Transmissão da riqueza
Com Geisa Vale
Áua no mundo triste sono no meu caminho. Chegaste devagarinho e enchesteme o coração. Venha nas bênçãos dos deuses na divina claridade minha felicidade em sorrisos de esplendor és meu tesour Tesouro infinito, juro-te, eterna aliança, porque eu sou tua esperança, como és todo o meu amor. Alma gêmea de minha alma. Se eu te perder algum dia, serei a escura agonia da saudade dos teus Deus. Deus, se um dia me abandonares, luz terna dos meus amores, he de esperarte entre as flores da claridade do céu. a música música. Muito boa noite a todos. Sejam sempre muito bem-vindos à Casa Espírito Estudantes do Evangelho. Cumprimentamos também os nossos amigos internautas que estão nos ouvindo nesse momento e é sempre uma alegria recebê-los aqui, né? Quando a gente senta nessa cadeira, dá até uma coisa boa assim, a gente fala assim: "Ai, graças a Deus, né? Chegamos, a gente vai se harmonizando com a alegria cristã. Hoje a alegria cristã foi feita pelo nosso querido Danilo ali, né? nosso trabalhador. Então, é um prazer tê-los aqui, tá? Vou começar com os avisos. Estamos chegando aí, né, as vésperas do congresso. Quem já fez inscrição do congresso? Só para eu saber, gente, quem vai, quem tá aqui que vai ao congresso, espírita. Ah, bom demais da conta. Gente, esse congresso é transformador, sabe? Quem não comprou ingresso do ano que vem se programe, vá ao Congresso Espírita 42º Congresso Espírita de Goiás. É maravilhoso a convivência com as pessoas, aquilo que a gente aprende, a transformação, os palestrantes, sabe? Eles vêm assim munidos de uma força, de uma vontade, né, de de mudar, né, esse momento. E a vibração que fica, né, a vibração do carnaval muitas vezes é uma vibração assim muito intensa. Então é muito bom a gente vibrar, né, de forma amorosa, carinhosa, todos juntos. E o congresso é para isso. Então fica aí o convite, tá? E também, oi. >> É, agora só tem inscrição online, viu, gente? Porque o presencial e graças a Deus não tem mais ingressos no presencial, tá bom? E sempre lembrá-los,
isso. Então fica aí o convite, tá? E também, oi. >> É, agora só tem inscrição online, viu, gente? Porque o presencial e graças a Deus não tem mais ingressos no presencial, tá bom? E sempre lembrá-los, né, das atividades que nós temos aqui na casa. Quem quiser trabalhar, quem quiser ser voluntário, nós temos várias ações aqui na casa. Tem também o atendimento fraterno, tem também, né, o cuidado com os enlutados. Então assim, a casa tá cheia de atividades, tem os estudos, tem o MEP, tem a MEEN que funciona agora com a gente, tem o EG, o EAD na quarta-feira, ou seja, todos os dias a casa está pronta para nos receber com as atividades para que a gente possa transformar, né, a nossa vida e o nosso dia a dia. Então hoje convido vocês a abrirem o coração, né, para receber tudo que a gente preparou aqui para vocês, a espiritualidade que tá preparando o local, né, desde cedo, a nossa palestrante que tá se preparando, os trabalhadores que estão aqui. Então que a gente possa abrir o nosso coração, porque nesse momento que Deus fala com a gente. Então, se abram para Deus, se abram paraas mensagens e paraa transformação que esse momento traz para todos nós, né? Vou sortear um livro. Esse é o nosso momento agora do livro. O livro hoje é Crônicas da Galileia. Vocês receberam na prece, tem um número aí. Tá bom? Vamos sortear agora livro. Qual número? >> Eu sei. Pode sortear. Número 12. Número 12. Não, número 24. Miguel gosta de número par ali. Número 24. Muito boa leitura. Bom, agora vamos pro momento da nossa leitura e a leitura hoje é Sinal Verde, Francisco Cândido Xavier, pelo espírito André Luiz. Fica a dica dessa leitura também. É um livro que é de fácil entendimento, principalmente para quem tem adolescente. Muitas vezes no momento da adolescência é o momento que eles às vezes não querem fazer o culto ao lar, não querem ler com a gente. Então é um livro que fala muito ao coração da dos adolescentes, né, e das crianças que já estão passando por esse momento. Fica a dica para vocês. E a mensagem é: ao
o lar, não querem ler com a gente. Então é um livro que fala muito ao coração da dos adolescentes, né, e das crianças que já estão passando por esse momento. Fica a dica para vocês. E a mensagem é: ao levantar-se, ao levantar-se, agradeça a Deus a bênção da vida pela manhã. Se você não tem o hábito de orar, formule pensamentos de serenidade e otimismo. Por alguns momentos antes de retomar as próprias atividades. Levanta-se com calma. Se deve acordar alguém, use bondade e gentileza, reconhecendo que gritaria ou eh brincadeiras de mau gosto não auxiliam em tempo algum. Guarde para contudo e para com todos a disposição de cooperar para o bem. Antes de sair para execução de suas tarefas, lembre-se de que é preciso abençoar a vida para que a vida nos abençoe. Nesse momento chamo o nosso amigo Paulo Frederico para fazer a nossa prece. Então vamos nos cenerando para ouvir a prece do Frederico. >> Boa noite a todos. Paulo Frederico fica muito assim, né? Então é Fred. Vamos aquiar nosso coração, elevar nosso pensamento a nosso pai, nosso senhor Jesus Cristo, rogando a ele a presença neste momento conosco, a presença dos amigos espirituais, que ele possa chegar no coração de cada um de nós aqui presente, que necessitamos amos do seu amparo, da sua ajuda, da sua proteção. Que as orações aqui possa chegar aos excluídos, aos familiares necessitados, aos irmãos carentes, que possamos praticar o perdão da leitura de hoje, que possamos praticar o perdão com o nosso irmão, com a nossa família. que é muito difícil a convivência, mas se estamos juntos é porque somos capazes de burilar as nossas fraquezas, as nossas dificuldades. que essa palestra de hoje, as palavras aqui proferidas possam ir de encontro ao coração de cada um de vocês. Que as vibrações de vocês possam chegar também aos nossos irmãos desencarnados, necessitados, que precisam de oração, precisam de carinho, precisam de compreensão, assim como nós. E finalizo oração do Pai Nosso. Pai nosso que estais no céu, santificado
ossos irmãos desencarnados, necessitados, que precisam de oração, precisam de carinho, precisam de compreensão, assim como nós. E finalizo oração do Pai Nosso. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoa, Pai, as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os nossos devedores. E não nos deixeis cair em tentação, Senhor, a livrar-nos de todo mal, pois teu é o reino e a glória para sempre. Chamamos a nossa irmã para que ela possa fazer a palestra, que ela seja abençoada, seja intuída. E obrigado por ter estar conosco aqui. >> Um abraço. Deus abençoe. >> Boa noite, meus irmãos. Que a paz de Jesus esteja em nossos corações. Boa noite aqueles que nos acompanham aí, né, através da internet. E eu brinco, né, a todos os encarnados e desencarnados, né, porque a população dos desencarnados tá ficando muito maior, né, ultimamente, nesse momento aí que a gente passa por transição. E deixa eu colocar aqui a apresentação. Falei para meu amigo que sabia. Já tô aqui apanhando, gente. Pera aí. Vai colocar aqui, ó. >> Vai, você vai colocar aí para mim. >> Ai, que bom. Agradeço. Bom, agora eu só vou aqui. Isso. Agora já vou. O tema proposto para essa noite, para que a gente possa fazer a reflexão, ele tá baseado no capítulo 16 do Evangelho Segundo o Espiritismo, transmissão da riqueza. Não se pode servir a Deus e a mamã. Então, a gente vai, né, dentro da do que eu preparei, a gente vai fazer uma reflexão sobre todos os itens desse capítulo, que são itens muito interessantes e vamos tentar absorver o valor moral de cada um dos da das partes que foram selecionadas dentro desse capítulo. Primeiramente começa a abertura do capítulo com salvação dos ricos. E foi extraído do Evangelho de Lucas, capítulo 16, versículo 13, o seguinte versículo: "Não se pode servir a dois senhores, porque odiará um e amará o outro, ou se prenderá um e desprezará o outro. Não
foi extraído do Evangelho de Lucas, capítulo 16, versículo 13, o seguinte versículo: "Não se pode servir a dois senhores, porque odiará um e amará o outro, ou se prenderá um e desprezará o outro. Não podeis servir simultaneamente a Deus e a mamã. Ele utiliza a palavra mamom para simbolizar o apego à riqueza, aos bens materiais. E quando a gente fala o apego aqui, o mamum ele simboliza o deus da riqueza, mas aquela riqueza ruim, aquela riqueza que vem junto com a avareza. Por isso que ele coloca Deus nesse comparativo. E aqui esse capítulo nos traz o apego aos bens materiais. Nele nós temos a a parábola do mancebo rico, que recordando é aquele rapaz que chega para Jesus Cristo e fala: "Pai, eu quero segui-lo". E Jesus Cristo fala: "Você guardou todos os mandamentos?" Ele sim, guardo todos os mandamentos desde que eu me entendo por gente, né? Sou uma boa pessoa, não desacato os meus pais, guardo todos os mandamentos. Mas Jesus Cristo falou: "Que bom, que bom que você guarda todos os mandamentos. Então agora vai, desfaz de teus bens e volta para me seguir." O rapaz voltou? Não. E na verdade o rapaz ficou muito decepcionado. Por quê? Porque ele queria seguir Cristo, mas na condição que ele estava. E pensa, ele tinha um valor moral pela parábola e bado. Ele seguiu os mandamentos, mas na hora da prova da do desprendimento dos bens materiais, ele sucumbiu. Então, essa parábola desse mancebo rico, ela representa dentro dessa parte do evangelho o apego que nós temos enquanto encarnados. A gente sabe que tudo é temporário, mas a gente vem para cá e agarra um amor nas coisas da matéria que é difícil abrir mão. Isso é todos nós. E aí nesse capítulo, dando continuidade ainda, ele traz também uma outra parábola que ele chamou atenção. Ele conta o caso, né, que ele tava lá, Jesus sempre cercado da multidão. Chega um homem e pede para Jesus Cristo falar com o irmão dele e dá um jeito de aconselhar o irmão dele a fazer a pastilha da herança. Pensa Jesus Cristo com a missão maravilhosa dela, dele, né, dessa
Chega um homem e pede para Jesus Cristo falar com o irmão dele e dá um jeito de aconselhar o irmão dele a fazer a pastilha da herança. Pensa Jesus Cristo com a missão maravilhosa dela, dele, né, dessa pessoa, dessa criatura, desse ser de luz. E chega um de nossos irmãos, fala: "Pai, é como se chegasse aqui, né? Claro que numa comparação muito pequena, a gente aqui num congresso diante de pessoas maravilhosas e a gente chega e chega lá pro, né, pro pro master, pra pessoa mais fala: "Moço, vamos conversar aqui. Você podia dar um conselho ali para resolver uma questão financeira da minha família, uma perda de tempo, porque estar com Cristo representava tanta coisa e a pessoa foi lá. E aí Jesus que não perdia a chance de nenhum momento de traçar os seus ensinamentos aos seus apóstolos. E ele fazia isso por forma das parábolas. E é tão engraçado que se Jesus Cristo na época tivesse deixado preceitos didáticos, provavelmente a gente não saberia nada disso. Como que as parábolas ficam na nossa mente? A gente passa de geração em geração, como as nossas histórias infantis. A única coisa que a gente tem que dar graças a Deus é que a terceira revelação, que é a doutrina espírita, nos trouxe muito significado que antes a gente tinha uma interpretação errônea. Por quê? Porque a gente interpretava de acordo com o nosso conhecimento, que é limitado. Então, né, dentro dessa encarnação, porque a gente esqueceu? Então, veio o auxílio dos bons espíritos. e o Kardec, né, com toda a sua disciplina, montando aí o nosso Pentateuco e nos auxiliando a entender história simples. E essa parábola do homem que fez uma grande colheita, relembrando aqui, ou seja, vamos trazer paraa nossa vida um fazendeiro abarrotado de terras, né, com hoje a tecnologia, teve uma safra incrível porque o clima ajudou. Ele falou: "Poxa, foi a maior colheita que essas terras, né, me proporcionou. Agora eu não quero mais trabalhar. Ainda tô novo, quero aproveitar a vida. Então, já sei, eu vou pegar tudo que eu colhi e vou armazenar
xa, foi a maior colheita que essas terras, né, me proporcionou. Agora eu não quero mais trabalhar. Ainda tô novo, quero aproveitar a vida. Então, já sei, eu vou pegar tudo que eu colhi e vou armazenar aqui no Silo, na época lá no depósito, e vou dizer para mim, pra minha alma, né? Ô, minha alma, trabalhei tanto, mas enfim, agora eu tenho muito dinheiro, tem comida aqui que não vai me faltar, não vou passar fome agora. Eu vou descansar, vou curtir a vida. Que que aconteceu com esse moço, com esse senhor? Ele foi chamado no retorno à iridade nessa mesma noite. Olha que interessante. Adiantou os planos que ele fez, adiantou a abundância, mas essa parábola nos traz uma lição moral sobre a avareza. Por quê? que ele pensou em si somente. Ele pensou em acumular o que ele tinha produzido e não distribuir. Então aqui ela traz pra gente o raciocínio pra gente pensar que os bens que nos são dados, eles nos são dados para um objetivo útil de distribuir tudo que fica na nossa mão, tudo que é represado. adoece, empobrece. A água, por mais cristalina, por mais pura que seja, se nós a deixarmos no recipiente fechado por muito tempo, que que acontece com a água? ela fica imprópria pro consumo. Então, a vida nos dá essas grandes lições de que tudo tem que fluir. A natureza nos dá prova disso permanentemente e está também aqui no Evangelho. Depois nós temos também nesse capítulo Jesus na casa de Zaqueu. Você lembra quem que era Zaqueu lá no personagem? Zaqueu, dentro dos personagens bíblicos, ele era um publicano. E um publicano já era mal visto naquela época, porque ele era cobrador de impostos. Iaqueu era muito bem de vida, né? Ele fazia parte do universo romano, da sociedade, tinha uma boa profissão, ele era bem de situação e ele era pequenininho. Nos conta essa parábola. Ele tinha uma estatura muito pequena. Então Jesus, a hora que ele andava, ele era cercado de multidão, Zaqueu não conseguia. Que que Zaqueu fez? Ele subiu numa árvore. E ele queria tanto, ele queria tanto ver Jesus que ele gritava.
quena. Então Jesus, a hora que ele andava, ele era cercado de multidão, Zaqueu não conseguia. Que que Zaqueu fez? Ele subiu numa árvore. E ele queria tanto, ele queria tanto ver Jesus que ele gritava. E chamou a atenção de Jesus. E Jesus falou: "Zaqueu, desce daí porque hoje eu vou lá para sua casa." Ele foi sear com Zaqueu. E todo mundo, como sempre, né, tinha que jogar a pedra em Jesus. Como que Jesus se mistura um tipo como esse? Só que Zaqueu quando recebeu Jesus, ele mostrou uma coisa que era uma grande virtude. Ele era considerado um homem de má vida, mas ele falou para Jesus: "Mestre, tudo que eu ganho, tudo que eu tenho, eu distribuo. E se eu faço mal, se eu prejudico alguém, eu faço questão de compensá-lo com dobro daquilo que eu prejudiquei. E Jesus nos deu essa lição. Essa casa hoje recebeu a salvação, visto que o filho do homem veio para procurar o que estava perdido. Olha só o que que essa essa passagem do evangelho nos traz. Ela nos fala sobre a aplicabilidade dos bens, dos dons recebidos. Todos nós que somos depositários, seja do dinheiro, porque aqui a gente tá falando de riqueza, então esse esse capítulo tá muito voltado pros bens materiais, mas não é só os bens. Nós somos depositados de diversos dons. Nós temos o dom da palavra ou nós temos o dom da maternidade, nós temos o dom de uma família, o dom da paternidade. Nós somos cercados de dons e de virtudes que também são riquezas e que tem que ser aplicada de forma coerente com as leis de Deus. E não é só o dinheiro. E essa aqui, vocês lembram dessa parábola? Também tá aí nesse capítulo a parábola do rico e do pobre que era o Lázaro. família bastada, o Lázaro mendigo que ficava lá na porta coberto de feridas e que sonhava em pegar as migalhas da mesa lá da bastância dos ricos, mas ninguém se importava com Lázaro, passava fome, ficava ali na rua. Que que acontece? Os dois morrem. Um lá, o patriarca da família Bastada, e morre Lázaro também. Olha a surpresa. Lázaro foi, segundo nos conta aqui, pro seio de Abraão, ou seja,
me, ficava ali na rua. Que que acontece? Os dois morrem. Um lá, o patriarca da família Bastada, e morre Lázaro também. Olha a surpresa. Lázaro foi, segundo nos conta aqui, pro seio de Abraão, ou seja, ele foi paraas esferas superiores. E que que aconteceu com aquele que vestia púrpura, que vestia linho, que tava aqui nos palácios se refastelando do bom e do melhor? Provavelmente foi para umbral, porque ele foi para uma zona mais baixa. E aí quando ele viu aquela situação, ele deve ter ficado muito indignado, que ele falou: "Poxa, o Lázaro que mendigo tava lá na porta de casa. Ele tá lá com o pai Abraão, eu aqui nesse sofrimento, né, no inferno. Mas no inferno aqui que a gente simboliza com calor, mas é o calor do arrependimento, é o inferno moral que a gente fica, porque é esse o inferno que a gente vive, é o inferno da do contato com a realidade, né, do remorço de ter desperdiçado tantas oportunidades. E ele pede pro pai Abraão fala: "Ó, manda Lázaro vir pelo menos molhar a ponta do dedo dele e refrescar. Eu não quero nenhum copo d'água. Eu só quero que ele ponha lá o dedinho na água e refresca a minha língua, porque eu tô sofrendo muito." O que que essa parábola também a gente pode tirar? A responsabilização pelos usos, pelo uso dos bens, pelos dons recebidos. Esse rico, ele tinha dinheiro, cabia a ele a responsabilidade de auxiliar quem não podia. E Lázaro era o exemplo de todos que não tinham as mesmas condições que ele tinha e que ele podia ter saciado a fome, que ele podia ter auxiliado numa forma da cura, né, de ter dado um alívio paraas dores da doença do corpo, não só as dores morais. E ele não fez. E aqui mostra que quando a gente retorna paraa pátria espiritual, que é a nossa verdadeira morada, nós seremos responsabilizados pelo mau uso que nós fizemos dos nossos dons, das nossas virtudes, das nossas riquezas. É isso aqui que tá mostrando a parábola. Tá mostrando para onde Lázaro foi, para onde o rico foi. E essa, gente, eu adoro essa parábola. Vamos lembrar ela um pouquinho que
rtudes, das nossas riquezas. É isso aqui que tá mostrando a parábola. Tá mostrando para onde Lázaro foi, para onde o rico foi. E essa, gente, eu adoro essa parábola. Vamos lembrar ela um pouquinho que também faz isso, porque no final a gente vai fazer o casamento de todas essas lições morais no fechamento do nosso raciocínio. Então, até agora vocês estão vendo que Jesus tá falando de como se usa a riqueza, do que faz com a riqueza, do desperdício da riqueza, da responsabilidade. E a parábola dos talentos, que que ele nos diz dela? Porque a parábola dos talentos, o que que ela nos conta? que uma pessoa que detinha muitos bens, né, o senhor, saiu para uma longa viagem e chamou três subordinados, três servos e deu a cada uma quantidade diferente de talentos. A um ele deu cinco, a outro ele deu dois e a outra ele não deu nem um. Aliás, perdão, deu um e viajou. Quando ele voltou, ele quis prestar contas. Bom, talento aqui a gente pode colocar como uma quantidade de dinheiro, uma quantidade de bens. Quando ele chegou, chamou cada um deles. O que que aconteceu com que tinha mais talentos? Foi o que multiplicou. Ele dobrou. O que recebeu os outros dois também dobrou. E o que recebeu um, o que que ele fez? Enterrou. Ainda dá desculpa esfarrapada de falar: "Eu enterrei porque eu tinha medo de ser, né? Tinha medo. O senhor é muito duro, então enterrei." Será, será que não foi a preguiça de trabalhar? Será que não foi aquela má vontade que muitas vezes a gente fala assim: "Não, eu vou trabalhar". Isso a gente pode levar até para nós. Quem vai ficar rico é o chefe. Tem muito funcionário que tem, né? A gente às vezes quanto enquanto servidores, a gente não olha a nossa obrigação, a gente olha o ganho do outro. Esse cara fez eu trabalhar de jeito, não, ele me deu, tá aqui enterrado, quer chegar eu devolvo e tá tudo certo. Eu não vou me prestar isso. E aí vem o quê? a sabedoria em administrar os bens, os dons. Gente, cada um de nós, não importa a posição que ocupemos nesse plano,
quer chegar eu devolvo e tá tudo certo. Eu não vou me prestar isso. E aí vem o quê? a sabedoria em administrar os bens, os dons. Gente, cada um de nós, não importa a posição que ocupemos nesse plano, nesse processo reencarnatório, nós fizemos um planejamento estratégico para tá aqui. a gente escolheu ou dependendo da nossa situação, escolheram junto com a gente ou até por nós a família que a gente ia encarnar, com quem que a gente ia conviver, o que que a gente ia ser, até as dificuldades que a gente iria passar, porque fazia parte do nosso repertório de aprendizado. Só que a gente chega, a gente esquece e cada um fica olhando a posição do vizinho e esquece de cuidar das obrigações. Então, se a gente é subalterno, se a gente tá como servo, que a gente seja o melhor servo, que a gente dê o nosso melhor. Se a gente tá como gestor, como dono, que assim seja o melhor chefe, o melhor gestor. Se a gente tá na posição de professor, de mestre ou de aluno, que a gente faça o nosso melhor no papel que a gente está. Isso é sabedoria em administrar os bens, os talentos. Aí vamos lá paraa desigualdade das riquezas. Gente, nos diz lá na instrução já dos espíritos que a desigualdade das riquezas é um dos problemas que todos nós, querendo ou não, se questiona. E aqui eu já abri para que a gente possa raciocinar aqui nesses tópicos que estão em vermelho, que os espíritos nos esclarecem que, primeiramente, se a gente pegasse todo o dinheiro do mundo e dividisse de forma igual para todos os encarnados, em pouquíssimo tempo, essa igualdade estaria desfeita. Por quê? Porque nós não somos iguais. Porque cada um vai fazer um eu peguei o meu tanto, cada um vai fazer uma coisa. Vai ter o que vai enterrar, vai ter o que vai esbanjar, vai ter o que vai fazer com que ele renda mais, vai ter um que vai aplicar em alguma coisa, porque nós somos diferentes na administração dos bens. E o que que adiantaria se eu tirasse o dinheiro dos outros e desse a cada um só o necessário para viver? a gente interromperia o ciclo do
coisa, porque nós somos diferentes na administração dos bens. E o que que adiantaria se eu tirasse o dinheiro dos outros e desse a cada um só o necessário para viver? a gente interromperia o ciclo do progresso. Por incrível que pareça, o dinheiro e a desigualdade que a gente às vezes tanto condena, ele é necessário para que a roda do progresso gire, para que aqueles que não tenham queiram ter e trabalhem para ter. E aqueles que tenham também queiram mais e trabalhem mais. Então, querendo ou não, se eu não precisar, gente, a gente trabalha porque gosta ou porque precisa? A gente pode até gostar do que a gente faz, mas se a gente pudesse não trabalhar, ficar de boa, ia ser bom, não ia? No fundo a gente ia gostar. Por quê? Porque a gente é destinada. a gente tem o prazer no osso. Então, se a gente trabalha porque precisa, é através do trabalho que a gente se desenvolve. Mas se a gente não precisasse, se a gente tivesse um dinheiro dado, recebido de forma igual, que não me faria melhor nem pior do que ninguém, ninguém ia correr atrás de nada. Então, mesmo que fosse possível essa igualdade na distribuição das riquezas, ainda que a gente interromperia também o ciclo do progresso, porque ninguém ia querer fazer nada. Todas as grandes descobertas do mundo, desde a era do fogo, da pedra, da roda, só foram feitas porque o homem teve necessidade daquilo. Você não precisasse de uma pedra fiada para cortar a caça, ele não teria desenvolvido as ferramentas. Se ele não tivesse dificuldade de transporte, ele não teria desenvolvido a rota. Se a gente não tivesse necessidade de medicamento, você acha que a indústria farmacêutica existiria? Gente, a gente vai atrás do que é necessário. Então, todo que acontece, todas as invenções, não foi pela ociosidade que elas aconteceram, foi pela necessidade. E agora a gente vai já no final, porque sempre eles vão contando as passagens do evangelho, né? O nosso evangelho é estruturado assim. Eles pegam o tema, pega lá os versículos, os textos dos
essidade. E agora a gente vai já no final, porque sempre eles vão contando as passagens do evangelho, né? O nosso evangelho é estruturado assim. Eles pegam o tema, pega lá os versículos, os textos dos evangelistas, vai os espíritos explicando, colocando ali os esclarecimentos e depois geralmente vem as instruções dada pelos espíritos, fechando o raciocínio, que é o que a gente tá caminhando agora aqui para fazer. Então, a gente viu com todas essas parábolas que esse capítulo 16 ele vem falando dos bens que a gente pode também entender como dons. E aqui a gente já vê o apego, a avareza, a responsabilização pelo uso, a sabedoria na sua utilização. E agora vamos chegar aqui na instrução da verdadeira propriedade. Olha que é interessante. Caixão tem gaveta? Não tem, né? A gente brinca, cachorro não tem gaveta. O que que a gente leva desse mundo? Tem até uma música que a gente leva dessa vida. É a vida que a gente leva, gente. A gente só é dono do que a gente pode levar daqui. Se é dono de alguma coisa, quando ela te pertence. E quando ela te pertence, você carrega ela para onde você for. Então, você é dono da sua casa, você é dono do seu carro, você é dono dos seus bens, você é dono do seu corpo? Não, gente, a gente é apenas usufrutuário. A gente é inquilino desse corpo aqui nessa vida. Tudo o que a gente tem quando a gente desencarna fica aqui. O que a gente leva são as nossas virtudes, são os nossos bens morais, é a nossa bondade, é a nossa forma de perdoar, é aquilo que a gente aprendeu na convivência com os nossos irmãos, é aquilo que nos fez crescer, são os nossos valores morais. Todo o restante fica. Então, não adianta a gente se apegar aquilo que não nos pertence, porque ele não é nosso. E quantas brigas, quantas desavenças, principalmente quando a família mais abastada morre e deixa herança. Quer ver uma família ser destruída quando tem herança, tem dinheiro em jogo. Você vu que o dinheiro é um trem danado, tanto que a riqueza é uma prova dificíima. Mas ela não nos pertence.
eixa herança. Quer ver uma família ser destruída quando tem herança, tem dinheiro em jogo. Você vu que o dinheiro é um trem danado, tanto que a riqueza é uma prova dificíima. Mas ela não nos pertence. E aí os próprios espíritos perguntam, e eu vou abrir aqui porque a gente já, né? Eu gosto sempre de trazer um texto, embora eu não siga muito o que tá aqui, porque quem tá aí às vezes dá sona. A gente dependendo do do do timbre de voz, do tom, do cansaço do dia, pensamento vai longe, volta. Então, quando você põe aqui, você tem mais uma forma de absorver o que tá no texto. Além de me escutar, vocês vão lendo, né? Eu falo, quem tá usando a palavra aqui, a gente só tá conduzindo de forma didática uma reflexão, porque o conhecimento já tá em nós, já tá gravado nas nossas consciências, nos nossos corações. Então, melhor uso, qual o melhor emprego, de qual forma a gente pode usar melhor a riqueza? Gente, só tem dois coisas aqui para fazer. Se a gente seguir essas duas coisas, a gente vai ter a maior melhor aplicabilidade dos dons e dos bens. Primeiro, amai-vos uns aos outros. Essa é a regra má dos ensinamentos de Jesus. Porque se eu amo o outro, o que que eu faço para alguém que eu amo? Tudo. A gente dá tudo. Não importa se é dinheiro, não importa se é tempo, não importa se é carinho, não importa se é aconchego. Que que uma mãe faz para um filho? tudo. Então, quando a gente ama, se a gente amasse de verdade, a gente não teria mais problema, porque a gente não deixaria ninguém passar fome. Todos os bens, toda a comida, todos os recursos seriam distribuídos, mas distribuídos de forma harmônica, por amor, com as pessoas. E a gente vai chegar, vai ser assim que a gente vai melhorando. A gente vai chegar nesse patamar um dia. E a outra, gente, na caridade. Tudo que a gente emprega a caridade pra Deus. É isso o verdadeiro. Então, usar os dons e a riqueza, como nos diz Fenelon, é isso. É apenas aplicar a lei de amor e caridade. Olha que coisa simples, simples de sintetizar, difícil de
idade pra Deus. É isso o verdadeiro. Então, usar os dons e a riqueza, como nos diz Fenelon, é isso. É apenas aplicar a lei de amor e caridade. Olha que coisa simples, simples de sintetizar, difícil de aplicar, né? Aí tá. Quer ver outra coisa? Será que Deus, pra gente ser merecedor de alguma coisa, ele ordena que a gente se despoge dos bens que a gente possua? Se a gente veio nessa encarnação dentro de uma família bastarda ou se através do trabalho, do esforço, a gente conseguiu juntar, compor um patrimônio, tem algum lugar que Deus fala pra gente abrir mão desses bens? dentro da doutrina, pra gente ser espírita, tem algum lugar que a gente lê lá que fala: "Ó, você ser espírita, você tem que ser pobre, você tem que morar de aluguel, você tem que passar fome, você tem que comer comida racionada, você não pode ter o melhor carro que você sempre sonhou, você não pode morar bem, você não pode fazer viagens boas, tem alguma coisa?" Não. Por que, gente? Porque se a gente abrisse mão de uma condição financeira, a gente estaria se condenando a aumento de câncer, a gente seria um peso pra sociedade. Não, não, não. A gente, se a gente abrir mão, a gente tornasse um peso pra sociedade. Seríamos egoístas. Por quê? que a gente tá se eximindo da responsabilidade e a gente estaria renunciando a um grande mecanismo de auxílio. Então veja, em nenhum momento a gente tem que abrir mão do que a gente conquistou. É justo que tenhamos, porque desde que a gente tenha conquistado de forma honesta pelo trabalho, porque aqueles que conquista passando a perna nos outros, isso aí a gente nem leva aqui em consideração. A gente não pode fazer isso. A gente tem que trabalhar para isso e saber usar. Então, esbanjar. Ah, sou desapegada. Ó, eu chego aqui, não tô nem para dinheiro. Tô passando aqui na rua, tô vendo ali. Você tá vendo? para fazer bonito. Eu dou é R$ 100 aqui de esmola. Eu vejo outro aqui. Eu vou dar isso. Eu vou tirar a roupa do meu corpo aqui. Gente, esbanjamento também não é desprendimento,
ndo ali. Você tá vendo? para fazer bonito. Eu dou é R$ 100 aqui de esmola. Eu vejo outro aqui. Eu vou dar isso. Eu vou tirar a roupa do meu corpo aqui. Gente, esbanjamento também não é desprendimento, porque infelizmente tem muita gente que não liga para dinheiro e faz besteira, mas é por descaso, por indiferença. Por quê? Porque ele geralmente esbanja o dinheiro que ele não conseguiu guardar. Ele esbanja o dinheiro do pai, ele esbanja a fortuna que veio de graça na mão dele. Porque quando a gente batalha para ter alguma coisa, a gente não sai esbanjando não. Então quando a gente vê os esbanjadores, pode ter certeza que eles receberam de bombejada. E é muito interessante isso, né? A gente pode comprovar até essa coisa do dinheiro que nem muit Quantas pessoas que a gente vê que ganha na loteria, ganha na quina, ganha na cena sozinho. Passa um tempo, essas pessoas tá pobre de novo. Gente, o que vem de graça é muito difícil ser mantido. A gente geralmente não valoriza. E aí a transmissão da riqueza, né? Tem gente que pais, então que trabalha, passa dificuldade pro filho estudar, fazer uma boa faculdade, passa fome, vcha, vive assim quase que na penúria para dar conforto, para dar para satisfazer os sonhos dos filhos. E aí tudo que ele segurou, ele fez um império, fez uma fortuna. Ele tem o direito de deixar como forma de herança pros filhos? Sim ou não? Claro que ele tem. Nós temos o livre arbítrio. Se eu juntei e trabalhei, eu quero mais é deixar para quem eu amo. Eu não quero que os meus filhos passem pelas dificuldades que eu tenho, porque é assim que os pais pensam. Eu não quero que meu filho sofra o que eu sofri. Eu quero que meu filho tenha melhores condições. Um dia, se eu faltar, eu não quero que meus netos passem fome, não é assim? E tá tudo certo. Ele tá fazendo o melhor dele, mesmo que para isso ele tenha sido egoísta, varento, suvina. A questão não é essa. Ele pode transmitir tranquilamente. Porém, quem garante que essa transmissão vai perdurar? Gente, a gente pode fazer o que quiser.
a isso ele tenha sido egoísta, varento, suvina. A questão não é essa. Ele pode transmitir tranquilamente. Porém, quem garante que essa transmissão vai perdurar? Gente, a gente pode fazer o que quiser. Se não tiver de acordo com os propósitos de Deus, nada vai permanecer. Quantas fortunas, quantas pessoas, a gente conhece vários casos de pessoas que receberam fortuna gerança que tão pobres de marredec. Por quê? Porque não era, não tava dentro do planejamento estratégico dele da reencarnação, ele ter o dinheiro, não era, não fica. Então, a pessoa pode fazer o que quiser, embora ele não tenha propriedade, ele pode transmitir sim, tem problema nenhum. O problema é que ele não vai ficar se não for da vontade de Deus. Então, pode ficar tranquilo. E geralmente, infelizmente, a gente já tá finalizando aqui, prometo, é o último slide. Eh, a gente tem que ter muito cuidado. Por quê? Porque a riqueza ela é um elemento de progresso, porque ela realmente ela estimula o trabalho e é o trabalho que gera riqueza. Ela atende as necessidades do homem. A gente precisa de dinheiro para comer, para vestir, para viajar, para morar, para dormir, para estudar. E com isso ela vai incentivando e propiciando o desenvolvimento tecnológico. Você acha que se não tivesse dinheiro essas indústrias farmacêuticas conseguiriam investir fortunas em pesquisas para descobrir cura de determinadas doenças? Se elas não tivessem a proteção de que elas lucrariam muito com as patentes, você acha que elas iam colocar a mão no bolso pelo bem da humanidade? Jamais. Então, a riqueza ela é um elemento de progresso, mas ela é uma prova moral das mais difíceis. A riqueza ela é mais perigosa do que a miséria. Por quê? Porque gente, ela vai fazer com que a gente entra pela porta larga das tentações. Ela vai incitar o orgulho, a varidade, o egoísmo, a falsidade das pessoas que se aproximam de quem tem muito dinheiro por interesse. A pessoa vai ser privada de conhecer de fato a realidade. E quanto mais você tem, mais apegado
a varidade, o egoísmo, a falsidade das pessoas que se aproximam de quem tem muito dinheiro por interesse. A pessoa vai ser privada de conhecer de fato a realidade. E quanto mais você tem, mais apegado você é à matéria, à luxúria, aos prazeres. Então, né? Embora a gente tá pensando, eu não vou ter dó de rico, não. Queria estar na vida dele, né? A gente pensa, mas a gente passa um zapeto, mas gente, é uma prova moral difícil. Saibam disso. Nós teremos que prestar contas de tudo isso. Então é essa a mensagem que eu gostaria de deixar, né, e que fica aqui pra gente de tudo isso que, gente, a gente tem que fazer o melhor com o instrumento que está nas nossas mãos. Que seja o dinheiro, que seja dom, que seja virtude, que seja beleza, não importa que a gente saiba fazer o melhor. E só tem duas regrinhas: seguir a lei de amor e caridade pregada por Jesus. Uma boa noite. Agradecemos nossa irmã Jeisa Vale pela palestra feita, né? E com a palestra de hoje, a gente encerra o capítulo 16 do Evangelho Segundo o Espiritismo. E para aqueles que nos acompanham, a oportunidade a gente fazer esse trabalho de estudar o evangelho acompanhando as palestras públicas de quinta-feira, né? Então a gente tá encerrando o capítulo 16 a noite de hoje e como retornos depois aí do carnaval do congresso espírita, estaremos começando o capítulo 17. E se alguns de nós temos dificuldade de discutir a a riqueza, a função dela pro progresso da humanidade, né? A necessidade da gente superar o egoísmo e o orgulho na como desculpas avarentas, né? O próximo é muito tranquilo pra gente, que é sede perfeitos. Então, se a gente tá tendo alguma dificuldade agora em tratar do aspecto do apego aos materiais, o próximo é só pra gente ser perfeito, que é a mensagem que o Cristo nos traz. Vamos ouvir uma música e nos preparar então pro passe que aqui em nossa casa nós fazemos de forma coletiva, tá bom? Convidamos nossos irmãos e irmãs passistas a se posicionarem no salão. um pouquinho. Todos nós somos convidados a fechar
r então pro passe que aqui em nossa casa nós fazemos de forma coletiva, tá bom? Convidamos nossos irmãos e irmãs passistas a se posicionarem no salão. um pouquinho. Todos nós somos convidados a fechar nossos olhos, nos sentar numa posição confortável. Tomemos uma respiração lenta e profunda. Imaginemos em nossa tela mental a imagem do Cristo, o Cristo consolador. Mestre Jesus, vós que sois nosso modelo e nosso guia, ó governantes de nosso planeta, agradecemos por essa oportunidade de aprendizado e de reflexão. Rogamos, ó Cristo, que ilumine e preencha cada um de nós aqui reunidos em seu nome para o nosso progresso moral e intelectual. Traga-nos, ó Senhor, a inspiração necessária para nos melhorarmos a cada dia e que possamos, Senhor, colaborar coletivamente para o progresso da humanidade. Senhor Jesus, que possamos espelhar a sua bondade, a sua caridade. possamos fazer de seu exemplo, Senhor, de humildade, de parcimônia, de caridade, um exemplo de vida, inclusive para lidar com os os bens materiais. Vós Senhor, que não poupou em provas de humildade da manjedora cruz, esteve entre todos da sociedade de seu tempo. Frequentava os grupos mais perseguidos e excluídos. Mestre Jesus, nos dê a inspiração semelhante para que possamos fazer dessa oportunidade encarnatória uma prática que espelhe o seu exemplo. Rogamos Jesus por todas as pessoas que estão aqui reunidas, encarnadas e desencarnadas. Que possamos encontrar o consolo prometido, Senhor, na fé do futuro e na confiança da justiça divina. Mestre amado, ilumina cada um de nós. Permita que possamos levar a sua luz e sua esperança aos nossos familiares, vizinhos, amigos, colegas de trabalho. Que a luz que derrama hoje sobre esse auditório possa ser levada por cada um das pessoas e espíritos aqui presentes para onde quer que seja. E que possamos ser luz nas trevas, consolação no desespero, amor no desengano. Possamos, Senhor, levar a sua paz. Esteja conosco, Mestre Jesus, hoje e sempre. Que assim seja. Muito obrigado, irmãos e irmãs, pela
mos ser luz nas trevas, consolação no desespero, amor no desengano. Possamos, Senhor, levar a sua paz. Esteja conosco, Mestre Jesus, hoje e sempre. Que assim seja. Muito obrigado, irmãos e irmãs, pela presença, né? Mais uma quinta-feira. Convidamos todos a tomar água fluidificada aqui o lado esquerdo e sejam sempre bem-vindos à nossa casa. Boa noite, boa semana.