TIRANDO DÚVIDAS - João Leal/Marcus Marques
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Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Muito boa noite, irmãs e irmãos que estão aqui conosco, que nos acompanham pela TV Rádio Comunhão. Como como os trabalhos ficam gravados, também nossas saudações a quem nos assistirá oportunamente. Hoje é a quarta sexta-feira do mês, portanto é o dia do tirando dúvidas. Nesse ano, o nosso tema geral é guerra e paz, ou seja, como você ter paz interior, sossego interior, quietude interior, harmonia interior no momento de conflitos, guerra, um termo genérico para conflitos, conflitos, desafios, eh situações que demandam de nós um esforço geralmente transformador, que os desafios os se interpõe em nossos caminhos para que nós nos habilitemos a ultrapassá-los. Os desafios nos colocam em um mais além daquilo que somos hoje. Lembrando que nada que vem de Deus tem o intuito de nos abater, destruir, minguar, diminuir. Não. Deus nos faz fortes. Deus é como aqueles militares que treinam os jovens, os recrutas, para que eles se habilitem, se tornem pessoas que superem dificuldades e cheguem às altas patentes. Deus faz isso conosco, nos tira do nada, nos torna individualidades e depois nos habilita a sermos seres capazes de sermos colaboradores com ele na regência do universo, do universo, dos mundos. das esferas, das dimensões que existem. Então, o nosso tema guerra e paz hoje terá um enfoque especial no título Nós não somos os nossos erros, nós não somos os nossos equívocos. A apresentação de hoje a cargo do Leal. O Leal é diretor do projeto Ana Leal, que combate automutilação infanto juvenil, tanto quanto suicídio. E o Leal, como estava indicado para essa noite na palestra, ele resolveu trazer esse tema devido ao trabalho que ele tem feito nas escolas, sobretudo no Distrito Federal, né, nas redes particular,
io. E o Leal, como estava indicado para essa noite na palestra, ele resolveu trazer esse tema devido ao trabalho que ele tem feito nas escolas, sobretudo no Distrito Federal, né, nas redes particular, pública e privada, né, do Distrito Federal, vislumbrando problemas com jovens em relação às drogas. Então, nós vamos falar sobre isso hoje, que é um desafio e o nosso objetivo é pensarmos como superar esse desafio, tanto individualmente como coletivamente. Para nossa preparação, nós leremos o Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 13. Não saiba a vossa Não saiba a vossa mão esquerda o que dá a vossa mão direita. Apenas um trecho inicial do item intitulado A beneficência. A beneficência, meus amigos, dar-vos a nesse mundo os mais puros e suaves deleites, as alegrias do coração, que nem o remorço, nem a diferença perturbam. Ó, pudesses compreender tudo o que de grande e de agradável encerra a generosidade das almas belas. Sentimento que faz, olha a criatura às outras como olha a si mesma e se dispa, jubilosa para vestir o seu irmão. Pudesses, meus amigos, ter por única ocupação tornar felizes os outros. Só isso basta, porque para quem fez as introdução que eu fiz, lê esse trecho aberto ao acaso, é que aqui já os espíritos, a espiritualidade, o evangelho de Cristo já nos mostra que a solução dos nossos problemas está no amor em ação que se chama caridade. Não é o amor eu gosto de, é o amor que me leva a agir em prol de alguém. Então aqui já tivemos uma resposta, já acabou a palestra, pronto, até o o mês que vem. Impressionante o que nos veio aqui nessa leitura muito oportuna. Vamos agradecer a Deus por esse encontro de paz, de amor, para que tratando dos problemas, nós saibamos compreendê-los e superá-los. Objetivo é esse. Viver é aprender. E aprender significa conhecer-se a si mesmo e ao mundo ou universo, nos potenciais e também nas limitações, para que nós tenhamos uma noção clara do equilíbrio, o que eu posso fazer, o que eu devo fazer, o que me compete fazer. E saber também quando
mundo ou universo, nos potenciais e também nas limitações, para que nós tenhamos uma noção clara do equilíbrio, o que eu posso fazer, o que eu devo fazer, o que me compete fazer. E saber também quando não é para eu fazer. É o momento de eu esperar em profunda oração, confiança e fé. Agradeçamos a Jesus que nos brinda com o evangelho, que nos brinda com esses ensinamentos, que está conosco nessa noite e cuida de nós também nessa noite para que possamos todos saírem melhores, mais tranquilos, mais em paz, mais suaves, mais tranquilos e sobretudo com conhecimento a ser utilizado quando necessário, porque a doutrina espírita é prática. Doutor espírita não é religião e nem um local de adoração, um local de aprender para se viver, para se colocar em prática o exercício da transformação, que é o objetivo maior da nossa encarnação. E aos espíritos, amigos, protetores e guardiães que estão sempre conosco, que nos brindam com sua presença, seu acolhimento e sobretudo nos trazem luzes para que o nosso coração não se turbe jamais. Agradecemos ao irmão Misé de Minezes que guarda essa casa e todos os seus trabalhos. A Ismael na condução do Brasil preparando para o seu destino que já começou. Destino é futuro, destino é aqui e agora, porque o destino é uma missão que se vive e nós só vivemos no presente. Então o nosso destino já está acontecendo aqui agora, já o vivemos. E agradecemos também aos irmãos e amigos espirituais que cuidam deste trabalho, desse projeto, conduzindo-nos na expectativa de podermos colaborar com troca de informações para que todos os presentes possam tirar dúvidas ou nos fazer perguntas sobre outros temas, enfim, para que a doutrina seja melhor conhecida e consequentemente melhor vivenciada por cada um de nós. Estejamos em paz, unidos e em alegria. Então, nesse mês de agosto, né, o tema é nós não somos os nossos erros. Vamos repassar a agenda do ano. Em janeiro, nós estudamos Guerra em Paz, uma introdução ao objetivo geral deste ano, deste projeto, que é das quartas,
osto, né, o tema é nós não somos os nossos erros. Vamos repassar a agenda do ano. Em janeiro, nós estudamos Guerra em Paz, uma introdução ao objetivo geral deste ano, deste projeto, que é das quartas, sextas-feiras de cada mês. Em fevereiro, tudo passa, tudo muda. E eu como reajo? Muitas vezes a gente tem grandes dores e perdas, né? As pessoas dizem: "Mas é, faz parte da vida, tudo passa certo, mas e como é que eu reajo a isso verdadeiramente? Eu aceito essa transitoriedade? Eu aceito essa enfermidade?" Em março nós vimos: "O que eu faço com a minha liberdade? Eu sou livre, mas eu sei usá-la. Eu arco com as consequências da minha escolha. Em abril, nós vimos conflitos íntimos, como alcançar a paz interior. Como é que eu me lido comigo mesmo? Eu me lido comigo mesmo? Como é que eu me resolvo? Como é que eu consigo conviver comigo mesmo? Eu tenho ansiedades, dores, frustrações, tristezas? Como é que eu resolvo isso dentro de mim? Depois nós vimos em maio o fim do mundo, o fim dos tempos, os tempos atuais de transição, porque não existe fim de tudo, como nós vimos, é uma transição, mudança, coisas estão acontecendo e coisas acontecerão. Estamos preparados para isso? Aí em junho, nós tivemos um seminário, né? Nós não tivemos porque foi uma semana dedicada a um estudo específico. Aí votamos em julho com o bom combate. Paulo nos conclama a com Jesus combatos o bom combate, inclusive construindo a nossa felicidade, que é fruto de uma batalha de nós para conosco mesmo. E hoje agosto, Leo nos fala: "Nós não somos os nossos erros. Leal com a palavra, por favor, ele faz a tradução ao tema. Depois nós vamos para perguntas e respostas para termos o nosso bate-papo. Uma excelente noite a todos os que nos assistem pela TV Comunhão, os que nos ouvem pela Rádio Comunhão e pelos outros mecanismos de tecnologia que estão à disposição. E a vocês que estão aqui conosco no auditório, muito obrigado pela presença. Esperamos contar com o pensamento de vocês para nos auxiliar nessa vibração e
anismos de tecnologia que estão à disposição. E a vocês que estão aqui conosco no auditório, muito obrigado pela presença. Esperamos contar com o pensamento de vocês para nos auxiliar nessa vibração e tentar com que a gente tenha clareza naquilo que nós vamos expor pra nossa reflexão. É uma pena que por uma questão legal nós não podemos aqui colocar algumas projeções, porque de acordo com o nosso amigo, o YouTube ele se apropria quando ele percebe que é alguma coisa que tá lançada, ele vem e derruba. Mas em alguma outra oportunidade nós podemos até trabalhar mostrando isso, porque são depoimentos que nos dão exatamente o sentimento e a ideia do que nós escutamos, assistimos nas televisões, às vezes presenciamos ou alguém nos narra um fato acontecido nesse segmento que já nós vamos tratar ou muitas vezes temos alguma situação no nosso próprio ambiente familiar e muitas vezes nós não sabemos ou na maioria das vezes nós não sabemos como lidar com essa situação. Então, do que que nós vamos tratar na noite de hoje? Nós vamos falar da dependência química. Nós já tratamos aqui várias vezes e já distribuímos aqui várias cartilhas sobre o tema automutilação, processo depressivo em jovens de todas as idades. E agora, Marcos, esqueci até de te falar, nós já estamos trabalhando na terceira cartilha que nós vamos voltar de forma bastante forte no problema da dependência, que não deixa de ser, talvez até de uma maneira muito mais forte, um processo de automutilação, autodestruição de você e de todos aqueles es que te rodeiam, inclusive da sociedade que nós estamos inseridos. E se a gente fizer aqui uma viagem por todos os noticiários que nos mostram a cada dia o que ocorre com o problema de tráfego, com o problema das drogas que estão instaladas em todos os ambientes, alguns com mais e outros com menos intensidade. Mas a vivência que nós temos com esse trabalho é assustador, é uma situação dramática. ao nosso lado, quando nós estamos transitando no dia a dia, nas escolas, nas instituições.
com menos intensidade. Mas a vivência que nós temos com esse trabalho é assustador, é uma situação dramática. ao nosso lado, quando nós estamos transitando no dia a dia, nas escolas, nas instituições. É sério, é muito sério. Ontem estava conversando com uma diretora de uma escola, a gente discutindo um um uma palestra. Ela me disse: "O senhor sabe que nós não podemos mais deixar que as paredes da escola, as paredes que cercam o terreno da escola, ela seja de chapisco, que é mais barato, né? Você chapisca, não pode, porque nas falhas eles ali utilizam para armazenar droga. Então tem que alisar. Vejam o ponto que nós chegamos e daí para tantas outras coisas que vocês ficariam assustados em ouvir. E o nosso objetivo aqui e não tenha dúvida, o tirando dúvidas tem um compromisso de esclarecer com todas as letras tudo aquilo que está se passando. Nós precisamos perceber que as coisas assim são. E quando Marcos referiu à caridade, a forma que está ali naquele pequeno trecho do evangelho, é mostrar que é uma ação de dedicação que todos nós temos que ter em atender, socorrer, acolher e se interessar. Porque o desinteresse que nós temos nesse segmento às vezes nos leva ao grande susto quando uma situação dessa bate à nossa porta. É dramático, amargura qualquer coração. E aqui eu vou fazer um pequeno cenário. Começamos a trabalhar nesse nesse setor. Eu era muito jovem, então eu tô com 74. Eu vou botar que isso foi, comecei ali pelos 16 anos, é tempo. Muitas coisas ficaram muito mais ágeis, rápidas e mais forte no convencimento do vício. aquela época nós tínhamos um cenário mais ou menos mais ou menos definido que as pessoas, principalmente os jovens, para serem envolvidos com a dependência, ele tinha algumas características básicas que era escolhida por aqueles que negociavam com as drogas. era alguém que tinha algum desconforto familiar, aquelas famílias com maiores problemas, dificuldades de entendimento e tal. E aí era uma presa fácil, mas era uma presa fácil, mas ao mesmo
as drogas. era alguém que tinha algum desconforto familiar, aquelas famílias com maiores problemas, dificuldades de entendimento e tal. E aí era uma presa fácil, mas era uma presa fácil, mas ao mesmo tempo você precisava de ter um investimento maior até transformar aquele que você tinha escolhido alvo para trazer para depois te dar o lucro que você precisa do negócio. Precisava de investimento. você tinha que gastar um pouco mais, entregar mais droga até que aquilo se tornava o dependente. Ele voltava para buscar pagando. Era assim que as coisas aconteciam. Então tinha esse universo. Hoje não. Hoje você tem às vezes uma família toda bem organizada, estruturada, equilibrada, filhos bem educados, etc. com aconchego, carinho, dedicação, com um caminho bem definido. Mas a curiosidade da pouca idade quando nós reencarnamos nos leva a buscar várias experiências, seja lá for curiosidade e tal. Só que hoje o nível de competência das drogas basta uma vez. Basta uma vez. Experimentou, incou, acabou. Daí começa o drama. E ele não vai ser percebido por aquele grupo familiar de imediato, porque ninguém chega dentro da sua estrutura familiar e diz assim: "Pai, mãe, ou seja lá quem for o educador ou um irmão qualquer, disse: "Olha, eu estou, eu vou experimentar isso". não vai fazer isso. Aí quando o grupo familiar percebe, a situação já está complicada e às vezes muito complicado. Eu não vou falar aqui nem um pouco com mansuetude, porque não pode ser dessa forma. E aí vem as dificuldades, elas vão se agravando, se agravando se não chegar a o desencarne. Todos os dias nós estamos aí observando. Tava falando com o Marco aqui agora, porque a gente sempre fica pesquisando, conversando a respeito, trocando ideias. Nós temos, se não me engano, no ano passado a esse ano, 73.000 1 mortes aproximadamente, acho que nos Estados Unidos só com essa anfetamina e deixa o indivíduo feito um zumbi. Vocês precisavam visitar um local de atendimento e precisavam visitar no dia que chega alguém para se internar para fazer o começo da
Unidos só com essa anfetamina e deixa o indivíduo feito um zumbi. Vocês precisavam visitar um local de atendimento e precisavam visitar no dia que chega alguém para se internar para fazer o começo da desintoxicação. Marcos, a gente discute muito o plano espiritual, regiões umbralinas, etc. Não é isso? Tá lá. Sempre a gente tá preocupado com umbral. O indivíduo tem que ser colocado num local escuro. Ele não pode nem ver a luz. Os primeiros momentos são terríveis. É triste, mas é assim que as coisas acontecem. E nós temos presenciado isso direto, direto. Não precisa ir muito longe aqui na nossa cidade você transitar por aí. Eu não vou errar. 90% das pessoas que vocês veem transitando, que a gente chama de eh moradores de rua, eu conheço a história de muitos deles. São pessoas que tiveram todas as chances que qualquer um de nós teve na vida e às vezes até mais. E a gente olha dizendo vítima da sociedade, me desculpem, nós sempre somos vítimas de nós mesmos. Agora, evidentemente que nos apresentamos de tal forma que é importante que através do que foi dito pela leitura do Marcos, a caridade, o envolvimento, o acolhimento, a gente se dedique para fazer o trabalho adicional de poder auxiliar, para que esses espíritos como nós, que estão encarnados numa nova oportunidade não joguem fora essa grande chance da vida. Mas tá aí. E às vezes vão se tornando cada vez mais agressivos, porque a necessidade de buscar o uso da droga, ele sai do prumo. Se você for o transeúte que tá passando e ele ali olhar para você e acha que dali pode tirar alguma coisa, vai tirar. e se não tirar a sua encarnação que tem ocorrido. Então é importante que fique esse alerta. Nós temos falado, tivemos oportunidade de ir no Congresso Nacional em audiência até convite do senador Girão, que até é adepto da doutrina. Nós fomos discutir, pedir para todos aqueles que têm alguma competência dentro do institucional que legisle, que trabalhe, que se dedique, que use aquilo que for preciso para poder fazer uma
doutrina. Nós fomos discutir, pedir para todos aqueles que têm alguma competência dentro do institucional que legisle, que trabalhe, que se dedique, que use aquilo que for preciso para poder fazer uma melhoria da base dessa sociedade que tá acabada. Não tô aqui tratando de assunto político, tô falando de vida. De vida. Temos ido nas escolas, os professores assustados porque também não conseguem nem a colaboração dos pais, porque se tomarem algum tipo de atitude a respeito, eles são criticados pelos próprios pais. Aí você não entra nessa seara. Tivemos oportunidade até pela TV Sara Nossa Terra, nos deram 4 horas ao vivo em dias diferente pra gente debater esse tema. 4 horas. Discutimos em diversos segmentos da sociedade, mas assusta porque nós vamos lembrar dessas situações. Setembro, setembro amarelo, não é isso? Setembro amarelo. Todo mundo com aquela laço amarelo na lapela, palestra para cá, palestra para lá, palestra para cá. se diz sempre as mesmas coisas como essas que eu estou dizendo aqui, talvez mais brandas. E não passa disso. Passou o setembro amarelo, acabou. Acabou. A coisa tá ficando tão complexa que nós já estamos recebendo convite de empresas, empresas grandes, com muitos funcionários. E quando a gente chega, que abre a conversa, o diálogo a respeito, a gente vê o drama. Isso afeta todo o ambiente social. Até as empresas estão agoniadas com isso, promovendo, discutindo isso, chamando. Estamos à disposição. E como eu digo, é 0800, não tem custo, né, Marcos? É só o coração. E isso tá demais. Agora eu vou entrar um pouco aqui numa situação interessante. Nós vamos falar aqui desse flagelo do vício, que é o pior ou maior de todos. Ele adormece, ele traz o torpor e ele é, se nós levarmos agora um pouco o viés doutrinário daquilo que nós acreditamos, plano espiritual, processos obsessivos, influenciações. Evidentemente que nós também temos que mudar um pouco a forma de entender. O meu filho é alcólatra, porque a espiritualidade pega ele e leva pro bar, não faz isso. Ele vai e lá ele vai achar
nciações. Evidentemente que nós também temos que mudar um pouco a forma de entender. O meu filho é alcólatra, porque a espiritualidade pega ele e leva pro bar, não faz isso. Ele vai e lá ele vai achar companheiros dispostos a precisar dele paraas emanações etílicas. Do mesmo jeito a droga. Nós não somos arrancados. Nós vamos porque estamos querendo ir. Gostem ou não de ouvir isso, a gente arruma a desculpa dizer: "Não, coitado, não somos coitados, não existe." A lei tá aí de causa efeita, ação e reação. Faça por onde? Esse é o trabalho que tem que ser feito por nós. Pode ser diferente. Então, nós estamos indo. E isso também não é de agora, como diz, é desde que mundo é mundo, que a gente tem todas essas ações voltados paraa droga em diversas situações, inclusive nos ambientes religiosos, que se utiliza uma série de coisas para fazer com o quê? Ah, eu vou encontrar a divindade. Então, para isso, eu tenho que sair do meu ponto de ajuste espiritual, entrar numa fase de delírio, os meus neurônios alargados, expandidos por uma ação tóxica para fazer com que eu venha ter uma visão daquilo que eu chamo de plano espiritual. Brincadeira. Então nós podemos observar o seguinte, que esse histórico das drogas, eu vou dar uma passada aqui na Ásia, isso é antigo para todo lado. Desde há muitos séculos vincularam o ópio ao misticismo reinante. Aí acabei de falar isso. ópio. Na Índia não é diferente. Os hindus, cerca de 1000 anos antes de Cristo, consideravam a maconha como uma planta sagrada, sempre procurando esse sair de norte da Europa. Os nômades do mesmo jeito, era o Rxich, Roma, as festas, os bacanais, os festins, todos eles eram regados a drogas. E aí nós imaginamos o quê? Tanto tempo e continuamos muito iguais. Não é mal muito iguais. Melhoramos, mas continuamos ainda a fazer as mesmíssimas coisas. Na Pérsia também não era diferente. No México também não. Os incas também usavam a Coca, seja lá de que forma for, sempre com algum objetivo nesse sentido. E na atualidade, evidentemente, tá aí
oisas. Na Pérsia também não era diferente. No México também não. Os incas também usavam a Coca, seja lá de que forma for, sempre com algum objetivo nesse sentido. E na atualidade, evidentemente, tá aí hoje permeia qualquer espaço físico desse planeta. permeia qualquer lugar. num dos trabalhos que nós fizemos, procurando entender qual seria uma forma, uma maneira de se tentar minimizar esse processo pelo ataque às situações que levam à produção de tudo isso. Eu conversei a época com um general que ele cuidava, um cidadão muito interessante. Ele até fazia um trabalho mediúnico no sanatório e ele cuidava de uma área de segurança no palácio à época. E eu fiquei com ele conversando muito tempo a respeito. E uma hora eu disse para ele, general, quem sou eu para lhe dizer e lhe passar dados de informação, porque eu acho que o senhor deve ter acesso a todos. Mas pesquisa feita à época, fazia um comparativo, comparativo de grandeza que dizia o seguinte: se você pegar todo, vejam bem, todo o recurso que a maior nação gasta em orçamento, orçamento para guerras, todo o orçamento e direcionar única e exclusivamente para o combate a produção, o tráfico de drogas. Pasmem, sabe qual é o percentual redutor de sucesso? 5%. Irrisório, 5%. Com isso, nós começamos a entender todo o processo de quê? Que é que nós precisamos? A educação, o aconchego, porque o outro lado não dá resultado. Você tapa aqui, surge ali, tal. Temos que mudar o espírito, o homem, o jovem. Isso agrada? Hum, hum. Não agrada. Muita gente quando a gente toca nesses assuntos foge, não quer ouvir, tudo bem, é um direito que assiste a todos nós não querer ouvir. Mas quando alguma situação bate à nossa porta, o desespero vem e aí sim a gente vai se interessar tardiamente pelo processo. Precisamos rapidamente agir trazendo todos aqueles que nós temos acesso para o diálogo, para mostrar. Levem para conhecer. Mostrem o que isso significa, porque tem situações que é desesperador você ver os pais ou educadores diante de uma situação dessa,
e nós temos acesso para o diálogo, para mostrar. Levem para conhecer. Mostrem o que isso significa, porque tem situações que é desesperador você ver os pais ou educadores diante de uma situação dessa, você olha e parece que você tá vendo o coração da pessoa do lado de fora sangrando de agonia, porque não sabe o que fazer. E é uma mudança que tem que ser pessoal. Você não arranca da intimidade de uma pessoa se ela não quiser. Se ela não desejar, você não consegue. Então, o nosso chamamento da noite de hoje, que eu gostaria que a gente tivesse essa ilustração para mostrar os depoimentos, isso é fundamental. pra gente tentar se posicionar e poder ser útil nesse processo. É uma ação de todos nós. Às vezes, quando nós vamos nas escolas a gente observa a tristeza dos professores, aqueles que mais se interessam pela situação, e não conseguir saber como agir. E você não pode simplesmente eliminar o que tá ali. Você tem que entender como fazer. Eu fui recente num colégio no essa cidade próxima aqui pro lado de padre Bernardo, foge o nome agora, Braslândia. Eram são 1500 alunos. Eu falei: "Olha, eu posso ficar o dia inteiro, não tem problema. Agora vamos dividir em grupos, porque você botar essa ruma de aluno para te escutar é um negócio difícil, né? Mas nós conseguimos conversar com todos eles e as perguntas ilustram bastante as coisas que estão acontecendo. Um desses jovens, ele me fez uma pergunta mais, talvez até por deboche, porque no primeiro momento eles se acomodam de forma bem displice. como quem diz, você tá incomodando. Mas eu não me toco. Fui, fui roqueiro a vida inteira, ando de moto. Então, essas coisas você acaba criando uma empatia em algum momento, você encaixa uma coisa ou outra. Aí os caras têm alguma curiosidade, porque se você chega ali na condição de tio, professor ou qualquer outra coisa, você não passa, não consegue trocar duas palavras. Vai ir lá paraas tantas. O diálogo foi acontecendo, cada um fazendo uma pergunta, se interessando pelo assunto e um deles fez a seguinte pergunta: "O
você não passa, não consegue trocar duas palavras. Vai ir lá paraas tantas. O diálogo foi acontecendo, cada um fazendo uma pergunta, se interessando pelo assunto e um deles fez a seguinte pergunta: "O senhor não acha que a droga faz mal porque ela é vendida de baixa qualidade?" Na hora eu disse, "Eu tenho que tirar proveito dessa pergunta". Chamei todos os outros. Vocês ouviram a pergunta dele? Importantíssima. Aí eu olhei para ele, amigo, você acha que alguém que tá querendo destruir a tua vida tá preocupado em lhe dar alguma coisa de qualidade? Ele vai tirar o seu couro. Esquece isso. E eu ainda avancei em algumas coisas que eu não vou usar aqui agora, mostrando sobre cada uma das drogas, que tipo de mistura que ali é colocada. E aí assim foi. Então, por que essa chamada de hoje é uma guerra e o tema desse período todo que nós estamos tratando são guerras, não é isso? Guerra de toda ordem. A guerra da nossa intimidade para que a gente reaja a aquilo que tá machucando o nosso coração. É sempre uma luta, é um trabalho. Nós recebemos essa oportunidade, gente. A espiritualidade cansa de dizer que o processo reencarnatório é uma fila indiana. A gente não há luta danada para poder arrumar o espaço para aqui chegar. E nós chegamos. Nós chegamos, é muito privilégio. Então vamos valorizar aquilo que a gente precisa, a vida. Esse é o nosso grande chamamento. Diga sim à vida. E para dizer sim à vida, nós temos que valorizar cada um desses momentos com dedicação, entendendo que não é o peditório a Deus. Deus já cuida de todos nós. Peçamos ou não, porque ele está na nossa intimidade. Isso foi dito pelo mestre. São os deuses. E quando nós falamos ali na abertura do tema, nós não somos os nossos erros, não somos mesmo. Os erros são as ações distorcidas de conduta que nós podemos temos. e transformar, porque eles não nos pertencem. As distorções de conduta que eu leal tenho, elas não são minhas. Eu não fui criado dessa forma. A gente vai agregando na escola do aprendizado, como
emos. e transformar, porque eles não nos pertencem. As distorções de conduta que eu leal tenho, elas não são minhas. Eu não fui criado dessa forma. A gente vai agregando na escola do aprendizado, como o Marcos se referiu ao soldado que vai recebendo orientação e treinamento e toda a ordem para estar pronto para não ter surpresas na trajetória do campo de batalha da vida. Vamos fazer essa reflexão. Levem essa reflexão pro seu ambiente de vida. Parem para pensar sobre isso. Conversem sobre isso para que a gente não tome susto de repente. E veja que ficou já difícil de mudar. Mudamos. Claro que mudamos, nada é impossível. Já tivemos diante de situações horríveis e percebemos a mudança de conduta, mas mesmo assim tá sempre com aquela intranquilidade. Será que está tudo bem mesmo? Então é uma responsabilidade de todos nós. Vocês que estão nos ouvindo pela TV ou que vão em algum momento se interessar pelo tema, mergulhem nessa ação. Participem disso da forma que você puder, nem que seja apenas no seu núcleo pessoal de vida. Converse a respeito. Não esperem surpresa. Não esperem surpresa. Era esse o recado que eu queria passar de experiência vivida, acompanhando uma série de situações, conversando com os profissionais que se dedicam à área, procurando qualquer espaço que é oferecido pra gente poder ir lá e apresentar essa mesma reflexão e naturalmente em cada local de uma forma diferente. Mas com essa linha mestra, cuidar da vida. E aí eu digo para vocês, pais, educadores, seja de que forma for, eduquem. Não tenham receio de educar, não tenham receio de falar, não tenham medo de dizer o que vocês estão pensando, porque eu tenho certeza que quando você diz o que tá pensando no sentido positivo, vem carregado de uma vibração de luz muito importante. Aqueles que nos ouvem, que são educadores, eduquem, eduquem. Não tenham receio, conversem. Prestem atenção. E aqueles que têm às vezes a possibilidade dada pelo universo de estar em algum lugar aonde a sua caneta tenha uma ação
são educadores, eduquem, eduquem. Não tenham receio, conversem. Prestem atenção. E aqueles que têm às vezes a possibilidade dada pelo universo de estar em algum lugar aonde a sua caneta tenha uma ação que possa resultar num trabalho positivo, em benefício, use, use, porque tudo aquilo que a gente recebe para fazer para o bem, precisa ser feito, senão a cada um, segundo as suas obras. Obrigado a todos vocês. Na segunda parte dos trabalhos de hoje, antes de iniciar, lembrando que o Leal é diretor do do Instituto Ana Leal. Ana Leal. Leal, porque Ana Leal é homenagem à mãe dele, a mãe biológica que foi médio, trabalhadora, uma das fundadoras dessa casa. Então, se alguém no no depois da de ter encerrado os trabalhos, quiser conversar com o Leal, estará à disposição aí para falar sobre esses projetos. O Instituto Ana Leal foi o projeto Ação Brasil sem dor, né? Como tinha esse nome ação Brasil sem dor ficou com assim meio que disse como se fosse algo político, não tem nada a ver. Então a gente mudou o nome para neutralizar e tirar esse viés político para que ter tivesse mais abertura. Eh, outra coisa também, a comunhão trabalha nessa área há muitos anos também. Então, eh, por exemplo, eu fiz referência na abertura que em junho nós tivemos um seminário. Todos os seminários que tem aqueles que ocupa a semana inteira, que a gente abre espaço uma semana inteira, são votados esses temas. Nós já tivemos seminário sobre dependência química, sobre envelhecimento. Pessoa que tá se envelhecendo tem que se aposentar, tem que assumir a idade, entendeu? Encarar a vida de frente, uma série de temas. Então vocês podem procurar no site da comunhão. Esses seminários são todos pautados em temas que são desafiantes para todos nós. E também algo que talvez muitos ainda não saibam, a comunhão tem uma escala de trabalho que eu vou ler aqui na na sequência dos dias da semana. Segunda e quarta-feira às 19 horas na sala 13 existe o grupo dependência química. Nós temos um grupo específico que trabalha com isso. Segunda e quarta
vou ler aqui na na sequência dos dias da semana. Segunda e quarta-feira às 19 horas na sala 13 existe o grupo dependência química. Nós temos um grupo específico que trabalha com isso. Segunda e quarta às 19 horas, sala 13. Chega-se a presente e peço para ser direcionado à sala 13. Na quarta-feira 19 horas, na sala 14, que coincide com dependência química, tem o grupo Viver. Se grupo trabalha com pessoas com ideações suicidas ou pessoas que tiveram o trauma do suicídio na sua família, no seu relacionamento. Quarta-feira às 19 horas, sala 14, porque na sala, na quarta, sala 13 é o grupo dependência química e na quinta e sexta, exatamente agora é o grupo Acolher. O grupo Acolher é já é já na sala 13, quinta e sexta, 19 horas, sala 13. pessoas com ansiedade, angústia, depressão, algo mais assim psicoemocional que precisa desse apoio de reencontro e de fortalecimento para encarar sua vida. Então, a gente tem também na na comunhão esses três grupos aí à disposição para o desafio de viver bem, que foi o tema por acaso do ano passado, né? E nós vamos agora iniciar com perguntas e respostas sobre o tema de hoje ou qualquer tema da doutrina espírita. Da doutrina espírita, por favor, não vamos adentrar em outros créditos, outras visões de mundo pra gente aproveitar a oportunidade de discutir a doutrina que nasceu sobre o livro dos espíritos. Então fica aberto para alguém fazer a primeira pergunta da noite. Por favor, façam que eu vou repetir para ficar gravado. Aí a gente comenta. trabalhar pela prata, eh tem estudos, tem médicos para tratar transtornos, para saúde conta pessoa táando traumas. Eh, qual que é a visão e da da >> nosso irmão pergunta o seguinte: há estudos que mostra que alguns algumas substâncias alucinógenas, vou sintetizar o temo, tem sido usado para o trato de transtornos, paraa pessoa trazer à tona alguma coisa para que possa ser diagnosticado e tratado. Essa pergunta vou deixar pro especialista do tema leal. >> Veja bem o que é que você colocou. Quase todas as drogas que nós usamos
razer à tona alguma coisa para que possa ser diagnosticado e tratado. Essa pergunta vou deixar pro especialista do tema leal. >> Veja bem o que é que você colocou. Quase todas as drogas que nós usamos para uso medicinal, como é que ela é preparada? Sua dosagem, sua pesquisa, não é? A sua finalidade. Isso é perfeito. Aliás, todas essas coisas existem no planeta. Não é simplesmente para ser usado para prejudicar, não. Pelo contrário, é para que o uso seja adequado. Você tá se referindo a uma específica que a gente tem acompanhado muito tratamento com ela, seus efeitos positivos, mas tudo isso tá dentro de dosagens, de limitações, de avaliação, de objetivo, né? Então, eh, nós não estamos aqui destruindo todas essas coisas como se fosse o mal. Nós estamos dizendo em que direcionamento de uso que ela tá sendo colocada. Não é só isso. O resto é impecável. É isso mesmo. Vão ser usadas sempre, pesquisadas sempre para ter o uso, né, adequado. É isso. A gente tem acompanhado inclusive muitos trabalhos do próprio canabidiol, não é isso? com resultados interessantíssimos para diversas enfermidades, inclusive a ela, né? OK. É só pegando um gancho aí, como o Leé disse na palestra, antigamente, antigamente as drogas eram voltadas ao sagrado. Elas eram usadas como meio de alteração de consciência para pessoas se conectar com o divino. Por isso que você fez essa exemplificação. Elas eram usadas em rituais. Se os indianos usavam drogas, se os astecas usavam drogas e os chineses usavam drogas, era dentro de rituais dos templos dos iniciados. Não era uma coisa na rua como tá acontecendo hoje, tá? E não havia traficante para essas drogas. Elas eram tratadas como algo sagrado. Só que com o tempo elas saíram desse círculo fechado, hermético, esotérico, muitas vezes para virar o que tá aí hoje, que é o tô pegando o gancho com aquilo que o Léo tá dizendo. Você tem um remédio controlado, certo? Você compra como mediante receita médica, uma posologia adequada para você num período de tempo necessário, que o o seu o seu
ho com aquilo que o Léo tá dizendo. Você tem um remédio controlado, certo? Você compra como mediante receita médica, uma posologia adequada para você num período de tempo necessário, que o o seu o seu médico seu vai avaliar continuidade ou não, uma mudança ou não. É igual recentemente nós tivemos medicamentos que eram usados para combater o diabetes, né? Virando remédio para emagrecer, as pessoas começaram a se injetar e começou a surgir efeitos colaterais. Recentemente, as autoridades sanitárias do Brasil puseram um fim, agora só mediante receita médica. Então, essa questão do da banalização, digamos assim, então são a gente tem dois momentos na história, um círculo fechado iniciático e hoje algo que você vê em toda parte destruindo vidas. Então, essas drogas nos seus tempos, nas suas épocas, não destruíram as sociedades. As drogas nunca nunca destruíram a China ou a Índia ou os astecas ou os maias ou os celtas lá que faziam suas poções mágicas. Que que é a poção mágica da bruxa? Que ela mexe lá um monte de coisa que a gente vê em desenho animado de criança e e dá para uma pessoa beber. É droga, né? É algo que vai mexer com você. Então, saiu desse momento. O mundo hoje vive uma outra realidade, inclusive com ganhos financeiros em cima. A indústria da droga é é indústria gigantesca, como ele falou, é 95% superior a todo o orçamento militar do planeta. É isso? do americano, >> do americano. Quer dizer, a gente vive um incentivo a isso. Por isso que a doutrina espírita se interpõe a isso, porque pera aí, atenta contra a vida. São práticas, ganhos, ilícitos, evidentemente, mas que se tornou ameaça ao ser humano. E a doutrina está aqui para defender a vida tanto quanto Cristo. Próxima, por favor. Vamos lá aproveitar o tempo, pessoal. Daqui a pouco dá 9 horas. Vamos. Quem tem alguma questão sobre doutrina espírita? Não é só do tema de hoje, não. Qualquer coisa. Vamos lá. Não vou escolher alguém, hein? Vou fazer uma prova. Eu faço uma pergunta. Se não responder, a gente
tem alguma questão sobre doutrina espírita? Não é só do tema de hoje, não. Qualquer coisa. Vamos lá. Não vou escolher alguém, hein? Vou fazer uma prova. Eu faço uma pergunta. Se não responder, a gente responde. Vamos lá. Esteja à vontade, por favor, pra gente eh conversar sobre doutrina espírita. O seu que tá de branco aí, que é conhecido nosso, faça uma pergunta aí pra gente, só para animar o povo aí. Mas é sempre uma uma é uma parte de tradição eh seria foi citado sua mão quer mão de que a outra parte Eh, então se p acer uma luz e colocá debaixo da outra você. >> Ótimo. Ótimo. Nosso irmão faz um questionamento filosófico. Ele volta ao evangelho de abertura. Nós lemos: "Não sai a vossa mão esquerda o que faz a vossa direita". Ao mesmo tempo ele diz, mas o mesmo evangelho diz: "Ninguém acende uma luz para colocá-lo embaixo do do alqueire, né, que é o termo bíblico. Isso aí não é uma uma aparente contradição? Vamos lá. A luz que não se coloca embaixo do alqueire são as boas obras, as virtudes. Se você tem essa luz em você, se você já tem esse despertar de consciência, já atingiu esse grau evolutivo, se você já é uma pessoa que fez uma opção pelo bem, ainda que não seja 100% do seu tempo, mas 99% do seu tempo, você já pensa no bem, age no bem, fala no bem, atua no bem, tem o bem como meta, é algo que vai ser a expressão do seu eu. E aí Jesus disse: "Brilha a vossa luz". Isso daí é expressão do nosso eu. O Léo colocou uma coisa muito boa hoje na assim resumidamente na questão do tema de hoje. Meus defeitos não sou eu. Meus defeitos decorr do do de de eu vou falar assim, usar um termo aqui, eu ainda imaturo. Porque quando eu tiver maturidade, eu evoluir, eu chegar lá na frente, esses defeitos não vão fazer mais parte de mim. Eles terão passado. Assim como a minha infância já passou, assim como as minhas atitudes de criança já passaram, não estão mais em mim. Eu sou a mesma pessoa, mas eu não faço mais aquilo que eu como criança fazia. Então essa luz que vai brilhar é a luz da expressão natural do
has atitudes de criança já passaram, não estão mais em mim. Eu sou a mesma pessoa, mas eu não faço mais aquilo que eu como criança fazia. Então essa luz que vai brilhar é a luz da expressão natural do seu ser. É sua plenitude que temos que do Jana de Angeles usa muito, porque nós não somos ainda seres humanos assim 100%, não. A gente tá ainda menos de 50%. Nós somos ainda crianças infantis, poeris, né? Então vem essa maturidade e quando ela chegar é igual Cristo. Como é que Cristo apaga a luz dele? Se ele diz: "Eu, Pai, somos um." Quer dizer, já estamos tão conectados que eu sei o que Deus quer e ele e eu ouço a voz dele em mim 100% do meu tempo. Não tem como apagar essa luz. Então, quando a luz brilhar em nós, é para ser impossível colocar embaixo do alqueire ou de uma peneira ou de um pano do cobertor que a esconde. Porque você vai se expressar assim. As pessoas verão em você o bem, verão em você a verdade, a justiça, o belo. As pessoas vão querer estar com você, as pessoas vão te buscar. Porém, o que a mão esquerda faz a mão direita são as ostentações, a divulgação de um falso bem. Porque quando eu atinjo a maturidade e o bem está em mim, eu não demonstro isso. Não como ostentação, vai ser natural de mim. Agora, se eu der uma esmola e mostrar pros outros para que todo mundo veja, gravar, filmar, colocar no meu canal de rede social para que todo mundo veja, será que eu tô agindo, eu tô fazendo o verdadeiro bem? Entendeu a diferença? Um é pleno, é é o apoguade do ser humano, da criatura humana. O outro ainda é uma pessoa se exibindo, como se diz aí por aí, se amostrando, né? Porque que na verdade ela tá querendo um reconhecimento, retorno, aplauso, sei lá, qualquer coisa, até um título, até por carência mesmo. Sou tão carente, me sinto tão pequeno que eu quero um pouco de aplauso para mim. Então, vou fazer alguma coisa que da Ibope, aí eu tenho as curtidas lá no nas minhas redes sociais e pronto, minimiza a minha carência. Mas esse não é o bem verdadeiro, porque
uco de aplauso para mim. Então, vou fazer alguma coisa que da Ibope, aí eu tenho as curtidas lá no nas minhas redes sociais e pronto, minimiza a minha carência. Mas esse não é o bem verdadeiro, porque o bem verdadeiro tá na maturidade e ele é constante. Então não é uma contradição. Existe as pessoas que querem exercitar o bem com ostentação e Jesus se refere ao bem como parte do integrante do nosso futuro, onde ele vai ser constante em nós. E quando é que Jesus se mostrou para alguém, se exibiu? Onde é que você viu Jesus se aparecer com exibicionismo ou andando com poderoso ou fazendo amizade com ricos ou se misturando com a elite, com as com os famosos da época? Jesus vivia onde? Na base da sociedade. E me permite trazer um exemplo de um Chico Xavier que a gente comentava aqui outro dia, na quarta-feira, inclusive. Estudo livros dos espíritos com o palestrante que veio nessa noite. Chico só foi à televisão porque man brigou com ele para fazer aquele espinga fogo porque sabia que ele ia ser agredido. Então estaria presente e ia dar a resposta para ela ser pública. Uma forma das pessoas verem um pouco luz e verdade, que fora isso, Chico não ia lugar nenhum. Quem quisesse ver ia lá na casa dele, lá no quintal dele. Você nunca viu o Chico Xavier na televisão. Fora aquelas vezes, três, quatro vezes que Emania obrigou ele a ir porque considerou oportuno colocar a doutrina e o pensamento espírita para pessoas que estavam muito articuladas em combater. que as a imprensa ia atrás de Chico fazendo matérias injuriosas contra ele, tentando achar falhas nele, que tem aquela famosa história do livro, né? Ele deu, ele escreveu uma mensagem no livro, deu pro repórter. O repórter nunca abriu. Quando o repórter foi abrir, ele viu que tava escrito ali, que era algo para ele que só ele sabia. Então existe essa questão de ser humilde, porque o verdadeiro espírito, ele não tem créditos, ele não quer esse reconhecimento. O bem para ele é como respirar, é natural, é o que ele faz, ele não não quer viver de
essa questão de ser humilde, porque o verdadeiro espírito, ele não tem créditos, ele não quer esse reconhecimento. O bem para ele é como respirar, é natural, é o que ele faz, ele não não quer viver de outra forma. Então é isso, aparentemente pode haver uma contradição, mas aí pensando um pouquinho mais a gente vê o que se o que seria o futuro nosso, nossa meta e atos que querem tirar das das boas ações algum ganho pessoal. É essa a diferença. Não sei se tá claro pro senhor. Muito obrigado, porque foi uma questão bastante interessante, bastante filosófica dentro do pensamento. E aí, pessoal, vocês vão ficar olhando aí. Vamos lá aproveitar o tempinho aí. Estamos 2 minutos. Vamos lá, gente. Então, vai. Eu só vou repetir por causa do da gravação. Ela é espaço para eles ou é >> nosso irmão pergunta se o trabalho que o feito nas escolas para instituto Leal se fala da doutrina espírita ou ela fica à margem, ou seja, não se foca na doutrina para se tratar desses temas. de saúde pública, digamos assim. >> Por exemplo, nós procuramos abrir o trabalho, não dar uma conotação específica, porque você sabe que tem muitas situações: "Ah, não vou lá porque eu sou evangélico, ah, não vou participar porque eu sou >> eh budista, ah, não vou por is". Então, nós colocamos a coisa eh a vida. E a vida ela é contemplada pela doutrina espírita em todos os momentos. Nós não precisamos colocar as coisas que estão no livro dos espíritos, etc. Até porque quando a gente pode falar do evangelho, nós podemos fazer toda uma mudança aqui de texto, colocando para as pessoas como um verdadeiro código de ética, não é? Código de ética, fazer o bem, tá aqui, sem olhar quem tá aqui e tá em diversos segmentos. Mas normalmente nós não entramos direto dessa forma para não criar uma barreira, você entendeu? Mas se provocado para quando são eh eh locais específicos onde você tem, por exemplo, aqui na própria comunhão com pais, com os jovens que tem aqui ao sábado e tal, é assim mesmo, a abordagem ela vem mais do desse lado mais concreto
eh eh locais específicos onde você tem, por exemplo, aqui na própria comunhão com pais, com os jovens que tem aqui ao sábado e tal, é assim mesmo, a abordagem ela vem mais do desse lado mais concreto de expectativa, de solução, como agir diante dessas situações de problema, tá? Mas se for provocado, sem problema nenhum. Mas a doutrina, no meu entendimento, ela é viva em cada uma dessas palavras que a gente fala. Sim, a vida pelo afeto, pelo equilíbrio, pelo socorro, é a base daquilo que nós abraçamos aqui, não é? É isso. OK. >> É só para encerrar, o cristianismo, na verdade, não é religião, né? Cristianismo é uma proposta de vida e a doutrina traz isso, ressuscita isso pro mundo de 2025, uma proposta de vida, porém saudável, que tudo que a gente fala aqui não é moralismo, é ciência. É uma destruição ao espírito e uma destruição à carne. Destruição no sentido de agressão, né? Espírito indestrutível, mas ele se agride, ele vai ficar enfermo e vai ter que se depurar para se restaurar. A gente fala de saúde integral. Joana deângeles, corpo espírito, mençana em corpo sano. Já deu horário? Oral. Léo, encerra para nós, por favor. Gente, obrigado. Até setembro com a graça de Deus. >> Nós agradecemos a todos vocês. Desculpem que hoje eu tô com secura, a garganta pedindo água. a a presença de todos vocês, a vibração que nós recebemos de todos e que vocês possam levar os seus lares, paraa sua vida, essa tranquilidade e esse essa reflexão. Todos nós temos o que fazer. Todos nós temos alguma coisa que podemos fazer para mudar tudo aquilo que está em nossa volta, que precisa ser mudado para o bem-estar de todos nós. Que a espiritualidade amiga que está aqui com vocês tenha passado tudo aquilo que cada um tá precisando. que o mestre, nosso orientador maior e Deus, Senhor da vida nos proteja sempre. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por
Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de
uidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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