T7:E6 • Jesus e Atualidade • Jesus e Honra
No sexto episódio da sétima temporada de "Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis," Cristiane Beira explora o conceito de honra à luz dos ensinamentos de Jesus. Este episódio nos convida a refletir sobre a importância de viver com integridade e respeito, seguindo o exemplo de Jesus em nossas ações diárias. Temporada 07: Jesus e Atualidade Episódio 06: Jesus e Honra (capítulo 06) Apresentação: Cristiane Beira
Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana de Angeles. O episódio de hoje nós vamos falar sobre, ainda no livro Jesus e Atualidade, nós vamos falar sobre Jesus e honra. Quando eu parei para pensar e fazer uma reflexão a respeito do conceito de honra, a primeira ideia, primeiro pensamento que me veio à mente foi: "Nossa, parece que está fora de moda. Parece que nós vamos ter que resgatar esse conceito. não me parece mais um conceito visto, eh, falado na nossa sociedade atual como um valor eh prioritário, como algo que a gente realmente valorize, faça questão que exista. Dá uma, ficou para mim uma impressão, não sei se vocês concordam e e eu queria inclusive saber a opinião de vocês, ficou para mim uma ideia de que é demodê, já foi essa época de honra. Hoje não é não é não é sobre isso que a gente eh eh se interessa, busca, eh fala e não é mais prioridade a honra. Parece que tem outras questões que se sobrepuseram, passaram à frente. A gente costuma dizer que lá atrás tinha aquelas expressões de vamos fazer um negócio e não precisamos de assinatura porque é no fio do bigode, porque o meu nome, eu preciso honrar o meu nome, a minha família, eu tenho que preservar esse valor. E parece que hoje isso já não, talvez não traga tanto benefício, não seja realmente algo que atribua valor. Então vamos pensar um pouquinho sobre o que é honra antes da gente entrar nos textos, na no pensamento de Joana de Angeles. Eu lembrei também de um livro que eu li faz tempo, mas é um livro que eu costumo citar. Ele me marcou bastante, talvez porque tem uma questão também pessoal. é um livro que fala sobre os introspectivos. A gente sabe que Jung também eh eh trouxe esse conceito de uma de uma personalidade mais extrovertida e outras mais e outra mais introvertida. Então, o conceito de extroversão e introversão é um dos pontos que foi eh eh abordado por Jung, mostrando que tem pessoas que resolvem sua vida, que se motivam, que buscam fora. Então é um movimento que vai, a energia psíquica é direcionada
versão é um dos pontos que foi eh eh abordado por Jung, mostrando que tem pessoas que resolvem sua vida, que se motivam, que buscam fora. Então é um movimento que vai, a energia psíquica é direcionada para pro objeto. Então, se eu tenho um problema, eu vou procurar alguém que me ajude. Se eu estou triste, eu vou correr pro colo de uma pessoa. Se eu quero comemorar, vivenciar uma alegria, eu vou lá na sociedade para me entrosar com um grupo. E o introvertido é aquele que traz mais o o a o objeto tá ele, é ele mesmo. O objeto tá em si, ele ele olha para dentro, ele olha para si. A energia psíquica é voltada para si. Então, se ele tá triste, ele se volta para pensar a respeito. Se ele precisa ter alguma ideia, superar algum desafio, ele volta para dentro para buscar, para buscar nas suas eh experiências passadas o que que ele poderia fazer, se ele tá feliz e quer eh relaxar e e comemorar, talvez ele escolha algum tipo de atividade que seja mais para dentro do que na sociedade aberta. Então, quando eu li esse livro e e na nossa sociedade atual, o extrovertido tem mais espaço e é mais valorizado. Então, os introvertidos sofrem um pouco. Todos nós temos um os dois aspectos, né? Mas a gente acaba predominando mais um ou mais ou mais o outro. O ideal é a gente conseguir ir trazendo para um equilíbrio, mas na nossa imperfeição, às vezes a gente tende mais para um ou para outro. E como eu sempre tive essa tendência paraa introspecção e fui trabalhando isso na minha vida para me soltar um pouco, esse livro lá há há muito tempo atrás, ele me trouxe um pouco de alento. E o livro que eu estou falando e para quem é introvertido, eu sei que vai gostar de ler esse livro, porque parece que é um alívio, tipo, aí a gente tem permissão então de ser introspectivo, de ser introvertido, tem, graças a Deus. É bom, tem utilidade, tem valor. É um livro de uma pesquisadora. Ela ela também se identifica com a introvertida e ela foi fazer essa pesquisa por décadas, mais de 30 anos pesquisando o tema e depois ela
om, tem utilidade, tem valor. É um livro de uma pesquisadora. Ela ela também se identifica com a introvertida e ela foi fazer essa pesquisa por décadas, mais de 30 anos pesquisando o tema e depois ela transforma toda a sua pesquisa nesse livro que se chama O poder dos quietos. E a autora é Susan Ken, o poder dos quietos de Susan Ken. E ela traz logo no começo do seu livro, ela traz uma reflexão fazendo uma uma análise histórica dos últimos tempos. E ela diz assim que lá pelos anos de 1800, a nossa sociedade ela ela tinha um culto ao caráter, era uma sociedade organizada cujo valor principal era o caráter da pessoa. Então, era importante a reputação e e valores que eram predominantes eram valores como seriedade, disciplina, dever, moralidade, cidadania, integridade e honra. As pessoas faziam questão de serem honradas. Elas faziam questão de honrar os seus compromissos, de viver com honra, com integridade, com dignidade, com moralidade. E aí ela diz que isso eram eram cidades pequenas, organizadas quase que predominantemente rurais, aquelas comunidades pequenas que todo mundo se conhecia. Então, o valor da integridade, da honestidade, da moralidade era importante, porque a pessoa ela ficaria bem no seu grupo se ela demonstrasse valores que interessavam para aqueles. Era como se ela fosse vigiada, a pessoa que era desonesta, ela era excluída e daquele pequeno grupo. Então ela disse que começou um movimento de migração do campo pra cidade e que essa essa mudança foi um dos fatores que levou uma tendência da valorização da personalidade, porque agora eu vou para uma cidade maior, eu preciso aparecer, eu preciso ser vista, ser reconhecida, eu preciso eh eh ter o meu espaço, preciso ser eh eh descoberta. E aí, junto com isso, lá nos no começo de 1900, começaram a aparecer os os as formas de expressão de teatro e depois de cinema ganhar destaque, o cinema mudo, depois o cinema até eu chegar no cinema colorido, televisão, a TV apareceu. A partir daí o coletivo foi perdendo espaço e o indivíduo aparece.
teatro e depois de cinema ganhar destaque, o cinema mudo, depois o cinema até eu chegar no cinema colorido, televisão, a TV apareceu. A partir daí o coletivo foi perdendo espaço e o indivíduo aparece. Quem é a artista principal do filme? Quem é o ator galã, bonito que todo mundo quer assistir? Quem é aquela personalidade que se destaca? Então, de um lado bom, o lado bom disso é que o indivíduo passa a ter mais valor. Antes ele era visto como um componente de uma comunidade. Então, ele precisava fazer com que essa comunidade aparecesse e não ele se destacasse. Ele precisava se portar, se comportar de uma forma que tudo aquilo ali funcionasse. Mas ele acabava passando despercebido. Ele não tinha uma importância como pessoa. ele tinha uma importância de como ele podia colaborar com o grupo. E aí quando aparece esse essa tendência, ela o ser humano, o indivíduo passa a ser importante. Junto com isso vem Yung descrevendo o processo de individuação. Vamos acordar pro ser humano, vamos compreender quem é cada um. Mas o lado negativo é que isso pesou demais e a gente mais ou menos deixou de lado a importância do coletivo para usar o coletivo de forma a promover o indivíduo. Então a partir daí a os seres humanos quiseram se destacar mais para aparecer mais, para serem mais eh eh vistos, mais valorizados. Então, a gente faz essa migração e quando a gente faz essa migração, ela diz que o do coletivo vai pro individual e surge uma nova tendência que agora é um culto à personalidade. Antes era um culto ao caráter. O bom indivíduo era aquele que era eh que tinha valores como integridade, dignidade, honra. Agora, no culto à personalidade, os valores que se destacam, aquela pessoa que mais era vista e recompensada, que se dava melhor na vida, eram as pessoas exuberantes, extravagantes, aquelas que, né, você olha para ela assim, ela emana purpurina, então ela chama atenção. É alguma coisa muito mais como uma aparência do que com valores de integridade, de moralidade. São mais habilidades, habilidades de
ê olha para ela assim, ela emana purpurina, então ela chama atenção. É alguma coisa muito mais como uma aparência do que com valores de integridade, de moralidade. São mais habilidades, habilidades de encantar, de cantar, de dançar, de impressionar, de hipnotizar, aquela coisa fascinante. Bem o estereótipo do artista que nos sequestra atenção e a gente é capaz de ficar horas assistindo uma pessoa performar. Esse verbo que eu acabei de acabei de dizer também começou a ganhar destaque, performa-se, você precisa performar, você precisa eh eh se destacar, você precisa crescer. Então, do culto a ao caráter, nós chegamos numa sociedade de do culto à personalidade, de um coletivo com pessoas que colaboram para que tudo fique bem, para um coletivo que é que é usado pro destaque pessoal, cada um tentando aparecer mais do que o outro. Então, teve um lado bom que o indivíduo aparece, ele se destaca dessa massa porque era todo mundo igual. Ele, a gente passa a ver as diferenças, permitir a diversidade. Então, a diversidade ganhou, mas a gente perdeu nesse olhar pro coletivo. E o que que seria essa honra? A gente pode dizer que a honra é justamente essa diferença, que é você sacrificar o individual em benefício de um valor moral que faz bem pro coletivo. A honra é o cumprimento da ética. Uma pessoa honrada é uma pessoa que vive, ainda que isso exija um sacrifício, ainda que exija disciplina, ainda que você abra a mão de uma coisa que seria muito boa, muito gostosa, importante para você, para um benefício maior do coletivo. Então, eu poderia utilizar esse esse sistema onde eu pertenço de uma forma que ninguém ia perceber e eu iria corromper o sistema para ter benefícios financeiros e eu sairia rica. Tô falando do justamente da corrupção, que é um dos males da nossa sociedade. Eu prejudicaria o coletivo, mas ninguém vai ficar sabendo. Ou se ficar sabendo também hoje esse valor da honra já não é mais tão eh valorizado. Então as pessoas vão falar: "Mas no final da história eu vou me dar bem porque eu vou sair mais
vai ficar sabendo. Ou se ficar sabendo também hoje esse valor da honra já não é mais tão eh valorizado. Então as pessoas vão falar: "Mas no final da história eu vou me dar bem porque eu vou sair mais rico de uma forma rápida, ainda que por meios ilícitos. Se eu fosse aquele ser humano, aquele cidadão do de 1800 que valorizava a honra, a integridade, a honestidade, a ética e a moral, eu jamais cogitaria isso, porque eu sairia com dinheiro e perderia a minha consciência e não conseguiria viver bem comigo. A personalidade de hoje parece que vive muito bem obrigada, mesmo que o seu, a sua, o seu enriquecimento tenha sido por meios ilícitos, antiéticos. Então, a honra é aquela pessoa que consegue abrir mão de interesses pessoais que se beneficiariam com interesses pessoais em prol da ética, da moralidade. E o que que ética e moralidade senão o estudo, a filosofia que mostra pra gente como conviver em sociedade. Para, por que que eu sou ética? Por que que eu me Por que que eu cresço sendo ética? Porque eu vou ser uma pessoa que vai fazer melhor o seu papel no coletivo do que um antiético. Se eu perguntar aqui, você hoje vai abrir uma sociedade com alguém para investir no seu sonho. Eu tenho duas pessoas, uma que ética, uma que é antiética. Quem você escolhe para ser seu sócio? Então, é óbvio que a sociedade se harmoniza com ética e com moral. Eu vou escolher para você um, vou te oferecer aqui dois pretendentes para você casar e passar o resto da vida com ele ou com ela. Um é moral, ou seja, busca a moralidade, o outro é imoral, passa por cima de valores morais com quem você deseja passar a sua vida, né? Então eu sei que eu tô sendo assim superficial na minha abordagem, porque não é uma questão de certo, errado, de bonito e feio e ninguém é ou uma coisa ou outra, mas eu tô falando de conceitos só para mostrar que o conceito de ética, de moral, de honra, de caráter, é são conceitos, são valores que vão ajudar a vida em sociedade. A gente gostaria que nossos governantes que recebem o dinheiro dos impostos e aí
e o conceito de ética, de moral, de honra, de caráter, é são conceitos, são valores que vão ajudar a vida em sociedade. A gente gostaria que nossos governantes que recebem o dinheiro dos impostos e aí a gente vai confiar que que ele vai fazer um bom uso desse dinheiro, a gente gostaria muito que eles tivessem caráter, honra, dignidade, eh eh seriedade, honestidade, ética, moral. A gente não gostaria de alguém que para se exaltar a si mesmo, passasse por cima de valores eh sociais. Então a gente sai de uma sociedade que tinha, ainda que fosse mais engessada, isso era o lado ruim daquela época, porque era tudo muito taxativo, existia uma opressão, não se existia a liberdade, a diversidade. Então o coletivo estava melhor garantido em termos desses valores, mas o indivíduo estava sofrendo com isso. E a gente foi pro outro polo oposto. Hoje o indivíduo tem liberdade para ser quem ele quer, para fazer o que ele desejar. Não existe mais julgamento. E a gente costuma dizer: "Ah, fulano roubou". Ah, mas se quem tivesse no lugar dele faria igual. A gente justifica, a gente justifica a falta de ética dizendo que isso faz parte. Ser humano é assim mesmo. Paciência. Ih, todo mundo é assim, meu filho. Se você tivesse lá, você faria talvez pior. A gente vai justificando as atitudes. O o indivíduo fica confortável porque ele pode se sentir livre para fazer o que ele quer, viver a vida do jeito que ele quer. Ninguém vai interferir. Mas o coletivo vai pagar o preço de cada indivíduo tentando tirar o proveito melhor para si, viver uma vida mais confortável, prazerosa individualmente, mesmo que isso custe o bem-estar do coletivo. Então, quando nós falamos sobre honra, nós vamos falar sobre ética, sobre moral. A pessoa honrada é aquela que abre mão do que seria melhor em termos mais gostoso, mais interesses pessoais. Ele abre mão disso, mas ele não abre mão de ser ético, de fazer o que a consciência dele cobra, o que a consciência dele diz que é o melhor, que é o correto, que é o saudável, que é o equilibrado. Então, a
bre mão disso, mas ele não abre mão de ser ético, de fazer o que a consciência dele cobra, o que a consciência dele diz que é o melhor, que é o correto, que é o saudável, que é o equilibrado. Então, a pessoa que tem honra é aquela que ainda é capaz de pôr a si a serviço de um coletivo. E a pessoa sem honra é aquela que não faz esse movimento. Ela está mais interessada no próprio benefício, nos próprios interesses. E se ela falou que ela ia fazer uma coisa aqui e para ela ficou no meio do caminho, ela achou que é melhor não fazer, ela não honra. Ela não honra o compromisso e pronto, se vire, vamos ver o que que vai dar. Então, eu me comprometo com coisas e não faço. Eu eu eu juro fidelidade e quebro o juramento. Eu não tenho honra para manter a minha integridade em circunstâncias que não me sejam favoráveis. Eu vou abrir mão dos valores com tanto que eu tenha destaque de alguma forma financeira, projeção de imagem ou ou seja lá o que for, eu vou conseguir. E Jesus veio para nos falar a respeito dessa honra, que não é uma coisa só e hipócrita de aparência, porque isso também existia, mas Jesus não não favoreceu. Ele condenou. Não é uma questão de eu vestir uma carinha bonitinha de de boazinha lá fora que faz tudo bem e por trás eu tenho outros interesses escusos. Eu dou meus jeitinhos para ganhar, tirar proveito. Não, não é isso. Isso não é honra, isso é manipulação. Isso é é é o a a atitude maquiavélica lá pensando no Maquiavel, o príncipe de Maquiavel, que é fale pro povo que ele o que ele precisa escutar. para que você o conduza, porque ele não tem condição de se conduzir. Então, vamos agir em nome dele pro bem dele, mas deixa que eu decido o que é bem pro outro. Então, tudo que a manipulação e os hipócritas da época denunciados por Jesus, os doutores da lei eram isso. Vamos contar pro pro povo o que o que ele precisa ouvir para ele acreditar na gente, para ele temer a Deus. E nos bastidores a gente age diferente. Esse é o príncipe de Maquiavel. Esses são os hipócritas
os contar pro pro povo o que o que ele precisa ouvir para ele acreditar na gente, para ele temer a Deus. E nos bastidores a gente age diferente. Esse é o príncipe de Maquiavel. Esses são os hipócritas denunciados por Jesus. Nenhum deles é exemplo de honra. A honra é aquela que paga um preço de se sair mal, mas de não ceder ao que é antiético, ao que é imoral, o que a consciência cobra. Ele se mantém fiel à aquilo que a sua consciência diz. Pode ser que ele esteja errado, mas ele acredita que ele está agindo certo e ele sacrifica seus interesses em benefício dessa conduta correta, dessa conduta digna. Então Jesus vai trazer essa honra que é eh quando a gente vai lá para paraa origem da palavra hebraica, nós vamos ver que é cabed. A palavra hebraica significa reconhecer o peso de uma pessoa, reconhecer a sua autoridade. Então o cabed significa: "Eu sei que você é uma pessoa de peso. Peso no sentido de profundidade, de conteúdo. Você é uma pessoa que tem autoridade, autoridade moral, e também pode ser traduzido como sustentar, pagar a conta. Ou seja, o homem e a mulher honrado, o ser humano honrado é aquele que paga a conta, mesmo que se sacrifique, aquele que honra os seus compromissos. Ele mantém os seus compromissos, ainda que isso o prejudique, mas ele jamais se utiliza do outro para se beneficiar. E ele e fica muito bem. Essa é a pessoa que não tem honra, é a pessoa que leva pro lado egoísta e orgulhoso. E no grego, mau significa estimar, fixar valor, reverenciar. Então a honra significa isso, o reconhecimento de atitudes que são éticas, que estão alinhadas com os valores morais e que buscam o bem coletivo, o que é correto, o que é do bem. nesse sentido de que aquilo que promove tudo que é agradável, nobre, belo, ou seja, a deshonra é você retirar isso, é você retirar a moralidade, é você retirar a preocupação com que é belo, nobre, agradável, com a estética, é você retirar aquilo que é do interesse coletivo. Então, a gente cai para uma para uma postura antiética ou imoral.
ade, é você retirar a preocupação com que é belo, nobre, agradável, com a estética, é você retirar aquilo que é do interesse coletivo. Então, a gente cai para uma para uma postura antiética ou imoral. Bom, vamos então agora mergulhar no texto de Joana de Angeles. Vamos ver o que que a benfeitora nos traz. Eu destaquei alguns trechos, não vou ler o texto todo, mas fica aí o convite para vocês irem lá no capítulo 5, Jesus é honra. Então, Joana diz: "As parábolas que lhe guardam as instruções vivas, né, de Jesus, continuam adequadas aos para os problemas odiernos, possuindo sentido harmônico e orientação capazes de serem aplicadas em qualquer sem qualquer conflito de época, lugar e pessoa." Primeiro, Joana vai lembrar que Jesus ensinava por meio de parábolas. As parábolas são eternas, os contos, as lendas e os mitos. Por que que elas são eternas? E Joana diz: "Não tem conflito com época, lugar e pessoa." Ou seja, serviu paraa época de Jesus, serviu para antes de Jesus, serviu para hoje e vai continuar servindo justamente por conta de serem eh narrativas que falam a respeito de posturas, que falam a respeito de atitudes, de comportamentos, de gestos, de valores. E esses o comportamento para sempre, o comportamento que é bom há 2000 anos é um comportamento que é bom hoje. Eu perdoar há 2000 anos tem o mesmo valor de perdoar hoje. Então os as parábolas, as lendas, os contos, os mitos, eles trazem sempre essa conotação simbólica. Eles trabalham a metáfora, eles fazem analogia e sempre se relacionando com o mundo de dentro. do ser humano. Nós nunca vamos encontrar uma lenda que vai nos falar a respeito de como passar a perna no outro para ficar com o dinheiro dele. Nunca nós vamos escrar uma lenda que vai nos ensinar eh a sermos melhores manipuladores. E pelo contrário, as lendas, os contos, os mitos, eles trazem as personagens que são manipuladoras, mas sempre para mostrar que esse é um caminho que não leva à felicidade, ao equilíbrio. a gente fala das fábulas que contam a moral da história, sempre
les trazem as personagens que são manipuladoras, mas sempre para mostrar que esse é um caminho que não leva à felicidade, ao equilíbrio. a gente fala das fábulas que contam a moral da história, sempre denunciando comportamento antiético, sempre mostrando que parece num primeiro momento que a gente vai se dar melhor, mas a longo tempo a a gente vai se prejudicar agindo sem moral, agindo de forma antiética. E Jesus usa dessas parábolas também para eternizar o seu ensinamento. Então, quando ele fala como o senhor da vinha deveria se comportar, como aquele que foi chamado para trabalhar na vinha, ele está falando do ser humano. Ser humano há do há 3.000 anos, daqui 1000 anos, é ser humano. Ele vai estar sempre sendo chamado para ajudar. Ele vai estar sempre precisando escolher entre ajudar os o coletivo, olhar para si. Então, quando Jesus conta uma história, a gente muda personagem, a gente muda tempo, a gente muda recurso, mas o teor, a história narrativa ainda se mantém. Até hoje temos aqueles fiéis, humildes, seguidores do Cristo, que estão mais preocupados em vivenciar o amor do que em ficar rico, famoso, bonito, seja lá o que for. Do mesmo jeito daqueles primeiros cristãos. Até hoje nós temos os hipócritas que batem no peito falando que são maiores espíritas, maiores cristãos, maiores evangélicos, mas é da boca para fora. Tem uma ótima, um ótimo discurso, mas a vida pessoal está distante da prática cristã do amor, da caridade. Até hoje temos aqueles que perseguem, aqueles que são perseguidos. Então, tudo aquilo que Jesus contava lá, os espíritos que estavam lá podem já ter evoluído e ido para outras orbes. Mas existe ainda espíritos vivenciando as mesmas experiências. Não são as mesmas pessoas, mas são as mesmas histórias, os mesmos dilemas, as mesmas tentações. Então Jesus encapsula isso em histórias, em parábolas, porque para que a gente sempre possa voltar e fazer a mesma reflexão. Não importa o estado em que a gente esteja, o tempo que a gente esteja, quem a gente seja.
apsula isso em histórias, em parábolas, porque para que a gente sempre possa voltar e fazer a mesma reflexão. Não importa o estado em que a gente esteja, o tempo que a gente esteja, quem a gente seja. E essas parábolas, elas sempre falam a respeito do quanto é importante a integridade, a seriedade, a honestidade, a ética moral, a honra, né? sempre valorizando essa postura que é: "Eu sacrifico o meu interesse pessoal em benefício da ética do que é certo e do coletivo." Continuando com Joana, ela diz: "Projetando a verdade, não esmagava com sua natural superioridade, porque Jesus era superior, não absorvendo cada individualidade que permanecia mais independente. Jesus nunca quis massificar ninguém. Jesus nunca quis doutrinar ninguém para ficar todo mundo igualzinho falando a mesma coisa. Jesus nunca quis criar uma aceita, nem criar um um uma multidão de de fanáticos por ele. Não. Jesus valorizava e priorizava cada individualidade. Ele fazia questão de validar do ser humano como ele era. E ele sabia que cada ser humano estava num grau de evolução e ele permitia. Esse daqui ainda não conseguiu fazer isso, mas já consegue fazer aquilo. E ele amava cada um, seja cobrador de imposto, seja tendo tendo sido pego em adultério, seja quem for um pescador humilde, não importa. Jesus validava a individualidade. Ele não queria todo mundo igual, como se fosse uma seita robótica, né, automática, fanática. E ele sabia despertar as potencialidades em cada um, canalizando-as para as operações saudáveis, mediante cujo esforço se fruíam júbilos e plenitude. Então, Jesus também fazia isso, tirava o melhor proveito de cada alma. Pedro, você é forte, sobre ti edificarei minha igreja. Aí, ao mesmo tempo, ele falava com João, o discípulo amado. Então, ele abordava as pessoas de acordo com a necessidade de cada um. E ele punha cada um num caminho de acordo com suas habilidades, seus talentos, sua necessidade, sua história. Isso é respeitar a individualidade. Não é querer que todo mundo siga um
sidade de cada um. E ele punha cada um num caminho de acordo com suas habilidades, seus talentos, sua necessidade, sua história. Isso é respeitar a individualidade. Não é querer que todo mundo siga um caminho, que todo mundo seja de um jeito, que todo mundo acredite numa única coisa. É lógico que existe sim um panorama geral, a as leis divinas, o amor e as virtudes. Agora, tem pessoas que já têm condição de aplicar mais, de se dedicar mais, de vivenciar mais uma virtude do que outra. E Jesus tirava proveito disso. Você não consegue ainda fazer aquilo, deixa quieto um pouco, mas vamos aproveitar esse lado seu. É Jesus valorizando aquilo que cada um tem para dar naquele momento. Um dia todos nós seremos anjos. Como diz a música, um dia todos nós seremos anjos. Não somos ainda. E Jesus, ao invés de apontar o que nos falta, Jesus valorizava e usava o que nós já tínhamos. Então ele tinha esse respeito pela individualidade. Então se nós pensarmos em em pessoas honradas, a pessoa honrada, vamos pensar em Jesus como nosso exemplo. A pessoa honrada ela eleva o outro, porque a honra requer humildade. Ela não vai chegar e expor a fraqueza do outro. Ela não vai chegar e se e se se posicionar acima do outro. mostrando que sabe mais, que pode mais, que tem mais. Não. A pessoa verdadeiramente honrada é a pessoa que já é humilde. Porque a honra é moralidade, não é posse, título, poder. Quem tem honra já está moralizado. Quem está moralizado valoriza o outro. Não, não domina o outro, não faz o outro se sentir menor. Ser honrado não é ser orgulhoso, mas é se esforçar para ser bom para si e pra sociedade. Quem quer ser honrado não é aquele que quer ser exaltado. Isso eu tô lendo aqui, mas são reflexões minhas, não tá em Joana. Então, quem quer ser honrado não é aquele que quer ser exaltado. Eu não faço questão de ser reconhecido. Eu faço questão de estar em paz com a minha consciência. Eu faço questão de fazer o que minha consciência me pede para fazer. Alguém tá vendo? Tomara que não,
. Eu não faço questão de ser reconhecido. Eu faço questão de estar em paz com a minha consciência. Eu faço questão de fazer o que minha consciência me pede para fazer. Alguém tá vendo? Tomara que não, porque eu não quero. Não quero que alguém fique batendo palma. Não é para isso. Isso até incomoda a bajulação, a paparicação. Não. A pessoa honrada, ela quer ser passada despercebida. Ela quer ser usada como exemplo para que o outro faça igual. Tô pensando em Jesus. Jesus não queria louros. Jesus não queria títulos. Jesus não queria poder. Jesus não queria exaltação. Jesus queria ser exemplo, inspiração para que os outros desejassem ser amor, verdade, tolerância, paciência, que eram os exemplos do que ele nos eh mostrava, né? Então, nós nos distanciamos muito desse conceito verdadeiro de honra, porque a gente associa o ai que pessoa de honra, como se ele fosse poderoso, rico, famoso, importante pra terra. Não. A pessoa de honra é aquela que pode ser despercebida, pobre em termos financeiros, simples e nem estudou. Mas ele pode ter honra. Por quê? Porque ele consegue se manter o máximo possível fiel aos seus princípios éticos. Ele consegue cumprir o seu compromisso, ele consegue se responsabilizar pelos seus erros, ele consegue olhar pro outro tanto quanto ele olha para si. Ele consegue passar por cima de valores pessoais pelo benefício do social. Isso sim é ser honrado. E aí a gente pergunta, quem hoje deseja eh cultivar a honra em si? Quem deseja ajudar, se sacrificar, se disciplinar, ser ético. Nós temos incentivado isso às crianças e aos adolescentes. Eles têm ouvido discursos dizendo que isso sim é bom. Estamos estimulando as crianças a serem honestas, a serem dignas, a olharem pro coletivo, a se sacrificar em nome do bem do bem comum. Será que nós estamos fazendo isso? Será que nossas crianças e jovens ouvem falar sobre isso? uma reflexão. Continuando aqui com Joana, para conseguir a liberdade interior e a emancipação, necessita da luz do conhecimento e da coragem para
á que nossas crianças e jovens ouvem falar sobre isso? uma reflexão. Continuando aqui com Joana, para conseguir a liberdade interior e a emancipação, necessita da luz do conhecimento e da coragem para entregar-se com decisão à honra dos objetivos que persegue. saber o que pretende da vida e como consegui-lo. Eis o processo parto de amadurecimento pessoal, rompendo com as próprias raízes os atavismos que que l que lhe procedem do passado espiritual. Para esse esforço, a honra se lhe torna o inigualável guia interior, impulsionando-o para a frente nos passos que deve dar, sem mais deter-se. Então, a honra vai precisar dessa disciplina, desse esforço, desse sacrifício para deixar o passado para trás. Qual passado? Aquele onde predominava em mim os vícios. Aquele passado quando eu buscava mais interesse pessoal, quando eu prejudicava os outros e e ria, denunciava paraa inquisição, para poder ficar com os bens, eh eh enganava, roubava, matava, mentia, fazia intriga. Então, a pessoa que vai buscar a honra é a pessoa que luta num processo parto, que ela chama, que é a faz amadurecer. E amadurecer o quê? Amadurecer a liberdade interior. Eu sou capaz de fazer tudo isso, de matar, de roubar, que Jesus também era capaz. Ele tinha a mão, ele tinha inteligência, ele poderia prejudicar. Só que eu não quero. E eu não quero porque me interessa menos o que eu tenho a ganhar. Me interessa mais o quanto eu me mantenho fiel aos meus princípios, a minha ética, a minha consciência que devem estar alinhadas com as leis divinas. Jesus buscava viver o que o Pai preparou para ele. Era isso que o realizava. Não eram os proveitos da terra, não eram os benefícios daqui, não era ser reconhecido na matéria, mas era ser fiel ao plano de Deus para ele. Qual é o plano de Deus para mim, para você? Qual é o caminho, o processo parto que Deus planejou para cada um de nós? Qual é o processo que nós devemos enfrentar para nos honrarmos? para honrarmos nossa existência, valorizarmos a a experiência atual,
o caminho, o processo parto que Deus planejou para cada um de nós? Qual é o processo que nós devemos enfrentar para nos honrarmos? para honrarmos nossa existência, valorizarmos a a experiência atual, para honrarmos as bênçãos recebidas, o apoio e amparo do plano espiritual, dos benfeitores, os esclarecimentos que recebemos. Como é que eu honro tudo isso que eu recebi? Eu honro usando, eu honro servindo, eu honro do aquilo pouquinho daquele muito que eu tenho recebido. Isso Jesus ensinou. Como é que eu consigo a liberdade interior? é através da luz do conhecimento e da coragem de se entregar para a promoção da honra, ou seja, da vivência moral, da vivência de acordo com a ética. Esse sim é um seguidor do Cristo, né? Então, precisa do quê? Esforço para viver as virtudes. Que que a gente tem feito hoje? Que que mais se vê? Tanto que pesquisadores, três pensadores pensando a respeito da mesma coisa em lugares diferentes do mundo, um dia se uniram e transformaram o seu pensamento num livro e num conceito que cunharam. E um deles é brasileiro, os outros dois são franceses. E eles falaram a respeito da normose e eles chamaram de normose a patologia da normalidade. Ah, todo mundo faz. Ah, isso aí é assim mesmo. Imagina isso daí. Ah, ninguém nem liga. Ah, mas isso daí ninguém vai prestar atenção. Afinal de contas, ninguém tá prestando, ninguém tá se importando com isso. E com esses discursos, nós vamos validando posturas imorais, posturas que nos fazem mal, posturas que nos desequilibram, posturas que nos atrasam o processo de evolução. Mas todo mundo faz. Ai, se cobre menos. Se permita. Você é assim mesmo. Eu estou assim mesmo, mas Deus me mandou para cá para ver se eu melhoro um pouquinho. Não é para chegar aqui e encontrar um discurso normótico de que todo mundo faz e você tem que respeitar você. Então fique fazendo como você sempre fez. Não, isso é ilusão. Isso é pegadinha. Deus mandou a gente para cá pra gente crescer, se melhorar, ampliar, evoluir, progredir, não para arranjar uma bela explicação
fique fazendo como você sempre fez. Não, isso é ilusão. Isso é pegadinha. Deus mandou a gente para cá pra gente crescer, se melhorar, ampliar, evoluir, progredir, não para arranjar uma bela explicação para continuar sendo quem é. Ah, eu eu sou assim mesmo. Eu minto, eu engano, eu corrompo. Ai, mas é todo mundo, todo mundo é imperfeito. É, nós somos imperfeito e devemos lutar pela perfeição. Cada vez que cai uma ficha e eu me dou conta, me conscientizo de algo, eu tenho que começar a trabalhar pelo sacrifício, pela exercício da disciplina para me modificar e não achar bonito, porque hoje a gente bate palma. Ai, ela ela ela é corajosa. Ele é corajoso. Ele continua falando como ele é e ele ele cava um lugar na sociedade. Ninguém vai me mudar. Puxa vida, que que você veio fazer na Terra? Então, a terra é um lugar onde teremos aflições. É uma escola, não é lugar de passear. Então, fica no plano espiritual, já que você não vai mudar, fica lá. Para que que você vai vir para um lugar que é difícil, que é de dor, que é de sofrimento, que a gente pode se comprometer se chega aqui e falar: "Eu sou assim mesmo, vou passar vida desse jeito". Mas é a visão materialista da vida única. A vida única quer tirar o melhor proveito possível do momento atual. Bom, Joana fala também assim: "Buscando eh, desculpa, buscado pela família." Aqui a gente vai entrar na tal da honra aos pais, né? Então, Jesus foi buscado pela sua família. buscado pela família que ele ignorava o ministério, duvidando da sua missão e assim tentando interrompê-la, quando ele punha os alicerces das boas da boa nova nos corações, foi advertido por alguém que lhe disse: "Tua mãe e teus irmãos aí se encontram e chamam por ti". Ele tava dentro de uma casa conversando, ensinando, pregando. E alguém disse: "Sua mãe e seus irmãos estão lá fora e clamam por ti, chamam por ti." Chegara ali o momento da indeclinável quão honrosa decisão, facultando-lhe interrogar com tranquilidade: "Quem é meu pai? Quem é minha mãe? E quem são meus irmãos, senão
clamam por ti, chamam por ti." Chegara ali o momento da indeclinável quão honrosa decisão, facultando-lhe interrogar com tranquilidade: "Quem é meu pai? Quem é minha mãe? E quem são meus irmãos, senão aqueles que fazem a vontade de Deus? Não há aí desrespeito aos familiares, afirma Joana. Estes sim, presunçosos e amedrontados, sem o consultarem, desrespeitavam-lhe a opção de homem independente que viera para um apostulado que jamais negara qual seria o término: a humilhação, a cruz e a morte. Então, honrar pai e mãe não é ser obediente às suas condições, aquilo que é da pessoa pai e da pessoa mãe. Honrai pai e mãe é fazer o que Deus espera de nós, principalmente, primeiramente, para aqueles que nos deram a vida, que nos educaram, que se dedicaram à gente. Então, honrar pai e mãe significa ser cristão, seguir as virtudes, principalmente, primeiramente pros meus pais, que foi quem foram quem me deram a vida, que se esforçaram por mim, que se doaram a mim. Não é ser um cego, obedecer o que ele acha que eu devo fazer, porque daí eu estou obedecendo a um homem. Eu não estou honrando o meu pai. Honrar o meu pai é ser ético com ele, é ser moral com ele, é ser bondoso com ele, é ser paciente com ele, é ser tolerante com ele, é amar. Isso é honrar pai e mãe. E Jesus honrou o pai e a mãe, a família dele. Jesus amou. Mas Jesus não ia falar assim: "Não, então eu não vou fazer o que eu vim fazer que Deus me mandou, porque minha mãe, meu pai, meu irmão, seja lá o que for, tá achando que isso não é bobagem. Isso não é honrar. Isso aí você abrir mão daquilo que você acredita para seguir a crença de outro. não é um bom negócio. Já que você vai seguir uma crença, siga aquela que você acredita, aquela que faz sentido pra sua própria consciência. Então, honrar pai e mãe não é obedecer cegamente, não é compactuar com tradições, com cultura, se para você não faz sentido, mas sim valorizar, agradecer, amar, cuidar, respeitar, ajudar. Isso é honrar pai e mãe. Joana diz: "Honra é a coragem de eleger o
é compactuar com tradições, com cultura, se para você não faz sentido, mas sim valorizar, agradecer, amar, cuidar, respeitar, ajudar. Isso é honrar pai e mãe. Joana diz: "Honra é a coragem de eleger o melhor". Pronto, gente, falou, resumiu toda a nossa conversa. Honra é a coragem de eleger o melhor. E o melhor não é o mais gostosinho, que dá mais dinheiro, que me facilita a vida. O melhor é aquilo que está alinhado com o bem, com os valores nobres, com a ética, com a moralidade. A dubiedade na decisão entre os que desejavam reter e aqueles que lhe necessitavam da presença das lições seria a lamentável falência dos objetivos que buscava. Então, ser honrado é ser capaz de dizer sim, sim, não, não. É se posicionar, é não ficar em cima do muro. Se eu sei que é isso que eu devo fazer, se eu sei que isso é o melhor, se eu sei que isso é o que Jesus me ensinou, eu vou ter coragem de eleger isso paraa minha vida. Isso é ser honrado, é ter coragem de escolher o melhor. E ela continua: "Tua honra deve modelar-se na dele, na de Jesus, na de Deus". Tua decisão para a felicidade, rompendo as estruturas passadistas e acomodadas, é a força do teu empreendimento. Entra em ti mesmo e ausculta a consciência, o teu guia íntimo, a fim de saberes o que pretendes, o que é melhor para ti e como conquistá-lo. A honra de encontrar um guia interno que te orienta dos nos fundamentos da vida de Jesus é o desalgemar-se de tudo quando constitui retentiva para que sigas plenamente. Após isto não serás mais o mesmo, nem te repetirás. Então é a é a história do conhece-te a ti mesmo. Invista em você. Sonhe com um futuro melhor, mas um melhor de acordo com os critérios divinos, que é alguém mais virtuoso, mais consciente, mais amadurecido espiritualmente. Então, seja autor da própria história, lute para ter menos importância com as glórias daqui, com os valores daqui, mas para realmente ser seguidor de Jesus, que foi sim um exemplo para nós do que é um homem honrado, do que é se sacrificar em benefício do bem comum, do que é ter
glórias daqui, com os valores daqui, mas para realmente ser seguidor de Jesus, que foi sim um exemplo para nós do que é um homem honrado, do que é se sacrificar em benefício do bem comum, do que é ter coragem de eleger o que é melhor, ainda que a normose diga que você é bobo, que só você que tá tirando, tá, tá saindo desvantagem, que você não vai chegar a lugar nenhum, que todo mundo faz, mas é por acreditar nisso que a gente continua ainda nesse embrolho que nós estamos, apesar de já podermos ser mais livres e termos mais felicidade e mais harmonia se fôssemos mais virtuosos. Então, cuidado com essas narrativas que t jogado no lixo que é honra e que tem dito que o que vale mais é curtir a vida, tirar vantagem, se dar melhor e performar. Cuidado, porque isso pode ter sim grandes valores aqui na Terra, mas mas vai nos fazer sofrer quando formos lá avaliar quais os valores que levamos paraa verdadeira vida. Então, a honra não caiu de moda, ela continua sendo valor importantíssimo para o nosso progresso espiritual. Então, vamos cultivar os valores que são alinhados com a honra. Muito obrigada pela participação de vocês e até a próxima semana, se Deus quiser.
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