T5:E8 • Nas Fronteiras da Loucura • O posto central de atendimento

Mansão do Caminho 26/05/2024 (há 1 ano) 59:35 2,122 visualizações

» Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert • Temporada 05: Nas Fronteiras da Loucura (Philomeno de Miranda) • Episódio 08: O posto central de atendimento (Capítulo 07) » Host: João Korngold » Resumo: Jussara Korngold » Aprofundamentos: João Korngold e Lincoln Barros de Sousa

Transcrição

Olá, queridos amigos, queridas amigas. Bem-vindos, bem-vindas a mais um estudo do livro Nas Fronteiras da loucura, por Divaldo Franco, pelo espírito Manuel Filomeno de Miranda. Hoje vamos estudar o capítulo 7, o posto central de atendimento. Estamos aqui ao lado dos nossos queridos Lincoln, Barros de Souza, Jusara Cornego, a esposa para mais um dia de estudo. Vamos começar. com nossas orações, elevando nossos pensamentos ao mestre Jesus, pedindo a proteção, pedindo o auxílio para que todos possamos unidos, aprender, internalizar e mais importante colocar no dia a dia todos os ensinamentos que vamos receber. Agradecemos a nossa mentora Sueli Caldas Schuper que iniciou esse trabalho e que nos acompanha. Adivaldo Franco, ao espírito Manuel Filomeno de Miranda, que nos proporcionam essa oportunidade de nos aprofundar no conhecimento do mundo espiritual, andando nossas vibrações de amor, fraternidade aos nossos irmãos gaúchos que ainda passam pelas dificuldades com a luta. para a recuperação. Que todos possam ter fé, coragem, resignação para que possam superar os obstáculos e voltarem à normalidade da vida o mais rápido possível. Agradecidos ao Mestre Jesus por outra oportunidade de estarmos reunidos em seu nome, pedimos permissão para começar os nossos trabalhos. Então, hoje quem vai fazer o resumo vai ser a nossa querida Jusara. É com você, Ju. Olá, queridos amigos, amigas. Também cumprimentar a todos que estão nos acompanhando pela mansão TV TV Mansão do Caminho, né, e aqueles que estão por detrás dos bastidores, né, fazendo possível com que esse com essa que essa nossa programação seja transmitida. Então, para nosso resumo de hoje, né, como João falou do livro Fronteiras da Loucura, capítulo 7, dando continuidade a ao nosso estudo da semana passada, Manuel Filomeno de Miranda, ele passa a começa a circular, a andar pelo posto central, ele é prestando atenção e tudo, todo aquele trabalho, né, aquela e equipe dos socorristas que estavam realizando né? Mas uma das coisas que chamou

assa a começa a circular, a andar pelo posto central, ele é prestando atenção e tudo, todo aquele trabalho, né, aquela e equipe dos socorristas que estavam realizando né? Mas uma das coisas que chamou atenção foi justamente que eh ele foi informado que antes que este posto central, né, fosse estabelecidos, a primeira coisa que eles fizeram, as primeiras providências foram em relação à defesa. E essas providências foram feitas pelos engenheiros da esfera espiritual, né? Por quê? Porque esse trabalho não poderia sofrer danos, sofrer assim aquela invasão dos espíritos, né, perniciosos que vão sempre estar se opondo a qualquer manifestação do bem, né? E uma coisa que ele comenta também é que não existe improvisação nas tarefas relacionadas ao plano superior da vida, que tudo é estabelecido através de um de planos, de diretrizes cuidadosas e principalmente quando se fala, né, nessas questões de estar aí ainda trabalhando em planos mais eh mais desafiadores. por assim dizer. Então ele explica, né, nesse capítulo que esses engenheiros, né, da do plano espiritual, todos eles responsáveis pela manutenção e pela defesa do posto eh do posto de atendimento, eles se utilizavam de substâncias ectoplásmica que eram eh eh, né, retiradas por pessoas que estavam na cercania. da na natureza para que essa essas esse conjunto, né, eh, todo pudesse ficar ficar bem protegido com essas muralhas de defesas para que nada viesse comprometer o trabalho e que se eram muitos os voluntários, né, que munidos de recursos magnéticos, eles eles ficavam lá também em vigília, né, nas portas de acesso, nos fala que tem haviam duas portas de acesso para que pudessem ali ah fazer também a triagem e não deixar com que aqueles que estivessem com mais intenções pudessem penetrar. Nisso ele nos explica, né, Manuel Filomeno de Miranda, que tinham amplos barracões, né, também com os o todos os equipamentos que fosse necessário para atender aqueles que iriam ser recolhidos, colocados em camas que ficavam deste neste caso nesses

randa, que tinham amplos barracões, né, também com os o todos os equipamentos que fosse necessário para atender aqueles que iriam ser recolhidos, colocados em camas que ficavam deste neste caso nesses barracões em filas duplas, recebendo então esses desencarnados e enfermos e mais particularmente mente, né, como nos tem colocado o Manuel Filomeno de Miranda, nessa situação daqueles que estavam, que tinham sido transferidos até, né, ele é assim que ele que ele diz, para esse o plano espiritual em consequência das inconsequências que praticaram durante os dias de carnaval. e nos falava que desde sábado, então, já havia aumentado muito o trabalho devido a homicídios, suicídios, paradas cardíacas por causa de excesso de movimentação, exaustão de força, a desencarnações por abuso de droga e um sem número de outros motivos que podiam também levar a essa mesma conclusão do término da vida. Mas ele dizia também que não só nesse nesse capítulo que não somente os desencarnados, né, estavam lá recebendo auxílio, mas também alguns encarnados que entraram em um transado e que antes de conseguirem retornar aos corpos também eram recebidos lá para para poderem se recuperar e para orientação. Então, é nesse momento que Manuel Filomeno de Miranda reflexiona sobre o amor, a sabedoria de Deus e principalmente a misericórdia, né, em todas aquelas ações que está que ele estava ali testemunhando, né, em favor daqueles que tinham a necessidade e que nós vemos, né, na realidade justamente por causa da leviandade do seu do do comportamento dessas pessoas, eles estavam eles Eles haviam encontrado a morte súbita e mesmo assim se trabalhava para que eles pudessem sentir paz e equilíbrio. Aí ele comenta, né, nesse nesse capítulo que a várias vezes podia se ouvir um alarme, né, eh que justamente eh anunciava, né, quando existe, existia assim qualquer tipo de ataque para prevenir essas invasões, nessas intromissões. E ele diz que num certo momento ele percebeu já perto da entrada uma uma além da barreira defensiva, né, uma

e, existia assim qualquer tipo de ataque para prevenir essas invasões, nessas intromissões. E ele diz que num certo momento ele percebeu já perto da entrada uma uma além da barreira defensiva, né, uma volumosa massa escura, onde ele via entidades levianas e vingadoras que vinham ameaçar os vigilantes, o o tentavam agredi-los e tentavam ultrapassar essa área de defensa, né, e defesa. E aí nos comenta, né, que essas entidades levianas e vingadores muitas vezes traziam, né, eles traziam com eles espíritos também que apresentavam grandes padecimentos, mas também blasfemavam, zombavam, agrediam verbalmente todos aqueles trabalhadores dirigentes, né? Então, às vezes eles ele ele eh ele conta, né, de uma mulher que chega que falava, venha socorrer essa pobre infeliz que chora entre nós né? Aí eles mostravam outros: "Acudam n nossa desesperação, cadê a caridade, né? Nós seremos tão odientos a ponto de não recebermos compaixão, né? Também somos mortos, esquecidos de Deus e dos seus ministros. Cadê a piedade, né? Emanuel Filomeno de Miranda vai ficando muito impressionado com todos aqueles pedidos, né, e e se sentido tocado, mas ele percebe que os atendentes de vigilância seguem no seu trabalho, né, não transparecendo nenhum tipo de sensibilização ou até compaixão momentânea, né? E é quando o irmão Genésio chega e explica para para Manuel Filomeno de Miranda. Esses são grupos de desordeiros desencarnados, muito perigosos e alguns deles são técnicos nesses processos de chacota, de ironia, porque eles querem ensuflar o desequilíbrio para, né, justamente eh, prejudicar toda uma sintonia mental do trabalho, né? E ele diz, né, que toda acidez que é resultante do sarco, sarcasmo é sinal permanente de inferioridade, né? E ele e vai, o irmão Genés continua explicando que esse é um comportamento muito comum que nós encontramos mesmo na terra que entre aqueles que são maus competidores, que começam a a desculpar, a a a dar a desculpa de que eles não são mais bem-sucedidos porque eh não tiveram

muito comum que nós encontramos mesmo na terra que entre aqueles que são maus competidores, que começam a a desculpar, a a a dar a desculpa de que eles não são mais bem-sucedidos porque eh não tiveram recursos para isso e que e eh as outras pessoas tiveram mais possibilidades. Mas, né, ele diz que, infelizmente, nesse campo de ação do atendimento espiritual, muitos destes companheiros, né, que são os infelizes, né, eles acabam se colocando numa atitude de revolta, né, após esse fracasso pessoal, né, e acabam demonstrando tudo isso com o cinismo e com a rebeldia, né, e a e são assim muito muito insistentes no sentido de até começar a trabalhar quando retornam ao plano espiritual de uma forma aonde eles psiquicamente eles entram num processo, né, provocam um processo de vampirização com aqueles que lhe são afins, né? Então o Manuel Filomeno diz, né, que ele percebia aquela aquelas entidades de de aspecto horrendo, né, que ele dizia. E, e, e Genésio explicava para eles se esses são os espíritos profundamente sofredores, né, que eles, alguns deles traziam, né, por exemplo, como no caso dessa mulher que diz, que falamos acima, que acabaram sendo presas desses outros espíritos, porque se deixaram influenciar por eles quando estavam no campo da da matéria e acabavam que eles também se comportavam de forma indigna, prejudicando a muitas pessoas, né, a para que pudesse manipular tudo a favor do seu próprio interesse para atender as suas paixões inferiores. E quando retornam ao plano espiritual, aí encontram com aqueles com quem eles se afilizaram, né? E e então eh nos fala, né, que a morte, né, que a todos desvela, né, eh trouxe essas pessoas e acabaram sendo submetidas a essas mentes mais impiedosas ainda do que elas mesmos tinham sido. Então fala, né, o irmão Genésio sofrem ou que fizeram sofrer. Mas aí Manuel Filomeno de Miranda fica muito intrigado. Aí ele vem com aquela pergunta, né? Mas o auxílio divino não os alcança, né? A misericórdia. Aí irmão Genésio diz: "Obviamente que

zeram sofrer. Mas aí Manuel Filomeno de Miranda fica muito intrigado. Aí ele vem com aquela pergunta, né? Mas o auxílio divino não os alcança, né? A misericórdia. Aí irmão Genésio diz: "Obviamente que sim. Não tem ninguém que vai se encontrar em desamparo e desamparo. Mas até para receberem o socorro, eles têm que se predispor a isso. Por enquanto eles estão na dor, mas por causa da revolta e não porque eles tiveram um arrependimento honesto por causa do desespero e não porque eles realmente aceitavam e compreendiam que tudo aquilo que passava com eles era resultado do que eles fizeram. Então nos fala o irmão Genésio, ainda que logo que eles eh realmente tiverem esse desejo verdadeiro, né, de reparar, de ser feliz, de mudar assim a sua fabratória, eles vão ser cada vez mais resgatados, né, pela bondade divina, que nunca está eh ausente nem distante de ninguém. Assim continuavam os trabalhos, assim seguiam as sirenes que mostravam essas tentativas de assalto, né, de trazer o desassossego à a aquela instituição. As os espíritos continuavam a fazer aqueles ruídos. Mas eh neste momento eh quando eles são convidados, tanto Manuel Filomeno de Miranda quanto irmão Genés e outros que trabalhavam lá para seguirem para um alojamento em que eh estava o Dr. Bezerra de Menezes. Então esse é o resumo que nós tínhamos do capítulo sete para hoje. Obrigado, Ju. Excelente resumo. Deu para dar uma boa ideia do capítulo que temos. Então agora nós vamos começar no aprofundamento falando primeiro do título O posto central de atendimento, que nada mais é do que um posto de socorro, como a gente vê em várias obras, inclusive de André Luiz, eh espalhadas pelos livros da vida no mundo espiritual, onde vamos encontrar em cada, praticamente em cada um dos livros André Luiz, passando por algum desses desses postos de socorro que são formados por pequenos grupos de espíritos, normalmente são ligados a uma colônia espiritual situada em planos mais elevados, de onde recebem instruções, orientações,

s desses postos de socorro que são formados por pequenos grupos de espíritos, normalmente são ligados a uma colônia espiritual situada em planos mais elevados, de onde recebem instruções, orientações, recebem também os trabalhadores que trabalham como voluntários, como a gente viu aí nas tarefas de dedicação, de sacrifício e de amor ao próximo. Eles são uma espécie de campus avançado de uma colônia espiritual, como se fosse uma sala de espera, um hospital para as almas doentes, onde a experiência punitiva é aplicada para trazer o doente de volta para a saúde e a felicidade. E o Manuel Filonomeno de Miranda nos fala que as palavras que ele define, as edificações e as outras formas terrestres, não temos termos compatíveis que expressem a realidade do mundo espiritual. Então ele acaba passando o pensamento dele por semelhança de imagens. Esse posto central, ele fica na praça, ah, toma toda a praça central. Eh, e aí vem o primeiro ponto que é importante relembrarmos. O mundo espiritual se sobrepõe ao mundo físico, não como a maioria das pessoas imagina, como se fossem em camadas uma acima da outra, mas na verdade estamos todos ah interligados no mesmo espaço, o espaço físico e o espaço espiritual. Por isso os espíritos, a gente vê descrições dos espíritos circulando pelo pelo mundo físico e que obviamente nós não vemos, com exceção dos médiuns, eh, que tem a capacidade de ver espíritos e o mundo espiritual. Então, quando ele descreve a localização do posto central, o posto central fica exatamente onde está o centro da folia do carnaval e onde eh eles vão ter acesso aos casos que eles vão ter que ajudar. Ah, obviamente esses postos de socorro, como é muito bem descrito pela por Manuel, por André Luiz nos livros dele, necessitam todos de defesa. Ah, existe no livro Obreiros da Vida Eterna, quando eles, quando André Luiz nos fala da casa transitória Fabiano de Cristo, que é um posto móvel que se desloca pelo mundo espiritual, pela pelas pelo umbral para resgatar espíritos preparados para receber o

s, quando André Luiz nos fala da casa transitória Fabiano de Cristo, que é um posto móvel que se desloca pelo mundo espiritual, pela pelas pelo umbral para resgatar espíritos preparados para receber o auxílio que eh logo que eles chegam ao à casa Fabiana, a a casa transitória Fabiana de Cristo. O posto é atacado, é atacado por espíritos exatamente como Manuel Filomeno de Miranda escreve aqui, espíritos perniciosos e opositores sistemáticos. E a casa transitória é defendida com raios, com eh com luzes e acabam os espíritos se afastando. a gente reflete, né, na possibilidade dos espíritos se transitarem por lugares e atravessarem eh obstáculos físicos, mas os espíritos eh menos evoluídos, eles não têm entendimento dessa mobilidade e os esses essas defesas colocadas por esse nesses postos de socorro em volta desses dessas verdadeiras muralhas ou muros previnem a invasão desses espíritos e também os os voluntários que trabalham na na defesa desses postos de socorro. Agora, Manuel Filomeno de Miranda nos fala logo depois da da construção desse posto central de atendimento e nos diz que não há imprevisto nas tarefas superiores, tudo é planejado com antecedência e que se utiliza a substância ectoplásmica das pessoas nas cercanias e da natureza para construir o conjunto e as muralhas. A gente indo ao a Gênesis da codificação, no capítulo 15, no item 14, eh, Kardec nos explica como é feito esse trabalho. Ele nos diz que os espíritos atuam sobre os fluidos espirituais, não manipulando como os homens manipulam os gases, mas empregando o pensamento e a vontade. Isso é muito importante a gente lembrar. O mundo espiritual existe de acordo com o pensamento e a vontade dos espíritos que habitam as determinadas regiões. Para os espíritos, o pensamento e a vontade são o que a mão é para o homem. Eles imprimem aqueles fluidos tal qual direção, aglomeram, combinam, dispersam, organizam com eles eh conjuntos que apresentam uma aparência, uma forma e uma coloração determinada. e mudam as propriedades, como um químico

fluidos tal qual direção, aglomeram, combinam, dispersam, organizam com eles eh conjuntos que apresentam uma aparência, uma forma e uma coloração determinada. e mudam as propriedades, como um químico muda os gases e outros corpos, combinando-os, segundo certas leis. é a grande oficina ou laboratório da vida espiritual que Allan Kardec nos traz e que depois é desenvolvido eh por seus seguidores, como Leon Deni no livro Depois da Morte, no capítulo 35, que ele nos fala que o Espírito, pelo poder da sua vontade opera sobre os fluidos do espaço, combina-os e os dispõe a seu gosto, dá cores, formas que convém ao seu fim. E é por meio desses fluidos que se que se executam obras que desafiam toda comparação e toda análise. Continuando de novo nesse na construção desses postos de socorro pra gente entender melhor como funciona essa construção. A Ivone do Amaral Pereira, no livro Devaçando invisível, no capítulo 1, nos fala que se reúne, por exemplo, uma falange de espíritos evoluídos que resolvem criar uma comunidade social no espaço destinada ou acelerar seus trabalhos ou para iniciativas em prol do progresso ou do bem comum. Esses espíritos são espiritualmente homogêneos, dotados de elevadas capacidades morais. intelectuais e artística, além obviamente de serem técnicos nos no assunto. Seus pensamentos vibram uníssonos do que resultam irradiações e movimentações poderosas, coordenadoras, intensas até ao deslumbramento e ao incompreensível para nós outros, os mortais inferiores. É muito interessante como a gente vai encontrando em obras diferentes. a Ivone Domarol Pereira em desdobramento visitou várias dessas colônias e nos traz eh descrições bastante importantes ah dessas colônias espirituais. E ela também nos traz nesse livro, no capítulo eh no último capítulo, um um fato muito curioso, uma num livro de Ernesto Bzano, A crise da morte, ela nos traz uma comunicação do de Rodolfo Valentino. Para os que não conhecem, Rodolfo Valentino, foi um dos primeiros, primeiras grandes estrelas do cinema,

livro de Ernesto Bzano, A crise da morte, ela nos traz uma comunicação do de Rodolfo Valentino. Para os que não conhecem, Rodolfo Valentino, foi um dos primeiros, primeiras grandes estrelas do cinema, ainda no cinema mudo. desencarnou muito cedo em 1926 e logo depois ele dá uma comunicação para sua esposa Natasha Rambova através do médium americano George Benjamin Wner e ele descreve o que ele encontrou. Ele fala: "Eu, por minha parte imaginava tratar-se o mundo espiritual de criações formadas de uma matéria vaporosa. Elas, porém, são, ao contrário, mais sólidas e revestidas de cores mais vivas do que o são os objetos sólidos e coloridos do meio terrestre. As habitações são construídas por espíritos que se especializaram em modelar, pela força do pensamento essa matéria espiritual. Então, nós vemos aí que quando a gente sai da literatura espírita também a gente encontra descrições do mundo espiritual. A gente tem descrições eh por eh Swedenborg, muito antes de Kardec. A a gente tem descrições por Arthur Conandoyle no livro A história do espiritualismo. o reverendo Owen em 1920, que escreveu uma obra ah do reino de Castrel também descrevendo essas colônias espirituais, ou seja, quando o espiritismo, sem dúvida, nos traz ah tudo isso com uma profundidade muito maior e com uma com um detalhamento muito maior, mas a noção de colônias espirituais tá espalhada por todas as a a literatura espir espiritualista que nós encontramos pelo mundo. Manuel Filomeno de Miranda continua nos dizendo dos voluntários que trabalham eh nessa nessa nessas nesses postos de socorro. Quem são esses voluntários? São espíritos ainda em processo evolutivo, dispostos a se dedicar ao trabalho, ainda precisando evoluir, como a gente vem na descrição de André Luiz do nosso lar. Existem muitos espíritos lá que que querem fazer o bem, mas ainda eh não tem a capacidade completa de se dedicar a ao bem sem hesitação. Então, esses voluntários acabam sendo espíritos que ah terminam entrando nessas colonas espirituais, sendo

fazer o bem, mas ainda eh não tem a capacidade completa de se dedicar a ao bem sem hesitação. Então, esses voluntários acabam sendo espíritos que ah terminam entrando nessas colonas espirituais, sendo resgatados dos eh do umbral e de outras zonas inferiores, recebem tratamento nessas colônias espirituais e se tornam voluntários, trabalhadores, ah, que com funções diferentes em cada em de acordo com as necessidades. E esses nessa, nesse posto aí que Manuel Firano de Miranda nos fala, nos fala do posto central, eles fazem o papel de vigília nos portões de acesso, nesses dois portões que tem, ah, fazendo proteção e resistência pacífica contra o mal. Resistência pacífica contra o mal é muito importante. Esses voluntários aprendem a não agredir, a não tratar mal, a respeitar esses espíritos sofredores, que no fim todos são, que tentam atacá-los e vencê-los com a calma, com a força moral e com a paciência. Assim é o trabalho deles. O posto eh se parece com tendas revestidas de lona. Quando a gente pensa no que vemos aqui na no plano físico, quando a gente tem postos avançados de eh de exploradores científicos, por exemplo, que constróem esses postos com barracas de lona, se protegendo as intempéries, a gente sabe que o mundo físico é uma cópia mal feita do mundo espiritual. Então, obviamente, o mundo espiritual, quando Manuel Filomeno de Miranda nos descreve dos amplos barracões, tendas revestidas de lona, camas colocadas em filas duplas, onde recebem os desencarnados enfermos. A gente pode imaginar até quando a gente vê filmes de guerra, os postos de socorro em em na guerra, que são esses barracões, com essas ah com camas colocadas com os para os médicos e as enfermeiras enfermeiros atenderem os os feridos. É, o conceito é exatamente o mesmo, obviamente com o o acontecendo o carnaval. o as ocorrências se tornam mais eh volumosas, as vítimas chegam a numa frequência muito maior. E aí o atendimento feito nestes postos de socorro é como se fosse uma um um uma sala de emergência de um hospital, onde

as se tornam mais eh volumosas, as vítimas chegam a numa frequência muito maior. E aí o atendimento feito nestes postos de socorro é como se fosse uma um um uma sala de emergência de um hospital, onde chegam os feridos e são tratados com uma triagem, encaminhados para um tratamento mais profundo. também esses postos de socorro no mundo espiritual recebem esses eh esses essas vítimas de si próprios ou dos outros e fazem o que eles chamam de primeiro socorro, tal, às vezes colocando eles para dormir, colocando eles para para descansar e então são levados, encaminhados pelos eh pelos espíritos protetores para outras ah, outros lugares no mundo espiritual, porque como ele mesmo, Manuel Filomeno de Miranda, nos diz, este posto de atendimento é um posto temporário. Quando o carnaval acaba, o posto é desmontado e levado para outro ponto de de necessidade. Eh, Manuel Filomeno de Miranda nos diz depois que esse centro era de uma de um trabalho feérico em comunicação constante com a colônia que a que era ligado, eh, que o Centro de Comunicações registrava os apelos dos encarnados e dos desencarnados e tomava decisões encaminhando Então, assistentes para cada tipo de necessidade. Os trabalhadores desses postos de socorro sabem exatamente o que precisam fazer. Eh, não tem os aprendizes ficam assistem ao trabalho, como André Luiz muitas vezes descreve nas suas nas suas jornadas, Manuel Filomeno de Miranda nos seus livros, eles estão lá para eh auxiliar na medida do possível, mas na maioria das vezes para aprender e não atrapalhar, porque existem os trabalhadores que se encarregam do auxílio que conhecem bem como funciona o trabalho e da necessidade de cada um. E aí é muito interessante que ele nos fala depois dos dos encarnados que transitavam por aqueles sítios de novo. O plano são dimensões diferentes no mesmo local. Então os encarnados passam pelo posto de socorro sem saber que existe ali um posto de socorro. Eh, o que a que a encarnação eh cria um fosse um véu da carne, uma barreira, um

iferentes no mesmo local. Então os encarnados passam pelo posto de socorro sem saber que existe ali um posto de socorro. Eh, o que a que a encarnação eh cria um fosse um véu da carne, uma barreira, um impedimento a percepção do que acontece no mundo espiritual. É interessante porque Ivone Domarol Pereira, ainda no livro Devaçã do Invisível, no capítulo um, ela nos fala de um depoimento que seu pai, logo depois de desencarnar, deu através de um médium em 1935, em que ele fala uma coisa muito interessante. Ele diz: "A morte é tão simples, tão pouco diferente da vida, que opera essa confusão. Em geral, se espera encontrar depois da morte coisas fantásticas, imaginárias, impossíveis e pouco lógicas, ao passo que, na verdade, o além túmulo nada mais é que a continuação da vida que deixamos. Ou seja, muitos desses espíritos que estão lá eh encarnados e acontece alguma coisa, como a gente viu aí anteriormente, ah, por desencarnação, por abuso de drogas, paradas cardíacas, homicídios, suicídios, vítimas de si mesmo, acabam transitando para o mundo espiritual sem perceber que voltaram ao mundo espiritual. E aí é isso, essa é a descrição do do pai de Ivone Pereira sobre a passagem dele para o mundo espiritual. Ele diz depois que demorou para ele entender que ele estava de volta no mundo espiritual, que ele quando ele levantou, ele sentou na na sua poltrona, pegou o jornal, pegou um cigarro para fumar e tudo isso no mundo espiritual. E ele já tinha feito a a transição. E só ele só começou a realizar que ele tinha feito a transição quando ele começa a perceber que eles têm menos dores, menos sofrimento físico do que eventualmente teria causado a morte do seu corpo físico. Então, é muito interessante também essa essa passagem do pai dela. E finalmente, quando falamos dos dos veículos de transporte, eh sabemos que os espíritos para serem transportados de um local para outro podem ser transportados por espíritos através da levitação ou utilizando os veículos de acordo com o que for mais apropriado. às

abemos que os espíritos para serem transportados de um local para outro podem ser transportados por espíritos através da levitação ou utilizando os veículos de acordo com o que for mais apropriado. às vezes em lugares eh de densidade muito densa, a movimentação por levitação, mesmo para espíritos mais evoluídos, fica muito difícil. Então eles preferem usar meios de transportes, que a gente vê descrições no nosso lar, nos livros de André Luiz e até nos livros de Manuel Filomeno de Miranda. Eh, a gente estudou na no livro Transição Planetária alguns exemplos de transportes, eh, e o ataque das entidades levianas e vingadoras, eh, tentando penetrar a barreira defensiva. Eh, o que o que nós podemos concluir é que esses espíritos apenas transferem para outro lado sentimentos que possuem deste lado de cá, o ódio, o a falta de entendimento. fundo. São todos espíritos sofredores, são todos espíritos em dor profunda, buscando eh extravazar através do ataque a tudo que está em volta deles, a frustração interna, a dor interna, a dificuldade que tem de lidar com a própria inferioridade. Então, esse seria o nosso aprofundamento inicial. Convidamos agora o nosso querido Lincoln para continuar o trabalho daqui. Lincoln é com você. Obrigado, João, pela exposição sobre esse porto central de atendimento, uma edificação no plano espiritual. Assim como também vamos agradecer a Jara pelo resumo que fez do capítulo, situando-nos exatamente nos aspectos centrais da das ocorrências que apresenta Manuel Fenomeno de Miranda. Sempre nos surpreende naturalmente o as observações que esse espírito tem feitos eh em paralelo aos fatos que envolvem eh pessoas encarnadas ou desencarnadas. onde ele vai colocando observações que nos chamam atenção sobre vários aspectos. E é isso que nós pretendemos fazer também nesse momento, desde aquela observação que foi feita pela Jussar aí, no sentido de que observou-se ali a chegada de uma massa eh escura e volumosa, vejam, eh de entidades levianas e vingadoras que

bém nesse momento, desde aquela observação que foi feita pela Jussar aí, no sentido de que observou-se ali a chegada de uma massa eh escura e volumosa, vejam, eh de entidades levianas e vingadoras que estavam tentando atacar eh aquele aquela unidade de trabalho dos espíritos, né, que aqui foi denominado posto central de atendimento. Então, verificamos que em todos os níveis da nossa relação deste planeta ainda atrasado, de expiação e de provas, seja no campo dos encarnados quanto no campo dos desencarnados, teremos sempre aqueles grupos de espíritos interessados em prejudicar, digamos, o trabalho do bem que se realiza, porque ainda mergulhados eh na sua própria inferioridade ou na sua própria infelicidade, tentando atrair para si os elementos eh que estejam acima deles. E chamou atenção, então, que neste grupo, ou nessa massa escura, nós tínhamos ali, eh, grupo de líderes que traziam aquela aquela massa humana de espíritos desencarnados e os espíritos subjulgados por estes, de alguma maneira conduzidos ali, como se descreve eh da de início, e tentam de alguma maneira atacar aquela unidade de trabalho. E me chamou atenção também um destaque que o João fez aqui sobre aquela construção, aquela edificação que servia tanto para a proteção quanto para a resistência pacífica contra o mal. Vejamos aqui eh que a misericórdia divina eh atua sempre em favor das nossas necessidades, sem julgamentos, eh sem ataques, mas sempre colocando o amor como a excelência de solução para as questões todas que nós enfrentamos. Então, o Manuel Filomeno de Miranda passa nessa segunda parte agora do livro, deste capítulo, a comentar um pouco sobre quem são esses espíritos que ali estão tentando atacar o posto. Eh, o irmão Genes naturalmente vai explicando a Manuel Floreno de Miranda. Ele diz, tratar-se, como já foi referenciado também pela pela Jara, né, de um grupo de desordeiros desencarnados, aliás, muito perigosos fazem. e a forma como eles chegaram abordando a os sentinelas do posto, pedindo socorro, eh, de alguma

ciado também pela pela Jara, né, de um grupo de desordeiros desencarnados, aliás, muito perigosos fazem. e a forma como eles chegaram abordando a os sentinelas do posto, pedindo socorro, eh, de alguma forma rogando caridade, a piedade em relação à sua situação, mas numa maneira de articular o envolvimento desses vigilantes em alguma sintonia mental que pudesse sensibilizá-los para quebrar essa resistência ou a segurança daquela unidade. Ou seja, espíritos muito inteligentes, eh, ali fazendo esse tipo de articulação de uma forma irônica, naturalmente, né, tentando ensuflar algum tipo de desequilíbrio aqueles que estavam protegendo o posto. Isso nós observamos também entre nós aqui nas relações nossas entre encarnados, às vezes pessoas que diante de um conflito qualquer conosco, eh, atiram as chamadas iscas emocionais para tirar-nos o equilíbrio ou a serenidade em relação à condução do do assunto em conflito, provocando, digamos, eh tentando provocar de nossa parte reações equivalentes no nível eh daquela daquele ataque irônico que ele está dirigindo para nós, tentando perturbar o nosso comportamento emocional para fazer com que nós façamos uma reação condizente com o ataque que ele realizou, naturalmente fazendo com que aquele que esteja acima desse nível inferior de agressão baixe até o nível do agressor para os dois então ficarem nessa espécie de duelos, né? Foi isso que foi tentado aqui eh por aqueles irmãos desencarnados ao chegarem oposto. Eh, não resultou naturalmente porque eles não se sensibilizaram com isso. Eh, e foi caracterizado inclusive e pelo nosso irmão que estava explicando aí, o irmão Genes explicando Manuel Filomeno, que esses espíritos, eles são muito mais infelizes do que eles realmente pensam, mas talvez não compreendam em profundidade o próprio estado de infelicidade em que vivem, porque estão eh mergulhados nos tormentos que trazem já das como herança do tempo em que eles estavam encarnadas. Então eles são muito mais doentes do que supõe. E Manuel

de infelicidade em que vivem, porque estão eh mergulhados nos tormentos que trazem já das como herança do tempo em que eles estavam encarnadas. Então eles são muito mais doentes do que supõe. E Manuel Fomino fala que efetivamente no nosso meio existem essas realidades de pessoas eh que ao enfrentarem o seus fracassos preferem ao invés de solucionar de forma mais pacífica e emocionalmente dentro de si mesmo as questões, começa então uma revolta contra outras pessoas, atacando outros indivíduos, como se pudéssemos colocar nos outros a culpa pelos nossos fracassos. Então essa malta de espíritos, eles acabam influenciando muito aos encarnados, especialmente, como se fala aqui, em processos de vampirização psíquica, que na tradução aqui ou na explicação do espírito Dias da Cruz, por exemplo, naquele livro Instruções Psicofônicas, que foi psicografado por Chico Xavier, ele descreve esse estado de vampirização como um fenômeno de parasitose, onde um espírito se vincula a um encarnado por sintonia de interesses, eh, onde o encarnado se rende a uma sugestão desajustada, inferior, e a partir daí o espírito, nesse processo de vampirização, retira energias do encarnado de alguma forma processos de vinculação e similaridade. Isso acontece porque somente eh nós e criamos nós encarnados criamos esta sintonia ou os os mecanismos de sintonia com este plano mais infeliz da espiritualidade. E observa também o Manuel Filomeno que esses esses espíritos apresentavam eh aspectos horrendos. Nós já conhecemos, já mencionado aqui inclusive pelo pelo João das obras de André Luiz, das possibilidades que os espíritos têm de alterar as o seu aspecto, eh, manipulando o perespírito de acordo com o seu processo mental, inclusive chegando ao extremo eh da licantropia, que é um espírito apresentar-se sobre o aspecto de um lobo, por exemplo, né, de um animal animal feroz. Eh, é um é um processo natural de manipulação dessas energias perespirituais que tomão as formas que desejar, assim como espíritos

bre o aspecto de um lobo, por exemplo, né, de um animal animal feroz. Eh, é um é um processo natural de manipulação dessas energias perespirituais que tomão as formas que desejar, assim como espíritos mais equilibrados podem apresentar-se a nós no psiquismo nosso ou através até de eh de processos de materialização com a forma que eles tinham enquanto estavam encarnados. Mas um aspecto interessante aqui que chamou atenção também é que aquele grupo que estava sendo ultrajado ali por esses líderes eh que estavam conduzindo eles eh levavam consigo cães para a perturbar agressivamente aquela malta que eles estavam conduzindo para como se fosse uma espécie de maneira de controlar de alguma forma. Esses cães ladravam, né, assustando aquelas pessoas. E aí nós vamos verificar então como peculiaridade aqui uma curiosidade no livro dos espíritos, a questão 598, onde Allan Kardec faz a pergunta aos mentores espirituais: se após a morte conserva a alma dos animais a sua individualidade e a consciência de si mesma? E os espíritos responde que sim conserva a individualidade, mas quanto à consciência não, porque a vida inteligente permanece, no caso dos animais no estado latente. É diferente de nós que já estamos na fase, então chamamos atenção aqui para deixar destacado que os animais têm alma. E esta alma, de alguma forma, ela prossegue após a saída do corpo físico do animal em planos onde são amparados também pelos espíritos e conduzidos aos processos próprios para retorno também a uma nova a um novo processo de vinculação física. Então, continua eh o processo continua nos âmbitos da evolução dos animais como continua no âmbito da evolução dos seres humanos. Na sequência, eh, o irmão Genésio fala que esses espíritos são profundamente sofredores, porque desde quando eram encarnados, eles já tinham essas vinculações com aqueles grupos de afinidade do mundo espiritual pela prática que eles tinham na época, eh, em relação à sua vida enquanto encarnados. Eh, desde aquele então eles já eram

á tinham essas vinculações com aqueles grupos de afinidade do mundo espiritual pela prática que eles tinham na época, eh, em relação à sua vida enquanto encarnados. Eh, desde aquele então eles já eram vítimas deste bando eh desta, digamos, desse desse bando de espíritos, né? Porque já tinha uma vinculação com eles. E essas pessoas quando encarnados eram pessoas que tinham status social, que tinham poderes sobre as pessoas, controlavam destinos, como faz aqui a descrição Manuel Filomeno, manipulava recursos aleios, praticavam falsificações para interesses inconfessáveis, enfim. não observavam os regulamentos das leis que desprezavam naturalmente. Tudo isso para atender aquelas paixões à quais eles estavam vinculados. Nesse Manuel Filomeno ainda que eles triunfaram sobre os fracassos dos outros. Vejam aqui que interessante o risco que nós assumimos ao tentarmos de alguma maneira projetar-nos dentro do contexto social, eh, como diz popularmente, pisando nos outros, porque nós teremos um comprometimento de consciência muito grave a repercutir-se posteriormente depois da nossa desencarnação. Então, eles triunfaram sobre os fracassos dos outros. Diz Manel que eles sorriram no mar das lágrimas dos a quem defraudavam, campeavam nos lugares de projeção, dilapidando com a sua argúcia as pessoas, eh, levando-as ao desespero e à miséria, sentindo-se inatingidas. Será que isso aí é uma coisa que nós observamos em nossos dias no no tratamento das coisas nossas em nosso país ou mesmo fora do Brasil? pessoas que agem de uma maneira tal como se fossem incólumes ao alcance da justiça humana, inclusive sentindo-se inatingas por pretensos defensores na área do poder, que podem de alguma maneira eh proteger esses indivíduos contra qualquer tipo de represária ou castigo da lei. Então, vemos aí essas ocorrências que depois se transferem também para os planos da vida espiritual. Então, nós vamos ver na sequência, e é uma literatura riquíssima para a nossa análise, uma referência que fazemos ao

ssas ocorrências que depois se transferem também para os planos da vida espiritual. Então, nós vamos ver na sequência, e é uma literatura riquíssima para a nossa análise, uma referência que fazemos ao livro Céu e Inferno. Busquemos ali um capítulo muito especial que eh Allan Kardec desenvolve neste livro, que é o capítulo sétimo, onde ele fala sobre o Código Penal da Vida Futura. Pode-se dizer que este Código Penal seja, na sua leitura, o melhor manual de alerta a todos nós com relação às consequências do que nós fazemos enquanto estamos encarnados. E ao analisarmos cada um desses itens, são 33 itens que Allan Kardec apresenta ali, ao analisarmos cada um deles, projetarmos de alguma forma aquela referência às nossas atitudes para fazer a nossa vigilância desde já, para não cairmos naquelas penalidades que aconteceriam depois, após a nossa o enfrentamento da nossa realidade, retornando ao mundo espiritual. Então, no seu item 28, eh, Allan Kardec comenta que a situação do espírito no mundo espiritual não é outra senão a por si mesmo preparada durante a vida corpórea. Em outras palavras, aquilo que já estávamos mencionando agora a pouco aqui. Então, a morte que não produz milagres em ninguém, né? O depoimento aí que foi feito pelo pai da nossa querida, né, autora aí, ela, Ivone Pereira, traduz um pouco isso, né? A morte poderá surpreender muitos, como deve surpreender a quase todos nós, porque ela desvela e nos coloca de uma forma muito clara muitas coisas que nós pretendemos esconder às vezes de nós mesmos tentando enganarnos em relação à realidade espiritual que nós carregamos dentro de nós. Então, a a morte vai desvelar isso e vai colocar-nos exatamente no ambiente de submissão a tudo aquilo que nós pensávamos e praticávamos durante a nossa encarnação. Então, aqueles espíritas que ali estavam naquele sofrimento natural, eh, sugerindo ali uma consternação, inclusive por parte de Manuel Fo de Miranda, estavam ali sofrendo exatamente o que fizeram sofrer, como disse eh o

ritas que ali estavam naquele sofrimento natural, eh, sugerindo ali uma consternação, inclusive por parte de Manuel Fo de Miranda, estavam ali sofrendo exatamente o que fizeram sofrer, como disse eh o nosso irmão Genésio, eh é a justiça divina alcançando todos nós sem as maneiras próprias que muitas vezes nós encontramos na justiça humana. Então, a justiça divina, ela é infalível nos seus mecanismos de alcançar os infratores para corrigi-los ao longo do tempo. E a pergunta que faz depois o Manuel Filomeno ao irmão Genésio, é o auxílio divino não alcança esses espíritos aí com todo esse sofrimento, né? Já foi colocado, né? Muito bem nos comentários aí da da Jara, né? E a resposta não poderia ser outra. Ninguém se encontra desamparo, mas é necessário que a pessoa se predisponha a receber o amparo necessário. E aí nós vamos lá também no Código Penal da Vida Futura, no item 20, onde Allan Kardec coloca que quaisquer que sejam a inferioridade e perversidade dos espíritos, Deus jamais os abandona. mencionando inclusive existe ali ao lado daquele irmão um anjo da guarda que vela por ele. Na medida em que essa pessoa, pela sua vontade tem o desejo de progredir, ele receberá deste anjo da guarda de outros espíritos ben defeitores o socorro necessário para sair daquele estado em que se encontra. Mas por enquanto aquela malta de espíritos infelizes ainda tem que explodir as próprias dores, como fala é o irmão Genésio, eh, diante da revolta que ainda enfrentam, porque terão que, de alguma maneira, eh, preparar-se para uma nova vida. E aí, nesse código penal, é de conhecimento de todos nós, encontramos ali aquelas três fases onde a redenção do ser espiritual ou do ser humano pode ser contemplada nas atitudes e nos efeitos daquilo que fez. As fases do arrependimento, da expiação, da reparação, né? O arrependimento que quanto mais tardio, eh, mais sofrerá o espírito. Quando demorar muito a chegar nesse momento de arrependimento, mais sofrerá. A expiação vai se estabelecer no seu, na

paração, né? O arrependimento que quanto mais tardio, eh, mais sofrerá o espírito. Quando demorar muito a chegar nesse momento de arrependimento, mais sofrerá. A expiação vai se estabelecer no seu, na programação de vida, eh, por sofrimentos físicos, morais, seja na vida atual, ou seja, como desencarnado, seja em encarnações futuras. Mas a expiação será realizada no âmbito da nossa realidade íntima para expir alguma forma a os resíduos que ficaram manchando a nossa consciência. Ou seja, nós deveremos colocar luzes nas sombras que ainda carregamos. E posteriormente a esta fase vem a reparação. E aí sim vamos pelos meios próprios da lei divina promover a reparação do mal que nós fizemos de alguma forma. Então, irmãos, eh não existe lacunas na lei divina em relação à aquilo que nós fazemos e à consequências próprias. Já aprendemos que nós eh somos aqueles que semeamos em nossa caminhada e correremos mais adiante naturalmente os frutos daquilo que nós semeamos. É a lei de causa e efeito que os Espíritos Santo mencionam para nós e a lei que nos chama a responsabilidade dos nossos atos. De tal forma que ao amadurecermos o nosso conhecimento em relação a nós mesmos, à vida em geral, a responsabilidade nossa da relação com o nosso próximo e a busca da sintonia com o divino que está em nós para encontrarmos Deus na sua plenitude e grandeza, orientando as nossas vidas através das suas leis que estão gravadas em nossa consciência. Quanto mais nós buscarmos esta sintonia com os planos superiores da vida, mais estaremos protegidos com relação a interferências exteriores que possam tentar desestabilizar-nos em nossa caminhada luminosa. Então, são lições que nos apresenta o querido benfeitor Manuel Fernando de Miranda, procurando conscientizar-nos de alguma forma e alertar-nos em nossa caminhada enquanto estamos aqui encarnados. Desta maneira, tendo Jesus como o sal das nossas almas, sigamos esses irmãos que trazem luz ao nosso conhecimento e trazendo alertas para a nossa caminhada, preparando-nos para

stamos aqui encarnados. Desta maneira, tendo Jesus como o sal das nossas almas, sigamos esses irmãos que trazem luz ao nosso conhecimento e trazendo alertas para a nossa caminhada, preparando-nos para enfrentarmos melhor os desafios da nossa vida enquanto encarnados, para melhor sermos acolhidos e estarmos mais preparados na nossa desencarnação. A beleza da vida que aqui já se manifesta pode prosseguir na grandeza da vida após a nossa desencarnação e nas encarnações futuras. Rogamos apenas e não apenas, mas na na no que deve orientar que Jesus nos sustente nos nossos esforços de crescimento espiritual. Devolvo a palavra aí ao Obrigado, Lincoln. Obrigado, Ju, pelo trabalho de hoje. Agradecemos a todos que estão aí nos assistindo. que possamos ter uma semana de paz, de luz, lembrando sempre dos nossos irmãos do Rio Grande do Sul, que eles possam continuar a receber as nossas a as nossas colaborações espirituais, físicas e o que eles necessitarem. E convidamos a todos a estarem conosco novamente a próxima semana para então estudarmos e discutirmos o capítulo oito do livro Nas Fronteiras da Loucura. เ

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