim, a gente se mudou para cá em 2015, [música] como eu te falei, tava na na Andrea da Rocha, a gente se mudou para cá, [música] então a gente participou de todo o processo assim, eh, de pintar, de organizar livro da livraria, de ajudar os guris, ajudar tudo, a gente participava de tudo e eh tava tudo tão estruturado, tão tão legal assim, de repente ente a água vem e

sso assim, eh, de pintar, de organizar livro da livraria, de ajudar os guris, ajudar tudo, a gente participava de tudo e eh tava tudo tão estruturado, tão tão legal assim, de repente ente a água vem e leva, sabe? É como se tivesse levando uma parte assim que tu construiu, uma parte da tua história. >> Sabe que eu tenho na mente ainda assim, vem a mente assim, aquela imagem triste, dolorida, daquele livro que foi encontado daquela página que está destacada com aquela frase. [música] E eu lembro da equipe tentando recuperar livros, fazendo uma corrente humana, tentando salvar livros. Doeu bastante. Eu posso te dizer que doeu muito. >> Tem uma cena que eu vi o o Antônio Antônio Nascimento sentado numa cadeira. Nós estávamos ali dentro manchando, fazendo lanche, [música] uma hora de de de nós estávamos descansando, fazendo lanche, né? E o Antônio tava sentado ali na numa cadeira na rua do lado de um contêiner lotado de livros, livros que foram [música] fora, né? E essa cena me marcou bastante, né, aquela a figura do do presidente ali diante da [música] daquela problema que existia ali, né? Eu queria entender um pouquinho como foi pra gestão [música] eh esse desafio de reconstruir não só o espaço físico, [música] mas também o ânimo das pessoas, que também foi um desafio, né, Antônio. Então, queria que tu falasse um pouquinho sobre isso. E eu [música] acho que e a gente só superou aquele momento, né, Mari e amigos, né, porque eh a gente já estava percebendo essa a a corrente de solidariedade do Brasil espírita, né, Brasil e do exterior também, que já tava materializado, né, já tava [música] canalizado. E isso já nos dava a certeza de que nós poderíamos reconstruir. O desafio foi lidar com aqueles momentos de destruição, né, que é algo inimaginável, né? Só quem passou ali que viu a destruição, o lodo, [música] né? Aquela aquela massa de celulose decomposta ali, a perda de tantos itens que para nós não é apenas um livro, né? Mas é um repositório de luz, é esperança, é fé, né? A perda de um livro

do, [música] né? Aquela aquela massa de celulose decomposta ali, a perda de tantos itens que para nós não é apenas um livro, né? Mas é um repositório de luz, é esperança, é fé, né? A perda de um livro não é só questão econômica ali, [música] não são R$ 10, R$ 15 da edição, mas é toda aquela aquela possibilidade do que aquele livro poderia fazer na transformação das vidas, né? [música] Então, a gente sentia muito aquela dor daquela perda ali que, lógico tá sendo substituída, [música] mas que a gente gostaria que não tivesse acontecido. Mas aí quando eu vi aquela aquele pessoal todo ali calçando as botas, colocando as luvas e as máscaras, né, e botando a mão na lama, né, literalmente, essa sensação de de de fragilidade se tornou uma uma sensação assim que a gente poderia ã refazer. >> Conta pra gente, Adri, o que que tá acontecendo hoje aqui. >> Hoje tá rolando multilhão de limpeza na Federação Espírita do Rio Grande do Sul. Todo mundo muito animado, deixando tudo bonitinho que nós precisamos recomendar, reconstruir, recomeçar melhor do que era >> eh essa essa questão do reconstruir para nós foi muito bonita pela coletividade, pela união, né? A gente recebeu muita força das pessoas próximas e [música] das pessoas distantes. E essa essa noção de de pertencimento [música] e de construir junto ficou muito mais forte, né? Eu lembro de quando chegamos aqui, quando foi possível ter acesso à sede das pessoas que a gente encontrou, que nós nos abraçamos e nós nunca perdemos a esperança. Isso foi muito belo, porque mesmo naquela adversidade toda, o olhar um do outro, aquele olhar de tristeza, mas de esperança, como quem diz, vai passar e nós vamos vencer juntos. Eu senti aí, juntos. E aí tu via o trabalho de cada um, né, ali juntos com o mesmo objetivo, >> que e é a chama da esperança é que ela ela, digamos assim, não se apagou e ela realmente vitalizou todo aquele bom ânimo nós nosso, né, de todas os integrantes da equipe na forma de trabalho, né? Eu acho que essa manifestação do trabalho, dessa

digamos assim, não se apagou e ela realmente vitalizou todo aquele bom ânimo nós nosso, né, de todas os integrantes da equipe na forma de trabalho, né? Eu acho que essa manifestação do trabalho, dessa superação, né? Eu lembro que a gente visitava a cada momento chegava tinha que lavar as botas, colocar, chegava em casa e passar porque era um um lodo fétido, né, que grudava, que era difícil, né? Tinha coisas que a gente às vezes não tinha nem como como recuperar mais, né? A gente só resistiu ali, né? Porque a força e o amparo da espiritualidade é muito grande, né? Basicamente isso. é uma grande lição, né, que que fica pra gente, né? Somos sempre amparados pelo alto e as boas ações eh sempre vencem, né? O trabalho coletivo [música] de união é que traz os resultados para todos assim, os melhores resultados. >> Pessoas diziam [música] a FERGAS, né? lá em Porto Alegre não se sentam participantes. Acho que desta vez essa reconstrução permitiu [música] com que todos optassem e participassem dessa reconstrução. Então acho que mais do que nunca, né, a expressão A Casa do Espírita [música] Gaúcho eh faz tanto sentido. >> E como é que tá o coração agora? >> Agora tá super feliz, né? agora tá super feliz assim, o prédio tá lindo, a gente tá louco para estar lá dentro, para arrumar, para ver os livros no lugar de novo. >> É tanta coisa bonita, tanta coisa linda assim e a expectativa de ver o pessoal vindo na livraria comprar, de consolar corações. >> E agora com [música] a expectativa da reabertura, da retomada, a gente tem certeza que certamente esse vai ser um ponto de encontro, as pessoas vão vir, né? Eu acho que não vão [música] deixar de vir a Porto Alegre sem vai ser não um ponto turístico, né? Nem um ponto de peregrinação, vai ser um [música] ponto importante assim na agenda da gente tem que visitar, né? Assim como certamente quem vai a Salvador quer visitar a Manão [música] do Caminho. Quem vai a Brasília, quem na FEB, quem não é a Porto Alegre tem que vir na Ferg. เฮ

da da gente tem que visitar, né? Assim como certamente quem vai a Salvador quer visitar a Manão [música] do Caminho. Quem vai a Brasília, quem na FEB, quem não é a Porto Alegre tem que vir na Ferg. เฮ >> A fé que somos nós. A fé que somos nós. Vamos erguer [música] a nossa voz. Árvore [música] frondosa bem copada com seus galhos [música] que se alongam. Com um abraço generoso, acolhendo as tuteladas que são células do amor. Que são células do amor. >> Nos 100 anos de jornada, >> a fé somos nós. A fé [música] somos nós. Vamos erguer a nossa voz. Mãe generosa, árvore frondosa na proteção [música] de CP. >> Mãe generosa em seu labor, descendo os fios que são os elos. A ligação à casa de Ismael, rede do bem, unificadora, [música] a espargir ternura em luz. A espargir ternura em luz. A bondade e [música] o amor. A fé que somos nós. A fé que somos nós. Vamos erguer [música] a nossa voz. Mãe generosa, árvore frondosa, a proteção de pé. >> É sentinela [música] das cochilhas, és o farol a iluminar nosso Rio Grande, como cantar do quero quero que se expande, aar pelas campinas verdejantes, a despertar nos lamutantes [música] corações. >> A candeia luminosa de Jesus. 100 anos de labutas, 100 [música] anos de conquistas, 100 anos de labuta, 100 anos de conquistas. >> A fé que somos nós. A fé que somos nós. Vamos erguer [música] a nossa voz. Mãe generosa, árvore frondosa, na proteção de pé. [música] A febre somos nós. A febre somos nós. Vamos erguer a nossa voz. [música] >> Deixemos agora que os nossos corações em festa custodiem as vibrações fraternas desta ordem inesquecível. que se cale o nosso falar para que o espírito viva no silêncio a alegria desta comunhão, onde voz íntima diz-nos que todos caminhamos para Deus. Não perturbemos a felicidade que invade nosso ser, rompendo resistências para dizer-nos que ela se instala na alma do peregirino quando deixa-se bafejar pela verdade da vida, onde as criaturas seam, se entendem, se temem, se amam. Temos um ideal que nos liga para tudo e

as para dizer-nos que ela se instala na alma do peregirino quando deixa-se bafejar pela verdade da vida, onde as criaturas seam, se entendem, se temem, se amam. Temos um ideal que nos liga para tudo e sempre. Esse ideal traz em si o poder de propiciar-nos uma vida de graças nos céus. E na hora que paz somos nós, os cristãos novos, portadores de uma grande mensagem para o mundo, a mensagem de salvação efetiva da humanidade. Mensagem onde não se prega conquista de poderes, de riqueza, de mando, onde não se pleiteiam territórios. luxos, competições, mensagem em que o servidor não condiciona serviços, não pede recompensas, não exige retribuições, não impõe sacrifícios para satisfações mundanas. Mensagem de salvação, de redenção, porque mensagem de fraternidade e de amor é a mensagem do Espiritismo calcada e iluminada pela vida e pela obra do Cristo. única capaz de felicitar a Gênesis, peregrinos que escalam a estrada do Calvário do mundo para asender as que conduz a criatura ao pregaço do Criador. É a mensagem que o Espiritismo envia o mundo nesta hora que passa. >> เ >> Não há [música] dor que dure para sempre. >> Não há [música] mal capaz de apagar >> a luz. [música] Os do amor agradecem o valor do esforço [música] no bem de se dar alguém e ser acolhedor. >> Não haverá [música] jamais >> nenhuma sombra capaz de conter a semente da luz semeada por [música] Jesus. Eterno é o amor de Deus. Eterna é a [música] luz do Pai. Tão grande que não sei dizer, tão forte que nem sou capaz de imaginar, mas posso [música] olhar para dentro do meu coração, onde o sentimento e a razão unidos pela [música] fé descobrirão que eto [música] é O amor de Deus eterna é a luz do Pai. Tão grande que [música] não sei dizer, tão forte que nem sou capaz de imaginar, [música] mas posso olhar para dentro do meu coração, onde o [música] sentimento e a razão unidos pela fé. >> Não há dor [música] que dure para sempre. Não há [música] mal capaz de apagar a luz, o amor, [música] a grandeza e o valor.

ntro do meu coração, onde o [música] sentimento e a razão unidos pela fé. >> Não há dor [música] que dure para sempre. Não há [música] mal capaz de apagar a luz, o amor, [música] a grandeza e o valor. Do [música] esforço no bem de ser alguém, de ser acolhedor. [música] Não haverá jamais nenhuma sombra capaz de conter [música] a semente da luz semeada por Jesus. Eterno [música] é o amor de Deus. Ena é a luz do Pai. Tão grande que não sei dizer. tão forte [música] que nem sou capaz de imaginar, mas posso olhar para [música] dentro do meu coração, onde o sentimento e a razão unidos [música] pela fé descobrirão que eterno é o amor [música] de Deus, eterna É a luz do pai tão grande que não sei dizer, [música] tão forte que nem sou capaz de imaginar, mas posso olhar para dentro do meu [música] coração, onde o sentimento e a razão unidos [música] pela fé, escolherão >> Cuida do meu filho que terá a tarefa de mergulhar os corações desta [música] terra na água lustral do evangelho de Jesus. Então esse é o momento de encontro dessas duas almas. >> E ele como que inspirado por Deus [música] trabalharia sempre para fazer a paz. >> Essa história é uma história de amor. >> Você mandou desamarar os prisiones. >> Por quê? [música] Ah. [música] O sono começava a fazer pesar as suas pálpebras. [música] Era tarde e o dia fora de intenso trabalho. [música] Procuravam reunir as poucas coisas que levariam na viagem para a nova vida. Não sabiam o que os esperava [música] leemmar. Não tinham noção precisa da jornada que enfrentariam até chegar ao Brasil. [música] Com sua determinação e coragem, dona Amália informara aos filhos que conseguira reunir o dinheiro para as [música] três passagens e que estava decidida a ir encontrar o pai deles, que não dava notícias [música] desde que se fora em busca de fortuna. Estava assim a mãe de Francisco, decidida a reunir a família. Quantas vezes [música] ele surpreendia as lágrimas silenciosas e doridas, banhando o rosto daquela mulher forte que se dedicara [música]

. Estava assim a mãe de Francisco, decidida a reunir a família. Quantas vezes [música] ele surpreendia as lágrimas silenciosas e doridas, banhando o rosto daquela mulher forte que se dedicara [música] a cuidar dos filhos, enfrentando com nobreza a solidão e a responsabilidade por eles que ficaram com ela. Não raro, a avó, os demais familiares maternos, os vizinhos e amigos buscavam demovê-la da espera, [música] aventando a possibilidade da morte do marido em face da [música] prolongada falta de notícias. recomendando-lhe um novo [música] consórcio diante da situação de abandono em que ficaram. Dona Mália sempre se recusou a ouvir tais [música] sugestões e no seu coração resoluto afirmava que um dia partiriam para unirem-se outra vez com o afeto querido que os havia precedido na ida para a América. >> Francisco fechou o livro, todo marcado pelo cebo das velas surrupadas aos [música] pacotes da avó, apagou-a e guardou o toco fumegante para as futuras leituras as escondidas [música] nas noites seguintes. O sono intensificava. preparou-se para dormir [música] quando percebeu ao lado da cama um vulto que lhe era familiar. [música] sonhava com ele seguidamente e confabulava em sonho. Sua fisionomia serena e forte lembrava o padre com quem sua mãe conversava e confessava na igreja consagrada a Santo Antônio. Mas ele não trazia as vestes ou insígnias do clero. Crecia-se mais com um médico. O casaco alinhado deixava ver os punhos muito alvos da camisa. Os bigodes e a barba bem cuidados conferiam dignidade e nobreza à sua presença. sentado aos pés do leito, onde Francisco se recolhia, fitou-o bondosamente e pela primeira vez o rapazinho percebeu que todos os encontros ocorridos [música] nos sonhos tinham como objetivo prepará-lo para a viagem que se anunciava. Não sabia como, mas teve certeza. Ele não precisou de palavras, apenas um entendimento estabelecido entre as duas mentes. [música] Ouviu dizer: "Francisco, há uma igreja para construir na América e um largo trato de terra produtiva que

le não precisou de palavras, apenas um entendimento estabelecido entre as duas mentes. [música] Ouviu dizer: "Francisco, há uma igreja para construir na América e um largo trato de terra produtiva que aguarda pelo seareiro. Vai e não olha para trás. Aqui recolheste o sedimento [música] que te dará forças para auxiliares na construção do novo mundo. Muito tempo depois identifiquei que aquele venerável homem era Bezerra de Menezes e compreendi com o passar dos anos qual a igreja a qual ele se referia. Foram dias felizes, aqueles em que a comunidade espírita foi sendo edificada com as forças de cada um daqueles espíritos endividados [música] como eu, que vieram resgatar na pátria do evangelho o seu compromisso com o Cristo. Что? >> No alto da colina, a estampa imponente, [música] o olhar atento [música] a luzir com Fal um fanal. É cepé o cacique cuidando de sua gente. Nascenda redentora [música] em busca de um ideal. A estrela que guiou os [música] intrépidos pioneiros e amparou do peregrino as [música] caminhadas. Ao Brasil foi junto com os leais [música] caravaneiros. sendo a bússola fiel dessas [música] jornadas. Ave cacique venerando espírito altaneiro. Dai-nos por bondade aos tutelados teus a façanha de servir como Jesus. ao mundo inteiro a façanha de servir com Jesus. Todos nós buscamos crescer, ampliar horizontes, conhecer pessoas, [música] lugares e a nós mesmos. O livro Crescendo com [música] você de César Braga Saí convida para essa jornada [música] de crescimento de forma leve. sem pressa, sem peso e sem culpa. Conheça mensagens que inspiram [música] reflexões, despertam mudanças e motivam a viver o que realmente importa, reunidas em uma edição de bolso feita [música] para acompanhar você no dia a dia, crescendo com você [música] de César Braga Saí. É um novo lançamento da Fergs Editora, já disponível nas principais livrarias [música] espíritas do Brasil. O mundo vivia em [música] grandes perturbações. As criaturas andavam empenhadas em conflitos constantes,

nçamento da Fergs Editora, já disponível nas principais livrarias [música] espíritas do Brasil. O mundo vivia em [música] grandes perturbações. As criaturas andavam empenhadas em conflitos constantes, assemelhando-se aos animais ferozes quando em luta violenta. Os ensinamentos dos homens bons, prudentes e sábios, eram rapidamente esquecidos. Porque depois da morte deles, ninguém mais lhes lembrava a palavra orientadora e conselheira. A ciência começava com o esforço de algumas pessoas dedicadas à inteligência. [música] Entretanto, rapidamente desaparecia porque lhe faltava continuidade. Era impraticável o prosseguimento das pesquisas louváveis sem a [música] presença dos iniciadores. Por isso, o povo, como que sem luz, recaía sempre nos grandes erros, dominado pela ignorância e pela miséria. Foi então que o Senhor, compadecendo-se dos homens, lhes enviou um tesouro de inapreciável [música] importância, com o qual se dirigissem para o verdadeiro progresso. Esse tesouro é o livro. Com ele apareceu a escola. Com a escola, a educação [música] foi consolidada na Terra e com a educação, o povo começou a livrar-se do mal conscientemente. Muitos homens de cérebro transviado escrevem maus livros, inclinando a alma do mundo ao desespero e a ironia, ao desânimo e a crueldade. Mas as páginas dessa natureza são apressadamente esquecidas, porque o livro é realmente uma dádiva [música] de Deus à humanidade, para que os grandes instrutores possam clarear o nosso caminho, conversando conosco acima dos séculos e das civilizações. É pelo livro que recebemos o ensinamento e a orientação, o reajuste mental e a renovação interior. Dificilmente [música] poderíamos conquistar a felicidade sem a boa leitura. O próprio Jesus, a fim de permanecer conosco, legou-nos o Evangelho de amor, que é, sem dúvida, o livro divino, em cujas lições podemos encontrar a libertação de todo o mal. Um tributo à obra que atravessa gerações. Os mensageiros, [música] poesias e crônicas de Maria Elizabeth Barbieri traz uma mensagem que emociona

as lições podemos encontrar a libertação de todo o mal. Um tributo à obra que atravessa gerações. Os mensageiros, [música] poesias e crônicas de Maria Elizabeth Barbieri traz uma mensagem que emociona e inspira. [música] Os primeiros 28 capítulos do livro original ganham nova vida [música] em poesias e crônicas que tocam a alma, preparando o espírito para os panoramas mais [música] felizes da vida futura. Mais um lançamento da Ferds Editora, disponível [música] nas principais livrarias espíritas do Brasil. É com muita alegria [música] que estamos comemorando os 90 anos do periódico A reencarnação. A reencarnação escrita reencarnação [música] até o mês de outubro de 1946 é órgão oficial de difusão da Federação Espírita [música] do Rio Grande do Sul. Teve seu primeiro número publicado [música] em 3 de outubro de 1934, em homenagem à data de aniversário de [música] Allan Kardec. Neste período estava à frente da presidência da FERGs e o Defonso da Silva Dias [música] e o seu primeiro diretor foi Oscar Breyer. A imprensa [música] em forma de periódico mensal foi a melhor alternativa encontrada por nossos irmãos [música] que estavam à frente do labor federativo à época para abre aspas articular melhor todas as entidades filiadas. dando-lhes orientação uniforme, tendente a se estabelecerem normas comuns de trabalho e perfeita [música] compreensão da verdade. Fecha aspas. E isso vamos encontrar no número um, no ano um, [música] da reencarnação, 1934. Foram diversos colaboradores que com boa vontade, dedicação e responsabilidade contribuíram com as páginas da reencarnação ao longo destes 90 anos. Nomes como Conrado Ferrari, Francisco Espinelli, Cecília Rocha, José Simões de Matos, [música] Leopoldo Machado, >> Roberto Michelena, Nei Pinheiro, que eram alguns destes presidentes da FERGs, outros nomes importantes do movimento espírita do Brasil, contribuíram com belíssimas reflexões elaboradas à luz da doutrina espírita. auxiliando a sociedade da época e o movimento espírita em geral.

outros nomes importantes do movimento espírita do Brasil, contribuíram com belíssimas reflexões elaboradas à luz da doutrina espírita. auxiliando a sociedade da época e o movimento espírita em geral. Em suas páginas, os espíritas puderam acompanhar [música] conteúdos informativos sobre a Fergs e o movimento espírita do estado, tais como orientações e recomendações [música] da FERG, notícias da organização federativa, convocação de reuniões e assembleias, relatórios [música] anuais. Esses títulos eram aqueles que constavam nos periódicos [música] da época. Também constava divulgação de campanhas, indicador espírita de Porto Alegre, sociedades filiadas [música] à Federação Espírita do Rio Grande do Sul, onde podíamos acompanhar os anos, os meses, qual era quem sairam os presidentes, a diretoria de todas as casas que se filhavam ao movimento [música] espírita gaúcho. Isso mesmo. >> Boa tarde, meus amigos. Sejam todos muito bem-vindos de volta. Vamos nos acomodando, reencontrando nossos assentos para darmos sequência ao nosso evento comemorativo. Seguimos juntos na programação da tarde com novos momentos de aprendizado e reflexão. Após essa pausa, convidamos todos a entrarem novamente em sintonia com a espiritualidade amiga por meio de mais um momento de arte. Respirem fundo. Façamos silêncio. Serenemos o coração e o nosso pensamento e permitamos nos emocionar neste momento. pessoas Olá, pessoal. Boa tarde. Sejam bem-vindos de volta. Vamos continuar nossas atividades e agora para então abrir esse segundo momento, né, desse dia maravilhoso de comemoração de aniversário da nossa federativa, a gente vai tocar mais algumas músicas pra gente também já ir se harmonizando prosseguimento dos trabalhos. Então a gente faz nossa apresentação, de novo. Quando me deparei [música] com o fim desse existir, precisei [música] me despedir apenas [música] para anotar uma missão a continuar. [música] A velha casa retornar [música] nas vicissitudes do [música] mundo, no pranto dos dias escuros,

desse existir, precisei [música] me despedir apenas [música] para anotar uma missão a continuar. [música] A velha casa retornar [música] nas vicissitudes do [música] mundo, no pranto dos dias escuros, encontro o meu porto [música] seguro na infinita bondade de Deus. Já que as dores são só temporárias, são lágrimas [música] que ensinam a calma. Perdi os olhos do corpo e ganhei os olhos da alma. Nas [música] [música] vicissitudes do mundo, no pranto dos [música] dias escuros, encontro o meu porto seguro na infinita bondade de Deus. Já [música] que as dores são só temporárias, são lágrimas que ensinam a calma. Perdi os olhos do corpo e ganhei os olhos da alma. Os olhos da alé. >> Nas vicitudes do mundo, no pranto dos dias escuros, encontro o meu porto seguro. na infinita bondade de Deus. Já que as dores [música] são só temporárias, são lágrimas que ensinam [música] a calma. Perdi os olhos do corpo e ganhei os olhos da alma. >> Muito obrigada, gente. Essa música e eu e o Guga tivemos o prazer de tocar no nosso último congresso, né, da Fergs também. Foi uma música composta por mim, especialmente para a parte do teatro, né? Essa música ela faz parte da contação da história de uma das personagens que foi retratada no nosso congresso, quem tava aí e quem lembra, né? E agora, nesse momento, a gente gostaria de convidar aqui ao palco conosco personalidades muito importantes, poentes, gaúchos do espiritismo, que nessa manhã e agora pela tarde vocês vão ver e já viram circulando aqui pelo espaço. Então, eu gostaria de, primeiramente, chamar aqui ao palco Lucas Lopes Quintana, que está interpretando Ivon Costa, médico e conferencista. Priscila Graces, interpretando Dina Rocha, evangelizadora. Paulo André, interpretando Coronel Roberto Michelena. Melissa Monteiro, interpretando a irmã Rolica, que era receitista na casa espírita fundada em Santa Maria por volta dos anos de 1920. Todos personalidades muito importantes, pessoas que dedicando a sua vida ao espiritismo, eh, pavimentaram o caminho

e era receitista na casa espírita fundada em Santa Maria por volta dos anos de 1920. Todos personalidades muito importantes, pessoas que dedicando a sua vida ao espiritismo, eh, pavimentaram o caminho para que hoje nós possamos estar aqui celebrando tantos anos, né, da nossa federativa, tantos anos de trabalho e que assim como eles, a gente também siga esse exemplo, continue fazendo a nossa parte para que a gente continue preparando o terreno para aqueles que vão vir depois da gente. Então gostaria de chamar mais duas pessoas que aí eu vou deixar eles falarem por eles mesmos e se apresentarem. Alex Manzônia interpretando Francisco Espinelli e Clélia Gular interpretando Cecília Rocha. Boa tarde, queridos amigos. Nós gostaríamos de agradecer muito a oportunidade de estar trazendo materialmente a lembrança desses nossos grandes espíritos que nós sabemos que estão aqui e que continuam cuidando da nossa federação no plano espiritual. É uma honra muito grande interpretar a Cecília Rocha, essa mulher tão poderosa que fez tanto pelo nosso movimento espírita, continua fazendo, auxiliando nos estudos, percorrendo o país, uma jovem no século passado, desbravando, com coragem, com determinação e com auxílio de tantos, da sua cunhada de do nosso querido Francisco Espinelli e conseguindo levar os estudos espíritas a outro patamar. Nós estamos muito, muito, muito felizes por essa oportunidade e tenham certeza que saberão ainda muito mais dessa história em breve. Muito obrigada. >> Boa tarde a todos. Boa tarde, obrigado pela presença. Então, como a nossa amiga falou, é uma honra interpretar esses amigos, né? principalmente esse irmão Francisco Espinelli, que deixou lá sua terrinha de Salermo na Itália e veio aqui, né, para esse nosso campo Pampa para colaborar tanto nesse trabalho de Jesus, nos trazendo esse processo da unificação, né, esse processo tão integral dentro do movimento espírita, dentro da evangelização, colaborando para que hoje nós tivéssemos esse hábito de leitura muito maior,

trazendo esse processo da unificação, né, esse processo tão integral dentro do movimento espírita, dentro da evangelização, colaborando para que hoje nós tivéssemos esse hábito de leitura muito maior, trazendo endo essa ideia de, né, uma livraria, né, livros dentro de cada centro espírita. Então, acho que nada mais, né, nada melhor, eh, do que o nosso querido Espinelli nos dizer, né, como é que ele sentiria isso. Então, amados irmãos, que esta tarde, muito além de estarmos aqui presentes, possamos unificar os nossos corações com as bênçãos de Jesus. que hoje possamos juntos encontrar o Cristo em cada olhar amigo, fazendo que esta obra, este aniversário da nossa amada federativa, nossa amada casam, possa muito além de ser uma festa coletiva, ser uma alegria dentro do coração de cada um por estarmos juntos, fazendo cada um o pedacinho que nos cabe. Muito obrigado pela presença de todos. Que tenhamos uma boa festa. Sim. Adormecer para despertar. >> A certeza de que a vida vai continuar me entender como imortal, [música] educar o coração de forma natural. O amor [música] ensina que as dores são pequenos instantes em meio à imensidão da existência. [música] infinita, vida nova, transformação, justiça divina. [música] É que afinal este não é o fim. [música] Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova que insiste, evoluir. Adormecer para despertar [música] a certeza de que a vida vai continuar. Me entender como [música] imortal, educar o coração de forma natural. A dor ensina humildade para servir. Fraternidade [música] no futuro a construir. Como estrela que ilumina [música] o porv. Vejo renovação [música] e um novo começo que inicia no partir. É que afinal esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já posso reprimir. Sou super nova que insiste evoluir. É que afinal esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova que insiste em evoluir.

á posso reprimir. Sou super nova que insiste evoluir. É que afinal esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova que insiste em evoluir. Quem sabe cantar junto é que afinal esse não é o [música] fim. Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova que insiste. E volum e explosão [música] já posso reprimir. Sou super nova que insiste [música] em voluir. super nova que insiste >> Toda a nossa gratidão à área de arte espírita da Ferrex, que torna encontros como este ainda mais especiais. O ano de 2026 trará lançamentos especiais na programação da Ferrex Play, o canal da Federação Espírita do Rio Grande do Sul no YouTube. Vamos conferir. >> Olá, queridos amigos. Eu sou Larissa Carvalho e venho convidar você a acompanhar [música] dois lançamentos especiais que terão destaque na Fergus Play em 2026. Neste ano em que a Ferg celebra seus 105 anos, [música] vem aí o podcast Na História da Ferx. Mensalmente você vai acompanhar [música] bate-papos com historiadores e pesquisadores do movimento espírita que vão compartilhar curiosidades, fatos importantes da nossa FERGs e da trajetória do Espiritismo no Rio Grande do Sul. Em [música] 2026, você também acompanha o programa ao vivo, revista espírita em Diálogo, um grupo de estudos virtual [música] e aberto, dedicado à reflexão de textos relevantes da revista espírita de Allan Kardec. Inscreva-se na Ferg Play, o canal da Fergs no YouTube e fique por dentro dessa programação [música] especial. Esperamos você. E para quem gosta de um bom bate-papo literário, esse ano temos a estreia da sexta temporada da sexta-feira literária. Acesse youtube.com/fergplay. Inscreva-se, compartilhe com os amigos e acompanhe a programação. Chegou o momento do primeiro painel da tarde com Artur Valadares, que abordará o tema A busca pelo reino de Deus à luz do Espiritismo. Artur Valadares é orador espírita, cofundador do NEP Paulo de Tarso e dedica-se há mais de 10 anos à

da tarde com Artur Valadares, que abordará o tema A busca pelo reino de Deus à luz do Espiritismo. Artur Valadares é orador espírita, cofundador do NEP Paulo de Tarso e dedica-se há mais de 10 anos à divulgação do Evangelho e do Espiritismo no Brasil e no exterior. Com vocês, Artur Valadares. Prezados amigos e amigas, boa tarde para todos nós. >> Que o Senhor nos abençoe neste dia de reflexões e de aprendizados. Começaremos aqui com a nossa autodescrição. Me chamo Artur Valadares, tenho a pele branca, os cabelos e os olhos castanhos. Estou utilizando um óculos de grau. Tenho uma camiseta azul com um detalhe no Crist do Cristo no peito e tem a estatura por volta de 1,74 m. Queridos amigos, é com muita alegria que estamos aqui hoje num dia de festa e não poderia iniciar a fala sem antes, aproveitar para parabenizar a Fergs, na pessoa aqui do seu atual presidente Antônio, parabenizando a todos os trabalhadores que estiveram envolvidos nestes 105 anos de existência. de serviço, de aprendizado, de oferta com Jesus, com Kardec, com a espiritualidade amiga. Certamente não são poucos os corações que desse trabalho tem recolhido bênçãos, orientações e inspirações para sua jornada. Então, muito nos felicita podermos participar desse evento comemorativo da Casa Matter aqui do Espiritismo em Terras gaúchas, deixando os nossos votos de muitos anos mais de trabalho nessa imensa seara do Cristo. Como ele mesmo nos dizia, grande a seara. Aquele tempo ainda não tantos eram os seifeiros. Com o tempo eles têm crescido, mas há sempre espaço, porque o trabalho é imenso. E não falamos aqui de um trabalho de alguns anos, algumas décadas, tampouco alguns séculos. Estamos a falar de um trabalho para os milênios, que é o trabalho da iluminação do espírito em sua infinita jornada de ascensão. Então ficam os nossos votos de muitos anos, de muitos séculos mais de trabalho com Jesus e com Kardec, que estejamos no corpo ou fora dele, porque nós espíritas temos essa certeza, né, e essa compreensão de que o trabalho se

tos de muitos anos, de muitos séculos mais de trabalho com Jesus e com Kardec, que estejamos no corpo ou fora dele, porque nós espíritas temos essa certeza, né, e essa compreensão de que o trabalho se expande para muito além do que os nossos olhos carnais podem ver. Então que sigamos, que sigamos nesse espírito de festividade espiritual, de alegria, de gratidão pelas bênçãos do Espiritismo em nossas vidas, buscando, claro, também com ele aprender aquilo que nos compete em termos de trabalho, de realização, para transformarmos a nossa gratidão em uma gratidão efetivamente mais lúcida. verdadeira, como nos diz Emanuel, a melhor maneira de agradecer nos círculos do cristianismo está no devido aproveitamento das dádivas recebidas com eficiência, com dedicação. E esse é o nosso intuito, para além da gratidão nas palavras, aquela que se traduza em nossa transformação, em nossa realização, à luz do quanto temos recebido do espiritismo. E o tema que nós vamos tratar nesse momento gira exatamente em torno disso, essa busca essencial, busca fundamental do reino de Deus, agora por nós entendida ou analisada à luz do Espiritismo. E é sobre isso então que nós vamos conversar, buscando primeiramente entender o que é essa expressão ou essa proposta tão fundamental e tantas vezes mencionada no Evangelho de Jesus. O que ele quer dizer com o reino de Deus, com essa promessa que ele oferta à humanidade, aos séculos do por vir. E quem fala reino fala também reinado. Eu acho que está aqui um dos principais recursos de entendimento desse conceito que é para nós no evangelho, no cristianismo, tão fundamental. Reino de Deus é o reinado de Deus. Onde reinado de Deus a se estabelecer no plano íntimo da criatura. Em outras palavras, trazendo o conceito para ainda mais próximo de nós, falar do reinado de Deus é compreender que todos nós, enquanto criaturas, somos chamados a substituir determinadas forças, determinadas ilusões, caprichos que muitas vezes ainda nos governam em nossas escolhas,

einado de Deus é compreender que todos nós, enquanto criaturas, somos chamados a substituir determinadas forças, determinadas ilusões, caprichos que muitas vezes ainda nos governam em nossas escolhas, em nossas decisões. por um reinado que seja realmente divino, isto é, por escolhas, por decisões a se traduzirem depois em ações, em hábitos que derivem verdadeiramente da governança de Deus em nós. Governança divina, isso é o reino de Deus. Governança divina no plano interno da criatura. Isso é o reino de Deus como projeto maior para todo espírito em jornada. Podemos usar aqui uma expressão que talvez sintetize isso de maneira ainda mais completa e profunda. Uma palavra que no contexto do Evangelho é tão essencial também e que foi tão bem abordada pelo apóstolo Paulo, por exemplo, embora tenha sido depois mal interpretada em muitas ocasiões. Vamos traduzir todo esse conceito do reinado de Deus por essa palavrinha chave, fidelidade, que Paulo vai denominar nas suas epístolas como sendo fé, recordando a própria origem da palavra fé na sua língua, no hebraico, no aramaico, que vem de emuná, que significa justamente fidelidade. Por isso, esse é um conceito tão presente, tão abordado nas cartas paulinas. Ele tanto fala da fidelidade de Deus, porque Deus é onipotência, é soberana justiça, soberano amor, misericórdia infinita. Deus vela pelas suas criaturas. Deus é soberanamente justo e bom, como aprendemos com a doutrina espírita. Então, Deus é fiel. O Deus é perfeito. Tudo que ele faz, ele o faz visando o progresso, o aperfeiçoamento, a felicidade de seus filhos. Então, essa é uma frase muito conhecida nas cartas de Paulo. Deus é fiel. Só que há a contraparte, aquela que nos diz respeito mais propriamente. Da parte de Deus haveremos e poderemos esperar sempre o melhor. Mas a questão é o que vem da criatura, da parte de cada um de nós, o que tem sido ofertado nessa relação. E aí entra o fundamental conceito da fé para Paulo. Fé entendida como fidelidade, governança de Deus no âmbito da

ue vem da criatura, da parte de cada um de nós, o que tem sido ofertado nessa relação. E aí entra o fundamental conceito da fé para Paulo. Fé entendida como fidelidade, governança de Deus no âmbito da criatura. A criatura que entende a vontade divina, seus desígnios, suas leis e é daí por diante ou busca ser cada vez mais fiel, realmente deixando-se governar, conduzir pelo criador e por suas sábias, justas e perfeitas leis. Esse é um conceito chave nas epístolas de Paulo, porque ele entendia que aí está a grande questão. Já que o projeto maior do evangelho é o reino de Deus, não chegaremos a entendê-lo, muito menos a empreendê-lo, se não entendermos que ele passa necessariamente por um projeto, por um esforço de fidelidade da criatura em relação ao criador, à suas leis, à sua proposta para nós traduzida em vida no evangelho pela vida de Jesus. Então, quando Paulo trata na sua carta aos Romanos, por exemplo, sobre a salvação pela fé, é disso que ele ele está tratando. A salvação para nós no espiritismo, a edificação do aperfeiçoamento do ser, o desenvolvimento de suas potências, a libertação de suas paixões, do cativeiro das ilusões, das paixões. Tudo isso passa necessariamente pela fé, mas não a fé meramente intelectual no estreito âmbito da crença, que é uma parte importante da fé, mas que não a resume. Não é dessa fé apenas que Paulo trata. E por isso ele foi ao longo dos séculos tão mal compreendido, porque pensávamos, não, o reino de Deus então estará garantido para nós desde que aceitemos Jesus como nosso mestre e Senhor. Mas isso é o primeiro ato do processo, o que não nos exime de tudo que vem depois. Porque fé para Paulo é essa implementação gradativa em nossas vidas de fidelidade ao que está no evangelho, que é o mesmo que dizer de fidelidade ao projeto divino para cada um de nós, os seus filhos. Então veja que o conceito vai ganhando novos contornos, novos horizontes vão se nos abrindo à medida que o vamos analisando à luz especialmente do espiritismo, que traz

cada um de nós, os seus filhos. Então veja que o conceito vai ganhando novos contornos, novos horizontes vão se nos abrindo à medida que o vamos analisando à luz especialmente do espiritismo, que traz uma série de outras variáveis importantíssimas para entendermos então o que é a realização desse projeto. Sermos integralmente fiéis a Deus quando assim o formos. Então virá o reinado de Deus em nós. Deus reinará. Em cada escolha, em cada decisão, estaremos atendendo a vontade divina, que é sempre para nós o que há de mais libertador, o que há de resultar em mais felicidade, em mais paz, em mais progresso. Mas para isso é preciso necessariamente a fé entendida como fidelidade. É isso que Paulo quer dizer. Com o justo será salvo pela fé. não é uma mera adesão formal, verbal ou circunstancial ao cristianismo, mas um projeto de vida que se estende para muito além das paredes de um templo religioso ou do tempo específico consagrado a uma experiência religiosa em nossa semana. É a experiência do transcendente, da religiosidade que vai inundando a vida do ser como um todo nas mais diversas circunstâncias. passa a criatura a se ver como efetivamente uma servidora do criador, um instrumento dele, agindo de conformidade com ele, para que então se expanda também esse reinado para além do seu mundo interior, que ela busca já agora consagrar ao Senhor da vida. Por isso, quando falamos de reino de Deus, é preciso associá-lo a essa palavrinha chave, fidelidade. E é por isso também que nós vamos ver, como registrado para nós por Humberto de Campos, no livro Boa Nova, no capítulo de número seis, esse capítulo muito interessante intitulado Fidelidade a Deus, em que Humberto de Campos nos relata um diálogo entre Jesus e os discípulos acerca desse conceito ou desta postura, a fidelidade, porque conta-nos esse grande cronista do Evangelho, que à medida que Jesus foi revelando os desafios, os sacrifícios envolvidos no empreendimento desse reinado de Deus, alguns dos discípulos começaram a ficar

onta-nos esse grande cronista do Evangelho, que à medida que Jesus foi revelando os desafios, os sacrifícios envolvidos no empreendimento desse reinado de Deus, alguns dos discípulos começaram a ficar retiscentes. Mas como assim esse reino então ele pede tanta luta assim? Ele pede tanto sacrifício, tantas renúncias? Por que essa surpresa, né? Por que esse espanto? Porque estavam eles acostumados a outra natureza de reinos, de reinados, de impérios, de imperadores, aqueles que se impunham pela força na utilização dos elementos materiais, aqueles reinos que eram muitas vezes com frequência transformados na mudança do monarca, do imperador. aquilo que estava mais associado à matéria, reinos sustentados ou construídos sobre a fortuna, o poder material, os exércitos, a violência, a imposição. Por isso também reinos que vinham e que passavam, deixando muitas vezes destruição, lágrimas, o espolho de tantos vencidos, tantos cativos, tantos escravos. Eram esses os reinos. os reis e imperadores que eles conheciam. E à medida que Jesus começava a anunciar um reino de Deus, talvez o aproximassem desse tipo de reinado, esperando que mais cedo ou mais tarde Jesus o anunciaria. e por meio das falanges celestes ou mesmo conquistando, dominando ele próprio os poderes terrenos, estabeleceria esse reino sem qualquer resistência, sem qualquer contradita. Por isso vemos os discípulos até os últimos momentos que antecedem a crucificação ainda a debaterem quem se sentaria à esquerda ou à direita de Jesus quanto o seu reino se estabelecessem, porque estavam com essa expectativa de um reino que surgiria em algum momento num piscar de olhos pela imposição de uma força externa ou pelo próprio poderio divino do mestre. Essa era a expectativa ainda nos corações. Mas Jesus há todo tempo no evangelho faz questão de ir descortinando para nós que a realidade ali era bem outra, que ele tratava de um reino absolutamente diferente, tanto na maneira de implementação quanto no tempo necessário para essa implementação.

ir descortinando para nós que a realidade ali era bem outra, que ele tratava de um reino absolutamente diferente, tanto na maneira de implementação quanto no tempo necessário para essa implementação. Afinal de contas, dentro dessa conceituação que aqui trouxemos, imaginamos só sermos plenamente fiéis a Deus em tudo. Quanto tempo se nos pedirá? Talvez até por isso, por intuirmos ou notarmos que a magnitude desse projeto era demasiada grande por demais. é que consemos então outras vias de salvação, imaginando, não, não é possível considerarmos que a salvação vem então da edificação de tudo aquilo que Jesus propôs no evangelho. Vamos pensar então que a salvação venha por outros meios. O exemplo ou o sacrifício dele bastou, basta agora aderirmos à sua mensagem, então estaremos garantidos nesse reino. Então teremos nosso lugarzinho ao céu. Por quê? Porque intuíamos a dimensão de um projeto como esse e pensávamos numa existência só, numa vida apenas, desenvolver tal nível de fidelidade que no Cristo vemos. Mas estaria reservado ao tempo também nos esclarecer quanto ao meio de implementação desse reino. Mas voltando aqui à mensagem, Jesus nota que os discípulos estavam meio reticentes quando começaram a entender que era um reino diferente, que pediria, ao contrário de outros reinos, o sacrifício pessoal da própria criatura. Muitas renúncias, muitas transformações íntimas. Ora, isso esses reinados de fora não solicitavam. Que reino era esse agora tão distinto? E é então que Jesus os chama para uma conversa sobre a luz do luar nas cercanias de Cafarnaum, nas proximidades ali ou mesmo na casinha de Simão Pedro. E o mestre ouve essas angústias, essas indagações dos discípulos a respeito da implantação desse reino e então lhes responde dizendo: "Na causa de Deus, meus filhos". A primeira das virtudes, como a dizer, a mais essencial delas é a fidelidade a Deus. Se estamos a falar do reinado de Deus em nossas vidas, não podemos conceber isso sem que exista, de nossa parte fidelidade ao seu projeto, à sua causa.

r, a mais essencial delas é a fidelidade a Deus. Se estamos a falar do reinado de Deus em nossas vidas, não podemos conceber isso sem que exista, de nossa parte fidelidade ao seu projeto, à sua causa. E ele acrescenta, trazendo considerações realmente muito importantes para nós em todos os tempos, os discípulos de hoje, que seguimos nesse intuito de compreender para construir esse reino. diz o mestre, todas as edificações do mundo têm o preço que lhes corresponde. Tudo que a gente vai fazer, realizar, empreender, tem um preço que corresponde, que lhe corresponde. Já pararam para pensar, indaga o mestre, o imposto alto e doloroso que o prazer costuma cobrar a criatura humana? Já que vocês estão reciosos quanto ao preço para a edificação deste reino, o preço em termos de sacrifícios, renúncias, perseverança, resiliência, já que estão reticentes, já pararam para meditar no preço que o mundo cobra por suas ilusões? Porque é importantíssimo meditarmos nisso. Tudo tem um preço. A questão é que no que diz respeito ao mundo, em geral, o preço vem depois. No que diz respeito às coisas divinas, em geral, o preço vem antes. Então o mundo é assim, você conquista o prazer imediato, sensorial, mais efêmero, se entrega a ele de maneira desequilibrada, inconsciente, invigilante, mas e depois o preço dos desequilíbrios que foram criados, dos desatinos que foram cometidos, dos dos arrependimentos que dali surgem. Então, é isso que Jesus tá perguntando. Já pararam para meditar no imposto alto e doloroso que o prazer costuma cobrar a criatura humana? Quanto pagarão em termos de flagelações íntimas o avarento e o vaidoso? Aquele, portanto, que conserva consigo o vício, servindo a outros senhores que não o senhor da vida, sendo fiel a outros projetos que não o projeto divino para nós, os projetos ilusórios do eu, qual o preço que essa essa criatura paga em permanecendo avarenta vaidosa? Quantas inquietações, quantas flagelações íntimas para cada pequeno triunfo ilusório, para cada pequeno gozo imediatista,

eu, qual o preço que essa essa criatura paga em permanecendo avarenta vaidosa? Quantas inquietações, quantas flagelações íntimas para cada pequeno triunfo ilusório, para cada pequeno gozo imediatista, quanto de inquietação, quanto de angústia depois ou de tédio, quando vamos notando que aquilo já não mais nos satisfaz, o medo de perder, a comparação sempre com o que tem mais. Então, quanto essa criatura paga em termos de flagelações íntimas? Qual o preço será pedido ao mentiroso, ao gozador? Então, se vocês se assustam com o preço desse reino, deste reinado, o preço da fidelidade, não estarão se esquecendo do preço que o mundo tem cobrado de vocês na fidelidade à suas ilusões. Porque, como aprendemos com o espiritismo, a causa primordial da infelicidade da criatura não são as circunstâncias, mas é antes o que ela traz em si, para cada vício, uma fonte de infelicidade constante. Quanto sofre o invejoso, quanto sofre o maledicente? Talvez pode não notar agora, mas cedo ou tarde notará o estado em que se encontra. Porque, como dizíamos, assim é o mundo. Em geral, o preço vem depois. À medida que surja a maturidade, à medida que passa o tempo, que vamos refletindo, que vamos nos frustrando com a efemeridade de tudo que diz respeito ao mundo, é que vamos notando o preço. Mas as coisas divinas não, em geral o preço vem antes, mas a conquista depois é perenne e a felicidade associada a ela também, porque o preço da virtude é toda disciplina de construí-la. Mas uma vez consolidada, ela é sempre uma fonte perene de felicidade para o ser. Mas até lá eu paguei o preço de anos e anos, existências e existências de disciplina até consolidar a espontaneidade daquela virtude. Mas uma vez consolidada, ela é nossa e é para sempre. O preço veio antes, mas o que é mais valioso veio para ficar. No mundo, em geral, é o gozo imediato agora, mas depois um preço de lágrimas, de arrependimentos e reajustes para depois e a necessidade de recomeçar em novas bases, em novos rumos. Então, é isso que Jesus tá indagando aos

o gozo imediato agora, mas depois um preço de lágrimas, de arrependimentos e reajustes para depois e a necessidade de recomeçar em novas bases, em novos rumos. Então, é isso que Jesus tá indagando aos discípulos, clareando esse que é um conceito essencial para todo aquele que realmente compreende que essa é a busca mais fundamental no evangelho. A fidelidade tem um preço, mas o que ela retorna à criatura não tem preço. Não há valor no mundo que possa se aproximar daquilo que há de angarear aquele que se propõe a ser fiel a Deus. Agora, a fidelidade ao mundo, a mamon e as suas ilusões, diz o mestre, ela também tem um preço, muitas vezes não considerada. Considera-se a satisfação imediata de um instante sensorial, efêmera, material, mas não se considera o que vem depois em termos de reajustes, de lágrimas, de recomeços. E assim eles seguem nessa conversação a respeito da fidelidade. Jesus destacando a importância disso nessa relação, que é a relação mais fundamental para todos nós, a relação com Deus, porque é definidora do equilíbrio, da sanidade, de todas as outras relações que nós temos com outras pessoas, com objetos, com circunstâncias. Se a relação com Deus não estiver equilibrada, tudo mais poderá estar comprometido, né? Então, se a relação com o divino não está equilibrada, a relação com o outro pode descambar facilmente para a possessividade, para o ódio. Se a relação com Deus não está equilibrada nesse processo de comunhão que a criatura vai estabelecendo com o divino, a sua relação com um determinado objeto pode se tornar facilmente um processo de apego, de adoração, quase que de culto em relação ao dinheiro, ao prazer, ao poder, né? Então, a criatura ela vai perturbando as suas outras relações enquanto não ajusta a mais fundamental. E é por isso que Paulo nas suas epístolas e o mestre aqui nessa mensagem tratam o conceito de fé, de fidelidade nesse âmbito de uma relação. Diz o mestre o mesmo que Paulo mais tarde diria. Olha, Deus é fiel, tem sempre feito o melhor para nós, muito mesmo,

nessa mensagem tratam o conceito de fé, de fidelidade nesse âmbito de uma relação. Diz o mestre o mesmo que Paulo mais tarde diria. Olha, Deus é fiel, tem sempre feito o melhor para nós, muito mesmo, muito antes mesmo de o conhecermos. Ele já nos amava e nos entregava o que de melhor nós precisávamos. para a nossa evolução. A partir de agora, à medida que a consciência se nos aclara, a tarefa é nossa, de respondermos a essa fidelidade divina com a nossa fidelidade, assim estabelecendo-se a comunhão. Criatura, criador, esse laço inquebrantável da qual a fé é a nossa oferta e o amor divino é a oferta que vem de nosso pai. Então Jesus trata disso com os discípulos e em determinado momento eles voltam-se para o mestre naquela noite que seria para todos ali presentes inouvidável e dizem: "Senhor, seremos fiéis. Senhor, seremos fiéis." Jesus então sorri. como quem sabe ou como quem sabia a intensidade da luta que estava por vir e a fragilidade das promessas humanas. Mas ele sabia também que cedo ou tarde esse reino haveria de chegar para cada um daqueles corações. E mesmo ainda tão frágeis, aqueles discípulos, aqueles primeiros corações, vencendo a si mesmos, souberam incrementar cada vez mais em si a presença daquele compromisso, aquela fidelidade, a ponto de mesmo perseguidos, humilhados, muitos deles mortos, manterem-se fiéis, fazendo de seus esforços, de sua fidelidade, um cântico. de esperanças e de glorificação que haveria de transformar o mundo. Então ali nós vimos os primeiros lampejos, o alvorecer desse reinado já naqueles corações, corações que souberam ser fiéis. Exemplo que chega-nos ainda hoje ajudando-nos a entender a dimensão do projeto que nos cabe: fidelidade integral. Mas é claro que sendo um projeto tão profundo, não poderia ser edificado em tão curto tempo. E aí, mais propriamente, que surge a doutrina espírita em nosso auxílio, ajudando-nos a dar novos contornos a esse projeto, a enxergá-lo em sua grandeza sublime, quando nos projeta à tela mental o

po. E aí, mais propriamente, que surge a doutrina espírita em nosso auxílio, ajudando-nos a dar novos contornos a esse projeto, a enxergá-lo em sua grandeza sublime, quando nos projeta à tela mental o imenso quadro panorâmico da evolução. Vem a doutrina espírita nos ajudar a entender o que já se encontrava nas palavras de Jesus. de maneira implícita, mas que com o espiritismo se nos aclara e se nos mostra tão belo e tão grandioso o projeto de Deus junto a cada filho seu e a humanidade terrestre como um todo, a envolver milênios e milênios de esforços, de dedicação, de lágrimas, de suores, de tantos e tantos espíritos atuando sob a inspiração divina. sobre a condução do Cristo. Porque para entendermos melhor essa dimensão dessa busca fundamental a do reino de Deus à luz do Espiritismo, nós vamos ao próprio evangelho. Aqui auxiliados pela doutrina espírita, vamos a um dos mais conhecidos diálogos do Evangelho, capítulo 3 do Evangelho de João. Jesus conversa com Nicodemos e ali o mestre já nos traz todas as pistas fundamentais. Pergunta Nicodemos: "O que fazer, né, para herdar a vida eterna? Poderíamos traduzir aqui tranquilamente, o que fazer para alcançar então esse reino?" ao que Jesus inicialmente responde: "Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo". Como dizíamos ao longo dos séculos, nós criamos uma outra interpretação para essas palavras de Jesus, porque não incluímos em nosso quadro de interpretação do evangelho esse elemento essencial que mais tarde o espiritismo resgataria. a reencarnação. Ali entendemos esse nascer de novo como uma renovação, que também é uma interpretação válida, porque afinal de contas é preciso renovar-se sempre na edificação desse reino. Mas o projeto é de tal monta que uma existência apenas seria inviável para implementá-lo integralmente. Nós estamos a falar daquilo que nós vemos em Jesus. Ele mesmo nos disse, aliás, as coisas que faço as fareis e ainda maiores. E ao olhar para aquela sublimidade de vida, uma fidelidade sem mescla, uma vida em

mos a falar daquilo que nós vemos em Jesus. Ele mesmo nos disse, aliás, as coisas que faço as fareis e ainda maiores. E ao olhar para aquela sublimidade de vida, uma fidelidade sem mescla, uma vida em que de fato Deus reinava, a ponto de chegarmos a confundir criador e criatura, ao olharmos para aquela vida, imaginávamos: "Impossível considerar a aplicação disso tudo em uma existência apenas. E como não incluímos a reencarnação na equação, então concebemos o outro modelo de salvação. Jesus nos salvou, o que em algum sentido é válido, mas ele não nos eximiu de todo o trabalho para chegarmos aonde ele chegou. Porque a doutrina espírita vem e nos diz, então o projeto para todo espírito, todos, sem exceção, é ser um dia o que o Cristo já é, um espírito puro. O que é um espírito puro nas palavras de Kardec, dos próprios espíritos? São várias as partes ou os aspectos dessa definição, mas uma que sempre nos chama atenção, um espírito puro é aquele que capta diretamente a vontade divina, o seu pensamento e tem como mote da sua vida executar essa vontade. Já não há mais intermediários, é uma relação direta. É um tal nível de comunhão, de intimidade que ele capta e executa. Daí a feliz definição de João no seu evangelho, o verbo de Deus, aquele que faz do pensamento divino ação, realização. Essa é a nossa destinação. Esse é o reinado de Deus em seu ápice. Deus orienta, Deus define e esse espírito executa perfeitamente em plena sintonia com o criador. Então, olha que bonito isso. Agora, como conceber uma tal realização em 80, 90 anos? Dava-nos Jesus a chave. Para isso, muitas vidas. Algo que o Espiritismo depois traduziria para nós de maneira tão clara. sem todas as complicações que nós criamos teologicamente para fugir ao caminho mais natural da vida, da evolução. Pergunta Kardec na questão 166 de o livro dos espíritos no subtópico da reencarnação. Que faz o espírito, que sucede ao espírito ao final de uma existência se naquela existência não pôde depurar-se integralmente?

dec na questão 166 de o livro dos espíritos no subtópico da reencarnação. Que faz o espírito, que sucede ao espírito ao final de uma existência se naquela existência não pôde depurar-se integralmente? diriam os espíritos, toma um novo corpo, uma nova existência. Ah, quer dizer, então, Prossegue Kardec, que são múltiplas as existências do espírito. Sim, incontáveis. Quantas forem necessárias até que chegue a condição de espírito puro. Então, aí está nascer de novo. Aquilo que o Espiritismo traz para nós de maneira clara. Um projeto de tal monta só poderia ser realizado ao longo de milênios, de séculos incontáveis, porque significa desenvolver cada potência nossa ao grau máximo. Ciência, moralidade, todos os aspectos de desenvolvimento para que sejamos para Deus instrumentos cada vez mais eficazes, cada vez mais completos, afinados. só mesmo muitas vidas. E é isso que Jesus quer dizer. Ninguém pode ver, ninguém pode compreender exatamente o que é esse projeto sem considerar isso, a trajetória inteira, o quadro amplo da evolução. É o que o espiritismo nos torna tão palpável hoje, tão acessível. Mas notemos neste primeiro versículo, nessa primeira parte do seu diálogo com Nicodemos, Jesus diz: "Ninguém pode ver o reino de Deus". Mas um pouco mais à frente, dando sequência, ele acrescenta: "Aquele que não nascer da água e do espírito, não poderá entrar no reino de Deus". Ah, aqui uma diferença. Uma coisa é ver, vislumbrar no horizonte, cogitar disso, buscar entender. Outra coisa de fato é implementar, é entrar neste reino, é consolidá-lo em nós. E aqui que o espiritismo ajuda-nos ainda mais. Tudo faz mais sentido ainda. Por quê? Quando olhamos para a trajetória do espírito, em geral, o que vemos nas primeiras fases da jornada? Vemos o espírito que sequer cogita desse reinado de Deus, porque ainda vive numa expressão que Emanu se serve muitas vezes, de que ele se serve muitas vezes nos seus textos, ainda vive ele no império escuro do eu. Não é o reinado de Deus. a criatura, o

Deus, porque ainda vive numa expressão que Emanu se serve muitas vezes, de que ele se serve muitas vezes nos seus textos, ainda vive ele no império escuro do eu. Não é o reinado de Deus. a criatura, o espírito sequer cogita disso nas primeiras fases da sua jornada, tão vinculado que está a matéria e a si mesmo, se mantém nesse império adoecido do eu. Esse império sombrio, sombrio aqui no sentido de ignorância também, de paixões, permanece a criatura nessa condição. Mas como Jesus disse lá aos discípulos, há um preço, esse império do Eu há um preço a se pagar dessa fidelidade ao mundo, ao egoísmo, em detrimento da fidelidade a Deus. Os vícios vão gerando decepções, frustrações, angústias. Cada vez mais, à medida que avança, existência após existência, o espírito vai notando que aquilo já não mais o satisfaz. E é então que ele começa a cogitar o reinado de Deus. Antes para ele tudo gravitava em torno de si, do seu eu, do seu querer. De repente ele começa a pensar, deve existir alguma outra opção. E então que no seu horizonte sentimental, mental começa a surgir esse convite que ele primeiro vislumbra sem ainda entrar, porque ainda luta com a rebeldia. A sua voz ainda quer ser mais alta que a voz divina, o chamamento de Deus. Ele sabe o que fazer, já está orientado, mas ainda reluta em aplicar. Ele vê o reino, mas ainda resiste em entrar. Mas o tempo a tudo vai transformando. A lei divina tem os seus meios de ir nos despertando, nos educando e a própria criatura vai ansiando por aquilo que ela int, que ela sabe lá no fundo realmente a poderá plenificar em detrimento das ilusões e satisfações imediatistas do eu e da matéria. E então que ela reconhece a necessidade não só de nascer no corpo, nascer da água, mas também nascer do espírito, renovando-se, fazendo-se mais fiel para que, enfim, possa realmente adentrar passo a passo neste reino, neste reinado, no império de Deus e da sua vontade em nós. Então, vejamos que Jesus ele coloca as duas frases, dando uma certa distância

que, enfim, possa realmente adentrar passo a passo neste reino, neste reinado, no império de Deus e da sua vontade em nós. Então, vejamos que Jesus ele coloca as duas frases, dando uma certa distância entre elas, como a dizer que existem essas duas etapas que o espiritismo nos faz ver com clareza. Muitos e muitos espíritos ainda que sequer cogitam desse reinado, tão presos que estão ao império do eu. Outros que já começam pelo menos a ver, depois de tantas existências, tantas decepções com a matéria, com as suas promessas ilusórias, o espírito começa a cogitar este outro projeto, esta outra proposta, mas só mais à frente, mais experimentado, mais consciente, com vontade mais firme, começa ele realmente a implementar este projeto divino. E isso é para nós, talvez, o ponto chave para nós espíritas, porque há quantas existências talvez já temos visto esse reino, já sabemos da sua existência, porque já informados do evangelho, mas há quantas existências também temos resistido aem entrar, temos visto, mas ainda não adentrado, porque ainda não nos propomos realmente a ser fiéis, a entender que não há liberdade. efetiva, senão na fidelidade à lei divina. Quando o egoísmo nos diz para fazer assim, sermos mais fortes e fazermos como Deus nos solicita, como Cristo nos propõe no evangelho, porque a voz do Cristo não é senão a voz de Deus a nos instruir. Era ele o médium divino, diz Kardec. Então, nós estamos mais ou menos nesse meio termo e há aqui uma imagem muito bonita, eu acho que muito representativa. Mais uma vez ele, Paulo, com o seu olhar tão perspicaz na sua carta aos Hebreus, capítulos de número 3 e 4, Paulo ele vai trabalhar aquela ideia da jornada do povo pelo deserto. Aquilo não é senão uma figura da jornada da própria humanidade em busca da terra prometida, que não é senão o reino de Deus, o reinado de Deus. E a imagem ela é muito instrutiva. O que está registrado lá no livro de Êxodo, de Números, o povo tem uma jornada a empreender em busca da terra prometida.

é senão o reino de Deus, o reinado de Deus. E a imagem ela é muito instrutiva. O que está registrado lá no livro de Êxodo, de Números, o povo tem uma jornada a empreender em busca da terra prometida. Mas eles chegam à margem dessa terra, digamos, na fronteira. E Moisés envia algum alguns espias, 12 deles, para sermos mais exatos. Eles visitam a terra prometida e voltam para trazer o seu relato. 10 deles se fixam nos problemas. Não, a terra é habitada por gigantes, tem muita dificuldade para entrar. a gente vai sofrer muito isso, isso. E dois deles destacam os aspectos positivos, Josué e Calebe, aqueles Josué mais propriamente, que assumiria depois da desencarnação de Moisés a condução do povo. O que que Paulo vai fazer? Ele pega o que aconteceu ali, porque por conta do relato dos 10 vigias que destacaram os aspectos negativos, o povo não quis entrar e ficaram então por 40 anos andando em círculos pelo deserto. Paulo diz assim: "Essa é uma boa imagem da nossa experiência com o evangelho. Muitos de nós já chegamos na fronteira porque já vimos a terra prometida, já vimos o evangelho, já sabemos o que é o reino de Deus e que ele é a nossa destinação. Mas ainda relutamos em ser fiéis e por isso ficamos andando em círculos, nas agruras da vida material, no deserto da vida, sabendo onde está o reino, mas resistindo em entrar, porque resistindo em sermos fiéis. Então, todos esses esses dois capítulos inteiros, Paulo vai tratar disso, dizendo para nós um alerta para nós, os cristãos e diríamos especialmente para nós os espíritas que temos ainda mais clareza do que essa terra prometida. Paulo diz lá no texto, o repouso de Deus. Não adentraram o repouso de Deus porque foram infiéis, porque foram rebeldes, sabiam o que fazer, já não mais ignoravam, mas ainda assim relutavam em aplicar. Ora, se não é essa a condição de muitos de nós hoje na doutrina espírita, temos a plena e a clara visão do que é essa terra prometida, do que é esse projeto divino, mas por quantos séculos, os 40 anos lá, representam séculos,

ição de muitos de nós hoje na doutrina espírita, temos a plena e a clara visão do que é essa terra prometida, do que é esse projeto divino, mas por quantos séculos, os 40 anos lá, representam séculos, existências a caminharmos, vislumbrando aquilo que é objetivo, mas ainda pela rebeldia, pela acomodação, relutando em adentrar uma viagem que não era tão longa e daí esse símbolo, né, 40 anos por uma distância que não era tão longa assim. Ora, é a condição de muitos de nós. Por isso Kardec chega a perguntar, né, na questão 195, se esse conhecimento da multiplicidade das existências não seria de molde a fazer com que alguns postergassem indefinidamente a sua transformação, perseverassem no caminho de rebeldia, no caminho da acomodação, sabendo que poderão se corrigir depois? E os espíritos respondem: "De fato, um espírito imperfeito poderá durante a vida corporal pensar como dizes, mas liberto que se veja da matéria pensará de outro modo, pois logo verificará que fez cálculo errado e então sentimento oposto a esse trará ele para sua nova existência". É assim que se efetua o progresso. E essa razão porque na Terra os homens são desigualmente adiantados. Uns já dispõe de experiência que a outros falta, mas que adquirirão pouco a pouco. Deles depende o acelerar-se o progresso ou retardar-se indefinidamente, como o povo no deserto, retardando indefinidamente a sua entrada. Assim tem sido a condição de muitos de nós. Mas hoje a doutrina espírita surge para as nossas mentes e nossos corações, justamente para que tenhamos claro esse horizonte, justa essa compreensão do que é o reino de Deus. sem ilusões concebidas outrora que nos eximiam de quase quaisquer esforços para essa aquisição ou essa edificação, agora sabendo o que de fato é cada vez mais fidelidade a resultar cada vez mais liberdade e felicidade para o ser. Mas o adentrar neste reino mais cedo ou mais tarde, isso corre. Quantas já as existências que temos, digamos, dilapidado, andando em círculos, recapitulando experiências de

de e felicidade para o ser. Mas o adentrar neste reino mais cedo ou mais tarde, isso corre. Quantas já as existências que temos, digamos, dilapidado, andando em círculos, recapitulando experiências de outrora. Se já vemos esse reino, por que não adentrar? Porque não aceitar, enemo, o convite divino expresso tão eloquentemente na vida do Cristo, para que, enfim, sejamos fiéis, para que venhamos a dar um voto de confiança àquilo que tão amorosamente nos foi entregue nas palavras, nas lições e, acima de tudo, na vida inouvidável de Jesus. Eis aí, meus amigos, aquilo que em síntese a doutrina espírita nos apresenta quanto ao reino de Deus. Se entendermos que está aí a nossa busca mais essencial, tudo mais se nos acrescentará se a ela soubermos nos dedicar. Mas é da autonomia da criatura. Como povo no deserto, no símbolo de Paulo, podemos ficar existências ainda vendo o reino, vendo a terra da promissão sem adentrar, mas já temos material, orientação e estímulos suficientes para tomarmos em fim essa decisão, abrirmos o nosso coração, consagrarmos o nosso mundo, o nosso país interior, para que aqui não mais legisle o império obscuro do eu, da vaidade, do egoísmo, do orgulho de outrora, mas para que aqui, enfim, governe o amor, a misericórdia, a sabedoria de Deus a nos conduzir para os altiplanos de luz, de paz e de felicidade que a todos nos estão reservados. nas palavras sublimes de Jesus que não poderemos esquecer. Busque primeiramente este reino e tudo mais lhe será acrescentado. Sejamos fiéis ao projeto divino e tudo mais há de encontrar a justa medida, o justo momento e a justa presença em nossa vida e em nossos caminhos. Não posterguemos, pois, se está no nosso querer, na nossa disposição de fidelidade adentrar desde já neste reinado e nesta edificação. A todos muita luz e muita paz. Que Jesus nos abençoe sempre. Muito obrigado, Artur. E em instantes ele retornará para mais um momento de conversa conosco. Dando continuidade ao nosso evento e a nossa programação, meus amigos,

paz. Que Jesus nos abençoe sempre. Muito obrigado, Artur. E em instantes ele retornará para mais um momento de conversa conosco. Dando continuidade ao nosso evento e a nossa programação, meus amigos, convidamos neste instante Carlos Campete para produzir o painel O Evangelho como caminho para a paz interior. Com vocês mais uma vez o amigo Carlos Campete. Saudações fraternas a todos novamente. Como dissemos pela manhã, que os bons espíritos nos inspirem e que não só nossas palavras, mas principalmente o entendimento do tema que nos reúne. Agora nós vamos na sequência observar o evangelho como caminho para a paz interior. Vem, pela manhã nós falamos um pouco mais do evangelho de Jesus, nosso divino mestre. Nós, quando examinamos os evangelhos preparados pelos evangelistas, nós observamos que cada um deles é um roteiro de evolução. Eles não foram escritos propriamente por aquela pessoa que está ali nomeada. A gente tem convicção de que as primeiras anotações foram de Levi, porque Emanuel fala disso pra gente no há 2000 anos. Mas não ficaram as primeiras anotações. Os discípulos depois de Levi continuaram na interpretação agregando e hoje nós temos esse roteiro que foi escrito basicamente para os próprios hebreus. Depois nós vamos ter o Evangelho de Marcos como sendo o segundo que se escreveu na tradição. Alguns discutem dizendo que o de Barcos teria sido o primeiro porque é o mais sintético, mas isso é uma interpretação mais recente e não está apoiada pela revelação da espiritualidade essa ideia. Então, não sabemos exatamente, não é, se aconteceu dessa forma, mas é provável que entre as primeiras anotações de Levi e o texto definitivo, Marcos elaborou o seu texto. Mas não sabemos se Lucas já não estaria também fazendo suas anotações, porque Marcos, segundo nós encontramos lá em há 2000 anos, era um menininho em Paulo Estevão, né? A gente vê isso, na verdade, em Paulo Estevon, ele era um menininho ainda jovenzinho, não é? E Lucas já convivia com Paulo, era um médico, já era formado. Então há

a um menininho em Paulo Estevão, né? A gente vê isso, na verdade, em Paulo Estevon, ele era um menininho ainda jovenzinho, não é? E Lucas já convivia com Paulo, era um médico, já era formado. Então há indicativos de que provavelmente e uma possibilidade que Lucas tenha começado a escrever, inclusive até antes de Marcos, mas também não temos informação segura sobre o assunto. Bem, o que importa é que Marcos vai escrever para os cristãos romanos. Para os romanos. E Lucas vai apresentar o Evangelho já num texto mais voltado para gentilidade. Aliás, como o texto é o mais belo de todos eles, Lucas era um literato, não é? E aí nós vamos encontrar o de João escrito anos depois, o mais espiritual de todos eles, porque ele não vai ser factual, ele vai apresentar a essência do evangelho como caminho de renovação espiritual. Então, cada um deles é um roteiro que foi escrito no seu momento, de acordo com as condições, destinado a um seto público. e que quando nós juntamos tudo isso e vamos com isso aos 27 textos que nós encontramos no Novo Testamento, incluído as cartas de Paulo, as cartas universais, o próprio Apocalipse, nós então encontramos no conjunto um verdadeiro roteiro de evolução espiritual. Cada um deles um roteirinho particular e no conjunto um roteiro maior. Muito bem. Só que nós perdemos rumo com todos esses roteiros maravilhosos, com esse roteiro maravilhoso, nós perdemos rumo, porque nós quisemos traçar pros outros um roteiro para chegaronde nós não sabíamos. E aí nos desorientamos todos pelo meio do caminho. Ficamos perdidos com toda essa maravilha. Criamos uma série de liturgias, de rituais, importamos do paganismo, importamos do judaísmo, fizemos uma confusão tremenda com tudo isso e estamos falando no fizemos porque nós somos reencarnacionistas e quem é que garante que nós não estivemos lá fazendo isso ou que não fomos coniventes ao longo do tempo até começar a despertar e tal, mas não ficamos abandonados nunca porque Jesus como divino mestre sabia que ia

arante que nós não estivemos lá fazendo isso ou que não fomos coniventes ao longo do tempo até começar a despertar e tal, mas não ficamos abandonados nunca porque Jesus como divino mestre sabia que ia acontecer, tanto que ele previu que seria necessário mandar o consolador prometido. E aí nossos irmãos, não é, da Igreja Católica, e nós provavelmente pensamos assim até em outras encarnações, o consolador veio no dia de Pentecostes. E aí nós perguntamos: "Quem tem razão? O consolador veio no dia de Pentecostes com as línguas de fogo ou veio só mais tarde depois com o trabalho de Allan Kardecitalidade superior, como dizemos nós os espíritas, não tem contradição. Estão corretos os dois. Vamos lá nosso diálogo de Jesus com Pedro e com os discípulos. Quem dizeis? Quem dizem eles que eu sou? Ah, João Batista, Elias, um dos profetas reencarn eh, renascido, né? E vós, quem dizeis que eu sou? E Pedro se antecipa. Sois o Cristo, filho do Deus vivo. Bendito és Pedro, porque não foram nem a carne, nem o sangue que te revelaram isso, mas Deus que está nos céus. Muito bem. Daí a pouquinho ele vai continuar a conversa e vai falar que ele vai ser preso, que ele vai ser crucificado. E Pedro se antecipa de novo. Não, Senhor, nós não vamos deixar isso acontecer, não. Afasta-te de mim, Satanás, porque para mim eres pedra de tropeço. Mas anteriormente ele tinha dito: "Tu eres pedra e sobre esta pedra eu edificaria minha igreja". E aí a gente vem e cria uma igreja na cabeça de Pedro. Do que que Jesus estava falando? da mediunidade, porque Pedro tinha sido inspirado para dizer que ele era o Cristo, filho do Deus vivo. E logo em seguida em vigilante, foi tomado para dizer que Jesus não ia passar pela crucificação, não, que eles não iam deixar. Deu para perceber, gente, como é que é a situação? Então, o que é que acontece no dia de Pentecostes? a plena manifestação da mediunidade, falando em diversos dialetos, a manifestação da espiritualidade de um ensino chegando. Então, foi sim o consolador prometido que se manifestou

dia de Pentecostes? a plena manifestação da mediunidade, falando em diversos dialetos, a manifestação da espiritualidade de um ensino chegando. Então, foi sim o consolador prometido que se manifestou ali, mas o consolador nunca deixou de estar com a humanidade, que Jesus já tinha mandado reveladores antes e mandou depois. vai acontecer com a vinda de João, que vai reencarnar como Francisco de Assis. Nós vamos ver a vinda de novo com Joana Dark, que era o próprio Judas, que vai passar pelas necessidades que ele daquilo que ele escolheu, mas que vem demonstrar o evangelho na sua prática. vai se manifestar com Lutero. Olha que interessante. Sim, porque Lutero recebeu a tarefa de inaugurar o período do consolador prometido para a nossa era. No entanto, ele também, e é muito difícil que as pessoas escapem aos preconceitos e prejuízos da cultura do seu tempo. E Lutero se deixou levar e cumpriu a meia essa tarefa. mas fez um trabalho muito importante que foi traduzir a Bíblia novamente para o, nesse caso, o alemão, ou seja, colocar a Bíblia de novo ao alcance do povo, porque o povo não tinha acesso. Nós na Igreja Católica pegamos todos os textos que a gente conseguiu reunir, trancafiamos dentro de bibliotecas de consulta exclusiva a quem recebia permissão. Chegou o ponto de em alguns momentos os próprios padres que se formavam só podiam consultar um texto que estava preso num poste de ferro com correntes de ferro, não podia tirar dali. Então o povo não tinha mais conhecimento da proposta que Jesus trouxe, mas do ensinamento que nós escolhemos apresentar pro povo. perdemos o rumo completamente com a tradução do da Bíblia novamente para o alemão, depois para o inglês, para o o francês, aí nós vamos vendo o trabalho coletivo, não apenas de Lutero, como de Cliff, como de Calvino, preparando o terreno para a livre interpretação. E nós, perdidos o nosso rumo, criamos hoje tem mais de 3.000 denominações protestantes ou evangélicas ou neoevangélicas no mundo, que cada um que lê cria sua própria igreja, abre o seu

interpretação. E nós, perdidos o nosso rumo, criamos hoje tem mais de 3.000 denominações protestantes ou evangélicas ou neoevangélicas no mundo, que cada um que lê cria sua própria igreja, abre o seu próprio comércio de dízimo para poder receber dos demais, para levá-los para onde eles não sabem o que é o caminho. Então, nós passamos a repetir sucessivamente os mesmos enganos até que chegou o momento de fato da manifestação do consolador definitivamente para a humanidade, como Jesus tinha prometido. Era preciso que a ciência avançasse, era necessário que a humanidade amadurecesse, era necessário que se escapasse do julgo da fé cega. E se tivesse condições de inaugurar o período da fé raciocinada e polítar Rivaio vai receber essa tarefa. Mas com essa condição, ele recebeu do espírito de verdade a informação de que ele poderia ter 15 minutos por semana para conversar com o espírito de verdade. Aconteceu mais tempo do que isso, mas no começo foi o que ele prometeu que faria. Mas como Allan Kardec, né, aí no caso estava publicando a obra e ele sentindo a tarefa que ele ter, ainda era Ripol Leon Denis Arriva, ele ficou tão preocupado que ele perguntou pro espírito de verdade num dos encontros: "E se eu falhar?" Era uma missão que olha que percebeu o tamanho da missão. "E se eu falhar?" E o espírito da verdade responde para ele: "Se você falhar, outro fará em seu lugar. Porque você acha que Deus depositaria uma obra como essa sobre a cabeça de um único homem?" Então, Kardec examina o assunto e ele vai observar, coloca isso no Evangelho Segundo Espiritismo, logo no primeiro capítulo. A primeira revelação foi assentada na cabeça de Moisés. A segunda revelação foi assentada em Jesus, o Cristo. A terceira revelação não se apoia sobre os ombros de nenhum homem, porque a revelação dos espíritos é uma obra coletiva e, portanto, ai dos infelizes que hoje acham que são reveladores e querem terdiversar na aplicação do caminho a si mesmo para ensinar o seu próprio caminho pros outros para chegar não sabem onde.

tiva e, portanto, ai dos infelizes que hoje acham que são reveladores e querem terdiversar na aplicação do caminho a si mesmo para ensinar o seu próprio caminho pros outros para chegar não sabem onde. Então, nós temos que estar muito atentos. O nosso modelo de guia é Jesus. E aí o Evangelho Segundo Espiritismo vai se converter então um novo roteiro para nos ensinar algo que a gente não estava conseguindo fazer. retirar do texto, da mensagem que foi escrita pelos discípulos, pelos evangelistas, pelos seguidores, retirar da letra o espírito e extrair o aspecto moral da mensagem. Se Allan Kardec, na época em que foi lançado o Evangelho Segundo o Espiritismo, tivesse dito: "Nós com o Espiritismo podemos ir ao Antigo Testamento, a toda a Bíblia ou que fosse somente ao Novo Testamento para entendê-lo, nós teríamos um espiritismo ortodoxo hoje. Repetiríamos os mesmos enganos, porque nós não tínhamos maturidade. Nós estaríamos sobre o ranço milenar, secular e milenar, dos prejuízos que foram acumulados pela educação repetida sucessivas vezes da dependência nossa em relação ao representante da igreja, onde a gente faz o que quer, entrega na mão dele, ele que resolva com Deus. O que eu quero é o reino de Deus, ele que resolva como é que ele vai fazer, porque eu já paguei. Isso é o que a gente aprendeu ao longo do tempo. Eu me, eu errei, eu pequei, mas eu me confesso e o representante da religião que resolva, porque eu já me confessei, agora eu tenho que ir pro céu. Mas foi o que nós aprendemos, porque nos foi ensinado assim. Então, nos acomodamos transferindo a nossa responsabilidade para os outros com a vinda então do Evangelho Segundo o Espiritismo, que vejam bem, é a terceira obra da codificação, livro dos espíritos, livro dos médiuns, evangelho segundo espiritismo, nós temos a formação do tripé, filosofia, ciência e a gente coloca religião, Mas cuidado aí, não é? Porque é uma ciência filosófica de consequências morais. Porque Kardec fala da importância de nós vivermos com sentimento de

tripé, filosofia, ciência e a gente coloca religião, Mas cuidado aí, não é? Porque é uma ciência filosófica de consequências morais. Porque Kardec fala da importância de nós vivermos com sentimento de religiosidade, como a gente já destacou hoje. Então, não nos perdemos mais nos prejuízos da religião ao longo do tempo e nos centrarmos de fato no entendimento do caminho. E esse caminho a gente vai passar rapidamente aqui nessa proposta. Nós vamos começar pelo capítulo 1 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Não vim destruir a lei. Jesus vai afirmar que ele não veio revogar a lei. A lei divina não. Mas a lei civil humana, essa sim ele revoga. Então ele vai dar cumprimento à lei divina. A lei divina é eterna e se expressa no amor e na justiça. O espiritismo explica e desenvolve os ensinos morais do Cristo. E o Antigo e o Novo Testamento se harmonizam na essência espiritual. Então nós vemos uma sequência, não é, dentro desse processo. A revelação é progressiva, conforme o amadurecimento humano. Conforme nós avançamos, nós vamos recebendo a revelação e vamos entendendo a própria revelação. A luz do Espiritismo, quando a gente volta hoje para os textos lá antigos do Novo Testamento, do Antigo Testamento, quando nós vamos para os salmos, não é? os livros dos vários profetas, nós vemos o que a gente não tinha condição de ver antes. Nós percebemos que ali na essência o ensinamento está e a fé então ela passa a ser raciocinada e não mais uma fé cega, a ponto de no Evangelho Segundo Espiritismo nós encontrarmos crede em Deus, mas sabendo porquê. Já não é mais aquela crença cega. que não questiona, que não pergunta, porque quando chega num certo momento é mistério de Deus, não tem explicação, mistério de Deus. Não existe isso para o espiritismo. Se nós não podemos entender porque a gente não se desenvolveu suficiente ainda para entender, mas nós conquistaremos a capacidade do entendimento em algum momento pelo nosso próprio esforço, pelo trabalho. E alguns irmãos protestantes então dizem

se desenvolveu suficiente ainda para entender, mas nós conquistaremos a capacidade do entendimento em algum momento pelo nosso próprio esforço, pelo trabalho. E alguns irmãos protestantes então dizem que nós somos espíritas, nós somos orgulhosos porque a gente acha que a gente salva a gente mesmo. E aí nós vamos e o Beto Roden, que foi um filósofo católico, chegou a ser padre, não é? e que escreve, não existe alvação, só existe autosalvação. Então, não há alguém que nos salva, nem Jesus nos salva. Ele nos indica o caminho, como foi colocado pelo Artur ainda pouco, não é? Mas nós é temos que trilhar o caminho. Nós é que temos que trilhar o caminho para desenvolver as nossas condições, nossas possibilidades e avançar e chegar lá com as condições mesmo de não ser dependentes dos outros e nem do nosso anjo da guarda, a quem a gente transfere tudo. A gente brinca que tem pessoa que dirige um um anjo da guarda não bate, você precisa de sete, não olha pro retrovisor, não dá sinal de seta, só não bate mesmo, porque que misericórdia divina, não é? Então é preciso estar atento que nós não podemos ficar transferindo pros outros a responsabilidade daquilo que nós precisamos assumir. E aí a moral cristã é a base da renovação humana e o espiritismo restaura o cristianismo na sua pureza original. Tudo isso a gente extrai muito mais do capítulo um. Nós estamos dando aqui um resumo rápido. No capítulo dois, meu reino não é deste mundo. Jesus ensina que o seu reino é espiritual, não é material. Portanto, não vai ter nenhuma igreja no campo material que vai fazer o reino de Deus chegar a nós. Nós temos que nos assumir a nossa essência. Na essência, nós somos espíritos imortais. E é por isso que ele colocou que chegaria o dia em que nós adoraríamos a Deus em espírito e verdade, porque Deus é espírito. É nessa condição que ele nos criou a sua semelhança e a sua imagem e não como corpos físicos, porque nós fazemos o inverso. A gente cria um Deus barbudo, velhinho, sentado num trono, que é a

espírito. É nessa condição que ele nos criou a sua semelhança e a sua imagem e não como corpos físicos, porque nós fazemos o inverso. A gente cria um Deus barbudo, velhinho, sentado num trono, que é a nossa imagem e semelhança, mas foi ele que criou a gente na semelhança dele como espírito e não como corpo físico, que ele nos deu como instrumento paraa nossa evolução. As aflições terrenas são transitórias, tá tudo isso no capítulo dois. A verdadeira pátria é a vida espiritual. A reencarnação explica as desigualdades humanas. A justiça divina se realiza além da vida física. O sofrimento tem finalidade educativa. O desapego aos bens materiais é necessário. A felicidade verdadeira é interior. A felicidade não é um fim, é o caminho, é a ação. E o espírito progride através das existências que são múltiplas. A esperança na vida futura consola e fortalece. E no capítulo dois, ele vai colocar aquilo que a gente já citou, que se nós não entendemos que Jesus falava da vida futura, nós não conseguimos entender a sua mensagem. Capítulo 3. Há muitas moradas na casa de meu pai. É o momento da gente entender que nós não estamos sozinhos. O universo é povoado, não há solidão. E ele vai fazer uma classificação dos tipos de mundo. É uma classificação didática, porque não há um momento estanque o mundo deixa de ser despiação e provas, vira regeneração, ou era primitivo, virou despiação e provas. Não há momento estanque. É todo um processo que vai acontecendo ao longo do tempo e os mundos progridem conforme as populações e os seus habitantes também. Então, e a justiça de Deus vai se manifestando na diversidade dos estágios que a gente tem que enfrentar. Então, a reencarnação vai permitir o progresso contínuo até nós nos libertarmos da necessidade de reencarnar, tá bem? E a vida corporal é etapa educativa. A evolução conduz a perfeição relativa que a gente tem condição de alcançar. Algum dia seremos perfeitos como Deus, nosso pai é perfeito. Tá lá no capítulo 17, que a gente vai chegar daqui a pouquinho. Fica aí a

conduz a perfeição relativa que a gente tem condição de alcançar. Algum dia seremos perfeitos como Deus, nosso pai é perfeito. Tá lá no capítulo 17, que a gente vai chegar daqui a pouquinho. Fica aí a pergunta paraa nossa análise. Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo. Capítulo 4 é onde ele vai apresentar, não é, a questão da justiça da reencarnação e a necessidade de nascer de novo. É onde está o que o Artur comentou ainda há pouco, não é? Ali com a conversa com Nicodemos. E a reencarnação promove a reparação e o aprendizado. E o espírito é imortal e ele evolui sempre. Sem renascimento não há progresso pleno. Estamos fazendo um resumo no capítulo 5. Bem-aventurados aflitos. Estão percebendo o caminho? Vão sentindo o caminho. Bem-aventurados aflitos. Nós vimos lá, fala do Antigo Testamento, fala do Novo Testamento, logo no capítulo um, e vai nos falar do Espiritismo, fala da nova era, tudo no capítulo um. E no capítulo dois vai falar pra gente que a chave é entendimento da vida futura. E aí nós vamos entrar no três. Olha, na humanidade não é única não, hein? O o mundo todo tá povoado. Há uma solidariedade universal entre toda a criação. Então, muito bem, estamos entendendo isso. Vamos lá. Aí nós vamos então para o entendimento de que ninguém pode evoluir se não nascer de novo, se não nascer da água e do espírito. O que que é nascer da água? É justamente o processo da reencarnação. A vida na terra surgiu na água e nós repetimos. Se pega o embrião, ele repete todo o processo. Então, se não renascer da água, seria pela reencarnação. E se não renasce do espírito em espírito, o que seria isso? seria justamente o autoconhecimento, o conhecer que nós somos espíritos imortais e que estamos aqui para nos libertar do julgo da matéria para escaparmos do processo da necessidade de viver em mundos materiais. E aí então a gente renasce em espírito. E aí vem no capítulo 5, ele começa a tratar as bem-aventuranças. É tão interessante porque ele fala bem-aventurados aflitos.

idade de viver em mundos materiais. E aí então a gente renasce em espírito. E aí vem no capítulo 5, ele começa a tratar as bem-aventuranças. É tão interessante porque ele fala bem-aventurados aflitos. A primeira primeira bem-aventurança que ele vai examinar é dos aflitos. As aflições têm causas atuais e passadas. Vai explicar a correlação, já que a gente renasce várias vezes entre as anteriores que a gente está agora e as futuras. e vai falar da importância do sofrimento como instrumento de aperfeiçoamento. A resignação é virtude ativa, não passiva. A justiça divina é sempre sábia, equitativa. As provas são oportunidades de crescimento, não são castigo. A dor purifica e fortalece o espírito. A felicidade futura compensa as dificuldades desse momento presente. O desespero nasce da ignorância espiritual. A fé sustenta nas tribulações e são bem-aventurados os que suportam com confiança as suas aflições e dificuldades. Mas ele interrompe de repente as bem-aventuranças, o sermão da montanha, para falar do que no capítulo 6, o Cristo Consolador. Mensagens do espírito de verdade. E aqui neste capítulo nós vamos encontrar uma mensagem que está no livro dos médiuns. Lá no finalzinho, ele coloca a mensagem e coloca dá cuidado que precisamos ter quando os espíritos assinam nome muito conhecido. Mais que examinando esta mensagem, ela tem todas as características do espírito que deu o nome e botou Jesus de Nazaré. Pegue o livro dos médicos, se não viram ainda, e vão encontrar a mensagem lá. Ela está aqui no capítulo 6 do Evangelho Segundo Espiritismo com pequenas variações de redação, a mesma mensagem, venho como outrora trusiados, tá tá tá e vai seguir. E aqui no Evangelho Segundo Espiritismo está assinado o espírito de verdade. E tem alguém que diz assim: "Mas Kardec não colocou claro que Jesus era o espírito de verdade?" Eu digo que se não colocou mais claro do que isso, eu não sei o que que é claro mais. Tudo bem. Então, Kardecou pra gente evidenciado que o espírito de verdade é

que Jesus era o espírito de verdade?" Eu digo que se não colocou mais claro do que isso, eu não sei o que que é claro mais. Tudo bem. Então, Kardecou pra gente evidenciado que o espírito de verdade é o mesmo Jesus. É aquele espírito crístico que veio trazer a segunda revelação e que agora é o espírito de verdade que ele prometeu que viria a mando do pai. é o próprio, não é, que vem trazer a revelação. Então, explica as leis espirituais com racionalidade, oferece consolação pela certeza da imortalidade. Aqui é uma profundidade impressionante. Promove realmente a fé raciocinada, renova o cristianismo primitivo e convida à transformação íntima. Esse é o papel, só um resuminho, tá gente? Capítulo 7, bem-aventurados. Ele volta então agora aos pobres de espírito. Vai explicar o significado de pobres de espírito e vai dar falar da humildade, da importância da humildade como virtude de conquista. fala do problema do orgulho, da vaidade. Vai falar que o simples e humilde está mais apto ao progresso do que aquele que é orgulhoso, que resiste, que é teimoso. Então a gente vai lá, vão encontrar no livro dos espíritos, a questão 115, 115, que os dóceis evoluem mais rápido que os rebeldes, não é? Então, a infância simboliza simplicidade. Ele vai fazer toda essa correlação. O reino dos céus é do simples. A humildade conduz a sabedoria. Resumindo, capítulo oito. Bem-aventurados os que têm puros o coração. Vai falar da importância da pureza. Somente os puros de coração verão a Deus. está na na mensagem do Cristo. Fala da importância da vigilância moral, dos pensamentos que geram consequências, que o pensamento é criador. Se ele não for direcionado para o bem, ele gera consequências negativas pra gente. E o mal deve ser combatido em si mesmo. E a pureza conduz à paz interior. O evangelho como caminho para a paz interior. Olha aqui, tudo isso é o caminho. Ele vai dizendo pra gente nas etapas e vai pegar justamente as bem-aventuranças, que é o roteiro que Jesus deu para o povo depois de ter

caminho para a paz interior. Olha aqui, tudo isso é o caminho. Ele vai dizendo pra gente nas etapas e vai pegar justamente as bem-aventuranças, que é o roteiro que Jesus deu para o povo depois de ter feito aquela conversa com os discípulos sobre, não é, a tentação no deserto, que de fato é o processo evolutivo da criatura humana ali descrito. Então nós vamos ver no bem-aventurados depois os mans e capítulos no no no capítulo 9. Bem-aventurados os mans e pacíficos. A mansidão é força moral. A brandura desarma os conflitos. A paz começa no nosso íntimo. O homem pacífico constrói a harmonia. A mansidão aproxima do Cristo. A terra herdará a paz pela transformação moral. Vejam o caminho. Capítulo 10. Bem-aventurados, misericordiosos. E olhem que há toda uma um como pré-requisito. As bem-aventuranças são pré-requisitos uma para outra. Você não consegue chegar a ser misericordioso se você não é manso e pacífico. Você não consegue ser manso e pacífico se você não for puro de coração. Você não é puro de coração se não for humilde. Então tem toda uma hierarquia aqui dentro das conquistas que nós temos que fazer. É o caminho traçado para nós. Então, bem-aventurados misericordiosos, perdoar é condição fundamental. A misericórdia reflete a justiça divina e a indulgência é caridade moral. O perdão deve ser sincero, a compaixão, a caridade moral é superior à caridade material. No capítulo 11, amar o próximo como a si mesmo. Aqui ele vai voltar a falar da caridade, que é a lei suprema. Fora da calma há salvação. Não é amar o próximo como a si mesmo. O que a gente pode amar o outro se a gente não se ama? Não conseguimos. E aí nós não podemos confundir o amor a si mesmo com o egoísmo, porque se a gente for egoísta, a gente não ama nem o outro, nem a gente mesmo. O egoísta não se ama. Então, o amor a si mesmo é aprender a desprender-se de si mesmo, trabalhar de fato, não é? O amor é a síntese do evangelho. Sem caridade não há salvação. Amar os vossos inimigos. Ai meu Deus, se eu amo a mim mesmo, não amo o próximo,

er a desprender-se de si mesmo, trabalhar de fato, não é? O amor é a síntese do evangelho. Sem caridade não há salvação. Amar os vossos inimigos. Ai meu Deus, se eu amo a mim mesmo, não amo o próximo, eu vou amar o inimigo. Olha só como é que vem o caminho pra gente chegar lá. Então amar os inimigos é vencer o orgulho, a vaidade, a prepotência. O ódio prende o espírito ao mal. O ódio é como se fosse uma cadeia. Quando a gente odeia, a gente fica preso ao objeto do ódio. Olha só, a gente quer se livrar daquilo e a gente tá lá preso porque a gente odeia. e vai carregando esse grilhão. Lembra da daquele filminho que mostra os sujeitos, né, que estão lá carregando corrente, né, no no Natal e vem aqui aquele com as correntes carrego. Então o Cristo é modelo de perdão. A fraternidade supera todos os conflitos. Capítulo 13. Não saiba a vossa mão esquerda o que faz à direita. Aí vai entrar depois de tudo isso aqui, amor aos inimigos, um momento de refrigério. É importante fazer a caridade sem que ninguém saiba. Nós não temos que ter interesse naquilo que nós estamos fazendo. Tem que ser desprendido e Deus vê o que está oculto. Não precisa propagar para ninguém. Honrai o vosso pai e vossa mãe. Ai, Senhor. Isso aqui precisa ser colocado nas famílias hoje em dia, não é? Muita atenção. As crianças precisam aprender isso. Aí a criança nasce e a mamãe e papai fica perguntando: "Você me ama? A criança não sabe ainda o que que é amor? Ela não aprendeu a respeitar os pais ainda. É possível amar sem respeitar? Então tem que primeiro aprender o respeito para depois então naturalmente amar. Quando não aprende a respeitar, dificilmente vai haver amor. Então, temos que trabalhar, honrar vosso pai, a vossa mãe, não é? A reencarnação explica as afinidades e os conflitos que a gente tem dentro da família. É preciso respeitar e amparar. Fora da caridade de nossa salvação. Vai direto ao ponto no 15. Então essa é a máxima que resume o espiritismo. Esse é o core, é a a o principal da doutrina espírita, não é? Então vai

peitar e amparar. Fora da caridade de nossa salvação. Vai direto ao ponto no 15. Então essa é a máxima que resume o espiritismo. Esse é o core, é a a o principal da doutrina espírita, não é? Então vai haver aqui uma orientação dizendo que a intolerância afasta da verdade, né? Que é importante a fraternidade que une inclusive as crenças, que une todas as pessoas, não é a religião que salva mais a caridade. A prática moral é essencial. No capítulo 16, não se pode servir a Deus e a mamon. É o momento da do exame dentro do nosso da nossa evolução de que o apego às coisas materiais nos prende aqui. É necessário nos libertarmos disso. Não basta fazer a caridade sem interesse. É preciso se desapegar daquilo que nos prende, porque senão a gente não evolui. Então, servir a Deus é priorizar os valores espirituais. O verdadeiro tesouro é moral, não é material. E é para nós uma grande dificuldade, porque a gente fica tão preocupado com a velice que a gente quer acumular para poder garantir que a gente vai ter uma velice garantida sem ficar dependente dos outros. até tem um interesse interessante aí que não é ficar eh causando dificuldade pros demais, a gente ser independente para não ser o peso, mas às vezes a gente acumula tanto que depois desencarna e a família começa a disputar os bens que a gente largou e a gente fica lá perturbado por causa disso do outro lado. E eu já ouvi dizer assim: "Não, mas eu eu preciso deixar uma boa herança pra minha família". A pessoa tá apegada ao negócio, a coisa, e tá dando desculpa que é para deixar, que se fosse para deixar mesmo já entregava, não era? Então a gente tem que prestar bem atenção. Não se pode servir a Deus e a mamão. E não pode confundir também a religião como sendo para nós um instrumento de ficar rico. Capítulo 17. Sede perfeitos. Ah, e aqui realmente é aquele que a gente falou. É possível ser perfeito como Deus é perfeito? Se Jesus disse, então é. Mas Kardec, muito atentamente vai situar a coisa direitinho, porque não é na plenitude,

qui realmente é aquele que a gente falou. É possível ser perfeito como Deus é perfeito? Se Jesus disse, então é. Mas Kardec, muito atentamente vai situar a coisa direitinho, porque não é na plenitude, porque Deus é a perfeição total e o universo é infinito. Nós somos criação dele e a gente vai aprender sempre dentro do universo, sempre, infinitamente. Agora tem uma condição que a gente pode alcançar, que é o que Jesus coloca aqui. Kardec examina nesse ser de perfeitos, como vosso pai celestial é perfeito. É quando ele recomenda orar pelos que nos perseguem calunio, fazer o bem por aqueles. E aí é a questão do exercício do amor ao semelhante. É o resumo de todo aqueles passos anteriores do amar a nós mesmos, amar o próximo, amar os inimigos. Então aqui nesse sede de perfeitos é o amor de uns pelos outros de maneira incondicional como Deus nos ama. Nós chegaremos um dia em que amaremos como Deus ama a todos os nossos irmãos e a humanidade, a tudo que existe, mas não seremos perfeitos integralmente como Deus é, porque ele é a perfeição absoluta e nós seremos a perfeição relativa, mas alcançaremos essa perfeição de nos amar uns aos outros. Olha que maravilha isso. Só o Espiritismo fala isso para nós, mas foi Jesus que falou. E a gente fica nessa confusão. Capítulo 18. Muitos os chamados e poucos os escolhidos. É o momento da gente ver que que é um chamado. O convidado para ação. O que que é o escolhido? Aquele que aceitou o convite fez conforme está proposto. Não foi escolhido porque alguém apontou o dedo. Ele se escolheu. Ele se auto integrou no processo. Então está escolhido. O progresso exige compromisso. Tá bem. Capítulo 19. A fé transporta montanhas. Aqui o entendimento do significado da fé. A a oração que sustenta a confiança. A dúvida vai paralisar os nossos esforços. Então, a fé ilumina os nossos caminhos e nós estamos nesse caminho, não é, para ir ao encontro do quê? Calma lá, a gente já vai chegar lá. Com fé nós superamos os obstáculos. Mas o que significa fé?

. Então, a fé ilumina os nossos caminhos e nós estamos nesse caminho, não é, para ir ao encontro do quê? Calma lá, a gente já vai chegar lá. Com fé nós superamos os obstáculos. Mas o que significa fé? Olha, uma palavrinha com duas letras, com significado amplíssimo. No evangelho, nós vamos encontrar Jesus usando essa palavra várias vezes com diferentes significados. Vou dar só um exemplo. O servo do centurião e o centurião manda alguém ou vai lá falar com Jesus para salvar. Jesus vai querer ir lá. E ele diz assim: "Não, Senhor, porque assim como eu tenho os meus e eu mando e eles obedece, tu tens os teus, porque a minha casa não é digna de te receber". E Jesus disse assim: "Que seja feito conforme a tua vontade." O servo foi curado lá no mesmo momento. Não foi ninguém lá. Quem é que foi lá? Foram os espíritos que Jesus mandou ir lá curar. Então Jesus em seguida disse: "Nem mesmo Israel vi tamanha fé". Essa fé é crença, não é simplesmente crença. Isso é sabedoria, conhecimento. Ele sabia que Jesus tinha os espíritos ao seu mando. E ele era romano, ele não era judeu. E ele sabia isso. Por isso nem Israel vi tamanho conhecimento. Isso é só um exemplo, né? Mas a gente vai dentro disso, tem tem um um trabalho que é feito especificamente sobre isso aí. O significado da fé no evangelho. Os trabalhadores da última hora. Aí nós somos convidados a ser os trabalhadores da última hora, porque os trabalhadores da primeira hora foram aqueles que seguiram logo Jesus. Qual é a última hora? Aos 1000 chegarás, mas dos 2000 não passarás. O que é que não vai passar dos 2000? O período de expiação e provas. Porque nós adentramos a regeneração nos primeiros albores do século XX, apesar de que Kardec previu que seria na entrada do século XX, mas o espírito deu uma mensagem informando que haveria um atraso aproximadamente de um século pela reação das trevas. Então nós vamos ver o consolador, não é, nos alertando para isso. E nós estamos agora neste momento, convidados a seus trabalhadores da primeira hora da

imadamente de um século pela reação das trevas. Então nós vamos ver o consolador, não é, nos alertando para isso. E nós estamos agora neste momento, convidados a seus trabalhadores da primeira hora da regeneração. Vamos aceitar o desafio. >> Vamos lá. Vamos trabalhar juntos para isso. Tá bem. os trabalhadores da primeira hora, fomos da última, estamos sendo convidados para ser da primeira hora da regeneração, da última hora da expiação e provas e do primeiro momento da regeneração. Boa vontade é valorizada, mas é preciso trabalhar. A ociosidade moral retarda o nosso progresso, acomodação, ficar ali, não é, olhando o reino sem fazer o esforço para chegar lá, foi comentado ainda h pouco pelo Arturup aqui conosco. Então, a sociedade moral o progresso. Cada hora é uma oportunidade. O importante é trabalhar com amor. Capítulo 21. Haverá falsos Cristos e falsos profetas. E nós temos que ser responsáveis e não ficar esperando que o nosso anjo da guarda vai nos proteger, que os bons espíritos vão resolver o nosso problema. Nós é que temos que saber distinguir o que que é realmente uma boa influência do que é uma influência ruim, do que é um mau pensamento do que um pensamento positivo. A nossa responsabilidade dentro disso. Devemos discernir a verdade do engano. A fé deve ser prudente. A caridade é sinal de legitimidade. Capítulo 22. Não separeis o que Deus juntou. E aí nós vamos entender a importância não apenas do casamento aqui, mas da união entre todas as criaturas. Quando nós nos amamos, nós nos unimos. E é isso que a espiritualidade vai colocar lá no futuro. Quando nós somos espíritos mais aperfeiçoados, nós nos amaremos todos. Ah, mas vai haver um amor particular e tal. Isso é uma eleição, uma escolha que a gente faz de conviver mais com um ou mais com o outro. Não tem nada de errado com isso, mas nós amaremos a todos. Tudo bem? Então, por enquanto, nós temos que aprender ainda a respeitarmos pelo menos no matrimônio, né? O que é uma grande dificuldade, porque hoje tem indicativos de que 70% dos

ós amaremos a todos. Tudo bem? Então, por enquanto, nós temos que aprender ainda a respeitarmos pelo menos no matrimônio, né? O que é uma grande dificuldade, porque hoje tem indicativos de que 70% dos casais se separam e os filhos ficam com um com outro ou com os avós. Então, nós estamos vivendo um momento de recrudimento do egoísmo, porque quando o egoísmo se manifesta muito acentuadamente, as pessoas não conseguem conviver umas com as outras, não defende os seus interesses. O amor verdadeiro persevera, a gente resume esse capítulo com isso, tá bem? A família é núcleo educativo. O respeito mútuo é essencial. Tem muito mais coisa para colocar. Vamos lá. Capítulo 23. Estranha moral. Então, a linguagem do Cristo é simbólica. A gente tem que saber interpretar, tem que entender. O espírito deve prevalecer sempre. O desapego é um exercício interior. O evangelho requer reflexão e a interpretação racional esclarece a gente. Capítulo 24. Não ponhais a candeia debaixo do alqueire. Se a gente aprendeu, conheceu, tem que viver conforme. Não é sair na praça propalando, não. Porque a gente já comentou, as palavras pode até convencer, mas o que arrasta é o exemplo. Então, ser luz é dever moral. Nós temos que acender a nossa própria luz nesse momento da entrada, no período da regeneração, para caminhar com os próprios pés e auxiliar aqueles que ainda não encontraram o caminho acender a própria luz. Quem não leu fica a recomendação voltei de irmão Jacó, Frederico Figner, não é? Que ele vai e foi espírita, trabalhador e tudo. Quando chega no mundo espiritual, não vou contar não. Quem não leu vai ler para ver o que que aconteceu com ele quando ele chegou no mundo espiritual. Capítulo 26. Dai gratuitamente o que gratuitamente recebestes. Ah, o capítulo 25 eu saltei. Buscai e achareis. É preciso buscar. É preciso se movimentar, é preciso fazer a nossa parte. E no capítulo 26, dai gratuitamente que gratuitamente recebestes. Nós recebemos muito do nosso Pai. A própria vida é um dom divino. Então que

r. É preciso se movimentar, é preciso fazer a nossa parte. E no capítulo 26, dai gratuitamente que gratuitamente recebestes. Nós recebemos muito do nosso Pai. A própria vida é um dom divino. Então que a gente doe, não é, para o nosso semelhante. Perdi, obtereis. Aqui começa o processo do fechamento, do entendimento do caminho para o retorno ao nosso pai. Tá bem? É a eficácia da prece depende da sinceridade. Então, a oração é comunicação com Deus. No capítulo 28, no 26 começa, não é? Dai gratuitamente o que gratuitamente recebestes. Vai já começar a preparar a gente paraa oração. No capítulo 27 ele fala do pedido obtitireis mergulha dentro da prece. E aí orar é elevar o pensamento, elevar a nossa essência. No capítulo 28, nós vamos encontrar uma coletânea de orações para ensinar-nos a falar diretamente com Deus. Então, nós vamos ver que a importância do evangelho como caminho para a nossa paz interior. Nós aprendermos a nos dirigir ao nosso pai, o nosso criador e falar diretamente com ele, que foi o que Jesus ensinou. Quando os discípulos pediam, Senhor, ensina-nos a orar. Ele não disse, não é para botar intermediários nem nada disso. Ele disse: "Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu." É uma conversa direta com o criador. Nós precisamos exercitar isso e aprender a falar diretamente com o nosso criador para aprender também a obedecer os comandos que ele passa para nós. Porque quando espíritos mais elevados, conforme ficou muito claro hoje, nós estaremos recebendo diretamente dele e entendendo o que ele está passando para nós, pra gente executar. Muita paz, muita luz. Que Jesus, o Divino Mestre, nos siga amparando sempre. >> Obrigado. Nossa gratidão, Carlos, pelas belas reflexões. Queridos amigos, faremos agora um breve intervalo e retornaremos em 30 minutos para mais um painel com Artur Valadares. Nossos convidados estarão no saguão à disposição para confraternizarem.

flexões. Queridos amigos, faremos agora um breve intervalo e retornaremos em 30 minutos para mais um painel com Artur Valadares. Nossos convidados estarão no saguão à disposição para confraternizarem. Aproveitem este momento para visitar a livraria, conhecer a exposição de documentos históricos e saber mais sobre o programa Amigos da FERGS. Nos encontraremos aqui em 30 minutos. Olá, queridos amigos. Eu sou Larissa Carvalho e venho convidar você a acompanhar dois lançamentos especiais que terão destaque na Fergs Play em 2026. Neste ano em que a Ferg celebra seus 105 anos, vem aí o podcast Na História da Féx. Mensalmente você vai acompanhar bate-papos com historiadores e pesquisadores do movimento espírita que vão compartilhar curiosidades, fatos importantes da nossa FERGs e da trajetória do espiritismo no Rio Grande do Sul. Em 2026, você também acompanha o programa ao vivo, revista espírita em Diálogo, um grupo de estudos virtual e aberto, dedicado à reflexão de textos relevantes da revista espírita de Allan Kardec. Inscreva-se na [música] Fergs Play, o canal da Fergs no YouTube, e fique por dentro dessa programação especial. Esperamos você. Conheça o livro Francisco Espinelli, O seareiro de Jesus. A obra revela nuances da vida de Francisco Espinelli, o jesuíta de outrora, o colaborador do movimento espírita, esposo, pai, trabalhador e dedicado seareiro de Jesus. O livro apresenta ainda aspectos da trajetória espiritual desse peregrino do movimento espírita e de outros espíritos que integram as caravanas da verdade, todos comprometidos com a divulgação do Espiritismo e com a união e unificação do movimento espírita. Francisco Espinelli, o seareiro de Jesus de Janete de Azambuja, sob a orientação do espírito Eurípedes Baranulfo, você encontra nas principais livrarias espíritas do Brasil. A campanha espírita permanente de conscientização ecológica, aprovada pelo Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira, fundamenta-se na contribuição que o Espiritismo e o movimento espírita podem

írita permanente de conscientização ecológica, aprovada pelo Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira, fundamenta-se na contribuição que o Espiritismo e o movimento espírita podem oferecer para a solução dos atuais problemas socioambientais, com a finalidade de melhoria dos indivíduos e da coletividade. A Federação Espírita do Rio Grande do Sul vem atuando na campanha com diversas ações. Diante da situação de emergência climática que nosso estado vem enfrentando, precisamos falar. É tempo de mudar. Novos tempos estão chegando. Somos chamados a novos comportamentos, novos hábitos para a nossa caminhada coletiva rumo ao mundo de regeneração. A palavra é repensar. Repensar o consumo excessivo. Repensar o uso de materiais plásticos descartáveis. repensar hábitos alimentares mais compassivos, repensar os novos comportamentos que ajudem nossa casa planetária, na qual estamos todos encarnados. repensar o uso de materiais que poluem nossas águas, bem como o seu desperdício. Repensar o uso de materiais que contribuem para o entupimento dos bueiros quando não encaminhamos corretamente os resíduos e o uso de materiais que empobrecem e desestruturam o solo, de onde sai o alimento. a compra de animais, optando pela adoção, incluindo a renovação dos hábitos que prejudicam os animais e a natureza, e, consequentemente a humanidade. O mundo de regeneração. Você quer fazer parte desta construção? Participe desta campanha Gestão do Saber Ambiental Félix. Conheça o novo volume da obra Os mensageiros, poesias e crônicas de Maria [música] Elizabeth Barbieri. Baseado na consagrada coleção do espírito André Luiz, a Ferges, Editora, apresenta uma leitura sensível e inspiradora [música] dos 23 capítulos finais do livro que serviu de guia e inspiração [música] à autora. Com a presença amorosa e [música] a inspiração do benfeitor Roberto Pedro Michelena nasceu uma coletânea [música] elaborada com delicadeza e propósito, buscando oferecer consolo, [música] estimular reflexões e favorecer a transformação

inspiração do benfeitor Roberto Pedro Michelena nasceu uma coletânea [música] elaborada com delicadeza e propósito, buscando oferecer consolo, [música] estimular reflexões e favorecer a transformação interior. Os mensageiros dois, poesias e crônicas. está disponível nas [música] principais livrarias espíritas do Brasil. >> Conheça [música] o Busca Centro, a ferramenta que facilita sua procura a uma instituição espírita vinculada a Fergs. Para utilizá-la é muito simples. Basta acessar www.fergs.org.br/buscacentro. Você pode selecionar o centro espírita que melhor atende às suas necessidades, realizando a busca por cidade, CEP, atividade desejada ou até mesmo pelo dia da semana. Experimente agora mesmo e encontre um centro espírita perto de você. Aquelas primeiras vindas foram eram muito lindas e emocionantes, porque o Divaldo, ele já vinha com aquela missão de ser o semeador do consolador prometido junto às massas. Sejamos nós aqueles que disputemos a honra de amar, aqueles que nos esforcemos por servir, construindo o mundo melhor que já se nos avizinha, como nos dias em que viveremos este congresso internacional de espiritismo. >> E ele vinha com aquela exuberância. Eu conheci o o Divaldo jovem. Eu conheci o Divaldo que ele tinha uns 30 anos, eu adolescente. [música] E a gente sentava na no Teatro São Pedro para ouvi-los. A dona Adiná levava nós na escadaria porque para não ocupar os espaços porque lutava, ficava em pé. [música] Então a juventude sentava nas escadarias ou nós ficávamos na cochia do teatro São Pedro ouvindo o Eu eu chegava ouvir o Divaldo assim a 20 30 cm de distância ele no microfone e eu atrás da cortina. >> Tivemos a oportunidade de conhecer essa nobre alma em várias das oportunidades ao longo das décadas que esteve pelo Rio Grande do Sul, indo a dezenas de municípios. Esse embaixador da paz levava na sua voz vigorosa uma mensagem de fraternidade, de amor, de união e como não poderia deixar de ser de unificação dos espíritas através do movimento espírita.

unicípios. Esse embaixador da paz levava na sua voz vigorosa uma mensagem de fraternidade, de amor, de união e como não poderia deixar de ser de unificação dos espíritas através do movimento espírita. >> Obrigado, Senhor, pelas minhas mãos, mas também pelas mãos que aram, que semeiam, que agasalham mãos de ternura. Mãos que libertam da amargura. Mãos que apertam mãos. Mãos dos adeusés que limpam feridas, que enxugam lágrimas e dores das vidas. Por manos de poesias, de sinfonias, de psicografias, de cirurgias. Por manos que atiend la verz que limpia heridas sudores de las vidas por manos. os os grandes congressos do Rio Grande do Sul foram ancorados, é claro, no trabalho dos espíritas do Rio Grande do Sul, da quantidade de voluntários, mas também por esta figura luminosa do nosso querido Paulo de Tarso do século XX. Divaldo, como é que ficou esse coração hoje nesse momento tão lindo? Profundamente emocional por causa das surpresas agradáveis que nos foram propiciadas pelos queridos irmãos da Fos. O Divaldo é um comunicador que trouxe na sua missão esse [música] compromisso de atuar no quarto período de propagação da da divulgação do espiritismo, [música] que é a influência sobre a ordem social, que enquanto ele falava no Gigantim 2006 para aquela plateia de 12.000, 13.000 1 [música] pessoas no na metade da conferência abriu-se como se fosse um candelabro no forro do gigantinho e 100 espíritos da equipe de Joana de Anches atenderam um a um das pessoas que estavam ali e se deslocavam paraas famílias, pros hospitais, enfim, pros pras [música] paraas geriatrias, né? Foi eles que foi um fenômeno assim incrível que aconteceu, né? E a gente [música] sentia isso, né? Imagina, a gente percebia essa sensibilidade, né? E depois ele ficava autografando e conversão só autografando, porque ele conversava com as pessoas, a gente entrava a madrugada e aquela fila não terminava. E nesses dias de tanta perversidade, de tanta indiferença, que a tua mensagem agora vai sendo divulgada e cresce para atender as

om as pessoas, a gente entrava a madrugada e aquela fila não terminava. E nesses dias de tanta perversidade, de tanta indiferença, que a tua mensagem agora vai sendo divulgada e cresce para atender as almas, permite-me dizer-te da emoção que me invade sem reclamar e da gratidão que me toma, sem qualquer sentimento de outra natureza. dizendo ao Pai, ó Senhor, muito obrigado por tudo que me deste, por tudo que me dás. >> Quando nós compartilhamos com ele o primeiro convite para o sexto congresso, que reuniu 4.000 pessoas em Gramado, ele achou maravilhoso e [música] nos disse: "Realmente, o Espiritismo tem que chegar a todos os corações." Então, ele sempre abriu os congressos, né? por ocasião [música] do nosso 12º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, depois de um [música] período longo da pandemia em que ele não pôde viajar e já com 96 anos ele nos deixou um último legado de perseverança, de superação, de compromisso. E ao longo da preparação em que ele já passava por enfermidades sérias, procedimentos cirúrgicos, convivia com dores praticamente diariamente, ele fez um último esforço e esteve em 2023 aqui no nosso congresso, que foi um momento também de despedida e todos vamos nos lembrar da sua voz vigorosa, da sua mensagem, sempre com fidelidade, com compromisso com a doutrina espírita, com a fé. com a esperança e com a paz. >> Que a vida tem um sentido que amar. Sentido decretado por nosso Senhor Jesus Cristo. Quem ama é feliz. Verdadeiramente amar é encontrar a vida e tornar a pessoa feliz. Ele sempre foi um alguém que que projetava luz sobre a caminhada daqueles que estivessem trabalhando no bem. sempre [música] recolhíamos dele estas estas lições assim de ver no trabalhador do Cristo o melhor que naquele momento ele estava podendo entregar. poder do seu amor. Obrigado, amigo, irmão. Obrigado, Senhor. Obrigado por estar aqui no céu o mensageiro da paz e conduzir para Jesus. Nós temos uma gratidão imensa pelo Divalto, por essa cotovia baiana, então a gente costuma lembrá-lo, [música] né, que

Senhor. Obrigado por estar aqui no céu o mensageiro da paz e conduzir para Jesus. Nós temos uma gratidão imensa pelo Divalto, por essa cotovia baiana, então a gente costuma lembrá-lo, [música] né, que deixou esse cântico de luz cativante, muito marcado também no nosso [música] estado >> para os espíritas gaúchos. Divaldo [música] deixa um legado de união, de trabalho conjunto, de unificação com o nosso movimento federativo e [música] essa alma que semeou tantas sementes e que hoje eu tenho certeza, estão florescendo por todos os rincões do Rio Grande do Sul. De minha parte, [música] em nome do Centro Espírita Caminho da Redenção, de todos os nossos diretores, alguns dos quais aqui estão conosco, gaúchos também, homenageando a casa mãe de todos nós, não só do Rio Grande do Sul, para dizer aos irmãos: "Avante, este é o momento grave, mais do que nunca precisamos estar unidos. A nossa mensagem de luz. Não apontemos erros, corrijamos. Não falemos do pântano, abramos uma vala. Não reclamemos da escuridão, acendamos uma luz. Eu sou Mayara Paz, estou como coordenadora de comunicação [música] e recentemente de cinema da Federação Espírita Brasileira. O meu nome é Ida Maria Natividade. Eu trabalho na coordenação do de FEB Cinema da Federação Espírita Brasileira e nós estamos aqui [música] no Rio Grande do Sul no que viemos assistir o docrama do CPÉ o guerreiro da Paz, né? Estamos nesta jornada muito dinâmica, muito de curiosidades, de inovação e felizes por estarmos aqui junto a FERGs, nossos irmãos queridos, com quem sempre trabalhamos com muita alegria e podermos aqui falar um pouquinho sobre essa experiência do cinema, né, desde a fundação da FEB Cinema há cerca de 2 anos. Então, com muita alegria, vamos aqui responder algumas perguntas, iniciando por Espiritismo e Cinema. Na sua opinião, como Allan Kardec avaliaria o cinema como uma ferramenta para a divulgação do espiritismo? A gente lembra muito da revista de espírita, que para mim é uma coleção riquíssima, é um material que

pinião, como Allan Kardec avaliaria o cinema como uma ferramenta para a divulgação do espiritismo? A gente lembra muito da revista de espírita, que para mim é uma coleção riquíssima, é um material que todos têm que estudar, sobretudo comunicadores, né? Porque nos traz ali muitas diretrizes claras sobre o nosso roteiro, eh, profissional, pessoal, né? e também eh nos dá realmente muitas orientações a respeito do nosso dia a dia, das conduções. E Kardec ali nos traz, né, uma reflexão sobre o espiritismo e a arte, eh, que o o Espiritismo traz para a arte e um novo campo, né, ainda inexplorado, um campo imenso e ainda destaca que os artistas que souberem bem eh conduzir com um propósito, com convicção esse trabalho, terão aí uma caminhada muito positiva pela frente. Então, em relação ao cinema, né, claro, a sétima arte, eh, acredito que ele estaria hoje muito contente pelas, né, pelos novos projetos que estão, eh, se mostrando, né, ao longo dos anos nos trabalhos, nas relações, nos nas negociações e impulsionando sim a divulgação doutrinária por quem e ele por por qual ele tanto lutou, né? Então a gente realmente fica muito feliz pela oportunidade e sempre carrega em todos os [música] nossos atos, em todos os nossos pensamentos, projetos, estratégias e planejamento, Kardec, né, o Cristo como base. Então, as orientações já estão ali, basta nós seguirmos, né? Então, acredito que sempre coadunando, né, com os pensamentos evangélicos, a gente terá aí eh parceiros que estejam harmonizados com esses pensamentos, que sejam parceiros que também queiram impulsionar boas palavras de amor, de perdão e que possamos aí realmente multiplicar entre os projetos de divulgação do nosso amado Evangelho. Qual é o papel da FEB Cinema junto às produtoras de filmes com temática [música] espírita da atualidade? O nosso papel é trabalhar com as produtoras que nos nos que vem até nós ou que nós procuramos para ceder os direitos autorais. Para isso, nós procuramos saber a o portfólio da empresa, os as obras que já tiveram, que

trabalhar com as produtoras que nos nos que vem até nós ou que nós procuramos para ceder os direitos autorais. Para isso, nós procuramos saber a o portfólio da empresa, os as obras que já tiveram, que já fizeram, que já desenvolveram, o trabalho [música] que já desenvolveram, né, o tipo de equipe para pra gente poder analisar a viabilidade [música] do desenvolvimento de um trabalho bom para as obras espíritas. Depois de tudo isso feito, né, da das possibilidades de recursos e tudo mais, nós assinamos um contrato de sessão de direitos autorais com a empresa interessada, com a produtora interessada. E aí depois nós acompanhamos o trabalho deles, eh, analisando o roteiro, analisando toda os recursos, participando inclusive das filmagens com eles. Então, esse é o nosso trabalho de acompanhamento, porque [música] nós temos que zelar pela pelos princípios doutrinários. Então, tudo isso a gente participa. Então, esse é o nosso trabalho. Quais orientações são oferecidas aos produtores para garantir que as produções abordem a temática espírita, respeitando a ética doutrinária, sem recorrer ao sensacionalismo? A FEB Cinema desempenha algum papel nesse aspecto? Bem, na realidade, como eu disse anteriormente, a gente sempre busca eh parceiros que estejam com propósitos eh similares ao nosso, né? Então, o nosso foco não é comercial, o nosso foco [música] é impulsão da divulgação doutrinária. Então, a gente, claro, respeita e porque a gente compreende o [música] mercado como a parte comercial, a parte, né, que tem toda a sua expertise em relação a ao processo de produção, ao processo de edição, eh entendemos [música] esse lado comercial mercadológico. Porém, nós precisamos sempre ter embasamento na nossa, né, no nosso caráter, nas funções. evangélica, na função integradora e na função mediática. E esse é o nosso norte de trabalho. Então, a gente sempre conversa, né, com os produtores e já traz para o trabalho produtores que coadunem realmente dessa mesma ideia, né? Então fica até mais

iática. E esse é o nosso norte de trabalho. Então, a gente sempre conversa, né, com os produtores e já traz para o trabalho produtores que coadunem realmente dessa mesma ideia, né? Então fica até mais fácil, a gente não tem que, né, que que e longe disso nós não iríamos doutrinar, não tem não trabalhamos com proselitismo, mas já são pessoas que no seu íntimo realmente tem essa vontade de bem trabalhar, né, pelo bem. Então, eh, a gente realmente [música] eh respeita a parte artística, assim como eles respeitam eh a parte doutrinária, né? Então, tem sido um casamento muito feliz com todos. A gente tem trabalhado com a Disney, a gente tem trabalhado com a Paris, trabalhamos com a Fox a época, né? Eh, a Universal também vem agora se somar, imagem filme, cinética, estação. Então, são parceiros Rubi Filmes que [música] realmente nos trazem uma alegria, né, de termos trabalhos muito ligados, eh, de termos visões de mundo e valores muito próximos, né? [música] Então, a FEB Cinema, ela tem esse papel realmente de conversar com todos, né? eh eh assistir as cenas, fazer a leitura prévia do roteiro e aí [música] sim nós temos essa possibilidade de analisar doutrinariamente e pontuar aqui, acular, né, não corrigir jamais porque nós estamos todos aprendendo, mas trocar ideias e experiências. Então, o nosso papel tem sido muito nesse sentido e muito felizes por encontrarmos nessa caminhada parceiros tão fortes, né, que possam aí se somar a esse trabalho de divulgação. Como você acredita que os filmes com temática espírita [música] influenciam a percepção pública sobre a doutrina espírita? Eh, os filmes de temática espírita, nós acreditamos que eles têm um alcance muito maior do que apenas assistir um conteúdo nas telas e ir para casa. O filme de temática espírita, ele vai como um consolo com o a mensagem de Jesus, a mensagem [música] dos espíritos amigos que trazem para toda essa nossa humanidade. Então ele [música] atinge às vezes as mães que perderam os filhos, as pessoas [música] que estão tristes,

de Jesus, a mensagem [música] dos espíritos amigos que trazem para toda essa nossa humanidade. Então ele [música] atinge às vezes as mães que perderam os filhos, as pessoas [música] que estão tristes, deprimidas. Então nós, o nosso interesse é que chegue essa mensagem para todas aquelas pessoas necessitadas de auxílio, de consolo e principalmente de acolhimento de amor. Então essa é o que nós imaginamos que as obras espíritas possam levar, porque o mundo hoje é um mundo muito violento. Nós estamos precisando de [música] levar mensagens diferentes, mensagem de reconciliação, de crescimento, de amorosidade para todos aqueles nossos irmãos aqui da Terra. Na sua opinião, ainda há resistência, seja do público ou da própria indústria cinematográfica em relação a filmes que abordam o espiritismo? [música] Acredito que não. Eh, a gente vê aí inclusive eh, os os filmes que têm aparecido, [música] a as as novelas e produções de teatro, como elas têm sido muito bem recebidas, né? [música] Eh, a gente percebe isso, a gente percebe também em números que nós obtivemos eh nas pesquisas de mercado a [música] respeito das temáticas espiritualistas. A gente vê a quantidade de público que tem se somado, né? A gente olha agora recentemente o nosso lar dois, que a gente chegou a 1.790.000 espectadores em uma época que o cinema tem sido ainda uma dificuldade pós pandemia da retomada do público. Então esse é um número muito bom, expressivo, sobretudo pro cinema nacional. E a gente percebe que, como eu disse, né, os parceiros, parceiros como Disney e Paris tm se som essa caminhada por verificar a adesão do público, né, a essas histórias de bem. Então a gente fica realmente muito contente, né, por perceber que o público tem ser somado, o mercado tem se somado [música] e com esses todos esses parceiros a gente consegue aí alcançar cada vez mais eh, aliás, ultrapassar limites, né, alcançar cada vez mais públicos variados. >> Com tantas obras literárias espíritas sendo adaptadas para o cinema, como você

gente consegue aí alcançar cada vez mais eh, aliás, ultrapassar limites, né, alcançar cada vez mais públicos variados. >> Com tantas obras literárias espíritas sendo adaptadas para o cinema, como você avalia essas produções? Na sua opinião, quais histórias ainda merecem ser levadas às telas? Nós achamos que tem ainda poucas obras espíritas sendo desenvolvidas para o cinema. Nós achamos que com tantas obras maravilhosas que temos, [música] só a FEB tem 900 títulos que podem ser eh transformados para para as telas, tanto as telas grandes como as telas pequenas que nós imaginamos que possam ser transformadas. [música] Os livros infantis podem se transformar em desenhos animados que as crianças assistam até no mesmo no celular, os filmes de juventude, aqueles livros importantes, porque é um segmento [música] que muito necessário de receber esse tipo de estímulo, esse tipo de [música] atividade. Eles precisam de ter filmes também pra idade deles, para nos assuntos que os [música] interessem. e os adultos também, os filmes que nós estamos programando hoje, eh, existem muitas negociações, [música] mas nós achamos que ainda podemos incrementar mais ainda esse mercado que que tem muitos títulos, os livros espíritos, os romances são maravilhosos, alguns eh livros doutrinários podem ser transformados em obras >> eh muito bonitas nas telas, né? alguns documentários, docogramas como esse que nós estivemos aqui assistindo. Então tudo isso pode Ah. Então vamos. retornando meus amigos e reencontrando nossos lugares, serenando os corações que em instantes retornaremos com a nossa programação. No. Conta pra gente um pouquinho da tua relação, como começou a tua história com a Fergs, com este espaço. >> Hum. Nossa, ela é uma história antiga e bonita. Começou em 2009, quando eu recebi o primeiro convite para ser uma colaboradora no ESD. >> Eu fui convidado, né? Eu já era voluntário do movimento [música] espírita e fui convidado pela Bet, pelo Gabriel para vir trabalhar profissionalmente. No início até o

a ser uma colaboradora no ESD. >> Eu fui convidado, né? Eu já era voluntário do movimento [música] espírita e fui convidado pela Bet, pelo Gabriel para vir trabalhar profissionalmente. No início até o convite me causou estranheza, assim, né? Era era sair da área de voluntário e virar profissional dentro da federação me causou estranheza, mas depois eu vi que era um caminho muito bonito. >> Eh, já faz 12 anos eh de carteira assinada, trabalhando como funcionário, mas eu entrei em 2008 como voluntária. >> Eu estou de voluntário na Fegas, à frente do departamento de patrimônio desde 2019. E se tu pudesse assim descrever um pouquinho da tua relação com a Fergus, assim, como que tu descreveria >> a relação? É de é de amor mesmo, né? É estranho a gente dizer isso por uma instituição. >> Queridos amigos, sejam bem-vindos de volta. a instituição mesmo. >> Vamos todos serenando os corações, encontrando nossos assentos para darmos continuidade à nossa programação. Em instantes, teremos mais um painel com Artur Valadares e na sequência a nossa roda de conversas com perguntas e respostas. Lembramos que você pode enviar sua pergunta pelo número 51 9 8400 3219 ou pelo chat da transmissão ao vivo. Para que não percamos tempo, convidamos Artur Valadares para o último painel da tarde com o tema O Evangelho como jornada vivencial para o Espírito. A palavra está contigo. Queridos amigos e amigas, então, mais uma vez vamos aqui fazer a nossa autodescrição para o registro. Me chamo Artur Valadares, tenho 36 anos, tenho a pele clara, branca, os olhos e os cabelos castanhos. Uso um óculos de grau, tem uma camiseta azul com um detalhe do Cristo do lado esquerdo e uma estatura de 1,74 m. Que o Senhor nos abençoe mais um momento de reflexões, que possamos buscar a inspiração do mais alto para que captemos do evangelho aquilo que realmente é a sua essência. E quando falamos de evangelho, não há como não pensar em jornada. O evangelho não é só uma adesão formal, como dizíamos na fala anterior. Não é

emos do evangelho aquilo que realmente é a sua essência. E quando falamos de evangelho, não há como não pensar em jornada. O evangelho não é só uma adesão formal, como dizíamos na fala anterior. Não é simplesmente uma promessa, não é simplesmente um ideal. O evangelho é caminhada, o evangelho é construção. E talvez essa seja uma das principais contribuições que nos traz uma das mais valiosas obras que o nosso movimento teve a bênção de poder receber, que é o livro Paulo Estevan. Basicamente, qual é o eixo central dessa obra? Como o próprio Emmanuel nos quis fazer compreender no prefácio do livro, ele quer nos mostrar o esforço que está envolvido, que deve estar envolvido após o aceite do evangelho, para que não cai num estado de acomodação ou como ele diz de mornidão. no prefácio da obra, ele nos trará essa informação de que dois foram os principais motivos que fazeram, que fizeram com que aquela obra viesse a lume. E o primeiro deles é justamente este. Diz ele, a postura acomodada, a mornidão das igrejas cristãs na atualidade justifica o nosso esforço. Em outras palavras, nós queremos com essa obra mostrar ou relembrar o que de fato significa aceitar o evangelho e empreender a jornada. O outro motivo que ele ali lhia é o de destacar a importância da cooperação fraternal. Na jornada do evangelho, nós não temos todas as peças para o quebra-cabeças que temos a montar. Nós não temos todo o material para a construção a empreender. Precisamos das peças, do material que vamos coletando com as almas que vamos encontrando pelo caminho, que o Senhor vai aproximando da nossa jornada e do nosso coração. Então, esses os dois motivos pelos quais a espiritualidade entendeu seria interessante trazer uma nova biografia do apóstolo Paulo. Mas eu acho que o que mais se destaca mesmo, o eixo central desse livro é justamente podermos acompanhar a jornada do próprio Paulo entre o seu encontro marcante, inesquecível em Damasco e a culminância em Roma quando martirizado, temos mais de 30 anos de trabalho e de jornada. E

ente podermos acompanhar a jornada do próprio Paulo entre o seu encontro marcante, inesquecível em Damasco e a culminância em Roma quando martirizado, temos mais de 30 anos de trabalho e de jornada. E aqui não falamos somente de jornadas exteriores percorridas a pé, em navios ou de outros modos. Não falamos apenas de suas viagens apostólicas que, sem dúvidas foram importantes, mas destacamos a principal jornada que ele empreendeu, que é uma jornada para dentro. Não por acaso. Após a sua conversão, depois de algum tempo em Damasco, ele se dirige a Palmira buscando a palavra amiga do seu antigo mestre, Gamaliel, que então lhe traria uma definição muito bela que Paulo, com toda a sua bagagem anterior de formação, pôde compreender muito profundamente. De novo, resgatando o conceito aqui da terra prometida que trouxemos em nossa primeira fala, aquela jornada empreendida em busca da terra da promissão. Gamaliel diz então a Saulo de Tarso: "Tenho para comigo que o evangelho é a terra prometida e que nos adaptarmos a ele, isto é, incorporarmos o que de fato ele nos traz, moldando a nossa vida aquilo que está ali proposto, adaptarmo-nos ao evangelho, é descobrir um novo país, cuja grandeza se perde no infinito da alma. Então assim, Gamaliel definiu para Saulo o que seria a sua vida nos próximos 30 anos. uma jornada por descobrir, desbravar aquele antisignoto país de si mesmo, outrora desconhecido, mas que agora ele haveria de percorrer ininterruptamente, fazendo jornadas por fora, mas acima de tudo servindo-se delas para jornadear portas adentro de si mesmo, descobrindo-se para se construir, para se transformar. para se fazer o grande instrumento que foi nas mãos de Jesus a espargir a mensagem da boa nova ou do reino de Deus. Nesse sentido, então, entendendo o evangelho como jornada, mais do que meramente um ideal, um sonho, uma utopia, um desejo, entendendo ele nesses termos, vamos ao livro Paulo Estevão, num trecho que julgamos aqui muito pertinente, e ele como que sintetiza

da, mais do que meramente um ideal, um sonho, uma utopia, um desejo, entendendo ele nesses termos, vamos ao livro Paulo Estevão, num trecho que julgamos aqui muito pertinente, e ele como que sintetiza tudo isso que nós intentamos aqui descrever. Esse trecho está no contexto do encontro ou daquela convivência de Saulo coma e Prisca no Oasis de Dan. Como sabemos, aquele foi um momento muito importante para ele, os três anos ali passados, porque ele pôde introjetar melhor os conteúdos que ia recebendo agora do evangelho. Claro, sobre um novo olhar. Antes os havia recebido quando, por exemplo, ouviu a pregação de Estevão ou as palavras de Simão Pedro, os recebia já com reticências, com resistências, com um viés que lhe deturpava a interpretação daquela mensagem divina. não conseguia ver ali algo divino. Mas removidas as escamas lá em Damasco, ao toque amoroso de Jesus, ele tinha agora um novo olhar. Então, recebia todo aquele material divino, toda aquela luz que lhe era introjetada no plano íntimo com uma outra disposição, preparando-se primeiro para a longa jornada que haveria agora de empreender, mas que já começava ali. Embora estivesse fixado no ASIS por 3 anos, ali ele deu os seus primeiros e mais fundamentais passos naquela jornada que o mestre lhe havia convocado. E ao fazer o registro então de um desses momentos, dos diálogos que ele tinha com Akel com Prisca, o Emanuele assim nos diz: "Os grandes sentimentos nunca povoam a alma de uma só vez em sua beleza integral. A criatura envenenada no mal é qual recipiente de vinagre que necessita ser esvaziado pouco a pouco? Então, Saulo se propunha a agora esse vaso a receber a água pura do mestre, mas era preciso em paralelo fazer o trabalho de purificação, removendo o antigo conteúdo, o fé, o vinagre, o vinho das ilusões do mundo que contaminariam essa água, era preciso purificar-se. Mas isso não faz, não se faz de um salto. Isso não é num piscar de olhos. E daí a ideia de jornada, porque quando falamos em jornada, numa jornada vivencial ou de

essa água, era preciso purificar-se. Mas isso não faz, não se faz de um salto. Isso não é num piscar de olhos. E daí a ideia de jornada, porque quando falamos em jornada, numa jornada vivencial ou de transformação da vida, falamos também de tempo e de perseverança no tempo. Sem essa compreensão, nós ficaremos naquela que tem sido a relação secular com o evangelho para muitos de nós, que se dá nos seguintes termos: nos encantamos, nos emocionamos, começamos a caminhada e desistimos. Começamos a jornada e desistimos porque não nos enganemos. Parte fundamental para essa implementação é a capacidade de perseverar. Diria o Mestre no Evangelho de Lucas. Na vossa paciência ganhareis as vossas almas. A palavra traduzida por paciência do grego hipomone pode ser também traduzida por perseverança. Sem perseverança, ninguém conquistará a si mesmo. Porque a perseverança é o esforço no tempo, é o seguir na jornada, apesar dos impecírios que se encontram no caminho. Então, sem isso, não chegaremos a concluí-la. Ao começar a tarefa mediúnica ali nos primeiros anos ainda, Chico receberia uma orientação de Emânio que haveria de norteá-lo por toda a existência em mais de 70 anos de exercício da mediunidade com Jesus. Emanuel diria, isso está registrado no livro Testemunhos de Chico Xavier de Sueli Caldas Schuber. Na tarefa cristã, meu filho, começar é fácil, continuar é difícil e chegar ao fim é crucificar-se. Pois foi o que Saulo descobriu, o que todo sincero discípulo que se transformou à luz do evangelho veio a descobrir, que começar com Cristo é fácil, é encantador, é sublime. dias de muita emoção, mas vem as lutas, sobretudo internas. E se não existir uma comunhão profunda, cada vez mais profunda entre o discípulo e o mestre, nos faltará o combustível, faltar-nos a seiva que nos nutre na caminhada. Por isso, continuar é difícil, mas chegar ao fim é crucificar-se, porque é a morte do velho eu, do que éramos, para que uma nova criatura se estabeleça, agora mais aos moldes de Jesus. Ora,

caminhada. Por isso, continuar é difícil, mas chegar ao fim é crucificar-se, porque é a morte do velho eu, do que éramos, para que uma nova criatura se estabeleça, agora mais aos moldes de Jesus. Ora, essa é a síntese da jornada do evangelho. Entra uma criatura e sai outra, mas conforme o Cristo. Entra uma criatura em um ano e ao final do ano ela sai já algo transformada. ao final de cinco, ao final de 10 anos, algo transformada, muito mais transformada ao final de uma existência. Depende da escala de tempo que considerarmos, mas o chegar ao fim uma existência inteira consagrada a essa jornada é realmente crucificar-se. Pede espírito de sacrifício e muito espírito de perseverança também. Então é isso que Emanu está destacando, que Paulo foi notando. Ele lidava ali, estando diante de e Prisca com os remorços que ele trazia. Ouviu de Áila que o seu pai havia sido morto em decorrência das perseguições de Saulo. Então você imagina o que se processava nesse coração. O evangelho lhe acenava com esperança, com misericórdia, mas ao mesmo tempo ele via dentro de si os conflitos, as memórias. amargas, ainda determinados hábitos, infelizes, vícios, sentimentos a renovar. E então é aquele trabalho perseverante e constante. Coloca mais da água pura, tira um pouco mais do antigo conteúdo até que um dia esteja o vaso de fato integralmente purificado. Então, não povoam os grandes sentimentos a alma de uma só vez. a criatura envenenada no mal. E qual de nós não estaremos saturados no vaso do coração, no vaso de nossa mente do mal, aqui entendido como aquilo que nos afasta da lei divina. Tantas e tantas posturas, escolhas, hábitos infelizes que ainda nos saturam o modo de ser. Transformar isso pede-nos tempo, perseverança, constância. Prossegue, Emmanuel. A visão de Jesus constituía um acontecimento vivo e morredouro. Mas para que pudesse compreender toda a extensão dos seus novos deveres, impunha-se-lhe o caminho estreito das provas ríspidas e amargosas. Então, aqui está para nós o plano.

imento vivo e morredouro. Mas para que pudesse compreender toda a extensão dos seus novos deveres, impunha-se-lhe o caminho estreito das provas ríspidas e amargosas. Então, aqui está para nós o plano. Cedo ou tarde, o espírito desperta. para outras buscas. Vislumbra o Cristo no seu horizonte mental. Exaure-se da matéria, do cativeiro da matéria, simbolizado lá no Egito, na jornada do êxodo. Ele começa a vislumbrar esse reino de Deus, ansiar por sua conquista. Mas este reino está lá e entre ele e o reino há o caminho, há o processo. Então Saulo foi buscado por Jesus. Ele o viu, ele contemplou aquela luz e estabeleceu de si para consigo esta é a minha nova meta. A jornada do evangelho começa obviamente com o aceite. Sequer aceitamos o convite, não há ainda jornada a empreender. Mas se já o aceitamos, aí começa um processo. como dissemos mais cedo, outrora, não compreendendo muito bem a ideia, aquilo que Jesus propunha, nos contentávamos com o aceite. Aceitamos o Cristo, pronto, estamos garantidos no reino. Ele fez tudo por nós. Na doutrina espírita aprendemos que não é assim. Os séculos estão à nossa frente, as muitas existências, as muitas lutas, a imensa jornada, mas uma jornada cada vez mais rica de luz, de esperança, de força, de consolação, embora também prhe de lutas e desafios, porque são justamente essas lutas e desafios que vão testar a profundidade do nosso aceite. O quão sincero é o nosso sim para Jesus. Porque dizer a ele um sim nos dias redentes é simples. Sermos fiéis ao Cristo quando tudo nos sorri é tranquilo. São nos testemunhos que começamos a ver a profundidade da nossa busca. O quão sincero é o nosso interesse no evangelho, o quão firme é o nosso propósito. Então, foi o que Saulo foi percebendo. Quanto mais luz do evangelho entrava, quanto mais ele ouvia falar sobre Jesus, pelos manuscritos que ele lia, pelos discípulos com os quais ele conversava, mais lutas a vida foi lhe trazendo interna e externamente. Luz do evangelho para dentro revela coisas antes não vistas,

us, pelos manuscritos que ele lia, pelos discípulos com os quais ele conversava, mais lutas a vida foi lhe trazendo interna e externamente. Luz do evangelho para dentro revela coisas antes não vistas, acende lutas antes adormecidas, luz do evangelho para dentro. entende a vida em sua sabedoria que o discípulo tem agora mais recursos para lidar com essas lutas de ordem exterior. Surgem, portanto, os testemunhos. Viu o Cristo no horizonte? Ótimo. Agora você já tem pelo menos o norte. Vamos agora ao caminho e às lutas no caminho. É bonito isso, porque é o que Jesus disse a ele quando em Damasco, né? E ele então diz o seu sim para Jesus. Senhor, que queres que eu faça? Ótimo, Saulo, você deu o sim. Você deu o primeiro passo na jornada do evangelho. Então você vai fazer o seguinte: levanta-te, entra na cidade e lá te será dito o que convém fazer. Mas como assim? Que que Jesus tá dizendo? Ótimo, você aceitou o evangelho? Então beleza. Ore agora paraa sua vida. Prepara-te para as lutas que virão. Entra na cidade, isto é, vai à luta, vai à convivência, vai ao esforço no mundo, porque eu chegarei até você agora pelas circunstâncias. Você já tem a luz do evangelho? Pois bem, estás mais preparado para lidar agora com as experiências. Por isso que para Ananias, Jesus diz: "Eu mostrarei a ele o quanto convém padecer pelo meu nome." E aqui não é o padecimento no sentido superficial, né? Não, eu mostrarei a ele as lutas para consolidar esse aceite. Senhor, que queres que eu faça? Pois bem, a vida te mostrará então o que eu espero, o que eu proponho a ti nessa jornada vivencial. É interessante porque a gente costumava brincar, brincar falando sério, né? Lá no nosso grupo de estudo, no Nep, as pessoas chegavam e começavam a estudar o evangelho, né, a luz da doutrina espírita. Então, a gente vai esclarecendo as lições de Jesus e tal. E a gente sempre costumava dizer: "Olha, você tá preparado?" Porque ao longo dos próprios anos e da experiência, o que a gente foi notando? A criatura chegava ali, recebia mais

lições de Jesus e tal. E a gente sempre costumava dizer: "Olha, você tá preparado?" Porque ao longo dos próprios anos e da experiência, o que a gente foi notando? A criatura chegava ali, recebia mais recursos do Cristo. No entendimento do evangelho, começavam a surgir as provas mais difíceis, começavam a aparecer as lutas. E não é óbvio isso. Você recebeu o recurso, agora você vai ser aferido, analisado no aproveitamento do recurso. A escola nos ensina isso. Você recebe a lição, a matéria por meses e depois tem a avaliação, não é? Pois bem, a escola da vida também funciona assim. O auto dá-nos os recursos primeiro. Podemos olhar e analisar com sinceridade em nossas vidas. Antes das lutas vieram os recursos. Se os aproveitamos ou não, é por nossa conta. Mas vieram os recursos. Porque Deus não nos dá a prova acima das condições que teríamos de lidar com ela. Então, ele dá o ensinamento, ele dá o conhecimento, ele faz com que chegue a mensagem, a orientação até nós por meio de um amigo, por meio de um livro, por meio de um convite, de um trabalho, de uma outra experiência menor que prepara para uma maior. Assim é a vida. conhecimento recebido, prepara-te para jornada de consolidação dele na forma de testemunhos. Então, é o que a gente sempre dizia, alguns ficavam assim, né? Nossa, e agora, né? Alguns até saíam do grupo achando que, mas não é, a vida é assim, recurso recebido será recurso aferido, avaliado mais à frente, porque não há progresso sem que passemos por isso. Todo progresso real do ser, intelectual ou moralmente, está envolvido com o desafio, aquilo que nos convida a subir alguns degraus. A solução de cada problema da nossa vida não está no degrau em que nos encontramos. Deus não nos envia, diz no Zem Emanuel, problemas de que não estejamos necessitados. Se o problema chega, é porque ele nos convida a subir um degrau conhecimento, de análise, de moralidade. É o testemunho que afere. Então, Saulo foi aprendendo, ele foi entendendo cada vez com mais clareza

problema chega, é porque ele nos convida a subir um degrau conhecimento, de análise, de moralidade. É o testemunho que afere. Então, Saulo foi aprendendo, ele foi entendendo cada vez com mais clareza isso ao longo da sua vida. O que Jesus disse para ele, olha, levanta-te, entra na cidade e lá será dito o que convém fazer. Ou seja, Jesus conversava com ele por meio das experiências que chegavam. Paulo, a lição de agora é essa. É o desafio nessa igreja, é o desafio naquele lugar, é o desafio em relação ao seu pai, é essa ou aquela questão. Era Jesus falando com ele, ó, passamos a uma nova lição do evangelho, viu? É uma nova página agora, é uma nova matéria, é um novo aspecto. E ele foi entendendo o valor dos testemunhos. Há até uma cena interessante, ele já estava em Corinto e o trabalho na igreja de Corinto foi muito profico. Mais e mais pessoas começavam a participar ali das reuniões a tal ponto que as sinagogas começaram a ficar vazias e tal. E aí se iniciou um movimento de perseguição em relação à figura que estava à frente daquele trabalho, que era Paulo. Eles conseguem lá uma espécie de ordem de prisão porque, né, fizeram uma trama lá e conseguiram uma ordem de prisão para Paulo. E aí eles levam essa ordem de prisão um dia na reunião, chegam lá, faló: "Tá aqui, nós precisamos te levar, temos uma ordem de prisão." E aí os cristãos que estavam na reunião ficaram alvoroçados, aquela bagunça, aquele tumulto, alguns já queriam revidar, já se preparavam para revidar e tal. E aí Paulo se ergue, né, na altura de sua confiança e de sua fé inabalável no Cristo. Já nessa maturidade de entendimento do que é a importância do testemunho no evangelho, ele diz assim: "Acalmando toda a igreja, né, irmãos? Acaso quereis o Cristo sem testemunho? Que evangelho nós estamos julgando seguir se nós nos revoltamos quando o testemunho chega? é o evangelho no plano do impalpável, assim do sonho, ou nós realmente entendemos que o testemunho é, na verdade, uma bênção, porque o testemunho é quando o Senhor já nos

os quando o testemunho chega? é o evangelho no plano do impalpável, assim do sonho, ou nós realmente entendemos que o testemunho é, na verdade, uma bênção, porque o testemunho é quando o Senhor já nos considera dignos de passar por aquilo. Então, olha como eu posso olhar a experiência difícil. Puxa vida, que tristeza, que dificuldade. Ou eu posso olhar assim, o mestre já me considera apto a passar por isso. Olha como muda. Ele já me deu os recursos, ele está aqui a me amparar e ele já me considera digno do testemunho. E o que seria do evangelho sem esse momento? Que virtude edificaríamos? Que paciência seria real, verdadeira em nós, se não tivéssemos a circunstância que nos afere à paciência? Que resiliência seria verdadeira em nós se não tivéssemos aquilo que nos compiliência? Que abnegação seria verdadeira em nós se não tivéssemos aquilo que nos impele a esquecermos um pouco mais de nós mesmos em prol de outra, em prol em prol do bem comum. Então, a circunstância difícil, o testemunho, ela é justamente o contexto mais propício para o desenvolvimento do testemunho. E é isso, então, que aqui está sendo dito. Você recebe o recurso, vem a jornada de implementação, digamos assim, né, de desenvolvimento do recurso que foi recebido. E aí surgem as lutas, tanto internas quanto externas. Então, para que pudesse compreender toda a extensão dos seus novos deveres, impunha-se o caminho estreito das provas ríspidas e amargosas. Vira o Cristo, mas para ir ter com ele era indispensável voltar atrás e transpor abismos. Então, no fundo, o que é a nossa experiência com o evangelho? O evangelho nos dá um relance do futuro. O evangelho se acende em nosso horizonte para que, vendo agora o caminho pela frente, descortinado por essa mesma luz que se acendeu, tenhamos força, motivação para superá-la, porque vemos algo além. Então, vemos o Cristo que está imensamente distante de nós em termos de evolução, mas que se fez próximos pelo seu amor, que se fez próximo, perdão, pelo seu amor e pela sua misericórdia.

s algo além. Então, vemos o Cristo que está imensamente distante de nós em termos de evolução, mas que se fez próximos pelo seu amor, que se fez próximo, perdão, pelo seu amor e pela sua misericórdia. Mas compreendemos também que só avançando pelos passos dele, pelo caminho que nos descortinou, é que chegaremos a senti-lo realmente mais junto de nosso coração, a nos sentirmos mais unidos a ele e com isso sentimos mais paz, mais felicidade, mais plenitude. Então, é como se ele abrisse algo, né, das cortinas do porvir da nossa destinação, para que nos desse esperança, estímulo, para que em vendo o caminho agora descortinado, pudéssemos olhar para aquilo que nos chama no horizonte. E temos então motivação, temos objetivos que nos dão força para superar as lutas que vêm, porque nós nos movemos com base no horizonte que alcançamos. E o evangelho ele descortina horizontes belíssimos para que tenhamos muita força e inspiração para lidar com os caminhos árduos para chegar até lá. Se eu não tenho a visão do horizonte belo, por que percorrer esse caminho tão difícil? Falta-nos propósito, falta-nos força, mas se eu vejo o que me espera depois, aquele caminho torna-se muito mais suportável. As lutas tornam-se diminutas ante a beleza do que nos acena mais à frente. Então é o que se deu aqui com o Saulo. Ele viu Cristo, mas viu também os abismos a transpor. Mas o que eram esses abismos? Se depois estava o Cristo, se o que o esperava era o abraço do Cristo. Assim, cada um de nós, meus amigos, quando olhamos sobretudo para dentro, quantos abismos a transpor? Quantas montanhas a mover? Mas a fé nos faz ver para além das montanhas. A fé move montanhas e a gente vê a beleza do que nos espera. Diante da beleza e do amor que nos esperam, nada são ou em nada se tornam as lutas e agruras de agora. Então isso é a experiência do evangelho. Luz que chega, descortina caminhos e nos convida a percorrê-los, acenando-nos com muitas promessas e esperanças para além desses caminhos, o que é justamente a

Então isso é a experiência do evangelho. Luz que chega, descortina caminhos e nos convida a percorrê-los, acenando-nos com muitas promessas e esperanças para além desses caminhos, o que é justamente a força para o espírito percorrê-los. as desilusões da sinagoga de Damasco, o reconforto junto dos irmãos humildes sob a direção de Ananias, a falta de recursos financeiros, os conselhos austeros de Gamaliel, o anonimato, a solidão, o abandono dos entes mais caros, o tear pesado sob o sol ardente, a penúria de todo e qualquer conforto material, a meditação diária nas ilusões da vida, Tudo isso. Então veja o que Emmanuel elenca aqui. Dificuldade de recursos materiais, o tear pesado sobre o sol ardente, a falta de qualquer conforto material, os conselhos austeros, o anonimato, a solidão, tudo isso. Coisas talvez um pouco agradáveis, outras nada agradáveis, mas tudo isso ao espírito que busca, que tem clareza do horizonte para onde vai. Tudo isso se torna material de edificação, adubo divino que nos fecunda a alma. Então, tudo isso representara auxílio precioso para a sua decisão vitoriosa. Então, o que está nos dizendo é que a luta que você vive, especialmente a mais difícil, ela é, na verdade, um auxílio precioso para a sua decisão vitoriosa. Que decisão? Eu quero seguir com Jesus. Então, você quer um auxílio paraa sua decisão? Se você quer afirmar para você mesmo o quanto essa decisão é verdadeira e profunda, eu vou te dar uma luta muito difícil para você manter essa decisão. Apesar disso, ah, meus amigos, não há vitória maior, não há alegria maior do que quando a gente consegue se manter fiel ao Cristo, ao bem, ao compromisso com o evangelho, mesmo quando a luta se engrandece e se torna mais difícil. Parece que a nossa decisão de seguir com ele se torna ainda mais bela, mais consoladora, mais inspiradora quando os dias são sombrios. Então, o que a gente achava que era um problema é, na verdade, uma bênção, um auxílio do alto para dizer assim: "Ó, veja como a sua decisão ela vale a pena.

is inspiradora quando os dias são sombrios. Então, o que a gente achava que era um problema é, na verdade, uma bênção, um auxílio do alto para dizer assim: "Ó, veja como a sua decisão ela vale a pena. Insista com ela nos dias difíceis e você vai ver ou vai sentir as mais alegres consolações, as mais profundas alegrias dentro de si pela vitória sobre si mesmo, sobre as tentações, sobre o passado, sobre as distrações do mundo, que a todo tempo nos diz: "Larga a mão disso e troca isso pela satisfação imediata de agora". Aí a gente vai entendendo o que Eman nos diz. Mas vale chorar sobre os aguilhões da resistência do que sorrir sobre os narcóticos da queda. A luta nos ensina isso, que mais vale chorar sendo fiéis ao bem e a decisão de seguir o mestre do que sorrir sobre as anestesias da queda, cedendo, por exemplo, a vingança, cedendo a maledicência, cedendo a corrupção. O sorriso talvez surgirá em nosso rosto, escondendo as lágrimas de amanhã, o tempo perdido e lamentado. Mais à frente, quantas criaturas a descerem nas valas do mundo sorrindo. Quantas criaturas subindo o Golgota libertador, chorando, encurvadas sobre o peso da cruz, mas de olhos voltados para o céu, para o horizonte luminoso de esperança que lhes acena. Então, é muito bonito essa ou muito bela essa descrição de Emmanuel dizendo-nos que os quadros mais desafiadores da vida são, na verdade meios que a espiritualidade que o alto tem de nos lembrar da nossa decisão e do valor dela, vendo-a ainda mais bela e luminosa quando os dias são mais sombrios. O evangelho funcionara como lâmpada na jornada difícil para o descobrimento de si mesmo, a fim de ajuizar as necessidades mais prementes. Então aqui ele certamente resgata a conceituação que Gamaliel trouxe a Saulo. Olha, você tá começando uma jornada. Saulo aceitou o convite do mestre, mas entenda que essa jornada é por um país cuja grandeza se perde no infinito da sua alma. Quanto por descobrir em si mesmo quantos problemas, vícios, imperfeições a identificar, quantos potenciais a

mas entenda que essa jornada é por um país cuja grandeza se perde no infinito da sua alma. Quanto por descobrir em si mesmo quantos problemas, vícios, imperfeições a identificar, quantos potenciais a descobrir, a desenvolver e a revelar. É uma jornada imensa, mas não te esqueças da luz do evangelho a te amparar nesse caminho, a te dar a força, o consolo, a inspiração para que não desistas quando as dificuldades primeiras vierem a surgir. No início tudo é sonho, são as lágrimas de emoção, de encantamento, mas depois virão lágrimas mais amargas, especialmente à medida que nos aprofundamos em nós mesmos e descobrimos realidades que queríamos ignorar. Nessas lutas ou nesses momentos é que o evangelho precisa estar ainda mais junto de nós, mais próximo do nosso coração, porque descobrir-se não é fácil. Mas descobrir-se amparado pela misericórdia do Cristo torna-se mais fácil. Descobrir-se de olhos voltados para o chamado de Jesus torna-se mais possível. E é isso que ele foi fazendo, luz que se acendia na sua alma, clareando as necessidades mais prementes, o que temos a fazer aqui dentro, o que temos a trabalhar, né? vão se revelando cômodos ou zonas desse nosso campo interior, áreas desse país outrora ignoto, desconhecido, vão se revelando e mostrando-nos o trabalho ali ainda fazer cômodos a ajustar a bagunça interna em determinados cômodos dessa casa mental, zonas ainda pantanosas do campo de nossa alma que outrora ignorávamos. Tudo isso vai sendo revelado por essa lâmpada que se acende pelo estudo do evangelho, pela busca da divina mensagem. Mais luz, mais consciência, mais consciência, mais senso do dever do que fazer. Com isso também mais responsabilidade. Para muitos a responsabilidade será um mero fardo, mas para nós, à luz do Espiritismo, já entendemos que sem responsabilidade não há de fato liberdade, não há sequer progresso. Só avançamos quando conscientemente escolhemos nos aplicar ao bem, perseverar nessa jornada de transformação. Isso é progredir. Então é o que os espíritos vão dizer a

berdade, não há sequer progresso. Só avançamos quando conscientemente escolhemos nos aplicar ao bem, perseverar nessa jornada de transformação. Isso é progredir. Então é o que os espíritos vão dizer a Kardec quando tratam ali do progresso intelectual, do progresso moral. Na questão de número 780 780 a de o livro dos espíritos, Kardec pergunta se há uma correlação entre o progresso intelectual e o progresso moral. Ao que os benfeitores responderão: "Sim, em geral, o progresso intelectual antecede, né, o progresso moral. e o engendra. Essa é a palavra de que ele se serve. O progresso intelectual engendra o progresso moral. Kardec então pergunta para tentar esclarecer mais o que é esse processo. Como assim o progresso intelectual engendra o progresso moral? Porque ele torna para o homem, para a criatura humana, mais compreensíveis o bem e o mal. Desde então, ele pode escolher com mais consciência. Então, o desenvolvimento da inteligência acompanha o do livre arbítrio, né? Ou do livre arbítrio acompanha o da inteligência e aumenta a responsabilidade dos atos, dizem os espíritos. Então, o meu primeiro contato é com o evangelho texto, que tem um potencial de luz. No esforço por entendê-lo, eu acesso o evangelho espírito, mensagem. Essa sim projeta luz em meu mundo interior, em minha consciência, mas ela projeta luz para que eu saiba melhor escolher ou discernir como agir nesta ou naquela circunstância, ou para que eu tenha mais clareza em relação a atitudes e posturas que eu tenho que não estão condizentes com a proposta da lei divina, com o evangelho. Uma vez que eu compreendo isso, tenho trabalho pela frente a fazer. melhorar o que está em desacordo e implementar o que ainda não foi implementado. Eis a jornada, eis o trabalho a fazer e as lutas que virão para nos dar ocasião de consolidar a lição. Então o evangelho ele começa seguindo lá os passos de auxílio que são bastante norteadores para o nosso estudo do evangelho hoje em nosso movimento espírita. Muito do trabalho de

e consolidar a lição. Então o evangelho ele começa seguindo lá os passos de auxílio que são bastante norteadores para o nosso estudo do evangelho hoje em nosso movimento espírita. Muito do trabalho de Emânuel gravita em torno desses passos. A mensagem do evangelho precisa ser conhecida. Primeiro, a intimidade com os textos, com a mensagem em si, conhecê-la, começar a me debruçar sobre ela para que então seja meditada, alcançar o espírito da mensagem, a luz mesmo que se acende na alma, clareando o que fazer, o que não mais fazer. Trazendo no senso de discernimento o que é dever, o que não é, o que deve ser mantido, o que deve ser deixado. E aí a escolha do espírito. Quero seguir ou desisto mais uma vez? Quero ser fiel aplicando minha jornada da vivência ou ainda voltarei para experiência acomodatícia com o evangelho? A mensagem precisa ser conhecida, meditada. E aí chegamos ao ponto em que Saulo aqui se encontrava para que ela seja sentida. Ele já vinha conhecendo ela, algo meditando nelaqueles dias no Asdã e agora começava a ver os primeiros choques entre o antigo sentir e o novo sentir proposto por Jesus. É aí geralmente em que paramos. É aí geralmente em que estacionamos quando vemos o quão visceral deve ser a mudança. Talvez porque também julguemos que estamos sozinhos nela, nos esquecendo que estamos com ele. Se sinceramente nos dispomos a segui-lo, ele estará conosco. E o que nos parece inviável a nós apenas para nós, com ele se torna viável. para que ela seja sentida e então chegue a ser vivida. Então, veja a jornada, quantas lágrimas, quanto suor, quantas lutas, quanto tempo entre o conhecer e o viver de um aspecto do evangelho, e são muitos. Quanto tempo entre o conhecer e ouvir falar da virtude da humildade e o chegar a implementá-la lá na ponta? Quanto tempo entre o conhecer e ouvir falar da virtude da fidelidade e o chegar a implementá-la lá na ponta? Pois bem, está aí a jornada do evangelho. E no meio disso tudo, anos, séculos, existências, estará o amparo

re o conhecer e ouvir falar da virtude da fidelidade e o chegar a implementá-la lá na ponta? Pois bem, está aí a jornada do evangelho. E no meio disso tudo, anos, séculos, existências, estará o amparo divino ofertando-nos recursos, estímulo e circunstâncias de validação desse sim, de confirmação dessa decisão de seguir. Então essa é a jornada do evangelho, do conhecer ao viver, passando pelo meditar, pelo renovar o sentimento, do qual deriva depois a vida nova. Tudo começa no plano do sentimento. Então, a gente vê que a vida de Paulo, ela é em si mesma. Toda a epopeia do livro Paulo Estevão, em especial na segunda parte, ela é uma ilustração viva para nós do que é o evangelho de fato, para que deixemos para trás antigas e já viciadas experiências com a mensagem de Jesus, em que a temos conhecido, mas de caráter ou numa ordem mais superficial, um evangelho moldado aos nossos interesses, às nossas conveniências. Portanto, o evangelho que não chega a cumprir a sua função em nós. Estamos de algo, de alguma forma vinculados a ele, mas ainda não introjetados nele, ainda não enraizados nele. experiência preciso deixemos para trás e olhemos para este evangelho que no início é encantador, comovente, mas de nada nos adiantaria subirmos em rompantes de emoção, de emotividade as esferas sublimes para depois descermos ao mesmo padrão de vivência de séculos. É preciso nos esforcemos por subir consolidando a subida, de fato, galgando os degraus. da experiência. Para isso, precisamos ir para além do evangelho mera, não que não seja importante, mas para além do evangelho apenas consolação, para que cheguemos ao evangelho, transformação. E esse muitas vezes será amargo. João tem uma imagem que acho que ilustra muito bem isso no seu livro de Apocalipse. Apocalipse 10:10, quando ele diz que recebe do anjo um livrinho e que esse livrinho era na boca doce, mas no ventre era amargo. Acho que essa é uma boa ilustração do que é a jornada vivencial do evangelho. A princípio, ela é doce. É a esperança, é o encantamento, é a

ue esse livrinho era na boca doce, mas no ventre era amargo. Acho que essa é uma boa ilustração do que é a jornada vivencial do evangelho. A princípio, ela é doce. É a esperança, é o encantamento, é a emoção de ver a grandiosidade do mestre, desse amor a nós direcionado, ainda que não o mereçamos, ainda que estejamos muito a quem em termos de realização. Isso é doce. Sentir, saborear esse evangelho é parte do processo, mas à medida que o digerimos, ele vai se tornando também amargo. Porque vamos então notando a dimensão da luta a ser empreendida. Vamos compreendendo que as principais causas de nossa infelicidade não repousam fora de nós, mas antes estão em nós próprios e dizem respeito ao nosso distanciamento do que ali está proposto. Então, o evangelho clareia, traz esperança, apresenta o norte, mas também incomoda porque revela tudo a ser feito. Mas se é amargo, se a gente persevera, toma o remédio que saneia, que cura, depois ele volta a ser doce, porque é como o enfermo. Quem tomando remédio amargo sente depois as alegrias da convalescência e da saúde que retorna. Assim, a experiência com o evangelho, ela é agre doce, diríamos. Doce no princípio, amarga quando um pouquinho mais profunda, mas volta a ser doce à medida que vamos nos curando, nos libertando, nos transformando e empreendendo a jornada vivencial que nos propõe. Lembremo-nos, portanto, do exemplo desse grande apóstolo que demonstrou-nos que o evangelho deve ir para além do aceite, que o evangelho em nossas vidas deve ser entendido como uma proposta profunda de renovação visceral que inunde, transborde, então, para todos os aspectos de nossa vida, para que ela seja a cada dia mais conforme a Jesus e menos conforme ao que éramos até ontem. Por isso, Emmanu nos diria que a fórmula mais segura nessa jornada de ascensão com Cristo, seguindo pelos seus passos a jornada de vivência do evangelho, será sempre a forma de a cada dia um tanto mais com Jesus e um tanto menos com o que éramos até ontem. Se assim perseverarmos, se seguirmos

guindo pelos seus passos a jornada de vivência do evangelho, será sempre a forma de a cada dia um tanto mais com Jesus e um tanto menos com o que éramos até ontem. Se assim perseverarmos, se seguirmos nessa proposta hoje, amanhã e sempre, temos a certeza de que haveremos descobrir as mais verdadeiras, perenes e profundas alegrias de nossa vida. Apesar das lutas do caminho, Paulo teve a sua primeira experiência de um grande êxtase, justamente quando lá em Corinto aceitou o testemunho. flagelado pela Shibata no na prisão em que estava, sentiuse transportar para as esferas do Cristo a demonstrar que quem constrói com Cristo essa paz por dentro já não teme mais a luta no mundo, seja ela qual for, porque vê nela mesma a ocasião de testemunhar a sua fidelidade ao mestre, a profundidade do seu sim para Jesus. Que ele a todos nos abençoe e a todos muita luz e muita paz. Possoar O nosso muito obrigado ao Artur pelas belas reflexões e pela presença amiga ao longo do nosso encontro. Para a nossa última rola de conversa da tarde, convidamos ao palco Tânia Tacinari e Jeferson Quadros da área de média unidade da Ferrex. e os nossos convidados Artur Valadares e Carlos Campete. vocês vão compartilhar um, tá? Pode ser. Amigas e amigos, que bela celebração dos 105 anos da nossa federativa. E vamos nos encaminhando então para a atividade final, contando com os nossos dois convidados, Artur e Carlos, que estarão ainda nos proporcionando mais reflexões nesta roda de conversa. Eu sou Tânia, trabalhadora da área da mediunidade Ferges. Eh, sou morena, cabelos grisalhos e estou eh com o vestido azul marinho. >> Boa tarde, amigas e amigos, aqueles que nos acompanham presencialmente, aqueles que nos acompanham pelas redes sociais. É uma alegria tê-los conosco. Eu sou o Jeferson. Tenho pele morena, uso barba, que tal qual meus cabelos já estão desbotados pelo tempo, e tenho os olhos castanhos. Lembramos a todos também, uma coisa importante que estamos ainda contando com a colaboração de todos, com as

arba, que tal qual meus cabelos já estão desbotados pelo tempo, e tenho os olhos castanhos. Lembramos a todos também, uma coisa importante que estamos ainda contando com a colaboração de todos, com as perguntas. pessoal aqui presente, pessoal nas redes sociais, podem enviá-las que nós as trataremos aqui conforme o nosso tempo. Vamos então à primeira pergunta, meninos. Artur, então começamos contigo. Como despertar nos jovens que não foram educados desde o berço e hoje se destacam em rebeldias? As noções do essencial? É algo até que nós comentávamos ali na entrevista que foi feita, né, para Fergs TV, Ferg Play, a respeito dos melhores caminhos de despertar o jovem ou quaisquer outros corações para a grandeza da mensagem do evangelho. Eu acho que o Carlos já abordou isso na roda, nas perguntas pela manhã, mas eu acho que o caminho mais efetivo, e parece até clichê dizermos isso, mas é o que a vida nos demonstra, é sempre o da exemplificação. Recordo-me de uma frase de Jesus Atadeu, discípulo, que está registrado no livro Boa Nova, capítulo de número sete, que ele diz assim: "A Tadeu, a luz ilumina, dispensando os longos discursos, porque esse é o caminho que às vezes queremos seguir, os longos discursos em que falta muitas das vezes aquela eloquência no verbo que nasce da aplicação daquilo, o coração que se dispõe aplicar, que se propõe a fazer aquilo, ainda que esteja longe da perfeição ou da integral aplicação de um princípio, de uma proposta do evangelho, ele já vibra em uma outra faixa, digamos assim. Há mais alma nas suas palavras, há mais eloquência no seu argumento e mesmo na ausência das palavras, a própria vibração, o modo de viver e de proceder já discordina para aqueles que estão ao seu redor que há ali uma proposta diferente de vida. Que proposta é essa? em que a criatura nos momentos mais difíceis, desafiadores, permanece assim tão serena, assim tão confiante, exalando bom ânimo, contentamento, alegria. Então, imagina só para um coração nessa fase da juventude que se

nos momentos mais difíceis, desafiadores, permanece assim tão serena, assim tão confiante, exalando bom ânimo, contentamento, alegria. Então, imagina só para um coração nessa fase da juventude que se vê às vezes perdido, sem sentido pra vida, sem propósito, desalentado. Imagina para ele ter a oportunidade de olhar para uma vida assim, sentir-se envolvida por ela, por aquela vibração, por aquela alegria. Creio, não haja meio mais efetivo de transmitir de maneira tão eloquente a mensagem de Jesus. Então, tudo passa, né, inicialmente pelo compromisso com a exemplificação. O evangelho expresso em nossas vidas será sempre a tradução mais viva da mensagem de Jesus. Mas claro, isso não nos impede também de buscarmos meios que possam ser mais propícios ao jovem, né, no contexto em que ele se encontra. Nesse sentido, podemos lembrar aqui a utilidade que temos, por exemplo, da arte. E esse é um aspecto que precisamos destacar mesmo em nosso movimento, que ele esteja cada vez mais vivo, né, e preenchido pela arte, porque essa é uma linguagem muito envolvente, seja por meio da música, do teatro, do livro ou do cinema ou outras formas que venhamos a conceber. Em geral, ela tem uma ascendência maior sobre o jovem e é um meio de veicularmos esses conceitos, esses chamamentos, eh, chegando ali ao plano da sensibilidade, mais do que ao plano da razão propriamente, porque às vezes, eh, o espírito está numa tal postura já de resistência que a argumentação racional não vai fazer tanto sentido, mas a argumentação sentimental, pelas vias da sensibilidade, às vezes pode abrir porta que as palavras e os argumentos não conseguirão fazê-lo. Então, a gente pode pensar nisso, na arte, eh, vincular a mensagem espírita aos temas e acontecimentos do nosso mundo atual, mostrando como o espiritismo tem ali respostas, tem orientações, pode ser algo que os atraia mais. Então isso é parte do trabalho, né, a ser desenvolvido, a ser desdobrado, mas que não será tão eficaz quanto poderia ser se tudo não começar antes, num

m orientações, pode ser algo que os atraia mais. Então isso é parte do trabalho, né, a ser desenvolvido, a ser desdobrado, mas que não será tão eficaz quanto poderia ser se tudo não começar antes, num empreendimento cada vez mais efetivo, especialmente no âmbito do lar, daqueles que são os responsáveis por esse jovem, aqueles que foram incumbidos, né, de tutelá-lo. Se isso não começar nesse âmbito, os nossos esforços serão muitas vezes ainda muito limitados ou restritos em seu alcance. Então eu acho que começando por isso, no mais, se a gente tiver realmente dedicado, aplicado, o alto, há de nos inspirar os meios, porque também é preciso fazer a leitura para cada contexto e para cada jovem, né? O que alcança a um, não necessariamente alcançará o outro. Temos espíritos muito diversos e mesmo na juventude, gostos muito distintos. Um gostará mais do âmbito das palestras, outro gostará mais do aspecto artístico. Então, há que se fazer uma leitura contextual que será tão mais efetiva também quanto mais inspiração conseguimos captar. E essa inspiração, essa sintonia nasce antes de mais nada do esforço da vivência. Então, a gente vê que tudo, na verdade, é um desdobramento desse primeiro e mais fundamental esforço. >> Carlos, as tuas considerações também, por favor. Bem rapidamente, eh, dentro disso que o Artur tá colocando, muito importante a questão do diálogo. Eu me lembro daquele autor da nona profecia, 10ª profecia, o Hunt. Ele descreve uma situação em que ele está, pegou uma carona eh na floresta tropical amazônica com uma senhora que tinha uma criança, talvez de uns 5 anos e num dado momento ele quer puxar a conversa e pergunta pra mãe qual o nome dela. E a mãe diz assim: "Pergunta para ela, ela sabe falar". Então, nós muitas vezes ignoramos as crianças e os jovens, achamos que eles não têm condições de conversar e precisamos estabelecer um diálogo, ainda que não seja os nossos filhos. a gente tá no trabalho e aparece o jovem, então, se a gente estabelece um diálogo, a

s que eles não têm condições de conversar e precisamos estabelecer um diálogo, ainda que não seja os nossos filhos. a gente tá no trabalho e aparece o jovem, então, se a gente estabelece um diálogo, a gente se dispõe a ouvi-los, não é, a considerar também o que eles o que eles estão colocando, de repente se estabelece uma vinculação, né, de intercâmbio que favorece tudo isso, né, que que aqui estava sendo colocado pelo Artur. Muito bem, >> obrigado. Vamos pra nossa segunda pergunta, então. Hoje em dia, apesar da busca individual por saúde mental, física e espiritual, há um distanciamento afetivo nas famílias. Isso parece cada vez mais visível. Como transformar esse isolamento/ra indiferença em conexão real, conforme o reino lecionado pelo mestre Jesus? >> Muito bem. Eh, seria interessante a gente seguir a orientação da própria psicologia, não é? Que a gente se coloque na altura da criança quando ainda temos os filhos pequenos, que a gente não fale de cima para baixo, né? Que a gente mantenha uma vinculação de respeito que favoreça depois, não é, a continuidade da relação conforme eles vão crescendo mais aquilo que vai sendo estabelecido, né, dentro da família, eh, enquanto ainda são pequenos, vai prevalecer. Mas e aí, se os filhos já são adultos hoje já estão maiores, já estão adolescentes, inclusive naquela fase de contestação, voltamos à questão outra vez do diálogo. Às vezes é preciso sentar e ter a humildade de como pai, como mãe, dizer: "Me perdoem ou nos perdoem". Até agora nós nos equivocamos, mas nós queremos fazer o melhor que a gente pode. E a gente percebeu que a única maneira de fazer o melhor que a gente pode é nós juntos e iniciar o que é preciso fazer mesmo o diálogo, a conversa, ouvi-los, colocar as coisas como elas são e utilizar o evangelho, que a gente inclusive já comentou que as lições do evangelho não são simplesmente retórica pra gente comentar, mas pra gente examinar a luz da nossa própria vivência. Rapidamente eu me lembro do nosso pai, nós somos

lusive já comentou que as lições do evangelho não são simplesmente retórica pra gente comentar, mas pra gente examinar a luz da nossa própria vivência. Rapidamente eu me lembro do nosso pai, nós somos quatro irmãos, né? Digo sempre, nosso pai. Um dia no evangelho, no lar caiu sobre o perdão e ele disse assim: "Meu Deus, aqui tá falando que precisa perdoar. Essa semana eu briguei com fulano, nós discutimos, o fulano disse que nem quer mais fazer negócio comigo, não é? que era negociante, vendia coisa e comprava aquela coisa toda. E então ele disse: "Mas eu vou procurar o fulano aqui no evangelho, tá dizendo que tem que perdoar e eu preciso, né, e preciso pedir perdão para ele também." E aí, passado um tempo, de novo no evangelho no lar, ele disse: "Falei com fulano, nos entendemos, eu pedi perdão a ele, ele pediu perdão para mim também e agora ele já quer fazer negócio comigo de novo." Então, eh, é interessante que a gente utilize o evangelho realmente como fator definição da nossa relação, porque ali estão as orientações que a gente precisa, né, para ter um equilíbrio maior nas relações. Não é que vai ser tudo má de rosas, hein? Os desafios continuarão, mas a gente vai mudando a nossa maneira de encarar e de nós não reagirmos, mas agirmos diante das circunstâncias. Só complementando, eu acho que é importante considerarmos, né, especialmente no nosso contexto atual do mundo, os desafios impostos por essa nova realidade do mundo virtual, das tecnologias, desse volume gigantesco de informações com os quais somos bombardeados dia a dia e compreendermos que tudo isso cria um contexto para nós em que a nossa atenção digamos, a nossa o nosso terreno mental está sob disputa. E se a gente não tiver a atenção devida de olhar a que cedemos esse tempo, esse espaço mental, nós estaremos sendo levados pelas circunstâncias, absolutamente distraídos, desatentos para aquilo que acontece ao nosso redor ou diante de nós. Estaremos, como nos diz Emmanuel, presos à casca da vida, porque o mundo moderno nos induz a isso,

ncias, absolutamente distraídos, desatentos para aquilo que acontece ao nosso redor ou diante de nós. Estaremos, como nos diz Emmanuel, presos à casca da vida, porque o mundo moderno nos induz a isso, a superficialidade quase em tudo. Superficialidade nas relações, superficialidade nas leituras, superficialidade na informação, superficialidade quase em tudo. >> Tudo muito rápido, tudo em grande volume, mas em pouca profundidade ou qualidade. Então a nossa mente ela é disputada hoje por vários convites e distrações, entre encarnados aqui, as informações, o conteúdo das redes sociais, o noticiário, entre desencarnados também que se aproveitam, aqueles que não nos desejam bem por horas, se aproveitam desse contexto para encontrar ainda mais margem de ascendência sobre nós e sobre a nossa mente, as influenciações perniciosas. Então, se a gente não tiver atento a isso, a gente vai estar num mecanicismo do mundo em que estamos na absoluta casca da vida, como nos diz Emân. Olhamos paraa criatura, mas não vemos um palmo de profundidade ali. Não conseguimos, portanto, ver a luta dela, intuir ou sentir a dor pela qual ela está passando. E às vezes ela está sob o mesmo teto diante de nós a cada dia. Então, como você falou também de saúde mental, parte fundamental da saúde mental em nossos tempos é isso, cuidar da nossa casa mental a quem abrimos a porta e a quem fechamos a porta, para que mais atentos e conscientes estejamos também mais atentos nas relações, nos diálogos. Porque o que que é o mais importante às vezes no diálogo? aquilo que não está sendo dito. Quem está desatento não nota isso. As palavras que não estão sendo proferidas, só quem está presente de alma na situação é que conseguirá intuir ou penetrar nessa profundidade psicológica do outro. Então isso é fundamental, especialmente no âmbito do nosso lar. Então o cuidado que precisamos ter com esse contexto de desafios que o mundo moderno nos traz com todas essas suas características. Seguindo então nesse contexto de

pecialmente no âmbito do nosso lar. Então o cuidado que precisamos ter com esse contexto de desafios que o mundo moderno nos traz com todas essas suas características. Seguindo então nesse contexto de desafios, como interpretar a luz do Evangelho e do Espiritismo os problemas atuais do alcoolismo e da drogadição? >> Bom, eu acho que não são propriamente problemas atuais esses, né? Porque creio, tão antigos quanto a própria humanidade, nós temos é criado outros elementos que nos induzem a isso. Mas tratando dos vícios de um modo geral, o que muitas vezes nós notamos por detrás, processos de fuga. Em geral, o que temos ali a criatura que busca de alguma maneira anestesiar certas questões internas, certas experiências. E claro, existe também todo um estudo do histórico do espírito, tendências que ele traz, influenciações às quais se vincula. Mas o que nós vemos, e isso talvez esteja um pouco mais acentuado no mundo moderno, é diante do vazio interior que nasce, da falta de propósito, de reflexão íntima, de conhecimento de si mesmo, de preparação para lidar com os conflitos internos, emocionais, com as lutas da vida. Diante disso, o mundo moderno se especializou em buscar anestésicos das mais diversas ordens ou tipos. Muitas das vezes a rede social hoje será um desses anestésicos, já quase categorizada a conta de vício. Pra gente ter uma ideia, algum tempo eu lia uma reportagem que colocava ali que o tempo médio de uso diário das redes sociais aqui, todas elas no Brasil era de mais de 9 horas, computado, todo o uso aí ao longo de um dia. Então você imagina, né, aquele aquela busca ali por um pouquinho de dopamina que nós temos para fugir de determinadas questões, uma satisfação mais imediata que nos anestesia em relação a outros trabalhos e olhares mais profundos que precisamos ter. E é o que muitas vezes encontraremos no alcoolismo, na drogadição. É uma tentativa de suprir algo que falta, mas infelizmente uma tentativa que descamba para o excesso, para o desequilíbrio,

amos ter. E é o que muitas vezes encontraremos no alcoolismo, na drogadição. É uma tentativa de suprir algo que falta, mas infelizmente uma tentativa que descamba para o excesso, para o desequilíbrio, para a destruição de si mesmo gradualmente, né? Então, de novo, a gente precisa trabalhar esse voltar-se da criatura para si mesma, o conhecimento, o entendimento da vida, das leis da vida, o sentir-se útil, integrado na criação, encontrar a sua vocação, o papel que nos cabe, né? Isso é o que mais nos traz, eu acho que o senso de utilidade, de propósito, de alegria no viver, para que então não cedamos a essas armadilhas, a essas tentações. Eu acho que há um um uma cena simbólica muito instrutiva, né, da mitologia grega, que eu acho que ilustra muito bem isso. Quando Ulisses Odisseu está fazendo a sua jornada de volta para casa, em determinado momento eles vão passar pelo mar das sereias. E o que ele pede aos seus companheiros, né? Aos seus companheiros, ele tapa os ouvidos para que não ouvissem o canto das sereias. Mas ele queria ouvir o canto das sereias e pede aos seus companheiros, a tripulação, que o amarrassem então ao mastro da embarcação para que pudesse passar por ali sem ceder a tentação e pular no mar. Então a cena assim pode parecer muito distanciada de nós, mas os elementos são muito belos. O mar ali simboliza a experiência material, né? A vida material, as sereias são os vários arrastamentos que o espírito ali encontrará. E a maneira para não ceder a eles é amarrar-se ao mastro. O mastro representa verticalidade, né? Busca de ascensão, compromisso com o dever. O mastro é aquilo que dá orientação a embarcação. Então, amarrando-se ao mastro, ele se faz imune ao canto das sereias. Traduzindo para nós, vinculando-nos ao trabalho no bem, ao dever, à consciência que traz elevação, a gente encontra aí o melhor meio de nos prevenirmos com relação a todos esses possíveis cantos de sereia da matéria e de suas ilusões. OK? Muito bom. >> como dizem os espanhóis, depois de tudo dito,

a gente encontra aí o melhor meio de nos prevenirmos com relação a todos esses possíveis cantos de sereia da matéria e de suas ilusões. OK? Muito bom. >> como dizem os espanhóis, depois de tudo dito, lodío, podemos seguir adiante. Vamos lá, então, na nossa sequência aqui, quanto à separações conjugais, como lidar com situações assim, de modo a não nos afastarmos das lições do evangelho? >> Olha, fraternidade, né? pode acontecer situação de chegar a conclusão de que é necessário separar. Capítulo 22 do Evangelho Segundo Espiritismo fala sobre a questão do divórcio. Então pode chegar essa conclusão, mas não precisa brigar por causa disso. Não precisa deixar de ter companheirismo se tem filhos para a educação dos filhos. Então é uma questão realmente, né, de usar o bom senso e a gente sendo espírita especialmente, não é? encontrar o melhor caminho, menos traumático para que haja separação, se chegou à conclusão o casal de que deve se separar, não é? E para a questão do cuidado com a os filhos, se tiver filhos na relação. E aí é uma questão realmente de nós aplicarmos a proposta que o espiritismo nos traz. Devemos evitar o divórcio? Se pudermos, sim. Se pudermos encontrar um caminho de compreensão, de de de renúncia, cada um buscando, não é, um fatores de entendimento, se apegando mais ao que une do que é o que desune e realmente de respeito. Então, a gente já tem visto situações de reconciliação, não é, muito interessantes em função dessa dessa decisão do casal de que iam procurar, inclusive procura de um profissional, não é, para poder orientar no campo psicológico para encontrar um equilíbrio e seguir, não é, com a vida. Não podemos desistir de nós mesmos, nem dos outros. na situação em que a gente vê que é insustentável a relação. Então, promover a separação de uma tal maneira que não fique trauma nem para um, nem para outro e nem trauma para os nossos descendentes também. >> Só um breve adentro que eu acho que vem bem aqui ao caso. Uma frase que certa feita Emanu trouxe a Chico Xavier.

trauma nem para um, nem para outro e nem trauma para os nossos descendentes também. >> Só um breve adentro que eu acho que vem bem aqui ao caso. Uma frase que certa feita Emanu trouxe a Chico Xavier. Ele disse assim: "Por que cortar se é possível se é possível desatar um nó, né?" Então, quando chegarmos a essa ocasião em que realmente o quadro se torna insustentável, trabalhemos com todo o esforço por simplesmente desatar o nó e não rompê-lo ou cortá-lo de maneira abrupta, gerando depois todo um trabalho de reajuste mais à frente. Que saibamos buscar o caminho de apenas desatar o nor por agora, ao invés do mero rompimento. Em Mateus, capítulo 5 versículo 47, se saudardes somente aos vossos irmãos, que fazeis de especial? Não fazem os gentios também o mesmo? Para além de nós mesmos, o que fazer de especial para que o essencial surja em todo canto? Muito bonita a consideração e eu acho que vai à essência do evangelho. Eu me lembro de uma frase do espírito Neo Lúcio que eu acho muito marcante. Ele diz assim: "O cristianismo é a religião da segunda milha". Aqui ele faz referência à segunda milha que é trazida por Jesus nesse mesmo contexto, nesse mesmo discurso em que ele fala do o que fazer de especial. Ele nos diz, né? Se te pede que caminhe uma milha, caminha com ele duas. Então, o cristianismo, a essência da mensagem de Jesus, ela nos pede justamente isso, que saibamos ir além do mero dever, além da mera reciprocidade, porque ainda hoje vemos muitos corações que querem operar apenas na base da reciprocidade. Ah, se me fizer o bem, eu faço o bem também, mas se me fizer o mal, mas vem cá, essa não é a proposta do evangelho. Se me fizer o bem, eu faço o bem também. Mas se fizer o mal, aí é que eu sou chamado a fazer ainda mais bem. Porque é a alma daquilo que Jesus nos propôs, o fazer diferente, o apresentar à aquela criatura que ainda ignora a face do bem, essa face desconhecida. Essa é a outra face que o mestre nos pede. Apresentemos, saudar aqueles que nos saudam, né?

s, o fazer diferente, o apresentar à aquela criatura que ainda ignora a face do bem, essa face desconhecida. Essa é a outra face que o mestre nos pede. Apresentemos, saudar aqueles que nos saudam, né? comungar, conversar com aqueles que partilham conosco os mesmos ideais, as mesmas visões de vida. É agradável. É. E o laço da amizade, tão rico, tão fecundo. Mas o amor cristão vai além disso. O amor cristão olha, acolhe e ampara dentro das possibilidades até mesmo aqueles que nos queiram mal. Vez por outra eu me paro pensando nisso. Como um convite como esse poôde prosperar no mundo e segue tão vivo e tão eloquente o convite daquele que nos pediu que amássemos quem nos deseja o mal. Como um convite como esse prospera no mundo em que o interesse pessoal ainda fala tão alto, é porque no fundo intuímos que há algo aí de muito sublime, de muito divino. Nós sabemos que esse é o caminho e por mais difícil ele nos pareça, a gente vai gradualmente entendendo que fora disso não há verdadeiramente um caminho de progresso e sublimação. Então é essa mensagem do evangelho que a gente precisa compreender e aplicar. Alguém poderá dizer, mas faltam-me forças ainda para isso. Mas é por isso que Jesus disse que estaria conosco. Uma coisa, somos somente nós tentando amar aquele que nos odeia ainda. Outra coisa é o amor do Cristo querendo servir-se do nosso coração para amar ele, para chegar até ele, para orar por ele, para desejar o bem até ele. O nosso amor pode ser ainda frágil, pode ainda não conseguir fazer esse especial, mas o amor do Cristo encontrando espaço em nós, pode fazer o especial nessa mistura, né, nessa união divina que se estabelece entre o mestre e o discípulo. Então, não nos esqueçamos disso. O cristianismo, a mensagem do Cristo é a proposta da segunda milha, onde outros têm caminhado uma que sejamos nós a dar o primeiro passo eh dessa segunda milha, avançando além da mera obrigação, da merac perdão, reciprocidade ou eh dos meros deveres, que saibamos alcançar e desenvolver esse espírito de abnegação,

a dar o primeiro passo eh dessa segunda milha, avançando além da mera obrigação, da merac perdão, reciprocidade ou eh dos meros deveres, que saibamos alcançar e desenvolver esse espírito de abnegação, de renúncia, que é o que demais o evangelho trouxe para o mundo, né? o além a que o evangelho se propôs. [aplausos] Queria só citar um exemplo de situações práticas assim do nosso trabalho, por exemplo, eh num ambiente de trabalho, né, com várias pessoas, nem todo mundo sente a mesma afinidade, né, e a gente às vezes tem dificuldades. Então, eu trabalhava numa sessão eh no banco antes da minha aposentadoria e tinha uma colega, ela um dia disse: "Campete, eu não não sinto nem vontade de falar isso que eu vou contar para você, para outras pessoas, mas eu vejo que você eh tem uma um um sentido de fraternidade, porque eu tinha oferecido para abraçar todo mundo todo dia, né? Eu passaria abraçando todo mundo todo dia porque eu queria ser feliz e eu tinha ouvido dizer que para ser feliz no dia tinha que receber 20 abraços. E para receber 20 abraços tinha que dar 20 abraços, né? Então na minha casa nós éramos oito, ficava faltando 12 todo dia. Aí eu passaria quem queria abraçar e tal. É. Então ela disse: "Olha, eu eu vou contar para você o que eu nunca contei para ninguém. Eu saía da minha casa para vir pro trabalho e ficava procurando na rádio alguma música para ouvir, alguma coisa útil para ouvir. Era um desespero porque nunca achava nada e ficava mudando lá e aquela coisa toda, me atrapalhando até dirigir. Um belo dia eu entrei dentro do carro, me deu um estalo, eu senti vontade de orar por todo mundo. Nós éramos 85 naquela divisão de orar por todos os colegas. E eu passei a fazer isso. Eu entro no carro de manhã e vou orando por todo mundo. Às vezes, a depender do trânsito, quando eu chego no estacionamento, já oei por todo mundo, mas às vezes o trânsito tá mais leve, eu tô no elevador subindo, ainda estou orando, não é, pelas pessoas. E aí eu fui prestar atenção, né, no que acontecia.

no estacionamento, já oei por todo mundo, mas às vezes o trânsito tá mais leve, eu tô no elevador subindo, ainda estou orando, não é, pelas pessoas. E aí eu fui prestar atenção, né, no que acontecia. A gente ouvia as pessoas falando no corredor: "Nossa, mas a fulana é tão agradável. Você já percebeu como a fulana é uma boa pessoa?" ouvi isso várias vezes. Aí desencarnou uma irmã dela e ela saiu cco dias de licença quando voltou numa paz, numa tranquilidade e alguém comentou: "Puxa vida, ela perdeu a irmã e olha só que coisa essa. Ela é realmente uma pessoa especial e ninguém sabia que ela estava orando por todo mundo. Não ouvi nunca ninguém falando do mal dela, falando nada dela. E lógico, não é que a gente tinha lá pessoas que não combinavam umas com as outras, que não se aceitava, que tinha dificuldade inclusive na nas na nas atividades que tinha que desenvolver, mas com ela ninguém tinha problema. Nossa próxima pergunta. Então, amigos, a área de assistência e promoção social espírita é o braço de uma casa espírita para o trabalho da caridade, mas muitas vezes o trabalho resume-se a alimentar o corpo. Sei que que essa necessidade é urgente. Não se alimenta o espírito com o corpo material desamparado, mas há necessidade de desconstruir na consciência dos nossos irmãos em vulnerabilidade a ideia do imediatismo. Então, como como tocar esses corações sobre a perseverança na vida terrena? >> Muito bem, eu vou contar uma experiência. estava morando no interior de São Paulo e o Divaldo ia fazer uma palestra num centro espírita em São Paulo e eu peguei o ônibus e fui para lá. Cheguei antes e estava no centro aguardando. O Divaldo chegou também antes, acompanhado do pessoal, né, que dirigiu o centro e resolveram mostrar para ele o centro. E como eu estava ali sentado, a gente cumprimentou e tal e me convidaram para acompanhar também para ver visitar o centro que eu também não conhecia. e chegou na área de assistência e promoção social. E a pessoa começou a dizer para Divaldo, olha, Divaldo, aqui

convidaram para acompanhar também para ver visitar o centro que eu também não conhecia. e chegou na área de assistência e promoção social. E a pessoa começou a dizer para Divaldo, olha, Divaldo, aqui é onde a gente faz, né, a nossa assistência e promoção social. Nós cadastramos as famílias, nós fazemos, anotamos tudo, se a família, se tem filhos, se tem agregados e tudo e fazemos a visita. E nós estabelecemos com eles uma combinação de prazo que a gente vai dar ajuda e estabelecemos com eles metas. Se os filhos não estão na escola, precisam precisam ir. Se acaso tem desempregado, que tipo de curso a gente pode ajudar, inclusive com apoio, né, que tem curso do governo para fazer, para conseguir ter um emprego? E aí foi contando o que que eu, né, fazia. O Divaldo então disse, fico muito feliz de ouvir isso, porque já estive numa outra instituição e que também foram me mostrar. E quando chegou nessa área, a pessoa disse assim: "Ô, Divaldo, deixa eu te apresentar. Essa daqui é a fulana. Olha, eu queria que você conhecesse. Ela é a neta da Mengana e vem aqui hoje buscar a cesta básica a ela. E o Divaldo disse que de repente ele foi tomado por espírito quando viu já tinha falado. Pois é, meu irmão, perpetuando a miséria alheia, não é? Três gerações recebendo cesta básica. Então é por aí. Promoção não gera dependência, ao contrário, libera a pessoa da dependência. E o centro tem orientação, tem um material maravilhoso da ápice que orienta o livrinho, como é que a gente faz a promoção, não é? Faz a assistência e a promoção social. Mas nós estamos caminhando para mais do que isso. Bezerra de Menezes passou uma mensagem para Marta Antunes e ela levou para nós essa mensagem lá paraa FEB, que Bezerra teria recebido de Ismael amando do Cristo, cerca de 300 anos para implantar um projeto aqui na terra e ele queria contar com a Federação Espírita Brasileira. Leiamos as federativas e todos os centros espíritas do país que estão ligados a esse movimento para não fazer simplesmente,

ojeto aqui na terra e ele queria contar com a Federação Espírita Brasileira. Leiamos as federativas e todos os centros espíritas do país que estão ligados a esse movimento para não fazer simplesmente, não é, a assistência e a promoção nesse sentido que a gente vem fazendo, mas fazer o acolhimento e a inclusão das pessoas e famílias com fragilidade social na casa espírita. >> E a partir daí eles virem administrar a instituição também junto com os outros. A a FEB está fazendo um trabalho ali próximo de Brasília, é em Goiás já inclusive é uma escola, tinha um um convênio com com o governo, né, da com o o a prefeitura. E no começo o pessoal vinha para receber a cesta básica no final de semana, durante a semana as aulas para as crianças e tudo. No final de semana vem receber cesta básica, eles recebiam alimentação e tal. Quando eles iam embora, era uma sujeira para tudo quanto era lado, tudo sujo. Aí convidaram o pessoal para receber passe. Não podia não, porque o pastor tinha dito que passe não podia receber não. Mas e orar? Aí aceitaram orar. Sim, podia entrar. Então vamos entrar na sala para orar. Bom, o tempo foi passando. Eu posso dizer para vocês que hoje quando eles saem de lá tá tudo limpo. Tem um papel no chão. Eles chegam a limpar ou se as folhas caíram das árvores, eles até isso fica limpo. Aí a gente pergunta: "O que que está acontecendo na casa deles?" Mas não parou aí não. Um belo dia foram fazer uma avaliação e perguntaram: "O que mais a FEB pode fazer por vocês?" O senhor velhinho disse assim: "Vocês não tem um tal de ESD não? Por que que vocês não fazem esse tal de ESD aqui com a gente? Implantou o ESD, a turma tá terminando o ESD, tem um estudo da mediunidade, tem um grupo de mediúnico sendo formado e agora vai ter uma formação para as pessoas. Eles não só recebem passe, eles fazem a fila para receber e alguns deles estão dando passe. Então está no caminho de se tornar um centro espírita que vai ser administrado por eles mesmos. Pode tercer tuas considerações, Artur.

eles fazem a fila para receber e alguns deles estão dando passe. Então está no caminho de se tornar um centro espírita que vai ser administrado por eles mesmos. Pode tercer tuas considerações, Artur. >> Considerações. Bom, então, antes de mais nada, né, eu gostaria de agradecer pela oportunidade de aqui estarmos nesta manhã tarde de profunda alegria espiritual pelos 105 anos da Féx, mas creio que acima de tudo pela presença da doutrina espírita em nossas vidas, do evangelho explicado, iluminado pela grandeza da doutrina espírita e que nesses momentos conturbados que ainda vivemos no cenário do mundo, né? tantos desafios já presentes surgindo ou se anunciando no horizonte, que não deixemos se apagar em nós aquela chama a qual o mestre se referiu, a chama do amor, da caridade, que sintetiza em si todas as virtudes que nós precisamos ter para seguirmos à frente. esperança, fé, alimentando em nós serenidade, confiança, para que onde estivermos sejamos realmente um polo irradiador dessa presença do Cristo. que vivamos de tal modo, como nos diz Emânel, que mais à frente, quando retornarmos à vida maior, ao se recordarem de nossa vida, possam os demais corações o fazerem como quem agradece a passagem da luz e abençoa a presença da fonte. Bonito pensarmos isso, que sejamos onde estivermos, algo da luz de Jesus, uma fonte manancial da sua mensagem e daquilo que dela chega até nós. Que não nos deixemos tomar pelos horizontes às vezes sombrios e turbulentos, mas antes que vencendo a nós mesmos consigamos projetar elementos de transformação para o mundo. Toda a nossa vida se resume no fundo a isso. ou somos pelo mundo tomados e levados, digamos assim, ou construímos um uma tal vivência íntima, um tal mundo interior que conseguimos nos sobrepor ao mundo, ofertando a ele elementos de renovação. O espiritismo nos oferece tanto que saibamos realmente nos disciplinar, realmente incorporá-la para que tenhamos então a oferecer ao mundo. Não nos deixemos levar pela mera inconformação ante os

ação. O espiritismo nos oferece tanto que saibamos realmente nos disciplinar, realmente incorporá-la para que tenhamos então a oferecer ao mundo. Não nos deixemos levar pela mera inconformação ante os problemas que surgem. às vezes pela revolta. Lembremo-nos da mais legítima inconformação cristã, como nos disse Paulo na sua carta aos Romanos 12:2. E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação de vossa mente. Então, que não estejamos conformados, mas transformemo-nos. Bem, considerações finais. Eh, uma vez lá nesse mesmo local, uma senhora disse que ela queria entender como é que era o mecanismo, porque na igreja exigiu o dízimo dela, da família dela, e lá não pediu nunca nada para para eles e só trazia coisas para dar para eles. Como é que isso acontecia? Como é que era isso? Então, como é que isso acontece pelo trabalho da solidariedade coletiva? Um, não dá conta. Jesus enviou dois a dois sempre, mas as mulheres não eram contadas na época, tá bem? E elas são de 34 a 36 mulheres no Evangelho, citadas no Evangelho, no Novo Testamento. Então, não eram apenas os homens, as mulheres davam sua contribuição e era efetiva. Então, ele não falou só pros 12, as mulheres também estavam recebendo. E ele fala para 70 da Galileia. Depois ele vai falar depois da crucificação para os 500 da Galileia, enviando-nos dois a dois. Entendamos, nenhum de nós pode fazer o trabalho sozinho. Então, o que nós precisamos de formar essa convicção de que precisamos da solidariedade, porque quando nós nos solidarizamos, nós formamos realmente o feche de varas, como Bezerra de Menezes dá o exemplo. Se nós estamos sozinhos, quebra. Mas nós estamos unidos, nós temos condições de realizar muito, muito por nós mesmos e por nossos irmãos e por aqueles que ainda nem descobriram, não é, que a fraternidade existe, porque de fato, de fato, a dureza, o rigor afasta, como está no no Evangelho Segundo Espiritismo, mas a solidariedade, a fraternidade, o amor atrai e não tem nada mais transformador

aternidade existe, porque de fato, de fato, a dureza, o rigor afasta, como está no no Evangelho Segundo Espiritismo, mas a solidariedade, a fraternidade, o amor atrai e não tem nada mais transformador de fato do que a vivência dessa proposta que o Espiritismo nos traz da caridade. Muita paz. Obrigado pela oportunidade de estarmos aqui. Essa comemoração dos 105 anos, como nós dissemos, um respeito profundo por essas equipes de trabalho que ao longo do tempo fizeram possível esse momento que nós estamos vivendo agora. Muita gratidão a eles, muita gratidão à espiritualidade amiga e parabéns a todos. Esse estado é guerreiro, é trabalhador. Quando nós soubemos das enchentes, comentamos com Antônio, com os companheiros, tenho convicção de que o Rio Grande do Sul vai resolver essa questão e o estado vai estar em melhores condições do que esteve antes dessa situação. E é o que nós estamos vendo. Parabéns a todos e vamos seguir firmes adiante. Nossa gratidão então, Artur Campete. Muito bom estarmos juntos aqui nessa atividade de encerramento. Vamos então agora abrindo o espaço. É isso que tá nos dizendo os nossos bastidores. Toda a nossa gratidão por mais este momento de reflexão e de uma boa conversa. Nosso encontro se aproxima do encerramento, meus amigos, mas gostaríamos de lembrar que todos os nossos convidados estarão logo menos no saguão para um último abraço fraterno. Em instantes, passaremos a palavra ao nosso presidente. Mas antes, queremos convidar você a permanecer conosco ao longo do ano nos eventos promovidos pela FERGS. Ao longo de 2026, teremos muitos encontros especiais. Encontro Estadual de Evangelizadores, aniversários da Ferges Livraria, seminário conduta espírita no trabalho, evento em parceria com entidades especializadas no movimento espírita, encontro estadual de unificação, evento de aniversário de 23 anos do programa Conte Mais Confi, que é a confraternização das infâncias espíritas. Evento de valorização à vida, o fé na vida. Segundo encontro, viver e conviver em

ação, evento de aniversário de 23 anos do programa Conte Mais Confi, que é a confraternização das infâncias espíritas. Evento de valorização à vida, o fé na vida. Segundo encontro, viver e conviver em família. E por fim, a 31ª Conerg, que é a maior confraternização de juventudes espíritas do Rio Grande do Sul. Fique atento às redes sociais da FERGS e não perca nenhum desses momentos de união e aprendizado. Queridos amigos, também gostaríamos de pedir que contribuam para o aprimoramento do nosso evento, respondendo à avaliação que está disponível aqui na tela. Sua participação é importante para que possamos seguir aprendendo e servindo a todos vocês cada vez melhor. Aponte a tela do celular para o QR code e participe. Convidamos agora ao palco o presidente da Ferrex, Antônio Nascimento, para a sua fala final e na sequência a vice-presidente de relações institucionais, Lamara Nascimento, para o encerramento do nosso evento. Amigos, foi um dia memorável, né? E só foi possível porque vocês estão aqui, porque vocês também, os que estão acompanhando pela internet de todo o Brasil, recebemos várias mensagens que cessomam nessa alegria desse coração pulsante do movimento espírita que não tem fronteiras. É um evento da Fergs, mas é um movimento da família espírita do nosso planeta Terra e de todos aqueles que de alguma forma se sentem tocados pela luz do consolador e que viram. Queria compartilhar uma coisa com vocês que talvez também nos ajude na vida. A gente precisa ter resiliência, a gente precisa entender cada momento e momento de recolhimento, momento de avanço. Quando nós assumimos a federação em 2022, nós tínhamos alguns desafios, era pós-pandemia. E uma das coisas que nos marca é que nós tínhamos programado, estava agendado um evento que a gente faz em companhia com a parceria com a o grupo Záfric, com a família Záfre, com todo esse esses cristãos que de alguma forma se somam para fazer o mundo melhor e levar uma mensagem melhor, que era em setembro de 2022 o evento Fé na vida, de

grupo Záfric, com a família Záfre, com todo esse esses cristãos que de alguma forma se somam para fazer o mundo melhor e levar uma mensagem melhor, que era em setembro de 2022 o evento Fé na vida, de valorização da vida. Só que naquele momento era um momento desafiador de nós trazermos as pessoas do interior, de mobilizarmos. Ainda eram os primeiros eventos que as pessoas estavam inseguras de ver se não haveria um repique da Covid, aqueles riscos. E nós tínhamos que tomar uma decisão muito difícil. Consultamos a diretoria, consultamos o movimento espírita e a gente resolveu recuar e nos recolher. Fomos para a sede da federação, saímos de um evento, de um teatro como esse, para um evento na sede lá com 200 pessoas, mas com o apoio, logicamente da transmissão virtual. Alguns companheiros não entenderam muito bem aquele momento, mas retomamos em 2023, né, com o nosso congresso presencial na PUC, que muitos participaram e foi muito bom. Os eventos de aniversário da FERGs, nós fizemos dois anos lá na sede da federativa e depois a partir de 24 e 25 nós somos numa parceria também com o Ministério Público do Estado Rio Grande do Sul que no sede seu auditório lá na Érico Veríssimo. Muitos já participaram lá dobrou praticamente 450 até 550 pessoas que participaram. crescemos um pouco mais para 2026, com a parceria de vários amigos aí que fizeram um grande esforço para que a gente viesse aqui, para que a gente possa equilibrar o custo benefício, a gente sabe que vem caravanas do interior, né, que a gente quer tornar o mais acessível no nosso evento, né, precisa uma taxa de contribuição que é só para cobrir os custos e estamos aqui. E o teatro lotou. E digo com tranquilidade, porque até onde eu sei da história pregressa da Ferg, o Rogério, a Lei aqui, né, nós nunca tivemos um espaço de ter mais de 1000 pessoas aqui. Então isso demonstra esse renascimento, essa pujança e esse esforço nosso do movimento espírito. Então, a nossa gratidão, porque hoje realmente a gente pode dizer que a

ter mais de 1000 pessoas aqui. Então isso demonstra esse renascimento, essa pujança e esse esforço nosso do movimento espírito. Então, a nossa gratidão, porque hoje realmente a gente pode dizer que a Federação Espírita e que o movimento espírita nesse esforço está se superando e com isso nós certamente temos um caminho para buscar o essencial, para que a gente possa viver e conviver em paz, sempre com sentimento de união dos espíritas, de unificação do movimento espírita, porque daí está a grande força, esse feche de varos. Aí nós podemos em cada momento discutir junto, buscar a estratégia, como agir, como encontrar os melhores resultados e avançarmos. Hoje a gente deu um passo muito importante aqui, certamente, né, Alberto, né, a gente não pode baixar daqui, tu vai nos ajudar para que em 2027 a gente possa estar novamente aqui no teatro ou quem sabe em algum espaço que seja no mínimo equivalente ou superior a esse. Muito obrigado. Um bom retorno a todos para vocês nas casas de vocês. Só vamos passar então pra Lia, que vai fazer a prece de encernamento do nosso evento. Então, meus amigos, realmente é uma grande alegria e o dia de hoje foi para todos nós, com certeza, um momento de grande enriquecimento espiritual. Então, vamos agradecer ao nosso pai maior. Obrigada, Senhor, por todas as bênçãos que recebemos. Obrigada pela oportunidade de estarmos aqui, de aprendermos uns com os outros, de confraternizarmos, de fortalecermos uns aos outros através do trabalho, do olhar sincero. E também, Senhor, que possamos dar o bom exemplo para aqueles que estão ao nosso redor, que façamos o nosso esforço de autoiluminação, buscando dar a mão ao Cristo, olhando sempre para onde deveremos chegar, não nos importando. com as pedras do caminho ou se os nossos pés estão sangrando. Sabemos que a jornada muitas vezes é difícil, mas que vale a pena. Gratidão por tudo que recebemos. Pedimos que redobre bênçãos de luz e paz aos nossos expositores desta deste evento, deste dia. E que todos recebam também as bênçãos do

é difícil, mas que vale a pena. Gratidão por tudo que recebemos. Pedimos que redobre bênçãos de luz e paz aos nossos expositores desta deste evento, deste dia. E que todos recebam também as bênçãos do nosso pai maior. Gratidão, Senhor, e que retornemos aos nossos lares com muita vontade de fazer o nosso melhor para a construção de um mundo de mais paz e amor. E que assim seja. Então, o nosso evento está encerrado e desejamos que todos retornem aos seus lares com muita paz. Gratidão.

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