Terezinha de Jesus | O AMOR DE DEUS (PALESTRA ESPÍRITA)
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Ela tá em risco agora de novo. Deixa ela sozinha. Boa noite, minhas irmãs e meus irmãos. É com muita alegria que a gente recebe a cada um de vocês aqui no Auditório Bezerra de Menezes da Comunão Espírita de Brasília, assim como também recebemos as vibrações positivas daqueles que nos assistem através das mídias sociais da casa. Importante notar que todos nós estamos conectados sob a vontade de Deus, protegidos por nosso Senhor Jesus Cristo e cuidados pelos irmãos encarregados deste trabalho nos centros espíritas. Hoje nós vamos receber nossa irmã Terezinha com a palestra O amor de Deus. E aí, como de costume, eu busquei aqui uma leitura introdutória hoje no livro Gotas de Esperança de Lourival Lopes, mensagem de número 108. E olha que coisa bonita que saiu pra gente em relação à palestra que ela vai fazer. Você está no lugar certo. Nunca pense que Deus o colocou no lugar errado. Você está no lugar certo e vivendo a hora certa. Deus é sábio, não erra, não se enganou com relação a você. Acredite na sabedoria divina. Cada um colhe de acordo com o que planta. Você merece estar onde está. Creia nisso. Aceite o mundo. Agradeça a Deus o lugar onde ele o pôs. Não reclame. Não peça a Deus para mudá-lo de lugar sem forte razão. Sentir-se bem colocado no mundo é boa base para progredir sem exigir. E com esse pensamento em nossa mente, eu convido a todos para juntos elevarmos o nosso pensamento ao divino amigo Jesus, agradecendo pela oportunidade de aqui termos chegado, pelos ensinamentos que vamos receber, pelo tratamento espiritual que já estamos sendo sendo alvo por parte dos espíritos que aqui trabalham e agradecer também, Jesus por mais esse momento de reflexão, de relaxamento, de crescimento para a nossa alma. Então, com teu apoio, com o teu amor, com teu carinho, nós passamos a segunda parte dessa reunião, dando graças a Deus pela vida que nos foi dada. Que assim seja, com você. Boa noite, minhas irmãs, meus irmãos. É com alegria muito grande que aqui estamos mais uma vez e mais alegre ainda
sa reunião, dando graças a Deus pela vida que nos foi dada. Que assim seja, com você. Boa noite, minhas irmãs, meus irmãos. É com alegria muito grande que aqui estamos mais uma vez e mais alegre ainda por causa desta mensagem do livro Gotas de Esperança de seu Lourival Lopes, a quem eu tive o prazer de conhecer, conviver com ele. Ele foi editor dos meus primeiros livros e é uma pessoa assim cheia de otimismo, de alegria. Ele fundou a Central de Paz e Otimismo aqui em Brasília, fez um trabalho muito bonito e os livros dele, Ânimo, gotas de esperança e outros tantos, a gente pode encontrar sim aqui na livraria da comunhão. Mas vamos ao nosso estudo da noite. O tema é o amor de Deus. Quando nós pensamos em amor, nós temos os amores, os diversas, diversos tipos de amor, né? Aquele amor daqueles que andam juntos, a amizade, o amor entre pares, ninguém pode viver sem amigos. Nós vamos ter aquele amor apaixonado, né? O eros, o amor que faz com que a gente se dirija a outra pessoa e faça com que a gente tire os pés do chão e crie algo novo. Às vezes pode ser uma família, às vezes pode ser uma obra de arte, assim, esse amor apaixonado. Nós temos um outro tipo de amor que é o amor caridade, o ágape, o amor que faz com que nós nos interessemos pelas necessidades das outras pessoas. Esse amor ágape, esse amor que se estende até os inimigos, até aos inimigos, que é o que Jesus nos ensina. E esse amor de Deus. O que é o amor de Deus, né? Fica difícil a gente compreender um ser humano com todas as limitações que nós carregamos. É impossível para nós termos essa compreensão. Mas nós vamos buscar aqui na, eu tô, vou usar a Bíblia de Jerusalém, uma carta, a primeira carta do apóstolo João no capítulo 4, versículo 7o, 78, ele diz assim: "Aquele que não ama não conheceu a Deus". Porque Deus é amor. Então aqui já a gente a gente já tem uma nova definição para lidar com ela, né? Deus é amor. Mas vamos pouco mais. Ainda na nessa carta, no capítulo 4, nós vamos encontrar o apóstolo João dizendo: "Nós
ntão aqui já a gente a gente já tem uma nova definição para lidar com ela, né? Deus é amor. Mas vamos pouco mais. Ainda na nessa carta, no capítulo 4, nós vamos encontrar o apóstolo João dizendo: "Nós somos de Deus". É um outro ponto que nós precisamos pensar, né? O que significa nós somos de Deus? Eh, Manuel faz um comentário belíssimo. Eh, esse comentário nós vamos encontrar no livro Vinha de Luz. O título é Somos de Deus. Ele vai dizer que não é fácil nós nos desvencilharmos dos laços que nosam aos círculos menos elevados da vida. Isso aqui é muito importante, porque nós estamos presos às nossas necessidades, as nossas criações inferiores. Às vezes nós olhamos paraa vida e não conseguimos ir além do nosso próprio egoísmo. Emanuel vai nos lembrar nessa lição que, apesar da nossa origem divina, 1000 obstáculos nos separam dessa ideia da paternidade de Deus. dessa ideia da nossa origem divina propriamente dita. É importante que a gente reflita sobre isso, porque sempre, né, pelo menos cada dia pel uma vez por semana, no mínimo, algum alguém vai fazer a oração do Pai Nosso. Pai nosso que estáais nos céus, né? Pai nossos, Pai nosso, o que significa isso? Nós reconhecemos que temos uma origem, uma origem que ainda não conseguimos compreender, mas que nos lembra que nós temos uma condição de filho, de seres criados. Ah, o o André Luiz vai dizer no livro, nos domínios da mediunidade, que na condição de filhos do criador, nós herdamos dele a capacidade de nutrir, de transformar, a capacidade de criar. O que nos faz a imagem de e semelhança de Deus é justamente esta capacidade de criar que nós temos, de transformarmos o mundo, transformarmos a vida, de escolhermos caminhos diferentes, né? Diferentemente dos animais. Nós aprendemos, os animais aprendem naturalmente, claro, mas nós também aprendemos uns com os outros. Nós transformamos o ambiente que nós vivemos. Então aqui algo em nós que é a nossa capacidade criativa, que é justamente o que nos faz a imagem e semelhança de
nós também aprendemos uns com os outros. Nós transformamos o ambiente que nós vivemos. Então aqui algo em nós que é a nossa capacidade criativa, que é justamente o que nos faz a imagem e semelhança de Deus. Mas o que que faz com que nós nos separemos? Nós não nos reconheçamos como sendo de Deus. Emmanuel vai nos lembrar que é o orgulho que nos cega para a universalidade da vida, que é o egoísmo que nos encarcera o coração. O que é o egoísmo? O egoísmo é não é o amor a si mesmo, como alguém pode tentar definir, né? O amor a si mesmo, segundo Santo Agostinho, é o amor a Deus. Porque Deus é o que há de mais íntimo conosco, há de mais próximo a nós. O egoísmo é o amor a tudo aquilo que é que diz respeito ao nosso bem única e exclusivamente. Quero tudo do meu jeito na hora que eu quero. Se não for do meu jeito, não vale. Então, esse desejo insaciável que nós carregamos de termos as nossas necessidades, sejam elas quais forem, de acordo com aquilo que nós acreditamos que é o melhor para nós. Então, o egoísmo é diferente. Outra coisa que Emanuel nos lembra, que nos separa dessa ideia da paternidade divina, dessa ideia de que nós somos de Deus, é justamente a vaidade. Porque o que que a vaidade faz conosco? Nos coloca num lugar que não nos pertence, no lugar que nós desejamos estar. Essa esse protagonismo excessivo. Claro que todos nós desejamos ser amados. É lógico que nós temos necessidades de sermos vistos. Me lembrei da minha ex-chefe agora, ela dizia: "Quem não é visto não é lembrado". Então isso significava que nós tínhamos que estar presernizações, nas reuniões, em todos os lugares possíveis. Isso é importante, sim. Mas a questão é quando nós nos elegemos com aqueles que merecem todo favoritismo, senão vamos ficar, né, ali incomodados porque não ocupamos os primeiros lugares. Essa é a questão. Outra coisa que nos separa dessa ideia, outro obstáculo que nos separa da ideia da paternidade divina é justamente a ambição inferior. O que que é a ambição? A ambição nos nossos dias, na nossa
estão. Outra coisa que nos separa dessa ideia, outro obstáculo que nos separa da ideia da paternidade divina é justamente a ambição inferior. O que que é a ambição? A ambição nos nossos dias, na nossa cultura, principalmente na cultura moderna, ela tem um lugar importante, né? Nós precisamos ter ambição, senão nós não saímos do lugar, né? É quase que uma virtude. A questão que Emanuel coloca aqui é a ambição inferior que nos precipita nos abismos da fantasia destruidora. Porque aí nós começamos, né, imaginar que nós podemos tudo, que tudo que nós quisermos, né, nós vamos obter. Não importa a forma, ela vai a essa ambição inferior. É aquilo que nós conhecemos como ganâncias, essa gana de tudo possuir. Ele também nos lembra que outro obstáculo que nos afasta da paternidade divina é a revolta. essa revolta que a a amontou sobre as nossas cabeças verdadeiras tempestades, tempestades de ódio, né? Por que que nós nos revoltamos? Eu sempre falava pras minhas filhas, a rebeldia é importante? Claro que a rebeldia é importante. É a rebeldia que faz com que nós mudemos alguma coisa, né? Tem isso aqui é importante que a gente reconheça, mas a revolta é diferente, né? Porque o que que nos prende a revolta é a raiva. Qual é o Todos nós temos os nossos motivos para termos raiva nas nossas emoções, elas estão aí justamente, nascemos programados para isso. Elas estão aí justamente para orientar de certo modo a nossa caminhada do mundo. Por que que nós precisamos ter raiva, né? A raiva não, nós não podemos ter raiva não. Nós precisamos ter raiva. Há momentos que nós somos tomados por pela cólera, pela raiva, pela ira. Então, esses são momentos de tempestade. Tem momentos em que nós arrasamos e arrebentamos com muitas vezes com o que há de melhor. Mas há outros momentos que nós também somos tomados pela emoção da raiva e nos indignamos. É aquele momento que nós dizemos: "Isso não pode acontecer". Então, o problema não está na emoção, o problema está no modo como nós controlamos, como nós conduzimos as
moção da raiva e nos indignamos. É aquele momento que nós dizemos: "Isso não pode acontecer". Então, o problema não está na emoção, o problema está no modo como nós controlamos, como nós conduzimos as nossas emoções, né? A emoção ela é necessária para, ela é um programa para nos auxiliar a conduzir a vida, né? Outra coisa que ele vai lembrar aqui, a ansiedade, gente, isso aqui é Emanuel lá no Fonte Viva, tá? Lá nos anos 1950. A ansiedade fere-nos o ser, né? Essa expectativa, nós criamos expectativas, é natural, a ansiedade faz parte da vida. Eh, vou fazer uma prova amanhã. Tô ansiosa, né? Estudei, estudei, estudei, mas isso aqui só vai passar quando eu receber o resultado da prova. É natural. Nós temos o problema é quando nós convertemos a nossa ansiedade em um sofrimento profundo, intenso, que acaba por nos paralisar. Então ele vai nos mostrando que tudo isso é o que nos são os obstáculos que nos afastam dessa ideia da da da paternidade divina. E aí ele vai dizer que nesses conflitos dos nossos dos nossos sentimentos, nós julgamos que pertencemos ao corpo físico, que a vida é só isso. Então, o que que o evangelho, o que que o apóstolo João nos convida, né, quando ele diz, nós somos de Deus, nos convida justamente para que nós possamos aprender a olhar a vida de uma outra forma, para que nós possamos começar a meditar no que é esse amor de Deus, né? Conhecemos os amores que os humanos, que nós humanos somos capazes de sentir, né, de de comunicar uns aos outros. Mas o que é esse amor de Deus? Emanuel vai nos lembrar. E o que que o que vai muitas vezes nos ajustar, nos despertar, é o trabalho que a dor faz dentro da nossa alma. É esse trabalho, a dor, a morte. O sofrimento, as contrariedades que a vida nos impõe começam a ir quebrando a nossa concha de egoísmo e nós começamos a refletir na nossa origem divina. Tem um outro apóstolo aqui que é o apóstolo Paulo em sua carta aos Romanos. É muito bonito. Essa semana passada eu fui ao médico e ele me disse: "Terezinha, eu queria que você". Meu
ssa origem divina. Tem um outro apóstolo aqui que é o apóstolo Paulo em sua carta aos Romanos. É muito bonito. Essa semana passada eu fui ao médico e ele me disse: "Terezinha, eu queria que você". Meu médico é maravilhoso, gente. Ele disse: "Terezinha, eu queria só para encerrar a nossa agora encerrando a nossa consulta, né, para encerrar a nossa conversa, que você se lembrasse, eu não sei onde está, mas uma palavra que diz que tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus. Pois é, hoje preparando o nosso estudo, encontrei está aqui na carta aos Romanos. Paulo de Tarso na carta aos Romanos, no capítulo 8, no versículo 28, diz o seguinte: "E nós sabemos que Deus coopera em tudo para o bem daqueles que o amam, daqueles que são chamados segundo o seu desígnio." E isso aqui interessante porque a gente diz assim: "Como assim? se de repente na minha vida as coisas não estão indo muito bem, se coisas difíceis estão acontecendo, né? Como se tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus. É claro, meus irmãos, minhas irmãs, que quando nós começamos caminhar nesses caminhos do amor de Deus, nós começamos a olhar a vida do ponto de vista espiritual. Então, nós somos convidados, pelas circunstâncias da vida a transformar o nosso modo de sentir, o nosso o nosso modo de receber as adversidades e também as alegrias. No Bagavagita tem uma frase, eu leio Bagavagita. Bagavagita é o livro sagrado dos hindus. Eu conheci aos 19 anos de idade, mas desde os 23 dele eu não me separo, né? Ele vai dizer que para o sábio uma pepita de ouro e um torrão de areia tem o mesmo valor. O que que nós buscamos? Quando nós buscamos a sabedoria, é diferente. Ele vai entender no bagavaguita, ele vai dizer, né, que o sábios sabe que as alegrias vão e vem. Tudo aquilo que te dá a maior alegria nesse mundo, ele também traz o potencial de te causar a maior dor. Qual é a maior maior alegria de uma mãe? é o nascimento do seu filho. Qual é a maior dor de uma mãe? É ver o seu filho morto. Então nós começamos a pensar, mas
az o potencial de te causar a maior dor. Qual é a maior maior alegria de uma mãe? é o nascimento do seu filho. Qual é a maior dor de uma mãe? É ver o seu filho morto. Então nós começamos a pensar, mas meu Deus, será que nesse mundo nós não podemos ser felizes? É claro que podemos, porque essa mãe que recebe com alegria o seu filho, quando ela conduz a vida dela de acordo com os caminhos da sabedoria, ela sabe que ela está recebendo um depósito sagrado, que ela está cooperando com Deus, que é de fato, né, o pai do seu filho, né, que ela é apenas um instrumento da vida. ela e o pai do seu filho é o apenas são apenas instrumentos da vida, mas na verdade são os filhos de Deus que estão vindo para que nós podemos cuidar, né? Eu tenho essa essa experiência, mas na hora que nós entregamos o nosso filho a Deus, nós sabemos que ele não nos pertence, que aquele tempo que ele ficou conosco, esse tempo ainda que tão curto, né? ainda que tão pequenino, ou seja o tempo que foi, esse tempo foi concedido por Deus para que nós pudéssemos viver juntos essa experiência de amor. Então, nós sabemos, nós vamos aprendendo que tudo pertence a Deus, que nós somos de Deus, que os nossos filhos, que os nossos entes queridos, que as nossas vidas são de Deus. E é isso que Paulo de Tarso, ainda nessa carta, o meu esposo me pediu para para incluir no estudo de hoje esse trecho. E é ainda nessa carta aos Romanos que ele vai dizer, eh, quem nos separará do amor do Cristo? a tribulação, a angústia, a perseguição, a fome, a nudez, os perigos, a espada. Ainda está em Romanos, no capítulo 8, versículo 35. E Paulo conclui a sua assertiva, dizendo: "Pois estou convencido de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem os poderes, nem a altura, nem a profundeza, nem qualquer outra criatura poderá nos separar do amor de Deus manifestado em Cristo Jesus, nosso Senhor. Agora sim, meus irmãos. Agora nós vamos compreendendo que esse amor de Deus para nós, ele só pode ser
lquer outra criatura poderá nos separar do amor de Deus manifestado em Cristo Jesus, nosso Senhor. Agora sim, meus irmãos. Agora nós vamos compreendendo que esse amor de Deus para nós, ele só pode ser compreendido, sentido através desse amor de Jesus. É impossível para nós sentirmos diretamente, né? Mas Jesus nos mostra, ele vai dizer, e como é que ele vai nos mostrar o amor de Deus? Porque aqui tem uma questão importante. Falamos do amor, dos de nossos diversos amores, dos amores que com na condição humana que somos capazes de sentir. Sim, meus irmãos, somos capazes de amar o nosso inimigo. Exatamente. Somos capazes de amar o inimigo, né? Por quê? Porque nós convertemos o inimigo em amigo. Quem tem essa experiência sabe que não há caminho superior ao caminho do perdão. Às vezes nós não podemos conviver, continuar a conviver com aquela pessoa, mas nós conseguimos orar por essa pessoa que nos fez tanto mal, que destruiu muitas vezes a nossa vida de formas tão tão trágicas, mas nós conseguimos orar e pedir a Deus que que o perdoe, que que dê vida longa, que eles sejam felizes, né? Nós conseguimos sim. Jesus no alto da cruz vai dizer: "Pai, perdoai-lhes, eles não sabem o que fazem". Então é um amor que nós dirigimos, né, em prece ao Pai Celestial, que nos pedindo que auxilie, nos auxilie a perdoar, a esquecer, a desejar o bem. Kardec trata, Kardec faz um verdadeiro monumento em o Evangelho Segundo o Espiritismo, quando ele trata do amor aos inimigos, ele vai deixar claro que nós não podemos sentir pelo inimigo a mesma ternura que nós temos para com o amigo. É claro, se você é meu amigo e vai chegar a minha casa, preparei tudo para você receber você. Mas se você vem com uma com uma má intenção, é diferente, né? Nós vamos sentir medo, nós vamos agir de uma forma diferente, nós vamos ter cautela. Então, a questão aqui que se trata é ver em algum momento se a gente encontra esta pessoa que nos fez tanto mal em necessidade, nós vamos auxiliá-la não para humilhá-la, mas em nome daquele que
utela. Então, a questão aqui que se trata é ver em algum momento se a gente encontra esta pessoa que nos fez tanto mal em necessidade, nós vamos auxiliá-la não para humilhá-la, mas em nome daquele que diz: "Amai os vossos inimigos. Orai pelos que vos perseguem e caluniam, a fim de que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus, que faz com que a chuva caia sobre bons e maus e o sol se levante sobre justos e injustos. Então Jesus vai nos dando mostras do que é o amor de Deus na sua prece. João capítulo 17. Vejamos, meus irmãos, o que ele vai dizer. Pai, aqueles que me destes, quero que onde eu estiver também eles estejam comigo, né? Lembra? Nós somos de Deus. Deus nos entrega a Jesus para que Jesus cuide da nossa evolução. Jesus é aquele cuja imagem mais próxima para que nós possamos compreender é a imagem do pai, do filho pródigo. Sim, ao menor movimento nosso, ele vai estar atento para nos buscar. É assim, meus irmãos. Jesus o tempo inteiro, quando a gente estuda aqui essa parábola de Lucas, ele vai falar da alegria do céu que há no céu quando um pecador se arrepende. Faz muitos anos nós fizemos um estudo aqui na comunhão eh sobre o filho pródigo, tá no YouTube, mas nós podemos refletir num numa outra ocasião, porque a questão é que esse amor diferente, qual é a nossa tendência com aqueles que erram, com aqueles que fazem coisas muito ruins? A nossa tendência é condená-los, julgá-los, condená-los e outras tantas coisas. Mas Jesus nos ensina a olhar diferente, nos ensina esse olhar do pai. Porque para um pai e para uma mãe que ama os seus filhos, às vezes a gente reclama, né? Minha mãe gosta mais do meu irmão, justamente daquele que dá mais trabalho, né? Não sei se isso acontece na família de alguém aqui presente, né? Mas isso por quê? Por que aquele cuidado excessivo? Adivinha? Nem precisa ir longe, né? Mãe e pai sabe como é. Então ele vai dizer aqui: "Pai, aqueles aqueles que me deste, quero que onde eu estiver também eles estejam comigo." Então, meus irmãos, minhas
ivinha? Nem precisa ir longe, né? Mãe e pai sabe como é. Então ele vai dizer aqui: "Pai, aqueles aqueles que me deste, quero que onde eu estiver também eles estejam comigo." Então, meus irmãos, minhas irmãs, onde Jesus está, nós estamos com ele. Ele está conosco. Ainda que nós nos apartemos, nos apartemos, estejamos muito longe, o seu amor está atento ao menor movimento, né? O menor movimento. Os amigos espirituais, os benfeitores espirituais, aqueles que trabalham em nome de Deus, em nome em nome do amor, para resgatar suas almas queridas, estão ali apóstos, trabalhando. A gente vê isso direto na obra de André Luiz. Outro ponto que Jesus vai dizer aqui, pai justo, porque Jesus se refere a Deus como pai. Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheci. E estes reconheceram que tu me enviaste. Então, nós que estamos aqui, só estamos aqui nesta noite, porque nós reconhecemos que Jesus é o enviado de Deus, que Jesus é aquele ser que é capaz de transformar, trazer para nós, nos dá a compreender o que é esse amor de Deus que nós não temos capacidade ainda de sentir e compreender, porque é um amor que é doação, porque é um amor que entrega total. O apóstolo João acaba de dizer: Deus é amor. Por que que João diz isso? João convive com Jesus. João sente esse amor de Jesus. João reconhece esse amor e ele reconhece esse amor. Por isso que ele vai repetir. Ele vai repetir que a diferença, a diferença não é entre aqueles que são bons ou maus, mas entre aqueles que viram a Deus e aqueles que não viram a Deus. Quem é que é capaz de ver Deus? Onde é que você, cada um de nós aqui presente, eu, cada um de nós, onde é que nós vemos Deus? Num coração cheio de amor e de renúncia, num coração que é capaz de amar, num coração que é capaz de silenciar e de se entregar por amor, né? Não esse amor egoísta que a gente acabou de falar no início, né? esse amor egoísta que é tudo para mim não é diferente. São essas grandes almas, né, esses maratmas, como dizem os hindus, esses seres que são
se amor egoísta que a gente acabou de falar no início, né? esse amor egoísta que é tudo para mim não é diferente. São essas grandes almas, né, esses maratmas, como dizem os hindus, esses seres que são verdadeiros, são pouquíssimos que há no mundo, mas que são verdadeiros canais de amor. Qual é a característica dessas dessas criaturas divinas, desses seres? é a capacidade de acolher, de sentir compaixão, de ser caridade. Caridade não é uma coisa que você faz, ah, vou fazer caridade lá, não. A caridade é algo que emanda do criador e você permite que passe por você. Em o Evangelho Segundo o Espiritismo, Adolfo, bispo de Argel, quando ele fala da beneficência, ele vai nos dar uma amostra do que significa isso. Pudesses, meus irmãos, não terem outra ocupação que não fosse a de fazer os outros felizes. Nós temos esses exercícios de caridade, de amor puro com os nossos amigos, com os nossos entes queridos, né? com os nossos familiares, com o próximo, mais próximos. Nós estamos vivendo nesse exercício justamente porque Jesus vai nos ensinando e ele diz aqui: "Eu lhes dei a conhecer o teu nome e lhes darei a conhecê-lo, a fim de que o amor com que me amaste esteja neles e eu neles". a gente consegue compreender o amor com que Deus ama Jesus. a gente não consegue compreender, a gente ainda não consegue eh ter noção do que seja esse amor, mas a gente sabe que Jesus muda a face do mundo. Aqui o Evangelho Segundo Espiritismo, nós temos um capítulo belíssimo, instruções dos espíritos, a lei de amor. Ele vai dizer aqui o espírito vai nos lembrar, né? O espírito Lázaro é uma mensagem em Paris 1862. Ele vai nos lembrar o seguinte, que o amor, não o amor no sentido vulgar do termo, mas esse sol interior que condensa e reúne em seu foco todas as aspirações e todas as revelações sobre humanas, a para além do humano. Por isso que o espírito cáritas começa a sua prece dizendo: Deus nosso pai, que sois todo poder e bondade, dai forças àele que passa pela provação, dai luz à aqueles que procuram a verdade e ponde
no. Por isso que o espírito cáritas começa a sua prece dizendo: Deus nosso pai, que sois todo poder e bondade, dai forças àele que passa pela provação, dai luz à aqueles que procuram a verdade e ponde no coração do homem a compaixão e a caridade. A compaixão. A compaixão é aquilo que faz com que nós sintamos junto. despertemos, olhemos para outra pessoa. Há um filósofo que eu gosto dele, o nome dele é Manuel Levinar. Ele diz: "O rosto do outro faz um apelo". Nós vivemos em tempos em que nós precisamos aprender a olhar para o rosto das outras pessoas e elas também vem o nosso rosto. Aprendemos a ler o rosto da outras das outras pessoas. Às vezes nós não olhamos nem para os que estão dentro da nossa própria casa. Nós temos essa dificuldade, às vezes nós evitamos, nós desviamos o olhar de algumas pessoas que nós consideramos como incômodas muitas vezes, porque nós não conseguimos compreender. Então, nós preferimos baixar o rosto, virar para o lado e aí a gente vai aprendendo com Jesus que o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença. É nem ser capaz de perceber a outra pessoa, o próximo mais próximo. Ele diz aqui que a lei de amor substitui a personalidade pela fusão dos seres. É ela que xingue as misérias sociais. Não tem outro caminho. Nós podemos elaborar as teorias mais incríveis. Aliás, nós estamos no século XX, quando nós são 21 séculos. 21 séculos são 2000 anos de Jesus. São 2.500 anos do melhor da filosofia. São 7.000 anos de sabedoria. Os Vedas deve ter mais ou menos essa idade, esse tempo. E nós precisamos de uma solução para os nossos problemas. Está aqui esse amor, essa lei de amor que substitui a personalidade pela fusão dos seres eingue as misérias sociais. Porque quando você está num trabalho de um trabalho beneficente, você é tão beneficiado quanto aquela pessoa que te permite que você leve algum benefício para ela. Sem essa compreensão, você ainda não ultrapassou a sua visão limitada do que é o amor, do que é a caridade. Ele diz aqui: "Feliz é aquele
pessoa que te permite que você leve algum benefício para ela. Sem essa compreensão, você ainda não ultrapassou a sua visão limitada do que é o amor, do que é a caridade. Ele diz aqui: "Feliz é aquele que, ultrapassando a sua humanidade, ama com amplo amor o seus irmãos em sofrimento. Feliz aquele que ama não conhece nem a miséria da alma, nem a do corpo." Porque nós temos uma miséria do corpo, meus irmãos, que é exposta na fome, na doença, na pobreza, né? tem um um tem nos dias de hoje nós temos uma uma palavra eh muito interessante que é a aporofobia, que é o horror, a pobreza, né? Afasta essas pessoas. Então, mas aqui ele tá dizendo: "Feliz é aquele que ama, porque não conhece nem a miséria da alma, nem a do corpo." A miséria do corpo muitas vezes vai revelar a grandeza de uma alma. Vai revelar sim. É só você chegar um pouco mais perto. A primeira pessoa que me falou do espiritismo era um senhor que vivia em situação de rua e que nós conversávamos muito sobre isso. Nós conversávamos muito. Nem sempre eu tinha alguma coisa para oferecer a ele, mas ele sempre tinha alguma coisa a me oferecer. E ele me falava do espiritismo. Ele ficou com um problema de saúde muito sério nas articulações, ficou numa condição de paralisia total e vivia nas ruas pedindo ajuda, né? Vivia ali, era levado ali pela família, deixado e a gente contribuía com aquilo que a gente podia. Então, era uma alma a quem eu agradeço muito, né? a sua, ele que me despertava às vezes pra ideia espírita. Eu achava interessante as nossas conversas. Eu tinha 17 anos de idade. Então ele vai dizer aqui a falar da miséria da alma. O que é a miséria da alma? Essa falta que muitas vezes nós temos tudo, tudo, tudo, mas falta o básico, despertar para o amor, despertar para o o olhar para a necessidade de outras pessoas como uma forma, vamos dizer assim, de compreender o sentido real da vida. Eu tinha 23 anos de idade. Perdoe-me contar essa história, mas é impossível não lembrar, porque não é, a história não é a minha, é daquela
ma, vamos dizer assim, de compreender o sentido real da vida. Eu tinha 23 anos de idade. Perdoe-me contar essa história, mas é impossível não lembrar, porque não é, a história não é a minha, é daquela senhora que vivia numa situação terrível. E eu tinha 23 anos de idade. Eu tinha uma depressão gravíssima. Eu não não via sentido na vida para nada. Mas eu estava fazendo um trabalho de evangelho aqui no Guará, na Vila União, e tinha uma senhora que estava numa condição muito difícil e todas as semanas ela tinha pensamentos que vocês já tem, já estão tendo a ideia do que que tipo de pensamento era esse. Temos crianças na plateia porque ela vivia uma situação extrema e ela começava a contar os dias para chegar o sábado porque ela ia pra escolinha de Jesus e ia me ouvir falar de Jesus segundo ela. Naquele dia eu assumi um compromisso com o Cristo de nunca mais, fosse qual fosse a situação em que eu estivesse, eu deixaria de levar a palavra do evangelho, porque quem precisa dela sou eu. Não há diferença entre um prato de sopa e um prato de evangelho. Então ele diz aqui, de todo aquele que ultrapassando a sua humanidade ama com amplo amor os seus irmãos em sofrimento. Deoso feliz aquele que ama, pois não conhece a miséria da alma, nem a do corpo. Tem ligeiros os pés e vive como que transportado para fora de si mesmo. Quando Jesus pronunciou a divina palavra amor, os povos sobressaltaram-se e os mártires, ébrireos de esperança, desceram ao circo. Jesus, eh, Emanuel vai nos dizer que à distância dos séculos é muito difícil compreendermos o que era a renúncia dos primeiros cristãos. Muito difícil compreender. E mas esse tempo não passou. Eles nos dirigem, eles estão conosco, os primeiros cristãos, dirigem todo o trabalho de evangelização da humanidade, regaram com as suas renúncias, com as suas lágrimas, com o seu sangue, esse terreno onde o evangelho floresceu. E hoje, meus irmãos, minhas irmãs, nós só precisamos combater três coisas dentro de nós: o orgulho, a vaidade e o egoísmo, que são os leões
, com o seu sangue, esse terreno onde o evangelho floresceu. E hoje, meus irmãos, minhas irmãs, nós só precisamos combater três coisas dentro de nós: o orgulho, a vaidade e o egoísmo, que são os leões que estão aqui dentro. E aí vem uma das páginas mais belas escritas por Emanuel, está no livro Pensamento e Vida. vai falar sobre o amor. Às vezes nós ouvimos esses estudos e nós dizemos: "Mas meu Deus, eu estou sofrendo tanto, a minha dificuldade é tanta, será que eu não tenho direito de pensar em mim mesma?" É claro que temos, minhas irmãs, meus irmãos, é claro que nós não somos proibidos de chorar nos momentos difíceis, mas quando nós vamos criando forças, coragem para estendermos as nossas mãos a outras pessoas, nos juntarmos às vezes a um trabalho de amor, isso nos ajuda bastante. Às vezes as pessoas me dizem, Tereesinha, às vezes eu vou à palestra espírita e saio assim cheia de culpa, porque eu estou numa situação que eu não consigo sair de mim para fazer nada por alguém. Gente, não se preocupa, isso é uma fase. Passa, passa. Ah, como eu conheço isso também, né? Passa. É só uma fase. Às vezes nós precisamos sim, quando nós estamos doentes, quando nós estamos precisando de ajuda, nós precisamos de cuidado, sim, conosco. Se eu estou aqui com com hemorragia, tô aqui com hemorragia, não serão palavras que suturará, né, as minhas veias. Se eu estou numa depressão profunda, com uma doença grave, por mais vontade que eu tenha de auxiliar alguém, eu não vou conseguir, porque eu preciso de ajuda. E precisar de ajuda não é nenhum problema. Às vezes não dou conta de fazer uma visita no hospital, não é nenhum problema. A gente faz aquilo que a gente pode, mas quando a gente não pode fazer nada, às vezes a gente olha assim, eu não posso fazer nada, o que que eu posso fazer? Às vezes a gente pode ter pelo menos um olhar de compaixão, de misericórdia, de dizer: "Eu entendo o que essa pessoa sente". Às vezes a gente pode dizer: "Eu não suporto, eu realmente eu não suporto olhar para certos quadros que existem
um olhar de compaixão, de misericórdia, de dizer: "Eu entendo o que essa pessoa sente". Às vezes a gente pode dizer: "Eu não suporto, eu realmente eu não suporto olhar para certos quadros que existem nos no mundo. Eu ainda não suporto isso." Você não é uma pessoa má por causa disso. Tenha paciência. É uma questão de tempo. Você não é uma pessoa ruim. Eu não sou uma pessoa ruim porque eu não consigo sair da minha casa para fazer determinado tipo de trabalho. Às vezes nós não temos estrutura emocional e Jesus está nos curando. Se nós já conseguimos minimamente escutar as palavras do Evangelho, que diz assim: "Vinde a mim, todos vós que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei". Nós já estamos começando a compreender uma nesga do amor de Deus. Agora, para finalizar, eu vou só apresentar para vocês essa ideia linda do Emanuel, que ele vai dizer que o amor, que agora é o conceito do amor de Deus, tá bom? Que o amor puro é o reflexo do criador nas suas criaturas. Aí a gente começa a olhar, meu Deus, né? A beleza daquela florzinha silvestre que se você não tiver cuidado, você pisa nela, né? Florzinha silvestre, a beleza da natureza, as cores lá das penas dos passarinhos, né? Aquele dia lindo que tá, aquele céu esplendoroso, a vida em toda a sua exuberância é o reflexo do amor puro de Deus para com as suas criaturas. Emmanuel vai dizer que esse amor surge, né, sublime no equilíbrio dos mundos, né, do mesmo modo que nas florzinhas esquecidas, ele vai dizer que o amor é esse plasma divino com que ele envolve tudo que é criado. Ele vai dizer também que do mesmo modo que o verme é amado pelo Senhor, também o anjo reflete esse amor de Deus junto daqueles que necessitam da sua presença. Ele tem uma uma frase aqui que eu acho linda, porque o texto é grande, pensamento e vida, amor. Ele diz aqui, a seiva que nutre a rosa é a mesma que alimenta o espinho de lacer. No espaço de uma penitenciária, respira, respira o ar com a mesma segurança, o criminoso que padece as grades de sofrimento e o
qui, a seiva que nutre a rosa é a mesma que alimenta o espinho de lacer. No espaço de uma penitenciária, respira, respira o ar com a mesma segurança, o criminoso que padece as grades de sofrimento e o correto administrador que lhe garante a ordem. E aí ele vai dizer que o amor é o reflexo de Deus, nosso pai que se compadece de todos. E para finalizar, minhas amadas, meus amados, eu gostaria de homenagear esse ser lindo que eu sempre admirei imensamente desde os primeiros instantes que eu ouvi, que é o Papa Francisco, lendo a mais bela canção de São Francisco de Assis, que ele compôs quando já estava pertinho. da sua morte é o cântico das criaturas. Altíssimo, onipotente, bom Senhor, teus são o louvor, a glória, a honra e toda bênção. Só a ti, Altíssimo, são devidos, e homem algum é digno de te mencionar. Louvado sejas, meu Senhor, com todas as tuas criaturas, especialmente o Senhor, irmão Sol, que clareia o dia e com a sua luz nos alumia. Ele é belo e radiante, com grande esplendor. De ti, Altíssimo, é a imagem. Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã Lua e pelas estrelas que no céu formastes claras. preciosas e belas. Louvado sejas, meu Senhor, pelo irmão vento, pelo ar, ou nublado ou sereno e todo o tempo pelo pela qual as tuas criaturas dás sustento. Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã Água, que é muito útil, humilde, preciosa e casta. Louvado sejas, meu Senhor, pelo irmão fogo, pelo qual iluminas a noite. Ele é belo, jocundo, vigoroso e forte. Louvado sejas, meu Senhor, por nossa irmã, a mãe terra, que nos sustenta e governa e produz frutos diversos e coloridas flores e ervas. Louvado sejas, meu Senhor, pelos que perdoam por teu amor e suportam enfermidades e tribulações. Bem-aventurados os que te sustentam a paz, que por ti, Altíssimo, serão coroados. Louvado sejas, meu Senhor, por nossa irmã, a morte corporal da qual homem algum pode escapar. Ai dos que morrem em pecado mortal. Felizes os que elas ela achar conforme a tua santíssima vontade, porque a segunda morte não lhes
por nossa irmã, a morte corporal da qual homem algum pode escapar. Ai dos que morrem em pecado mortal. Felizes os que elas ela achar conforme a tua santíssima vontade, porque a segunda morte não lhes fará mal. Louvai e bendizei a meu Senhor e dai-lhe graças. Servi-o com grande humildade. São Francisco de Assis. Que Jesus nos abençoe, nos encha o coração de paz, de alegria, de esperança. Meus irmãos, tem uma frase que eu gosto muito do padre Zezinho, é de uma canção Oração Universal, que ele diz: "Senhor, dai-nos coragem de morrer para que os homens tenham medo de matar. Dai-nos coragem de sorrir para que os homens tenham medo de odiar. que diante das circunstâncias mais difíceis, diante da ignorância que a mãe de todos os vícios, da nossa própria ignorância e das das outras pessoas também, que nós possamos nos lembrar das palavras do Senhor Jesus. Pai, perdoai-lhes. Eles não sabem o que fazem. Muito obrigada, minhas irmãs, meus irmãos. Boa noite. Muito obrigada. É sempre bom ouvir Terezinha com um assunto sempre tão apaixonante, tão vibrante. e hoje nos comoove com uma palestra tão tão rica, tão intensa, tão renovadora naquilo que podemos compreender do amor de Deus, como ela colocou, vindo através do Mestre Jesus. E com as palavras finais dela, vamos nos lembrar que é a nossa postura de querer viver nessa nessa renovação de atitude, de caminho, é esse buscar a Jesus que vai fazer com que o mundo tenha mais amor, o mundo seja melhor e consequentemente nós sejamos mais felizes, né? Eh, nas palavras dela mostra sempre o amor como base e que ela disse várias vezes, não há outra escolha. Então, Jesus veio, Jesus não veio fazer assim uma um pedido, um convite. Ele foi gentil, mas ele veio dar uma instrução básica. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Tá mostrando que é para fazer. Este é o caminho. E lembrando que da Teresinha falando, eu espero que nós aprendamos isso, Teresinha, o quanto antes, porque quanto mais demorarmos, mais vai doer pra gente, né? O caminho é esse. Mas
Este é o caminho. E lembrando que da Teresinha falando, eu espero que nós aprendamos isso, Teresinha, o quanto antes, porque quanto mais demorarmos, mais vai doer pra gente, né? O caminho é esse. Mas agradeço as tuas palavras. As 15 encarnações não resolvam. Ela tá dizendo que nada como que as encarnações não vão resolver, né? Vamos sim, né? E a gente fica então com as reflexões dela, com as elucidações, com os esclarecimentos para refletirmos, né? A gente acabou de uma série de de momentos interessantes agora, né? A gente saiu da Páscoa, esse ser especial e o Papa Francisco retorna ao plano espiritual. Hoje a palestra é sobre o amor de Deus. Então vamos juntar tudo isso, fazer uma vitamina mental aí e ver como é que a nossa vida pode ficar melhor dentro desse amor universal. E assim então convido a todos para que fechemos os nossos olhos para evitar a distração visual. Acalmemos nossa mente, nosso coração. Percebamos Jesus ao nosso lado. Porque Jesus não é Senhor de um reino lá no céu, lá no alto. Ele é o amigo de todas as horas ao nosso lado. Mestre, ao final desses momentos, te agradecemos pela melhora que sentimos, pela esperança que se vai em nosso coração e pela oportunidade de mais uma vez reinetarmos o caminho do bem. Que a tua paz, mestre, permaneça conosco e que possamos levá-la a todas as pessoas com quem encontrarmos no caminho. Que assim seja. Graças a Deus. Agora os irmãos serão chamados para o passe. Vamos aguardar. Obrigada. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que
amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos
feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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