T5:E5 • Nas Fronteiras da Loucura • Programática reencarnacionista
» Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert • Temporada 05: Nas Fronteiras da Loucura (Philomeno de Miranda) • Episódio 05: Programática reencarnacionista (Capítulo 04) » Host/resumo: João Korngold » Aprofundamentos: Jussara Korngold e Lincoln Barros de Sousa
Olá, amigos, amigas. Bem-vindos, bem-vindas a mais um estudo do livro Nas fronteiras da loucura, pelo espírito Manuel Filomeno de Miranda e a psicografia de nosso querido Divaldo Pereira Franco. Estamos hoje na companhia dos nossos queridos coordenadores Jusara Cornegold, Lincoln Barros de Souza. Eh, antes de começarmos, vamos à nossa prece inicial, elevando nossos pensamentos, pedindo a proteção ao mestre Jesus, a inspiração para que possamos efetuar um trabalho abençoado, protegidos pela espiritualidade maior, sobre a proteção também de nossa mentora Sueli Caldas Schuber, que começou esse trabalho, pedindo também, agradecendo Adivaldo Franco, que nesta semana comemora mais um aniversário. ao mentor Manuel, ao espírito Manuel Filomeno de Miranda, que nos traz sempre palavras e estudos tão importantes, tão profundos. agradecidos por esta oportunidade de estarmos mais uma vez reunidos em nome do Mestre Jesus, pedindo a proteção, pedindo a bênção, pedimos permissão para começar os nossos trabalhos. Que assim seja. Então, hoje nós estamos estudando o capítulo 4ro que se chama programática reencarcionista. Eh, no capítulo anterior vimos a o aborto de Julinda e aí o capítulo começa eh com o mentor Manuel Filomeno de Miranda nos falando da pugna que da luta que se travava além além dos olhos físicos e que era constrangedora, que o espírito que fora expulso violentamente do corpo não se desligava da matriz uterina, influenciava com a mente vigor rigorosa e revoltada o organismo da que se negara a sustentá-lo. sentia-se injustamente repudiado, não obstante as súplicas que fizera a futura mãe, com a ânsia de progredir através das engrenagens do corpo físico, foi se assenhorando lentamente pela incidência telepática da criminosa e foi desenhando na tela mental, por cujo comportamento ao longo dos meses, conseguiu lhe desarticular o equilíbrio da razão. E nesse particular, a consciência dela culpada foi corrompendo a couraça da falsa justificativa para o crime, gerando então os os pródromos de
meses, conseguiu lhe desarticular o equilíbrio da razão. E nesse particular, a consciência dela culpada foi corrompendo a couraça da falsa justificativa para o crime, gerando então os os pródromos de arrependimento que se transformaria então no fio mágico para o intercâmbio mental. Atada ao espírito com que se desejara libertar, Julinda passou a defrontá-lo no nos desprendimentos pelo sono com os pesadelos dolorosos e apavorantes, o via deformado, agressivo, como se acionado por estranho mecanismo que se desagregasse até desaparecer em pó para depois ressurgir na aparência fetal, despedaçando-se e se eh desmanchando em sangue, e as cenas vivas a passaram a afligi-la cruelmente e a impossibilitavam de repouso. Nesses momentos de angústia, despertava muito assustada, vencida por suores e angustiada. O esposo se desdubrava em cuidados, mas não conseguia identificar a causa dos pesadelos que se agravavam. E caracterizada então a síndrome obsessiva e estabelecida a ligação entre os dois litigantes, a paciente foi mergulhando num insemismesmamento, em cuja intimidade psíquica a luta fazia-se mais obstinada. O desenfriado desejo de vingança do adversário obrigava-o a permanecer ao lado de quem lhe deveria ser devotada mãe, enclausurando-a então nos nas teias dos propósitos inconfessáveis de que hora se encontrava dominado, tentando levá-la ao suicídio por qualquer processo que ele estivesse ao alcance. Manuel Filomeno de Miranda nos diz que se indagaria a providência divina porque todos ela não se poderia interromper o lamentável processo. E ele nos fala: "É certo que sim." No entanto, a negação de Julinda ao amor e a oportunidade de ajudar tornava-se então a conclusão de uma larga história, como depois estudaremos, e que agora abria um novo ciclo de acontecimentos, cuja responsabilidade ela assumira usando o livre arbítrio em atitude rebelde e orgulhosa. Era justo então que experimentasse o resultado da invigilância, tendo que aprender pelo sofrimento do que se negara a conseguir pelo bem através do
ndo o livre arbítrio em atitude rebelde e orgulhosa. Era justo então que experimentasse o resultado da invigilância, tendo que aprender pelo sofrimento do que se negara a conseguir pelo bem através do serviço de amor a si mesma e ao próximo. Bezerra então chama a atenção em torno do processo psiquiátrico decorrente de problemas posteriores ao parto denominado de psicose puerperal. Então, Bezerra nos diz: "Tecnicamente, a produção dos hormônios que se faz normalmente torna-se fator de desequilíbrio em razão dos mesmos se transformarem em toxinas, atuando no complexo cerebral, terminando por desarranjar a estabilidade psíquica". Mesmo em fenômeno de tal ordem meramente fisiológico, encontramos o espírito devedor que volta a forma feminina sob a injunção do distúrbio para recuperar-se do mau uso passado das funções genésicas. E observava-se igualmente que o desarranjo hormonal sucede em jovens e senhoras durante o período menstrual, alterando comportamento que tende a excitação psíquica para posterior queda depressiva. Mas nos alerta bezerra, o espírito é sempre responsável pelo corpo que se utiliza. suas funções físicas e psíquicas, que decorrem das realizações pretéritas e do uso nobre ou vulgar, elevado ou pervertido que lhe atribuiu. Na condição de devedor, mais facilmente sintoniza com outros espíritos, na mesma faixa de evolução ou em condição inferior, perante os quais se encontra em débito, facilitando então o quadro das obsessões. Nesse caso em particular, a nossa paciente somou às antigas uma nova e grave ação infeliz, que agora, por natural processo de reparação, a jugula, aquela quem novamente prejudicou quando poderia auxiliá-lo. E ele nos diz que quando os homens compreenderem que o amor é sempre mais benéfico para quem ama, muitos males desaparecerão da terra. Enquanto, porém, o egoísmo governar o comportamento, a dor se atrelará às criaturas, realizando o míst-las para o equilíbrio, a ordem e o bem, que são as fatalidades da evolução. Então, Dr. Bezerra termina de considerar
egoísmo governar o comportamento, a dor se atrelará às criaturas, realizando o míst-las para o equilíbrio, a ordem e o bem, que são as fatalidades da evolução. Então, Dr. Bezerra termina de considerar a questão quando se entra no quarto a genitora da enferma, desdobrada pelo sono fisiológico, demonstrando uma grande preocupação e uma grande ansiedade. Se acerca da filha, embora sem a encontrar em espírito, afaga o corpo agitado, não escondendo as lágrimas. Ah, Manuel Filomeno nos fala que podia se notar a procedência superior em considerando a boa quota de lucidez espiritual no desdobramento em que se fazia objeto. Habituada a comunhão com alto através da oração, começou a a sintonizar com as forças do bem em oração rogativa. O diretor espiritual tocado pela cena comenta: "Disse Jesus que onde estivesse o tesouro, aí estaria o coração". Para Angélica, a mãe, o tesouro maior da sua vida é Julinda. E como o amor é um elo inquebrável da corrente da vida, eila perto da alma querida. Nossa irmã Angélica procede de abençoadas experiências pretéritas, havendo reencarnado com a finalidade particular e imediata de auxiliar a filha, espírito rebelde, que desde há muito tempo havia se reunido a grupos de entidades irresponsáveis que lhe vampirizavam as forças e que, em razão da própria preguiça mental e desinteresse pelo progresso moral, não conseguia se libertar. E e continua: "Nossa, Julinda provém de proximidades de região infeliz da vida espiritual inferior, onde permaneceu por largos anos. Ali se precipitou em razão de abusos, mediante ao qual cometeu graves delitos que a emaranharam numa rede de ódios e venditas. O nosso Ricardo, o espírito obsessor, a quem ela parece detestar a soma do mundo de sombras como personagem viva da sua existência passada, debatendo-se num naufrágio emocional para o qual solicitava salvação, mas cujo desfecho temos conhecimento. A mãezinha, porém, conhecendo a fragilidade da filha, intercedeu a favor da pupila equivocada, empenhando afetos e esforços para que a recambiou para
va salvação, mas cujo desfecho temos conhecimento. A mãezinha, porém, conhecendo a fragilidade da filha, intercedeu a favor da pupila equivocada, empenhando afetos e esforços para que a recambiou para sítios dos sítios expiatórios, por intermédio dos visitadores espirituais para uma colônia socorrista, onde foi então preparada para o futuro berço. serenou-lhe a mente, que fixou as cenas mais dolorosas da província onde esteve internada, não podendo impedir que tais decondicionamentos, a par dos seus graves delitos, atuassem nas engrenagens sutis do perespírito, tornando-se então a matriz de futuros com comportamentos. assegurou a reencarnação da protegida e mergulhou no corpo físico, seguindo amado companheiro Juvêncio, com quem deveria compartilhar a existência, contribuindo para o ministério das lutas e bênçãos que insetava. E ele acrescenta o irmão Juvêncio, Grangeara, muita simpatia nos planos de ação, portador de excelente folha de serviços a uns enfermos na terra em existências passadas, ao lado de Angélica, aqui prosseguindo à frente de um nozocômio dedicado ao tratamento de graves problemas perespirituais em suicidas diretos e naqueles que dilaceravam o corpo, alcançando os tecidos sutis da alma pelo absoluto desfre. preso à forma física por excessos criminosos que se comprometiam o corpo e as energias. sensibilizado então pelos apelos da alma amiga e a piedade da descondição da enferma, solicitou e conseguiu permissão para uma breve jornada corpórea no plano físico, assim, a fim de que se consumasse o programa em favor da invigilante. Uma reencarnação, por mais dolorosa, e uma situação corporal, por menos expressiva, para observadores apressados, resultam de cuidadoso trabalho em que se programam diretrizes e tomam-se providências várias com objetivos superiores. Os resultados, porém, porque a violência não está inscrita nos códigos divinos, dependem de cada candidato ao cometimento. Aqueles que se consideram e se afirmam abandonados pelo Senhor invariavelmente,
resultados, porém, porque a violência não está inscrita nos códigos divinos, dependem de cada candidato ao cometimento. Aqueles que se consideram e se afirmam abandonados pelo Senhor invariavelmente, refletem a ignorância ou a ingratidão dos que os entumecem com o vapor venenoso do orgulho. Uma programação de de tal natureza e são inumeráveis movimenta expressivo número de criaturas em ambos os lados da vida, recorrendo-se a providências diversas para que logre êxito. No entanto, as nossas paixões inferiores muito arregadas nos espíritos que não lutam para desobrigar-se das suas injunções, põe a perder não raramente todo esse esforço, complicando a a própria situação para reclamarem posteriormente, lamentando a sorte. Nosso irmão Juventus, então, renasceu em família abastada, com a qual mantinha alguns vínculos de afetividade, a fim de que pudesse fluir de comodidades financeiras e pudesse deixar a esposa e a filha amparadas sem maiores preocupações na esfera econômica. Não não devendo interromper os seus deveres no mundo espiritual por muitas décadas, voltou a forma física, a nova encarnação para viver menos de 40 janeiros. Angélica renasceu um lustro depois em família digna e trabalhadora, eh, exercitando nos nas tarefas domésticas os deveres futuros. Casaram-se mais tarde, quando ela tinha 22 anos e ele 27, em cuja comunhão do anos mais tarde renasceu a filhinha. Os pais envolveram-nas em ternura, em muita ternura, em produção, em proteção espiritual de alto porte. Fez-se, como era natural, um instrumento de dor para os pais em razão das próprias aflições. A adaptação sua ao corpo foi penosa. Em decorrência, a primeira infância passou entre insônias, pesadelos e distúrbios de comportamentos acentuados. A partir dos 3 anos, teve graves disritmias cerebrais, que eram resultado dos seus graves deslizes impressos no perespírito, pelo perespírito no corpo. Passou a receber então cuidadoso tratamento neurológico. Quando Juvêncio retornou vitimado por uma parada cardíaca aos 39 anos,
eus graves deslizes impressos no perespírito, pelo perespírito no corpo. Passou a receber então cuidadoso tratamento neurológico. Quando Juvêncio retornou vitimado por uma parada cardíaca aos 39 anos, deixou-a em pleno vigor da adolescência. A mãe desvelou-se e lutou contra as tendências da mocinha, conseguindo, a contributo de uma vontade firme, muita decisão, encaminhá-la a um matrimônio digno, com antigo afeto, que viera para partilhar do mecanismo redentor, no qual também expungiria as próprias másculas, e conclui que o mais é de nosso conhecimento, ou seja, de conhecimento deles. Calou-se, então, acercou-se de Angélica. Em oração, tocou-lhe o centro cerebral, como despertando-a para percepção mais ampla. Angélica, vendo então o venerando médico dos pobres, abraçou-o com respeito e emoção e lhe diz: "Tenho chamado tanto. A filhinha sofrida e sofredora necessita da ajuda que só Jesus e os bons espíritos pode podem oferecer, não eu." E ele responde: "Confiemos, Angélica, em Jesus e entreguemo-lhe nossos destinos, embora sem paralisarmos as mãos na ociosidade, nem o coração no enregelar dos sentimentos, o Senhor nunca nos abandona." Não desfaleçamos na luta, permanecendo em integral sintonia com ele. A senhora então acalmou-se e deixou transparecer a confiança que infunde ânimo e restaura a paz. Esse então seria o nosso resumo. Vamos convidar então a nossa querida Jusara para fazer a primeira parte do aprofundamento. Obrigada, João. Ah, ah, gostaria primeiro de abraçar carinhosamente a todos vocês que estão conectados conosco e mais uma vez agradecer a TV Emansão do Caminho, que tem sido, né, a transmissora desse dessa programação de estudos da série Manuel Filomena de Miranda. E este capítulo, né, que fala sobre essa programática reencarnacionista. E eu vou estar abordando assim essa a primeira parte, uma palavra que me veio à mente para descrever não só o ou a reação da própria Julinda, mas até a nossa eh em relação ao nosso comportamento e a nossa aceitação ou não
ndo assim essa a primeira parte, uma palavra que me veio à mente para descrever não só o ou a reação da própria Julinda, mas até a nossa eh em relação ao nosso comportamento e a nossa aceitação ou não em relação a essa esse programa de reencarnação. E essa palavra é rebeldia. É muito importante nós nos lembrarmos que antes desse processo de reencarnação, né, nós vamos estar realizando junto aos benfeitores, numa maioria das vezes, já no nível de evolução, ainda não muito alto, mas um pouco mais consciente, em que nós já nos encontramos, vamos estar participando dessa programação, analisando assim Sim, o os nossos processos, analisando a a trajetória através das reencarnações, quais são as lições que estão mais difíceis para nós aprendermos com vista a alcançarmos a nossa plenitude, a nossa felicidade? Sem dúvida alguma, nessa programação vão ter momentos que nós vamos ter que sorver aquele cálice amargo, mas que representa assim, né, o remédio para sanar essas nossas doenças espirituais. E dessa forma nós vamos acabar com eh concordando, né, com esses processos, ainda que muitas vezes nós vamos achá-los assim, vamos estar eh necessitando até de uma força, de uma motivação para nos sentirmos capazes de cumprir com aquilo que temos planejado paraa nossa encarnação. acontece que quando nós voltamos, né, no eh existe essa imersão no corpo carnal novamente, pelo menos a nível de consciente, nós nos esquecemos destes nossos compromissos. E lembrando, né, que esses compromissos, na realidade eles são sempre para trabalhar em favor da nossa felicidade, em nosso favor. Essa semana eu estava assistindo uma live de um estudo das quatro primeiras obras da benfeitora Joana de Angeles, que se chama Iluminação. E uma pessoa comentou, né, que no movimento espírita se fala muito de sofrimento, de karma, de pagar pelos próprios erros. Então nós gostaríamos de salientar aqui que isso não faz parte do espiritismo, sim que algumas pessoas que compõem o movimento espírita assim se colocam, mas que elas não representam o
próprios erros. Então nós gostaríamos de salientar aqui que isso não faz parte do espiritismo, sim que algumas pessoas que compõem o movimento espírita assim se colocam, mas que elas não representam o espiritismo como um todo. Porque o o espiritismo em nenhum momento faz apologia, é a favor do sofrimento. Pelo contrário, ele nos ensina, seguindo as palavras de Jesus, que o amor cobre uma multidão de pecados, uma multidão de erros. Não há necessidade de nós trilharmos desse caminho que vai nos levar à dor. E aí nós vemos no espiritismo, né, dois pontos que são essenciais. O primeiro que nós eh eh vamos salientar, né, a parte inicial é a parte do consolo. A primeira parte, né, essa essencial do espiritismo é o consolo. É acolher aqueles que sofrem, que necessitam de ajuda, que necessitam de uma de uma direção. Mas o segundo, né, esse ponto essencial é o esclarecimento. Então, se nós não aprendermos, né, como nos fala o apóstolo Paulo de Tarso, que tudo me é possível, mas nem tudo me convém, como é que eu posso fazer melhores escolhas? Então, é por isso que o espiritismo ele esclarece que o sofrimento que nós passamos hoje, ele tem as suas raízes nas nossas ações pretéritas, como é colocado inclusive na obra Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 5, que nos fala sobre as aflições, aonde os espíritos nos esclarecem que na maioria as aflições que nós passamos hoje são resultados das nossas ações dessa vida. Então, não se trata de dizer: "Ah, vim aqui para pagar o passado, eh, questão de karma", né? Não, nós estamos construindo e estamos recebendo como efeito o resultado daquela causa que nós estamos colocando e que estamos fazendo no nosso até na maioria das vezes nos dias de hoje. Então, nós temos assim o livre arbítrio, mas quando a gente está esclarecido, e aí é que vem esse esclarecimento, né? nós vamos poder trilhar pelos caminhos que são compatíveis com a lei de Deus e evitar essas dores que, né, que são consequências das nossas ações. Então, veja, por exemplo, se nós formos ao
mento, né? nós vamos poder trilhar pelos caminhos que são compatíveis com a lei de Deus e evitar essas dores que, né, que são consequências das nossas ações. Então, veja, por exemplo, se nós formos ao médico e ele faz o diagnóstico em uma de uma doença em estágio inicial, por exemplo, uma úlcera, um diabetes, ele vai nos esclarecer a respeito do que que nós temos que fazer para evitar que a doença se agrave, né? Agora, cabe a nós escolher o que nós vamos fazer. Então, quando o espiritismo trata dessas questões de dizer, olha, isso é consequência de comportamento, ele não quer dizer que aquilo é um é uma fatalidade e e que é uma injustiça, mas sim vem dizer: "Olha, presta atenção, porque na realidade é resultado daquilo que você faz, né? vem esse esclarecimento para que nós possamos eleger, né, fazer melhores escolhas. Mas quando a gente escolhe errado, vem o quê? A rebeldia. Ah, porque aí Deus é injusto, porque só eu passo por essas coisas. Não vem me dizer que fui eu que escolhi, porque às vezes as pessoas falam, né? Mas então você quer dizer que eu participei dessa programação, fui eu que escolhi? É, é a gente que escolheu, porque quando a gente olhava a alternativa ainda, que nós escolhemos é muito mais leve do que a alternativa daquilo que nós estávamos vivendo e que nós vamos ver aqui exatamente o que aconteceu com a nossa irmã Julinda. Seja, por exemplo, que esse espírito Ricardo, que estava ligado a ela, né, se sentindo então como sua vítima, ele se sentia no direito de persegui-la. Agora vamos imaginar uma um um eh este cenário que na realidade é bem o que eh deve realmente ter acontecido. Quantos séculos de sofrimento, de dor, de perseguição mútua não foi, não se passaram nessa dinâmica até que fosse possível finalmente recolher os dois das regiões que se encontravam e programar uma nova existência. Porque nessa eh atitude mental, emocional que eles se encontravam, sem dúvida alguma, em regiões mais difíceis na pátria espiritual, né, o próprio fato de ter conseguido
programar uma nova existência. Porque nessa eh atitude mental, emocional que eles se encontravam, sem dúvida alguma, em regiões mais difíceis na pátria espiritual, né, o próprio fato de ter conseguido fazer com que as coisas pudessem acontecer para que houvesse a reencarnação de Julinda, para que houvesse então a possibilidade da reencarnação de Ricardo, São coisas que levam séculos. Nós não vamos entrar agora nesse detalhe, mas procurem no livro Ação e Reação, quando num caso que André Luiz apresenta lá, a gente fazendo umas umas contas por alto, levando pelo menos uns 150 anos para poder juntar as pessoas. Então, do ponto de vista material, a gente até pode falar, né, tentar compreender a nossa irmã Julinda, falar, bom, mas ela ela tem livre arbítrio, ela tem seus direitos, se ela tem essa vaidade, não quer ainda macular seu corpo físico enquanto ainda tá muito jovem, né? Mas assim, o corpo vai degenerar de qualquer forma, né? e até dizer: "Ah, mas ela já tava sentindo as vibrações antagônicas em relação a esse ser que que havia se reencarnar". Mas a alternativa que era a reencarnação desse espírito era muito menos dolorosa do que repudiá-lo. E muito cedo ela sentiu isso. Porque à medida que esse espírito foi expulso violentamente, né? Eh, não significa, nesse momento que a gente tá expulsando um corpo, né? não significa que a gente vai eliminar a conexão. na realidade, essa conexão vai ficar até mais agravada, porque enquanto nós estamos passando pelo processo da reencarnação, o espírito vai tendo, né, a sua redução perespiritual, vai cada vez mais entrando nesse estado de torpor e com isso menos a agravando menos essa situação de disson que vai existir emocional entre os dois. Neste caso, ele ainda estava de posse, perfeitamente de posse da das suas emoções, né? Tanto é que ele fazia súplicas para que ela não o expulsasse. Porque de uma certa forma, ainda que a experiência seria dolorosa, né, o reencontro desses dois espíritos com essas vibrações antagônicas,
Tanto é que ele fazia súplicas para que ela não o expulsasse. Porque de uma certa forma, ainda que a experiência seria dolorosa, né, o reencontro desses dois espíritos com essas vibrações antagônicas, era a possibilidade de redenção para ela e dea dessa desse novo recomeço, né, para esse espírito Ricardo. Então, o que que aconteceu? Obviamente quando ela tomou essa decisão e ele de posse, né, da eh das suas intenções, das suas emoções, não se desligou espiritualmente, energeticamente da Julinda, né? E a aí começa a agir sobre ela também a questão da consciência de culpa, né? essa consciência de culpa que às vezes a gente fica procurando justificativas para para para dizer que nós não tínhamos outra alternativa, mas que se transforma num em um certo arrependimento que abre um caminho para que esse espírito possa se manifestar. Aí vocês vamos entender bem isso aqui, gente. Eh, a consciência de culpa é boa quando a gente não se não se fixa nela. Eu nós temos que passar para um problema, para um processo de conscientização das nossas ações. E quando elas não são dignas, nós temos que realmente compreender isso. Vamos sentir a culpa, mas vamos imediatamente nos movimentar num caminho de, né, eh, fazer algo em relação a isso. como é que eu vou pela reparação, né? o próprio Código Penal da Vida Futura que nos nós temos no livro também O Céu e Inferno, que nos fala sobre essas três estágias, né, de processo para processo de regeneração. Agora, o espírito e elas ela continuaram então conectados e ela passando por um processo obviamente de alguém que já se encontra agora atada esse espírito que já estava antes, né, dentro do processo do obsessivo que de longa data, ela começa a a sentir com essa sua fragilidade agora emocional atacada por todos esses fatores e agravada pelo seu pela sua ação a ter eh verdadeiras, o que nós chamaríamos aqui, alucinações, mas nós sabemos que ela estava realmente entrando em sintonia com esse espírito, né? E essas cenas todas passaram a afligi-la, né, cruelmente, né? Eh, nós
ras, o que nós chamaríamos aqui, alucinações, mas nós sabemos que ela estava realmente entrando em sintonia com esse espírito, né? E essas cenas todas passaram a afligi-la, né, cruelmente, né? Eh, nós temos até aquela frase famosa que o criminoso sempre volta ao local do crime, né? Ele não precisa voltar fisicamente, mas a mente vai ficar conectada ao erro. Então está constantemente voltando e revivendo aqueles erros. E o esposo, né, pobrezinho, que até queria formar família, nada sabendo, né, procurava ajudá-la. Mas nós vemos, né, que podemos ocultar os nossos crimes, as nossas más ações da sociedade, mas não da consciência, nem de Deus. Então, Ricardo estava nesse completo desejo, né, desenfriado de vingança, querendo levá-la ao suicídio. E aí Manuel Filomeno de Miranda coloca uma pergunta muito interessante, né? Mas por que que a providência divina, que nos auxilia a tudo, não poderia interromper esse lamentável processo, né? É a questão de justiça e misericórdia, né? Nós vamos falar justiça e misericórdia. Existe uma lei, existe a misericórdia divina, mas existe a lei de ação e reação, existe o livre arbítrio. E ela se colocou nessa situação, né? E quando o Dr. Bezerra vem e nos esclarece a respeito desse processo que ela estava entrando, que é o que se chama de psicose pós-parto ou purer peral, na realidade existem três tipos de transtornos psiquiátricos pós-parto, né? que é aquela tristeza pós-parto, a depressão e uma psicose, uma certa psicose pós-parto e essa psicose puerperal, que é a mais grave de todas, é também a menos frequente. Normalmente ela ela inicia logo no segundo ou terceiro dia depois da a de a paciente, né, dar a luz. E obviamente se existe um histórico de transtorno bipolar, ele vai ser assim mais agravado. Esse tema, né, é um tema que deveria tá sendo, né, que eh vai obviamente o seria muito melhor abordado por alguém que fosse da AM, da Associação Médico Espírita. É fundada pela nossa querida benfeitora Dra. da Marlene Nobre, que, né, soube justamente
que eh vai obviamente o seria muito melhor abordado por alguém que fosse da AM, da Associação Médico Espírita. É fundada pela nossa querida benfeitora Dra. da Marlene Nobre, que, né, soube justamente a inspiração do próprio Dr. Bezerra de Menezes. E ela, além de ser médica, era ginecologista e entendia com profundidade essas questões dos processos obsessivos. Então, obviamente, nossa abordagem aqui não vai ser aprofundada porque me falta as qualificações técnicas para fazê-lo, mas nós podemos, pelo que a gente pode inferir do que nos explica o Dr. Bezerra nesse capítulo, também unindo um pouco da ciência e o conhecimento que nós já temos sobre as obsessões, nós vamos perceber a complexidade desse assunto e a necessidade de mais pesquisa e estudo nessa área. Então vejam que nesse caso, né, o a o que que acontece com a paciente, como diz aqui o Dr. Bezerra, né, que tava passando por esse processo de psicose pós-partoperal, que é o mais grave de todos. Ah, inclusive a a paciente começa a ter eh em relação ao bebê indiferença, confusão, raiva. Ela pode colocar em risco a vida da criança. É o único caso que eles não recomendam amamentação e nem deixar a criança sozinha. E este esse essa psicose que aparece de uma forma abrupta, né? ela a essa paciente começa a ter pensamentos incoerentes, sensação de perseguição. Então tudo isso, né, né, pelo menos, não sei vocês, mas para mim me deixou com uma vontade de conseguir compreender mais todo esse processo, né, que vem, né, da gravidez, de receber um espírito que que nós concordamos e que nós vamos receber como sendo os nossos filhos, né, toda essa esse ajuste, essa interação, integração, né, de de energias, né, ou Num caso desse, como a gente já iria imaginar, uma convivência ainda bastante difícil, né? Agora, como o Dr. Bezerra nos fala, né? Essas depressões e nesse caso essa psicoseeral, ela acaba sendo resultada de uma queda brusca dos hormônios quando a placenta é expelida. Então vamos ver quando existe uma expulsão desse feto, como no caso de
pressões e nesse caso essa psicoseeral, ela acaba sendo resultada de uma queda brusca dos hormônios quando a placenta é expelida. Então vamos ver quando existe uma expulsão desse feto, como no caso de um aborto, imagina como não vão ficar esses hormônios, né? que começaram num processo e é nem passa pelo pelo período que tem que passar, nem entra num processo natural de placentes pela, mas é uma agressão física, hormonal e, sem dúvida alguma, coloca muito mais a paciente em estágio de fracilidade, como diz aqui, vai acabar entrando também em conflito ou vai criando criando situações justamente naquelas nesses neurotransmissores, que é aquilo que nos traz alegria, a felicidade, que é a serotonina, dopamina, noradrenalina, que é os que são os hormônios do bem-estar. Então, vejam o que ah o que se causa, né? o que que nós vamos estar eh nos, né, eh no nos como nós vamos estar nos colocando quando tomamos esse tipo de atitude. E neste caso, então, agrava ainda mais. Então você veja, existia a parte fisiológica, né, a parte psicológica, que era a fisiológica, no caso dessa da expulsão brutal da do dos do dos desajustes hormonais, a psicológica, que é o caso do sentimento de culpa, que começa a fazer parte, né, da vida de Julinda e o espiritual, porque aí existe essa união nesse processo de eh desharmonia entre esses dois espírito, a Julinda e o ah e o Ricardo. E tudo isso por quê? por uma rebeldia, porque nós trabalhamos na nossa programação, mas aí a gente acha que nós vamos saber melhor aqui num caso também pelo próprio egoísmo, como nos fala o Dr. Bezerra de Menezes. Mas o que é muito lindo e essa parte o nosso querido Lincoln é que vai tá abordando, é que nós vemos que mesmo num caso desse, né, de tanta dificuldade e que foi feito tanto preparo, a gente nunca tá só. Nós sempre temos os nossos anjos tutelares que aqueles que vêm nos acompanhar, né? Nesse caso, a sua mãe Angélica, que vi, mesmo sabendo, né, de das dificuldades que a filha passava, ela ela e essa filha para ela era o seu
ssos anjos tutelares que aqueles que vêm nos acompanhar, né? Nesse caso, a sua mãe Angélica, que vi, mesmo sabendo, né, de das dificuldades que a filha passava, ela ela e essa filha para ela era o seu tesouro, porque o seu coração a ela se conectava e ela então intercedia junto ao plano espiritual para que Julinda pudesse ser auxiliada mesmo nesses seus desequilíbrios e nessas suas escolhas. E agora então a gente passa a palavra pro Ninco continuar com a nossa narrativa. Obrigado, Jara. Eh, excelente aprofundamento dessa desse desse acontecimento tão delicado, né, que é uma sempre um aprendizado para nós como lidar com essas essas dificuldades que tão tão comuns hoje no dia a dia e tão discutido e tão polêmico, né? Passamos então agora ao nosso querido Linco para completar o aprofundamento. Muito obrigado, João. É sempre uma alegria estar com vocês, a nossa querida Jusara e aqueles amigos que se unem aos nossos corações para prosseguirmos os nossos estudos libertadores através desses esclarecimentos que os espíritos nos trazem para efetivamente e gradativamente irmos libertando-nos da nossa ignorância sobre as leis da vida. E também encontrando em todos esses conhecimentos e na compreensão dessas leis as razões que conduzem os nossos destinos, especialmente aqueles momentos mais difíceis que enfrentamos em que os espíritos vêm nos apresentar o consolo devido, esclarecendo-nos, naturalmente, ficando de nossa parte as atitudes que possam corresponder à nossa nossa admissão dessas leis que se aplicam a nós, sujeitando-nos a elas de uma forma pacífica e conduzindos as nossas vidas, ou optando, como já mencionou também a Juçara, pelo estado de rebeldia, que pode nos conduzir aí a comprometimentos maiores ainda das oportunidades encarnatórias que nós recebemos. Então, deste ponto em que vamos tomar os nossos comentários, nós vamos verificar que o benfeitor Bezerra, ele procura nos colocar aqui eh os antecedentes que levaram ou que culminaram com esse fato trágico que levou, no caso aí ao aborto que já foi
comentários, nós vamos verificar que o benfeitor Bezerra, ele procura nos colocar aqui eh os antecedentes que levaram ou que culminaram com esse fato trágico que levou, no caso aí ao aborto que já foi mencionado. Ele nos esclarece que Julinda ela estava presa a uma região infeliz da do mundo espiritual inferior. E naturalmente daí veio também Ricardo, né, o filho que foi abortado. E essas regiões infelizes elas elas permeiam toda a realidade do mundo espiritual em volta do nosso planeta. Inclusive é o próprio Maor Gommeiro que menciona essas características dessas regiões, onde cada uma delas, desde aquelas de vibrações mais tênues até vibrações mais grosseiras, vamos encontrar nos núcleos de espíritos que habitam cada uma delas, porque existem eh regiões de esferas vibratórias, por exemplo, os próprios, como ele fala na introdução aqui do livro, entre os dois mudos que nós vamos estudar mais adiante, mas já vamos antecipando alguns registros aqui. Ele diz que eh através dessas vibrações próprias existem pousos de refazimento, existem hospitais transitórios que albergam recém desencarnadas, eh núcleos onde os infelizes são acolhidos e atraídos também em determinados núcleos pelas ondas mentais e morais de cada um de nós. Então, bom, aí poderíamos nos perguntar aqui, ah, em que mundos vamos estagiar nós quando nós desencarnarmos? Estas são as denominadas moradas da casa do pai, que além dos mundos habitados também são as moradas do nosso mundo mental, onde nós escolhemos onde vamos estagiar após a nossa desencarnação. Por isso, a nossa vigilância, a nossa preparação através da de uma vida digna e de ações do bem, enquanto aqui estamos na experiência reencarnatória, para sermos acolhidos em regiões onde possamos eh ser colocados em momentos onde possamos dar continuidade ao nosso trabalho que estamos desenvolvendo aqui, porque não existe milagre que transforme uma pessoa em profundo desequilíbrio para ser acolhido de repente. eh numa instância dessas que menciona Manuel Filomeno, eh onde teremos grandes
olvendo aqui, porque não existe milagre que transforme uma pessoa em profundo desequilíbrio para ser acolhido de repente. eh numa instância dessas que menciona Manuel Filomeno, eh onde teremos grandes venturas, vamos exatamente eh enfrentar aquelas consequências próprias do de tudo que nós realizamos aqui. Ele fala inclusive e é um alento para nós, que nas regiões mais distantes da crosta terrestre respira essa psicosfera superior que antecede as regiões felizes. Olha que beleza. tudo isso em torno das realidades que temos em volta do nosso planeta, onde eh as condensações mentais são muito mais de aspirações superiores, mas também existem aquelas regiões onde as aspirações eh caracterizam o estado enlutecido dos espíritos que permanecem aprisionados aos complexos meos das sombras e naturalmente envolvidos em revolta de insensatez de óleo e pesar. Essas comunidades se unem ou se reúnem por afinidades, naturalmente. E, mas ele fala que a situação mais grave acontece na intimidade do planeta, onde existem sítios de angústia em comum e expiações muito dolorosas, todos construídos em faixas de ondas psíquicas, perversas e grosseiras, eh em que se comprazem naturalmente aqueles habitantes desencarnados que ali estão. Então, irmãos, cada campo emocional gera uma identificação como uma esfera própria do mundo espiritual. Essas informações são alertas graves que são apresentados para nós nas experiências daqueles espíritos que já sofreram a passagem por esses locais. a fim de que nós nós que estamos aqui na vilegiatura carnal possamos prevenir de alguma forma e preparar-nos para que termos condições melhores de ser recebidos no mundo espiritual. Então nós verificamos aqui pelas descrições do mentor Bezerra que Julinda e Ricardo vieram dessas regiões e graças às interferências próprias aí da mãezinha que intercedeu diante de mentores espirituais, afetos e esforços que foram empreendidos, ela foi resgatada por intermédio de visitadores espirituais. Aqui chamou-nos também atenção essa
aí da mãezinha que intercedeu diante de mentores espirituais, afetos e esforços que foram empreendidos, ela foi resgatada por intermédio de visitadores espirituais. Aqui chamou-nos também atenção essa referência aos visitadores espirituais. Quem seriam estes? Nós sabemos que na existem milhares de colônias espirituais, de postos de socorro no mundo espiritual, onde os bons espíritos trabalham para nos ajudar. E desses postos de socorro ou destas colônias espirituais, saem caravanas próprias para eh caminharem por entre aqueles aquela aqueles recantos de sofrimentos mais agudos para identificarem aqueles espíritos que já estão em condições de serem resgatados e trazidos para as colônias, como aconteceu no caso aqui eh da nossa irmã Julinda. Ela já estaria naquelas condições próprias de ser colocada numa colônia socorrista, como foi feito efetivamente. Então, esses irmãos, esses visitadores, são aqueles amorosos companheiros espirituais que vão nos socorrer pela misericórdia divina. André Luiz menciona em vários dos seus livros também essas caravanas que saem pelos pelos planos inferiores da vida no mundo espiritual, buscando eh de alguma maneira resgatar. Temos aí os suicidas, né, mencionados também eh no Vale dos Suicidas aí eh eh por escritores renomados e a nossa Ivone Pereira, né, pelo no seu livro que ficou muito famoso aí o Memória de um suicida. Então, mesmo nesses casos mais gravíssimos, vemos a misericórdia divina buscando socorrer a todos nós. E no caso da Julinda não foi diferente. Então, durante o período em que ela estagiou nesta colônia espiritual, novos condicionamentos foram gravados no seu perespírito para contrabalançar um pouco aqueles que ficaram gravados durante o estágio dela desses planos inferiores da vida. E no processo reencarnatório, no momento adequado, esses elementos vão surgir como matrizes de futuros comportamentos do espírito, porque gravados naquele eh naquele modelo, né, eh formador biológico que é o perespírito, e vai, digamos, eh emergir
do, esses elementos vão surgir como matrizes de futuros comportamentos do espírito, porque gravados naquele eh naquele modelo, né, eh formador biológico que é o perespírito, e vai, digamos, eh emergir deste chamado inconsciente profundo para o inconsciente e afetar eh o nosso comportamento. Isso acontece com todos nós. Por isso, a necessidade de buscarmos nos autoconhecer, analisar os nossos as nossas tendências, os nossos condicionamentos mentais, as nossas buscas morais, para que de alguma forma possamos nesta autoidentificação da nossa realidade interior buscarmos frear aqueles elementos que representem as chamadas tentações que nos arrastem de alguma maneira para o mal. Então, verificamos aqui na descrição do mentor Bezerra de Menezes toda a programação reencarnatória da família que iria receber o nosso irmão Juventus, que já trabalhava junto com Angélica em outros momentos, encarrações anteriores, ele vai pede autorização e recebe autorização para reencarnar por um período de cerca de 40 anos, quase foram 39 anos, porque ele não poderia se afastar muito das tarefas que ele tinha no mundo espiritual, que ele cuidava ali. ali de um nozocom dedicado ao tratamento de graves pulcerações perespirituais, especialmente de suicidas. Então, claro, ele tinha uma tarefa muito grave, mas claro, sentindo aí sensibilizado pelo convite da amiga e na sua bondade de ajudar também a enferma, né? Ele aqueceu, programou a sua reencarnação. Posteriormente, eh, 5 anos depois encarnou também Angélica. 2 anos depois do casamento deles, ela com 22 anos e ele com 27. Eh, 2 anos depois nasce então o Julinda e temos aí o desfecho de todos esses elementos. Então vemos que condições são colocadas para todos nós no nosso processo reencarnatório. No caso de Juvêncio, ele recebeu todas as comodidades financeiras e as possibilidades de sustentação da sua vida material para não ter esses problemas e também ao retirar-se da encarnação eh aos 39 anos, deixando aí a Jélica também como vá necessária para
inanceiras e as possibilidades de sustentação da sua vida material para não ter esses problemas e também ao retirar-se da encarnação eh aos 39 anos, deixando aí a Jélica também como vá necessária para continuar cuidando da filhinha. Então, tudo colocado dentro de uma programação feita pelos espíritos. E ao nascer, então, Angélica, ela vai viver os seus ciclos próprios das idades, da primeira infância, já apresentando as problemáticas próprias dos seus transtornos, que traz das experiências antigas que ela teve, né, na na mundo espiritual. E mesmo com aqueles condicionamentos recebidos na colônia espiritual, emergem dela aquelas tendências próprias. E aí o livre arbítrio vem à tona e ela então é colocada dentro das circunstâncias próprias que ela tem que enfrentar. Então o que devemos deixar aqui claro e que fica muito claro para todos nós é que essa programação reencarnatória movimenta o número expressivo de criaturas nos dois campos da vida. os nossos pais que vão nos receber, os irmãos que são trazidos ao núcleo familiar, os parentes que compõe a família no seu contexto de primeiro grau, segundo grau, os chamados agregados também nós temos um conjunto de espíritos onde uma estrutura de almas é colocado aqui no ambiente, neste palco da vida para as nossas experiências, amparada por um grande número de benfeitores espirituais que nos acompanham em nossas experiências, ficamos imaginando então como esses espíritos ficam do lado de lá, vamos dizer, torcendo por nós, não é isso? Orando em nosso favor, dirigindo seus bons pensamentos a todos nós para inspirar-nos a que busquemos o caminho do bem. Claro, cada um de nós, diante dessa, desses exemplos que vamos aprendendo aqui nas experiências próprias da família que estamos acompanhando, vamos também fazer uma autoanálise da família que nos recebe na presente encarnação. temos entregado aos nossos pais, por exemplo, os elementos próprios da nossa gratidão por terem nos trazido para mais uma experiência encarnatória. Mesmo diante de dificuldades,
a presente encarnação. temos entregado aos nossos pais, por exemplo, os elementos próprios da nossa gratidão por terem nos trazido para mais uma experiência encarnatória. Mesmo diante de dificuldades, eh, de conflitos que possamos ter com os nossos pais, temos colocado acima disso a gratidão por teres por por eles terem nos trazido, por terem nos dado um corpo, por ter permitido que nós nos materializássemos. aqui para uma nova experiência reencarnatória e um conjunto familiar que tem lá os seus elementos que nos socorrem nas dificuldades, os corações mais mais afins conosco, mas também termos aqueles outros que são mais difíceis, difíceis de ser enfrentados aí nas nossas opiniões, nos conflitos de interesses, na maneira de encarar a vida. Porque cada um de nós é um espírito dentro da sua realidade, dentro do seu nível. evolutivo e cada um vive a sua própria existência no seu mundo mental, mas em conexão com todo aquele núcleo de espíritos afins que estão no entorno da nossa família. Temos então um grande dever de autoiluminação e temos um grande dever também de fazer brilhar a nossa luz, como recomendou Jesus, para que todo esse núcleo se beneficie e possamos todos crescer juntos como família, como espíritos que foram colocados por Deus neste núcleo para que nós crescêssemos juntos, evitando qualquer tipo de desagregação que possa complicar as nossas vidas em reencarnações futuras. Então, irmãos, eh é preciso verificarmos nas experiências que vamos catalogando, nos livros que vamos estudando, aquelas experiências próprias que as personagens estão vivendo, mas também aqueles elementos educativos que os espíritos colocam para todos nós nos aconselhamentos que no que nos transmitem. Nós trouxemos aqui eh um elemento que buscamos também no livro eh entre os dois mundos de Nome Nel Fenomeno de Miranda, também na psicografia de Divaldo Franco, um exemplo eh do de um capítulo que foi denominado A falência do Dr. Marco Aurélio, capítulo que também teve a sua a sua eh reencarnação programada de acordo com
mbém na psicografia de Divaldo Franco, um exemplo eh do de um capítulo que foi denominado A falência do Dr. Marco Aurélio, capítulo que também teve a sua a sua eh reencarnação programada de acordo com aquilo que ele desejava para uma experiência aqui na Terra. Mas ao enfrentar a as dificuldades próprias deste processo reencarnatório, embora tenha sido bem definido para ele todas essas responsabilidades, ele renasceu sobre a custódia de uma benfeitura espiritual que o amparava e que inclusive o havia retirado também de um abismo onde ele onde ele havia se colocado já em função eh de experiências negativas do de encarnações anteriores. quando ele fracassou também nas lides cristãs, eh eh trabalhando dentro da igreja romana, onde ele utilizava o Cristo para espuliar as pessoas. Bom, passada a fase de desencarnação, de uma permanência também no mundo espiritual, em determinados tipos de sofrimento, ele retorna eh para uma nova encarnação, sendo previamente treinado na colônia espiritual para ser um divulgador do evangelho, onde ele foi treinado inclusive a fazer as palestras, a ser um bom oradores, né? e renasceu no bao espírita com tudo o amparo necessário para que ele chegasse então naquela naquele momento em que ele passaria a colaborar com o movimento espírita vinculado a uma célula espiritista. E isso aconteceu. Eh, e como diz aqui o o Manuel Filomeno, ele ao filiar-se a uma casa espírita e começar a sua produção eh de divulgação como um bom palestrante, é claro que ele chamou a atenção dos fraquentadores da casa. Mas aí uma coisa interessante que Manuel Filomeno menciona, chamou a atenção também dos inimigos dele, aqueles que já o perseguiam antes, que não o perdoaram e passaram então de alguma forma a induzi-lo a determinadas vaidades, a enaltecer a sua inteligência, ao ponto de ele achar que o espiritismo não precisaria ser encarado como uma religião. e descartou essa possibilidade trabalhando então naqueles aspectos mais científicos e filosóficos. Será que isso acontece pelos nossos dias
o espiritismo não precisaria ser encarado como uma religião. e descartou essa possibilidade trabalhando então naqueles aspectos mais científicos e filosóficos. Será que isso acontece pelos nossos dias ainda hoje? P t pênos não imaginamos que pode estar acontecendo também. E o nosso irmão acabou afastando-se um pouco da sua pregação evangélica espiritista, dedicou-se de alguma forma a carreira política e acabou comprometendo-se de alguma maneira, chegando ao ponto de encontrar se a esposa em estado de enfermidade grave e digamos sendo um certo esturvo para os seus interesses, ele programou inclusive o envenenamento dela. Então, eh, só foi impedido porque como ele tinha um problema de hipertensão, os bons espíritos, no momento que ele iria fazer a aplicação desse veneno, deram a ele uma sobrecarga de energia na tensão e ele ele teve uma espécie de ataque cardíaco ali e não poôde eh cometer mais este crime contra a própria consciência. Então, irmãos, todos nós estamos eh relacionados e vinculados às nossas próprias experiências do nosso passado, que deve ser pesquisado, se não pela consciência daquilo que nos aconteceu e do que realizamos no passado, mas analisando diariamente as nossas tendências morais, as nossas tendências de julgamento em relação às situações, as nossas tendências na relação com as pessoas. se ela é mais mansa e pacífica ou é mais conflitiva e agressiva, onde pela nossa liberdade de escolha vamos optar por aqueles elementos ou edificadores de uma personalidade mais saudável na convivência com as pessoas, ou seremos pessoas desagradáveis, eh, que não saberemos expressar eh, digamos, as a educação própria no trato com relacionamento, não somente dentro da nossa família, mas também no nosso ambiente de trabalho ou na nossa relação na sociedade em geral. Somos espíritos milenares, eh temos os nossos comprometimentos com a lei divina, sem dúvida, e isto está gravado em nosso perespírito como elementos e recordações que vêm ao ao nosso consciente, lembrando-nos de
itos milenares, eh temos os nossos comprometimentos com a lei divina, sem dúvida, e isto está gravado em nosso perespírito como elementos e recordações que vêm ao ao nosso consciente, lembrando-nos de alguma forma daqueles espinhos que temos na carne ainda, como lembra o apóstolo Paulo, né? Foi bem lembrado aí pela Jessara também. Ele tinha um espinho na carne. Contudo que ele foi um herói do evangelho de Jesus, até o final da vida, ele ainda falava daquele espinho que ele carregava na alma, ele carregava na na carne. Nós também temos os nossos espias. são as imperfeições que nós identificamos e sob as quais não devemos ceder nenhum milímetro em relação à sua eliminação efetiva, colocando no lugar dessas sombras as luzes novas que nós estamos aprendendo. Então, vamos concluir os nossos comentários, eh, tomando aqui palavras do capítulo que nós estamos lendo, onde aconselhando Angélica disse o nosso querido Bezerra de Menezes, confiemos em Jesus e entreguemos-lhe nossos destinos com uma ressalva, embora sem paralisarmos as mãos na ociosidade e nem o coração no enregelado dos sentimentos. Veja que conselho edificante que nós temos na conclusão deste capítulo. É justo, sim, que levemos a Jesus as nossas rogativas no sentido de que ele nos dê forças para vencermos as nossas imperfeições, os desafios que a vida nos apresenta que são educativos para todos nós. Mas não ficarmos apenas no petitório, vamos dizer. Vamos também colocar as nossas mãos em ação. Oração tem dois verbos, né, Jusara? Orar e agir, não é verdade? A junção deles. E fazendo isso, nós estaremos então em qualquer momento das nossas dificuldades em ação ativa no bem. E ao e os espíritos, ao nos encontrarem nos momentos difíceis, agindo e no bem, seremos muito mais facilmente facilmente socorridos do que se estivermos com os pensamentos e o coração disperso nas ilusões do mundo. Então, queridos amigos, mantenhamos o coração aquecido pelo evangelho de Jesus, porque com ele nós temos a certeza da vitória, não
ivermos com os pensamentos e o coração disperso nas ilusões do mundo. Então, queridos amigos, mantenhamos o coração aquecido pelo evangelho de Jesus, porque com ele nós temos a certeza da vitória, não sobre o mundo, primeiramente, mas sobre nós mesmos, porque vencendo a nós mesmos, nós podemos vencer o mundo também. Que ele então nos proteja, nos fortaleça, nos abençoe e nos conduza nesses desafios que nós estamos enfrentando. Muita paz a todos. Obrigado, Lincol. Foi realmente um aprofundamento eh excelente, tantas coisas para refletirmos, né, nesse aprendizado de hoje, nesse capítulo. E convidamos a todos para que na próxima semana voltemos a nos reunir para o estudo do capítulo 5 dessa obra que nos traz tanta, tanta alegria, tanta luz, tantos esclarecimentos. Agradecemos aos nossos coordenadores, agradecemos a vocês que estão conosco todas as semanas. Pedimos a proteção e a bênção do mestre para esta semana e voltamos na próxima semana. Obrigado a todos. เฮ
Mais do canal
A Cultura do Sofrimento Evitado | T10:E08 • Quando o corpo fala a dor da alma
Jesus e Saúde Mental | nº 162 – Palavras para a Alma – Criança Ferida
1:06:43 · 1.4K views
Para Viver o Evangelho | Episódio 207 • Estudo da obra “Pelos Caminhos de Jesus” (Capítulo 11)
1:00:52 · 1.4K views
Evangelho no Lar • 05/04/2026 | Depois da ressurreição
Literatura Espírita | T12:E03 • O Sermão do Monte
Momentos Evangélicos com Paulo de Tarso • Reflexões Espíritas na Atualidad