TERRA, CASA DE TODOS NÓS - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 15/05/2025 (há 10 meses) 48:21 194 visualizações

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Transcrição

Por estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição aqui, Boa tarde, amigos. Que a no paz de Jesus esteja com todos nós aqui nós presentes na comunhão espírita de Brasília. E vocês que estão em casa ou qualquer outro lugar nos assistindo nesse momento, que também sejam muito bem-vindos. O nosso tema, antes de começar, vamos fazer nossa prece, né? Eu já fiz umas duas preces hoje. Eu já tô querendo achar que basta uma que pode começar já o nosso momento. Mas para cada momento é um pedido, para cada momento é uma rogativa, né? Então nós vamos nesse momento rogar ao Senhor, ao Senhor Pai de misericórdia, que nos abençoe sempre, que nos dê a coragem de vencer todos os nossos obstáculos de cada dia, nos fortalecendo na nossa fé, na nossa confiança nesse pai amoroso, nesse irmão querido e muito amado por todos nós. rogamos a ele também que cuide de toda a nossa família, que cuida de todo o nosso planeta, cuida de todos aqueles que estão passando por dificuldades físicas, emocionais, de qualquer natureza, que dê a eles a esperança, a paz nesse momento para enfrentar de uma forma que vão acreditar que tudo é possível naquele que crê nele. E assim nós começamos esse nosso momento, tendo a certeza que estamos sendo amparados, iluminados e tratados também aqui nesse salão. E vocês em suas casas também não tem distância para que os cuidados do nosso pai chegu até nós. Então, que fiquemos nessa paz nesse momento. Bom, amigos, hoje nós resolvemos trazer um tema para vocês, terra. lar de todos nós. É interessante porque lá no Evangelho, no capítulo 14, honrai vosso pai e vossa mãe, que Jesus falou: "Quem é minha mãe? Quem são meus irmãos?" É, se vocês lembram bem desse desse capítulo, né? Item cinco, itens 5, seis e outros mais, a gente vai falar assim: "Poxa, mas Jesus não foi não foi assim simpático, né? não foi simpático

eus irmãos?" É, se vocês lembram bem desse desse capítulo, né? Item cinco, itens 5, seis e outros mais, a gente vai falar assim: "Poxa, mas Jesus não foi não foi assim simpático, né? não foi simpático que for chamá-lo. Falou: "Olha, lá fora tá sua mãe e seu seus irmãos". E ele falou assim: "Quem quem é minha mãe e quem são meus irmãos?" Ele perguntou: "Será porque Jesus não ligava pra mãe dela, dele, não ligava pros irmãos?" No evangelho até fala que os irmãos dele não tinha grande simpatia por ele, que achava que ele era até era um louco. Mas isso na no na Bíblia fala muito pouco dos irmãos de Jesus. Mas e a mãe dele? Será por que ele disse quem é minha mãe? Né? Ele que foi assim, ela que foi uma pessoa tão amorosa, tão cuidadora? Não, ele queria, como ele fala muito por parábolas, naquele momento, ele quis dar uma lição para todos aqueles que não tem mãe, não tem pai, não tem ninguém. Todos nós somos irmãos. Nós, eu tenho meu pai, vocês também tive meu pai, né? Vocês também por uma questão de ter que nascer, por uma questão é questão de ter que ser, eh, ajustar, né? ajustar nossa nossas nossas diferenças. Viemos para que eles pudessem nos ensinar, porque nós nascemos tão frágeis, né? Aquele bebezinho que não sabe nada e que o pai e os pais vêm ensinando, né? Tivemos compromissos às vezes sérios de vidas passadas. Então, Deus tá nos dando a oportunidade de estar em família pra gente resgatar, né? Porque nós estamos aqui somente para crescer e aprender a amar, né? Então a gente cresce amando, não é crescer na estatura como o Mário, que é nosso palestrante daqui, que tem 2,5 m. Não, não é. É crescer no amor, crescer na caridade, crescer na benevolência, na honestidade, crescer na simpatia, porque não é? Então, para crescer, porque se voltamos ainda nesse planeta Terra, né, que ele fala que é o lar de todos nós, é porque nós precisamos. Desse lar, ele é uma escola, uma escola que só vem para aqui quem ainda precisa de aprender alguma coisa, porque se não fosse, nós

, né, que ele fala que é o lar de todos nós, é porque nós precisamos. Desse lar, ele é uma escola, uma escola que só vem para aqui quem ainda precisa de aprender alguma coisa, porque se não fosse, nós já estaríamos num mundo evoluído, onde nós não iríamos aprender a amar, nós não íamos aprender ser caridoso, nós não ia precisar de aprender sermos respeitosos, porque a gente já sabe. Então, nós estamos aqui para aprender isto. E aí a gente pode perguntar sempre para nós, será que eu tô aprendendo isto? Será que eu estou lendo na cartilha de Jesus, que é o Evangelho, que eu devo perdoar, respeitar, né? Eh, o até o inimigo, não ser amiguinho dele, mas respeitar até a a distância. Então, não acho que não sei se aprendemos não. Quando eu falo da doutrina espírita, não é porque ela é melhor, não. É porque ela trabalha insistentemente com essa mudança nossa. Vocês podem ver, todo mundo que vem aqui quase que fala a mesma coisa. Quase sempre a mesma coisa. Diferencia um pouco, talvez pelo pelo tema que não dá pra gente abranger tudo, só fica naquele pedaço, né? Então Jesus, ele queria dizer isso para nós, né? Quem é minha mãe? Quem são com meus irmãos? E aí vem lá no item oito, eh, ele vem falar da da dos laços de sangue e dos laços espirituais, que é o parentesco corporal, ó, que coisa difícil, né? E o parentesco espiritual. Eu precisei de pai e mãe para que eu nascesse, porque só se nasce da união de duas pessoas. Até aquele que faz inseminação artificial, ele precisa da mãe, mas ele precisa de um espermatozoide que não sabe de onde que vem, mas tá lá no banco de esperma. Mas teve um homem no meio, não teve? Não dava para fabricar ainda. Por quê? Porque nós precisamos ainda desse ser humano para podermos crescer. E o parentesco espiritual, parentesco espiritual, esse é mais leve, né? Porque o corporal eu nasço na família que eu preciso de crescer, mas o o espiritual já é diferente. Por isso que às vezes nós encontramos alguém e conversamos um um minutos e a gente acha aquela pessoa tão

e o corporal eu nasço na família que eu preciso de crescer, mas o o espiritual já é diferente. Por isso que às vezes nós encontramos alguém e conversamos um um minutos e a gente acha aquela pessoa tão simpática, tão agradável da vontade que fosse lá da nossa casa, não é? Mas vai morar com ela. Se eu tiver compromisso com ela, vai. Então é aquele que pisa no pé mesmo. Mas Jesus, Deus é tão bom que dentro de toda dificuldade ele bota um ou dois que serve de apoio. Porque não tem só também aquele difícil, não tem aquele também que aquele que sempre fala: "Não, gente, ó, calma, calma, espera, não é desse jeito, não. Vamos pensar, olha, vamos respirar fundo, coisa desse tipo, né? Por quê? Porque senão ficaria uma guerra, né? Então aí as pessoas para, pensa direitinho e depois fica bem. Então nós estamos aqui neste planeta, nesta terra para melhorarmos só. E a gente melhora dentro de casa e melhoramos fora de casa também. Aí a gente tem que ver onde que a gente tá melhorando mais, né? em casa é o nosso compromisso reencarnatório. Eu vim naquela família do seu Jeffson com dona Sebastiana, porque eu tenho compromisso com eles e tem compromisso com aqueles irmãos. Deu tudo certo, tá dando até hoje? Tá dando até hoje certo. De vez em quando tem umas coisinhas difícil, mas a gente deixa para lá. Por quê? Porque a doutrina nos ensinou deixar para lá. Não vamos guardar esse ressentimento. Fica ressentido um dia, mas depois a gente passa uma mensagem. Todos os dias eu passo pros meus irmãos, né? E para eles, como diz: "Ó, tô aqui, tô aqui, não esquece de mim não, porque eu ainda sou sua parente. Eu não sei se tá sendo difícil para eles receber toda manhã uma mensagem dessa natureza. Mas então nós viemos agora a família espiritual, aquela que a gente encontra, que é maravilhosa, que é simpática, que não tem divergência, que tem mais só crescimento, é aquela que eu já vim, mas que eu não preciso de estar com ela, mas eu já aprendi. E esse terra lar de todos nós, deveria ser assim. Eu acho que Deus

não tem divergência, que tem mais só crescimento, é aquela que eu já vim, mas que eu não preciso de estar com ela, mas eu já aprendi. E esse terra lar de todos nós, deveria ser assim. Eu acho que Deus ele é maravilhoso, né? Ele põe a família, a família corporal e dá um espaço paraa gente aprender a gostar do vizinho, do amigo, ver tanto que ele é bom. E porque um dia nós vamos ter só a família espiritual, mesmo que a gente nasça de um pai e de uma mãe, eh vivo, né, pessoas, mas todo mundo é considerado da mesma forma como irmãos nesse planeta Terra. É complicado. É complicado. Mas olha, nós somos uma família da quarta-feira, das 16 horas. Eu já sei quem é que senta, onde, entendeu? Tem uns que chega que eu não sei, mesmo vendo assim, tem uns que fica mais longe que eu que eu vejo mais ou menos como que é. Quando era de máscara era muito difícil, porque só isso aqui era complicado. Então, nós somos a família espiritual de quarta-feira às 16. Daqui a pouco eu sou da família espiritual das 18, e assim depois eu vou pro grupo que é uma família espiritual. Todos os dias chega um diferente. Um feliz da vida, não. Um que não quer ficar aqui mais porque tá achando muito difícil, quer ir embora. E aí a gente vai atendendo ele como esse irmão espiritual e conversando e ali no grupo e tem uma bala para dçar, né? Quem pode chupar bala, quem gosta de bala, né? Adossa conversa boa. E nós estamos vendo essa família esse mês nos grupos. E olha, para falar sinceramente para vocês, é o mês mais difícil que nós temos nos grupos de autoajuda, porque a família consanguínea, ela é a lição mais difícil que nós temos. Ela não é fácil, porque é ela que vai mostrar para nós as nossas dificuldades, os nossos defeitos, os nossos limites. O espiritual não, né? Ele não precisa de mostrar, dá tudo certo. Então o evangelho quer dizer isto, não é? E quando ele fala quem é minha mãe e quem são meus irmãos? Ele quis nos ensinar que todos somos irmãos, todos, todos. E aí vem o nosso amigo aqui, o Deluca, falar sobre terra, lar

r dizer isto, não é? E quando ele fala quem é minha mãe e quem são meus irmãos? Ele quis nos ensinar que todos somos irmãos, todos, todos. E aí vem o nosso amigo aqui, o Deluca, falar sobre terra, lar de todos nós. Então, vamos ver o que que ele fala que é isto, essa terra que todos nós temos o mesmo lar. E ele pegou uma mensagem do Dr. Bezerra de Menezo, o mentor da nossa casa, que falou assim: "Nosso lar é o mundo inteiro". Nossa, mas é família grande, não é o mundo. Ele não falou o Brasil, ele falou o mundo, o mundo inteiro. E a nossa família é a humanidade integral, não tira ninguém, até aquele que nos machuca, até ele. Aí tem gente que fala: "Não, mas dele eu não sou". Aí eu vou parar só para falar para vocês quando eu era solteira, mas bem mais bem criança, eh nós almoçávamos todo mundo reunido ali e tínhamos um vizinho que ele era muito sujo. Eu já contei isso aqui, eu usei como exemplo, muito sujo. E ele chegava todos os dias na hora do almoço. E meu pai, ele ficava meio implicado com aquela situação, porque era todos os dias, mas ele nunca quis comida. Ele queria um copo de café e o copo dele não era assim aquela chicrinha não, nem aquela, né, ou naquela chav não, era um copo grande. Pegava o café do meu pai todo e meu pai tomava pouquinho, mas tomava sempre. E meu pai falou: "Não sei por que ele chega na hora do almoço, por que que ele não vem antes?" Mas só que meu pai tava trabalhando, eu já tinha ido antes, porque o café dele era o café da minha casa. No interior, hoje mesmo interior as portas são fechadas. Naquela época não era fechada. Ele entrava ainda pela porta da cozinha, né? Mas ele não pegava a garrafa, ele pedia. E meu pai toda, todos os dias dava implicada. E minha mãe falava: "Jeferson, mas que que é isso? Para que isso? Não, porque não sei o qu e tal. Ele, será que ele não tem outra hora?" Aí minha mãe falou assim: "E se ele for Jesus que está vindo aqui para te botar a prova se você aceita". Ele falou assim: "Olha, mas Jesus então é muito difícil, indiscreto

ue ele não tem outra hora?" Aí minha mãe falou assim: "E se ele for Jesus que está vindo aqui para te botar a prova se você aceita". Ele falou assim: "Olha, mas Jesus então é muito difícil, indiscreto e só chega em hora errada." E eu lembrei muito do irmão, né? Então se ele falou Jesus, se ele tivesse essa noção aqui, ele tinha noção, mas a gente não se falava dessa forma que nós falamos hoje. A gente cresceu, né? Hoje a gente acha que a família, eu tô falando da família das 16 horas, depois tem 18, depois tem das 19 do grupo Viver. Então, mas era um irmão que chegava lá, era um irmão. E minha mãe acolhia esses irmãos todos, todos. Era para ensinar meu pai que era um irmão que tinha que ser acolhido nas dificuldades deles, né? Entendeu? Então a de vez em quando tinha assim, ele ficava meio irritado, mas como ela não irritava nunca, ele não vencia, né? Porque ele acabava calando. Então se ele tivesse visto essa lição. Então Bezerra de Menezes, né, fala que nosso lar é o mundo inteiro e a família é a humanidade integral. E aí veio os astronautas falando que quando eles tiveram experiência na lua, eles afirmaram que observando a terra do espaço, as fronteiras e barreiras não existiam. Não existiam entre os países, né? Não é? Eles não puderam ver. Fal, aqui é a Alemanha, aqui é a Rússia, aqui é o Brasil, aqui é Colômbia, aqui é a Argentina. Não viu, viu aquele globo todo. Então, olha que coisa bonita. Eu fiquei, eu gosto muito de imaginar, eu fiquei imaginando, vendo de lá, falar assim: "Nossa, lá dentro tem toda a família tá ali dentro, ninguém tá do lado de fora. Ninguém está do lado de fora, né?" Agora ele também falou que o que se pode ver é um globo uniforme que se você imaginar ele tá cheio de divisões. Eu não sei se vocês conseguiram ver o Globo. Imagina o Globo. Nós não estamos vendo nada que tá acontecendo, né? Não tem nada. É uma bola, né? Uma bola. Lembra daquele globo, né? Mas o que que acontece lá dentro? Tem muitas divisões, né? E essas divisões, quem fez essas divisões? O

o nada que tá acontecendo, né? Não tem nada. É uma bola, né? Uma bola. Lembra daquele globo, né? Mas o que que acontece lá dentro? Tem muitas divisões, né? E essas divisões, quem fez essas divisões? O homem, não é? Foi o homem, não é? Tem Goiás, aí Tocantins resolveu dividir. É um outro estado de Tocantins. Então a gente vê que o homem vai dividindo as coisas. O Rio Grande do Sul não queria pertencer ao Brasil, né? Olha aí, teve uma época, isso é história, pode até ser mentira, né? ou engano, equívoco. Mas então o homem que faz essas divisões e com essas divisões o que que aconteceu? Perdeu o sentido de que todos somos filhos da mesma terra. Então, se vocês vão na Argentina, no futebol Brasil e Argentina, aí vocês vê que não é a mesma, não são irmãos, que é Argentina é Argentina, Brasil é Brasil. Hoje acho que não tem mais isso ou eu não assisto mais futebol, né? Eu acho que não tem mais essa briga toda. Mas então somos filhos da mesma terra, né? As fronteiras são marcos que os homens construíram, mas e não muros intransponíveis e não que nos diferencia de origem geográfica, não somos todo mundo moradores deste planeta, né? Credo religiosos, cada um tem o seu, sem problema nenhum. Cor de pele, cada um tem a sua. É as consequências das da da das misturas ou da raça ou Mas tudo é tudo tem olhos, nariz, boca. Não, se fosse era um etê, era alguma coisa diferente. Tem uns que são às vezes até não eh pode nascer sem ser um dedo, mas tem mão, né? Mas tem mão. Às vezes não tem mão, mas já é outra história, não é? Essa história nossa. Então a gente começa, tô falando bem devagar pra gente começar a se ver dentro desse quadro de irmandade, né? E nós precisamos desenvolver este olhar do astronauta, né? Todas as vezes que a gente pensar, fazer uma diferença, você pensa, se tá em Brasília, pensa assim, olha, é, tem a terra toda, né? O o universo, nós aqui somos um um país, né? Um um um um um terra onde existe país que foi dividido pelos homens. Mas e se eu ver esse isso do lado de fora? Eu

sa assim, olha, é, tem a terra toda, né? O o universo, nós aqui somos um um país, né? Um um um um um terra onde existe país que foi dividido pelos homens. Mas e se eu ver esse isso do lado de fora? Eu tenho diferença do carioca? temos pela fala, mas isso também não vem ao caso. Somos seres humanos criados por Deus, né? Então, os o os astronautas temos que desenvolver este olhar dos astronautas e passar a olhar a terra como a casa de todos. Então, e a gente ainda bate no peito falando que eu sou de Goiás. Aí você, ah, mas fala desse jeito igual Mineira, né? Olha aí. Aí a gente vai falando as coisas diferentes. Ah, mas você que chia como carioca. Olha aí. Mas estamos tudo do mesmo lugar. Viemos do mesmo pai. A mãe é biológica, só faz diferença pela parte biológica, né? Então, eh, como a casa de todos, vendo a humanidade como uma família. Se a gente pensar desta forma, não haverá mais estrangeiros. refugiados e que nós fazemos tão tão discriminamos tanto, né? Todos nós pertencemos à mesma comunidade terra e nós ainda somos tão cheios de preconceitos, preconceito de irmão para irmão, não é? de irmão para irmão. E ele continua falando eh os o astronauta Edgar, né, o um dos brasileiro que foi, ao retornar da missão Apolo 14, ele afirmou uma coisa tão linda. Fomos à lua como técnico. Eles foram à lua para como técnico para verificar, ver como que é, passar as informações, fazer relatório, né, eu imagino. Voltamos como humanistas. Nós não precisamos de a lua pra gente voltar como humanista. Basta a gente estar aqui dentro da comunhão. É muito mais perto, não é? é menos problemático. A gente pode ir sair lá, voltar, dar uma passeadinha, voltar e eles não. Tinha que ficar ali aquele tempo. Então nós precisamos disso. Nós não viemos aqui como técnico pra gente construir uma casa, pra gente construir um microfone, pra gente isso, pra gente aquilo, pra gente aquilo outro. Não. Nós viemos para nos humanizarmos. A gente tem filho, a gente da educação necessária na época, a gente tem uma

nte construir um microfone, pra gente isso, pra gente aquilo, pra gente aquilo outro. Não. Nós viemos para nos humanizarmos. A gente tem filho, a gente da educação necessária na época, a gente tem uma relação afetuosa com alguém, é aquele período pra gente crescer, mas nós temos que ser mais humanos, independente de quem quer que seja. E às vezes nós grudamos tanto na nossa família que achamos que só aquela família que é melhor do que as outras. A gente vê muito. Você sabe que você tá falando? Eu sou da família tal. E daí? E o que é mais? Eu também sou da família tal, né? Eu tenho até duas, dois sobrenomes. Tem gente que tem cinco. Agora mesmo estava passando um tratamento para uma pessoa que vem aqui, ela tem seis, fora o nome e eu escrevi, escrevi, já não tinha mais espaço para escrever e tinha que ser completo. Mas isso não importa, né? A nossa família biológica, essa que nós nascemos com pai, com mãe, ela é muito importante, sim, porque ela que nos deu a vida. Deus não nos criou ali de massinha, depois bateu a varinha e fala e fala: "Agora pode falar, pode andar, vai aprender." Não, nós viemos de uma junção de óvulo com espermatozoide que foi desenvolvendo, foi crescendo e hoje tá aqui todos nós, não é? Essa família é importante porque senão não ia existir vida, mas não é a única. Porque nós falando da família biológica e da família espiritual pertencemos a uma família muito maior do que aquela do seu Jeferson e dona Sebastiana. Tô usando a minha, né? E cada um vai pensar na sua. Não importa que foi embora, mas eu não fui ainda. Então eu continuo naquela família. Hora que eu for, eu vou fazer um projeto reencarnatório. E aí eu falo: "Olha, eu já aprendi com você, agora eu quero ir para outra família. E eu já pedi, viu? Eu não sei se vocês vão pedir, mas eu já pedi nas minhas caminhadas. Eu gosto muito do espírito Euripes Barçanufo. Ele teve um trabalho muito lindo, quer ver? conhece a história dele. Um dia eu falei: "A UIPDES, vamos fazer um trato. Eu quero voltar com a mesma

nhadas. Eu gosto muito do espírito Euripes Barçanufo. Ele teve um trabalho muito lindo, quer ver? conhece a história dele. Um dia eu falei: "A UIPDES, vamos fazer um trato. Eu quero voltar com a mesma mãe, porque ela me ensinou a humildade, a singeleza, a simplicidade, a doçura e o calado. Eu adoro aquele adorava aquele calado dela, mas eu quero na ser filha do meu marido, entendeu? que já desencarnou, porque ele parecia muito com minha mãe, ponderado, tranquilo, silencioso, calmo, que quando falava uma coisinha, falava a coisinha certa. Meu pai não, viu? Mas isso não quer dizer que eu não amava meu pai, né? Não amo, né? Mas eu já escolhi. Não sei se você ouvida não, mas eu tenho todo o direito de pedir, né? Se vai falar não é problema, não é problema meu. Se eles falar não, eu acho que o Rute precisa de de umas pessoas mais rigorosas, né? Porque ela tá faltando isso, aquilo. Então estamos nessa família. Mas a gente vê muito quando nós falamos dessa família espiritual e mesmo dessa família eh biológica, quando tá tudo certinho, tá alimentando, a gente começa a prestar atenção por aí. Quando vocês vão pra casa de vocês ou vem para aqui ou vai para outros lugares, criança que não tá comendo, não tem o que comer, não tem escola, não tem remédio, mora em calçadas, mora em ponto de ônibus, né? mora por aí, mas pertence à minha família. Olha aí, não tem diferença. Aqueles meninos que fica ali na frente, é meninos porque se frequenta nosso grupo também. É irmãos do mesmo jeito. Quando eles vão no grupo, eu fico muito olhando, né? Eu falei assim: "Olha, cada um no seu momento de vida para seu aprendizado, mas também são." Tudo bem, a gente também não pode levar pra casa da gente, não é bem isso que eu tô falando. Mas olhar com caridade, se puder ajudar, que ajude. Se puder fazer uma prece, que faça, porque nem às vezes os de casa nós podemos fazer certas coisas, não é? Mas pertence à família humana, não é outro. Então, dentro de minhas possibilidades, eu devo fazer alguma

zer uma prece, que faça, porque nem às vezes os de casa nós podemos fazer certas coisas, não é? Mas pertence à família humana, não é outro. Então, dentro de minhas possibilidades, eu devo fazer alguma coisa. Eu posso não fazer sozinho, que às vezes não é bom, não é aconselhável, mas eu posso me unir a uma instituição. Por exemplo, nós temos os mãos mãos estendidas aqui, que tem toda uma disciplina para atender esse pessoal. E tem muitas outras, a Igreja Católica tem, a evangélica, tem todo lugar tem outras instituições também que eu vou, conheço, vejo se é idônea, porque é meu irmão que passa por muita dificuldade, né? Então nós não vamos fazer isto por caridade. Até podemos fazer, mas com sentimento de humanidade. Aí eu dou porque eu preciso de dar porque diz que tem que fazer caridade. Não é só isso. A gente vai lembrar que eu tô dando pro irmão. Por isso que minha mãe dava na época o arroz. Hoje nós eu posso fazer propaganda pro arroz tio João? Não posso. Eu não sei se todo mundo com ele não vai me pagar por isso. Mas é um arroz que não quebra fácil. Então quando alguém chegava na minha casa para pedir um pouquinho de arroz, minha mãe dava 5 kg. E do tio João e meu pai, vocês não conhecem meu pai com as histórias que eu trago. E meu pai falou assim: "Mas como que você dá o arroz tijol? Nem vai saber que tá comendo arroz tijolo." Ela fala assim: "Se eu como, por que que ele não pode comer? A gente ouviu muito isto, muito isto. Ela chegou ter uma instituição particular onde ela atendia uns 200 pessoas, olha aí. E que ela recebia muita coisa, que era uma história muito bonita dela, né? Então ele fala também bem que a gente poderia expandir as paredes desse lar, né? Eu tenho minha minha casa, meu lar. Eu podia expandir, falar assim: "Vou tirar essas paredes". física e vou imaginar que tem uma parede que não tem mais parede lá num quem mora numa casa podia falar assim: "Ó, o vizinho daqui faz de conta que não tem parede, eu não vou besbilhotar ele, mas eu vou querer bem

imaginar que tem uma parede que não tem mais parede lá num quem mora numa casa podia falar assim: "Ó, o vizinho daqui faz de conta que não tem parede, eu não vou besbilhotar ele, mas eu vou querer bem ele. Ah, mas ele é chato, ele reclama?" "Não, mas eu também reclamo. Eu também não sou assim boazinha sempre, não. O daqui também, se é o apartamento, a gente imagina que não tem a porta, que tá tá sem porta. Eu tenho uma amiga que ela mora no nor não octogonal, é porque tudo é perto, né? Uma vez eu fui na casa dela e eu achei muito interessante. Foi numa época de pandemia, ela tava eh me ajudando numa numa questão aí e eu cheguei, entrei, quando eu vi todas as portas da cozinha estava aberta, quatro apartamentos e aí uma passou com um pratinho de biscoito, tá? trouxe biscoit, disz que você vai receber uma visita. E olha, mas me impressa aquilo, gente. Eles abrem, elas abrem a porta da cozinha que dava tudo para um ra e se comunicava. E eu achei aquele tão bonito e com respeitoso. Depois eu perguntei, claro, né? Mas e aí? Vem toda hora, entra? Não, não, a porta tá aberta, mas bate. Quer dizer, olha, ela sabia que a pessoa ia receber alguém, tinha feito uns umas bolachinhas, foi levar para tomar com a visita da minha amiga tomar café, que eu era visita, tomei café, ainda levei todas as bolachas que tinha no prato, sabe? Posso levar? Posso, tava uma delícia, né? E depois eu recebi dela outra outras bolachinhas. Então a gente podia estender essa parede mentalmente, né? Quando a gente passar por alguém na rua que vê, estende, chega até ele mentalmente, que às vezes nós não podemos chegar fisicamente, às vezes não podemos, mas nós podemos chegar mentalmente. Nosso coração pode chegar até ali. Olha, imagina que energia que chega até ele. Vê alguém deitado ali, não pensa, ixe, deve est embriagado, deve est usando droga, tal. Não, não pensa. Para um pouquinho, mentaliza. Não vê se tá com o pé sujo, que se o o cobertor tá sujo, que quer cabelo estranho. Não pensa. Chega até ele com

st embriagado, deve est usando droga, tal. Não, não pensa. Para um pouquinho, mentaliza. Não vê se tá com o pé sujo, que se o o cobertor tá sujo, que quer cabelo estranho. Não pensa. Chega até ele com toda a beleza que você tem e leva até ele. Já faz ele melhorar, já dá um tom diferente para ele. Ele pode receber, mas e para nós? Nós nos tornamos melhores. Esse é meu irmão que tá aqui nessa situação hoje. Então eu vou fazer uma oração por ele. Não precisa de ficar lá parada pai nosso que sai no céu. É até perigoso, né? Ninguém sabe, mas não. Imagina vê a figura e pode até sair e fica mentalizando até onde você for chegar, né? Então vamos expandir essa parede dos nossos alhos, sair do nosso casulo, da nossa conforto de sofá, de televisão. É tão boa, não é? ver um filme bom, uma série boa e tá ali, chegar do trabalho cansada, botar o pé para cima, comer uma coisinha gostosa, um lanche, ver alguma coisa e deitar numa cama extremamente confortável, enquanto nós temos irmãos que não estão, não dá para botar todo mundo lá em casa, mas eu posso mentalizar que ele seja coberto com a mano, ali que eu vou fabricar, um manto de amor. Quem sabe isso vai ajudar, sabe para quando? talvez para um outro momento de vida, como eu tudo que eu faço aqui também é para depois, porque eu quero sair daqui bem melhor, espero, né? Então, eh, é mais ou menos isso que ele queria, né? Muitos amigos. E a gente tem que pensar também assim, hoje nós estamos aqui, daqui daqui um num outro momento de vida, podemos nem nos encontrar, ou porque não trabalharmos ou porque não, de repente é eu que sou mulher. Aí eu falei: "Não, eu vou como homem para ter uma experiência de como é ser homem. Eu preciso, eu aprendi ser mulher, agora eu preciso de aprender ser homem. Eu preciso de vir com algum defeito para trabalhar algumas qualidades em mim, né? algumas dificuldades que eu tenho, alguns preconceitos que eu tenho e assim a gente vai crescendo. A gente vai crescendo. Nós não temos pensar que nós estamos aqui,

lhar algumas qualidades em mim, né? algumas dificuldades que eu tenho, alguns preconceitos que eu tenho e assim a gente vai crescendo. A gente vai crescendo. Nós não temos pensar que nós estamos aqui, eh, só essa é a única vida que eu tenho, mesmo eu sabendo da morte que nós todos vamos, né? Mas não precisa de ser agora que a gente tem muito que aprender aqui na comunhão, não é? Mas nós vamos ir e vamos voltar. Esse porque nós não aprendemos na aprendemos pouco, temos que aprender mais, né? Tem pessoas que já aprendeu muito. Divaldo, foi embora ontem, não foi? Deve ter aprendido muito, porque teve muito trabalho, não foi? E honrou o seu trabalho. Honrou. E nós também temos que honrar o nosso trabalho enquanto estamos aqui, aquilo que nós escolhemos. Mas não dá para ficar sem fazer nada. Não dá para ignorar que nós temos outros ali que são irmãos e que precisa muito da gente, né? E quando nós formos embora, a gente vai tranquilos, porque podemos fazer tudo que teve ao nosso alcance. E hoje nós temos o nosso alcance o conhecimento. Ainda pode ser que ainda não temos a prática, mas nós que a gente vem aqui na comunhão, que ouve falar, né, do do da terra lá de todos nós, como que eu posso ignorar isso? Não tem mais como ignorar, né? Aí quarta-feira vai ser outra coisa. Deve ser Carlos Frota, não sei, né, mas quem é. Então, todos, toda quarta, 16 horas vem alguém e fala. Aí a gente vai ficando culto das mensagens e já tá na hora de começar a praticar, porque não dá para só ter, só guardar na caixinha e chegar lá a gente abre a caixinha, fala: "Tá, você aprendeu tanta coisa, beleza, 10, né? 10. Mas o que que você fez com tudo que você aprendeu? Você pediu, você orou, mas tinha oração, tinha o pedido com ação. Ah, não, mas é porque eu tava esperando eu vir para cá para perguntar o que que eu tenho para fazer. Ter perdido, podia ter feito lá. E a gente pode fazer até pensar é fazer, até mudar nosso pensamento é uma forma da gente estar, né? E para terminarmos, né, a gente eh ele fala que o planeta Terra é

. Ter perdido, podia ter feito lá. E a gente pode fazer até pensar é fazer, até mudar nosso pensamento é uma forma da gente estar, né? E para terminarmos, né, a gente eh ele fala que o planeta Terra é uma coisa só, então não divide. Então vimos que não tem problema, a gente pode ir pra Argentina e ficar tranquilo com eles lá, que somos irmãos, né? Somos irmãos, não é irmão nem algumas coisinhas, né? Mas somos irmãos. Nascemos, né? Nascemos do mesmo pai, viemos com as mesmas mesma missão, mas com responsabilidades diferentes. E tá na hora de construirmos a nova terra onde nós estamos plantados. Tá precisando, precisando de regar, precisamos de botar mais adubo, precisamos de fazer podas. Tudo isso como faz numa árvore, nós temos que fazer com conosco, né? Vamos derrubar essas muralhas que ele fala que nos separa um do outro. Nos separa, me separa de um que eu tenho preconceito. Por que que eu tenho? É a opção de vida dele. É a minha opção de vida. Então, essas coisas que impedem a gente, sabe? Desse homem antigo, homem tanto faz homem como mulher, antigo. Não é desse jeito, eu não vou mudar. Se me quiser é desse jeito. Não é assim que fala. É. E a gente vai ficando para trás e o outro vai andando, né? Então vamos nos lembrar de que numa futura reencarnação nós podemos voltar para cá. Aí que tá. E você tá falando pra gente melhorar porque senão você chega aqui e fala assim: "Desculpa, como diz meu neto quando era pequenininho, que droga de terra que eu vim. Olha que coisa mais horrorosa". Alguém pode falar assim: "Não, mas vou foi você que construiu isso aqui, por isso que você tá voltando para ela, não é isso? E vou voltar talvez com as mesmas pessoas porque não aprendi a lição direito. Aí falas igual a criancinha, né? Eu queria outro pai, eu queria o pai de fulano de tal, queria a mãe de fulano de tal." Não é quando eles são pequenininhos, quando a gente dá uma bronca, fala, chama assim no rigor das da lei, né? Materna, paterna. Eu fale assim, eu não queria você como mãe, eu

a mãe de fulano de tal." Não é quando eles são pequenininhos, quando a gente dá uma bronca, fala, chama assim no rigor das da lei, né? Materna, paterna. Eu fale assim, eu não queria você como mãe, eu queria fulano de tal, porque, né, às vezes já chegar aqui falar: "Não, mas eu não queria nascer nessa família, pô. Mas foi essa família que você deixou de fazer as coisas com ela? Foi a chance que foi dado, né? Então assim, vamos trabalhar desde agora, né? Quando da nossa volta o planeta esteja no lugar mais bonito de se viver. Eu tô imaginando o que que eu quero cheio de p, cheio de de paineira. Tudo que eu vejo bonito, eu quero que estar aqui. Por isso que eu tenho e consertado muitas árvores caídas por aí. No domingo eu pego, eu tenho um martelo, pego e vou botando todas elas em pezinha, vou adubando, vou fazendo que eu falei, pelo menos essas aqui eu vou voltar, vai ficar perto da minha casa, né? Então ele fala, é um planeta mais bonito se viver. Quem sabe começando a cantar essa linda canção de Beto Guedes, que a gente se entusiasma, Beto Guedes, né? Fala assim: "Vamos precisar de todo mundo. Eu não preciso só de um, eu preciso de todos. Eu preciso de vocês aqui para me ouvir. Sabe por quê? Porque eu preciso de me ouvir e eu preciso de falar para alguém, porque senão depois fal, tô falando sozinha, então não vou falar, porque quando eu falo eu aprendo. Então vamos precisar de todo mundo. 1 + 1 é sempre mais que dois. Eu achei isso fantástico, né? Para melhor juntar as nossas forças, é só repartir melhor o pão, recriar o paraíso agora para merecer quem vem depois. E quem vem depois pode ser nós, viu? Então, vamos fazer esse mundo mais bonito. O mundo não é o Brasil não, mais bonito que a gente pode ir pra África daqui na outra reencarnação, Etiópia, né? Índia ou qualquer outro lugar ou, né, e não interessa, mas nós vamos para aquele país, naquela terra onde nós precisamos de trabalhar, mas entendendo que nós estamos, nosso lar é esse planeta Terra, então vamos fazer dele um

lugar ou, né, e não interessa, mas nós vamos para aquele país, naquela terra onde nós precisamos de trabalhar, mas entendendo que nós estamos, nosso lar é esse planeta Terra, então vamos fazer dele um planeta melhor. Então vamos fazendo nossa prece final, né, rogando a Deus que nos dê estímulo, né? suficiente para que a gente possa tornar esse planeta um planeta mais lindo, não um planeta só azul, mas que tenha todas as cores dos do arco-íris, mas e que essas cores sejam pintadas por nós, para que a gente dá dê o tom que o meu coração mandar. Mas precisamos, Pai amigo, do seu apoio, do seu aval, da sua presença, nos encorajando cada vez mais para nos tornarmos seres melhores e que quando formos embora e do nosso retorno para cá, a gente possa encontrar um lugar melhor, porque foi feito por nós e foi conquistado por nós e foi cuidado por nós. Então, que a doce paz do Jesus fica com cada um de nós. E beijo no coração de vocês, beijo no coração de quem tá nos ouvindo. Uma boa tarde até quarta-feira que vem, que eu acho que não é eu que vou fazer palestra não, viu? Quando acontece isso é porque teve, precisou substituir alguém. Só porque eu não ri hoje, porque eu costumo rir, porque eu fico meio apertada assim, meio constrangida. Eu aí eu dou a crise assim de graça, mas hoje eu vim tranquila. Boa tarde para vocês, até a próxima. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma

m, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal.

s hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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