Ruth Daia | A PACIÊNCIA (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 11/04/2025 (há 12 meses) 47:11 711 visualizações

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Transcrição

buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor. Boa tarde, sejam todos bem-vindos. Sintam-se acolhidos com muito carinho pela equipe espiritual que com certeza já nos aguardavam. E a que a paz do mestre Jesus nos envolva pacificando as nossas mentes, os nossos corações. E cumprimentamos os nossos irmãos e irmãs internautas que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. E com certeza esta mesma paz que aqui se manifesta chega até a eles, envolvendo-os na energia do amor de Jesus. E hoje nós temos o grande prazer de receber nossa irmã Rutdaia, que vai falar sobre um tema que eu acredito que todos nós precisamos exercitar, a paciência e nós vamos ler uma mensagem, como sempre fazemos. e a prece e depois passamos a palavra para Rute. E nós vamos ler uma mensagem que tá inserida neste livro, Conselhos úteis, eh, psicografia da dona Hilda Pereira Magalhães. E quem, desculpa, psicografia do Anailda Alonso, editado pelo espírito Pereira Magalhães. E o título é paciência. O cultivo da paciência. A paciência é virtude muito preciosa. Cultivando-a, podes chegar a alcançar outras tão importantes e aos poucos reformar teu íntimo e melhorar tua condição de espírito em busca da evolução. Ao longo da vida, Deus te ofereceu inúmeras oportunidades de apurar sentimentos, aperfeiçoar a conduta, reformular ideias. respeito do bem e do mal. Prossegue, pois, aproveitando os ensejos, procura ver em cada ocorrência, em cada fato, a ocasião propícia à reflexão e ao aprendizado. O mundo é uma escola. Os dias são aulas que cada vez vão trazendo mais dificuldades para que, ultrapassando-as, os alunos desenvolvam a sua capacidade e deem melhor cumprimento a seus deveres. Conserva-te na condição de aprendiz e faz com que não se desperdicem para ti as disciplinas que forem apresentadas. E assim, neste momento, vamos acalmar

dade e deem melhor cumprimento a seus deveres. Conserva-te na condição de aprendiz e faz com que não se desperdicem para ti as disciplinas que forem apresentadas. E assim, neste momento, vamos acalmar nossas mentes, os nossos corações, sentindo a doce presença de Jesus através do seu infinito amor, que está sempre nos orientando, nos auxiliando, nos convidando à nossa renovação, a nossa transformação. E como aqui foi falado na leitura, aproveitemos todas as oportunidades que nos são oferecidas no trabalho do bem, praticando sempre o amor. O amor é a base de tudo. E assim agradecidos. Só temos a dizer a Jesus gratidão. E assim pedimos ao mentor desta casa Bezerra de Menezes e a toda a equipe espiritual responsável por este horário, que inspire e intui a nossa irmã Rute que está com a palavra. Que assim seja. Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão. Aqueles que estão nos assistindo, aqueles que irão nos assistir também. Pois então, que tema bom, né? Isso é um presente para mim, porque eu preciso tanto desse remédio, mas tanto que vocês nem imaginam, viu? As coisas não são dadas de graça, não. Sempre tem uma cobrança. E foi tirado desse do Evangelho Segundo o Espiritismo. Eu estou aqui com ele que é da Peti, da editora Peti, que ele fala da paciência e é um espírito amigo que vem nos falar da paciência. E mas ele trouxe na questão da paciência a dor. Ele trouxe a dor porque ele diz que a dor é uma bênção de Deus enviada para nós. Nós não gostamos de dor, né? Então, como que é que Deus me envia uma coisa que eu não gosto? Não é isso que a gente pensa? Não gosto. Então, será porque quando ele ele podia passar em cima da dor, deixar só alegria, né, só contentamento, mas aparece a dor nas nossas vidas. Eu, pessoalmente, eu acho que a dor é um descuido nosso, mas ele disse que é uma bênção, porque diante da dor não tem um ser que não se torna pequeno. Ninguém é prepotente quando tá doente. Eu nunca vi alguém prepotente. Eh, nós somos, ficamos muito

nosso, mas ele disse que é uma bênção, porque diante da dor não tem um ser que não se torna pequeno. Ninguém é prepotente quando tá doente. Eu nunca vi alguém prepotente. Eh, nós somos, ficamos muito indignados quando nós estamos doentes. Por quê? Porque nós queremos, quando nós temos dor, porque nós queremos que ela melhore rápido. Nós tomamos um remédio, 5 minutos, a gente já quer que aquele remédio tenha feito efeito, né? Porque nós não temos a paciência de esperar que aquele remédio ou que aquela situação que a princípio é dolorida, que é difícil, porque às vezes a gente tá falando de dor física, mas tem a dor moral que nos acompanha. Mas porque se nós tivéssemos paciência, eu tenho certeza absoluta e esse espírito amigo, ele também tem, porque ele diz que é uma bênção. Se a gente tivesse um pouquinho de tolerância que a gente pode trazer como paciência, né? É a paciência que a gente pode trazer como tolerância, as coisas se colocariam no lugar. a gente não iria começar ficar indignado com esse Deus que não toma uma providência, não tomam providência. Eu sou boa como que eu tô sofrendo, né? Então a gente ficamos atormentados, sim, ficamos, né? Mas a gente tem que sempre pensar o que que eu aprendo com a dor, ela veio, o que que ela tá querendo me falar? A gente faz isto? Não, a gente não faz, né? A gente fica impaciente. Impaciente. E vocês prestaram atenção que todas as vezes que tá doendo, quando nós impacientamos, a gente dói mais, é mais difícil. E todas as vezes que nós nos acomodamos, serenamos, sentimos a dor, sentimos, a gente começa a perceber que ela não é do tamanho que eu que eu dei a ela. E quando eu estou nesta dor, é, às vezes a gente fica, que eu vou trazer o lado comportamental, às vezes a gente fica bravo, briga, fala palavrões ou ou fica, fica, eh, descontrolado até diante da dor. Mas essa dor que que o Cristo falou para nós, que tá lá no bem-aventurado, aqueles que são mansos e pacíficos, capítulo 9, ele traz como bênção. Eu lembro, amigos, que quando o

lado até diante da dor. Mas essa dor que que o Cristo falou para nós, que tá lá no bem-aventurado, aqueles que são mansos e pacíficos, capítulo 9, ele traz como bênção. Eu lembro, amigos, que quando o meu irmão faleceu com 17 anos no acidente de carro, é uma dor, não é? Não é uma dor física, apesar que chega a doer. Eu tenho uma uma conhecida que ela falou eh um acidente de carro, os menores dirigindo carro e um menor atropelou o filho dela. Ela falou: "Rute, é tão grande essa dor que dói na minha pele". Eu achei muito interessante ela falar isso, né? Então, essa dor que nós trazemos, né? Ela quando ela vem, ela dói. Ela dói no físico, ela dói no moral. Mas por que que nós ainda ficamos impaciente e não temos ela como uma referência para que eu possa eh aprender alguma coisa? E voltando lá no meu pai, né, quando o meu meu irmão faleceu, eh, ele ele, claro, eu não não sei, eu não nunca um filho meu faleceu, mas eu acho que é uma das maiores dores. E aí, se a gente pede para ter paciência, parece que não tem sentido. Mas ele foi lá onde teve o acidente, voltou, porque a polícia rodoviária disse que eram dois jovens. E ele foi, quando ele viu que o outro jovem não tinha acontecido nada, mas o dele tinha morrido, né, desencarnado, ele voltou na casa da minha deles, que eu já morava aqui, e falou isto, chamou minha mãe e falou: "Olha, nós vamos ter que ter muito paciência diante de uma dor que nós nunca experimentamos". Olha aí, paciência. paciência, porque senão desestrutura. Se nós não tivermos, nós não damos conta, nós não damos conta de levar as coisas. E aí o o nosso nosso espírito amigo aqui, né, tava falando, né, que a vida é difícil, muito difícil, né? E a vida é interessante, ela parece um quebra-cabeça de pecinhas pequenas, já viu aquelas mini que a gente vai colocando. Hoje aconteceu alguma coisa que foi difícil, que eu necessitava que a minha paciência estivesse à prova. Amanhã não. Amanhã aquilo já melhorou. Por quê? Porque cada coisa que nós, cada obstáculo que nós enfrentamos com a

a coisa que foi difícil, que eu necessitava que a minha paciência estivesse à prova. Amanhã não. Amanhã aquilo já melhorou. Por quê? Porque cada coisa que nós, cada obstáculo que nós enfrentamos com a paciência, com a tolerância, é aprendendo aquilo, porque a dor ela vem e nos ensina mesmo. É uma grande escola. Cada vez que eu tenho a paciência com a com a situação que me apresenta, amanhã fica mais fácil. É, é, é o quadr, é a pecinha que eu coloco e fala: "Nossa, que bom, dei conta". Não é isso? Não sei se você já fizeram quebra-cabeça. Eu gosto, mas eu não tenho muita paciência quando é pequeno, não. Eu tenho gosto é de grande, aquela peça grande. Então, quando eu fico, mas eu não sei que é, qual é que eu pego, mas quando eu coloco, eu sinto um alívio, isso aqui eu dei conta. Aí a gente parte para outra, porque todos os dias nós temos obstáculos a serem superados. Então ele fala, né, que é coisas pequenas que vêm que são como alfinetadas. Ele fala por se eu sou resignada não me atinge, não me fere. Mas se eu sou impaciente, me fere sim, né? e que, se a gente observar bem, como ele fala, eh, são impostos para nós, para que a gente possa aprender. Mas quem quer aprender com a dor? Ninguém quer aprender, não é? Então, essa foi a que ele trouxe para nós e ele ainda fala mais, o amigo, o amigo, esse amigo espírita, esse espírito amigo, né? que então reconheceremos as bênçãos são mais numerosas do que as dores. Vamos contar agora não dá lá na casa de cada um. Vamos contar nesse mês de abril quantas dores nós tivemos, mas também quantas bênçãos nós tivemos. É mesma coisa que se eu falar aqui, vamos, gente, vamos dar cinco qualidades para cada um. Cada um dá cinco qualidades para si e dá cinco defeitos. Nós achamos defeito numa rapidez, numa velocidade imensa, mas as qualidades faz. Será que eu sou mesmo? Tem essa qualidade ou será que eu não tenho? Assim também. As bênçãos são muito maiores do que as dores. Então, por que impacientar? Aí eu pesquisei e vi que paciência incessante em todas as dores e

? Tem essa qualidade ou será que eu não tenho? Assim também. As bênçãos são muito maiores do que as dores. Então, por que impacientar? Aí eu pesquisei e vi que paciência incessante em todas as dores e em todas as circunstâncias. Paciência as dores e circunstâncias. A fim de quê? A fim que a gente possa transpor transpor com segurança as dificuldades que nós temos. Porque se não for, como que eu vou transpor com facilidade aquilo que tá me acontecendo? Nós vivemos num mundo de muita, ele até começa falando de imediatismo, né? Que é um psicólogo chamado Rafael Papa. é uma psicografia do eh Ramed, é o espírito Ramed. E ele começa falando desse imediatismo. E eu fiquei, falei: "Não, não vou levar pros amigos lá da comunhão, não, mas o imediatismo nos deixa impaciente porque a gente quer tudo para agora. pega o celular e ele não consegue fazer, você não consegue fazer o que você quer nele. Impacienta, mas isso é simples que a gente chama o filho, o neto, o amigo, qualquer um e resolve, né? Mas nas pequenas coisas nós não damos conta de te amar. as pequenas coisas íntimas. Nossa, é aquele mal-estar que nós temos, porque aquela chefe fez aquilo, porque lá na minha casa aconteceu aquilo, porque por no trânsito, o trânsito todo mundo usa o trânsito como exemplo, né? Já tá. Mas olha, é paciência. Se nós temos paciência no trânsito, deixa alguém dar uma fechada na gente, deixa alguém dar uma encostadinha, não encostou no seu carro, mas na faixa, às vezes distraiu ou essas esses esses carros automáticos, eles eles vai encosta muito rápido na faixa do meio, né? Então, essas pequenas coisas parecem obstáculos imensos para nós, né? que eu falei, o engarrafamento, uma música alta, nos tira do sério, como diz a turma, é nos mostra quem nós somos. Porque a gente falar: "Ah, eu não eh eu não tenho a paciência, eu não não consegui ter a paciência naquele momento. Não, se eu tenho paciência, eu tenho paciência em qualquer momento. E se eu sou impaciente, eu sou impaciente em qualquer momento. Eu viajei, tava

eu não não consegui ter a paciência naquele momento. Não, se eu tenho paciência, eu tenho paciência em qualquer momento. E se eu sou impaciente, eu sou impaciente em qualquer momento. Eu viajei, tava falando pra Vânia, eu nunca exercitei tanto minha paciência. E olha, foi ótimo, porque cada coisa que acontecia, que eu queria exercer a impaciência, eu falei assim: "Olha, a pessoa lá da comunhão já pensou se tivesse aqui e eu e me visse com essa essa essa falta de paciência que a gente fala, né, essa impaciência, essa intransigência, né? Então, engarrafamento, uma música alta de que nós não gostamos, né? Que nós gostamos, um objeto fora do lugar. na casa de vocês. Se você gosta que manter esse copo sempre aqui, mas alguém só chegou aqui, basta isto para que a gente exerça a impaciência. Mas eu já te falei que o copo tem que ficar aqui. Aí aquilo ali vira que é uma coisa pequena que tanto faz aqui como aqui, uma coisa mínima pra gente mostrar o tanto que nós ainda temos impaciência nas nossas vidas, né? o opinião do nosso colega falou alguma coisa e eu não é aquilo que eu penso. E aí a gente fica assim, olhando pro céu, olhando pro lado, né, ou brincando com alguma coisa que tá na mão. Para quê? Para não explodir. Mas é até perigoso a gente explodir, né? Porque às vezes a gente não dá conta de segurar aquela impaciência, mas nós precisamos muito. Eles falam, né, que eh se a gente harmoniza em qualquer situação que a gente for enfrentar, nós conseguíamos exercer essa paciência. Eu todas as vezes, todas não, algumas vezes só, todas é muito para mim que eu vou enfrentar uma situação, eu paro e me harmonizo um pouco, porque eu sei que vai ser difícil, que eu vou chegar lá que vai ser ser difícil. Então, que eu começo a harmonizar por causa do meu temperamento que eu me conheço, porque senão eu já chego já querendo me defender ou querendo colocar minha opinião ou querendo fazer alguma coisa. Então, esse é o temperamento e essa viagem foi muito boa, viu, para que eu me colocasse no lugar, né?

já chego já querendo me defender ou querendo colocar minha opinião ou querendo fazer alguma coisa. Então, esse é o temperamento e essa viagem foi muito boa, viu, para que eu me colocasse no lugar, né? São duas faces que o o Ramed fala, são duas faces de uma só questão, a falta de paciência. Duas faz que a querer. Então, e ele traz para nós uma coisa muito interessante. Ele agora, ele fala de nós, né, do homem, né? Eh, ele fala que nós nos perdemos de nós mesmos. Eu achei isso muito interessante quando se trata de paciência. Porque a gente fala de paciência e impaciência, não tem como falar só de paciência, né? Para falar da paciência tem que falar quando eu sou impaciente. É, nós perdemos nós mesmos. E nós nos perdemos quando nós não temos a paciência de enfrentar uma situação. Nós viemos bonitinhos, né? A dor não é uma bênção. A dor não é algo que não é bom. Ele também, esse o Ramed fala de das coisas que estão por aí, não é só a dor. E que nós, quando nós não sabemos lidar com aquilo que nos é colocado todos os dias, nós perdemos de nós mesmos, porque fomos criados tranquilos, serenos. Uma um bebezinho, ele chora, ele fica impaciente. Por quê? É a forma que ele tem de comunicar. tô com fome. Ele não tá conta de falar: "Olha, me dá um leite", né? Eu tô com fome. Não, ele chora. Essa é a forma que ele tem de falar. Mas então ele não se perde. Agora nós não, nós temos um raciocínio mais lógico. Nós já aprendemos, nós somos adultos. Então, quando nós nos tornamos impaciente, nós saímos de nós, porque nós não viemos para ser dessa forma. Esse não é a a o ser integral, né? Então, e quando nós saímos de nós mesmos, o que que acontece? Nós ficamos desanimados, não é? E desanimado, eu não quero saber de nada, né? Eu não, eu não tenho ânimo para ter, para escutar o outro, para dar licença pro outro, para deixar o outro passar na minha frente, né? para para qualquer outra coisa que que seja um comportamento meu para com o outro, entendeu? E irritação, irritação constante, né?

ar licença pro outro, para deixar o outro passar na minha frente, né? para para qualquer outra coisa que que seja um comportamento meu para com o outro, entendeu? E irritação, irritação constante, né? frustração, não deu certo aquilo que eu queria que eu pensei, é, pensei, eu nem botei num projeto, ah, eu quero que seja assim, assim, assim, mas o que eu quero às vezes nunca acontece e basta esta frustração que talvez seja uma das, para mim, seja uma das piores coisas, quando a gente tá frustrado, nós realmente perdemos essa paciência. Não temos a paciência para saber que as coisas não vão dar certo sempre para mim. Uma hora as coisas não vão ser do jeitinho que eu queria, porque nós estamos em constante relacionamento com o outro. Se for só do jeito que é bom para mim, ué, e pro outro não pode ser bom pro outro. Isso funciona muito na nossa casa, não é? Eu quero tudo daquele jeitinho. O canal de televisão tem que ser aquele, né? O sabonete tem que tá naquele local. Aquela comida eu queria aquele pedaço que é maior ou que tá mais assado ou que tá ou qualquer outra coisa, né? Mas não, eu não posso ficar frustrada porque ninguém me obedece dentro da minha casa. A gente até pensa desse jeito, porque ninguém faz os meus gostos. A gente não pensa fazer gosto não, mas a gente pensa: "Não, mas não podia fazer do jeito que eu quero, do jeito que eu gosto? Pelo menos uma vez a gente ainda faz assim, né? Não, mas a gente quer sempre uma, duas, 3, 4, 5. Sempre a gente quer, né? Então, então frustrações de toda sorte, né? Então, e ele fala quando nós não alcançamos aquilo que nós queremos. E olha, nós queremos o tempo todo. O tempo todo. Mas será que o tempo todo eu vou conseguir o que eu quero? Eu acho que não. Eu eu acho que até o acho que 40% eu consigo. Eu acho que 60 não sei se eu consigo não. Por quê? Porque fica na minha imaginação que eu quero, naquilo que eu projeto, mas que eu não vi que aquele projeto não é para agora. Aquilo que eu quero não é para agora. aquele que eu almejo, o outro também tá

rque fica na minha imaginação que eu quero, naquilo que eu projeto, mas que eu não vi que aquele projeto não é para agora. Aquilo que eu quero não é para agora. aquele que eu almejo, o outro também tá almejando. Então fica muito difícil, né? Então ele fala também, né? Principalmente quando nós as respostas prontas e fabricadas, a quando a gente quer tudo pronto e fabricado, hoje a gente quer tudo pronto, tudo é certo. Você pede a comida, tudo que você quer você pede. Você fazendo conta, você põe a conta, ele te dá ali o resultado. Tudo nosso hoje é pronto e entregue na nossa mão. E quando o ar condicionado aqui não funciona, fica todo mundo assim. Aí um olha pro outro, olha pro ar condicionado, né? E fica sem saber porque aconteceu, né? Aí a gravação não sai porque a luz apagou. Como que apaga? Porque o a máquina ali tá d tá com problema. Isso nós impacientamos. E interessante que nós mostramos na nossa fisionomia que a gente não gostou, não é? Eu já tive aqui com a luz, com falta, com o ar condicionado não funcionando e que não era transmitido e que às vezes a gente tinha que falar mais alto, eh, para poder ser ouvido. E as pessoas ficam impacientes com isso. E a gente também fica impaciente que tá aqui, né? Toda hora queremos saber se o gerador vai funcionar, se a luz volta da a luz que é daí de fora, né? Então, a gente já falou dentro do lar, a irritação com os parentes, né, o trabalho. Então, toda essa nossa visão dessas coisas superficiais adoece e machuca muito. Ele, Ramed, ele é ele é exagerado, machuca o nosso coração, né? Machuca a nossa alma, machuca nossa alma, entendeu? Então, tudo isso que a gente pensa que poderia fazer acontecer, que ser bom para nós e que não é, nós adoecemos e sentimos extremamente machucados e adoecidos e machucados por uma coisa que nós não analisamos, nós não tivemos paciência de de esperar. Um exemplozinho é quando alguém tá falando alguma coisa e que eu não tô de acordo, eu já fico pensando na resposta que eu vou dar. Eu não tenho paciência de

s, nós não tivemos paciência de de esperar. Um exemplozinho é quando alguém tá falando alguma coisa e que eu não tô de acordo, eu já fico pensando na resposta que eu vou dar. Eu não tenho paciência de esperar ele falar, eu só ouvir para depois eu tirar uma conclusão se aquilo pode ser bom para mim, se pode ser uma verdade, se não é uma verdade, se é uma imaginação da pessoa ou para trazer uma conversa depois, tá? Você viu isso onde? Foi em algum livro? Como que é? Não, nós impacientamos por não tá de acordo com aquilo que eu penso. E aí é, eu já quero defender aquela aquilo que eu acho que é aquela minha opinião. Olha, a gente faz isso com a frequência imensa, imensa e não estamos e não estamos sabendo. exemplo, é, não, hoje não, hoje não é quinta-feira, não faz isso, só outro dia que faz, né? E quem cuida do passe vê quando tem muita, muitas pessoas aqui, vai chamar de 19 em 19, se não me engano, não é? Pro passe. Todo mundo levanta para ir. Ela falou: "Vamos ser 19 para tomar o passe". A gente fica impaciente e esses dias levantou todo mundo e foi. Todo mundo devia ter uns 50. Eu achei interessante, sabe por quê? Porque eu estivesse sentado ali, eu tinha levantado também, né? Eu tinha levantado. Quer dizer, nós não paramos falar assim: "Olha, tá tão bom, né? Sentado aqui, é o cuchuá do banco. Eu fui tratado aqui também. Ah, vou deixar, deixa os 19". Quando ela chamou os 19, eu olho quando tiver só uns 15, então eu completo com a fila. Não, nós impacientamos porque nós queremos ir encher aquela sala onde todo mundo vai tomar passe. Ontem eu tava vendo o avião, eh, quando o avião não parou, não aterrizou, todo mundo já tinha levantado e ninguém ia sair enquanto não terminasse. Eu e eu fiquei pensando, eu já levantei muito, viu? E eu fiquei, mas eu ontem eu não levantei porque eu eu tinha que ter paciência. Eu fiquei pensando, todo mundo vai ter que sair, todo mundo vai ter que sair, todo mundo vai ter que esperar as malas. Quer dizer, por que que levanta e fica 15

i porque eu eu tinha que ter paciência. Eu fiquei pensando, todo mundo vai ter que sair, todo mundo vai ter que sair, todo mundo vai ter que esperar as malas. Quer dizer, por que que levanta e fica 15 minutos naquele calor com milhões de coisas ali esbarrando no outro? Por isso que eu falei que essa viagem me ajudou muito, né? E eu fui bonitinha, eu não levantei nenhuma das coisas, eu fiz várias conexões, tudo quer tá esperando todo mundo. Foi a última sair, sabe? Mas que vontade de levantar, sabe? E e também sair e ficar em pé para não sei para quê, né? Então, ele fala que o não é diferente essa essa essas impaciências. Aliás, primeiro ele falou uma coisa aqui que eu achei muito interessante. A semente não se torna árvore de uma só vez. Olha aí. Não, a gente planta, demora, né? Imagina, você sabe quantos anos gastam um uma um piqui para germinar? 8 anos. 8 anos. Agora não, eles fazem isso com uma rapidez maior, mas porque fica dando choque térmico nela, forçando ela a germinar, né? Mas depois vai crescendo, gasta quantos anos? Um pé de lixia gasta 8 anos para produzir, não produz amanhã. E nós queremos mudar o nosso comportamento de um dia para outro, né? São eh são meses e meses de adubação, sol, cuidado, persistência para fazer o fruto, para o fruto aparecer para nós. E nós queremos, impacientamos com o comportamento nosso e queremos que aquilo seja modificado. Uma coisa que nós fizemos, a gente fala a vida toda, né? a vida toda. Às vezes é até outras vidas lá atrás, né, Vânia, que a gente já vem e chega aqui, a gente quer fazer essa mudança. Então, a nossa vida é assim, não é diferente. A a luzinha já acendeu, né? Então, eu já tô terminando, né? Então, essas buscas nossas paraas nossas realizações faz parte da nossa existência. A gente tá em processo de crescimento, vai acontecer impaciência, vai acontecer paciência também, que às vezes acontece as coisas na nossa vida para nos freiar, porque para que a gente freiar com paciência, não é freiar eh de outra forma, porque

ontecer impaciência, vai acontecer paciência também, que às vezes acontece as coisas na nossa vida para nos freiar, porque para que a gente freiar com paciência, não é freiar eh de outra forma, porque impaciência não se freia, né? Não se freia. Às vezes precisamos, como vem a dor, a dor nos freia. Ela sar paura. Calma, calma, calma. Não é bem desse jeito. Então eu acredito que tem certeza se nós começarmos a observar o nosso comportamento com as coisas que acontecem, quando é que eu tenho paciência, quando é que eu não tenho paciência, a gente vai ter um aprendizado muito grande. Mas e quando eu não tenho paciência, como eu reajo? Aí eu fiz isso, teve uma hora que eu não tive paciência e eu falei: "Nossa, Rute, isso é muito feio para mim". A outra, as outras pessoas podiam nem ter percebido disso. Isso é muito feio, né? Então nós precisamos sim nos pacientarmos, pacientarmos. Isso é muito necessário. E ele fala também que a falta de paciência, por vezes, pode ser indicativa de um início de algum transtorno, entendeu? Sou de um transtorno, tô doente, tô ruim, tô eh ando no fase e de qualquer transtorno que seja e eu impaciento. É diferente de quando é talvez uma impaciência ignorante, né? Então essa falta de paciência, às vezes você tá com muita dor, né? Naquele momento tá todo mundo falando, você fica meio impaciente, né? Mas calma, porque se ficar impaciente não vai resolver, não vai diminuir, né? Entendeu? Ele falou que é o transtorno ou tão somente indisciplina do espírito. Olha aí, né? Espírito ansioso que quer tudo para agora, tudo para ontem, né? E ele fala que a paciência é uma das virtudes que requer tempo. Aí eu gostei porque não é de hoje, não é agora, não é para amanhã, é para todos os dias. E como que a gente pode fazer isso todos os dias? Todos os dias a gente não toma água. Quantas vezes por dia? Então, todas as vezes que eu pegar água, eu vou ver como que eu faço com o que que eu ponho água no copo. Eu trago aqui, o copo tá limpo, eu prefiro de vidro, eu preciso de plástico e vou

zes por dia? Então, todas as vezes que eu pegar água, eu vou ver como que eu faço com o que que eu ponho água no copo. Eu trago aqui, o copo tá limpo, eu prefiro de vidro, eu preciso de plástico e vou levar na boca. Não vou de uma só vez. a comida também. Vou, vou almoçar, vou jantar, vou fazer um lanche. Vamos ter paciência para apreciarmos, para saber se eu gosto, se eu não gosto, se eu quero, se eu não quero. Então, em tudo na nossa vida, a gente tem que usar da paciência para que a gente possa ter um proveito, né, ter persistência para a gente ter um recomeço, que às vezes eu tô sendo impaciente a vida toda. Então, todo o nosso comportamento, ele precisa de tempo pequeno, um tempinho, uma coisinha de cada vez, um tempinho de cada vez, porque nós viemos de vida, de muitos momentos de vida, usando a impaciência. Agora tem pessoas que têm paciência, né? E vocês já viram alguém paciente? É bom demais, não é? Nossa, como é tranquilo, né? Então ele fala também que pode ser alcançada a paciência com meditação. É o que eu falei, é um campo de bção que se faz, é uma meditação, é orar e pedir a Deus, olha, eu vou eu vou enfrentar uma situação difícil. Eu posso ter uma reação eh que não que não é que não é boa, que não é amorosa, que não é caridosa. Então me ajuda, né? E ele também falou que é o é o exercício do auto pererdão, da oração, do auto perdão até com aquela situação que o outro tá fazendo que eu não gosto. E da oração, orar sempre. Quem possui paciência tem maior discernimento sobre a situação. E é isso que nós estamos falando esse tempo todo, né? Ele é inabalável. nada abala porque ele não ele não ele não reage ele não reage né diante das situações que é apresentado. E a nossa vida toda hora é apresentada numa situação que é difícil. Então se toda hora eu for reagir com impaciência vou ter AVC, não é? Vou ter AVC, vou ter um monte de doenças que a gente tá vendo por aí, né? Então, e quando eu tenho essa discernimento, eu sou mais feliz. E ele termina falando que tudo

impaciência vou ter AVC, não é? Vou ter AVC, vou ter um monte de doenças que a gente tá vendo por aí, né? Então, e quando eu tenho essa discernimento, eu sou mais feliz. E ele termina falando que tudo tem tempo certo para florescer no campo material. Olha que não tá falando nem espiritual, material, né? que saibamos ter a maturidade dos que não agem por impulso. Não agem por impulso e aprendamos a diminuiçar as nossas vidas com doses salutárias de paciência. Olha, o dia que nós conseguirmos eh fazer isto, sabe? Esperar o tempo da germinação, o tempo do crescimento, o tempo da floração, o tempo da frutificação, aí nós vamos saborear. saborear uma paz que nós não sabemos o que que é. Então, que a gente possa ficar com a paciência sempre. Que assim seja. Graças a Deus. Um abraço para vocês e uma boa tarde. Até a próxima. Agradecemos a nossa irmã Rute pela reflexão que todos nós precisamos realmente exercitar a paciência. E assim, mestre Jesus, sabemos que a paciência é a ciência da paz. Que possamos, Senhor, a cada dia exercitarmos, buscarmos desenvolver a paz, a paz interior, a paz que o Senhor nos disse: "Eu vos dou a minha paz, não a paz que o mundo vos dá. E assim, Senhor, que nos ajude a sermos perseverantes, determinados, a cada dia exercitarmos um pouquinho da paciência, conquistando essa virtude tão importante nas nossas relações, nas nossas convivências. Que exercitemos, Senhor, a paciência da caridade para com o próximo, o acolhendo, não julgando. E assim, Senhor, só temos a dizer: "Graças vos damos por tudo que nos oferece, por toda a assistência que nos é dada. E pedimos, Senhor, que envolva todos aqui presentes, encarnados e desencarnados, com vosso infinito amor, e que esse mesmo amor seja estendida a toda a humanidade, levando luz onde a sombra, levando paz onde a guerra, levando o lenitivo o consolo, onde há dor e sofrimento. E assim, Senhor, só temos a dizer: Graças vos damos hoje e sempre. Que assim seja, meus irmãos. Antes de nossa irmã chamar para o passe, tem um convite aqui

nitivo o consolo, onde há dor e sofrimento. E assim, Senhor, só temos a dizer: Graças vos damos hoje e sempre. Que assim seja, meus irmãos. Antes de nossa irmã chamar para o passe, tem um convite aqui da comunhão. Sábado, tem o coral irmão Saulo Urias, Urias, né, que pronuncia. Eh, cantando a doutrina. É 12 de abril, sábado, às 19 horas. Todos estão convidados a virem assistir. Que Deus os abençoe e muita paz. Eu gostei. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa

a que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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