T6:E33 • Painéis da Obsessão • O Retorno de Felipe

Mansão do Caminho 20/07/2025 (há 8 meses) 1:07:59 976 visualizações

Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert | Estudo da Obra No último episódio da 6ª temporada, o Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert apresenta o capítulo “O Retorno de Felipe”, da obra Painéis da Obsessão, ditada por Manoel Philomeno de Miranda e psicografada por Divaldo Franco. Com João Korngold como host e responsável pelo resumo, e reflexões conduzidas por Lincoln Barros e Marcelo Netto, este episódio conclui a jornada de estudos com a emocionante retomada do caminho espiritual por parte de Felipe, personagem que simboliza a esperança, o arrependimento e a renovação interior. Uma lição profunda sobre a misericórdia divina e a possibilidade de recomeço. 📖 Um desfecho comovente para uma temporada marcada por ensinamentos valiosos sobre obsessão, responsabilidade moral e libertação espiritual. 📘 Livro: Painéis da Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda (por Divaldo Franco) 📺 Curta, inscreva-se no canal e compartilhe esta série com quem busca compreensão e consolo à luz do Espiritismo. #Espiritismo #PainéisDaObsessão #ORetornoDeFelipe #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #JoãoKorngold #LincolnBarros #MarceloNetto #GrupoSuelyCaldasSchubert #EstudoEspírita #ObsessãoEspiritual #Desobsessão #DoutrinaEspírita #TVMansãoDoCaminho #espiritismoplay *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, amigos e amigas, sejam bem-vindos a mais um capítulo do livro Painéis da Obsessão. Hoje, concluindo o livro, vamos estudar o último capítulo, capítulo 32, O retorno de Felipe. E na próxima semana começamos outro livro da coleção Manuel Filomeno de Miranda chamado Loucura e Obsessão. Mas antes de começarmos o estudo, que estamos aqui na companhia dos nossos queridos coordenadores Marcelo Neto e Lincon Barros, vamos fazer a nossa prece. Agradecendo aos amigos espirituais por essa oportunidade de estarmos reunidos mais uma vez para o aprendizado, para o estudo do Espiritismo, seguindo os caminhos de Divaldo Franco através do espírito Manuel Filomeno de Miranda, sob a proteção da nossa mentora Sueli Caldas Schuber. que iniciou esse grupo tão querido. Pedimos a proteção, a inspiração desses nossos amigos, que possamos todos ter a oportunidade de aprender, de internalizar e, mais importante, poder vivenciar no nossos dia, no nosso dia a dia, todos os ensinamentos que vamos receber. estendemos essas vibrações de amor, de paz, de fraternidade a todos os que acompanham, que acompanharam ou que vão acompanhar os nossos estudos, aos nossos familiares, aos nossos entes queridos, aos trabalhadores do movimento espírita no Brasil e no mundo, agradecendo a Jesus por mais uma oportunidade de estarmos trabalhando em seu nome. Pedimos permissão para iniciar os nossos trabalhos. Que assim seja. Então, começamos, como eu disse, com o capítulo 32, o último capítulo do livro Painéis da Obsessão, O retorno de Felipe. Manuel Filomeno começa nos dizendo que eh o do estado emocional de Argos, uma instabilidade que lhe propiciava alternâncias de comportamento, no qual os antigos adversários se utilizavam e lhe ocasionavam obsessões simples eh periódicas, porém sem a gravidade das incidências anteriores. Já a área áurea crescia nas realizações fraternas. de assistência à dor, porém ainda sofrendo a seu turno as investidas dos desafetos anteriores que continuavam a afligi-la, situando-a

ias anteriores. Já a área áurea crescia nas realizações fraternas. de assistência à dor, porém ainda sofrendo a seu turno as investidas dos desafetos anteriores que continuavam a afligi-la, situando-a intimamente em áreas de conflitos, na verdade desnecessários. Então, eh, Miranda nos diz que o homem encarnado, quando, graças ao mergulho do espírito no corpo, ah, o que o impede de possuir a a visão clara da vida espírita, com certa facilidade cai nas ciladas muito bem feitas, porque encontram campo na própria emoção daqueles a quem a quem cercam, nem sempre mantido em ritmo de equilíbrio. era o que ocorria com Áurea, que experimentava contínuo cerco durante as horas de parcial desprendimento pelo som. os companheiros de ilusão do passado mais próximo em que ela se comprometera por processo de hipnose em induções, a faziam experimentar sentimentos contraditórios e a atormentavam entre os acontecimentos pretéritos e os deveres da vida presente. Eh, ele nos diz que é muito difícil o relacionamento intermundos constituídos por vibrações de diversos teores, quais o da matéria carnal e o do espírito desencarnado. E que transitar entre esses dois estados de percepção torna-se um grande desafio para as criaturas, especialmente aquelas que são portadoras de faculdades mediúnicas. Eh, ele diz que pode pode-se dizer que a consciência padece padece das das constrição das lembranças arquivadas no inconsciente e das ideias que lhe são impostas por meio do superconsciente. E os médiuns nessas situações, incompreendidos em geral por aqueles que não experimentam as mesmas experiências, tem e que tem dificuldade de entender essas modificações de comportamento e humor, o que exige dos médiuns sacrifício na educação da vontade, do equilíbrio e com dificuldade conseguem traçar uma linha de conduta normal, o que não significa a cessação das dificuldades. A áurea então absorvia esses fluidos deletérios, por um lado, decorrentes da convivência com o esposo e, por outro lado, das emanações que lhe chegavam

o que não significa a cessação das dificuldades. A áurea então absorvia esses fluidos deletérios, por um lado, decorrentes da convivência com o esposo e, por outro lado, das emanações que lhe chegavam vindas dos dos companheiros do além, que algumas vezes reviviam as cenas mortas ou a levavam a lugares onde se demoravam infelizes. Porém, ela não estava sem a conveniente ajuda dos mentores, que jamais nos deixam a a sós. Eh, a ingestão dos fluidos lhe produzia alguns distúrbios alérgicos, eh, em consonância com estados emocionais desagradáveis e que a faziam, que a colocavam em situação penosa, provocando instabilidade e segurança. Porém, tinha amigos e simpatias que a envolviam em vibrações de alento e geravam ondas de defesa em torno dela, sustentando-a nas na luta. Dona Naí amparava o filho a Nora com a verdadeira advogada no serviço do bem. Eh, nessa oportunidade, então, os esposos resolvem adotar uma criança, em cujo gesto esperavam realizar-se intimamente por um amor mais específico na responsabilidade mais imediata. Eles eram tutores emocionais de outras crianças na comunidade, porém sentiam a imperiosa necessidade de colocarem uma criança sob a uma condição legal e assim, numa reminiscência feliz, resgatar o compromisso assumido com Felipe na nessa ocasião. Assim, logo que retornou ao corpo o antigo eh discípulo de de Juan de Rus, a irmã Angélica inspirou Ária Áurea a buscá-lo. O pequenino que nascer em condições de precariedade moral, econômica e social, fora encaminhado a um lar coletivo, a um orfanato, onde a caridade abria os braços ao amor e acolhia os pequeninos que haviam tombado no desamparo humano, oferecendo-lhes assistência e recursos para o êxito na reencarnação. Felipe, frágil e enfermo, com as marcas da própria dor refletidas no corpo, necessitado de apoio e afeto, muito sensibilizou a futura mãezinha, embora ali estivessem outras crianças com melhor aparência, portanto com mais hábeis possibilidades de sobreviver. Porém, o instinto e a afinidade psíquica

afeto, muito sensibilizou a futura mãezinha, embora ali estivessem outras crianças com melhor aparência, portanto com mais hábeis possibilidades de sobreviver. Porém, o instinto e a afinidade psíquica entre os dois e a inspiração da benfeitora foram suficientes para que a decisão fosse tomada. E Felipe, dependente retornasse aos sentimentos daqueles a quem amara e odiara para o recomeço na abençoada escola terreno. Sob as diretrizes da fé espírita que lhe seria ministrada com terapia e método de conduta para grangear a felicidade, esquecer o passado e construir o futuro. Não é fácil, Miranda nos diz, amar em profundidade a um filho que não é nascido da carne, que as razões são poderosas. A gestação produz um envolvimento demorado entre o reencarnante e a genitora e também com o pai. Depois, o processo da aceitação e ternura face-se ao longo dos meses, facultando a ansiedade pelo momento da do parto, que é a que é a libertação. Há exceções que, na verdade, apenas corroboram a regra geral. Nos casos de adoção, como é como é compreensível, o processo é mais demorado. Mesmo havendo afinidade espiritual, o recém-chegado é um estranho e que deverá conquistar os seus anfitriões, nascendo então pela convivência com a ternura, o amor e o interesse carinhoso. Argos, que foi aquele nome que eu esqueci lá na lá atrás, de alguma forma estranhava o pequeno Rafael, sentindo dificuldade de aceitá-lo. O menino Felipe era chamado de Rafael nessa reencarnação, o que ocorria também com Áurea, com menor intensidade, porém com ela. Naquela noite, então, da chegada do filho adotivo, Miranda foi notificado pelo Dr. Arnaldo, que deveria participar uma de uma reunião no mundo espiritual, dirigida pelo mentor Eber, aos quais compareceriam os envolvidos no processo Argos e Áurea, a fim de se traçarem os programas finais que lhes norteariam a vida futura. Então, a hora combinada, acompanhado pelos doutores Vasconcelos e Lustosa, Miranda entra no recinto muito agradável, onde Éberos recebe com

çarem os programas finais que lhes norteariam a vida futura. Então, a hora combinada, acompanhado pelos doutores Vasconcelos e Lustosa, Miranda entra no recinto muito agradável, onde Éberos recebe com expressões de afeto e carinho. já haviam providenciado então a o transporte a esse a esse ambiente de Maurício, dos médiuns Venceslau e Antônio Fernandes, de Carlos e e de Richard, que ainda permaneciam sem lucidez, aguardando o momento próprio para despertar. E por fim chegam dona Naí, mãe de Argos, Bernardo e a irmã Angélica, a mentora, assessorados por dois enfermeiros ativos que traziam Arcos, Áurea e o pequeno Rafael. Então, havia uma música, uma suave melodia, eh, que Miranda descreve o ambiente, descreve a música, como todos estavam estavam se situando no ambiente, que os convidados haviam sido ah colocados em poltronas eh perto do estrado. E e nas poltronas em destaque estavam Éber, a irmã Angélica, ainda com Rafael e o Dr. Vasconcelos. Então, quando cessou a música, a mentora, através de um sinal quase imperceptível, autorizou que fossem despertados os companheiros encarnados através de técnicas de passes especiais que lhe facultariam a lucidez e a participação no evento. os companheiros eh se encontravam em estado de júbilo e surpresa eh por encontrarem-se nesse ambiente. Teve uma nova música e quando assim se encerraram os últimos acordes, Éber proferiu uma comovida oração a Jesus pedindo amparo para a reunião e o apoio a todos que ali estavam. Eh, Rafael recebeu atenção especial da benfetora e Miranda diz que todos vêm ele reassumir a aparência anterior ao corpo, ah, e, ah, com uma lucidez relativa que lhe auxiliaria no arquivamento daquela ocorrência para recordá-lo no momento próprio, no futuro. Então, Angélica, abnegada benfeitora, começa. Filhos queridos, estamos aqui reunidos para encerrar um doloroso capítulo de suas vidas, ao mesmo tempo em que se abrem novas oportunidades favoráveis para o porvir. Tudo agora são promessas que eles cumprem transformar

tamos aqui reunidos para encerrar um doloroso capítulo de suas vidas, ao mesmo tempo em que se abrem novas oportunidades favoráveis para o porvir. Tudo agora são promessas que eles cumprem transformar em felizes realizações. E ela os adverte que dificilmente se repetirá esse essa concessão ímpar superior e pede para eles todos aproveitá-la para arquivarem nas memórias com carinho todos esses momentos, a fim que se recordem dos testemunhos das horas em que a deserção se apresentar como única solução para os dias de sofrimento. pede para que não se recusem ao serviço do Cristo pelo bem deles mesmos. E diz também que o livro da vida, no qual estão feitas as orientações do crucificado sem culpa, deveria constituir-lhes o roteiro, conforme as interpretações elevadas de Allan Kardec, o embaixador que foi enviado para restaurar a autenticidade e pureza dos ensinamentos de Jesus. pede para vivenciarem o amor e o serviço de elevação pessoal, primeiro passo para a libertação geral, os adverte que o medo é inimigo da paz para estabelecerem metas próximas de realização até alcançarem passo a passo a grande meta que é a felicidade. Pede para eles apoiarem-se na oração e no trabalho. Paisagem mental eh luarizada pela prece e o sentimento vinculado ao dever podem ser sitiados pela pelas forças da obsessão, mas nunca tomarão nas mãos dos pertines perseguidores. Que a força deles reside na própria fraqueza. Onde esteja o ponto vulnerável, ali estará a brecha perigosa para implosão destrutiva das realizações. Encerra, dizendo: "Somos filhos da luz, vivamos, portanto, em claridade eterna". Aí no silêncio que se seguiu, Angélica tomou o Felipe pelas mãos e o aproximou de Argos e Áurea que o abraçaram comovidamente. E ela acrescenta: "Filho, aproveite essa oportunidade preciosa, sem reticência, sem receios, sem dubiedades. Avance com a verdade e ficará liberto." Todos ah sentem uma emoção superior. O órgão começa novamente a tocar uma melodia e a irmã Angélica, finalizando aquele capítulo das

em receios, sem dubiedades. Avance com a verdade e ficará liberto." Todos ah sentem uma emoção superior. O órgão começa novamente a tocar uma melodia e a irmã Angélica, finalizando aquele capítulo das experiências de todos, começa a orar. Faz uma bela oração pedindo proteção ao mestre. A reunião se encerra. Os companheiros encarnados são recambiados ao corpo somático. Miranda se despede de Éber, de Dr. Vasconcelos e Dr. Lustosa que dona Naide lhe beija as mãos. Bernardo segue com ele. Miranda abraça a irmã Angélica, feliz e sorridente. Agradece-lhe o apoio e a proteção que dispensara ele e com espírito repleto de emoções, parte marchando em direção ao futuro que o aguardava. Cada um se encontrava na condição de seguir no rumo do perene amanhecer. A tarefa estava encerrada. Assim, então temos o resumo desse último capítulo. Então vamos agora convidar o nosso querido Marcelo para começar os nossos aprofundamentos. É com você, Marcelo. Muito obrigado, João. Nosso querido Lincoln, que também nos acompanha e a todos que aqui se juntam nesta, nesse último dia de estudos desta obra Painéis da Obsessão. O João nos trouxe no seu resumo muito bom as considerações tão importantes que nos merecem verdadeira reflexão. Eu gostaria de abordar este último capítulo, no capítulo 32, o retorno de Felipe, a questão relativa à adoção. E nós gostaríamos de trazer aqui algumas considerações, né, porque vemos aí Áurea e Argos. nesta ideia de adotarem a criança, logicamente o Felipe que agora chamando-se Rafael, Felipe do passado, fazendo parte do drama de um passado. Mas refletindo sobre a adoção, nós gostaríamos de trazer o verdadeiro significado dessa palavra, porque é um sentimento muito profundo que nos conecta de uma forma muito especial com outros que fizeram parte da nossa vida. Quando um casal se une e dessa união nasce uma criança, logicamente a gente entende que isso é fruto de uma programação maior que nos escapa. a percepção limitada. Se esta percepção é feita simplesmente sob a ótica

l se une e dessa união nasce uma criança, logicamente a gente entende que isso é fruto de uma programação maior que nos escapa. a percepção limitada. Se esta percepção é feita simplesmente sob a ótica materialista de uma só vida, mas sim a consolidação de um laço físico que é afetivo, que vai muito além, muito além de uma só existência. Um filho biológico chega como uma espécie de elo natural que vai unir pai e mãe consolidando esta estrutura familiar. E logicamente a gestação, como diz o capítulo, a gestação produz envolvimento demorado do reencarnante com a genitora, do pai com o filho, toda aquela situação num envolvimento que nos escapa, né? o processo de aceitação, a ternura que vai se desenvolvendo ao longo dos meses, a ansiedade natural, esperando o momento do parto, daquela da vinda daquele ente querido. Logicamente existem as exceções, sem dúvida, que vão que corroboram com a corroboram com a regra final, com a regra geral, melhor dizendo, quando se dá o renascimento de um espírito, tem toda uma situação emocional que está preparada, né? Eh, existem muitas situações que nós podemos observar do pai extremamente amoroso com a mãe, mostrando muitas vezes naqueles momentos específicos de gravidez. Lógico, estamos trazendo aqui, não uma regra geral, mas quantas vezes e numa fala de Raul Teixeira, uma palestra que, se não me equivoco foi na Federação Espírita do Paraná, quando ele mencionou a respeito disso. Muitas vezes o o pai demonstra um amor exagerado pela mãe, um cuidado fora de proporção o que não ocorreu antes da gravidez, mostrando talvez uma possibilidade daquele espírito que se aproxima ter sido um grande afeto do pai. Muitas vezes o contrário ocorre no momento da gravidez. O pai encontra uma certa indisposição, uma certa distância da mãe, mostrando talvez algum tipo de animosidade pretérita. São possibilidades que podem ser analisadas. Tudo isso ocorre numa dinâmica que nos escapa quando a gestação ocorre do ponto de vista eh o filho biológico. Mas e quando esse filho chega por outras

ta. São possibilidades que podem ser analisadas. Tudo isso ocorre numa dinâmica que nos escapa quando a gestação ocorre do ponto de vista eh o filho biológico. Mas e quando esse filho chega por outras vias? Não pelas vias do sangue, pela consanguinidade. E se nascem não das células, não do processo das nossas entranhas, das entranhas da mãe, aí a gente percebe, tem uma outra dinâmica diferente. Então, nós estamos falando de adoção, um gesto profundamente nobre e, de uma certa forma divino. A doutrina espírita vai nos ensinar que, lógico, e a gente percebe no capítulo, nada acontece por acaso. Há um planejamento da vida, inclusive da formação familiar. Quando tudo isto ocorre, tanto os filhos biológicos quanto os adotivos são espíritos com os quais nós temos ligações anteriores, muitas vezes reencarnando junto a nós para as experiências de crescimento mútuo e, naturalmente, aprendizado e reparação, como é o caso de Felipe agora, como Rafael. Então, adotando uma criança, nós acolhemos aquele que possivelmente já fez parte das nossas vidas e das nossas existências. É um reencontro, não é um encontro casual. E esse reencontro se dá por amor, como houve a situação que está sendo ali posta. O ódio e o amor que Felipe no passado possuíam. será agora trabalhado num outro capítulo redentor, neste amor que aconselhado pelos mentores decide acolher, decide proteger, decide educar. Devemos então compreender que muito diferente da maternidade biológica que se constrói lentamente durante os meses da gestação, a maternidade e a paternidade adotivas. requerem um processo distinto. O afeto vai sendo cultivado na convivência, no olhar diário, na dedicação, no cuidado, na construção da confiança mútua. E é justamente nesse exercício contínuo de entrega, de acolhimento que se releva à beleza da adoção. Amar mesmo sem os laços da carne. amar de forma espiritual, profunda, consciente da ação que está tendo, que está fazendo, melhor dizendo, é um amor que nasce da vontade legítima de cuidar,

da adoção. Amar mesmo sem os laços da carne. amar de forma espiritual, profunda, consciente da ação que está tendo, que está fazendo, melhor dizendo, é um amor que nasce da vontade legítima de cuidar, de guiar, de somar, não de preencher um vazio emocional, de resolver, de repente, uma solidão momentânea que muitas pessoas pensam: "Eu quero preencher um vazio dentro de mim". Aí diferente de adotar um cachorrinho, um bichinho que é muito louvável também, vou botar uma criança para dentro de casa. Não é algo muito maior. Adoção é recomeço. É recomeço de oportunidade. É justiça divina. A criança adotada muitas vezes está vivenciando uma prova ou uma expiação. Veja que o nosso menino aí, o Felipe, agora Rafael, vem numa condição difícil de uma uma situação de poucos recursos num lar, num orfanato. Então, o abandono que ele sofre pode não ser talvez um elemento previsto no plano reencarnatório, já que Deus não programa o mal, como bem nos lembra a doutrina espírita e tudo que nós lemos. O abandono é resultado, muitas vezes, do mau uso do livre arbítrio dos pais biológicos. Ainda assim, a espiritualidade aproveita essa situação para que a justiça e o amor divino se realizem. Assim, a adoção pode tanto ser parte do planejamento reencarnatório original, quanto surgir como uma espécie de alternativa providencial da espiritualidade diante dos desdobramentos imprevisíveis das decisões humanas. livre arbítrio. Mas Deus, na sua infinita bondade, lógico, não permite que um espírito passe por uma dor desnecessária. Se a dor está ali, é porque carrega em si uma lição ali nos bastidores, uma reparação, uma nova chance de recomeçar. E os pais adotivos também vivem uma prova ou um convite à evolução. Muitos casais não podem ter filhos biológicos. É verdade. E essa impossibilidade é em siento de elevação espiritual que pode levá-los ao sublime gesto de amar aquele que a vida, a vida física impediu momentaneamente, mas lhe trouxe para este outros caminhos. outros caminhos de recomeçar.

ento de elevação espiritual que pode levá-los ao sublime gesto de amar aquele que a vida, a vida física impediu momentaneamente, mas lhe trouxe para este outros caminhos. outros caminhos de recomeçar. Então, nós vamos perceber um filho adotado e a resposta é muito bem esclarecida à luz do Espiritismo e da ética cristã, porque com muita serenidade, com muita compreensão, vamos ter as melhores conclusões nesta caminhada. É uma pergunta muitas vezes que é feita e nós vamos encontrar na obra Livre eh não, Livre Sexo não, não, sexo e destino. No capítulo 7, André Luiz nos traz alguma coisa. Muitas pessoas têm dúvida: será que eu revelo que o filho é adotado logo no começo ou eu guardo isso lá pro final? É uma pergunta frequente. E ali no livro Sexo Destino, o André Luiz nos fala que muitas vezes esconder essa verdade pode trazer conflitos no futuro, principalmente quando a criança acaba descobrindo por terceiros. E ao invés disso, nós podemos com muita ternura, eh, endereçar esta fala, esse sentimento ao filho adotivo. E cada um vai encontrar seu jeito. É natural. Você nasceu não do meu ventre, mas da minha alma. Você foi escolhido. É o filho do meu coração. Muitas vezes mais importante, porque nós vemos na ingratidão dos filhos. Eu tenho aqui o Evangelho Segundo Espiritismo, separei até alguns capítulos dos órfãos, Ingratidão dos Filhos, capítulo 13, capítulo 14. e vamos encontrar algumas informações aqui muito importantes. Então, esses vínculos espirituais muitas vezes que ocorrem através da adoção são muitos, muito mais fortes, mas também são desafiadores. A criança adotada precisa sim saber de sua origem por essa descoberta, porque essa descoberta faz parte muitas vezes da prova existencial que ele está vivendo. André Luiz fala isso. E o ambiente familiar amoroso, verdadeiro, acolhedor, é o lugar ideal para que esta revelação seja feita com uma segurança emocional. Ninguém é obrigado a adotar, ninguém, mas somos convidados a este ato e esta prática. E eu conheço muitos pais adotivos muito especiais.

para que esta revelação seja feita com uma segurança emocional. Ninguém é obrigado a adotar, ninguém, mas somos convidados a este ato e esta prática. E eu conheço muitos pais adotivos muito especiais. Por isso é preciso destacar que ninguém obrigado a adotar. nem por religião, nem por doutrina. Escutei isso também do nosso Raul Teixeira numa entrevista dada à Federação Espírita do Paraná. Muito bacana o vídeo que ele gravou. Porque nem mesmo o Espiritismo impõe esses gestos. Porque o que somos convidados a fazer é amar um pouco mais, estendendo as nossas possibilidades, ampliando as nossas virtudes. E adotar não significa necessariamente trazer uma criança para dentro de casa, porque maneiras nós podemos adotar com gestos, muitas vezes apadrinhando alguém, ajudando, visitando instituições, apoiando famílias em vulnerabilidade. Existem muitas formas de ser pai, de ser mãe com coração. Quando se ama de verdade, não há exigências estéticas. nem as perfeições que nós idealizamos que era o menino faria príncipe. Não, a gente também não é lá grande coisa. Eu tô mais brincadeira, brincadeiras à parte. Quer dizer, não adianta fazer essas essas questões. O amor vai fazer esta busca. Muitos casais procuram filhos que se pareçam com eles fisicamente, mas quem deseja amar ama a criança que precisa ser amada. independente da cor, da origem, da saúde, da aparência. Existem vários exemplos de casais que adotaram crianças com deficiência, com síndromes, com limitações. E quando eles fazem isso, são experiências espirituais de altíssimo coturno, muito elevadas. Amor, amor é algo puro, é algo muito especial. Então, adotar é como se fosse uma espécie de estender os braços nestes planos infinitos de resgate que nosso Senhor Jesus Cristo tem para toda a humanidade. Porque no final das contas somos todos adotados e o pai verdadeiro é Deus. Tudo isso nós vamos perceber que a adoção é muito mais de que um ato jurídico, é muito mais do que uma decisão social. Ela é uma extensão do plano divino de amor, como

tados e o pai verdadeiro é Deus. Tudo isso nós vamos perceber que a adoção é muito mais de que um ato jurídico, é muito mais do que uma decisão social. Ela é uma extensão do plano divino de amor, como havíamos mencionado. É a prova viva de que os verdadeiros laços se formam pelo espírito, não apenas pelo corpo. Ela é adotar, é uma espécie de testemunho de que a família é antes de tudo um projeto de Deus e que ele, a criança, a criança adotada, pode, sem dúvida nos chegar como um verdadeiro presente. Emanuel vai falar que a melhor escola é o lar. Era até uma campanha, eu acho que da Federação Espírita Brasileira, onde a criatura deve receber a os primeiros as primeiras lições, as questões do caráter, porque é de um lar bem estruturado que vão sair os melhores médicos, os melhores administradores, os melhores políticos, os melhores homens. Com a base do caráter, nós vamos conseguir melhor diferenciar o que é certo e errado. Todos nós temos isso dentro de nós. Onde é que está escrita a lei de Deus? Na consciência, a pergunta 621, que muitos de vocês, muitos de nós sabemos de có. E o lar é essa escola, é uma espécie de é adoção. E a adoção, melhor dizendo, era uma frase de Emmanuel, alguma coisa assim. adoção é a matrícula voluntária no curso mais nobre que nós podemos fazer, uma extensão deste amor incondicional. Há umas perguntas que eu gosto muito, porque isso no começo, quando Kardec iniciou alguns, começou a fazer as perguntas para os espíritos e as respostas começavam a vir. as questões relacionadas ao materialismo mecanicista em muitos pensamentos naquela época começaram a surgir em conflito com as questões da espiritualidade. E mais particularmente na pergunta 774 de O Livro dos Espíritos, Kardec perguntava mais ou menos assim que haviam pessoas que deduziam que a questão eh da família era algo simplesmente uma questão de costumes sociais, porque os animais quando a próle alcançava uma determinada idade adulta, eles cada um por si e Deus por todos. E eles nem se lembravam mais dos

a era algo simplesmente uma questão de costumes sociais, porque os animais quando a próle alcançava uma determinada idade adulta, eles cada um por si e Deus por todos. E eles nem se lembravam mais dos pais. E os as os pais também não se lembravam das suas crias. Então, será que isso não seria um uma questão de apenas um costume social? É a pergunta 774 do livro dos espíritos. Está ali na lei de sociedade e os espíritos são claros, nos falando que o destino da humanidade, do homem, é muito diferente dos animais. E os espíritos até dão botam o dedo na da gente com então querer confundir estas coisas para o homem, ou seja, alcançando já esse estado de entendimento, há um outro objetivo, uma necessidade de progredir, mostrando a importância dos laços sociais e os laços de família. E segue na pergunta 775, quando a gente, quando Kardec pergunta aos benfeitores qual seria para a sociedade o resultado de um relaxamento dos laços de família? Recrudescência do egoísmo. Recrudescência do egoísmo. Mostrando isso, como é tão importante a célula familiar, tão desprestigiada nos dias atuais, quando a loucura de todas as formas alcança o planeta. Como é importante uma família! Não importa se o filho veio do ventre de uma mulher ou ele foi acolhido através de uma escolha consciente. Não importa se nasceu da gente ou se veio como um presente de Deus. O que realmente importa é a pergunta que todos nós podemos fazer a nós mesmos. Estamos dispostos a amar? Estamos dispostos a não só dar a capa, mas também o manto? Não andar mais uma milha, mas andar mais duas milhas, como disse Jesus. Será que eu consigo estender isso tudo? Todos nós, filhos de Deus, temos a verdadeira maternidade que vem do pai amantíssimo. E lembrando que hoje fazem 832 anos que a mãezinha Joana de Angeles, Clara de Assis, nasceu em Assis em 1193. Foi até postado pela mansão do caminho, 832 anos. Essa que é a nossa mãezinha espiritual, nos convidando a prática do amor a estendermos um pouquinho mais os laços. Há uma um capítulo e eu peguei

193. Foi até postado pela mansão do caminho, 832 anos. Essa que é a nossa mãezinha espiritual, nos convidando a prática do amor a estendermos um pouquinho mais os laços. Há uma um capítulo e eu peguei aqui no meu telefone aqui, SOS Família, uma obra ditada pela nossa mãezinha Joana e por outros espíritos. E no capítulo 28, Joana, perdão, Amélia Rodrigues, nos traz a seguinte informação: filho adotivo, é uma mensagem grande, mas um determinado momento ele coloca, Amélia Rodrigues coloca: "De certo modo, somos todos filhos adotivos uns dos outros, pelo corpo ou sem ele, porquanto a única paternidade verdadeira é a que procede de Deus". o genitor divino que nos criou para a glória eterna. é belíssima e a mensagem segue em frente com uma espécie de agradecimento. Venho agradecer-lhe em meu nome e no daqueles filhos adotivos que muitas vezes ingratos e doentes, pois que também os há em quantidade, não souberam valorizar os lares que os receberam, nem os corações que se dilaceram na cruz espinhosa dos sofrimentos em favor da vida e da segurança deles. Chamélia, recordando-me da mãe de Jesus, que a todos nos adotou como filhos em homenagem ao seu filho. Digo-lhe emocionada e feliz: Deus abençoe mamãe hoje e sempre. Estes eram alguns breves comentários que gostaríamos de falar e recordando o nosso querido Divaldo, que adotou mais de 600 crianças, 685, 686, se não estou enganado. Que homem é esse? Que amor é esse? algo pra gente pensar e refletir. Muito obrigado pelas considerações. Vamos escutar agora o nosso querido Lincol. >> Obrigado, Marcelo. Sem dúvida, né? um aprofundamento muito importante num assunto tão eh relevante e às vezes tão eh não entendido corretamente, que é o processo de adoção. E a lembrança do Divaldo fecha com chave de ouro, porque se teve alguém que soube eh usar o processo de adoção eh no até o com mais competência e com mais brilhantismo foi nosso querido Divaldo. Passamos então agora ao nosso querido Lincoln que vai fechar o livro para nós. Lincoln é com você.

rocesso de adoção eh no até o com mais competência e com mais brilhantismo foi nosso querido Divaldo. Passamos então agora ao nosso querido Lincoln que vai fechar o livro para nós. Lincoln é com você. Obrigado, João. Abraçamos fraternamente você, o Marcelo Querido, e todos os amigos que nos acompanham nesses estudos, heróis do da do conhecimento, porque mergulhar nos estudos da obra espírita é buscar a própria libertação em relação à limitação de conhecimentos, como também reorganizar as nossas ideias numa nova matriz mental que possa ampliar os horizontes do nosso entendimento. da vida de Deus, de nós mesmos e o processo de convivência nossa com o nosso próximo. Então, estudar é maravilhoso. Por isso, abraçamos aqueles que heroicamente nos acompanham nesses estudos, dedicando o seu tempo a esta hora que passamos juntos nesses estudos das obras de Manuel Flor de Miranda. E essa que estamos encerrando hoje traz assuntos muito interessantes, riquíssimos para a nossa experiência, porque já falamos aqui em outros momentos, mergulhar no estudo de uma obra é criar uma confidência com autor e os estímulos que nos são trazidos para a nossa renovação, eh, não só em termos de estrutura mental no desenvolvimento da nossa inteligência, mas também os estímulos próprios que esses espíritos nos trazem para a conquista de virtudes que todos nós queremos e sabemos que estão difíceis de ser conquistadas diante de tudo aquilo que trazemos como heranças de outras encarnações. E o autor Manuel Filomeno começa este último capítulo desta obra já mencionando que e nós nós passamos por um processo de esquecimento no nosso passado quando mergulhamos no corpo físico, mas ele vai desenvolver algumas ideias a respeito disso. E a referência da experiência aqui de Argos e Aure é muito importante para nós, porque eh são dois espíritos que trazem os seus compromissos de dívidas no passado nessa experiência agora aqui e cada um deles vivendo, de uma certa forma um campo emocional, mental diferente,

a nós, porque eh são dois espíritos que trazem os seus compromissos de dívidas no passado nessa experiência agora aqui e cada um deles vivendo, de uma certa forma um campo emocional, mental diferente, na sua instabilidade emocional, né, alternando o comportamento, portanto às vezes com aquele impulso de renovação para depois decair e e novamente para os desvios, né, de certas paixões ou esquecimento de consequências. Euuria, que apesar de estar servindo fraternalmente, assistindo o próximo, colaborando com eh o alívio, o consumo das pessoas, carregando também a sua experiência difícil para eh resgatar o seu passado. Então, vemos dois espíritos em campos diferentes, um no sacrifício pelo próximo, mas sem eh naturalmente se deixar de sofrer o assédio dos inimigos do passado. E todos nós que trazemos experiências do passado, temos os nossos compromissos durante a nossa encarnação, apesar de não nos recordarmos de todas essas dívidas. Aliás, vale a pena lembrar aquilo que Allan Kardec comenta no Evangelho segundo o Espiritismo lá no capítulo 5, bem-aventurados os aflitos quando ele fala sobre o esquecimento do passado. É natural e Deus nos outornou esse esse esquecimento como uma necessidade para que nós estivéssemos com esse arquivo do passado na digamos colocado nos porões do nosso inconsciente falando metaforicamente, né? mas permitindo que a voz da nossa consciência puse aquele elemento de alerta para as nossas necessidades, das decisões que nós vamos tomando enquanto estamos no caminho das experiências do corpo e também as nossas tendências instintivas. Vejamos dois elementos importantíssimos. O Marcelo já mencionou que todos nós temos aí gravados em nossa consciência a lei divina. esta lei que vai nos colocar os alertas muito importantes em relação às nossas decisões que tomamos aqui sobre aquilo que vamos orientar a nossa existência. Então, Deus nos coloca esses dois elementos. Então, não estamos órfã eh desse nosso passado entregues ao acaso, mas somos dirigidos por uma força

ui sobre aquilo que vamos orientar a nossa existência. Então, Deus nos coloca esses dois elementos. Então, não estamos órfã eh desse nosso passado entregues ao acaso, mas somos dirigidos por uma força maior, que é o amor divino, trabalhando cada um de nós em todos os momentos. E as experiências e vidas plural e aros são também um exemplo para todos nós, para medirmos a nossa resistência também diante da de tudo aquilo que nós temos desse inconsciente profundo que nos chama de alguma forma para determinadas tendências. Todos nós temos, então, nesse processo, um esforço de de despertamento das nossas virtudes e de um esforço de erradicação das sombras que ainda carregamos. Quem poderá fazer isso por nós? Somente nós mesmos. Por isso, nós temos que procurar nos autoconhecer, nos autodescobrir, analisando-nos frente aos conhecimentos que estamos agora adquirindo na doutrina espírita, que são caminhos luminosos que nos foram entregues nesta encarnação como oportunidade de avançar mais rapidamente nosso processo de aperfeiçamento espiritual. E o Manuel Filomeno destaca aqui que a a nossa consciência ela, claro, ela sofre essa constrição das lembranças do passado que estão arquivadas nesse consciente, mas nós temos de alguma forma eh o nosso subconsciente, como diz ela, eh como diz Manuel Filomeno, que vai nos colocar em relação com esse mundo espiritual, tanto o mundo espiritual superior que canalizamos através dele a inspiração, as boas intuições de bons espíritos, mas também nos coloca em contato com esse mundo espiritual do qual nós somos devedores, os espíritos infelizes que buscam vingar-se de nós ou outros espíritos infelizes que por nós estamos trabalhando numa seara de melhorar a nós mesmos, de buscar o estímulo às outras pessoas também para crescer espiritualmente, não concordam com essas nossas decisões de ergimento moral, espiritual. igual que lutam contra os nossos projetos. Irmãos, infelizmente infelizes, que ao invés de buscar eles mesmos erguer-se para os cúmes da

ordam com essas nossas decisões de ergimento moral, espiritual. igual que lutam contra os nossos projetos. Irmãos, infelizmente infelizes, que ao invés de buscar eles mesmos erguer-se para os cúmes da sabedoria e do conhecimento e do amor, preferem tentar arrastar-nos para o nível inferior em que ele se encontra. Naturalmente aí estará a medida da nossa resistência. É isso que vai nos medir. Quem quiser conhecer um pouco mais sobre estas ideias do superconsciente, poderá encontrar no livro de Joana de Angeles, o Despertado Espírito no capítulo número cinco, algo a respeito. E ali ela fala em um dos parágrafos sobre um dos parágrafos sobre esta irradiação de teor pestífero, vamos dizer, e perturbador procedente de fontes mentais degeneradas que sincronizam conosco a partir do mundo espiritual, porque elas encontram em nossa inferioridade os elementos que fazem com que haja esta ligação com o nosso plug mental. Então, qual é o maior inimigo nosso? Serão os espíritos obsessores que nos afetam? Serão os espíritos eh levianos que procuram fazer a os nossos desvios morais? Não. O nosso próprio inimigo está dentro de nós Deus. a nossa invigilância, como acontece com o nosso amigo Aros aqui na experiência narrada, pela nossa instabilidade emocional, pela nossa invigilância mental, nós damos vazão a essas tendências que trazemos do passado em relação ao nosso egoísmo exacerbado, ao nosso orgulho muitas vezes e todos os filhos desses elementos nocivos ao nosso processo de aprendizagem. Então, meus irmãos, todos nós somos convidados a exercer esta vigilância em relação à nossa casa mental. Não nos faltam elementos de referência no Evangelho de Jesus, nos estudos da doutrina espírita, na intuição dos nossos guas espirituais, nos alertas que nos trazem os espíritos benfeitores que estão à nossa volta para ajudá-los a atravessar este esta grande sombra que ainda carregamos em nós, que são as nossas imperfeições. É um trabalho que cabe a cada um de nós, mas naturalmente recebemos ajuda de muitos

lta para ajudá-los a atravessar este esta grande sombra que ainda carregamos em nós, que são as nossas imperfeições. É um trabalho que cabe a cada um de nós, mas naturalmente recebemos ajuda de muitos espíritos encarnados e desencarnados. Aí chamamos atenção para o ambiente familiar como o principal núcleo formador de valores. Nós recebemos valores dos nossos pais, nós transmitimos valores aos nossos filhos. Não lembrou muito bem também, Marcelo, a questão do valor da família como este centro de educação moral, especialmente. Jamais deveremos transferir, por exemplo, para as escolas ou para a universidade, eh, a responsabilidade da educação moral dos nossos filhos. Eles dão se e oferecem nas escolas, nos institutos de educação, as instruções próprias sobre as ciências que estamos todos buscando conhecer. as ciências bizatas, as ciências humanas e assim vamos aperfeiçoando o nosso conhecimento. Mas a educação moral nasce primeiramente no lar, junto ao ambiente familiar, para depois naturalmente aperfeiçoar-se no contato da convivência social onde quer que nós estejamos. Então essa é uma parte dial que nos traz esse capítulo com relação a todas estas tendências que nós trazemos no passado. Vigilância em relação a isto para o controle das nossas imperfeições e o principalmente das qualidades que nós já trazemos. Na parte final desta obra, nós encontramos aqui uma série de instruções especiais que a Benegada Angélica a discípulo do Cristo, como é dito aqui Floreno, apresenta a todos aqueles personagens que foram reunidos no mundo espiritual para receberem essas orientações e o encaminhamento não só da reencarnação do Felipe, mas uma orientação a todas as pessoas vinculadas com experiência que estava ali sendo preparada a Aulia e os demais participantes também. Então, ela dá uma série de recomendações aqui que vale a pena todos nós nos debruçarmos sobre cada uma dessas frases, cada um desses elementos que ela coloca, porque cabem exatamente nas experiências nossas também, não apenas aos personagens da

i que vale a pena todos nós nos debruçarmos sobre cada uma dessas frases, cada um desses elementos que ela coloca, porque cabem exatamente nas experiências nossas também, não apenas aos personagens da obra, desse livro que nós estamos estudando, mas cada um de nós pode aplicar essas instruções na nossa experiência de vida. E ela começa dizendo que abre-se novas oportunidades para o futuro nosso. Como nós estamos aproveitando as oportunidades dessa encarnação? Como estamos convivendo com este ambiente onde somos colocados, seja na família, no trabalho, na casa espírita ou na religião que nós estejamos professem geral, como estamos agindo diante daqueles chamamentos de aperfeiçoamento espiritual que nos chegam a cada dia. Somos, como diz ela aqui, os herdeiros dessas sombras do ontem, muitas vezes envolvidos, tem cadeias de olhos muito graves, mas temos o futuro diante de nós, colocado pela misericórdia divina à nossa disposição, sendo preparado desde já no presente, porque no dia de hoje a reencarnação atual é um presente da divindade para todos nós como oportunidade. E é isso que está recomendado então pela nossa nova mentora. E segundo ela, e isso nós verificamos nesta obra e temos verificado em todas as obras de Manuel Fundino de Miranda as preces e intercessões dos guas espirituais nossos jamais é só. Nós estamos sempre sobres nos esqueçamos disso. Muitas vezes achamos que estamos caminhando por nós mesmos. Claro, nós temos o nosso livamento, tomamos as decisões próprias, mas quando preparamos o nosso planejamento encaratório, nós recebemos a assessoria e o socorro dos nossos guias espirituais, familiares, amigos, espíritos, amigos nossos de convivência no plano espiritual que colocaram ali o seu empenho em relação aos desafios que nós iremos enfrentar nessa encarnação. Estaremos nós respondendo a eles que estão ao nosso lado, observando a nossa experiência, estamos respondendo adequadamente a este amparo que eles nos têm entreg, devemos associar isso. Então, nós vemos que cada experiência é

a eles que estão ao nosso lado, observando a nossa experiência, estamos respondendo adequadamente a este amparo que eles nos têm entreg, devemos associar isso. Então, nós vemos que cada experiência é única no seu tempo e na sua dimensão existencial. Esta encarnação é única, a vida é única. Outras encarnações nós teremos, mas o aproveitamento dessa vai projetar as próximas muito mais confortáveis. Sempre gostamos de destacar as pessoas que reclamam muito da vida, que sejam. Se você não está gostando daquilo que está vivendo hoje, que dentro dos mecanismos da lei divina são heranças nossas de atos do passado, ou seja, estamos colhendo hoje, nós plantamos ontem, não está satisfeito? Pois começa a plantar no terreno da própria vida as sementes novas que possam gerar os frutos melhores não existe outra lógica de vida diferente desta. E neste esforço de renovação, não estamos a sós. Por mais difíceis que sejam os momentos que temos, não estamos a sóos. Vamos enfrentar as nossas batalhas, como diz aqui a nossa irmã Angélica, mas para o crescimento para tudo. E é por isso que aqui estamos numa espécie de caminhada para o vetor a casa de nosso pai, como diz a parábola do filho pródigo. Vivemos experiências difíceis. Então, a irmã Angélica recomenda naquele grupo ali e a recomendação válida para nós também, não se recuseem ao serviço do Cristo pelo bem de nós mesmos, porque Jesus é a nossa referência, ele é o nosso guia, é o nosso pastor, é o nosso modelo. E segundo a nossa irmã Angélicas, todos nós sabemos as tarefas que devemos executar, porque elas estão gravadas em nossa consciência. Elas nos chamarão ao cumprimento das nossas responsabilidades e deveres dignos diante da diante da vida. Se nós saímos desse caminho, dessa inspiração, dessas intuições e preferimos outros caminhos mais tormentosos, é a decisão nossa pelo livre arbítrio e o livre pensar nosso. Mas existe um determinismo em nossas existências que vem desse planejamento encarnatório que está imposto a todos

minhos mais tormentosos, é a decisão nossa pelo livre arbítrio e o livre pensar nosso. Mas existe um determinismo em nossas existências que vem desse planejamento encarnatório que está imposto a todos nós e aceitos por nós durante esse planejamento. Portanto, com a expectativa, possamos dar cumprimento a esse trabalho. Então, meus irmãos, diz aqui a nossa irmã Angélica que o livro da vida, onde estão registradas as experiências de Jesus, os exemplos que L nos entregou, todos os seus ensinamentos, estão a nossa referência para o roteiro das nossas existências. Agora diz ela se pelas novas interpretações e elevadas interpretações de Allan Kardec, temos em nossas mãos um instrumento de uma força muito grande para nos ajudar neste trabalho, porque Allan Kardec no seu trabalho deixou-nos uma obra impecável para o nosso estudo, o nosso aprofundamento dessas ideias para compreendermos exatamente a nossa caminhada aqui. Então, diz a nossa irmã Angélica para que nós busquemos vivenciar o amor e o serviço de elevação pessoal. Este amor está presente diariamente em tudo que nós fazemos, desde os pensamentos que nós elaboramos, as palavras que nós pronunciamos, a forma como nos dirigimos às pessoas, a gentileza com que envolvemos aqueles que estão ao nosso lado, as decisões acertadas que adotamos dentro do caminho de uma dignidade de comportamento e de uma ética, uma postura e um moral adequada. Tudo isso representa a presença do Cristo em nós, a refletir-se naquela luz que ele nos pediu que fizéssemos brilhar. E esta luz, ela está em nós, aguardando ser potencializada de acordo com nossos esforços. E a nossa irmã Angélica fala que o medo é inimigo da paz. Não devemos temer nunca, diz ela também, em qualquer situação que nós enfrentemos, porque Deus está ao nosso lado. Aprendemos certa oportunidade uma frase muito interessante de um amigo evangélico. Ele diz o seguinte: "Não diga a Deus o tamanho do seu problema, mas diga ao problema o tamanho do Deus que você tem e lute. Não

certa oportunidade uma frase muito interessante de um amigo evangélico. Ele diz o seguinte: "Não diga a Deus o tamanho do seu problema, mas diga ao problema o tamanho do Deus que você tem e lute. Não desista." Então é maravilhoso isso. Vemos que o amor ele permeia todos os nossos caminhos. Nós vivemos, segundo o que nos fala o espírito Joangeles, mergulharmos no oceano do amor divino. Ora, se somos uma espécie de peixe dentro desse oceano, não nos será fácil sintonizar com esta energia do amor para que ela penetre em nossas almas e possa dirigir as nossas vidas, já que estamos vivendo dentro deste amor. Então, nós estamos sempre mergulhados nesta energia de nosso pai e é toda misericórdia e trabalha sempre em nosso favor. Então, a nossa irmã vereanda Angélica, ela nos recomenda que nós façamos a a determinação das nossas metas de trabalho terra, metas alcançáveis naturalmente, porque não poderemos dizer a nós mesmos que a partir de amanhã eu serei uma pessoa totalmente calma e pacienciosa. não conseguimos porque não era o dia seguinte que se fosse triste, não era uma encarnação muitas vezes, mas a caminhada no sentido de adquirirmos paciência, tolerância, a postura do perdão, a a compaixão pela dor alheia, tudo isso se realiza cada dia e a conta de outras pode ser uma conversão assim drástica, ela acontece, mas são casos muito rares. nós fazemos esse trabalho é no dia a dia. Então, buscar nesta convivência aí, segundo nossa irmã Angélica, evitar o o eh o fermento da maledicência, outro alimento que ela coloca. Veja se o espírito colocar uma recomendação dessa, nós ficamos imaginando eh que força tem essa maledicência, calúnia no processo de progresso social, que denigra a o caráter das pessoas, que muitas vezes eh destrui destrói as vidas, né, ou o ou os valores morais dos indivíduos. É uma força muito eh elevada para que o espírito venha nos dizer, ó, evita a maledicência. Assim como nos diz ela também, para que a gente diante do mal que nos façam, eles não devem

s dos indivíduos. É uma força muito eh elevada para que o espírito venha nos dizer, ó, evita a maledicência. Assim como nos diz ela também, para que a gente diante do mal que nos façam, eles não devem merecer nem comentários de nossa parte, porque os espíritos dizem que quanto mais falamos do mal, mais ele se multiplica primeiro dentro de nós e a partir daí nos corações com os quais compartilhamos as nossas opiniões. e um fator muito importante que eh o João destacou na leitura dele, no resumo dele, apoiar-nos na oração e a oração já diz eh e contém, né, praticamente dois verbos, né, o verbo orar e o verbo agir. Então, orar, oração e ação. Um não vive sem outro. Então, é necessário que nós tenhamos a mente vinculada com os planos superiores da vida, buscando forças para resistirmos às nossas próprias tendências ainda dentro das do heroísmo que carregamos e do mal que ainda possuímos, mas também é uma fonte de referência para buscarmos as forças para que termos eh possibilidades de invercer tudo aquilo. E o trabalho, o serviço no bem, qualquer que seja ele, vai nos fazer então que nós mantenhamos a nossa mente voltada para algo útil. E isso faz com que transitemos também nas faixas mais elevadas da vida espiritual que está a nossa volta. Então, irmãos, eh nós devemos buscar conhecer as nossas fraquezas para elas tirar uma referência e buscar o fortalecimento do nosso caráter, da nossa vida, porque isto é uma prova de alto amor. E este auto amor que nos ajuda ao reconhecer as nossas imperfeições, as dificuldades que temos de remodelar o nosso caráter, tornar-nos pessoas melhores, tudo que nós enfrentamos e vemos o quanto é difícil vencer as nossas más tendências, vamos observar que os irmãos de caminhada à nossa volta também tem essas mesmas dificuldades. Por isso, jamais entraremos no em qualquer tipo de relacionamento com os irmãos de caminhada. sendo juízes do comportamento ali, mas juízes do nosso compências aos outros corresponde a experiência de cada um. Cabeos, sim, exercitarmos os

lquer tipo de relacionamento com os irmãos de caminhada. sendo juízes do comportamento ali, mas juízes do nosso compências aos outros corresponde a experiência de cada um. Cabeos, sim, exercitarmos os olhares de compaixão por todos aqueles que estão equivocados, como nós temos a compaixão dos nossas espirituais com os nossos próprios equíos. Quem de nós não comete erros senão agora em outras encarnações? Já nos dizia Jesus, não julgueis. E esse não julgamento, ele é feito mentalmente, verbalmente, em todos os aspectos, através das atitudes também. Porque em muitos casos nós funcionamos mesmo como um juiz muito cruel. Nós avaliamos outras pessoas, fazemos um julgamento, definimos a penalidade e aplicamos essa penalidade. Todos esses elementos diante de uma postura, diante eh perante as outras pessoas. Então, irmãos, sejamos fortes no autodomínio, da nossa autor renunovação, buscando Jesus para nos fortalecer a cada dia. Porque nós temos hoje em nossas mãos aqueles que abraçamos o contato, já estamos entrando no contato com a doutrina espírita. Não há tesouro maior hoje de conhecimento na humanidade superior a este, porque ele concentra referências a todas as ciências do mundo e nos traz a ciência do espírito. Está por trás de tudo que existe na matéria também. São as potências da natureza. Deus, espírito, matéria. A ciência espírita é o objeto da doutrina espírita. Vamos estudá-la para nos conhecermos melhor. E ao nos conhecermos podemos agir melhor também. Jesus está conosco. Os nossos guas espirituais estão conosco. Temos uma farta literatura do espiritismo, além da codificação trazido por Allan Kardec. Marcelo lembrou muito bem de Divalo Pereira Franco que tem mais de 260 livros escritos. Francisco Cândido Chavier, com mais de 400 obras escritas, outros autores médiuns ou não, que trouxeram através da sua inteligência, dos seus sentimentos de amor também as suas obras. Basta-nos estudar. Isso. Você sabe por que existe tantas obras assim? Para nos ensinar a amar. Porque bastaria

trouxeram através da sua inteligência, dos seus sentimentos de amor também as suas obras. Basta-nos estudar. Isso. Você sabe por que existe tantas obras assim? Para nos ensinar a amar. Porque bastaria que todos nós cumpríssemos aquele verno que Jesus nos deixou. Amém. Como a gente não sabe fazer isso, os espíritos não se cansam de escrever para nós, para nos ensinar como amar. Esse capítulo aqui, nesta parte das recomendações finais que nos dá o espírito da benfeitura angélica, já é o manual de orientação para a nossa encarnação. Sugerimos a leitura, reflexão, o estudo aprofundado cada um, que só cada um conhece a sua realidade ítica. Que Jesus nos fortaleça, nos abençoe. Ele conta conosco também para transformarmos este mundo, transformando cada um de nós para melhor a cada dia. E quanto melhores formos, melhor será o mundo para volta com ele. Não nos faltarão elementos propulsores para esses propósitos novos. Muito obrigado a todos. Que Jesus nos envolva sua obrigado, Lincol. Excelente resumo, excelente encerramento dessa obra magnífica que acabamos de estudar. Eh, agradecemos a todos que participaram do estudo conosco. Agradecemos a todos que nos acompanham ao longo desses anos todos no estudo das obras. Agradecemos especialmente a nossos queridos companheiros coordenadores, aos que estão aqui hoje, Lincol, Marcelo, aos que não estão, Ângela, Eulália, Gisele, Jusara, Tânia, Andreia, Luziane, Vânia, Vittor, Laudes, que todos possam receber o nosso carinho, nosso abraço, mas o trabalho Continua. Então, na próxima semana começamos o estudo de uma nova obra chamada Loucura e Obsessão também de Manuel Filomeno de Miranda sob a psicografia do nosso querido Divaldo Franco. Pedimos então a bênção a todos, que tenham uma semana de muita luz, muita paz, muita alegria e que possamos estar aqui novamente reunidos na próxima semana para dar início ao novo trabalho. Que fiquem com Deus todos, que todos tenhamos uma ótima semana. Obrigado.

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