O PROPÓSITO DA DOR - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]
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Tarde, amigos. Que a doce e paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão. Aqueles também que estão nos assistindo, todos sejamos bem-vindos a esse nosso momento das 16 horas de quarta-feira. Para começar esse nosso momento, a gente sempre faz uma prece, né, levando os nossos pensamentos, os nossos corações, a Jesus, a Deus Pai de infinita bondade, a Dr. Bezerra de Menezes, o mentor da casa, em agradecimento. Quantas coisas nós temos que agradecer nesse momento, né? um pai que nos criou, né, sua semelhança com a sua toda a sua capacidade de amar. A Jesus, esse irmão que nos ampara todos os momentos das nossas dificuldades, mas também das nossas alegrias. Ali ele está, das nossas incertezas nós pedimos. E quando a gente sabe esperar, essa ajuda chega nos nossos sofrimentos. Quando nós falamos: "Não dou conta". E ele com certeza dá aquele sorriso e fala: "Ah, você dá conta, você é uma criatura filha de Deus, por que não ou filho de Deus, por que não dar conta?" E a Dr. Bezerra de Menezes, esse espírito grandioso que que está nos envolvendo nesse momento, é o mentor dessa casa. Essa casa que é uma escola para nós, quando a gente quer aprender. Essa casa que é um lar, quando nós sentimos sozinhos, que nós chegamos. E mesmo que a gente não conheça, mas é uma família, uma família que tem os mesmos objetivos, os mesmos desejos. É um hospital que quando nós adoecemos, para onde que a gente corre, quando a medicina não vai, não tá dando certo ou não achou a causa, nós corremos para aqui. Então ela é tanta coisa e está sobre o comando de quem? Do Dr. Bezerra de Menezes. Então por que não agradecer essas três espíritos maravilhosos, né? E cada um na sua escala evolutiva. Deus já conseguiu tudo, tá? Jesus ali, Dr. Euríptes, perdão, Dr. Bezerra de Menes é porque eu só peço para Eurípedes, viu? Entendeu? Então, por isso que eu troco. Então, vamos agradecer esse momento e pedindo também que hoje nós sejamos intuídos, que nós sejamos eh as nossas mentes abre para a lição do dia de hoje, da tarde de
deu? Então, por isso que eu troco. Então, vamos agradecer esse momento e pedindo também que hoje nós sejamos intuídos, que nós sejamos eh as nossas mentes abre para a lição do dia de hoje, da tarde de hoje. É um tema que vai falar da nossa dor, né? a do o propósito dela. Então, comecemos esse nosso momento com as bênçãos de Deus, de Jesus e Dr. Bezerra de Menezes. E que assim seja. Pois então, eu tenho e se o povo pudesse perguntar para vocês mão direita ou mão esquerda, porque quando eu faço uma palestra eu faço duas, entendeu? Porque eu não sei o que que vai acontecer às 16 horas, né? Então eu já fico eu já fico preparada. Nós temos o propósito da dor e dentro da luta de todo dia. A gente vai começar dentro da luta, que é um que é uma mensagem do espírito Emanuel, tá no livro Vinha de Luz. E Emanuel sempre fala para nós como se eh fosse da nossa casa, dentro da nossa casa ou morando no nosso bairro e vendo as coisas e fazendo as comparações. E ele começou falando do do Evangelho de João, capítulo 17, versículo 15, onde fala assim: "Não peço para que os tire do mundo, mas que os livre do mal. A princípio a gente não sabe de quem que ele tá falando, né? É Jesus que tá falando pro pai. Jesus está orando ao pai, pedindo que o que nós sejamos protegidos de todo mal. Olha que coisa bonita, né? Pedindo pro pai. Quer dizer, ele veio para nos ajudar. Ele não deixa de ser um segundo pai. Porque quando nós fazemos nossas orações, a gente começa com o Pai, mas termina com Jesus. Não é assim? Não sei se é com vocês, porque Jesus é familiar para nós. Jesus nasceu nesse mundo de provas e expiações. Ele não precisava de estar espiando, mas ele veio para nos ajudar. Por isso que ele tá sempre pedindo ao Pai, pai, perdoa, porque eles não sabem o que faz, né, Pai? eh, orando, pedindo para que ele, né, faça, nos proteja de todo o mal, porque às vezes nem nós sabemos que aquilo é mal, só sabemos quando dói, não é? Infelizmente nós eh fazemos as escolhas, escolhas do jeito que eu quero, que tem ser assim, porque eu
eja de todo o mal, porque às vezes nem nós sabemos que aquilo é mal, só sabemos quando dói, não é? Infelizmente nós eh fazemos as escolhas, escolhas do jeito que eu quero, que tem ser assim, porque eu quero é desse jeito, eu já programei assim e esquecemos de verificar se aquilo que eu escolhi tá de acordo, se aquilo ali vai me deixar tranquila, vai me deixar serena, se é bom para mim, se é bom pro outro, se é bom para todos nós, porque O que é bom só para mim é um bruto egoísmo. E todo o egoísmo dói. Uma hora dói. Pode não doer no momento, porque o egoísmo me deixa só e nós não fomos criados para viver só. Então aí o espírito emano, eu vim falando que não peça o afastamento de tua dor. Nós não estamos falando de dor de dente, de dor de unha cravada. Ó, tô falando uma coisa simples. Não, essa tem o dentista, tem o podólogo, se a unha tá difícil, né? Nós não estamos falando dessa dor que nós vamos ali o profissional ajuda. Nós estamos falando daquela dor moral, daquela dor às vezes também daquela dor que que eu não tenho como fazer, né? Aquela dor que me pega desprevenido e que eu falo: "Meu Deus, o que eu faço com isto?" Às vezes até um câncer que surge antes até de saber que não, que tá no princípio, que todo câncer hoje ele só mata quando eu descuido, que ele é tratável, mas desde que eu esteja sempre olhando para mim, olhando pro meu corpo, olhando pro meu emocional e olhando pro meu espiritual, às vezes nós olhamos só para o material e quando vem a dor, eu não consigo entender essa dor. Por quê? Porque a minha emoção ela desgoverna, ela perde o controle. E aí eu não acredito que Deus possa fazer alguma coisa, porque se ele pudesse fazer, ele tinha feito lá atrás, não tinha dado essa dor para mim, porque aí a dor foi ele que deu, não foi o descuido que eu tive, né? Então não vamos pedir o afastamento, né? Vamos rogar para que a gente possa suportar com serenidade e até com heroísmo e ver por que ela chegou nesse determinado momento, o que que ela tá querendo me
Então não vamos pedir o afastamento, né? Vamos rogar para que a gente possa suportar com serenidade e até com heroísmo e ver por que ela chegou nesse determinado momento, o que que ela tá querendo me dizer primeiro, porque nessas alturas ensinar é ruim. O que que ela tá querendo me falar? Porque ela fala assim, eu sempre uso uns exemplos muito simplório, muito pequeno, muito bobinhos, né? Um dor de dente. Quem é que faz profilaxia aqui? Vai no dentista três vezes no ano. É muito difícil, mas deu. Acho que eu tô com incômodo aqui. Acho que eu vou lá ver o que que é. Mas quem é que fala? Eu vou lá para saber se tá tudo OK, não é isso? Se tá tudo OK. E se eu vou de três em três meses, o que vai aparecer se não tiver bom, ele é muito pequenininho. Ele não me causa sofrimento, ele me causa incômodo. É diferente. Mas se eu deixo, aí é uma complicação grande. Às vezes tem que entrar com antibiótico, anti-inflamatório e muita coisa. Às vezes até a extração daquele dente que hoje é mais difícil, né, extrair, você tem que dar uma autorização pro dentista para ele extrair seu dente, né? Entendeu? Às vezes tem que fazer um implante aí, além de ter uma dor moral, porque eu não cuidei, a dor física, ainda tem a dor econômica, financeira, porque é caro, não é? Então a gente fica nesses três nível. Então vamos pedir, né? Vamos nesse momento eh ter serenidade. Por que que será que aconteceu isso? Por que que eu tô sofrendo? Porque minha família, que é uma dor moral, tá desajustada. E não ficar só no sofrimento, ah, porque tá desajustada. Ah, porque não tem jeito. Essa família, meu Deus, eu podia ter nascido em outra família. Essa família dá muito trabalho para mim, não é? Porque se tá dando trabalho, se tá me causando essa dor, eu tenho que entender o quê? Será que não sou eu que tô provocando a dor? E se é o outro, por que que o outro precisa para que cessa essa dor da família, gente? Porque não é, as coisas não são de graça. Ou porque eu não fui, não fui cautelosa. Eu deveria ter prestado mais atenção.
o outro, por que que o outro precisa para que cessa essa dor da família, gente? Porque não é, as coisas não são de graça. Ou porque eu não fui, não fui cautelosa. Eu deveria ter prestado mais atenção. Essa atitude minha só vai me levar a doer cada vez mais. Vamos pensar antes. E se não pensou antes, não desanime. Peça essa serenidade e essa força de vontade, né, para que a gente consiga, né, eh, a gente tenha vantagens sobre essa dor. Até vantagens, porque a dor é uma inimiga nossa, mas vamos ver quem é que vence, eu ou ela. E se ela vier, ela é uma adversária. E adversária a gente não briga. Adversária a gente negocia, né? A gente negocia. Aí ele ele vem fazendo umas comparações muito muito muito boas, né? Muito ricas. Não solicite o desaparecimento das pedras de teu caminho. São as dores, né? Quando nós fazemos oração, que nós pedimos para que cesse essa dor. E às vezes quem colocou ele no caminho foi Deus para me freiar, porque ele freia a gente assim, vou botar isso aqui para essa pessoa poder acordar. Acorda tu que dormes, não tá lá, né? Dorme. Então, o que que acontece aí? Ele eu não vou não vou tirar pedir para ele tirar a pedra. O que que eu posso fazer? Ter pensamentos. O espírito Emanuel fala assim: Insistir na recepção de pensamentos. Ele tá falando: "Para e pense, né? Para que você possa te ajudar, te ajudar e aproveitar. Já que tem essa pedra, vamos ver o que que acontece. Porque se eu passar, dar uma volta na pedra, eu tô deixando o problema de lado. E o problema, a pedra é meu problema. O a pedra é minha dor. E a gente não descarta a dor dessa forma. Tem gente que ignora, né? ignora. Aí vai viajar, aí vai fazer muitas compras, aí vai eh às vezes até partir para as drogas para diminuir a dor. Faz um monte de coisa, mas não enfrenta ela. Então não vamos desviar, não. Vamos parar, olhar e ver o que nós podemos fazer com ela. Às vezes é tirar e botar em outro lugar. às vezes é achar um uma outra forma de lidar com aquilo que está no caminho. Aí ele continua falando, não exijas a
olhar e ver o que nós podemos fazer com ela. Às vezes é tirar e botar em outro lugar. às vezes é achar um uma outra forma de lidar com aquilo que está no caminho. Aí ele continua falando, não exijas a expulsão do adversário. O adversário é uma dor, não é? Ó, e como, né? Aquele que atormenta a gente sempre, sempre, sempre. Tá vendo? Ele pegou uma pedra. Agora ele tá falando de adversário. E o que que a gente tem que fazer quando um adversário adversário é muito, é muito grande, né? O nosso familiar, né? Aquele que tá lá dentro de casa, não é? Eh, que a gente queria que ele que ele mudasse, né? Ou eu mudo, ou ele muda, ou eu não aguento, eu não converso, eu vou vou chegar quando ele tá dormindo, eu vou sair quando ele não acordou. Quer dizer, ele não deixa de ser uma pedra no caminho, né? Ele tá falando espírito emânel tá falando que não. Pedir recursos para elevação. Nossa, olha aí, a gente quer que ele melhora. A gente faz, traz o nomezinho dele para botar lá nos papeizinhos para ele melhorar. Esquecendo de nos melhorarmos. Porque se eu ele é um adversário, é porque eu tenho alguma coisa que me torno ele um adversário. Às vezes ele não é nem meu adversário, às vezes não é. Às vezes é só o irmão que botou nós dois juntos para resolver algumas situações. Então, pedir elevação para nós, a fim de que a gente possa transformar nossos sentimentos, sentimento de antipatia. De repente a gente ora tanto por nós para que esse sentimento, eu já aconteceu isso comigo, seja amenizado para depois de amenizado eu verificar por que será que tá desse jeito até chegar uma grande simpatia. E eu fiz isso uma vez, demorou um tempo, demorou, não sabia porquê. A outra pessoa acho que nem sabia, entendeu? Então o problema era meu, a dor era minha. Entendeu? Então o que que eu fiz? Eu sim, fui me analisar, fui me analisar, fui orando por mim muito tempo até que as coisas e elas vão diluindo de uma forma que nós não sentimos. Porque quando nós pedimos com essa vontade, né, de transformar, nos transformarmos,
me analisar, fui orando por mim muito tempo até que as coisas e elas vão diluindo de uma forma que nós não sentimos. Porque quando nós pedimos com essa vontade, né, de transformar, nos transformarmos, as coisas acontecem. Deus tá nos ajudando, ele manda alguém para nos ajudar e aí vai, a pessoa vai tornandose simpática e que você nem não é ela que simpática, eu vou tornando simpática, né? Ela vai tornando simpática para mim. E de repente temos grande amizade hoje. Olha aí, poderia est continuando nessa antipatia. Quem tava perdendo? Eu, porque a outra nem sabia, né? Mas quando eu melhorei, eu vi o tanto que a outra não tem nada a ver. Era o problema era meu, né? Ele fala: "Não supliques a extinção das dificuldades." Nós temos o hábito de orar pedindo, olha que isso não aconteça mais, que não isso, a extinção mesmo, né? E às vezes numa cirurgia, num corpo humano, quantas vezes não pode nem tirar certas coisas por todo. Eu tive uma uma sobrinha, ela nasceu com câncer no neuroblastoma, né? E ele tava eh aderido aos rins, ao rim, um rim dela. Ela tinha um mês pequenininha, não dava para tirar aquele cã, aquele tumor. Por quê? Porque ia cortar e ela, ela tinha um mest, ela ia, ia perder o sangue, não é? Tão pequenininha. O que que fez? Tiraram tudo que foi possível e deixaram um pedacinho ali, né? Entendeu? Então não estimpou aquele câncer e ficou aí veio o tratamento, veio o tratamento, né? E a da quimioterapia, os exames que eram necessários para ver até que terminou. Hoje tá aí com 30 e tantos anos. Quer dizer, então até dentro da medicina às vezes não se tira de uma vez aquilo porque não dá, não tem como recuperar rápido. No caso dela e haveria um sangramento, né, muito grande e tava bem grudadinho. Então o cirurgião preferiu que fizesse desta forma. E nós também às vezes a gente pede para sumir aquela dificuldade e aquela dificuldade é aquilo que vai nos fazer crescer. A minha antipatia pela pessoa era uma dificuldade. E se eu tivesse pedido para aquilo acabar, será que acabava?
e para sumir aquela dificuldade e aquela dificuldade é aquilo que vai nos fazer crescer. A minha antipatia pela pessoa era uma dificuldade. E se eu tivesse pedido para aquilo acabar, será que acabava? Ela ia tornar indiferente para mim. E é tão ruim quando as pessoas são indiferentes pra gente? É como se eu acredito, é como se a gente elas fossem invisível. E olha, já pensou se vocês fossem invisível para mim, como que eu iria est falando se não, eu não tô vendo vocês, né? A gente vê primeiro as cores das roupas, depois a gente vem vê a a energia de cada um, depois a gente identifica se tem cabelo mais claro, cabelo mais escuro, se usa óculos ou não. Isso não é prestando atenção, isso é em forma de energia que chega até a gente aqui nesse momento. Pode ser que depois eu iria prestar atenção em outra coisa, mas não aqui, né? Nada existe sem razão de ser, diz o espírito Emmanuel. Tudo que acontece tem uma razão. Tive agora recentemente, exemplo, eu tô pedir permissão vocês para falar de coisas pessoais. Meu filho teve um sangramento de baço sem explicação. Tá lá, teve na UTI 11 dias, 12 dias e sangrando o bo, sangrando muito, muito pouco. Ah, vamos tirar o baço. Claro, o primeiro momento daqueles, daqueles médicos é tirar o baço. Mas Deus envia alguém, né, um médico conservador para como tiro, de um jovem. e sem diagnóstico. Por quê? Joga futebol, joga. Teve bolada no braço, não. Teve chutada no braço, não. Cinto de segurança tem muitas mortes, porque com cinto de segurança às vezes uma pancada, né? Não. E não tem. Ele não nunca teve doente, nunca teve problema e melhorou. Melhorou. Não sabe porquê. E claro que ele, eu não pergunto, né? Mas eu fico tendo minhas conclusões. Será porque apareceu aquele baço que causou dor, dor, dor física, dor emocional, medo, medo, medo é uma dor grande. O que que é que tá acontecendo isso comigo? Então, nada existe. Tem razão de ser. Eu vi que aquilo ali, no meu entendimento, que eu não passo para ele, né, de maneira nenhuma. Eh, porque se ele tivesse
que que é que tá acontecendo isso comigo? Então, nada existe. Tem razão de ser. Eu vi que aquilo ali, no meu entendimento, que eu não passo para ele, né, de maneira nenhuma. Eh, porque se ele tivesse comigo comungando das das mesmas coisas dentro de uma doutrina, eu falaria. Eu acho que aquilo ali foi para muita coisa que eu vi e que foi mudado. E mudado para melhor. Em função de quê? De um susto, de uma coisa que não tem diagnóstico, que ainda estão tentando ver, tentando ver o quê? Uma coisa que não tem o que ver. Então, acredito que tenha sido porque teve uma mudança muito grande em relação a toda a família, né, dele em função desse desse problema. Então é pra gente ficar, ah, que coisa, olha lá, que que sofrimento, que dor e não sei o quê. E a gente preocupou. Não, eu acho que até ele hoje tá pensando nisso porque eu vi que mudou muita coisa nele. E aí eu mãe enxerga isso facilmente, né? Então eu acho que quando vier, né, a gente tem que perguntar porque não vem de graça, não vem. Mesmo que a gente provoque, mas provocou, vamos aproveitar então, né? Então, a sabedoria, ele diz que a sabedoria do do Senhor, não do Mestre, né, de Jesus, não deixa mar inutilidade. Então, tudo que acontece é útil na nossa vida. Tudo, tudo, tudo. Até uma, até um problema no cachorrinho adoece, a família sofre, né? A família muda de atitude para poder trazer um conforto para aquele animalzinho que tá lá fazendo hemodiálise, né, que tá lá que não não vai fazer eutanásia e tá dando a chance para ele, o tanto que ele precisar de chance de de um dia de vida, dois dias de vida, porque não tá causando dor. Então vamos deixar para ver a é o cachorrinho que tem, tá prendendo, a família que tá prendendo. E muito, né? tá se unindo mais, tá vendo o que que tá acontecendo, por que que é, eu acredito que seja, né, porque todo mundo, até eu tô nesse, nessa complicação também desse cachorro, dessa cadelinha, né, a gente fica, né, fica mais unido para todo dia quer saber notícias, conquistar últimas notícias só
é, porque todo mundo, até eu tô nesse, nessa complicação também desse cachorro, dessa cadelinha, né, a gente fica, né, fica mais unido para todo dia quer saber notícias, conquistar últimas notícias só porque um uma cadelinha, gente, é algo que algo é um bichinho de estimação de de estimação de família que eu gosto. Então, a gente tem que começar a ver, a dor é deles, mas tá me fazendo bem estar com eles, tá me despertando um ser que preocupa, um ser que gosta, um ser que tá junto. Então, é isso que nós temos. Propósito da dor é para isto, né? Para eu chorar e escomungar o mundo, né? por causa que tá doendo, não. Então, o sofrimento tem sim uma função preciosa no nosso plano, plano das almas, né? Nós vamos chegar lá, quando a gente sair daqui, né, fazer outro, tá em outro momento, com certeza nós vamos ver todas as dores que nós tivemos e como nós reagimos a elas. Será que foi bem? Ou eu injurriei, ou eu chateei? ou eu reclamei ou eu joguei pedra e falei, eu não aproveitei ela como meio de crescimento, de crescimento. Eu penso que a perda de um filho não deve ser uma dor, deve ser a maior dor para uma mãe, né? Eu fico pensando e na sexta-feira eh desencarnou uma criancinha de 11 anos com a diabetes de 506. A diabetes foi para 506, nunca teve nada. Como um menininho de 11 anos. Não era de não era diabético. Não era diabético. Foi para hospital com a diabetes do uma glicemia de 220. Chegou lá já passando mal aquele claro, né? O, e de repente teve um pico de 560, tudo parou de funcionar nele. Morte cerebral. Quer dizer, e a mãe falou assim: "Desliga o aparelho, desliga que tinha só um tiquinzinho só de vida, que não ia ter mais jeito." A gente pode imaginar essa dor? Não podemos. Mas ela reagiu, com certeza atendeu todo mundo que estava lá. de uma forma delicada, é um sofrimento grande, mas alguma coisa na vida dela vai ter um outro rumo. Vai ter um outro rumo, com certeza. Desde o comecinho da internação até o momento, já teve já teve uma mudança, né? É uma fé, é uma crença em outra vida, é uma
oisa na vida dela vai ter um outro rumo. Vai ter um outro rumo, com certeza. Desde o comecinho da internação até o momento, já teve já teve uma mudança, né? É uma fé, é uma crença em outra vida, é uma crença que nada 11 anos terminou o fluido vital. Não vamos falar de fluido vital, podemos até falar depois, né? Vou fazer no final do mês sobre a o propósito da reencarnação e a gente pode falar do fluido vital. Acabou a gasolina do carrinho dele, que ele era um carrinho, aí agora tem que ir embora. Não, de que jeito? O menino eh que não tinha problema, não tinha dores, não tinha doença. Uma glicemia de 560. Parece que é impossível, né? E se a gente tivesse nesse lugar, no lugar, será que a gente estava contra Deus, contra tudo e contra as pessoas também? Não, né? Então ele fala que o sofrimento tem essa função preciosa no nosso no planos das almas, né? Como a tempestade, né? Vem a tempestade, lava tudo e a gente ainda briga: "Nossa, que tempestade que veio, que confusão." Derrubou árvore, botou um carro que tava num lugar no outro, lavou tudo, tudo, tudo. O a atmosfera ficou limpa e nós não gostamos de jeito nenhum. Aí ele faz uma comparação que a árvore desde o nascimento ela cresce e produz, né? Se ela é frutífera, ela tem que produzir, mas ela vence. muitas resistências. Se ela pudesse falar para nós, ela ia falar da dor que foi desde o dia que foi colocada ali, aquela sementinha na terra escura, úmida, que teve que crescer para depois soltar em galinho sair daquela terra. Já pensou? Eu fico imaginando um dente de criança quando nasce, não é assim, né? e sai e vai crescendo e vai dando fruta. Teve muitas resistência, às vezes tem podas abruptas, né? E ela ali eh vi assim com coragem brota e continua sobrevivendo, né? O corpo da criatura se desenvolve entre perigos de variadas espécies. Aceitamos cada dia, aceitamos o nosso dia de serviço onde estivermos, o serviço que nos for dado, porque essa é a vontade do Senhor. Ele nos colocou aqui com trabalho, com tarefas. Para
adas espécies. Aceitamos cada dia, aceitamos o nosso dia de serviço onde estivermos, o serviço que nos for dado, porque essa é a vontade do Senhor. Ele nos colocou aqui com trabalho, com tarefas. Para quê? para que a gente crescesse. E essas tarefas sempre são prazerosas? Não. Às vezes elas são muito difíceis, muito doloridas, né? Mas nós precisamos. Por isso que o discípulo celestial diz: "Não peço para que eu os tire do mundo, mas que os livre do mal". E na outro, na outro momento que eh eu fui ver, ele, esse autor falou assim que Jesus afirmou que ninguém deve remendar roupa velha com pano novo. Eu sempre via esse evangelho, eu pensava e realmente não não dá, né? O a roupa velha, se você bota um pano novo, a velha não dá conta de sustentar o novo, não é? Eu não sei se tem costureira aqui ou se tem alguém que já tentou fazer. Hoje a gente nem remenda de primeiro remendava, né? Hoje acho que a gente a gente deixa, né? Deixa para lá. Mas lá tá em Mateus, capítulo 9 versículo 16. Aí talvez seja isso que a gente tá querendo fazer na nas nossas vidas, né? remendando a nossa vida, remendando a nossa saúde, remendando nossa família, os nossos relacionamentos, o nosso trabalho, os nossos trabalhos, remendando tudo, mas continuando sendo a mesma pessoa cujas roupas já estão velhas e rotas, que precisam ser trocadas por novas. Talvez a dor nos faça ver que ela ela veio, ela veio numa pessoa que está velha, velha no sentido, velha no preconceito, velha nas atitudes, velha em muitas outras coisas. Talvez a dor vei para poder falar: "Olha, não dá mais para ser desse jeito. Eu não posso estar aqui com você, você sendo dessa forma que não tá servindo porque não tá acreditando, não tá, não tem bom ânimo. Então vamos fazer uma coisa. Veio essa dor, tudo muda. Eu lembro que todas as vezes que há uma dor grande numa família, a família muda de posição. Não é isso que acontece? Ela começa a ver, ah, olha, a gente pode fazer desse jeito, a gente pode fazer daquele, olha, se não, né? Então, olha, uma família que
numa família, a família muda de posição. Não é isso que acontece? Ela começa a ver, ah, olha, a gente pode fazer desse jeito, a gente pode fazer daquele, olha, se não, né? Então, olha, uma família que tem um autista ou uma pessoa de síndrome de D, a casa é transformada, né? Tudo transformado em função da agilidade deles. Eu quando tava grávida da da minha filha, do segundo filho, ela poderia ter nascido com catarata congênera, cegueira, com muitos outros problemas. Eu já tinha um filho, eu falei assim: "Bom, e não tinha certeza se ou não, mas a probabilidade seria de 90%. Eu comecei a repaginar minha casa. Não vai poder ter quina, tudo tem que ser lisinho para não machucar. Não pode ter escada, porta tem que ser mais larga. Olha, porque teria catarata congên cegueira e mais outra muitos outros problemas, né? Então, como eu mudei e não fui chateada, triste, não é porque eu poderia ter um filho ou filha naquela época que ia nascer com muitas dificuldades até para conviver num espaço físico. Como eu iria falar para aquele irmão que ela poderia ter hidrocefalia ou micocefalia que tem uma irmã, que um irmão ou irmã com cabeça grande ou com cabeça pequena? Então eu teria já como eu iria trabalhar com ele. Quer dizer, eu senti dor, não, não senti dor, né? Mas eu comecei a pensar na possibilidade de daquilo ali ser um motivo pro meu crescimento, um motivo pro crescimento da família toda. Não nasceu não, viu, gente? Não nasceu. Nasceu tudo, tudo bem. Então é isso, não botar, né? remendo novo em roupa velha. Nós não podemos continuar querendo alguma coisa novo se nossa situação é velha e eu não quero fazer transformação. Dói muito, muito, muito, né? Então vamos. A dor veio para fazer faxina, né? Ela veio para fazer o faxina, faxinar, mudar tudo. Às vezes a gente muda até de casa, né? Não tá aqui, tá muito difícil. Vamos mudar. Vamos mudar para uma casa menor, vamos mudar para uma casa maior, vamos ter um quintal, vamos fazer alguma coisa. Isso tudo às vezes é uma dor emocional, às vezes é uma uma perda de
ícil. Vamos mudar. Vamos mudar para uma casa menor, vamos mudar para uma casa maior, vamos ter um quintal, vamos fazer alguma coisa. Isso tudo às vezes é uma dor emocional, às vezes é uma uma perda de alguém da família e a gente faz uma transformação grande. E quando a gente tá fazendo essas transformações, a dor fica menor que a dor moral. É aquela dor que eu sinto que só eu tiro. Temos que rezar, né? Orar, sim. Fazer tratamento espiritual, que nos livre do problema não vai livrar, né? Porque cada um tem que fazer sua tarefa. Aqui a gente faz atendimento, né? Eu sou uma das atendentes e às vezes a pessoa quer assim, né? quer que a gente que muda, olha, eu vou fazer um tratamento para que tudo dê certo, porque tá muito difícil, tá? Mas dá vontade falar: "E você, o que que você quer fazer? Que que você quer mudar?" Às vezes a gente pergunta, né? E você já pensou se precisa também de mudar? Não, não, mas eu tô orando, tô pedindo a Deus, Deus vai ser grandioso, ele vai me ajudar. Aí a gente falou: "Ó, tá, oito, oito semanas de tratamento, depois volta aqui, volta aí. Aí não, nada deu certo. Mas o que que você fez? Aquelas recomendações, evangelho no lar. Ah, mas olha, é muito difícil na minha casa porque, né, todo mundo, cada um tem um horário, tá? Mas e você? Evangelho no lar não quer dizer que toda a família tem que estar reunida, o ideal, mas eu posso fazer sozinha, porque senão que que seria dos que moram sozinhos? Eu que que seria de mim? Não ia fazer, não é? Entendeu? Então, eh, mas fez, tá fazendo, tá orando, tá assistindo as palestras, pode, não precisa assistir palestra, que às vezes você vai assistir da Rute, não vai gostar. Entra lá na comunhão que você já sabe quais os palestrantes que é são simpáticos, que fala uma língua que você vai gostar, assiste, tá? Não, não, tá difícil, eu não tenho tempo. Bom, mas aí você eu vou perguntando onde você mora e até chegar no serviço. Bom, então põe lá no põe lá no carro, né? Hoje todo mundo põe o celular lá e vai vem assistindo. Então
, eu não tenho tempo. Bom, mas aí você eu vou perguntando onde você mora e até chegar no serviço. Bom, então põe lá no põe lá no carro, né? Hoje todo mundo põe o celular lá e vai vem assistindo. Então quer dizer, mas não é muito mais fácil o outro fazer por mim, mas a dor não dá pro outro fazer por mim. Tem que ser eu fazer por mim. Eu que tenho que tirar essa dor daqui. Não adianta o médico te operar, tirar o tumor ou tirar o que que for e mandar você fazer a dieta. Olha, não pode assim, toma os remedinhos. Você chega, ah, não, não, não vou tomar não, porque isso me dá dor de estômago, porque isso não sei o quê. E aí vai ter o tratamento completo? Talvez não. Talvez não, né? É muito difícil. Então a gente, eu tinha copiado um negocinho que eu vi aqui, o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã. Tá lá no Salmo 30.5. Quem sofre por ter mais, quem sofre pode ter mais empatia. Isso eu gostei muito e trouxe para mim, porque quem sofre, ele aceita mais o outro. Quando ele vê um alguma coisinha no outro, ele que tá sofrendo, nossa, você tem um querer bem. Você já viu no hospital quando você vai fazer um exame? Todo mundo que tá lá, todo mundo parece que é sua família. Por quê? Porque você também tá lá na condição de doente. Nós temos o grupo aqui de dependência química e o Acolher, né, que eu coordeno. É, são todos iguais. São, eu falo, nós estamos entre os iguais. Olha, todo mundo é simpático demais naquele grupo. Todo mundo. Se um chora, na mesma hora um pega o guardanapo porque o nariz escorre, pega o copo d'água e e dá aquele aconchego, por ele conhece aquela dor, ele sabe daquela dor. Então, por isso que ele tem empatia, né? Mas escuta e mais compaixão, né? A dor não é um fim, ele é um meio. Quando dói, eu faço mudança. Então ele é um meio para que eu mude, né? Então ele ainda cita a borboleta, né? A borboleta só vou depois que o casulo tá ali apertadinha. Deve ser horrível. Não pode nem fazer assim, né? abrir as az asinhas, mas a hora que ela sai, ela tá aí livre daquela de tudo
borboleta, né? A borboleta só vou depois que o casulo tá ali apertadinha. Deve ser horrível. Não pode nem fazer assim, né? abrir as az asinhas, mas a hora que ela sai, ela tá aí livre daquela de tudo aquilo. Então essa é a nossa mensagem que a gente queria trazer para vocês. Lembrando sempre que o propósito da dor, ela não é uma punição, ela não é para te nos punir. Olha, você fez isso, agora vai sofrer, né? Agora vai tá doendo. Ela é um meio para que eu possa melhorar. Então isso eu acho muito importante porque a dor para nós sempre a gente traz ela como punição e não é a punição. Vamos terminando, fazendo nossa prece que nossos amigos já estão aqui. Eu já passei um diquinzinho do tempo, né? Vamos fazer na nossa prece que eu sempre faço o Pai Nosso, que eu acho que é uma prece tão linda, tão linda, que Jesus deixou para todos nós. Então, sempre quando a gente for fazer o Pai Nosso, a gente vai lembrar que quem ensinou para nós, deixou para nós, foi Jesus. Então, a gente lembrando dele, lembrando das nossas dores, não é? E vamos pedir força para que a gente passe por elas com sabedoria, aprendendo cada vez mais. Ela não vem para nos paralisar, vem para nos mostrar novos caminhos. E esses novos caminhos nós pedimos a Deus, a Jesus, que ele esteja conosco nessa caminhada. E por isso a gente vai fazer a prece falando: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa, Pai, as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação e nos livre do mal. Que assim seja. Amigos, uma boa tarde para vocês. Beijo no coração. Vocês que estão nos assistindo também, uma boa tarde, beijo no coração e até a próxima. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por
Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de
uidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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