Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E6 – Cap. 3: As Consultas – Parte 2

Mansão do Caminho 31/08/2025 (há 6 meses) 57:35 885 visualizações 173 curtidas

Dando sequência ao estudo do Capítulo 3 de Loucura e Obsessão, de Manoel Philomeno de Miranda (psicografia de Divaldo Franco), o Grupo Suely Caldas Schubert aprofunda a análise dos atendimentos realizados pela equipe espiritual. Nesta segunda parte, os diálogos espirituais revelam a gravidade dos processos obsessivos, bem como a misericordiosa assistência oferecida pelos benfeitores, destacando a importância da renovação íntima e da prece como recursos de libertação. » Host: João Korngold » Aprofundamentos: Lincoln Barros de Sousa e Jussara Korngold 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessão #EstudoDaObra #Capítulo3 #AsConsultas #ObsessãoEspiritual #PhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #TVMansãoDoCaminho #GrupoSuelyCaldasSchubert *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, queridos amigos, queridas amigas. Bem-vindos a mais um estudo do livro Loucura e Obsessão de Divaldo Franco pela por pelo espírito Manuel Filomeno de Miranda. Hoje estamos aqui na companhia dos queridos Lincoln e da Jusara para fazer os aprofundamentos. Vamos eh estudar a segunda parte do capítulo três chamado eh as consultas. Mas antes de começarmos, vamos fazer uma oração elevando nossos pensamentos. aos espíritos protetores, aos guias que nos dirigem nesses estudos, agradecendo a oportunidade de estarmos novamente reunidos, pedimos a inspiração, pedimos a proteção para que todos nós possamos aprender e, acima de tudo, vivenciar no nosso dia a dia todos os ensinamentos que vamos receber. Hoje agradecemos a nossa mentora Sueli Caldas Schuber por este grupo. Adivaldo Franco, pela obra que nos deixou, pelo exemplo, a Manuel Filomeno de Miranda, pelas instruções, pelo brilhantismo das experiências que divide conosco no mundo espiritual. Pedimos ao Mestre Jesus que continue conosco, nos protegendo e nos guiando. E pedimos permissão para começarmos então os nossos estudos de hoje. Que assim seja. Então, antes de passarmos pros para os aprofundamentos, como já o resumo foi feito na semana passada, eu vou só trazer de novo, rapidamente, do que fala o capítulo. O capítulo se chama As consultas e são basicamente três consultas que acompanhamos nesse centro eh afro-brasileiro, eh acompanhado sempre por suas pelos seus rituais e pelas suas características. No primeiro caso, uma cliente que vem buscar eh ajuda para se se conectar a um homem casado, que tinha uma esposa e dois filhos, que estava eh bem bem casado, ela queria destruir o casamento, era acompanhada por dois eh por dois espíritos. E foi feito então o tratamento pelo espírito, o adiálogo pelo espírito e e isso foi o assunto da semana passada. O segundo caso é um candidato que se apresenta com profunda marca de dor, porque vinha a pedir auxílio para conseguir um emprego, estava em aflição e se sentia fracassado.

o assunto da semana passada. O segundo caso é um candidato que se apresenta com profunda marca de dor, porque vinha a pedir auxílio para conseguir um emprego, estava em aflição e se sentia fracassado. O terceiro caso ou a terceira consulta é uma jovem senhora que se queixava de distúrbio sexual, defluente da frigidez que atormentava e estava a destruir-lhe o lar e procurava então suplicando ajuda. E a quarta consulta que nós já vamos estudar no no próximo capítulo é aquela que a quem acompanha a Manuel Filomino de Miranda e Bezerra acompanhava, né, que a gente viu na semana passada, eh, no capítulo passado, mas que vamos, eh, só estudar no próximo capítulo. Então, vamos pedir a nossa querida Jusara para começar eh os o o estudo. >> Olá, queridos amigos. Que alegria revê-los mais uma vez e continuando os nossos estudos na obra de Manuel Filomena de Miranda. Como João mencionou para nós, né, do estudo deste capítulo, nós vamos estar falando, comentando a respeito de uma jovem senhora que também uma das consulentes, né, que eh estava ali, eh, que estava ali com os eh também conversando com os os espíritos, né? Ela diz que ela traz um problema de frigidez sexual e que lhe atormentava muito porque estava de uma certa forma quase lhe destruindo o lar. Ela tinha um casal de crianças, ela tinha amava muito o esposo, mas ela experimentava muito desconforto no momento da relação sexual. Então isso estava causando problema entre os esposos, porque não podiam eh conversar, não estavam conversando honestamente. Nisso, na sua eh na sua conversa junto com os espíritos, né? O espírito lhe que estava lhe orientando lhe explicou a respeito da razão, desse distúrbio que ela apresentava, lhe contando que realmente numa existência anterior ela tinha assim um noivo, mas que justamente até por causa do relacionamento que ela tinha com o noivo, da influência dele, ela acabou ficando grávida e eles optaram por pelo aborto. E isso lhe causou profunda mágoa, entre outros relacionamentos depois que ela teve

acionamento que ela tinha com o noivo, da influência dele, ela acabou ficando grávida e eles optaram por pelo aborto. E isso lhe causou profunda mágoa, entre outros relacionamentos depois que ela teve nessa mesma existência, outros deles les morais, como nos fala Manuel Filomeno de Miranda, até que ela decidiu então se recolher, vamos dizer assim, né? Se esconder na vida religiosa com essa mágoa do mundo, né? e quis assumir uma conduta de castidade, odiando sexo e e usando silício, se martirizando fisicamente e cada vez mais com essa com essa mentalidade que ela tinha, com essa forma de pensar a visão dela a respeito do sexo, acabou comprometendo realmente a função genésica dela, né? E nós quando nós formulamos comprometendo, né, com essa constante, com esse constante trabalho mental que ela fazia do sexo é ruim, os rexo é sujo e e tudo isso que, né, eh nós ainda hoje vemos em algumas correntes religiosas, mas então estamos falando de encarnação ainda interior, aonde essa pressão era ainda maior do que nos dias de hoje. Então isso tudo foi comprometendo essa área genésica dela. Mas infelizmente ainda no convento, um religioso que tomou muito interesse por ela, acabou sendo tomado por uma paixão por ela e acabou que os dois começaram a ter um um comportamento eh eh sexual também, né? Ah, e foram pegos aonde isso causou ainda mais mágoa, mais dificuldade para ela. Então, nós vemos todas essas consequências, né? E aqui que nós vamos estar estar analisando hoje, nós trouxemos esses slides para vocês, pra gente poder analisar as questões dessas forças sexuais da alma, né? Primeira coisa que nós gostaríamos de falar é a respeito do eh o o não está indo o o agora sim é a respeito da da visão espírita do sexo que nós podemos aprender inclusive no Evangelho Segundo Espiritismo, né, no capítulo 6, aonde a mensagem do espírito verdade diz: "Espíritas, amai-vos. Este é o primeiro ensinamento. Instruí-vos, este é o segundo." Jesus, o espírito verdade, já nos chama a atenção para a questão do

lo 6, aonde a mensagem do espírito verdade diz: "Espíritas, amai-vos. Este é o primeiro ensinamento. Instruí-vos, este é o segundo." Jesus, o espírito verdade, já nos chama a atenção para a questão do amar, mas no amar de um sentido puro, no sentido de uma pureza, no sentido de nós estarmos ah nos entregando de alma, entregando o nosso coração, né? esse órgão que a gente representa, vamos dizer assim, a nossa amorosidade, né, do nosso corpo físico, mas que na realidade traz todo esse conteúdo daquilo que o nosso espírito vai sentir em termos de relacionamento com outras pessoas. Então, o primeiro ponto, vamos chamar atenção para o o a o quão sublime é o o nosso o nosso aspecto de de de termos essa relação de amor, né? No nesse próximo slide, nós vamos ver que o próprio espírito Emanuel, né, ele vai analisando, né, nós temos no o espírito emano o livro Vida e Sexo, que é extremamente recomendado para quem quiser aprender um pouco mais, estudar um pouco mais a respeito das questões sexuais, né, aonde ele nos fala que o sexo não é apenas um atributo respeitável, mas também profundamente santo. em sua natureza. Então, vejo que isso é é completamente oposto daquilo que a gente vinha aprendendo até então em encarnações pregressas, em outras correntes religiosas, filosóficas, mostra a santidade, né, e nos fala ainda que é espírito e vida a serviço dessa harmonia, né? quando nós estamos falando nesse contexto de amor, de amor de essência, de amor pureza, de amor, eh, né, continuidade das espécies, né, mas ele indubitavelmente acaba salientando a necessidade de educação, de controle, de responsabilidade, de discernimento, né? Então, o sexo na vida universal, nesse próximo slide, ele nos traz a algumas questões ainda, né, que ele está na origem da própria vida, né, que emana do do criador. Então nós o da maneira como nós somos e como nós nos apresentamos e como nós damos a continuidade às espécies justamente vem daquilo que o Criador eh no nos propiciou, mas muitas vezes ele ainda é mal incompreendido por

ira como nós somos e como nós nos apresentamos e como nós damos a continuidade às espécies justamente vem daquilo que o Criador eh no nos propiciou, mas muitas vezes ele ainda é mal incompreendido por causa desses atavismos que nós trazemos de passado, dessas eh desse entendimento de que pode ser uma coisa ruim, que pode ser uma coisa suja e que nós deveríamos nos abster até em algumas algumas correntes que vão vão proclamar essa questão da abstinência sexual. Mas na visão espírita ele nos fala a respeito dessa essência espiritual. Então, vamos ver o que que Emanuel nos fala no livro eh vida e sexo. Ah, né, como nós já citamos, ele nos fala que não deve haver proibição, mas sim educação. Então, não é chegar e falar: "Não é bom e nem explica porquê." Ou então justificarmos que se trata de uma atitude menos digna. Não é proibir, mas educar. Não é se abster, mas usar com dignidade respeito ao outro. Não é falta de disciplina, mas é controle. Não é impulso livre, mas responsabilidade. Seja, por exemplo, no caso dessa jovem senhora, como fala Manuel Feromen de Miranda, ela foi procurar, né, esse auxílio e e nessa eh, né, revelação que lhe foi feita a respeito do seu comportamento em vidas eh em uma vida passada, né, aonde a no relacionamento que ela acabou cedendo, né, com aquele Ele é religioso. Veja que faltou o quê? Faltou, faltou, faltou disciplina, faltou controle, se deixou levar por um impulso sem responsabilidade. Tudo aquilo que Emânuel nos coloca aqui, que nós não deveríamos estar, né, não eh eh ou termos essa consciência quando estivermos falando ou mesmo numa relação que envolve a sexualidade no no sexo. Então, nesse conjunto de características morfológicas, órgãos reprodutivos, ele vai determinar essa atração sexual que vai existir entre os seres, né? a sexualidade tá ligada a esse afeto, as leis divinas do amor, da reprodução. Então, acaba vendo essa atração sexual justamente para que haja continuidade das espécies. Mas obviamente quando nós estamos dizendo

ade tá ligada a esse afeto, as leis divinas do amor, da reprodução. Então, acaba vendo essa atração sexual justamente para que haja continuidade das espécies. Mas obviamente quando nós estamos dizendo sexo e relacionamento, nós estamos falando de sexo irresponsável ou responsável, né? O irresponsável, aquele que é egoísta, que só pensa justamente nas questão na questão da atração física e na satisfação instintiva. já na sexualidade do amor romântico, ela vai ele vai acabar dando aquele tom de segurança no relacionamento, depois na composição da família, né, na própria proteção da próle, que também é muito importante. Então, o sexo, ele é potencial divino, né? Ele é força procriadora, a porta de entrada para nossa reencarnação, lei da vida, energia, poder de criação. E o acaba também nos trazendo um prazer físico, mas também mental e espiritual, né? Porque eh nós temos que nos lembrar que quando existe esse entrosamento entre o o casal, os parceiros, né, existe também toda uma conexão espiritual que faz parte, né, desse dessa troca energética e que é o que alimenta, né, justamente eh os esses espíritos que estão que estão praticando o sexo que que causa essa essa essa maior junção e que e é o que fica muito mais do que exatamente simplesmente só o o o prazer físico, né? E o sexo ele nos fala, né, que é é como a mediunidade, é uma força a serviço do ser humano. Então, o sexo acaba sendo essa possibilidade que nós temos de manifestar a nossa amorosidade, de manifestar essa integração com o parceiro, né, mas sempre dentro de um processo de regra, de disciplina e de eh de cautela, né? Nesse sentido, a prática sexual, né, ela vai ser eh eh determinada de acordo com a consciência de cada um. É aquilo que a pessoa traz nas suas questões espirituais. Nós vemos que no caso dessa jovem senhora, por que que ela trouxe esse comportamento de frigidez? Porque a causa daquilo que nós comentamos no início, ela começou a olhar o sexo como sujo, como sem tendo sido motivo daquilo que a levou a

hora, por que que ela trouxe esse comportamento de frigidez? Porque a causa daquilo que nós comentamos no início, ela começou a olhar o sexo como sujo, como sem tendo sido motivo daquilo que a levou a cometer um aborto, como tendo sido o motivo de outras relações desastrosas que ela teve. que ainda além do mais, quando ela ainda decide se recolher e eliminar o sexo dela, e veja que, né, Emmanuel fala bem, não é questão de abstinência, é questão de disciplina, é questão de de de saber se utilizar dessa força com, né, eh, discernimento, com cautela, com o envolvimento do amor, né, que é a primeira das leis, né, que a gente que o o mais o ponto mais importante que o espírito verdade nos coloca, né? E então essa aplicação da sexualidade em nós, né? E é assim que a gente deve orientar aos nossos jovens. Hoje nós sabemos que vivemos numa época onde existe um descaso, aonde eh aonde a a, né, a banalização do sexo, da sexualidade, acaba levando a a a esses, né, comportamentos eh que se deve lamentar, né, como nos desastrosos, como nos fala Manuel Filomeno de Miranda, né, e ela na realidade ade não é culpada de nada. Ela é uma função neutra, como a própria mediunidade é neutra. A forma como nós vamos utilizar, né, essas energias sexuais é que elas vão mostrar e vão estar de acordo com a com o nosso histórico. Obviamente, qual é o nosso histórico, né? Agora, nós sabemos que a gente, né, como disse já Chico Xavier, nós não podemos mudar o nosso passado, mas a gente pode e deve trabalhar pelo nosso presente e o nosso futuro. Então, mesmo que nós possamos estejamos trazendo inclinações que hoje à luz da doutrina espírita nós entendemos não serem as mais saudáveis, né? aquilo, como nos fala Paulo, tudo me é permitido, mas nem tudo me convém. Então, se hoje existe essa permissividade, né, existe essa possibilidade de nós eh abusarmos da nossa parte, das nossas energias sexuais, não significa que é bom e que isso vai nos trazer um conforto. Veja esse caso, ela tem que trazer aquilo que

existe essa possibilidade de nós eh abusarmos da nossa parte, das nossas energias sexuais, não significa que é bom e que isso vai nos trazer um conforto. Veja esse caso, ela tem que trazer aquilo que ela trouxe de uma outra de uma outra encarnação. Então, quando nós estamos falando na na na sexualidade, né, não é questão de imoralidade, né, ou querer transformar o sexo em algo ruim, como nós falamos, é como a gente usa, com quem se usa, para que finalidade ele é usado, né? Se é paraa união dos parceiros, né, para aquele momento de intimidade, aonde existe aquela aquela troca de energias, aonde os espíritos benfeitores nos falam a respeito da importância nesse nosso nível de estágio evolutivo ainda, aonde nós somos muito ainda fisicalidade, né? Então, no caso de uma desorientação, como nós vamos vindo trabalhando essas energias sexuais, é que vai nos mostrar, né, que nem esse eh bonequinho aqui que a gente vê, ele tá jogando um bumerangue. O bumerangue volta para você. Então, como foram essas minhas ações, elas vão me trazer felicidade ou infelicidade? Por nós sabemos que tudo é muito dependente da questão da nossa falta de eh conhecimento, né? a nossa ignorância no assunto. Então, por isso que é importante nós falarmos abertamente sobre isso, trazermos esses assuntos também para o centro espírita, para a nossa juventude, já que a gente vive nessa nessa, como nós falamos, numa época onde existe muito mais liberalidade, o que não significa que essa liberalidade não seja uma libertinagem, né? aonde nós possamos trazer essas questões, discutir com os nossos jovens, com os adultos também, porque não são somente os jovens que estão sem este conhecimento, mas muitos de nós que vimos de uma outra formação. Então, a sexualidade ela acaba sendo uma oportunidade de crescimento, de compreensão, de amar, de afetividade e está ligada diretamente à lei de causa e efeito, né? como nós falamos, o bumerangue, tudo que eu eh enviar, né, com a forma como eu vou agir, vai ser a forma como eu vou receber. Na questão da

idade e está ligada diretamente à lei de causa e efeito, né? como nós falamos, o bumerangue, tudo que eu eh enviar, né, com a forma como eu vou agir, vai ser a forma como eu vou receber. Na questão da das nossas próprias experiências, seja no campo feminino ou masculino, né? Eh, nós sabemos que essas, eh, oportunidades de reencarnarmos em em corpos diferentes, né, com polaridades diferentes, nós vamos adquirindo as virtudes que são mais eh de acordo com com essa com esse corpo físico que a gente está assumindo, né, a nosso psiquismo também em espiritual, emocional. que vai gerar em torno de energia, ternura, firmeza, humildade, poder, delicadeza, inteligência, sentimento, eh intuição, por exemplo, né? Ah, onde é que começa toda essa questão fisiológica da sexualidade? ela está diretamente relacionado à glândula pivne, a epífese, uma bem pequenininha que a gente vai ver aqui, uma das menores que a gente tem aqui no nosso no nosso cérebro e que é essa essa justamente essa esse órgão, essa esse essa glândula, né, essa glândula pineal que que como André Luiz nos fala eh em várias de suas obras, mas também no livro eh em eh evolução em dois mundos, né? Ele nos fala que até a idade de 14 anos ela está inativa nesse sentido. A partir daí é que começa uma nova fase, né? Justamente aonde nós compreendemos também, veja só como é interessante essa fisiologia, né? Quem é que segue, né? É o corpo, quem é que determina, né? É o corpo é o espírito, né? Veja que nós quando estamos estudando a respeito da do desenvolvimento, né, da da vida infantil paraa vida pré-juvenil, para chegar ao jovem, a cidade dos 14 anos, nós também espiritualmente falamos, dizemos que é justamente nessa fase dos 14 anos que o espírito está completamente integrado no corpo físico até lá, né, principalmente até a idade dos 7 anos, ele ainda tá muito eh vamos dizer entre os dois mundos, tendo mais abertura de impressões da vida espiritual. Mas quando a gente se integra mesmo, quando já começa essa nova etapa, e é

ade dos 7 anos, ele ainda tá muito eh vamos dizer entre os dois mundos, tendo mais abertura de impressões da vida espiritual. Mas quando a gente se integra mesmo, quando já começa essa nova etapa, e é quando, né, na nossa própria glândula pineal, nós vamos ver esse e eh esse essa característica de também o despertamento para a nossa sexualidade, né? E mas é uma glândula também que, e veja só, né, como a gente fala, eh, como é que nós vamos trabalhar essas energias eh sexuais, né, que são energias criadoras, né, porque ela cria a vida na quando a gente dá a continuidade através da perpetuação das espécies, né, da próle, mas ela também ela é energia no sentido de relacionamento em termos da vida espiritual. É por isso que nós vamos ver em em outras existências, né, conforme nos apresenta também André Luiz na evolução em dois mundos, né, nós vamos ver esses instintos sexuais transitando do reino vegetal, né, para o reino animal, até que chega, né, na no nosso momento do reino eh hominídio, né? Então, a e esse despertar e nos lembrando que o nosso, a nossa marcha, a nossa direção é rumo à angelitude, né? E nesse processo de angelitude, essas energias sexuais, elas podem ser utilizadas e nós vamos ver almas que já estão pouco mais sublimadas, elas assim eh serem mais conectadas à questão de de utilizar essas essa força criadora que não necessariamente precisa gerar uma uma vida, né, na forma de um bebê. bebezinho de uma forma de materialidade, mas no campo da da arte, no campo do belo, no campo das boas ações, no campo no campo da doação de si mesmo, né? E que para nós às vezes é até estranho, né? Nós vemos eh tantos que não eh, né, luminares desses que não constituíram uma família física, mas que acabaram constituindo uma família espiritual enorme, né, como é o caso do nosso Chico, do nosso Divaldo, de irmand e tantos outros que trabalham essas energias de uma forma de uma forma diferente. Então nós vemos, né, que essas energias criativas hoje na Terra, elas vêm pro campo da reencarnação, pro

do, de irmand e tantos outros que trabalham essas energias de uma forma de uma forma diferente. Então nós vemos, né, que essas energias criativas hoje na Terra, elas vêm pro campo da reencarnação, pro templo do lar, eh a bênção da família. Mas eh como nós estávamos falando, né, eh nós temos que nos lembrar que precisamos dessa responsabilidade da disciplina, da renúncia muitas vezes. Agora, vamos pensar nesse caso. O que que a gente tá querendo? O que que Manuel tá falando com renúncia? Significa que a gente vai deixar de fazer sexo? Quer dizer, se você fizer sexo, eu di, ah, eu ainda não tô suprimado não, não é isso, né? nos nos responde muito bem, justamente Emanuel, no livro Vida e Sexo, ele diz que é um absurdo sobretir as manifestações do sexo entre os seres humanos, alegando elevação. Ah, então se eu não fizer sexo, que você é mais elevado. Não, porque aqui nós estamos entendendo essa energia sexual de uma forma diferente. Da mesma forma, como ele diz aqui, é absurdo a gente tirar o sexo da sua posição venerável para jogá-lo em aventuras menos dignas sobre o pretexto de liberdade. Então esse esse essa essa conscientização é muito importante para nós. Isso diz respeito também às nossas escolhas. No caso de um relacionamento monogâmico ou poligâmico. aquele que é monogâmico, obviamente vai estar, né, seguindo essas direções, já encontra todo o seu, né, esse esse seu afeto, vamos dizer, satisfeito em relação ao seu próprio parceiro, já essa troca equilibrada dessas energias sexuais. No caso da poligamia, nós estamos falando simplesmente nas atrações físicas. usar o sexo de forma diversa, que não é exatamente essa que nós temos de, né, a o esclarecimento através desses espíritos eh veneráveis que nos falam dessa utilização de forma coerente, disciplinada, né, e aonde vai haver essa troca, essa essa relação de afetividade verdadeira, né? eh o Jorge Andrea, né, esse espírita tão extraordinário que nós tivemos ainda também vivendo durante essa essa nossa etapa de vida que aos anos voltou ao

sa essa relação de afetividade verdadeira, né? eh o Jorge Andrea, né, esse espírita tão extraordinário que nós tivemos ainda também vivendo durante essa essa nossa etapa de vida que aos anos voltou ao plano espiritual com a idade de 100 anos, né? ele escreveu esse livro Forças Sexuais da Alma, que inclusive dá título a nossa essa nossa apresentação. Também um outro tratado maravilhoso a respeito de, né, de dessa orientação, né, de de sexo bem eh orientado e eh em relação àquele que é que nós não estamos usando essas essa eh essas energias a nosso benefício, né? e falando, né, que o espírito humano possui nas forças psicossexuais um dos pilares do seu próprio desenvolvimento intelectual, ético, justamente por ser fruto de aquisições multimilenares continuamente renovadas por novas experiências no ciclo da reencarnação. Veja que nosso André Luiz nos coloca lá desde, né, da da eh da do do reino vegetal que nós já vimos ensaiando esta nossa eh troca eh eh dentro dessas energias. na no livro consolador, questão 184, né, também Emanuel nos fala a respeito, né, do o amor sexual que deve ser entendido como o impulso da vida que conduz o ser humano a grandes realizações do amor divino, né, através dessa progressividade, da sua espiritualização, devotamento, sacrifício. Então, não é, ah, Deus não está exterminando as paixões, mas fazendo-as evoluir, né? Eh, a nós entendermos a a e conseguirmos dominar o nosso coração, guiar os nossos impulsos também, né? Eh, podemos passar, vamos passar para os conceitos básicos agora do sexo, eh, porque o nosso tempo já tá aqui apertadinho. Eh, vamos nos lembrar, né, que o sexo, então, como nos fala André Luiz no ação e reação, a soma das qualidades positivas ou passivas, né? E os espíritos fazem sexo? Não, porque não pode fazer sexo do jeito que a gente entende, porque é ele ele é consequência da nossa organização corpórea, né? E um espírito, como nós já falamos antes, pode animar o corpo de um homem como pode animar o corpo de uma mulher. Vai

gente entende, porque é ele ele é consequência da nossa organização corpórea, né? E um espírito, como nós já falamos antes, pode animar o corpo de um homem como pode animar o corpo de uma mulher. Vai depender daquilo que nós temos propostos para a nossa ah realidade nessa existência. E eh qual é a preferência, né? Como é que a gente escolhe? Eu quero, ah, eu quero só nascer homem, eu quero só nascer mulher, né? Vai depender justamente eh daquilo que a gente necessita adquirir. Lembra que nós falamos que algumas virtudes são mais fáceis nós adquirirmos quando temos uma organização corpórea masculina versus uma feminina. Então isso vai depender desses conceitos. Agora, um outro ponto para nós tocarmos rapidamente a respeito das questões eh do do sexo responsável também é a questão da obsessão, porque todos os nossos comportamentos que são que se afastam das leis divinas, eles vão atrair espíritos que estão conectados com essa mesma vibração. E isso pode levar justamente a nós no campo da da encarnação, na materialidade, partirmos para comportamentos que são compulsivos, obsessivos em relação ao sexo. Muitas vezes sendo assim, nós estamos sendo dominados por ah outros espíritos, né, que são entidades que nós não vemos, mas estão vibrando nessas nossas faixas, nessas nossas mesmas faixas, né? Então, como a gente pode recuperar desses desequilíbrios eh sexuais, né? É uma questão de alma. ele vai requerer um processo de cura, que é o que é, por exemplo, essa caso que nós estamos estudando, eh, dessa jovem senhora, ela vai agora passar, ela tem que passar por um processo de recuperação, de cura, de de se aceitar, de entender que essa toda essa eh eh esse essa problemática que ela traz vem em relação a a à suas atividades no passado. O próprio então e Manuel Filomeno de Miranda nos fala que o o melhor agente profilático, né, eh é justamente agora a gente evitar a promiscuidade, né? Então, o que que eu posso fazer? Bom, se eu não posso mudar o passado, o que que eu posso fazer para

la que o o melhor agente profilático, né, eh é justamente agora a gente evitar a promiscuidade, né? Então, o que que eu posso fazer? Bom, se eu não posso mudar o passado, o que que eu posso fazer para não cair nessas nessas questões no presente e no futuro? justamente nós eh nos conscientizarmos, usarmos com responsabilidade toda essa nossa energia sexual. Lembrando que existe, como nos fala justamente esse caso, é a lei de causa e efeito, aonde ela está totalmente relacionada, né, como nós vemos no próximo slide, ela tá completamente relacionada a essas questões, né, daquilo, do nosso comportamento. Então, à medida que a gente vai entendendo o que que é essa energia sexual e como a gente pode usar ela de forma positiva, mesmo no relacionamento sexual, mas também na própria sublimação eh dentro de de daqueles que já possuem uma espiritualidade suficiente para utilizarem essas energias, essa força criadora de uma forma que seja a em prol, né, da de desenvolvimento de toda a humanidade. Então, é esse o nosso é esse o nosso caminho, né? E em relação à à nossa a ao nosso aprofundamento, ao nosso estudo, ao nosso conhecimento, nós temos inúmeras obras, mas algumas que são extremamente importantes, que podem nos levar a essa melhor compreensão, como o livro dos espíritos, como vida e sexo, sexo e destino de de André Luiz, sexo e consciência de Divaldo Franco e e obviamente tanto as obras de Manuel Filomeno de Miranda quanto de Jonas de Angeles que tratam destas questões para que nós possamos então ah seguirmos com segurança e usarmos essa bênção divina a nosso favor, a favor da humanidade, a favor do nosso progresso, através da nossa cura, para que a gente se liberte eh das questões do passado, aonde seguramente Todos nós erramos muito nas questões sexuais e somos convidados agora novamente a utilizarmos essa força criadora de forma mais produtiva para que o nosso espírito se engrandeça e cada vez mais possa comunhar junto com o nosso Pai Celestial. Obrigado. >> Obrigado, Jos. excelentes reflexões

mos essa força criadora de forma mais produtiva para que o nosso espírito se engrandeça e cada vez mais possa comunhar junto com o nosso Pai Celestial. Obrigado. >> Obrigado, Jos. excelentes reflexões e muito importantes. Vamos então agora convidar o nosso querido Lincoln para dar a conclusão dos nossos aprofundamentos deste capítulo com você, Lin. >> Olá, João. Saudamos a você e a Jusara carinhosamente aí presentes na sala de hoje. Saudamos também os amigos que acompanham os nossos estudos. Desejando Jesus, que Jesus abençoe a todos nós nesses esforços de aprendizagem, de libertação, da ignorância, para promovermos voos mais elevados no campo da nossa evolução espiritual e colocando-nos em inteligência e sentimento de igualdade para facilitar a nossa vida e sermos mais felizes. Sem dúvida. Desde já o caso que vamos abordar seria a segunda consulta. Eh, preliminarmente, vamos lembrar que Bezerra de Menezes estava naquela instituição para acompanhar um atendimento que seria dado a uma senhora, eh, a senhora Catarina Viana, que era mãe de Carlos, eh, uma católica e portadora de expressivos títulos de merecimento, por isso ele estava ali para acompanhá-la. e junto do bezerra, naturalmente, Manuel Filomeno de Miranda, que se coloca ali eh na condição de aprendiz, cumprindo uma programação que sempre que o Dr. Bezerra tinha oportunidade convidava ele. Então vemos nas observações que Manuel Filomeno vai apresentando aquilo que ele sente do ambiente onde ele está, inclusive recebendo alertas ali do próprio bezerra com relação ao pensamento de respeito, de consideração àquele ambiente, sem alimentar preconceitos, né? Porque trata-se de uma instituição pela descrição apresentada, né, de um um núcleo rbandista. Eh, e ele mesmo acaba eh dizendo que a palavra caridade está naquele ambiente ali com eh e dando um profundo apoio e socorro moral quanto espiritual às pessoas que procuram aquele eh aqueles tratamentos. E e destaca também que a a generosidade, a solidariedade fraternal estão

e ali com eh e dando um profundo apoio e socorro moral quanto espiritual às pessoas que procuram aquele eh aqueles tratamentos. E e destaca também que a a generosidade, a solidariedade fraternal estão presentes ali naquela instituição, servindo ao amor em doação total. Então, vemos que Deus aproveita todos os recursos que nós possamos oferecer para colaborar com o bem-estar das criaturas, qualquer que seja a condição, desde que o amor esteja sendo praticado eh na sua inteireza, servindo ao próximo, entregando-se em doação em favor dos outros, vemos que Deus estará ali. haverá sempre o acompanhamento dos bons espíritos, como observamos nesses atendimentos que estão sendo feitos aqui. E aquele grupo recebia um amparo superior muito interessante de uma venerando entidade que na terra foi sacerdote. Então, eh, não é uma instituição entregue ao acaso. Tinha as suas os seus ritualismos, né? tem os seusanos ainda, heranças de de relacionamentos atávicos, aí diusão afrodescendente com a as estruturas religiosas, né, em voga e assim eh desenvolvendo a sua atividade de amor. Naquela instituição, eh, já se estudava o Evangelho Segundo o Espiritismo, que amplia mais ainda com apoio dos bons espíritos aí nesta obra, o entendimento eh do evangelho de Jesus. Então, nós vamos encontrar, neste caso agora, eh, três personagens aqui. O primeiro é o paciente, naturalmente, que comparece naquela instituição eh solicitando socorro para encontrar um emprego num com objetivo nobre, naturalmente, porque ele precisava de salário para dar segurança à manutenção da sua vida e apoio ao lar. aqui não sabemos eh se ele tem família, se tem filhos, mas o que fica patente é que ele estava procurando um trabalho, não conseguia encontrar e acabou aportando naquela instituição. Eh, muito aflito, já sentindo-se fracassado em relação à à dificuldade que ele tinha de encontrar o emprego e reconhecendo que ele já não sabia o que fazer. Esse não saber o que fazer é realmente um campo aberto em qualquer um

ndo-se fracassado em relação à à dificuldade que ele tinha de encontrar o emprego e reconhecendo que ele já não sabia o que fazer. Esse não saber o que fazer é realmente um campo aberto em qualquer um de nós. Eh, porque quem quem não tem rumo, qualquer rumo serve, não é verdade? E nesse é um ponto grave que qualquer um de nós pode chegar e que deve ser analisado com muito critério, porque é a partir deste momento em que não sabemos o que fazer, que vamos buscar determinados comportamentos às vezes de alto risco, nos envolvemos com vícios ou atividades desonestas. vamos entrar em profundo, eh, em tristezas profundas que levam à depressão, enfim, eh pessoas que podem chegar até o suicídio, inclusive. Então, nós vemos que ele tinha um ambiente eh mental assim, eh, de profunda dor e transparecia dele. E o e aqui vemos então que ele buscava um trabalho. O trabalho, ou seja, ele tinha um senso de responsabilidade e de importância em relação a um trabalho útil. Ele queria um salário para a subsistência. Ele tinha um sentido de manter um lar e com ou sem família, mas tinha que manter um lá. Então, o trabalho representa em nossas vidas um fator de alta importância. É tão importante que no livro dos espíritos, na terceira parte, é colocado ali um capítulo dedicado à lei do trabalho. Eh, das eh 12 questões que analisam que Allan Kardec coloca ali, os espíritos respondem a respeito do trabalho, da necessidade do trabalho. E uma definição que os espíritos colocam ali é que o trabalho é lei da natureza, porque toda ocupação útil é trabalho. Então, seja remunerado, seja um trabalho voluntário, todo, tudo tem o seu valor porque representa a participação do indivíduo no contexto social, favorecendo a si mesmo, mas entregando seu esforço em favor de outras pessoas. E os espíritos dizem também neste capítulo que sem o trabalho o homem permaneceria numa certa infância quanto à sua inteligência, porque eh isso o trabalho é que é o seu alimento, a sua segurança, o seu bem-estar. Eh, tudo depende do trabalho

que sem o trabalho o homem permaneceria numa certa infância quanto à sua inteligência, porque eh isso o trabalho é que é o seu alimento, a sua segurança, o seu bem-estar. Eh, tudo depende do trabalho e na atividade que se desenvolve, sabe? Cada um de nós traz em cada encarnação determinados estímulos para dedicar-se a esta ou aquela profissão de acordo com o as necessidades próprias da nossa aprendizagem. Então é um quadro assim um pouco que a gente pode colocar do que seria aquela pessoa, aquele indivíduo que compareceu àquela instituição. O segundo personagem que é muito importante é a mãe desse paciente, uma senhora já desencarnada, que notando as preocupações dele e encontrando em sua mente o espaço mental para fazer alguma interferência, ou seja, ele ainda tinha na mente dele essa abertura para que a mãe pudesse eh fazer de alguma forma a dar a ele intuições a respeito de qualquer assunto. E ela identificando então que ele estava carregando aquela dor e que ele corria um alto risco em razão da condição mental em que ele se encontrava, ela conduziu então o filho àquela instituição para que ele pudesse ser atendido. Então aí nós vemos uma comprovação prática aqui daquilo que nós estudamos no livro dos espíritos, na questão 459, sobre a influência dos espíritos em nossos pensamentos, em nossos atos. um exemplo vivo aqui dessa influência. E naturalmente nós também temos que analisar essa questão em relação à nossa própria realidade para identificarmos se nós estamos com o campo mental voltado para uma influência mais positiva de espíritos nobres que possam nos inspirar positivamente em relação à vida, à nossa experiência reencarnatória, ou se os nossos pensamentos estão navegando em ambientes de desequilíbrio que possam também atrair pensamentos ou influências espirituais que comprometam a nossa encarnação. A decisão será sempre nossa em escolher o bom alimento mental ou o alimento que possa ser nocivo aos nossos interesses. Então, ela estava ali naquele naquela instituição e

prometam a nossa encarnação. A decisão será sempre nossa em escolher o bom alimento mental ou o alimento que possa ser nocivo aos nossos interesses. Então, ela estava ali naquele naquela instituição e acompanhando o filho, conforme fala Manuel Fermano de Miranda, na condição de perene anjo da guarda. Então, claro, o falar do anjo da guarda, nós já nos remonta também ao livro dos espíritos lá na segunda parte, quando fala sobre a intervenção dos espíritos no mundo corporal. E tem um, a partir da questão 489 até a 521, vejamos, são 33 questões que Allan Kardec apresentou a respeito de anjo da guarda. E aí nós vemos, ele trata ali de anjo da guarda, espíritos familiares, espíritos simpáticos e um, vou trazer aqui apenas um destaque para colocar nesses rápidos comentários da questão 495, porque ela foi assinada por São Luís e Santo Agostinho tratando desse tema, respondendo a questão apresentada eh por Allan Kardec, mas eles fazem ali um verdadeiro tratado eh nos ensinando a ter um comportamento que possa nos conectar com esse nosso espírito amigo que acompanha a nossa reencarnação. Seguramente colaborou conosco no planejamento desta reencarnação e segue ao nosso lado, eh, tentando socorrer-nos durante os nossos momentos de fragilidade ou das tendências próprias que possam nos conduzir ao desequilíbrio. sempre eles estarão tentando eh orientar-nos de alguma forma através da sua presença constante ao nosso lado, os seus pensamentos. Muitas vezes eh somos também conduzidos a um diálogo durante o sono com esses espíritos, com esse espírito amigo nosso. Mas nos chama atenção a uma das frases que consta ali, eh, colocada pelos dois espíritos que assinam a os comentários. Eles dizem o seguinte: "Ah, se conhecesses bem esta verdade, esta realidade dos anjos da guarda, quanto vos ajudaria nos momentos de crise? Quanto vos livraria dos maus espíritos?" Então, vejam os conselhos que eles nos trazem, alerta para todos nós. E aí devemos perguntar-nos, né? Nós estamos guardando a vigilância mental,

ntos de crise? Quanto vos livraria dos maus espíritos?" Então, vejam os conselhos que eles nos trazem, alerta para todos nós. E aí devemos perguntar-nos, né? Nós estamos guardando a vigilância mental, a os atributos próprios das elaborações mentais, pensando sempre no no melhor, no bem, nas possibilidades de fazermos o melhor em favor do próximo numa vida saudável de convivência no ambiente onde estamos, seja na família, no trabalho, no núcleo religioso nosso. No caso aqui nós estamos no ambiente espírita. como estamos nos conduzindo em relação às expectativas da nossa própria encarnação e aquilo que esse espírito amigo espera de todos nós. E falando também deste contacto com espíritos familiares, que nós estamos guardando também o carinho verdadeiro com aqueles familiares nossos que já desencarnaram, porque isso possibilita eventualmente a intervenção deles para socorrer-nos ou a nossa intervenção para socorrê-los também. às vezes encontrando-se segundo o nosso conhecimento, eles podem estar estar também em situações complexas após a desencarnação e nós podemos ajudar também. Ou seja, o amor continua nos interligando, seja no plano material ou no plano espiritual também. Então aquela mãe desencarnada estava ali no esforço de dissuadir o filho das ideias deprimentes para não permitir que ele caísse num fosso e fosse conduzido aí a sofrimentos maiores ainda. E aí nós vemos a o valor da mãe, não é isso? Eh, nós vemos muitas vezes em reuniões mediúnicas eh espíritos bastante endurecidos comunicando-se em processos de vingança, às vezes por muito tempo já cansados de sofrer aquela aquele estado espiritual que nem ele mesmo já consegue discernir o tempo que está naquele estado de desequilíbrio. E de repente os bons espíritos trazem ali para a visibilidade daquele sofredor, a mãe que o abraça, que conversa com ele e o e o conduz para caminhos diferentes eh de estreitamento desse amor que existe entre os dois. Então, nós vamos verificar que mãe, eh, como cocriadora, né, tão próxima de Deus nesse processo

com ele e o e o conduz para caminhos diferentes eh de estreitamento desse amor que existe entre os dois. Então, nós vamos verificar que mãe, eh, como cocriadora, né, tão próxima de Deus nesse processo de materialização dos espíritos, né, na formação de um corpo, a mãe realmente merece de todos nós profunda gratidão e respeito, qualquer que seja a situação em que ela se encontre. E o espírito Vittor Hugo, eh, no livro Dor Suprema, coloca uma frase muito linda, e diz assim: "Que mãe é guia e condutora de almas ao céu. É um fragmento da divindade na terra sombria com o mesmo domipotente, o dom de criar." Então nós vemos a o respeito que os espíritos consagram também a esta figura da maternidade. E lembrando aqui uma frase também de Chico Xavier que diz mais ou menos assim, né, que a oração de mãe ela escancara as portas do céu porque tem uma força muito grande. Então este é o segundo personagem, né? Temos o paciente, a mãe que o trouxe a aquele núcleo de atendimento, o médium que ali estava trabalhando, né, identificado como antenor, também ajudado por um espírito que fora a mãe dele, a mãe adotiva dele quando estava encarnada. Novamente aí trazemos um outro exemplo da presença da mãe e o espírito que estava atendendo, que é a última personagem que podemos mencionar aqui neste curto espaço da narrativa aí que nos apresentou eh Manuel Filomeno e e Manuel Filomeno eh coloca esse espírito, se refere a ele, a ela como uma gentil mensageira. Vejam, ele notou então a docilidade daquele espírito no trato dos atendimentos que ela estava realizando. E ela atendia a aquele aquele aquele senhor, né, desejoso de encontrar o trabalho. ouviu todo o Rosário de Dores que ele apresentou com muita bondade, eh, ou seja, uma virtude, né, de saber ouvir. E e ela, o espírito, em nenhum momento, repreendeu aquele homem eh no seu, no seu estado aflitivo ali. jamais não o repreendeu, simplesmente o convidou à renovação, que ele pudesse então recuperar o seu entusiasmo pela vida, perseverar na busca que ele estava

omem eh no seu, no seu estado aflitivo ali. jamais não o repreendeu, simplesmente o convidou à renovação, que ele pudesse então recuperar o seu entusiasmo pela vida, perseverar na busca que ele estava realizando nos ideais de trabalho, de nobreza e da família, né? Ou seja, perseverar naquele caminho que ele estava e absolutamente guardar confiança em Deus. Jamais perder essa confiança em Deus. E ela então eh contou para o filho ou aquele que fora o seu filho adotivo, eh o a o que a mãe a o espírito, o espírito, né, contou ao rapaz que a a mãe dele o havia trazido ali. Então ele ficou muito feliz com essa informação também. eh foi aplicado ali pelo médium os recursos eh restauradores, como menciona Manuel Flumo de Miranda, que compreendemos aqui como sendo a transmissão da fluidoterapia. Aquele homem saiu muito feliz, comoveu-se com a notícia de que a mãe estava ali acompanhando ele, porque ela fora durante a vida luz na existência dele, como ele recorda ali naquele momento. E naturalmente foi arrebatado, né, pela morte, mas agora a vida a o devolvia ela novamente ao contato com ele. Então ele saiu dali com novas disposições de alma renovada e agradecendo a Deus, sem dúvida. Então nós vemos que o espírito ou a instituição ali não foi, não resolveu o problema do trabalho dele, mas criou dentro dele o espaço emocional, mental e de confiança na vida e em Deus para que ele prosseguisse com aquela busca, naturalmente agora com a mente mais preparada para ser inclusive eh intuído ou conduzido a determinados locais eventualmente onde um espírito amigo possa fazê-lo chegar. eh como conduzindo alguma oportunidade de trabalho. Então, são essas realidades que nós temos e deste intercâmbio entre o mundo físico e o mundo espiritual que age todos os dias em relação a cada um de nós dentro da nossa própria realidade. É algo importante de sermos eh de sermos de preocupar-nos com isso, de analisar a nossa situação de mentalização com este mundo espiritual. para ver eh quais os espíritos que estão rodeando a nossa

e. É algo importante de sermos eh de sermos de preocupar-nos com isso, de analisar a nossa situação de mentalização com este mundo espiritual. para ver eh quais os espíritos que estão rodeando a nossa sala mental e quais são aqueles que nós estamos convidandoos para dialogar conosco nesse espaço mental. Deixamos então essas considerações aí ah para as nossas reflexões, agradecendo a todos, agradecendo aí ao João e a Jusara pela companhia nesta noite, com o desejo de que Jesus prossiga nos inspirando sempre. >> Obrigado, Lincol. por esse aprofundamento, eh, trazendo sempre a importância da mãe na nossa evolução espiritual, as mães, as mães de carne, as mães adotivas, as mães espirituais, todas as mães que nos protegem. Agradecemos a todos pela participação. Eh, desejamos uma semana de muita paz, muita luz, muito estudo e convidamos a todos para estarem conosco na próxima semana, quando estaremos estudando então o capítulo 3, o drama de Carlos na primeira parte. Obrigado então e até a próxima semana. Да.

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