O CHAMADO DA MUDANÇA - Enid Rocha [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 15/09/2025 (há 6 meses) 40:36 668 visualizações

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Transcrição

dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Bom dia a todos e todas. É um prazer estar aqui com vocês nessa manhã de segunda-feira seca em Brasília, né? e que nós estamos aqui já mais da metade do ano já se passou, quase estamos entrando na primavera. Então, tem muitas coisas que quando a gente tá observando a natureza, a gente aprende, né? Por exemplo, quando a gente observa as árvores, né, que a gente tem tempo e dá uma olhada e fala, né, como pode com toda essa seca e algumas permanecem verdes e outras estão guardando para mostrar toda a sua eh todo o seu esplendor, né, para Deus. E elas crescem sempre para o alto, né? Como se tivessem crescendo para Deus, né? E assim somos nós, né? Nós também temos dentro de nós um tesouro, né? Assim, eh, como a gente pode imaginar que uma árvore ela vem cumprindo a sua missão, né? quando ela mostra toda a sua folhagem, as suas flores, nós também, né? Qual será, né, como seres humanos, né, o que que nós viemos trazer ao mundo? Então, eh, eu queria, como sempre, a gente faz, né, antes de começar a palestra do dia, eu abri aqui esse livro eh Pão Nosso, pra gente começar a ver uma mensagem, né, que que nos traz aqui. E a mensagem que eu gostaria de ler para vocês antes da palestra chama Filhos pródigos. diz assim: "Examinando-se a a figura do filho pródigo, toda a gente idealiza um homem rico, dissipando possibilidades materiais nos festins do mundo. O quadro, todavia, deve ser ampliado, abrangendo as modalidades diferentes. Os filhos pródigos não respiram somente onde se encontra o dinheiro em abundância. Acomodam-se em todos os campos da atividade humana, resvalando de posições diversas. Grandes cientistas da Terra são perdulários da inteligência, destilando venenos intelectuais indignos das concessões de que foram aquiados. Artistas preciosos gastam por vezes inutilmente a imaginação e a sensibilidade através de

ão perdulários da inteligência, destilando venenos intelectuais indignos das concessões de que foram aquiados. Artistas preciosos gastam por vezes inutilmente a imaginação e a sensibilidade através de aventuras mesquinhas, caindo afinal nos desvãos do relaxamento do crime. Em toda parte vemos os dissipadores de bens, de saber, de tempo, de saúde, de oportunidades. São eles que, contemplando os corações simples e humildes em marcha para Deus, possuídos de verdadeira confiança, experimentam a enorme angústia da inutilidade e distantes da paz íntima, exclamam desalentados: Quantos trabalhadores pequeninos guardam o pão da tranquilidade, enquanto a fome de paz me tortura o espírito. mundo permanece repleto de filhos pródigos e de hora a hora, milhares de vozes proferem aflitivas exclamações como esta. Então, eu queria pedir a todos nós que estamos aqui nessa manhã de hoje que primeiro pudéssemos sentar de forma tranquila, respirar fundo e vamos então nos sintonizarmos com o sentimento de gratidão a Deus por estarmos aqui nesse momento, por termos levantado com essa determinação. de estar aqui para estarmos mais próximos de nós mesmos e de Deus. Mestre amado, querido Deus, criador de todas as coisas, mestre amado Jesus, estamos aqui, ó Pai, em busca da sua luz, em busca da sua paz. Ser conosco, Senhor, nessa vontade e nessa determinação, para que possamos estar cada vez mais diante de ti, sentir cada vez mais a sua presença em nossas vidas, em nossos corações. Mestre querido, que sua luz que hoje viemos aqui buscar, Senhor, possa sair conosco em todos os lugares que vamos entrar no dia de hoje. Que possamos, Senhor, levar um pouco da sua luz aos nossos lares, junto às pessoas que amamos e que sentimos, Senhor, que tanto necessitam de sua paz e de sua luz, Senhor. possamos ser, pai, no dia de hoje a sua lanterna, pequenina que seja, mas que leve esperança a todos que necessitam, Senhor. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o teu nome, venha a nós, Senhor, o teu reino, seja

ia de hoje a sua lanterna, pequenina que seja, mas que leve esperança a todos que necessitam, Senhor. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o teu nome, venha a nós, Senhor, o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa, Senhor, as nossas ofensas, assim como perdoamos aqueles que nos ofendem. Mas não deixe, Senhor, que caiamos em tentação e livra-nos do mal. Amém, Senhor. Graças a Deus. Então, meus irmãos, hoje a palestra ou a reflexão que eu trouxe pra gente fazer no dia de hoje tem um tema da mudança, né? O tema da palestra é o chamado da mudança. E é uma alegria estar aqui com vocês, né, reunido nesta casa de luz para refletirmos sobre um tema tão importante na nossa vida, né? E eh se vocês se lembram, essa mensagem que a gente leu aqui no livro Pão Nosso, ela trata da passagem daquela parábola do filho pródigo, né? Então ela diz assim que que o filho pródigo não está só entre as pessoas ricas da sociedade, mas ela está um pouco em todos nós. Quando nós desperdiçamos o nosso tempo, quando a gente vive sobre valores que não nos tocam a alma. Quando a gente tá fugindo da missão que nós temos aqui de deixar esse mundo um pouquinho melhor, né? Quando a gente eh gasta as oportunidades da nossa vida, né, para seguirmos aquele caminho, aquele chamado que existe dentro de nós. E se lembrarmos da parábola do filho pródigo, o que que acontece, né? Sempre pensando que o tema da nossa palestra hoje é o chamado da mudança, né? O que que aconteceu com o filho pródigo? Ele pede ao seu pai a sua herança e sai ao mundo, né? Sai, gasta, vive, né? Tudo aquela vida que ele queria viver, né? Falam, vai em festas, bebe e vive sem se preocupar com mais nada, né? vive assim toda a vida naquela matéria, nos prazeres e depois ele sofre, né? E ele sofre muito quando ele perde tudo, né? O evangelho nos conta que ele passa a viver em meio aos porcos, comer a comida dos porcos e daí ele cai em si, né? Após tanto sofrimento, ele cai em si e fala: "Puxa,

muito quando ele perde tudo, né? O evangelho nos conta que ele passa a viver em meio aos porcos, comer a comida dos porcos e daí ele cai em si, né? Após tanto sofrimento, ele cai em si e fala: "Puxa, na casa do meu pai nem os seus mais eh ínfimos funcionários, né, aqueles mais eh que estão ali no dia a dia, comeriam o que eu tô comendo aqui." E daí ele começa a cair em si e faz o retorno ao pai, né? Quando ele retorna ao pai, que esse pai representa Deus, nosso pai, né? O pai o recebe de braços abertos, conta que coloca ali um um uma sandália nova, um anel que simboliza a continuidade da sua família, faz uma festa e aquele outro filho que ficou fala: "Puxa, pai, mas eu que sempre estive aqui ao seu lado, nunca você fez nenhuma festa para mim e meu irmão que saiu, errou, gastou todo o seu dinheiro e você mata esse bezerro, faz essa grande festa e para mim você nunca fez isso, né? Então diz que o pai responde: "Você esteve sempre comigo agora o seu irmão estava perdido e voltou". E o que que isso tem a ver com essa palestra, essa reflexão que eu trouxe para fazer com vocês no dia de hoje tem a ver que é por meio do sofrimento, da dor, como aconteceu com o filho pródigo, que a gente faz esse retorno a nós mesmos e retomamos o nosso caminho. Então esse que é o chamado da mudança em nós, né? Então, se a gente observar, é sempre por meio, infelizmente, né? Se a gente pensar que esse planeta Terra, que nossa vida é uma grande escola e que os desafios são as lições que precisamos aprender, então há sempre esse chamado dessa mudança para que voltemos a nós mesmos, para que possamos encontrar qual é o sentido da nossa vida, né? Então, quando eh refletimos sobre o chamado da mudança, podemos pensar sim que a nossa vida é cheia de surpresas, né? que muitas vezes nós somos surpreendidos por acontecimentos que nos abalam profundamente como uma doença séria que chega de repente um relacionamento com uma pessoa tão querida que se desfaz, que nos decepciona a perda de um emprego, eh, ou qualquer outra situação

nos abalam profundamente como uma doença séria que chega de repente um relacionamento com uma pessoa tão querida que se desfaz, que nos decepciona a perda de um emprego, eh, ou qualquer outra situação que a gente diz assim: "Fiquei sem chão, né?" Então, nessas horas, como filho pródigo, a gente sente o peso do sofrimento. Sentimos como se tudo aquilo que a gente fazia se desmoronasse. Mas na verdade, assim como nessa parábola do filho pródigo, a gente podia pensar que esses momentos não são um castigo, né, do universo, um castigo de Deus, mas sim são convites para uma mudança, né, são alertas para nós mesmos, para que a gente possa rever o caminho que a gente tá trilhando, né, para que a gente possa mudar de rota para reencontrar o rumo certo. Então, muitas pessoas falam assim: "Nossa, é é a lei da causa efeito, é o karma, como se fosse um castigo, não é assim? É como se nossa vida, aquilo que a gente veio fazer aqui, tá aqui, como se fosse nesse corredor. E e se a gente desvia um pouco, vem a lei da causa efeito, a gente bate, se machuca e a gente retoma o rumo, né? retoma a rota da nossa vida por meio da dor, né? Muitas circunstâncias difíceis. Então, tem uma frase de Emanuel que diz assim, né, dentro de uma mensagem, se eu não me engano, é no livro Pão e Vinho. Não me tenho anotado aqui, me esqueci, mas a frase é o seguinte, que ela nos toca profundamente. diz assim: "Se estás doente, meu amigo, acima de qualquer medicação, aprende a orar e a entender, a auxiliar e a preparar o coração para a grande mudança." Então, que que Emanu tá dizendo, né, aqui, né? Ele tá dizendo assim que pra gente para além da medicação, se a gente adoece aqui o exemplo, né, do problema da dor que acomete, ele tá citando como se fosse as doenças, né? Então fala assim: "Se está doente, se prepare pra grande mudança, porque para além da medicação, a gente precisa também tratar da nossa alma, tratar do nosso espírito, né? Então, já existem várias eh teses, né? Eh, pessoas que explicam a relação

pra grande mudança, porque para além da medicação, a gente precisa também tratar da nossa alma, tratar do nosso espírito, né? Então, já existem várias eh teses, né? Eh, pessoas que explicam a relação das doenças com o nosso comportamento, com a somatização, com o estress da vida, com a depressão, com as tristezas. Então, ele tá falando assim: "Olha para você, né? Aprenda a entender a vida quando a dor nos chega, quando as circunstâncias difíceis nos aparecem, a gente precisa perguntar. Mais do que dizer assim: "Por que comigo?" A gente precisa se perguntar o que eu tenho a aprender com isso, né? E aí sempre eu penso assim, esse exemplo, né, dessa parábola do filho pródigo, né, que de repente ele cai em si. Que que é cair em si? C ele olhar paraa vida dele, olhar tudo que ele fez e falar: "Nossa, como eu saí do meu caminho". E ele retoma. É a lei, é o retorno para o Pai, né? É isso que a dor muitas vezes nos traz. Então essa frase do Emânuel, ela não diz, por exemplo, para desprezarmos a medicina, nem os recursos humanos, mas nos lembra que acima de qualquer tratamento, a doença também é um chamado da alma. É como se a vida nos tivesse pedindo reequilíbrio, pedindo transformação. Então assim também é conosco. As doenças, as perdas, os sofrimentos inesperados são como aqueles sinais luminosos na estrada, né, dizendo: "Por aqui você não deve continuar, é hora de mudar a direção." Então, muitas vezes quando a gente passa, né, tá passando por circunstâncias difíceis, nós resistimos à mudança, né? Queremos que continue como antes. Queremos que queremos que as coisas voltem a ser como eram. Mas aqui nesses momentos é que a gente tá recebendo o convite para o novo. É para que podemos possamos avançar no crescimento da nossa alma e não para retroceder. E eh que que a doutrina espírita nos ensina, né? Ela nos ensina o que eu disse há pouco, né, que a terra é uma escola e que cada circunstância difícil, cada problema que nós enfrentamos é uma lição. E que, por exemplo, doença, perdas, desemprego,

é? Ela nos ensina o que eu disse há pouco, né, que a terra é uma escola e que cada circunstância difícil, cada problema que nós enfrentamos é uma lição. E que, por exemplo, doença, perdas, desemprego, separação, tudo isso são capítulos do nosso livro, da nossa escola da vida, né? E que o maior aprendizado de tudo isso é a mudança interior, né? Então, eh, que possamos fazer desse período difícil, dessa circunstância, uma escada para a nossa alma, para que possamos sair, sairmos pessoas melhores, né, dessa situação. Então, por isso, quando a vida nos apresentar dores inesperadas, ao invés de perguntarmos por comigo, talvez devamos perguntar para quê? O que essa situação está me convidando a mudar? Então, muitas vezes o sofrimento vem para que possamos nos aproximar mais de Deus, né? Quantos de nós eh só aprendemos a fazer uma oração quando o problema bate a nossa porta, né? Quantas pessoas que muitas vezes eu conheço algumas que, ah, eu sou ateu, eu não acredito, mas quando surge algum problema, parece que instintivamente a gente se volta a um Deus criador, a alguma coisa que existe e aí a gente aprende a orar, né? Então, quantas vezes também a gente descobre a solidariedade no meio da solidão ou de uma perda, né? E quantos de nós só percebemos o valor da saúde depois que ela foi abalada, né? A gente ouve também, ah, vem uma dor no pé e a gente fala: "Ah, eu nem sabia que eu tinha um pé". Então, eh, são assim questões que só nos acontecem quando a gente tá passando por essas circunstâncias difíceis, né? Então, é aqui que entra esse recado sobre a importância de não desperdiçarmos esse momento da dor para que ela seja uma escada na nossa vida. Se ela vem, devemos aproveitar para crescer, para mudar o rumo e pensar que esse é o chamado da mudança. É sempre um convite pra gente olhar para nós mesmos, pro caminho que estamos seguindo. Será se a gente tá vivendo de acordo com a nossa essência, né? Será que não estamos frustrados, por exemplo, por estar fazendo coisas que não tem a ver conosco

esmos, pro caminho que estamos seguindo. Será se a gente tá vivendo de acordo com a nossa essência, né? Será que não estamos frustrados, por exemplo, por estar fazendo coisas que não tem a ver conosco ou um relacionamento que também não tem a ver e aí aquele relacionamento acaba e a gente fica sem chão? Será que não é, né, o momento da gente olhar assim, não tava bom, não era aqui, né, o meu caminho. Então isso nos leva diretamente ao exemplo maior que temos, né? Jesus curava os enfermos, né? E se a gente lembrar como que ele fazia depois que ele curava, ele nunca se limitava a trazer a saúde do corpo, né? Ele sempre ia além. Então, se a gente lembrar em várias passagens do Evangelho, depois que ele realizava a cura, ele dizia: "Vai e não peques mais". Então, com essa recomendação, Jesus nos ensinava que a verdadeira cura não está apenas na melhora física, mas na mudança de atitudes, na renovação moral, na transformação do coração. Então, quando Jesus dizia: "Vá, não peques mais". É como se ele estivesse falando, vai, você está curado, mas muda de vida, retoma, né, o seu caminho. E aí eu que eu trouxe aqui anotado para vocês duas passagens de cura de Jesus pra gente refletir se der tempo, né? A primeira é daquela pessoa com deficiência de Betesda. Betesda era um lago eh que tinha uma fonte, né, e que ficava, segundo Evangelho, perta em Jerusalém, perto da porta das ovelhas, tinha esse tanque chamado Betesda, onde muitos doentes esperavam o movimento das águas. Se acreditava que ali vinha um anjo e aquele que primeiro conseguisse entrar naquele tanque era curado. E lá havia um homem enfermo que tinha 38 anos que ele estava ali tentando entrar naquele tanque. E aí Jesus, vendo aquele homem deitado, perguntou-lhe: "Queres ser curado?" E o enfermo respondeu: "Senhor, não tenho ninguém que me ajude a entrar no tanque quando a água é agitada. Quando estou chegando, vem alguém e me empurra e eu não consigo", disse-lhe Jesus: "Levanta-te, toma a tua maca e anda". Imediatamente o homem ficou curado. Mais

rar no tanque quando a água é agitada. Quando estou chegando, vem alguém e me empurra e eu não consigo", disse-lhe Jesus: "Levanta-te, toma a tua maca e anda". Imediatamente o homem ficou curado. Mais tarde Jesus o encontrou no templo e lhe disse: "Eis que já está são. Não tornes a pecar para que não te suceda coisa pior." Então aqui tem duas questões que eu queria chamar atenção nessa parábola. Porque Jesus pergunta algo que parece óbvio, né? E é claro que aquele homem tava ali há 38 anos, que ele queria ser curado, mas Jesus sabia, né, que aquela cura que aquele homem queria precisava não de um desejo superficial, né, necessário uma decisão interior. Exige de novo, gente, a vontade firme de mudar, né? Então, aquela pessoa com deficiência, quando Jesus pergunta para ele, querem ser curado? diz, responde com queixas, né? Não diz assim, eu quero ele só diz assim: "Senhor, não tenho ninguém que me ajude a entrar nesse tanque em vez de simplesmente responder a Jesus: "Sim, Senhor, eu quero". Então, eh, aquela pessoa nessa passagem mostra que ela tava presa a uma lógica da reclamação e da espera passiva. Então, com isso, nessa passagem, Jesus nos ensina que não basta esperar soluções de fora quando estamos passando por circunstâncias difíceis. É preciso querer de verdade e assumir nossa parte no processo de mudança. Então, muitas vezes a gente fica na posição de vítima, esperando que algo de fora aconteça. quando a gente poderia aproveitar esse momento e olhar pra nossa vida, né, entender um pouco porque chegamos na situação que estamos, né, que rumo que eu tava indo, em que direção que eu estava indo que talvez estivesse contrário ao meu desejo interior da minha centelha divina. Então Jesus, outra coisa observar nessa passagem, né, que Jesus não recomenda para aquela pessoa enferma, fique aí deitado, descansando. Não, ao contrário, Jesus ordena uma ação. Ele diz: "Levanta-te, toma a tua maca e anda". Então isso significa Jesus dizendo: "Retome a vida, assuma sua responsabilidade,

fique aí deitado, descansando. Não, ao contrário, Jesus ordena uma ação. Ele diz: "Levanta-te, toma a tua maca e anda". Então isso significa Jesus dizendo: "Retome a vida, assuma sua responsabilidade, saia dessa posição e continue a sua caminhada". Então o recardo é muito claro. A mudança diante da dor exige vida, movimento e coragem para agir. E daí pra gente fazer um paralelo, tem uma outra passagem também de cura de Jesus. Essa um pouquinho diferente. Essa é aquela de quando Jesus estava em Cafarnaum. Ele estava ensinando dentro de uma casa tão cheia de gente que não havia espaço sequer para chegar à porta onde Jesus estava, né? Então, alguns homens chegaram lá trazendo uma pessoa com deficiência deitada em uma maca. Aí, como eles não conseguiam passar por aquela multidão de pessoas, que que eles fizeram? Subiram no telhado, né? abriram a passagem no teto e com cordas desceram aquela pessoa enferma diante de Jesus. Então, o evangelho diz que Jesus, vendo-lhes a fé, né, disse aquela pessoa enferma: "Filho, os teus pecados estão perdoados e para que todos acreditassem no poder divino, o mestre completa: levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa." E imediatamente aquele homem levantou diante de todos glorificando a Deus. Então aqui que eu queria refletir com vocês, duas passagens do evangelho, duas curas. Então só que a gente encontra duas cenas opostas. O primeiro diante do tanque de Betesda, aquele homem há 38 anos naquela posição aguardando que alguém o ajudasse. De outro lado, né? Então, era uma espera passiva. E do outro lado, que que aconteceu? Aquela pessoa enferma, ela foi atrás de Jesus, né? Mesmo que não tenha sido pelos seus próprios passos, mas pela fé e pelo esforço de seus amigos. Então, assim, há duas, né, duas formas de reagir diante do problema. Então isso nos ensina algo muito precioso, que muitas vezes na dor precisamos da ajuda de mãos fraternas que nos conduzam até Cristo. Mas é importante notar que aquela pessoa não ficou ali esperando, né? Ele se deixou

sina algo muito precioso, que muitas vezes na dor precisamos da ajuda de mãos fraternas que nos conduzam até Cristo. Mas é importante notar que aquela pessoa não ficou ali esperando, né? Ele se deixou conduzir, ele pediu ajuda, teve fé suficiente para permitir que o carregassem até o Senhor. Então, é como se Jesus, se nosso mestre, se universo, naquilo em que a gente acredita de sagrado, o que a vida espera de nós é que não sejamos acomodados, né, mornos, que mesmo na dor, né, vamos dar pequenos passos, mas vamos dar algum passo, né, rumo à nossa mudança. Enquanto que aquele enfermo que estava do lado daquele eh tanque reclamava da ausência de alguém que eu ajudasse, esse outro encontrou amigos solidários e perseverantes que não desistiram diante dos obstáculos. subir ao telhado, abrir o espaço, enfrentar a multidão. Tudo isso revela fé ativa, a fé que age. E é aqui então que a gente pode refletir sobre nossa vida mesmo, né? Qual dessas duas posturas nós ficamos diante das nossas dores, né? Ficamos como aquele homem que estava 38 anos aguardando que alguém o ajudasse a entrar no tanque, reclamando, preso à espera, esperando soluções mágicas, mas sem nos movermos. Ou nos deixamos conduzir pelo amor, pela solidariedade, pela fé, pedimos ajuda como aquele enfermo de Cafarnaum, né? Então, a importância da gente contar com amigos, né, de ter humildade para pedir ajuda para que possamos sair daquela situação que nós encontramos. Então, a mensagem aqui é clara, né? Não devemos permanecer imóveis diante do sofrimento. Se sozinhos não conseguimos, precisamos sim buscar ajuda, aceitar a mão amiga, a fraternidade, a solidariedade. Esse é o sentido da vida. do amai-vos uns aos outros. Então, eh nós estamos, né, eh já quase chegando no momento de terminar. Eu queria assim deixar, né, que para, mas pros dois casos, sempre a ordem de Jesus é a mesma. levanta-te e anda. Então, isso nos mostra que quando estamos atravessando circunstâncias divina, que Jesus, que a vida não nos está nos

ue para, mas pros dois casos, sempre a ordem de Jesus é a mesma. levanta-te e anda. Então, isso nos mostra que quando estamos atravessando circunstâncias divina, que Jesus, que a vida não nos está nos convidando para a passividade, mas a ação, não basta ser curado, é preciso retomar a vida, continuar caminhando, transformar a experiência em movimento de fé e amor, né? Tem até pra gente ilustrar aquela fábula da da borboleta, né, que um homem com pena do esforço da lagarta, que lutava para sair do casal do casulo, resolveu ajudá-la, abrindo a passagem. A borboleta saiu facilmente, mas suas asas estavam frágeis e ela nunca conseguiu voar. Era justamente o esforço que lhe daria forças. Assim também nós é no esforço diante da dor que encontramos asa para voar mais alto. Sem luta não há crescimento. Então, nesses momentos que a vida nos convidando a mudança, ao retorno a nós mesmos, ao retorno ao nosso caminho, ao autoconhecimento, não vamos desperdiçar essa oportunidade e sempre olhar que sempre estaremos sendo exemplo para outras pessoas que passam por esses problemas, nossos filhos, nossos amigos. A vida, a gente tá sempre em sintonia um com o outro, né? Então, eh, para encerrar mesmo agora, eu acho que cabe a gente retomar ao evangelho, né, naquela parte que Jesus aparece como Cristo o consolador, né, naquela passagem que Jesus diz assim: "Vinde a mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, que eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei comigo que sou brando e humilde de coração e achareis descanso para as vossas almas, porque o meu julgo é suave e o meu fardo é leve. Então, gente, o que eu queria chamar atenção quando Jesus diz, né, tomai sobre vós o meu jugo, ele não promete que não haverá peso, que não haverá julgo, mas ele afirma que o jugo dele é suave e o fardo é leve. Por o jo, nessa passagem é como se fosse a mudança que a vida está nos pedindo diante da dor, né? E qual é esse julgo? Quando a gente olha na perspectiva do evangelho, é o julgo

uave e o fardo é leve. Por o jo, nessa passagem é como se fosse a mudança que a vida está nos pedindo diante da dor, né? E qual é esse julgo? Quando a gente olha na perspectiva do evangelho, é o julgo da nossa mudança interna para que sejamos, né, para que sigamos as leis do amor, da caridade, para que é um convite para que olhemos para nós mesmos e vivem e vivamos com mais dignidade, com solidariedade no julgo de Jesus, né? Então essa que é a mudança que precisamos fazer diante da dor. E por fim lembrar aqui um outro detalhe dessa passagem, que Jesus não diz assim: "Vinde a mim os bons, os justos, os perfeitos." Não, ele diz: "Vinde a mim todos, todos vós que estais aflitos e sobrecarregados. é um convite universal para todos nós, para quem tá doente, para quem tá saudável, para quem sofre uma perda, para quem enfrenta um desemprego, enfim, comigo ele diz, o sofrimento vira caminho de renovação. Então, que que sejamos hoje, né, saindo daqui com essa chave de reflexão, que a vida é uma escola. Cada doença, perda, separação ou decepção é um chamado da vida para mudança. Jesus nos mostra que a cura não é para ficarmos imóveis, mas para que retomemos nossa vida, para que a fazemos ações de forma diferente, de acordo com o reino de Deus em nós, né? Porque isso em todos os momentos, ele sempre está nos convidando. Levanta-te, toma a tua maca e anda. E quando o peso parecer insuportável, lembremos de seu convite que ele faz a todos nós. Vinde a mim, todos vós que estais aflito. O meu julgo é suave e o meu fardo é leve. Muito obrigado. Que Jesus nos abençoe e nos inspire sempre a levantar, caminhar e mudar. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no

o os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino,

da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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