T5:E14 • Propósito de vida • Rejubilas-te!

Mansão do Caminho 08/11/2023 (há 2 anos) 49:56 6,357 visualizações 789 curtidas

Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 05 - Propósito de vida Episódio 14 - Rejubilas-te! ► Referências Bibliográficas • Jesus e Atualidade, cap. 9. • O Homem Integral, cap. 9. • Vida: Desafios e Soluções, cap. 2, 6 e 10. • Amor, Imbatível Amor, cap. 4 » Apresentação: Cristiane Beira

Transcrição

Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana de tema de hoje é gostoso. Nós vamos conversar um pouco sobre alegria. E o que alegria tem a ver com propósito de vida? Tudo. A alegria, ela tanto estimula a busca do propósito de vida, ela tanto colabora com a gente para que a gente tenha disposição, para que a gente tenha energia em buscar esse propósito de vida. Quanto ao inverso, cada vez que a gente se aproxima mais do propósito de vida, sempre que a gente tem isso mais bem resolvido, quando a gente não tem conflito com isso, quando a gente sente que está no caminho da própria vida, naturalmente a alegria é mais frequentemente vivenciada e despertada. Vamos pensar um pouquinho sobre a alegria. Se vocês eh pensarem a respeito de si mesmos, vocês diriam que vocês são pessoas alegres? A alegria faz parte da sua vida? Certamente todo mundo em algum momento fica alegre. Mas quanto? Qual a qual a periodicidade? Com que frequência? Ao longo de um dia, você passa por mais períodos alegres ou não? Ou mais preocupados, mais atentos, mais ansiosos. Acho que vale a pena iniciar esse estudo fazendo essa autoanálise, procurando responder o quanto que a alegria faz parte da nossa vida, quanto que a gente tem como temperamento básico o estímulo da alegria. Cultivamos a alegria, pensamos a respeito, nos propomos a desenvolver alegria, cuidamos dela ou nos deixamos arrastar pela raiva do que não deu certo, pela preocupação daquilo que não funciona, pela ansiedade do que vem vindo, pela tristeza e pelo desânimo de tudo aquilo que precisa ser feito. E termina o dia e a gente só ficou alternando entre emoções difíceis, pesadas, porque também existe essa participação nossa, consciente, precisa existir. Não devemos ligar o piloto automático e deixar que apenas o mundo de fora provoque em nós emoções. É possível que nós tem também sejamos os agentes geradores da própria emoção. Eu posso estimular em mim a alegria, por exemplo. Eu posso estimular em mim qualquer emoção. Se eu começar a

nós emoções. É possível que nós tem também sejamos os agentes geradores da própria emoção. Eu posso estimular em mim a alegria, por exemplo. Eu posso estimular em mim qualquer emoção. Se eu começar a a assistir um filme de terror, provavelmente eu vou ficar com medo. Ninguém me forçou. Eu é que quis assistir esse filme. Eu tenho como então usar instrumentos para despertar emoções em mim. Se eu começo pensar só a respeito de todos os problemas, de tudo que não dá certo, de tudo que eu não consigo fazer, provavelmente eu vou despertar em minha emoção de desânimo, de tristeza ou de raiva. E a gente faz muito isso, na verdade, a gente é bem craque em despertar, em provocar, em estimular emoções que nos desgovernam. E quantas vezes por dia a gente dedica um tempo para estimular a alegria, a satisfação, a realização, o contentamento? Como que a gente faz isso? Prestando atenção, recordando daquilo que a gente gosta, que nos dá prazer, mas não aquela forma de curtição que tem mais a ver com essa esse prazer sensorial, com esses picos de prazer, não. aquilo que aquece o coração. Quando a gente lembra do filho, do da esposa, do pai, quando a gente lembra de algum momento enternecedor, que a gente faz aquele sorrisinho tipo Monalisa, tipo, que gostoso, que bom que é viver, que alegria que eu carrego. Veja que a alegria tem mais a ver com esse entusiasmo. O entusiasmo, conceito da palavra, se a gente for buscar entusiasmo, é Deus. Tu, entusiasmo, Deus em mim. A a alegria que a gente realmente que nos faz bem é essa alegria desse entusiasmo de Deus em mim. Eu conect, eu conectada com a com a divindade, com o sagrado, eu conectada com aquilo que me preenche dentro. é diferente da euforia, da agitação, dessa alegria de curtição que ela e ela exige muita muita demanda nossa, porque parece que a gente vai ser consumido. Não que ela seja ruim, esses picos de prazer, nossa, são deliciosos, mas não é desse que eu estou dizendo, porque isso tem mais a ver com diversão. Uhu! Né? A gente tá falando dessa alegria que é

ido. Não que ela seja ruim, esses picos de prazer, nossa, são deliciosos, mas não é desse que eu estou dizendo, porque isso tem mais a ver com diversão. Uhu! Né? A gente tá falando dessa alegria que é mais calma. que faz em nós, produz em nós mais bem-estar. Bem-estar. Essa alegria tem a ver com bem-estar. Se a gente pensar na origem da palavra, a gente encontra tanto no latim alácitas, alegria vem do de alácas do latim, que significa ânimo leve. Quem conhece uma pessoa que tem ânimo leve? Aquela pessoa que tá tudo bem, mas tá dando tudo errado. Não, mas a gente arruma. Ai, mas tem não tá acontecendo do jeito que a gente queria. Ah, mas tem tanta coisa legal acontecendo. Sabe? Sabe aquela pessoa que você fala: "Ai, que delícia!" Quer ficar perto dela? É leve. Ela tem um ânimo leve. O oposto disso é o ânimo pesado. Alguém conhece também pessoas que t esse ânimo pesado, que tudo tá difícil, tudo é ruim, é exigente, perfeccionista e cobra e nada tá bom e reclama. Ai que difícil que é viver. Será que eu me identifico mais com esse ânimo leve ou mais com esse ânimo pesado? Sou essa pessoa que vive de jeito mais leve e independente do que tá acontecendo na vida? ou sou pessoa que vive me carregando, me arrastando, independente do que esteja acontecendo na vida. Porque a gente conhece pessoas que são leves e pode estar enfrentando muitos problemas, continuam leve. E a gente conhece pessoas pesadas que pode estar tudo bem, ela continua pesada porque ela vai achar a agulha no palheiro ali. Ela acha para justificar a carranca, o peso, o desânimo. Ah, mas o que que eu vou fazer a respeito disso? Sim, existe uma participação da vida que nos traz desafios e que não fui eu que provoquei, pelo menos não agora eu tô colhendo resultados de vidas passadas, mas a gente também pode usar a nossa inteligência para filtrar o nosso olhar. Se eu começar a olhar só pro que não dá certo, naturalmente eu vou disparar em mim emoções desconfortáveis. Mas e se eu me vigiar e falar para Cris, nossa, você escolheu olhar só pro lado

nosso olhar. Se eu começar a olhar só pro que não dá certo, naturalmente eu vou disparar em mim emoções desconfortáveis. Mas e se eu me vigiar e falar para Cris, nossa, você escolheu olhar só pro lado ruim, vamos olhar para esse lado, olha, tem isso, tem aquilo, tem nossa, daí a gente vai fazer uma lista gigante de tudo que tem de bom na nossa vida. Lembra daquela história que Divaldo conta? Não, não me lembro com detalhes, mas o ponto principal é que existia esse avô com essa netinha dentro de uma casa, de uma fazenda, dentro da sala. E essa netinha vai para uma janela, olha e fica triste. E o vô chega perto dela e fala: "Por que que você tá triste?" E ela olha lá fora e tinha um pássaro morto, qualquer coisa assim. E ela fala: "Eu fiquei triste por causa disso, dessa cena que eu estou vendo. E isso me deixou triste. E eu vou falar assim para ela: "Ah, mas isso faz parte da vida. Mas a vida não é só essa janela, minha filha. Vamos paraa janela do outro lado oposto da sala. Então eles vão paraa outra janela, olham lá para fora e a situação é outra. Eles olham e vem o nascer do sol, árvores, aves cantando, uma rosa que acabou de desabrochar e ele mostra pra criança que se você escolher ficar naquela janela, talvez você passe grande parte da sua vida triste, eh, lamentando, reclamando. Mas se você lembrar que não existe só uma janela, que eu posso filtrar o meu ponto de vista, direcionar o meu olhar, não é fugir, porque eu preciso lembrar que existe essa janela, mas não existe só essa janela, existem as duas. E a o bem viver ou saber viver é justamente conseguir alternar e lembrar que tem momentos ruins e tem bons. Tem dificuldade e tem facilidade. Tem raiva, mas tem amor. Tem alegria, mas tem tristeza e por aí vai. Então, quando nós falamos de alegria para o latim, ânimo leve. E para o grego, xara, né? É assim que se pronuncia, parece. Chara, que é graça. Olha que bonito. Sabe quando a avó falava assim, ai aquela aquela linguagem mais religiosa, viver na graça é com a

leve. E para o grego, xara, né? É assim que se pronuncia, parece. Chara, que é graça. Olha que bonito. Sabe quando a avó falava assim, ai aquela aquela linguagem mais religiosa, viver na graça é com a graça de Deus. Eu rendo graças a Deus. Eu consegui isso pela graça. Sabe quando a gente, é tão bonito de ouvir, a gente esquecer um pouco essa palavra. Parece que hoje a gente não se relaciona tanto quanto com esse misterioso, não no sentido de de estar contra a lei divina, esse misterioso de experiências transcendentais. Quando você percebe a atuação de Deus, você fala: "Não é possível que isso deu certo". Tudo caminhava, mas olha, tive essa graça. Olha que gostoso que é. A gente já abre um sorriso, a gente já agradece. Que bom que é poder viver nessa graça de Deus. A graça de Deus, a alegria, ela está aí disponível. Mas se eu fecho essa janela e resolvo olhar só para aquilo que eu não tô gostando, é escolha. Então, um tanto da vida, a gente vai precisar lidar com aquilo que ela traz. outro tanto da vida sou eu que crio, porque eu escolho a janela que eu não deveria escolher e fico ratificando um aspecto como se ele existisse, esquecendo que sempre tem muitos lados da história. Então, nós vamos falar sobre essa essa alegria e a palavra que aparece bastante nos Evangelhos e também nas nos antigo testamento. A palavra que se refere à alegria dessa graça, desse ânimo leve, é júbilo ou rejubilar-se. Rejubila-te. Rejubilaste. Que que é esse rejubilaste? Que que é júbilo? O que que é você estar em você estar nessa nessa coisa do rejubilar? Então é essa alegria extrema, é essa euforia nesse sentido do entusiasmo. Percebe que isso tem um pouco de a ver com grau de evolução, ou melhor dizendo, com maturidade de ponto de vista, maturidade psicológica, maturidade espiritual. Percebe que quando a gente traz essa criancice interna, dificilmente a gente agradece pelo que tem. A gente está sempre reclamando pelo que falta. A gente espera que alguém venha salvar a nossa vida, a gente não quer se

a gente traz essa criancice interna, dificilmente a gente agradece pelo que tem. A gente está sempre reclamando pelo que falta. A gente espera que alguém venha salvar a nossa vida, a gente não quer se responsabilizar. É muito chato viver. Quando a gente é adulto e a gente sabe o valor das coisas, a gente comemora qualquer conquista adulto que eu falo, não é de corpo, é de maturidade. Quando a gente amadurece internamente, às vezes a gente tem 70 anos e ainda não amadureceu. Às vezes a gente encontra pessoas que com 30 anos já tem um espírito maduro. Então quando eu tenho essa maturidade, eu agradeço por tudo. Eu curto a vida no melhor sentido. Eu não fico presa em coisas que não estão boas. Eu eu adoro celebrar. Eu vivo com sorriso nos olhos. Eu agradeço a Deus que é diferente de viver amortecida por festas, por bebidas, por fugas do ego. Não é isso que nós estamos falando. É um estado de espírito. Não é uma excitação provocada por alguma coisa que a genteira ou por fugas. Ai, vamos sair correndo de um lado pro outro, alucinados para esquecer da vida. Não é isso? É realmente olhar para dentro, ficar em paz e falar: "Eu eu amo viver". Ah, porque tá tudo certo na vida. Não, simplesmente porque eu valorizo, porque eu tenho maturidade para enxergar o valor da experiência, as oportunidades que eu trago, que eu recebo, o bem que os espíritos me me oferecem cada dia, a chance que eu tenho de conhecer, de me conhecer, de progredir, de me superar. É desse júbilo, é esse rejubilar-te que a gente, rejubilar-se que a gente vai falar hoje. Eh, quando a gente fala de celebrar, de festa, a gente lembra da música. Só que de novo, essa música que tem predominado ou grande parte da da das escolhas musicais, será que elas nos levam a um estado de alma, de celebração, de de rejubilar-se, de alegria, de entusiasmo? Ou elas mais nos atormentam, mais nos perturbam, ou elas nos arrastam pelas letras que elas trazem? Há estados de espírito muito baixos em termos de frequência espiritual.

, de alegria, de entusiasmo? Ou elas mais nos atormentam, mais nos perturbam, ou elas nos arrastam pelas letras que elas trazem? Há estados de espírito muito baixos em termos de frequência espiritual. Será que eu tenho sabido celebrar ou para celebrar eu me embriago, perco a consciência? Eu coloco músicas que mais são tratados e eh de indecência, de de imoralidade? É assim que eu tenho promovido alegria na minha vida? Então, alguns pensadores eu trouxe para enriquecer o nosso diálogo de hoje. Platão, olha que legal. Platão diz assim: "Se conhece, acho que no na República, se conhece um governo pela música que oferece ao povo." Hum. Você conhece um governo pela música que oferece ao povo. Olha que profundo. A gente pode trazer aqui o governo político ou a gente pode trazer o governo de dentro de uma casa dos pais, de dentro de uma comunidade os líderes, de dentro de uma empresa os a a cúpula organizadora e administradora. Que que eu ofereço pro outro? Eu que sou responsável por oferecer algo. Isso que eu estou oferecendo em termos de música nutre, alegra, promove o bem-estar ou adoece, perturba, desequilibra e provoca nele o lado ruim da história. Nós temos também Aristóteles, que diz: "A música é semelhante à ética e está em relação com ela." Então eles estão trazendo pra gente que a celebração, a alegria, elas precisam estar alinhadas com o bem-estar, com o bom, com o nobre, com o saudável e com o ético. senão é mais oportunidade de eh a gente se perde porque nos arrasta justamente as nossas tendências que a gente vem carregando e carregando e que a gente em vão tenta superar. Então, estamos aqui, por exemplo, uma das uma das dos temas muito que aparece muito como apelo dos últimos anos em termos de estilo musical são letras sexualizadas, sensualizadas, obscenas. Até a gente sabe que a humanidade tem um grande tema, um grande dilema, um grande tabu com o sexo. A gente se perdeu muito de si, do sagrado, quando a gente se arrastou pelo profano, quando a gente deixou que os prazeres

a humanidade tem um grande tema, um grande dilema, um grande tabu com o sexo. A gente se perdeu muito de si, do sagrado, quando a gente se arrastou pelo profano, quando a gente deixou que os prazeres sensoriais sobre se sobrepusessem à comunhão de almas e de afeto. A gente não deve brincar com esse tema. Ninguém tem autossuficiência para falar: "Não, eu não, eu pode me estimular que não me pega, não, não sei se eu carrego, porque a humanidade carrega questões e questões e questões e questões relacionadas ao sexo. Será que é uma boa ideia para eu celebrar a vida? Eu optar por músicas cujas letras me excitam a esse sexo desregrado, como se aquilo fosse só um parque de diversões para eu atingir orgasmos e tudo mais. Faz sentido? É coerente esse tipo de alegria? Será que a gente não tá abrindo as portas do arrastamento por uso indevido do livre arbítrio? Porque não sabemos como celebrar a vida? Se vamos fazer uma celebração e alguém diz assim: "Mas olha, não vou ser aqui em casa, mas não, não vou servir bebida alcoólica". É muito comum as pessoas falarem: "Então não vou". Quer dizer, eu abro mão de estar com quem eu gosto, de celebrar alguma coisa que para ela é importante, de curtir, de festejar, porque essa pessoa acabou de me dizer que não vai ter bebida alcoólica. Faz sentido isso? Que que eu tô indo buscar? Então, eu tô indo buscar esse estado alterado de consciência. Isso para mim é alegria. Isso é assim que eu celebro aquilo que o outro está me chamando para celebrar, o aniversário dele, a conquista do diploma, do da promoção, seja do que for. Será que eu não consigo celebrar? Será que eu não consigo ir para um show e dançar muito e liberar os hormônios da alegria, do canto? Se eu primeiro eu não precisar de estimulantes na forma de alcoólicos e outras coisas piores ainda, será que eu não sei celebrar no final das contas? Será que eu sei o que que é de verdade alegria? Então, a gente sabe que quando está vivendo, ah, tem mais um pensador ainda, CS, né? aquele que escreve, que escreveu

sei celebrar no final das contas? Será que eu sei o que que é de verdade alegria? Então, a gente sabe que quando está vivendo, ah, tem mais um pensador ainda, CS, né? aquele que escreve, que escreveu cristianismo simples e puro, cartas de um diabo a seu aprendiz, as crônicas de Nárnia, escreve muito sobre o cristianismo. E ele diz assim: "Música e silêncio são duas realidades que não são encontradas no inferno." E que engraçado, a gente tá falando da música hoje, da alegria, da comemoração, da celebração. E a gente já falou do silêncio quando nós falamos do deserto, do ficar em conexão consigo mesmo e com Deus, do desligar um pouco as atribulações lá fora para estar nessa presença do silêncio. E ele diz que no inferno não existe silêncio, ninguém fica quieto. E também não existe essa música boa. Eu imagino que existe o qu nesse inferno simbólico, óbvio, agitação, correria, gritaria, euforia nesse sentido de, né, de de excesso que acaba cansando, esgotando, perturbando. A alegria que a gente traz aqui hoje, ela não perturba, ela alimenta, ela eleva o nosso estado vibratório, ela não derruba a gente esgotando nossas energias e nossas forças. Bom, falei muito. Vamos então, só para fechar isso, eh, o próprio, a própria neurologia explica os benefícios da alegria, da alegria, da felicidade, desses estados de gratidão, de olhar pra vida com sorriso. E ela diz que os principais hormônios, os quatro, talvez até os cinco, né? endorfina, serotonina ou riso. Depois de um riso bem gostoso, você está inundada por endorfina e serotonina. Mas ele também mexe com dopamina, né? O hormônio do prazer, do relaxamento. E qual oxitocina? Hormônio do amor é aquele que é mais gostoso de ser sentido. O hormônio que é descarregado no momento do parto, da amamentação, de um vínculo amoroso entre um entre um entre parceiros conjugais. né? Então, eh eh olha o a descarga de saúde, de bem-estar que a gente promove ao nosso corpo. Quando a gente sabe celar celebrar a vida, se alegrar, quando a

tre um entre um entre parceiros conjugais. né? Então, eh eh olha o a descarga de saúde, de bem-estar que a gente promove ao nosso corpo. Quando a gente sabe celar celebrar a vida, se alegrar, quando a gente sabe agradecer, quando a gente é maduro, quando a gente lembra de Deus, quando a gente valoriza a vida, nós estamos colaborando inclusive com a saúde do corpo. Afinal de contas é tudo conectado. Mas vamos então pra Joana, porque eu selecionei vários trechos, então precisamos ser ágeis. Hoje eu vou começar com Jesus. Acho que eu vou sempre na sequência das obras, né? Eu vou começar então com Jesus e atualidade no capítulo ela vai falar pra gente um pouquinho dessa nostalgia. Será que a nostalgia ela é boa ou ela é ruim? depende sempre do uso, da forma, do para que eu lembrar do passado, daquilo quando eu era criança, enfim, isso não é, não pode ser ruim, mas eu ficar presa nessa nostalgia e deduzir que porque lá atrás era bom, hoje é ruim, essa nostalgia pode nos fazer mal. Então, a nostalgia pode parecer o inverso da alegria. Depende. Depende da forma como você se recorda do passado. Ele pode roubar o seu presente ou não. Ele pode enriquecer o seu presente se você souber como recordar esse passado. Mas vamos ver o que ela traz pra gente, essa nostalgia deprimente. Então ela tá dizendo, não sabe, aqueles que não sabem recordar, essa nostalgia deprimente que te aliena e te consome, que te rouba pro passado e não deixa te não te deixa viver no presente, é adversária cruel, a que te entregas livremente, sem reação, ampliando-lhe o campo de domínio à medida que lhe excedes espaço. Seja qual for a razão fundamentada em acontecimentos atuais, deves transformar a bênção que te convida à reflexão e não ao desalento. Então, primeira dica de Joana, a nostalgia, lembrar do passado, valorizar as origens, conhecer as raízes. Ótimo. Isso significa se eu sei da onde eu venho, eu tenho mais chances de descobrir para onde eu quero ir. A pessoa que não sabe de onde vem, não sabe para onde deve ir.

origens, conhecer as raízes. Ótimo. Isso significa se eu sei da onde eu venho, eu tenho mais chances de descobrir para onde eu quero ir. A pessoa que não sabe de onde vem, não sabe para onde deve ir. Agora, eu uso o passado para eu me enriquecer. Eu recorro ao passado para valorizar umas melhores opções aqui. Mas se eu fico olhando para trás, olhando para trás, aquilo que era aquilo que onde já se viu, eu perdi isso, nunca mais eu tive aquilo. O tempo passando, o presente indo embora e eu no passado e conto para todo mundo e me lamento. É disso que ela tá falando. Isso rouba a nossa alegria. Deprie. Deprime, alienta e consome nossa vida. é um adversário cruel. Então, se eu olho para mim e percebo que eu tenho dificuldade em me alegrar, se pergunte, será que não vive muito no passado? Será que não tá alimentando, alimentando, alimentando essa nostalgia? Porque quando eu era criança, porque quando eu era jovem, porque quando eu tinha meu pai, porque quando minha mãe, porque quando lá atrás, Será que você não está deixando? Será que a gente não está deixando esse passado roubar a possibilidade de enxergar um presente lindo? Porque sempre pode ser, só depende do ponto de vista, né? Então, primeira dica com relação à nostalgia deprimente. Cuidado para não deixar essas recordações do passado roubarem a alegria do presente. Vamos agora para o homem integral lá. O segundo volume. Homem integral também capítulo 9. Então, Joana vai falar a respeito daquilo que eu já adiantei, que um tanto da alegria nossa, um tanto de termos olhos de ver a alegria tem relação com o quanto maduro somos. Então, se eu tenho maturidade, ou seja, eu valorizo a vida, eu sei o valor de cada coisa, eu aproveito, eu desfruto, eu não sou imprevidente, eu não sou reclamão. Quanto mais a gente tem essa maturidade, mais eu me encanto com a com a vida, mais eu agradeço por cada coisa que me acontece. A gente não vai vendo os os idosos dizendo: "Ah, eu antes precisava de tanto para ser feliz, hoje não. Ai,

ridade, mais eu me encanto com a com a vida, mais eu agradeço por cada coisa que me acontece. A gente não vai vendo os os idosos dizendo: "Ah, eu antes precisava de tanto para ser feliz, hoje não. Ai, antes eu ficava deixando a vida passar, hoje eu aproveito porque ela tá chegando ao fim. Eu desfruto. Ai, hoje eu sou alegre por coisas simples da vida. Eu antes precisava de grandes coisas para me sentir alegre. A gente vê a relação da alegria com a maturidade. Então, outra dica que a gente fica, que a gente tem aqui, será que eu sou mais maduro ou imaturo? Se pergunte: você valoriza a vida, agradece por ela, costuma ficar mais alegre ou você é carrancudo, pesado, que vive a vida reclamando, olhando que não tem, apontando porque falta e não entendendo porque que você não tem? Isso vai também te dar uma dica do seu estágio evolutivo. Mais maduro, menos maduro. Então, no homem integral, ela diz: "O amadurecimento psicológico proporciona ao indivíduo utilizar-se das aquisições morais, mentais e culturais para estimular-lhe os os núcleos fomentadores da vida, alterando sempre para melhor a própria estrutura psíquica e física. pelo irradiar de energias saudáveis, reconstruindo o organismo e utilizando com sabedoria para fruir da paz e da alegria de viver. Então, amadureci mais, né, psicologicamente, eu vou fazer o quê? Eu vou ter mais recursos para fazer a minha vida ser melhor por livre arbítrio. Eu escolho como eu vou viver o meu momento. Então eu utilizo dessa sabedoria para gerar paz, para gerar gerar alegria de viver, para estimular os núcleos fomentadores da vida. Lembra daquela história que em algum momento eu já contei de um jornalista que foi visitar um amigo jornalista nos Estados Unidos, Nova York, se eu não me engano? E esse brasileiro chega lá, fica hospedado com um amigo que morava em Nova York. Esse amigo no dia seguinte desce e fala: "Vamos comigo até a banca comprar jornal". Ah, vamos. Era antigamente, né, que você comprava jornal físico. Hoje quase que não tem. Então eles foram

Nova York. Esse amigo no dia seguinte desce e fala: "Vamos comigo até a banca comprar jornal". Ah, vamos. Era antigamente, né, que você comprava jornal físico. Hoje quase que não tem. Então eles foram comprar o jornal e esse amigo que morava lá estava super eh gentil, né? Caloroso, generoso nas palavras com o jornaleiro. E aí, jornaleiro fulano de tal, como você tá? E a família e o dia e a isso e o jornaleiro carrancudo, energia pesada e respondia monossilabicamente e às vezes só rugia, né? aquela aquele estereótipo mesmo. E o brasileiro que estava visitando só analisando aquilo, esse gentil aquele carrancudo, ele insiste, esse aqui muito de mal com a vida, se aqui alegre. Quando termina ele fala assim, amigo, né, que aconteceu ali? Você conhecia? Claro que eu conheço. Moro aqui há 10 anos. Hos 10 anos que ele tá aí vendendo jornal para mim. E por que que ele tava assim hoje? Não, não tava assim hoje. Ele é assim. Poxa vida, mas ele faz isso com você todos os dias? Faz. Mas eu vi que você deu até um dinheiro de Gorgeto para ele tomar sorvete com os filhos. É, eu sempre dou. Mas então eu não tô entendendo. Não tô entendendo. Se ele te trata assim, por que que você trata ele desse jeito? Gentil, afetuoso, preocupado, atencioso, generoso. Aí ele diz que ele parou, olhou para ele e falou assim: "Opa, pera aí, pera aí. Ele escolhe como ele vai viver a vida dele. Eu escolho como eu vou viver a minha. Você tá sugerindo que eu viva minha vida de acordo com o que ele vive, a dele? Só para poder descontar. Não, eu acordo todos os dias e digo: "Hoje eu decido que meu dia vai ser maravilhoso, vai ser o melhor dia da minha vida. E eu faço questão de que aquilo que me couber, eu alimento, eu agradeço, eu entendo o outro carrancudo, mas eu não mudo o meu posicionamento para ficar me vingando, ensinando, seja lá o que for. Eu vivo minha vida e eu escolho viver a minha vida de forma alegre. Tá? percebe quanto que isso é é maduro, que sabedoria, que maturidade essa pessoa traz para conseguir superar

do, seja lá o que for. Eu vivo minha vida e eu escolho viver a minha vida de forma alegre. Tá? percebe quanto que isso é é maduro, que sabedoria, que maturidade essa pessoa traz para conseguir superar a raiva do outro que tá me tratando mal. Eu também vou falar para ele e ele também, pronto, eu tava bem, o outro me tratou mal e eu escolhi abrir mão do bem que eu estava para poder descontar, colocar ele no lugar dele, não leva o desaforo para casa. A gente faz isso, a gente abre mão da alegria e isso é imaturidade. A maturidade, a evolução, o progresso faz com que a gente cada vez mais escolha viver bem e escolha viver a própria vida. Jesus, Jesus teve todos os motivos para ficar bravo com muita gente. Ele nunca ficou. Ele ensinou, ele educou, ele ajudou, ele amou, ele amparou, ele ele, ele exemplificou, mas ele nunca mudou a gratidão, a alegria dele, porque o outro não merecia. Nem quando a gente testou ele torturando e crucificando. Ele continua com essa paz, né? Com essa alegria até de dever cumprido. Obrigada, Pai, por ter-me me permitido e me acompanhado. Obrigada por cuidar dos meus irmãos, né? A gente percebe isso. Bom, continuando, agora tem aqui vários trechos do livro Vida, Desafios e Soluções. Então, do Vida, Desafios e Soluções, nós vamos falar dos capítulos 2, 6 e 10. ainda um pouquinho a respeito dessa questão da maturidade, relacionando com o propósito existencial, né, essa visão mais ampla além da matéria, a gente conseguir enxergar os valores do céu. Então, vida, desafios e soluções, capítulo 2, primeiro. Esse significado existencial somente é descoberto quando atinge um grau de elevada percepção da realidade, maturidade, que transcende o limite de forma física, da forma física, transitória e experimental, que todavia pode e deve ser cultivada com alegria e saúde integral. Não se creia, portanto, equivocadamente, que a finalidade primeira da conjuntura existencial seja viver bem, no sentido de acumular recursos, de fluir comodidades, de gozar sensações

e saúde integral. Não se creia, portanto, equivocadamente, que a finalidade primeira da conjuntura existencial seja viver bem, no sentido de acumular recursos, de fluir comodidades, de gozar sensações que se renovam e se exaurem, alcançando o pódio da glória competitiva e todos esses equivalentes anelos do pensamento mágico, partindo para as aspirações fenomênicas e miraculosas. dos privilégios e regalias que não harmonizam o indivíduo com ele mesmo. Então, ela tá dizendo assim: "Conforme a gente evolui, a gente amadurece. Conforme a gente amadurece a gente transcende a matéria. Quanto mais imaturo, quanto menos evoluída, evoluído, mais apegado à matéria. Mais esse mundo me encanta. Mas eu me ocupo com o ter, com a posse, com a fama, com a riqueza, com a beleza, com os títulos. Quanto mais eu vou evoluindo, mais eu vou ascendendo, mais eu vou transcendendo, menos essas coisas me importam, mais eu começo a almejar aquilo que transcende a matéria. Eu começo me interessar por eu quero ser melhor, eu quero ser mais virtuoso, eu quero me conectar mais com Deus, eu quero evoluir, eu quero ter mais percepção mediúnica. me interessa aquilo que é do outro mundo, do real mundo, que é do mundo espiritual. Então, o que que ela tá dizendo aí? As coisas que antes e eh me atiçavam, né? Ah, eu quero uma vida boa na Terra. Que que é uma vida boa para você? Eu vou acumular recursos, fluir de comodidades, gozar de sensações. Eu vou alcançar o pódio da glória competitiva. Pensamento mágico. O que que é o pensamento mágico? É o nível de consciência infantilizado. É o nível de consciência de quando a gente nem tinha ainda despertado a razão para poder usar a inteligência de forma intencional. É como se a gente vivesse lá atrás ainda. É como se a gente descartasse o potencial que a gente tem de usar a consciência, a razão para escolher bem. Então, Joana continua se falando a respeito da imaturidade, o quanto que ela faz com que a gente se encante com as coisas daqui e deixe passar os estímulos de

a consciência, a razão para escolher bem. Então, Joana continua se falando a respeito da imaturidade, o quanto que ela faz com que a gente se encante com as coisas daqui e deixe passar os estímulos de desenvolvimento das coisas do céu. Aí a gente acaba juntando tesouros aqui e não juntando tesouros no céu. Agora, no capítulo seis do Vida, Desafios e Soluções, eh, ela vai falar a respeito disso, que muitas vezes a gente acha que ser feliz, estar alegre, é não ter problemas, é não ter doenças. E a gente já falou no começo que não é estado de espírito, é ponto de vista, é visão, é lente. É lente. A gente olha pro mundo e entende que tudo está no lugar, que me acontece aquilo que eu preciso, que Deus está no comando, que os meus amigos, espíritos, meu anjo da guarda me apoiam. Então, não importa o que está acontecendo, eu sou alegre porque é o melhor que eu precisaria que acontecesse. Agora, se eu achar que para ser alegre aqui não pode ter problema, não pode ter doença, não pode ter em e aflições, então o que que eu vim fazer na terra, né? Eu já devia estar lá com Jesus, porque acho que eu já evoluí. Então ela diz, uma existência feliz não é necessariamente aquela que se faz breve ou larga, não é o quanto de tempo eu fico na terra, mas sim aquela que se transforma em mensagem de alegria e de bem-estar para a própria pessoa, bem como para todos aqueles que a cercam. Cada existência é uma mensagem cujo conteúdo deve ser positivo, de forma que dignifiques outras, enriquecendo-as de esperança. Eu trago esperança para aqueles que estão perto de mim. A doença e os problemas não são aspectos de infelicidade, porém convites do organismo e da vida para dizer que é necessário estar lúcido e consciente. A morte, por isso mesmo, não é um fracasso da vida, mas uma nova admirável experiência. O ser amadurecido psicologicamente sabe discernir quais valores são autênticos para sua realização e aqueles que apenas apresentam como indumentária transitória para o elenco dos movimentos existenciais.

er amadurecido psicologicamente sabe discernir quais valores são autênticos para sua realização e aqueles que apenas apresentam como indumentária transitória para o elenco dos movimentos existenciais. Então, cuidado para não associar alegria com não tenho doença, minha vida tá ótima, tenho recursos suficientes. Não. Alegria é ponto de vista maduro, é olhar pr pra vida e enxergar beleza. Não importa se tá tudo, se lá fora tá sol ou tá uma bela tempestade. A imaturidade é que vai fazer com que eu olhe lá para fora e digo: "Tá chovendo, então eu sou infeliz, tá? Sol, agora acho que eu sou um pouco feliz. Não, eu vou sempre entender que o que me acontece é o melhor para mim e vou estar alegre nesse sentido de satisfeita, realizada e agradecida. E uma último último trecho aí no capítulo 10 do vida, desafios e soluções, ela vai dizer: "A medida que se amadurece psicologicamente, a alegria de viver constitui uma razão poderosa para o prosseguimento da atividade de iluminação. Tal alegria certamente não impede os episódios da reflexão pela dor, de ansiedade pelo amor, de espera pela saúde, de presença da enfermidade, de angústia momentânea, de inquietação, diante do que esteja correndo, ocorrendo. Esses fenômenos que fazem parte do curso existencial natural não eliminam a alegria, antes dão-lhe motivo de presença, porque cada desafio segue uma vitória. Após cada testemunho advém uma conquista. E cada empreendimento de dor se apresenta um novo patamar de equilíbrio, fazendo que a alegria seja constante e motivadora para a produção de novos valores. Então, quando eu vou amadurecendo, psicologicamente falando, a alegria de viver vai se tornando uma constante. Quer dizer que tudo dá certo lá fora? Não quer dizer que cada vez mais eu sei valorizar aquilo que a vida me apresenta, não importa o que seja. Se seja dor, se seja doença, se seja ansiedade, não importa. Eu sei que vai passar e que quando passar eu conquistei saúde, alegria, harmonia, bem-estar, evolução. Eu agradeço porque aquilo que

seja. Se seja dor, se seja doença, se seja ansiedade, não importa. Eu sei que vai passar e que quando passar eu conquistei saúde, alegria, harmonia, bem-estar, evolução. Eu agradeço porque aquilo que me atrapalha hoje é também a porta de acesso para patamares maiores da vida. É como se a gente fosse escalando uma escata enquanto eu estou no patamar horizontal, tá bom, né? Aí eu vou ter que fazer um esforço para avançar. Esse esforço de ai pus o pé no próximo. Pronto, agora eu fico mais tranquilo aqui. Depois mais um pouquinho. Não tem como acender sem dar uma dose, uma cota de um sacrifício, de uma de um esforço, de uma dor. Pronto, consegui mais um patamar. Agora eu dou uma descansada, dou uma relaxada, eu fico alegre, eu celebro, vamos de novo, vamos de novo. E vai e se esforça. Ah, e o que que é esse se esforçar? é enfrentar um problema, é aceitar um desafio, é é passar por uma doença, é viver uma dificuldade qualquer. É o momento em que eu estou sendo, tendo oportunidade de me esforçar para acender um degrau a mais na escada evolutiva. Bom, ah, ainda no livro, acho que ainda no capítulo 10, é, ainda no livro Vida, Desafios e Soluções, nós temos, ã, mais uma questão aí que traz, ela fala muito da alegria, né, nesse capítulo. E eu lembro que quando eu li, eu anotei aqui que eu lembrei do Divaldo. Divaldo não faz com a gente nas palestras alguns momentos de risoterapia, ele começa a contar piada, piada, piada. E o povo imagina a energia que não cria quando a gente com piadas boas, inteligentes, que carregam mensagens positivas, né? Não são piadas base em preconceito, em obsenidades, em falta de ética. Não, aquelas piadas gostosas em que a gente ri gostoso. Divaldo, não usa disso. E a gente já perguntou, eu já tive chance de perguntar qual o motivo. Ele e ele fala, às vezes os espíritos me pedem, conte algumas piadas para fazermos um atendimento terapêutico, porque a piada cria, libera todos esses os hormônios, cria uma energia propiciadora e a gente pode ficar melhor. A gente já não viu nos

, conte algumas piadas para fazermos um atendimento terapêutico, porque a piada cria, libera todos esses os hormônios, cria uma energia propiciadora e a gente pode ficar melhor. A gente já não viu nos livros de psicossomática que estudam a influência das emoções na cura ou no adoecimento, mostrando que pessoas, eu lembro de uma vez há muito tempo atrás, há décadas atrás, eu estava lendo aquela revistinha ã digest, como chama? Vocês vão saber qual que é uma revistinha que fica contando casos, não sei nem se existe isso ainda hoje, seleções, né? acho que era. E tinha um caso de uma mulher que dava um depoimento porque ela tinha sido diagnosticada com câncer e o médico tinha dado um prazo de vida razoável, mas que era não tanto quanto ela queria, seria curto, relativamente curto. E ela resolve ir para casa e fazer um experimento com ela mesma. Ela ficava, o tempo todo que ela estava acordada, ela estava assistindo comédia, ela ria o dia inteiro. Não sei se isso funciona para todo mundo, certamente não, senão já teria sido testado, mas para ela, ela se curou do câncer dizendo que a alegria devolveu para ela a saúde. A gente sabe que tem relação, talvez não seja tanto de um para um quanto a gente gostaria, né? Tantos risos para esse problema, tantos risos para aquele problema. A gente sabe que não é isso, porque o ser humano é complexo. Cada um traz seus conflitos, seus suas expiações. Então, difícil ter uma regra, mas a gente sabe que existe relação da alegria com a promoção da saúde. Isso a gente já sabe, isso a ciência já comprovou. Então, a Joana diz: "A alegria proporciona ao cérebro maior contribuição de enzimas especiais". que aquilo eu falei, endorfinas, tinha até anotado aqui, serotonina, dopamina, eh oxitocina, né? Então a gente tem essas esses hormônios que estão relacionados com esse esse prazer de viver, com a alegria de viver. A alegria proporciona ao cérebro maior contribuição de enzimas especiais encarregadas de produzir saúde, facultando riso, que é um estimulante eh

com esse esse prazer de viver, com a alegria de viver. A alegria proporciona ao cérebro maior contribuição de enzimas especiais encarregadas de produzir saúde, facultando riso, que é um estimulante eh poderoso para a fabricação dessas enzimas, né, desses eh desses hormônios e causando fatores, gerando fatores imunizantes que propiciam o constante equilíbrio orgânico, evitando a invasão de vírus e bactérias. Então, a pessoa que mantém essa vibração alta da alegria, da disposição, da gratidão, ela fica menos vulnerável às doenças contagiosas, por exemplo, e ela enriquece o seu sistema imunológico. Olha que beleza. Quando se ri, estimulam-se preciosos músculos faciais e gerais, eliminando-se toxinas prejudiciais e acumuladas que terminam por intoxicar o indivíduo. Rir é uma forma de expressar alegria sem que a gargalhada estrídola, nervosa, descontrolada tome parte da sua exteriorização. Não é dama de doido, mas é esse riso autêntico, natural, que expressa realmente uma satisfação, um bem-estar. É realmente o riso que o Divaldo provoca quando ele conta as piadas dele. Eu não vou me aventurar porque eu não trouxe essa competência para essa vida. Mas se a gente puder se estimular, ria mais, ria mais. Ele é o nosso exemplo. Porque veja, a gente sabe a vida que Divaldo levou e leva e do que ele enfrenta. E ele faz questão de cultivar a alegria de viver. Ele é o grande mensageiro nosso dessa desse valor, dessa virtude. Eu escolho ser alegre. Eu escolho ter a alegria de viver. E Joana diz que o apóstolo Paulo, escrevendo aos Tessalonicenses, capítulo 1, capítulo 5, versículo 16, propôs com ênfase: "Após retomar, retornar de uma dessas meta excursões, regozijai-vos sempre", apóstolo Paulo disse, não se refere ele ao regozijo das horas alegres, nem dos momentos felizes apenas, ou de quando tudo transcorre bem e de modo confortador, de realizações em climas de paz. Porém, sempre e em qualquer circunstância, o que implica viver o regozijo nos momentos também difíceis e provacionais,

uando tudo transcorre bem e de modo confortador, de realizações em climas de paz. Porém, sempre e em qualquer circunstância, o que implica viver o regozijo nos momentos também difíceis e provacionais, por saber que ele tem importância liberativa, portanto, motivos justos para serem fruídos. Então, o apóstolo Paulo nos traz esse convit convite. Regozijai-vos sempre. Cultive alegria, se lembre da alegria, escolha se alegrar. E o último livro que eu trago pra nossa reflexão de hoje é Amor imbatível amor, capítulo 4, né? Se a gente não aceitar viver as nossas sombras, a gente vive parcialmente. Ou seja, aprender a viver com alegria é aprender a aceitar inclusive a chuva, a morte, a dor, o sofrimento, o desafio e os próprios conflitos. Então, Joana diz: "Não se resolvendo por lutar contra os impeditivos à felicidade, que é a harmonia interior em identificação com os propósitos de vidas elevad de vida elevado, vive fragmenta fragmentariamente, vive um pedaço da vida, mas não vive ela na sua plenitude, tornando a existência um fadário de pesada condição, ânimo pesado, ante alegria, oposto da alegria. Somente por intermédio de uma resolução firme, eu escolho é que pode romper os fortes elos que eu prendem aos sofrimentos desnecessários, mantendo a decisão de não se furtar as consequências e superá-las a qualquer preço. Eu escolho vencer, eu escolho ser alegre. Eu escolho lar, olhar pra janela que mostra a vida, que a vida vale a pena ser vivida. O próprio esforço na mínima realização vitoriosa contribui para o favorecimento da capacidade de se progredir, eh, de de se prosseguir, conquistando as metas que, ao serem alcançadas, oferecem outras novas que podem proporcionar melhores condições de plenitude e de integração na consciência cósmica. Então, cada etapa vencida, portanto, mais capacita o ser para as porvindouras que ele cumpre conquistar com alegria. Muito obrigada pela presença de vocês. Fica aqui esse convite para uma para uma semana alegre, que a gente escolha olhar

mais capacita o ser para as porvindouras que ele cumpre conquistar com alegria. Muito obrigada pela presença de vocês. Fica aqui esse convite para uma para uma semana alegre, que a gente escolha olhar pras janelas que nos mostram que a vida vale a pena ser vivida. que a gente entenda que as dificuldades, os obstáculos não devem roubar a nossa alegria de viver, devem ser enfrentado com seriedade, com fortalecimento, ainda assim com essa sensação de que está tudo bem, pode continuar alegre, porque acima disso tudo existe uma lei que garante a evolução, que Deus continua nos nos amando, nos ajudando, que Jesus continua por perto. Então, não importa o quanto lá fora esteja tumultuado, existe essa garantia, essa segurança que as leis soberanas nos oferecem. Então, muita alegria de viver. Muito obrigada e até a semana que vem, se Deus quiser.

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