T6:E32 • Painéis da Obsessão • Gravames na Obsessão
Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert | Estudo da Obra No penúltimo episódio da 6ª temporada, o Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert mergulha no capítulo “Gravames na Obsessão”, da obra Painéis da Obsessão, ditada pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda e psicografada por Divaldo Franco. Com Gisele Risso na apresentação e resumo, e reflexões conduzidas por Vitor Silvestre, o estudo aprofunda os desdobramentos dolorosos da obsessão prolongada, revelando os agravantes espirituais causados por posturas mentais inflexíveis, orgulho e resistência ao perdão. Um convite à revisão íntima, ao arrependimento sincero e à busca ativa pela regeneração moral. 📖 Um episódio denso e essencial para quem deseja compreender as raízes profundas da dor espiritual. 📘 Livro: Painéis da Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda (por Divaldo Franco) 📺 Curta, inscreva-se no canal e compartilhe este conteúdo com seu grupo de estudos. #Espiritismo #PainéisDaObsessão #GravamesNaObsessão #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #GiseleRisso #VitorSilvestre #GrupoSuelyCaldasSchubert #EstudoEspírita #Desobsessão #ObsessãoEspiritual #DoutrinaEspírita #TVMansãoDoCaminho #EspiritismoPLAY
Boa noite, queridos amigos, queridos irmãos. É com grande alegria que nós estamos aqui, eu e o nosso querido Vítor, para apresentarmos o estudo de mais um capítulo do livro Painéis da Obsessão. Hoje o capítulo a ser estudado é o 31 intitulado Gravames na Obsessão, livro de autoria espiritual de Manuel Filomeno de Miranda, pelas mãos do médium Divaldo Pereira Franco. Então nós convidamos a todos nesse momento para nos unirmos em oração e aí na sequência passarmos para o estudo capítulo. Então, Senhor Jesus, com a alegria de estarmos aqui novamente reunidos em seu nome para mais um estudo a respeito da realidade da nossa vida, desse intercâmbio entre encarnados e desencarnados. Esses problemas todos que afetam a humanidade e que a doutrina espírita vem de forma consoladora e esclarecedora. nos ensinar o caminho para a nossa libertação, para que nós possamos cada dia avançar um pouquinho mais na nossa evolução espiritual, tomando consciência de toda essa realidade que está ao nosso redor. Te rogamos, mestre querido, que permaneça conosco, que nos inspire, que abençoe os lares de todos aqueles que estamos aqui nesta noite e que também acompanharemos uma hora ou outra este estudo para que nunca nos falte o seu amor, que nunca nos sintamos sozinhos, tristes por muito tempo ou desanimados, mas que o seu amor, a chama do seu amor aqueça os nossos corações e que sigamos em frente sempre. Fica conosco. Que assim seja. Então, nós iremos apresentar o resumo do capítulo e na sequência passamos pro nosso querido Vítor nos trazer aí os seus aprofundamentos a respeito deste capítulo muito interessante que estávamos até comentando anteriormente, que a benfeitora espiritual Angélica vem trazer revelações das vidas passadas dos personagens e que seria muito interessante que nós pudéssemos ler esse esse capítulo para compreender essas tramas, porque ela vai falando, né, desses encontros e desencontros de várias reencarnações, de personagens, né, que eh viveram ali alguns dramas e o porquê agora de estarem se
para compreender essas tramas, porque ela vai falando, né, desses encontros e desencontros de várias reencarnações, de personagens, né, que eh viveram ali alguns dramas e o porquê agora de estarem se reencontrando, o porquê dos compromissos. Então, o mentor Filomeno de Miranda inicia o capítulo dizendo a respeito da obsessão, que o maior antídoto contra a obsessão, além da comunhão mental com Deus, então é ação emora. diz que o trabalho edificante constitui força para que mantenhamos o equilíbrio, desenvolvendo as nossas atividades mentais pela concentração na responsabilidade e na preocupação para executar os deveres, que isso vai nos desconectar os plugs que se encaixam nas matrizes psíquicas receptoras das induções obsessivas, que o homem de bem constrói uma couraça de resistência aos espíritos perturbadores e as suas descargas mentais que os desanimam quando pretendem desenvolver um cerco de alienação obsessiva. E isso porque não sentir não se sentindo aceitos, eles logo desistem e partem busca de respostas mentais em campos ociosos, né, nos quais é mais fácil a captação do pensamento deprimente que passa a ser digerida através de um desdobramento de reflexões que levam a sua fixação. Primeiro passo pro distúrbio do comportamento psicológico. Então, a oração desdobrada na ação superior representa a psicoterapia antsessiva mais relevante e que está ao alcance de toda e qualquer pessoa responsável de boa vontade. Esses elementos decorrerão a conduta mental, a consciência de discernimento que leva ao estudo espírita, por cujo conhecimento o paciente se abastece de forças para levar adiante os cometimentos dignificantes. O estudo muito e definitivamente contribui pra compreensão dos códigos que regem a vida, do entendimento das causas atuais e passadas das aflições, da maneira de conhecer as leis dos fluidos e o estímulo contínuo paraa perseverança no clima das realizações espirituais libertadores. Conforme esclarecera Felipe, por ocasião do debate que lhe propiciou a mudança de
nhecer as leis dos fluidos e o estímulo contínuo paraa perseverança no clima das realizações espirituais libertadores. Conforme esclarecera Felipe, por ocasião do debate que lhe propiciou a mudança de intenções, outros cobradores, não menos austeros, nos desejos de esforço, passaram a sitiar a casa mental de Artos. De um lado, estimulado pela irresponsabilidade de Maurício, incapaz de assumir compromissos superiores e deles de se desincumbir a contento, o jovem facilmente se revinculava às entidades perversas que estavam ali espreitando e que nunca se deve esquecer que sendo o obsidiado devedor É muito justo que a sua contribuição maior, como em qualquer problema de reorganização da saúde, seja o esforço pessoal o mais relevante, assim como o sacrifício do paciente deve constituir a maior cota no processo da própria recuperação. dificilmente compreendem esta realidade simples, o que acaba se eh fazendo com que eles se encontrem enredados nos problemas que exigem a renovação própria. E mesmo alguns que entendem essa questão nem sempre se conscientizam desse esforço, às vezes até a exaustão, se necessário, que cumpre desenvolver. E esse comportamento acaba dificultando a terapia desobsessiva, lenificadora, fazendo adiar o momento da plenitude. E nesse sentido, então, Arbos não se dava conta dos investimentos que haviam sido aplicados em seu favor, se esquecendo da multiplicação dos valores positivos que estavam ao seu alcance. passou a viver períodos, estados de obsessão cíclica, marchando lentamente por um desequilíbrio emocional que poderia se apresentar irreversível no futuro. A saúde orgânica, graças às terapias acadêmicas e espirituais, foi recompondo, foi sendo recomposta até que se lhe instala equilíbrio físico esperado, em se considerando a gravidade do seu quadro. E à medida que o bem-estar físico lhe oferecia os almejados recursos para serem aplicados em relação ao seu futuro, ele estava mais descuidado emocionalmente. E numa ocasião Filomeno de Miranda diz que pareceu
a que o bem-estar físico lhe oferecia os almejados recursos para serem aplicados em relação ao seu futuro, ele estava mais descuidado emocionalmente. E numa ocasião Filomeno de Miranda diz que pareceu propício, ele recorre então a irmã Angélica solicitando ajuda e esclarecimento para tentar melhor compreender esse problema que nós estamos estudando. E aí que a venerando entidade vai explicar a Filomeno de Miranda e a todos nós que a irrupção de um quadro obsessivo é o explodir de uma força que não havendo sido oportunamente bem canalizada, ela constitui provação muito dolorosa e de largo pte. O ser se equivoca, desvaria, delinqu e tem ensejo através da reencarnação de se recuperar. Todavia, apesar da bênção que poderia multiplicar em valores abundantes nessa oportunidade, pelo atavismo ancestral repete as loucuras de que se deveria libertar, reincidindo nos erros que lhe agravam os déb os débitos. E por sua vez, aqueles que lhe tombam como vítimas, se recusando ao perdão por acreditarem falsamente padecer de cruel injustiça, permanecem ruminando ódios, graças aos quais se encadeiam uns aos outros, renascendo e desencarnando, sem que se candidatem ao bem nas várias faixas de provações abençoadas. Esse comportamento alucinado atira-os nas compulsórias obsessivas que tem início do lado de cá e se prolongam não raro por diversos renascimentos até o momento em que as sábias leis impõem recomeços novos sob condição de tal envergadura afligente que eles não se conseguem subtrair a renovação para prosseguir virem na marcha do tresvario a que se aferraram. E aí ela vai dizer, né, qual é a história eh vivida por Ares e sua e Áurea e todos os demais personagens. E por fim vai dizer também que são muitos os vínculos que se cruzam atando as almas umas às outras em nome do amor que por enquanto apaixonado, tormentoso e egoísta. Mais que um dia esse sentimento que desconcerta os homens e separa nas expressões da posse a selvajada, vai uni-los eá-los e os fará felizes. E que por essa oportunidade todos trabalhamos,
e egoísta. Mais que um dia esse sentimento que desconcerta os homens e separa nas expressões da posse a selvajada, vai uni-los eá-los e os fará felizes. E que por essa oportunidade todos trabalhamos, diz ela, a fim de precipitá-la, antecipando os formos porvindouros dias de paz do Senhor. Os impedimentos, portanto, diante da recuperação dos problematizados, dos complexados, dos frustrados, dos obsidiados, dos enfermos graves, são decorrência do lastro de sombra sobre o qual ergueram as provações atuais, estabeleceram as suas construções morais. E aí conclui a benfeitora, a nossa paciência, portanto, nos quadros obsessivos em especial e noutros em geral deve ser muito grande, compreendendo que não basta somente afastar os seus adversários para que os obsidiados se recuperem. A transformação íntima, que é mais importante porque procede do âmago do indivíduo, deve ser trabalhada, insistentemente tentada, a fim de que se disfaçam os fatores propiciatórios, os motivos que levam às dores, liberando cada um a consciência de modo a não tombar nas autoobsessões mais graves e de curso mais demorado. Vestidos de otimismo e bondade, envolvamos os irmãos doentes, de um como do outro lado da vida, em nossas contínuas ondas de amor, auxiliando-os na eliminação do mal que neles predomina, estando sempre próximos para aos seus primeiros sinais de renovação, sem reproche nem exigências, auxiliá-los na edificação do bem em si mesmos. Com esse apoio que lhe dermos a receptividade que nos propicieem, teremos o campo para que Jesus faça o restante. Então, com este resumo, nós passamos agora a palavra pro nosso querido Víor. Seja bem-vindo. Boa noite. A palavra está com você, V. >> Muito obrigado, Gisele. Boa noite a todos. meu carinho especial aqueles que nos assistem rotineiramente, seja no território nacional, seja no exterior. É realmente o capítulo de hoje, no meu entendimento, ele é um resumo de muitas coisas que foram ditas por Manuel Filomeno, pela benfeitora Angélica, ao longo dos diversos
o nacional, seja no exterior. É realmente o capítulo de hoje, no meu entendimento, ele é um resumo de muitas coisas que foram ditas por Manuel Filomeno, pela benfeitora Angélica, ao longo dos diversos capítulos. E eu trouxe alguma coisa aqui no sentido da gente comentar a o título, por exemplo, gravames na obsessão. Quando eh em termos gerais a gente vai procurar saber o significado de Gravames, é um tipo de restrição, eh eh é um encargo ou um ônus sobre determinado bem no sentido geral, né? Eh, quando você compra, vamos dizer, um veículo a em determinados financiamentos, você eh sem quitar esses restante, né, vamos dizer assim, seria esse gravame, essa impossibilidade, eh, até que você quite isso para poder vender, né? Agora, no termo que o capítulo propõe, gravame na obsessão, seria então as taxas de dor ou de sofrimento que, devido à nossa incapacidade ou falta de coragem em não conseguirmos a nossa modificação, as as nossas tendências inferiores eh que estão jácentes no nosso psiquismo e que essa Essas tendências nos vinculam à aquelas criaturas que infelicitamos através de processos obsessivos e que restringem a nossa evolução. Então, esse processo de restringimento em função dessa não modificação das tendências que trazemos em nós, eh quando isso, eh, descamba no processo obsessivo, significa então os gravames na obsessão. E Manuel Filomeno apresenta então que no contexto de um processo obsessivo, ele, conforme a nossa Gisele apresentou no seu resumo, ele vai trabalhar com duas com dois pilares, né, com duas bases, vamos dizer assim, para fazer a profilaxia contra a obsessão, eh, que seria a comunhão mental com Deus, é a oração e a ação enobrecedora, que é o trabalho no bem. Quando se vai trabalhar a questão dessa ação enobrecedora, ela é interessante, fundamental, porque ela propicia a manutenção do equilíbrio, né? Ela capacita a criatura que tenta o trabalho edificante para modificação de atividades mentais, desenvolve mais essa área, porque com isso a criatura concentra nessa
ia a manutenção do equilíbrio, né? Ela capacita a criatura que tenta o trabalho edificante para modificação de atividades mentais, desenvolve mais essa área, porque com isso a criatura concentra nessa responsabilidade da execução dos deveres. o seu foco eh centraliza mais o aproveitamento das suas horas. E por isso que vai propiciar também que quando se foca no trabalho no bem, automaticamente tá se desconectando os plugs que ligam a criatura, as suas matrizes que são trazidas no período reencarnatório e matrizes essas que facilitam as induções obsessivas, né? Então, é nesse ponto que o Manuel Filomeno vai dizer que quando estamos na tarefa do bem, é a criatura ou cada um de nós constrói essa coraça que ele chama, essa esse envolvimento vibratório de resistência, ou seja, dificulta a ação perturbadora das entidades eh e o seu pensamento eh deletério que dessa forma, eles não conseguindo, ou pelo menos eh ao invés de recebermos uma carga maior, a gente pode receber uma carga menor ou então eh eles não conseguem o acesso a cada um de nós, né? Porque quando se pretende esse cerco eh obsessivo, qualquer fração ou fracionamento do nosso do nosso psiquismo é uma brecha para que eles utilizem para a nossa infelicitação, né? Então, quando isso acontece, eles não conseguem, eles vão, né, eles vão procurar outras criaturas que não tenham essa característica de defesa, né? E aí essas criaturas indefesas, vamos dizer, o sistema eh espiritual, a imunologia espiritual frágil, ela simplesmente dá acesso eh com mais tranquilidade a esses processos. obsessivos, né? Eh, trazendo aqui mais alguma coisa, eu peguei um trecho da nossa querida Joana de Angeles, eh, intitulado Hora vazia, ou seja, justamente pra gente trabalhar essa ociosidade psíquica. Ela vai dizer: "Cuidado com a hora vazia, sem objetivo, sem atividade, porque nesse espaço a mente engendra mecanismos de evasão e delira. Cabeça ociosa é perigo à vista. Mãos desocupadas facultam o desequilíbrio que se instala. Grandes males são maquinados quando se
de, porque nesse espaço a mente engendra mecanismos de evasão e delira. Cabeça ociosa é perigo à vista. Mãos desocupadas facultam o desequilíbrio que se instala. Grandes males são maquinados quando se dispõe de espaço mental em aberto. Ela assevera aqui que se por alguma circunstância surge de uma hora vazia, preenchea com uma leitura salutar ou uma conversação positiva ou um trabalho que aguarda a oportunidade para ser realizada ou alguma ação que te cause prazer. vai dizer ainda que o homem, quanto mais ele preenche estes espaços mentais relacionados à atividades do bem, seja mediante o estudo ou a reflexão, a meditação, ele mais aumenta a sua capacidade e com isso amplia os recursos de conquista para o seu progresso espiritual. Então, eh, é aquela situação, né? mente vazia é a oficina do do diabo. Então, quanto mais estivermos na leitura, em conversações nobres, nas tarefas, automaticamente estamos nos conectando eh através do trabalho eh de uma situação que nos traga proteção com relação a isso. Isso vai ao encontro que Manuel Filomeno fala, porque quando eh eh a oração eh está embasada numa num contexto superior, né, eh isso representa uma psicoterapia antsessiva, ou seja, é oração, mas não é orar por orar, é orar desdobrando essa oração no trabalho, no bem, porque isso é de uma relevância muito grande e qualquer pessoa pode fazer isso, porque orar sem nada produzir não tem aquela consistência, é necessária para dar prosseguimento às suas atividades no bem. E por isso que Joana também tem uma psicografia através do Divaldo eh lá em 2019. em que ela fala, Joana, que o filósofo russo, né, o escritor Leon Tolstoy, ele numação narração, ele vai encerrar o diálogo entre um sacerdote, um camponês, dizendo que arar é orar, ou seja, e ela explica, porque sem dúvida toda vez que se tá trabalhando na edificação do dever em benefício do próximo, você automaticamente está orando através da ação. Daí que vem a palavra oração. É você ora através da ação, porque arar também é trabalhar,
trabalhando na edificação do dever em benefício do próximo, você automaticamente está orando através da ação. Daí que vem a palavra oração. É você ora através da ação, porque arar também é trabalhar, né? Então, o comportamento saudável é requisito fundamental para que a nossa eh capacidade oracional seja bem eh assertiva no sentido de ser ampliada nas nossas necessidades. Então, é o que ele vai dizer, o Manuel Filomeno, porque a oração e o trabalho, fruto dessa combinação, desse binômio, né, eh, vão decorrer o desenvolvimento da conduta moral, o a capacidade de discernimento que nos traz a doutrina espírita, que permite a compreensão dos códigos que regem a vida, o entendimento das causas atuais. anteriores das aflições. Ele vai dizer aqui a respeito do conhecimento da lei dos fluidos, eh, que é muito interessante, e o estímulo para que a gente persevere no clima das nossas eh realizações. Então, a oração eh desdobrada na tarefa do bem tem essa capacidade de nos fazer construir equipamentos ou eh construções mentais bastante diferentes do nosso comum. E logo depois Manuel Filomeno vai abordar um tema que eu intitulei aqui a fragilidade espiritual de Argos. Porque vamos pensar bem o seguinte, eh, o Felipe ele trouxe alguns elementos, outros cobradores, mas que eles não tiveram acesso por enquanto, porque o Argos não prejudicou só a Felipe, né? Nós vamos ver depois uma espécie de linha do tempo que o Felipe eh perseverou muito na área da dificuldade do crime, né, da indolência e da violência, etc. Então, o Felipe eh vai dizer que muitos espíritos sitiaram a casa mental de Argos devido a essas cobranças daqueles que ainda não tiveram acesso direto a Fenido, né? Então, passaram a sitiar. Essa fragilidade espiritual do Argos possibilitou esse esse sítio, vamos dizer, esse envolvimento e essa essa cerca mental da de Argos. E mais ainda, o Manuel Filomeno vai falar que o Argos estimulado pela irresponsabilidade de Maurício, que os dois, né, a gente percebe pelo livro que
envolvimento e essa essa cerca mental da de Argos. E mais ainda, o Manuel Filomeno vai falar que o Argos estimulado pela irresponsabilidade de Maurício, que os dois, né, a gente percebe pelo livro que já vem essa dupla há bastante tempo percorrendo esses caminhos eh infelizes, né? Então o Argos estimulado pela irresponsabilidade de Maurício e e sendo incapaz de assumir compromissos superiores sem a desincumbência eh para a atividade do bem, o Argos facilmente tornava-se vincular às entidades que o espreitavam há bastante tempo, né? as entidades perversas e também tem uma conceituação de Argos no sentido de que ele achava que todo o auxílio que ele eh receber até então, seja no mundo espiritual ou do mundo material, de amigos, etc. e tudo era algo que ele supunha merecer, que ele achava que era devido a ele e não valorizava o esforço que os amigos dos dois planos dispensavam a ele. Ele achava que era isso mesmo, que os amigos tinham que auxiliá-lo porque ele ele precisa, porque ele estava lá no na naquela comunidade trabalhando, ajudando. Então ele achava que por isso ele era eh eh favorável a ele esse tipo de trabalho. Esquecido de que todo o processo de reencarnação, todo o processo de rearranjamento da sua atual existência custou um esforço, a inclusive a sua própria moratória, as duas, né, que ele obteve. E nessa situação, com esse pensamento egoísta, ele causava uma certa um certo descompasso. Aí, Manuel Filomeno vai lembrar, olha, nunca se deve esquecer que sendo a criatura eh obsidiada o maior devedor no caso do Ars, né, que ele tava num processo obsessivo, é natural que a sua contribuição para sua melhoria deveria ser maior e não ficar dependendo só dos benfeitores espirituais, porque isso é uma necessidade, né? Eh, o esforço pessoal tem que ser eh envidado pela pessoa que está em dificuldade, assim como a criatura que se encontra adoentada, vítima de uma alguma situação de saúde ou de qualquer outro elemento, ela tem que mostrar eh que está apta a querer resolver isso. ela vai se constituir eh
m como a criatura que se encontra adoentada, vítima de uma alguma situação de saúde ou de qualquer outro elemento, ela tem que mostrar eh que está apta a querer resolver isso. ela vai se constituir eh na maior propagadora da sua recuperação, vai fazer o repouso, vai fazer a sua alimentação, vai tomar os seus medicamentos, etc., para que ele se recupere rápido, né? Então, é por isso que o Manuel Filomeno vai dizer que todas as criaturas que se estão envolvidas em problemas que exigem renovação própria e que nem sempre se constituem da necessidade eh da conscientização do esforço, ele, Manuel Filomeno, fala que isso deve ser tentado, esse esforço até a exaustão, se necessário, daquilo que eles cumpre desenvolverem, porque essa capacidade de recuperação não está no exterior, está na criatura que é submetida a esse cerco obsessivo. Então, se ele não demonstrar auxílio, não serão os benfeitores que trabalhando no na aclaramento, né, no esclarecimento dos obsessores, que isso vai eh ficar tudo certo, tudo tranquilo, porque eh a parte que toca ao encarnado não foi realizada. Então, por causa disso, o Argos, ele não tinha essa percepção de todos esses investimentos que foram aplicados em favor deles, esquecendo que a contrapartida dessa aplicação dos investimentos teria que ser a multiplicação dos valores positivos que estavam ao alcance dele. Eu eu tô lembrando aqui a parábola eh eh como é que chama? daquela criatura, aqueles três que receberam eh >> dos talentos, >> hein? Dos talentos. Dos talentos, exatamente, ó, dos talentos. Porque quando você recebe o auxílio de alguém para você realizar uma tarefa, você tem que dar conta daquele auxílio. Quem recebe cinco talentos vai trabalhar em função da quantidade que recebeu para gerar multiplicadores de valores positivos nessa área. Quem recebeu três e quem recebeu um não pode ficar com medo de enterrar esse investimento no solo da inação, do comodismo, para quando chegar a hora falar, eu recebi isso e só fiz isso, ou seja, eu enterrei
ecebeu três e quem recebeu um não pode ficar com medo de enterrar esse investimento no solo da inação, do comodismo, para quando chegar a hora falar, eu recebi isso e só fiz isso, ou seja, eu enterrei tudo aquilo, né? E a resposta do Cristo é servo ma e infiel. Então, então nesse pensamento, o Argos começa a viver um estado eh períodos de obsessão cíclica que acontecia na situação de que essa essa obsessão ela não é contínua. Quando ele tinha processo de saúde melhorado, ele ficava todo tranquilo, sereno, falava que ia trabalhar, etc. Mas com o passar do tempo, ele caía naquela velha eh toada dele, vamos dizer, como se diz aqui em Minas, né? Na toada, ou seja, eh fazendo nada, né? É uma coisa até engraçado falar que não faz nada, né? Mas e com isso abria campo mental e ele era sediado. Então eu ficava num ciclo de obsessão, ele melhorava um pouco devido ao amparo dos benfeitores, etc. e tal, ele caiu um pouco a sua vibração, ele era continuava sediado. Vamos lembrar que o Felipe não dava trego a ele, né? O Felipe tava sempre ali e qualquer posição favorável para ele, ele se miscu ali. Então, quanto mais o bem-estar físico eh oferecia ao Argos recursos para que ele pudesse se melhorar espiritualmente, emocionalmente mais descuidado ele ficava. E aí esse descuido propiciava esse ciclo obsessivo, né? Então o Manuel Filomeno recorre a irmã Angélica porque ele queria maiores esclarecimentos eh em função do caso em questão, porque o o Manuel Filomeno acompanhava todo o os o processo desse grupo, né? Áurea, Argos, eh, Maurício, Felipe, ao longo de muito tempo, ele ele ficou tendo acesso a essas experiências deles. Então, ele queria colher mais informações para passar para nós, inclusive, né, não só o aprendizado dele, para ele trazer para nós sobre a forma deste livro. Então, eh, a irmã Angélica vai falar o seguinte, que o surgimento repentino de um quadro obsessivo, ela chama aqui de rupção, é o explodir de uma força que, se não for muito eh bem canalizada, ela vai se constituir numa
ngélica vai falar o seguinte, que o surgimento repentino de um quadro obsessivo, ela chama aqui de rupção, é o explodir de uma força que, se não for muito eh bem canalizada, ela vai se constituir numa aprovação muito dolorosa e de largo porte, porque aquele que se equivoca que se desvia, que se delinque. Ele só vai ter uma situação benéfica através dos processos reencarnatórios para se recuperar. Então, eh, eu me lembro que quando falou rupção, a primeira coisa que me veio à mente é o caso Estter, que foi um processo surgimento repentino, que ela tava na, né, na festa de aniversário de 15 anos. Nós já estudamos esse livro aqui, eh, então, eh, e aconteceu que ela foi tocar uma música no piano, tal. De repente ela entra num surto e volta, vai até o pai e o Adrid, né, da B. Então, essa é a irrupção, é um um surgimento repentino, mas tem criaturas que essa irrupção, esse surgimento, ele vem ao longo de um processo, né? No caso do Argos, eh, esse processo vem marcado de longe, marcado mesmo, né? Já começando pelas questões da sua saúde física, que ele não conseguia recuperar antes da cirurgia. Mas ele fala aqui, a irmã Angélica fala que, infelizmente, porém, pelo nosso atavismo ancestral, pelo nosso primitivismo, todos nós, no caso o próprio Argos, repete as loucuras das quais a gente deveria se libertar, como reincidindo nos erros que agravam os nossos débitos. Então, ao nosso desejo de melhoria tem uma força contrária que nos atrai gravitacionalmente para aquelas situações cômodas que a gente habitualmente faz. Então, o trabalhar no bem eh é é difícil? Não, não é, mas eu deixo passar. Eh, tem outras situações que eu eu quero treinar a paciência. Eh, e como eu não consigo, eh, e eu imediatamente eu volto a fazer aquelas situações da impaciência, porque para ser impaciente eu não preciso fazer esforço. Agora, para eu domar a impaciência, eu tenho que fazer um esforço para domar essas más inclinações. E todo esforço exige que a gente saia da zona de conforto. Então, é o que ela tá falando, eh, que pelo nosso
ara eu domar a impaciência, eu tenho que fazer um esforço para domar essas más inclinações. E todo esforço exige que a gente saia da zona de conforto. Então, é o que ela tá falando, eh, que pelo nosso atavismo ancestrais, a gente repete as loucuras que a gente deveria estar liberados, porque a gente reincide nos erros. É a porta larga e a porta estreita. A porta larga, eu entro sem problema nenhum. É fácil, mas me conduz à estagnação, a perdição. A porta é estreita, não. Eu tenho que fazer um esforço para emagrecer, espiritualmente falando, cortando as gorduras dos das virtudes negativas, adquirindo as positivas. Mas é nessa porta que a gente tem que passar do esforço próprio, da modificação de conceitos, porque atrás dela tem a salvação. Muito bem. Então, agravado a isso, no caso de Argos, tem as vítimas dele que se recusaram ao perdão e e não estão querendo perdoá-lo. E essas criaturas assim permanecem unidas pelo ódio e se encadeando uns aos outros, encarnando, desencarnando, eh, nessas chamadas provações eh compulsórias, né, ou chamado também que essas provações elas trazem o contributo das obsessões bastante tenazas, né, em que quase sempre a gente estia nessa situação até o momento em que ao continuarmos nesse passo nasce renasce e a gente não sai daquela processo de estagnação, as sábias leis vão impor recomeços novos, né, e com processos afligentes, eh, que demandarão de cada um de nós, eh, trabalhos, ergúlios, para que a gente possa eh sair da marcha, né, do tresvario, igual ela fala aqui, que nós nos defrontamos. E o Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 12, no item 5, vai falar que não há coração tão perverso que mesmo a seu malgrado, não se mostre sensível ao bom proceder. mediante o bom procedimento, tira-se pelo menos todo o pretexto às represálias, podendo-se fazer eh de um inimigo um amigo e antes e depois da sua morte. Então, o que que ele tá querendo dizer aqui o, né, Kardec? que essa modificação do nosso procedimento para melhor cria essa camada, essa couraça,
de um inimigo um amigo e antes e depois da sua morte. Então, o que que ele tá querendo dizer aqui o, né, Kardec? que essa modificação do nosso procedimento para melhor cria essa camada, essa couraça, né, vibratória que vá muitas vezes sensibilizar a criatura que nos está infelicitando, perseguindo, porque ela vai perceber que a nossa modificação nos faz criaturas diferentes daquelas que os infelicitaram anteriormente e que ali há um propósito. propósito nobre eh eh que mostra a nossa atual vontade de não querer ser aquilo que éramos, né, ou que foramos, e com isso sensibilizar as criaturas que nos perseguem. E no também tem o o na prolusão dos grilhões partidos a respeito do obsidiado. Manel Filomeno também vai dizer, ó, se a criatura se volta para o bem, ela vai adquirir títulos de valor moral. Com isso, ela vai desarticular os condicionamentos que são impostos a nós para o sofrimento. E isso vai restabelecer a harmonia dos nossos centros psicossomáticos, né, que começam a vibrar em novas vibrações de equilíbrio que vão se fixar no corpo humano sob a forma de saúde, de paz e de júbilo. Eh, então o outro título que eu anotei aqui para conversar e são chamados vínculos que se cruzam. É, ele vai dizer assim, ó, atando almas umas às outras em vinculações apaixonadas, tormentosas e egoístas e que um dia se unirão no vero amor universal. Esses vínculos que a gente tá falando, eles se remontam numa linha do tempo até a época de Francisco de Assis, pelo menos o que nós temos conhecimento nessa leitura desse livro, quando Argos tinha a companhia do Vençaslau, esse médium, né? E isso aí na época de Francisco, 1180, e ele desencarna em 1220. Então, o Argos já conhece o Venezu há muito tempo e com isso a gente pode inferir que ele já conhecia a Clara. Se ele conhecia a Clara tem uma ligação também com a nossa irmã Angélica, né? Então, depois disso, nessa linha do tempo, tem um salto, um salto que vai parar em 1414, justamente aí o quê? 400 anos mais ou menos ou 300 e poucos anos lá na Boia.
bém com a nossa irmã Angélica, né? Então, depois disso, nessa linha do tempo, tem um salto, um salto que vai parar em 1414, justamente aí o quê? 400 anos mais ou menos ou 300 e poucos anos lá na Boia. Aí estão eh surgindo os personagens Maurício, Argos, Áurea e Felipe. O Maurício, eh que era amigo de de Argos, ele pertencia a ao conjunto de seguidores do rei Sgis Mundo. Esse rei era um rei muito poderoso. Ele era rei de diversos e faixas de terra, da Hungria, da Boemia, da um pedaço da Alemanha, etc, etc. Então, esse rei Sjos Mundo, ele era favorável ao catolicismo num numa época em que existiam aí eh três papas, né? Três papas. E essas esse cisma, esse cisma eh do catolicismo, por exemplo, eh sugeria eh porque cada um dos fatos estava envolvidos nas questões políticas, eh religiosas, regionais, né, das suas das suas vinculações em termos de igreja. E o Maurício fazia parte desses seguidores do Reis Mundo em que o ódio entre e os católicos eram direcionados aos discípulos do João Rus, que João Rus estava questionando muito a questão da igreja, eh, aquela venda de indulgências, eh transferir o a língua, eh, do evangelho, não do latim, mas por exemplo no caso do João Russo para a língua checa, para que todo mundo tivesse acesso. Então ele era considerado um um herege, né? Porque o João Rus baseava toda a sua informação, a sua atividade em John Whiteff, era um teólogo inglês que propugnava a mesma coisa. Então, o Maurício e o Argos pertenciam a esse ao exército, vamos dizer, as hostes desse rei Segismundo, que eh levaram muitas criaturas à desencarnação, porque o próprio João Rus, depois no Concílio de Constança, ele vai ele vai ser julgado e condenado como herege e morrendo na fogueira em 1415. O Argos, nessa ocasião, partilhando as ideias do Maurício, ele era uma pessoa muito perigosa e muito perversa. E que que acontecia? Ele amava uma criatura, né, uma jovem castelã que deveria estar lá morando ou dona de um castelo. Mas o Argos amava essa criatura que ela não amava,
ito perigosa e muito perversa. E que que acontecia? Ele amava uma criatura, né, uma jovem castelã que deveria estar lá morando ou dona de um castelo. Mas o Argos amava essa criatura que ela não amava, não era recíproco esse amor, né? Era a nossa áurea. Ela tava casada com o Rusita. Era uma criatura vinculada a John Rous. João Russo. Então, o que que o o Argos pensa? Eu vou atrair o Felipe porque com isso eu tiro ele da minha estrada e vou ficar com a com Áurea. Então assim ele fez, ele atraiu junto com Maurício, porque Maurício conhecia e eh Áurea e fizeram uma tramoia lá, fazendo com que o Felipe fosse conduzido a uma viela numa parte velha lá da cidade de Praga, quando eh de uma forma muito eh num traição, né, mata o o o Felipe com florete. nas costas, né? Esse é o primeiro crime de Argos que o livro aqui demonstra, né? Logo depois dito disso, teve um interregno aí que foi editado, né? um édito de Nantes, foi promulgado lá um uma um cessar fogo, uma trégua, porque eh esse édito ele ele propiciava aos protestantes eh uma garantia de tolerância religiosa, porque eles não podiam, porque o catolicismo era muito maior número, né? Então esse com esse édito teve uma paz relativa. Porém esse édito foi revogado logo depois, em 1880, 1685, eh foi revogado e teve um édito de Fontanebrlô que permitiam que os ugenotes fugissem, fugissem para a África do Sul, Estados Unidos, Prússia, né, os chamados uganotes, né? Então, nesse í vai ocorrer agora o nossa linha do tempo caindo para 1815. Olha que quem estava em 1415 para 1815, 400 anos na cidade de Nímides na França, né? Porque em 1900, em 1801, Napoleão concede esses aluguenotes novamente o direito de professar em sua crença. Mas em 1815, quando ele perde a batalha de Waterl, ele vai exilado pra ilha de Santa Helena e as escaramuças políticos retornam, reiniciam. E aí novamente temos quem? as os nossos personagens, né? eh na França que em função desse momento, desse contexto pós Napoleão, eh temos aí o Argos comprometido ainda com
olíticos retornam, reiniciam. E aí novamente temos quem? as os nossos personagens, né? eh na França que em função desse momento, desse contexto pós Napoleão, eh temos aí o Argos comprometido ainda com o catolicismo. Ele eh se compromete mais ainda porque numa dessas caramuças, Felipe, estando do lado dos uguenes, o Argos mata novamente Felipe, que era um protestante luterano. Então é o segundo crime de Argos com relação a Felipe. E nesse ponto, Argos e eh reencontra a Áurea, mas só que ela estava é casada com o jovem inglês que surge agora, o novo personagem, Richards, que também era vinculado ao protestantismo. A gente vê aí que Áurea era muito chegada também ao aos protestantes, né? Ela sempre estava vinculado. Ele havia estudado na em Genebra, eh, o Richard. E que que acontece? O o Argos não poupou o jovem que morreu assim, deixando aberta a a possibilidade de conquistar a a Áurea, né? Então esse é o terceiro crime de Argos, dois contra o Felipe e um contra o Richard. Mas quando Argos procura a áurea, essa vai desprezá-lo. E ela, para não permanecer junto de águas, ela se compromete, eh, diz o texto aqui, desnecessariamente numa área em que ela devia ver sublimado, porque aqui fala que ela caiu nas frivolidades da época, né? Então, eh, ela se comprometeu também nessa parte. E na linha do tempo, já que nós estamos em 1815, em 1822, porque a irmã Angélica vai falar aqui, ó, por nossa vez, nós, quer dizer, ela se encontrava naqueles dias no corpo físico, só que na condição de Joana Angélica, que era 1822 que ela desencarna. E essa escaramuça com árvores e coisa ali foi em 1815, né? Então são 7 anos de diferença. Então por isso que ela fala aqui, porque mais tarde a gente iria reencontrar essas criaturas destroçadas no além, porque conhecendo a a programática da reencarnação, nos comprometemos a continuar ao lado deles. Por isso que a irmã Angélica tá sempre do lado deles também por causa disso, né? E no contexto atual do nosso livro, tô achando que não ainda dá tempo. Nós
nos comprometemos a continuar ao lado deles. Por isso que a irmã Angélica tá sempre do lado deles também por causa disso, né? E no contexto atual do nosso livro, tô achando que não ainda dá tempo. Nós temos aí agora Argos e Áurea reatando os laços, né? Nós estamos na parte, falta mais um capítulo. Então o auros, a Argos e Aura reataram os laços. Aura desenvolve um trabalho na área assistencial e já está começando um processo de reabilitação. Argos tá naquela situação de receber auxílio, mas ele tem que ser empurrado para isso. Esse personagem Wisard, ele vai reencontrar nessa atual reencarnação eh uma companheira que a parceira que ele havia eh convivido, né? E e recebendoa como bênção, eh, para que futuramente tivesse ali muitos filhos para participar ou partilhar dos compromissos, né? E ao mesmo tempo esse Richard reencontra os anteriores companheiros. Quer dizer, dá a entender que esse Richard, que aparece agora no final também era companheiro de escaramuças desse grupo, desse quarteto aí muito tempo. Maurício retornou à convivência fraterna com Argos. Não se fala aqui mais nele, mas naturalmente ele deve dar seguimento a à suas atividades agora dentro da doutrina espírita com aquele médium numa cidade do interior. E o Felipe está em processo de reencarnação, não é? Com isso, Manuel Filomeno vai escrever um negócio, é que isso me chamou atenção aqui. E ele fala que percebi as dificuldades que deveriam enfrentar aqueles irmãos enleados nos acontecimentos relatados. Ou seja, ele tava imaginando que que esse grupo, né, cada um na sua particularidade vai enfrentar nesse processo de recuperação espiritual. Porque ele vai dizer que esses impedimentos, ou seja, os gravanes desse contexto todo histórico que a gente falou são decorrência do lasco de sombra. é a taxa de aflição que eu tava falando lá no início, que esses impedimentos eh são decorrência desse laço de sombra sobre o qual ergueram as provações atuais, estabelecendo as suas conquistas eh construções morais. Então,
e eu tava falando lá no início, que esses impedimentos eh são decorrência desse laço de sombra sobre o qual ergueram as provações atuais, estabelecendo as suas conquistas eh construções morais. Então, é como se ele tivesse pensando, será, por exemplo, que quando o Felipe reencarnar, eh, o Felipe que tem o ódio do Argo, vai ser um filho, eh, assim problemático? Será que ele vai ter uma antipatia pelo Argos e o Argos vai ter antipatia por ele? Eu tenho quase que certeza que Felipe vai gostar mais da áurea do que do Arvas por causa da eh eh da vinculação do outro. Então, esses pensamentos eh eh de Manuel Filomeno, eu também comecei a entrar nesse circuito. E Maurício, como é que vai tá? E o e o Richard como é que vai tá com com Felipe? Porque Felipe o matou também. E e como é que estão os outros? Porque ele não se enredou só com esse grupo. Tem muitos que nessas lutas político-religosas ele matou, foi morto. Eu não sei como é que é, porque o livro não fala isso, mas dá pra gente começar a pensar muito. E irmã Angélica vai concluir o seguinte, que em todos os casos de obsessão, em todos os casos de dificuldade que a gente enfrenta, que a transformação íntima é a mais importante, porque ela procede, ela procede do interior do indivíduo, né? Eh, e tem que ser trabalhada, insistentemente tentada, vamos dizer assim, até exaustão, para que esses fatores, eh, propiciatórios aos processos obsessivos eh se liberem, se desfaçam de tal modo que a gente se fortalecendo a gente não caia no processo da autoobsessão, não é? Então, queridos irmãos, queridos amigos, passo a palavra para a nossa querida Gisele Víor. Eu só tenho agradecer, né, pela sua excelente contribuição, seus aprofundamentos e também que você teve essa coragem de trazer, né, esses, eh, essas vidas, esses fatos aí que são difíceis da gente conseguir eh amarrar, né, pra gente compreender na sucessão da linha do tempo. Mas a gente foi seguindo o seu raciocínio e foi muito esclarecedor. Então, muito obrigada, foi muito oportuna a sua a sua
conseguir eh amarrar, né, pra gente compreender na sucessão da linha do tempo. Mas a gente foi seguindo o seu raciocínio e foi muito esclarecedor. Então, muito obrigada, foi muito oportuna a sua a sua contribuição nessa noite de hoje, como sempre. Já vamos aí iniciar daqui a pouco a nova obra Loucura e Obsessão. Semana que vem, o último capítulo, Painéis da Obsessão e fazemos eh votos de que Deus nos abençoe para que possamos estudar todas as obras do benfeitor Manoel Filomeno de Miranda ao lado desses corações amigos e queridos. Então, muito obrigada, um forte abraço e até semana que vem.
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