T6:E19 • Painéis da Obsessão • Maurício Desperta

Mansão do Caminho 06/04/2025 (há 1 ano) 1:03:37 1,316 visualizações

Neste episódio, o Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert estuda o capítulo 18 de Painéis da Obsessão, destacando o processo de despertar de Maurício — personagem central da trama espiritual. O capítulo retrata a força do arrependimento, o poder da consciência e o amparo amoroso da espiritualidade na jornada de reabilitação moral. 🎙️ Participações: • Host: João Korngold • Resumo: Vânia Maria de Souza • Aprofundamentos: Eulália Bueno e João Korngold 🌟 Um estudo profundo sobre os mecanismos de renovação espiritual, mostrando que o despertar da alma é sempre possível, mesmo após experiências marcadas pela dor e pela ilusão. 🎥 Série: Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert 📅 Temporada 06 | Episódio 19 #Espiritismo #PainéisDaObsessão #DespertarEspiritual #ReformaÍntima #MaurícioDesperta #ManoelPhilomenoDeMiranda #GrupoSuelyCaldasSchubert #EstudoEspírita #DoutrinaEspírita #DivaldoFranco

Transcrição

Olá, amigos, amigas. Sejam muito bem-vindos a mais um estudo do livro Painéis da Obsessão de Divaldo Franco pelo espírito Manuel Filomeno de Miranda. Hoje estamos, vamos estudar o capítulo 18 chamado Maurício Desperta. Estamos aqui em companhia das nossas queridas, Eulália Bueno, Ivânia e Maria de Souza. Antes então de iniciarmos, vamos fazer a nossa prece, elevando nossos pensamentos, pedindo a proteção dos amigos espirituais, que nos inspirem, nos guiem para que possamos aprender e, acima de tudo, vivenciar no nosso dia a dia todos os ensinamentos que receberemos nessa noite, nesta neste dia. Agradecemos a presença sempre inspiradora da nossa mentora Sueli Caldas Schuber, de quem este grupo originou-se. Pedimos a proteção dos espíritos que trabalham com Divaldo, o espírito Manuel Filomeno de Miranda, que nos trouxe essa obra belíssima. e todos que nos acompanham a cada semana, que possamos estar todos inspirados, guiados e protegidos pelo mestre Jesus. Então, com alegria muito grande em nossos corações, pedimos permissão para começar os nossos trabalhos. Que assim seja. Então, hoje nós vamos começar com o resumo que a nossa querida Vânia vai nos trazer. Vânia, com você. Então, boa noite, querida Eulália, querido João. Boa noite, queridos amigos e irmãos que nos acompanham. Que tenhamos um bom estudo esta noite, como tem sido todos os estudos. A cena do vampirismo ocorrida no quarto do hospital, que foi descrita no capítulo anterior, levou Filomeno de Miranda a demoradas reflexões e preces pelo refazimento do espírito do Senr. Marcondes. O caso mostrava indiscutivelmente que se a morte é o encerramento do ciclo biológico do ponto de vista físico, a libertação se dá sempre de acordo com os condicionamentos e vivências mantidos pelo indivíduo ao longo da existência. escreve ele, não há nos estatutos divinos regime de exceção. Cada pessoa acende, sobe na escala da evolução mediante os sacrifícios a que se disponha. O estado mental e as ações morais da criatura humana respondem por suas

s estatutos divinos regime de exceção. Cada pessoa acende, sobe na escala da evolução mediante os sacrifícios a que se disponha. O estado mental e as ações morais da criatura humana respondem por suas legítimas conquistas que se lhe incorporam inevitavelmente à realidade interior. Conforme o homem vive, assim ele desencarna, experimentando as companhias espirituais com as quais se afina e que atrai. E da mesma forma que os sentimentos cultivados se lhe transformam em amarras construtoras, também podem se transformar em asas de libertação. Filomeno afirma que jamais ele viu uma cena igual à ocorrida com o Senr. Arcondes e diz: "Este comércio entre as mentes atormentadas e atormentadoras é o resultado dos desmandos de uns e de outros, vítimas e algzes que se mancomunam mediante inditosa vinculação, produzindo paisagens infinitamente afligentes, sofredoras, gerando redutos coletivos de expiação inimagináveis para os domiciliados no corpo físico. Ainda o benfeitor faz importante estudo sobre o vampirismo e a zoantropia e diz: "Felizes daqueles que se derem conta dos deveres a executar e se afardiguem nos esforços pela edificação da responsabilidade ativa sem mecanismos esculpistas ou justificativas levianas destituídos de qualquer é legitimidade. Também nesse capítulo, conforme é o título do capítulo, Filomeno de Miranda nos traz novamente o caso Maurício. Vamos lembrar quem é Maurício. Ele está lá atrás. Lá nos capítulos 9 e 10, nós vamos encontrar por primeira vez o personagem Maurício, ligado ao casal Argos e Áurea, desde um passado distante, quando dos compromissos infelizes da boia. Maurício, então, nessa ocasião, preparou uma cilada em que tombou o antigo esposo de Áurea, o Felipe. E ainda ao renascerem no século XIX e no ano de 1815, Maurício e Argos, novamente reencarnados, submetem a sua antiga vítima, Felipe, que foi nessa encarnação um protestante perseguido. E aí reencarnam na atualidade os três. E no caso do Maurício, né, o Maurício evadiu-se do lar, vinculando-se a um

metem a sua antiga vítima, Felipe, que foi nessa encarnação um protestante perseguido. E aí reencarnam na atualidade os três. E no caso do Maurício, né, o Maurício evadiu-se do lar, vinculando-se a um grupo de jovens músicos, tornando-se usuário de drogas alucinógenas. Por que Maurício está neste livro, nesta história, cujos atores principais são Argos e Áurea? Porque Maurício se comprometeu gravemente com os outros dois neste passado distante, pelo menos por duas vezes. Então, como a benfeitora, a irmã quer eh trabalhar e também eh a auxiliar o casal, ela tem que buscar Maurício, que faz parte desse passado inditoso de List. Então, no capítulo 13, a irmã Angélica Benfeitora, convida a equipe para visitar Maurício, para o inspirar e o auxiliar nas decisões do seu futuro. Nesta oportunidade, a benfeitura induziu Maurício ao sono profundo e, em desdobramento teve uma conversa intensa e profunda e o inspira a ler a Bíblia. Após esta primeira visita espiritual, tem início a recuperação moral de Maurício e que foi assim descrita pelo espírito Dr. Lustosa. Abre aspas. A medida em que os dias se sucedem, após a visita da benfeitora, as fixações do inconsciente que guardou a as emoções e os esclarecimentos do desdobramento pelo sono. Então, à medida em que os dias iam passando, essas recordações foram subindo a consciência como recordações agradáveis que propiciaram, de um lado, júbilos e do outro amarguras. Júbilos em razão dele fluir de uma paz que fazia tempo que ele não estava acostumado mais. e também de amarguras, em razão dele agora sentir-se deslocado naquele grupo a que se ele havia se associado. Então, o organismo debilitado, ante as emoções novas ressentiu-se arrebentando as últimas resistências e nele se instalando um problema de saúde que seria contornado, mas em momento próprio. Ativei-lhe então a recordação do lar, como é importante o nosso lar, né? a saudade da família e a solidão que ele sentia, mesmo estando entre os amigos desarvorados. E tudo isto impôs-lhe a viagem de volta

i-lhe então a recordação do lar, como é importante o nosso lar, né? a saudade da família e a solidão que ele sentia, mesmo estando entre os amigos desarvorados. E tudo isto impôs-lhe a viagem de volta como solução feliz que lhe foi transmitida pelos fios invisíveis da intuição. Então, após o encontro que manteve com a irmã Angélica, Maurício encontrou a Bíblia e deixou-se inspirado ler e meditar. passo inicial para a renovação que se fazia indispensável para ele. A parábola do filho pródigo arrancou-lhe lágrimas nascidas no âmago do ser e com novas disposições, enfermo e fracassado, iniciou a viagem de retorno, sendo recebido em seu lar com alegria pelos pais e pelos irmãos. Agora Maurício recupera-se e medita, chora e espera. Informo o Dr. custosa que a irmã Angélica nos convidou para uma visita novamente ao amigo, quando lhe propiciará uma oportunidade de travar contato com o espiritismo em razão de uma visita que lhe será feita por abnegado seareiro das nossas hostes, domiciliado na região região e devotado lidador da terceira revelação. E aí a hora própria dizer-lhe: "Seguiremos daqui com o nosso Bernardo, aquele aplicador de passes maravilhoso, devendo encontrar-nos com a mentora que nos aguarda para que participemos dos eventos a benefício de Maurício." Seria isso então o nosso resumo desta noite, queridos irmãos. Obrigado, Vânia. Excelente resumo, muito importante pra gente ter uma ideia do que do que nos conta o capítulo. Eh, para começar nossos aprofundamentos, eu decidi que valeria a pena a gente se aprofundar um pouco no processo de desencarnação e de morte, porque eh o que Manuel Filomeno de Miranda nos traz nesses capítulo anterior e no começo desse é uma experiência muito traumatizante que ele teve acompanhando a desencarnação de Marcondes. E é, pode, é uma pergunta muito comum, principalmente para quem tá chegando no espiritismo, quem começa a estudar o espiritismo, eh, sobre a assistência ou não que recebemos no processo desencarnatório. No caso de Marcondes,

a muito comum, principalmente para quem tá chegando no espiritismo, quem começa a estudar o espiritismo, eh, sobre a assistência ou não que recebemos no processo desencarnatório. No caso de Marcondes, em que ele impossibilitado de receber assistência, foi vítima de vampirização que Manuel Filomeno de Miranda compara com matadouros, que ele, a única experiência que ele tinha visto anteriormente havia sido em matadouros. Eh, quem nos traz muita informação sobre desencarnação, morte e desencarnação é André Luiz nas obras na vida do mundo espiritual. Então, mas a primeira coisa que eu gostaria de trazer de André Luiz é: vamos separar o que é desencarnação e o que é morte. A morte é do corpo físico. Nós, o espírito imortal não morremos. O nosso corpo físico morre. André Luiz, no livro Estude Viva, que é que é psicografado por Chico dele e Emanuel nos fala que desencarnação é libertação da alma. Morte é outra coisa. Morte constitui cessação da vida, apodrecimento, bolor. A morte é a decomposição do nosso corpo físico quando nós, espíritos, desencarnamos. Porém, a desencarnação não ocorre no mesmo momento que a morte. No livro Janela para vida, eh, é feita uma pergunta a Emanuel do ponto de vista espiritual, em que preciso instante ocorre a desencarnação da alma? E Emmanuel nos responde que a desencarnação não é uma ocorrência absolutamente igual para todos. Por isso mesmo, consideramos por desencarnação o estado do espírito que já se desvencilhou de todos os liames que o prendiam ao corpo propriamente material. Eh, numa parte aqui no livro Consolador, eh, no programa Pingafogo, perguntam a a Chico, eh, sobre cremação, né? Porque também é uma preocupação constante que a gente ouve perguntas de espíritas sobre o que o espiritismo fala da cremação. Chico no programa Pingafogo fala que Emanuel nos livros Consolador recomenda que se espere até 72 horas para que todos esses essas conexões que aqui ele chama de liames que prendem o corpo ao o o corpo espiritual, o corpo material se

que Emanuel nos livros Consolador recomenda que se espere até 72 horas para que todos esses essas conexões que aqui ele chama de liames que prendem o corpo ao o o corpo espiritual, o corpo material se disfaçam. Não significa que para todo mundo demora 72 horas. Eh, não tem um um prazo fixo. Emanuel Emanuel fala em até 72 horas, mas, por exemplo, no caso de uma pessoa que tá doente há muito tempo, enfraquecida, já num processo meio eh eh natural de morte do corpo físico, a desencarnação se dá muito mais rápido, a separação dessas conexões. uma morte eh de um corpo num acidente, um um corpo jovem, um espírito eh ainda jovem, eh a separação pode demorar mais tempo por pelo trauma e por todos os fluidos vitais que ainda eh existem no corpo. Mas o que nos interessa aqui, principalmente é o auxílio dos amigos espirituais para quem desencarna. Porque a nossa ideia é transmitir a a o conceito de que o auxílio existe sempre. A gente pode ver que até nesse capítulo eh passado, Marcondes, quando tá desencarnando, quando tá corpo físico morrendo, o auxílio tá lá, os protetores espirituais estão lá. Ele mentalmente não permite o auxílio dos mentores espirituais por pela sua obsessão em pensar no passado, em pensar em se vingar e etc. É muito interessante. Tem nas cartas consoladoras do que o Chico recebia de de principalmente de jovens para os pais, tem um uma comunicação de um espírito chamado Ivo e que ele diz: "É fácil morrer, mas não é fácil desencarnar". A pessoa continua tão profundamente ela própria que muita gente chega por aqui a não admitir haja deixado a roupa física para envergar outros trages. É uma graça e uma lastima. A gente que nós que trabalhamos em reunião mediúnica, é muito comum espíritos chegarem sem realizar que desencarnaram, porque eles vêm o corpo físico deles. Na verdade, eles vêm o corpo espiritual, acham que é o corpo físico e como não entendem o processo, eles falam: "Eu tô me vendo aqui, como é que eu Como que eu morri? Eu não morri. Eu tô aqui". a gente e a gente fala:

vêm o corpo espiritual, acham que é o corpo físico e como não entendem o processo, eles falam: "Eu tô me vendo aqui, como é que eu Como que eu morri? Eu não morri. Eu tô aqui". a gente e a gente fala: "Não, sim, você não morreu, seu corpo físico morreu." Eh, no livro nos Domínios da mediunidade, no capítulo 4, o instrutor Aulos nos fala que para poder eh ter uma morte libertadora, é preciso cultivar uma vida, uma vida digna, que não é fácil, que comumente desencarna a alma sem que se desgarrem os pensamentos que ficam enovelados em situações, pessoas e coisas da Terra. A mente, por isso, continua encarcerada nos interesses quase sempre inferiores do mundo. E ele fala daí o valor do culto religioso respeitável, formando o ambiente propício à ascensão espiritual, com vantagens não só para os espíritos encarnados que a ele assistem, mas também para os desencarnados que aspiram à própria transformação. Então, por aí a gente vai vendo que o nosso comportamento na vida eh nos prepara para a desencarnação. E aqui, então, nós vamos falar sempre em desencarnação, porque a morte, como a gente deixou bem claro, é do corpo físico e não é aqui o que nos eh o que nos interessa muito, porque o que nos interessa aqui é nos preparar para a desencarnação, porque a única garantia que temos nesta passagem por essa encarnação é que vamos desencarnar. A partir do momento que a gente encarna, começa a contagem regressiva com a desencarnação que vai chegar para todos nós quando voltamos ao verdadeiro lar, que é o mundo espiritual. Eh, no livro Ação e reação, Druso, no capítulo 18, nos explica que dependendo do grau de animalização dos fluidos que prende o espírito à atividade corpórea, alguns ficam detidos por horas, outros talvez por longo dia, longos dias, que o corpo morto nem sempre significa libertação da alma. de novo, eh, uma coisa é a separação do corpo espiritual do corpo físico, que demora até 72 horas, mas a nossa mente pode continuar atrelada ao nosso nosso corpo físico, talvez em em até por por anos, como a

, eh, uma coisa é a separação do corpo espiritual do corpo físico, que demora até 72 horas, mas a nossa mente pode continuar atrelada ao nosso nosso corpo físico, talvez em em até por por anos, como a gente vê em casos de suicídio, em casos de pessoas extremamente materialistas voltadas para paraos impulsos inferiores. E aí, Druso continua que quanto mais chafurdamos o ser nas correntes da baixa de baixas ilusões, mais tempo gastamos para esgotar as energias vitais que nos aprisionam a matéria pesada e primitiva que faz parte da nossa fisiologia, demorando-nos então nas criações mentais inferiores e nela encontramos combustível para enganos nas sombras do campo carnal próprio propriamente considerado. E quanto mais nos submetemos à disciplina do espírito, que nos aconselham equilíbrio e sublimação, mais amplas facilidades conquistaremos para a exoneração da carne em qualquer quaisquer emergências que não possamos fugir à face dos débitos contraídos perante a lei. Então ele conclui dizendo: "A morte física não é o mesmo que emancipação espiritual. Eh, o livro Obreiros da Vida Eterna é o livro que mais trata dos casos de desencarnação. São cinco casos eh de desencarnação e que a gente vai trazer aqui para dar uma ideia como a assistência existe sempre. São cinco espíritos, cinco encarnados desencarnando, eh, de origens diferentes, de histórias de vidas diferentes, inclusive de crenças diferentes, que eh é a qualidade da obra de Chico Xavier e de André Luiz é exatamente transcender a religião e focar na espiritualidade. A espiritualidade e independe de que religião a gente segue. É um estado de alma, um estado de dedicação a ao nosso ser eterno. Então, na no Obreiros da vida eterna, a gente tem os casos de Dimas, que trabalhou como médium a vida inteira, mas que tem muita dificuldade em em se desligar, apesar de todo o auxílio do da da do mundo espiritual e dos de André Luiz e do grupo que trabalha com ele, a Zenóbia, que é a diretora da casa transitória Fabiano de Cristo, eh tem o

m em se desligar, apesar de todo o auxílio do da da do mundo espiritual e dos de André Luiz e do grupo que trabalha com ele, a Zenóbia, que é a diretora da casa transitória Fabiano de Cristo, eh tem o O tem a irmã Luciana e tem o padre Hipólito que trabalham juntos com André Luiz. Eh, o problema de Dimas é que ele não preparou a família. Ele fez o trabalho, um trabalho nobilíssimo, mas só para ele. A família não tem nenhuma noção espiritual, então ele na hora de se desligar não consegue eh se desconectar da família mentalmente por medo da morte, por medo de deixá-lo sozinho, por saber consciente ou inconscientemente que deixou a família despreparada. Mas mesmo assim ele recebe o auxílio necessário. Eh, o segundo caso é o caso de Fábio, que é um trabalhador ativo desde pequeno, uma alma nobre, que desde sempre um físico fragilizado. Então, desde desde que a doença tuberculose começou a a ficar mais séria, ele prepara a família plenamente. A família fica amplamente preparada. Ele é uma família modesta. Ele tem dois filhos pequenos. Ele conversa com a esposa e com os filhos, preparando-os para as a volta dele ao mundo espiritual, educando-os na sobrevivência da alma. e eh o amparo que ele recebe de todos os casos é o mais eh tranquilo, porque ele realmente já tava plenamente eh preparado e facilitou o trabalho dos eh dos eh auxiliares do plano espiritual. Eh, a gente tem depois o caso de Albina, que é uma evangélica, uma trabalhadora ativa também. eh é uma trabalhadora muito importante eh na religião dela, de uma caridade, uma vida dedicada ao auxílio e a dedicação ao aos trabalhos na igreja dela e que eh André Luiz nos explica que é um caso de um adiamento temporário da desencarnação, porque a gente aprende quando ela tá no processo de desencarnação, que tem um espírito eh se preparando para encarnar. Uma das filhas dela tá grávida. E e o mentor fala para André Luiz, explica que se ela desencarnasse ia fazer causar uma perturbação muito grande na filha e prejudicar muito o

preparando para encarnar. Uma das filhas dela tá grávida. E e o mentor fala para André Luiz, explica que se ela desencarnasse ia fazer causar uma perturbação muito grande na filha e prejudicar muito o espírito que precisava renascer. Então ela recebe uma uma um reforço para permanecer mais um tempo até o o parto ocorrer e ela aí volta ao mundo espiritual. Temos depois o caso de Adelaide, espírita, uma trabalhadora dedicadíssima, uma alma nobre, um espírito já bastante evoluída, mas com uma certa dificuldade de deixar para trás uma instituição que ela criou, que beneficiava a muitos, mas que ela eh todos nós temos somos espíritos imperfeitos. feitos. Então, mesmo um espírito evoluído e do bem, eh, ela cometeu um pequeno, eh, erro de não preparar trabalhadores para l para a substituir. E aí quando ela tem essa consciência e a preocupação de deixar para trás essa instituição, é uma conversa que ela tem no mundo espiritual bastante eh constante de preparação. E e é interessante que ela recebe o auxílio de Bezerra de Menezes. O André Luiz fica muito feliz quando encontra Bezerra de Menezes. eh cuidando do desencarne dela. E Bezerra nos fala uma coisa muito interessante no capítulo 19, ele fala: "Morrer é muito mais fácil que nascer. Para organizar, na maioria das circunstâncias, são precisos infinitos cuidados para desorganizar. Contudo, basta, por vezes leve empurrão. Em ocasiões como esta, a resolução é quase tudo. Ajude a você mesma falando para ela, Delight, libertando a mente dos elos que aam pessoas, acontecimentos, coisas e situações da vida terrena. Não se detenha. Quando for chamada, não olhe para trás. Interessante quando ele fala não olhe para trás eh a gente encontra uma referência na Bíblia, na Bíblia Mosaica, no Gênesis de Mosaico, a famosa história da mulher de Lote. Quando Lote e família estavam fugindo de Sodoma e Gomorra, que iam ser destruídas, a mulher de Lote olha para trás e se converte imediatamente numa estátua de sal. E a gente vê aí a lição figurada de não olhar para trás, porque

am fugindo de Sodoma e Gomorra, que iam ser destruídas, a mulher de Lote olha para trás e se converte imediatamente numa estátua de sal. E a gente vê aí a lição figurada de não olhar para trás, porque olhando para trás a gente se prende ao nosso passado e dificulta construir o nosso futuro. Então isso é importante também, a lição que nos traz Bezerra de Menezes, de focarmos no processo e no que nos espera no futuro. O que ficou para trás não podemos modificar, não podemos resolver. Obviamente tudo que fica para trás, os amores, os problemas, eh nós numa situação de de eh tranquilidade no mundo espiritual, podemos eh lidar com essas situações, auxiliar as pessoas que ficaram para trás, mas no momento da desencarnação é importante não se prender aos problemas terrenos. Isso é que Bezerra de Menezes eh nos fala e nos pede para prestar atenção, para nos conscientizar, para nos prepararmos. E o último caso eh do livro Obreiros da Vida Eterna é o caso de Cavalcante, que é muito interessante, um católico, um trabalhador abnegado, eh, que se dedicou a vida inteira a ajudar os outros. com muita fé religiosa, muito seguidor das da sua religião, mas foi abandonado por todos, por família, por todos, porque ele só pensava em servir. Ele não pensava em não acumular nenhuma riqueza. Ele se se despojava de tudo na vida física para ajudar os outros. Mas as crenças dele, eh, o catolicismo ferrenho dele o impediam de fazer uma transição pacífica, porque com eh eles eles foi casado, separou da mulher, a mulher abandonou ele, ele começa a entrar num complexo de culpa que ele tinha sido culpado e ele ia pro inferno. e começa a esse ele tá num num estado bastante lastimável no hospital, mas não consegue largar o corpo físico porque a mente dele não permite o complexo de culpa, o as preocupações com que ele tava deixando para trás não o deixam eh entrar em paz consigo mesmo para para o processo de desencarnação. é um caso muito interessante também que eventualmente ele é ele é auxiliado, eh,

com que ele tava deixando para trás não o deixam eh entrar em paz consigo mesmo para para o processo de desencarnação. é um caso muito interessante também que eventualmente ele é ele é auxiliado, eh, tem um espírito protetor junto dele, o espírito guardião dele que o ajuda, que chama Bonifácio. Eventualmente, obviamente, o corpo físico acaba, né, cedendo. Ele tinha um ele tinha sido operado, a operação não tinha sido bem sucedida e ele acaba desencarnando. cinco são levados paraa casa transitória Fabiano de Cristo. E do cinco somente eh Adelaide e Fábio estão em plena consciência do que aconteceu com eles, eh preparados paraa jornada que os espera. Dimas, Albina e Cavalcante, por suas por suas crenchas religiosas, ainda muito aferrados no caso de Albina e Cavalcante e Dimas pela dificuldade de desencarnação e dificuldade de se desligar da família, eh não conseguem eh se beneficiar de todo o auxílio que estão recebendo plenamente. Um último caso que eu gostaria de trazer aqui para vocês, que é muito interessante também, pra gente ver que a ajuda sempre existe, mesmo nos casos mais eh difíceis, é no livro mensageiros. No capítulo 50, André Luiz nos conta da desencarnação de Fernando. E é uma das primeiras vezes que André Luiz presencia uma desencarnação e e ele quando chega lá está a mãe de Fernando, que é um espírito um pouco mais evoluído, tentando ajudar a Fernando na desencarnação. Mas Fernando foi um espírito sempre muito focado na vida eh pregressa, no nas distrações da vida física. Ele não era um espírito mau, mas era um espírito que nunca se preocupou com a vida, com o mundo espiritual e sempre deu mais valor ao que acontecia na vida terrena. Então, a mãe de de Fernando fala para André Luiz que os superiores dela prometeram ajudá-lo, mas a aconselharam a deixar entregue a si mesmo durante algum tempo pela necessidade nesse processo de eh de desencarnação dele, dele refletir, reconsiderar o passado e identificar os valores que, infelizmente, desprezou, que no caso

gue a si mesmo durante algum tempo pela necessidade nesse processo de eh de desencarnação dele, dele refletir, reconsiderar o passado e identificar os valores que, infelizmente, desprezou, que no caso dele lágrimas, remorço, solidão de arrependimento, serão os portadores de calma ao seu espírito. Eh, então ela fala que é grande o desejo de aconchegá-lo ao coração. Todavia, ela não pode prejudicar a marcha do serviço divino. E ela fala que tanto ele como ela tem contas com a justiça do eterno e que ela, cansada de agravar os próprios débitos, não deveria contrariar os desígnios de Deus. eventualmente, então, na hora da desencarnação, ela auxilia ele. Mas também é importante pra gente entender esse processo de desencarnação. O auxílio sempre existe, mas às vezes os espíritos acham necessário eh esse período de reflexão interna do desencarnante para que possa eh ver o que acontece, refletir sobre a vida. Eh, às vezes há um uns alguns arrependimentos, alguns desejos de melhora. Eh, por isso que também no espiritismo a gente aprende que a eutanásia não é recomendada de alguma de maneira alguma, porque nos últimos momentos sempre a oportunidade de alguma reparação, alguma, né, alguma melhora na condição do espírito eterno. Então, todos os momentos são ah aproveitados. E muito interessante comparando com esse caso de Marcones que acabamos de ver, André Luiz, né, esse processo de Fernando, ele se assusta com três espíritos que aparecem na janela esperando para atacar o Fernando, eh, esperando para sugar as energias e o levar. E o mentor fala para André Luiz: "Não se preocupe tanto com os vagabundos que esperavam nosso irmão infeliz. só não penetraram na câmara de dor porque a nobre presença maternal impedia tal assédio. A importância de espíritos queridos que estejam conosco, que nos protegem, que nos auxiliam e que vão estar sempre presentes. Os nossos verdadeiros amores são para a eternidade. Nunca vão deixar de de tentar nos auxiliar e de tentar nos guiar. Então, eu acho que a mensagem aqui

nos auxiliam e que vão estar sempre presentes. Os nossos verdadeiros amores são para a eternidade. Nunca vão deixar de de tentar nos auxiliar e de tentar nos guiar. Então, eu acho que a mensagem aqui dessas eh dessas mensagens e desses estudos eh de processos desencarnatórios eh nos leva nós espíritas a procurar a trabalhar na nossa evolução espiritual, procurar eh trabalhar para o bem e trabalhar para nos eh nós merecermos o auxílio de toda de dos espíritos. Eh, ainda no livro Obreiros da Vida Eterna, uma pergunta que André Luiz pergunta que é muito interessante. Ele pergunta se nem todas as desencarnações de pessoas dignas contam com amparo de grupos socorristas. E o mentor, eh, na verdade não é um mentor, ele tá num cemitério, é no cemitério do Dimas, onde ele era enterrado. Esse espírito que está lá tentando ajudar os desencarnados sofrendo no cemitério, falam: "Nem todas, todos os fenômenos de decesso contam com amparo da caridade das organizações de assistência indiscriminada. No entanto, a missão especialista não pode ser concedida a quem não se distinguiu no esforço perseverante do bem. Então, a mensagem para nós é esforço perseverante no bem dentro das nossas limitações, aceitando as nossas limitações, aceitando as nossas dificuldades, mas trabalhar para crescermos espiritualmente o mais possível, trabalharmos para auxiliar a todos que possamos auxiliar, para que sejamos dignos de no momento da desencarnação. então sermos auxiliados por nossos entes queridos e por todos esses espíritos que se beneficiarem eh da nossa companhia, da nossa do nosso auxílio. Então, esses eram os comentários que tínhamos para o processo de desencarnação e morte, a diferença entre os dois. Vamos passar então para a nossa querida Eulália para completar os aprofundamentos do capítulo. Eulália, com você. Muito obrigada, querido amigo. O nosso olá muito carinhoso para você, paraa Vânia, que nos antecederam magistralmente. Vânia, como sempre, tendo uma narrativa justa, fiel ao texto e você hoje nos oferecendo um

igada, querido amigo. O nosso olá muito carinhoso para você, paraa Vânia, que nos antecederam magistralmente. Vânia, como sempre, tendo uma narrativa justa, fiel ao texto e você hoje nos oferecendo um panorama excepcional sobre a morte, a desencarnação, ressaltando algo que nós nos esquecemos. Nós investimos em muita coisa que não sabemos se iremos viver e não nos preparamos. para a certeza da morte do corpo físico. Mas muito mais do que isso, não arrumamos devidamente a mala para voltar para casa, que a nossa casa é o mundo espiritual. esse capítulo e achei muito bom a Vânia voltar à história do Maurício para que as pessoas relembrem e compreendam que esse despertamento é algo que espera por cada um de nós. Se onde está Maurício aqui puséssemos o nosso nome, este capítulo se ajustaria, porque no fundo nenhum de nós ainda de fato retornou como filho pródigo para Jesus. Nós continuamos desgastando, atirando a Esmo, os valores morais, os acréscimos da misericórdia do Cristo em mais uma bênção reencarnatória e ainda mais sob a bandeira do Espiritismo. Vemos Manuel Filomeno de Miranda profundamente impressionado, que eu me recorde, eu acho que até agora é a cena que mais o impressiona, é o desencarne do Marcondes e a aquele vampirismo, aqueles espíritos sob a ação hipnótica. da zoantropia, que é a forma animal com vestígios de humanidade, porque o espírito não decai na sua forma, mas os complexos de culpa, o remorço, os colocam sob a crueldade de espíritos que, aproveitando-se disso, atuam eh provocando-lhes uma ideia de que eles estão acelvajados. Quando nós começamos a sequência dos livros, eh, nos bastidores da obsessão, que é o primeiro da lavra de Manuel Filomeno de Miranda por Divaldo Franco, lembramos de Teofrastos, que comandava uma grande associação trevosa, e víamos a mãos cheias os encarnados serem conduzidos no desprendimento do sono pelos seus comparsas, porque nós colocamos os obsessores sempre como um espírito mal que está judiando de alguém. Mas não é

íamos a mãos cheias os encarnados serem conduzidos no desprendimento do sono pelos seus comparsas, porque nós colocamos os obsessores sempre como um espírito mal que está judiando de alguém. Mas não é assim. Existem vínculos que nos atam uns aos outros, vínculos afetivos, como a Vânia narrou, entre o casal Argos e Maurício, mas também temos os vínculos da afinidade moral, não necessariamente conhecermos, termos convivido em algum momento com os espíritos que moralmente se afinizam com a nossa conduta. E é assim que esses eh maiorais do crime ou que assim pensam, que erguem verdadeiras cidadelas no mundo espiritual, tem sob o seu comando milhares de espíritos. A grande maioria foi ali buscar a intercessão do conhecimento desses espíritos que, embora cruéis, são profundamente intelectualizados, convivências em assuntos espirituais, eh experiências e intervenções espirituais e que aceitam pedidos para que hajam vinganças, hajam eh obsessões cruéis como a ação desse vampirismo no momento da morte. Nós vimos alguns capítulos atrás que o fluido vital é representado no campo biológico pelo sangue. Então, compreendemos que Marcondes não apenas dava grandes golfadas de sangue, como espelia as suas últimas energias vitais do corpo e que esses ditos animais se locupletavam para absorver as sensações materiais que a morte do corpo lhes arrebatou, mas que são desvios morais. que por muito tempo ainda vão os vão escravizá-los à sensações que os eh vitalizam, por assim dizer, que lhes dão força para continuar empenhados no mal. Eh, é muito interessante nós viemos aqui buscar no livro Evolução e em Dois Mundos, na sua primeira parte, primeiro, no capítulo 17, mediunidade, corpo espiritual, uma observação muito importante de André Luiz que diz: "Todos os seres vivos, dos mais rudimentares aos mais complexos, se revestem de um energético que lhes corresponde à natureza. Ora, se lhes corresponde à natureza, está esse espírito sensibilizado com a natureza que se encontra mesmo oculta

ares aos mais complexos, se revestem de um energético que lhes corresponde à natureza. Ora, se lhes corresponde à natureza, está esse espírito sensibilizado com a natureza que se encontra mesmo oculta aos seus olhos, porque no mundo espiritual, mas presente. E normalmente nós nos viciamos a acreditar apenas naquilo que vemos. Então, negligenciamos o cuidado espiritual que Jesus nos fez a célebre advertência. Vigiai e orai. a Gênese, no seu capítulo 14, fluidos, exatamente no item 45, que fala de obsessões e possessões, eh, Allan Kardec nos dá conta que ao redor da terra pululam os maus espíritos, porque atrelados às nossas más inclinações, como espíritos imperfeitos que somos. e que não nos esforçamos conforme deveríamos para vencer essas más inclinações. Então ele diz que esses espíritos aqui estão em consequência da inferioridade moral dos habitantes e que a ação malfazja deles faz parte dos flagelos com os quais a humanidade se vê a braços. Então, nós percebemos que, ao contrário do que imaginamos, que os espíritos infelizes, inclinados ao mal, se acertam de nós e fazem o trabalho de nos eh influenciar, não é bem assim, porque no capítulo 18 da Gênesis tem uma mensagem que eu gosto muito lá assinada, Dr. que diz que a humanidade encarnada e desencarnada influi uma na outra. Então, muitas vezes não são eles que estão nos influenciando, somos nós que os influenciamos quando não cuidamos de alcançar virtude. E a pergunta 893 do livro dos espíritos nos fala que virtude é sempre alcançada quando resistimos a uma má inclinação. Então, cada vez que estamos atentos, que estamos de vigía, de prontidão, e percebemos que vamos cair num mau hábito, resistimos. A seguir oramos. Orar é entrar em eh relação estreita com os benfeitores espirituais. o que faltou a Marcondes, o que faltou a Maurício até agora. E a intercessão da irmã Angélica vem então lhe proporcionar eh inspirações ao bem para que ele pegue a Bíblia, ele começa a meditar nos Salmos, ou seja, para que ele tivesse forças de sair daquele campo

a intercessão da irmã Angélica vem então lhe proporcionar eh inspirações ao bem para que ele pegue a Bíblia, ele começa a meditar nos Salmos, ou seja, para que ele tivesse forças de sair daquele campo mental contaminado onde se encontrava. um lugar completamente viciado. E fomos buscar também o livro Vitória sobre a Depressão de Joana de Ângeles Cordival do capítulo 11. Influenciações. Tem cuidado com os teus pensamentos e pendores, porque te constituem antenas que atraem os semelhantes vibratórios. para as correspondentes influenciações de que ninguém escapa. Claro que ninguém escapa. A pergunta 459 do livro dos espíritos nos fala que estamos em constante sociedade com os espíritos, mas não nos coloca ali se são só os bons ou se são só os maus, porque isso vai depender de nós. Então, quando nós estamos numa conexão com os bons espíritos, os maus podem tentar que não conseguem nos influenciar. Isso precisa ficar claro para que nós possamos fazer a nossa parte, porque estamos postergando demais. Voltamos a Gênesis, capítulo 14, os fluidos. Item 16, qualidade dos fluidos, onde tiramos um pequeno parágrafo que vai mostrar a todos nós como era difícil para Maurício sair daquele ambiente totalmente tomado por espíritos viciosos, encarnados e desencarnados. Então, a Gênese nos diz: "Os ambientes nos quais abundam os maus espíritos são, pois impregnados de maus fluidos que as pessoas absorvem por todos os poros perespirituais." Olha que coisa interessante. Tal como absorvem pelos poros do corpo os miasmas pestilenciais. Então, percebam que as nossas a nossa conduta moral fala do que nós vamos absorver. Marcond teve aquele desencarne que a todos foi chocante. Como o João falou, estava ali uma equipe, mas ele não abria a brecha e, infelizmente, fechava todas as portas desde que nem no instante da morte ele se arrepende do que havia feito. E mais ele praguejava revoltado porque via que ia perder o domínio sob a sua riqueza, sobre a sua riqueza, que ia deixá-la para a esposa e

nem no instante da morte ele se arrepende do que havia feito. E mais ele praguejava revoltado porque via que ia perder o domínio sob a sua riqueza, sobre a sua riqueza, que ia deixá-la para a esposa e os filhos. Como nesse momento eles poderiam interceder, se moralmente, sem nenhuma inclinação ao arrependimento, ele chegou a fazer uma prece, embora as irmãs de caridade ao seu redor o fizessem, mas ele não se permitia nem sentir o ambiente dessas orações e conectava-se como num corredor sem portas e janelas, direto com os seus cômpares espirituais, com aqueles a quem ele fez mal nessa vida que deixava, como em outras. e também eh queriam se vingar, absorvendo-lhe os últimos fluidos vitais eh e causando uma imagem que colocou o nosso Manuel Filomeno de Miranda para pensar. Então, no mesmo livro Evolução em Dois Mundos, muitas pessoas consideram, e ele não é realmente um livro fácil de ler, mas algumas partes é acessível ou são acessíveis para qualquer pessoa. Então, no capítulo 15 da primeira parte do livro, nós temos vampirismo espiritual. E André Luiz nos faz uma descrição minuciosa falando das infecções fluídicas. E ele começa fazendo uma narrativa, dizendo que no trato intestinal todos nós temos microrganismos que ali se albergam, apropriando-se dos sucos nutritivos gerados pela nossa alimentação. Porém, eles geram substâncias úteis à nossa existência. Quando isso sai do controle, nós estamos então sob uma um processo infeccioso. Qual é a novidade que as infecções da mesma forma também acontecem no nosso organismo espiritual? Então, se nós nos encharcamos, nós geramos um campo de vibração totalmente contaminado, com energias somadas à nossa vitalidade. Um convite aberto para espíritos infelizes que querem se apropriar dessas energias para ter as sensações que tinham no corpo físico, como nós dizemos, a flor da pele. Então, imagine o ambiente onde o Maurício estava, as presenças espirituais de dependentes químicos que haviam perdido o seu corpo, mas não a influência da matéria, não a

o nós dizemos, a flor da pele. Então, imagine o ambiente onde o Maurício estava, as presenças espirituais de dependentes químicos que haviam perdido o seu corpo, mas não a influência da matéria, não a desencarnação, como o João colocou plenamente, vivendo a sua vida no mundo espiritual. Então se conectavam por todos os poros aqueles encarnados usufruindo eh da droga, dos alcoólicos, como se de fato ali estivessem em corpo físico. Então, André Luiz vai fazendo essa descrição e nos falando da gravidade, porque aquilo vai nos tomando primeiramente, depois o campo perespiritual por um todo. Não podemos esquecer que o perespírito é a forma para o corpo físico. Então ele tem órgãos muito parecidos, claro que em materialidade diferenciados, mas que foram o modelador para os nossos órgãos físicos. Então eles vão sendo afetados. Nós sabemos que o sistema digestório no campo perespiritual é diferente do que temos aqui, mas de qualquer forma ele assimila, ele se alimenta e vai passando essas energias dessa parasitose espiritual, eh, influenciando-nos o funcionamento dos órgãos físicos e adoecendo-nos. E não podemos esquecer que a benfeitora cita que para a recuperação de Maurício será bem-vinda uma doença física, porque o debilitará logo o instinto de sobrevivência fará com que ele não utilize a droga, porque se o fizer ele vai morrer. E ele vai ganhando tempo já influenciado pela presença da família. pelo novo hábito de leitura da Bíblia, mas também eh pela presença do que eles estão tratando de alguém da seara espírita abordá-lo e convidá-lo para que ele conheça o espiritismo e assim conheça as suas responsabilidades e dessa forma aproveite a oportunidade abençoada que lhe está sendo sendo oferecida eh no início do livro Nas Fronteiras da loucura, no tema análise das obsessões, Manuel Filomeno de Miranda vai nos dar a ideia de que a obsessão é uma parasitose simples comum a quase todas as criaturas. Então, nós pegamos o final das nossas dos nossos esclarecimentos e ligamos ao

anuel Filomeno de Miranda vai nos dar a ideia de que a obsessão é uma parasitose simples comum a quase todas as criaturas. Então, nós pegamos o final das nossas dos nossos esclarecimentos e ligamos ao início, quando a G a Gênese nos lembra de que muitos espíritos, conforme Emanuel nos informa na lição nove do livro Roteiro, três vezes mais do que os reencarnados polulam, ou seja, ali permanece em regime de necessidade reencarnatória num constante intercâmbio conosco. Então, ser viciosos, claro que se aproximarão de nós para nos explorar as energias vitais e através da das quais os vícios se expressam. Mas não esqueçamos que, assim como a irmã Angélica, nós temos indefiníveis números de espíritos, como ali está no livro, no rumo do mundo de regeneração, debruçados sobre a evolução da terra. E acima de todos eles, nós temos Jesus nos convidando todos os dias para aceitar-lhe o convite e manifestarmos a vontade de lhe seguirmos os passos, porque conforme ele mesmo diz: "Ajuda-te e o céu te ajudará. Dá o primeiro passo e as forças te serão centuplicadas. É exatamente aquilo que vemos acontecendo agora com Maurício e que, como diz o o tema principal, o título do capítulo, desperta cada um de nós. Que Jesus nos inspire e nos abençoe hoje e sempre. Obrigado, Eulália. realmente é um tema tão importante, porque esse processo de de desencarnação e o processo de nos preparar para a desencarnação eh envolve eh viver a vida no mundo físico de uma maneira que possamos eh construir o nosso futuro. Como diz o Chico, não podemos modificar o passado, mas a cada dia podemos construir o nosso futuro. Então, agradeço a você, agradeço a Vânia por um excelente trabalho de hoje. Agradecemos a todos que este que estiveram aqui conosco. Pedimos então a proteção do Mestre Jesus durante a semana, que todos nós possamos ser abençoados, inspirados e estaremos de volta na próxima semana. Então, com o capítulo 19 desse livro Painéis da Obsessão. Obrigado a todos. เฮ

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