T5:E2 • Propósito de vida • Vontade x Desejo
Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 05 - Propósito de vida Episódio 02 - Vontade x Desejo ► Referências Bibliográficas • Amor, Imbatível Amor, cap. 1. • Triunfo Pessoal, cap. 2. • Conflitos Existenciais, cap. 19. • Encontro Com a Paz e a Saúde, cap. 8 e 9. • Em Busca da Verdade, cap. 3. • Psicologia da Gratidão, cap. 4. » Apresentação: Cristiane Beira
Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana de Angelo. Nessa quinta temporada, nós nos propusemos a fazer um estudo direcionado às questões existenciais, aquelas que são comuns a todo ser humano em algum momento da vida. senão quase que diariamente nós nos perguntamos o que estamos fazendo aqui, de onde viemos, para que viemos à terra, o que nos cabe fazer aqui, para qual caminho devemos seguir, o que devemos fazer, essas questões que nos pedem como se nós buscássemos orientação, devo seguir esse caminho ou aquele, corro atrás disso ou daquilo? O que me cabe fazer aqui para onde eu vou, qual o meu propósito de vida é muito comum a qualquer ser humano. E é sobre isso que nós vamos conversar ao longo das próximas semanas e dos próximos encontros. Vamos tentar mergulhar nesse nesse tema, tentando entender como ele funciona, como é que eu descubro as respostas dentro de mim na conexão com Deus para essas perguntas. Como é que eu sei se eu estou bem direcionado, se eu não estou deixando passar alguma coisa eh de forma despercebida? A melhor forma paraa gente responder essas perguntas não é indo a um oráculo como um dia a gente já fez na nossa na nossa nas nossas ancestralidades. Também não funciona a gente pedir para que um médium amigo pergunte pro seu benfeitor para nos responder. As respostas não vão vir de fora. Senão o próprio Jesus já poderia ter dito pra gente uma cartilha do que fazer. Jesus nunca nos disse o que fazer no sentido de nos dar ordem, né? O espiritismo também não vem trazer essa regra de conduta. Eles nos ensinam a pensar. Eles nos ensinam como nos direcionar, o que priorizar. Jesus nos fala das leis de Deus, das leis divinas. Ele nos traz a questão principal da vida, que é o amor. Agora, cabe a cada um de nós, sabendo das leis divinas, sabendo do amor como fonte essencial de vida, direcionar a nossa reencarnação, nossa experiência com base nisso. E aí é que é o problema, porque a gente fica perdido, a gente sabe que é o amor que deve nos dirigir, mas no dia a
essencial de vida, direcionar a nossa reencarnação, nossa experiência com base nisso. E aí é que é o problema, porque a gente fica perdido, a gente sabe que é o amor que deve nos dirigir, mas no dia a dia a gente não sabe muito bem como é que faz para que isso se torne um comportamento, para que isso se torne uma escolha. Então nós vamos conversando, nós vamos estudando juntos, nós vamos refletindo. O objetivo não é trazer nada pronto. Agora tá todo mundo é perfeito, preparado. A gente não tem essas essa condição ainda, né? Somos todos imperfeitos, mas ao estudarmos, pensarmos, refletirmos, vamos tendo insites, tomadas de consciência, vai nos caindo fichas, né? Como diz Joana de Joana de Angeles, nós caímos em si. E aí sim a gente vai descobrindo uma mudancinha aqui, uma alteração ali, uma modificação e a gente vai se ajustando. É um processo, é longo e o que nos cabe é isso, é pensarmos juntos, é nos unirmos e e estudarmos pra gente ir aprendendo o passo a passo. Para falar de propósito de vida hoje, eu trouxe uma questão que tem total relação com isso. Nós vamos falar hoje sobre vontade, tentando diferenciá-la do desejo. Primeiro vamos lá pro dicionário pra gente ter um uma visão do conceito, do que que se costuma dizer. Da mesma forma que a gente falou a semana passada, que muitas vezes propósito é mesma eh eh sinônimo de meta, que é sinônimo de objetivo, que é sinônimo de sentido. Se a gente for pro dicionário, isso aparece como sinônimo, porque a verdade é que a gente no dia a dia, nós vamos usando as palavras e uma palavra quer dizer muitas coisas e a gente mistura elas, né? Então, hoje também se a gente for pro dicionário, vamos falar de vontade e de desejo. Se a gente for pro dicionário, a gente vai ver elas como sinônimos. Tem lá um pouco de diferença daqui, daqui, mas no final das contas aparece um uma como sinônimo da outra. Mais uma vez, para efeito de estudo, para que a gente possa desenvolver o nosso raciocínio, nós vamos usar aqui elas como diferentes, não como sinônimos. Então,
aparece um uma como sinônimo da outra. Mais uma vez, para efeito de estudo, para que a gente possa desenvolver o nosso raciocínio, nós vamos usar aqui elas como diferentes, não como sinônimos. Então, nós vamos diferenciar vontade de desejo para entender um pouco mais da nossa própria dinâmica, da do nosso próprio ser. Então, apesar de serem tidas como sinônimos, aqui a gente vai fazer uma diferenciação para que nos ajude a entender um pouco mais sobre nós mesmos e sobre a vida. Mas lá, então, eh eh buscando essa essa origem da palavra, né, vamos tratar como desejo. Nós vamos falar mais com relação a prazer, desejo, ou seja, aquilo que eu desejo é aquilo que me dá prazer. Então nós vamos diferenciar aqui assim, não que isso seja no dicionário, você vai encontrar alguma coisa diferente, mas nós estamos dizendo aqui na nossa reflexão, vamos chamar de desejo aquilo que a gente quer e que tem relação com obtenção de prazer. Então assim, estou desejando uma tarde de descanso para eu ter o prazer de ai relaxar. Ah, eu desejo uma comida que eu estou com desejo dessa comida. Então, é aquilo que eu vou fazer, que eu vou buscar, que eu vou querer, que tem relação com prazer. Tem a ver com apetite, não só de comida, mas apetite de vontade, nesse sentido de desejo. Tá vendo que eu acabei de usar a palavra vontade como sinônimo de desejo? Então, a gente vai usar, mas aqui uma coisa tem que ser diferente da outra. Então, eu vou tirar a palavra vontade que eu acabei de usar. Porque aqui a gente não vai pôr como sinônimo. Nós vamos falar de desejo, essa questão de uma de um de um de um apetite por algo, de uma busca por algo que chega até nos dar uma certa ansiedade que é incontrolável. Então, nós desejamos comida, nós desejamos uma relação sexual, nós desejamos uma viagem exótica, nós desejamos eh sair para passear, nós desejamos festejar. Então, é aquilo que a gente busca no sentido de saciar um apetite por algum prazer. Desejo vai ter relação com prazer aqui em nosso estudo. É aquilo que eu quero
para passear, nós desejamos festejar. Então, é aquilo que a gente busca no sentido de saciar um apetite por algum prazer. Desejo vai ter relação com prazer aqui em nosso estudo. É aquilo que eu quero para satisfazer uma ânsia, uma um desejo, um algo que eu quero para ficar como se eu fosse para curtir, para ter prazer. Então isso a gente vai chamar de desejo. tem a ver com essa, com esse apetite, tem a ver com prazer e vontade. A gente vai diferenciar no sentido de é uma grande energia que a gente emprega para realizar algo que nem sempre me dá um prazer momentâneo, porque às vezes me exige sacrifício. Então, quando eu falo assim, eu tenho eu tenho vontade de me formar em farmácia, em direito, em pedagogia. É lógico que isso que eu estou indo buscar não é algo de um prazer momentâneo. Eu não vou me dedicar a um estudo, a uma faculdade, a um curso, fazer prova, estudar, desempenhar tarefas e e e fazer projetos. E eu vou falar assim: "Ai, que desejo, saciou o meu desejo." Não. Então, vontade nós vamos empregar para essa força interior que nos direciona, que nos disponibiliza para a realização de algo. Quando normalmente é a longo prazo, normalmente exige de mim sacrifício, disciplina, perseverança, determinação. E normalmente no final dessa vontade que foi executada, nós nos sentimos realizados. A realização ela é mais profunda do que a satisfação de um prazer. Então, quando eu desejo, eu adoro brigadeiro, então faz tempo que eu não como, nossa, a boca enche de água quando eu penso num brigadeiro bem feito, né? Aí eu sacio o desejo de brigadeiro. É, é uma satisfação momentânea. Eu faço: "Ai, que gostoso! Hum, que sabor, que saboroso, né?" Então, quando eu sacio um desejo, é prazeroso, é imediato, é rápido. Eu tenho um retorno, uma compensação, uma recompensa imediata. Executei o desejo, tive satisfação de prazer. Ai, que gostoso. Então, nós estamos chamando isso de desejo. E vamos chamar de vontade aquilo que eu também quero, mas que não é a curto prazo, que não dá
Executei o desejo, tive satisfação de prazer. Ai, que gostoso. Então, nós estamos chamando isso de desejo. E vamos chamar de vontade aquilo que eu também quero, mas que não é a curto prazo, que não dá uma satisfação imediata. Ai, que gostoso. É aquilo que exige de mim perseverança, dedicação, tempo, energia. Isso a gente chama de vontade. Então assim, eu tenho vontade de ser uma boa mãe para meus filhos. Não é algo que eu executo assim, não é algo que que me dá uma satisfação sensorial. Então o prazer, o o desejo, nós também vamos relacionar com a satisfação sensorial. É aquilo que a gente sente na percepção do corpo, é aquela descarga de endorfina, de de de hormônios de prazer. Ai, que gostoso. Por isso que eu trouxe a questão sexual. Muitas vezes a nossa relação sexual, na nossa relação sexual falta o componente profundo que é tenho vontade de desenvolver um relacionamento. Ah, se eu tenho vontade de desenvolver um relacionamento, eu vou precisar de perseverança, de paciência, de tempo, de dedicação. Não é para já. Muitas vezes a gente fala assim: "Não, não, não, não quero isso, dá muito trabalho. Não tenho vontade de um relacionamento em termos de desenvolver um relacionamento. Eu tenho é desejo sexual. É isso que eu quero atender. Eu quero atender ao meu apetite sexual. Então, para mim basta ter alguém para eu poder eh me relacionar. Eu não preciso nem saber o nome dessa pessoa. Muitas vezes a gente vê isso acontecer. Não preciso nem saber, não é aqui uma crítica e nem um julgamento. Não vamos julgar. Isso que eu acho que é interessante a gente trazer. Os dois fazem parte do ser humano, da vida nossa na Terra. Desejar vontade não é uma questão da gente ver quem é o o bem e quem é o mal e eh de perseguição. Ninguém tá falando de pecado. Nós estamos tomando consciência de aspectos que se manifestam por nós para termos maior autoconhecimento. Então, é interessante que eu perceba em mim quando eu estou desejando algo. Ou seja, eu quero algo que seja rápido, que seja prazeroso, que não dê muito
tam por nós para termos maior autoconhecimento. Então, é interessante que eu perceba em mim quando eu estou desejando algo. Ou seja, eu quero algo que seja rápido, que seja prazeroso, que não dê muito trabalho, que não leve muito tempo, que não exija de mim muito sacrifício e que me dê esse prazer sensorial. Ai, que gostoso, né? Uh, que delícia. Isso eu consigo com essas coisas que a gente está falando. Queria comprar um sapato que eu vi que eu tô doida por ele, né? A gente fala: "Ai, que vontade de comprar sapato, mas aqui na nosso estudo a gente vai diferenciar". Não, eu estou com desejo desse sapato porque a cor dele, ele tá na moda, seja lá o que for. Ai, quando eu consigo, ai que delícia, eu nem acredito. É um prazer momentâneo. Não exigiu de mim grandes elaborações, a não ser que eu não tinha, que eu não tivesse dinheiro e tivesse que ir atrás do dinheiro. Ainda assim, a satisfação, ela é sensorial, ela tem a ver com a vida de hoje. Então, nós vamos falar de vontade, essa busca mais profunda que realiza o ser. Então eu posso, como eu tava dizendo, numa relação entre duas pessoas, eu posso ter vontade de me aprofundar, de conhecer melhor essa pessoa, de de me alinhar e me afinar com ela, de trocarmos e posso ter desejo de ter uma relação sexual com ela. Eu posso ter só vontade de me relacionar com ela sem satisfação de desejo sexual. Eu posso estar só com interesse em desejo sexual, sem vontade de me desenvolver na relação com ela. Então, só paraa gente perceber a diferença do que eu estou querendo trazer. Por quê? Porque quando a gente for falar sobre vontade, nós vamos falar, desculpa, quando nós formos falar sobre propósito, nós vamos falar sobre vontade. O que vai me direcionar pro propósito de vida é a vontade. Se eu for uma pessoa que dedica a vida buscando satisfazer desejos somente, de novo, não é uma crítica, a escolha de cada um. Livre arbítrio tá aí. Mas se eu for me dedicar a satisfazer desejo, desejo, desejo, desejo, muito provavelmente eu vou retardar o
zer desejos somente, de novo, não é uma crítica, a escolha de cada um. Livre arbítrio tá aí. Mas se eu for me dedicar a satisfazer desejo, desejo, desejo, desejo, muito provavelmente eu vou retardar o meu acesso ao propósito. Eu vou atrapalhar o meu caminho em direção ao propósito de vida. Porque o propósito de vida exige de mim vontade, força, tempo, perseverança, dedicação, disciplina. É algo que eu quero a longo prazo. É algo que quando eu conquisto me realiza enquanto espírito e não satisfaz um desejo do corpo sensorial. A vontade me faz conquistar algo que seja de dentro, que me faz crescer. É uma realização que eu levo. A satisfação sensorial de um desejo, ela passa. serviu para que eu tivesse um pouco de alegria, de distração, de descanso e pronto, depois aquilo fica, ele sacia na hora o desejo, a vontade realiza a longo prazo, eu continuo com ela, eu não perco pro caminho. Então, quando eu falo: "Nossa, eu me realizei como mãe, eu me realizo como mãe". Não é uma coisa que daqui 10 minutos vai passar. Agora, se eu como um brigadeiro daqui meia hora, eu já esqueci o desejo que eu estava ali. Eu já quero de novo a realização de uma maternidade, a realização de uma conquista, de um diploma. pro resto da vida, eu vou falar do diploma com realização, do diploma como conquista, do diploma como satisfação de espírito. Então, talvez eu esteja sendo um pouco prolixa, mas para ficar claro realmente essa diferença, porque eu acho que a gente mistura muito no dia a dia, justamente porque a gente usa como sinônimo. Então, a gente não é capaz de diferenciar se aquilo que eu tô buscando é desejo ou é vontade. E numa dessas a gente se atrapalha e a gente acha muitas vezes que tá fazendo uma coisa e acaba se distanciando do propósito. Então acho que pra gente falar de propósito precisa ter essa clareza para que a gente saiba exatamente o que a gente tá indo buscar. Eh, tem no, na, antes da gente entrar em Joana de Angeles, mais um ponto que eu notei, que eu gostaria de trazer na
isa ter essa clareza para que a gente saiba exatamente o que a gente tá indo buscar. Eh, tem no, na, antes da gente entrar em Joana de Angeles, mais um ponto que eu notei, que eu gostaria de trazer na teosofia, né, que é uma uma doutrina, uma escola, né, que estuda um pouco essa questão eh transcendental, esotérica, né, e acho que a gente pode aprender com tudo que existe. A gente, né, é interessante a gente conhecer porque a gente sempre tira um proveito, uma analogia, uma uma relação. E a teosofia traz uma figura de imagem, traz uma analogia, traz uma metáfora que eu gostaria de compartilhar com vocês, porque para mim esclareceu muito, é fácil de enxergar. Então ela diz assim, ó: "Imaginem uma carruagem completa. Uma carruagem completa, ela requer a presença de cavalos, né? Um cavalo, dois, vários cavalos. Ela requer a presença do próprio meio de transporte à carruagem, aonde a gente vai lá dentro. Então, a parte material, ela requer a presença de um condutor, né, o motorista ali, né, o condutor dos cavalos da carruagem. E ela requer a presença do senhor da carruagem, que é quem está dentro sendo transportado. Então, vamos pegar esse conjunto, cavalo, carruagem, condutor, que vai sentadinho ali mandando ver nas rédeas, né, puxando, soltando e o senhor que está lá dentro sendo transportado. Então, ela diz assim: "Essa é a nossa história aqui na Terra. Esse é o nosso eu. E aí, que que eles dizem? Então, assim, os cavalos representariam, simbolizariam as nossas emoções em termos inclusive de paixões, né? E o espiritismo fala da paixão no livro dos espíritos, similar a um corcel, né, que pode ser domado, mas muitas vezes é indomado. E aí ele se deixa arrastar e a gente por conta da emoção vai fazendo coisa que não deve, se arrepende depois. Cavalos. Então, na teosofia eles trazem como se fosse eh símbolo das nossas emoções. A carruagem seria nosso corpo, né? aquilo que leva, que que conduz de um lugar pro outro, o corpo físico, a matéria. O condutor seria a nossa personalidade atual, a mente,
símbolo das nossas emoções. A carruagem seria nosso corpo, né? aquilo que leva, que que conduz de um lugar pro outro, o corpo físico, a matéria. O condutor seria a nossa personalidade atual, a mente, a a o ego, a consciência, quem eu sou neste momento da reencarnação, quem eu estou em espírito nesse instante. E o Senhor que vai dentro da carruagem seria o espírito. Na verdade, os cavalos estão sendo conduzidos pelo condutor que está transportando a carruagem de acordo com o que o espírito pediu. Percebe que para onde esse conjunto está andando? Para onde o senhor direcionou? Então, teoricamente, o senhor é que disse: "Condutor, suba aí na seu no seu posto, conduza os cavalos para me transportar para esse lugar, para aquele lugar. Eu quero ir aqui, quero ir lá". Então, o que que a teosofia fala? Quando que nós estamos bem alinhados com a vida, com o propósito de vida? Quando esse conjunto está, todos estão alinhados, estão afinados. Aí nós podemos dizer: "Estou seguindo meu propósito de vida. Tudo flui segundo Jesus. Buscai o reino de Deus e tudo mais vos será dado em acréscimo. Que que é o reino de Deus senão o alinhamento de corpo, mente e espírito. Quando nós estamos alinhados, aquilo que eu penso e tem a ver com aquilo que eu falo, com o que eu sinto, com o que eu faço, com o que eu onde eu vou, quando eu estou alinhado, eu estou no reino de Deus, tudo mais será dado em acréscimo, ou seja, as coisas fluem. Jesus era assim. Jesus era alinhado. Então Jesus nunca perderia o propósito de vida dele, porque esse conjunto estava inteirinho integrado. E nós, no nosso grau de evolução, como que a gente costuma ser? O cavalo às vezes quer ir para um lado porque a emoção tá me levando para um lado. Por exemplo, eu tô com uma raiva de alguém, a mente, o condutor tá falando: "Não desconta, você já sabe que isso não vai dar certo". Então o condutor puxa o cavalo para cá, não desconta. O cavalo quer descontar, o cavalo puxa para lá, o condutor fica perdido, a mente quer uma
"Não desconta, você já sabe que isso não vai dar certo". Então o condutor puxa o cavalo para cá, não desconta. O cavalo quer descontar, o cavalo puxa para lá, o condutor fica perdido, a mente quer uma coisa, a emoção quer outra coisa. Aí a carruagem vai pulando pro caminho, porque para você ir nessa bagunça, cavalo cai para um lado, condutor cai para um lado e a carruagem vai lá tendo que lidar com esse caminho tortuoso. E a gente pergunta: "E o Senhor tá lá, coitado, esquecido. Ninguém perguntou para ele onde ele quer ir. É a gente vivendo na terra, esquecendo que é espírito. Quantas vezes se estivéssemos conscientes do espírito que somos, não estaríamos fazendo o que estamos fazendo, não estaríamos seguindo pro caminho que a gente está seguindo. Não faríamos o que temos feito. Quantas vezes o Senhor está esquecido dentro da carruagem? Ninguém perguntou para ele para onde deve ir. Então, o cavalo quer ir para um lado, o condutor quer ir para outro lado, a carruagem vai pro meio dessa bagunça, quebrando roda, adoecendo e o senhor lá atrás perdido, esquecido, ninguém cogitando que ele é que deve dar o direcionamento. Então, a gente pode usar a teosofia trazendo essa essa figura, porque eu acho que marca muito pra gente de vez em quando se perguntar: "Meu equipamento está alinhado? Meus cavalos estão indo aonde a razão direciona, a razão está alinhada com a emoção. A minha carruagem está cuidada ou eu estou levando ela nos trancos e barrancos, perdendo roda pelo caminho? E principalmente é o senhor de tudo isso, o espírito quem está no comando. Eu estou consultando o espírito lá dentro. Eu estou tentando pensar como espírito imortal ou eu esqueci que sou espírito imortal e estou correndo atrás das coisas da terra, correndo atrás do que me dá prazer, correndo atrás daquilo que que para eu ficar rica, famosa, bonita, né? Curtindo que que eu estou fazendo na terra? Será que eu estou alinhada com o pensar do espírito ou eu estou a serviço do que minha emoção quer e do que minha
ue para eu ficar rica, famosa, bonita, né? Curtindo que que eu estou fazendo na terra? Será que eu estou alinhada com o pensar do espírito ou eu estou a serviço do que minha emoção quer e do que minha mente quer? para para conquistar coisas na terra. A gente se perde aí. A gente se perde quando a gente se identifica com demais com a Terra, a ponto da gente achar que é só isso que existe. Então eu dedico uma vida inteira para a Terra, no sentido de que eu eu uso tudo que eu tenho disponível para ter dinheiro, ficar bonito, ser famoso, curtir a vida, ter prazer. É lógico que se eu quiser viver essa essa boa vida, esse bom vivã na terra, eu não vou me dedicar a coisas que exijam disciplina, sacrifício, desapego, não. Então esse é o grande problema. O livro dos espíritos também nos fala a respeito do materialismo, que é essa identificação com a matéria e o quanto isso tem atrasado a evolução do espírito, porque a gente esquece que é espírito. Então, se eu tiver dedicadas coisas da Terra, provavelmente estou desalinhada do meu propósito de vida. O meu propósito de vida vai ser aquilo que o senhor da carruagem enxergar que é o melhor caminho. Então, se eu não tiver cogitando, perguntando pro senhor da carruagem para onde devemos ir, dificilmente nós vamos estar bem alinhados com o nosso propósito. Então, propósito de vida tem a ver com vontade. Vontade é do espírito. Se eu ficar correndo atrás do que a personalidade atual quer, muito provavelmente eu vou me dedicar mais a desejos. Eu vou fazer o desejo de ficar famoso, de ficar rico, de ficar conhecido, de ter status, de fazer inveja, de curtir a vida, de ter prazer. Se eu ficar dedicado nisso, satisfação de desejos sensoriais, momentâneos, materiais, muito provavelmente eu vou perder o propósito da minha vida. se eu não tiver lembrando de vez em quando de incluir esse espírito. Então, por isso que nós trouxemos hoje vontade e desejo para nossa reflexão, porque provavelmente desejo vai me satisfazer na vida material, enquanto que vontade
ez em quando de incluir esse espírito. Então, por isso que nós trouxemos hoje vontade e desejo para nossa reflexão, porque provavelmente desejo vai me satisfazer na vida material, enquanto que vontade vai me realizar na vida espiritual e propósito de vida tem a ver com espírito e com vontade. Ah, então não pode ter desejos, pode. A gente tá aqui na terra para experimentar. Eu só não posso me perder neles. Eu só não posso esquecer que existe um condutor dentro da carruagem. Eu tenho que lembrar que é ele que vai me levar paraa perfeição e pra felicidade na evolução espiritual. Bom, vamos então pra Joana. Acho que já falei até demais. Vou começar aqui primeiro com amor imbatível, amor, capítulo um. Ela vai falar sobre esse desejo sensorial momentâneo. Então ela diz assim: "O desejo que leva ao prazer pode originar-se no instinto. É bem material, é bem eh eh carnal, né? Em forma de necessidade violenta e insoptável, sabe? a gente sai, ninguém se você não consegue se segurar, depois você se arrepende, mas na hora você não se segura, tornando-se um impulso que se sobrepõe à razão, o cavalo arrasta o condutor. Então, tornando-se o impulso que se sobrepõe à razão, predominando em a natureza humana, quando ainda primitiva em sua em sua expressão. Então, Joana tá dizendo, quando a gente se arrasta pelas pelos desejos, significa que a gente ainda é bem infantil em termos de evolução espiritual. Nesse caso, torna-se imperioso, devorador e incessante. Nos arrasta sem o controle da razão, desarticula os equipamentos delicados da emoção e conduz ao desajuste comportamental. A carruagem vai pagar um preço, ela vai ter roda quebrada, ela vai adoecer, o corpo adoece. Quando emoção e razão não se alinham, não se integram. Então, Joana está dizendo, quando a gente vive uma vida se arrastando pelo prazer, não resistir, ai não dei conta, me entreguei, significa o quê? Imaturidade espiritual. Consequência, adoecimento, perturbação, distúrbio. Se eu evoluir espiritualmente, eu vou conseguindo domar mais meus desejos e
ai não dei conta, me entreguei, significa o quê? Imaturidade espiritual. Consequência, adoecimento, perturbação, distúrbio. Se eu evoluir espiritualmente, eu vou conseguindo domar mais meus desejos e vou equilibrando mais o equipamento inteiro, adoeço menos, né? Lei da vida. Bom, tá bem claro esse. Ela fala aí sobre esse desejo que a gente trouxe, o quanto que ele pode nos arrastar e nos fazer perder o propósito se a gente ficar indo atrás daquilo que é gostosinho, que dá curtição, que dá barato, que dá prazer. A gente vai ser arrastado por isso que não vai fazer com que a gente evolua, né? vai servir de experiência, mas a gente vai desacelerar nosso progresso. Depois a gente vai agora pro triunfo pessoal, capítulo dois. Ela vai falar que quando a gente se deixa arrastar pelos desejos, a gente pode, eles podem nos tornar escravos. Quem não é escravo de desejo? Não consigo parar de beber, não consigo vencer meu impulso, meu apetite sexual, não me controlo na gula, não consigo segurar a vontade, o desejo, falei vontade e e nesse caso não, o desejo de ter, de possuir, de mandar. Quantas vezes a gente se arrasta e ele vai realmente trazer desarmonia. Então, triunfo pessoal, capítulo 2, Joana diz: "Apesar do autossignificado que possuem os sentimentos, né, aqui ela tá fazendo como sinônimo de emoção. Ela tá dizendo: "Apesar do nosso lado emocional ser importantíssimo, torna-se necessário que a razão os conduza. Eu preciso trazer a ponderação. Eu não posso me deixar arrastar pela emoção, senão eu não sou ser racional. Se eu abrir mão de ser um ser racional, eu me torno o quê? Irracional. E o ser humano, a grande conquista do ser humano é que ele se torna racional, ou seja, ele passa a ponderar, a analisar, a avaliar, a diferenciar. A gente ganha razão, consciência. Então, se eu não usar a consciência para me orientar nas minhas emoções, eu estou abrindo mão da parte mais nobre do ser humano, que é a consciência, a razão. Então, é necessário que a razão conduza a gente na nas emoções, não deixe as
para me orientar nas minhas emoções, eu estou abrindo mão da parte mais nobre do ser humano, que é a consciência, a razão. Então, é necessário que a razão conduza a gente na nas emoções, não deixe as emoções nos arrastarem de forma que não se transformem em desarmonia, porque senão não vai dar certo, vai adoecer. ser comandados pelo desejo egotista ou se façam áridos porque as suas tentativas iniciais de plenitude não encontram ressonância no mundo objetivo, proporcionando os prazeres que se aguardavam. Ou seja, se eu me deixar arrastar pelo desejo, o que eu não vou encontrar é plenitude, apesar de no início, eu achar que era isso que eu precisava. Aí eu vou e quando eu conquisto não era nada daquilo que eu imaginava. Quantas vezes a gente não escuta histórias de pessoas que falaram de que minha vida para conseguir ficar famoso, rico, seja o que for. Eu estava indo atrás desse desejo, dediquei uma vida inteira para isso. E quando eu cheguei lá, não era bem isso, porque na verdade ele não estava alinhado com uma vontade do espírito. Era uma um desejo da personalidade, de ser famosa, de ser reconhecida, de ter status, de ter poder. Aí você chega lá no fim e não encontra o que você achou que ia encontrar, né? Então, eu posso preparar o meu caminho utilizando dos recursos que eu já tenho, do conhecimento que eu tenho, dos ensinos que nos foram dados, ou eu posso ir vivendo o mundo, a vida e lá na frente eu olho para trás e muitas vezes eu me arrependo. Puxa vida, fiz tanta, tanto isso, corri tanto atrás, isso não era bem isso que eu tava querendo. Eu achei que isso ia me satisfazer. Quantas vezes a gente fala do vazio existencial, né? E, e é interessante essa linguagem, né, essa figura, esse símbolo vazio existencial. Aí é horrível sentir vazio existencial, dá angústia, dá um, é uma sensação de vazio, né? de vazio. Aí a pergunta é, se está vazio, significa que você vem vivendo uma vida que não encheu, ou seja, aquilo que você vem fazendo preenche. Para eu sentir plenitude, concorda que
ão de vazio, né? de vazio. Aí a pergunta é, se está vazio, significa que você vem vivendo uma vida que não encheu, ou seja, aquilo que você vem fazendo preenche. Para eu sentir plenitude, concorda que plenitude é oposto de vazio? Uma coisa vazio não tem nada dentro. Uma coisa plena tá cheia dentro. Então, quando eu vou vivendo e chego num vazio, a conclusão lógica que eu tiro é aquilo que eu vim buscando não é algo que enche, é algo que passa. Então, não estou fazendo boas escolhas. Agora, quando a gente encontra uma pessoa que chega lá nos seus 60, 70, 80 anos e essa pessoa fala: "Nossa, eu tenho uma uma eu o meu espírito tá cheio, eu tô tão feliz com a vida. Que delícia que é se chegar no final da vida e se sentir pleno. Não necessariamente essa pessoa tá super saudável, cheia de dinheiro, não. Mas internamente ela tem uma sensação de que aquilo que ela fez juntou, né? Não, não, não era um um negócio que sumia, ela ia pondo, ia preenchendo. Ou seja, hoje ela tá cheia, ela não tá vazia. E o que que vai, o que que enche? Jesus disse: "Juntai tesouros no céu, porque esses tesouros do céu, a ferrugem não corrompe, o ladrão não rouba, não passa, não se esvavai, ele fica. Então, se eu dedico uma vida buscando tesouros passageiros, eu ponho e ele acaba. Eu ponho e ele acaba. Eu ponho e ele acaba. Eu chego no final da vida vazio. Se eu corro atrás de tesouros que não somem, eu ponho, ele fica, eu ponho, ele fica, eu ponho, ele fica, eu tô cheia. Então é outro termômetro que a gente tem para saber que caminhos a gente anda tendo. A gente se sente vazia ou a gente se sente plena? Significa eu estou buscando tesouros que passam, que se consomem, que são fugazes ou eu estou buscando tesouros que eu vou levar daqui, que são tesouros espirituais. Vamos continuar. Agora a gente vai para conflitos existenciais, capítulo 19 do conflitos existenciais. Joana vai lembrar a gente da questão da paixão, que tem muito a ver com o arrastamento da emoção, que tem a ver com desejo, né? Assim ocorrendo como forma de vida no
tulo 19 do conflitos existenciais. Joana vai lembrar a gente da questão da paixão, que tem muito a ver com o arrastamento da emoção, que tem a ver com desejo, né? Assim ocorrendo como forma de vida no momento do amor, o fascínio exercido pela função da libido leva à necessidade da conquista do outro, daquele que se lhe desperta o desejo a qualquer preço, dando lugar a sentimentos que não correspondem à realidade. Passado o período da novidade sexual, caídas as máscaras que foram afixadas na face do outro, daquele que se deseja conquistar e no qual se projetam valores, beleza, talentos que realmente ele não possui, vem a decepção, surge o desencanto e o antissentimento dito de amor transforma-se em frustração, em rebeldia, agressividade, e às vezes até ódio. Joana está descrevendo a constelação de um complexo na linguagem unguiana. A gente vai encontrar isso nas temporadas anteriores. A gente já desenvolveu bastante o conceito de constelação de complexo. Constelação de complexo nada mais é do que registros que a gente carrega no inconsciente, conteúdos nossos do inconsciente que estão na forma tensa de emoção reprimida. Diante da vivência de alguma coisa no mundo objetivo, no mundo de fora, esse conteúdo é acionado. A gente chama ele constela, ou seja, ele ganha vida e ele passa a nos direcionar. a gente fica como se tivesse possuído. Quando a gente estuda a constelação de um complexo, é quase que uma obsessão no espiritismo, no sentido, não é a mesma coisa, não. São coisas muito distintas, mas a aparência é parecida, a forma como se manifesta. Sabe quando a gente diz assim: "Nossa, não sei o que me deu, eu não respondi por mim, eu não era eu mesma. Eu fiquei que nem se eu tivesse possuída". Duas coisas podem ter acontecido. Pode ter sido realmente um espírito me influenciando e ele tomou conta de mim. Eu deixei ele tomar conta de mim. Ou pode ser a constelação de um complexo. Estava no inconsciente, então eu não tinha acesso, eu não sabia que tava lá, tava reprimido, tinha muita atenção.
ta de mim. Eu deixei ele tomar conta de mim. Ou pode ser a constelação de um complexo. Estava no inconsciente, então eu não tinha acesso, eu não sabia que tava lá, tava reprimido, tinha muita atenção. Alguém fala alguma coisa, faz alguma coisa aqui fora, ativa esse esse conteúdo e ele aparece na consciência e ele me toma. Ele me toma. eu não consigo me controlar, eu falo que eu não queria, depois eu me arrependo, vira uma um surto. Então isso é uma constelação de complexo. Acontece isso na hora das paixonites agudas. Então eu estou vivendo, né? Encontro uma pessoa, ah, e me apaixono por ela. Ah, isso pode ser amor, porque isso que eu tô sentindo é gigante. Cuidado. Deixa passar o tempo da paixão, porque ela é cíclica, ela vai acalmar para saber o que fica. Por quê? Porque provavelmente é conteúdo do inconsciente que constelou. Eu projeto na carinha do outro. vejo ele como eu desejo que ele seja, me apaixono por mim mesma. Por quê? Porque isso que eu estou projetando nele é meu. É meu. Eu trouxe do meu inconsciente, jogo nele, me apaixono. Depois que passou, eu convivi, eu me relacionei com esse outro que eu precisava me relacionar. Nossa, eu queria, eu queria, eu queria. Quando aquilo passa, o complexo acalma e eu volto a ser eu, eu olho pra pessoa e falo: "Nossa, não era nada daquilo que eu via. Ele nunca foi, ela nunca foi. Você é que projetou seus conteúdos porque você precisava da experiência e você se descontrolou". Então, paixão pode ser vivida, não tem problema nenhum, mas calma na decisão mais a longo prazo. Não sei se é o príncipe encantado, a mulher da minha vida, não sei. Calma, deixa passar essa paixão, porque tá muito. Cuidado com o que você vai viver nesse momento para não tomar decisões que depois atrapalhe o resto da vida. Atrapalhe, não sei se é a palavra, afete o resto da sua vida. Deixa passar, deixa acalmar para você ver realmente agora eu tô vendo quem é e eu vou ver se se realmente faz sentido, se é a pessoa que realmente eu procuro para me relacionar e tudo mais. Então,
da. Deixa passar, deixa acalmar para você ver realmente agora eu tô vendo quem é e eu vou ver se se realmente faz sentido, se é a pessoa que realmente eu procuro para me relacionar e tudo mais. Então, paixão é constelação de complexo. Então, tem conteúdos meus que eu não reconheço e eu projeto no outro e aí eu me relaciono, na verdade, tô me relacionando comigo. É, é muito doido isso. Não dá pra gente desenvolver hoje porque não é o tema, né? Mas fica aí o convite para vocês procurarem as temporadas anteriores queera a gente que a gente falou muito sobre a teoria dos complexos. Então Joana vai trazer isso aí e ela diz isso assim, conflitos existenciais, capítulo 19, ela fala sobre isso. A gente já leu o fascínio exercido na função da libido leva a necessidade da conquista do outro a qualquer preço. A gente fica tomada, depois cai a máscara, depois esse período de novidade sexual some. O que que vem? decepção, desencanto, eh eh agressividade, frustração e às vezes até um ódio, né? Acaba acontecendo isso. Então, cuidado com esses desejos, né? Esses rompantes, a espera passar para depois tomar uma decisão. E a gente vai agora para encontro com a paz e a saúde. Eu peguei um trecho do capítulo oito e um trecho do capítulo 9. tem a ver com aquela história da carruagem, dos cavalos, do senhor da carruagem. Então, Joana diz: "Eucando-se desse modo à mente, disciplinando-se à vontade, no caso desejo, direcionando também a vontade do espírito, as funções sexuais expressam-se naturalmente de forma equilibrada, evitando mergulho em transtornos neuróticos, psicóticos, sutis ou até profundos, em razão da perfeita identificação entre as ambições do ego e as possibilidades do self que rege o comportamento." Então, o que que Joana diz? não quer ser armadilha dessas paixões que nos arrastam e e e às vezes causam grandes problemas em nossas vidas. Lembra de consultar o selfie. Não leve em considera apenas em consideração apenas o ego. Au quero, eu quero, eu quero, eu quero. Calma, deixa eu pensar
vezes causam grandes problemas em nossas vidas. Lembra de consultar o selfie. Não leve em considera apenas em consideração apenas o ego. Au quero, eu quero, eu quero, eu quero. Calma, deixa eu pensar em espírito. O que que meu espírito faz? Pensa pensando do lado espiritual, o que que Jesus diria? Leva em consideração o senhor da carruagem. A esmagadora força dos instintos começa a experimentar o trabalho da vontade, desperta para o que desperta para o equilíbrio, a disciplina. Então, é um esforço, é uma busca, é um um dedicação nossa para esse esse tema, transformando impulsos e desejos em aspirações psicológicas portadoras de sentimentos do belo, do bom, do nobre. Eu direciono esse desejo, eu direciono para coisas mais profundas, mais nobres, mais belas, mais espiritualizadas. Um sutil discernimento assoma, então, considerando-se o que é apenas prazeroso em relação àquilo que é útil, que proporciona bem-estar, que promove alegria de viver sem os constrangimentos das sensações exclusivas. Eu vou, eu vou equilibrando, né? Eu vou equilibrando. Então não preciso só sair satisfazendo ai que desejo disso, que desejo daquilo. Calma. Isso daqui é tudo gostosinho, mas não faz crescer em espírito. Então eu satisfizo. Aqui agora eu vou direcionar a minha vontade pro espírito ali. É tomando consciência, assumindo as rédias da vida. É assim que a gente não se perde do nosso propósito de vida. E aí, deixa eu correr aqui que tem mais dois livros que eu gostaria de citar. de de novo, a gente sempre fala, eu gostaria muito que vocês fossem tomando nota desses livros para não ficar só com o parágrafo que eu destaquei. Eu trago aqui um roteiro de estudo. Jamais a gente vai esgotar o tema em uma hora de conversa, né? Então é é como se eu tivesse direcionando vocês. Interessou sobre o assunto? Vai pesquisar nessas obras de Joana. Ali tem mais conteúdo para você se aprofundar. Então, eu gostaria que vocês fossem tomando nota para depois ir olhar o capítulo inteiro lá na psicologia da gratidão, capítulo
ar nessas obras de Joana. Ali tem mais conteúdo para você se aprofundar. Então, eu gostaria que vocês fossem tomando nota para depois ir olhar o capítulo inteiro lá na psicologia da gratidão, capítulo 4, psicologia da gratidão, eh, ela ainda fala sobre o quantas vezes esses desejos desvairados nos levam à tristeza, à depressão. Então, Joana diz: "O utilitarismo e o interesse imediato tomam conta do indivíduo como substitutos das anteriores projeções. Nesse com menos a predominância do prazer e os desejos de fácil controle, podendo ocorrer, se não se permitirem essas sensações e emoções, a queda em transtornos depressivos. Se deixou arrastar pelo desejo, desejo, desejo, chega uma hora que não satisfaz mais. Não é assim quando a gente fica adicto de algum vício, de alguma droga, de algum A gente Primeira vez, que delícia. Ah, eu fui ao êxtase, segunda vez precisei de um pouco mais. Durou menos tempo a sensação. Então, na terceira vez eu quero logo e quero mais. E chega uma hora que nada mais satisfaz. Aí você muda de outra coisa, pega uma coisa mais pesada e daqui a pouco não tem mais o que te satisfazer. Então, é um perigo. É um perigo a gente adotar hábitos de satisfação, de desejo com frequência. Por isso que é bom a gente manter o controle. Ah, isso me dá satisfação. Eu não vou fazer com frequência porque esse negócio vai me pegar, daqui a pouco não fico sem. Então eu vou dosando aquilo que é que é bom e respeitando o próprio espírito, o próprio corpo, porque vamos combinar que a gente põe coisas para dentro do corpo que é assim um verdadeiro crime se a gente pensar em moralidade, de novo, não tô julgando. Quem sou eu para julgar? Mas se a gente pudesse trazer um pouco mais de consciência para para aquilo que a gente deixa entrar no nosso corpo, né, a gente pudesse fazer um filtro maior, a gente viveria melhor, mais e desenvolveria, né, evoluiria mais rápido. Ela continua. Então, nesse mundo novo não existem conteúdos psíquicos fazendo que cada qual se sinta realista. Esse é o momento
a gente viveria melhor, mais e desenvolveria, né, evoluiria mais rápido. Ela continua. Então, nesse mundo novo não existem conteúdos psíquicos fazendo que cada qual se sinta realista. Esse é o momento em que o ego se sente o próprio Deus. Ele quer o que ele quer e ninguém vai tirar. capaz de fazer e concluir sempre de maneira pessoal a respeito de tudo que lhe concerne. Ele que seleciona o que é verdadeiro ou não, aquilo que merece consideração ou desprezo. Ou seja, eu tô vivendo com base na materialidade. Só o ego que vai ser consultado, só o condutor. O senhor tá lá, coitado perdido. Com tal comportamento egóico, não é difícil cometer equívocos lamentáveis derivados da autopresunção, dos julgamentos precipitados a respeito dos demais, podendo tornar-se megalumanca. A gente vai escalonando, vai escalonando. Cada vez eu quero mais, é mais satisfação, é mais poder, é mais dinheiro, é mais fama. E a gente vai se perdendo, né? A gente vai deixando passar aquilo que realmente importa. E o último livro que eu deixo hoje é Em Busca da Verdade, capítulo 3. Ela vai dizer que a vontade é sim o combustível para o propósito de vida. Então Joana diz: "A vontade é um impulso que nasce da razão e se transforma em força, que deve ser direcionada de maneira adequada para os resultados relevantes de dignidade e de crescimento intelecto moral. No processamento dos valores da existência terrestre. Será, portanto, a vontade bem dirigida que impulsionará o ego a vencer cada fase. É o senhor de dentro da carruagem que vai dizer pro condutor: "Vá para cá, vire para lá, ali não." Esse é o caminho da do crescimento, é o caminho mais inteligente pra gente. Então, a vontade é que vai dirigir o ego para cada fase, deixando a margem para transpô-la, a fim de que não venha a ressumar no outro período. Bom, então fica aqui esse convite, né, para que a gente preste atenção nos desejos, alimente mais as vontades do espírito, né? Então, se eu me deixar viver pelos desejos, se eu só priorizar essas escolhas, né, de forma a
esse convite, né, para que a gente preste atenção nos desejos, alimente mais as vontades do espírito, né? Então, se eu me deixar viver pelos desejos, se eu só priorizar essas escolhas, né, de forma a satisfazer os desejos, eu posso me desviar do propósito. E se eu encontrar a vontade que vem do espírito, que é o senhor da carruagem, eu posso alimentá-la, eu posso pôr energia psíquica nela, atenção, eu posso fazer planos e aí sim eu desenvolvo a força da vontade. A força da vontade é que vai me ajudar a superar, a aprender, a construir e a transformar a minha vida, dando a ela um bom propósito paraa minha atual reencarnação. Fica aqui então essas reflexões. conto com as suas participações no chat, fazendo perguntas, comentários e a gente volta semana que vem, se Deus quiser.
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