T7:E11 • Jesus e Atualidade • Jesus e Decisão
No décimo primeiro episódio da sétima temporada de "Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis", Cristiane Beira nos guia em uma reflexão sobre a importância da decisão à luz dos ensinamentos de Jesus. Este episódio nos inspira a tomar decisões com sabedoria e responsabilidade, seguindo o exemplo de firmeza e amor de Jesus em suas escolhas. Temporada 07: Jesus e Atualidade Episódio 11: Jesus e Decisão (capítulo 11) Apresentação: Cristiane Beira
Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana de Angeles. No episódio de hoje, nós vamos falar sobre Jesus e decisão. Pra gente começar, eu gostaria de resgatar o conceito, a estrutura, né, conceitual da psique. Segundo a psicologia profunda, segundo a psicologia que Joana mais utiliza em termos conceituais, porque Joana ela tem toda uma forma única e pessoal de olhar pr pra nossa parte psicológica para explicar o ser humano. e ela passeia por todas as escolas e ela costura isso pelo viés espírita, levando em consideração a reencarnação, a comunicação com os espíritos, mas ela se apoia bastante na psicologia profunda, na psicologia analítica. E essa estrutura psicológica descrita por esse ponto de vista da psicologia analítica, a gente vai destacar aqui paraa nossa eh reflexão os eh quatro principais eh fundamentos eh da do nosso aparelho psíquico. É, nós temos e e é interessante porque eu vou eu vou descrever aqui de fora para dentro, pensando que fora é a nossa, o nosso aspecto mais em contato com o mundo social. É a última camada, é aquela camada que encontra o outro em termos psicológicos. É como se fosse a pele. A pele não está pro mundo com uma camada mais fora, mais para fora. É na pele que o mundo me toca, pela pele que o mundo me toca, em termos fisiológicos. Mas dentro, a partir da pele para dentro, nós vamos vendo outras camadas mais profundas até chegar lá no nosso CERNE. Em termos fisiológicos, em termos materiais, em termos psicológicos, na estrutura da mente, da psique, é mais ou menos a mesma coisa. Nós temos áreas nossas que são mais externas, mais em contatos com o mundo de fora e depois nós vamos aprofundando até chegarmos em estruturas que são mais essenciais, que são fundamentais. O que seria, entre aspas, a pele para pra parte fisiológica em termos psicológicos é o que a gente chama de persona. A persona é a camada psicológica mais para fora, no sentido de aquela que mais eh se apresenta, se relaciona com o mundo exterior. Então, a persona, a
os psicológicos é o que a gente chama de persona. A persona é a camada psicológica mais para fora, no sentido de aquela que mais eh se apresenta, se relaciona com o mundo exterior. Então, a persona, a gente costuma falar, é a nossa máscara social, porque a palavra persona do grego é máscara, era a máscara que eles usavam nas interpretações da dramáticas dos teatros gregos. Então, a psicologia importou esse termo. Então, a gente usa persona como a nossa aparência, aquilo que a sociedade vê. A sociedade não é capaz de reconhecer, por exemplo, um psicopata serial killer olhando para ele. Nós não conseguimos. Por essa camada que a gente enxerga persona, dificilmente a gente vai conseguir falar: "Pronto, eu sei o que que esse cara, o que que essa pessoa, o que que essa mulher é capaz de fazer?" Por quê? Porque a gente pode moldar essa persona e a gente costuma moldar essa persona para aceitação social e é função dela. Não tem problema nenhum. Às vezes a gente quer radicalizar e e e dramatizar e a gente diz: "Não vou apresentar máscara nenhuma. Vou me mostrar como eu sou". Tudo bem? Vai ser difícil de você conseguir se relacionar porque as pessoas no primeira impressão elas não vão ter. A gente precisa conquistar a arte da sedução no sentido bom, ela faz parte. A gente precisa se relacionar e convencer o outro que vale a pena ele se relacionar comigo. Imagina que a gente vai chegar para começar um namoro. Eu estou interessada naquele naquele ser humano ali. Aí eu chego para ele e digo assim: "Olha, eu estou aqui interessado em você, mas eu já vou contar para você. Eu sou chata de lascar. Eu sou exigente, eu sou perfeccionista. Eu sou isso, eu sou aquilo, eu sou aquele outro. Ué, por que que ele vai querer se relacionar comigo? Então, a gente precisa entender que no nosso grau de evolução, esses jogos sociais, eles são naturais, ainda fazem parte. Quando nós formos espíritos de luz, como é Jesus, não vamos mais precisar desse jogo das aparências, desse convencimento, até porque nós
ção, esses jogos sociais, eles são naturais, ainda fazem parte. Quando nós formos espíritos de luz, como é Jesus, não vamos mais precisar desse jogo das aparências, desse convencimento, até porque nós seremos luz e seremos iguais em luz. Então, imagina Jesus e outros Jesus de outros sistemas se conversando, eles eles se vem eh eh integralmente. Nós não, nós temos sombras. Então, nós precisamos lidar na vida levando em consideração que nós temos sombras. Então, quando a gente faz uma aproximação, quando a gente tá interessado em alguém para se relacionar, é comum que a gente primeiro mostre o nosso lado bom, porque ele existe. E é um jeito de se aproximar, de dizer para essa pessoa: "Olha, tem muitas coisas legais em mim". Mas ele, se ele for um pouco consciente, ele vai saber que eu não sou só aquilo que eu mostro, que tem outros aspectos meus que vão aparecer depois na relação. quando a gente já se sentir confortável, quando a gente já ter já tiver mostrado que a gente tem coisas para agregar, que a gente tem valores interessantes, aí a pessoa fala: "Pronto, eu vou comprar esse pacote inteiro porque eu sei que vai vir aqui esse lado sombra, essas dificuldades, esses traços mais desafiadores da sua personalidade". Mas eu já conheci esse lado, esse lado, esse lado e eu e eu eles me acrescentam. Então eu aceito sim o pacote, mas dificilmente a gente vai começar uma relação mostrando primeiro só a sombra, porque a gente vai espantar. Basta a gente se colocar noutro lugar. Se alguém chega pra gente e fala assim: "Olha, eu vim aqui pedir um emprego para você, mas eu já vou te contar tudo de ruim que eu sou". A gente faz treinamento para entrevista, para mostrar, não pode mentir, não pode fingir, não, mas vamos criar um jogo, porque existe isso. Essa sedução, ela é natural. Então, a persona, ela não é do mal, ela não é negativa, pelo contrário, ela faz parte do nosso grau de evolução. É uma consideração inclusive com o outro. Quando a gente vai fazer uma entrevista, quando a gente vai fazer uma
o é do mal, ela não é negativa, pelo contrário, ela faz parte do nosso grau de evolução. É uma consideração inclusive com o outro. Quando a gente vai fazer uma entrevista, quando a gente vai fazer uma palestra, quando a gente vai num evento importante, no casamento de alguém, a gente se arruma, a gente cuida do cabelo, a gente dá uma ajeitadinha, a gente se apresenta bem, é uma consideração. Eu estou mostrando para você esteticamente a minha melhor versão. Eu tive cuidado para vir aqui no seu casamento. Eu olhei uma roupa bonita, eu me pus elegante, porque a beleza é da natureza. a estética, essa coisa harmoniosa, a harmonia faz parte da natureza. Então, a pessoa nos permite esse cuidado com a imagem. A a persona seria a imagem. É essa última camada que a gente mostra ao mundo. Então ela não é ruim, ela é útil, ela é funcional, ela é necessária. Quando ela passa a ser negativa, que a gente de vez em quando fala: "Ah, isso daí é só uma máscara dela, isso daí é só uma persona." quando tá muito distante da essência, que nem o caso do psicopata, que muitas vezes ele se apresenta com uma persona muito bem elaborada, ele tem uma aparência distinta, ele tem uma fala eh eh que conquista, ele é sedutor, ele tem toda uma um carisma e por trás ele é a antítese disso, porque ele tá fazendo tudo isso para te fazer um mal muito grande. Mas se eu vou indo atrás de alguém porque eu estou interessada em começar um relacionamento e eu mostro mais uma aparência, eu não tô com uma intenção negativa de matar essa pessoa, de torturar essa pessoa. Eu estou querendo mostrar para ela que eu posso, mas é próxima à minha aparência de quem eu sou. Então, o problema da persona são dois. Primeiro, quando ela está muito distante de quem eu sou, então você costuma falar é é lobo na pele de cordeiro. Aí é ruim quando eu elaboro uma persona para mentir, para enganar os outros, para para fingir e tirar proveito, aí existe uma intenção que não é boa. E outro lado ruim da persona é quando eu me identifico com
m quando eu elaboro uma persona para mentir, para enganar os outros, para para fingir e tirar proveito, aí existe uma intenção que não é boa. E outro lado ruim da persona é quando eu me identifico com ela de um tanto que eu acho que eu sou a persona. E aí, se eu olhar, se eu por acaso enxergar algum ponto negativo meu, eu já vou negar. Não, não, não, eu não sou isso. Então eu me distancio de outros lados meus, porque eu acho que eu sou só aquela persona. Então, a persona equilibrada é aquela que dá um trato em quem eu sou, mas não é muito diferente de quem eu sou. Ela tem uma função social até de consideração à sociedade para me apresentar bem, mas ela também sabe que ela não é só isso. Ela, a pessoa sabe que ela tem outros lados dela que às vezes tá um pouquinho diferente dessa persona, não é? Essa pessoa não é completa, ela vem só com a nossa melhor melhor parte. Então, nós temos a persona, que é essa estrutura que eu tô falando, que é aquela mais próxima do social, é aquela que a gente apresenta paraa sociedade, é como a gente gostaria de ser reconhecido, de ser identificado. Um pouco antes dela existe a Então, a persona, gente, ela é consciente. Eu eu ela deveria ser consciente quando eu não tô identificada com ela que eu acho que ela que eu sou a persona. Naturalmente eu deveria e e saber o que eu estou fazendo. Ah, eu vou fazer uma entrevista, então eu vou olhar que roupa que eu vou pôr, eu vou prestar atenção na minha palavra, porque eu quando eu estou em casa com os amigos, eu costumo falar algumas palavras que são muito e informais. Ali eu vou me eu sei o que eu estou fazendo. Eu eu faço esse jogo, mas é um jogo consciente. E de novo, com uma intenção que não é maléfica de tirar proveito e enganar o outro, não, mas é de conquistar e de mostrar, olha, eu posso ser isso, vem. Assim como eu também sou atraída por uma ou outra coisa nas pessoas, né? Na natureza a gente costuma falar o passarinho, que é um símbolo enorme dessa beleza, né? porque eles são coloridos. Ele vem e a
ssim como eu também sou atraída por uma ou outra coisa nas pessoas, né? Na natureza a gente costuma falar o passarinho, que é um símbolo enorme dessa beleza, né? porque eles são coloridos. Ele vem e a gente fala, ele fica pavoneando como o pavão faz. Ou seja, ele mostra as suas cores, ele mostra a sua dança, ele e ele ele ele empina a sua crista e enfim, ele se mostra bonito para atrair. Então é da natureza esse jogo de seduzir. Então a persona, a persona, deveria ser, né, consciente. Depois vem o ego. Esse ego que que a gente fala que é o centro da consciência é como se fosse a nossa personalidade atual. É como se para nós que somos espíritos e acreditamos em várias vidas, é como se o ego hoje fosse mais ou menos o senso que eu tenho de eu. Quando eu falo eu sou a Cris, eu estou me identificando com esse ego que hoje foi feito nessa vida, ele foi desenvolvido nessa vida e ele se identifica com a personalidade atual. Então o ego é a versão que eu acho que eu sou, é quem eu acho que eu sou, porque eu não lembro que eu fui na vida passada retrasada com consciência. Eu tenho sim impressões, eu posso analisar minhas tendências, mas quando você me pergunta quem é você, eu vou descrever a Cris, eu não vou descrever a outra que foi na outra vida. Então o ego ele é essa consciência. Então o ego ele é quem pode, ele é razão. A consciência é razão, é raciocínio. Então o ego é capaz de analisar, discriminar, categorizar, refletir, ponderar, tomar decisão. Esse é o papel do ego. O ego é quem é o nosso administrador atual. Deveria, ele deveria elaborar a persona, uma persona adequada. Ele deveria lembrar que existe o self, que é o espírito, e buscar uma conexão mais mais íntima consigo mesmo. Ele deveria eh ponderar o que é melhor paraa vida. Então, o ego é esse nosso gerente da nossa reencarnação atual, é a nossa consciência e a nossa razão. Indo mais para dentro, nós temos o que nós temos o que a gente chama de sombra. E nessa sombra significa o que é meu inconsciente. E nesse inconsciente tem
tual, é a nossa consciência e a nossa razão. Indo mais para dentro, nós temos o que nós temos o que a gente chama de sombra. E nessa sombra significa o que é meu inconsciente. E nesse inconsciente tem muitas coisas, tem arquivos de vidas passadas, tem conflitos complexos na linguagem unguiana, tem nossas tendências, nossos atavismos, tudo que eu já aprendi nas vidas passadas e que eu não lembro, está lá no meu inconsciente. Então, a sombra é mais para trás ainda. Nós temos a consciência onde está ego e persona e nós temos sombra onde está ânimos. ânima, selfie, conflitos, tendências, automatismos complexos, tudo lá. E a gente não acessa pela consciência, está no nosso inconsciente. Então, a sombra ela ela ela é ela ela é reativa. A gente cutuca as sombras de acordo com o que a gente vai vivendo. Os conteúdos que estão lá, eles se identificam com o que a gente tá vivendo e a gente reage de acordo com o que tá arquivado lá. Então a gente fala assim: "Ai, eh, diante de um susto, tem gente que vai pro lado agressivo e e tem gente que foge, tem gente que paralisa". Então, são conteúdos do inconsciente que faz a gente ser diferente uns dos outros. Então, de repente, de como eu sou provocada, no meu inconsciente eu tenho registros que costumam reagir de um jeito, tem gente que reage de outro jeito. Isso também conta quem eu sou, a partir do que eu já vivi, a partir do que eu já fiz. Então, são as minhas experiências que eu tendo a repetir, estão lá nas sombras. E por fim, o nosso cerne a gente chama de selfie na linguagemana e a gente chama de espírito na espírita. Então, o espírito é o nosso eu real, é a totalidade, é o ser que é o que foi criado e é o que vai existir para sempre. é o o eu real, é o eu total, é o eu verdadeiro e ele é o que tá lá mais no nosso âmago, na nossa essência, no nosso profundo. Então, em linhas gerais, eu pus aqui essas quatro estruturas de fora para dentro, mais para fora, perto da sociedade persona, depois égua aqui entra sombras e lá no nosso profundo está o nosso verdadeiro
ão, em linhas gerais, eu pus aqui essas quatro estruturas de fora para dentro, mais para fora, perto da sociedade persona, depois égua aqui entra sombras e lá no nosso profundo está o nosso verdadeiro eu, o self. Bom, quando eu vou tomar uma decisão, lembra que o nosso a nossa reflexão de hoje do capítulo 12, Jesus é decisão. Aí eu vou fazer, eu fiz toda essa inici essa introdução para perguntar. Quando eu tomo uma decisão, quem em mim toma a decisão? Eu tomo uma decisão com base na minha persona? Eu tomo uma decisão com base no meu ego. Eu tomo uma decisão a partir dos conflitos que são reativos? Eu tomo uma decisão consultando meu espírito, meu self. E essa pergunta eu deveria fazer constantemente. Isso é autoconhecimento. Autoconhecimento é eu prestar atenção em mim para eu reconhecer esses aspectos. Porque eu sou um ser só, mas ao mesmo tempo eu tenho aspectos que se diferenciam. E o espírito evoluído é aquele que integrou tudo. Ele é um só. Nós não, nós ainda não coordenamos tudo ainda. Eles estão com a sensação de serem separadas uma parte da outra. Assim como a criança pequenininha, ela às vezes não consegue coordenar uma mão com a outra. Ela quer pegar e uma mão não coordena a outra. Vai chegar uma hora que tudo funciona bem. Ela vai fazer coisas automaticamente. Ela nem tá pensando. O espírito também nessa nessa fase a gente não coordena tudo isso. A persona junto com o ego, com a sombra, com com o self lá. Quando formos como o Cristo, tudo será integrado e a gente não terá essa dificuldade, porque tudo vai trabalhar em harmonia. A gente vai ser um único ser. Então, essa pergunta vai nos ajudar na reflexão de hoje. Quem em mim toma as decisões? E muitas vezes a gente vai perceber, nossa, essa decisão que eu tomei foi com base na persona. Eu falei isso porque eu cuidei da minha imagem. Alguém chegou e me perguntou: "Você quer ir para tal lugar?" Eu não queria ir. Eu tava com preguiça, eu tava, ah, tinha outro outros planos, mas como meu chefe ia estar lá e eu quis ganhar uns
imagem. Alguém chegou e me perguntou: "Você quer ir para tal lugar?" Eu não queria ir. Eu tava com preguiça, eu tava, ah, tinha outro outros planos, mas como meu chefe ia estar lá e eu quis ganhar uns pontinhos na minha imagem, na imagem que ele tem de mim, então eu escolhi ir. Eu fui com base em algo que acrescentaria pra minha imagem. Mas se alguém falar para mim: "Cris, quer ir comigo naquele lugar?" E eu penso, puxa ver, desse lugar eu vou aprender, porque vai ter uma palestra, não sei das quantas, vai ter uma aula. Então é o ego pensando, ponderando, analisando e aí é uma oportunidade, eu não vou perder essa oportunidade. Então o ego decidiu ir. Agora quando alguém fala assim para mim, Cris, vamos naquele lugar e eu penso assim: "Nossa, aquele lugar vai est cheio de gente, ai não, não vou, não vou, não vou, não vou". Parece que são as minhas sombras que estão decidindo por mim, porque provavelmente eu tenho um complexo, eu tenho algum conflito, eu não quero me expor, eu sou tímida e enfim, eu eu tenho baixa autoestima, então eu preferi não ir. Eu não fui, prejudiquei a minha imagem, eu não fui, perdi oportunidade que o ego poderia ter entendido que faria bem para mim. Eu não fui porque eu fui movido pelo meu conflito interno. Ele que tomou a decisão por mim. E às vezes a gente toma decisão com base no selfie, que é a decisão mais avaliada pelo ponto de vista espiritual. é aquilo que me faz bem, ainda que seja difícil, ainda que seja penoso, ainda que me dê preguiça, mas eu faço porque eu sei que vai me fazer crescer enquanto espírito. Então, eu fiz aqui umas frasezinhas pra gente eh guardar. Então eu escrevi assim, ó. Quando eu me aproximo de uma nova relação, há todo um ritual que precisa ser vivido, né? E que é natural. Como eu disse, primeiro mostro a minha persona, o meu ego tá lá tentando estabelecer qual palavra que vai ser melhor colocada, qual o assunto que eu devo evitar para não causar uma um ruído. O meu ego tá me ajudando a conquistar essa relação que eu estou almejando, né?
ndo estabelecer qual palavra que vai ser melhor colocada, qual o assunto que eu devo evitar para não causar uma um ruído. O meu ego tá me ajudando a conquistar essa relação que eu estou almejando, né? Então tem todo um ritual até a gente começar a mostrar as nossas sombras. Então a gente costuma falar às vezes alguém de vocês aqui que são generosos comigo de um tanto, são carinhosos comigo, t uma paciência e me erguem, né? Então, às vezes vocês me mandam umas mensagens no particular tão lindas, tão lindas, gente. Eu fico assim, porque é realmente o que mais me preenche, o que mais me realiza é saber que eh eh eu estou junto com alguém nessa busca e tem mais gente junto comigo tentando buscar esse autoconhecimento e crescendo. Então isso me realiza muito. Acho que esse lado meio que professora, quando a gente aprende uma coisa, a gente quer que eu oferecer para mais alguém, então me realizo. Mas aí eu brinco aqui em casa, às vezes eu mostro uma ou outra coisa que eu recebo, eu falo: "Olha, gente, que bonito a mensagem que eu recebi". E aí eu escrevo assim: "Mas é que eles só me conhecem nessa telinha? Porque vocês é que sabem realmente quem tá aqui no dia a dia, né? É um jeito de brincar, mas é real. É real porque isso que eu, esse papel que a gente desempenha no trabalho, no centro espírita, a gente tem que lembrar. Eu não sei se lá na casa, quando tá só eu e e quem vive comigo, quem é essa? E muito provavelmente não é exatamente o papel que a gente mostra na sociedade, né? Então precisa todo de uma dinâmica. Dependendo do que a gente vai fazer, é natural que a gente mostre um lado mais do que o outro. Mas de novo, o importante é que a gente não seja avesso, averso aquilo que a gente mostra, porque daí a gente cai no que Jesus falou, hipócrita, hipocrisia. Aí a gente cai no cinismo, que a gente já falou também. Aí a gente cai na manipulação, no lado maquiavélico. Isso daí já é problema. Aí já é problema. Agora que a gente não é exatamente aquilo que a gente mostra, a gente sabe
, que a gente já falou também. Aí a gente cai na manipulação, no lado maquiavélico. Isso daí já é problema. Aí já é problema. Agora que a gente não é exatamente aquilo que a gente mostra, a gente sabe porque a persona é parecida, mas não idêntica ao nosso ser. Então, nessa nesse ritual eu escrevi assim, ó. Então, eu procuro abertura no mundo do outro por meio da minha persona. Eu procuro abertura no mundo do outro por meio da minha persona. É quem eu apresento. Pelo ego, eu sou capaz de analisar, ponderar, refletir para desenvolver uma boa relação. Ah, eu já percebi que ele não gosta desse assunto, vou evitar. Ah, eu percebi que quando eu falei aquilo interessou, então vou trazer mais isso. O ego começa a a utilizar os seus recursos para melhorar essa relação. As sombras serão provocadas, estimuladas, é certo, e precisam ser consteladas para que a relação seja verdadeira. O outro precisa conhecer as minhas trevas. Então, em algum momento, ele vai precisar falar alguma coisa que me irrita. Eu vou precisar soltar meus cachorros para ele conhecer. em algum momento eu vou precisar ou saber o que o outro é capaz de fazer e vou me assustar com isso e vou dizer: "Mas puxa vida, eh, eu nunca imaginei, então agora pera aí, conheci um pouquinho mais, eu preciso disso." Se eu não conhecer a sombra do outro, eu não estou numa relação verdadeira. Eu estou desempenhando papel. Eu estou numa relação social apenas eh eh eh desempenhando atividades em comum. Mas para ter comunhão de relacionamento, para ter uma integração, é preciso que a gente comece a acessar, sim a sombra uns dos outros, né? Não quer dizer que eu vou eh eh eh soltar tudo, porque o meu ego vai precisar segurar. Cris, tudo bem? Se o cachorro escapou atrás de volta, o outro não tem que ficar pagando o preço das suas dos seus conflitos. Essa história de que, ah, eu sou assim mesmo, se quiser conviver comigo, não. Isso daí é palhaçada. Porque isso daí eu tô dizendo o seguinte, eu não vou criar persona porque dá muito trabalho. Ah, dá muito
história de que, ah, eu sou assim mesmo, se quiser conviver comigo, não. Isso daí é palhaçada. Porque isso daí eu tô dizendo o seguinte, eu não vou criar persona porque dá muito trabalho. Ah, dá muito trabalho eu ficar me arrumando, eu ficar escolhendo palavras, eu pensar no outro, eu praticar empatia. Mas então não vai se relacionar. Fique sozinho numa ilha. A relação requer de mim um certo sacrifício, um certo esforço. Eu vou medir as palavras, eu vou esperar um momento melhor para falar, eu não vou abrir meu minhas trevas e soltar todos os meus monstros em cima do outro. Isso é abuso. Então, a relação requer flexibilidade, mas requer cuidado. Eu vou apresentando, mas eu também vou compreendendo que eu preciso cuidar desse outro. Não vou e eu torturar ele com as minhas sombras. E por fim, o selfie deveria ser o conselheiro, o mestre, aquele que não perde vista a real finalidade da reencarnação. Então, a gente se engana muito. A gente costuma tomar decisões com base na persona e jurar que a gente fez isso pelo bem comum. A gente costuma tomar decisões pelo ego que tá interessado em alguma coisa para si próprio e a gente jura que isso é missão da nossa vida porque foi o Espírito nosso que tá nos orientando. A gente vive se enganando. Então acho que a reflexão que Joana vai nos trazer hoje é essa, porque Jesus vai encontrar com o jovem e vai fazer uma provocação do tipo: "Vou arrancar sua máscara, vem cá, você já dá conta disso. não vem se apresentar para mim aqui vestindo uma máscara se aí dentro não corresponde. Então Jesus vai dar esse chacoalhão. Eu acho que Joana vai trazer esse chacalhão. Vamos começar a prestar mais atenção. Vamos ser mais conscientes quando a gente eh eh for tomar decisões, quando a gente for falar com alguém. Quem em mim está falando a serviço de quê? Qual a minha finalidade? Qual a minha intenção? Qual a minha busca? O que eu quero com isso? Qual o meu propósito pra gente identificar? Não, aqui eu só tô querendo ficar bonita na fita, sabe? Quando a gente fala uma
alidade? Qual a minha intenção? Qual a minha busca? O que eu quero com isso? Qual o meu propósito pra gente identificar? Não, aqui eu só tô querendo ficar bonita na fita, sabe? Quando a gente fala uma coisa para todo mundo rir. Vou tirar um proveito dali, mas a minha imagem melhorou. As pessoas gostaram mais de mim. Tudo bem, não tem problema nenhum. A gente pode sim se movimentar eh eh levados pela persona, pelo ego, pela soma. Tá tudo certo. O importante é estar consciente. É isso que é importante. Então não é uma reflexão hoje para falar assim: "Ai, não atendam os pedidos da persona, olha, não sigam a orientação do ego." Não é isso, porque todos são importantes e a gente vai ter que saber. Agora eu vou seguir o que a minha razão tá falando. A minha imagem não vai ficar boa, não tem problema. Eu prefiro manter esse valor, ainda que esse grupo não goste mais de mim, eu preciso ter consciência do que eu estou fazendo. De vez em quando eu vou priorizar a persona, de vez em quando eu vou escutar o ego, de vez em quando a sombra vem, de vez em quando eu olho pro espírito. Eu preciso estar consciente dessas relações. Isso é viver bem na terra. Isso é ter saúde emocional, psicológica na terra. Não é só, ah, eu anulei minha persona, o que vocês me vem é o quem eu sou. Na nossa, na nosso grau de evolução, isso é hipocrisia, não dá, não tem como. É muito mais um serviço de um conflito. Ah, não, eu me mostro como eu sou. Isso daí é mais um conflito que você não tá querendo lidar com as suas sombras, vai dar muito trabalho de você segurar o que não o que não faz bem pra sociedade. Você tá preferindo liberar os seus bichos. Isso não é, isso não é nem é bom para você, porque a gente precisa trabalhar o autocontrole, a gente precisa trabalhar a integração, eu preciso saber lidar com as minhas trevas, né? Não é soltando em cima de todo mundo. Então, a ideia nossa é ter consciência. Por que que eu falei isso? Por que que eu escolhi aquilo? Por que que eu não fui naquele lugar? Por que que eu reagi
, né? Não é soltando em cima de todo mundo. Então, a ideia nossa é ter consciência. Por que que eu falei isso? Por que que eu escolhi aquilo? Por que que eu não fui naquele lugar? Por que que eu reagi desse jeito? Quem em mim eu estava buscando o quê? Eu queria ficar bonito na fita? Eu queria ganhar alguma coisa interesse próprio? Eu estava a serviço do meu selfie que me pediu para agir desse jeito, ainda que ninguém tenha gostado. Quem em mim decide? Acho que esse é o ponto principal da nossa reflexão de hoje. Mas vamos entrar em Joana, que hoje acho que eu falei muito. Então, ela vai trazer esse episódio de Jesus quando o o moço vai e fala para Jesus: "Eu quero seguir o Senhor Jesus", né? E Jesus fala para ele: "Tudo bem, então venha". E aí ele fala assim: "Ai, pera só um pouquinho que eu vou enterrar meu pai". Amanhã eu volto. Então é esse episódio, né? Então Joana diz assim, ó. Diante da resposta que parecia justa, o mestre foi, no entanto, contundente informando: "Deixai aos mortos o cuidado de sepultar os seus mortos, mas tu vem construir o reino de Deus. Vem construir no coração o reino de Deus". Ah, esse Jesus, gente, não tem como não se apaixonar. Então o que que Jesus fala? Ele fala assim: "Olha, Jesus, eu quero seguir o Senhor, mas é que meu pai morreu e vai ter o sepultamento. Eu vou sepultar meu pai, é justo isso e depois eu volto." Mas Jesus enxergava mais. Jesus enxergava a lei. Jesus enxergava nesse jovem o que nem o próprio jovem estava enxergando. E Jesus enxergou quem nele deu essa resposta. Nós não sabemos o que Jesus viu porque ele não nos contou, mas a resposta que ele deu sinaliza que ele estava vendo que tinha alguma coisa mais. Porque a gente pode pensar: "Puxa vida, ele tava prestando as últimas homenagens ao Pai, mas aí faz sentido." Jesus fala para ele: "Não, não, não, deixa isso e vem me seguir". E E Jesus fala, não vem, não é que Jesus fala, vem me seguir, Jesus fala assim: "Vem construir no seu coração o reino de Deus". Que que ele Jesus tava falando,
, não, não, deixa isso e vem me seguir". E E Jesus fala, não vem, não é que Jesus fala, vem me seguir, Jesus fala assim: "Vem construir no seu coração o reino de Deus". Que que ele Jesus tava falando, ó? Vem construir o reino de Deus no seu coração. É, vem transformar esse coração, vem iluminar esse coração, vem desenvolver virtudes nesse coração. Então ele fala assim: "Eu vou enterrar meu pai". Jesus fala: "Não, vem construir o reino de Deus no seu coração". Percebe que tem um monte de coisa embutido nessa nesse diálogo? Não parece que Jesus era contra os rituais da terra, porque ele mesmo disse: "Dai a César o que é de César", né? Jesus respeitava isso. Ele entendia que fazia parte do nosso grau de evolução. Então, não acho que Jesus ia falar: "Não, isso daí é bobagem". Mas Jesus passou uma mensagem nisso. Então, Jesus estava dizendo: "O que você tá indo fazer lá é peso morto. Eu sei o que você tá indo fazer lá. Você tá dizendo aqui pela sua persona: "Oh, eu sou um filhinho bonitinho. Tô indo lá prestar as últimas homenagens do meu pai". Você tá falando que é isso. Sua persona tá dizendo isso. Eu, Jesus, sei o que tá aí dentro. Sei a decisão de onde tá saindo. E eu digo para você, isso que você tá indo atrás é coisa morta. Deixa pros mortos, aqueles que ainda estão nesse grau, fazer. Você já pode, você já tem condição, você já tem consciência para começar a trabalhar pelo que é vivo no seu coração, que é o reino de Deus. É isso que Jesus estava dizendo para ele. Jesus tava dizendo: "Ó, eu sei o que você tá fazendo, tá? Não precisa vir aqui gastar um uma pavonear para mim dizendo que você é um ótimo filhinho. Não tô dizendo que você não seja, mas eu tô dizendo o seguinte: o que te o que te faz voltar para enterrar seu pai não é bem o que você tá dizendo." E aí a gente pergunta: "Que será que esse moço foi atrás? Atrás do que ele tava indo? O que que Jesus queria mostrar para ele? É como se Jesus falasse: "Ó, vamos ser sinceros. Vamos ser sinceros. Você tá indo atrás de
unta: "Que será que esse moço foi atrás? Atrás do que ele tava indo? O que que Jesus queria mostrar para ele? É como se Jesus falasse: "Ó, vamos ser sinceros. Vamos ser sinceros. Você tá indo atrás de coisas que são mortas. Eu tô te dizendo, venha reurar a vida no seu coração, que são as coisas do reino de Deus. Então, Jesus viu alguma coisa nesse jovem que não combinava com a persona que ele estava dizendo, né? E aí a gente pode imaginar que será que ele tava indo fazer se não era exatamente essa preocupação genuína simplesmente de vou me despedir do meu pai, porque eu acho que Jesus falaria: "Vai lá, se despça e volta". Se Jesus tava falando, ó, o que você tá indo fazer não é bem isso. Vamos, vamos combinar que não é bem isso. E eu tô te dizendo, o que você tá indo fazer é coisa morta. É isso que Jesus disse para ele nas entrelinhas. Que que ele tava indo fazer? E a gente pode imaginar o que que ele tava indo fazer, né? Mas vamos continuar aqui. É provável eh que esse fosse o seu intento real, adiando o engajamento na tarefa da vida eterna. Todavia, é possível que o moço ocultasse alguma outra intenção. Então, Joana está no dizendo, nos dizendo, pode ser que ele estava indo lá se despedir do pai, fazer uma última homenagem do coração. Pode ser, é provável. Mas também é possível que o moço ocultasse alguma outra intenção. Também é possível que isso fosse só o que a persona tava mostrando, mas lá no fundo tinham outras intenções. E a gente imaginar isso. E Joana eh provoca isso por conta da resposta de Jesus, que combina mais com a resposta de Jesus. A gente imaginar que ele estava fazendo, indo fazer alguma coisa que Jesus disse: "Isso daí é bobagem, não vai te adiantar nada ir fazer". Jesus estava dizendo para ele: "Isso que você tá indo fazer é bobagem, é morto. Vem fazer o que interessa. Não perca um um segundo da sua vida". Para Jesus falar isso, não parece que era um ato genuíno de despedir do pai. Então aí Joana tá eh e e fazendo uma hipótese. A gente não sabe porque a gente não tem
ão perca um um segundo da sua vida". Para Jesus falar isso, não parece que era um ato genuíno de despedir do pai. Então aí Joana tá eh e e fazendo uma hipótese. A gente não sabe porque a gente não tem acesso a isso. Ou também não é interess não é não é primordial que a gente descubra o que aconteceu naquele dia, mas que a gente aprenda com isso pra nossa vida, né? Vamos analisar no sentido da gente se identificar com um ou outro caso. E Joana diz: "O desejo de estar presente ao velório e a inumação do do cadáver, talvez, né, hipótese, significasse a preocupação de ser visto como um filho cuidadoso e fiel ou merecedor da herança que lhe cabia. Então, se ele estava preocupado em ser visto, aí o que vão dizer de mim se eu não for no enterro do meu pai, né? Não basta eu dizer que eu estava obedecendo a Jesus. O que que as pessoas vão pensar? O que os outros vão dizer? Se era essa preocupação, ele estava preocupado mais com a persona do que com o ser essencial. Porque ninguém em sã consciência abriria a mão de seguir um mestre como Jesus. Ainda que ele não soubesse quem era exatamente Jesus. Mas ele já tinha sido capaz de identificar que esse mestre ele era diferenciado. E entre seguir o mestre diferenciado, a sugestão do mestre diferenciado e ficar feio na fita com a sociedade, ele preferiu garantir uma boa imagem. Então, pode ser que ele estava preocupado com a aparência, pode ser que ele estava preocupado com a persona, ou pode ser que ele estava preocupado com a herança, mas se eu não for lá e eles falarem que eu não sou um bom filho e eles não me darem e ficar a minha herança pros outros membros da família, aí nesse caso, ele estava fazendo contas, raciocinando, ponderando, era mais o interesse do ego. Então, pode ser que era um, pode ser que era o outro, pode ser que eram os dois ou pode ser que não era nenhum. São hipóteses. Ou eu tá, eu estou indo atrás porque as pessoas vão falar mal de mim se eu não for, ou eu estou indo atrás porque vai que isso dê problema e eu não recebo a
pode ser que não era nenhum. São hipóteses. Ou eu tá, eu estou indo atrás porque as pessoas vão falar mal de mim se eu não for, ou eu estou indo atrás porque vai que isso dê problema e eu não recebo a minha herança. O importante, não tem problema nenhum. Se você for por um motivo, se você for por outro, não tem problema nenhum. Saiba porque você está indo. Vá consciente. Eu tô indo porque me importo com a minha aparência. OK, tudo bem, faz parte. A gente precisa disso, mas saiba, até porque assim, ó, não dou conta de fazer diferente hoje, tudo bem, mas eu estou consciente da minha limitação. O problema é a gente se enganar. O problema é a gente contar uma história linda, mentirosa, uma falácia, pra gente convencer a gente mesmo do porque que a gente tá indo. Então, é importante é a gente estar consciente do que a gente faz. Então, qual é a minha realção? Essa pergunta que deve ser uma constante em nossas vidas. pra gente tomar decisão sabendo o que nós estamos no fundo buscando. Porque talvez se em algumas, talvez não, certamente em muitas situações, quando eu fizer essa pergunta, por que realmente eu estou pedô, eu estou decidindo isso? Talvez eu falo: "Nossa, eu estou só, a minha única preocupação é a aparência. Talvez nessa hora dê um estalho, eu falo: "Não, Cris, tenha dó. Vamos bancar, vamos fazer o que você acha que é certo, vamos seguir o que que você no fundo acredita e paciência dessa vez não vai ficar bonita na fita. Eu tenho chance de identificar escolhas que eu estava tomando no automatismo e uma vez que eu percebi, eu posso mudar a minha escolha e aí progredir e aí evoluir. Então o problema de estar consciente é porque é a única chance que eu tenho de usar o meu livre arbítrio. A gente já falou de livre arbítrio antes. A gente pensar livre arbítrio enquanto eu estou no meu automatismo, eu abri mão dele, porque eu não estou livre para escolher. Eu estou a serviço de automatismo, de atavismo, de complexo, de conflito. Eu só tenho chance de ser livre para escolher quando eu detecto
mo, eu abri mão dele, porque eu não estou livre para escolher. Eu estou a serviço de automatismo, de atavismo, de complexo, de conflito. Eu só tenho chance de ser livre para escolher quando eu detecto que eu vou tender a reproduzir um padrão e eu sou capaz de raciocinando falar para eu não vou fazer isso de novo. Eu tô fazendo isso há tantas vidas. Agora eu tô livre para escolher. Eu vou agir diferente. Eu vou me esforçar, eu vou me disciplinar, não vou reproduzir um padrão. Aí eu eu usei o meu livre arbítrio para escolher. Porque se eu vou inconsciente na no automático e vou fazendo o que eu sempre fiz, que que liberdade que eu tô tendo aí? Eu não tenho. Abri mão da liberdade. Eu liguei o piloto automático e o o o espírito vai indo onde ele sempre foi. Eu não estou parando para ponderar, para analisar, para tomar uma decisão raciocinada, né? Vamos mais um pouco. E Joana diz: "Os bens materiais, não obstante possuam utilidade, favorecendo o conforto, o progresso, a paz entre os homens quando bem distribuídos, são, às vezes, de outra forma algemas cruéis que aprisionam as criaturas e que, transitando de mão em mão, são coisas mortas que não merecem preferência ante as verdades vivas e eternas." Então, como se Jesus falasse, quando Jesus fala para ele, o que que você vai indo fazer lá? Deixa pros mortos cuidar das coisas mortas. Era como se Jesus tivesse falando: "No fundo, eu sei que o que está te movimentando para ir para lá é o interesse em coisas que são mortas, porque são materiais, porque são passageiras, porque vão ficar aqui." E eu tô dizendo para você, não desapega disso. Vem construindo o reino de Deus no seu coração, porque isso é vivo para sempre, nunca mais morre, é eterno. Então, por isso que Joana tá dizendo, se eu fui atrás de aparência, fica aqui. Se eu fui atrás de herança, fica aqui. São peso morto, são coisas mortas, são importantes, merecem respeito, consideração. A gente precisa cuidar, não é para, não é essa coisa e a seta, ah, eu vou negar a matéria, então não
nça, fica aqui. São peso morto, são coisas mortas, são importantes, merecem respeito, consideração. A gente precisa cuidar, não é para, não é essa coisa e a seta, ah, eu vou negar a matéria, então não preciso vir pra terra, eu fico no plano espiritual. Eu preciso vir pra Terra para me relacionar com as coisas, para saber dizer se eu as controlo ou se são elas que me controlam. Eu preciso me relacionar. Mas Jesus tá dizendo, não prioriza. Não prioriza. Nesse momento você tem que mais fazer uma escolha. Vou atrás de herança, vou atrás de aparência, vou atrás de Jesus. Vá atrás de Jesus que ele leva para Deus. É isso que Jesus tá dizendo. Não tá desconsiderando aquilo, mas ele tá dizendo, se você tiver que escolher entre uma coisa e outra, prioriza as eternas, né? Então, o ego é que se identifica com as coisas daqui. Então, quando eu olho, mas eu vou abrir mão de tudo, não tô dizendo também para abrir mão de tudo e não é isso, mas analisando o que Jesus estava dizendo, viva a vida com prioridades bem estabelecidas ao longo da sua vida. Não perca a oportunidade de crescer enquanto espírito para correr atrás de coisas que vão ficar. Tenta conciliar os dois. O Evangelho Segundo o Espiritismo fala cuidar bem do corpo e do espírito. Então tenta sincronizar, tenta organizar, tenta fazer com que as duas coisas funcionem. Mas se em algum momento você se vir numa situação em que você vai precisar escolher entre uma coisa e outra, cuidado para não priorizar as coisas da terra em detretimento das coisas que são eternas que a gente leva enquanto espírito. Continuando com Joana, ela diz: "Igualmente, se pode pressupor que o rapaz, ainda se oso da sua juventude, não estivesse disposto a renunciá-la, encontrando na justificativa uma forma nobre de evadir-se do compromisso. Os gozos materiais são cadeias muito vigorosas que julgam os homens as paixões primitivas que, desculpa, que jugulam os homens as paixões primitivas que deveriam superar a benefício próprio, mas que quase sempre os levam à
cadeias muito vigorosas que julgam os homens as paixões primitivas que, desculpa, que jugulam os homens as paixões primitivas que deveriam superar a benefício próprio, mas que quase sempre os levam à decomposição moral à morte dos ideais libertadores. O convite de Jesus faz-se acompanhar de um programa intenso, iniciando-se na renovação íntima para melhor e prosseguindo na ação construtiva do bem em toda parte. Então Joana tá dizendo assim: "O outra hipótese é que ele tenha pensado assim: "Puxa vida, mas eu vou abandonar minha história aqui. Eu vou abandonar minha vida aqui, eu vou abandonar minhas coisas, minha juventude, minha vida. Eu vou abrir mão de viver a minha vida para agora viver uma vida baseada nessa eh nesse recomeço espiritual, nessa iniciação da da transcendência matéria. Será que eu vou me doar para essa vida mais espiritualizada? Então, Joana tá dizendo que talvez uma outra coisa que pode possa ter acontecido é ele não abrir mão das coisas que ele ainda tinha que que os gozos materiais, as paixões primitivas e ele ainda queria curtir um pouco mais a vida, né? Aí a gente lembra do propósito da vida. Se a gente for lá no livro dos espíritos, questão 132, qual é a finalidade da reencarnação, os espíritos vão explicar, mas em algumas palavras eles vão dizer: "A gente vem pra Terra para crescer em espírito, a gente vem pra Terra para evoluir, superando a matéria." Essa é a nossa finalidade. Então, quando ai, qual é, que que eu vim fazer na Terra? Crescer, aprender, evoluir, desenvolver espiritualmente. É isso que você veio fazer. E a gente faz isso em qualquer situação, circunstância, lugar, país, função, papel, qualquer. Eu eu evolução. Se eu ficar dentro de casa cuidando da minha casa sozinha, eu tenho oportunidade de evoluir. É lógico que quanto mais forem os desafios, mais as possibilidades de crescimento. Quanto menos desafio, menos eu me testo, menos eu me provo, menos eu me esforço. Se eu for para uma academia e eu fizer uma aula bem levezinha, eu desenvolvo
os, mais as possibilidades de crescimento. Quanto menos desafio, menos eu me testo, menos eu me provo, menos eu me esforço. Se eu for para uma academia e eu fizer uma aula bem levezinha, eu desenvolvo músculo. Mas se eu for pra academia e for no meu limite, eu desenvolvo mais músculo. Então, conforme o desafio que eu enfrento, o crescimento é sempre proporcional, mas tudo na terra é oportunidade de crescimento. Eu venho para cá para isso. Então, eu não venho para cá para ficar uma vida gostosinha, fácil, desfrutando dos gos, curtindo a vida. Isso que eu não venho fazer. Então eu devo ir pra academia, não é para ficar sentado batendo papo com quem tá lá. Eu devo ir pra academia para exercitar meus músculos. Agora tem muita gente que engana, vai pra academia para ficar batendo papo. Aí fica uma hora na academia e faz 5 minutos de exercício. Isso é um autoengano. Então Joana tá dizendo: "Cuidado, porque às vezes a gente não quer abrir mão dos gozos e a gente vem pra Terra como se a gente tivesse indo no parque de diversões. A terra não é um parque de diversões, ela é uma escola. Ela é um laboratório, ela pode até ser um hospital, mas não é onde Deus manda a gente pra gente descansar e curtir a vida. Aqui a gente labuta, aqui a gente lavora, que a gente trabalha para depois usufruir do que a gente conquistou, tendo paz e espírito, tranquilidade, felicidade. Aqui é o lugar de mão na massa, de mão na obra. Então, qual é o nosso propósito? a gente não pode esquecer disso. O propósito do jovem era crescer, não era ficar preocupado se ele ia perder a herança, se ele ia perder a juventude. Mas é difícil essa decisão, a gente sabe disso, né? Então a gente compreende. Então a imaturidade faz a gente priorizar o imediatismo. A maturidade faz a gente conseguir retardar um pouco o prazer para ter uma satisfação maior. Basta a gente pensar numa numa criança pequenininha. Se a gente falar para uma criança pequenininha, olha, você quer e tem teste, tem pesquisa já. Você quer uma coisa gostosinha agora ou você quer
or. Basta a gente pensar numa numa criança pequenininha. Se a gente falar para uma criança pequenininha, olha, você quer e tem teste, tem pesquisa já. Você quer uma coisa gostosinha agora ou você quer uma coisa muito mais gostosona mais tarde? Toda a criança vai no gostosinha agora. Ele quer o prazer imediato, rápido. O adulto já consegue. Pera aí, acho que eu vou, acho que eu vou me segurar aqui. Eu sou capaz de me regular para refriar a minha pusca pelo prazer em benefício de um prazer maior lá. Se bem que hoje a gente olhando pra terra, a gente questiona: "Cadê esse povo?" Porque parece que nós, a grande massa, estamos procurando infantilmente os prazeres imediatos. E a gente está abrindo mão de coisas que nos agregariam, fariam crescer, aprimorariam. A gente não quer mais nada que demore. A gente quer o rápido e o fácil hoje, ainda que seja menor do que a gente receberia lá na frente. Voltando aqui paraa Joana, ainda assim qualquer pessoa poderia sepultá-lo, mas ninguém, exceto ele mesmo, poderia encarregar-se da sua iluminação. Jesus era a sua oportunidade única. Jesus penetrou-o e sabia o motivo real da sua recusa, porém deixou-o livre para decidir-se. Ele foi sepultar o progenitor e não voltou. Perdeu a oportunidade. Muitos ainda agem assim. Nossa, agora Joana pegou pesado com a gente, né? Acorda pra vida. Acorda pra vida. Quantas vezes a gente arranja 1 desculpas para retardar a autoiluminação? Quantas vezes a gente dá mil desculpas, ai eu não deu tempo de ir no centro espírita. Terapia não é para mim, não me identifico. Ah, esse é negócio de autoconhecimento, eu não entendo bem como funciona. Tudo desculpa para que a gente não assuma as rédias da nossa própria vida. Perdemos oportunidades diariamente de autoiluminação e damos as maiores desculpas. Ah, é porque eu fui atender não sei quem, é porque eu fui cuidar não sei do que, é porque eu estava a serviço não sei do quê. Tudo lá fora não é, não quer dizer que tem que ser egoísta e largar tudo lá fora e só cuidar de si, porque isso é
m, é porque eu fui cuidar não sei do que, é porque eu estava a serviço não sei do quê. Tudo lá fora não é, não quer dizer que tem que ser egoísta e largar tudo lá fora e só cuidar de si, porque isso é egoísmo. É preciso que a gente cuide do outro e de si, amar ao próximo como a si. A gente acha lindo falar que a gente se abandonou para cuidar dos outros e a gente vai prestar conta disso, porque os outros tinham outros para cuidar, inclusive ele próprio e eu. Que que adianta eu cuidar do outro se eu não dou maior exemplo de cuidar de mim, da minha iluminação, né? E indo já para pro final, Joana diz: "Desnuda-te". Agora ela vem conversar com a gente, propor pra gente isso. Desnuda-te interiormente e contempla-te. Olha que frase. Desnuda-te. Vira a máscara. A máscara é lá para fora. A máscara é pros outros. É pra sociedade, para eu mostrar um lado bom. Quando eu tiver eu comigo mesma, ela não tem utilidade. Desnuda-te, arranca a máscara e contempla-te. Olha lá dentro. Quem eu sou de verdade. Que que eu tenho escolhido? Por que que eu tenho escolhido? Para que que eu tenho escolhido? Quem em mim tem escolhido? Que possuis de real que a morte não te arrebentará, não te arrebatará? A morte não te arrebentar. Então vou de novo, ó. Que possuis de real que a morte não te arrebatará e que seguirá contigo? Então é a frase que Jesus da gente que a gente atribui a Jesus, né? É o viver no mundo sem ser do mundo. É Jesus. E é o nosso convite, é não a gente não se deixar levar por decisões que interessem unicamente ao ser que está aqui na terra. É a gente prestar atenção nas nossas decisões para que a gente garanta que elas nos estimulem a evolução espiritual. as decisões que vão visar ficar mais bonita, famosa, ganhar mais curtidores, ter mais dinheiro, eh ser mais agradável para todo mundo. Essas decisões elas vão ser úteis aqui. Mas adianta eu falar: "Ah, espiritualmente evoluí porque agora eu sou mais famosa, porque agora eu tenho mais seguidores". Não necessariamente, porque tem muita gente ganhando muitos
o ser úteis aqui. Mas adianta eu falar: "Ah, espiritualmente evoluí porque agora eu sou mais famosa, porque agora eu tenho mais seguidores". Não necessariamente, porque tem muita gente ganhando muitos seguidores falando coisas que fazem mal pras pessoas. O que me faz crescer não necessariamente está identificado com as coisas da terra. Não quer dizer que eu não possa viver a terra. Eu devo experimentar, mas eu não posso perder a consciência de saber o que eu vim fazer aqui. E o que eu vim fazer aqui é o que Jesus disse, fazer o reino de Deus crescer no meu coração. Eu não vim aqui para ficar bonito na fita. Eu posso usar isso a meu favor do meu crescimento, mas a prioridade deve ser sempre o espírito, a evolução espiritual. Então vamos ficar por aqui hoje, mas espero vocês semana que vem.
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