TODOS SÃO CAMINHOS - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 04/12/2025 (há 4 meses) 48:26 408 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, aqui [música] eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando [música] a ti. Obrigado. Comunhão [música] espírita de Brasília. Boa noite, amigos. Boa tarde e noite, né? Sejam todos muito bem-vindos. A família das 18 horas. Hoje o nosso palestrante não pôde estar presente também. Não foi por causa do carro que parou aqui, não. É porque ele tá com tá adoecido. Mas nós aqui estamos para começar esse nosso momento e vamos começar com muita coragem, com muita fé, com muita esperança e com esse clima bom, gostoso de chuva, né? É sempre muito bom. A gente fala que chuva é bom da gente em casa, mas nós estamos em nossa casa, que é a comunhão. Então vamos aproveitar e vamos fazer nossa prece elevando os nossos pensamentos, o nosso coração a Deus, a Jesus, a esse nosso momento de reflexão, pedindo a eles que nos encaminheem pelo melhor caminho das nossas vidas, para que nós possamos aprender a lição que vai ser dada, a lição que vai ser explanada, reflex, refletida, para que a gente saia daqui bem melhores do que aqui chegamos, mais esperançosos. Isso nós pedimos a esses bons espíritos, que nos ajude, que esse momento possa ser de muita luz para nós, né? Isso não é a quantidade de pessoa, é a quantidade desencarnados que estão aqui olhando por nós. Isso é muito importante. A gente vê o salão com poucas pessoas, mas a gente sente uma vibração de muitas entidades aqui. Então, começamos esse nosso momento dizendo: "Graças damos por aqui nós estarmos. Às vezes meio molhados porque pegou uma chuvinha, mas aqui ficamos. E vocês que estão em casa também, que essas boas energias alcance

s esse nosso momento dizendo: "Graças damos por aqui nós estarmos. Às vezes meio molhados porque pegou uma chuvinha, mas aqui ficamos. E vocês que estão em casa também, que essas boas energias alcance todos vocês. Bom, nós escolhemos bem bem rapidinho um tema que foi feito a harmonização dia 9 que eu fiz sobre todos são caminhos. E engraçado que eu fiz a palestra das 16 e quando eu peguei de emergência essa aqui, ela fala quase a mesma coisa das das outra palestra. Então eu acho que eu preciso de ouvir mais do que vocês, porque eu tô estudei as duas, tô falando as duas, entendeu? E a gente vai sair muito bem, né? Todos são caminhos, né? E tem uma música do Roberto Carlos que ele fala, eu esqueci de dar uma olhadinha, todos são caminhos que nos leva a quem? Ao Pai. Toda coisa que fizermos, todo caminho que nós tomarmos, ele vai nos levar a Deus. Na palestra de lá falei de a Jesus, né, que a é o filho, né, é o nosso irmão. Então, eh nós não vamos nos preocupar se a gente tá só nesse caminho. Não, nós não estamos só, desde que a gente não seja egoísta, porque quando a gente for ficar na situação de um comportamento egoísta, nós com certeza vamos estar só, porque Jesus não faz parte do caminho de egoísta. Então, a gente começa, tá lá no no momento no livro do Ramed, eu me esqueci agora, né? E ele que fala assim, todos são os caminhos. E aí ele começa, Ramed começa falando, por que essa porta tão estreita que a gente fala, né? Lá no Evangelho fala que é muito difícil passar pela porta estreita e muito fácil passar pela porta larga. Por que que a larga é fácil? É simples. Vocês estão vendo a porta larga ali. Alguém vai passar sem problema. Pode ter qualquer tanto de peso que passa. É uma porta que não não tem não tem obstáculos. E tudo que não tem obstáculo, pela nossa comodidade, nós ficamos preguiçosos. Ah, não é fácil, deixa depois eu faço isso. Não, isso aqui eu sei de letra, eu tiro de letra. pode deixar para mais tarde. O que é difícil me chama atenção. Espera aí. Isso é difícil. Eu não tenho total

, não é fácil, deixa depois eu faço isso. Não, isso aqui eu sei de letra, eu tiro de letra. pode deixar para mais tarde. O que é difícil me chama atenção. Espera aí. Isso é difícil. Eu não tenho total conhecimento, eu não tenho total habilidade. Então eu vou começar a ver isso com antecedência. Eu vou pedir alguém que tenha mais condições para me ajudar. Não é isso que acontece? Então, quando o evangelho fala, ele fala na perdição, né? nas da perdição. É perdição. Eu tô com a dor de cabeça. Ao em vez de eu saber qual é a causa, eu quero tirar o sintoma. Eu tomo um remédio e acabou com a dor de cabeça. Mas por que que doeu? Porque doeu eu tenho que procurar. Doeu porque eu tava nervosa. Nervosa com quê? Doeu porque eu tô eh posso estar com problema, tenho que fazer uns exames, um uma ressonância ou qualquer outro. Então fica mais difícil, né? Então por que essa porta tão estreita que é dada ao menor número transpor? Então já vimos que não é todos que transpõe essa porta estreita, é alguns alguns, né? Se a sorte da alma está fixada para sempre depois da morte, por quê? Podia ser podia ser fácil para todo mundo, não era? Por que que até é difícil para uns, fácil para outros? Porque nós estamos num mundo de provas e expiações. Nós estamos num mundo onde viemos para cumprir tarefas. Tarefas ou mal acabadas ou tarefas que não foi cumprida, ou fazer tarefas para me para eu aperfeiçoar melhor naquilo que eu preciso, naquilo que eu tô precisando, né? É assim que com a unicidade da existência se tá se está incessantemente em contradição consigo mesmo e com a justiça de Deus. Como a alteridade da alma e a pluralidade do mundo, seu horizonte se amplia. Está lá no Evangelho capítulo 18, item 5. Depois vocês lê porque os a Kardec vem dando toda uma explicação, porque o que nós queremos ver aqui, que que Ramed diz sobre isto? Ramed é estud um estudioso da alma, né? Então ele vai falar para nós pedacinho por pedacinho e a gente com certeza vai ter tempo, né? Também os caminhos inadequados que tomamos ao longo da

sobre isto? Ramed é estud um estudioso da alma, né? Então ele vai falar para nós pedacinho por pedacinho e a gente com certeza vai ter tempo, né? Também os caminhos inadequados que tomamos ao longo da vida, quem nunca tomou um caminho inadequado na vida, gente? Vocês só andam pelo caminho certo, pelo caminho bom? Ou tem uns caminhos que a gente toma que fala: "Nossa, fui mal, não devia ter ido por esse caminho". E esse caminho tá me dando uma dor de cabeça terrível, né? que tomamos ao longo da vida são parte essenciais da nossa educação. Foi o que eu falei antes, todo acerto e erro, ele é interessante. Todas as vezes que eu erro, eu tenho oportunidade de aprender. Todas as vezes que eu acerto, eu confirmo que aquilo que eu fiz tá certo. Então, sem o erro, como que eu iria viver só com acerto? Que sem gracieza, né? coisa monótona e se tivesse só no erro, eu ficaria desestimulada. O que acontece muito com os suicídios é isso. Tô sempre fazendo e não tá dando certo. Fazendo não tá dando certo. Aí eu falo assim: "Ah, Deus não me ouve, Deus não tá do meu lado, então a vida não tem sentido. Para que que eu vou ficar aqui? A gente não vê que eu cresço com essa essa dualidade. Um só não me levava a lugar nenhum. O outro só me deixava numa zona de conforto e no egoísmo que tudo é meu, porque não preciso, porque já tá tudo certo. Tudo certo é muito ruim, não é? Não. Então são faz parte da nossa educação. Nós viemos por quê? Porque precisamos de aprender. Não aprendemos por quê? Porque cada um tem seu motivo, né? Então agora tá na hora de aprender. E aprendendo eu vou me tornando uma pessoa mais educada. Educada não é deixar o outro passar na minha frente. Olha, por favor, essa é uma educação, mas educação da alma. Aquilo que eu quando eu vê alguma coisa no outro que não tá tá tá fora daquilo que eu penso, eu tenho um olhar caridoso que é o olhar do coração. Porque ele tá daquele jeito, porque ele não teve oportunidade de aprender. Então, que que eu vá ensinar? Por isso que Jesus falou, vai e faça,

nso, eu tenho um olhar caridoso que é o olhar do coração. Porque ele tá daquele jeito, porque ele não teve oportunidade de aprender. Então, que que eu vá ensinar? Por isso que Jesus falou, vai e faça, né? E a gente vai e não faz, né? A cada tropeço, a cada escorregão, a cada pedra no meu caminho, é preciso aprender, né? Eh, vocês já desceram aqui, tem muitos, muito buraco, é muito irregular. Quem é que desce sem prestar atenção? Porque com certeza a gente já deu uma viradinha de pé ali, não é? A gente tem medo e assim é a vida. Se eu não presto atenção no na nas coisas que estão no meu caminho, eu corro o risco de cair. E eu não posso correr risco de cair, por eu posso não dar conta de levantar, ou eu posso ter preguiça de levantar, ou eu posso ficar tão desanimada com a queda que eu não levanto. Então eu preciso muito, muito, muito, a cada tropeço eu aprender tropeço. Eu caí, eu caí. [risadas] Eu não lembro da última vez que eu caí, agora eu caí duas vezes. Quer dizer, acabou essa existência, não precisa de cair mais. caí no chão mesmo, porque eu não prestei atenção. Mudou, mudou a calçada, mas eu não tava olhando. Foi uma queda muito grande, não quebrou nada, mas eu assustei muito, porque quando a gente não tem o hábito de ter aquele comportamento, a gente assusta. E esse susto é a educação. Assustei. Agora, até aquela escada que eu subo ali, eu não olho para ninguém. Se vocês me verem de cabeça baixa, subindo escada ou descendo escada, vocês podem ter certeza que eu tô prestando atenção para não cair, né? E assim são nossas quedas morais, que são muito mais significativas do que a queda física. Porque a queda física eu vou quebrar o corpo, mas a moral eu quebro a minha moral, aquela estrutura que eu tenho de espírito, levantar novamente e retornar à marcha. Cair, levanto e sigo em frente. Disse a música que dá a volta por cima, né? Então, pode ser que dê, a gente possa dar a volta por cima, não ficar parado. E a gente vê muito isto, quando alguma coisa não dá certo, que que nós fazemos?

isse a música que dá a volta por cima, né? Então, pode ser que dê, a gente possa dar a volta por cima, não ficar parado. E a gente vê muito isto, quando alguma coisa não dá certo, que que nós fazemos? Nós caímos e ficamos parados. Ou nós ficamos na no queixume, que foi a irradiação também de agora. Ficar na queixa, queixo, queixo, queixo e não levanto para continuar. A vida, n a vida ela é para toda a eternidade, mas o momento de vida é só este. Como que eu vou perder a oportun oportunidade? Eu não quero voltar, quero até voltar com as mesmas pessoas, fazendo as mesmas coisas, mas eu preciso de crescer. Nós precisamos, né? Tudo que sabemos hoje, tudo aprendemos com os acertos do passado, perdão, com os erros do passado. Olha, eu já tô só nos acertos, né? Eu já tô chegando lá na frente. Tudo que aprendemos foi com os erros. Tudo. Eu lembro desde criança, coisas que acontecia comigo é porque eu tinha errado. Isso é interessante. Erro não é pra gente ter vergonha, não. Erro é pra gente ter sabedoria que eu tô aprendendo com ele. Quantos anos se passaram e eu lembro de erros que eu cometi e que foram fundamentais pro meu crescimento. E hoje eu vejo eles voltando numa numa proporção menor, porque já houve o aprendizado, uma proporção menor, mas tá presente, porque é o quê? É o motivo de aprendizado. Não deixa esquecer, porque a lição não foi completa. Não é a babá lá que perde uma verruga, perde não sei o quê, arruma o dente, não. E fica bonitinha, né? Não sei se vocês assistiram esse filme de criança, mas eu adoro. Cada lição aprendida, uma das feiurinhas dela some, entendeu? Ela é muito engraçado esse filme e eu fico vendo cada lição nossa aprendida na íntegra, nós perdemos o erro some da nossa vida, mas estamos em processo evolutivo, outros aparece, fala: "Não, agora é minha vez." E aí ele aparece. Aí vocês, aí nós podemos falar: "Tá, Deus não me dá folga". Toda hora aparece uma coisa: graça, vamos dar graças a Deus de aparecer, porque é sinal de que nós estamos aprendendo a lição, senão a gente ficava

s, aí nós podemos falar: "Tá, Deus não me dá folga". Toda hora aparece uma coisa: graça, vamos dar graças a Deus de aparecer, porque é sinal de que nós estamos aprendendo a lição, senão a gente ficava naquela primeira, né? Passa, a cada vez que desistimos de alguma coisa por medo de errar, estamos nos privando da possibilidade de evoluir e viver. Então, às vezes nós não fazemos nada para não errar. E quando eu não faço nada para errar, eu já tô errando, porque eu não tô fazendo. Olha que como a vida é interessante, né? Eu não tô fazendo. Então, eh, vir aqui, não tô fazendo crítica nenhuma, vir aqui só tomar passa, assistir palestra e ir embora é muito bom. Mas tem uma hora que vai falar assim: "Tá, já tomou muito passe, já assistiu muita palestra, agora vamos trabalhar?" Ah, não, mas eu não tô preparado. E se eu e se não der certo? E se eu não fizer direito? Quem é que tá fazendo direito? A gente tá fazendo o que nós damos conta. Eu uma vez, amigos, vou contar, faz isso, é uma historinha particular, uma situação particular, se vocês me permitem. Eh, eu trabalhava eh no centro lá em Luziânia. Eu saía daqui para Luziânia toda quinta-feira e sexta, não era quinta, primeira foi quinta, depois eu dividi entre segunda e sexta. E um dia o presidente falou assim: "Rute, faz o evangelho para mim". Gente, era 10 minutos de evangelho. Eu falei: "Não, não, não, não, de jeito nenhum. Eu não sei fazer. Eu entrei em pânico. Eu falou: "Tá bom, não tem problema nenhum. ficou 3 anos sem me chamar e eu fiquei 3 anos amargurada comigo porque eu falei não e quem é que não tem capacidade não é de eh falar fazer o evangelho como Aroldo Dutra, aquele palestrante ou como out muitos outros não. Vocês em janeiro vocês vão ter um aqui muito bom que fala de Jesus muito bem, entendeu? no sábado, Artur Valadares, né? Então não é, não é falar com o coração, usar a voz do coração para falar e ele não me chamou. 3 anos sem me chamar foi o tempo de maturar aquilo que eu aquele não que eu falei. Eu podia ter falado tudo bem, gente. Eu

é falar com o coração, usar a voz do coração para falar e ele não me chamou. 3 anos sem me chamar foi o tempo de maturar aquilo que eu aquele não que eu falei. Eu podia ter falado tudo bem, gente. Eu ia fazer se tava bom ou não. Para mim com certeza, ia tá bom. Se o outro fosse assim, ai não, mas que pobreza de evangelho, era um problema do outro, né? E aí depois de três anos ele me chamou e eu falei: "Sim, ai, mas como eu senti aliviada, viu? Porque foi um não." Então, depois disso, você vê uma lição de uns 35 anos atrás, me carrego até hoje. Flaviana falou: "Rute, você tem que fazer essa palestra agora, que o palestra santo tá doente e não vem". Nem preocupei com vocês, nem comigo. Peguei. Agora eu trouxe essa palestra. Por que será? Hum. Porque o palestrante já tinha dito que tava doente há muito tempo, mas eu não ouvi porque eu tava fazendo a palestra das 16, entendeu? Então aí a gente vem e fala: "Não tem problema. Cada um vai fazer o seu pedacinho que dá conta e nada tá errado. Nada tá fora do lugar. Tá tudo dentro do lugar para quem tá fazendo. Se o outro acha, aí já é um problema do outro, né? Então nós perdemos a oportunidade de evoluir e viver quando nós falamos não, entendeu? Aí ela continua falando, eh, o Ramete continua falando, a estrada por onde transitamos hoje é nossa via de crescimento espiritual. Olha, quando eu vejo aqui com muita gente, com pouca gente, não importa, né? Porque a espiritualidade tá aí em peso, né? Porque ela também, ela não precisa de guarda-chuva, né? Ela não precisa de carro, então ela chega, né? Ela tá em tudo quanto é canto e nós precisamos de meio de transporte, de uma série de coisas. Então essa estrada por onde nós transitamos hoje é a nossa via de crescimento espiritual e nos levará a entender melhor a vida. Então, se eu parar para entender tudo que acontece comigo todos os dias, eu vou entender esse sentido da vida, vou entender. Eu tô passando por um problema difícil, muito difícil, com duas pessoas muito queridas. E eu toda

a entender tudo que acontece comigo todos os dias, eu vou entender esse sentido da vida, vou entender. Eu tô passando por um problema difícil, muito difícil, com duas pessoas muito queridas. E eu toda hora, não, agora só lembrei, eu faço uma reflexão, o que que aquilo tem que me ensinar. A doença é minha? Não, não é minha, é de quem eu gosto muito, né? Mas por que será que aconteceu isto? Então, no pronto socorro. Eu tive uma amostra imensa de problemas, até gente, presidiário que tava lá com três policiais. Eu fiquei aprendendo o que que é você estar presa a uma situação, a um comportamento que não foi correto. Aí meu sobrinho falou: "Não, tia, não é o problema dele, não é quem quer pegar ele lá de fora e entrar aqui dentro. Quer dizer, de todo jeito é uma situação difícil e eu tô pensando isso. Como é bom você andar pelo caminho de Jesus, que o caminho de Jesus não tem essas dificuldades, mas tem muita reflexão e muita coragem pra gente vencer a cada minuto, né? Então esse tudo isto vai, essa estrada onde nós vamos passar, andar. ou poderia ser outro caminho. E se eu tivesse naquela época feito diferente, será que eu estaria com a condição que eu estou hoje? Não sei. Então, se eu não sei, então esse é o melhor caminho, porque poderia ser muito pior. Eu poderia não dar conta e hoje nós estamos aqui dando conta de vir a comunhão, ainda ouvir a Rute. É muita, é muita coragem, né? Muita coragem. Mas a gente ouve a Rute, não. A gente tá aqui para receber os benefícios. né, da harmonização, o benefício do passe, o benefício do tratamento que é dado a todo mundo aqui pela espiritualidade. Não é só lá, não. Começa aqui. O trabalho maior é aqui, porque vocês vão ficar 30 minutos aqui, 35 comigo. É o tempo que eles fazem todo o tratamento de vocês. Teve uma vez dia 31 de dezembro tem aquela aquela aquela reunião e eu fui convidada para participar. para poder verificar no auditório o que que todo mundo, como que a espiritualidade trabalhava com quem tava sentado aqui. Era só para ver isso, a espiritualidade

ão e eu fui convidada para participar. para poder verificar no auditório o que que todo mundo, como que a espiritualidade trabalhava com quem tava sentado aqui. Era só para ver isso, a espiritualidade aqui dentro do salão. Outros era psicografia, outros era cada um. E quando eu vi chegando equipes espirituais, chinês, índios, aí eu falei: "Nossa, isso aqui tá uma maravilha". Cada um chegando. Eu li Barçanufo, que eu tenho o espírito, gosto muito. E de repente eu vi eles saí aqui, ia lá na numa pessoa, fazia alguma coisa, n outra e pelo salão todo. Aí eu me perguntei, eu perguntei, é bom que você pensa, né? Eles entendem o que que tá acontecendo? Ele falou: "Nós estamos tratando de pessoas que nem sabem que tão estão doente." Eu nunca esqueci disto, porque às vezes a gente senta aqui e só vai ouvir um passe, eh, ouvir a palestra para tomar um passe, né? A gente faz assim, né? Tem gente só chega no amém e vai tomar o passe e esquece que às vezes nós estamos precisando de um tratamento e que vai ser feito aqui enquanto alguém tá falando. Por isso que o falar aqui tem que ser harmônico, mas harmônico para quem tá falando, para vocês é para serenar. E eu achei muito interessante e na hora eu não falei porque imagina o que que ia acontecer se eu falasse, todo mundo ia fazer exame no outro dia para saber o que que tinha. E será que foi comigo? Será que não foi? Eles passavam de bancos em bancos e algumas pessoas, muitas, eles paravam, porque esse auditório fica cheinho de gente só porque esse momento não passa na televisão, é cortado, só tem a palestra, depois eles cortam. Então, quando a gente vem aqui, a gente vem e senta, se harmoniza e pede para que alguma coisa que eu estiver, que se for de merecimento, que eu seja tratado. Se no momento não for de um merecimento, me dê coragem para eu procurar ajuda. Olha que coisa que fica bonito, né? Então, temos que nos indagar de nós mesmos. Será que esse é o melhor caminho para mim? Porventura é correto, né? Por onde eu tô andando. Isso,

ra eu procurar ajuda. Olha que coisa que fica bonito, né? Então, temos que nos indagar de nós mesmos. Será que esse é o melhor caminho para mim? Porventura é correto, né? Por onde eu tô andando. Isso, amigos, só nós vamos poder saber. Só nós sabemos os prejuízos, os ganhos, o o tanto que nós o que nós fazemos nesse nosso caminhar, se é com paciência, benevolência, caridade ou se é com muita aborrecida, com muita ira, com muita indignação. Isso nós vamos saber. Mas sempre pedindo para que nos dê coragem e perseverança pra gente enfrentar qualquer coisa que vier, até uma alfinetadazinha, até um tapa de uma garotinha que me deu esses dias aqui, né? Ele tem um problema e ele não gostou. Tava chateado. Primeira vez que veio e foi com a mãozinha tum aqui assim. A mãozinha ficou quase três dias aqui, sabia? a tamanho da força dele, né? Era uma criança com problemas, né, especiais, então a gente entende. Então, mas aquela mãozinha até hoje eu lembro dela, sabe? Eh, ele mostrou que não tava satisfeito com a situação e eu mantive serena, não falei nada que eu que eu já tinha quer queria dar uns lápis para ele, ele disse que não queria eu insistir. No outra semana ele voltou tranquilo, sem problema nenhum. Agora tá aqui sem problema nenhum, né? Então o ah, não foi, ele fez isso aqui, isso aqui para mim foi muito interessante, como diz para que seu lugar é aí, não chegue mais para cá porque eu não tô permitindo que esse lugar de cá é meu. Isso eu entendi dessa forma, né? Às vezes a gente quer passar para lá, a gente quer entrar no caminho do outro e determinar o que que o outro tem que fazer no caminho dele. Vocês já viram que não é assim? E na nossa casa que a gente quer que o filho faça igual a gente quer, ou companheiro ou acompanheiro, não, porque você fala desse jeito que é melhor. A gente sabe tudo, né? Com os amigos também. Então ela, ele continua falando, é justa a observação e tem proposto nossas dúvidas, por isso raciocinemos juntos. Tá chamando a gente para pensar juntos,

A gente sabe tudo, né? Com os amigos também. Então ela, ele continua falando, é justa a observação e tem proposto nossas dúvidas, por isso raciocinemos juntos. Tá chamando a gente para pensar juntos, né? Se Deus perfeição suprema, ninguém questiona, né? nos criou com a probabilidade de engano. Diz: "Eu posso me enganar nos modelando, né, como se fosse uma massinha, de tal forma que nós pudéssemos encontrar um dia perfeição, porque contava com os nossos encontros e desencontros na jornada existencial. Ele não tá fazendo cria questão não. Ele nos fez bonitinho. Vai errar, vai errar, não tem problema, mas eu vou fazer toda certinho, toda certinha, né? E vai ter encontros e desencontros da vida. Na palestra anterior, eu eu não lembro, tinha que esquecer para fazer esta, né? Eles falaram do do burilamento do nosso que nós com os erros, ah, agora lembrei, para me ajudando, né? E os erros nossos são burilamento, sabe? Que você pega o o diamante, você vai eh vai ajeitando, né? para ele ficar o brilhante, para ele ficar uma uma pedra bonita, você vai fazer uma estátua, você vai ajeitando. Ele falou que sabe por que os erros são muito bons quando eu vejo que eu errei e eu trabalho esse erro, porque vai mostrar o diamante que eu sou, porque olha aí, fomos criados, né, que nos criou com a possibilidade de tudo. Então, mas uma hora nós vamos nos modelando, que ele que aqui ele falou modelando lá falou Ramed falou uma coisa e a a o espírito Joana deângela Ângeles falou outra, vai burando, vai tirando as arestas, vai melhorando, de repente aparece o quê? A criatura feita pelo criador, que somos nós na nossa beleza imensa, imensa. Como que nós não queremos ser bonito, gente? Não é? Temos que ser bonitos, né? Então, se nos gerou falíveis, ele não falou: "E vou fazer uma pessoa com eh inteligência artificial. Basta botar, eu quero saber isto" e a gente já direitinho, né? Se nos criou falíveis, não poderá exigir comportamento sempre irrepreensível. Ele nos criou. Agora vai e faça a sua

eligência artificial. Basta botar, eu quero saber isto" e a gente já direitinho, né? Se nos criou falíveis, não poderá exigir comportamento sempre irrepreensível. Ele nos criou. Agora vai e faça a sua parte. E nós achamos o mundo lá fora mais bonito. Fal, não, minha parte eu deixo para depois eu vou lá fazer a parte do outro, ficar com o outro, a fazer tudo pelo outro e depois uma hora eu volto e faço por mim, né? Então esse é um comportamento falível. Ele não pode exigir comportamento sempre irrepreensível, pois conhece nossas potencialidades e limites. Nós não enganamos ele, né? Não tem como enganar, porque sabe tudo de nós, nós nos enganamos, nós nos vestimos de uma máscara que não é nossa, mas ele deve falar assim: "Nossa, tá tão bonitinho ou bonitinha naquela máscara", né? Tira aquilo ali para ver o que que fica, o que que vai dar, o que que vai ser. Mas isso é por enquanto. Nós não damos conta de ser puro, orgânico, vamos dizer. Nem os orgânicos hoje a gente bota uma dúvida, né? Nos orgânicos. Nós não podemos ser puros desse, não damos conta ainda, né? Ainda se criaturas como nós aceitamos as falhas dos outros, eu com minhas com minhas dificuldades aceito as falhas daqueles que convivem comigo, porque o que a dou em sua infinita bondade, misericórdia, não aceitaria como eu sou, não é? A gente aceita do outro, fala: "Não, vocês já viram?" Não, coitado, ele errou, mas ele é assim mesmo. Mas é uma boa pessoa, você pode acreditar, né? E fica às vezes a vida toda. O palestrante Arto Dutra, ele era da vara de família em Belo Horizonte e ele falou assim que ele ficava assim abismado com as mães. O filho matou o outro, esquartejou, enterrou cada pedaço no lugar. A mãe chegava, fala: "Doutor, mas tem misericórdia dele, ele é tão bonzinho." Quer dizer, olha, né? Pra mãe, para Deus também nós somos. Só porque Deus enxerga um pouquinho diferente. Ele nos enxerga com possibilidades de melhoramento. As mães, nesse caso, dessa forma, não vê com essa possibilidade, não fala não,

Deus também nós somos. Só porque Deus enxerga um pouquinho diferente. Ele nos enxerga com possibilidades de melhoramento. As mães, nesse caso, dessa forma, não vê com essa possibilidade, não fala não, né? Mas porque no fundo é bonzinho. Ele está revestido de uma agressividade porque talvez tirou o brinquedo que ele queria ou ele tirou o brinquedo e o outro reagiu, não sei, né? Aí ele fala também, já veio nosso amigo para lá, ó. É aqui, pessoas não condenam seus bebês porque eles não sabem comer, falar, andar corretamente. Por que espíritos ainda imaturos pagaria? por anos e pensamentos que ainda não aprenderam. Quer dizer, se a gente desculpa a criança, por que que a gente não se desculpa? É se autodesculpar. Por que que a gente condena? Minha culpa é minha máxima culpa. Não era assim que a gente fazia. Deus não me perdoa nunca. Nunca. A gente tem uma nunca que eu não sei onde que fica ou nunca, né? Não sei. Não, não nos perdoa nunca. Tô fadada a viver. É. eternamente em algum lugar que eu não gosto, né, que eu não vou nem citar, né? Então, o que pensar dessa bondade divina que permite as almas escolher o seu roteiro, né? O que pensar dessa bondade? Vai, passa e depois a gente conversa para ver o tanto que você deu conta, o tanto que você que não deu conta e como é que a gente conversa com ele. Hum. À noite, Santo Agostim disse, né? Vou deitar. Não deita e dorme não, né? Deita um minuto, 5 minutinhos, gente. Se for demais, fica em pé, né? Igualzinho com a mãozinha para trás assim na parede, né? Eu nunca fiquei não, mas deve ser horrível, né? Mas sentava para pensar. 20 minutos só que era para pensar. Não pensa, né? Eh, fiz certo, andei pro caminho certo, agi corretamente, não. Então, amanhã possibilidade de fazer diferente, né? Então, ele permite que escolhamos, escolhemos nosso caminho de acordo com o livre arbítrio. Não gosto de livre arbítrio, ele deveria ser incisivo. Não faço, acabou. Os pais da gente não fazia isto e não fazia. A gente não fazia, né? Mas por trás a gente às vezes fazia, né?

o livre arbítrio. Não gosto de livre arbítrio, ele deveria ser incisivo. Não faço, acabou. Os pais da gente não fazia isto e não fazia. A gente não fazia, né? Mas por trás a gente às vezes fazia, né? Mas ali, quer dizer, com pai não tem livre arbítrio, pai carnal. Com Deus ele tem o livre arbítrio e depois cobrasse aquilo que eles elas ainda não adquiriram. Então nós temos os o livre arbítrio, temos. Ele não cobra da gente. A gente que se cobra e faz diferente. Eu sei muita coisa que eu não fiz lá atrás porque tá pesando hoje, né? Então, a gente vai ter que terminar, mas a gente vai dar só uma encerradinha aqui, tá, Antônio, só um tiquinzinho. Ninguém nos condena, nós é que cremos no castigo e por isso nos autopunimos, provocando padecimento, padecimento com gestos mentais. A gente fica naquela repetição de pensamento até cansar ou amigos, entre aspas falar: "Ah, tá pensando demais, vou ficar lá perto dele para pensar mais ainda". Vira um processo obsessivo. Aí eu tenho que vir aqui fazer tratamento na casa, né? Aceitemos sem condenação todas as sendas que percorremos. Aceitar sem nos condenar. sem no falar, a gente condena, a gente sentenceia, condena e enforca a gente mesmo. Por isso que de vez em quando alguém fala assim: "Não, mas você não fez isso não? Olha, você teve boa intenção?" Não, não tive não. Eu fui desse jeito mesmo. O outro tá falando que não e a gente tá insistindo. Vamos fazer essa reflexão do Santo Agostinho, questão 919, do livro dos espíritos e vamos ver o que que eu fiz, o que que eu não fiz. O que eu fiz, ponto, ganho na caderneta. O que eu não fiz, amanhã eu faço e volto pra caderneta. Não tem caderneta do que eu não fiz não, porque senão eu fico só na do que não fiz, né? Então, sem condenação, todas são válidas. Se lhes aproveitemos os elementos educativos, quer dizer, tudo que fizermos é válido, se for educativo. Se não for, é perda de tempo. É perda de tempo. Mas perda de tempo eu posso fazer depois. Muito rápido, né? Muito rápido. Eu não posso perder tempo mais não, viu,

fizermos é válido, se for educativo. Se não for, é perda de tempo. É perda de tempo. Mas perda de tempo eu posso fazer depois. Muito rápido, né? Muito rápido. Eu não posso perder tempo mais não, viu, gente? porque eu já tô bem no finalzinho, porque assim somadas nos darão sabedoria para outras caminhadas mais felizes, né? Mesmo aquelas trilhas que anotamos como caminho do mal, não são excursões negativas de perdição perante a vida, mas somente equivocadas opções de nosso livre arbítrio. Então, essa lição de hoje, cada um percorre a estrada certa no momento exato. Não adianta eu querer percorrer uma estrada que não tá o meu momento. Não adianta eu querer é fazer algo que eu ainda não estou pronta para fazer, mas eu posso estar pronta uma hora. Por isso que eu tenho que prestar muita atenção, de conformidade com seu estado de evolução. Hoje eu dou conta só de falar para vocês, pode aquele, naquela época eu não dei conta de fazer 10 minutos de evangelho. Senti medo, arrepio, falei que eu não dou conta, ia ser feio, fiquei com vergonha. Hoje eu venho aqui de última hora, tô sentindo tranquila, vou sair daqui, vou lá pro grupo viver, né? E depois eu vou embora. E amanhã tem mais atendimento, tem mais de dirigir palestra. Tomara que a palestrante venha, né? Porque já acabou o repertório amanhã de manhã e aí continua, continua, continua, né? Mas tem tempo também pra gente poder ver netos, né? Que que é as bênçãos que Deus deu, né? Tudo está certo, porque todos estamos nas mãos de Deus. Tudo tá certo, porque é ele que comanda nossas vidas. Então, com esse finalzinho, nós vamos nos entregando a prece final em profundo agradecimento, porque só por hoje nós aprendemos um pouquinho que todos são os caminhos. Não interessa que tipo de caminho, se é um asfalto, se é pedregulho, se é barrento, se é com música, sem música, mas todos os caminhos no nos leva a Deus. Então, com essa certeza absoluta, nós agradecemos a ele, esse pai maravilhoso, a Jesus. Agradecemos as a vocês do salão, agradecemos vocês que nos

sem música, mas todos os caminhos no nos leva a Deus. Então, com essa certeza absoluta, nós agradecemos a ele, esse pai maravilhoso, a Jesus. Agradecemos as a vocês do salão, agradecemos vocês que nos assistem, agradecemos a produtora que nos coloca no ar e nos leva pro mundo todo. Sabe o que que é isso? Alguém levar. Só não leva vocês que não pode gravar que vocês não deram autorização, né, para aparecer. Mas nos leva a nossa fala e quantos podem ser ajudados com a simples, simples, singela reflexão. Mas isso que Deus quer de nós, que a gente saia daqui e seja os multiplicadores da sua fala. Então, que a doce paz de Jesus esteja conosco hoje e sempre. Uma boa noite para vocês, uma boa noite para quem nos assistem e eu entrego vocês numas mãos maravilhosas que é do Antônio que vai conduzir vocês para um passe. Boa noite. Obrigada Antônio. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual.

om os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas [música] livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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