T8:E14 • Consciência nos relacionamentos • Sexualidade

Mansão do Caminho 14/05/2025 (há 10 meses) 53:56 7,167 visualizações 956 curtidas

Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 08: Consciência nos relacionamentos: amor e crescimento Episódio 14: Sexualidade Apresentação: Cristiane Beira No décimo quarto episódio da oitava temporada de Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis, Cristiane Beira traz uma reflexão profunda sobre a Sexualidade à luz da psicologia espírita. O episódio propõe uma visão consciente e respeitosa da sexualidade como expressão do ser integral, abordando sua importância nos relacionamentos e na jornada de autoconhecimento. » Referências bibliográficas: O despertar do Espírito, caps. 03 e 06 Amor, imbatível amor, cap. 01 Encontro com a paz e a saúde, cap. 08 🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para acompanhar os próximos episódios! #PsicologiaEspírita #JoannadeAngelis #Sexualidade #Relacionamentos #Autoconhecimento #Espiritismo #AmorConsciente #CrescimentoPessoal

Transcrição

Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana. Eles. Hoje nós vamos falar sobre sexualidade. Acho que é um tema central dos relacionamentos, principalmente no que se refere aos conflitos. Acho que ainda é uma área de muito tabu hoje em dia, apesar da gente já ter tanto desenvolvimento tecnológico, tanto conhecimento, tanta liberdade, tantas oportunidades de eh de trabalhar com essa questão psi, né? seja por meio do da psicologia ou da psiquiatria ou das terapias e tantas que existem, mas ainda é uma área que nos atormenta muito. Temos bastante coisa, então já vamos direto ao assunto. Eh, o sexo a gente sabe que, como eu já comecei eh eh dizendo, ele há pouco tempo é que a gente teve essa esse campo aberto pra gente poder falar a respeito. Nós temos o quê? cento e poucos anos dessa dessa permissão, porque até ali ainda era um era um assunto muito eh reservado, proibido, tinha muita relação com o pecado. As próprias religiões acabaram contribuindo com isso. E a gente até entende porque como é uma área que mexe muito é com a com os comportamentos e os comportamentos têm relação com a moralidade, então é um objeto de atenção, foi um objeto de atenção das religiões. para controlar o comportamento dos fiéis, é melhor segurar isso, que é um dos assuntos que mais eh eh que mais nos arrastam nas tentações. A gente sabe que o sexo mexe muito ainda ainda estamos mais próximos da origem em termos de de projeto evolutivo, de processo evolutivo, do que do final. No final seremos anjos, nem teremos sexo, seremos luz, mas estamos anos luz distante disso. Somos muito mais animais do que anjos. Estamos no caminho, estamos nos moralizando, estamos nos tornando, estamos no processo desse, dessa, de nos tornarmos angelicais. Mas o fato é que o nosso lado animal ainda predomina. Então, precisamos ter eh consciência disso. E as religiões no passado, como não tinha ainda condição de se falar a respeito, com conhecimento, com áreas de pesquisa, a a tendência é segura, segura, porque

o, precisamos ter eh consciência disso. E as religiões no passado, como não tinha ainda condição de se falar a respeito, com conhecimento, com áreas de pesquisa, a a tendência é segura, segura, porque aí dá certo. Quantas vezes a gente faz isso até hoje com os filhos, quando a gente não tem muita argumentação, ele quer fazer uma coisa, eu sei lá no fundo que aquilo não é bom para ele, mas talvez não tenha argumentos para poder debater. E aí o que que eu faço? eu proíbo. Então é uma é uma tendência nossa quando a gente não consegue lidar com a questão, quando a gente não consegue raciocinar, mas algo em nós sabe que aquilo não é bom, a gente breca, a gente freia, a gente proíbe. Então, as religiões fizeram isso também por muito tempo, como não se sabia conversar a respeito, não se tinha uma abertura confortável pra gente debater, entender o o funcionamento da sexualidade, então melhor não mexer nisso. Vamos proibir, vamos cerciar, vamos castrar para que a gente não se perca em termos de moralidade, de comportamento. O fato é que não adiantou muita coisa, porque aquilo que não foi feito de forma aberta, escancarada na sociedade, foi feito de forma velada, escura e escondida. Nós sabemos, inclusive nos ambientes religiosos, nós temos ideias, sabemos, temos conhecimento do tanto de histórias envolvendo sexualidade, envolvendo sexo, envolvendo questões difíceis, justamente porque não é solução, né? eu eu tampar uma panela que está em ebolição, eh se eu não colocar uma válvula lá para soltar um pouco dessa pressão, ela explode. E foi isso que aconteceu. E é isso que tem acontecido. Por muito tempo se castrou, por muito tempo se se cerceou, se proibiu. Aí a gente veio para uma época de total liberação. E aí também a gente vai para um outro extremo que talvez seja um pouco do que a gente já esteja vivendo hoje em termos de reflexo, porque nós temos aí essa grande virada dos anos 70, né? E e a gente liberou geral, as mulheres tiraram o sutiã e a gente foi pr pra naturalidade,

e a gente já esteja vivendo hoje em termos de reflexo, porque nós temos aí essa grande virada dos anos 70, né? E e a gente liberou geral, as mulheres tiraram o sutiã e a gente foi pr pra naturalidade, tá tudo certo, mas também tudo que é demais nunca vai ser legal, né? E parece que a gente então extrapolou e essa liberalização se tornou algo meio que vulgarização, banalização, que também não é a questão, né? Uma coisa que a gente faz de qualquer jeito, a qualquer hora, não é uma coisa que você faz com valor. Com valor você faz prestando atenção, escolhendo o momento, definindo eh eh parâmetros. a gente faz com atenção, mas a gente fazer e e nem prestar atenção e não ter regras e não ter limites e isso isso não parece ser natural e saudável, né? Isso também está a serviço de algum tipo de conflito. Então, castrar, segurar, cercear, reprimir, não gera saúde. Por outro lado, também essa coisa desenfriada, desorganizada, caótica e liberalista também não pode gerar saúde. Então a nossa proposta hoje é conversar como é que a gente anexa, agrega, né? Como é que a gente conversa esses polos para que a gente nem fique castrado e nem se torne um libertino de não valorizar a própria sexualidade em si. Então vamos já começar com Joana e travou aqui. Como vamos já começar com Joana e ela faz esse resgate. Quando eu disse que a gente começou a falar a respeito, Freud é o grande precursor dessa dessa fala mais moderna em termos de sexo, né? Ele é que tirou a a trava, ele é que abriu a cerca e falou: "Gente, faz parte, é do ser humano, não adianta reprimir, isso adoece, isso causa histeria e outras coisas". Vamos falar a respeito, vamos liberar. Para de ficar reprimindo no inconsciente os desejos. Então o Freud vem trazer esse esse reflexo negativo da repressão dos desejos. Então ele descreve essa história da força que a libido tem em nossa psique. Não é uma uma questão genésica, não está lá concentrado no aparelo genésico. O sexo, na verdade, ele está concentrado é na nossa mente.

escreve essa história da força que a libido tem em nossa psique. Não é uma uma questão genésica, não está lá concentrado no aparelo genésico. O sexo, na verdade, ele está concentrado é na nossa mente. Ele acontece na nossa mente. O aparelho utilizado por meio do aparelho genésico é que nós o experimentamos, mas ele está sendo construído e ele ocupa um lugar mental. Então, Freud vem descrever essa força do inconsciente, mostrando pra gente o efeito negativo da repressão dos desejos sexuais, do quanto isso atormenta muito mais o ser humano do que o próprio desregramo. Então, ele é que vem nos mostrar que a gente precisa sim falar sobre, que a gente precisa validar os nossos desejos, que a gente precisa se relacionar com eles. Então, Joana, e depois de Freud vem Jung, ele continua e ele expande um pouco essa história da energia psíquica. Ele diz que essa esse essa libido que Freud descreve mais centrado na questão sexual e Jung amplia e diz, na verdade, é uma força psíquica, ele chama de energia psíquica. Eh, Freud usa a expressão libido e um que usa a expressão energia psíquica e diz que é uma energia criadora que pode se manifestar e costuma se manifestar no sexo, mas não só nele. Toda vez que a gente tem ideias criativas, toda vez que a gente gera algo, nós estamos utilizando esse espaço mental da energia psíquica. Ele ela pode se expressar na geração de uma, na possibilidade da geração de uma nova vida por meio do sexo. Então, por meio do sexo e eu eu deixo um ser humano vir a vida. Então, eu gerei é uma força criativa, mas eu posso gerar um projeto, eu posso gerar uma ideia, eu posso gerar um trabalho artístico. Então, é a mesma energia que a gente emprega para gerar uma vida, a gente emprega para gerar, para criar essa força criativa, tantas outras coisas na nossa vida. Então, Joana, no livro O Despertar do Espírito, capítulo 3, ela diz: "Freud, com muito acerto descobriu na libido a resposta para inúmeros transtornos psicológicos e físicos, psiquiátricos e comportamentais que

na, no livro O Despertar do Espírito, capítulo 3, ela diz: "Freud, com muito acerto descobriu na libido a resposta para inúmeros transtornos psicológicos e físicos, psiquiátricos e comportamentais que afligem o ser humano." Então, ele veio e realmente ele foi eh um ele ele ele marcou a nossa história trazendo esse conhecimento, né? à luz esse conhecimento, examinando a sociedade como vítima da castração religiosa ancestral decorrente das inibições, frustrações e perturbações de seus líderes, que através de mecanismos proibitivos para o intercâmbio sexual condenavam, né, o sexo como instrumento de sordidez, eh, abominação e pecado, teve a coragem intelectual e científica, né, Freud teve essa coragem de levantar a bandeira da libertação, demonstrando que o gravame se encontrar mais na mente do do indivíduo do que no próprio ato, né? do que no ato propriamente dito. Posteriormente, a questão do sexo se tornou uma verdadeira ditadura da Libido, merecendo de alguns discípulos do nobre psiquiatra psicanalista reações especiais, como aconteceu com Carlos Gustav Jung, Alfred Allen, Eric Fron e outros, que ampliaram o conceito apresentando novas excelentes vertentes da proposta inicial. Então veja que foi uma onda que Freud inaugurou, deu o pontapé inicial, trouxe a luz. É algo que realmente marcou, é um dos marcos fundamentais do desenvolvimento psicológico da humanidade. Foi Freud que apresentou essa essa questão. Olha, vocês vocês estão achando que vocês proibindo o sexo, falando que ele é pecado, que ele é sordo, que ele é feio. Vocês acham que vocês estão conseguindo grande coisa? Pois eu digo que vocês estão adoecendo a sociedade. É péssima essa ideia. Ela não resolve e ela adoece. Aí, após ele, outros pesquisadores continuaram ampliando e falando da importância de nós aprendermos a função do sexo, como ele se expressa, a serviço de que ele vem, qual é seu objetivo na história da do ser humano, como é que a gente eh eh pratica, experimenta de uma maneira saudável e harmoniosa para tirar

do sexo, como ele se expressa, a serviço de que ele vem, qual é seu objetivo na história da do ser humano, como é que a gente eh eh pratica, experimenta de uma maneira saudável e harmoniosa para tirar proveito dessa faculdade que é a faculdade sexual. Joana continua, mas agora no livro Amor imbatível amor, capítulo 1, dizendo: "A libido sob seus impulsos como força criadora, não produz tormento, não exige satisfação imediata, irradiando-se também como vibração envolvente, imaterial, profundamente psíquica e emocional. Quando o sexo se impõe sem o amor, a sua passagem é rápida, frustrante e insaciável. Esse trecho curto que Joana expõe no livro Amor imbatível Amor vai ser o centro do nosso estudo de hoje. Nós vamos conduzir essa reflexão baseado nisso, como se existisse praticamente, né, em linhas gerais, duas formas da gente vivenciar o sexo. que é mais difundida por conta do nosso grau de evolução, de ainda sermos muito animalizados, porque ainda estamos muito próximos do início da jornada evolutiva. Então, temos essa coisa mais fugaz, mais sensorial. Se nós pensarmos eh em dois animais que se encontram para acasalar, não existe ali questões psíquicas envolvidas. O que você significa para mim? que que nós vamos construir juntos, quem é você? Não existe. O que existe ali são instintos sendo vivenciados. É uma força material, é uma força eh orgânica, é uma força da carne, da matéria. Então, existe essa forma de experimentar o sexo, que é instintivo, então é rápido, é fugaz e é sensorial. E existe essa outra forma que o ser humano já pode experimentar e treinar, porque nem sempre a gente já sabe fazer isso, que é uma forma mais psíquica, mais mental, que envolve sentimento, que tem significado. Aquilo gera um sentido, não é a coisa pela coisa, pronto, fui aí senti, atingir o clímax, uhu, né? Tá pronto, já relaxei, agora a vida que segue, cada um para um lado. Não, isso é o o lado animal que vai, cumpre o que o instinto pede, sente o que o instinto promove e pronto, né? E o ser humano,

né? Tá pronto, já relaxei, agora a vida que segue, cada um para um lado. Não, isso é o o lado animal que vai, cumpre o que o instinto pede, sente o que o instinto promove e pronto, né? E o ser humano, ele pode tirar proveito mais profundo, que é isso que Jonas tá falando, que tem um um componente profundamente psíquico, mental, em termos de sentimento, em termos de significado. Aquilo existe um um paraquê daquele encontro. aquele encontro gera um produto, aquele encontro fica marcado no espírito. Então são duas formas que a gente vai observar o tempo todo. A gente vai fazer uma uma relação entre as duas. O objetivo da do ser humano é o quê? É integrar. Porque ainda somos carne, ainda somos instinto, ainda temos hormônios que mexem conosco, mas não precisamos viver unicamente com base neles, porque somos mais do que animais. Somos animais, mas somos também espirituais. Então, o nosso objetivo é conseguirmos ir trabalhando para que nossas relações sexuais, nossos encontros sexuais, eles consigam eh eh unir esses dois polos, que a gente tenha a carne, o o instinto, o hormônio, mas a gente tenha um espírito envolvido, uma psique, tirando proveito, se aprofundando, fazendo trocas, colhendo emoção, sentimento, história. Então, é preciso que a gente trabalhe para tentar unir esses dois polos, né, do material com o espiritual. Então, eh, a gente sempre vai pensar assim, esse corpo material, ele me dá sensação, né? É a sensação. Quando eu vou lá e como um chocolate, eu que sou chocolatra, como um chocolate, eu tenho um pico de prazer, né? Ai, que que delícia isso, que gostoso. Mas é isso, é uma coisa gostosa. Hum. né? Ai que sabor bom. É sensorial, é físico. Não é que meu espírito teve um um uma, né, uma uma um momento de transcendência pelo chocolate. Não quer dizer que não toque o parte espiritual, porque nós somos um só, né? Mas ele predomina essa coisa sensorial. Então, o sexo tem esse componente sensorial, que é a carne que sente, que é os hormônios que que oscilam me dão

o parte espiritual, porque nós somos um só, né? Mas ele predomina essa coisa sensorial. Então, o sexo tem esse componente sensorial, que é a carne que sente, que é os hormônios que que oscilam me dão sensações, né? Então é sensorial. Mas nós temos também a questão da satisfação, que é quando o espírito está presente na hora da comunhão sexual. Então esse espírito ele sente a troca, ele sente tocado. Então quando termina a relação é uma sensação de satisfação, como se a gente tivesse sido alimentado, como se a gente tivesse recebido até um passe. Porque dependendo do grau de seriedade, de comprometimento, de ética desse encontro, do quanto que esses dois espíritos estão presentes espiritualmente, é um benefício parecido como se a gente tivesse recebido um passe, porque ali a gente faz essa descarga ou é como se essa comunhão despertasse faísca, né, de luz, de amor. A expressão do amor. Nós estamos vivenciando o amor, mas para isso precisa ter significado. Essa pessoa que está comigo, ela é alguém especial. Nós temos uma uma história juntos, nós temos compromisso, a gente se importa um com o outro. Existe um existe significado, existe sentido na relação. Então, a gente pode experimentar esse outro lado, que é um lado que a gente termina com uma coisa de satisfação. Até dessa entrega e dessa troca, dessa doação do dar e receber, a gente termina com uma sensação de de de preenchimento, de satisfação mesmo espiritual. Então, a gente pode sentir essas essas diferenças nas relações e vale pra gente começar a se visitar para prestar atenção no que que já experimentou, no como que costuma ser, para ver se a gente tá conseguindo fazer essa integração do corpo curtir, mas também do espírito se saciar, se alimentar. Joana vai falar a respeito da sexualidade e a gente pode trazer aqui já uma questão quando a gente escuta falar sobre sensualidade. A sensualidade ela acabou sendo eh sendo relacionada muito a uma coisa de manipulação, né? Quando a gente fala assim que pessoa sensual já brota automaticamente assim,

escuta falar sobre sensualidade. A sensualidade ela acabou sendo eh sendo relacionada muito a uma coisa de manipulação, né? Quando a gente fala assim que pessoa sensual já brota automaticamente assim, ah, mas ela tá querendo seduzir para tirar proveito, para para manipular, para enganar, seja lá o que for. Mas a sensualidade a gente vê eh eh eu imagino como se fosse uma dança. E aí a gente lembra das aves. Quem aqui já assistiu esses programas que mostram o mundo animal e tudo mais e as aves fazendo as suas danças para conquistar. Normalmente nas aves, quem faz essa dança e quem tem a exuberância de cores é o macho. Cabe ao macho conquistar a fêmea e ele vai conquistar a fêmea do dependendo do quanto, entre aspas, sensual ele for, porque a sensualidade é do ser humano, mas ali existe já um germen desse treino. Então, a sensualidade a gente consegue perceber como se fosse uma dança. E eu tô fazendo essa analogia. Então imagina essa ave que abre suas asas, que faz o misto de cores e impressiona e chama atenção. É como se ela tivesse conquistando, seduzindo. E o ser humano vai fazer isso também na forma de um olhar, na forma de um gesto. Por isso que eu falo, é como se fosse uma dança. É uma dança que vai envolvendo, que vai cativando, que vai atraindo. Mas hoje em dia a gente faz isso para tirar proveito, para tirar lasquinha. e depois a gente descarta. Mas isso é nossa moralidade ainda imperfeita. Porque no plano divino isso é feito para criar um clima, para estabelecer um ambiente. E esse e esse é o primeiro passo que vai culminar lá na frente com a troca realmente sexual, com a relação. Mas esses primeiros momentos é um momento de sedução, de envolvimento, de criação de ambiente, de atração, mas não no sentido de eu tirar proveito do outro, mas no sentido de vamos juntos criar um ambiente de troca, né? Então, Joana de Angeles fala no livro Amor imbatível ao Amor, no capítulo um ainda, ela diz assim: "Sob a sua inspiração, a inspiração do amor, as funções sexuais se enobrecem e a

biente de troca, né? Então, Joana de Angeles fala no livro Amor imbatível ao Amor, no capítulo um ainda, ela diz assim: "Sob a sua inspiração, a inspiração do amor, as funções sexuais se enobrecem e a sexualidade se manifesta rica, de valores sutis. Um olhar de carinho, um toque de afetividade, um abraço de calor, um beijo de intimidade, uma carcia envolvente, uma palavra enriquecedora, um sorriso de descontração, tornando-se veículo de manifestação da sua punjança, preparando o campo para as manifestações mais profundas e responsáveis. É como se fosse todo um ritual que deveria ser seguido, né? Existe esse ritual das trocas de olhares e não só de olhares, porque nessa hora a gente troca muito muita coisa inconsciente. Enquanto espíritos, nós vamos nos reconhecendo, nós vamos percebendo se existe afinidade, se existe sintonia. Caso passe por essa fase e a gente realmente continue sentindo atração, existe toda essa coisa da sedução, das trocas, das mensagens subliminares que você vai eh trocando. E isso vai criando um clima, gerando um ambiente para ter uma aproximação, para depois se conhecerem um pouco mais até culminar lá na frente numa relação realmente de duas almas que foram que foram respeitando esse passo a passo para ter essa troca mais significativa. Mas a gente observa hoje por conta dessa liberdade que parece que passou do limite, muitas vezes uma extravagânça, uma rapidez, uma coisa que ficou superficial. É como se a gente nada passasse além da casca. É como se a troca fosse só de pele, só de pele. A gente só troca ali o que precisa para ter esse ápice que dura às vezes entre o primeiro olhar e o tchau. Muito bem. vida que segue, às vezes é questão de horas para tudo isso acontecer, né? Então, é como se a gente tivesse barateando um recurso precioso, como se a gente tivesse abrindo mão do que ele pode nos representar, né? Não fico só com essa casquinha mesmo, essa coisa de pele a pele, raspou, esfregou, deu e deu luzinha ali, deu chaminha, pronto, acabou agora e a vida que segue. Mas aí

ue ele pode nos representar, né? Não fico só com essa casquinha mesmo, essa coisa de pele a pele, raspou, esfregou, deu e deu luzinha ali, deu chaminha, pronto, acabou agora e a vida que segue. Mas aí a gente se pergunta, eu saio saciada desse lugar? Não, eu posso ter enchido a cara nesse sentido de, nossa, né? Fui pro, fui no alto do êxtase, nem é êxtase, né? Fui no ápice ali da no na no cúmulo do do prazer. Não deu muito tempo, eu preciso de novo. E eu preciso de novo. É que nem quando a gente se sacia lá com o tal do chocolate que eu tava dizendo, aí eu como um. Aí daí eu fico, ai, mas eu quero só mais um. Não é, mas amanhã, mas e depois de amanhã e aí você fica viciado naquilo. Então é uma coisa que me dá um pico de prazer, mas não é uma coisa que me alimenta e que eu saio dali com uma certa sensação de uma plenitude no que é possível de falarmos de plenitude no nosso grau de evolução, né? Então, quando eu respeito esse passo a passo, o que eu o que eu eh recebo no final, o que eu gero, né, o que eu eh posso usufruir no final, é de algo mais profundo e mais perene. Eu saio com uma sensação de um relaxamento, mas é um relaxamento de tranquilidade, é um relaxamento de saciedade, de alimento. é diferente desse ápice rápido que é só isso, é só um prazer. E muitas vezes a pessoa precisa de novo na mesma noite. Às vezes a gente escuta questões, histórias assim, por quê? Porque aquilo lá não saciou, pelo contrário, aquilo instigou ainda mais. E aí eu quero ainda mais, eu quero ainda mais. Isso é compulsão, isso é viciação, isso não é satisfação, isso não é realização, isso não é completude, né? Isso é tormento. Então, a gente usa o sexo de forma compulsiva e a gente se atormenta porque daí nada mais basta. Daí eu quero incrementar o negócio, daqui a pouco eu me torno, eu entro numa relação esdrúchula, estranha e passa dos limites e eu estou ali envolvida numa trama que não é a proposta divina pra gente. A gente abre mão de uma coisa tão mais profunda porque a gente não tem

numa relação esdrúchula, estranha e passa dos limites e eu estou ali envolvida numa trama que não é a proposta divina pra gente. A gente abre mão de uma coisa tão mais profunda porque a gente não tem paciência de cultivar essa coisa profunda. E aí a gente fica tentando se satisfazer com o raso que não satisfaz. Aí eu preciso de mais, aí eu preciso de outro, eu preciso de diferente, aí eu preciso. E a gente entra nessa história da compulsão que acaba sendo uma viciação. Bom, eh, Joana, ainda nessa nessa história de eh de sensualidade diferente de sensualismo, que é essa coisa da manipulação e desse desse lado mais eh carnal da história. Então, a gente vai sempre tentar fazer essa diferenciação pra gente tomando consciência e querendo buscar esse lado mais profundo, mais humano, menos animal das relações. Então, ainda sobre essa questão de satisfação, de prazer e tudo mais, no livro Amor e Batev Amor, ainda no capítulo um, e esse livro é lógico que ele vai ser muito trazido aqui, porque ele fala muito sobre esses relacionamentos. Joana fala quando aparente, que é essa coisa da casquinha, né, da pele, relacionamento de pele com pele, só nada mais de caráter sensualista. E aí nesse sentido de eu vou seduzir o outro para tirar proveito do outro, né? Não é que eu estou conquistando o outro, eu estou seduzindo para tirar proveito. Então, de caráter sensualista, que busca apenas o prazer imediato, se debilita e se envenena. ou se entorpece, dando lugar à frustração, que é o que eu falei, eu não saio satisfeito, né? Eu saio no ápice de um prazer paraquinho aquilo já ter se ser esgotado, já ficou para trás, eu preciso tudo de novo. Agora, quando real, estruturado e maduro, que espera, estimula e renova, não se satura. É sempre novo e ideal. é harmônico, sem alto e baixos emocionais. O prazer legítimo decorre do amor pleno, gerador da felicidade, enquanto o comum é devorador de energias e de formação angustiante. Olha que interessante isso que Joana traz. Quando eu vou atrás

nais. O prazer legítimo decorre do amor pleno, gerador da felicidade, enquanto o comum é devorador de energias e de formação angustiante. Olha que interessante isso que Joana traz. Quando eu vou atrás desse prazer sensorial da pele e ele é rápido e ele culmina num pico de prazer, além dele passar rápido e daqui a pouco eu querer tudo de novo, eu precisar tudo de novo, eu ficar compulsivo nisso, além disso, ele esgota a energia. É como se eu fosse cansando e essa pessoa, ela vai até, entre aspas, envelhecendo em termos de energia, porque satura, satura, satura, esgota, esgota, esgota. Eu saio cansado e eu quero de novo, mas eu saio cansado. Ele não é algo que me rejuvenece, é algo que me esgota, que me satura. Por outro lado, quando eu consigo fazer esses encontros, que são encontros realmente eh mais psíquicos, mais profundos, ele satisfaz como se eu precisasse me ele ele fica em mim por mais tempo e ele me reenergiza. Por isso que eu falei que parece um passe esses verdadeiros encontros, essas verdadeiras comunhões sexuais. ele até me alimenta, então eu saio rejuvenescido. É, é oposto uma sensação da outra. Eu me lembro que existe descrição, livros mesmo, eu já li alguns, eh, daqueles primeiros tempos quando a espiritualidade era vivenciada de uma forma eh mais em termos pagãs, né, mais naqueles deuses e tinha lá os templos onde ficavam as pitonisas e as sacerdotisas. E e era possível você fazer um encontro com Deus. Objetivo era encontrar com Deus, tendo um êxtase religioso por meio do sexo. Só que isso não durou muito tempo, porque o ser humano, ao ter essas experiências, a carne começou a falar mais. E aí para variar, abusos começaram a acontecer e e foi desvirtuado o sentido. Então isso foi interrompido. Mas a gente tem descrição dos êxtases religiosos serem semelhantes a um êxtase eh sexual, né? Então é é a maior manifestação do amor de Deus. Por que que a gente sabe que é a maior forma da gente se aproximar? Porque é por meio dele que a gente gera uma vida. Que que

a um êxtase eh sexual, né? Então é é a maior manifestação do amor de Deus. Por que que a gente sabe que é a maior forma da gente se aproximar? Porque é por meio dele que a gente gera uma vida. Que que é o bem mais precioso da terra na Terra? A vida. A vida de o ser humano é o é o momento mais é o único, é o especial, né? É o ápice do que o ser humano é capaz de fazer. É gerar uma vida. E para eu gerar uma vida que é ser cocriadora, ser um cocriador de Deus, ajudar Deus na criação, eu faço por meio do sexo. Então, dá para ver que era para ser a experiência mais religiosa de todas, mais espiritualizada de todas, a experiência mais próxima do sagrado. Esse era o momento de uma comunhão sexual. Era para ser um momento sagrado. E a gente usa o momento sagrado de forma profana. A gente usa de forma carnal para ter prazer imediato, rápido e depois querer tudo de novo e virar essa compulsão. Então é como se a gente tivesse deturpando o sentido, né? desmerecendo, desvalorizando. O corpo é para ser um templo do espírito. E como é que eu uso esse corpo oferecendo ele para qualquer um que passar na minha frente para ter um pico de prazer que vai durar alguns segundos para depois passar pra frente essa pessoa e vir a próxima? Como é que eu uso esse corpo desse jeito? é uma é o máximo do desvalor, da compreensão do significado de um de um corpo aqui na Terra, do que que nós podemos fazer com ele. E a gente usa de forma vulgar barata, né? E isso a gente acaba fazendo por conta realmente da nossa pouca moralidade. Bom, eh, Joana, então fala a respeito dessa, desse prazer rápido, imediato, que envenena, entorpece, enquanto que a gente poderia ter aquele que é mais maduro, que nunca se satura e que eh nos oferece felicidade, além de nos reenergizar, além de nos rejuvenecer. Eh, ainda falando a respeito disso, eu falei que o tema central hoje vai ser isso, né? A questão da dos dos desejos sensoriais e da satisfação da realização eh espiritual. Eh, vou continuar ainda no mais um pouquinho no amor imbatível amor

falei que o tema central hoje vai ser isso, né? A questão da dos dos desejos sensoriais e da satisfação da realização eh espiritual. Eh, vou continuar ainda no mais um pouquinho no amor imbatível amor capítulo um. A Joana vai falar sobre essa sensação versus sentimento, né? E ela diz assim: "É voraz e tormentoso, especialmente na área genésica". expressando-se como erotismo, busca sexual para o gozo. Em esfera mais elevada, desse outro lado, torna-se sentimento, graças à conquista de algum ideal, alguma aspiração, anseio por metas agradáveis e desafiadoras, propensão à realização enobrecedora. Muitas pessoas consideram o prazer apenas como expressão da lacívia e se ouvidam se esquecem daquele que decorre dos ideais conquistados, da beleza que se expande por toda parte e pode ser contemplada, das inefáveis alegrias do sentimento afetuoso, sem posse, sem exigência e sem o condicionamento carnal. Joana nos faz lembrar aqui que a gente pode ter esse prazer de satisfação espiritual e essa energia psíquica que Jung descreve como energia psíquica. Freud falou sobre libido. A gente pode sentir e usar essa expressão nas em outras áreas, não só no sexo, mas toda vez que a gente cria algo. Sempre que tem uma criação minha, eu estou trabalhando com a energia psíquica. Eu estou atuando por meio da libido. Então, se eu crio um projeto, aí a gente fala assim, às vezes como que fulano eh vive sem sexo? Ele pode viver sem sexo, mas ele não vive sem experimentar a energia psíquica atuando, porque ele pode experimentar e se satisfazer e se realizar, porque ele direciona a energia psíquica. ao invés de direcionar pro sexo, ele direciona, por exemplo, pras artes, pros esportes. Quando eu vou e crio o atleta que existe em mim e esse atleta compete e ele ganha. Toda vez que eu crio alguma coisa, que eu crio uma obra, que eu crio um projeto, quando eu crio meus filhos, eu preciso da energia psíquica, que é a energia criadora, que pode se manifestar na criação de uma vida por meio do sexo, como pode se

rio uma obra, que eu crio um projeto, quando eu crio meus filhos, eu preciso da energia psíquica, que é a energia criadora, que pode se manifestar na criação de uma vida por meio do sexo, como pode se manifestar na criação de um projeto, de uma de um filho, de uma de um trabalho, eh de alguma experiência que eu venha ter. Então, Joana diz que a gente consegue diversificar a nossa eh realização em termos de energia sexual, não só utilizando como como finalidade o sexo, mas a gente pode se realizar de outras formas criativas. Então, é assim que a gente fala: "Ah, por que que fulano, como é que fulano consegue viver sem o sexo?" provavelmente ele se realiza, essa energia é realizada de outras formas e a gente consegue se saciar, se alimentar, se rejuvenecer, criando uma arte, criando um projeto, criando um ser humano, criando uma qualquer coisa que eu crie, eu estou eh acionando, trabalhando a energia psíquica. Não precisa ser só pelo sexo. Tanto que a gente costuma direcionar os jovens quando esse turbilhão de hormônio começa a aparecer e eles ainda não têm maturidade para saber lidar. Uma das formas que a gente ajuda o jovem é colocando-os em contato com artes e com esportes. Aí você põe o jovem para tocar um instrumento, para cantar. Ele está dissolvendo, vivenciando a energia psíquica que não vai ficar concentrada nessa busca pelo sexo ou pelo esporte. E a gente utiliza a energia, essa movimentação no esporte. Então, uma das formas que a gente ajuda o jovem a lidar com essa efervescência hormonal é direcionando-o para outras atividades de energia psíquica. Ou vai se envolver com uma causa social, vai ser voluntário numa num lugar que cuida de animais. eh, de abrigo, vai cuidar de velhinhos, contar história para criança. Tudo isso ajuda a pessoa a lidar, a trabalhar com sua energia psíquica para dar a sensação desse alimento, dessa satisfação, né? Continuando aqui, então agora nós vamos pro livro Despertar do Espírito, capítulo 6. E Joana vai falar um pouquinho dessa

sua energia psíquica para dar a sensação desse alimento, dessa satisfação, né? Continuando aqui, então agora nós vamos pro livro Despertar do Espírito, capítulo 6. E Joana vai falar um pouquinho dessa questão de que a gente vê hoje esse outro lado apenas sensorial, quando passa paraa compulsão, muitas vezes acaba se tornando viciado em pornografia. Por exemplo, se viciando em pornografia é uma coisa que é olhada como se fosse o outro, é um objeto, é um meio de satisfação, de atingir o o clímax, de ter eh esse, né, de sentir esse prazer, mas é um prazer sensorial. Então a gente acaba vulgarizando o sexo. Então, Joana diz: "Ao lado do barulho ensurdecedor, dos apelos ao uso do sexo desvairado, se apresentam a violência que estruge volumosa, a sujeira que se acumula em toda parte, as pessoas objetos descartáveis, no momento em que tudo é de valor secundário e utilitário, cessando a sua qualidade quando desaparece o interesse imediato." Eu uso, eu uso o meu corpo, eu uso o outro que me dá prazer, só com a função de utilidade, de utilidade. Eu preciso de você para atingir prazer. Eu não sei quem você é, não tô nem aí com você. E a hora que eu terminar, vai embora. Vaza, como a gente diz, né? Vaza. Porque eu só estou usando você como um objeto de prazer. É muito triste isso, né? muito triste, mas a gente tem visto muito isso hoje em dia, essa questão de desvalorização, né, de desvalorização do próprio corpo e do corpo do outro. Então, de novo, o nosso corpo, ele é e deveria ser visto como um templo sagrado e não como um vaso que a gente usa, tira daqui, põe ali, enche, esvazia, troca, né? O nosso corpo, ele é a morada do nosso espírito. E o como a gente cuida do corpo tem relação, é um espelho de como provavelmente a gente está cuidando do espírito. E se eu desvalorizo o meu corpo, deixo ele à vontade para quem precisa, quem desejar utilizar e que a gente possa é desfrutar do nosso corpo para sentir prazer a todo instante, se for unicamente essa a nossa meta, que é é muito vulgar e

xo ele à vontade para quem precisa, quem desejar utilizar e que a gente possa é desfrutar do nosso corpo para sentir prazer a todo instante, se for unicamente essa a nossa meta, que é é muito vulgar e superficial, né, e material, é como é a forma como a gente costuma utilizar também ou ver ou olhar o nosso espírito. É assim que a gente lida com o nosso espírito, como se fosse pouca coisa, como se tivesse só serviço de uns picos de prazer. Então, vamos lembrar que o corpo ele deve ser o nosso templo sagrado e a gente deve eh respeitá-lo, valorizá-lo, não só o nosso como o do outro. Ainda no livro Despertar do Espírito, mas agora eh também no capítulo seis, estão continuando, ela fala dessa perversão sexual que acaba gerando traumas, né? Quantas vezes a gente fala assim: "Nossa, eu tenho tantas questões na área do sexo", eu trago de outras vidas, certamente. Por quê? Muito provavelmente por causa da forma como a gente utilizou o sexo, do tipo de experiência que a gente teve lá atrás. E a gente olhando a história da humanidade, certamente não foi coisa muito equilibrada, porque a gente fez de tudo com esse sexo. A gente se tornou ele como moeda de troca, então se paga, até hoje se paga por ele. A gente utilizou de forma violenta, abusiva, como se o outro não fosse nada, fosse simplesmente um objeto que eu tranco na minha casa para usar quando eu quero. ou outras vezes a gente também usou de forma violenta, como se fosse para machucar o outro, quando a gente via aqueles povos que invadiam eh outros outras outros reinos e acabavam estuprando as mulheres. E então as histórias que a gente tem só pode ter trauma, então é normal, é natural, aliás, faz parte do nosso grau de evolução que a gente fala: "Nossa, eu acho que eu tenho tantos conflitos com sexo". É, é porque o nosso grau de evolução e a gente olhando o que a gente pode ter feito no passado, mas hoje cabe uma conscientização, não é cobrança, né? Não é apontamento. A gente não tá aqui para fazer o que a a gente já fez nas igrejas

o e a gente olhando o que a gente pode ter feito no passado, mas hoje cabe uma conscientização, não é cobrança, né? Não é apontamento. A gente não tá aqui para fazer o que a a gente já fez nas igrejas antes, né? Pecado, coisa peia, né? A gente sabe, isso não adianta para nada. Objetivo hoje é tomar consciência. Ah, mas ainda não dou conta. Ih, quando eu vejo tô eu lá. Tudo bem, tá certo? não dá conta ainda, mas vamos olhando para isso, vamos falando sobre isso, vamos pensando a respeito, a gente vai ressignificando, amadurecendo, daqui a pouco dá uma virada de chave. Daqui a pouco a gente fala: "Olha, sabe que até parece que tem algumas coisas que já estão mais no lugar?" A gente precisa buscar. Não dá para sentar e falar: "É assim", né? Está assim, mas eu vou trabalhando para eu eh purificar esse lado meu no sentido de evolução, né? Não é no sentido de ficar limpo, porque essa história de que sexo é sujo também já está ultrapassado, né? E além do que o que que é sujo em termos de imoral é o espírito, não é o sexo, é essa alma, é o que ela faz. E a gente deixa sujo um monte de coisas, a forma como a gente cuida dos filhos, a forma como a gente lida com o trabalho, a corrupção, isso sim é uma sujidade moral no sentido de de fazer o mal, de gerar o mal, de corromper, de abusar. Isso não é o sexo. O sexo em si, ele é sagrado, como a gente tinha falado. Então, Joana diz: "Vive-se a hora da explosão sexual sem valor ético moral na sociedade aturdida. Exposto de maneira ultrajante, produz sentimentos controvertidos e perturbadores. O Deus sexo vem se tornando a meta máxima para ser atendida pela criatura, a fim de encontrar-se bem no grupo social, né? Então eu preciso ter histórias para contar, para ficar bem na ficha. Somente que é destituído de valor emocional, o relacionamento sexual faz-se tão insaciável quanto frustrante, em razão dos apelos sensacionalistas e perversos, antes impondo-se pelas imagens visuais e sonoras que a mídia apresenta como apelos vulgares de

namento sexual faz-se tão insaciável quanto frustrante, em razão dos apelos sensacionalistas e perversos, antes impondo-se pelas imagens visuais e sonoras que a mídia apresenta como apelos vulgares de erotismo e pornografia. Então, sim, Joana, nós estamos vivendo essa sociedade que fica eh eh bombardeando a gente com falsas imagens do que é satisfação, coisas legais com relação ao sexo, passando a imagem de que quanto mais superficial, quanto mais corporal, quanto mais sensorial, mais legal. E a gente sabe que isso não tem de alguém vê como reflexo disso pessoas realizadas, satisfeitas, espiritualizadas, calmas, pacificadas? Não. A gente vê como reflexo disso cada vez mais tormento, cada vez mais é uma coisa que é insaciável, nunca está bom. Aí precisa mais, aí precisa ser coisa mais esdrúxulas, mais esquisitas, mais exóticas e não tem fim. O fenômeno produzido é é palpável pra gente ver que não é por aí. Não é por aí. A gente tá ficando cada vez mais atormentado. Quanto mais estranha a história que eu conto do que eu aprontei por aí, mais eu demonstro insaciedade, perturbação, incômodo. Não, a gente não vai encontrar alguém que vive de aventuras eróticas e pornográficas e seja o que for, e você olhar pra pessoa e ela se sente plena, satisfeita, realizada, pacificada. Não é sempre alguém atormentado que nunca tá bom e que se e não consegue nem fazer outras coisas porque a mente vai ficando cada vez mais fissurada nisso. Aí você tá trabalhando pensando nisso. Aí você tá indo pro lugar, você só fica prestando atenção naquilo. Você você tá sequestrado. Você está sequestrado. Você tá aprisionado nisso. Você não tem liberdade para falar: "Vou deixar isso de canto um pouco e vou curtir outras áreas da vida. Não consigo porque a minha mente só tá pensando nisso, eu só tô projetando isso, eu só tô buscando isso, eu só me interesso por isso. Isso é uma prisão. Isso não pode ser bom, não pode fazer o bem pra gente. Agora no livro Encontro com a paz e a saúde, ainda falando dessa questão

eu só tô buscando isso, eu só me interesso por isso. Isso é uma prisão. Isso não pode ser bom, não pode fazer o bem pra gente. Agora no livro Encontro com a paz e a saúde, ainda falando dessa questão de que a gente não deve olhar pro sexo como um passatempo. Ah, não tem nada para fazer. Espera um pouquinho que eu vou achar alguém aí, né? E ou como uma brincadeira superficial. é uma coisa séria, é um convite para comunhão, para comunhão de duas almas, né? Então, no encontro com a paz da saúde, no capítulo 8, Joana diz assim: "Lamentavelmente, porém, a vulgarização do ato sexual, apresentado mais como resultado de condimentos eróticos do que resultado de sentimentos que se fundem através do amor, gera expressível número de comportamentos alienantes que culminam por transtornos de vário porte. Não são poucos os os desconfortos defluentes do ato sexual em face dos em face dos distúrbios entre imaginação, fetiches, condicionamentos emocionais e realidade. A timidez de uns e o atrevimento de outros facultam choques de conduta que se revelam profundamente perturbadores nos relacionamentos. quando se deveria primar pelo equilíbrio pelo equilíbrio mediante condutas ético-morais pertinentes. Há uma função de tão complexo significado qual a de natureza sexual. Nosso sexo é tão, é tão profundo, a gente ainda nem sabe o seu verdadeiro significado e a gente fica brincando com ele, usando como se fosse passageiro, como se fosse qualquer coisa, só para me dar um pico de prazer. E é a maior porta para a conexão espiritual, para experimentar o sagrado que Deus nos deu. E a gente fica brincando como se não tivesse noção do potencial que o sexo pode ter em nossas vidas, né? Então é bom sim a espontaneidade, né? a naturalidade, alegria, a gente aproveitar a vida, o sexo, é vida, a gente sabe de tudo isso, mas tudo que é vida, tudo que é permitido, precisa ser valorizado. Não pode ser desvalorizado e e tratado com superficialidade, como se fosse qualquer coisa. Esse é o convite paraa reflexão de hoje, para que a gente

vida, tudo que é permitido, precisa ser valorizado. Não pode ser desvalorizado e e tratado com superficialidade, como se fosse qualquer coisa. Esse é o convite paraa reflexão de hoje, para que a gente resgate o sagrado do ato sexual, da relação sexual. Eh, eu volto lá pro livro Amor imbatível, amor para fazer essa distinção entre aquilo que é erótico, aquilo que a gente chama de paixão. Ai, tô apaixonada. Nossa, flor da pele, sabe essa coisa assim que me consome, que me controla, que eu não me seguro quando eu vejo isso é paixão, é constelação de complexo, é o inconsciente projetando coisas que a gente não sabe a respeito da gente mesmo. Amor é outra história. O amor ele é calmo, ele pacifica, ele é perene, ele é sentimento, ele não tem pico. A paixão, às vezes quem já passou por uma paixão e passou por ela, porque ela passa, né? Paixão é passagem, ela passa a paixão. A gente olha para trás às vezes e e fala assim: "Nossa, mas não tinha nada a ver. Como é que eu senti? Eu nem lembro o que que era aquilo que eu senti." Quantas vezes a gente escuta as pessoas falando isso. Que absurdo. Eu fui me envolver com uma pessoa que tem nada a ver comigo. Então é paixão, é constelação. Algum complexo constelou? Você projetou alguma coisa nele ou nela? E isso é paixão. Isso passa. O amor fica, o amor ele ele cresce, ele se expande, ele se eh ele se ele fica mais completo e complexo com o tempo, né? Ele fica maior, mais profundo. Então, no Amor imbatível, amor, capítulo 1, ela fala: "E toma conta dos sentidos e responde pelas paixões desenfriadas, pelos conflitos de insatisfação que levam ao crime, ao desar, ao desespero, tendo por objetivo imediato e inadiável o atendimento dos desejos eh do desequilíbrio sexual, é responsável pela alucinação que predomina nos grupos sociais em desalém. E o amor, por sua vez, dulcifica a alma, espera, dulcifica, acalma, espera e confia. é enriquecedor e, embora se expresse em desejos ardentes que se estasiam na união sexual, porque isso também existe,

o amor, por sua vez, dulcifica a alma, espera, dulcifica, acalma, espera e confia. é enriquecedor e, embora se expresse em desejos ardentes que se estasiam na união sexual, porque isso também existe, não consome aqueles que se lhe entregam ao abrasamento porque se enternece, vitaliza, contribuindo para a perfeita união. Olha a diferença. A diferença de um que é paixão desenfreada, insatisfação, desespero, desequilíbrio, alucinação. E o outro acalma, espera, confia, enriquece, né? Embora tenha esse desejo ardente, não é algo que abrasa e depois e apaga, mas enternece e vitaliza. Esse é o encontro que nós devemos priorizar e buscar em nossas vidas. O amor utiliza-se de erros, precisa ter o componente que aquece, né? precisa ter, mas nunca lhe submete, enquanto este raramente se unge do sentimento de pureza e serenidade do primeiro. Então, o amor engloba eros. No amor existe o o componente da paixão. Agora, na paixão quase nunca existe o componente do amor. Existe a presença do amor. Os atuais são dias de libido desenfreada, de paixão avaçaladora, de de predominância dos desejos que desgovernam as mentes e aturde os sentimentos sob o comando de erros. Então, muita atenção, porque hoje se está estimulando muito erros em detrimento do verdadeiro amor. Então, pra gente finalizar falando um pouco dessa, desse vínculo importante da comunhão, das trocas que ficam, que enriquece, que realizam, no livro Encontro com a paz e a saúde, no capítulo 8, Joana diz: "Nos indivíduos satisfeitos sexualmente e harmonizados, sem os conflitos angustiantes e perturbadores da insegurança, da timidez, da inferioridade, predominam a alegria do viver e o bem-estar. estar em relação à existência, o desejo natural da procreação, da proteção à família, da boa luta em favor do progresso pessoal e da comunidade. Essa é a finalidade da das nossas trocas e comunhões sexuais. é promover a vida, é valorizar, é é sacralizar as trocas que vão gerar bem-estar para si, pro outro e pro ambiente onde a gente se encontra. Então

finalidade da das nossas trocas e comunhões sexuais. é promover a vida, é valorizar, é é sacralizar as trocas que vão gerar bem-estar para si, pro outro e pro ambiente onde a gente se encontra. Então ficam essas reflexões pra gente poder fazer até uma autoanálise e colocar algumas metas pra gente buscar realmente mais a comunhão espiritual e não apenas o encontro carnal. Muito obrigada. Deixem seus comentários, suas perguntas e a gente se encontra a semana que vem. Até lá.

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