A LUZ NO MEIO DA TEMPESTADE - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]
👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
para agradecer de [música] coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza [música] de viver. Doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão [música] longe de atingir a perfeição, aqui [música] eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando Boa tarde, amigos que estão pres aqui no auditório Bezerra de Menezes. Boa tarde aqueles que nos ouvem pelos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília e aqueles que irão nos assistir qualquer hora. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós. Para iniciar esse nosso momento, vamos fazer nossa prece. É a prece do início de todos os trabalhos da comunhão. A gente começa com a prece, encerra também com a prece. E sempre eu faço uma prece de agradecimento, porque temos tanto agradecer, né? agradecer a luz que emana desse pai amoroso, a luz que emana de Jesus, do nosso guia protetor, do nosso mentor da comunhão, sempre a nos guiar no belo caminho, naquele caminho que é melhor para nós, aquele caminho que nós vamos progredir talvez até mais rapidamente, né, usufruindo da luz deles, né? Então, botar candeia para que todos beneficia. E Jesus tem colocado essa candeia sempre nossos dias, que já temos luz próprias, mas às vezes nossa luz ainda é pequena e a gente não tem uma visão maior do que tá acontecendo e ele vem nos ajudar. Então, como não agradecer? Como não agradecer? e pedir, mas pedir faz parte do nosso defeito moral, né, de sempre querer mais alguma coisa. Então, a gente pede para que eles ser eles, todos eles, os bons espíritos sempre estão aqui a nos ajudar nessa nossa caminhada, porque existe a vontade nossa. Ela pode ser pequena, pode ser grande, pode ser imensa, mas nós ainda precisamos sim, porque viemos nesse mundo de provas e expiações para progredir. E chegamos aqui, a gente olha muito lá para fora, esquece de olhar
uena, pode ser grande, pode ser imensa, mas nós ainda precisamos sim, porque viemos nesse mundo de provas e expiações para progredir. E chegamos aqui, a gente olha muito lá para fora, esquece de olhar para dentro. E quando a gente olha lá para fora, a gente tem dificuldade de dar o passo, caminhar cada vez mais. Então a gente pede para que eles continuam nos ajudando. Claro que eles vão continuar, mas para que eles nos dê força para vencer uma coisa de cada vez, só por hoje. Então, só por hoje nós pedimos proteção e amparo. Que assim seja. Bom, amigos, nós escolhemos um tema hoje para falar. Eh, eu tinha escolhido outro, mas eu acho que alguém botou esse tema para mim, porque eu falei, não é possível, né? E mas é com certeza que eu tô precisando, né? Eu não sei se vocês estão precisando, mas se não for, vocês sejam solidários comigo no tema. é a luz no meio da tempestade. E a gente vê muito, muito, né, essa tempestade no nossos dias, né, a gente não é a tempestade da chuva, dos trovões, dessa chuva que não para, não, que ela é abençoada, né? Tomara que ela continue por muitos meses, mas essa tempestade que nós fazemos dentro de nós, essa tempestade que nos atrapalha de dar esse passo, por isso que a gente pede muito a Jesus, aos bons espíritos, que nos ajude, né, que que traga a sua luz para que a gente possa junto da nossa eh não tropeçar tanto, não é? não tropeçar tanto, porque a luz deles também é proporcional à nossa vontade, a nossa coragem de enfrentar cada dia mais. E aí eu andei pesquisando nesses bilhetes fraternais, tem até uma uma lição que fala entre as trevas e a luz. Se der tempo a gente ler para vocês que é muito interessante. Se não der tempo, vocês ficam para até 18 horas que eu leio na palestra da Márcia Cirotou. para vocês saírem daqui tranquilos, né? Então, a gente primeiro a gente viu que todos sem exceção, todos nós não tem esse melhor, esse pior, atravessamos tempestades. Isso faz parte no nosso processo, né, de crescimento aqui nesse planeta, entendeu? Todos os dias
a gente viu que todos sem exceção, todos nós não tem esse melhor, esse pior, atravessamos tempestades. Isso faz parte no nosso processo, né, de crescimento aqui nesse planeta, entendeu? Todos os dias acontece, todo dia é uma dor, todo dia é uma perda, todo dia é um conflito, todo dia é uma doença, todo dia uma crise emocional, crise espiritual. Todos os dias parece que a gente tem uma pitadinha de tempestade em nossas vidas. Por será, como nós falamos, como nós estamos nesse planeta, né, para nós nos melhorarmos. Então, a melhora ela dá também com as tempestades, principalmente com as tempestades, né? Porque se vamos fazer dar um exemplo dessa tempestade da chuva, eu tenho uma sombrinha, vai chover, o tempo tá ruim, eu não levo a sombrinha e saio, que que vai acontecer? Eu molho. Aí eu reclamo porque eu molhei. Bom, mas eu tinha um recurso para não molhar que era sombrinha. Nós temos recurso para enfrentar a tempestade. Nós não precisamos botar sombrinha para melhorar das nossas crises emocionais. Nós temos o evangelho, nós temos aqui a comunhão, nós temos tantos recursos, palestras, nós temos um bom livro, nós temos o exemplo de amigos que já venceram aquela tempestade e que nós podemos mirar naquela situação e fazer diferente. Então, temos muitas condições, muitas representadas todos os dias para nós, pra gente poder enfrentar cada uma delas, né? E às vezes a gente fica esperando um milagre. O milagre tá no próximo, porque Deus ele nos ajuda através do próximo. Se vocês prestarem atenção, vocês vão ver que sempre a gente, quando tá numa situação, aparece alguém que falou alguma coisa e que nem te conhece. Ou alguém, você viu alguma coisa escrita ou você abriu o celular para ver alguma mensagem eh de algum alguém ali no WhatsApp e parece que seu celular dá um pulo e aparece uma mensagem para você e você lê, fala: "Nossa, isso é para mim. Eu tô numa situação tão difícil e olha que coisa boa, né?" Então, a tempestade ela não escolhe se é fulano ou ciclano que vai
e aparece uma mensagem para você e você lê, fala: "Nossa, isso é para mim. Eu tô numa situação tão difícil e olha que coisa boa, né?" Então, a tempestade ela não escolhe se é fulano ou ciclano que vai passar. Ela é de todos nós. Ela não escolhe idade, ela não escolhe crença, condição social, perdas, crises de fé e da esperança. Ela atinge todos. Então, a gente começa a observar que a tempestade ela é algo, né? Ela é uma motivação para que a gente possa melhorar. Aí eu vou reclamar dela, não vou, porque eu poderia melhorar sem nada disto, assim, sendo eh extremamente eh ali organizado. Ah, eu tô com esse problema, eu vou procurar essa ajuda, eu vou procurar uma ajuda médica, eu vou procurar uma ajuda psicológica, eu vou procurar uma ajuda religiosa. Não, nós não fazemos. Nós deixamos. A hora que a tempestade chega, que a gente vê que tá muito difícil, aí a gente corre. Não é assim que acontece. Corre para poder verificar. Dentista. Quem vai no dentista porque vai fazer uma profilaxia. Todo mundo vai quando o dente dói. Ele pode doer com uma água gelada. Ele pode doer. Aí eu acho que eu tô precisando de ir. Ou olha assim, né? Fala, acho que ele tá meio feio lá no dentista para dar uma ajeitada, né? Ficar mais bonito. Mas de todo jeito eu vou por uma situação desta. No médico também é a mesma forma, né? E aí a gente tem uma fase, uma perguntazinha aqui pra gente refletir. Ela é para levar para casa, viu? Esta é levar para casa. O que nós costumamos fazer quando a tempestade chega? Isso é para cada um. O que que você faz? O que que você faz? O que que eu faço? O que que a Márcia faz? O que que a gente tá fazendo quando ela chega? A gente fica escabelada, descabelada e lá deita, cobra a cabeça e ou Deus ou céu ou vida, né? Ou nós reagimos com a tempestade, né? Luta, a gente luta ou foge da luta? Entrega a confiança de um ser superior ou ficamos jogando pedra, como diz o ditado, bem simplório na cruz, né? Ah, Deus não olha por mim. Eu vou, eu sou uma pessoa boa. Eu assisto a missa. Eu
da luta? Entrega a confiança de um ser superior ou ficamos jogando pedra, como diz o ditado, bem simplório na cruz, né? Ah, Deus não olha por mim. Eu vou, eu sou uma pessoa boa. Eu assisto a missa. Eu vou no passe, eu tomo água fluidificada. Eu jogo água benta em mim. Eu faço qualquer coisa e ninguém me ajuda, né? Aí a gente perguntou: "O que que nós estamos fazendo diante da nossa tempestade?" Que a tempestade, o que que nós estamos fazendo? Diante da minha tempestade, ela é minha, ela não é de ninguém. Então, quem tem que dar o passo sou eu. Não é terceirizar para Jesus, para Deus, paraas espiritualidade, para um santo, pro amigo. Às vezes a gente terceiriza, ah, mas você não me ajudou, por isso que eu tô nessa situação, né? Então, a gente tem que começar a pensar, fugir resolve, não. Piora, né? Entregar a confiança de alguém, começamos a melhorar. Mas essa confiança de alguém aí eu vou citar a comunhão. Até tava conversando com atendente, falei isso. A gente vai fazer um tratamento, mas pro outro ajudar a gente. A gente não tá fazendo nada. A gente toma o passe, sai e continua com a mesma ritmo de vida. A tempestade continua do mesmo jeito. Eu tenho um alívio quando eu venho aqui. Hora que eu saio daqui, a tempestade tá me esperando lá na porta. Eu tenho que começar a trabalhar essa tempestade na dentro de mim, na minha família, no meu serviço, no meu meio social, no meu em qualquer outro meio que eu participo para poder melhorar. Isso é um alerta. Tempestade é a febre que dá na gente para falar assim: "Tem uma coisa que não tá funcionando bem dentro de você, então você tá com 38º de febre". Que que nós fazemos? Ah, isso vai passar. Não, nós tomamos um remédio, nós nos cuidamos, não é? Porque a gente fica com medo. Pode ser uma chicungunha, um isso ou aquilo. A chicungunha, nem sei porque que eu lembrei. Acho que nem não sei se existe mais, né? Ou ou qualquer outra coisa. E a gente tem medo porque a gente tem medo de morrer, a gente tem medo de sofrer. Então, vamos fazer isso com as
ue que eu lembrei. Acho que nem não sei se existe mais, né? Ou ou qualquer outra coisa. E a gente tem medo porque a gente tem medo de morrer, a gente tem medo de sofrer. Então, vamos fazer isso com as tempestades emocionais, né? As crises espirituais. Aí a gente, o que que significa, qual o significado tem de tempestade? A tempestade, amigos, ela não é castigo, ela é lição dada para nós. Ele, a gente usou a tempestade, poderíamos usar qualquer outra palavra, mas usamos a tempestade para não ficar assim muito dolorido, né? Porque às vezes se a gente falar os erros, né, o que nós temos, a as coisas que não fizemos, o descuido que nós estamos tendo na nossa vida, então a gente fala tempestade que já chega de mais de mansinho na nossa vida. A tempestade ela não vem para nos castigar não, mas como experiência. É como a dor, a tempestade. Aí podemos, é a dor que chega. Ela chega para nós tomarmos uma atitude. E quando a gente toma atitude, ela é uma experiência, ela é educativa à dor. Então, a gente pode falar que a tempestade são as dores da nossa vida, ela é educativa. E quando eu não tomo ela como educativa, eu vou sofrer muito. E ninguém é culpada a não ser eu. Culpado também é chato, né? A responsabilidade é minha. de cuidar, né? Não é punição, mas oportunidade dadas para o crescimento. Quem gosta de oportunidade, tempestade como oportunidade. Nós gostamos da coisa simples, leve, né? Sem problema nenhum, que tudo acontece assim numa sequência tão arrumadinha, mas não é. Se fosse, a gente tava no planeta de regeneração, que eu não sei nem onde que ele fica, mas ele pode ficar aqui já. Ele já é aqui. E já é o meu melhoramento. É quando eu olho pra tempestade e falo: "O que que eu tenho que aprender com essa situação que tá me acontecendo? E aí eu quero, vou olhar, vou aprender e vou tomar uma atitude para fazer melhor em todos os sentidos da vida. Não é só aqui, nem ali, nem ali. É da hora que eu ten, tô lá da minha família, tô no meu serviço, em qualquer lugar que eu for,
e vou tomar uma atitude para fazer melhor em todos os sentidos da vida. Não é só aqui, nem ali, nem ali. É da hora que eu ten, tô lá da minha família, tô no meu serviço, em qualquer lugar que eu for, eu tenho uma atitude a ser tomada. E essa atitude a ser tomada, ela tem que ser pensada para que seja a melhor atitude que eu possa fazer, que eu possa tomar, né? Então a gente é tempestade, não é castigo, né? Não é punição, mas oportunidade. Muitas vezes ela revela nossas falsas inseguranças, né? Ah, será isso aí acontecendo? Sabe aquela insegurança que dá? Eu não sei, eu acho que eu não dou conta de fazer, eu sou assim mesmo, eu não sirvo para nada. É, tá muito difícil. Isso é para outra pessoa. A gente adora jogar para outra pessoa e não paraa gente, né? Eu tô sofrendo porque a outra pessoa também, olha como que ela tá agindo comigo. Eu tô só, eu tô, não deu certo porque o outro puxou o meu tapete. Quer dizer, então eu continuo na tempestade porque eu sempre sou insegura, então eu sempre é mais fácil eu culpar alguém por alguma coisa e não culpar a minha incapacidade de observar essas tempestades amorosamente. Não adianta eu observar me culpando, me martirizando, me punindo, porque não é dessa forma que nós melhoramos, né? É aquilo que precisa ser transformado. Ela revela, eu achei isso muito bom, porque às vezes eu fico numa ignorância de não de não ver que ela tá me mostrando alguma coisa para eu mudar. Rute, muda correndo porque vai doer, o sapato vai apertar. Compra um número maior, significa com espaço, né, para pensar, para refletir, mas não é aquela coisa justa, aquela coisa eh severa demais com a gente, né? Então, pela ótica espírita, as dificuldades são instrumentos educativos da alma. Olha que coisa bonita, né? Aí parece que fica assim tudo tão tão certinho. Dificuldades são instrumentos educativos da alma. E é assim, nós viemos, nós reencarnamos para quê? Vocês não podem responder porque aqui quem fala só eu, né? Isso é injusto, não é? Por que que nós eh reencarnamos?
ão instrumentos educativos da alma. E é assim, nós viemos, nós reencarnamos para quê? Vocês não podem responder porque aqui quem fala só eu, né? Isso é injusto, não é? Por que que nós eh reencarnamos? Tem provas e expiações. Eu acredito, nós estamos mais na expiação do que nas provas, né? Nós não reencarnamos porque nós estamos bons para ficar melhor ainda. Nós reencarnamos para fazer uma tarefa que nós não fizemos passado. E por isso que nós achamos que ela é uma tempestade e ela não é uma experiência educativa, né? Eu não fiz, eu exemplo, a gente sempre dá um exemplo de orgulho, né? De vaidade. Eu quero uma hora achar uns exemplos diferente pra gente mudar. Mas às vezes eu tenho um orgulho muito grande lá passado. Eu maltratei muita gente em função do meu orgulho, da minha vaidade. Rute, volta, volta numa situ. Aliás, eu escolhi voltar numa situação onde eu vou poder, eu vou poder trabalhar, vai ter uma tempestade brava em cima dessa situação. Se eu aprendi a lição, se ela foi educativa para mim, ótimo, vou embora com aquela tarefa cumprida. Se ela não é educativa, aí eu vou ter que repetir. E repetir não é fácil, né? Repetir uma coisa que eu já tentei, tentei assim, entre aspas, fazer é complicado, né? A prova, ela fala que a prova vem muitas vezes no momento exato em que o espírito pode suportá-la. já melhorou. A prova não vem quando eu tô eh desatenta, ela vem quando eu consigo suportá-la. Olha que bondade do pai. Ele não dá o fardo maior do que o que a gente consegue carregar, mas a gente reclama. Tá muito pesado, tá muito difícil. Ai, eu tenho que aguentar aquela pessoa. Esse filho é complicado. É o meu, qualquer uma coisa vocês acham o que vocês acham difícil aí, né? Eu acho da da minha parte. Então, nós reclamamos demais demais e Deus dá só aquilo que é possível melhorar. E olha, deu essa a comunhão espírita para nós. Vamos citar. Não é a gente querer se eh vangloriar da comunhão espírita, do espiritismo, não. De qualquer religião, de qualquer momento bom. deu a oportunidade da gente vir
comunhão espírita para nós. Vamos citar. Não é a gente querer se eh vangloriar da comunhão espírita, do espiritismo, não. De qualquer religião, de qualquer momento bom. deu a oportunidade da gente vir ouvir a Rute falar: "Meu Deus do céu, mas tá dando oportunidade para ela também de falar, porque senão eu tô espiando aqui, gente. Tô espiando e vocês estão espiando, ouvindo. E a gente aproveita 2, 3%, no máximo cinco daquilo que a gente tá ouvindo, porque nós estamos com a cabeça muito cheia, a tempestade é muito grande, a gente fica assim, mas uma coisinha foi, mas depois a semana que vem outra coisinha aparece, outro exemplozinho, outra lição, outra reflexão e aí a gente vai crescendo. Mas nós temos que ter disponibilidade ouvido de ouvir. Não precisa nem de enxergar, mas ouve que já é grande coisa, né? Então ela vem no momento exato em que a gente pode suportá-la. Cada espírito enfrenta provas compatíveis com suas forças. Quase falou a mesma coisa, né? Ninguém vai carregar um saco de cimento. Nós não damos conta, mas a gente dá conta de carregar um saco de 5 kg de arroz. Não damos. Damos sim, né? Até a criancinha carrega de 1 kg, né? Eu já vi muito. Tá pesado, tá pesado. Nós fazemos desse jeitinho com as nossas com as nossas nossa bagagem toda, né? Ah, tá muito pesado, tá muito difícil. Não pensei que fosse desse jeito, né? Muitas dores são respostas educativas às escolhas do passado ou desafios necessários ao progresso. Olha que tudo aqui é bonito, né? E pena que a gente não vai ter tempo de falar tudo assim bem picadinho, né? São respostas educativas. Tá doendo, tá me respondendo para eu aprender, né? Aconteceu isso na minha família que me trouxe dor, é para eu aprender, para eu ter paciência com a dor do outro, né? E ou educativa, as escolhas do passado, eu escolhi lá atrás e escolhi mal. Aí eu volto para aqui para quê? para fazer diferente. Ah, mas chega aqui, eu olho só lá para fora e lá fora eu não encontro resposta, porque a resposta tá dentro de mim. Eu
lhi lá atrás e escolhi mal. Aí eu volto para aqui para quê? para fazer diferente. Ah, mas chega aqui, eu olho só lá para fora e lá fora eu não encontro resposta, porque a resposta tá dentro de mim. Eu já vim com toda a bagagem direitinho para fazer. Por isso que Jesus disse: "Vós sois luzes". Olha, ele já falou que nós somos luz, salda terra, quer dizer, salga o tanto certo é o fardo pro sal. Ninguém tá salgado mais do que deve. Tá salgado ou sonso mais do que deve. Todo mundo tá com a dose exata, né? Ou desafios necessários. Quantos desafios eu às vezes eu não gosto não, eu fico assim reclamando, sabe? que podia ser mais leve, que podia ser mais fácil, mas quando eu consigo ultrapassar aquele desafio, olha, mas é uma consciência tão boa que eu tenho. Fala: "Ai, graças a Deus", né? Então, vamos começar a ver desse desse ponto. Aí a gente tem outra reflexãozinha para levar para casa. Se a tempestade chegou, é porque já trazemos recursos interiores para atravessá-la. Vamos, vamos ver lá na nossa casa quando chegar à noite, como diz Santo Agostim, botar o o a cabecinha no travesseiro, mas não põe não, que pode dormir rápido, senta na cama e pensa direitinho, né? Porque essa tempestade ela chegou agora, mas lembra, fala: "Bom, eu sou filho de Deus, ele me deu recursos para eu passar por essa situação, então eu vou atravessá-la sim, com coragem, com firmeza, com perseverança e com fé que eu sou capaz." Mas a gente põe fé no outro para ele fazer pra gente. A gente pede uma fé na espiritualidade que a gente pediu e vai alcançar, mas eu não fiz nada para isto, né? Aí a gente pergunta: "Onde está a luz no meio da dor? Tá doendo? Tá difícil? Não tem luz? Será? Será que esse pai não deixou? Não deixa nem a gente enxergar um pouquinho ou é nós que não queremos enxergar, hein? Ela não está fora, ela está dentro de nós. Nós somos esse ser divino. Cada um pode ser com mais eh que nós começamos lá no com a idade, a crença, a condição social, as situações difíceis, todos nós. Mas
a não está fora, ela está dentro de nós. Nós somos esse ser divino. Cada um pode ser com mais eh que nós começamos lá no com a idade, a crença, a condição social, as situações difíceis, todos nós. Mas ela tá dentro de nós. Basta que a gente olhe para dentro, mas o nosso hábito é de olhar lá para fora. Eu quero ser igual o fulano de tal, eu quero fazer palestra igual a Márcia Sirotou, né? Só não dou a bato no microfone, né? Mas a mão já veio aqui, já voltou, né? Eh, não, eu tenho minha luz própria. Eu posso fazer dentro daquilo que eu sei. Ela faz dentro daquilo que ela sabe. Eu tô citando o exemplo dela porque ela é mais eh, eu posso aceitar, né? Não tenho problema. Vocês não sei o nome, né? Mas então a gente tem condições. E olha, eu vou falar uma uma coisinha que aconteceu comigo uma vez há muitos anos. Eh, eu frequentava uma casa espírita fora de Brasília. Eu ia toda semana, eu adorava aquela casa espírita. E um dia a pessoa falou assim: "Rute, você pode fazer o evangelho?" Gente, era ler o evangelho e falar assim duas coisinhas. Eu falei: "Não, olha que rigidez, não desse jeito." Porque eu vi todo mundo falando o evangelho tão lindo e que eu achei que eu não nunca seria capaz. E eu acho que a espiritualidade falou para ele assim: "Agora deixa ela de molho por muito tempo. 3s anos ele não me convidou para nada. Aí eu já achava que eu queria fazer. Olha aí. Por quê? Eu descobri que eu tinha uma luzinha aqui, porque eu vi os outros fazendo, eu lia o evangelho como um roteiro para me ajudar e ele não me convidou, não me convidou. Aí um dia ele falou assim: "Você quer fazer uma palestra?" Gente, eu devo ter escutado o evangelho e falei que queria só porque era palestra. Falei: "Meu Deus, não dou conta, não dou conta, vai ser difícil". Estudei. Olha, eu trouxe André Luiz, espírito André Luiz, o espírito Emanuel, eu tudo quanto é espírito. Fiz um tratado, foi para essa cidade. Que que acontece? Eu uso o óculos, eu não enxergo. Já tava tudo anotadinho igual tá aqui. É um
espírito André Luiz, o espírito Emanuel, eu tudo quanto é espírito. Fiz um tratado, foi para essa cidade. Que que acontece? Eu uso o óculos, eu não enxergo. Já tava tudo anotadinho igual tá aqui. É um roteiro. Ele se perde o meu óculos, eu tirei o cinto e o óculos foi no cinto de segurança e eu fiquei sem óculos. E como que eu ia fazer a palestra sem óculos? E como que eu ia enxergar? Olha, naquela hora eu me vi numa tempestade das maiores e cheinho. Você até era pequeno, né? Menos do que menos da metade disso aqui. Mas eu ah, e tava todos eh bem seis presidente casa espírita do estado de Goiás tava lá para uma reunião. A sorte que eu não sabia, eu só tinha visto uma prima minha. Eu fiquei mais, olha, numa tempestade para mim aquilo ali, eu falei: "Você devia ter falado: "Não, mas você te tapearam, te tapearam". Aí eu lembrei que se eu acalmasse, se eu me harmonizasse, se eu respirasse profundamente e pedisse ajuda para a minha insegurança, já que eu tinha estudado, olha aí, eu não fiquei sem estudar, eu poderia, pelo menos, não sei se ia ser bom ou não, mas pelo menos eu não ia ficar com aquele malestar. E fiz a palestra, fiz a palestra e essa prima minha me ligou depois de uma semana, falou: "Rute, eu nunca vi tanta entidade naquele palco". Eu acho que eles tiveram muita dor de mim e começaram a intuir porque eu não tinha óculos, não tinha nada, nada, nada. Quando eu entrei no carro, que eu puxei o cinto, olha o óculos lá, falei: "Agora você aparece, né, depois dessa, depois dessa tempestade toda." Então a gente nunca desanimar diante de qualquer dificuldade, porque a ajuda vai, eu não vi espírito nenhum, mas ela viu, ela viu. E eles, quando a gente tem o propósito de fazer luz ao invés de trevas, a espiritualidade ajuda a gente. Mesmo que porque a a tempestade ela estava mais fora do que dentro de mim, mas o de fora me aborre me tirou do do equilíbrio. Porque a hora que eu vi todo mundo olhando assim como vocês estão olhando para mim, eu fiquei apavorada. Mas quando eu comecei também eu não vi
mim, mas o de fora me aborre me tirou do do equilíbrio. Porque a hora que eu vi todo mundo olhando assim como vocês estão olhando para mim, eu fiquei apavorada. Mas quando eu comecei também eu não vi mais ninguém. Então a gente sempre quando houver boa vontade a gente vai conseguir. Aí eu vou ler uma historinha que eu eu a historinha eu tenho que copiar, viu? Porque eu sou péssima para contar que vai caber direitinho nesse exemplo. Então é a historinha chamada lâmpada da na tempestade. Um homem caminhava por uma estrada, né, muito escura, muito escura. A noite tava assim muito fechada, uma tempestade muito grande, um vento, né? E ele tava com começou a sentir que nossa, eu não vou dar conta de chegar onde eu tenho que chegar, porque essa tempestade tudo escuro, como que eu faço? E eu carrego apenas uma lanterninha. Deve ser aquelas que clareia só ali, né? Bem pequenininha. ele irritado, porque ele começou a ficar irritado, com medo, nervoso. Ele falou assim: "De que adianta esta luz tão fraca diante de tanta escuridão?" Aí nós podemos começar a fazer uma reflexão de que adianta essa luz tão fraca diante de tamanha escuridão, diante de uma tempestade nossa? Às vezes a gente acha que nossa luz é muito fraca, não tá clareando nada, não tá me dando resposta às minhas necessidades, não é isso que acontece ou tô enganada? Não é? Acho que não, né? Mas ao seguir, aí ele continuou andando, tinha que andar, não dava para parar, né? percebeu algo muito importante. A lâmpada não iluminava todo o caminho, mas apenas o próximo passo. Quer dizer, ele não era um farol, ele não era uma luz de carro para a luz alta, né? Para lá na frente. Só ali. Vocês já viram quando a gente tá com a acaba a luz na casa da gente, que a gente tá com a a vela, eu já não falo nem celular, né? que ele já tem uma luz mais forte. A vela, a vela só tá ali naquele primeiro momento, a gente fica levando ela para todo lado, né? Então o moço só caminhava, só clarea apenas no próximo passo. E isso foi suficiente
uma luz mais forte. A vela, a vela só tá ali naquele primeiro momento, a gente fica levando ela para todo lado, né? Então o moço só caminhava, só clarea apenas no próximo passo. E isso foi suficiente para que ele não parasse, porque ele precisava só dar luz para aquele primeiro passo. Qual é a moral desse nosso casozinho? Deus não nos mostra toda a estrada, mas sempre ilumina o passo seguinte. Quer dizer, porque já pensou se clareasse tudo? Eu falei: "Não, não vou para aqui não, eu vou para cá". Aí eu tinha um monte de opções, né, que eu queria fazer e talvez eu que pegasse o caminho errado. Então ele só basta aquilo. É o uma das do passo do AA. Só por hoje, só por hoje eu não vou usar substância nenhuma. Ah, mas não dou conta. Então, só pela manhã. Então, a nossa luz talvez é seja só para aquele dia, só para aquele pedacinho, porque cada passo bem dado, ele cresce na nossa caminhada. Porque se é um passo, se por hoje eu comecei a ver que eu tenho que ser melhorar, que eu tenho que ser mais gentil, que eu tenho que me alimentar, que eu tenho que que fazer minhas atividades, que eu tenho que trabalhar na comunhão, né? Depois voltar para casa, tenho que fazer as minhas orações, quer dizer, pequenininho, não é coisa grande. Eu tenho que cuidar de mim. Eu tenho que cuidar, porque não é só ficar dependendo de Deus, de Jesus, dos espíritos. pedindo, terceirizando a minha melhora, enquanto eu não estou fazendo nada, eu não tô dando um passo. Então ele dá aquela condição para nós, né? Então Jesus tá aí tem um outro tópicozinho. Nós tá vendo como que aqui a gente não fica com tanta coisa, não é? Para falar e não dá tempo, não é? Mas também se fosse uma hora só vocês não iam me aguentar, né? Jesus à luz nas tempestades humanas, né? Jesus, ele não prometeu a ausência de tempestade. Ele não prometeu, gente, vai que não vai ter nada, vai ser tudo bom demais, né? Não, ele não prometeu, mas falou que ele estaria presente no nosso meio, né? Ele estaria sempre ali a nos ajudar, né?
e. Ele não prometeu, gente, vai que não vai ter nada, vai ser tudo bom demais, né? Não, ele não prometeu, mas falou que ele estaria presente no nosso meio, né? Ele estaria sempre ali a nos ajudar, né? Porque a verdadeira paz não é externa, ela é interna. E ele nos ajuda no que tá dentro de nós, não no que tá fora. Ele nos dá força, coragem pra gente seguir a cada momento, né? E ele porque nós às vezes somos tímidos ou medrosos ou preguiçosos, né? Ó, falei bem baixinho, né? Parece que nem vocês ouviram, né? Eh, mas Jesus talvez ele fala assim: "Ah, vocês tem muita pouca fé". Não é isso que ele falou? Lá na barca, quando veio aquela tempestade, todo mundo apavorou e Jesus manteve aquela tranquilidade porque ele acreditava nele, né? E diante das nossas dificuldades, vamos manter a paz, vamos manter a serenidade, porque tudo vai passar, tudo passa. Alegria passa, a dor passa, segund Chico Xavier, tudo passa, né? Então, temos a talvez a última reflexão antes da conclusão. Às vezes a tempestade permanece fora, mas a luz já acendeu dentro. Olhar para dentro de nós é uma das coisas mais difícis que temos. Por isso que a gente procura um terapeuta, né? terapeuta ajudar a gente olhar. E quando até no atendimento fraterno, quando vamos lá e que o atendente começa a levar a gente para olhar para nós, você fala: "Nossa, mas eu sou uma pessoa boa, eu sou uma pessoa capaz, né? Eu tô desse jeito". Até porque eu tô olhando lá para fora. Eu tenho todos os recursos para me manter firme, encorajado. Então, nós precisamos de olhar para dentro de nós. O que tá fora vai nos servir muito, né? Porque o que tá fora a minha sociedade, é o mundo que eu vivo. Mas eu tenho que olhar para fora e trabalhar com o que eu tenho dentro. E não me empresta aqui isso, me empresta aquilo ali, porque eu tô trabalhando com com a com a situação do outro. E nosso nossos grupos aqui de mult e lá nós falamos na primeira pessoa do singular, nós só falamos eu na pergunta, porque se eu for falar nós, eu tô falando para todo mundo. Olha aí.
ituação do outro. E nosso nossos grupos aqui de mult e lá nós falamos na primeira pessoa do singular, nós só falamos eu na pergunta, porque se eu for falar nós, eu tô falando para todo mundo. Olha aí. E cada um tem sua luz. E dentro dessa luz, ele vai falar pergunta aquilo que ele achou. Como eu me sinto quando alguém me critica? Ah, nós sentimos muito mal. Olha aí, tô falando todo mundo. Não, eu me sinto muito mal. Eu me vejo desse jeito. Aí eu tenho que olhar para mim para eu responder. Então é muito interessante. E quando o outro responde pode ser que eu fale: "Nossa, aparece comigo". Então eu vou tomar como exemplo olha aí. Porque a gente toma o outro como exemplo. A gente quer, mas a gente quer ser Chico Xavier, né? A gente quer ser irmã Dulce. Olha aí que que referência, né? Tão tão distante, nós podemos chegar lá, mas não é agora. Mas se eu começar a me olhar e trabalhar o que eu tenho dentro, o que eu tenho, né? Sou sou luz, eu uma hora eu chego lá, né? Então, pra gente terminar, eh, ah, não, transformar dor em caminho, eu tenho que falar isso, que a produtora me perdoe. Muitas pessoas se tornam luz para os outros. Isso pode ser assim. É quando você é um conselheiro, a pessoa precisa conselheiro ouvinte, bom ouvinte, né? Ele te procura e você ouve, ouve, sabe? Não fala nada. Não precisa te falar nada não. Você tá iluminando, energizando aquela pessoa. E ela termina fala: "Não, foi tão bom conversar com você. Olha, eu estou sentido aliviado." E você fala: "Meu Deus do céu, só ouvir, mas a gente precisa só de quem nos ouve, né?" Então, muitas vezes estão a luz para os outros, porque um dia enfrentar a própria tempestade, nada melhor do que a gente conversar com alguém que já passou por uma situação muito difícil, porque ela sabe o tanto que é complicado e ela não vai falar: "Olha, faz desse jeito, isso é um absurdo." Se fosse você, eu tomava uma atitude radical contra essa situação, né? Então, a dor elaborada gera quando a dor toda olhada, elaborada, olhada, medida,
lar: "Olha, faz desse jeito, isso é um absurdo." Se fosse você, eu tomava uma atitude radical contra essa situação, né? Então, a dor elaborada gera quando a dor toda olhada, elaborada, olhada, medida, examinada, refletida, ela a gente tem uma empatia, a gente tem compaixão, a gente tem acolhimento e a gente serve ao próximo, porque a gente sabe o tanto que doeu na gente, a gente tem compreensão da dor do outro. A gente viu tanto que a tempestade foi difícil, então quando o outro tá na tempestade, a gente tem grande respeito pela tempestade do outro, né? Então na conclusão final, nenhuma noite é eterna, não é? Não acontece. Às vezes você acorda, ai meu Deus, que hora que esse que essa noite vai terminar? Ela vai terminar. as nossas noites, as nossas escuridão, escuridão da nossa vida, uma hora acaba, mas a hora que eu me vejo a luz, a tempestade passa, mas o aprendizado sempre vai permanecer. A gente nunca vai esquecer daquela situação, porque a luz que nos sustenta hoje será a mesma que iluminará amanhã outros caminhos. A luz brilha mais forte quando a noite é escura. Eu fiquei lembrando quando a gente vai numa fazenda, eh, ou em algum lugar que não tem luz elétrica, né? Como que o céu falou, mas não é possível que tem tanta estrela. Lá em Brasília não tem muita estrela. Olha, parece que o céu de Brasília é só do DF. É porque lá tava escuro e eu pude ver, né? Então, quanto mais a noite mais escura, a luz brilha mais. Vamos pensar nisto. Então, quanto mais escur tempestade nós vamos passando, mais luz nós vamos ter que colocar para que a gente vença essa tempestade. Vencer, gente, não é uma vencida, não é vai ganhar um prêmio porque eu fui cheguei em primeiro lugar, não é nos vencer, vencer a nossa tempestade de cada dia. Então essa é a mensagem que a gente quis trazer para vocês, né? Então, que a gente possa eh voltar para as nossas casas, não primeiro eh receber o passe, né, que o nosso amigo já tá ali para eh levar vocês. Vamos fazer nossa prece e vamos ter uma feliz tarde noite, né, que daqui
nte possa eh voltar para as nossas casas, não primeiro eh receber o passe, né, que o nosso amigo já tá ali para eh levar vocês. Vamos fazer nossa prece e vamos ter uma feliz tarde noite, né, que daqui a pouquinho já chega a noite, vamos ter um ano de muita paz, com certeza vai ter tempestades ainda, mas sabendo que nós temos luzes próprias, né, nós não precisamos de gerador, né, nós somos um dinamo, né, que já tanto fala na doutrina espírita, nós temos essa luz própria nossa. Então, a gente agradece a esse Deus maravilhoso que nos criou com potencial de cada dia crescermos a partir da nossa boa vontade, do nosso querer. Então, agradecemos, Pai amado, agradecemos, Jesus, e que essa doce paz que agora nos envolve a cada coração aqui, pode ser um coração atordoado, que tá em tempestade, mas com certeza vai sair daqui melhor do que entrou e vai continuar melhor, porque agora nós já sabemos que as tempestades estão lá fora, não vamos trazê-las para dentro de nós, nós vamos resolvê-las. Porque nós temos todo o ingrediente necessário para que façamos luz no nosso caminho. Então, que essa doce paz se faça presente e uma boa tarde para vocês. Um beijo no coração de cada um daqui presente, aqueles que estão nos assistindo e até quarta-feira que vem. A família de quarta-feira, né, continua, né, quarta-feira das 18, das 16 horas. Daqui a pouquinho a família das 18 horas. Então, uma boa tarde. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é [música] o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à
úsica] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada [música] da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.
sus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
Vídeos relacionados
O REINO DE DEUS - Ruth Daia [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
Comunhão Espírita de Brasília · Ruth Daia
A LUZ QUE GUIA TODOS OS CORAÇÕES - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Ruth Daia
TUDO COMEÇA PARA O BEM - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Ruth Daia
FORA TE PROCUREI, DENTRO TE ENCONTREI - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Ruth Daia
TODOS SÃO CAMINHOS - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Ruth Daia
MODIFIQUE- SE E CURA-SE - Ruth Daia [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
Comunhão Espírita de Brasília · Ruth Daia
FÉ E VIDA - Ruth Daia [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
Comunhão Espírita de Brasília · Ruth Daia
PRESENÇA DE JESUS - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Ruth Daia