Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E30 – Cap. 15: O passado elucida o presente – Parte 2

Mansão do Caminho 01/03/2026 (há 1 mês) 1:05:11 1,044 visualizações

Na segunda parte do Capítulo 15 de Loucura e Obsessão, o Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert aprofunda a análise das ligações entre passado e presente, evidenciando como os compromissos assumidos em outras experiências explicam desafios atuais e processos obsessivos persistentes. O estudo reforça que a compreensão das causas espirituais, aliada ao perdão sincero e à mudança de atitudes, constitui caminho seguro para a reconciliação e o restabelecimento do equilíbrio. 📖 Obra: Loucura e Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco 👥 Host: João Korngold 🔎 Aprofundamentos: Jussara Korngold e Marcelo Netto 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessao #OPassadoElucidaOPresente #EstudoDaObra #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #Reencarnacao #Perdao #GrupoDeEstudosSuelyCaldasSchubert #MansaoDoCaminho #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, amigos, amigas. Muito bem-vindos a mais um estudo do livro Loucura e Obsessão. Hoje a segunda parte do capítulo 15, o passado elucida o presente. Estamos aqui na companhia dos nossos queridos coordenadores, Jusara e Marcelo. Hoje é uma live americana aqui que nós vamos fazer. E mas antes de começarmos, vamos fazer a nossa oração, elevando nossos pensamentos ao Mestre Jesus, aos espíritos protetores que nos dirigem, que nos protegem, nos iluminam o caminho, pedindo a proteção para os estudos de hoje, que possamos estar unidos em prece, em vibrações. Atendemos essas vibrações a todos os que nos assistem, à suas famílias, aos entes queridos. Agradecemos a nossa mentora Sueli Caldas Schuber, que criou este grupo, que trabalha há anos na divulgação da obra de Manuel Filomeno de Miranda pela psicografia do nosso querido Divaldo Franco. Pedimos então proteção e bênção para os trabalhos que se iniciam, que possamos estar unidos em prece e que possamos continuar esse trabalho sobre a bênção de nosso mestre Jesus. Que assim seja. Então, como eu mencionei, a segunda parte do capítulo 15, na semana passada, nossa querida Vânia fez um resumo brilhante, como sempre. E hoje, então, nós vamos continuar nos aprofundamentos do capítulo e eu passo então a Jusara e ao Marcelo para que comecem os nossos aprofundamentos com vocês. Jô, >> olá pessoal. Quando o João falou que a live era americana, quase que eu falei: "Meu Deus, será que eu tenho que falar inglês?" Não, a live é em português mesmo. Vamos seguir no português, né? E Marcelo e eu preparamos uma live muito especial para vocês hoje, porque como sempre, né, desculpa, porque eu sempre repito a mesma coisa aqui, mas a obra de Manuel Filomeno de Miranda é muito rica, né? E quando a gente tá lendo, às vezes a gente fica tão envolvido na história e e perde um pouco das nuances daquilo que ele está nos ensinando. Por isso que a gente sempre recomenda ler pelo menos umas duas vezes o mesmo capítulo, porque na primeira vez você vê e lê a história,

e perde um pouco das nuances daquilo que ele está nos ensinando. Por isso que a gente sempre recomenda ler pelo menos umas duas vezes o mesmo capítulo, porque na primeira vez você vê e lê a história, mas na segunda você presta atenção nessas nuances, no que o no que o capítulo tá trazendo, que a gente pode enriquecer tanto quando fazemos as reflexões e fazemos os nossos comentários. Então nós vamos fazer essa dinâmica hoje, vamos ficar, né, conversando sobre esses tópicos e de que são destacados nesse capítulo especialmente. E vamos conversar então. Quem sabe o Marcelo quer fazer fazer um alô aí, Marcelo. Eu eu te agradeço muito, Ju, por esta introdução ao nosso João também com a prece que nos sensibilizou a todos e, sem dúvida, é uma alegria muito grande estarmos aqui dividindo algumas considerações a respeito desta obra. E Jusara falou uma coisa que é bem importante. Muitas vezes nós pegamos uma obra, lemos de jato e não aprofundamos os conceitos, as mensagens, as notícias que o mundo espiritual tem nos enviado ao longo de muito tempo para que a gente possa, nesse processo de ajustes da alma, vou colocar dessa forma, talvez uma analogia tal um pouco imperfeita, possamos melhorar, nos transformarmos em pessoas melhores, né? O verdadeiro espírita, o espírita realmente que se esforça por ser melhor do que foi ontem e já projeta lá no futuro que vai ser melhor também. A esse, sem dúvida esse é o caminho que todos nós devemos seguir como espíritas, como cristãos, como pessoas de bem, como gente de bem. Mais ou menos isso, Ju. Ju, eu queria aproveitar, já que nós vamos conversar um pouquinho hoje a respeito de espiritismo, né, conversando sobre espiritismo, né, o nosso Divaldo tem aquele programa >> Uhum. >> tão especial e e nos veio à mente aqui. Eu queria que você trouxesse algumas considerações a respeito das questões que estão inseridas neste capítulo, né? O passado elucida o presente. Olha que interessante o próprio título, né? Porque quando a pessoa desencarna, veja

algumas considerações a respeito das questões que estão inseridas neste capítulo, né? O passado elucida o presente. Olha que interessante o próprio título, né? Porque quando a pessoa desencarna, veja como é que há continua havendo uma influência com o presente, ou seja, o a como estamos na carne e o passado faz parte da nossa bagagem, como é que funciona essa dinâmica? traz alguma coisinha, algumas considerações, porque a gente tá vendo especificamente nesse capítulo estas questões relacionadas a nossa vida pretérita e a situação que ocorre, principalmente no âmbito aí de Lício e e de todos os personagens que fazem parte. >> É, veja, né, Marcelo, que como a gente fala nessa riqueza, né, do que Manuel Filomeno mirando atrás. Então, só aqui, só o título do capítulo já leva a gente a pensar, porque é um, é uma problemática que todos nós trazemos, né? Eu quero saber por que que eu que a minha vida no presente é assim, eu queria que ela fosse de outro jeito. Por que que eu tenho isso? o outro que é meu irmão, mesmo sangue, mesma criação, tem coisa diferente. Então nós nós ficamos muito nesse questionamento quando nós não temos um entendimento de vida, né, de imortalidade, de espírito, de experiências de passado, de reencarnações, que é o que a gente vê nesse capítulo, só refrescando um pouquinho a a, né, a nossa memória aí pro do pro pessoal nesse capítulo, especificamente eles estão falando de um caso, vamos chamar assim, de triângulo amoroso, né, porque era o fagund es que era casada com, no caso, ele chamava Felipe, que era casado com a Nete, né, que hoje é veio num corpo masculino que é o lixo. E tem o irmão do que era o Fagundes, que acabou se apaixonando pela esposa dele, que no caso era Anete. Então, e toda a trama então desse capítulo, as dificuldades que eles atravessaram, os ciúmes, as traições, né, que ocorreram na época, que levou até o o o desencarne do marido, que é no caso era o Felipe. E e e agora nós vemos aqui numa numa nova encarnação, né, que já é a terceira deles, né, eles ainda

s, né, que ocorreram na época, que levou até o o o desencarne do marido, que é no caso era o Felipe. E e e agora nós vemos aqui numa numa nova encarnação, né, que já é a terceira deles, né, eles ainda tentando numa convivência, né, dar conta daquilo, daquelas ações negativas que foram plantadas no passado. Então, pra gente é muito importante nós entendermos isso. Por isso que tem aquela frase maravilhosa, né, que que acabou sendo bastante julgada pelo Chico, né? Eu não posso mudar meu passado, né? Mas eu eu posso mudar meu futuro. Do o futuro eu comando, eu comando com o que eu faço hoje, né? Então, é por isso que, eh, quando os mentores espirituais estão, eles são os os três convocados, né, para uma reunião mediúnica no plano espiritual. e o mentor, né, no caso, o nós temos o o próprio Dr. Bezerra, o Manuel Filomeno de Miranda, a a benfeitora emenciana, todos eles lá participando, né, desse desse trabalho. E o mentor fala isso, nossos conflitos atuais, eles são resultado daquilo que nós vivemos no passado. Então, é muito importante, né, a gente ter essa informação. Sem dúvida. Eu é bom eu ter essa informação. O que que eu faço com essa informação? Se eu não trouxer aplicabilidade a essa informação para minha vida, vai ser mais difícil eu ir paraa frente, né? Então, a aplicabilidade dessa questão é qual a gente fazer aquela análise mesmo, né? Que que tipo de comportamento eu tenho hoje? Quais são os padrões de repetição que eu tenho ou inclinações que eu tenho e que eventualmente não estão me levando para uma direção correta? Porque o nosso propósito aqui é de caminharmos na melhor direção possível. Se a gente tá sendo puxado, né, pelos nossos desejos, né, pelas nossas paixões, porque não é necessariamente só obsessor que tá puxando a gente, não. Mas se a gente tá sendo puxado para essas direções, é porque ali a gente tem um ponto a ser resolvido, um ponto a ser trabalhado, né? e que talvez a gente precise prestar mais atenção. Porque é que eu tenho essa inclinação para algo, né, como o Paulo

, é porque ali a gente tem um ponto a ser resolvido, um ponto a ser trabalhado, né? e que talvez a gente precise prestar mais atenção. Porque é que eu tenho essa inclinação para algo, né, como o Paulo de Taro falava, né? Por que que o bem que eu quero fazer eu não consigo e o mal que eu não quero? Esse sai muito fácil. Então, a questão dessa reflexão é justamente isso, essa reflexão e entender que sim, a gente traz aqui a somatória daquilo que nós fomos no passado. E quanto mais nós vamos crescendo em espírito e amadurecendo, mais nós vamos ser confrontados com a responsabilidade de a atuar e eliminar esses nossos erros, né, essas nossas ações anteriores. né? Você você trouxe considerações muito importantes e principalmente nós que possuímos, eu vou dizer aqui, é um tesouro o conhecimento da doutrina espírita, porque com todas essas informações, eh, o que que a gente faz com isso? eh simplesmente para o nosso diletantismo, paraa gente ficar eh exercitando as questões relacionadas ao intelecto numa numa coletânea de obras que a gente vai comprando e tudo. Eu preciso trazer todo este conhecimento, estas mensagens, estas histórias e vivências que representam, de uma certa forma a nossa própria vivência nos nossos nossos relacionamentos para uma proposta muito mais harmônica com o evangelho do Cristo. Então, ter conhecimento de que a vida não encerra o capítulo no túmulo me traz uma outra abordagem. E perceber que há um espírito de sequência e as reencarnações são solidárias entre elas. solidárias, no sentido de que elas se eh respectivamente se comunicam porque o mal que fiz, sem dúvida, merece corrigenda, não por um terceiro, mas por mim. Não seria justo que se eu, de uma certa forma corroborei, eu fui o algózo, o artífice de uma situação equivocada, que eu terceirize o conserto para um outro. Cabe a mim como filho de Deus, como filhos de Deus, que possamos, de uma certa forma organizar estas situações. E é como se fossem uma coisa engraçada. E a gente volta as situações que nos convidam a estas

a mim como filho de Deus, como filhos de Deus, que possamos, de uma certa forma organizar estas situações. E é como se fossem uma coisa engraçada. E a gente volta as situações que nos convidam a estas corrigendas. Tem uma frase muito interessante, né? O criminoso sempre volta ao local do crime, né? E a gente volta ao local, ao momento, a situação, a circunstância que no caso nos foi eh equivocada para que aos poucos esta lei de Deus que está íncita dentro de cada um de nós possa verdadeiramente se manifestar naqueles que são filhos de Deus. E todos nós somos, sem dúvida. Mas eu gostei muito do que você falou, muito. Mas vamos seguindo aí conversando sobre espiritismoo. É tão interessante porque na questão desse triângulo amoroso, né? Eh, também tem uma questão que a gente tem que ressaltar, né? Havia amor, havia paixão, o que que era que cada um sentia por eles, né? Como é que a gente pode distinguir isso, né? e até refletir para pro paraa nossa própria paraa nossa própria atualidade, para cada um de nós, né, a nossa vivência, né, os relacionamentos que nós temos hoje, né, assim, de parceiros conjugais, ele tá baseado em amor ou tá baseado em paixão, né? >> Isso, isso é bem interessante, né? E a gente vai percebendo, né, a grande diferença de um e de outro, né? E e há, sem dúvida, uma gradação muito grande, né? O que que seria amor? Amor, quando a gente fala amor com a maiúsculo, né? Há um capítulo que eu gosto muito e eu tenho repetido muito para mim mesmo e até em algumas palestras. É o capítulo 25 da obra O problema do ser, do destino e da dor. Leeni fala a respeito do amor. É interessante porque ele coloca o capítulo 25, o amor e no capítulo 26 ele fala a dor. Eu achei engraçado porque a gente fala, mas como a gente sabe que existe muitas vezes a dor vem primeiro para que o amor se manifeste? Eu achei interessante porque que Leoneni trouxe o capítulo anterior à dor, o amor. Lógico que isso aqui é uma elocubração minha, mas eu acho que na cabeça de Leandemir, ele quis nos relembrar o que

e? Eu achei interessante porque que Leoneni trouxe o capítulo anterior à dor, o amor. Lógico que isso aqui é uma elocubração minha, mas eu acho que na cabeça de Leandemir, ele quis nos relembrar o que Jesus tem nos relembrado, tem nos avisado. Há tantos séculos, o amor vem primeiro como primeira opção antes da dor. Então, por isso que talvez, e lógico isso aqui é uma uma elocubração minha, o amor vem primeiro nesta obra pagnífica. E Leandeni vai nos falar, e a gente vai chegar nas questões relacionadas à paixão, que o amor é o princípio da vida universal. Joana de Angeles tinha uma frase muito interessante que de volta falava: "O amor é a alma de Deus". Olha que bacana isso é a alma de Deus. Ele vai nos proporcionar a todos nós, logicamente, chegando em graus mais elevados de perfeita comunhão com o criador. E bem-aventurados são aqueles que já conseguiram ter a pureza de coração. Porque nestas bem-aventuranças que estão ali muito marcadas no capítulo 5 do Evangelho de Mateus, estes verão a Deus. Mas não é olhar com os olhos, é a perfeita comunhão de sentimentos, nos sentimentos mais elevados, mais puros. nas intensidades mais belas que um coração docificado e verdadeiramente harmonizado propõe. E aí a gente vai percebendo a grande diferença do que que é amor com a maiúsculo e as questões secundárias circunstanciais das da nossa condição ainda de inferioridade da paixão. Ou seja, eu quero para mim. Lógico que a paixão ela pode ser boa, a gente faz os ajustes, mas como é que ela está sendo direcionada nas questões da posse, do desejo puramente sensorial ou ela tem uma outra significação? Aí, aos pouquinhos e lendo principalmente o capítulo 25 desta obra que mencionei de de o Leandeni, ele vai falando que o amor é uma espécie, é um sacrifício, é um sagrado ofício. Até a etimologia da palavra fala isso, né? E Deus traz nestas exemplificações e mostrando estes que já fazem parte da nossa ambiência, que muitos que estão por aí já conseguem demonstrar amor com uma beleza bem já

gia da palavra fala isso, né? E Deus traz nestas exemplificações e mostrando estes que já fazem parte da nossa ambiência, que muitos que estão por aí já conseguem demonstrar amor com uma beleza bem já distante das questões da paixão, do ciúme, da possessão. É meu. Ou seja, quem ama de verdade liberta, quem ama de verdade entende as questões relacionadas às nossas fragilidades que ainda fazem parte da nossa estrada. Há uma obra bonita também que merece ser lida, um pouco mais técnica, sem dúvida, evolução em dois mundos, que fala ali no capítulo 18, fala da evolução do amor, né? aqueles que já ainda estão na horizontalidade da paixão, ansiando a serem amados a qualquer custo e aconteça o que quiser. A gente vai passando, atropelando as pessoas, mas já aqueles que se verticalizaram na virtude, ansiando amar com Deus. nesta neste eixo cartesiano. O João é o João é engenheiro também, então ele vai gostar disso. A gente tem um eixo cartesiano aí, duas coordenadas, um eixo horizontal e um eixo vertical. Neste gráfico que se forma do processo evolutivo, onde será que eu estou? mais ligado às questões da horizontalidade ou essas coordenadas que me localizam numa posição evolutiva já me acentuam neste eixo que vai começar nesta neste gráfico começa a se verticalizar na virtude ansiando amar com Deus. Este é o nosso destino. Todos nós estaremos destinados a isso. Então, o nosso Henri, o nosso Felipe, a nossa Anete, que no passado participaram deste triângulo amoroso que se perdurou e hoje alcançou ali aquelas os dramas que estamos vendo na descrição que Manuel Flomeno de Miranda nos traz. Agora na figura de Lício, na figura de Dr. Demer, eh, eu chamo de Dr. Nicodemos, euora esqueço o nome dele. >> Nicomedas. >> Exatamente. Nicomedes. Exato. E também do do do obsessoro Ribas. >> Como é o nome, Ju, que eu >> Ribas. Agundes Ribas. Neste triângulo, olha a proposta agora que vai ser trazida. Fagundes Ribas vem como filho de do que foi Henri no passado e agora o doutor, como é o nome, Juil de novo.

que eu >> Ribas. Agundes Ribas. Neste triângulo, olha a proposta agora que vai ser trazida. Fagundes Ribas vem como filho de do que foi Henri no passado e agora o doutor, como é o nome, Juil de novo. >> Vamos chamar-lo de Nico. [risadas] >> Vamos chamar-lo de Nico. Pronto. Exatamente. Então a gente vendo que muitas vezes, olha só, a justiça divina ela não aprisiona atrás das grades, ela põe vítima e algós, muitas vezes na figura de pai, de filho, de irmãos, de pertencentes a uma mesma célula familiar. E o que que ocorreria se houvesse uma um afrouxamento dos laços de família? A pergunta 775, uma recrudescência do egoísmo. Olha aí a proposta do amor. Amor com a maiúsculo, nos convidando. Não a paixão. Paixão sim, mas as coisas certas nos devidos ajustes, não da posse, não do domínio, não do ciúme. Tudo isso são processos e nós estamos chegando lá. Mas eu quero ouvir de você, Ju, também porque eu falo muito. >> Nós dois. Mas olha, é tão legal, né? Então, foi tão bom você fazer dar essa lembrança desse drama, né? Porque é um é um drama, né? Que é essa situação que Manuel Filomeno de Miranda traz, né? E e quando você lê nessa distinção que você estava fazendo entre amor e paixão, fica claro, né, que no caso do Fagundes Ribas lá era mais uma questão de de paixão, né, de possessão do que realmente de amor, já que eles não não conseguiam ter um relacionamento de casal saudável, né? Então é o egoísmo, onde você diz ao mesmo tempo, quer dizer, tem o egoísmo de você não querer mais a responsabilidade desses vínculos afetivos de família, mas também tem o egoísmo dessa dessa possessão paixão que não deixava que no caso ele aceitasse, né, um caminho diferente para aquela que era a sua esposa, né, de papel e não de fato, né? né, para poder seguir realmente um caminho de amor ou ter uma uma outra oportunidade, né? E enfim, e nisso a gente vê essa questão também, né, Marcelo, que é a questão do desse próprio descontrole, né, afetivo sexual, né, que ele mostra o o como sendo cerne

uma uma outra oportunidade, né? E enfim, e nisso a gente vê essa questão também, né, Marcelo, que é a questão do desse próprio descontrole, né, afetivo sexual, né, que ele mostra o o como sendo cerne do problema, né, que é a obsessão, né? Então, o que que acontece? o o Fagundes, né, não se conformando com essa situação, ele utiliza suas existências, né, ou esse tempo todo que transcorre desde o século XVI, né, do século XVI até agora, nessa questão de vingança, nessa questão de perseguição e e acaba prejudicando muito influenciando muito os dois justamente, né, na parte sexual para que eles possam eh se corromper ou se comprometer ainda mais com a lei através dos seus comportamentos sexuais. Então esse obsessor acaba trazendo essa inclinação, né, eh, mais acentuada no tanto no caso da Nete, que na encarnação seguinte também se perdeu pelo sexo, quanto no caso do próprio que era o Henrique, era irmão dele até, que também teve essa mesma essa essa mesma essa mesma circunstância e que se segue agora nessa vida presente aonde onde o tio, né, que é ele, né, que era que é o Henri, ele ele acaba eh vendo na figura do próprio sobrinho, que agora tem um corpo masculino, a figura de Anete. E aí ele corrompe o sobrinho, né, ele tenta se impor sobre o sobrinho sem que o sobrinho realmente necessariamente corresponda a esses afetos. Então o Manuel Fenômeno de Miranda chama muita atenção nesse capítulo também pra gente pensar muito nessas nossas no que sejam paixões, paixões desregradas, paixões desregradas no campo da sexualidade e lembrar que eh infelizmente na na nós temos uma nuvem de testemunhas. Às vezes a gente pode ter, dependendo do nosso comportamento, essas testemunhas, sejam, né, mentores, amigos espirituais, mas podem ser espíritos também que estão aproveitando as nossas fraquezas, essas nossas paixões, essas nossas inclinações para saciarem aquilo que no momento pela falta do corpo físico, eles não conseguem ter. Então são problemas muito sérios, né? Quer dizer, a gente eh eh aqui até às

as paixões, essas nossas inclinações para saciarem aquilo que no momento pela falta do corpo físico, eles não conseguem ter. Então são problemas muito sérios, né? Quer dizer, a gente eh eh aqui até às vezes por uma questão de didática, né, a gente separa o que tá vivo, o que tá morto, que é encarnado, o que é desencarnado, mas de uma certa forma, né, vai chegar um tempo que a gente vai ver o que tem corpo, o que não tem corpo numa forma mais normal, né? Mas eles estão aqui, eles estão estão sendo chamados, né? tem todo mundo tem aquela antena que você sintoniza com aquela vibração. Então e esse isso nos chama bastante atenção, né, nesse capítulo. >> Sem dúvida, sem dúvida nos chama, né? E você trouxe as questões relacionadas à obsessão e principalmente as forças sexuais da alma, que são energias poderosíssimas, sem dúvida, são energias criadoras. A gente percebe que as o sexo não é mau, o sexo ele é tudo que Deus cria é bom. Mas como é que nós utilizamos, uma vez que já possuímos livre arbítrio, uma capacidade intelectiva já desenvolvida, já conseguimos fazer considerações? Como é que nós utilizamos todas estas potencialidades que a alma possui em prol de um objetivo muito mais nobre? Aí o grande detalhe e você falou realmente das testemunhas e Paulo de Tars falava isso, eh, uma nuvem de testemunhas me observa, porque somos constantemente observados e e eu me lembro que você falou logo no começo, o bem que ele queria fazer, ainda não conseguia na sua excelitude, mas o mal que já sabia que não devia, ele ainda seguia nos seus nas suas caídas, nas suas quedas e seguia fazendo, percebendo ainda que somos mais frágeis. do que maus. É uma fala de Paulo. E é natural que nestas lacunas que ainda possuímos relativas ao nosso passado, estas brechas vão despertar, sem dúvida, a atenção daqueles que num determinado momento nós fizemos mal. Lógico que é uma cadeia. Ora, cambiamos de posição, aquele que é o algó virá vítima. até que estes ciclos sejam eh eh interrompidos, mas o

atenção daqueles que num determinado momento nós fizemos mal. Lógico que é uma cadeia. Ora, cambiamos de posição, aquele que é o algó virá vítima. até que estes ciclos sejam eh eh interrompidos, mas o problema da obsessão é cada vez mais grave, geralmente. E e a gente tá vendo isso numa de uma forma generalizada. A pergunta que todo mundo já conhece de cabeça, 459, né? Os espíritos influenciam nas nossas vidas e de ordinário são eles que vos dirigem. A gente já sabe disso, mas que nível de influência nós estamos eh estamos sendo sujeitos, né? Então, essas situações ocorrem e principalmente nos dias atuais, nós vamos percebendo que a obsessão é algo como se fosse alguma coisa pandêmica. Pandêmica. E não nos admiremos que isso aconteça numa esteja acontecendo numa incidência cada vez maior eh do que ocorre e principalmente do que tá acontecendo nas questões sexuais, principalmente. Você citou a respeito destas questões? E eu vou trazer também algumas coisas relacionadas à bebida, a aos efúvios que são emanados, das questões do ato sexual, quando ele é feito com amor, com respeito, com doçura. Lógico que é algo muito bom. Eu me lembro do nosso Edivaldo comentando a respeito, falando de castidade. Ele disse: "Um casal eh que esteja fazendo amor nas questões do conúbio sexual com respeito, lógico que existe o prazer, existem as questões sensoriais e é muito natural e por isso nos procuramos, né? Isso vem lá dos primórdios, desde das estágios animais no mundo animal, em todos os sentidos, mas quando é feito com respeito, com amor, com com com doçura, ah, ele trouxe numa certa palestra que eu me que me ocorre agora como se fosse estes casais estão de uma certa forma em castidade, não necessariamente em total isenção da função sexual, mostrando que é o Tom é a importância, é o o como é que nós direcionamos todos os potenciais que a nossa alma possui, é que vão determinar que tipo de influência eu estou proporcionando. Olha que nós temos aí vários potenciais na fala. A fala é um potencial. Eu posso

namos todos os potenciais que a nossa alma possui, é que vão determinar que tipo de influência eu estou proporcionando. Olha que nós temos aí vários potenciais na fala. A fala é um potencial. Eu posso destruir a vida de uma pessoa ou eu posso trazer palavras de paz, de amor, de concórdia, de fraternidade nesse mundo tão louco, tão cheio de prepotência, tão cheio de guerras. Então, a gente vai percebendo como é que as coisas são, essas energias sexuais. E veja, você falou muito bem, a Nete ali num determinado momento, ela foi se emaranhando nestas situações e e recorrendo nos mesmos equívocos. Olha que interessante, na segunda vez que ela volta agora como esposa do plantador de café, o Riba Ribas, como é o primeiro nome, Ju? Pagundes. >> Pagundes. Ribas. Meu Deus, a minha memória. Veja que interessante, ela volta ainda bonita, ou seja, é como se fosse me dá mais uma chance de ter um corpo formo para que eu possa estar sujeito, talvez, aos mesmos equívocos que me foram que eu incorri em vidas anteriores. Então, ela vem com a mesma beleza física. é o que nos traz o capítulo. E aí, olha assim o como é que escorrega mais uma vez. Então, tudo isso nos convida a análises muito profundas. O que que eu faço com todos esses potenciais que eu já tenho? Isso é muito importante porque eh nos traz, há uma obra que eu gosto muito, uma obra católica. Eh, não tem muita coisa a ver com um capítulo, não, mas eu acho que é importante dizer, muitas vezes nós somos assim, não temos as características físicas, não temos as características que, sem dúvida, nos convidariam aos aos resvalos pelas questões das das questões sensoriais. E eu me lembro desta obra chamada O irmão de Assis. É uma obra católica ditada por um frei franciscano chamado Inácio Laranaga. Ele é espanhol, mas ele se radicou no México. E num determinado capítulo tem uma conversa de Francisco de Assis com o Frei Maceu. E Frei Maceu questiona: "Meu Deus, você todo mundo te ama, você não é bonito, você não tem o você não fala bem, né?

E num determinado capítulo tem uma conversa de Francisco de Assis com o Frei Maceu. E Frei Maceu questiona: "Meu Deus, você todo mundo te ama, você não é bonito, você não tem o você não fala bem, né? Ele não era um super orador, não era coitadinho. Ele se atrapalhava. Ele quando começava de repente começar a falar, ele as lágrimas caíam. Ele chorava, ele se emocionava no meio da fala e ninguém entendia, mas a vibração era imensa. E ele vai trazendo uma série de eh situações que Francisco não tinha, não tinha beleza, não tinha conhecimento, não tinha isso. E Francisco vai e fala: "Quanta sapiência Frei Maceu!" Porque de fato eu não tenho nada disso. O que significa dizer? Porque as pessoas gostam de mim, só pode ser o Cristo que me preenche. Veja como é importante muitas vezes a gente se esvaziar para que algo possa preencher o nosso íntimo. Quando nós nos esvaziamos do ego, Jesus nos preenche. Então, ainda estamos cheios de beleza, de formosura, de prepotência, de paixões e não nos apercebemos que há, sem dúvida, necessidade de fazer essa introspecção. E o Espiritismo nos mostra quão importante é isso de nos esvaziarmos para que o Cristo possa penetrar, fazer parte. Já não sou eu quem vive, é o Cristo que vem, vive em mim. Lógico que a gente tá distante disso ainda, mas é o caminho, é a proposta, é a solução, porque fora dela, fora do Cristo não há solução. É a primeira mensagem que está no livro Religião dos Espíritos. É, vários espíritos trazem ali, acredito que a religião dos espíritos e uma mensagem de Bezerra de Menezes, ele vai trazendo as situações todas e no final fazendo um paralelo com as questões relacionadas à caridade, que fora dela não há salvação. Ele vai e coloca: "Fora do Cristo não há solução." Então, nos esvaziarmos destas questões para que o Cristo possa nos ocupar aí, nos preencher. todas as questões, independente da beleza, da formosura, das questões sexuais, nada isso nos vai impactar. Uma das mais belas mensagens e que eu tenho uma verdadeira paixão,

ocupar aí, nos preencher. todas as questões, independente da beleza, da formosura, das questões sexuais, nada isso nos vai impactar. Uma das mais belas mensagens e que eu tenho uma verdadeira paixão, acredito que você também. No Evangelho Segundo Espiritismo, tem um capítulo ali, os infortúnios ocultos de uma mulher que sobe uma mansarda com a sua filhinha e vai ali auxiliar aquela família que está em grande dificuldade. E ela fazia isso de uma forma habitual. na obra O céu e Inferno. >> Uhum. Você lembra, né, no nos espíritos felizes, uma mensagem condessa Paula, ela era bonita, olha só, não era nem uma net, ela devia ser mais bonita, rica, com uma posição, uma condessa. A mensagem vem em alemão. E aí você veja que não são as características externas, a condição social, os potenciais que a alma tem, porque ela pediu, elas no mundo espiritual, ela traz a mensagem: "Passei por todas as dificuldades antes. Não peçam logo de cara a riqueza, a beleza, porque a gente pode resvalar". E a nossa Anete pediu a beleza, a formosura e as questões sexuais bateram a porta e ela mais uma vez encorreu nos prejuízos para sua própria alma, mostrando que há um espírito de sequência e a solidariedade entre as duas reencarnações, nos convidando agora a refazer a rota. Porque tem uma hora, Ju, a gente cansa de chorar. Tem uma hora que chega, a gente joga a toalha. Não quero mais isso. Aí a gente, ó, buft, dá um salto quântico. E é interessante, né, Marcelo, porque um pouco mais cedo na na aqui na nossa conversa, né, você trouxe, você citou, né, a palavra justiça e toda essa questão, né, que a gente que Manuel Filomeno de Miranda traz nesse capítulo também, nesse diálogo que tá sendo desenvolvido, eh, principalmente com esses três espíritos, né, que precisam se ajustar a principalmente o Felipe, o Fagunde, que se acha injustiçado, né? E ele acha que ele tem o direito de fazer justiça. E obviamente a gente imagina que do ponto de vista dos outros também, né, como depois ele seguiu num processo de

agunde, que se acha injustiçado, né? E ele acha que ele tem o direito de fazer justiça. E obviamente a gente imagina que do ponto de vista dos outros também, né, como depois ele seguiu num processo de obsessão, eles também vão vão achar a mesma coisa. Mas eu queria que você falasse um pouquinho sobre essa questão, né? Porque às vezes é também o que a gente que a gente pensa, não, mas eu tenho direito à vingança, eu tenho direito de procurar justiça, porque o quê? Sabe Deus, Deus não vai se preocupar com esse meu probleminha. Se eu for lá e resolver por mim, por mim mesma, Deus não vai interferir. Fala um pouquinho dessa questão, desse desse que dessa questão, né? Será que a gente tem direito a a procurar a justiça pelo vamos dizer, né? Não, >> nós mesmos, né? >> De jeito nenhum. Ah, no capítulo eh no Evangelho de Mateus, no capítulo 18, o versículo eu não me lembro, >> mas fala ali a questão relacionada ao ai de quem for motivo de escândalo. Ou seja, Deus tem mil maneiras de fazer com que estas questões, estes ajustes possam ocorrer. Nenhum de nós pode ser o vingador, o motivo do escândalo. E aí também no capítulo oito do Evangelho Segundo Espiritismo, quando fala bem-aventurados os puros de coração, ele se refere a isso também, o escândalo. Essa é uma armadilha que que sem dúvida fere a lei divina e os seus autores vão naturalmente sofrer as consequências espirituais dolorosas, colhendo o mal que geraram. Então o escândalo não é apenas uma repercussão pública de maneira alguma. Não é só isso, mas é resultado daqueles que violaram a lei moral divina e vão naturalmente tropeçar nos seus próprios passos. Sem dúvida. Há uma justiça que vai muito além das questões. Vamos imaginar que existe, por exemplo, a onde tá escrita a lei de Deus na nossa consciência? A pergunta 621. é a resposta à pergunta 621, melhor dizendo. Então, quando nós violamos esta lei, sem dúvida, há naturalmente uma necessidade de reajustarmo-nos com este eixo central de justiça, mas uma justiça que não é contra o próximo,

a 621, melhor dizendo. Então, quando nós violamos esta lei, sem dúvida, há naturalmente uma necessidade de reajustarmo-nos com este eixo central de justiça, mas uma justiça que não é contra o próximo, é a justiça que nos convida a restabelecer uma linha divisória entre o bem e o mal dentro de nós mesmos, para que o progresso possa ocorrer. E o livro O Céu e Inferno nos fala de uma coisa muito bela. Logo no começo da obra Céu Inferno tem uma citação do Velho Testamento. Olha que interessante. Kardec foi buscar no Velho Testamento. Ele pega ali no no Ah, meu Deus. >> Profeta Ezequiel, ele vai falar ali no versículo 33, no eh não, capítulo 33, versículo 11, logo no começo, no fronte espício da obra. É como se fosse assim, Deus falando com conosco, com ele mesmo. Juro por mim, por mim mesmo, vai dizer o o Deus, né, o criador, né, Jeová, que não quero a morte do ímpio, e sim que ele se converta, que deixe o mau caminho e que viva. Ou seja, Deus não quer a morte de ninguém. Ele quer que nós nos convertamos em verdadeiros filhos, filhos do amor, que podem naturalmente não serem os vingadores, porque estes ciclos de vingança que retratam a lei de Talião, olho por olho, dente por dente, foi o que nos colocou nas situações que estamos hoje. Quando chegaremos ao patamar de percepção e o Espiritismo nos traz isso, chega de ódio, chega de vingança. E Jesus traz uma mudança de paradigma. Ouvistes o que foi dito? Mais ou menos assim, né? As questões do ódio contra aqueles que foram os algozes. Mas ele nos convida ao amor. Amai os vossos inimigos. Orai por eles. Então, qual é a diferença que se faz? Ele coloca os publicanos, porque os publicanos também amam só os seus queridos, né? Ele nos convida a uma mudança de paradigma e não mais sermos os algozes, aqueles vingadores. E aí no capítulo sete da obra O céu Inferno, que fala a respeito da justiça divina, ele nos traz os 33 artigos que nos trazem as questões relacionadas a esta justiça. E logo no primeiro artigo, o nosso Kardec traz que

sete da obra O céu Inferno, que fala a respeito da justiça divina, ele nos traz os 33 artigos que nos trazem as questões relacionadas a esta justiça. E logo no primeiro artigo, o nosso Kardec traz que a alma, ou seja, o espírito, naturalmente vai sofrer na vida espiritual. E até aqui, porque as questões das obsessões, as consequências de todas as suas imperfeições. Porque este processo, sem dúvida, e eu havia mencionado, se nós formos aqueles que dilapidaram as questões relacionadas a um terceiro ou a nós mesmos, é natural que sejamos nós aqueles que conseguem fazer as as aparadas, as aparas nas arestas todas. E nestes 33 artigos, ele nos convida a um processo de absoluta perfeição, mas melhor ainda, de verificação das nossas atitudes. Seremos responsabilizados por muito sofrer, pelas pelos sofrimentos que iremos causar. Sem dúvida. E nas reuniões mediúnicas, nós percebemos, são verdadeiras situações didáticas, porque no atendimento que fazemos aquelas almas que se apresentam como os vingadores, nós não só numa tentativa de dissuadi-los e abrandarmos as questões, como ocorreu no mundo espiritual, nesta reunião mediúnica, no plano espiritual, que muito bem foi colocada no capítulo 15, nas nossas reuniões físicas. Quando nós percebemos que naqueles espíritos que estão doridos com suas dificuldades, há uma única opção para que este sofrimento não seja postergado. Jogar a toalha. Chega. Talvez não o perdão, como está ali posto no capítulo de imediato, mas pelo menos desculpem para que este ciclo seja interrompido. Não mais sejamos os vingadores, porque mil situações podem ocorrer e não sejamos nós o motivo de escândalo. Não sei se ficou claro o que eu trouxe. >> Não, com certeza, né? Porque é como nós estávamos falando, né, Marcelo, a gente tem esse impulso, acha que eh parece que, né, Deus vai deixar passar, mas ao mesmo tempo existe uma questão de esquecimento da nossa parte, né, eh, das nossas eh das nossas eh fraquezas, né, da e do dos nossos próprios atos. Eu me acho no direito

Deus vai deixar passar, mas ao mesmo tempo existe uma questão de esquecimento da nossa parte, né, eh, das nossas eh das nossas eh fraquezas, né, da e do dos nossos próprios atos. Eu me acho no direito porque eu não lembro do meu passado e eu não lembro o que eu fiz para estar, né, recebendo esse tipo de retaliação. E é interessante que dentro desse capítulo nós temos um algo que vai chamar a atenção de todos nós e que eu acho que é bastante interessante para vocês que estão ouvindo aqui, acompanhando a gente aqui nesse trabalho que é: "Puxa vida, vocês estão falando de três espíritos que já são, pelo menos o que a gente saiba que Manoel de Filobeira de Miranda traz nesse capítulo, já estão na terceira vida convivendo juntos, né? Agora, nessa terceira eles vão eh mudar os papéis um pouco, né? Porque o Fagundes Felipe vai ser voltar a ser eh vai ser filho do Nico, né, como nós falamos, vai ser filho do Nico, né? Mas de alguma forma o o a Nete, né, agora como sobrinho do Nico, vai estar presente na vida dessa criança, né, como o tio dessa dessa criança também. Então é, fica essas perguntas, né? Será que a gente só vem naquele mesmo circulozinho? Já cansei, já cansei desse marido, desse filho, dessa mulher. Agora você me fala que eu vou voltar não sei mais quantas vidas com as mesmas pessoas. É que assim, né, gente, no micro a gente aprende um macro, então a gente tem aquele pequeno círculo que a gente que que obviamente não é tão pequeno assim, né? É um círculo que quando a gente olha as obras de Emanuel, por exemplo, nós vamos vendo aqueles espíritos mesmos que vai contando ali, né, eh, na nos romances de Aman, através de Chico Xavier, né, as as novas existências deles e como vai ampliando também o círculo de pessoas que vão fazendo parte, né, eh, mais presente da vida deles. que não precisa ser necessariamente pelos laços de sangue, mas pelos ideais que os unem, né? Então a gente acaba realmente vindo nesse mesmo círculo, porque nós temos esses acertos que poderiam ser feitos

não precisa ser necessariamente pelos laços de sangue, mas pelos ideais que os unem, né? Então a gente acaba realmente vindo nesse mesmo círculo, porque nós temos esses acertos que poderiam ser feitos com outros espíritos, poderiam, mas às vezes o mal que a gente já conhece, ele é mais fácil da gentear, né? Então, às vezes não tem essa história de que tem que a mulher quer trocar de marido porque esse marido sei lá o que faz, não faz isso, não faz aquilo. Aí pega outro que faz tudo aquilo, mas aí faz umas coisas piores e aí ela fala: "Puxa, mas sabe o que? O outro era melhor, né? o mal dele era menos pior do que o mal do próximo. Então a gente vem, né, nessas nessas oportunidades para poder para poder então lapidar lapidar essa aprendizagem que é que nem nesse caso aqui que é de perdão, de saber que ninguém pode atirar a primeira pedra, de que não dá pra gente tentar fazer justiça com as próprias mãos, porque ninguém aqui tem essa capacidade de aquele que estiver sem pecado, né, possa atirar essa pedra. eh, de aprender a burilar, a transformar o que é paixão, o que é egoísmo, o que é possessão em amor verdadeiro, em amor em amor integral, porque aí isso é que vai nos trazer perto disso que você tava falando, né, Marcelo, da gente viver o Cristo, né? E tem uma frase de que acho que é de Emanuel que ele fala assim: "O amor do Cristo nos constrange". Mas não é no sentido do constrangimento, né? Mas é no sentido assim de que realmente a hora que você sente aquele amor dentro de você, como é que você vai fazer movimentos agora que vão contra aquilo que representa, né, o caminho do Cristo, o caminho da verdade, da vida, né? E então eu é muito importante nós entendermos isso. Se nós voltamos nesses mesmos círculos com as mesmas pessoas, talvez mudando os papéis, é porque a gente tá dentro desse círculo comprometido para um um crescimento conjunto. Até porque, né, eu me lembro de uma vez uma conversa com o nosso querido Jorge Godinho, presidente da Federação Espírita Brasileira, né, que

desse círculo comprometido para um um crescimento conjunto. Até porque, né, eu me lembro de uma vez uma conversa com o nosso querido Jorge Godinho, presidente da Federação Espírita Brasileira, né, que ele fala: "Ai, a gente quer tanto, né, viver nesse nesse passar por esse mundo de transição e aí a Terra vai tá muito boa e a gente quer ficar aí, não quer ir pro outro planeta que vão aqueles espíritos exilados. Mas escuta aqui, se os teus amados acabam indo pro planeta dos exilados, você vai falar o quê? Não, eu quero ficar aqui no bombom bem bom e deixa os lá que se vir até que eles voltarem voltarem aqui pra gente. Ou será que você vai falar: "Não sabe o quê? Eu quero seguir com eles. Eu preciso trazer, eu preciso fazer esse esforço." Então é essa dinâmica que a gente encontra no que vamos chamar aqui de famílias espirituais, né? Porque não é de família de sangue, não é família de uma encarnação, de outra encarnação, mas de muitas que a gente vem caminhando juntos, vem realizando aprendizados e que, felizmente, se a gente tiver fazendo as coisas certas, ela vai ficando cada vez maior à medida que a gente avança, porque nós vamos encontrando cada vez mais corações afins, né, que vibram na sintonia do bem, né, que é o que a gente quer fazer. também pode encontrar os que fazem a sintonia do mal, mas a gente quer caminhar pela sintonia do bem, né? E e nesse sentido, né, Marcelo, eu tava eu tava pensando, né, como é que é essa tendência, né, para te perguntar, né, que por que que a gente ainda essa evolução parece tão tão tão pequena, né, porque a gente acaba refletindo, né, como você comentou, esses mesmos conflitos, né, e de vidas anteriores e e muitas vezes a gente fica nessa questão da eh da culpa, mas Agora que eu sei que eu fiz isso ou que eu fiz aquilo, será que isso vai realmente a culpa vai me ajudar nesse nesse processo de de crescimento, né? Sem dúvida, a gente reincide muitas vezes nas questões, nos mesmos erros, até que aquilo passe realmente a fazer parte de da nossa da nossa forma de

ajudar nesse nesse processo de de crescimento, né? Sem dúvida, a gente reincide muitas vezes nas questões, nos mesmos erros, até que aquilo passe realmente a fazer parte de da nossa da nossa forma de pensar. Ou seja, a gente cansado de sofrer, sem dúvida, e talvez até pelas repetições das experiências, chega uma hora que a gente dá um basta. A culpa ela só tem uma função quando ela nos desperta, porque quando ela nos cristaliza eh e nos coloca numa situação de paralisia, ah, isto é extremamente maléfico. E aí a gente percebe como muitas vezes vinculações espirituais nos processos obsessivos ocorrem, porque o pensamento é vida, é uma onda e nós, talvez cristalizados numa situação de culpa, quanto mais, estamos emitindo estas ondas que vão, sem dúvida, atravessar o espaço e angarear a a companhia daqueles que foram, sem dúvidas, as nossas vítimas. Veja como é que esse processo é complexo também. Eu me lembro e uma das situações mais belas é de Paulo de Tarso, quando era Saulo, ele ia ali para aniquilar Ananias. A gente sabe da história evangélica. E ele tava cai e quando o mestre aparece e se revela para ele, ele não tem aquela situação, aquela de culpa que talvez nós teríamos. Ai meu Deus, o que que eu fiz? Aquela coisa toda ele se dá conta. e logo pergunta: "O que queres que eu faça, Senhor?" O que, ou seja, não parou cristalizado na culpa. Ele deu uma uma levanta, sacode, a poeira, dá volta por cima, trazendo a música de uma certa forma. Perdoe minha brincadeira aqui. Então, a gente percebe como foi tão decisivo e significativo não nos cristalizarmos nas questões da culpa. Sem dúvida ela pode acontecer, mas nesses processos que até o o céu inferno nos traz, há um arrependimento no primeiro momento, sem dúvida, um despertar, uns processos de culpa que rapidamente possam fazer lugar dentro do nosso do nosso espírito, mas rapidamente modificando-se. Aí temos o arrependimento, vamos ter a expiação para depois as reparações. Quantas vezes nós fazemos o contrário? Invertemos a

lugar dentro do nosso do nosso espírito, mas rapidamente modificando-se. Aí temos o arrependimento, vamos ter a expiação para depois as reparações. Quantas vezes nós fazemos o contrário? Invertemos a ordem, colocamos expiação primeiro, arrependimento depois e depois os processos de reparação. Então tudo isso é preciso ser analisado para que no despertar da consciência, vendo e percebendo os erros que fomos sujeitos, não nos cristalizarmos na culpa. E aí, nesses processos muitas vezes de autopunição e que incutimos a nós mesmos, quantas vezes processos de doenças psicossomáticas começam neste campo sutil nos processos de culpa e sendo potencializados pelos nossos inimigos do plano espiritual. Veja aí nós temos aí o o a inteligência e este atributo do espírito que vai aos poucos plasmando. A inteligência faz a forma, o perespírito e a forma faz a forma, eh, o corpo físico. E nesta neste processo, nesta tríade, quando tudo inicia-se no software, vou colocar numa linguagem bem de computador, né? inicie-se no software, no na parte do espírito. E aí a gente vai plasmando isso nos processos de culpa, muitas vezes sintomáticos e recorrentes, deflagrando verdadeiros bombardeios no nosso campo perespiritual e programando o nosso futuro para as doenças que podem manifestar-se no campo físico. Tudo isso é super importante para que a gente possa perceber de como nós somos os artífices, os os engenheiros, os arquitetos do nosso futuro. Nós temos dentro de cada um de nós, uma vez que somos filhos do criador do universo, potenciais inimagináveis. Somos filhos de Deus. Isso é muito sério. Muitas vezes me pego ainda nas situações de infantilidade espiritual, porque ainda sou atrasado, ainda sou muito eh ainda tô sou um espírito imperfeito, não há menor dúvida disso. Basta a gente analisar a nossa vida ao longo dos anos nas situações, em tantas. Eu vou trazer uma situação aqui interessante. Semana passada tínhamos saído da reunião mediúnica, estava ali algumas mensagens muito bonitas, algumas considerações.

dos anos nas situações, em tantas. Eu vou trazer uma situação aqui interessante. Semana passada tínhamos saído da reunião mediúnica, estava ali algumas mensagens muito bonitas, algumas considerações. Eu fiquei sensibilizado com uma mensagem ali, talvez um um caso não exatamente igual a esse, mas com muita similitude. E eu dirigindo para casa tudo, parei no sinal. O sinal abriu, alguém lá atrás tocou a buzina com muita vontade. Eu na mesma hora, veja como é que nós somos imperfeitos. Eu eu falei assim: "Ah, miserável". Eu falei: "Meu Deus, Marcelo, você acabou na med". [risadas] Ou seja, o que que significa isso? A minha imperfeição ainda patente, ainda faz parte. Quando nós começamos a ter todos esses movimentos recorrentes, e a obra de André Luiz nos fala isso até num capítulo do Espaces. quando aquele não me não me recordo agora a obra eh da décima vez eh depois se você pudesse me lembra, Ju, o sujeito tinha uma situação complexa de rancor, de dor, de de de desdém que estava submetido ali aos passes, eram retirados aquelas energias deletérias. Num determinado momento, o mentor dali da Câmara de Passes fala: "Agora não, não vamos trazer as energias, não vamos retirar". André Luiz fica assim: "Meu Deus, é falta de caridade". Não, não é falta de caridade, porque agora a dor vai ser o remédio para que ele possa ter um despertar da consciência. Quantas vezes nós temos às vezes as questões da dor são estas alavancas que vão nos convidar a uma nova proposta de vida. E quando a culpa passa a ganhar campo no campo, nas questões mentais, se cristalizando dentro do nosso espírito, convidando espíritos obsessores muitas vezes a todos estes processos, nós estamos assinando uma sentença de dor, de dificuldade, que pode prolongar-se mais ou menos, dependendo da nossa capacidade de dar a volta por cima. Então, culpa pode ocorrer, mas não cristalização da culpa. Façamos, tentemos fazer como Paulo que não, que diante da proposta do Cristo não se cristalizou na culpa, logo ajustou a

ar a volta por cima. Então, culpa pode ocorrer, mas não cristalização da culpa. Façamos, tentemos fazer como Paulo que não, que diante da proposta do Cristo não se cristalizou na culpa, logo ajustou a rota e começou a mudar a sua vida. E temos o espiritismo que nos convida todos os dias e nos resgata todos os dias da nossa situação de ainda evidente eh eh precariedade. Eu vou colocar desta forma mais ou menos isso. Então, então, o mentor não incentiva as questões relacionadas à autopunição, mas à reparação consciente e um esforço constante de renovação. Essa é a proposta que ele faz pros três, pros três que estão envolvidos neste neste capítulo. E o que é importante então também, né, Marcelo, que no que é o é o fechamento até do capítulo, né, e da das nossas conclusões aqui, né, eh, como é que a gente rompe esse ciclo, né, já que a gente sabe que tá vindo em várias vezes e, né, na na justiça divina, passamos pelo por aquilo que é necessário, as experiências necessárias, esses reencontros pra gente ajustar, afinar as nossas emoções, os nossos sentimentos. né? E é quando o o o mentor nos fala, né, que aqui não é necessariamente só uma questão de imediatamente nós eh ah, eu perdoei, acabou, não é não é um processo. A gente tem que entender que tudo isso é um processo. Nós não podemos nos impor, ah sentimentos se eles não tiverem raízes, né? que nem aquela semente que vai cair nos espinhos, nas pedras, a gente precisa trabalhar o nosso solo. E esse solo, então esse trabalho que é o trabalho que eh nós temos na doutrina espírita, nas obras de Kardec, nas obras de Joana de Angeles, que nos nos chama a esse prestar atenção a nós mesmos, a nossa consciência, as nossas atitudes, porque não adianta só, como nós falamos, né, a gente saber ter todo esse conhecimento e quando chega na hora do aplicar que que eu estou fazendo. Então não é um esquecimento forçado, né? Obviamente essas relações vão ter que ser muito trabalhadas, mas a gente entender que tem um propósito. E esse propósito é

do aplicar que que eu estou fazendo. Então não é um esquecimento forçado, né? Obviamente essas relações vão ter que ser muito trabalhadas, mas a gente entender que tem um propósito. E esse propósito é para que essa luz que existe em nós da centelha divina e que nós, né, cobrimos com tantas camadas impuras, né, com os nossos, com as nossas atitudes, com os nossos erros, com as nossas permissividades, né, mas que agora, como disse o Marcelo, elas estão, à medida que o espírito vai avançando, nós vamos tomando mais consciência, né? Eh, entendendo mais a nossa responsabilidade, o nosso papel. E aí quando essa dor chega, quando as lágrimas correm, que eu falo: "Mas eu não quero mais, não é esse o caminho que eu desejo para mim. Eu não controlo mais o meu passado, mas eu não sou definida pelo passado. Eu sou definida por ser filho de Deus. Filha de Deus. Essa é a nossa definição. Cada um de nós perguntar para você: "O que que você é?" Ah, eu sou filha de Deus. Eu sou filha de Deus. Se tiver algum rótulo, você não é professor, você não é engenheiro, você não é matemático, você não é pedreiro, você não é pintor, você é filho de Deus. Em todas as nossas encarnações, nós somos filhos de Deus. E como dizia Paulo de Tarso, né, andai como filhos da luz. Então, esse é o nosso propósito. Como é que nós fazemos para esses relacionamentos realmente transformarem-se em um relacionamento saudável, amoroso, aonde existe aquele agrupamento que junto querem crescer para poder cada vez mais andar como filho de Deus. Só tem uma palavra, é o amor. E esse amor que nós sentimos refletir em nós pelo amor do Pai, pela possibilidade da bondade, da justiça mesmo, que nos permite sentir orgulho de nós mesmos quando nós vencemos as nossas más inclinações. Então, esse é o caminho da cura, o caminho através do esforço íntimo, dessa transformação, dessa tomada de consciência de que somos filhos da luz, somos filhos do amor. Marcelo, se quiser fazer algumas considerações finais, não, eu agradeço e você falou muito bem. Eu eu repito

ransformação, dessa tomada de consciência de que somos filhos da luz, somos filhos do amor. Marcelo, se quiser fazer algumas considerações finais, não, eu agradeço e você falou muito bem. Eu eu repito sempre isso. Somos filhos de Deus. Nosso pai é o criador do universo. E Jesus já havia falado, né? Vós podeis fazer o que eu faço e muito mais. Um dia seremos todos. Isso tudo que você falou, Ju, verdadeiras pessoas, homens e mulheres de bem, praticando a lei de justiça, de amor e de caridade na sua maior pureza. As questões relacionadas a interrogar a nossa consciência, não deixando nenhuma oportunidade escapar o mal. Fé em Deus, na sua bondade, em todos os momentos. Um dia viveremos constantemente em estado de caridade. Hoje a gente tá igual vagalume, hora assente, hora apaga, mas um dia seremos todos estes como esses espíritos que nos acenam. Vem, vem, sobe um degrau a mais. A gente ainda tá naquele curso de humanidade. Estamos aprendendo a sermos humanos. Porque o PhD para angelitude ainda falta um bocado. Mas com tudo isso que a gente tem aqui, a gente já consegue dar alguns passinhos. Muito obrigado, Ju, pelas tuas considerações excelentes e o nosso João por tudo, todo o apoio e tudo que você tem nos trazido. Muito obrigado. Muito obrigado. >> Eu eu é que agradeço a você, Jusara, a você, Marcelo, por essas reflexões tão belas, tão profundas. eh num capítulo tão difícil, na realidade, um capítulo realmente eh que é muitas vezes visto como tabu ainda em muitos dos das dos das dos problemas deles. Então, acho que deu paraa gente dar uma uma aprofundada bastante interessante no capítulo, um aprendizado muito bom. Eh, convidamos então todos para que estejam conosco na próxima semana, quando vamos começar o capítulo 16 denominado Libertação pelo amor. Agradecemos então a presença de vocês, agradecemos a Deus, pedimos a proteção para todos nesta semana e que possamos estar todos juntos na próxima semana para continuarmos nossos estudos. Que Deus nos abençoe. Obrigado.

presença de vocês, agradecemos a Deus, pedimos a proteção para todos nesta semana e que possamos estar todos juntos na próxima semana para continuarmos nossos estudos. Que Deus nos abençoe. Obrigado.

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