UMA INCLUSÃO ALÉM DO MEDO - Sérgio da Fonseca [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 30/12/2025 (há 3 meses) 44:50 178 visualizações

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Transcrição

Per de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão [música] longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu [música] entendi qual o valor dessa missão foi nessa [música] casa que aprendi toda Belê. [música] >> Boa tarde, queridos irmãos, queridas irmãs presentes, bem como aqueles que nos vem e ouvem através da TV e rádio Comunhão Espírita de Brasília. Sejam todos bem-vindos. Estamos chegando ao fim do ano e gostaríamos de agradecer a todos que nos ouvem nesse instante, ah, e aqueles que estão presentes pela oportunidade de que nos concederam de estar junto a nós no transcorrer do ano de 2025. Quer queremos desejar a todos um ano de 2026 repleto de realizações. Portanto, esperamos revê-los, se Deus assim o permitir, no próximo ano, já que nosso trabalho deste ano, do nosso grupo se encerra no dia de hoje. Bem, nós elegemos um tema bastante interessante que vamos explorá-lo porque se trata de uma incursão que faremos além daquela incursão superficial a respeito que podemos fazer de qualquer tema, porque vamos falar de fobias. Que são fobias? Medos. Nós temos medos, evidentemente que o medo faz parte, um componente importante na nossa vida. E como devemos fazer para enfrentá-lo? Como vamos fazer para que este medo se dilua? E por ele está presente no nosso cotidiano? Por que temos medo? Porque quem já não sentiu medo ou sente medo, vocês já sentiram medo de escuro, dos mortos, de aranhas e cobras, de lugares fechados, de perder quem se ama, de empobrecer, de não ser amado, da violência. O medo envolve as pessoas, não tem como fugir desses medos e as impedem de realizar as mínimas obrigações do cotidiano. Isso traz consequências danosas, provoca o desânimo, a prostração, a imobilidade, a depressão, a ansiedade, o isolamento. Portanto, vejam o que acontece quando olhamos lá para os primórdios da nossa religiosidade, quando fazemos

sas, provoca o desânimo, a prostração, a imobilidade, a depressão, a ansiedade, o isolamento. Portanto, vejam o que acontece quando olhamos lá para os primórdios da nossa religiosidade, quando fazemos uma incursão histórica, nós vamos ver também que a cultura religiosa incute há muitos séculos o medo como instrumento persuasivo de um Deus punitivo e compensador. que age como juiz severo, que pune uns e recompensa a outros por suas ações. Ora, isso está, esta ideia está contrária a tudo o que a doutrina espírita leciona, ensina, porque a doutrina ensina um Deus amoroso, justo. E Jesus veio materializar isso através do seu evangelho libertador. Então, o que trazia no seu bojo as religiões de Priscaseras? Condenação eterna. Leva o profit submissão motivada por uma visão distorcida. Então, tinha-se uma visão completamente distorcida da realidade religiosa. A ferramenta do medo era utilizada e foi largamente utilizada pelos religiosos da época e que agia como um controle social e também a manutenção da fé cega. E nós sabemos que a fé cega ela não admite provas e se choca com as evidências. Um exemplo que nós vamos dar aqui que nós conhecemos, já ouvimos falar do pecado original. Quem transita na religião católica conhece o o chamado pecado original. E o que significa pecado original? Significa que carregamos na intimidade da alma até hoje os del os deslizes morais de Eva e Adão, símbolos e modelos de espíritos evoluídos. Essa culpa atribuída à raça humana é um absurdo. É um absurdo. É pecado e nós estamos carregando até hoje esse pecado chamado de pecado original. Ora, isso resulta naturalmente no temor que Deus submete suas criaturas e reprimendas através de reprimendas e represálias. O que nós então exer vamos exteriorizar as consequências de um deus sensor e punidor projeta na criatura duas situações aqui que nós vamos perceber. Quando nós vamos ver um deus sensor, nós vamos ter medo do futuro, porque esse futuro não existe, porque nós estamos talhados a sofrer, ou ir para o inferno

duas situações aqui que nós vamos perceber. Quando nós vamos ver um deus sensor, nós vamos ter medo do futuro, porque esse futuro não existe, porque nós estamos talhados a sofrer, ou ir para o inferno eterno, ou viver numa situação mediana no purgatório, enfim, num há remissão para a alma. Entender outro conceito, a vida além da morte, que somos imortais. Portanto, raros são aqueles e nós estamos entre esse contingente que consideram habilitados para o paraíso, pois não se nós não nos consideramos criaturas evoluídas ou merecedoras desse processo. Então, foi incutido na raça humana através dos séculos, a crença de um julgamento final, com possibilidade, como eu disse, de uma punição eterna que nos levaria ao inferno e que gera em nós ansiedade e submissão a dogmas, a rituais, a um destino desfavorável. Assim, dentre as possibilidades possíveis, ou iremos para o inferno, ou dos males menor para o purgatório e teremos de suportar mais sofrimento. Então, tememos por essa ideia, por essa projeção. Mas vejam bem, há uma curiosidade real. Somos espírita? Muitos se afirmarão como tal. Sim, eu sou o espírita. Mas qual é o medo real do espírita? Se eu disser, vocês ficarão estupefados. É medo dos espíritos. Medo dos espíritos. Espírito tá tendo medo de espíritos. Vejam. E no entanto nós somos esses espíritos, né? Os espíritos são os encarnados que se desencarnam, vão paraa morada eh espiritual e se tornam espíritos. Portanto, medo de quem? De nós mesmos. Pois é, medo de espírito nós chamamos de espectrofobia. Então nós eh temos esse medo, né, nas nos tempos espíritas, nas instituições, ah, ao contato, vejam, com a obra, com a matériapra, que é os espíritos. nós convivemos eh diariamente com essa matériapra e espírito. Logo, não é razoável acreditarmos ter medo de espírito. Como temê-los se os postulados espíritas explicam detalhadamente que são eles, quais suas características e de que modo se processam as relações entre vivos e mortos. Há espíritas, muito mesmos, que se arrepiam ante a perspectiva de travarem

explicam detalhadamente que são eles, quais suas características e de que modo se processam as relações entre vivos e mortos. Há espíritas, muito mesmos, que se arrepiam ante a perspectiva de travarem qualquer contato com espíritos, de presenciarem qualquer fenômeno mediúnico. Chegam a ter medo de dormir, de ficar sozinhos, de apagar a luz na eminência de serem surpreendidos por alguém que já está do outro lado em fácil exposto. Então, caberia uma pergunta aos meus queridos irmãos. Por que a doutrina destrói o medo em nós? Porque a doutrina vai destruir, e nós vamos perceber isso, que não devemos ter medo de nada. A resposta, evidentemente, possui várias vertentes que, somados e bem compreendidos, auxiliam a superar o medo em que estamos vivenciando. A arma, para vencer todos os medos, limitações, está sempre no conhecimento da nossa realidade espiritual. Somos espíritos imortais. Ora, isso já é o indício de que não devemos temer a ação dos espíritos, a não ser que nós tenhamos eh estejamos transitando, né, equivocadamente dentro de um processo errado, enganoso. Qual é a nossa conduta agora, nesse instante? É uma questão que devemos formular. Então vamos ver, vamos avançar um pouco mais sobre esse medo na visão espírita. O que é o medo? Qual é a origem? E como lidar com esses medos? Então, fobia é o termo utilizado na psicologia para descrever um tipo específico de transtorno de ansiedade. Ora, o medo é um desvio, né, de um transtorno de ansiedade conhecido como transtorno de ansiedade fóbica. Logo, as fobias são caracterizadas por medos intensos. é irracionais. Não há como nós detectarmos dentro de um processo de bom senso e racionalidade, porque eu tenho medo. Da onde vem isso? Da onde se origina? Nós vamos responder essas questões. Então, temos medo de situações, de animais e ou atividades específicas. medos intensos, muito intenso, que causa uma resposta do espírito, da pessoa de ansiedade significativa e até mesmo ataques de pânicos em algumas pessoas. Então, as fobias

e ou atividades específicas. medos intensos, muito intenso, que causa uma resposta do espírito, da pessoa de ansiedade significativa e até mesmo ataques de pânicos em algumas pessoas. Então, as fobias não são não são fenômenos simples, são fenômenos complexos que transcende a psicologia tradicional. Então, nós vamos explicar a os medos além, né, do medo, porque nós vamos dar um enfoque espírita, o porquê desses medos, não é? vai transceder, portanto, as limitações naturais da psicologia tradicional, que tem como foco um tratamento de patologias mentais. Vejam bem, vamos ver, começar a entender esse processo. A psicologia tradicional trata especificamente de patologias mentais, ou seja, visa curar doenças e e problemas sem se ater, vejam bem, aos problemas de ordem espiritual. É isso que nós vamos começar a desenvolver esse raciocínio. Na visão espírita, devemos considerar não apenas fatores psicológicos, como faz a psicologia tradicional, mas também as possíveis influências do plano espiritual na jornada terrena. Essa integração de conhecimento, a junção desse conhecimento abre nova perspectiva para o tratamento e compreensão das fobias. Portanto, é uma visão holística em que nós vemos o tratamento da psicologia tradicional aliada aos processos do tratamento espiritual. Em termos gerais, portanto, a doutrina espírita viafobia que pode ser considerada considerada como um desequilíbrio espiritual, alimentada por problemas morais da pessoa. Então, os postulados espírita afirmam que a alma passa por diversas encarnações. Nós sabemos isso. Se não soubemos, se nós temos que logo pensar nas vidas sucessivas, também conhecidas como reencarnações. Logo, se estamos submetido às reencarnações, o complexo fóbico é muito maior do que nós imaginamos. não se restringe a atual a experiência reencarnação. Então, nós precisamos nos até às diversas encarnações, as experiências de vidas passadas, porque elas influenciam e estimulam, vejam bem, sobre maneira, com grande ênfase as fobias que uma pessoa possui

tão, nós precisamos nos até às diversas encarnações, as experiências de vidas passadas, porque elas influenciam e estimulam, vejam bem, sobre maneira, com grande ênfase as fobias que uma pessoa possui na vida atual. Então, o que tá dizendo a doutrina aos nossos olhos? Que a fobia tem como gênese origem passados, vidas passadas. Nós estamos aliados se esse trauma não foi criado na vida presente e nós questionamos da onde vem. Eu tenho medo, por exemplo, de escuro, eu tenho medo de cobra? Eu tenho medo de lugares fechados, caustofobia. Então, de onde vem isso? né? Nessa vida eu não me vi, por exemplo, sepultado vivo, né? Que isso acontecia muitas vezes. O indivíduo tava em estado cataléptico e de repente ele era enterrado e ninguém sabia que ele que ele não estava morto. Estava apenas num estado profundo de sono cataléptico. Então, vejam, esses traumas eh existem. Tem gente que tem medo de água, vai entrar numa numa num uma praia, água pelo joelho, já tá descendo o corpo porque tem medo de botar água a nível do seu pescoço. Da onde vem isso? Então nós precisamos analisar isso à luz da doutrina. É uma abordagem, evidentemente, espiritual. Então nós precisamos reduzir essas reações de pavor ofertando ao fóbico, ou seja, a pessoa que sofre o processo das fobias, né? Ah, a prática de passes, não é? estudo disciplinado da doutrina, assim fazendo o fóbico encontrar ambiente de tranquilidade, promovendo uma sensação de paz interior, eh, afastando, evidentemente, o medo e a ansiedade. Aí nós fomos pesquisar um pouco mais, encontramos na psicografia do nosso querido e falecido Divaldo Pereira Frão lá no livro Triunfo Pessoal, algo dito de forma lapidar pela veneranda instrutora Joana de Angeles. Diz ela, "As fobias estão associadas espiritualmente a condutas incorretas anteriormente vivenciadas, quando se permitiram os indivíduos abusos e crueldades ou sofreram sepultamento em vida, considerados morto estando apenas em estado cataléptico." Essas pessoas despertam depois vindo a

e vivenciadas, quando se permitiram os indivíduos abusos e crueldades ou sofreram sepultamento em vida, considerados morto estando apenas em estado cataléptico." Essas pessoas despertam depois vindo a falecer em situação deplorável, desenvolvendo, no caso do sepultamento, a claustrofobia. Bom, então o que precisamos entender em síntese agora é que as fobias estão associadas as reminiscências de vidas passadas, todas culpa e remorço e que nos levam a um processo de obsessão espiritual. Essa é uma realidade. Então, fobias intensas e racionais podem ser ecos de traumas vividos em encarnações anteriores. Vamos tomar como exemplo a narrativa de Joana. Ela volta a falar, volta eu a repisar agora. Uma pessoa sepultada viva pode desenvolver claustrofobia severa na vida atual. O inconsciente profundo guarda essas memórias que ressurgem como medos exagerados, sem causa aparente no presente. Eu vou dar um um parada aqui para que a gente raciocine um pouquinho melhor ainda. Nós estamos a que nível de consciência e perguntar, você pensa? Penso. Você tá comendo? Eu estou comendo. Você está amando, tô? Estou sofrendo to. Eu tô vendo uma pessoa atravessar a rua. Isso é nível de consciência. Nós temos absoluta certeza do que vemos, né, e descrevemos aquilo que vemos. Mas existe uma outra coisa chamada subinconsciente, ou seja, é algo que nós sofremos, está na periferia e que ela toda vez que estamos dentro de um contato parecido com aquele que vivenciamos, foi na vida presente, o subconsciente vem, ele emerge e mostra aquela situação, tudo certo e o inconsciente é aquilo que não perceb. que nos traumatiza, que tá lá no fundo, fica registrado a luz, por exemplo, dos irmãos espiritualistas, eles chamariam isso de registros acáxicos, ou seja, algo que nós eh temos como patrimônio espiritual e lá dentro nem tudo é excelente, maravilhoso. Sofremos traumas, muitos traumas, muitas coisas. não se desenvolver a contento. Logo, estamos nós guardando no nosso inconsciente algo que temos, mas que não

dentro nem tudo é excelente, maravilhoso. Sofremos traumas, muitos traumas, muitas coisas. não se desenvolver a contento. Logo, estamos nós guardando no nosso inconsciente algo que temos, mas que não está visível aos nossos sentimentos. Mas basta um insightezinho, uma provocação naquele sentido em que nós tocamos, mesmo que de leve nesses processos, eis que emerge lá do nosso inconsciente essas essas situações. Então, nós estamos vivendo para para corrigir esses processos do passado. O nosso passado é algo que quando é encarnados não podemos devaçar, a não ser que isso seja processo elaborado pelo plano espiritual. Mas muita gente quer saber regressão de vidas passadas. Ah, eu quero regredir, quero saber que eu só se fosse isso altamente necessário, por que o vel de esquecimento? Porque nós não lembramos? Porque não é possível, não é necessário, é algo perturbador vivermos com a nossa vida presente, tocando o nosso passado. E o nosso passado, evidentemente, não é algo assim que devemos ter tanta prece de desvendar. Então deixa lá. Se algo ter tiver que ser revelado, ele será de uma forma espontânea, sem que você provoque esses esses momentos. Então, fobia, mais uma vez podem ser agravadas, podem mesmo desencadeadas por espírito obsessores também, porque dentro desse processo de vivências, nós estamos em contato diário com o mundo espiritual. Essa essa relação é muito mais forte do que imaginamos. Nós ficamos imaginando que, pô, nó será, tem mundo espírito, tem espírito, muito, mas eles na maioria das vezes nos influenciam. E isso não quer dizer que somos marionetes, robôs, não. Não é isso que nós estamos afirmando, mas nós somos largamente influenciado pelos espíritos. Ah, isto soma, portanto, ah, uma intuição. Ah, eu tive uma ideia, mas não sei o quê, acho uma solução para determinado problema, fui eu que achei. Não, foi sugestão. Amigos espirituais nos auxiliam nesses processos. Então, memórias, imagem que despertam inconsciente pode refletir acontecimento de outras vidas.

rminado problema, fui eu que achei. Não, foi sugestão. Amigos espirituais nos auxiliam nesses processos. Então, memórias, imagem que despertam inconsciente pode refletir acontecimento de outras vidas. O fato interfere na atual encarnação com objetivo de promover uma transformação profunda no ser. Quando isso acontecer, não temos que nos perturbar. Talvez isso venha dentro de um processo. Lembranças, imagens são acionadas por gatilhos emocionais. Uma vez que nós somos tocados emocionalmente, nós somos, né, nós somos a, nesse processo estímulo que vem e que despertam momentos específicos. É o chamamento para algo que precisa ser feito. Por quê? Porque somos espíritos de sentimentos adoecidos. Esta é uma realidade de outras vidas que precisam ser curados. Nós estamos vivendo aqui, mas nós temos algo em nós, né, que nos perturbam, que estão lá dentro de nós. E de repente eu digo, eu não sou o que sou, porque algo emerge lá do nosso inconsciente e nos mostram uma realidade diferente, talvez a que estejamos vivendo. Ora, eu quero dizer com isso que somos herdeiros das nossas imagens mentais. Se aproprie dela. Não haja um desleixo em relação àquilo que você pensa, porque as nossas imagens ela tem vida. E quando movimentamos a imagem para o bem ou para o mal, ela se concretiza. Porque nós estamos nos manifestando no mar de energias do fluido cósmico universal. Nós manipulamos essa energia, tanto encarnados quanto desencarnados. Olha a responsabilidade e as e as consequências que advém do manuseio dessas energias. é muito grande e perigosa se não harmonizá-las de uma forma correta, amorosa, harmoniosa. Precisamos, portanto, somos responsáveis pelos pensamentos e pelas telas mentais que criamos e projetamos, as quais pode atrair alegria ou sofrimento. É a pergunta. Sim, sim, sem dúvida. Somos herdeiro do que plantamos e colhemos as consequências das próprias ações e escolhas. As fixações mentais de trauma e de existências passadas impactam a vida mental atual. Tá ali. Não, não, nós nós

mos herdeiro do que plantamos e colhemos as consequências das próprias ações e escolhas. As fixações mentais de trauma e de existências passadas impactam a vida mental atual. Tá ali. Não, não, nós nós somos uma coisa una. Eu não sou o Sérgio de dessa existência. Eu sou muito mais do que isso. Eu sou o somatório de muitas existências. Eu sou apenas a vida presente um fragmento de muitas existências. Então, eu sou muito mais do que essa vida presente. Portanto, a frase herdeiro de imagens mentais que não que não seja um jargão comum, pode ser interpretada dentro de um contexto espírita, é chamado responsabilidade individual pelas criações e fixações mentais do próprio íntimo. Entenderam? Nós manipulamos essas energias. Então eu quero falar sobre fobias, fixações mentais e formas, pensamentos. Vejam, a doutrina espírita diz que as fobias, fixações mentais, nós temos fixações mentais, formas de pensamento estão interligadas, fobias mais mais fixações mentais, mais forma de pensamentos são igual a processos obsessivos. Entenderam? Então, precisamos ter cuidado com o que pensamos. Mas também alia-se a fobias, fixações mentais, formas de pensamento, registro de vidas passadas que afetam a psiquê da pessoa, do indivíduo, a alma da pessoa. Então, reforçando a ideia, a visão espírita, como já dito, podem ter causas que transcendem a vida presente, tá lá na vida do passado, a vida passada, vida pretérita, como registros inconscientes de experiências traumáticas, experienciado em encarnações desastrosas. Esses registros presentes no inconsciente ou no subconsciente, como nós falamos, e o espírito pode emergir na consciência atual, pode viatona, como forma de medo irracionais e intenso. Entenderam? Agora, como é que emerge? Se vem de vidas passadas, então esses traumas surgem, emergem e nós estamos submetidos a esse processo. Já em relação a fixações mentais ou também conhecida como ideias fixas, também tecnicamente conhecido com monoideísmo, são pensamentos persistentes e torturantes que temem se fixar na mente.

processo. Já em relação a fixações mentais ou também conhecida como ideias fixas, também tecnicamente conhecido com monoideísmo, são pensamentos persistentes e torturantes que temem se fixar na mente. Eu tô com um problema e fico com aquilo, alimento e fico, não consigo sair. O que diz a doutrina? Troque essas ideias, troque esses pensamentos negativos por pensamentos positivos. Mas alguém vai dizer assim: "Ah, não é fácil". E não é mesmo, né? Quando um pensamento fica martelando na cabeça da gente e você não consegue se livrar dele. Então, use a técnica segundo a espiritualidade de trocar esses pensamentos. Outros usam outras técnicas para que não se fixe fixação mental, porque uma fixação mental, algo que tá te importunando, que te desagradou profundamente, pode se tornar uma fixação. E essa fixação pode ser alimentada por espírito, malfeitores, imperfeitos, que ficam ali sugando as suas energias. As suas energias estão sendo sugadas. Sei que você, mas você vai sentir cansaço, vai se sentir depressiva, vai se sentir ansiosa. Esse é o quê? Senão a presença de irmãos que causam dano a nós. Bom, qual o tratamento para a superação das fobias? A doutrina diz que o tratamento e a superação das fobias envolve uma abordagem integrada. Vamos entender que ele quer. Nós já nós já demos o caminho, o roteiro, mas diz tratamento e a superação da fobia envolve uma abordagem integrada física, psicológica e espiritual que une o tratamento médico e psicológico convencional aliado às práticas espirituais, aplicação de passe, fluidoterapia, evangelho no lar, ou seja, a conjunção do tratamento, né, médico e psicológico com tratamento espiritual que vai promover, vai enfrentar o medo e promover a cura, sempre com apoio da medicina e psicologia. As fobias, senhores irmãos, irmãs, são problemas emocionais complexos que tem origem traumas, volto a repetir, de vidas passadas, culpa, remorço. Os fenômenos fóbicos procedem das experiências passadas, as quais a culpa não foi liberada. não foi

mas emocionais complexos que tem origem traumas, volto a repetir, de vidas passadas, culpa, remorço. Os fenômenos fóbicos procedem das experiências passadas, as quais a culpa não foi liberada. não foi liberada face ao crime, algo que não foi resolvido, permaneceu oculto e isso transfere para a consciência faltosa, para a posterior reparação. O que nós estamos fazendo em tese e transplantando para a realidade? Nós estamos reparando, nós estamos na atual reencarnação reparando faltas. Há um programa. Esse programa tá sendo seguido e esse seguir o programa é que vai nos libertar. Então, a cura das fobias na visão espírita não depende apenas do tratamentos medicamentosos. Não, não, não, não basta tratamentos medicamentosos, mas também de uma abordagem ampla que envolva o quê? autoconhecimento, ou seja, se conhecer, porque enquanto você não se conhece, você sofre, você não sabe as suas limitações, você não pode ajudar, você não pode ser ajudado enquanto você não introjetar aquele sentimento do conhecimento de si mesmo. com muita propriedade o grande filósofo da antiga Grécia, Sócrates, conheça-te mesmo. O conhecer-se é se libertar, se liberar, reparar, burilar-se. Tudo isso é se conhecer. Reforma íntima, portanto, conhecimento da realidade espiritual, a prática da caridade e do amor como exortada e praticada pelo mestre Jesus. Em resumo, a cura da fobia na doutrina é vista como um processo de crescimento e aprendizado espiritual. É o que estamos fazendo agora. Eu quero espancar o medo, as minhas limitações morais. Eu tenho que seguir um roteiro que me liberta, né? onde o aprendiz, com o auxílio da ciência e da fé espírita, supera as limitações impostas por experiências passadas e presentes, objetivando a cura perene do espírito. E ao final nós falamos o seguinte, como asseverou o confrade Euríped C, dissertando sobre o tema vencendo os nossos medos. Ele é um confrade de lá do Rio Preto, Ribeirão Preto e São Paulo, diz ele. Infinitos medos existem e infinitas são também as maneiras de os

uríped C, dissertando sobre o tema vencendo os nossos medos. Ele é um confrade de lá do Rio Preto, Ribeirão Preto e São Paulo, diz ele. Infinitos medos existem e infinitas são também as maneiras de os administrar. E acrescentou ao final, a luta entre o medo e a razão é igual a da vespa contra o leão. Olha a comparação que ele fez. A luta entre o medo e a razão é igual a da vespa contra o leão. Incomoda sim, mas vence não. Não vence mesmo. Então a visão espírita, a luta entre o medo e a razão é um processo central na jornada de progresso espiritual, onde a razão alimentada pelo conhecimento e pela fé raciocinada atua com a ferramenta essencial para superar o medo paralisante. O medo é uma emoção natural ligada a um instinto de conservação, mas que pode se tornar patológica e limitante. Então, muita paz, que este ano seja plena de realizações. Muito obrigado pela atenção e que e que possamos revê-los na próxima no próximo ano, 2006, que se avizinha. Muito obrigado. Sigam em paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa,

s sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, [música] rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a [música] tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. [música] Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que [música] nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, [música] calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais.

m. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, [música] calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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