LE 0296
Este é um projeto criado com o apoio de inteligência artificial para gerar voz e legendas. Pedimos desculpas antecipadamente por eventuais falhas. Nosso objetivo é compartilhar reflexões fraternas sobre O Livro dos Espíritos, obra fundamental da doutrina espírita, que nos convida a entender a vida, a morte e a evolução espiritual. Acompanhe e reflita conosco! 💙✨ Para mais informações sobre a Casa Espírita Estudantes do Evangelho acesse o site: www.estudantesdoevangelho.com.br Instagram: @casaestudantesdoevangelho Facebook: @casaestudantesdoevangelho
O amor entre os espíritos muda com o tempo. Bem-vindos ao nosso estudo do livro dos espíritos. Hoje refletimos sobre a pergunta 296. São suscetíveis de alterar-se as afeições individuais dos espíritos? A resposta é direta e consoladora. Não, por não estarem eles sujeitos a enganar-se. Falta-lhes a máscara sobe que se escondem os hipócritas. Daí vem que, sendo puros, suas afeições são inalteráveis. Suprema felicidade lhes advém do amor que os une. No mundo espiritual, o amor verdadeiro não se desfaz com o tempo. Ele não depende de aparência, conveniência ou interesses passageiros. É puro porque nasce da afinidade profunda entre almas que se reconhecem e se elevam juntas. Na Terra, as ilusões do orgulho e da vaidade distorcem nossos afetos. Mas fora do corpo, os espíritos puros enxergam com clareza e sentem com autenticidade. Não há disfarces nem fingimentos. É como observar o céu sem nuvens. As estrelas sempre estiveram lá, só estavam encobertas. Em o Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo quarto, lemos: "Os laços espirituais são eternos. Os da matéria muitas vezes se rompem com a morte. André Luiz, no livro Nosso Lar, psicografado por Chico Xavier, afirma: "A afeição entre os espíritos quando sincera, é um vínculo luminoso que a distância e o tempo não dissolvem". E Maria Dolores, no livro Antologia da Espiritualidade nos oferece uma poesia que resume bem o tema: se o amor é a luz da alma verdadeira, nunca se apaga, apenas se revela. Essas afeições inalteráveis não se perdem com a morte, mas se tornam ainda mais fortes quando purificadas pelo tempo e pela evolução. Por isso, cultivar o bem nos vínculos de hoje é plantar eternidade. Amar com verdade é construir pontes que resistem ao tempo e à morte. Que possamos nutrir desde agora laços que nos acompanharão para sempre. Se essa mensagem tocou você, compartilhe com quem acredita no amor que não acaba. M.
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