TUDO PASSA - Enid Rocha [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que há Aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. aborrecimentos surgem e vão. Dias felizes são momentos fugazes. Não te fixes demasiadamente em teus estados de espírito. trabalha para perpetuar o bem com o propósito de fazer durar a serenidade. Assim como se alternam as estações, alternam-se as fases da alma no corpo. A dor que te parece eterna é passagira. A alegria perene está na perfeita integração com Deus. A paz que se foi há de voltar. Sofrimento que vem há de ir embora. Conserva, no entanto, contigo a certeza de que o bem que praticas cotidianamente é uma bênção que se faz constante. Do livrinho mais uma vez, vigiai e orai. Bom, bom dia. Mais uma vez vamos elevar os nossos pensamentos, agradecer a espiritualidade, lembrar da importância que cada um tem consigo mesmo, da responsabilidade da reencarnação e dos objetivos pelos quais passamos para atingi-los, pedindo a Jesus, pedindo aos nossos orientadores espirituais e amigos nos auxiliarem nesse início de mês. nesse nosso país querido, nesse planeta chamado Terra. E assim, mais uma vez dizendo obrigado, Senhor, vamos passar a palavra paraa Enid, que irá com certeza nos abrilhantar com palavras maravilhosas de consolo. Bom dia a todos e todas. É um prazer muito grande estar aqui com vocês nessa manhã de segunda-feira, 4 de agosto, né? Já chegamos, já passamos da metade do ano e hoje e nós vamos, o tema da palestra é tudo passa, o mesmo tema da mensagem que acabamos de ouvir. E eu queria primeiro de tudo, né, desejar que a paz de Cristo esteja conosco e dizer que essa palestra, né, que tem esse nome, tudo passa. Ela é dedicada a todos nós, né? Talvez para aquelas pessoas, alguém de nós que esteja me ouvindo aqui pelo canal do YouTube ou que esteja aqui presente, pode estar passando por um momento difícil, né? talvez esteja enfrentando uma perda, uma
ra aquelas pessoas, alguém de nós que esteja me ouvindo aqui pelo canal do YouTube ou que esteja aqui presente, pode estar passando por um momento difícil, né? talvez esteja enfrentando uma perda, uma separação, uma dor física ou uma dor emocional, uma dúvida, um medo ou apenas aquele cansaço da alma que às vezes nos toma sem nos avisar. Então, eh, aos nossos irmãos presentes, encarnados, desencarnados, essa é uma reflexão da impermanência da vida, da impermanência de tudo, para que não nos fiqueemos nesse momento, talvez um momento difícil, tendo a certeza de que tudo passa, mas também não só, né, para aqueles que estão passando por um momento difícil, a reflexão de que tudo Tudo passa na vida também é para aquelas pessoas que estão no momento de paz, de alegria, porque não só o sofrimento passa, mas as alegrias também passam, né, num eterno ir e vir, né, porque a vida, né, é um constante movimento. Nada é fixo, nada é permanente, nem a dor, nem a alegria, nem a doença, nem a saúde, nem o inverno, nem a primavera, assim, as estações do ano, né? Então, e é nesse passar das coisas da vida que nós evoluímos e que a vida nos edifica. Então, eh, eu montei, né, essa reflexão de hoje, começando justamente por essa reflexão, né, que é sobre a impermanência de tudo, né? Então, se a gente pensar desde que nascemos, né, a vida a gente cresce, a gente fica jovem, né, daí a gente amadurece, fica adulto e de onde nós viemos, no ventre da nossa mãe, aí nós voltamos, nós voltamos a ao Pai nessa jornada, nessa encarnação, né, nessa jornada do corpo físico que recebemos para que nossa alma possa evoluir. ir e possa aprender. Então, eh, a vida, né, quando a gente pensa na impermanência, é pensar que a vida é feita de fases e que nenhuma delas dura para sempre. Então, quando algo está doendo em nós, né, quando alguma circunstância difícil chega até nós, a gente tem a impressão que isso nunca vai passar, mas passa. mesmo as dores, né, que deixam cicatrizes, assim como as cicatrizes algumas que nós temos na pele, fica uma
stância difícil chega até nós, a gente tem a impressão que isso nunca vai passar, mas passa. mesmo as dores, né, que deixam cicatrizes, assim como as cicatrizes algumas que nós temos na pele, fica uma memória, uma lembrança de um aprendizado, né? Então, a gente percebe quando olha muitas vezes numa cicatriz da pele e também uma cicatriz da alma, a gente olha e diz: "Eu sobrevivi a isso, eu aprendi e eu cresci". Aí é quando a gente pensa então nessa impermanência da vida, de que tudo passa, que estamos aqui de passagem, que é uma jornada, né, e portanto precisamos aproveitá-la, os momentos alegres, os momentos tristes. E aí aqui nós tema da nossa palestra que tudo passa, né, pensando principalmente nos momentos difíceis, né, que alguns de nós podem estar passando nesse momento. Devemos ter clareza que todos nós, em algum momento vamos sentir a dor nos visitar, seja pela perda de alguém que amamos, pela doença, por uma separação, uma angústia sem nome, né, que às vezes se instala aqui no nosso coração e nos faz procurar algo, né, procurar uma leitura, nos voltar à gente mesmo. Mas quando isso acontece, né, a gente fica achando que o mundo parou e que ninguém nos entende. Mas a mensagem, a reflexão que precisamos fazer é que a dor ela é universal, é uma dor, a dor visita todos nós, né? E aí com isso eu tenho uma história que eu gosto muito quando a gente aborda esse tema da da dor que fala sobre isso, né? Ela vem lá do tempo de Buda e que nos ajuda a compreender a dimensão desse sentimento de dor. E a história de Kisagotami. Quisagotami era uma mulher que vivia em Savat. Ela tinha um único filho e o perdeu de forma repentina. Tomada pelo desespero, pela negação, ela não conseguia aceitar a morte. Carregando o corpo do filho nos braços, foi até Buda e implorou: "Mestre, por favor, devolva meu filho à vida. Cure-o!" Buda, com aquela infinita compaixão, olhou para ela e disse: "Sim, posso ajudá-la, mas antes traga-me sementes de mostarda." Só que essa semente de mostarda deve vir
devolva meu filho à vida. Cure-o!" Buda, com aquela infinita compaixão, olhou para ela e disse: "Sim, posso ajudá-la, mas antes traga-me sementes de mostarda." Só que essa semente de mostarda deve vir de uma casa onde onde nunca ninguém tenha morrido, nem pai, nem mãe, nem filho, nem amigo, nem servo, onde a dor nunca tenha visitado aquele lar. Quisagotama partiu esperançosa, bateu a porta da primeira casa e ouviu. Ah, responderam a ela. Se fosse só trazer sementes de mostarda, eu teria aqui. Mas minha mãe faleceu no último verão. Na segunda casa, mesma coisa. Diz de responderam a ela. Perdi meu irmão, ainda jovem. Na terceira responderam: "Meu marido morreu há pouco tempo". E assim foi, casa após casa, em todas havia luto, havia saudade, havia dor. Então, Kisagotami compreendeu, compreendeu que a morte é parte da vida e que a dor não é exclusividade sua, que todos em algum momento enfrentam perdas. Então, com o coração jamais sereno, ela conseguiu enterrar seu filho. Tornou-se então uma mulher desperta para a verdade da vida, de que tudo é transitório. Então, essa história, ela não fala apenas sobre a morte, mas sobre a impermanência, né? sobre como tudo passa, como a dor, por mais intensa que seja, pode se tornar um portal para o nosso crescimento enquanto alma, enquanto espírito. E por mais que pareça insuportável, essa dor também passa. Então, a reflexão que precisamos fazer é que quando somos visitados por circunstâncias difíceis, por dores, é pensar que se que a vida é perfeita, que o universo não é caos, o universo é cosmos, que tudo obedece uma lei perfeita. Se Deus não erra com o universo, não erra com as estações do ano, não podemos imaginar que somos mais, né, de tanta nossa importância que Deus erraria conosco. Então, se a dor nos visita em algum momento da nossa vida, tenhamos certeza que não era para ir pro nosso vizinho, mas para nós, né? é a ordem universal, é a lei natural do karma em andamento. Senão aqui, quando olhamos para trás, não encontramos nada que justifique
s certeza que não era para ir pro nosso vizinho, mas para nós, né? é a ordem universal, é a lei natural do karma em andamento. Senão aqui, quando olhamos para trás, não encontramos nada que justifique aquela circunstância, aquela dor. Vencemos na lei da causa e do efeito, né? Se não fomos em vidas pregressas. E agora a lição que nos chega, nos chega para compreendermos, para evoluirmos, para adquirirmos um sentimento, uma virtude que nos falta. Então vamos receber, né, quando a dor nos visita, receber com humildade, com dignidade, né, aceitar que isso era para nós e ter dignidade na dor. Ter aquele momento, por essa questão, é porque precisamos disso. Então não adianta a gente vou fugir, não era para mim aquela revolta só dificulta, né? Precisamos compreender onde estamos, porque esse é um momento que precisamos aproveitar, porque se o que mais importa para nós não é essa carne, não é esse corpo, não são essas coisas. E se isso chega a nós, é porque nossa alma vai ficar maior depois disso. Tem uma filósofa que talvez vocês conheçam, ela é muito presente nas redes sociais, que é a Lucia Helena Galvão. Ela diz assim: "Quando a dor é física, nós procuramos um médico e tomamos um remédio quando a dor é emocional, então precisamos confiar na vida, confiar em Deus, confiar que isso eu tô sofrendo, mas confiar no fluxo da vida, que eu precisava disso e que isso vai passar quando a dor é mental, talvez uma crise de identidade uma falta de autoconhecimento. Precisamos saber quem somos. Quando a dor é espiritual, então está nos faltando virtudes, né? É o nosso eu interno nos pedindo, né? Se desenvolva, cresça, desenvolva sentimentos nobres, né? Precisamos saber quem somos, buscar o que é real e verdadeiro. Então, pensar que nesses momentos precisamos nos manter sereno e lembrar que nada é por acaso. Se eu errei aqui ou a colá, né, lembrando que isso não viria pra gente à toa, né? É porque a gente precisava disso. Então, vamos pagar, entre aspas, né? viver esse momento com humildade.
é por acaso. Se eu errei aqui ou a colá, né, lembrando que isso não viria pra gente à toa, né? É porque a gente precisava disso. Então, vamos pagar, entre aspas, né? viver esse momento com humildade. E quando a gente diz que o universo é cosmos e não caos, nós estamos querendo dizer que existe uma ordem superior por trás dos acontecimentos. A realidade não é fruto do acaso. O acaso cego, mas segue leis, ciclos e propósitos. E mesmo que aos nossos olhos tudo pareça caótico ou injusto, faz parte de um projeto maior organizado por essa vida inteligente que nos rege, porque Deus é inteligência suprema e a vida tem um sentido mesmo na dor. Então, lembremos, né, da lei da causa e efeito, da confiança em Deus nos momentos de sofrimento e na impermanência da vida como parte de um ciclo que nos faz evoluir e que nos educa. Marquei uma frase aqui a partir dessa reflexão, né, que diz assim: Mesmo quando tudo parece desorganizado, mesmo quando a vida nos surpreende com provas dolorosas, não estamos vivendo o acaso. Universo é cosmos e não caos. Existe uma ordem, gente, amorosa e divina, sustentando tudo na certeza de que Deus nunca improvisa. pensando que a vida é um fluxo e que tudo está em movimento. Nossas emoções, as fases da vida, nada fica estático. E uma reflexão muito importante pra gente fazer nesses momentos é que muitas vezes a gente resiste a essa dor, a gente resiste à mudança, porque quando a dor nos visita, ela é um sinal de mudança. é um sinal de que aquele ciclo, estou falando daquelas dores intensas, né, que nos fazem romper os paradigmas da nossa vida, né, que nos fazem mudar o nosso caminho, buscando a interiorização, buscando nos conhecer, buscando, né, a nossa autenticidade. Então, quando atravessamos esses momentos na nossa vida, tá querendo dizer que a gente precisa deixar passar e que o apego a uma situação anterior só vai postergar a coisa melhor que nos vai chegar. A gente resiste à mudança. Então, é como tentar, gente, segurar a água com as mãos. Quanto mais apertando,
sar e que o apego a uma situação anterior só vai postergar a coisa melhor que nos vai chegar. A gente resiste à mudança. Então, é como tentar, gente, segurar a água com as mãos. Quanto mais apertando, mais apertamos essa água, mais ela escapa. Então, viver com humildade, confiança, aproveitar esses momentos para nos espiritualizarmos, né, nos confortarmos com as grandes verdades da vida, crescer, botar à prova aquilo que temos dentro de nós, né? Porque muitas vezes a gente se julga ou a gente pensa: "Não, eu já tenho maturidade para passar por isso. Eu sei que se eu ficar em determinada situação, eu vou saber lidar com isso." Muito bem. Aí chega a prova da vida. Esse é o momento de nós nos confrontarmos com a gente mesmo para saber se realmente aquilo que a gente desenvolveu dentro de nós realmente está com raízes, né? Então aí nesses momentos o que importa é a gente olhar e pensar assim: "Vou fazer o que me cabe, né? Vou fazer nesse momento o que está ao meu alcance para aquele para aquela situação que me chegou, né? E buscar a sintonia com a gente mesmo, né? Pedindo a Deus, olha, eu quero saber trilhar esse momento, né? Que caminho seguir? E aí quando a gente nesses momentos consegue essa conexão com o nosso eu interno, com Deus nosso pai, com Jesus nosso mestre, a gente vai enxergar o caminho, né? Mesmo que esteja doendo, a gente vai caminhando aos pouquinhos, né? Então, lembrar, né? Tá aqui bem marcado, a lei de causa e efeito, né? Aqui na doutrina espírita nós aprendemos que nada acontece por acaso. Tudo obedece a essa lei que é uma lei natural, né? Então, se hoje estamos vivendo determinada experiência, ela tem um sentido, pode ser fruto de ações do passado, desta vida ou outras, ou pode realmente não, ou, né, e é um momento de oportunidade que a vida nos oferece para que aprendermos algo essencial, tirar aquela concepção errônea, né, de que é um castigo, não é, é um aprendizado. também não é uma injustiça, é um reajuste, é uma evolução para nós. E aqui entra algo muito importante nesses
sencial, tirar aquela concepção errônea, né, de que é um castigo, não é, é um aprendizado. também não é uma injustiça, é um reajuste, é uma evolução para nós. E aqui entra algo muito importante nesses momentos, a confiança em Deus. Mesmo que agora, né, quando estamos passando por essa circunstância, a gente não entenda o porquê. A gente pode confiar de que existe uma razão. Existe uma razão para tudo de que nada nos acontece ao acaso, de que Deus não improvisa, Deus não erra, então sabe o que faz. Enquanto isso, né, a gente tá falando, estamos atravessando um momento difícil. enquanto estamos nesse momento, né, como encará-lo, né, já tendo a concepção de que isso vai passar, que por mais que eu não saiba o porquê, né, que aquilo tá acontecendo, eu preciso ter clareza que se veio a mim era para mim e não pro meu companheiro, não pro meu vizinho, né? Então, mas enquanto isso, enquanto isso a gente tem que viver a fase da aceitação e entrega, né? Então, diante das primeir das situações difíceis da vida, no momento em que estamos ali, o que podemos fazer? Então, existe uma um caminho que não é meu, né? é presente em várias filosofias, mas que nos ensina assim que a primeira atitude é a aceitação. Não se trata, diz aqui, de uma resignação passiva, nem de desistir, mas de compreender que existem fatos que não estão sob nosso controle. Então, às vezes, a gente tem aquela ingenuidade de que controlamos tudo e aí quando isso nos acomete a gente fala: "Vem essa clareza para nós. Nós não temos o controle de tudo." Então, nesse momento de aceitação, é acolher o que a vida nos trouxe. Então, esse é o primeiro passo pra gente começar a sentir paz em meio à dor que nos visita. Em segundo lugar, por mais difícil que seja, o segundo passo é agradecer. A gente se pergunta, agradecer a essa dor, a essa tristeza? Então aqui entra algo muito importante que a gente falou um pouquinho antes, que é a confiança em Deus. Porque se isso nos chegou dessa maneira, nos atropelando, nos entristecendo, mudando
a tristeza? Então aqui entra algo muito importante que a gente falou um pouquinho antes, que é a confiança em Deus. Porque se isso nos chegou dessa maneira, nos atropelando, nos entristecendo, mudando o rumo da nossa vida, é porque nós precisamos disso, que algo melhor virá pro crescimento da nossa alma. Então, se confiamos, né, que o universo não é caos, que o universo é cosmos, que segue uma organização e isso chegou a nós, a gente deve pedir dignidade para acolher e viver aquele momento e agradecer aquilo que nos chega, que há uma razão, que precisamos confiar que há uma razão. Então, sabemos que ela não vem por acaso. É por meio da dor que muitas vezes nos tornamos seres humanos melhores, mais conscientes, mais compassivos. A dor, quando compreendida, pode ser uma bênção disfarçada. É o cinzel de Deus esculpindo em nós a beleza da alma desperta. Essa frase, gente, não é minha. Acredito que seja de Emanuel, mentor de Chico Xavier, mas ela é muito profunda. Diz assim que a dor é o cinzel de Deus, esculpindo em nós a beleza da alma desperta, como se fôssemos aquela grande pedra bruta de mármore. E a dor é aquele cinzel de Deus, buscando a nossa essência. Então a gente viu que a terceira fase agora, né? Então eu aceito, eu agradeço e eu entrego. Em terceiro lugar, entregar, né? Entregar a Deus aquilo que eu não posso mudar, né? Eu entrego aquilo que eu posso. Olho a situação que eu já aceitei, que eu agradeço e vejo o que cabe a mim nesse momento. Sempre existe, gente, alguma coisinha que a gente pode fazer, por menor que seja. A gente vai caminhando, caminhando e a gente tá encontrando o caminho quando a gente busca essa sintonia com a nossa autenticidade, com Deus do nosso interior, com o nosso Cristo e com o Pai, o Criador, sempre buscando viver nesses momentos, nessa sintonia, parando para fazer oração. Então, a gente entrega, digo, Deus, não sei o que fazer com isso. Entrega. E se a gente entrega, daí vem o quarto passo, a gente confia, porque a gente só entrega para quem a gente confia, né?
oração. Então, a gente entrega, digo, Deus, não sei o que fazer com isso. Entrega. E se a gente entrega, daí vem o quarto passo, a gente confia, porque a gente só entrega para quem a gente confia, né? Confiar em Deus, no fluxo da vida, que estamos mergulhados nesse rio eterno que vai nos levar para o lugar que devemos ir. A partir dos nossos atos e pensamentos, trazendo aquilo que sempre precisamos, iremos para um próximo porto, para um próximo grau de evolução. E aí eu lembro nesse momento em que a gente segue esses quatro passos e que a gente se pergunta o que eu posso fazer, eu tenho aqui anotado pra gente lembrar da oração da serenidade. Ela é muito conhecida, que diz assim: "Concedei-me, Senhor, a serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, a coragem para mudar as que posso e a sabedoria para distinguir uma da outra". Essa oração é um verdadeiro mantra para os momentos difíceis, que é aceitar o que não depende de nós e agir com coragem sobre o que está ao nosso alcance. Então, confiar em Deus que está nos conduzindo com amor. Tem uma passagem na vida de Chico Xavier que ele recebe um conselho de Nossa Senhora. Acho que todo mundo conhece, mas eu acho que dá tempo de eu encerrar com ela. É muito bonita. Chico, nós estamos falando do Chico Xavier. Então, conta-se que o apóstolo da caridade, Francisco Cândido Xavier, o nosso Chico, estava passando por uma fase muito dura em sua vida. Os problemas familiares se avolumavam, a incompreensão alheia se mostrava intensa e isso tudo lhe enchia o coração de inquietações e dores. Um dia, quando as dores se mostravam tão profundas, Chico Xavier recorreu ao seu mentor espiritual, Emanuel, a fim de fazer um pedido a ele. Ele pediu a Emanuel se ele poderia, Emanuel, levar um pedido dele à nossa mãe Maria Santíssima, pedindo um conselho, né, que com certeza acreditava Chico, a nossa mãe Maria, com seu coração amoroso e materno, pudesse dar um conselho a ele nesse momento tão difícil que ele passava. Emanuel então lhe respondeu que
ho, né, que com certeza acreditava Chico, a nossa mãe Maria, com seu coração amoroso e materno, pudesse dar um conselho a ele nesse momento tão difícil que ele passava. Emanuel então lhe respondeu que sim, vou encaminhar a sua solicitação. Passado alguns dias, retorna então Emanuel com a resposta de Maria, mãe de Jesus. Ele diz: "Chico, Maria manda lhe dizer o seguinte: Tudo passa". E o sábio médium acolhe aquelas palavras curtas, entendendo o seu significado. Afinal, tudo passa. Assim, gente, acontece conosco. Os problemas da vida, devemos olhá-los como desafios para que possamos desenvolver nossas virtudes. Mas isso com certeza exige paciência, compreensão, que tantas vezes nos cultivam a aumentar nossa fé. Todos esses desafios que passamos estão sob. que cuida de cada um de nós atentamente, sabendo quais são as lições que precisamos, pois somos seus filhos. Lembremos sempre da parábola da ovelha perdida. Essas ovelhas, gente, somos nós. Ninguém se perde dos olhos de Deus. Então, no momento de de dificuldade, quando as dores nos parecerem intensas, quando a gente pensa que nossas forças acabaram e quando temos a certeza que iremos sucumbir, que se lembrar desse conselho da nossa mãe Maria que deu ao nosso amado Chico Xavier, tudo passa e ainda, gente, não dá, né? a gente já chegou no final, mas ainda teria que lembrar a vocês que que é sobre a importância da oração, né? A oração e o silêncio interior nesses momentos, né? Que quando tudo estiver confuso, reze. Quando a gente não sabe o que fazer, vamos rezar. E é aquela oração que faz contato com a nossa essência, com o reino de Deus em nós, onde a gente busca com humildade e pede a Deus o caminho melhor a seguir para que a gente receba como intuição aquilo que devemos fazer quando o nosso coração estiver apertado. Rze, porque a oração é a ponte que nos liga a nós mesmo com o mais alto. Não é preciso palavras bonitas. A única coisa que precisamos é a sinceridade. Se não formos sinceros, conosco mesmo, com quem seremos?
rque a oração é a ponte que nos liga a nós mesmo com o mais alto. Não é preciso palavras bonitas. A única coisa que precisamos é a sinceridade. Se não formos sinceros, conosco mesmo, com quem seremos? Depois que fizermos essa oração, fiquemos um pouco em silêncio, ouvindo todos os sons, os mais próximos, os mais distantes. No escuro dos nossos olhos, vamos sentir a presença da espiritualidade amiga nos afagando e nos mostrando o caminho. Então, muitas vezes a resposta chega como uma intuição, outras como um alívio. Outras vezes a gente sente aquela força inexplicável dentro de nós. A fé não é a certeza de que tudo vai dar certo do nosso jeito. Vamos abrir mão do nosso jeito e entregar a Deus. É a certeza. A fé é a certeza de que mesmo que não dê daquela forma, nós não estamos sozinhos. Muito obrigada. Bom, vamos então agradecer a Enid, né, que nos traz uma palavra de conforto no sentido de lembrar, como dizia Chico, né, isso passa, isso também passará. Então, vamos aproveitar esses momentos, agradecendo a espiritualidade pelo carinho, pelo respeito, por sabermos que temos irmãos conosco, nos auxiliando sempre. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós tentamos, Senhor, perdoar aqueles que nos têm ofendido. Não nos deixe cair em novas e difíceis tentações. Livra-nos, Senhor, de todo o mal, do rancor, da mágoa, dos sofrimentos da alma. Que a paz esteja com todos. Bom início de mês, né? Bom início de semana e que possamos nesse momento agradecer sempre pela oportunidade de aqui nos encontrarmos. Que assim seja. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no
o os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino,
da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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