T6:E10 • Transtornos Mentais • Perguntas e Respostas

Mansão do Caminho 17/04/2024 (há 1 ano) 53:09 5,514 visualizações 821 curtidas

Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 06 - Transtornos Mentais Episódio 10 - Perguntas e Respostas ► Recapitulação dos quatro últimos episódios. » Apresentação: Cristiane Beira

Transcrição

Olá sejam bem-vindos a mais um psicologia espírita com Joana De Angeles hoje é aquele episódio que para mim é um dos que eu mais gosto porque eu tenho chance de saber o que vocês estão me trazendo das perguntas de como vocês têm observado nossos estudos e poder conversar um pouquinho com vocês tem bastante coisa então não vamos perder tanto tempo em introduções em apresentações vamos direto ao assunto o primeiro eh episódio que a gente vai falar a respeito das perguntas e respostas é o episódio 6 que tratou sobre transtornos alimentares muitas perguntas e por aí a gente vai também observando o que mais nos pega o que mais nos toca enquanto sociedade então eu notei que é um assunto bastante comentado bastante sentido observado muitas dúvidas muitas experiências que vocês eh deixaram então é interessante saber que na área alimentar a gente carrega ainda bastante dúvida a gente ainda expressa muito nossos conflitos pela forma como a gente se alimenta Então vamos lá primeiro eu trouxe esse essa pessoa que se apresenta como Lan em lunan então ele ou ela não sei explica Ten o tare transtorno alimentar restritivo evitativo desde mais ou menos 3 4 anos de idade hoje tem 27 antes disso minha alimentação era normal como não tenho lembranças de ter uma alimentação normal É como e com todo mundo dizendo o quão ruim é a minha alimentação e e os problemas que acabei gerando principalmente PR minha família desde muito muito cedo tenho baixa autoestima sinto-me culpada é uma é uma moça sinto-me culpada por ter uma alimentação ruim e não conseguir mudar isso e acabei desenvolvendo raiva de mim mesma fora todas as mágoas que desenvolvi ao longo da minha vida tive câncer de tireoide há uns 5 anos atrás passei por três cirurgias pois tive metástase e fiz uma sessão de iodoterapia pia comecei tratamento específico para tratar o Tari mas só fiquei pior reviver e ressignificar os sentimentos e experiências me consomem demais mentalmente tive deficiência de rim então parei com tratamento com 27 anos

nto específico para tratar o Tari mas só fiquei pior reviver e ressignificar os sentimentos e experiências me consomem demais mentalmente tive deficiência de rim então parei com tratamento com 27 anos Agora que comecei a trabalhar de fato e estou me esforçando para me amar me motivar e acreditar em mim mesma coisa que nunca tinha feito antes não sei se existe alguns psicólogos terapeutas espíritas mas quero continuar o meu tratamento primeiramente porque sei que o caminho é me amar me perdoar e acreditar que consigo superar todos os obstáculos Então eu fico muito feliz com esse com esse final que não é o final é o Começo porque eu imagino que você passou mais de 20 anos se debatendo sem sem sucesso e e cada vez mais atrapalhando prejudicando e e vivendo mais dor e sofrimento porque outras doenças foram se se somando até você descobrir que o caminho é esse é você se amar e isso passa por uma aceitação é o primeiro passo o primeiro passo é eu me aceito como eu sou no meu grau de evolução eu ainda carrego isso Cada um carrega as suas sombras a minha é essa eu eu projeto na alimentação os meus conflitos que eu carrego Essa sou eu eu aceito eu não estou pronta eu não estou pronta Deus está trabalhando em mim eu estou num processo nesse momento evolutivo eu preciso enfrentar isso eu estou desequilibrada nesse transtorno Essa é a minha cruz essa esse é o meu convite é o meu chamado para eu me conhecer para eu me aceitar eu não vou eu não sou assim eu não vou ficar assim para sempre o que que eu posso aprender nesse estado evolutivo em que eu encontro então é olhar muito caridosamente para si é não exigir de si nada além de quem você já é e é entender que você está no meio de um processo isso não vai durar para sempre esse essa é a escola que você está para poder se desenvolver enquanto espírito então foque nisso eu me aceito tá tudo bem eu carrego esses conflitos eu ainda não sei lidar com eles mas eu vou me amar eu vou cuidar vou me respeitar É como se eu falasse Cris hoje não deu

espírito então foque nisso eu me aceito tá tudo bem eu carrego esses conflitos eu ainda não sei lidar com eles mas eu vou me amar eu vou cuidar vou me respeitar É como se eu falasse Cris hoje não deu para fazer nada diferente tá tudo bem a gente vai conseguir é só questão de tempo Tenha paciência porque enquanto você tá aí lidando com esses conflitos Você está se fortalecendo você está pensando sobre você você está aprendendo como lidar com a vida você está entendendo um pouco mais da ligação do emocional com a alimentação você está desenvolvendo Só que ainda a flor não desabrochou É como se você tivesse peguei a sementinha pus dentro da terra Fofi a terra fui atrás de um adubo pus esterco coloquei água vi se tem sol suficiente não adianta eu falar eu peguei uma semente agora eu quero ter uma rosa feita na minha mão e desabrochado tenho que respeitar o trabalho Labor até que eu possa ver os frutos eu possa colher essa esse perfume eu possa desfrutar do produto final nós estamos em processo Então tenha paciência e foque nessa aceitação não se cobre não exija que você dê aquilo que você ainda não está pronta confia que Deus está trabalhando em você um dia de cada vez se Aceite se ame como se você fosse o um bebê seu se trate emocionalmente assim Cris tá tudo bem não se desespere não desanime vamos um pouquinho mais olha hoje você não conseguiu isso Mas ontem você tinha conseguido vamos vamos mais um pouquinho então é É nesse nesse contexto que a gente consegue cuidar da gente para que a gente possa se libertar dos conflitos Então você já está no caminho eu fico muito feliz por isso é se amar a Ana Carolina Santos de Souza pergunta em que medida o transtorno alimentar pode representar suicídio indireto Então a gente vai falar de suicídio de acordo com o grau de ão de consciência tanto que se você sabe exatamente o que você está fazendo e você tira a própria vida você está consciente você é integralmente responsável por tirar a própria vida eu sei que eu estou decidindo tirar a minha

ue se você sabe exatamente o que você está fazendo e você tira a própria vida você está consciente você é integralmente responsável por tirar a própria vida eu sei que eu estou decidindo tirar a minha própria vida significa que eu tô consciente do que eu estou fazendo agora eu estou fazendo alguma coisa que eu não não estou pensando que isso vai tirar minha vida no entanto eu já tenha eu já teria condição de prestar atenção nisso eu já teria condição de vigiar para ver se isso não vai me fazer mal então eu estou me conduzindo para tirar a minha própria vida mas eu não estou consciente eu não estou intencionalmente agindo assim então eu ainda estou sendo responsável mas menos porque eu não fiz de caso pensado planejadamente intencionalmente mas eu estou fazendo agora se eu não tenho condição de Atenção se o que eu estou fazendo vai me levar é como se eu ainda não tivesse como ser responsabilizada porque eu não tenho condição de imaginar que isso possa me prejudicar Então nesse caso nem suicídio indireto é No primeiro caso eu sei que eu estou fazendo e eu e Eu opto por isso eu estou indo atrás de um caminho para isso eu sou integralmente responsável pelo que eu estou fazendo no meio aqui no no segundo passo é eu estou curtindo a vida não tô prestando atenção que isso pode me antecipar a partida pro plano espiritual não não não tô antenada com isso então não estou fazendo diretamente intencionalmente no entanto eu já tenho condição de pensar a respeito eu podia estar mais vigilante eu poderia avaliar melhor as minhas formas de viver e as minhas escolhas mas eu estou desatenta Então eu estou caminhando para isso mas de forma ind a responsabilidade não é tanta quanto nesse primeiro caso e existe um último caso em que a pessoa não tem mesmo com consciência vamos vamos pensar em alguém que tenha um transtorno mental que não consegue nem elaborar um pensamento concatenado não consegue ter juízo de valores e ele acaba fazendo alguma coisa que ele tira a própria vida até sem saber o que que

enha um transtorno mental que não consegue nem elaborar um pensamento concatenado não consegue ter juízo de valores e ele acaba fazendo alguma coisa que ele tira a própria vida até sem saber o que que ele estava fazendo ele não vai ser responsabilizado porque ele tinha Z possibilidades de entender o que estava acontecendo tanto que esse essas eh essas esses transtornos essas doenças mentais mais sérias elas elas nem se responsabilizam por si elas precisam de alguém que se responsabilize como se fosse uma criança uma criança quando ela Age de algum jeito que é ilegal é o pai o responsável que vai prestar contas do que estava acontecendo porque ela não tinha que estar numa situação a ponto de poder tomar uma uma escolha sozinha ela tinha que est sendo orientada vigiada Então a gente tem mais ou menos esses três pontos então se a gente pergunta o transtorno alimentar pode representar suicídio indireto depende do quanto eu tenho de condição de pensar a respeito se eu tenho uma doença mental que atrapalha a minha forma de de de de me alimentar vamos pegar um um idoso que já esteja num processo avançado de demência e ele começa a se recusar a comer como é que eu vou dizer para ele que ele tá se suicidando ele nem tem noção do que ele está fazendo então cabe a quem está com ele cuidar proteger para que isso não aconteça Às vezes precisa de uma intervenção médica precisa de uma internação para ele poder passar uma sonda gástrica Seja lá o que for não dá para esperar que ele tome conta disso então menos importante é o transtorno alimentar gerando uma um suicídio indireto menos importante é isso mais importante é o quanto que ele tem condição de tomar uma decisão direta ou indiretamente ou não então cada caso é um caso nós temos aqui o lip tem uma questão do controle da anorexia eu quero superar anorexia mas é tão difícil como superar isso espiritualmente falando já faç tratamento terreno Mas preciso de ajuda espiritual e e um transtorno alimentar pode danificar o perispírito devido a anorexia já perdi

as é tão difícil como superar isso espiritualmente falando já faç tratamento terreno Mas preciso de ajuda espiritual e e um transtorno alimentar pode danificar o perispírito devido a anorexia já perdi 10 kg tenho dores nos ossos no músculo fraqueza tremor perda de cabelo isso isso aflige meu perispírito e o lip ele continuou trazendo muitas informações ele nos ofereceu nos seus comentários uma aula profunda e completa sobre a anorexia me parece Lipe que você tem muita informação muito conhecimento e busca muita coisa Isso é ótimo porque é o primeiro caminho pra gente entender o que está acontecendo com a gente eu fiquei pensando lip se não está na hora de você desligar um pouco esse pensamento que está que tem muitas informações e você asserenar um pouco esse pensamento e de repente buscar não sei se você já buscou mas experiências mais eh emocionais e espirituais como você mesmo diz que você vai em busca de uma ajuda espiritual e essa ajuda espiritual ela vai passar muito mais por um sentir do que por um pensar e conhecer então de repente se dedicar mais às orações você ficar mesmo mais tempo eh com o pensamento desligado tentando ser inspirado pelos benfeitores você fazer conversas mais com Deus você se dedicar um pouco mais para estudar o próprio espiritismo os ensinos de Jesus você Se permitir mais experiências que transcendem a matéria um voluntariado você se aproximar da dor do outro ou seja busque mais experiências emocionais psicológicas e espirituais e e desliga um pouco essa essa necessidade de entender e de descobrir qual é o caminho para chegar a uma cura desliga um pouco você já tem muita informação Que tal uma experiência um pouco mais interna meditação autoamor cuidar de si se respeitar um pouco a daquilo que eu falei pra Emy lunan se aceite tenha mais compaixão empatia por você se cuide mais como se você fosse um bebê que não tá entendendo muito bem como você vive tá tudo certo olipe tá tudo certo se acalma vamos tirar um pouco foco disso vamos pôr um

paixão empatia por você se cuide mais como se você fosse um bebê que não tá entendendo muito bem como você vive tá tudo certo olipe tá tudo certo se acalma vamos tirar um pouco foco disso vamos pôr um pouco mais o foco em eu quero desenvolver a minha espiritualidade Eu quero ter um pensamento mais mais mais calmo Eu quero estar mais em contato com Deus eu vou procurar mais sobre a espiritualidade experiências mais místicas mais espirituais Talvez isso te ajude um pouco mas você está buscando tenho certeza que você vai encontrar o seu caminho a Rita da Silva Lima fala assim a neurose alimentar instigada pelos meios de comunicação afeta emocionalmente o indivíduo por não conseguir o padrão estabelecido ela está afirmando a Rita tá sempre com a gente né Rita ela está afirmando essa neurose tem muita neurose alimentar estimulada pelo pelos padrões sociais atuais cria-se uma sociedade doente certamente né Rita tanto que a gente está vendo a sociedade não é nemuma dúvida a gente vê uma sociedade doente nesse nesse nesse aspecto em tantos outros mas mas nesse também né Eh talvez esse seja realmente um dos males mais impactantes do século porque ele não adoece ele adoece o indivíduo como como um todo ele ele adoece o indivíduo corporalmente porque eu começo tomar o que a gente chama das bombas para ficar com o corpo sarado sobrecarrega fígado sobrecarrega rim atrapalha o sistema digestivo a gente atrapalha o corpo a gente come errado a gente sobrecarrega para fazer mascara muscular muscular ou a gente tira para ficar mais fininho então o corpo é é é é como se fosse uma experiência que a gente tá fazendo com o corpo a gente interfere psicologicamente porque começa a elaborar conflitos ai por que o outro é assim olha aquela pessoa que tá com 50 anos de idade tem um corpo mais bonito que o meu e a gente fica com mil conflitos eu não sou tão eu não sou tão suficiente eu não sou tão bonita eu não sou tão isso tão aquilo e espiritualmente porque olha o tanto de tempo que a gente investe procurando o

nte fica com mil conflitos eu não sou tão eu não sou tão suficiente eu não sou tão bonita eu não sou tão isso tão aquilo e espiritualmente porque olha o tanto de tempo que a gente investe procurando o corpo perfeito esse tempo cronológico ele não volta não dá para pôr pause no tempo deixa lá cuidada da estética depois eu volto para cuidar do Espírito ou eu estou cuidando de uma coisa ou de outra quanto tempo a gente tem gasto a sociedade tem gasto olhando para essa questão corporal é o tanto que nós estamos deixando de ter o a atenção espiritual eu lembro uma vez um artigo que eu li não vou me lembrar o autor não sei se não era até o Ruben Alves que que trouxe isso mas não tenho certeza mas era um artigo tão bonito porque ele trazia dados mostrando isso faz mais de 20 anos naquela época mais de 20 anos ele mostrava uma estatística do quanto o número de academias estava subindo enquanto que o de livrarias estava caindo então ele mostrava lá para cada tantas academias era tantas livrarias que uma uma aumentava e a outra diminuí e de fato quantas livrarias quantas livrarias fecharam enormes fecharam e academias T uma em cada esquina o lado da Saúde excelente não tínhamos a cultura de cuidar do corpo abandoná excelente hoje nós temos saúde mas ao mesmo tempo muitos de nós estão extrapolando já não é mais uma questão de saúde porque para ter um corpo malhado eu prejudico a saúde com excessos de suplementos e outras e outras coisas anabolizantes e Absurdos que a gente acaba adotando então parece que a gente passou do limite e a gente foi tirando o quê A gente foi tirando a cultura a gente foi tirando a espiritualidade para pôr o o tempo voltado pro para para é quase que uma e é um o corpo virou um ídolo né como se fo só isso que existisse então é bem lembrado isso A Divina ela se coloca como Divina eterna Silva do Vale ela diz não sei se é o seu nome mas ela diz Cris eu cuido de uma filha de 38 anos ela tem paralisia cerebral e autismo e há 8 anos se tornou cadeirante passo tanto tempo

mo Divina eterna Silva do Vale ela diz não sei se é o seu nome mas ela diz Cris eu cuido de uma filha de 38 anos ela tem paralisia cerebral e autismo e há 8 anos se tornou cadeirante passo tanto tempo cuidando dela com banhos alimentação que não sinto fome então acho que é interessante você trazer você trouxe um ponto tão importante Divina tão importante porque é o drama do cuidador e a gente costuma falar que quando a gente tem um diagnóstico difícil e a gente a gente se constata que uma pessoa vai precisar de um cuidador o que essa pessoa precisa já está sabido então a gente já sabe o que ela tem a gente já sabe os cuidados que precisam quais serão os medicamentos quais as necessidades que precisam precisarão ser incrementadas ou seja essa pessoa por mais que ela tenha uma uma doença séria ela já está protegida se a pessoa que cuida dessa pessoa é é alguém da família muita atenção porque essa pessoa vai tender a desgastar a própria vida num excesso de cuidado porque ela é cuidadora 24 horas por dia 7 dias por semana ela vai tender a esquecer de si então eu tô cuidando de alguém que eu amo essa pessoa está numa condição de de muita necessidade eu preciso atender ela só que ela vai estar nessa condição hoje amanhã depois de amanhã não tem fim e eu posso me perder de mim mesma nesse cuidado extremo com o outro então precisa muita atenção pro cuidador daquele que necessita de cuidado ele precis ter o tempo dele ele precisa ter a vida dele os cuidados que ele precisa receber o descanso a distração porque senão a gente vai gerar um outro segundo problema então Divina olha para você do jeito que você olha para sua filha com o mesmo amor vocês duas necessitam e merecem ser amadas são as duas filhas de Deus e Deus gosta que a gente cuide do outro como a gente cuida da gente segundo o que Jesus ensinou então o mesmo devotamento que você tem com a sua filha tenha com você busque uma rede de apoio um pouco maior encontre caminhos para que a sua filha não fique sem atenção mas que você tenha

us ensinou então o mesmo devotamento que você tem com a sua filha tenha com você busque uma rede de apoio um pouco maior encontre caminhos para que a sua filha não fique sem atenção mas que você tenha a atenção que você precisa e merece vamos falei que tinha bastante coisa né Agora nós vamos pro Episódio 7 transtornos de adicção os vícios então a Nai nos trouxe ela escreveu em inglês eu eu eu desculpa ela escreveu em espanhol e eu fiz uma tradução usando o tradutor porque eu não não domino o espanhol então em português na tradução que eu busquei Seria algo do tipo Cris excelente tema da aula gostaria de perguntar sobre o vício do ciúme Se algum vício é o que a pessoa se entrega se o vício é a o que a pessoa se entrega e não tem controle de sair como eu posso me livrar do ciúme do entil e manter o equilíbrio mental obrigado Um carinhoso abraço então trazendo o o ciúme é um vício toda vez que a gente detectar um comportamento que a gente não controla Ou seja eu vou falar assim ó a Eu Vou me abster de comer chocolate vou ficar um Per sem chocolate e no quinto dia eu não aguento não me controlo e eu como o chocolate existe de alguma forma um vício instalado porque ele não é racional é uma decisão que não passa pela minha razão minha razão disse eu não vou comer o chocolate e eu como Então significa que tem algo em mim que me domina e a gente chama desse desse controle que controla a nossa consciência desse hábito que contol controla a nossa consciência a gente chama de vício por que a vício porque primeiro ele é um hábito repetitivo se eu faço uma coisa por ano não posso falar que é vício o vício requer uma frequência eu não consigo ficar sem Ah de vez em quando eu preciso disso então tem uma frequência e ele é vício porque ele me faz mal ou ele faz mal para alguém ele gera prejuízo senão ele é um hábito todo dia de manhã eu escovo meus dentes não é um v é um hábito é um hábito eu faço porque eu quero eu ponho a frequência que eu quero e eu sei que ele me ajuda agora se

prejuízo senão ele é um hábito todo dia de manhã eu escovo meus dentes não é um v é um hábito é um hábito eu faço porque eu quero eu ponho a frequência que eu quero e eu sei que ele me ajuda agora se eu falar eu preciso escovar os dentes 20 vezes por dia aí a gente já entra num transtorno obsessivo compulsivo já não é hábito porque já está me prejudicando ao invés de me ajudar então toda vez que a gente tiver esse hábito que gera prejuízo PR pro corpo que gera prejuízo pro ser humano a a gente vai falar ou de algum tipo de transtorno específico ou a gente vai falar de um vício eu não consigo ficar sem beber alcoólico preciso beber alcoólico toda semana três vezes por semana seja lá o que for não me faz bem já tá prejudicando o meu fígado atrapalha a minha a minha meu cérebro mas eu não consigo parar Então sempre que eu falar disso inclusive o vício do ciúme acaba sendo acaba sendo um um transtorno né um acaba sendo transtorno não uma perturbação me perturba porque me faz mal eu sofro eu prejudico o relacionamento o outro não me aguenta Eu não eu não tenho pais o vício o o ciúme tira paz né Então como que eu faço para superar e e e voltar a esse equilíbrio a gente vai pensar que tem um complexo constelado ou seja tem um registro interno que quando eu observo alguma coisa observei meu marido sendo gentil com a vendedora de de lanche foi atender ele e ela foi Gentil ele foi gentil me deu um ciúme ou seja tem um componente meu tem um registro interno que aflorou que que é esse registro é alguma crença que eu trago é uma experiência anterior que eu trago Eu leio essa troca de gentilezas na hora de comprar um sanduíche Eu leio como ameaça possibilidade de traição estou sendo excluída mas que falou isso não é o que está acontecendo Pode até ser que seja mas eu não posso deduzir isso é muito mais um conteúdo interno de uma leitura que eu faço a partir do como dos registros que eu tenho Então como que eu faço critique essa certeza esse pensamento Ah meu marido está lá com

uzir isso é muito mais um conteúdo interno de uma leitura que eu faço a partir do como dos registros que eu tenho Então como que eu faço critique essa certeza esse pensamento Ah meu marido está lá com graça com a vendedora será eu não posso afirmar isso isso é o que eu acho que está acontecendo mas eu não posso afirmar não sei se é verdade pode até ser que seja mas com base na minha observação eu não posso dizer a não ser que eu tenha visto alguma coisa mais clara mas se simplesmente foi uma troca de gentilezas eu não posso afirmar Então Cris Será que isso não é mais seu do que dele Será que não é você que traz um conflito e acha que todo mundo vai te trair e acha que você não é é boa o suficiente para as pessoas gostarem de você e você tá sempre apostando que alguém vai vai pegar o que é seu por que que você acha isso E aí aí a gente vai trabalhar o diálogo interno acalma Cris não é necessariamente o que tá acontecendo só porque você acha que tá acontecendo Então que tal você conversar com seu marido explicar o que você sente ouvir a opinião dele é fazendo críticas pra hora que esse ciúme aparece pra gente tomar consciência de que porque ele aparece eu não tô coberta de razões é é significa que eu trago baixa autoestima que eu fui traída em vidas passadas Então eu acho que alguém tá sempre pronto para me trair ou que eu tenha atraído alguém então eu sei que isso é possível de fazer e agora eu fico esperando a vez que alguém vai me trair questione o que está acontecendo hoje quanto que de verdade é motivo de de preocupação se for converse exponha mostre se não for se conscientize para Cris não vamos entrar nesse ponto não tem nada acontecendo e converse com você como se você tivesse mesmo nesse diálogo interno a Silvia Ribeiro também tá sempre com a gente pergunta Cris pode-se dizer que que a bebida revela o verdadeiro eu de uma pessoa o Silvio eu lembrei de uma frase do próprio não sei se é do Jung mas é do do meio junguiano que a gente costuma dizer que a Persona aquilo que

zer que que a bebida revela o verdadeiro eu de uma pessoa o Silvio eu lembrei de uma frase do próprio não sei se é do Jung mas é do do meio junguiano que a gente costuma dizer que a Persona aquilo que eu apresento pro mundo a minha máscara social a versão de mim que eu eu vendo o marketing que eu faço de mim ah eu sou uma pessoa assim eu sou uma pessoa assada a forma como eu me mostro é a nossa Persona principal a gente tem várias e E aí no meio junguiano a gente costuma dizer que essa Persona essa Persona é solúvel em álcool e o que que isso quer dizer que realmente quando a gente eh eh sai o álcool ele tira um pouco da inibição ele ele afeta um pouco essa parte do cérebro aqui do lobo frontal em que a gente faz juízo de valor a gente consegue avaliar riscos então a censura realmente ela rebaixa e na hora que essa censura rebaixa aquilo que eu estava fazendo uma força para mostrar pros outros eu posso deixar de fazer e mostrar um pouco de outras facetas minhas né então não é bem o meu verdadeiro eu porque esse verdadeiro eu ele é tão complexo eles ele é tão plural ele é tão diverso que eu não sei qual é esse verdadeiro eu mas certa gente certamente a gente mostra mais aspectos do eu do que a gente gostaria de mostrar se não tivesse aí solúvel em ácool a Isabel Faria diz assim você pensa que podemos considerar a compulsão por compras como um transtorno de adicção também uma vez que é a dependência de algo externo e material da qual podemos também sofrer influência mesmo que já tenha consciência disso então de novo me arrasta é algo que eu não controlo é uma compulsão quando eu vejo eu falei que eu não ia fazer eu fiz certamente é um v certamente é um conteúdo que me leva a fazer aquilo que eu não queria o vício vamos lembrar que ele está relacionado com com alguma compensação Então essa compulsão eu preciso comprar Preciso comprar o que que tem registrado lá no meu inconsciente que eu estou descarregando no na compra na bebida no sexo seja lá onde for Então existe um

sação Então essa compulsão eu preciso comprar Preciso comprar o que que tem registrado lá no meu inconsciente que eu estou descarregando no na compra na bebida no sexo seja lá onde for Então existe um conteúdo emocional perturbador que eu consigo acalmar me dando certo prazer quando eu eu recebo lá os hormônios do Prazer Ai que gostoso que foi que gostoso que foi esse esse esse drink que eu bebi que gostoso que foi esse esse esse sexo que eu tive essa compra Seja lá o que for a compulsão que eu tenha aí É como se eu tivesse amortecido um pouco Aquela ansiedade daquele conflito então toda vez que eu tiver uma compulsão não importa para que seja inclusive pra compra eu estou a serviço de algum amortecimento de algum conflito emocional que eu não estou sabendo dissolver então quando ele começa a me deixar muito ansioso eu eu afogo as mágoas a gente fala ou seja eu afogo esse conflito trago um pouco de prazer sensorial e tem um certo alívio não é solução a solução é a terapia a meditação a oração a conversa com Deus olhar para si conversar com essa compulsão por que que eu preciso tanto que que acontece quando eu vou atrás disso que que eu acho que eu tô precisando que que me falta é um processo de iluminação das sombras mesmo eh só isso só isso são duas perguntas então do episódio eh sete em que a gente falou do transtorno três perguntas transtorno de adicção eh a Isabel Faria falou desse decomp de compra sim Então pronto me perdi um pouquinho aqui já voltei então Episódio oito Vamos agora pro transtorno de personalidade a Fátima Rabelo que tá sempre com a gente também fala Cris a constatação das sub personalidades eu devo não gerar culpa certo e como trabalhar essa eclosão de facetas do meu eu Fátima então Joana De Angeles vai falar em diversas das suas obras que a culpa é um dos fatores mais eh mais originadores de transtorno então a culpa é o que mais gera transtorno a gente precisa trabalhar muito com essa culpa a Joana fala ao invés de se sentir culpado eh se sinta

um dos fatores mais eh mais originadores de transtorno então a culpa é o que mais gera transtorno a gente precisa trabalhar muito com essa culpa a Joana fala ao invés de se sentir culpado eh se sinta responsável assuma uma postura forte e diz fiz vou atrás eu vou dar conta ah mas não tem solução então tá bom eu vou morrer tentando achar essa solução mas eu não vou sentar me sentir de coitado Olha o que que eu fiz eu mereço apanhar Deus que me castigue Não isso não resolve Por que que a culpa Joana De Angeles fala que ela é muito ruim porque Ela paralisa eu fico lá numa lamentação Olha o que que eu fiz você não sabe o que que eu fiz e fico me sentindo culpada me sentindo horrorosa me sentindo insuficiente incompetente isso não me ajuda em nada né então a culpa realmente não deve ser caminho adotado o caminho paraa integração da sombra é isso eu aceito eu aceito que eu fiz traga a consciência Eu fui responsável por isso olha para Isso faz parte acontece eu não tô pronta eu sou espírito evolução eu não sou Jesus Cristo o que que eu queria eu queria nunca errar Nossa mas eu errei feio Pois é a gente erra feio não sou só eu Então aceita aceita se responsabiliza que que eu posso fazer o que que está nas minhas mãos Como que eu posso Minimizar ai mas tá horrível Então a gente tem também emoções horríveis a gente dar viver só tendo emoções boas então aceitação responsabilização enfrentamento que que eu posso fazer eu vou tentar fazer aquilo que estiver so meu alcance então é essa mais ou menos a a trajetória pra gente se iluminar e não ficar se sentindo culpada aer fala num só indivíduo é possível ter mais orno de personalidade então vamos fazer um resgate primeiro quando eu comecei falar sobre os transtornos lá no no Episódio primeiro de todos em que a gente falou a gente definiu o transtorno e nos primeiros a gente falou a gente vamos só relembrar o que a gente trouxe pra gente falar que a gente tem um transtorno tem que ter um diagnóstico psiquiátrico eu tenho que ir ao médico o médico tem que

primeiros a gente falou a gente vamos só relembrar o que a gente trouxe pra gente falar que a gente tem um transtorno tem que ter um diagnóstico psiquiátrico eu tenho que ir ao médico o médico tem que me avaliar ele tem todo lá um procedimento são muitos tópicos analisados são muit sintomas ele tem que descrever um quadro que não é pontual ele vai fazer todo um um diagnóstico uma matriz ele vai criar que Ele estudou para isso aí eu posso dizer eu tenho um transtorno que que a gente tem visto muito a gente chama de transtorno qualquer coisa a eu gosto de organizar os meus livros por ordem alfabética ai você deve ter toque não não o transtorno ele tem uma lista enorme de sintomas Possivelmente a gente vai se enquadrar nessa lista em alguns e se a gente pegar a lista dos sintomas de cada transtorno é possível que a gente se enquadre em todos os transtornos em alguns tópicos não quer dizer que eu tenha transtorno quer dizer que eu sou ser humano quer dizer que eu não sou perfeito quer dizer que a gente tem os nossos altos e baixos agora vamos dizer que a gente tenha realmente um transtorno é possível que a gente tenha mais do que um é é possível até porque eles são eles se eles se conversam tem sintomas que estão nesse nessa categoria de transtorno mas nessa também o mesmo sintoma aparece aqui aparece aqui aparece ali então é muito difícil não é uma caixinha que a gente entra e só tá naquela caixinha às vezes até difícil do profissional do psiquiatra diagnosticar se é mais esse ou esse porque ele tá parecendo muitas duas coisas e o ser humano é muito complexo mas em tese é possível é possível a gente ter mais do que um transtorno Sim vamos lá Rita de novo a Rita da Silva Lima uma pessoa tem determinado comportamento na sua vida profiss como extremamente perfeccionista por exemplo e em relação à sua família permissiva opostos né É umno deidade umito ô Rita a gente vai trazer aquilo que eu acabei de falar não dá para pegar um traço do da personalidade da forma da pessoa agir um traço perfeccionista aqui

a permissiva opostos né É umno deidade umito ô Rita a gente vai trazer aquilo que eu acabei de falar não dá para pegar um traço do da personalidade da forma da pessoa agir um traço perfeccionista aqui permissiva lá e dizer ela tem um transtorno é preciso que essa pessoa ela passe por um diagnóstico no médico até lá se é isso que eu observo é muito mais conflito do que transtorno e quem de nós não é eh hipócrita de vez em quando antagônico e paradoxal Quantas vezes a gente fala olha eu fazendo aquilo que eu acabei de falar pro outro que não deve fazer Quantas vezes a gente é esse esse esse duplo que a gente é uma coisa aqui e outra lá todos nós tanto que a gente precisa da Persona a Persona é essa que acalma um pouco a sombra que existe em nós ainda nossos bichos que Estão guardados em nós aí a sombra ela ela nos protege e protege a sociedade da gente mesmo então é possível que vocês vejam me vejam lá fora Nossa e acha que é crise é luz pura É vem aqui mora aqui um pouquinho me atura todos os dias e os os grandes da nossa vida falam isso eu tenho aqui esse querido Raul Teixeira esse Espírita que é referência pra gente e eu vivo falando para ele Raul vem morar com a gente você não me aguentaria Cris e aí fala Eu quero pagar para ver não eu sei o que eu estou fazendo então todos todos que TM que estão na terra trazem esse lado sombra e de vez em quando escapa Paulo o bem que eu quero fazer não faço o mal que eu não quero fazer esse eu faço ou seja ele tava dizendo o seguinte eu prego uma coisa aqui quando eu vejo eu tô fazendo outra então pode ser simplesmente um conflito e basta aí essa esse caminho do autoconhecimento da terapia da conversa interna da tomada de consciência e a gente pode fazer se tá observando isso em alguém a gente pode fazer de forma amorosa se a gente tiver um vínculo estabelecido a gente pode dizer amor posso te falar uma coisa assim não é cobrança não é apontamento não é acusação é porque eu te amo tanto e a gente enxerga no outro mais facilmente

tiver um vínculo estabelecido a gente pode dizer amor posso te falar uma coisa assim não é cobrança não é apontamento não é acusação é porque eu te amo tanto e a gente enxerga no outro mais facilmente eu queria que você inclusive fizesse isso comigo quando você observasse queria compartilhar com você uma observação me parece que você faz muito esforço sendo perfeccionista lá e aqui em casa parece que ser não tem energia para poder pôr as coisas em ordem você percebe isso ou sou eu estou observando se a gente for carinhosa na nossa fala e for autêntica certamente a pessoa vai parar para pensar e pode ser que ela não tenha percebido Pode ser que ela fale eu sei o que você tá falando eu enxergo claramente não consigo mudar quer ajuda o que que a gente pode fazer vamos procurar esse caminho aquele por isso que a gente convive pra gente se ajudar uns aos outros né a cled Siana Pimentel diz assim as subp personalidades TM a ver com gatilhos que são acionados de acordo com as situações vividas sim clana sim a gente pode trazer o próprio Paulo que eu acabei de citar o bem que eu quero fazer eu não faço o mal que eu não quero fazer esse eu faço e aí ele diz assim ele continua dizendo é o espinho na carne que que ele tá dizendo tem algo que me cutuca e é esse espinho que ele fala que é o pecado ou seja os erros os equívocos é que fazem com que eu volte a errar então o Paulo ali ele sintetizou a constelação dos complexos que que ele disse eu quero fazer o bem e faço o mal faço o mal porque ten um espinho na carne que são os pecados anteriores Então o que ele disse o erro do passado me conduz a continuar errando os complexos do passado as experiências que eu fiz errada querem ficar reproduzindo eu tendo a automaticamente fazer o que eu sempre fiz e o que que é o processo de autoconhecimento eu prestar atenção para não deixar senão eu fico um robozinho que fica repetindo repetindo a experiência Não não vou mais fazer e o Paulo vai nesse esforço vigia vigia Vigia no final da vida ele já não é mais

ar atenção para não deixar senão eu fico um robozinho que fica repetindo repetindo a experiência Não não vou mais fazer e o Paulo vai nesse esforço vigia vigia Vigia no final da vida ele já não é mais um reprodutor de erros do passado no final da vida ele fala já não sou eu quem vive é o Cristo que vive em mim então ele mostrou superei os condicionamentos do passado os erros do passado que ficavam se repetindo né Então as alternâncias de humor de atitude as reações elas são desencadeadas pelo que a gente chama de gatilho O que é a constelação de um complexo é um registro do passado numa experiência anterior que volta pro presente e eu faço igual como se eu tivesse vivendo de novo aquela experiência do passado então alguém que tá olhando fala assim nossa Cris que exagero de reação você teve o que aconteceu nem foi tão grande é verdade só que a minha reação foi uma reação baseada na experiência lá de trás que foi muito forte então a gente fala que eu tô vivendo no presente Como se eu tivesse reproduzindo passado então eu vivo porque lá atrás foi um trauma que eu passei o que tá acontecendo hoje não é tão grande mas eu faço uma uma uma ponte e pego lá de trás aquilo que aconteceu e vivo como se tivesse acontecendo tudo de novo Se a gente pudesse se observar a gente falaria Nossa que exagerada que eu fui é porque foi inconsciente me tomou conta e eu não respondi por mim hã pronto e aí a gente vai Hoje eu tô perdidinha né ah agora a gente vai pro Episódio no transtornos relacionados a traumas então a Leila leate diz assim algumas pessoas já me disseram que eu as perturbo mas o mesmo me acontece algumas pessoas me irritam a ponto de não de de não conseguir eu não conseguir me manter no que ela chama de mansidão não consigo ficar calma Por isso viva fazer reflexões terapias para desenvolvimento mental e espiritual Leila você trouxe pra gente um ponto também interessantíssimo da gente abordar aqui no nosso perguntas e respostas a verdade é que ninguém me irrita e eu não irrito

desenvolvimento mental e espiritual Leila você trouxe pra gente um ponto também interessantíssimo da gente abordar aqui no nosso perguntas e respostas a verdade é que ninguém me irrita e eu não irrito ninguém eu não irrito a ninguém a pessoa ela é no máximo estímulo para eu me irritar a irritação está em mim a irritação está no outro o máximo que eu posso fazer é dar uma cutucada para ela se expressar se eu não trouxer a irritação em mim a pessoa pode tentar de todos os caminhos e ela não vai conseguir Jesus era irritável não porque Jesus não trazia componentes registros conflitos então a gente tentou provocar a gente a gente tentou incriminar ofender a gente a gente torturou Jesus e Jesus nunca ficou com raiva de ninguém então aquele incômodo ele está dentro de mim ele Tá quietinho mas não significa que ele não exista só que alguém vem e me provoca ele constela e aí eu não respondo por mim eu saio brigando e saio então não é ele que me irrita ele desperta a irritação que existe em mim e ela se expressa o dia que eu não o dia que eu for luz dentro Ninguém vai me irritar a pessoa não tem esse poder como eu não tenho poder de irritar os outros então você traz Leila o que você traz é importante a gente tomar consciência somos seres em em em em evolução para conviver com alguém eu vou ter que aceitar a dose da sombra dele e ele vai ter que aceitar a dose da minha sombra se de vez em quando eu vou lá e cutuco e ele fica irritado de vez em quando ele me cutuca e eu fico irritada paciência vamos usar essa relação pros dois crescerem vamos treinar Vamos conversar para eu iluminar a sombra e ele não me afetar mais e nem eu afetá-lo mas não adianta ficar acusando é você que faz a gente se faz estamos todos no mesmo barco não tem ninguém muito melhor do que o outro não a Sandra Regina galete diz assim onde você adquire esse livro porque eu fiz bastante menção a um livro que se chama o corpo guarda marcas cérebro mente corpo na cura do trauma é um é um livro de um estud do trauma o

galete diz assim onde você adquire esse livro porque eu fiz bastante menção a um livro que se chama o corpo guarda marcas cérebro mente corpo na cura do trauma é um é um livro de um estud do trauma o nome desse pesquisador e autor do livro é bessel Van Der colk está citado nos no na descrição do Episódio 9 transtornos relacionados ao trauma está escrito lá se vocês quiserem ver exatamente como se escreve o nome dele então vou repetir o corpo guarda marcas cérebro mente e corpo na cura do trauma de bessel Van ter colk esse pesquisador ele faz uma experiência ele mostra as experiências dele dizendo que a gente consegue acessar existe um registro no inconsciente Mas ele tem um correspondente no corpo então às vezes a gente acessando áreas do corpo você conecta ao registro do inconsciente Então você tratando do corpo você também alivia o inconsciente um dos das técnicas que ele mais usa é a yoga ele diz que pela yoga trabalhando o corpo você também consegue aliviar as emoções o seu lado psicológico então fica aí a citação do que a Sandra me perguntou a Rita da Silva volta e diz assim os transtornos relacionados a traumas sociais também adoecem a sociedade por exemplo a xenofobia que ainda é atual infelizmente Rita sim né sim você percebeu uma coisa interessantíssima vamos lembrar a lei de causa e efeito que é explicada pelo espiritismo que que ela nos ensina ela nos explica que para cada efeito para cada causa gera gera-se um efeito se eu sou responsável pessoalmente por causar um dano a uma pessoa a sociedade a mim eu sou responsável pela causa eu vou ressarcir a lei com uma expiação futura eu vou resgatar eu vou me reestruturar diante desse erro Eu causei a responsabilidade é minha eu vou ressarcir a vida do erro que eu fiz e se eu e o Fulano e a ciclana e o beltrano e um grupo social causamos o mal à sociedade coletivamente nos responsabilizamos então provavelmente coletivamente resgataremos essa má escolha num futuro resgataremos ressarcem o mal que nós causamos em coletivo resgataremos em

mal à sociedade coletivamente nos responsabilizamos então provavelmente coletivamente resgataremos essa má escolha num futuro resgataremos ressarcem o mal que nós causamos em coletivo resgataremos em coletivo da mesma forma que eu posso prejudicar uma pessoa eu posso prejudicar um coletivo eu adoeço um coletivo com uma atitude minha então existe dano que uma pessoa causa a uma pessoa existe dano que uma pessoa causa a um coletivo existe dano que um coletivo causa a uma pessoa e existe dano que um coletivo causa a um coletivo tudo isso é possível e de acordo com o que é causado a responsabilidade é correspondente fiz sozinha vou resgatar sozinha fiz em turma vou resgatar em turma e a gente pode em turma também prejudicar uma pessoa ou um coletivo então todas essas possibilidades elas existem e a gente vai perceber isso inclusive os espíritos nos trazem histórias né o Divaldo não contou há pouco tempo a origem do da expiação coletiva naquela boate Kis em que pegou fogo e muitos jovens morreram e ele não explicou que foi um um uma expiação coletiva de um de uma causa que foi gerada coletivamente por esses espíritos em Vida anterior e ele e ele faz uma relação inclusive com a segunda guerra com o ambiente do do do nazismo do do do holocausto que se promoveu lá então ele diz que tem ele ele ele nos deu essa informação que tinha essa relação que aqueles que morreram coletivamente geraram coletivamente um dano à sociedade e aí se responsabilizaram por isso a Maria José Opa vamos correr que eu tô atrasada a Maria José Nunes de Oliveira diz esses traumas podem ocorrer em vida passada e repercutir na vida atual Acabei de dar um exemplo que sim sim né então pensando numa Vamos pensar na estrutura da psique eu tenho inconsciente o inconsciente é onde eu guardo todas as experiências e registros passados de ontem do mês passado de quando eu era criança da vida passada da vida retrasada estão todos lá o que que muda muda o quanto está mais próximo da consciência e quanto esse registro está

ros passados de ontem do mês passado de quando eu era criança da vida passada da vida retrasada estão todos lá o que que muda muda o quanto está mais próximo da consciência e quanto esse registro está mais profundo então só isso que muda mas como eles agem em mim igual eu posso estar hoje sobre um complexo sobre um conflito que eu gerei há 10 anos atrás ou há 200 anos atrás está no meu inconsciente e me influencia e menos importante é se ele foi causado aqui ou lá não muda muito porque o espírito é um é como se a gente fosse em espírito são os meus registros anteriores Não importa se hoje eu estou nessa vida ou na vida passada ou na presente ou na futura eh o o inconsciente é só ele é do espírito eh então não tem diferença a cronologia do registro estando no inconsciente ele está vivo e de vez em quando ele vai me influenciar e a última da Silvia Ribeiro e quando não temos memória do corrido e somente impressões Ou seja eu estou sobre o efeito mas eu não sei o que que aconteceu para eu me sentir traumatizada é possível tratar os sentimentos como tratar nós falamos sobre fobias Silvia se você não Ass vale a pena você procurar o Episódio de fobias porque é isso eu tenho fobia de altura por quê não sei eu não sei a fobia é isso quando eu tenho uma reação desproporcional irracional e eu não consigo saber o porquê eu não acesso o registro que causou o conflito que causou que que a gente pode fazer né Eh eh é o caminho é é mais ou menos a mesma coisa eu tentar trazer consciência de que a reação é desproporcional não justifica por que que eu tô agindo desse jeito Por que que eu tenho esse trauma vai tomando consciência se acalmando Cris observa o presente ou não tem motivo tá tudo certo se acalma então eu posso fazer esse acolhimento me tornando consciente de que não é eh que não que não tem explicação plausível à emoção a reação emocional que eu tenho para eu ir tomando consciência de que não precisa calma crisão não tem risco nenhum esse é um caminho do diálogo e um outro caminho

ão tem explicação plausível à emoção a reação emocional que eu tenho para eu ir tomando consciência de que não precisa calma crisão não tem risco nenhum esse é um caminho do diálogo e um outro caminho é aquele que eu disse do do do próprio autor do livro corpo guarda marcas quando ele diz que eu posso fazer trabalhos corporais e eles me ajudam eh eh fazendo a correspondência do registro eh psicológico emocional então a gente sabe que muitas vezes quem já não passou por isso estava fazendo uma massagem de repente tocou num lugar do corpo ai me deu uma angústia uué o corpo está ligado naquele lugar com o registro é psicológico então a gente pode pelo cuidado com o corpo tanto que aqueles vamos que que é um um exemplo que o próprio autor dá o tempo todo a pessoa que sofreu abuso sexual ela transfere pro corpo ela é uma pessoa que não chegue perto de mim não me toque ela vai ter dificuldade de relacionamento romântico porque o corpo está traumatizado não é sua psique E conforme eu vou cuidando desse corpo eu vou dessensibilizando o corpo a psique também vai se acalmando porque é tudo uma única coisa não tá separado né e assim a gente encerra hoje nossas perguntas e respostas espero que eu tenha sido Clara para vocês senão vocês voltam a me perguntar muito obrigada pela participação carinhosa eu recebo tanto carinho nas mensagens fico com o coração assim cheio então obrigada pela presença de vocês e a gente se encontra a semana que vem se Deus quiser AM

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