PARE DE SE SABOTAR COM DESCULPAS - Sérgio da Fonseca [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que Aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Boa tarde, queridos irmãos, queridas irmãs presentes, bem como aqueles que nos ouvem bem pela TV e rádio comunhão espírita de Brasília. Sejam todos bem-vindos. Muita paz no coração de todos. Que o amor do Mestre Jesus cubra todos com muita harmonia, com muita paz, com muita intensidade e reflexão a respeito da vida. Lembrando sempre que estamos aqui neste nesta morada terrena em busca do nosso aprimoramento moral e por via de consequência também podar as nossas mais inclinações para que possamos atingir aquele objetivo final traçados para todos que é alcançarmos a nossa alforria espiritual. Então, que em preces silenciosas possamos alcançar esse objetivo maior. Nós elegemos para a tarde de hoje um tema muito interessante. tenho nítida impressão que nós vamos gostar muito, porque diz respeito às nossas ações. E toda vez que nós olhamos para dentro de nós e fazemos uma análise percente, honesta a respeito de nós mesmos, né, buscando, evidentemente perceber que ainda estamos num roteiro que colide inevitavelmente com as leis superiores da vida. Portanto, somos nós, esses irmãos endividados, imperfeitos, obras inacabadas da criação divina, que ainda estamos submetidos a um trajeto ainda duro de provas e expiações. Então, nós elegemos para hoje o tema Pare de se sabotar com desculpas. Será que nós nos sabotamos com desculpas mesmos? Porque toda vez que nos equivocamos, nós recorremos inevitavelmente uma desculpa ou desculpas, né? Não, eu fiz por isso, por aquilo. Então nós numeramos as justificativas que consideramos justas. No entanto, vejam o que diz a veneranda Joana lá no livro extraordinário, o ser consciente. Ela diz assim: "Esmagado por conflitos que não amainam, ou seja, que não diminuem de intensidade, o homem contemporâneo procura mecanismos escapistas, ou seja, mecanismo de defesa na
o ser consciente. Ela diz assim: "Esmagado por conflitos que não amainam, ou seja, que não diminuem de intensidade, o homem contemporâneo procura mecanismos escapistas, ou seja, mecanismo de defesa na psicologia. mecanismo escapista é mecanismo de defesa, né, para justificar o erro por aquele roteiro que insetamos e não está dentro dos parâmetros desejados pela espiritualidade amiga. Então, ela continua em vãs tentativas de driblar as aflições. que nós tentamos no dia a dia, transferindo-se para os setores do êxito exterior. Uma vez obstáculo, procuramos as luzes do mundo, né, do aplauso, da admiração social, embora os sentimentos permaneçam agrilhoados e ferreteados pela angústia e pela insatisfação. Então nós buscamos uma fuga, é o mecanismo. Fugir das situações é fuga. Dentro da psicologia nós estamos fugindo. Então eu perguntaria, faria algumas indagações aos irmãos. Nós já comparamos e medimos o nosso sucesso com o dos outros? Assumimos que somos impotentes para resolver todos os problemas. Projetamos negativamente o que as pessoas pensam a nosso respeito? Somos excessivamente crítico dos outros? Se nós nos culpamos por uma vida inteira por ter errado, sentimo-nos vítimas da vida. Se nós dissemos agora, queridos irmãos e irmãs, quaisquer Sim, qual as quaisqu as quaisquer perguntas, você já se sabotou? Se nós respondermos positivamente a qualquer uma dessas questões, você pode dizer assim: "Eu estou me sabotando". Bem, mas o que é autossabotagem? A autossabotagem, à luz da doutrina, se trata de uma uma doença emocional. Vejam, é uma doença emocional em que o sabotador, a pessoa sabotadora sente prazer pelo desprazer. Olha que coisa interessante isso. Portanto, quanto a vida mais se torna difícil, a pessoa se satisfaz, se sente plena, se sente em harmonia. Isso são limitações criadas pela por essa pessoa evidentemente enferma. Ora, esse é um comportamento consciente ou inconsciente, onde o sabotador cria obstáculos, óbices nas tarefas relevantes que ele precisa
limitações criadas pela por essa pessoa evidentemente enferma. Ora, esse é um comportamento consciente ou inconsciente, onde o sabotador cria obstáculos, óbices nas tarefas relevantes que ele precisa realizar. pode ser descrita na psicologia profunda, muito enfocada pela estrutura Joana, né, como combinação de sentimentos e pensamentos negativos. Olha que coisa interessante. E esses pensamentos e sentimentos são potencializados em grau extremo por uma conduta autodestrutiva. Quando nós vemos nas mídias, nas informações, pessoas se autoflagelando, nós já vimos isso, né? aquele chicotezinho com chumbo na ponta ou alguém se crucificando. Isso é denominado no Evangelho, segundo Espiritismo, de silício, ou seja, autoflagelação. você tá se autoflagelando. Mas onde o sabotador, né, foi buscar essa forma tão desequilibrada através de traumas, sentimentos de abandono, rejeição, culpa. Ah, é assim que nós agimos. É um comportamento que pode ser tão grave a ponto de provocar nas pessoas, por exemplo, obesidade, depressão, ansiedade, cardiopatias, transtornos, portanto, de ansiedade e pensamentos suicidas. Olha a que ponto se chega. Em casos gravíssimos, como eu disse anteriormente, automutilação. Quando a pessoa cria flagelos físicos em si mesmas para se autopunir, olha que que conduta desidiosa, né? Então essa é uma reação provocada pelo nosso inconsciente. O que é esse inconsciente? É aquilo que nós temos gravados em função de muitas existências vividas que ficam armazenadas, mas que são, n é uma, são coisas que não são boas, tá lá no nosso inconsciente. Uma vez catucado, eles emergem, voltam e se mostram para nós, né? Então, produz em nós destrutividade e traz no seu bojo, no seu roteiro, um componente chamado complexo de inferioridade crônica. Então, muito de nós nos relacionamos na vida a partir de um ponto extremamente ruim, porque ele está tendo um contorno de culpa, de medo, de insegurança, de baixa autoestima, de negação de nós mesmos. Então existe, né, na verdade um bloqueio
ida a partir de um ponto extremamente ruim, porque ele está tendo um contorno de culpa, de medo, de insegurança, de baixa autoestima, de negação de nós mesmos. Então existe, né, na verdade um bloqueio do inconsciente. O sabotador que nós estamos falando, pare de sabotar com desculpa, o sabotador não se permite usufruir felicidade que ele pode alcançar neste planeta, uma felicidade relativa e merecida. Do que nós estamos falando aqui agora? Nós estamos falando que o sabotador, essa pessoa está procrastinando, ou seja, ela está evitando de ser feliz. Ela cria um bloqueio inconsciente. Isso parece crível? Não, porém é a realidade. Bom, afinal, a autossabotagem é uma manifestação consciente ou inconsciente. As duas formas, vejam, a doutrina enfatiza o consciente quanto o inconsciente como partes importantes da mente, cada um desempenhando o seu papel na experiência da vida. A mente consciente diz que estamos cientes do que fazemos. Então, quando eu digo assim: "Ah, você tá fazendo isso", eu respondo: "Estou, eu estou consciente do que eu estou fazendo. É a minha mente consciente que diz o que eu estou fazendo." Mas também existe o inconsciente que abrange, como eu disse para você, lá no processo que fica escondido, que nós não percebemos de plano, né? e que pode influenciar as nossas os nossos pensamentos, as nossas emoções e ações. Então, nós somos comandados não só pelo nosso consciente, é aquilo que estamos realizando na vida presente, mas também algo que está no nosso passado, que está lá escondido, que é o nosso inconsciente. E o que diz a doutrina? No âmbito dos postulados espírita, a autossabotagem é frequentemente vista como um comportamento inconsciente. Vejam, resultante de padrões de pensamento, crenças e emoções que se desenvolvem de forma equivocada ao longo das vidas. Se uma análise, sem uma análise aprofundada e trabalho consciente desse comportamento, desse problema, a pessoa dificulta, né, alcançar a sua harmonia interior. Então, também não podemos esquecer
das. Se uma análise, sem uma análise aprofundada e trabalho consciente desse comportamento, desse problema, a pessoa dificulta, né, alcançar a sua harmonia interior. Então, também não podemos esquecer que a autossabotagem é também um componente consciente do qual utilizamos para lidar com ansiedade, com medo. Nós nós temos ansiedade, nós temos medos, claro que temos. No mundo que nós vivemos, não podemos desconhecer isso. Trata-se, portanto, toda vez que nós nos escondemos atrás desse processo de autossabotagem, nós estamos, na realidade nos protegendo. É um, é um mecanismo de defesa que nós utilizamos. Então, isso é motivado. Por quê? falo. Por que que eu ajo assim, dessa forma, me sabotando? Porque por trás disso tudo existe traumas do passado, crenças limitantes, né? padrões de comportamento que se repetem ao longo das encarnações. Então, nós estamos marcados tentando nos livrar desses processos imantativos, né, do dos processos da autossabotagem. Bom, como podemos ver esse essa autossabotagem sob a perspectiva de vidas passadas? Nós quando caminhamos na presente existência não podemos desconsiderar o nosso passado de jeito nenhum, porque o passado reflete de forma forte sobre o nosso presente. Quando nós falamos de sofrimento, nós falamos de dor, nós estamos falando que esses esse sentimento que não queremos sentir, evidentemente, eles emanam de um passado culposo ou ele está sendo agora sendo produzido por nossa invigilância, por comportamentos desidiosos. Portanto, a dor que não conseguimos justificar se olhando para as nossas condutas, eu me considero, nós nos consideramos pessoas que não infringiram as leis de Deus, portanto, temos um comportamento moral e ético. Nós perguntaríamos então o por que então da dor, por que do sofrimento? Por que das limitações morais? Bom, quando fazemos essa essas perguntas, essas questões devem ser respondida à luz de um passado já vivido. Ah, eu vivi nessas situações, portanto, eu trago na bagagem das minhas existências esses remanescentes, esses resíduos do
perguntas, essas questões devem ser respondida à luz de um passado já vivido. Ah, eu vivi nessas situações, portanto, eu trago na bagagem das minhas existências esses remanescentes, esses resíduos do de um passado recente. Portanto, é fruto de condutas equivocadas do meu passado. Então, o espírita não ignora ou não deveria ignorar que a culpa eh ela se esprai por haver errado. Ela fica fixado na consciência da pessoa, no caso aqui do sabotador, que passa a carreá-la para as vidas futuras. Então aquilo que fazemos no passado não morre no passado. Se foi errado, quando reencarnamos novamente, nós trazemos no bujo das nossas experiências aqueles estigmas, os equívocos do passado. Então trazemos limitações de vidas passada. Ora, se os erros do passado vem se acumulando progressiva progressivamente, nós vamos somatizar em face que a nossa consciência nos acusa e nós vamos somatizar o espírito, né? Então, nós nos punimos, nos punimos por não acreditarmos eh merecer aquela felicidade buscada. Mas a doutrina espírita aborda esses temas de forma clara. Não há mistério. Podemos nos desvincular desses processos imantativos limitativos da da autossabotagem. Ora espírita, a doutrina espírita responde claramente que sim. Nós podemos acessar essas conexões infelizes, limitativas, desequilibrantes, oriundas de vidas pregressas. Que tá lá no processo, eu posso me livrar dessas imantações. De que jeito? desconstituindo ou dissolvendo esses paradões de limitação e de conexões infelizes. E assim fazendo, nós nos projetamos para realizações felizes. Então, nós começamos ter uma nova forma de nos vermos. nós começamos a nos ver completamente diferente e ver a vida também de forma diferente dentro dos padrões de normalidade que deveríamos encarar. Então, existe um convite, um convite que é formulado pelos espíritos superiores, que exorta-nos a aprofundar a intimidade do nosso universo divino. Nós temos o universo divino, por concepção divinas, que que divina que temos, a nossa origem, a nossa
ado pelos espíritos superiores, que exorta-nos a aprofundar a intimidade do nosso universo divino. Nós temos o universo divino, por concepção divinas, que que divina que temos, a nossa origem, a nossa gênese é divina. Fomos criados por Deus, o Pai é divino. Temos uma rubrica uma chancela divina em nós mesmos. Então, temos uma dimensão divina que nos enseja a possibilidade de transformarmos, né, e nos libertarmos. Que de que forma? Transmutando ou dissolvendo esse esses obstáculos de vida passada. Esses obstáculos de vida passada que ensejam dor, limitações, que está alojado lá no nosso inconsciente, precisa ser transmutado, né? Ou seja, energia ruim para uma coisa boa, pensamento que alimentamos de forma equivocada e desarmoniosa, o utilizarmos ideias renovadoras, portanto, mudando aquela sintonia, aquele roteiro a qual nos colocamos. Portanto, podemos alcançar níveis bem melhores, níveis harmonios e de libertação, a emocional, a sentimental, a psicológica e a espiritual. Quando fazemos isso, nós nos expressamos de forma plena, livre, curada, autêntica. Então nós não temos mais as mantações indesejáveis dessas conexões infelizes e limitativas e desequilibrante. Então, nós precisamos ter consciência de culpa. E essa culpa, se não nos não aprendermos a lidar com harmonia, ela desequilibra as nossas emoções. É o que se mais vê nos dias de hoje. Pessoas ensandecidas, enlouquecidas. Nós vivemos no mundo e de pessoas que você passa ao lado e acredita que essa pessoa seja uma pessoa harmoniosa, uma pessoa, né, de conduta, não são verdadeiros psicopatas, pessoas completamente desarmoniosas, obsediadas e mas que você a não ser que tenha uma atenção profunda, talvez não consigam detectá-las. Então, a consciência de culpa, falando agora, dizendo que ela desequilibra emoções, atinge o mundo íntimo da criatura. E isso é um flagelo, é um autêntico flagelo. A partir desse momento em que se instala, vai desequilibrar as nossas emoções, nossos sentimentos, que pode nos levar à loucura.
mundo íntimo da criatura. E isso é um flagelo, é um autêntico flagelo. A partir desse momento em que se instala, vai desequilibrar as nossas emoções, nossos sentimentos, que pode nos levar à loucura. Porém, a consciência pesada, nós já ouvimos falar nesse termo, ah, ele está com consciência pesada. Pois é. O que é essa consciência pesada? eh evidencia naturalmente uma um procedimento em que nós eh buscamos através do equilíbrio, uma vez que a nossa maturidade está comprometida, né, nós começamos a gravitar dentro de uma da chamada imaturidade psicológica e que nós agimos em descompasso com os valores ideais. fizemos sem refletir. Ora, mas o que foi feito não pode mais ser impedido. Vejam, ou evitado pelo ser. Vamos dar um exemplo. Disparado uma flecha, ela segue seu rumo, não é verdade? Sim. Se uma ação foi ruim, o importante é reparar os danos que se causou. É nobre assumiu o próprio equívoco, refletir e arcar de forma corajosa sobre os seus efeitos e repará-los do modo mais perfeito possível. Existe um exemplo extraordinário no Evangelho Segundo o Espiritismo, lá onde o espírito, né, ah, Santo Agostim dá-nos uma aula extraordinária sobre a conduta do verdadeiro cristão. Mas vamos tomar um exemplo. Ah, por exemplo, uma mulher que voluntariamente fez um aborto, a consciência da pessoa pesa? Sim, porque agiu contrário à lei de Deus. Logo, as consequências farão sentir. De que forma? Neuroses variadas. Ô, mas que palavra difícil. Neuros vari. O que que é neurose? É um termo, né, que se usa na psicologia profunda, eh, perturbações emocionais, eh, que desenvolvem, né, e afetam a saúde mental das pessoas. Neuroses são isso. Trata-se de difícil processo que para reverter as suas consequências isso leva muitas, talvez muitas e muitas reencarnações. Então, o homem e a importância, portanto, do autoconhecimento. É importante nos conhecer. Qual o meio mais prático, mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e resistir a atração, a atração do mal? Essa foi a pergunta formulada pelo codificador
mento. É importante nos conhecer. Qual o meio mais prático, mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e resistir a atração, a atração do mal? Essa foi a pergunta formulada pelo codificador na época de França, lá pelos ídos de 1800, em que ele faz essa pergunta à espiritualidade. E a espiritualidade foi incisiva, foi em cima, disse: "Um sábio da antiguidade volu disse: "Conhece-te a ti mesmo". É uma questão que está lá no livro dos espíritos, 917. Ah, que que qual foi essa pessoa? que disse isso, conhece a ti mesmo. O filósofo Sócrates, né, ele disse, conhece-te a ti mesmo. E isso nos conduz a modificar a reforma, a nossa reforma íntima, nosso burilamento em eh íntimo, que podemos concluir, evidentemente, não se fará apenas numa encarnação. essa atual, não vamos pensar que vamos desconstituir todos os atos praticados que malferiram a lei superior da vida. Não apenas numa encarnação, não é? Isso demanda muito tempo. O tempo que perpetramos em equívocos será mais ou menos o tempo que levaremos para desconstituí-los. Portanto, é um tempo muito grande, mas a doutrina espírita não se limita. Falando-se no autoconhecimento, há uma análise fria e e superficial do ser. É uma é um mergulho. É um mergulho na consciência divina do ser que busca entender as causas dos seus sentimentos, pensamentos e comportamentos. e como eles se relacionam eh com suas experiências passadas, com e com o seu propósito de vida presente. Então, reconhecemos, é preciso reconhecer as nossas fragilidades, né, e não nos colocarmos naquela posição de vítima. Estamos sendo vitimados porque, ah, eu não fiz, será que eu fiz? Mas se eu fiz, eu justifico. Bom, a posição de vítima, enfim, não é bem recepcionada pela espiritualidade, porque ela conclui com raciocínio eh singelo, porém verdadeiro, de que o que o que do que recolhemos agora é fruto do que semeamos, né? É o de que nós realizamos. Semeadura livre com eleita obrigatória. Vamos acusar quem? Isso é uma sandice, é uma infantilidade, é uma imaturidade psicológica da alma
agora é fruto do que semeamos, né? É o de que nós realizamos. Semeadura livre com eleita obrigatória. Vamos acusar quem? Isso é uma sandice, é uma infantilidade, é uma imaturidade psicológica da alma que ainda transita nos projetos, nos nos processos das justificativas. Eu preciso justificar o meu erro. Olhe-se no espelho e veja-se como você é na realidade. Freud em 1916, o famoso, né, Freud escreveu um artigo de grande repercussão no mundo científico intitulado Os que fracassam ao triunfar. aos que fracassam, os que fracassam ao triunfar. O que diz esse texto? diz que essas pessoas que nós agora estamos falando de sabotador da própria vida, essas pessoas sabotadoras possuíam medo de ter satisfação. Isso é Freud dizendo. Sentiam-se aliviadas com o que estavam fazendo, mesmo que não tivesse nada certo. Olha que que loucura. E como é como se alguém tivesse tudo para ser feliz de alguma forma conseguisse arrumar um jeito para fugir da felicidade. Ah, isso acontece sim. É autossabotagem. É uma das formas de manifestar, né, ah, a nossa insatisfação, a nossa fragilidade psicológica, emocional. sentimental que se esprai lá no namoro, no casamento, na educação dos filhos, escola, trabalho, novos projetos. E os e os psicoterapeutas unanimemente afirmam que o processo de cura dessa doença emocional passa pela tomada de consciência dessas pessoas, né, sabotadoras. que estão também se destruindo em relação às suas perspectivas para o futuro. Então, em resumo, em síntese, a sabotagem tem liames, ligações afetivas com a infância da pessoa na intimidade da constelação familiar, ou seja, no seu núcleo familiar. Vejam bem, porque ele perde as suas referências ou essas referências estão embasadas eh e se e se manifestam através de traumas. Assimilação de traço das pessoas em que nós convivemos ao longo do tempo. Sentimentos de abandono, rejeição, culpa, aflição, angústia. Portanto, trata-se de uma doença da alma, nunca se esqueçam disso, que sente prazer pelo desprazer. Porque quanto mais a vida se torna
mpo. Sentimentos de abandono, rejeição, culpa, aflição, angústia. Portanto, trata-se de uma doença da alma, nunca se esqueçam disso, que sente prazer pelo desprazer. Porque quanto mais a vida se torna difícil, mais a pessoa se satisfaz. Que coisa é uma coisa que é um complexo de inferioridade crônica. Então, a pergunta que não quer calar, a autossabotagem tem tratamento e cura? Sim. Sim. Contudo, exige mudanças significativas de hábitos e atitude. Como tudo na vida. Eu estou dentro de uma de um roteiro perigoso, de uma sintonia perigosa. Ah, mas a vida nada dá certo. Eu no emprego não, as coisas não acontecem, eu não passo no mesmo no nos concursos a que eu me submeto. Todas essas reclamações tem uma resposta clara. Quem é o culpado? É o mesmo, é o mesmo. Eu vou culpar meu pai que ah meu pai, a minha mãe, meus filhos, meus irmãos, a família, enfim, sofre o a nossa, né, a nossa agressão emocional, porque acreditamos que o outro sempre é ocupado. Ora, não basta querermos mudar, fazer algo diferente. Se crenças e padrões de conduta continuam os mesmos. Eu continuo fazendo as mesmas coisas, pensando, repetindo as mesmas situações. Eu estou na realidade puxando meu próprio tapete. Tô puxando meu tapete eu mesmo. Mas como disse um pensador, um romancista russo Dostoevics, ele diz: "A maior felicidade é saber porque se é infeliz. Nós precisamos saber porque eu tô infeliz, não sei. Aí eu sou um revoltado, eu sou um desequilibrado, a pessoa em desharmonia. E a Joana nos traz a terapia eficiente para esse autonhecimento. Medidas educativas. Ela diz: "Selencia as ansiedades do sentimento e acalma os tormentos da alma, reflexionando em torno das tuas reais necessidades. Aprofunda autoanálise, se analise, ora bem, e tenha coragem de desnudares perante a própria consciência. Olhe-se no espelho, como eu disse anteriormente, desnudar-se diante da sua consciência é você se olhar e dizer: "Eu sou o que eu tô vendo no espelho, o que estou, o que tá refletido no espelho. Eu não sou melhor do que ninguém, eu sou essa
iormente, desnudar-se diante da sua consciência é você se olhar e dizer: "Eu sou o que eu tô vendo no espelho, o que estou, o que tá refletido no espelho. Eu não sou melhor do que ninguém, eu sou essa pessoa, mas eu não tô destruído por isso, porque eu posso tomar roteiros que me libertem, que me transformem em outra pessoa. Então, toda a terapia eficiente impõe disciplinas saudáveis, às vezes ásperas, cujos resultados chegam à medida que são utilizadas. Então, nós estamos impregnados de vícios sociais, da mentira, da maledicência, da calúnia, do pessimismo, da suspeita, passando aos dramas do do comportamento desidioso da inveja, do ciúme, do ressentimento, do rancor, do ódio. Somos esses personagens. Hum. Gostamos dele? Não, eu não gosto de ser assim. Bom, então busque as medidas educativas das quais referenciamos aqui ao longo da palestras. Saíamos das dependências alcoólicas, do tabagismo, das drogas alucinógenas, a luxúria, dos distúrbios de comportamento e as investidas das alucinações psicológicas. Quem diz isso é a instrutora Joana. Pois toda a vitória, por pequena que se te apresente, significará um avanço no roteiro libertador da alma. A gente tem que dar passos pequenos. Nós não vamos dar um passo gigantesco. Alguém uma vez me perguntou: "Ah, mas eu fiz tanta coisa no passado ruim. Bom, eu quero pagar tudo agora". Falei: "Mas como?" Nós não temos essa capacidade. Não temos. Quantas vezes nós pedimos coisas que a espiritualidade diz: "Não, não parem. Vamos refletir. Se eu te der tudo, se nós seguimos o roteiro pretendido pelo reencarnante, você está fadado ao insucesso, a derrocada. A vitória está na parcimônia das escolhas, né? Sabemos escolher passo passo a passo, buscarmos a nossa alforia espiritual, palmilhando a estrada da libertação gradativamente. Espanquemos essa ufania de querer atingir tudo. Ah, eu vou fazer e vou resolver tudo. Não vai. E não vai. Hã. Espanquemos essa ideia porque ela é equivocada. Então, uma exortação final para encerrarmos.
panquemos essa ufania de querer atingir tudo. Ah, eu vou fazer e vou resolver tudo. Não vai. E não vai. Hã. Espanquemos essa ideia porque ela é equivocada. Então, uma exortação final para encerrarmos. Comecemos hoje, agora aguardando que o tempo realize a cura. Nós vamos fazer a nossa parte, mas o tempo é o remédio também para alcançarmos nossos objetivos. Não há pressa. Agora, já que nós violentamos as leis superiores da vida, agora eu quero pressa porque eu tô sentindo a dor moral, emocional, psicológica, espiritual. Agora é a hora de caminharmos refletindo, aprendendo, portanto, e não nos entreguemos à acomodação mental. É, não, deixa para lá, a vida é assim mesmo. A a minha alforia espiritual vai chegar. Para que que eu vou correr? A vida é uma eternidade. Esse é do preguiçoso. O preguiçoso fala assim: Ele ele acredita que vamos dar tempo ao tempo e tudo acontecerá, não é? Mas nós temos que informar que precisamos da perseverança da luta para alcançarmos os nossos objetivos. Então, o grito final, o grito final que fazemos agora. Paremos de nos sabotar com desculpas. Chega. Ah, eu sou espírita. Muito bem, que beleza. Mas o espírita que não trabalha para sua libertação espiritual, ficou na periferia do conhecimento espírita. leru o livro, nada entendeu porque nada praticou. Então, queridos irmãos, muita paz no coração. Ao retorno, abracem os aqueles queridos que nós deixamos na retaguarda e digam para e digam para eles: "Eu te amo. Eu te amo". Nós estamos distanciando desse ponto nevrálgico que é o amor ensinado pelos pelo Cristo. Vã, sigam em paz. Muito obrigado pelo carinho, pela atenção, pela alegria de tê-los aqui e vê-los novamente. Eu os convoco para a segunda-feira que vem estarmos aqui novamente aprendendo um pouco mais com o evangelho de Jesus. E agora nós vamos para a segunda parte e entregamos ao nosso irmão Ítalo, que está lá no fundo, que no que vão convocar a todos ao passe que vieram também buscar. Muita paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe
vamos para a segunda parte e entregamos ao nosso irmão Ítalo, que está lá no fundo, que no que vão convocar a todos ao passe que vieram também buscar. Muita paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para
corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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