T6:E8 • Transtornos Mentais • Transtorno de Personalidade

Mansão do Caminho 03/04/2024 (há 1 ano) 53:16 9,943 visualizações 1,177 curtidas

Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 06 - Transtornos Mentais Episódio 08 - Transtorno de Personalidade ► Referências Bibliográficas • Conflitos existenciais, caps. 1 e 10; • Autodescobrimento: uma busca interior, cap. 6; • O despertar do Espírito, cap. 1 e 2; • Encontro com a paz e com a saúde, cap. 6; • Vida: desafios e soluções, cap. 8; • Psicologia da gratidão, cap. 2. ► Sugestão de conteúdo Entre Estranhos [minissérie] Ano 2023 | Drama, Suspense, Biografia Título original : The Crowded Room Criado por Akiva Goldsman Elenco: Tom Holland, Amanda Seyfried, Sasha Lane Nacionalidade EUA » Apresentação: Cristiane Beira

Transcrição

Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana de Angeles. No episódio de hoje, nós vamos falar sobre o transtorno de personalidade. temos abordado esses temas que são t sido bastante com recorrência perguntados, buscados. Então essa é a nossa contribuição para que a gente pense um pouquinho a respeito desses desequilíbrios, desses desajustes, dessa desarmonia que muitas vezes acontece no âmbito mental e espiritual, porque é tudo uma única, uma única coisa. Mas hoje em específico, nós vamos falar sobre o transtorno de personalidade. Talvez seja interessante pensar um pouquinho a respeito do que seria a personalidade. São muitos autores que discutem, que conceituam e esses conceitos nem sempre estão em acordo, porque dependendo do ponto de vista, se eu falo mais pelo olhar sociológico, filosófico, psicológico, eu observo o ser humano eh de maneiras diferentes. Então, é bastante comum que se formos pesquisar o que é o conceito de personalidade, talvez a sociologia nos apresente algo que parece um pouco diverso do que a psicologia nos traz. Então, mais ou menos, não existe nada muito rígido, porque o ser humano é tão complexo, é tão diverso, que não cabem conceitos, né? A gente precisa aprender isso porque a gente gosta muito de conceituar, de rotular. A gente queria muito ter uma caixinha para cada eh questão e a gente ia pondo seres humanos dentro de caixinhas. Não cabe. O ser humano não cabe em caixa em rótulo. Mas a gente precisa porque é uma falsa ideia de entendimento. Se eu disser que o meu filho, que eu não sei lidar, tem o rótulo tal, é como se eu tivesse, ufa, agora, agora eu conheço meu filho. E não é bem assim, né? Não adianta a gente trazer um rótulo. Mas a gente tá aqui falando sobre esses rótulos. tentando entender por meio dos rótulos um pouco mais sobre esse sistema complexo que é o espírito encarnado. E quando nós falamos então de personalidade aqui, para efeito da nossa reflexão, nós vamos entender a personalidade diferente do do verdadeiro ser, que é esse ser

complexo que é o espírito encarnado. E quando nós falamos então de personalidade aqui, para efeito da nossa reflexão, nós vamos entender a personalidade diferente do do verdadeiro ser, que é esse ser total, que é o espírito. Personalidade é como se fosse essa minha característica atual. Personalidade tem a ver com características. A gente costuma dizer assim: "Ah, o fulano, fulano é expansivo, expressivo, comunicativo, ele tem um jeito muito dado. Ele se comunica com as pessoas, ele flui nos ambientes sociais". Como se a gente tivesse descrevendo mais ou menos uma um aspecto da personalidade dele. É o jeito dele ser, é o jeito dele pensar, é o jeito dele viver, é como ele reage para as coisas. Por isso que a gente se identifica muito com a personalidade. Quando alguém me pergunta, Cris, quem é você? Muito provavelmente eu vou me descrever com base naquilo que eu conheço da minha personalidade. Sou uma pessoa que gosta muito de ler, sou mais quieta, não sou muito do ambiente social com muita gente. Eu vou descrever meu jeito, meus gostos, a forma do meu pensamento. Gosto muito de conversar sobre tal coisa, me identifico muito com aqueles valores. É uma descrição geral de nós, daquilo que nós entendemos por nós mesmos. No entanto, a gente sabe que o espírito imortal, que já viveu outras vidas e tantas vidas passadas, ele não é só essa personalidade. Existem tantos outros aspectos meus desconhecidos para essa personalidade atual, que eu não acesso. São registros que estão no meu inconsciente. Tem um trecho de um dos livros de André Luiz, não vou me recordar, mas é um dos primeiros, em que uma benfeitora, acho que é aquela senhora que acolheu até André Luiz, ela está se preparando para reencarnar e os benfeitores vão fazer, vão permitir que ela acesse registros pretéritos para que eles possam conversar a respeito das daquilo que ela vinha escolhendo, da forma como ela vinha vivendo, para poder reencarnar com um programa que pudesse cuidar dos aspectos que mais exigiam

para que eles possam conversar a respeito das daquilo que ela vinha escolhendo, da forma como ela vinha vivendo, para poder reencarnar com um programa que pudesse cuidar dos aspectos que mais exigiam atenção. E eu lembro que me chamou atenção porque eu pensei, nossa, acho que ela agora vai saber de todas as vidas. Não, ela teve permissão para acessar registros de 300 anos para trás, porque era o que ela ia dar conta de entender, de de lidar. Se ela tivesse acesso a todos, talvez a mente dela não estava ainda amadurecida suficiente, com consciência suficiente para processar tudo aquilo. Talvez ela fosse abalada, ela ficasse afetada. A gente fala: "Ai, tem coisa que eu preferia não saber, porque quando eu sei, eu vou precisar lidar com aquilo. E nem sempre eu tenho, eu me sinto com uma estrutura suficiente. Às vezes exige muito de mim". Então, a gente chama de personalidade esse nosso jeito de ser que a gente reconhece. Porque talvez alguém que veja uma vida passada minha me diga assim: "Nossa, você era muito, sei lá, festeira, hein?" E eu diga: "Não, eu não sou não. Eu sou muito quieta. Ah, é sim, eu sei. Tô te vendo ali na vida passada. Por isso que a personalidade é aquilo que eu sou capaz de dizer do meu jeito de ser hoje, mas provavelmente eu já tive outros jeitos de ser em outras vidas, né? Então, transtorno de personalidade significa esse meu jeito de ser, essas características que me que me contam, que contam de mim, que contam quem eu sou, elas estão eh sob algum tipo de desequilíbrio, de transtorno. Então, transtorno de personalidade, nós vamos falar sobre pessoas cujo jeito de ser, de pensar, de se comportar, de se colocar são formas que muitas vezes causam prejuízos para elas próprias ou para o ambiente onde elas se encontram. Elas carregam formas de pensamento, jeito de escolher, de se comunicar, de falar. A forma de olhar pro mundo, de se relacionar com as pessoas, perturba. Perturba a si, perturba o outro. São pessoas que a gente fala: "Nossa, que difícil que é lidar com essa pessoa".

nicar, de falar. A forma de olhar pro mundo, de se relacionar com as pessoas, perturba. Perturba a si, perturba o outro. São pessoas que a gente fala: "Nossa, que difícil que é lidar com essa pessoa". Porque ela tem esse jeito de pensar, mas não é só uma coisa que é diferente. Ah, eu tenho o valor X e meu marido tem o valor Y. OK? seres humanos, diversidade. No caso do transtorno significa esse valor atrapalha a minha vida, atrapalha a vida de quem está comigo, tira a minha funcionalidade. Eu não consigo estar presente em todos os ambientes. Eu não consigo ficar, por exemplo, num emprego, porque esse meu jeito de ser não não cria um ambiente necessário para que eu possa comunicar, trocar, ajudar, ser ajudado. Então, é algo que nos atrapalha a vida e é um transtorno que tem a ver com a minha personalidade. Então, se a gente pensar um pouco como que é a personalidade, a gente vai sempre falar de consciência e inconsciente, né? A consciência é o o ego, que é a minha versão de eu. Quando eu digo eu, eu sou uma pessoa assim que gosta disso, que gostao, esse eu é o ego. Eu, espírito, não sou só eu, Cris. Eu, espírito, sou eu, Cris, e mais tantas outras. Mas pra gente viver na terra não dá. para eu sair de casa sendo a Teresa da última vida e almoçar com a minha amiga sendo o José da terceira vida de trás paraa frente e voltar para pro meu escritório sendo a Luía de Sete Vidas para trás. Imagina que doideira que seria. Então, quando a gente reencarna, a gente cria a consciência da reencarnação. Essa consciência, ela vai ter as informações que cabem aqui e ela vai formar um eu que combina com a vida atual. Então, esse meu eu que eu chamo de eu é alguém que nasceu na família tal. conclusão, tem valores dessa família na época histórica do ano X Y Z, ou seja, vai ter gostos e modas, vai ter cultura envolvido. Eu crio uma personalidade que que é uma junção, uma somatória, uma combinação um tanto de quem é o próprio espírito, mas também um tanto daquilo que ele se enxarca no meio, daquilo que ele

envolvido. Eu crio uma personalidade que que é uma junção, uma somatória, uma combinação um tanto de quem é o próprio espírito, mas também um tanto daquilo que ele se enxarca no meio, daquilo que ele observa, daquilo que ele aprende, daquilo que as pessoas eh costumam fazer, do que se do que se pratica no mundo no período histórico cronológico que ele se que ele está reencarnado. Então, é como se a gente montasse a nossa história desta reencarnação. Essa história é a minha personalidade. Então, essa minha personalidade tem atributos de fora que eu vou assimilar com base em quem eu chego sendo no meu espírito, porque a mesma pode vir gêmeos idênticos, então eles têm prática a mesma praticamente a mesma genética, mesmos pais, mesma escola, mesmo mesma época eh do do histórica. E no entanto eles saem muito diferentes uns dos outros, porque os espíritos se sentem atraídos. Esse por uma coisa, o outro por outra. Tem espírito que já, esse espírito já consegue lidar com isso, esse aqui não, ele enrosca. Então, ao se desenvolver, a gente vai pegando do ambiente características, mas sempre características que estejam alinhadas com quem eu sou. Eu não sou fruto do ambiente. O determinismo já foi eh deixado de lado. Agora eu me impregno do ambiente com base em quem eu sou. Eu posso ter me apropriado do desse valor do ambiente, a minha irmã gêmea ter se apropriado do do outro, ou seja, espíritos diferentes. Então, a personalidade é essa consciência de quem eu sou, do meu jeito de ser. E quando que ela entra em desequilíbrio, por que que ela chega a ficar com transtorno? Porque existe nessa constituição, nesse desenvolvimento, ruídos, embaraços, questões que não deixaram fluir. Então, por exemplo, lá no meu inconsciente, eu carrego por um um complexo, um conflito, um trauma. Eu carrego uma culpa enorme. Vamos pegar a culpa que é mais talvez seja uma coisa simples da gente entender. Eu tenho um registro da minha vida passada de uma culpa gigante. Eu cometi uma atrocidade. Eu cometi algo que eu por muito tempo

gar a culpa que é mais talvez seja uma coisa simples da gente entender. Eu tenho um registro da minha vida passada de uma culpa gigante. Eu cometi uma atrocidade. Eu cometi algo que eu por muito tempo vou me envergonhar. Tá lá, faz parte de um eu meu passado. Eu reencarno. Eu me desenvolvo nesse ambiente. Então eu eu estou sob a cultura do Brasil, mais ou menos no ano 2000 e não sei das quantas. Eu eu vivo num ambiente que os valores são mais esses. Criei toda uma constituição e tô vivendo. Eu tô vivendo, mas eu aquela culpa que tá lá em algum em algum lugarzinho de mim, ela tá vivendo. Então eu começo a agir de forma condizente com aquela culpa. Então eu começo a me desequilibrar. Não tô dizendo que todo mundo que tem culpa vai cair por esse caminho. Eu tô criando uma situação hipotética que pode ou não acontecer pra gente entender como funciona. Só isso. Não tô fazendo premunição de nada e nem dizendo que toda regra é única. Existe tantas regras de constituição quanto são os seres humanos. Mas pode ser que essa culpa comece a me causar perturbação. Então, por exemplo, eu vou ajudar alguém e daí vem uma voz lá de dentro que fala assim: "Ah, quem você acha que você é para ajudar alguém?" Imagina, você nem merece ajudar alguém. Uma como se fosse uma crença em mim que eu não sei de onde vem. Então essa voz ela começa a influenciar e eu não sei da onde vem e eu acredito nela e eu não entendo ela. Então ela vai me causando perturbação. Ou vamos supor que eu tenha sido vítima em uma vida passada. Vítima no sentido de que alguém me prejudicou demais. A gente sabe que existe uma lei divina que é uma que é justiça que cuida de tudo, mas eu volto para essa vida com medo de que alguém vai me prejudicar de novo. E isso acaba me perturbando de um tanto que no meu desenvolvimento interfere, interfere no cérebro. Inclusive aí você é uma pessoa que é eh tá sempre tá com suspeita de tudo, tá sempre na defensiva, acha que todo mundo quer quer prejudicar, só que eu vou chegando num

interfere, interfere no cérebro. Inclusive aí você é uma pessoa que é eh tá sempre tá com suspeita de tudo, tá sempre na defensiva, acha que todo mundo quer quer prejudicar, só que eu vou chegando num nível que me torna neurótica. Eu vivo fantasias dentro de mim. Eu juro que é isso que está acontecendo. Quem tá olhando de fora fala: "Nossa, que exagero, não tem nada disso". Então isso me transtorna e eu me torno uma personalidade assim. Eu não consigo me relacionar porque eu sempre acho que o fulano vai tirar proveito de mim. Aonde eu vou, eu tento ficar na defensiva e para ficar na defensiva, eu ataco todo mundo. Aí ninguém suporta ficar comigo porque eu só xingo todo mundo. Então é uma personalidade que atrapalha a minha vida. E essa personalidade muito provavelmente é o eu atual em conflito com registros do passado que estão atuando e eu não sou capaz de diferenciar, de entender. E aí eu vivo sob esse efeito. Ah, mas a justiça, a justiça está por esse registro, quem foi, quem pôs ele no meu inconsciente fui eu mesma. Então eu sou herdeira de mim mesma. Então essa personalidade hoje que tem esse transtorno, que não consegue conviver, que socialmente é inadequada, atrapalha a vida de todo mundo, inclusive de si mesma, é a pessoa que eu gerei quando eu resolvi fazer mau uso do meu livre arbítrio, né? Mas eu fiz esse apanhado geral. A Joana vai ajudar a gente a entender o que que eu posso fazer. Então, e aí a gente mergulha porque tem bastante texto hoje. Eu trouxe primeiro um pouco do DSM5, que é esse manual que a psiquiatria usa para poder descrever os transtornos, para poder diagnosticar, para poder ter uma um norte de como fazer a conduta médica, psiquiátrica, as terapias e os estudos, as últimas pesquisas. E e eles dizem que eh são vários os transtornos de personalidade, por isso que nós não vamos esgotar aqui, não tem como esgotar o são muitos, a gente vai falar em linha geral, né, em tese. Então eles dividem inclusive por grupo. Por exemplo, o grupo A, que eles

ade, por isso que nós não vamos esgotar aqui, não tem como esgotar o são muitos, a gente vai falar em linha geral, né, em tese. Então eles dividem inclusive por grupo. Por exemplo, o grupo A, que eles chamam de personalidades excêntricas, a gente encontra transtorno da personalidade paranoide, transtorno da personalidade esquisoide, transtorno da personalidade esquisotípica. Isso é grupo A, grupo B, que eles chamam de personalidades dramáticas, transtorno de personalidade antisocial, transtorno da personalidade borderline, transtorno da personalidade estriônica, transtorno da personalidade narcisista. O grupo C, que eles chamam de personalidades, a gente costuma dizer personalidades ansiosas, tem o transtorno da personalidade evitativa, transtorno da personalidade dependente, transtorno da personalidade obsessiva ou compulsiva. E tem outros tantos transtornos ainda, eh, do tipo desinibido, do tipo agressivo, apático, eh alguns alguns combinados, alguns não específicos, enfim. São todas aquelas situações em que a pessoa, pelo jeito de ser, pela personalidade, pela forma como ela pensa, reage, se comporta, vive, se relaciona, eh causa perturbação, é disfuncional, não funciona, causa embaraço, causa para si, causa pro outro, cria problema, cria dor, cria sofrimento, as pessoas não sabem como lidar. Então é sobre esse transtorno que a gente vai falar hoje. Então a gente pode dizer também além das características que a gente já adiantou, algumas mais, né? Falta de identidade, que é diferente de personalidade. A identidade vai ter vai ter a ver com a individuação, que vai ter a ver com o meu eu real. Então, quando eu estou tão distante do meu eu de verdade, quando eu vivo com imagens de que eu acho que eu sou assim, o outro quer me perseguir, então eu vou estar sempre na defensiva, eu tô longe de mim mesma, porque eu tô vivendo quase que uma fantasia que eu trauma de passado. Eu desorganizei minha mente, às vezes eu comprometi até meu cérebro e eu vou vivendo uma vida que não é a

u tô longe de mim mesma, porque eu tô vivendo quase que uma fantasia que eu trauma de passado. Eu desorganizei minha mente, às vezes eu comprometi até meu cérebro e eu vou vivendo uma vida que não é a verdadeira vida. Porque eu não tô nem acessando a verdadeira vida, porque é como se eu tivesse vivendo numa perturbação, né? Então, falta de identidade, dificuldade de se relacionar com outras pessoas, falta de respeito com outras pessoas, falta de empatia. Eu tô focada em mim, eu tô cheia de problema, não consigo nem prestar atenção no outro, eu magooo, eu desafio, eu ameaço. E eu não tô preocupada se o outro vai dar conta de lidar com isso, se ele vai chegar em casa e chorar pelo que eu falei, porque eu estou perturbada, não sou capaz de sair desse mundo perturbado para enxergar o mundo do outro. Atitudes abusivas, angústia, tristeza, solidão. Não é fácil a gente carregar esses transtornos de personalidade e não é fácil viver com pessoas que tenham o transtorno de personalidade. Ninguém está por acaso com as pessoas com quem convive. Então, provavelmente esse transtorno que o meu filho carrega, por exemplo, meu minha minha irmã carrega, seja lá o quem for, eh me afeta. Porque provavelmente quando ele foi instalado em vidas passadas por mau uso do livre arbítrio, muito provavelmente eu estava lá. Eu vi essa pessoa se comprometendo e eu ou estimulei ou fui cúmplice. Então ela criou um grande problema para si, mas eu continuo fazendo parte desse problema. Ela vai ter que se reequilibrar e eu vou ter que ajudar ela a se reequilibrar como um dia eu apoiei o desequilíbrio dela passado. Então, ninguém é coitadinho. Ah, eu vivo com uma pessoa na minha família que é tão difícil. Pois é, quando ela não era difícil, você viveu com ela e a ajudou a se perturbar. Agora, nada mais justo do que a gente devolva aquilo que a gente tirou, que a gente reestruture aquilo que a gente desestruturou. Bom, indo lá paraa Joana, vamos começar com conflitos existenciais, capítulo 10. Joana faz um

do que a gente devolva aquilo que a gente tirou, que a gente reestruture aquilo que a gente desestruturou. Bom, indo lá paraa Joana, vamos começar com conflitos existenciais, capítulo 10. Joana faz um resumo eh de introdução, uma introdução para o eh transtorno de personalidade. Então ela diz assim: "Eu peguei só alguns trechos, vale a pena ler o capítulo inteiro. Em tal conjuntura, o paciente pode ser considerado como portador de personalidades, eh, personalidade antissocial, que, segundo o Código Internacional de Doenças, o SID 10, trata-se de um transtorno de personalidade caracterizada por um desprezo das obrigações sociais e falta de empatia para com todos. Ela tá falando específico de um transtorno de personalidade que é o antissocial, que está lá no tipo hum B. Mas como a gente está falando em linhas gerais, muitas características elas são similares entre todos os transtornos de personalidade. Então o que ela que ela diz aqui dá pra gente, os leigos, termos uma ideia geral do que seria esse transtorno. Continuando, então, representaria um considerável desvio conflitivo entre a conduta e os e os critérios estabelecidos, tornando-se difícil de ser corrigido, mesmo que sob injunções penosas, quais as de correção, de punição ou mesmo no defrontar de situações profundamente adversas. Então, difícil da gente conseguir eh transformar essa pessoa. Pronto, agora diluiu esse transtorno, organizou essa mente, ele conseguiu desenvolver empatia, ele consegue se expressar sem ficar na defensiva. Difícil. Ele vai levar às vezes uma vida inteira assim para conseguir sair daqui e numa próxima reencarnação voltar com um equipamento mais apropriado. Então a gente não vai falar nunca de cura, até porque cura é algo que merece muito ser questionado. Que que é cura, né? cura pra gente espírita nem existe nesse sentido de a gente vai evoluir, a gente vai aprender, a gente não vai se curar, eu não vou, eu vou, a cura que a gente fala de Jesus, quando a gente fala Jesus curou, é uma cura do problema físico, da

sentido de a gente vai evoluir, a gente vai aprender, a gente não vai se curar, eu não vou, eu vou, a cura que a gente fala de Jesus, quando a gente fala Jesus curou, é uma cura do problema físico, da ferida que ele secou, da cegueira que ele eh resgatou a visão. Agora, em termos psicológicos, em termos emocionais, ninguém cura o outro de nada. O que a gente faz é ajudar a se desenvolver, se descobrir, se reconhecer, se amar. E quando a gente faz isso, a gente se se harmoniza. E ao se harmonizar, a gente fica mais feliz do que era antes, mais saudável. É muito mais uma questão de pôr no lugar certo as coisas do que de curar algo específico. Tem nada que precisa ser curado no ser humano. O ser humano precisa aprender a viver. O ser humano precisa aprender a se conhecer. O ser humano precisa aprender a viver consigo mesmo, sendo quem é. E aí sim ele vai ser mais feliz, mais saudável, né? Continuando aqui, nem todos os autores consideram o paciente violento como portador de personalidade antisocial. Porém, nele existe uma baixa resistência às frustrações. Outra característica, transtorno de personalidade, baixa resistência, frustração. Tudo se irrita, culpa o outro, nunca tá errado, sempre é coitado, exige que o mundo inteiro se adapte a ele, eh, não se conforma que as pessoas não vivem em função dele. Então, frustração, ele não pode ser contrariado. Ele tá certo. Então, eh, nele existe uma baixa resistência às frustrações, às lutas, aos desafios, com tendência de culpar os outros ou de tornar-se radical diante de quaisquer ocorrências ou conceitos em que se apoie, termina por voltar-se contra a sociedade que o hospeda, transformando-se em portador de um transtorno amoral ou associal de personalidade. Ou seja, quase que ele não faz parte da vida associal. Porque como que ele vai fazer parte de uma sociedade se ele não tem requisitos mínimos para conseguir se relacionar um pouco de flexibilidade, de tolerância, de aceitação de certas frustrações. Se eu não aceito me frustrar, eu não aceito

e uma sociedade se ele não tem requisitos mínimos para conseguir se relacionar um pouco de flexibilidade, de tolerância, de aceitação de certas frustrações. Se eu não aceito me frustrar, eu não aceito estar errado, eu não tome nem aí se o outro tá sofrendo ou não tá sofrendo. Como que isso vai fluir no ambiente social? Muito difícil. muito difícil, muito desafiador. A gente vai mais para um caminho de compaixão, né? Aceitação, compreensão, de estender a mão, de entender que cada um tem o seu dilema e não vamos julgar. Do mesmo jeito que eu espero que alguém tenha eh compaixão de das minhas dificuldades, eu vou ter do outro, né? Por isso que a gente não tá falando em cura, a gente tá falando em como vivermos assim, como nos desenvolvemos assim. Como que aproveitamos a situação para crescer? Ninguém vai querer consertar o outro. Deixa eu apertar esse parafuso para ver se você para de ser turrão. Não. Vamos aprender a viver com quem é turrão. O turrão vai aprender a ser menos turrão. Como é que a gente organiza uma coisa enquanto ele tá se adaptando a não ser muito turrão, porque não é da noite pro dia. Ao elaborar saídas possíveis, a gente cresce. Todos todos crescemos. Por sua vez, o manual do diagnóstico e estatísticas de doenças mentais, o DSM, aqui Joana está falando do quarto, do número quatro. Eu tinha trazido ali o quinto, porque já é mais recente. Elucida que se pode identificar o portador do transtorno de personalidade antissocial graças a um padrão invasivo de desrespeito e violação dos direitos do outro dos outros, que se inicia na infância ou o começo da adolescência e continua na idade adulta. O indivíduo incurso nessa definição é incapaz de sentir remorço, como ocorre com os portadores de crueldade, igualmente caracterizados pelo transtorno antissocial da personalidade, sendo que são conscientes do que fazem. No entanto, permanecem totalmente irresponsáveis. Então ela tá trazendo aqui do antissocial, mas deu pra gente ter uma ideia desse universo dos transtorno de personalidade. Ele não

entes do que fazem. No entanto, permanecem totalmente irresponsáveis. Então ela tá trazendo aqui do antissocial, mas deu pra gente ter uma ideia desse universo dos transtorno de personalidade. Ele não está em paz com ele mesmo. Então é como se ele vivesse com base em conflito. Esse quer passar perna, aquele lá onde já se viu. Esse daqui vou vou pôr ele no lugar dele. Eu não me importo com os outros. É violento, é abusivo, é autocentrado. Tudo gira em torno de mim. Eu sei o que eu tô falando. Só eu que tenho razão. Cuidado, tá gente? Porque parece que a gente, eu parece que eu tô me descrevendo falando disso, porque a gente se encaixa. Então, muito cuidado paraa gente não terminar os nossos estudos achando que a gente tem tudo, que é bastante comum. Tudo que a Joana tá dizendo aqui que a Cris tá trazendo, eu me encaixo. Então, eu vou sair daqui com todos os transtornos. Não, o diagnóstico, gente, é muito complicado. Às vezes o o psiquiatra não consegue nem fazer numa sessão. Tem que aplicar um monte de testes, tem que fazer eh vivências para para observar como que ele se comporta. Ser humano é muito complicado. Nós estamos ainda em mundo de provas e expiações e somos imperfeitos. Então, a gente vai se enquadrar em sintoma de todos os transtornos. Não é porque eu me enquadro no sintoma dos transtornos que eu carrego todos. Agora, nossa, fiquei impactada. Isso daqui eu acho que tá me pegando muito. Então, procura um profissional, faz uma análise, olha, observa, vamos ver se é mesmo ou não é, porque principalmente aqui, quem de nós que não tem as suas questões, quem de nós ainda não carrega orgulho, egoísmo, que não quer ter razão sempre, né? Mas não é, não é isso que é ter transtorno. Bom, eh, vamos lá para uma eh autodescobrimento, uma busca interior, capítulo 6. A Joana vai falar um pouquinho desse eixo ego self, né? Então, eh, plano divino natural, o como que Deus gostaria que a gente funcionasse se a gente não andasse por aí usando mau livre arbítrio. Eu reencarno,

vai falar um pouquinho desse eixo ego self, né? Então, eh, plano divino natural, o como que Deus gostaria que a gente funcionasse se a gente não andasse por aí usando mau livre arbítrio. Eu reencarno, vou desde o ventre materno até os meus 3 anos de idade, vou formando a minha consciência, né? formando uma consciência, porque eu saio do inconsciente. A partir dos três, eu já tenho a minha consciência ali distinta do inconsciente, um espacinho ali para ela. E a partir dos 3 anos eu começo a preencher essa consciência com experiências, com conhecimentos e e observando e observando a minha, observando a outra. E eu vou criando a minha personalidade. Eu vou vendo do que eu gosto, do que eu não gosto. Eu vou admirando o meu pai numa coisa, eu empresto dele. Eu vou olhando alguém, alguma coisa que eu detesto no outro, eu tento não ser. Vou formando o meu conceito de eu, de ego, né? Quanto mais eu tiver e espontaneidade para que esse ego entenda que ele não é o a totalidade do meu ser, que ele é uma versão hoje da minha personalidade, mas que de vez em quando eu vou ser visitada por conflitos que não batem com o ego, por exemplo. E ah, eu nesse meu ego, nessa minha personalidade atual, eu sou calma. Então eu me identifico como calma. Se alguém perguntar, você é calma, né? Aí eu sou calma. Eu sou calma porque no tempo todo eu tô calma. Eu vou fazer uma coisa, eu tô calma. Quando acontece um problema, eu consigo agir calma. Mas dependendo da situação, vem de dentro de mim uma raiva explosiva que não bate com a Cris. Calma. Seu ego Cris é rígido e acredita que é só ele que existe, ele vai entender que essa agressividade que tá surgindo não sei da onde não é minha. E eu posso então como se fosse fazer uma cisão. Eu não identifico como meu. E aí é como se eu tivesse me dividindo. E isso gera perturbação e isso gera transtorno. Se eu nego, se eu não quero ser, agora se tudo bem, eu tenho flexibilidade egoica. para dizer: "Ups! Nossa, viu como eu reagi? Nem eu sabia que eu era

. E isso gera perturbação e isso gera transtorno. Se eu nego, se eu não quero ser, agora se tudo bem, eu tenho flexibilidade egoica. para dizer: "Ups! Nossa, viu como eu reagi? Nem eu sabia que eu era assim. Uau! Fiquei com medo de mim, mas eu tô eu estou assumindo que sou eu. Só que é um outro eu que tava guardado. Eu nunca tinha sabido dele, mas eu aceito ele como uma parte minha. Então a gente tá bem, a gente continua numa harmonia de conexão de eixo ego self. Mas se eu tenho um ego rígido, porque eu quero ser a boa, a isso, aquilo, a melhor, a virtuosa, ah, não sei das quantas, quando começar a vir a minha sombra começar a constelar e e eu perceber a aproximação de de registros que não batem com o que o ego acredita que é, aí a gente vai ter muito problema. Quando eu jogo o problema para fora, eu caio em mecanismos de projeção. Ah, não foi. Ai, Cris, você deu um surto de raiva. Não, eu não. Não, eu vi. Você ficou com raiva. Não, não fui eu que fiquei com raiva. É que o outro, você viu o que o outro fez? Então, eu tiro de mim para jogar pro outro. Eu faço projeção, eu justifico, eu nego, eu não aceito como meu, então eu jogo para fora. Quando eu não jogo para fora, eu tento me desligar de mim. Aí eu posso fazer essas outras personalidades, eu causo esses transtornos internos como se eu eh eu não sou essa, então deve ter um outro eu aí dentro que não sou eu. E aí a gente causa transtorno, perturbação, complicação para si mesmo. Então agora sim, então, autodescobrimento, uma busca interior, capítulo 6, Joana fala: "O predomínio do ego nos relacionamentos humanos responde pelas incessantes frustrações e desequilíbrios do outros e desequilíbrios outros que assinalam a criatura humana. Um pouquinho daquilo que eu que eu estava explicando. Então, quando predomínio do ego significa: "Eu só acho que eu sou essa, eu sou só a Cris. Eu não sou a violenta da vida passada. Eu não sou a dependente de duas vidas para trás. Eu não sou aquela maluca que saía pra vida fazendo tudo

ignifica: "Eu só acho que eu sou essa, eu sou só a Cris. Eu não sou a violenta da vida passada. Eu não sou a dependente de duas vidas para trás. Eu não sou aquela maluca que saía pra vida fazendo tudo errado de cinco vidas para trás. Não, eu sou essa daqui. Então, quando tem esse predomínio desse eu atual, desse ego, é, acontecem muitas frustrações e desequilíbrios nas na minha jornada como criatura humana. Sem a correspondência consciência lúcida em torno dos objetivos da existência carnal, o indivíduo que assim age faz-se vítima da personalidade enferm que se acostumou como método de triunfo nos seus cometimentos. Então, o outro trechinho que eu que eu selecionei é quando eu começo a ter essas esses conflitos que vêm, que me tomam, que eu fico irreconhecível, ao invés de eu falar: "Nossa, ou seja, eu não sou só essa eu que eu estava achando. Eu sou essa eu, mas eu sou outras também, hein?" Isso é integração da sombra que Joana trabalha. Quando eu não faço essa aceitação, quando eu não me aceito, entendendo que eu tenho umas questões e outras também que não não era como eu gostaria de ser, mas paciência, eu posso me colocar numa situação de vítima, como se eu não fosse: "Olha o que eu tô passando, mas como assim você tá passando? É, olha que tá acontecendo comigo, mas é você que tá criando para você, não é o mundo, é Deus, é o outro, a situação, é o governo, seja lá quem for. Então, a gente entra no lugar enfermiço que não vai me fazer sair dali, não vai ter solução, porque a solução está nas minhas mãos. Eu me recuso a assumir isso como uma questão minha para eu poder tomar conta. Então, eu fico perturbada, eu fico com esse conflito, né? Ã, o despertar do espírito, capítulo um, eh, Joana vai falar dessa ruptura. Não é nemum, não é ruptura, é é como se não batesse, sabe? Não existe uma sintonia. uma sincronia entre eu, consciência e eu do meu inconsciente, minhas vidas passadas, meus registros, tudo aquilo que eu não sei de mim mesma, porque eu não lembro de tudo que eu já fui, de

a sintonia. uma sincronia entre eu, consciência e eu do meu inconsciente, minhas vidas passadas, meus registros, tudo aquilo que eu não sei de mim mesma, porque eu não lembro de tudo que eu já fui, de todas as emoções que eu já senti, de todas as decisões que eu já tomei. Então, quando existe uma sintonia, a gente vive saudável, a gente flui. Quando eu nego, quando eu não aceito minha sombra, quando eu brigo comigo mesma, quando eu me recuso a ver o que eu trago, aí a gente quebra essa sintonia, né? Então Joana vai dizer o despertar do espírito, capítulo um, desenvolvendo mais a personalidade do que a individualidade. Individo, indivíduo é espírito. Quando eu falar o meu, eu indivíduo e no meu processo de individuação, significa torna-te quem tu és. Eu sou espírito. Então, indivíduo significa um ser que é filho de Deus, que é o espírito. Personalidade é como eu estou nessa atual reencarnação. A minha personalidade é Cris. é meu jeito de ser, de pensar, de escolher, de viver, meus valores. O meu indivíduo é um espírito que está se desenvolvendo rumo à perfeição, desenvolvendo mais a personalidade que o indivíduo, ou seja, invisto mais em mim hoje, nas coisas da matéria do que no eu espírito. Vê-se compelido a manter a aparência que torna os seus conflitos despercebidos aos demais membros do grupo social, sem que os solucione ou se resolva por enfrentá-los de maneira objetiva, consciente da sua existência. Então eu fjo que eu não carrego esses conflitos, escondo do grupo social e fico vivendo essa pseudo eh identidade, né? Eu eu acho que eu sou essa, fico fazendo um esforço enorme para ser reconhecida como essa e me afasto de todo o eu maior, que é esse eu espiritual. ressurgirão nessa ocasião as subpersonalidades, porque esses outros eus meus que eu não aceito, eles se tornam como se fosse uma parte, uma um ser à parte em mim. Às vezes eu projeto no outro, é o outro que é que é bandido, é o outro que é invejoso, é outro que é egoísta. Eu não. Então o meu lado egoísta eu tô

como se fosse uma parte, uma um ser à parte em mim. Às vezes eu projeto no outro, é o outro que é que é bandido, é o outro que é invejoso, é outro que é egoísta. Eu não. Então o meu lado egoísta eu tô projetando no outro. E muitas vezes na terapia a gente vai perguntar isso. Nossa, que engraçado, do jeito que você se põe, parece que você não tem um resquício de egoísmo. E muitas vezes a pessoa fala assim: "Ai, obrigado, eu não tenho mesmo". E não é verdade, a gente tem. A pergunta é: "Cadê o egoísmo seu?" Porque você não tá trazendo. Você trancou ele dentro calabolço embaixo num porão, né? Sete chaves. Cadê ele? Porque se você não deixa ele aparecer para você, você vai projetá-lo nos outros. Aí você vai viver num mundo que você acha que todo mundo é egoísta, menos você, né? Então, ressurgirão essas subpersonalidades que se encontram mergulhadas no IMO e tem ascendência em determinadas situações. Tomam conta de mim em determinadas situações emocionais sobre a personalidade predominante, sempre que o conflito reponta ameaçador. Que que Joana explicou aqui? constelação de complexos da teoria do Carl Gustavo Junk. Então, quando eu não aceito ser de um determinado jeito, não bate com a minha personalidade, então eu me recuso a ser, mas eu sou. Esse jeito que tá guardado lá no porão, no inconsciente, uma hora eu não vou dar conta de segurar, ele vai constelar, ele vai se expressar através de mim. Eu vou ficar horrorizada com o que eu fiz e vou dizer que não sou eu. Ah, eu devo estar possuída, é obsessão, é espírito, eu vou tentar fugir porque eu não quero ser desse jeito. Aí eu só me atrapalho, porque eu não vou conseguir conciliar os dois. O ideal é eu reconhecer esse outro para sabendo que ele existe, estar preparada para ele na hora que ele tiver voltando e fala: "Ô, ó, ã, da última vez você me pegou, agora não? Da última vez que eu não sabia que eu era agressiva, eu vim com uma baita agressividade. Agora que eu já sei, eu tô esperta. Quando quando a agressividade começa a

última vez você me pegou, agora não? Da última vez que eu não sabia que eu era agressiva, eu vim com uma baita agressividade. Agora que eu já sei, eu tô esperta. Quando quando a agressividade começa a apontar aqui, eu já respiro fundo, eu já saio de perto. Ou seja, melhor eu não negar, porque daí eu posso lidar. Agora, se eu não se eu nego, eu não deixo perceber, ela toma conta de mim sem eu me dar conta. O trabalho de integração das subpersonalidades é de magna importância para o estabelecimento do comportamento saudável, já que em face da existência desses diferentes eus, que são responsáveis por distintas distintas condutas, como aquela quando a pessoa se encontra sós e a que assume quando está no meio social, e aí mesmo, a depender da companhia, se de destaque ou se sem importância no conjunto dos interesses econômicos, políticos, mantendo radicais transformações. Então, Joana tá dizendo que a que quando eu tô em casa, eu sou uma, quando eu tô na roda de amigos mais próximas eu sou outra. Quando eu tô na televisão, eu sou uma terceira. Quando eu tô em outro país, eu sou uma quarta. E a gente vai lidando como se a gente não tivesse identidade, como se a gente fosse o quê? Um camaleão. Não, é lógico que a gente se adapta. Dependendo do lugar que eu estiver, eu não vou dar risada à toa. Se eu tô numa roda de amigos, eu posso dar. Mas se eu tô assistindo uma peça de teatro junto com outras pessoas, eu vou respeitar a atenção dos outros. Não é isso. Eu tô dizendo é da gente não se reconhecer mesmo e de quem tá de fora falar assim: "Nossa, eu não sei muito que bem quem a Cris é, porque tem hora que ela é de um jeito, tem hora que ela é do outro". disso que a gente tá falando. A gente tá falando de transtorno, de disfunção. Eh, onde eu estou? Tá, agora nós vamos lá. Ah, não, ainda no despertar do espírito, mas agora capítulo dois. Gente, o Despertar do Espírito capítulo um, eu acho que vale muito a pena vocês anotarem para ler, porque ele vai contar bastante a respeito dessa difer dessa dessa cisão

ito, mas agora capítulo dois. Gente, o Despertar do Espírito capítulo um, eu acho que vale muito a pena vocês anotarem para ler, porque ele vai contar bastante a respeito dessa difer dessa dessa cisão desse meu eu atual atual com esses eus do complexo e tudo mais. Mas no capítulo dois ela fala, ela continua também. Então ela diz assim: "A própria personalidade, não poucas vezes apresentando-se fragilizada, fragmenta-se e dá surgimento a vários eus. Ela volta a dizer que horas se sobrepõe ao ego ou horas se caracterizam com identidade dominante. Eu lembrei de vários filmes, tem um que chama Fragmentado, se eu não me engano é isso, e vale muito a pena. E lembrei de uma série que chama Entre Estranhos. Em inglês chama Crowded Room. Entre estranhos. Vale muito a pena. É uma aula de psicologia na forma eh de dramatização, de cinema. Vale muito a pena. A gente vai. É impressionante. Não vou falar nada porque eu sou doida, a doida do spoiler e esse daí eu não posso dar spoiler, mas eu super recomendo. Entre estranhos. Na imensa área do ego surgem as fragmentações das subpersonalidades, que são comportamentos diferentes a se expressar conforme as circunstâncias, apresentando-se com frequência incomum. Todos os indivíduos, raras as exceções, experimentam esse tipo de conduta, mediante a qual, quando no trabalho se deixam conhecer pelo temperamento explosivo, marcante, dominador, e, em particular, são tímidos, mansos e receosos. Se bem que muitas vezes acontece o contrário, né? A pessoa lá fora é a santinha, boazinha, queridinha, fofinha e em casa é um baita de um carrasco ou de uma carrasca, né? As variações são muitas nesse campo das subpersonalidades. Então, no despertar do espírito, capítulo 1 e 2, Joana vai falar dessas subpersonalidades, desses eus que a gente não reconhece e que acabam nos tomando, acabam sendo se constelando e roubando a nossa vida. Daí causa esses tipos de de transtorno, porque eu já não sei quem eu sou. Tem hora que eu sou uma coisa, de repente eu

ce e que acabam nos tomando, acabam sendo se constelando e roubando a nossa vida. Daí causa esses tipos de de transtorno, porque eu já não sei quem eu sou. Tem hora que eu sou uma coisa, de repente eu me transformo numa outra, né? É falta de eu me aproximar de mim mesma para reconhecer que eu sou várias e que tudo bem, que todos somos, né? Vamos agora no Encontro com a paz e a saúde, capítulo 6. Ela vai falar dos espíritos que se aproveitam desses nossos eh dessas nossas fragilidades, desses nossos tormentos, né? Pertinase e cruel. Esse processo produz o surgimento de personificações parasitárias, de personalidades duplas ou várias, que são fenômenos de incorporação mediúnica, através do qual o agente pernicioso exerce o predomínio sobre a vontade do paciente, assumindo-lhe o controle mental, passando a expressar-se por seu intermédio. Então, muitas vezes, como a gente não está bem bem arrumada em nossa casa, quando um lado nosso não aceita o outro lado, fica com raiva, nega, a gente desestrutura a nossa casa, a gente dá abertura para que outras mentes também desequilibradas se aproveitem disso, sintonizem com a gente e acabem nos atrapalhando ainda mais. Então, muitas vezes, sim, nós vamos olhar para um transtorno e não vamos identificar se esse transtorno está sendo provocado pela própria pessoa que está desorganizada internamente ou essa desorganização, além de ser dela própria, é também de um espírito que utiliza dessa dessa fragilidade para dominá-la, interferir, influenciar na vida dela. Então, é também uma porta para obsessões. Em outros casos, ativam-se os núcleos de registros perespirituais e o inconsciente libera lembranças arquivadas que dizem respeito ao período de convivência inditosa, volvendo o mesmo em forma viva que se sobrepõe às paisagens atuais, o que mais desagrada o ser vitimado. Então, ora, o meu transtorno deu abertura para uma outra mente, espírito, uma outra entidade, um ser espiritual, me utilizar e aí desestruturar todo o ambiente. E aí

que mais desagrada o ser vitimado. Então, ora, o meu transtorno deu abertura para uma outra mente, espírito, uma outra entidade, um ser espiritual, me utilizar e aí desestruturar todo o ambiente. E aí não sou só eu, sou eu junto com esse espírito. E às vezes não, são conteúdos meus que de novo ela traz dos meus arquivos de vidas passadas e que diante da perturbação que eu não tô sabendo lidar porque eu estou resistente, porque eu não aceito, porque eu nego, eles tomam conta de mim e aí eu não consigo mais eh voltar a um ponto mínimo de equilíbrio. Tem bastante ainda, mas vamos lá, acelerando. Conflitos existenciais, capítulo um. Ela começa a fazer essa pergunta: "Quem eu sou para eu poder voltar a ter domínio de mim mesma? Para eu voltar a ter a sintonia sincronia de personalidade com eu eh espiritual. Pequenos exercícios de afirmação da personalidade de autodescobrimento dos valores adormecidos funcionam como terapia valiosa, por estimular o paciente a novos e contínuos tentam que vão se coroando de resultados favoráveis, eliminando o sutil complexo de inferioridade e mesmo diluindo a pouco e pouco a culpa perturbadora. Então, é o trabalho de auto autodescobrimento. Quem eu sou, por que eu a, que opção que eu tinha e se eu tivesse feito diferente, que que eu acharia que aconteceria? Da próxima vez eu vou tentar fazer alguma coisa diversa? porque eu tô agindo desse jeito, não tá me ajudando, tá me atrapalhando, tá atrapalhando o meu ambiente. Então é é é autoconhecimento, é busca de si mesmo, é diminuir um pouco as expectativas, as defesas, é aceitar que a gente também carrega as nossas dores, conflitos, não é, não são só os outros que têm problema, que a gente vive muito achando que nós sempre estamos certos. Não importa, porque eu já sei de tudo, já passei por isso. Será? Será que o outro também não teve outras experiências e que por isso ele também tem algo para colaborar? Porque quando a gente já tem certeza de tudo, é complicado. A gente fecha a porta para muitas coisas que

o outro também não teve outras experiências e que por isso ele também tem algo para colaborar? Porque quando a gente já tem certeza de tudo, é complicado. A gente fecha a porta para muitas coisas que poderiam nos ajudar. Vida, desafios e soluções. Capítulo 8. Eh, ah, eu trouxe esse só para dar um exemplo do Narciso, porque lembra de tantas eh tem dentro as personno de personalidade tem a do narcisismo. E eu lembrei que na temporada três, que eu falo de mitos e parábolas, na temporada três, o episódio 4, eu fiz um episódio inteiro para contar o mito do Narciso e explicar a personalidade narcísica. narcisista, transtorno eh de eh de narcisismo. Então, temporada três e episódio 4, lá no Espiritismo Play, Joana diz: "Não poucas vezes encontramos no comportamento humano as referências ao dormir, estar dormindo, adormecido, caracterizando estados existenciais da criatura. Certamente, de fato, a maioria está adormecida nas próprias realidades. Para os desafios da evolução, para as conquistas do si. imediatamente apaixonada por interesses mesquinhos, mergulhadas em sombras ou fascinada pelo doentil narcisismo, prefere permanecer em estado de consciência de sono, a experimentar o despertar para a lucidez, portanto, para os compromissos em relação à vida e ao crescimento interior, que se lhe apresenta como verdadeiro parto no que tem razão. Então, despertar para a realidade nova da vida é como experimentar um parto interior profundo, libertador, dorido, mas feliz. Então, é a gente sair de si nesse sentido de do jeito que tá não tá legal. Então, para de achar que são os outros que são problemas, que você tem razão, que todo mundo tem que se submeter aos seus caprichos. Não chega não. Vamos, vamos fazer um outro parto, nova vida. Que que eu posso fazer? É preciso essa certa força, essa certa coragem, né, de de iniciar aí um um processo de autodisciplina, de autoconhecimento. E só que isso a gente sabe, não é simples, não é fácil. E pra gente já ir terminando, psicologia da gratidão,

certa coragem, né, de de iniciar aí um um processo de autodisciplina, de autoconhecimento. E só que isso a gente sabe, não é simples, não é fácil. E pra gente já ir terminando, psicologia da gratidão, capítulo 2. Conforme Jung declarou, a individuação é o processo de diferenciação que tem como objetivo o desenvolvimento da personalidade individual e de consciência de ser único, indisível, indivisível e distinto da coletividade quando o self atinge a culminância da sua realidade mortal. Então, ao invés da gente focar nessa personalidade, eu sou assim, esse é meu jeito. Ai, quem tá se incomodando que se retire. Fazer o quê? Eu sou assim, quer o quê? Como se a gente tivesse ratificando essa personalidade, mas ela não tá acabada. Eu sou espírito imperfeito, tenho um longo projeto, trajeto pela frente. Se eu ficar cismando que esse é meu jeito, ah, eu já estou velha para mudar. Ai, quem quiser que aceite, quem não quiser que vai embora. Eu sou assim mesmo. Não, eu não sou. Essa personalidade nem é grande coisa. Ela é uma reencarnação de infinitas que eu tenho e vou ter. Então vamos voltar. Se eu quiser falar de mim, eu sou espírito. Eu não sou personalidade. Então para que ficar batendo como se a gente fosse essa? A gente não é. Então vamos ter mais autoamor e cuidar do espírito que nós somos. Quem sou eu? Isso é uma pergunta amorosa, porque eu não tenho condição ainda de evolução espiritual para saber quem eu sou. No máximo que eu reconheço de mim é a minha personalidade atual, a Cris, mas eu não sei quem eu sou. Eu sou um espírito que deve ser capaz de tanta coisa, que já deve ter feito tanta coisa, mas também que sonha com a evolução, que procura se espiritualizar. Esse é o meu eu. Eu não sou essa que tem esse jeito, teimosa, cabeça dura, seja lá o que for. né? Então, um pouco mais de humildade para poder sair em busca desse processo de individuação e não de personalização. Quero ser cada vez mais eu em termos de personalidade que eu sou. Não, quero ser cada vez mais eu em termos de espírito

para poder sair em busca desse processo de individuação e não de personalização. Quero ser cada vez mais eu em termos de personalidade que eu sou. Não, quero ser cada vez mais eu em termos de espírito que eu sou. Porque essa personalidade passa assim: "Eu já nem vi e já foi mais da metade da minha vida. daqui a pouco já não tô nem aqui. É muito rápida para eu ficar pegada a ela e querer que ela seja não, ela é útil para mim hoje, mas o que sou eu eterno é o meu espírito. Espero então ter deixado mais perguntas para vocês, porque é assim que a gente cresce. E deixem aí as suas perguntas pra gente voltar a conversar. Muito obrigada pela atenção e até a semana que vem, se Deus quiser.

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