T10:E6 • Autores Espíritas Contemporâneos • Série Evangélica de Amélia Rodrigues

Mansão do Caminho 06/07/2025 (há 8 meses) 1:19:58 867 visualizações 158 curtidas

Literatura Espírita: prazer em conhecer » Temporada 10 - Autores Espíritas Contemporâneos » Episódio 6 - Série Evangélica de Amélia Rodrigues Apresentação: Denise Lino #literaturaespírita #autoresespíritas #espiritualidade #joannadeângelis #améliarodrigues #dilvadofranco

Transcrição

Olá, amigos. Muito bom dia a todos. Eu sou o Denise Lino e essa é uma edição especial do programa Literatura Espírita. Prazer em Conhecer. Nós estamos ao vivo aqui de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, diretamente da 52ª feira do livro espírita de Ribeirão Preto. Desta feita, nós estamos aqui no ambiente da unificação cardecista, uma instituição espírita centenária nessa cidade que nos recebe na manhã de hoje. Então, é com muita alegria que nós nos dirigimos a quem está aqui nesse auditório conosco e aos internautas que nos acompanham nos vários canais parceiros, a quem nós abraçamos nessa manhã, a começar pelo canal da Mansão do Caminho Seridó Espírita, União Espírita de Vitória da Conquista, Rai TV, o Espiritise a Web Rádio Fraternidade e nesta manhã de modo especial o canal da US Ribeirão Preto. para todos vocês que nos acompanham pela internet, o nosso abraço, a nossa gratidão e desde já pedimos que vocês deixem aí no chat as cidades de onde nos acompanham, as instituições espíritas. Nós gostamos de saber e ao longo do programa nós vamos apresentá-las aqui para todos que nos acompanham. É importante dizer para vocês que nos acompanham que esta é uma edição especial. Nós estamos na 10ª temporada do Literatura Espírita e neste programa nós estamos apresentando a série evangélica de Amélia Rodrigues, psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, pois que o tema da feira do livro espírita é exatamente a série evangélica e essa autora, Amélia Rodrigues, e a sua obra psicografada por Divaldo Franco. Os objetivos do literatura espírita são divulgar o espiritismo, divulgar a literatura espírita, instigando as diversas formas de ler os textos espíritas com a literatura de um modo geral e incentivar a aquisição de obras espíritas nas editoras, nas livrarias espíritas. E para você que está em Ribeirão Preto, incentivar a aquisição das obras espíritas na feira do livro espírita. Se você é dessa região, não deixe de vir visitar a feira que foi aberta ontem, irá até o dia 13 de julho aqui na praça

rão Preto, incentivar a aquisição das obras espíritas na feira do livro espírita. Se você é dessa região, não deixe de vir visitar a feira que foi aberta ontem, irá até o dia 13 de julho aqui na praça 15 de novembro, bem no centro dessa cidade acolhedora. O nosso programa hoje homenageia também a aqueles que iniciaram essa atividade importante que é a feira do livro espírita nessa cidade. Então para eles, os pioneiros, a nossa gratidão, o nosso apreço, a nossa saudação por essa iniciativa. E hoje nós vamos começar o programa um pouquinho diferente. Já estamos com os nossos convidados aqui na nossa nosso palco. Temos o Edgar tal que é daqui de Ribeirão Preto, a Regina Baldovina que é do Paraná e o pessoal de Ribeirão já lhe conhece, Edgar, mas eu quero que você se apresente pros internautas que acompanham o nosso literatura espírita em todo o Brasil. Muito bem, sejam todos bem-vindos. É uma alegria reencontrá-los, sobretudo os amigos e as amigas queridas de Ribeirão Preto e também os internautas que nos assistem. É um prazer conhecê-los. É um prazer e uma alegria imensa também tê-los aqui conosco, dividindo esse momento especialíssimo eh dessa nossa feira do livro Espírita. Meu nome é Edgarão. Eu sou espírita há pouco tempo, em torno de 20 anos, quando inclusive eu comecei as palestras espíritas. Eh, felizmente eu tenho me debruçado sobre o estudo espiritista, sobretudo e especialmente sobre o evangelho de Jesus, que me cativou muito mais ainda do que os ensinamentos doutrinários. Portanto, falar sobre Amélia Rodrigues, resgatar os ensinamentos evangélicos que tão hábilmente, tão sensivelmente ela traz, será uma alegria para todos nós. OK. E você, Regina? Bom dia a todos. Realmente faço minhas as palavras de Edgar. Venho de Foz do Iguaçu, Paraná, extremo oeste do estado e vou compartilhar com os amigos aqui essa honrosa oportunidade de estarmos juntos, OK? Como esse é um livro ou aliás um programa sobre livros, autores, nós costumamos sempre começar lendo um texto

do e vou compartilhar com os amigos aqui essa honrosa oportunidade de estarmos juntos, OK? Como esse é um livro ou aliás um programa sobre livros, autores, nós costumamos sempre começar lendo um texto do autor homenageado. Então, nós separamos do livro O Essencial, que é o último da série, conforme nós vamos apresentar daqui a pouco, uns trechos do capítulo intitulado Reflexões Cristãis, que diz assim: "Se já tendes sensibilidade para escutar as sublimes lições do Evangelho e comover-vos com as suas dúcidas narrativas, se podeis impregnar-vos do suave perfume da eterna primavera da Galileia, onde a brisa matutina cantava odes ao amor, se experimentas ternura ao reflexionardes em torno de doces parábolas narrando episódios existenciais? Se sorrirdes quando as palavras encantadoras das mensagens parecem uma suave melodia de amor aos vossos ouvidos, estais preparados para a aventurosa jornada da vivência cristã. A canção da boa nova é uma eloquente sinfonia dante jamais ouvida e não mais repetida, exaltando a vida do incomparável trovador do reino dos céus. O evangelho é um compêndio de amor mais fascinante e desafiador que a humanidade conhece. Jesus é o mais sublime ser que a compreensão humana pode conceber. Ele desceu das estrelas para que nenhuma sombra dificultasse a claridade de sua oferenda de amor e de misericórdia. Jesus jamais será esquecido e permanecerá como a luz da verdade inapagável. Essas são palavras então de Amélia Rodrigues nesse capítulo nove do livro O Essencial, que é o último livro da série. Feita então as nossas apresentações, nós vamos passar agora para os nossos slides, a fim de que quem está aqui conosco e quem nos acompanha pela internet possa entender essa série, se encantar pelos livros. Então, nós temos aí a nossa autora homenageada, temos o médium Divaldo Pereira Franco no seu trabalho inestimável. à frente da mansão do caminho. É importante lembrar a todos que essa série que começa com a publicação de Primícias do Reino em 1967 dá continuidade a um trabalho que

anco no seu trabalho inestimável. à frente da mansão do caminho. É importante lembrar a todos que essa série que começa com a publicação de Primícias do Reino em 1967 dá continuidade a um trabalho que Divaldo já havia começado na década de 50, mais precisamente ali um pouquinho antes, nos idos de 47 e 48, quando ele se torna o grande orador espírita do Brasil. E a Amélia Rodrigues é um dos espíritos que vai assessorá-lo nesse grande movimento das palestras. E a partir de 67, então, esse trabalho se amplia com essa série evangélica. Todos os livros que aqui estamos apresentando são livros de contos que vão retomar os ditos e feitos de Jesus, aqueles que estão apresentados nos quatro evangelhos sinódicos e em Atos dos Apóstolos, com detalhes muito importantes, porque já em primícias do reino, num num capítulo que antecede aos 30 capítulos do livro, Amélia Rodrigues o chama de notícias históricas e vai nos trazer informações muito importantes. Entre elas, a de que no mundo espiritual existem outras fontes sobre os ditos e feitos de Jesus que nós não temos na Terra. E ela tem acesso a essas fontes espirituais a partir das quais ela reconta, como uma autora experimentada os ditos e feitos de Jesus. Então, começamos a série com Primícias do Reino. Depois vem o Luz no Mundo em 71. Quando voltar a primavera em 76, a Flores no caminho. A série segue ainda com pelos caminhos de Jesus em 87, trigo de Deus em 92. Vamos voltar aqui pros nossos slides. Dias Venturosos em 97 até o fim dos tempos em 2000. E chegamos aos três últimos livros para adultos, que são Mensagem do Amor Imortal de 2008, Vivendo com Jesus 2012 e O Essencial de 2024. Além desses 11 livros, Amélia Rodrigues escreveu três livros para crianças. O Semeador, que é um clássico da literatura infanto juvenil espírita, o anjo da misericórdia. Esses dois estão esgotados, mas nós temos o vencedor, que é um texto de Amélia Rodrigues para crianças. A série que estamos destacando é essa série de contos que agora aparece

o anjo da misericórdia. Esses dois estão esgotados, mas nós temos o vencedor, que é um texto de Amélia Rodrigues para crianças. A série que estamos destacando é essa série de contos que agora aparece num box com os 11 livros com capa duras, seguidos de um glossário, de modo que aquele leitor que quer ir além da leitura de fruição, fazer uma leitura estudo, tem o apoio do glossário que aparece nessa edição do Box Capadura. O objetivo dessa série, diz Amélia Rodrigues, no livro Primícias do Reino, é: "Objetivamos contribuir com a gloriosa obra doutrinária do Espiritismo". E todos os livros e essa última edição, todos eles feitos pela editora Leal. Vamos então aos destaques, né? O primeiro destaque que nós fazemos, Jesus, o mestre amado, como modelo e guia da humanidade, não poderia ser diferente. E nós já surpreendemos no prefácio do livro O Essencial. Joana deângeles assinando esse prefácio sobre a série como um todo, vai nos dizer: "As páginas que irão ler são retalhos dessa especial existência como roteiro único de plenitude." Encontramos também nessa série, muito além da história que está lá nos quatro evangelhos e Amélia Rodrigues diz em primícias do reino: "Não pretendemos realizar trabalho de exegese evangélica, pois por nos faltarem os mínimos títulos. para tão grande empreendimento. E ela nos diz também que essa mensagem consola ontem e hoje no livro A Flores do Caminho, ela afirma: "Comentando os acontecimentos daquele tempo em que ele esteve na Terra, colocamos problemas da atualidade em versão evangélica, de modo a facultar enfoques modernos próprios para as necessidades vigentes." Outro destaque que fazemos, que é, acredito, o grande eh, toma, é a humanização dos personagens do evangelho. Nós encontramos retratos feitos com a alma e o coração. E aqui separamos do livro Luz no Mundo, do capítulo em que ela descreve o grupo que seguia a Jesus, a seguinte afirmativa: "Do grupo híbrido sai a nova humanidade a renovar e modificar a terra. O reino de Deus chegara à terra dos homens e

, do capítulo em que ela descreve o grupo que seguia a Jesus, a seguinte afirmativa: "Do grupo híbrido sai a nova humanidade a renovar e modificar a terra. O reino de Deus chegara à terra dos homens e confraternizava com eles em nome do amor." Dos personagens separei aquele que eu mais gosto, Simão Pedro. Sobre ela, ela afirma trigos de Deus. Eh, Simão era um homem cético, sem sutilezas de comportamento. E ainda o que a série nos traz, que são os nossos desafios espelhados. A partir de um capítulo também de trigo de Deus, em que ela história de um jovem obsediado, afirma: "Sabendo que o jovem for expulso da sinagoga, Jesus o chamou". Então, nessa obra estão os nossos desafios, as nossas dificuldades. E aqui, qual é a finalidade da obra de Amélia Rodrigues? Encontramos em trigo de Deus essa finalidade para consolar quando ela afirma: "O consolador encontra-se na Terra a mais de um século e a restauração tem começo, confirmando Jesus e a sua doutrina na história como caminho seguro e único para a planificação." Ela diz ainda: "Narrar e repetir as mensagens do Senhor às suas gentes simples e sofridas do passado é um convite, uma tentativa de estabelecer um colóquio com os que sofrem, apresentando-lhes Jesus o incondicional benfeitor que permanece aguardando por todos nós." E a canção da boa nova é uma eloquente sinfonia deante jamais ouvida e não mais repetida, exaltando a vida do incomparável trovador do reino dos céus. E aqui encontramos ainda, vamos voltar aqui, eh o estilo de Amélia Rodrigues. É importante destacar o uso preciso dos adjetivos dos grupos nominais. Quando ela diz, por exemplo, o rei celeste, o galileu incomparável, o crucificado sem culpa, ela usa os adjetivos aí para exaltar a figura de Jesus. E também esses grupos nominais como lecionando humildade e submissão à vida singular e grandiosa de Jesus. E todos os contos trazem uma descrição poética daquele tempo que Jesus viveu com aquele grupo, com aquelas pessoas, com os personagens anônimos, muitos que ela traz nos vários

ar e grandiosa de Jesus. E todos os contos trazem uma descrição poética daquele tempo que Jesus viveu com aquele grupo, com aquelas pessoas, com os personagens anônimos, muitos que ela traz nos vários pontos. Vejamos aqui essas duas descrições. Terminadas as azáfamas do cotidiano, era comum vê-lo cercado de pessoas humildes que o critic que o criavam, aliás, desculpem, de interrogações sedentas de aprendizagem. As multidões acorriam à praça do mercado, às praias, aos pequenos redutos próximos onde se ele encontrava, a fim de ouvi-lo, sobretudo vê-lo operar, os fenômenos que modificavam as estruturas enfermas de quantos o buscavam. Essa é uma obra tão extraordinária que já se desdobrou naquilo que em literatura nós chamamos de a fortuna crítica, ou seja, estudos e comentários sobre essa obra. Distracamos essas três contribuições. O livro do Álvaro Crispino Sou eu, que é um livro que traz uma recolha de contos de Amélia Rodrigues sobre a paixão de Cristo. Essa recolha antecedida de um estudo maravilhoso sobre os significados da paixão. Depois destacamos o glossário Pérolas da Série Evangélica, com dois volumes de 600 páginas, aproximadamente cada um deles, eh, conduzido, compilado pela Regina Baldovino e o Henrique Baldovino. Um trabalho maravilhoso que dá origem também ao glossário da que está agora no box da série evangélica de Amélia Rodrigues. E por fim, o livro que eu mesma escrevi, focalizando essa personagem em Pedro, a partir dos contos de Amélia Rodrigues e o seu trabalho de seu erguimento. E para quem quiser saber ainda mais, nós três gravamos uma edição do programa Visão Espírita e temos aqui mesmo do Literatura Espírita na nossa primeira temporada um programa sobre a obra de Amélia com um outro enfoque diferente desse que vamos apresentar hoje. Então, essa é a nossa apresentação do livro. Vamos passar agora para ouvir os nossos convidados e seguir aqui com a nossa interação. Então, vou começar com uma pergunta que é para vocês dois. É uma pergunta que não pode faltar no

tação do livro. Vamos passar agora para ouvir os nossos convidados e seguir aqui com a nossa interação. Então, vou começar com uma pergunta que é para vocês dois. É uma pergunta que não pode faltar no literatura espírita. Eu já encontrei vários internautas que me diz assim: "Não deixa de perguntar pros convidados. Qual é a sua história de leitura com Amélia Rodrigues? Quando você começou a ler? Quantas releituras fez? Um pouquinho dessa história aí. Eu começo com você, Edgar. Muito bem. Obrigado pela sua apresentação, né, que muito nos ajuda para trazer essas poucas considerações. Eu conheci a Méia Rodrigues, naturalmente, como muitos dos espiritistas, através do poema da gratidão, né, que ainda ecoa nas vozes, na voz de Divaldo, sensibilizando-nos o coração. E ali chamou minha atenção e não somente do poema em si, considerando que eu próprio tenho uma predileção ao estudo eh de poemas, mas chamou-me a atenção essa capacidade de de Amélia Rodriguez de descrever as realidades espirituais ou materiais com uma sensibilidade poética e lírica das mais extraordinárias. A partir desse momento, então, me debrucei sobre alguma coisa de sua obra, né? Eu não li todos os 13 livros, né? Mas metade deles seguramente. E e esse conteúdo que aos poucos vai sendo elaborado, trabalhado, tem sido muito enriquecedor. Começo não pelo primícias do reino, que habitualmente é o primeiro livro da série e que nós lemos, mas começo pelos caminhos de Jesus, que para mim tem um simbolismo muito significativo por ter sido fonte primária de inúmeras palestras que eu já realizei, sobretudo em relação aos apontamentos históricos que vem inclusive complementar aqueles outros trazidos por primícia do reino, né? Ela traz uma síntese histórica também ali muito significativa que me alimentou eh de diversas formas, sobretudo no desenvolvimento da do estudo da atemporalidade dos ensinos universais de Jesus. Então, Primícias do Reino tem sido um livro recorrentemente utilizado. Eh, há 5 meses atrás, por exemplo, eu tive uma amiga médium

mento da do estudo da atemporalidade dos ensinos universais de Jesus. Então, Primícias do Reino tem sido um livro recorrentemente utilizado. Eh, há 5 meses atrás, por exemplo, eu tive uma amiga médium transmitiu uma mensagem de um espírito a mim destinada e ele foi muito enfático dizendo: "Olha, releia os livros de Amélia Rodrigues, sobretudo primícias do reino". Eu falei: "Mas eu já li três vezes". Ele falou: "Leia mais uma, leia mais duas, leia quanto for necessário para que o evangelho esteja fixado no teu trabalho de exposição". Eh, isso foi muito marcante, porque ele trouxe exatamente esse livro, particularmente, né? Talvez até me preparando pro momento de hoje, quem sabe? Eh, pelos Caminhos de Jesus, Primícias do Reino, que é um livro recorrentemente, como eu disse, utilizado, o essencial, que evoca uma ideia para mim muito significativa do do penúltimo versículo do capítulo anciolítico de Mateus, que é o número seis, né? eh onde onde vai falar para buscar o primeiro reino, em primeiro lugar, o reino do céu e sua justiça, luz do mundo, eh dias venturosos e e outras tantas aqui que durante o estudo eu quero trazer. Você nos trouxe uma lembrança muito importante. Muitos espíritas e muitos leitores conhecem primeiro a Amélia Rodrigues do poema da gratidão e aí depois, ah, é a mesma que escreveu os contos. Então, você lembrou bem aquele poema extraordinário que o Divaldo costumava usar eh para encerrar as suas conferências. E você, Regina, quando começou sua história de leitura com a Amélia Rodrigues? Falando do poema da gratidão, ele foi recebido por Divaldo em Buenos Aires, Argentina, em 1962. Não sei se foi por acaso. Me casei com argentino, que veio de Buenos Aires, né? que é coautor do Kit Pérolas da Série Evangélica. Como evangelizadora espírita, em um momento eu me deparei com o livro infantil O Simeador. Me encantou aquelas imagens e através dessas daquelas imagens eh nós desenvolvemos um trabalho junto à infância e à juventude. Fomos atrás da parábola e nos encantamos.

om o livro infantil O Simeador. Me encantou aquelas imagens e através dessas daquelas imagens eh nós desenvolvemos um trabalho junto à infância e à juventude. Fomos atrás da parábola e nos encantamos. E a partir daí nós fomos buscar as demais obras da benfeitora para o trabalho com jovens, principalmente jovens da nossa casa espírita. Sempre que falávamos sobre Jesus, recorríamos a eh as obras de dona Amélia. Começamos, já contei, né, Denise? lá atrás começamos a fazer um esboço das personagens e em que livros elas apareciam e naquela mensagem do livro tal, como é que Jesus apresentava tal personagem, né? E aí o nosso companheiro disse assim: "Mas isso dá um livro, né? Na brincadeira". Eu falei: "Pode começar". Começou e terminou. E aí foram três anos de estudo. Isso muito tempo depois desses primeiros contatos. E é apaixonante. Você leu duas, três vezes. Ah, nós já lemos umas 10, 12 vezes toda a obra. se perguntarem, nós não sabemos nada, porque cada releitura é uma nova leitura, uma nova descoberta. E em um determinado momento com a juventude veio aquele insite, mas isso precisa ser estudado, não é só contar, né? Não é só saber o que aconteceu com a mulher que ia ser apedrejada lá no pátio dos gentios, né? E Jesus disse: "Atire a primeira pedra". Que aconteceu com ela depois, né? Então isso é importante, está nos arquivos da espiritualidade, não é, Denise? é apaixonante. E os jovens eh aderiram a ideia, nos encantou, não tínhamos pretensão alguma de participar da coletânea, né, que fizemos, mas a obra se agigantou e nós estamos redescobrindo Jesus, redescobrindo seus ditos, seus feitos a cada nova leitura de suas obras, primícias do reino. Sem dúvida, né? E vale a pena. Então é essa a nossa assim um resumo, bem resumo, a nossa trajetória com dona Amélia. Muito bem. OK. Muito bem. E aqui no Literatura espírita nós temos algumas eh revelações, digamos assim, de trajetórias de leitura que são extraordinárias. A Regina acaba de dizer, leu 10, 12 vezes a série que tem

K. Muito bem. E aqui no Literatura espírita nós temos algumas eh revelações, digamos assim, de trajetórias de leitura que são extraordinárias. A Regina acaba de dizer, leu 10, 12 vezes a série que tem 11 livros. Nós já tivemos um convidado quando fizemos o Paulo Estevão que havia lido 33 vezes Paulo Estevão. Então imaginemos que experiência de leitura é essa, né? Eu vou aproveitar aqui, já vou trazer um outro tema, vou começar aqui com a Regina, eh, sobre o livro Primícias do Reino, que é um livro que nós observamos esse ano no Movimento Espírita, uma retomada da sua leitura, a narrativa que você trouxe, Edgar, confirma o que pensamos. E o primícias do reino me parece, Regina, ser aquele livro que tem uma unanimidade no movimento espírita como Paulo Estevão. O que que você acha que tem aí no Premícias do Reino que o faz um livro tão especial? Bem, ele é inédito, né, na sua propositura. Então ele encanta porque é diferente de tudo o que a gente já leu sobre Jesus. Só aí nós nos espantamos. A delicadeza, a doçura, as informações profundas do livro, eh a historicidade da época dos personagens, a apelante nanita, a mulher samaritana, Nicodemos, né? São personagens ricos, Zaqueu, é, eh, Maria de Magdala. Então isso aí já nos chama atenção, porque somos nós no ontem, né? Somos nós no ontem. E quando nós vamos acompanhando, depois ela faz um post fácil belíssimo, belíssimo, belíssimo. Então é uma obra na qual nos debruçamos e o mundo se nos mostra maior. Uhum. foi a minha experiência com a obra e é até hoje. Então, para começar tem que começar do primícias a leitura, né? Porque ela dá notícias históricas, como eh Denise falou, e ela faz um póst fácil, mas a gente não vai contar tudo, senão o pessoal não vai adquirir na feira, não vai ler, né? Então, eh, a experiência é, eu até trouxe, tá aqui guardadinho aqui comigo, porque ele é o livro, o carro chefe, né? Depois, gente, em outras obras a gente vai encontrar proginasma histórica. Pensa bem. E a gente tem que aprender uma palavra

, tá aqui guardadinho aqui comigo, porque ele é o livro, o carro chefe, né? Depois, gente, em outras obras a gente vai encontrar proginasma histórica. Pensa bem. E a gente tem que aprender uma palavra nova aí, né? É, pelo menos essas pelo menos pro ginámo o que vem a ser, gente. Então, o contexto quando ela usa poeticamente eh para descrever a paisagem Uhum. É, é único. Eu ainda não consegui ter aquela sensibilidade de traduzir, né, o panorama histórico, o lago, a areia, o monte, né? E ela vai, ela vai nos colocando lá dentro. Então essa a nossa experiência. Tô emocionada, tô tremendo por dentro. Todos nós temos. Aí eu quero aproveitar para perguntar pro Edgar, né, nesse eh nessa descrição poética muito especial, originalíssima que a Amélia Rodrigues faz, que aspectos te parecem ser um adicional ao que já se sabia nos quatro Evangelhos sinódicos sobre os ditos e feitos de Jesus? Essa questão é bastante interessante. Eh, você há pouco inclusive traz uma revelação de que há fontes cujo acesso nós ainda não temos que compõe um corpo de novos conhecimentos adicionais em torno das vivências, das experiências, das realizações de Jesus e detalhamentos extremamente interessantes. E eu diria até cativantes, por exemplo, não é? Nós temos desdobramentos que nós não penetramos e que ainda os lendo, eh, lendo o acontecimento divulgado no Evangelho, né, como todos nós conhecemos, nós nos perguntamos o que aconteceu com a mulher adúltera, né? E se nós recorrermos, por exemplo, ao livro pelos Caminhos de Jesus, no capítulo 15, nós vamos verificar lá, né, a reparação realizada pela mulher adúltera, a história que continua trazendo a epopeia dessa experiência. Então, eh esses esses elementos que vão sendo agregados a aqueles outros que nós já conhecemos e que nos incentivam, acabam sendo e trazendo, portanto, eh uma uma força ainda mais punjante, ainda mais realizadora, ainda mais viva dos acontecimentos de Jesus. E Amélia Rodrigues, ela tem essa característica fundamental, né, amigas?

trazendo, portanto, eh uma uma força ainda mais punjante, ainda mais realizadora, ainda mais viva dos acontecimentos de Jesus. E Amélia Rodrigues, ela tem essa característica fundamental, né, amigas? Ela, ela, como a Regina disse, ela nos transporta para uma realidade vivencial. E quando você diz que somos todos ali, eu costumo dizer que os 12 os 12 discípulos eh eh representam a humanidade inteira, né? Porque nós temos algo da traição de Judas, nós temos algo do vacilo de Pedro, nós temos algo da prepotência dos filhos de Salomé. Então, vejamos que nos representam, nos identificam e aos poucos Amélia Rodriguez em seus contos, tremendamente sensíveis, poéticos, riquíssimos, com descrições das mais valiosas, vão comovendo-nos e a história vai sendo não somente entendida, compreendida, mas sobretudo sentida. Então, nós sentimos o evangelho vivo na leitura de Amélia Rodrigues, estuante, reclamando de nós, movimentos que talvez nós demoraríamos a identificar. Então, o evangelho de Jesus naturalmente e traduzido da forma que ela traduz efetivamente é transformador no mínimo, no mínimo, pelas movimentações reflexivas que nós podemos encontrar em cada uma de suas obras. Lembrando que eu não as li todas, viu? Quero deixar mais uma vez claro aqui. Denise, tá a caminho, né? Tô a caminho. Eu ainda chego aqui quantas vezes? 10, 12? Pois é. Olha que b cada cada livro, ô Regina, é uma meta, né, gente? Eu ia dizer assim, e tempo, Regina? Ô, Regina, aí eu vou aproveitar para perguntar aí, Regina, dessas releituras todas, há um livro especial ou há um capítulo especial para você? Ai meu Deus, todos são. Mas é, todos são, mas no livro Até o fim dos tempos, que veio à luz em 2000, há o capítulo 23 chamado Anjo da Misericórdia. Você falar sobre isso, você acredita? Acredito. Sabe por quê? Desculpa interromper, né? Tá tudo bem. Mas Regina, ele vincula essa mensagem à aquela encontrada no Evangelho Segundo Espiritismo do Espírito José no capítulo 19. Sim. E o que é extraordinário. Que é extraordinário.

omper, né? Tá tudo bem. Mas Regina, ele vincula essa mensagem à aquela encontrada no Evangelho Segundo Espiritismo do Espírito José no capítulo 19. Sim. E o que é extraordinário. Que é extraordinário. Então, eh, Jesus está, né, eh, na cruz e os anjos se apresentam e querem eh tomar as dores dele, né? Sim. E ele diz que não, que eles eh sigam seu caminho, mas vem um anjo chamado misericórdia e Jesus pede que esse anjo fique entre nós e esse anjo da misericórdia permanece conosco. Não fosse assim, meus irmãos, onde estaríamos, né? Então isso e saiu em forma de livro infantil. Somente esse capítulo tá esgotado, devem editar. Então esse é, mas você sabe um capítulo que agora eu não me lembro onde exatamente, mas tem dois parágrafos. Em qual dos livros? Vocês sabem, meus irmãos, nós vamos lendo, daqui a pouco tudo embaralha porque nós vamos fazendo links, né? Aqui, ali, lá. Vamos juntando. Só completando, a dona Amélia Rodrigues diz que os discípulos eram espíritos nobres. Sim, acho que em flores do caminho. Eu penso que sim. Espíritos nobres, temporariamente obnubilados para que Jesus os preparasse, sim. até que pudessem retomar a consciência de de trabalhadores, conforme o projeto do Cristo, e seguir propagando a boa nova. Encantador. Encantador. Eh, agora vou perguntar para você, Edega, há algum livro ou capítulo especial dentro que você conhece? É, como a Regina disse, eh, é sempre desafiador escolher um ou outro ali, não é? Eh, o livro especialíssimo para mim é pelos Caminhos de Jesus. Eu acho que a narrativa da trajetória de Jesus ali traçado, não é, acaba sensibilizando a todos nós, porque nós identificamos a nossa própria passagem no processo de aperfeiçoamento espiritual, né? Eh, então, a cada capítulo nós nos vemos de alguma sorte também ali representados, ali eh eh mergulhados. E esse livro e até porque eh esse primícia do do dos reinos tem sido livros fecundos na elaboração de temáticas evangélicas que eu costumo elaborar. Quer dizer, todo o corpo ameliano é,

h mergulhados. E esse livro e até porque eh esse primícia do do dos reinos tem sido livros fecundos na elaboração de temáticas evangélicas que eu costumo elaborar. Quer dizer, todo o corpo ameliano é, evidentemente, eu diria, temática fundamental evangélica. Todavia, esses dois, particularmente, apresentam uma predileção muito especial para mim, Denise. Que bom. Então, então estamos seguindo aqui com o nosso literatura espírita. Prazer em conhecer. Para quem chegou aqui agora ou para quem está nos acompanhando pela internet e acabou de nos conectar, nós estamos numa edição especial dentro da nossa 10ª temporada, desta feita, sendo transmitidos aqui de Ribeirão Preto, na ambiência da 52ª feira do livro que essa cidade realiza e realiza na Praça Pública, então na praça 15 de novembro aqui em Ribeirão Preto. E nós estamos no prédio da instituição espírita unificação cardecista. Quero destacar que nós estamos sendo acompanhados de Cascais, Portugal, em Miami, em João Pessoa e Juazeirinho, Campina Grande, na Paraíba. Estamos sendo acompanhados também aqui de Ribeirão Preto, de Bom Jesus da Lapa, Vitória da Conquista na Bahia, de Santa Rita do Passaqu também de São Paulo, Limeira aqui no interior de São Paulo, Niterói, no Rio de Janeiro, Salvador na Bahia, Goiânia, Goiás. Estamos sendo acompanhados em Santa Inês, no Maranhão, em Campos de Goitacasas, no Rio de Janeiro, em Daiatuba, aqui no interior de São Paulo, e em Itibaúba, Pernambuco. Então, aos nossos internautas, a nossa gratidão por nos acompanharem nessa manhã. E se mais alguém nos acompanha na internet, nos nossos canais parceiros e não teve a sua cidade listada nesse momento, deixe aí no chat o seu comentário, a sua cidade. Nós voltaremos ainda aqui durante a transmissão do Literatura Espírita a citarmos. Eu quero agora eh chamar a atenção de quem nos acompanha aqui, do Edgar e da Regina, de fatos sobre a feira do livro espírita, que nós soubemos nessa nossa estada aqui, que eu achei maravilhoso. Vou pedir pra nossa

eh chamar a atenção de quem nos acompanha aqui, do Edgar e da Regina, de fatos sobre a feira do livro espírita, que nós soubemos nessa nossa estada aqui, que eu achei maravilhoso. Vou pedir pra nossa técnica colocar aqui o slide na tela. Algo que me chamou muita atenção, a nossa feira do livro começou aí no ano de 1973, se não me falha a memória agora, e teve o Chico Xavier como um grande padrinho, digamos assim, da feira do livro espírita. Os pioneiros foram até Uberaba, aqui perto, cerca de 200 km de Ribeirão Preto, conversar com o Chico sobre essa ideia, né? colocar o livro espírita na praça para ser apresentado, para ser mostrado e o que Chico achava de tudo isso. E nas três primeiras feiras ele esteve presente. Então, imaginemos que experiência extraordinária é essa. E aí nós vamos já colocar aqui as imagens que nós temos da fotografia do Chico Xavier aqui na feira do livro espírita, a tarde de autógrafos que ele fez na segunda edição da feira, tendo começado os autógrafos às 3 da tarde e terminado às 3 da manhã do dia seguinte do último dia, uma feira que se realizou no mês de outubro. Então, por essa presença do Chico Xavier aqui na feira, acho que nós temos, né, todo esse esse envolvimento, essa gratidão. E um detalhe que me chamou atenção é que nessa edição da feira que estamos nos referindo, que foi a do ano de 75, a já com a feira aí consolidada, as vindas do Chico aqui, eh, foram vendidos durante 3 dias 875 livros e na tarde de autógrafos 700 livros. Então, a presença do Chico fazia uma diferença naquele momento, né? Então, nós temos esse slide aí da feira em 1975, eh, o período em que ela foi realizada no mês de outubro. E essa outra imagem aqui, olha essa imagem aí e do público, né? Eh, comparecendo em massa aqui em Ribeirão Preto para conhecer o Chico Xavier, para receber o autógrafo ah do Chico. E nessa outra imagem que nós temos aqui, um dos pioneiros da feira, o Pedro Teixeira Filho, presenteando o Chico Xavier com o exemplar do Evangelho Segundo o Espiritismo, com a assinatura

ah do Chico. E nessa outra imagem que nós temos aqui, um dos pioneiros da feira, o Pedro Teixeira Filho, presenteando o Chico Xavier com o exemplar do Evangelho Segundo o Espiritismo, com a assinatura dos voluntários que trabalharam naquela edição da feira. Então, algo raro, né, memorável que queremos destacar nesse programa. Mas vamos seguir aqui com a série Dona Amélia Rodrigues, né? série evangélica e temos aqui. E Egar, eu queria voltar um pouquinho eh eh para você eh a questão do estilo, da composição de Amélia Rodrigues. Você falou no estilo Ameliano, assim, bem como os críticos literários costumam se referir. E eu queria pro nosso público que tá começando a ler Amélia Rodrigues, que sabe que na sua casa espírita tem um grupo de estudo, o que é que você destacaria do estilo? Bem, Denise e Regina, amigos e amigas, h, nos parece que Amélia Rodrigues explora com uma habilidade extraordinária as linhas poéticas, líricas e até com uma erudição que não dificulta, muito embora e não obstante, eh, se destaque em suas obras, mas não dificulta a assimilação e o entendimento da do contexto e da história ali por ela tratada. Há trechos que são profundamente poéticos. Eu inclusive eu trouxe aqui, eu quero destacar pelo menos dois deles que me chamam tremendamente a atenção. Um deles, aliás, eu vou fazer isso agora, ele se apresenta no livro Dias Venturosos, lá no capítulo que trata da, aliás, não, aqui, pera aí, deixa eu voltar. Se trata aqui, ó, da Eu vou achar, amigos. É exatamente aquela sua descrição a respeito do lago. Sim, sim, né? Que Amélia Rodrigues vai fazer um paralelo entre o lago e a partitura musical. E ela se utiliza de metáforas tremendamente bem elaboradas e refinadas para que compõe, ó, a a se se prestarmos bem atenção nisso, eh o que é uma música em termos eh essenciais, né? Ela é a composição de variações ali de espaços, de tempo, de notas, de frequências. E à medida que ela se utiliza para descrever a natureza, comparando-a exatamente a essa composição que individualmente tem a sua

osição de variações ali de espaços, de tempo, de notas, de frequências. E à medida que ela se utiliza para descrever a natureza, comparando-a exatamente a essa composição que individualmente tem a sua representatividade, é verdade, mas que coletivamente acaba compondo, vamos dizer, uma perfeição musical ou uma perfeição da natureza, nesse caso, é das mais belas. Portanto, essa habilidade em trazer essa linguagem poética, em trazer essas eh esses elementos que acabam sendo norteadores de toda a sua obra, é muito significativo. E a cada leitura, portanto, Denise e Regina, nós nos debruçamos exatamente sobre essa força que nos seduz, né? Quer dizer, uso, por exemplo, eh, você falou da adjetivação muito fortemente presente, né? os elementos comparativos, eh, também bastante, eh, presentes, os opostos, os contrastes. E à medida que ela faz isso, ela, eu acho que tá em um essencial, inclusive, né, esse essa essa observação aqui. E à medida que ela faz isso, em holocausto do amor, vejamos, ela vai dizer logo depois, sem que tivesse tempo de raciocinar, porque as notícias eram céleres e fantásticas, fora da realidade, porém sendo a própria realidade, né? Sendo a realidade, ele pôde vê-lo na via dolorosa e soube da tragédia da cruz. Trata-se aqui também das movimentações em torno de Tadeu, né? Isso. Eh, que que traçam a parte do movimento dos movimentos de Tadeu no entendimento no significado da mensagem de Jesus. E a Mélia Rodrigues, portanto, se utiliza desses elementos como eh uma aqui o perdão da expressão, mas uma captura do leitor para que de igual modo ele consiga penetrar mais sensivelmente as inspirações e a motivação principal da mensagem, que é sempre, evidentemente, trazer o aspecto transformador que nela por si só acaba encerrando. E você lembrou uma coisa muito importante, é que muito comumente a Amélia Rodrigues vai comparar a mensagem de Jesus a uma sinfonia. Então, ao longo dos vários contos, nos vários livros, ela faz essa comparação. E aí fica a dica para quem tá nos grupos de

comumente a Amélia Rodrigues vai comparar a mensagem de Jesus a uma sinfonia. Então, ao longo dos vários contos, nos vários livros, ela faz essa comparação. E aí fica a dica para quem tá nos grupos de estudo, né? Perceber o uso dos adjetivos, as comparações, os contrastes. Isso caracteriza muito bem o estilo de Amélia R. Denise, se você não se importa, eh, eu trago aqui um outro trechinho, esse do lago em Dias Venturosos. Na verdade, a lição de número 13, contradições da verdade. Vejamos. O lago, naquele momento era a pauta musical virgem, na qual ele, ele Jesus escreveria a música sublime da perena perene sinfonia do amor. As notas melódicas eram suas palavras de sabedoria, assinaladas pelo compasso da verdade. Toda a metáfora aqui enriquecedora das das da mensagem de Jesus é traduzida nessa sinfonia, uma sinfonia composta exatamente por por minúsculas notas musicais que isoladas podem significar pouco, mas à medida que elas se agregam respeitando o compasso, que é o tempo, né, a frequência, a altura, a tonalidade, a pauta musical se transforma na grandiosidade do evangelho, porque o evangelho é formado de minúsculas orientações e passagens e transformando e transmutando ao final deles a grande boa nova que esperamos abraçar regularmente e em nossas vidas. Ah, perfeito, Edigar. Foi uma ótima leitura, um ótimo trecho. Regina, e você nesse trabalho aí que de composição do livro foi um trabalho de 3 anos, mas é um trabalho de leitura de uma vida inteira, não é? Eh, o que é que você descobriu assim como sendo muito original, muito característico da composição da Amélia Rodrigues? Antes de responder, Denise, eh, o título Pérolas veio justamente de um dos capítulos em que dona Amélia coloca as cidades e aldeias em torno do lago como pérolas. Isso. Ela cita que todo aquele entorno, né, formavam um colar de pérolas onde Jesus, né? Eh, então isso é muito significativo para nós. Dona Mélia Rodrigues tem um objetivo que junto a Fenelon, né, o espírito que está aí eh bastante citado por Allan

vam um colar de pérolas onde Jesus, né? Eh, então isso é muito significativo para nós. Dona Mélia Rodrigues tem um objetivo que junto a Fenelon, né, o espírito que está aí eh bastante citado por Allan Kardec nas obras básicas, ela tem um objetivo de ajudar a formar o homem de bem. Então, ela usa da temática do amor ao próximo muito frequente, muito frequentemente, né? Além de devaçar o íntimo das personagens, ela cogita sempre de terminar bem a história, coisa que ela já fazia no processo educacional enquanto professora na Bahia. Os personagens dela, dos seus livros, das suas poesias, enfim, seus teatros sempre terminavam bem, porque era assim que ela eh entendia formar o homem de bem. E aí ela é poética, profunda, é sensível e escreve sempre para instruir e consolar. Enquanto estamos conversando, estou revivendo, né, leituras aqui na eh na minha mente. Uma coerência fenomenal de dona Amélia Rodrigues é colocar a fala de Jesus como ela deve ter sido exatamente. Não é diferente nos livros, é o Jesus falando. É Jesus falando. Não é o personagem regetação. Não é uma interpretação, é Jesus falando. Não é a personagem Regina que por conta de uma emoção falaria de um jeito, por conta de outra emoção falaria de outro jeito. Não, ela mostra aquele Jesus coerente. Uhum. Manso, suave, delicado, comprometido com seu projeto. Uhum. De espalhar a boa nova. E dona Amélia faz isso magistralmente. Ela chega a dizer e que Jesus tinha um projeto enorme e ele tinha legiões ao lado dele. Isso é confirmado quando ele no julgamento diz: "Se eu quisesse, legiões me tirariam daqui". Sim. Não é verdade? Sim. Então ele tinha legiões a seu serviço, curava a distância, mas o aspecto transformador era sempre a sua lição, eh, de amor, de carinho, de acolhimento. Nessa feira do livro, já vou concluir. Eh, nós aqui, por primeira vez sentimos a importância do acolhimento que fortalece e os laços de união, que fortalece a divulgação da doutrina espírita. Jesus acolhia, Jesus orientava. Ele disse ao jovem, ao

aqui, por primeira vez sentimos a importância do acolhimento que fortalece e os laços de união, que fortalece a divulgação da doutrina espírita. Jesus acolhia, Jesus orientava. Ele disse ao jovem, ao moço rico, vem hoje, começa hoje e agora o reino de Deus para você ou o reino dos céus. E o jovem que que faz, né? Uhum. E Jesus tranquilamente, ele não derroga a lei do livre arbítrio em nenhum momento. Então esse aspecto de dona Mélia vai nos tornar mais humanos, porque ela foi uma humanista em essência. Isso, né? E ao lado da eh do aspecto que ela lutou para que as mulheres tivessem seu lugar ao sol, não é verdade? Talvez por isso, Regina, as mulheres estejam tão presentes na na no desenvolvimento de sua obra, né? E com força, com liberdade, com autonomia, não é? Sim. E ela chega a relatar qual era o papel das mulheres quando seguiam a Jesus. Que coisa fantástica. Não vou contar, tem que ler. E aqui, só para situar a os internautas ou alguém que esteja presente e não compreendeu essa passagem aqui de tempo que a gente fez. Eh, a Regina fez uma comparação entre aquilo que nós encontramos nos contos de Amélia Rodrigues, psicografados por Divaldo Franco e uma sintonia com a sua obra enquanto autora encarnada, porque ela viveu de 1861 a 1926 no Brasil, na Bahia, e já tinha um trabalho todo muito focado em divulgar a mensagem de Jesus como poetisa, escritora, tradutora, dramaturga, que ela foi educa educadora, né? Uma mulher à frente de seu tempo. E nós vemos pela obra psicografada com Divaldo Franco, uma retomada dessas características que já estavam na sua obra. Uma mulher que ocupou aí no início do século XX, os primeiros anos do século XX, a cena cultural em Salvador e no Rio de Janeiro. Então isso é muito importante e ela traz essa presença feminina paraa sua obra também. Há muitas personagens femininas. Tá no kit Pérolas volume isso. Toda essa pesquisa, é essa pesquisa sobre a biografia de da Amélia Rodrigues encarnada, a Regina fez e está na Pérolas do do Evangelho no

á muitas personagens femininas. Tá no kit Pérolas volume isso. Toda essa pesquisa, é essa pesquisa sobre a biografia de da Amélia Rodrigues encarnada, a Regina fez e está na Pérolas do do Evangelho no volume um. Quero apresentar aqui uma outra curiosidade aqui da feira, a presença do nosso querido Divaldo Franco na 16ª edição da Feira do Livro Espírita de Ribeirão Preto, que ocorreu no ano de 1989. um ano muito importante paraa obra de Divaldo Franco, porque é o ano da publicação do livro Jesus e Atualidade, que é o livro que marca o início da série psicológica de Joana de Ângeles. E na outra foto, uma panorâmica da feira naquele momento, né? Então, nós tivemos essa presença do Divaldo e isso é muito importante para todos nós que lidamos com a obra psicografada eh pelo Divaldo Pereira Franco. Eu quero agora que a gente explore um pouquinho dos títulos, né, dos livros de Amélia Rodrigues. Nós temos aí primícias do Reino, Luz do Mundo, quando voltar a primavera, há flores no caminho, pelos caminhos de Jesus, trigo de Deus, dias venturosos até o fim dos tempos, a mensagem do amor imortal, vivendo com Jesus. E o essencial, Edgel, queria perguntar para você, assim, olhando para esses títulos, que mensagem você retira daí? Eu acho que os títulos das obras de de Amélia Rodrigues é o é a sinopse conteúdo, né? Ele ele eles trazem o que nós podemos esperar, encontrar à medida que essa que essa obra seja lida, por exemplo. Então, por exemplo, a luz do mundo, né? O que que nós podemos imaginar aí? Ora, Jesus vai afirmar no capítulo 5 de Mateus: "Eu sou a luz do mundo, né?" Então, naturalmente, na obra nós vamos encontrar o grande farol crístico de Jesus. eh iluminando os corações terrenos. E Amélia Rodrigues vai então trazer as passagens, as orientações, as vivências, as experiências que naturalmente facultam aos leitores essa identificação de que Jesus é de fato a luz a a nos iluminar, né? Aí nós vamos, por exemplo, eh eh dias venturosos, né? eh eh que trata sobre um porvir à medida que Jesus

nte facultam aos leitores essa identificação de que Jesus é de fato a luz a a nos iluminar, né? Aí nós vamos, por exemplo, eh eh dias venturosos, né? eh eh que trata sobre um porvir à medida que Jesus também apresenta um retrato de conquistas espirituais enobrecedoras que a criatura não somente pode aspirar, mas sobretudo construir. Então, eh é claro que eh um título não resume o o conteúdo absoluto de uma obra, evidentemente. Todavia, ela cuidadosamente os escolhe, porque não faz spoilers nos títulos, né, mas ela os escolhe exatamente como um indicativo, como uma orientação. Isso já ajuda ao leitor a num primeiro momento, travando contato apenas exclusivamente com o título, a falar: "Isso aqui eh eh tem mais uma identificação comigo, esse outro com aquele outro momento e assim por diante." Então, nós temos aí um leque de reflexões que os títulos sugerem e, claro, evidentemente que cada um de nós pode encontrar nesso, naquela obra específica na qual nos debruçamos. Denise, acho que os títulos, pelo menos a mim, eles me surpreendem, eles me pegam. Você quer falar sobre os títulos também? E com relação aos títulos, a gente encontra uma ordem. Se você parar para pensar e nós vamos traduzir um pensamento, sempre dá licença. Ah, como quando você fez essa pergunta, disse: "Ah, vou usar a poesia aqui de um companheiro, um companheiro lá de da Bahia, ele escreveu na revista Presença Espírita da Mansão do Caminho, que agora voltou a ser editada, né? não é mais só online. Isso. Então, ele escreveu na edição de eh marça, abril, esse seguinte poema sobre os títulos e traduz aquilo que eu sinto no passar. Nós fizemos um trabalho uma vez e fomos fazendo esse link dos títulos, mas aqui o nosso companheiro falou muito bem. Ele escreveu assim: Pérolas de Amélia Rodrigues. Augusta do Sacramento Rodrigues, notável poetiza, humanista e tradutora, teatróloga, erudita, verás sem piegues, além de consagrada e emérita professora, retorna do além, trazendo sem mesmices os tempos da boa nova, como exime a

ues, notável poetiza, humanista e tradutora, teatróloga, erudita, verás sem piegues, além de consagrada e emérita professora, retorna do além, trazendo sem mesmices os tempos da boa nova, como exime a escritora. Que delícia, né? Por Divaldo Pereira Franco e sua nobre mediunidade, 11 pérolas vieram a lume com vivências do Senhor, com histórias edificantes que refletem sua humildade, resplandecendo no Rabi, nosso divino criador. e para espíritos no corpo, transitando em terra idade dois livros infantis com a verve do educador. Aqui nós colocaríamos três, né? Uhum. Sem problema. Aí ele começa a citar em ordem, né? Primícias do Reino, livro primeiro e profundo, que descortina belezas dos passos do Nazareno. Nele brilha o evangelho e traz a luz do mundo, iluminando corações na direção do ser pleno. Quando voltar a primavera, em tempo fecundo, haverá flores no caminho, no domicílio terreno. Estão identificando os títulos, né? Pelos caminhos de Jesus em sua homenagem, a jornada é confiante. Não há escassez de amor, de esperança, de alegria. Pois o trigo de Deus nessa lida é abundante e nessa senda de ventura felicidade sem alegoria. Os dias venturosos são do tempo toravante para quem vive já desperto em sua plena euforia. Que sensibilidade. Até o fim dos tempos. Aqui ele coloca o livro infantil também. Até o fim dos tempos, junto ao semeiador. O caminhar não tem tropeços na viagem transcendental. para quem já sintonizado ao lado de o vencedor, outro livro infantil e que traz no coração a mensagem do amor imortal. Pois quem vivendo com Jesus, o sublime consolador, já despertou a consciência e já conhece o essencial. Que coisa gostosa. Antônio Barreto, filho, né? Então aí a nossa gratidão ao poeta que soube traduzir aquilo que nós pensamos. Olha aí. E o nosso querido Barreto, né, lá da União Espírita de Vitória da Conquista, que nos auxilia a colocar esse programa no ar. Fica também a nossa homenagem para ele, né? E aí, gente, eu queria destacar aqui para vocês que nós temos mais internautas nos acompanhando

da Conquista, que nos auxilia a colocar esse programa no ar. Fica também a nossa homenagem para ele, né? E aí, gente, eu queria destacar aqui para vocês que nós temos mais internautas nos acompanhando de muito longe. Nós temos internautas que nos acompanham de Nova Jersy, nos Estados Unidos nessa manhã. Temos outros que nos acompanham aqui de Arto Nogueira em São Paulo, Cravinhos também aqui perto de Ribeirão Preto, Guachupé em Minas Gerais, Pesqueira em Pernambuco, Curitiba, ah, companheiros que estão em Mato Grosso nos acompanhando em Daiatuba aqui em São Paulo, em Maceió, Alagoas. E eu sei que tem outras pessoas que estão aqui no auditório, que também vieram de outras cidades. Então, nós agradecemos imensamente essa audiência dos nossos internautas e de quem está aqui eh para acompanhar o nosso programa. Nó, o tempo tá passando, nós estamos chegando quase no final do programa e eu quero aproveitar aqui o Edgar e a Regina, não posso deixar de perguntar para eles. Eu quero começar com você, Edgar, lendo esses contos de Amélia Rodrigues, essa construção tão poética, você que lida com a área da música, que vem com essa sensibilidade toda para reconhecer as metáforas, as comparações. Eu queria te perguntar sobre os princípios espíritas. Que princípios espíritas você vê ali que estão entremeados nos contos e que são reapresentados pela Amélia? Aliás, naturalmente, ela não fala somente do evangelho, mas sobretudo traduzindo também nos princípios espiritistas. Eu quero ressaltar, Denise e Regina, a inicialmente o projeto espírita já previamente eh elaborado, pensado e organizado por Jesus. Às vezes a gente imagina, amigos e amigas, que o espiritismo nasceu apenas em em 1857 com Allan Kardec. Lo, engano nosso imaginarmos isso. Trata-se de um projeto previamente organizado. Como o céu não trata de imprevistos, evidentemente um trabalho desse porte não se elabora do dia paraa noite, é claro, né? Portanto, Jesus já o anuncia. E aqui que eu trago a mensagem lá do Luz do Mundo, o

o céu não trata de imprevistos, evidentemente um trabalho desse porte não se elabora do dia paraa noite, é claro, né? Portanto, Jesus já o anuncia. E aqui que eu trago a mensagem lá do Luz do Mundo, o Consolador, no capítulo 20, onde há a descrição das ocorrências que culminariam na observação eh joanina, anotada no capítulo 14 do Evangelho de João, portanto, em torno do Consolador prometido. Ora, Jesus já o esperava, já o organizava e já o anuncia pra humanidade ali. Só mais tarde, evidentemente, isso poderia se traduzir tal qual aconteceu com Allan Kardec. Então essa é uma é uma consideração importante, né, e que vai naturalmente no decorrer da do seu estudo apresentar essas essas fundamentações, sobretudo, por exemplo, em torno da reencarnação, né? Elemento muito presente nas nas refle a lei de progresso, por exemplo, né? Eh, eh, e há essa passagem que sinaliza essa construção desse momento crucial que a Terra haveria de experimentar, que culminasse nas circunstâncias favoráveis para a chegada do Consolador Prometido, que se encontra no livro Essencial, no capítulo 19, um israelita sem dolo, né? Vejamos aqui como abre Amélia Rodrigues o o o capítulo. Uma empresa, fala ela do do espiritismo, uma empresa de tal envergadura fora projetada a milênios com riqueza de detalhes. Olha, acabávamos de falar, portanto, que não há improviso na obra divina, né? mediante cuidados especiais e extraordinários numa visão transcendente do passado, assim como do futuro. Nenhum imprevisto poderia surgir ou deveria criar embaraços no organograma elaborado quase à perfeição. Organograma. Isso implica, portanto, num conjunto de acontecimentos tão precisos e necessários que pudesse favorecer o nascimento, o surgimento da terceira revelação. O trabalho, portanto, começou muito antes do que podemos imaginar. Isso só demonstra essa trajetória esperada por parte do da humanidade nas na condução de seu desenvolvimento e progresso espiritual. Era de se esperar, portanto, que nós atravessaríamos o que

maginar. Isso só demonstra essa trajetória esperada por parte do da humanidade nas na condução de seu desenvolvimento e progresso espiritual. Era de se esperar, portanto, que nós atravessaríamos o que atravessamos para que patrocinássemos, de uma certa forma todo o o toda a realização desse processo. Então, os princípios básicos e eh eh e eu diria fundamentais e essenciais doutrinários é encontrada cada página dentro de Amérodes, destacando, eu quis destacar esses dois eventos como culminâncias, né, eh, favorecedoras, eh, viabilizadoras do projeto espírita que Jesus edifica eh já talvez muito antes, nós não sabemos, mas já quando a sua passagem aqui na Terra Antes de passar pra Regina, a sua leitura agora me lembrou uma experiência recente que eu tive com a obra de Amélia Rodrigues, que eu gostaria de compartilhar aqui, porque fica como uma dica para um grupo espírita ou para alguém mesmo que individualmente queira ler as obras de Amélia Rodrigues. A gente sempre pensa na leitura, aquela leitura silenciosa, solitária do leitor, né? aquele momento de muita intimidade com o texto. Recentemente, eu tive a oportunidade de participar de um grupo de estudo cuja metodologia consiste em começar a ler em voz alta com uma pontuação expressiva os textos de Amélia Rodrigues. E sendo uma leitora há tantos anos e tantas releituras, eu nunca tinha feito isso. E essa leitura em voz alta me trouxe uma outra percepção do texto. Agora, quando você leu, veio a experiência eh que é bem recente dessas últimas três semanas e fica como uma sugestão de leitura, né? Le em voz alta. Isso que o Edgar fez agora sim trouxe esse sabor, né? Da das palavras. Às vezes não é uma leitura exatamente paraa gente problematizar, mas é muito para sentir. Para sentir. É um livro nesse sentido. Regina, eu queria aproveitar a tua experiência eh como biógrafa da Amélia Rodrigues. Eu sei que você fez esse trabalho muito bem feito, muito especial. tá lá no primeiro volume da Pérolas do Evangelho. E eu queria te

a aproveitar a tua experiência eh como biógrafa da Amélia Rodrigues. Eu sei que você fez esse trabalho muito bem feito, muito especial. tá lá no primeiro volume da Pérolas do Evangelho. E eu queria te perguntar, olhando paraa biografia da Amélia encarnada, que fato assim te chamou atenção, te fez brilhar os olhos na na biografia dela? Você me colocou numa situação agora. Vai lá. Eh, todos o todos os lados de dona Amélia Rodriguez me sensibilizaram, mas um aspecto bastante importante que me chamou atenção, porque eu não havia pensado, não havia feito link entre esses dois assuntos, foi aquele que dona Amélia Rodrigues, ela fala dos seus da dois maiores amores, Deus e pátria. Ela amava o Brasil e contribuiu significativamente no processo educacional, onde ela foi colocada para florir, vamos dizer assim, com esse processo. Então, ela diz: "Deus e pátria, nossos dois maiores amores." está na biografia. Nós também vamos deixar a curiosidade, mas me chamou atenção porque eu passei a observar o meu país sob um outro ângulo eh sugerido por dona Amélia, o respeito, a contribuição que nós podemos fazer, como ajudar, né, a soberania do país. Tudo esse todo esse aspecto eh me pareceu não só o da educadora, porque ela diz: "Todos somos educadores, educamos pelo que fazemos, educamos pelo que dizemos, né? Também educamos para o mal, não é verdade? Quem é eh faz o bem educa pelo bem, quem faz o mal educa fazendo o mal. Mas esse aspecto, Deus e pátria me surpreendeu e ela tem uma visão de Deus muito parecida com a resposta da questão número um do livro dos espíritos. E aí ela também tem uma visão muito particular sobre a vida eterna, né? Então esses aspectos quando a gente linca com a obra básica, porque nós não podemos fugir dela, não é Denese? Não é Edgar, sempre as obras básicas, né? Ela ressalta, ela ela fala o eh eh o granítico espiritismo, não é isso que ela fala? o peso e a relevância, importância, peso. E ela coloca o codificador num patamar exclusivo que ela, como ela sabe

? Ela ressalta, ela ela fala o eh eh o granítico espiritismo, não é isso que ela fala? o peso e a relevância, importância, peso. E ela coloca o codificador num patamar exclusivo que ela, como ela sabe descrever. Então assim, vale a pena o aspecto educador humanista, né? a sua contribuição à sociedade, às mães, aos desamparados, como ela falava, o aspecto de ela ter formado a primeira turma de eh alunos mistos, né, num colégio particular. inesperado. E você sabe que isso remonta uma, eu acho que remonta uma inspiração de Eurípides Barçsanufo, que faz o mesmo em Minas Gerais pouco antes. Evidentemente, eu penso que os espíritos superiores eles têm praticamente o mesmo ideal e trabalham em conjunto se apoiando. Pegando a leitura que o Edgar fez, não é uma empresa que começou ontem, né? Então eles estão muito bem. Eu diria que começou um segundinho. Não, não vim destruir a lei. Capítulo 3 do Evangelho Segundo Espiritismo. Lá mostra o capítulo um, né? O capítulo um, desculpa, um começa esse histórico aí. Sim. É o Edgar e Regina. e os que nos acompanham aqui pela internet e os que estão presentes aqui no auditório. Eu queria apresentar uma curiosidade sobre a feira do livro que eu não posso eh deixar passar, né? Eu tô olhando aqui pro nosso horário, eu não posso deixar passar essa essa curiosidade, né? Vocês fazem ideia de quantos mil livros foram vendidos até a edição passada da feira, que foi a 51ª? Você faz ideia, Deg? Imagina. É, eu faço ideia, né? Olha, você deu uma dica importante, né, que foi aqueles 100 livros vendidos aproximadamente, não é? Quando o Chico cá esteve. Ora, se considerarmos que são 50 edições, nós temos poderíamos ter um número entre 50 e 100.000 livros. Que é que você acha, Regina? Eu penso que mais de 300.000. Mais de 300.000. Até edição passada foram vendidos exatamente 558.450 livros, o que dá aproximadamente 10.000 livros por edição, não é isso? E aí nós estamos lembrando a todos que estão aqui no auditório conosco, quem é dessa região aqui de Ribeirão Preto, venha

558.450 livros, o que dá aproximadamente 10.000 livros por edição, não é isso? E aí nós estamos lembrando a todos que estão aqui no auditório conosco, quem é dessa região aqui de Ribeirão Preto, venha visitar a feira, compre um livro espírita, dê de presente. Os livros espíritas precisam ser acessíveis, estar em casa nas nossas estantes, ser objetos dos nossos presentes, né, para que nós possamos disseminar essa luz do consolador, né, Jesus, que a luz do mundo possa estar nas nossas casas para dias venturosos, né, para lembrar aqui do título do do outro livro. Então, achei esse dato aqui sobre a feira extraordinário, 558.450 livros vendidos até edição passada. E aí nós devemos passar com certeza dos 560.000 livros nesse momento. Mas nós estamos nos encaminhando assim para o final do nosso trabalho. Eu vou fazer uma pergunta dupla eh para que vocês já respondam eh como última pergunta do nosso programa. Eu queria começar com você novamente. Eu queria te perguntar aí eh se há um personagem, um evento que eh recontado de forma especial que você poderia destacar pra gente e o que você aprendeu de especial com Amélia Rodrigues nessa sua leitura? Eu gosto muito eh de todas de todos os capítulos em que ela se reporta aos discípulos de Jesus especialmente, né? Porque como eu disse há pouco, os 12 representam-nos, a humanidade inteira, né? Então, cada um desses desses eh fascinantes e extraordinários capítulos causam em nós uma identificação tão, eu diria até visceral, né, com em relação à vida daqueles. Ora, se esses espíritos eram espíritos nobres e que foram obstaculizados por força de um programa divino e que só mais tarde, eu diria depois do Pentecostes, né, Regina? só mais tarde, não é? Eles começam então a grande missão de divulgação evangélica que culminaria com Paulo de Tarso em termos de trabalho de edificação do cristianismo primitivo. É claro que nós estamos nesse mesmo processo de aprendizado. Então, eh, eu, eu me prendo muito a essa, a essas narrativas, Denise, em torno do dos

de trabalho de edificação do cristianismo primitivo. É claro que nós estamos nesse mesmo processo de aprendizado. Então, eh, eu, eu me prendo muito a essa, a essas narrativas, Denise, em torno do dos discípulos, em torno dessas personagens que são humanas, né? Essencialmente como nós, não é? Como nós. Eu vejo só um parênteses, essa nova série retratada, o The Chosen, né? O escolhido. E vejo Jesus tão humanizado, né? Um Jesus que joga bola, que ri, que conta piada, que brinca, mas que ama profundamente, que realiza profundamente. E é esse é o Jesus que eu quero trazer na minha vida, né? Um Jesus vivo, mas humano, não alguém inacessível, né? E a Mélia Rodrigues faz isso com a gente. Ela faz isso com a gente, né? Jesus fica próximo. É como se estendermos as mãos e tocarmos as dele. Então isso nos deixa assim muito sensibilizados e a e as obras fazem isso conosco. Eu poderia então dizer que a sua síntese é Amélia Rodrigues nos traz um Jesus humano, mas não banalizado. Mas não banalizado, não esquecido, né? Não desprezado, como hoje a gente talvez insista em deixá-lo, né? É esse Jesus que é luz do mundo, que é consolação, né? Não é isso. E você, Regina, que destaque você faria? Que aprendizado você tem assim em síntese com a leitura da obra de Amélia Rodrigues? Nós falamos em uma outra oportunidade que eu gosto muito da personagem Maria de Magdala. Uhum. Iaque me sensibiliza a alma, essas duas personagens profundamente. E mas justamente mostrar essa coletividade que estava próxima a Jesus e foi atendida em suas eh dificuldades e limitações, traz de volta para nós o objetivo do espiritismo, que é amar o próximo, fazer a caridade, né? Nosso lema não é torne-se espírita e seja feliz, não é nada disso. É fora da caridade, não há salvação. E para adquirirmos a caridade, temos que adquirir sensibilidade. E a sensibilidade vem muito de eh conhecer Jesus, né? Conhecê-lo profundamente. Mas ela apresenta romanos que foram que se declararam espíritas. Ela dá nomes. Ela dá nomes. Não é só o filho do

lidade. E a sensibilidade vem muito de eh conhecer Jesus, né? Conhecê-lo profundamente. Mas ela apresenta romanos que foram que se declararam espíritas. Ela dá nomes. Ela dá nomes. Não é só o filho do centurião, que provavelmente centurião também deve ter se convertido, né? É. Ela fala lá de um Natanael bem tolema. Foi simra. E o que chama muito atenção, para concluir, Judas, ela conta o que se passava na mente, no coração de Judas. Então, põe por terra aquilo que muitos pensamos, inclusive os espíritas, que Judas nasceu ou renasceu para traí-lo. É nada disso, né? E ela coloca exatamente para nós que nós também já fomos traidores e talvez possamos sê-lo novamente nesse momento, nessa existência. Então, nós nos sensibilizamos e eh Judas me, né, me fez acordar para a possibilidade de eu também, bom, há 2000 anos nós estamos nessa, né? né, mas de eu também falhar nesta, né? Então há muita coisa a ser explorada e só não é só a leitura, é o estudo, não é Edgar, não é Edgar, não é Denise, é o estudo Uhum. profundo dessa obra que vai nos trazer essa sensibilidade para agir com caridade. OK? Nós estamos nos encaminhando pro final do nosso programa, essa edição especial. Quero destacar ainda que nós temos internautas que nos acompanham nesta manhã de Cruz das Almas na Bahia, Uberlândia, Minas Gerais, Guaíba, Rio Grande do Sul, Porto de Galinhas em Pernambuco e também aqui de Campinas e São Paulo. Então, fomos acompanhados de E onde está a Foz do Iguaçu, seus companheiros de Foz do Iguaçu. Imagina, precisa provocar os amigos de Parana. Ah, são times você está aqui e representando os internautas. É verdade, gente. Eles participam, eles assistem nosso trabalho, mas não comparecem. Eu fico muito triste. Isso. Estamos aqui nos encaminhando pro final. Eu vou pedir a Degar suas despedidas pro nosso público que tá aqui presente, pros nossos internautas. Muito bem. Eu somente posso agradecer por participar de um evento tão pedagógico, tão instrutivo, tão sensível como esse, patrocinados pela Denise

úblico que tá aqui presente, pros nossos internautas. Muito bem. Eu somente posso agradecer por participar de um evento tão pedagógico, tão instrutivo, tão sensível como esse, patrocinados pela Denise Lino, pela Regina Baldovino e por você, né, especialmente que nos assiste, que nos ouve. Muito obrigado. Trata-se de um de um primeiro movimento de aperfeiçoamento estimulado e incentivado pela leitura da obra de Amélia Rodrigues. OK, Regina. E vocês suas despedidas. Muito obrigada pela presença dos companheiros. Sensibilizada estivemos todo esse tempo. Gratidão a Deus, nosso pai, por ter permitido, através de Jesus, de dona Amélia Rodrigues, né, com certeza, dos espíritos da unificação, da união, vinculados aqui à US Regional, né, essa oportunidade. Divulguem, dona Amélia Rodrigues, divulguem suas obras. Estudem, elas não vão substituir as obras básicas, elas vão complementá-las. Gratidão a todos. Ok, queridos amigos, em nome de toda a equipe do Literatura Espírita, eu agradeço quem veio nesta manhã aqui neste auditório, quem nos acompanha pela internet e o nosso público já sabe, nós voltaremos no primeiro domingo de agosto, 3 de agosto, dando sequência ao estudo dos autores espíritas contemporâneos e nós traremos o Andrei Moreira com o livro específico O alto Amor e outras potências da alma. Então, até lá, até o 3 de agosto. E nós agradecemos a todos vocês que estiveram conosco uma excelente manhã de domingo. Somos muito gratos a quem 42ª feira do livro espírita e façamos votos de que essa feira tem uma existência muito longa e muito profíua. até agosto. Então aqui M.

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