O QUE EU VIM FAZER AQUI? - Enid Rocha [PALESTRA ESPÍRITA]
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de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda beleza. de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi. >> Bom dia a todos e todas. Boa segunda-feira. Vamos então continuar nessa nossa caminhada. Vou dar uma lida rapidinho antes de passar a palavra para Enid. Senhor e mestre, o domínio. Foge de exercer qualquer espécie de domínio sobre as pessoas. Não consas que elas se tornem excessivamente dependentes de ti. Não as escravizes ao teu modo de ser e de pensar. Liberta-as para que sigam o seu próprio caminho. Transmite-lhes a tua experiência, mas não lhes cercereis o livre arbítrio. Quem ama não deseja vaá-los aos seus pés. E quem se conhece o suficiente jamais se permite idolatrar. Interessante esse chamamento, né? É um chamamento importante, porque a nós estávamos conversando aqui antes de estarmos diretamente com todos como a vaidade muitas vezes ocupa o nosso viver e aí nos perdemos no caminho do amor. Então vamos aproveitar esses momentos, mentalizar a espiritualidade, os nossos amigos espirituais, companheiros. Vamos agradecer essa casa, a comunhão espírita de Brasília. Hoje, dia 20 de setembro. >> De outubro, né? >> É de outubro. É outubro. Já eu tô em setembro ainda. Meu Deus do céu, que bom. dia 20 de outubro de 2025, pedindo a Jesus com muito amor, com muito carinho, por todos nós, aqueles que se encontram sofridos, muitas vezes sem compreender os motivos pelos quais aqui se encontram. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino e seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O
ompreender os motivos pelos quais aqui se encontram. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino e seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós tentamos perdoar aqueles que nos têm ofendido. Não nos deixe cair em novas e difíceis tentações. Livra-nos, Senhor, de todo o mal, da mágoa, do rancor, das dores da alma. Que assim seja. Graças a Deus. Vamos então nesse momento passar a palavra para Enid, que irá apresentar o tema e a bibliografia e que ela optou em se basear. Que assim seja. Bom dia a todas e todos. É um prazer estar aqui com vocês hoje, né, já passando eh na segunda quinzena de outubro, entramos já no último trimestre. do ano de 2025. Cumprimento a todos que estão aqui presentes, também as pessoas que nos assistem pela internet, pelo YouTube e dizer que é um prazer estar aqui para fazermos, né, nessa segunda-feira uma reflexão, aquela reflexão que precisamos muitas vezes para começar a semana, né? Hoje eu vou conversar com vocês sobre um tema que em algum momento todos nós já fizemos essa pergunta a nós mesmos, né? Então o tema da nossa reflexão é o que eu vim fazer aqui, né? O que eu vim fazer aqui nesse momento no planeta, nessa encarnação, né? Nós vivemos tantas experiências diferentes na vida, alegrias, dores, encontros, despedidas. E aí é natural, né, a gente se perguntar por tudo isso, qual o propósito. Então, eh, aqui, né, quando nós nos fazemos essa pergunta e é uma pergunta interna, muitas vezes a gente não explicita, né, dessa forma tão formulada, né, assim, o que eu estou fazendo aqui, o que eu vim fazer aqui. Mas existe dentro de cada um de nós aquele vazio que de vez em quando nos acomete e que talvez nos diga assim, né, para que tudo isso, né? O que que significa essa vida, né? Que quer que eu vim fazer aqui? E nós encontramos, né? E aí eu baseei essa reflexão principalmente eh em Allan Kardec, no livro dos
ssim, né, para que tudo isso, né? O que que significa essa vida, né? Que quer que eu vim fazer aqui? E nós encontramos, né? E aí eu baseei essa reflexão principalmente eh em Allan Kardec, no livro dos espíritos, também alguns escritos de Emanuel, como esse livrinho aqui, Pensamento e Vida. E lá em Allan Kardec, em o livro dos espíritos, né, quando a gente tem como pano de fundo, né, qual é o propósito da nossa vida, que é que eu vim fazer aqui? A gente encontra, né, no livro dos espíritos, uma pergunta que Kardec faz, né, qual é o objetivo da encarnação dos espíritos? E os espíritos de luz respondem, né, Deus, isso tá na questão 132, ele diz, né, eles dizem, Deus a impõe, ou seja, impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns é expiação, para outros missão. Mas para alcançarem essa perfeição, devem sofrer as adversidades da existência corporal. Nisso está a expiação. A encarnação, dizem os espíritos, tem também outro fim, o de pôr o espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação. Então nós estamos, portanto, né, quando a gente interpreta essa resposta dos espíritos, num planeta de provas e expiações, onde reencarnamos para corrigir, aprender, amar e evoluir. Então, importante a gente saber que não estamos aqui por misericórdia, né? Não estamos aqui por castigo, né? Estamos aqui, na verdade, por misericórdia divina, né, para transformar nossa sombra em luz. Então, eis essa grande revelação que a gente encontra, né, quando a gente pergunta qual o propósito de tudo pra gente ter certeza que não estamos aqui por acaso, não estamos aqui ao acaso, né? Então, o livro dos espíritos nos ensina e nos mostra que estamos aqui para crescer, eh, que estamos aqui para aprender e nos aproximar da perfeição divina. Estamos aqui como se estivéssemos numa escola da alma, né, onde cada desafio que nós passamos é uma oportunidade de evolução. Então, se estamos aqui e lá está em Allan Kardec, né, que estamos aqui eh por expiação e ou por missão, né? Espiação no sentido
, né, onde cada desafio que nós passamos é uma oportunidade de evolução. Então, se estamos aqui e lá está em Allan Kardec, né, que estamos aqui eh por expiação e ou por missão, né? Espiação no sentido de que as provas que passamos nessa vida significam oportunidade de aprendizado, significa uma oportunidade de fazermos diferente do que fizemos em alguma outra vez, né? Então, e se a gente dialoga esse princípio de que, eh, os desafios que passamos são oportunidades de crescimento, com o outro pedacinho de que não estamos aqui por acaso, é muito importante quando a gente se pergunta qual o propósito de tudo isso. E junto com essa pergunta vem aquela também, da onde eu vim, para onde eu vou, né? Nós viemos de Deus, assim como na parábola do filho pródigo, né? Então, nós nascemos como a gente eh nós fomos criados simples, ignorantes, erramos, aprendemos, saindo, né? Saímos à vida como caminhante para caminhar e engrandecer a nossa alma e o nosso espírito aprendendo. E assim nós saímos, né? Nós saímos até que chega, chega sempre, chega todos, né, aquele momento. E é essa pergunta que diz, mas espera um pouco, qual o propósito de tudo, né? Por que que eu tô aqui? Que que eu vim fazer? Então, quando essas perguntas começam a chegar para nós, chegou a nossa hora de fazer essa reflexão e olhar e pensar, eh, como tá escrito no livro dos espíritos, né? Estamos caminhando para perfeição. Então, olhar para nós mesmos dentro da gente mesmo e dizer como estou aproveitando esses momentos, né, para caminhar para essa perfeição, para me melhorar, né, como que se faz esse automelhoramento? Então, esse é um trabalho muito profundo, né? Mais profundo até do que a gente pensa, né? Porque nós viemos eh para acumular experiência, mas experiências que engrandecem a nossas a nossa alma, né? Não viemos simplesmente para cumprir uma obrigação de viver, né? Nós viemos porque eh nos tornar verdadeiramente humanos, isto é, espíritos conscientes de siismos, né? capazes de amar, compreender e dominar
emos simplesmente para cumprir uma obrigação de viver, né? Nós viemos porque eh nos tornar verdadeiramente humanos, isto é, espíritos conscientes de siismos, né? capazes de amar, compreender e dominar os nossos próprios instintos. Porque eh não sei se vocês pararam para pensar, a gente vem numa evolução, né? Então vem da coisa do instinto, né, do animal. E aqui, como seres humanos, a gente adquiriu a razão. Só que muitas vezes na nossa vida a gente não usa esse novo princípio do ser humano, que é a razão, que é o mental. A gente vive ainda muitas vezes na emoção, naquela assim, agindo, né, de forma instintiva. Então é esse lento domínio, né, da nossa natureza instintiva, aquela que herdamos da animalidade, que a gente precisa quando a gente se pergunta qual o propósito de tudo. É isso. A gente precisa ter esse autodomínio, né? Agir de forma mental, racional, com amorosidade e compreender que nós estamos aqui para esse autoburilamento, né? E nessa lapidação do espírito, então nesse processo que acontece com todos, quando a gente se pergunta, né, chega aquele momento da vida que a gente se pergunta qual o propósito de eu estar aqui? Então é nesse aí começa esse processo de lapidação do espírito que reencontramos o nosso propósito da vida, onde a gente aprende a escolher o bem, mesmo quando o mal nos seduz. Aprender a amar, mesmo quando o orgulho nos empurra para o isolamento. E isso, gente, vem, essa pergunta é a pergunta que acompanha a humanidade desde sempre. Eu trago aqui uma citação que todos conhecem de Sócrates, né, que foi o primeiro a colocar o homem diante de si mesmo quando ele disse, conhece-te a ti mesmo? Quando ele diz isso, ele nos convida a olhar para dentro e perceber. que a maior batalha está em nossa alma. E aí quando a gente diz tudo, então a gente fala: "Ah, nós passamos por desafios, estamos em um planeta de provas e expiações." Então os desafios parece pra gente que sempre é externo, mas na verdade o grande desafio está dentro de nós. Essa é a batalha que a gente trava
desafios, estamos em um planeta de provas e expiações." Então os desafios parece pra gente que sempre é externo, mas na verdade o grande desafio está dentro de nós. Essa é a batalha que a gente trava na vida, nas encarnações, porque nós estamos olhando pra gente mesmo e vem sendo justamente isso que nós herdamos, né? os nossos instintos, as nossas emoções. Quando a gente vive de uma forma sempre assim, de eu gosto, eu não gosto, então eu vou fazer isso porque eu gosto ou eu não vou fazer aquilo porque eu não gosto. Isso quando a gente ainda tá assim, a gente não tá fazendo justo dessa faculdade da razão, do dever, que é o dever pro bem. Então, a gente precisaria, quando a gente se pergunta o porquê de tudo, o propósito de tudo, é ir além do gosto e do não gosto, né? É agir pelo dever, agir pelo bem, agir porque eu sei que dessa forma é a forma mais correta de fazer, né? Então, muitas vezes eu não gosto, né, de ir ali, mas dentro de mim, né, dentro do reino de Deus que tá em mim, da minha consciência ampliada, ela me diz: "Não faça assim, né? Você precisa seguir por aqui, porque esse é seu caminho de evolução. É assim que você vai melhorar". Então, a gente sai um pouco desse dessa forma de viver apenas do gosto e não gosto, né? Então, eh, voltando a Sócrates, quando ele diz assim: "Conhece-te a ti mesmo", ele nos convida, então, a olhar para dentro e perceber que o maior campo de batalha está em nossa alma. O autoconhecimento é o início da verdadeira moral, porque ninguém pode vencer o que desconhece. Então, olha que importante, né? A gente fez primeiro essa pergunta, né? O que eu vim fazer aqui para eu saber? Nós vemos em Allan Kardec que estamos aqui como expiação, como missão para dar também nossa contribuição ao universo. Mas para isso eu preciso olhar para mim mesmo. Eu preciso entender que a batalha para que eu seja uma pessoa melhor tá dentro de mim mesmo, né? tá dentro daquela capacidade que eu vou adquirindo para vencer os meus instintos, para eu sair daquela perspectiva de fazer apenas
atalha para que eu seja uma pessoa melhor tá dentro de mim mesmo, né? tá dentro daquela capacidade que eu vou adquirindo para vencer os meus instintos, para eu sair daquela perspectiva de fazer apenas o que eu gosto e não fazer o que eu não gosto. Então, eh dominar os instintos, controlar as paixões, orientar o desejo. E tudo começa pelo ato da gente se conhecer, da gente se observar. Sócrates, então, via na razão, e a razão é uma faculdade do ser humano que somos, na razão o instrumento que deve governar os apetites e as emoções, e, na virtude, a forma mais elevada sabedoria. Dizia Sócrates, o homem bom é aquele que escolhe o bem por conhecê-lo. E essa é exatamente a nossa tarefa. conhecer o bem, senti-lo, vivê-lo até que ele se torne natural. E aí, ainda mais continuando eh na história, Platão também, discípulo de Sócrates, aprofundou ainda mais essa reflexão. Então, para ele, a alma humana era imortal e traz em si, como a gente traz dentro de nós, aquela harmonia que a gente perdeu. Quando estamos encarnados, nós nos confundimos com o nosso corpo, com os sentidos, com os desejos. E então é pela educação interior que nossa alma se liberta dessas sombras e reencontra o mundo das ideias, o mundo da verdade do bem. Dizia Platão que a nossa alma é como um carro puxado por dois cavalos. um dócil e luminoso que representa a razão e a virtude. O outro indócio e cego representa as paixões e os instintos. E a nossa missão então é segurar as rédias, fazer com que a razão que esse princípio luminoso ilumine e governe os nossos desejos sem violentá-lo, mas educá-los. Então, voltando no nosso tema inicial, né? O que viemos fazer aqui? Nós viemos então iluminar e governar o nosso desejo. Nós viemos nos educar para caminhar para a perfeição. E isso acontece quando a gente sai e está aqui, se pergunta, sente aquele vazio da alma e fala: "Por que tudo isso, meu Deus? Que que é que eu vim fazer aqui?" Aí a gente se olha, se olha, né? Tudo começa com a observação interna, com o contato com a nossa
nta, sente aquele vazio da alma e fala: "Por que tudo isso, meu Deus? Que que é que eu vim fazer aqui?" Aí a gente se olha, se olha, né? Tudo começa com a observação interna, com o contato com a nossa centelha divina, com contato com o reino de Deus em nós. E aí a gente, por mais que não queira, a nossa consciência nos cobra, nos fala: "Eu sei que você gosta de fazer isso ou você não gosta, mas não é por aí. Nós temos um dever maior que é o bem, né?" Então, nós precisamos sempre começar com essa autoobservação, né? Então, depois caminhando um pouco também queria para vocês trazer, nós trouxemos para vocês verem como que essa questão sempre acompanhou a humanidade, né? Então, a gente passou por Sócrates, por Platão. Daí eu trago aqui também, né, isso séculos depois, Santo Agostinho, que também retomou essa busca interior e lhe deu um sentido espiritual muito profundo. em seu livro que se chama Confissões, ele reconhece Santo Agostinho que passou muito tempo como nós, procurando Deus fora de si, nas coisas, nas paixões, né, nas ideias, até descobrir que a verdade habitava dentro dele. Ele dizia assim, eh, aspas, né, pensando em Deus que estava dentro dele. Tarde te amei, beleza tão antiga e tão nova. Estavas dentro de mim e eu fora de mim te buscava. Assim também como nós na nossa vida, a gente passa grande parte da nossa vida buscando coisas materiais, né? nos comparando com o outro, fazendo muitas vezes as coisas, nem pensando em nós, naquele ser, naquela centelha divina que tanto clama para brilhar, não. A gente faz pensando, vou fazer assim, porque daí o outro vai ver desse jeito, vou mostrar. E não, gente, quando a gente se faz essa pergunta, qual é o propósito de tudo? O que eu vim fazer aqui é aquela pergunta interna do nosso coração. É como se assim, é aquele chamado da autenticidade, é o chamado para sermos o que devemos ser de verdade. Então, para Santo Agostinho, o caminho de aperfeiçoamento é o retorno à interioridade. É preciso descer, dizia ele, às profundezas da
tenticidade, é o chamado para sermos o que devemos ser de verdade. Então, para Santo Agostinho, o caminho de aperfeiçoamento é o retorno à interioridade. É preciso descer, dizia ele, às profundezas da alma onde mora a consciência e ali encontrar o reflexo da presença divina. E ele também compreendeu a luz do Evangelho, que não há razão sem amor, porque o amor é a força que ordena todas as coisas. Então, a gente tá dizendo que estamos para desenvolver a razão, mas não é aquela coisa racional. só materialista, né? Pelo contrário, é aquela razão que ilumina junto com o amor que transforma. Então, em sua busca interior, Santo Agostinho descobre que Deus não está distante, mas habita no íntimo da alma. E é justamente nesse encontro entre o humano que somos e o divino que mora dentro de nós, que surge então Jesus, né, dentro da gente com essa síntese suprema, o espírito que não apenas compreende o amor, mas o encarna. E aí fazendo, né, vários passamos, né, por essas pessoas. E voltando então agora ao nosso mestre, eu queria chamar a atenção, né, para essa passagem, porque nós estamos hoje nos preocupando, eh, nos perguntando o que viemos fazer aqui, qual é o propósito de tudo. E aí eu queria aqui quando eh Jesus, né, naquela passagem que ele diz que o reino de Deus está dentro de vós, né? Então, quando a gente pergunta o que vim fazer aqui, né, é essa pergunta que coa na alma de todos nós. Quando em algum momento da vida as certezas exteriores já não bastam, em geral, essas perguntas nos ocorrem quando parece assim que aquele em geral não é para todas as pessoas, né? Outras pessoas têm a sorte de já nascer com essa grande pergunta sem precisar passar, né, por sofrimentos. Mas a maioria de nós essa pergunta ecoa quando estamos sem chão, né? Quando circunstâncias difíceis nos acomet, né? Então a gente pergunta por que tudo isso, né? Então, eh as eh eh a gente perde a certeza, né, de todas as coisas, né? Aí a gente percebe que as conquistas, que os títulos ou os ou as dores que passamos não explicam mais
nta por que tudo isso, né? Então, eh as eh eh a gente perde a certeza, né, de todas as coisas, né? Aí a gente percebe que as conquistas, que os títulos ou os ou as dores que passamos não explicam mais esse sentido da vida, né? E então nós voltamos para nós mesmos, né, com essa pergunta: por estou neste mundo, né? O que a vida espera de mim? E aí tem gente, tanta coisa assim, eh, parábolas no evangelho, né? Eu sempre me lembro quando eu penso isso e ela serve para várias coisas. A parábola do filho pródigo, né, que sofre, vai, sai, vive naquele, né, naquela vida do eu gosto de fazer isso, eu não gosto dos prazeres, mas tem uma hora que cai em si, como todos nós caímos na nossa razão, como dissemos, né? E a gente se pergunta, né, por que estou nesse nesse mundo, o que a vida espera de mim, né? E a resp é uma pergunta, como a gente viu, que atravessa séculos, né? A história do homem, né? Aí nós viemos, como a gente leu em Allan Kardec, para nos melhorarmos, né? Viemos para aprender a amar, para conquistar virtudes da nossa alma, para vencer o orgulho, para caminhar pouco a pouco em direção à perfeição. Mas daí logo surge dentro de nós, né? Tá bom, né? A gente compreende racionalmente isso, mas a gente pergunta, mas como saber, né? O que é que eu devo melhorar? Que caminho que eu vou seguir? Qual é a búsola que indica o caminho? Aí que a gente vem para essa passagem no Evangelho que estava lá diante dessa mesma inquietação que Jesus naquele momento foi interrogado pelos fariseus sobre o reino de Deus e respondeu: "O reino de Deus não vem com aparência exterior, nem dirão para nós: "Ei aqui ou eio ali, porque eis que o reino de Deus está dentro de vós." Então, com essas palavras, Jesus então nos responde com essa chave que nos ilumina a existência e a orientação que buscamos, dizendo para nós que o sentido da verdade, o sentido do nosso caminho não é da direção de fora para dentro, né? Mas ele está dentro de nós. O reino de Deus está dentro de vós, né? Então, os fariseus naquele momento esperavam um
ido da verdade, o sentido do nosso caminho não é da direção de fora para dentro, né? Mas ele está dentro de nós. O reino de Deus está dentro de vós, né? Então, os fariseus naquele momento esperavam um reino de Deus visível, né, potente, com aqueles eh trono, né, eh, político, triunfante. Mas Jesus revela e diz: "É um reino interior, silencioso, que não depende de rituais, nem de aparências. O reino de Deus é o estado da alma em harmonia com o bem. É o templo vivo da consciência desperta, onde nós aprendemos como espírito a escutar a voz divina que nos guia. Assim, quando a gente se pergunta o que vim fazer aqui? Jesus responde: "Vieste para encontrar o reino de Deus dentro de ti?" Porque o reino, como diz Jesus, saindo daquele paradigma, daquele momento de que se pensava que o reino de Deus seria uma coisa material, ele dizia: "Não é um destino geográfico, é uma transformação interior. Ele nasce no instante, olha que bacana, gente, o reino de Deus nasce no instante em que o homem, em que nós decidimos ouvir a nossa consciência. e viver conforme a verdade que ela revela. Então, é como se a gente vivesse, né, nessa vida, nessa encarnação, muitas vezes indo aqui, indo ali, batendo a cabeça, errando, falhando, às vezes, eh, sendo forte, né, vencendo os desafios. Mas chega esse momento em que a gente precisa olhar para nós, porque tem essa pergunta que não cala dentro de nós. O que estou fazendo aqui? E a resposta, como diz Jesus, está no reino de Deus em nós, na nossa consciência ampliada, que grita, que nos fala, que nos aconselha. Porque dentro da gente, mesmo quando a gente tá aqui ou tá ali, dentro da gente a gente ouve, né, aquela voz, a gente sente nos dizendo, não era aí que era para você tá volta, né, pro seu caminho. Então, o reino de Deus é esse espaço íntimo onde a vida que levamos e a divindade dentro de nós se encontram. Eh, então, eh, o autoconhecimento é o primeiro passo para esse reino de Deus, né? Não se trata, por exemplo, de um exercício de vaidade, mas de lucidez.
vamos e a divindade dentro de nós se encontram. Eh, então, eh, o autoconhecimento é o primeiro passo para esse reino de Deus, né? Não se trata, por exemplo, de um exercício de vaidade, mas de lucidez. Conhecer-se para compreender o que precisamos mudar. é onde mora a luz que existe dentro de nós. Então Jesus nos mostra que não é necessário subir montanhas, nem buscar em lugares distantes, pois a morada de Deus é a própria consciência em paz. É quando temos aquela certeza que estamos vivendo de acordo com o nosso dever, nosso dever de consciência. Não, eu não gosto ou eu não quero, não. Eu tô vivendo de acordo com o dever. Então, o reino de Deus, portanto, é a resposta viva a essa pergunta que a gente fez no início, né, que nós vivemos, sim, para melhorarmos, mas o caminho dessa melhoria dentro, né, está dentro de nós na escuta da consciência, na prática do amor, na fidelidade a essa verdade interior. Então, tudo que é externo, trabalho, família, as provas que passamos são meios que a vida nos dá essa oportunidade de voltarmos para nós mesmos até a gente se fazer essa pergunta. Por tudo isso? Daí quando a gente se faz essa pergunta, é como se a gente se distancia um pouco daquele tumulto e começa a olhar e fala: "Não deve ser só para isso. Isso são faculdades que a vida me dá para que eu possa usar como ferramentas para que eu melhore. Então, por isso que o propósito da nossa encarnação é o despertar da consciência divina. E indo um pouco mais, chegando agora, nós já estamos acabando, mas em Allan Kardec também ele diz nesse sentido, ele também interpreta essa passagem de Jesus quando Jesus diz que o reino de Deus está em nós. Kardec diz, né, séculos depois, ele volta a esse mesmo ponto e pergunta aos benfeitores espirituais: "Onde está escrita a lei de Deus?" E eles respondem: "Na consciência". Então, é como se o Espírito da verdade dissesse: "A voz que Jesus chamou de reino de Deus é a mesma voz que nós chamamos de consciência. Então, essa é a ponte que ilumina, né, o evangelho e a
iência". Então, é como se o Espírito da verdade dissesse: "A voz que Jesus chamou de reino de Deus é a mesma voz que nós chamamos de consciência. Então, essa é a ponte que ilumina, né, o evangelho e a filosofia espírita. A revelação do Cristo que convidava o homem a olhar para dentro ganha aqui na doutrina espírita a explicação racional de que a consciência é o lugar onde Deus habita no ser humano. A lei divina, portanto, não está fora de nós, está gravada em nosso íntimo como uma centelha que nos orienta em meio às sombras do mundo. Então, a consciência é a nossa bússola. Quando seguimos essa voz interna, essa centelha que está dentro de nós, sentimos paz. Então esse, meus irmãos, é o sinal de que estamos alinhados ao bem. Quando estamos com a mente tumultuada, quando estamos sem saber, significa que a gente precisa voltar e ouvir o reino de Deus em nós, né? Então essa que é a consciência, o caminho da verdade. E com isso eu queria concluir dizendo, né, para todos nós que a voz de Deus em nós, que Deus não grita, ele sussurra dentro de nós. Sua voz não vem do alto, né, mas do fundo da nossa alma. Ela se faz sentir como um chamado à verdade, como uma inquietude diante do erro. Porque como nós temos essa palavra de Deus, o reino de Deus, né, inscrito dentro de nós, na nossa consciência, quando erramos, ela nos aponta, ela nos deixa inquieto. Então, pra gente e encerrar com essa reflexão, né, do que nós viemos fazer aqui e qual o caminho, né, que a gente precisa seguir para para de fato viver com esse propósito, nós precisamos então olhar para dentro de nós, não desperdiçar esse chamado, esse vazio que acomete a nossa alma e sem parar e se perguntar o que vim fazer aqui olhando no âmbito da nossa consciência, no reino de Deus que está em nós, né? Então, quando nós compreendemos isso, que nós viemos para fazer brilhar a luz de Deus através da nossa própria vida, como disse o apóstolo Paulo, nesse momento a gente vai dizer: "Não sou mais eu quem vive, mas Cristo vive em mim". Então é o
nós viemos para fazer brilhar a luz de Deus através da nossa própria vida, como disse o apóstolo Paulo, nesse momento a gente vai dizer: "Não sou mais eu quem vive, mas Cristo vive em mim". Então é o próprio Cristo nos conclama como quem nos confia a missão mais alta da existência. Assim brilha a vossa luz diante dos homens, para que vejam as boas obras, as suas boas obras, e glorifiquem o vosso Pai que está nos céus. Eis, portanto, o que viemos fazer aqui, acender e deixar brilhar essa luz. Porque quando ela ilumina o mundo, é o próprio reino de Deus que se manifesta em nós. Muito obrigada. >> Agradecer então Enid pelas palavras, pela lembrança de cada um de nós, da importância do nosso pensar, da nossa consciência. E vamos então descansar um pouquinho elevando os nossos pensamentos ao mais alto, agradecendo a chuva, essa natureza belíssima e lembrar de Maria, nossa mãe. Ave Maria, cheia de graças, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres, bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Jesus, rogai por todos nós encarnados e desencarnados. Dai-nos a esperança, porque sabemos que somente a fé nos auxilia nessa caminhada e que a paz possa estar com todos. Que assim seja. somente algumas alguns recadinhos ou algumas lembranças antes de vocês serem chamados pro passe. Nós temos então vários grupos aqui na casa que atendem aos irmãos que se encontram no processo de aflição, angústia. Toda quinta ou sexta-feira nós temos um grupo chamado Acolher. É um grupo que nos ajuda muito a repensar pessoas angustiadas, pessoas aflitas. Fica lá em cima na sala 13, toda quinta ou sexta-feira às 19 horas. Não precisa de encaminhamento nenhum, é só subir e entrar na sala, sala 13, lá em cima, na quinta ou na sexta-feira. Então, vão em paz, que a paz possa estar no coração e na mente de cada um de nós. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual,
ente de cada um de nós. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida.
nidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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