SOMOS DO CÉU - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 05/06/2025 (há 10 meses) 51:30 800 visualizações

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Transcrição

Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que Bom dia. Bom dia a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa casa, a comunhão espírita de Brasília, que nos acalma, nos conforta, nos consola, nos abraça com carinho no coração e na mente. Então, para iniciarmos esse momento, eu vou variar, vou continuar variando e vou abrir aleatoriamente esse livro aqui que é lindo, Gotas de Esperança, que enche a gente de carinho do Lorival Lopes. Quem o vê pensar algo sobre você, viva de tal maneira que os outros só possam ter bons pensamentos a seu respeito. Deus também o vê. Torne-se merecedor do seu olhar. Quem sente a sua presença reage de uma maneira ou de outra. Seja tão amigo que ninguém queira afastar-se de sua frente. Deus habita em você. Seja tão bom que Deus se expanda cada vez mais em você. Vibre com Deus de tal forma que todos os que se aconchegarem a você sintam, não a, mas a Deus que está em você. Vamos sentir essa amorosidade, essa esperança imensa que nos conforta. que nos dá tanto carinho, tanto amor. Vamos pedir a Jesus que nos abrace. E cheios de esperança e de amor, vamos agradecer, agradecer a Bezer de Menezes por essa casa que nos ilumina, que nos acalenta. A alma. Vamos agradecer a dona Ivone do Amaral Pereira que nos recebe todas as quintas-feiras com tanto amor, com tanto

r, agradecer a Bezer de Menezes por essa casa que nos ilumina, que nos acalenta. A alma. Vamos agradecer a dona Ivone do Amaral Pereira que nos recebe todas as quintas-feiras com tanto amor, com tanto carinho aqui neste salão. agradecer a esses amigos queridos que se fazem presentes e que também nos sustentam, que levam conosco e se levam, se elevam no nosso amor, trazem para nós esse amor imenso que vem deles. Assim, mais tranquilos, mais serenos, nós vamos dizer obrigado, Senhor, por tudo que tem nos oferecido e vamos pedir licença para iniciarmos este momento. Graças a Deus e graças a Jesus. Vocês sabem, né, que essa pessoa aqui do meu lado é muito querida do meu coração e eu a chamo de minha chefinha e hoje é ela que vai conversar conosco, é a Rute Taia e ela vai falar conosco de uma forma tão querida sobre um tema que ela pegou com alguém também muito bacana, um livro lindo e que vai nos trazer conforto e esperança. Então eu vou deixar com ela tudo, porque ela traz essa esperança para nós com tanto carinho, porque nós, como diz José Carlos Deluca, somos do céu. com a palavra hoje. Bom dia, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós. Pois são somos do céu, né? A gente fica pensando que céu é esse que nós somos, né? Porque a gente conhece o céu de várias maneiras, mas o José Carlos Delucas, né, trouxe e eu tenho lido eh os livros dele, ele eh não é psicografia, ele é uma pessoa eh da área de direito simples, fala-se de uma maneira tão simples, traz cantor, traz eh eh pessoas que não são do meio espírita, mas sempre com uma fala muito muito boa pro dia a dia. Eu gosto muito de trazer fala do dia a dia que nós estamos vivendo hoje, vivendo amanhã, que vivemos ontem, porque quando sofistica muito, fica muito difícil para eu para eu poder falar o que que isso vai servir para mim no dia de hoje, o que que se viu? O que que isso está servindo pra situação que eu tô vivendo? Eu tenho essa forma, então eu penso dessa forma, eu sinto dessa forma e eu ajo dessa forma.

rvir para mim no dia de hoje, o que que se viu? O que que isso está servindo pra situação que eu tô vivendo? Eu tenho essa forma, então eu penso dessa forma, eu sinto dessa forma e eu ajo dessa forma. Então, então eu trago para vocês dessa forma, não é? Então ele fala: "Somos do céu". E lá em João capítulo 16 versículo 33 ele fala assim: Jesus disse assim: "Neste mundo tereis aflições, mas tenham coragem, bom ânimo, eu venci o mundo." E o Deluca pegou isto para falar sobre este Jesus no mundo, como que ele venceu esse mundo. E nós estamos no mundo, como nós temos, como nós estamos vencendo este mundo, não é? E aí ele diz que numa numa numa análise, se a gente pensar assim rapidinho, a gente pode deduzir que Jesus fracassou, né? Ele ficou derrotado nesse mundo. Por quê? Olha, perseguido, eh, a abatido, né? preso depois de ser crucificado numa cruz e por um leigo pensar ele não fez nada. Um ser tão poderoso foi dado poder a ele. Ele é o ele é que comanda esse planeta porque tinha muitos Jesus. Mas ele foi escolhido. Ele disse sim, como Kardec disse sim, porque também se não fosse Kardec seria Leon que era o primeiro da fila depois do Kardec, né? Então e tinha muitos, mas ele veio, ele veio. E se a gente analisar apressadamente, a gente fala assim: "Ixa, não, não foi grande coisa assim". Se a gente pensar, por quê? Por que que ele não pode fazer um milagre ali? Por que que ele não derrotou todo mundo? Por que que ele eh deixou passar por essa situação? É a isso que o Deluca vem falando para nós, né? E morreu na cruz e ainda ao lado de ladrões, né? Que às vezes a gente repugna porque é aquele que subtrai as nossas coisas, apesar que tem muito ladrão e subtra nossos sentimentos e que às vezes tá dentro da nossa casa, né? Ladrão de sentimentos, né? Então, quer dizer, ele passou por tudo isso. Como que esse homem venceu o mundo? Que para nós materialista, ele foi um derrotado, né? Porque eu teria feito diferente, eu teria arrumado um exército, teria matado a metade daquele povo, teria que ido pra

ue esse homem venceu o mundo? Que para nós materialista, ele foi um derrotado, né? Porque eu teria feito diferente, eu teria arrumado um exército, teria matado a metade daquele povo, teria que ido pra passa pública, fazer lá uma pregação e ou sei lá o quê, não é? Como se a gente vê falando aí, um fala de um, outro fala de outro. Então ele poderia ter falado desse desse pessoal que tava fazendo isso com ele. No entanto, ele não fez isso. Mas ao afirmar que eu venci o mundo, o que que Jesus quia quis dizer com isso? Ele não lutou com as mesmas armas do mundo. Aí já começa a ficar lindo mesmo, né? Ele não lutou. Não lutou. deixou que a coisa acontecesse, porque se ele lutasse com as armas do mundo, ele seria igual o mundo. E ele não é igual ao mundo, nunca foi igual ao mundo. Ele não veio para ser igual ao mundo, ele veio para ser superior. Aliás, ele é superior, ele veio superior às coisas do mundo. Então a gente aí começa a primeira lição para nossas vidas, né? Não ser igual ao mundo, não ser, não lutar com as armas do mundo, porque Deus nos deu as armas para que a gente pudesse lutar. Sabedoria, inteligente, inteligência, muitas, muitas qualidades para que nós não precisássemos de lutar, né, com lutar com o mundo. Então, Jesus não lutou. Aí ele fala que cada quase todos nós, né, somos estamos reagindo ao mesmo nível do das do pessoas que nos que nos trata. Se me agride, né, a retribuo da mesma forma, né? Da mesma forma. Se alguém me fere, nossa atitude é usar a mesma medida. ferir do mesmo jeito. Se fala mal de mim, ah, vou falar mal dessa pessoa também. Como é que a gente fala mal da outra pessoa? Eu f eu fiquei rindo dessas colocações. Se alguém fala mal de mim, aí eu falo assim: "Olha, Valéria, fulano falou, Isabel falou mal de mim, mas também sabe, Isabel é assim, assim, assim, assim, assim". Quer dizer, eu vou lá, vasculo tudo que eu sei da Isabel e passo paraa Maléria. Gente, todos nós temos muitos defeitos ainda de caráter. Por isso nós estamos num mundo de provas

assim, assim, assim". Quer dizer, eu vou lá, vasculo tudo que eu sei da Isabel e passo paraa Maléria. Gente, todos nós temos muitos defeitos ainda de caráter. Por isso nós estamos num mundo de provas e expiações. Todos, uns já estão melhores. Se aquele que segue o evangelho, lê, entende, pratica, ele já tá melhor. Ele já tem, já aperfeiçoou em muitas qualidad muitas, eh, comportamentos negativos, né? Mas então a gente ainda é reativo, né? Se alguém me esquece, o que que fala? Também não tô nem aí para ele, né? E também corto ele das minhas relações. Corto das minhas relações e com o tempo aquilo ali não é mais ninguém. Eu nem lembro quando falo, fala: "Nossa, é mesmo? Olha aí". Não é? Então esse somos nós. Quer dizer, botou quem é Jesus e botou quem é nós. Eu sei que aqui nós aqui do salão, aqueles que estão nos ouvindo, já não somos tanto assim, né? Olha, porque eu já tô aqui falando, já tive que estudar, vocês estão ouvindo, já é uma qualidade, né, de bom ouvinte. Então, a gente já todas quinta-feira tem alguém falando aqui e esse alguém que falou, ele estudou, fez uma pesquisazinha, trouxe e melhorou dentro daquilo que ele estudou. E quem ouviu, tá ouvindo também já leva lição. Então aí a gente vai melhorando desta forma. A gente lembra, pode não, na hora de agir pode lembrar. Falei: "Ixe, eu ouvi isso, então não vou fazer não". Até porque dá um sentimento de culpa, né? Porque eu ouvi e tô fazendo o contrário, porque a gente adora culpa, né? Adora botar culpa na gente por tudo. Então, em regra geral, nós somos reativos. Nós devolvemos com a mesma moeda imediatamente. Interessante que a gente faz isso com os filhos quando eram pequenos. Eu já vi. A gente, eu boto a gente, né, para não ter problema. Quem faz isso tudo bem. Quem não faz fal, eu também não faço. Não precisa assim eh se reagir. Quando a criança é pequena, que o coleguinha bate nele ou fala: "Você é feio, você tem nariz disso, você tem cabelo daquilo, você coisa quando chega em casa chorando e conta, vai assim, pô,

se reagir. Quando a criança é pequena, que o coleguinha bate nele ou fala: "Você é feio, você tem nariz disso, você tem cabelo daquilo, você coisa quando chega em casa chorando e conta, vai assim, pô, da próxima vez você fala porque ele também é isso, isso, isso, isso." Os pais faz muito isso porque dói, né? dói. Eh, e eu tô vivi uma situação que eu presenciei o o filho de uma pessoa que eu conheço, os coleguinhas não estão querendo conversar com ele, diz que ele é muito lento. Ele eles analisa a situação, ele não responde, ele não ele não é reativo, né? Na realidade, agora que eu tô lembrando disso, os pais tão chorosos porque ele chega, fulano não quer conversar mais comigo, aí arrumou um grupinho e não sei isso, aquilo. E sabe o que que os pais fizeram? foram no colégio falar pra diretora que os amiguinhos não quer conversar com o filho deles. Ligou pros pais do dos do dos amiguinhos para falar que o filho tá num sofrimento. Aí fala: "Mas também não liga para ele". Aí o filho falou assim: "Não, mas eu gosto deles." Olha aí os pais ensinando o filho a ser reativo. E o filho não quer ser reativo, ele só tá sentindo porque ele gosta. Isto é coisa de criança. Criança gosta hoje, não gosta amanhã, bota um defeito, bota outro. Mas se os pais eh reforça o comportamento dele ter que agir, ele vai ser um adulto quê? Se falar de mim, eu falo mal dele. Se me ferir, eu também vou ferir. Com a mesma espada, né? Entendeu? Então nós também somos desse jeito. Então nós temos que ter, se a gente ouvisse mais, visse mais e falasse bem menos, a gente talvez não fosse tão reativo assim, né? Mas aí vamos, né? Tratar, tratamos os outros como somos tratados, né? Eh, e essa história sempre acaba mal, né? A gente tem, a gente que tá aqui dentro da doutrina ou somos simpatizantes com a doutrina, ela tem ensinado isso para nós. Isso dá um mal-estar quando a gente age dessa forma, dá aquela sensação ruim, aquele enjoo, né, no estômago, aquela cabeça meio desnorteada, a gente fica triste com a gente, a gente ainda temos essa

. Isso dá um mal-estar quando a gente age dessa forma, dá aquela sensação ruim, aquele enjoo, né, no estômago, aquela cabeça meio desnorteada, a gente fica triste com a gente, a gente ainda temos essa reação. Então ele fala que ao falar que venceu o mundo, Jesus quis dizer que não reagiu ao mesmo nível do tratamento que recebeu. Como nós falamos, ele não ia usar as mesmas ferramentas, né, mesmo e às vezes até mesma ferramenta para corrigir, porque nós falamos ontem, nós usamos isso no grupo de autoajuda, né? a gente ser vê o outro fazendo errado, a gente ir lá e fala: "Não, olha, você tá fazendo errado e tal e olha aí reativo. Hoje eu demorei a lembrar da pergunta, nem sei ainda, mas vi as respostas, né? Eu não sei como é o outro. Eu não sei porque que o outro reagiu assim. Jesus sabia, mas ele não entrou na história, na na reação daquilo que fizeram. Por quê? Porque ele viu em nós pessoas que ainda não tinha condições de fazer diferente. Não tinha. E nós também não sabemos. Quando alguém nos fecha no trânsito, a gente reage como tã tã tã, né? Olha a buzina. Ou faz assim quando não bota outra coisa na frente, é um dedinho para mostrar para ele que a gente ficou chateado, né? A gente tá reagindo da mesma forma. Nós não paramos e falamos assim: "Será por que ele tá com pressa? Será porque ele me cortou nessa velocidade? Será porque ele fez isto? Será que tem alguém doente, alguém necessitado? Será que ele precisa de chegar em algum lugar?" Não vamos falar assim: "Ah, mas ele passou da velocidade, olha aí a gente trazendo o erro do outro. Nós fazemos isso, não fazemos, gente. Hoje eu buzinei sim, porque eu acho que a pessoa tava distraída. Eu penso porque eu dei uma olhadinha, ela não tava com celular, não. Sabe quando você entra no carro e começa a dirigir e parece que dá um topozorzinho ou você fica assim, pensa numa coisa e vai longe? Aí o carro ia assim, eu não tinha jeito de chegar mais para lá, senão eu subia no canteiro. Então ele fez assim umas quatro vezes.

dá um topozorzinho ou você fica assim, pensa numa coisa e vai longe? Aí o carro ia assim, eu não tinha jeito de chegar mais para lá, senão eu subia no canteiro. Então ele fez assim umas quatro vezes. Aí eu vi que talvez ele tivesse meio aéreo. Aí eu fui tã tã tã. Aí eu vi que assustou e aí ele aí ele foi reto, mas logo logo eu peguei a direita e saí da frente da de trás dele. Então nós não sabemos o que tá acontecendo. Assim é quando o irmão nos trata mal por aí e que nós nem conhecemos e nos trata mal e a gente reage e paga com a mesma moeda. Nós não sabemos o que que aconteceu com ele naquele minuto ou o que que aconteceu tá se passando na vida dele. Mas eu não trato mal. Por que que ele vai me tratar mal? É reagindo da mesma forma. Então, vamos começar a parar um pouquinho e pensar para não reagir dessa forma, né? Então, o discípulo Pedro, né, sempre Pedro, né, Pedro era terrível, né? E tá lá em Mateus, capítulo 16, versículo 18. Ele negou Jesus três vezes. Três vezes já começou. Jesus nunca negou isso. Ficou com aquele povo ignorante, difícil, difícil, né? Como Jesus tá com a gente até hoje, né? E vai ficar por toda a eternidade. Negou três vezes. E o que que Jesus fez com Pedro? Convidou ele para lhe dar liderar a comunidade dos primeiros cristãos. Não desprezou a qualidade daquele daquele senhor, né? Porque aí que é uma diferença de Jesus e nós. Ele viu que Pedro tinha condições daquilo, daquela função. Mas e nós? Nós às vezes a gente até conhece o outro, sabe da qualidade, mas fala mal dele, não dá chance para ele, passa em cima dele, né? Então Pedro, Jesus fez isso, convidou e olha que coisa, que convite bem acertado. Claro, partindo de Jesus, né? Mas aí a gente pensa também, Jesus falou por eh para Deus, não pode deixar que eu cuido daquele povo lá? Eu não sei o que que Deus respondeu, não, né? Porque advertiu. Cuidado, você tá sabendo o que que você tá falando? Você tá tá indo direitinho, você vai ter forças para sustentar. Ah, avô. Mas como que você vai ter? O que que você vai

eu, não, né? Porque advertiu. Cuidado, você tá sabendo o que que você tá falando? Você tá tá indo direitinho, você vai ter forças para sustentar. Ah, avô. Mas como que você vai ter? O que que você vai usar? Ele vai falar: "Vou usar do amor e da fraternidade para com os irmãos de lá." E até hoje aí ele teve que ir embora. teve que ir embora porque o tempo dele era curto, mas ele deixou tudo para alguém escrever e nós não damos muito valor no que ele escreveu não. E ficamos pedindo para ele o tempo todinho para fazer por nós, né? Ainda tenha isto. Aí também tem outro exemplo. Quando os guardas se aproximaram para prender Jesus, olha, Pedro de novo, cortou a orelha do soldado. Ia prender, ele tirou a espada dele que não queria. Como que se defende com agressão? Eu vou prender Jesus? Não, eu corto sua orelha. Olha aí, reagindo. Que que Jesus fez? Jesus fala para Pedro: "Guarda a sua espada, vai lá, pega a orelha, passa e coloca tudo no lugar daquele ferimento. Curou aquelo." Tá lá em Mateus, capítulo 26, eh, versículo 50 e 54. Olha Jesus não reagindo com a mesma moeda. E olha Pedro reagindo com a mesma moeda. Sabe por quê? Pedro tá na mesma, tava na mesma condição nossa hoje, depois que melhorou. Então nós não podemos melhorar. Claro que nós podemos melhorar, né? Então, quando ele já estava na cruz, outro exemplo eh experimentando aquelas dores horríveis, zombando dele, cuspindo nele, ele ferido, ele faz bonitinho de novo, porque ele só faz bonitinho. Pai, perdoa, porque esses eles não sabem o que fazem. Tá lá Lucas 23:24. Olha de novo. Ele podia ter falado assim: "Pai, manda todo mundo queimar na p no mármore quente do inferno". Eu uso essa expressão porque queimadura dói, não é? Eu já ouvi isso de alguém de um aí, né? Vai queimar no fogo do inferno, vai queimar na num árvore que é quente de lá. Ele podia ter: "Pai, expulsa todo mundo, faça alguma coisa". Não, ele pediu: "Pai, perdoa". Porque eles não sabem. E quantas vezes nós não perdoamos nosso nosso companheiro? Porque não perdoamos e não

Ele podia ter: "Pai, expulsa todo mundo, faça alguma coisa". Não, ele pediu: "Pai, perdoa". Porque eles não sabem. E quantas vezes nós não perdoamos nosso nosso companheiro? Porque não perdoamos e não sabemos o que que ele tá, por que que ele fez isto? Quantas vezes alguém mata mesmo. Eu eu já fui jurada e vi na minha cidade bem pequena, a gente sabe de todos os pormenores. Foi uma coisa horrível que me botaram. Eu não esqueço disso nunca, porque quem era eu para estar ali para dar absor, absolver ou condenar? De maneira nenhuma. Eu não sei na hora da raiva ele não tinha estrutura emocional, componentes para poder falar assim: "Não, ele tá fazendo isso, deixa ele, o problema é dele. Tô sentindo lesada, vou vou sumir, vou dar eh vou jogar a bola para pro alto e vou continuar fazendo outras coisas." Mas não, né? De fato, né? Jesus venceu o mundo do ódio, da disputa, das guerras. Venceu por quê? Porque ele amou acima das nossas misérias. A gente não dá conta de amar porque a gente tá sempre com a miséria impermeada, com a bondade, com a doçura. A gente é um mix. Sabe aquele bolo recheado com muita coisa? Só porque é muita coisa que não combina. Porque quando combina é amor com gratidão, amor com benevolência. O nosso é amor com despreza, amor com isso que não é um amor verdadeiro, né? É talvez gostar um tiquinho, gostar um tiquinho, né? Então ele amou acima de todas as misérias, pacificou onde havia conflito. Ele não botou lenha na fogueira, ele pacificou, né? perdoou onde havia ofensa e ensinou onde reinava a ignorância. Isso a gente conhece, né? Chico Xavier fez isto. Por isso que quem recebeu Chico Xavier, hã, foi foi outros, a mãe e o pai, foi Jesus, porque Chico fez igualzinho. Bom, olha eu exagerando, né? Puxando brasa para sardadinha, né? Eh, com certeza Chico teve tudo isto e nunca reagiu quando foi expulso da casa dele, quando falaram que não era para ele ficar lá mais, que ele tava trazendo problema, falou: "Não, não tem problema não, eu vou embora. Vai para onde?" Não sabia. Pegou

u quando foi expulso da casa dele, quando falaram que não era para ele ficar lá mais, que ele tava trazendo problema, falou: "Não, não tem problema não, eu vou embora. Vai para onde?" Não sabia. Pegou a malinha dele e foi. Tá lá no filme, né? Os conflitos nossos, né? perdura até hoje, desde aquela época e a gente vem lutando para melhorar ou não tá lutando o suficiente, né? Aí fica essa interrogação, né? Porque a maioria de nós preferíamos olho por olho e dente por dente. Fez, levou. Ainda ensinamos para aquele que tá lá na nossa casa. Ou falamos pro amigo, quando o amigo fala uma coisa, fala: "Espera aí, mas você não reagiu? É a mesma coisa. Eu eu me senti envergonhada porque de vez em quando eu falo isso. Mas você não reagiu, não fez nada. Agora eu vou falar diferente. Você não reagiu olhando, sorrindo e deixando para lá? Quer dizer, agora eu vou fazer desse jeito, mas de vez em quando naquela numa análise mais apressada, eu falo falo ainda, né? Mas agora eu vou vou dar um jeitinho. Ano que vem, se a Valéria me convidar, eu vou falar: "Olha, gente, eu já melhorei, né?" Tá certo? Então, olho, olho, olho por olho, dente por dente, a lei da agressão, da reação vingativa, da punição, que não educa. educa, gente, não educa, pelo contrário, nos torna mais um brucutu, mais um homem da caverna, mais uma pessoa que não sabe, não tá preparada ainda para amar ainda, porque só vamos amar quando nós tivermos feito essa lição aqui, porque até aí a gente gosta um pouquinho só, só um pouquinho, né? Então é, né, Duca da maldade, né, que faz mal primeiramente a quem? A nós. E a gente não aprende isto quando a gente faz faz assim. Olha, eu fiz um negocinho ontem. Ontem foi quarta. É, não foi até uma brincadeira, brincadeira sempre de mau gosto. Meu pai falava isso e tava todo mundo ali. Eu mostrei a camisa da pessoa tava suja. Falei: "I tem três pinguins, não sei o quê." T tã. Olha, isso foi um na minha consciência toda aí assim brincadeira. Eu falei daí depois eu ainda falei não

li. Eu mostrei a camisa da pessoa tava suja. Falei: "I tem três pinguins, não sei o quê." T tã. Olha, isso foi um na minha consciência toda aí assim brincadeira. Eu falei daí depois eu ainda falei não passa uma aguinha ali que sai porque ele não sabia porque era eu fui pra casa. Mas falei Rute, por quê? Porque falou dos três pinguinhos da camisa dele. Ele sentiu constrangido. Eu senti constrangida, mas imaginei que era ele que tinha sentido. Olha aí, já tive a consciência do erro. tava fiquei doidinha para chegar à noite para eu pedir desculpas para ele. Cheguei, olhei a camisa, não tinha as manchas mais e incomodado. Olha para ele, dava impressão que ele tava olhando para mim chateado, não estava. Aí eu pedi desculpas, falei: "Ó, desculpa, foi uma brincadeira boba e tal". Eu falei assim: "Não, mas você brincou, mas você me deu a solução para eu tirar a mancha, senão eu tinha que ir lá na minha casa que gasto meia hora". E riu, sabe? Mas isso foi uma lição, porque brincadeiras não, meu pai disse nunca é boa, nunca é boa, né? Então ainda mostrei a Rute ainda meio brucutuzinha, né? falando. Então Jesus ele agiu num nível mais elevado e nos pede que a gente faça o mesmo através do evangelho, senão ele não teria deixado, porque hoje ele não está aqui para falar para nós: "Olha, a gente não faz isso não, porque vai ser muito ruim". Ele não faz. Ele falou com a mulher adúltera lá, né? Mas hoje ele não tá pessoalmente em carne e osso aqui. Mas ele deixou as lições todas, todas. Ele nos mostra a vantagem de dar a outra face. Ah, bateu em uma, nós batemos na outra, né? Da outra face. Isto é, de não agir da mesma medida com os padrões agressivos e mesquinhos do mundo, né? Perdoar os ofensores, pagar o mal com bem. Então essa é a lição dele. Benevolência, tolerância, compreensão, pacificação, perdão. São as únicas armas que somos capazes de vencer o mundo e tornar a nossa vida mais feliz. Bonitinho, né? podia botar uma placa, né, na casa todinha pra gente lembrar disto. E a gente sabe,

ão, perdão. São as únicas armas que somos capazes de vencer o mundo e tornar a nossa vida mais feliz. Bonitinho, né? podia botar uma placa, né, na casa todinha pra gente lembrar disto. E a gente sabe, teoricamente, sabemos, mas na prática nós sabemos que ter tolerância, ser bom, compreender, pacificar, perdoar, esses são as armas pra gente vencer o mundo. Sabemos, todos nós sabemos, mas ainda na prática a gente ainda tá difícil de eh exercitar, né? Para tanto, ponhamos que ele fala que proponhamos que nos recordemos eh uma fala do Emanuel. Aí eu vou ter que ler a fala do Emmanuel para vocês, né? Porque Emanuel é ele é muito lindo, né? O homem deve viver a sua existência no mundo. É o que nós estamos fazendo. Nós estamos vivendo essa existência no mundo, sabendo que pertencemos a on para nós pertencemos aqui. É, alguém falou que não, mas eu eu sei que vocês também falaram que não. Eu senti. E nós somos de onde? Nós somos do céu. Por isso que ele fala, somos do céu. Nós somos no mundo espiritual, não somos aqui. Nós estamos aqui para quê? para não pagar com a mesma moeda para aprender. Hora que a gente aprender a lição, não tem aquela babá McField, sei lá, ela chega lá e ela ensina pras crianças. Cada vez que ela ensina, uma coisinha feia nela sai. Assiste esse filme, é lindo. É uma verruga que sai, é uma coisa. E o último é o dente, que esse dente aqui é grande, né? Então eu adoro, eu assisto todas as vezes assim que eu ligo televisão que tá, eu até procuro e é repetitivo já, né? Para quê? Porque aquela lição é para mim, né? Então o homem deve viver a sua existência no mundo, sabendo que pertence ao céu, né? Por sua sagrada origem. Nós viemos de lá, nós somos criados por Deus. Então nós não viemos de outro lugar. Nós não viemos da Ceilândia, da Sobradinha ou que vocês estão nos assistindo do bairro, algum bairro que vocês têm na sua cidade, mas sendo indispensável desse modo que se desmaterialize. Achei isso perfeito. Se vocês saírem daqui com essa consciência, e agora eu vou me desmaterializar de

lgum bairro que vocês têm na sua cidade, mas sendo indispensável desse modo que se desmaterialize. Achei isso perfeito. Se vocês saírem daqui com essa consciência, e agora eu vou me desmaterializar de tudo que eu tô fazendo errado. Quer dizer, desse modo que se desmaterialize a todos os instantes para que se desenvolva em amor e sabedoria na sagrada exteriorização da virtude celeste, cujos gémes lhe dormitam o coração. Tá lá no consolador. Mas o que que ele quis dizer aqui? que Jesus desmaterializou por completo do egoísmo, da vingança. Então, desmaterializar, quando nós morremos, o corpo desmaterializa, acaba, acaba e a gente fica só o espírito que vai embora. Eu tô com raiva, vamos desmaterializar a raiva. O que que é fazer exercício para acabar com aquela raiva? Não deixa ela pro outro dia não, porque ela pode criar raiz. mata ela ali no matar, né, né? Acaba com ela ali no mesmo momento, desmaterializar. Aí eu saí lá de casa, é meu marido ficou falando, falando, falando e eu fiquei com a raiva e falei: "Ah, tô indo embora." Pega a bolsa, né? Olha, mesmo que você tá vendo, dá uma batidinha na porta que a gente também faz isto. Chega dentro do carro, espera aí, vou desmaterializar, usar. É igual deletar, né? a gente deleta, apaga no no WhatsApp quando a gente não quer isso aqui, não quero ser não quero nem ouvir a mensagem. Então Jesus desmaterializou do egoísmo, do orgulho, da maldade. Por isso foi entre nós a criatura celestial por excelência, o espírito mais perfeito que pisou na terra. Então nós temos esse caminho pela frente, amigos. Viver no mundo sem o desmerecer. Porque é aqui que nós estamos plantados, como diz Deluca, né? Florescer onde estamos plantados, tá lá no livro dele, mas consciente que somos do céu e que nos motivará a desmaterializarmos aquilo que nos leva ao inferno. Olha aí, ficou. Então, não gostei. Se eu ficar com aquilo, eu vou pro inferno. Ele usa inferno, né? inferno, um mundo difícil, complicado, mas se eu desmaterializo, eu já subi um degrau

va ao inferno. Olha aí, ficou. Então, não gostei. Se eu ficar com aquilo, eu vou pro inferno. Ele usa inferno, né? inferno, um mundo difícil, complicado, mas se eu desmaterializo, eu já subi um degrau para ir para voltar para casa. Para voltar para casa, igual etê falou, casa, casa, né? Ele queria ir paraa casa dele. Ele aqui naquele mundo material não era dele. E ele foi embora mesmo amando quem estava na terra, né? Então essa é a mensagem de hoje. Ela é linda, não é? Eu gosto. É uma coisa simples, né? É um um doce que tem menos doce, né? Entendeu? E é uma um salgado que tem menos sal. E então a gente sai daqui tendo essa certeza que a gente pode fazer isso que tá dita dito aqui. Então que a Doce Paz permaneça no nossos corações. Beijo no coração de vocês daqui. Beijo no coração de vocês que estão nos assistindo e até a próxima. Muito obrigada, Rute, pelo carinho dessas palavras, por nos confortar, né, por lembrar que todos somos do céu, apesar de que às vezes a gente tropece e cai e acha que a gente, nós mesmos olhamos para nós e achamos que não somos tanto assim, mas nessa paz, nessa doce paz de Jesus, como você fala. Eu vou sugerir que fechemos os nossos olhos. Vamos sentir novamente que estamos cercados, cercados de amor, de compreensão, cercados de amigos, cercados de todas essas bem-aventuranças. Vamos sentir que Jesus está ao nosso lado, iluminando os nossos caminhos. Vamos agradecer a Bezerde Menezes por também não ter desistido de nós, por ser o mentor dessa casa, por estar aqui também no nos mostrando como caminhar. Vamos agradecer a dona Ivone, do Amaral Pereira que nos dá os braços. nos abraça e nos abriga em seu coração ao dirigir os trabalhos todas as quintas-feiras aqui pela manhã. E vamos agradecer a esses amigos, a quem chamamos de anjos da guarda ou de espíritos protetores ou de qualquer outro nome que cada um de nós prefiracer. Vamos agradecer a cada um pelo carinho, pelo amor, pelo sorriso, pelas lágrimas. por nos sustentar em momentos difíceis, por nos

tos protetores ou de qualquer outro nome que cada um de nós prefiracer. Vamos agradecer a cada um pelo carinho, pelo amor, pelo sorriso, pelas lágrimas. por nos sustentar em momentos difíceis, por nos abraçar quando fazemos as coisas da melhor forma. Vamos a cada um daqueles que nos cercam aqui na nossa jornada, agradecer por estar conosco, por não também desistirem de nós, mesmo que muitas vezes contrariemos a vontade que eles gostariam do que fizéssemos. Assim, agradecidos, nós vamos dizer obrigado, Senhor, e pedir licença para encerrarmos este momento, dando graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, e novamente peço licença a vocês por chamá-los assim. Esses que nos assistem pelos meios de comunicação, não desistam. Fique aqui mais um pouquinho, porque nós vamos continuar pedindo, pedindo que tá frio. Então, a casa pede cobertores, agasalhos para aqueles que têm um pouco menos e que precisam um pouco mais. Então, se puderem doar, nós recebemos, porque nós damos sustentação a mais de 300 famílias. E a nossa casa também, ela recebe mais de 40 moradores de rua todas as sextas feiras, além de dar carinho e agasalho para uma outra casa, a vila cristã. E tudo que aqui, se porventura nós acharmos que tem um pouquinho a mais, nós oferecemos pros outros centros também. Então a nossa casa, ela é uma casa de distribuição, de amor. Então, se vocês puderem, nós agradecemos de todo coração. Além disso, então, aqueles que nos assistem pelos meios de comunicação, muito obrigada. Espalhem os vídeos da comunhão, porque isso também nos ajuda. Não deixem de distribuir aos amigos. Tá? Eh, e assistam o passe agora porque é energia de amor, tá? Então, porventura, fiquem aí, sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o

ica, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu

ra continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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