T6:E19 • Transtornos Mentais • Transtorno de Personalidade Antissocial
Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 06 - Transtornos Mentais Episódio 19 - Transtorno de Personalidade Antissocial ► Referências Bibliográficas • O homem integral, caps. 8 e 9; • Amor, imbatível amor, cap. 12; • O despertar do Espírito, caps. 2 e 7; • O ser consciente, cap. 9; • Triunfo pessoal, cap. 7; • Conflitos existenciais, cap. 9. » Apresentação: Cristiane Beira
Sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana de Angeles. No episódio de hoje, nós vamos falar sobre aquelas personagens que nós costumamos dizer como como psicopatas. Na descrição médica pela psiquiatria, o transtorno mental é chamado de transtorno da personalidade antissocial. Esse é o nome técnico. Nós costumamos referir usando mais o termo psicopata, aquele que tem a psicopatia, que é diferente da psicopatologia. a psicopatologia, nós todos praticamente temos alguma coisa ali. A psicopatia é essa essa descrição específica, esse transtorno específico que nós vamos falar hoje. Veio da provocação de alguém que pediu pra gente falar a respeito disso. Eu não tinha previsto isso num primeiro momento, então acabei adaptando, modificando o tema que eu traria, que eu acho que era menos interessante, talvez menos útil. E e trouxe então essa questão do psicopata. Tem bastante coisa. Então vamos logo ao assunto. Eu gostaria de iniciar trazendo alguns conceitos paraa gente depois entender um pouco mais essa dinâmica da mente do do que tem esse transtorno da personalidade antisocial. A gente já vai entendendo aí antisocial, né, contra a sociedade, né, aversa a sociedade. Que que me ajuda a transitar na sociedade? Qual elemento, qual, qual o fundamento da psique que me ajuda a conviver em sociedade? A persona. A persona é essa máscara social. Nós já falamos muito delas em dela em em episódios anteriores. A persona e a máscara que a gente adapta à nossa eh personalidade para poder ser mais flexível e melhorar um pouco nossa relação no mundo. A pessoa que diz assim: "Não, eu não visto nenhuma máscara, eu sou eu mesma onde quer que eu esteja". Ela vai dificultar a própria vida e a vida de quem vive com ela, porque ela vai ser inconveniente. Imagina se eu quiser falar tudo que eu tiver à vontade, eu sair falando. Eu vou magoar, eu vou prejudicar e as pessoas vão acabar se afastando de mim. Inclusive precisa de um certo azeite nas relações. Eu preciso medir minhas palavras. Eu preciso levar em
eu sair falando. Eu vou magoar, eu vou prejudicar e as pessoas vão acabar se afastando de mim. Inclusive precisa de um certo azeite nas relações. Eu preciso medir minhas palavras. Eu preciso levar em consideração o outro. Eu preciso me apresentar como as pessoas esperam que a gente se apresente. Isso não quer dizer que eu estou perdendo minha identidade se eu souber me relacionar bem com a minha persona. É a mesma coisa, como se eu vestisse um terno porque o o ambiente em que eu trabalho exige gravata. E não é porque eu pus a gravata que eu deixei de ser quem eu sou. Quando eu chego em casa, eu sou uma pessoa versa a gravata, OK? Eu tiro a gravata, eu ando de pé no chão, eu coloco o meu a minha minha camiseta, eh, que já tá gasta e eu fico tranquilo. Agora não é porque eu pus a gravata que eu deixei de ser quem eu sou. O problema é quando a gente acredita quando veste a gravata que muda e e passa a ser quem não é. Aí é o problema. A gente chama de identificação com a persona. E aí a pessoa fica acreditando que ela é esse executivo onde quer que ela esteja. Então, ela está dentro de casa conversando com os filhos, dando metas para bater, fazendo avaliação de desempenho, programando. Não. Então, quando a gente consegue vestir, saber que está vestindo e tirar na hora que não precisa mais, temos uma relação saudável com a persona. Ela é essencial para um equilíbrio social. Agora vamos imaginar que eu tenha algum problema com essa pessoa. O psicopata, ele vai ter algum problema com essa persona. Ele não vai fazer questão que essa pessoa se comunique com ele. Ele usa de uma forma manipuladora a persona, ou seja, ele veste a persona que ele sabe que ele precisa vestir para conquistar o outro, para seduzir o outro, para atrair aquele que ele deseja. Ele não cria que ajudam ele a se expressar no mundo. Eu vou ser quem eu sou, mas eu vou adaptar-me à sociedade. Não. Ele veste persona que às vezes não tem nada a ver com ele, porque ele tá usando como um instrumento com o propósito de agradar, de seduzir, de
ser quem eu sou, mas eu vou adaptar-me à sociedade. Não. Ele veste persona que às vezes não tem nada a ver com ele, porque ele tá usando como um instrumento com o propósito de agradar, de seduzir, de conquistar. Então nós vamos percebendo aonde atua a personalidade que tem o transtorno antissocial, aonde que ela atua. Por exemplo, no caso da persona, ela vai ter uma relação diferente do que se espera pela natureza, pelo processo natural. Ele não faz questão que essa persona comunique quem ele é, pelo contrário, ele tenta, inclusive pela persona eh disfarçar quem ele é, porque senão ele vai ser percebido e ele não vai conseguir atrair as pessoas que ele vai procurar manipular e dominar e tudo mais. Um outro ponto que a gente traz de fundamento da psicologia, a projeção. No caso, eh eh o psicopata, ele traz como se fosse predominantemente a sombra. Então, todos aqueles aspectos negativos, prejudiciais para si e pro outro, eles estão muito mais presentes. O o das pessoas que não trazem o transtorno da da personalidade antissocial, a sombra muitas vezes tá reprimida porque tem uma censura aqui que sabe que eu tô com vontade de esganar o meu colega de trabalho pelo que ele fez, mas eu não vou esganar. Eu consigo frear, eu consigo me regular, eu consigo censurar. O psicopata não, a sombra dele é é exposta. Dê uma forma manipuladora para ele conseguir chegar onde ele onde ele quer. Mas ele não freia, ele não ele não faz um autojuízo dizendo que eu tô pensando em fazer um absurdo. Então ele acaba sendo pra gente um representante do mal. E muitas vezes a gente usa esse psicopata quando a gente às vezes assiste séries, eh, filmes e a gente fica vidrado. Parece que a gente se alimenta daquilo e a gente, onde já se viu, que pessoa cruel e a gente condena. Muitas vezes isso é um processo de projeção da nossa própria sombra. Eu não sei como lidar com o meu lado mau, que tem vontade de esganar, que tem vontade de apertar, que tem vontade de socar. Porque eu não posso ser assim, porque a
de projeção da nossa própria sombra. Eu não sei como lidar com o meu lado mau, que tem vontade de esganar, que tem vontade de apertar, que tem vontade de socar. Porque eu não posso ser assim, porque a minha consciência sabe que isso não é o ideal. Então, muitas vezes eu deixo essa energia ser expressa observando a cena lá fora. Então, muitas vezes a gente usa as histórias de psicopatas, inclusive para transferir, para projetar nosso próprio mal. Isso poderia pra gente ser até útil. Se a gente tivesse consciência disso, a gente poderia fazer de volta. Nossa, por que que eu tô tão obsecado por esse caso desse psicopata que eu fiquei sabendo, que eu conto para todo mundo e que eu acho um absurdo? Que que tem de mim nele? Que parte que eu não vou fazer o que ele fez, mas que parte que eu tenho tendência a, mas consigo me refrear? a gente poderia até trazer de volta para aprender, para crescer, ao invés de acusar apenas, ao invés de apontar o dedo, como se ele fosse um ser eh antagico, a criação, ele não é, ele é um ser como nós. Existe uma diferença de um transtorno que faz com que ele expresse mais o lado sombro, o lado negro dele nesse sentido de de de obscuro, de eu não saber o que que tem guardado ali, de não ser consciente, iluminado, enquanto que a gente fica reprimindo e a gente finge que não existe, mas ele tem a potencial pro mal como a gente também tem. E muitas vezes a gente esconde o nós projetando neles, né? acusando eles para fazer de conta que a gente jamais faria. Que mais que eu queria trazer aqui? H, e é uma mente cinda, né? como se fosse assim, duas mentes. Ele tem uma mente como a nossa e tem uma outra que não se comunica com essa. Porque é isso que eu tô dizendo, a gente se vem uma ideia eh doentia na minha mente, se vem uma ideia, um desejo de fazer um mal, eu tenho um outro lado meu que conversa e fala: "Cris, não, né? Não, vamos ver o que que você respira, sai daqui, senão você vai fazer bobagem". Eu consigo fazer o diálogo interno. Esses dois lados, luz e sombra,
outro lado meu que conversa e fala: "Cris, não, né? Não, vamos ver o que que você respira, sai daqui, senão você vai fazer bobagem". Eu consigo fazer o diálogo interno. Esses dois lados, luz e sombra, se ajudam para que a gente possa ter decisões mais racionais, mais pensadas, para que a gente não saia eh rompendo, fazendo bobagens. De vez em quando a gente faz, a gente não consegue fazer esse diálogo interno e de vez em quando nosso complexo constela e a gente fala o que não queria ter falado. Depois a gente se arrepende, a gente toma decisões de impulso, depois a gente fala: "Ai meu Deus, o que que eu fui fazer?" Mas são situações que não t esse que de crueldade, de manipulação, de antecipação. São explosões. No caso da mente que tem o transtorno eh de personalidade antisocial, ela planeja isso. Ela não é capaz internamente fazer uma autoanálise e falar: "Que que você tá pensando? Que absurdo é esse que você tá planejando fazer?" Ele não consegue ter esse outro lado dele que regula, que censura, que pontua que a gente consegue ter. a gente não vai planejadamente fazer um um grande ato de mal se a gente não tiver esse essa tendência a esse tipo de transtorno. Então, a gente costuma falar lobos em pele de cordeiros, porque a persona é de um sedutor, eles têm habilidades de seduzir, são manipuladores. Então, aparência de um cordeiro, mas na verdade por trás existe um lobo querendo atrair outros cordeiros para poder entrar na dinâmica. de eh agressor e vítima. É constelada essa dinâmica de agressor e vítima sempre que há um fenômeno de manifestação de uma psicopatia em ação. Sempre que um psicopata está agindo como psicopata, nós vamos observar a dinâmica de um agressor, que é ele, e uma vítima. Então aí a gente já pode pensar que as presas do psicopata elas têm uma postura interna de quem se sente vítima. Então não existe acaso. O psicopata acessou, conseguiu seduzir e atrair a sua vítima. Não é qualquer pessoa que entraria aí. Essa pessoa, ela tem que ter uma relação com a postura, com o
sente vítima. Então não existe acaso. O psicopata acessou, conseguiu seduzir e atrair a sua vítima. Não é qualquer pessoa que entraria aí. Essa pessoa, ela tem que ter uma relação com a postura, com o arquétipo de vítima em algum lugar dentro dela. Ela se sente vítima, ela é a participação dela. A gente costuma falar 50% para cada um de qualquer relação, inclusive do agressor e da vítima. E para nós que somos espíritas e acreditamos em lei de causa efeito e reencarnação, mais ainda que a gente sabe que não existe vítima, que cada um está no lugar que criou para si, se não foi hoje, vem de existências passadas. Então, o psicopata, ele não vai sair numa multidão e escolher qualquer pessoa. Ele vai se afinar com sua vítima. E a sua vítima está vinculada de ou está passível de se vincular pelas suas próprias questões psicológicas e muitas vezes eh de expiação de vidas passadas. Mas nós vamos falar da dinâmica de agressor e de vítima. É uma dinâmica de poder. Eu posso mais, sou mais esperto, sou mais inteligente, te seduzir, sou cruel, não tenho essa empatia desenvolvida porque tenho essa mente com esse neocórtex, com algum tipo de distúrbio. Então, não me não sou sensível à sua dor, não consigo me pôr no seu lugar, não consigo imaginar o que você tá sentindo, sou frio, sou insensível. Então, para mim é quase que um jogo, é quase que uma brincadeira isso que eu faço como psicopata com a minha vítima. É, é quase que uma distração. É uma dinâmica que me que me faz que me dá prazer. É uma dinâmica que me que me preenche, que eu eu sinto afinidade de prazer. Não consigo olhar isso pelo olhar sensível e empático de como assim? Como assim uma tortura? Como é que você consegue? porque o cérebro dele age, se se desenvolve diferente do de uma pessoa que não carrega esse transtorno. Se a gente for lá pro Então é uma conduta mais primitiva, né? Não é uma conduta complexa. Hoje ser humano hoje é tão complexo no sentido de complexidade, de profundidade. A gente tem hoje os neurônios espelho
te for lá pro Então é uma conduta mais primitiva, né? Não é uma conduta complexa. Hoje ser humano hoje é tão complexo no sentido de complexidade, de profundidade. A gente tem hoje os neurônios espelho que nos ajudam a fazer essa esse processo de empatização. A gente consegue imaginar, a gente tem já um coração mais solidário, ainda que a gente está começando. Esse é o ser humano mais atual. A gente está dizendo que nós estamos caminhando pro homoespirituales, né? Nesse sentido da gente ser mais transcendente à matéria, sermos mais fraternos, a personalidade psicopata não, ela ela é regredida nesse sentido, ela é primitiva, ela vai lidar com situações muito muito grosseiras, muito muito duras, insensíveis, né? Se a gente for lá no DSM5, que é o manual que a psiquiatria consulta e descreve para falar dos transtornos, ele vai descrever pra gente essa última versão do do manual. As características típicas do transtorno de personalidade antisocial são falha em se adecar se adequar a um comportamento lícito e ético. Ele não consegue entender o que que ético, o que que é justo, o que que é certo, o que que é do bem. Ele não acessa isso, ele não olha por esse ponto de vista. Isso para ele é irrelevante. Ele nem faz o esforço e nem conseguiria fazer essas essas elaborações. Nossa, mas isso não é justo que se faz. Ele tá sob dinâmica de uma tendência dele. Ele só precisa satisfazer essa tendência. Egocêntrico, insensível, tem uma falta de preocupação com os outros. muitas vezes acompanha desonestidade, irresponsabilidade, manipulação, exposição a riscos. Ele se arrisca. Ele se arrisca. É como se ele não tivesse essa essa eh como se ele não conseguisse prever o que que pode acontecer. Então ele ele muitas vezes sai, ele ele vai tentar trair uma criança num parque, ele não consegue imaginar, nossa, alguém me pega, o que vai acontecer? Ele paga para ver, porque ele não faz essa avaliação de riscos. Ele não tem uma uma mente que trabalha como a a mente sem esse transtorno trabalharia, né? Então,
, alguém me pega, o que vai acontecer? Ele paga para ver, porque ele não faz essa avaliação de riscos. Ele não tem uma uma mente que trabalha como a a mente sem esse transtorno trabalharia, né? Então, empatia, intimidade, nada disso, né? E e aí o diagnóstico como que é feito? Porque de novo, eu tenho falado isso em todos os episódios, se a gente começar a olhar aqui que que tem de característica, a gente vai falar: "Nossa, acho que eu sou um psicopata". Porque a gente vai se enquadrar em uma ou outra. Mas de novo, o diagnóstico ele é mais complexo e ele requer várias várias variáveis juntas. Ah, tem uma lista de fatores, muitos fatores, não é porque eu me enquadro enquadro em um ou em outro. Então, no caso, eles de dessa dessas das características dessas quatro áreas, o diagnóstico precisa ser preenchido em pelo menos duas. Então, nas as quatro áreas são uma identidade mais egocentrada. Aí, quem de nós não tem um pouco de egocentrismo? Quem de nós não olha um pouco pro próprio umbigo e de vez em quando esquece do todo? Então, agora eu sou psicopata. Não. Então, é uma autoestima elevada pelo ganho, é um prazer, pelo poder, mas nem todo mundo que tem isso é psicopata. Precisa de pelo menos dois dos quatro. um identidade, outro o que eles chamam de autodirecionamento, que é a definição de objetivos baseada na gratificação pessoal, ou seja, uma ausência de padrões eh prósociais internos. Então, primeiro, eu tenho que ter ser egocentrado. Então, o foco tá em mim, o meu prazer, o que eu quero. Segundo, eu não faço uma elaboração eh pensando no coletivo. Eu estou não tenho uma internamente uma avaliação do que que pode acontecer com a sociedade. Ou seja, eu tô procurando gratificação pessoal, tá? Então, duas coisas, egocentrismo, não me importo se o efeito no coletivo, eu tô procurando uma coisa que me dá prazer. Terceiro, empatia. Não consegue ter empatia, é ausência de sentimento. Ele observa a pessoa que está sofrendo, que está sendo torturada, por exemplo, e ele não sente,
rando uma coisa que me dá prazer. Terceiro, empatia. Não consegue ter empatia, é ausência de sentimento. Ele observa a pessoa que está sofrendo, que está sendo torturada, por exemplo, e ele não sente, não tem uma emoção do tipo, ai meu Deus do céu, tô ficando desesperada de assistir essa cena. ele não fica, ele não, ele não se aproxima. É como se ele fosse insensível em termos emocionais. e a intimidade, ele é incapaz de fazer um vínculo afetivo. Ele é incapaz de entrar na intimidade e deixar que o outro entre na sua intimidade. Então, pelo menos dois desses quatro fatores precisam estar presentes pra gente começar o diagnóstico. Agora, se esse dois, ah, então eu sou egocêntrico e eu também gosto da gratificação pessoal e não tô nem aí com o coletivo, então agora eu sou psicopata. Não tem um outro, uma outra lista que também precisa ser consultada, eh, que se refere a traços de personalidade. Agora, precisa de pelo menos seis traços de personalidade dessa lista de sete. Então, da lista de sete, pelo menos seis precisam estar presentes pra gente poder fazer o pensar no diagnóstico. Quais são esses sete eh traços de personalidade? manipulação, ou seja, ele controla, ele manipula, ele joga para seduzir o outro, ele manipula insensibilidade. Não tô nem aí com o que você tá sentindo, nem consigo me chocar com o que eu tô vendo. Posso estar assistindo um ato de tortura, não acontece nada comigo. Desonestidade, ou seja, eu minto, eu manipulo, eu engano, eu faço o que for preciso. hostilidade. Então, sentimento de raiva, irritabilidade, desprezo pelos outros. É vingativo, é grosseiro. Ele precisa ter essa desinibção ou eh exposição a risco. Ele ele faz coisas que a gente fala: "Nossa, mas ele não pensou que ele poderia ser pego?" Não. Então, ele se expõe a risco. Ele não tem muito uma avaliação de causa e efeito, de consequência do que pode acontecer. Sexto, impulsividade, desinibição. A gente fala: "Nossa, mas como que ele foi cara de pau para entrar num jardim que tinha um monte de gente?" Então ele é
feito, de consequência do que pode acontecer. Sexto, impulsividade, desinibição. A gente fala: "Nossa, mas como que ele foi cara de pau para entrar num jardim que tinha um monte de gente?" Então ele é desinibido, ele fala, por isso que ele ele seduz, ele passa uma imagem de autoconfiança, né? Então, desinibição e o sétimo, irresponsabilidade. Então, é uma desconsideração. Ele não tá nem aí. Se você perguntar para ele, você se arrepende do que você fez? Não. Você não pensou no que que aconteceu? Não pensei não. Ah, mas a família inteira, problema é deles, não é meu. Então veja, pra gente falar em psicopatia, a gente tem que falar de seis desses sete. São muito pesados. Então, dá para ver que de vez em quando a gente até passa por um ou outro, mas a gente não tem como personalidade esses traços instalados, né? A gente que eu digo é quem não traz eh o transtorno em si. E ah, e uma coisa interessante é que a gente só vai fazer a o diagnóstico a partir dos 18 anos de idade. Então, a criança e o adolescente eles ainda não dá para considerar porque eles estão também em períodos de experiência. E aí a gente vai trazer os traços das vidas passadas. E pode ser que tem uns que t mais tendência agressiva do que outros, uns mais insensíveis do que outros, mas não dá para dizer que uma criança é psicopata, nem que um adolescente é psicopata. A gente vai falar de psicopata na idade adulta. Bom, tentei correr bastante para sobrar tempo para Joana, porque nós temos também bastante eh conteúdo da Joana de Angeles. Então, nós vamos começar no homem integral e capítulo oito do homem integral. A Joana vai falar dos espíritos doentes, mas que a gente tem que também pensar, não vamos julgar porque eles não são assim, eles estão assim. E é gostoso a gente pensar, é confortável a gente pensar que um dia todos seremos anjos, inclusive os que trazem esses transtornos mais difíceis de serem aceitos, compreendidos, difícil pra gente empatizar com quem carrega o transtorno, por exemplo, da pedofilia,
dia todos seremos anjos, inclusive os que trazem esses transtornos mais difíceis de serem aceitos, compreendidos, difícil pra gente empatizar com quem carrega o transtorno, por exemplo, da pedofilia, o transtorno da psicopatia. Difícil a gente aceitar e entender, mas ela convida a gente a pensar, são doentes e um dia serão anjos também. Todos nós seremos anjos um dia. Então, Joana diz: "A maldade sistemática, a impiedade, o temperamento hostil revelam as personalidades psicopatas que antes necessitam de ajuda em vez de reproche. A bondade neles latente, vamos pensar que existe bondade neles latente. Eles têm a semente da bondade, só que ela está esmagada por esse cérebro disfuncional que foi prejudicado em vidas anteriores e que está totalmente alienado da bondade. Mas existe uma bondade latente. A bondade neles latente aguarda o momento de manifestar-se e predominar, mudando-lhes o comportamento. Então vamos primeiro lembrar que a gente não deve julgar. A gente tem que procurar a nossa empatia por eles, compreender que são espíritos que se complicaram e vão sofrer para poder dar conta de tudo, para poder reequilibrar a sua mente, para poder dar conta do mal que estão fazendo. É muito sofrimento que aguarda. Então, pelo menos compaixão da nossa parte, ao invés da gente falar com eles como se eles fossem representantes do mal como uma entidade, não são. São irmãos nossos. E do mesmo jeito que nós carregamos nossos conflitos, nossas más tendências, eles carregam as deles. Então a gente deve se compreender e e empatizar mesmo, né, uns com os outros. Amor imbatível. Amor, capítulo 12. Então, Joana aqui vai falar a respeito do ambiente, o quanto que esse ambiente muitas vezes promove, estimula a liberação dos conflitos que a gente carrega, né? Então eu lembrei também de uma de uma entrevista, eu procurei, mas eu não consegui encontrar, de um pesquisador ali já faz muito tempo, e ele tava pesquisando sobre psicopata, sobre esse transtorno da personalidade antissocial.
uma de uma entrevista, eu procurei, mas eu não consegui encontrar, de um pesquisador ali já faz muito tempo, e ele tava pesquisando sobre psicopata, sobre esse transtorno da personalidade antissocial. Ele escreveu, ele ele pesquisou por décadas, depois ele transformou isso num livro, se eu não me engano. E eu acho que a entrevista que eu li era uma entrevista em que ele tava fazendo a propaganda do próprio livro, se eu não me engano, era essa a história. E esse pesquisador, ele, o ponto interessante é que ele diz assim lá pelas tantas na pesquisa dele, quando ele vai analisando o que é uma criança psicopata, quais os como é que a gente já começa a observar traços a desculpa, criança psicopata não existe. Como é que são os traços de uma personalidade futura psicopata enquanto criança? Será que a gente já consegue perceber certas tendências para já começar a atuar? Quando ele mergulha nisso para tentar entender, ele vai se identificando, ele vai lembrando dele criança, ele vai percebendo afinidades. Aí chega um ponto que ele fala: "Não é possível. Tudo indica que eu tenha, que eu seja uma personalidade, que eu tenha isso instalado em mim. Mas como assim? Eu sou hoje eh, já tenho certa idade, já sou casado, eu tenho filhos, eu amo meus filhos, como é que pode? Então ele vai conversar com a mãe e faz uma uma entrevista profunda com a mãe, tenta investigar o passado e ele chega a essa conclusão e que ele tinha sim, ele tinha os traços todos característicos eh eh de alerta para a possibilidade futura. E ele fala assim: "Mãe, como é que que aconteceu para eu não desenvolver?" Então ele fala assim, por exemplo, mãe, eu eu tinha vontade de maltratar bichinho, por exemplo, eu você já me viu fazendo isso? Ela falava: "Eu não deixava. Eu percebia a sua tendência e quando você tava se aproximando disso, eu desviava sua atenção. Eu trazia o bichinho para perto de mim. Eu mostrava para você um outro lado da moeda. Então, a mãe foi direcionando, a mãe foi lapidando, a mãe não foi dando
proximando disso, eu desviava sua atenção. Eu trazia o bichinho para perto de mim. Eu mostrava para você um outro lado da moeda. Então, a mãe foi direcionando, a mãe foi lapidando, a mãe não foi dando ênfase, a mãe não, a mãe não foi também assim, ó, já se viu, olha que coisa feia que você tá fazendo, não. Ela foi como se ela tivesse tirando ele da estrada que ele tava e trazendo ele para uma nova estrada. Então, essa mãe afetuosa, essa mãe empática, essa mãe não julgadora, essa mãe observadora, ela foi conseguindo permitir que esses traços fossem se manifestando e sendo desenvolvidos. Ela desviava atenção, ela chamava, ela treinava outras habilidades e ele conseguiu se treinar como se fosse para sair. É muito raro isso. O triste desse desse transtorno é que não existe uma cura. O que existe no máximo é um treinamento para você aprender a lidar com isso, a se proteger disso, a criar uma rede de apoio e de alguma forma ele conseguiu com a ajuda da mãe. Então é é interessantíssimo isso, quanto que o ambiente pode tanto favorecer quanto ajudar a não se desenvolver. Então, no amor imbatível, amor, capítulo 12, Joana diz: "A agressividade surge, então quando o espaço diminui, seja entre os animais ou entre os homens, começou a apertar, começou a ficar incômodo, as pessoas começaram a invadir, a gente vai ficando irritado, a gente sabe disso." Tem tem pesquisas mostrando, lembra aquele aquele ginásio que foi que foi usado como abrigo naquela região do sul dos Estados Unidos que foi devastada por um eh por um por enchentes decorrente. Eu acho que era o Elninho. Se não era Elninho, era uma outra a Catrina. O Catrina, lembra que deixou um monte de gente lá, não sei se era Luisiana, algum lugar lá pro sul, e eles foram ser abrigados no ginásio e eles precisaram interferir porque a comunidade que no começo era solícita, empática, amorosa, depois de muito tempo convivendo num espaço menor, a começou a ter violência lá dentro. Não, não, se não me engano, teve até morte. Então, isso que Joana tá
no começo era solícita, empática, amorosa, depois de muito tempo convivendo num espaço menor, a começou a ter violência lá dentro. Não, não, se não me engano, teve até morte. Então, isso que Joana tá dizendo. A agressividade surge então quando o espaço diminui, seja entre os animais ou entre os homens. Comprimidos tornam-se violentos, impossibilitados de alcançar ou de serem alcançados pelas luzes do sucesso, explodem em perversidade, em condutas criminosas, que os retiram do anonimato e os transformam em ídolos. Triste, né? Para outros psicopatas que o seguirão neles tendo os seus mitos. Então, Joana diz: "O quanto que o meio acaba sendo matéria prima? sendo combustível, alimentando a personalidade que já traz a tendência. Então, conforme a gente vai lidar com uma sociedade competitiva, agressiva, intimidada, opressiva, é lógico que eles vão sendo estimulados e essa agressividade aparece, se expressa, o quanto que se eles tivessem sendo cuidados por como aquela mãe foi, né, atendidos, distraídos, eh eh orientados no quanto que esse essa tendência poderia continuar lá adormecida para ele poder desenvolver uma vida funcional. Vamos agora para o despertar do espírito, capítulo dois, em que ela continua falando desse meio do contexto, quanto que o contexto ele interfere positivamente ou negativamente nos transtornos. Então, Joana diz no despertar do espírito, capítulo 2, se o indivíduo não possui interiormente nele insculpido um código moral para o comportamento, vagueia entre a irresponsabilidade, as psicopatias sociais, eh, desculpa, pessoais, a sociopatia no grupo no qual se encontra. Então, se ele não possui já internamente uma estrutura pessoal, espiritual, para não se deixar influenciar demasiadamente pelo meio, ele vai ser influenciado pelo meio. Tem espíritos que já vem com essa estrutura. Então, o meio pode ser muito nocivo, mas eles não se deixam corromper, eles não se deixam e eh influenciar a ponto de se tornarem quem eles não gostariam de ser. Mas e se
ue já vem com essa estrutura. Então, o meio pode ser muito nocivo, mas eles não se deixam corromper, eles não se deixam e eh influenciar a ponto de se tornarem quem eles não gostariam de ser. Mas e se essa personalidade ainda não tem essa força espiritual? Se é uma personagem que chega pra vida fragilizada, que já fende tendências negativas, já traz automatismos que não são bons e mergulha no meio que provoca, que domina, que violenta, que abusa, é pr fogo no lugar que tem e eh combustível ali esperando. a gente acende e aquilo vai infestar, vai se manifestar. Então, a importância da gente cuidar do meio da educação, da família, da gente se apoiar uns aos outros e não condenar quem traz um ou outro tipo de transtorno, quanto que é ótimo o investimento no desenvolvimento do ser para depois não precisar correr atrás do prejuízo quando esse transtorno se manifestar e tomar conta do indivíduo. Vamos continuar então ainda no despertar do espírito, agora no capítulo 7, Joana vai falar sobre o os traumas passados que acabam fazendo essa cisão. A gente vem com esse cérebro que não está harmônico e integrado e a gente faz aquilo que eu tava dizendo lá no começo. Eu não consigo conversar comigo mesma. Tem um lado meu que quer fazer um mal e o outro lá, o outro lado que deveria vir conversar para falar: "Não, opa, pera aí, que isso?" É como se fossem separados, eles não se acessam. Então, o meu lado equilibrado, consciente, racional não é capaz de conversar com esse lado que quer fazer o mal e demover essa ideia, como a gente faz muitas vezes. É como a gente chama isso, é um cérebro cendido, como se fosse dois em um. De novo, eu vou indicar uma série que é uma série de uma das plataformas, eu não sei qual é, e que vale a pena ser buscada para quem puder assistir. Em português, a tradução foi entre estranhos. O nome em inglês é crowded room. Crowded room, sala cheia. em português entre estranhos, porque vai mostrar essa esses aspectos da mente que é como se fosse dividida. Já tô dando spoiler, não, não
os. O nome em inglês é crowded room. Crowded room, sala cheia. em português entre estranhos, porque vai mostrar essa esses aspectos da mente que é como se fosse dividida. Já tô dando spoiler, não, não resisto ao spoiler, mas vale a pena porque é um jeito eh visual, né? a gente vai ver na imagem do filme eh o funcionamento dessa dinâmica psicológica que a gente tá trazendo aqui. Então, no capítulo sete do Despertar do Espírito, Joana diz: "As as castrações psicológicas, heranças dos sentimentos de culpa e de pecado que provém do passado têm perturbado mais a humanidade do que as guerras cruéis, que tem por meto extermínio de povos e de raças. Porquanto na raiz desses conflitos, aqueles que os desencadeiam são psicopatas vitimados por insânia visível ou vir virulentamente mantida nos arcabolsos do inconsciente que os comanda nas atitudes e decisões infelizes. Então, Joana tá dizendo, resumindo, no passado, a gente se complicou, a gente participou de atrocidades. Ao participar disso, a gente lesou o cérebro, a mente ficou desequilibrada, a gente carrega a culpa. Ao vir pra Terra, gerando um novo um novo corpo, a gente pela transferência do perespírito, a gente traz o que tava no passado e transfere pra nova mente, pro novo cérebro. O novo cérebro agora já nasce não seu equilíbrio natural, mas disfuncional, por exemplo, com essa mente partida, caracterizando a a o transtorno de personalidade antissocial. E a gente vai precisar viver uma vida lidando com isso pra gente poder expurgar aquele desequilíbrio nesse cérebro, para poder merecer um novo cérebro. Agora, a gente gerando um novo cérebro mais equilibrado. Precisamos reequilibrar o cérebro vivendo uma vida com ele até a gente poder eh deixar se expressar, esvaziar essas energias do passado eh desequilibradas, né? Então, é lidar com isso pra gente poder formar um novo cérebro equilibrado na próxima vida. Vamos voltar lá no homem integral, mas agora no capítulo 9, Joana vai continuar falando dessas culpas do passado e do
lidar com isso pra gente poder formar um novo cérebro equilibrado na próxima vida. Vamos voltar lá no homem integral, mas agora no capítulo 9, Joana vai continuar falando dessas culpas do passado e do quanto isso muitas vezes gera eh dívidas que a gente que que outras pessoas cobrar da gente, processos de obsessão. Não que esses espíritos tenham direito, ninguém tem. A justiça quem vai fazer é Deus. Mas às vezes o espírito por livre habítuas escolhe perseguir o outro por alguma vingança. Então Joana diz: "Neste capítulo se enquadram diversas psicopatias cujas gênes à sua origem resultam de influências espirituais mediante as quais se abre o campo das obsessões igualmente conhecidas desde desde priscas eras com outras denominações. Olha que informação importante que Jana tá trazendo, que muitas vezes esse psicopata ele está sendo influenciado por obsessores que são vítimas suas do passado e que voltam agora como vingadores, querendo prejudicar a pessoa, influenciando ela a fazer as atrocidades para ela se comprometer e sofrer depois. Então, vamos lembrar que nos processos de psic de psicopatia, provavelmente existem outras mentes que estão aproveitando dessa culpa que esse espírito que está reencarnado carrega para usá-lo como marionete, provocando ainda mais mal do que ele próprio seria capaz de fazer. Eles vão ser corresponsabilizados. Eles não sabem disso. Mas aquilo que eles levam esse espírito a fazer, esse espírito vai responder sofrendo pelo que faz e eles vão responder juntos porque são coautores, mas eles estão com projeto de vingança, então eles não se dão conta de que eles estão cavando ainda mais sofrimento para si. Então, vamos lembrar que esse espírito reencarnado, que hoje é um psicopata, provavelmente não tá sozinho, está sendo manipulado por outras mentes, já resgatando um processo expiatório que ele mesmo provocou, porque se ele tem companhias é porque ele atraiu. Ainda tem mais coisa ainda no homem integral, não, agora não. No ser consciente. Então, o ser consciente,
processo expiatório que ele mesmo provocou, porque se ele tem companhias é porque ele atraiu. Ainda tem mais coisa ainda no homem integral, não, agora não. No ser consciente. Então, o ser consciente, capítulo 9, eh, Joana vai falar um pouco dessas personalidades que eu já antecipei, que chega pra reencarnação sem ter uma estrutura forte, eh, interna, enquanto indivíduos ainda não descobriram a sua força, ainda são frágeis, ainda não descobriram que podem, que são capazes, que tento. São pessoas que têm uma autoimagem eh frágil de si mesmos, né? E esses eh eh para esses processos, tanto como psicopatas quanto vítima do psicopata, é é de bandeja que a dinâmica vai se instalar. Então, Joana diz no ser consciente, capítulo 9, naturalmente as recordações infantis positivas ficam submersas sob aquelas negativas em razão da valorização do desagradável marcar mais o ser do que os outros, que deveriam ser mais considerados. Trata-se de um ataismo masoquista inconsciente que predomina em a natureza humana. Assim, os problemas existenciais podem perturbar a identidade quando o ser é frágil, psicologicamente e sem experiências desafiadoras espiritualmente. Mesmo nas infâncias assinaladas por dificuldades, há muita beleza a recordar os momentos inesquecíveis que são inerentes a essa fase, exceção feita às personalidades psicopatas e arredias, que cultivam no seu mutismo ou exacerbação os conflitos de que padecem. Bom, Joana está explicando aqui que a gente vai vivendo e na infância nossa muitas vezes a gente vai viver traumas. Então ela diz assim: "A personalidade que chega aqui já com uma certa estrutura egóica, com uma certa estrutura espiritual, com uma certa força para ser guerreiro, ele vai falar assim: "Passei por esse trauma, passei por esse abuso, mas tive essa pessoa que me ajudou, tive essa oportunidade que me resgatou, eu vou dar conta." E esse lado forte supera as dificuldades da infância e essa pessoa se torna funcional, vai viver, vai ser feliz, apesar de carregar
e ajudou, tive essa oportunidade que me resgatou, eu vou dar conta." E esse lado forte supera as dificuldades da infância e essa pessoa se torna funcional, vai viver, vai ser feliz, apesar de carregar as memórias que não vão ser esquecidas da violência, do abuso que sofreu. Se essa personalidade chega aqui frágil, chega aqui não acreditando em si, ou chega até preguiçosa, do tipo, ah, eu não tô afim de me esforçar não, ela vai fazer o quê? o posto, ela vai desconsiderar toda a ajuda que ela recebeu, as pessoas que estiveram presentes na vida dela de forma positiva, as oportunidades que a vida carregou, ela despreza tudo e ela só foca no abuso, na violência, no que faltou, no absurdo, e ela fica ali, ela fica alimentando aquilo. Óbvio que ela está se inflamando, se envenenando e disparando mais as tendências negativas de se manifestarem. Ela está abrindo as portas para falar, continua, continua olhando pro lado negativo, continua enraivecida, continua magoada. E aí você vai viver uma vida assim, se você carrega uma tendência para psicopata, aí você tá ligando uma coisa, o você tá juntando, você tá dando a faca e o queijo na mão para isso daí não dar certo. Então ela tá lembrando a gente que quanto mais a gente consegue fortalecer o ser, quanto mais a gente se dedica pra oração, pro estudo da da espiritualidade, para os processos terapêuticos, paraa meditação, mais eu vou me fortalecendo. menos eu fico a mercê desses arrastamentos pro lado que não vai me fazer crescer, que vai me prejudicar. Agora, o triunfo pessoal, capítulo 7, eh ela volta a falar dessa questão da sociedade, o quanto isso nos influencia. Então, Joana diz: "E exilando-se em antros sórdidos onde se refugia, repetindo o inconsciente pessoal que busca esconder-se por se sentir inferior, incapaz de despertar qualquer interesse digno dos seus coevos, o terrorista, e ela vai falar que o terrorista tem esse lado do transtorno eh de personalidade antisocial, né? O o terrorista é um psicopata congênico, congênito,
quer interesse digno dos seus coevos, o terrorista, e ela vai falar que o terrorista tem esse lado do transtorno eh de personalidade antisocial, né? O o terrorista é um psicopata congênico, congênito, mesmo que se expresse como portador de equilíbrio, que bem disfarça, em razão das peculiar pecularidades de toda uma existência eh de simulação, na qual esteve assinalado pela covardia e desespero íntimo de saber se não aceito, que é o ressumar de conflito do conflito de inferioridade. Então ela vai falar o seguinte: terrorista na maioria das vezes, é uma personagem que se sentiu desprezada, que tem um complexo de inferioridade, que não tem uma força para falar: "Vou vencer o lado negro da vida, vou vencer as minhas próprias sombras". Não, ele é frágil, ele tem raiva da sociedade porque não cuida dele e ele é insensível. E aí o que que ele vai fazer? Ele quer prejudicar, ele quer matar todo mundo, ele quer explodir os outros pela raiva que ele carrega de si mesmo e da sociedade não ter cuidado dele como ele esperava. Ou seja, ao invés dele investir em si mesmo, ele se sente um prejudicado e gasta todo o seu investimento procurando jeitos de prejudicar a sociedade. Não é inteligente. Se eu estou me sentindo prejudicado, eu vou gastar a energia que eu posso comigo para eu me recuperar, para eu superar o que me fizeram de mal. Mas quando a gente está alucinado, a gente gasta a energia que a gente tem. a gente já se sentiu prejudicado, a gente se prejudica um pouco mais para prejudicar o outro. Veja que bobagem, não tem sentido isso, mas a gente faz. E ela continua falando: "Sujeitos a esgares ou a convulções epiléticas ou ou a simples ausências, né? Não sei onde eu tava. São personalidades psicopatas perigosas porque traiçoeiras que sabem simular muito bem o sentimentos íntimos e urdem planos macabros por assodar da psique ambivalente doentia dissociada e com predomínio da faceta mórbita. Então ela tá descrevendo o psicopata com essas características. E o aspecto da crueldade que faz muito,
acabros por assodar da psique ambivalente doentia dissociada e com predomínio da faceta mórbita. Então ela tá descrevendo o psicopata com essas características. E o aspecto da crueldade que faz muito, tá muito presente nos quadros do da psicopatia. A Joana deângeles vai falar disso no livro Conflitos Existenciais, no capítulo 9. Então eu peguei bastante um trecho maior aqui. Então Joana fala: "Conseguindo captar simpatias, aparenta ser portador de comportamento normal. Veste uma máscara que não tem nada a ver com quem ele é. Não deixando transparecer o que lhe passa no íntimo. Então, eu estou querendo te prejudicar, mas eu vou me apresentar como uma pessoa que se encantou com você, que está fascinado por você. Na verdade, o que eu quero mais de tudo é te prejudicar nesse sentido de satisfazer esse meu lado mórbito, que é de de verência, de ver cruodade sendo feita. dissimula então o impulso infeliz e planeja, não poucas vezes, com riqueza de detalhes, a melhor maneira de infringir-lhes sofrimentos. Naturalmente, essa conduta cruel teve manifestações na infância quando cominou padecimentos a aves, animais, a crianças que maltratou. Lembra que eu falei que aquele pesquisador foi perguntar pra mãe, a mãe disse que ele queria sim prejudicar as avizinhas, os, mas que ela desviava ele desse comportamento. Ela não deixou ele se acostumar com esse comportamento. Então tudo isso é observado que Joana tá descrevendo na personalidade com esse transtorno. portador de vida interior muito ativa internamente, ele pensa, ele elabora, ele planeja, ele visualiza, ele gasta tempo elaborando e eh aquilo que ele vai vir a fazer na sua manipulação. Essa gaz, é rápido no raciocínio, escamoteando a verdade e comprazendo-se em iludir. não experimenta qualquer arrependimento pelos atos praticados, o que o leva a ceifar a vida de pessoas que deveriam ser queridas, inclusive se tivesse vínculo com ele. Olha que que mente que mente triste de ser observada, né? Portadores de fragmentação da mente, que a gente fala
eifar a vida de pessoas que deveriam ser queridas, inclusive se tivesse vínculo com ele. Olha que que mente que mente triste de ser observada, né? Portadores de fragmentação da mente, que a gente fala dessa mente cinda, que a mente não consegue se ajudar lá dentro e e ajudar a gente a pensar duas vezes antes de fazer. a a a refriar um comportamento que a gente sabe que é absurdo, ele não consegue. Permanecem incapazes de uma avaliação em torno dos próprios atos. podem apresentar-se gentis, atraentes, conseguindo dessa forma conquistar as suas futuras vítimas, antegozando, no entanto, a satisfação da armadilha que lhes prepara, estimulando-os ao golpe final, bloqueando a culpa, saciam-se por breve tempo na aflição e no desespero de que levam à consupção. Então eles sentem prazer de observar o desespero que eles promovem naquele outro. Por um tempo isso satisfaz, depois aquilo esgota e eles querem de novo. É como se fosse um vício. Aí começa todo o processo novamente. Quanto maior for o pavor do que o outro lhe mostra, mais estímulo para golpear experimenta o agressor. A fúria sádica explode em prazer mórbido e cessa até nova irrupção, quando ele começa tudo de novo. Bom, ela faz aqui então no, se alguém gostaria de olhar mais especificamente para esse transtorno, talvez o conflitos da conflitos existenciais capítulo 9 seja o livro mais indicado, porque eu trouxe um trecho, mas lá no texto tem mais informação, reflexão, vale muito a pena ler, se interessou. Ela faz aqui um resumo da personalidade que traz o transtorno eh da personalidade antissocial. Vamos lembrar que o psicopata nem sempre vai chegar nesse nível eh de afetar fisicamente o outro por meio de tortura, violência e morte. Muitas vezes a personalidade psicopata ela ela ela ela chega num grau um pouco anterior, então ela acaba fazendo toda essa tortura, esse abuso, essa violência, essa manipulação, mas no âmbito emocional, que é o que a gente mais observa. Então, existe muitos psicopatas que não matam fisicamente, que não
a fazendo toda essa tortura, esse abuso, essa violência, essa manipulação, mas no âmbito emocional, que é o que a gente mais observa. Então, existe muitos psicopatas que não matam fisicamente, que não abusam, que não violentam, que não agridem, que não machucam fisicamente, mas fazem tudo isso emocionalmente. Atrai uma pessoa, conquista de forma gentil, manda flores, seduz. Quando a pessoa chega, passa a ser um abusador, passa ser, passa a ser um dominador, passa a machucar, passa a chantagear, passa a violentar. Então é uma personalidade que traz esse transtorno, mas não executa de forma concreta, executa de forma psicológica esse domínio de forma emocional. Espero que tenha valido a pena a nossa reflexão para aquela que pra pessoa que me perguntou e me pediu pra gente falar sobre esse assunto. Agradeço pela presença de vocês, pelas mensagens que vocês deixam, pela participação e a gente se vê no próximo programa, se Deus quiser.
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