Literatura Espírita | T11:E5 • Autores Espíritas Contemporâneos • Parábolas do Amor

Mansão do Caminho 07/12/2025 (há 3 meses) 1:25:51 723 visualizações 149 curtidas

Literatura Espírita: prazer em conhecer » Temporada 11 - Autores Espíritas Contemporâneos » Episódio 5 - Parábolas do Amor (livro) Apresentação: Denise Lino #literaturaespírita #autoresespíritas #espiritualidade #joannadeângelis #améliarodrigues #dilvadofranco

Transcrição

Olá, amigos. Muito bom dia a todos. Eu sou Denise Lino e esse é o Literatura Espírita Prazer em Conhecer, que hoje está no quinto episódio da sua 11ª temporada, abordando os autores espíritas contemporâneos. No programa de hoje, nós vamos abordar o livro Parábolas do Amor e a co-autora do livro, Sâmia Aada. Sejam muito bem-vindos ao nosso programa e escrevam aí no chat de onde vocês nos acompanham nesta manhã e nos digam também o que é que vocês mais gostam aqui do nosso literatura espírita. Quero aproveitar para cumprimentar os nossos parceiros de transmissão. Este programa está indo ao ar através do canal Seridó Espírita da Web TV da Mansão do Caminho, da Web TV da União Espírita de Vitória da Conquista, da Web Rádio Fraternidade e da Rai TV. Para você que está chegando agora no Literatura Espírita, é importante que conheça os nossos objetivos. Nós temos como objetivos divulgar o espiritismo, divulgar a literatura espírita, instigando os leitores para as múltiplas formas de ler, interpretar e relacionar os textos mediúnicos ou não, e incentivar os leitores à aquisição de obras espíritas em livrarias e editoras espíritas, porque atrás destas instituições estão obras de assistência social que dependem dos direitos autorais. E aí fica uma dica neste Natal de um livro espírita de presente. Aliás, sugerimos mais neste Natal, em vez de amigo secreto, faça um amigo livro com livros espíritas e você vai difundir essa portentosa literatura para muita gente. E não poderia ser diferente, o nosso programa de hoje é um programa em homenagem ao Natal. Mas calma aí, hoje é o quinto programa da 11ª temporada e domingo que vem, 14 de dezembro, teremos o nosso especial de Natal, como sempre fazemos aqui no Literatura Espírita. Nós teremos hoje daqui a pouco no nosso na nossa tela a nossa convidada, a Sami Aada, que será a nossa entrevistada. E com muita alegria também receberemos daqui a pouco aqui na tela o nosso querido Rubens Castro da Web Rádio Fraternidade. Antes que a gente possa trazer os convidados à tela,

rá a nossa entrevistada. E com muita alegria também receberemos daqui a pouco aqui na tela o nosso querido Rubens Castro da Web Rádio Fraternidade. Antes que a gente possa trazer os convidados à tela, nós vamos ler uma parte do livro Parábolas do Amor. Está aqui a capa do livro para vocês verem. Um livro especialíssimo que além de parábolas e suas interpretações, tem também poemas. E vamos ler aqui o poema Gratidão ao Cristo da Sâmia. E esse poema diz o seguinte: "Sou fruto da cruz que ergueste, da dor que sentiste com amor sem fim, das curas que a m o concedeste, pois curando a eles curaste a mim. Sou fruto do sermão do monte, que em mil horizontes consigo ouvir, do pão e do vinho jorrados aos desamparados que fazem sorrir. Pequena sou a criança que naquele dia chegou a ti. Sou tua filha da alegria que me contagia, aliás, perdão, sou filha da tua alegria que me contagia sempre a sorrir. Não posso esquecer-te após ver-te e após receber-te o olhar mansidão. Só vivo, ansiando deter-te, fazendo-te vivo no meu coração. E agora sim, na nossa tela, os nossos convidados desta manhã, a Siaada e o Rubens Castro. >> Queridos, queridos, sejam muito bem-vindos. >> É uma alegria tê-los aqui no nosso programa. Conforme dissemos nos bastidores antes de começar, estávamos todos muito ansiosos. pela chegada de vocês e queremos então nesse primeiro momento aqui que vocês se apresentem para os internautas que nos acompanham nessa manhã. E eu quero começar com a Sâmia, pedindo que você se apresente, Sâmia, para que todos saibam quem é você, que atividades você faz no movimento espírita. Bom dia a todos >> nesta manhã maravilhosa de domingo. Gratidão ao canal por ternos convidado. Eu sou a Sâmia Aada, como sou mais conhecida. Eu resido atualmente aqui em Curitiba, né, Paraná, mas sou nascida em Belém do Pará. E aqui nós exercemos, nós trabalhamos no Centro Espírita Recanto da Prece, tá? Nós atuamos na área de estudo em grupo, estudo de obras na mediúnica, onde eu trabalho como, atuo como dialogadora,

Pará. E aqui nós exercemos, nós trabalhamos no Centro Espírita Recanto da Prece, tá? Nós atuamos na área de estudo em grupo, estudo de obras na mediúnica, onde eu trabalho como, atuo como dialogadora, faço palestras, né, em geral, lives e palestras e também trabalhamos, colaboramos no trabalho de acolhimento aos enlutados no grupo Amor Imortal. Aqui estou tendo a honra de estar aqui com a Denise Lino e a alegria de estar com todos vocês. Sâmia, a honra é toda nossa de tê-lo aqui. E você, querido Rubens, conhecidíssimo nesse Brasil todo, mas queremos que você nos fale um pouquinho sobre você, sobre o que você faz no movimento espírita e para o movimento espírita. Ah, Delí, para mim é uma honra estar aqui com esse trabalho tão lindo que vocês estão fazendo. Mas eu sou Rubens de Castro, estamos na cidade de Uberlândia, Minas Gerais. Já atuamos no movimento espírita há muito tempo, já colaboramos com a nossa Aliança Municipal Espírita aqui. Hoje estamos vinculados a uma casa espírita que se chama Fé e Amor e trabalhamos num departamento que é uma casa anexa a essa num bairro periférico da cidade que se chama Seara Espírita Vinha de Luz. Aliás, Sara Espírita Vinha de Luz é onde onde a gente se desenvolveu muito bem com esse trabalho, né? Então a gente tá lá sempre a segundas-feiras antes do Pinga Foco, fazendo o nosso trabalho, né, nosso trabalho eh de palestras, de passes, de diálogo, diálogo com a comunidade e também a gente trabalha na divulgação espírita eh no nosso na nossa casa, Fé e Amor, coordenando a reunião mediúnica sextas-feiras. Mas além disso, a gente tá aí com a nossa querida web rádio Fraternidade. Às vezes eu fico pensando, né, quando a gente olha para trás lá em 2009, quando ela foi criada e caminha esse tempo todo, fala: "Meu Deus do céu". Mas o nosso propósito, Denise, é ajudar a construir um mundo melhor, trazendo conteúdo espírita que consola, que salva e que levea esperança. A gente é apenas aquele instrumento que Jesus convidou para trabalhar com todas as imperfeições

ar a construir um mundo melhor, trazendo conteúdo espírita que consola, que salva e que levea esperança. A gente é apenas aquele instrumento que Jesus convidou para trabalhar com todas as imperfeições e a gente tá aqui seguindo até quando ele achar que a gente dá conta. >> OK. Muito obrigada, Rubens. Nós estamos felicíssimos de tê-lo conosco, né, nosso parceiro através da Web Rádio Fraternidade. E se por acaso alguém que tá aí nos acompanhando não entendeu o que é o Pingafogo. O Pingafogo é um dos principais programas da Web Rádio Fraternidade, que vai ao ar nas segundas-feiras à noite, a partir das 21 horas, com a apresentação do Rubens Castro e da Divina, com a participação da Sâmia e do Jorge Elará. E eu tô acompanhando aqui os comentários e alguém colocou, só tá faltando nessa tela a Divina e o Jorge Lará. Então, seria um um outro, né, tipo de programa aqui. E o Pingafogo é um programa que fez muito, começou na pandemia, né, Rubens, e fez, vem fazendo muito sucesso, um programa semanal, as segundas-feiras e é um marco para todos nós. Mas vamos então, enquanto os nossos internautas vão aí se conectando, vão nos dizendo de onde nos acompanham nessa manhã, que é muito importante para nós sabermos isso. E também hoje perguntamos aos internautas o que eles mais gostam aqui no programa para que a gente tenha uma ideia e possa melhorar. Vamos a apresentação do livro da Sâmia, Parábolas do Amor. Vamos esperar os nossos slides chegarem no ar para que a gente possa falar desse livro, OK? Então, aí está o Parábolas do Amor. A Samia é coautora desse livro, juntamente com Jorge Elará, que é expositor e escritor bastante conhecido de todos nós. Mas vamos focar na Sâmia. Ela é também coautora do livro infantil Mistério da Cabana, editado em 2012 pela FEB. E é um livro que trata de apresentar o livro dos espíritos para crianças. A Sâmia também está como participante no livro da Ana Teresa Camasmi, Mãe as FES da força do amor materno. Os poemas da Sâmia estão lá compondo esse livro da Ana Teresa

ro dos espíritos para crianças. A Sâmia também está como participante no livro da Ana Teresa Camasmi, Mãe as FES da força do amor materno. Os poemas da Sâmia estão lá compondo esse livro da Ana Teresa Camasmi. E no Parábolas do Amor, além do trabalho de interpretação que ela já fazia com Jorge Elará em muitas lives e palestras, aqui também nesse livro ela comparece como autora de muitos poemas, conforme nós destacaremos mais adiante. A Sâmia é a idealizadora do canal Saga das Almas, que está no YouTube, e também do perfil Saga das Almas, que está no Instagram, e ela nos apresenta vídeoemas. Guardem bem essa expressão, não são apenas poemas, são vídeoemas, porque são ilustrados com imagem e mais recentemente os poemas que a Sâmia publica no Saga das Almas estão ali animados com a ajuda de inteligência artificial e musicados também com a ajuda da inteligência artificial. É um trabalho muito original, que merece ser conhecido, caso alguém que esteja aqui conosco não conheça ainda esse canal no YouTube. Recomendamos fortemente. A Sâmbia também esteve à frente em 2022 e 23 do programa A Luz do Espiritismo, que foi ao ar por um conjunto de parceiros e também pela web Rádio Fraternidade. Em 2021, ela fez muitas lives com o título geral: A vida através dos poemas. E nesses nessas lives ela apresentava alguns de seus poemas. Agora sim, sobre o livro que trouxemos para este programa. Ele é um livro do gênero expositivo argumentativo, composto por ensaios intercalados por poemas líricos. é um livro do ano de 2023, publicado pela editora Intelítera. E do capítulo um, nós trouxemos aí eh um treenchinho do poema que aparece lá. Estou cansada, já sou alma antiga de tantos carmas, idas, vindas, idas, de tantas vidas, muitas repetidas, mal repetidas, muitas já perdidas. Então, esse trechinho do poema Evolução que está lá no primeiro capítulo. E agora aquilo que chamamos aqui de o desenho do sumário. E chamamos de desenho porque o livro já ali após a apresentação nos convida para um desenho

o poema Evolução que está lá no primeiro capítulo. E agora aquilo que chamamos aqui de o desenho do sumário. E chamamos de desenho porque o livro já ali após a apresentação nos convida para um desenho mental, para uma imagem, para que nos coloquemos à beira do lago de Genezaré, sentados para ouvir Jesus narrar parábolas. E ao mesmo tempo que os autores nos fazem esse convite, eles também nos colocam na sequência numa outra conexão importante para compreendermos a as parábolas, que é a primeira parte do livro. e traz no capítulo um todo um histórico daqueles que vieram antes do Cristo a seu serviço, anunciando aquelas que seriam as verdades que Jesus traria para todos nós e todos os sinais, os indícios que ficaram nas trajetórias de vidas importantes conectadas com o Cristo, que o antecederam e de uma alguma forma o anunciaram. No capítulo dois, nós temos uma breve introdução ao judaísmo para que nós possamos compreender melhor esse grupo sociocultural de referência com o qual Jesus esteve diretamente envolvido. No terceiro capítulo, nós somos convidados a compreender um pouco sobre o Novo Testamento. É claro que sabemos que Jesus não escreveu, mas se faz necessário compreender a construção desse texto de referência que nos apresenta Jesus. No quarto capítulo, nós somos chamados a entender a escolha didática de Jesus por parábolas. Porque Jesus falou por parábolas, a fim de que nós pudéssemos gravar os seus ensinamentos. Se você tem essa dúvida, recomendo já que leia o quarto capítulo. E no quinto, uma provocação. Jesus, um revolucionário. Os autores nos colocam em alguns cenários, como por exemplo, porque Jesus foi a Samaria ou porque Jesus atendeu a samaritana. É muito importante olhar esse capítulo para compreender como Jesus ia amorosamente construindo um paradigma de amor para todos nós. E aí sim, na segunda parte do livro, As Parábolas, no capítulo seis, nós somos levados a entender os vários níveis de interpretação dos trabalhadores da vinha. Essa parábola é

de amor para todos nós. E aí sim, na segunda parte do livro, As Parábolas, no capítulo seis, nós somos levados a entender os vários níveis de interpretação dos trabalhadores da vinha. Essa parábola é importante. Depois, no capítulo sete, aquela que é conhecida como uma parábola perfeita, o bom samaritano. Depois, no capítulo oito, as sete parábolas do reino, que são a parábola do semeador, do joio do trigo, do fermento, do grão de mostarda, do tesouro no campo, da pérola e a da rede. No capítulo 9, a transformação a que todas essas parábolas nos convidam. No capítulo 10, como essas sete parábolas estão conectadas com esse momento de transição planetária que estamos vivendo. O capítulo 11, que traz as parábolas da misericórdia, que são a da dracma perdida, da ovelha perdida e do filho pródigo. O capítulo 12 traz a parábola das 10 virgens e o capítulo 13 nos traz a parábola dos talentos. E aí vamos aos pontos importantes, né, da primeira e segunda partes do livro. Na primeira parte, há todo um contexto histórico para que nós entendamos através dos séculos como os ensinamentos que se conectariam com a mensagem de Jesus foram chegando para nós através, por exemplo, de diversos missionários. E aí nós veremos sinais dessa vinda do Cristo, de vedas a Buda, de Sócrates e a Moisés, cada um plantando sementes do pensamento do Cristo. Depois nós vamos verificar que as tradições antigas já falavam sobre reencarnação, lei de causa e efeito, lei de um a lei de um aperfeiçoamento contínuo e usavam histórias e imagens do cotidiano para ensinar verdades eternas. Depois o livro nos leva a entender o judaísmo e a sua leitura simbólica em vários níveis que nos levam, por fim, a questionarmos quem sou eu dentro de cada história, quem sou eu dentro de cada situação? Fazendo uma leitura profunda da simbologia, das histórias e das situações que vivemos, notadamente das histórias. E por fim, Jesus, que é a síntese e ao mesmo tempo revolução. O mestre contou mais de 40 parábolas, nos dizem os autores do livro

das histórias e das situações que vivemos, notadamente das histórias. E por fim, Jesus, que é a síntese e ao mesmo tempo revolução. O mestre contou mais de 40 parábolas, nos dizem os autores do livro que estamos focalizando, inverteu a lógica, nos trazendo Deus como um pai amoroso, a valorização dos humildes e uma crítica às estruturas de poder feita de forma bastante amorosa. Na segunda parte, aí nós vamos ter as parábolas propriamente examinadas e ali parábolas e poemas. entremeados que vão preparando a nossa emoção para que nós possamos melhor conhecer essas pará essas parábolas. Nós vamos dar história a minha história e cada verso dos poemas da Sâmia que são apresentados antecedendo cada capítulo. E aqui destacamos os poemas dos da segunda parte do livro trazem essa ideia de que o percurso da humanidade é também o meu drama pessoal, é a minha dor, a minha busca e a minha cura. E o fio condutor de tudo isso, o amor do Cristo. Os poemas nos trazem um olhar muito bonito para aquele olhar que queima simbolicamente falando em relação ao olhar de Jesus. A cruz como uma grande simbologia do amor e os poemas, vale enfatizar, preparam o nosso coração para ouvir as parábolas. Lembremos que o convite no início do livro é para que nos sentamos e sintamos à margens do lago da Galileia. Como destaque para as parábolas, o tema da transição planetária, a parábola do joio e do trigo, como uma imagem para esse processo de transição planetária, essa conexão com a lei divina, o senso de justiça, a vitória sobre as nossas paixões inferiores. Depois nós vamos para as parábolas da misericórdia. A ovelha perdida, o dracma, o filho pródigo revelam o pai que busca incansavelmente, espera com paciência e abraça com ternura. Depois, a vigilância e a responsabilidade. Vemos isso na parábola das 10 virgens que nos ensinam sobre a luz interior que precisa estar acesa e preparada. Os talentos nos mostram os dons que precisam ser multiplicados e jamais serem enterrados. Ainda como parte importante da segunda parte do

inam sobre a luz interior que precisa estar acesa e preparada. Os talentos nos mostram os dons que precisam ser multiplicados e jamais serem enterrados. Ainda como parte importante da segunda parte do livro, nós queremos destacar os poemas que fazem um diálogo muito interessante com as parábolas. Primeiro, nós temos a relação entre gratidão e pertencimento. Os poemas nos colocam como um divino projeto, filhos amados chamados a responder ao amor do Cristo. Depois, esses poemas nos fazem perceber que precisamos passar da teoria à experiência. E os capítulos sobre as parábolas explicam a transição, a reforma íntima, a lei de causa e efeito. E os poemas nos falam de uma fé viva sobre o caminho a ser percorrido. E ainda como um ponto importante a relação entre dor, queda e recomeço. Os versos falam de um coração adormecido, falam de céu e chão, falam sobre culpa e cruz e dialogam com as parábolas da misericórdia das virgens prudentes e dos talentos a serem multiplicados. Dos 13 capítulos, precisávamos destacar um e escolhemos o capítulo 11, que traz as parábolas da misericórdia e o poema misericórdia de Samuada, quando ela diz: "Vem misericórdia ao solo em dor". Vem e acolhe ao colo algóis que chora, sara a culpa que em sua alma flora e suaviza a cruz que procurou. Lembramos que na interpretação feita pelos autores para a parábola da ovelha perdida, nós vamos entender um pastor que procura, que encontra a ovelha e que a carrega nos ombros. E um trechinho de um verso de um outro poema que está lá diz: "Quando eu me afasto do grupo". Lembrando que às vezes nós fazemos esse movimento de afastamento que não é nos é tão danoso e precisamos nos reencontrar e sermos reencontrados. Sobre a parábola da dracma perdida, um verso do poema diz: "Quando eu perco o meu valor aos meus próprios olhos". E aí vai nos conectar com a ideia de que Deus acende uma luz interna em nós, nos ajuda a varrer a casa íntima e não desiste de nos encontrar para que nós nos encontremos. E quanto à parábola do filho pródigo diz

s conectar com a ideia de que Deus acende uma luz interna em nós, nos ajuda a varrer a casa íntima e não desiste de nos encontrar para que nós nos encontremos. E quanto à parábola do filho pródigo diz um verso do poema: "Quando eu me afasto da minha escolha e o que ocorre? O pai fica à porta, me vê de longe e quando volto corre, abraça e me faz festa". E aí é hora de perguntarmos: "E nós quem somos nessas parábolas da misericórdia? Somos a ovelha? Somos a moeda? Somos o filho mais novo da parábola do filho pródigo ou somos o filho mais velho? E por fim, quem quiser saber mais sobre a Sâmia Aada, acesse o canal do YouTube Saga das Almas ou a acompanhe juntamente com o Ela, o Rubens e a Divina Castro no Pingafogo que vai ao ar segundas-feiras às 21 horas. E aí está o destaque do último programa que eles fizeram na segunda-feira passada. Essa então a apresentação do livro e agora sim vamos à entrevista com auxílio do nosso querido Rubens que está aqui. Vamos entrevistar a autora, né? E lembramos aos internautas que perguntas sim podem ser deixadas no nosso chat. A equipe está lá e as perguntas serão feitas à Sâmia no último bloco. Vamos começar. E aí eu quero começar a Sâmia perguntando para você sobre a Sâmia leitora. Quem é essa leitora, o que gosta de ler? E como essa leitora influenciou a autora que você é hoje? >> Olha, como leitora que como leitores que todos nós somos, né? Nós temos aqueles livros, aquele tipo de leitura que nos atrai automaticamente e temos aquele tipo de leitura que nós sabemos que precisamos ler por uma necessidade nossa. Qual é aquele que me atrai? que se deixar eu só vou para eles. São os romances, a princípio, aqueles romances que para mim é tão fácil aprender através desses romances quando eles fazem um vínculo de um drama, de um erro e depois a gente observa a consequência na outra existência, no mundo espiritual, eh, e o crescimento dessa alma. Então depois nós vamos pras obras básicas, pras obras subsidiárias e eles explicam isso que tá acontecendo

erva a consequência na outra existência, no mundo espiritual, eh, e o crescimento dessa alma. Então depois nós vamos pras obras básicas, pras obras subsidiárias e eles explicam isso que tá acontecendo no romance e para mim é rico demais, sem contar que isso me prende. Então para um Paulo Estevão, um há 2000 anos, alguns livros de Rochester, gosto muito de alguns livros de Rochester, né? Então tem vários romances que nos me fazem bem nesse sentido, mas tem outra coisa que me atrai demais. demais, Manuel Filomeno de Miranda, porque eu adoro tudo que é fenômeno mediunidade, desde nova, desde criança, sabe? Quando eu fui descobrindo que a fantasia não existia, foi me dando uma tristeza, uma depressão. Então, eu sempre fui muito vinculada desde pequenininha. Eu eu o meu primeiro curso foi química, porque quando eu era criança, eu pegava as folhinhas e amassava e botava água e misturava com um monte de coisa que eu tinha a impressão que aconteceu uma coisa interessante, nunca aconteceu. Mas eu tinha muito isso da magia, da mistura. Talvez por isso eu tenha nascido sem mediunidade nenhuma, né? Mas a mediunidade me atrai e o Manuel Filomeno traz ela de uma maneira muito bonita, apesar de muitas vezes dolorida, quando ela nos traz a mediunidade como neutra e aí nos coloca como os autores de como vamos utilizá-la, mesmo a nível intuitivo apenas, né, de inspiração. Então, me atrai muito os livros da série da transição planetária de Manuel Filomino também me atraem demais. Então, eu acredito que esse tipo de leitura sejam eh os que me atraem bastante. Agora, o tipo de leitura que me me enleva a alma, Amélia Rodrigues, sabe? primícias do reino. Quando eu descobri, eu fiquei encantada porque ela me apresenta Jesus de uma maneira que eu di é isso mesmo. É isso mesmo. E aquela sensação de que ela traz a como ela coloca ali no no início, no preâmbulo, faz com base na tradição do mundo espiritual acerca, né, das da história do Cristo. Nós sabemos que não é porque nós desencarnamos que a gente vai

raz a como ela coloca ali no no início, no preâmbulo, faz com base na tradição do mundo espiritual acerca, né, das da história do Cristo. Nós sabemos que não é porque nós desencarnamos que a gente vai encontrar Cristo lá. e vai ficar perguntando, me conta a verdadeira história. Nós não temos esse acesso nem desencarnado a essas almas muito evoluídas, mas evidentemente de cima, né, nos desce eh eh esses sinais de que existe algo muito mais rico em termos de história para além do resumo que está no no Novo Testamento. Então, essas histórias de como Jesus dialoga com as pessoas, dependendo do drama de cada uma e como todos nós vamos nos identificar com algum drama que Amélia Rodrigues nos apresenta, que Humberto de Campos nos apresenta. Eu acho isso riquíssimo também, impressionante. Mas a forma poética, né, aquela prosa poética de Amélia me encanta, realmente. Muito bem. Eu acabei de achar quais são os nossos fios de afinidade. Gostar de ler o Manuel Flomeno de Miranda e a Amélia Rodrigues, né? >> Ótimo, Ruben. Espaço para você agora continuar. >> Então, eu tava aqui pensando, a Sâmia eh, comentando, né, sobre as obras, os livros. E aí, Sâmia, uma coisa que que me vem à mente é fazer um paralelo, né, essa questão do poema na ajuda, eh, no entendimento do processo, eh, que a doutrina espírita nos apresenta, né? Você falava e eu tava pensando, né, o o Chico traz é instrumento do parnado de Além Túmulo, que ajuda, abre as de certa forma um um processo novo de divulgação da mensagem espírita. E olhando as parábolas, né, você vê, muitas vezes nós temos tínhamos dificuldade de encontrar uma chave de entendimento, porque aquelas palavras ficavam assim, né? E aí observando, né, como é que é interessante. E aí eu faço uma pergunta para você, né? Como é que vocês fizeram? Fala assim, vamos fazer um trabalho sobre parábolas, um livro sobre parábolas e vamos juntar com os poemas, vamos pensar poemas e trazer para pra obra. como é que você e o Jorge trabalharam essa ideia de fazer eh eh

os fazer um trabalho sobre parábolas, um livro sobre parábolas e vamos juntar com os poemas, vamos pensar poemas e trazer para pra obra. como é que você e o Jorge trabalharam essa ideia de fazer eh eh isso que no momento tava em planejamento e chegar nessa concretização quando a a Denise trouxe pra gente, né, eh o esse poema, logo na abertura do programa, estou cansada, sou alma antiga de tantos carmas, idas e vindas, de tantas vindas, muitas repetidas, mal repetidas, muitas já perdidas. É a gente, é eu, é a Denise, é você. Super interessante, porque você parece assim que que não tem nada a ver, mas quando você lê assim, nossa, eu tô me encontrando aqui na obra. Como é que foi a construção essa ideia de nós vamos fazer o livro, vamos pegar esse poema, vamos pegar esse trecho, como é que foi? Olha, a questão da inclusão dos poemas do livro, elas surgiram no diálogo natural com a editora que nos convidou, né, a intelittera. E depois que o livro já estava na sua base preparada, na sua base de capítulo preparada ainda pra revisão, mas que já tinha, então eles me entregaram e pediram para mim, claro, que que escolhesse os poemas e me colocaram algumas eh limitações necessárias, né, por conta do livro. Então, todas essas estrofes, elas são uma estrofe de um poema longo, entendeu? Então eu fui lendo o livro como esse que fica logo no início, que é a que é a parte aonde ele fala das doutrinas, das dos ensinamentos que vêm antes, né, da do da encarnação de Jesus, mas que sim são todos emissários do Cristo, né, Krishna, Buda, vieram sempre em nome do nosso governador. E isso encaixa muito com o poema Evolução da da onde foi tirado isso, que trata do drama das pessoas que que vieram para cá, né, que vieram e eh migraram para cá a questão do do dos exilados na Terra, né, das das raças adâmicas e tantos outros, tá? Então nós, dependendo do tema da da organização do livro, já tínhamos vários poemas que iam se encaixando. E em cima desse poema a gente buscou qual a estrofeida sem sem prejudicar o entendimento, né,

Então nós, dependendo do tema da da organização do livro, já tínhamos vários poemas que iam se encaixando. E em cima desse poema a gente buscou qual a estrofeida sem sem prejudicar o entendimento, né, que que a estrofe começa e termina e que identifique o drama emocional daquela história. Porque assim, se você lê o o livro, ele traz a história seca e o poema, a estrofe escolhida ou em um canto ou outro poema escolhido, tenta jogar a emoção, ou seja, ah, porque nós tivemos os exilados, trouxeram, né, o vagavaguita, isso e aquilo. Mas qual é o drama desses exilados? Aí a gente joga para dizer: "Não foi fácil, não continua não sendo fácil". Então o objetivo foi esse, tentar jogar esse emocional naquela lógica, mas limitado a a as necessidades da editora. >> OK, Sia. Muito bem. Tem uma outra coisa no livro que me pareceu muito interessante também, além desse ah dessa relação entre poemas e capítulos que abordam as parábolas e que para mim foi muito didático, é que vocês nos propõem no início do livro aquele desacelerar, quando vocês dizem assim, antes de começar a ler, se coloque mentalmente ali as margens do mar da Galileia. Eh, eu imaginei que ao construir essa imagem, nós íamos direto para as parábolas. Aí vocês trazem um conjunto de capítulos da primeira parte, faz um recu histórico, nos levam a conhecer esses antecedentes do Cristo, né? Então, o que eu quero te perguntar é se esse desacelerar e esse recu vocês pensaram estrategicamente para colocar o leitor no livro ou se depois foi, digamos assim, intuitivo. Vocês colocaram o desacelerar lá, criar a imagem e depois viram que isso ficou muito bom, porque no final vocês trazem de novo a imagem, né, na no último capítulo, né, que novamente nos sintamos no lago. Então, eu queria saber como é que vocês foram pensando esse processo aí de trazer informações históricas e deixar o leitor ali já receptivo paraas parábolas. Foi muito bonito, Denisa, que aconteceu, porque uma pessoa que trabalha, estava trabalhando, organizando o livro da

e trazer informações históricas e deixar o leitor ali já receptivo paraas parábolas. Foi muito bonito, Denisa, que aconteceu, porque uma pessoa que trabalha, estava trabalhando, organizando o livro da editora, mandou uma mensagem pro Elará, né, uma mensagem para nós e dizendo: "Elahá, eu eu li o material, né? Ela era responsável por organizar tudo, buscar o material e eu não não aguentei. Me veio uma vontade de escrever e eu escrevi isso. Olha só. E eu estou pensando colocar isso como a abertura dos capítulos do livro. Ela diz: "Eu me vi numa na beira do lago. Eu achei tão lindo isso, né? e nós lemos. Que coisa linda. Então, é a colaboração da editora e eu acredito que uma colaboração inspirada de alguém que conseguiu na leitura se envolver com aquela ambiência e ela escreveu de forma tão linda e ali ficou. E essa mesma pessoa continuou depois lá no epílogo agora, né, que nós aí começa a fazer praticamente um resumo, né, de tudo que aprendeu à beira daquele lago, que seria o conteúdo do livro ali. Só a prece que ela coloca no final que foi uma prece que o Elará fez numa live para Portugal, um pouco antes ele tinha feito essa prece, então tem as palavras dela e ela coloca, vamos encerrar com a prece e a prece dele. A história é essa. Agora o recu, né? Esse recu ele é imprescindível, Denise, porque nós, seres humanos, adoramos caixinha, adoramos delimitar as coisas e isso tem trazido muito prejuízo paraa humanidade. Então, eu sou cristã porque eu acredito no Cristo, em Jesus, mas Jesus é isso aqui. O que fugir de Jesus não presta. Então esse início principalmente é desde o capítulo um, ele nos mostra um Jesus que não está limitado a uma religião, a um carimbo de um homem religioso. Ele é o nosso Cristo. e que todos aqueles eh missionários enviados, profetas, como seja, que trouxeram coisas produtivas, com o nome que fosse, com a vestimenta, a cultura que fosse, eles vieram em nome de Jesus. Então, é esse primeiro momento é imprescindível para que nós aprendamos a ver. Olha, não começou com Jesus,

, com o nome que fosse, com a vestimenta, a cultura que fosse, eles vieram em nome de Jesus. Então, é esse primeiro momento é imprescindível para que nós aprendamos a ver. Olha, não começou com Jesus, começou no início da nossa história, a primeira religião dos Vedas, vagavadita que traz traz as riquezas que hoje o espiritismo nos relembra, né? Então ele começa a mostrar que a verdade que o Cristo nos trouxe, ela não foi inventada por Jesus, mas é uma verdade universal. Para quem gosta de ETS e UFOs, eles também precisam praticar a mesma verdade do amor, da fraternidade e etc. Então, a ideia é essa, fazer que quando se chegue lá nas parábolas, eu entenda que essa verdade que o Cristo traz, ela é universal, que ele traz algo que já foi trazido, mas nós não aproveitamos, que ele trouxe, mas possivelmente, como ele mesmo disse, ele não trouxe tudo e depois receberíamos mais. entender que o espiritismo também ainda não trouxe tudo, mas o o que nós podemos no nosso nível evolutivo, mas receberemos mais. Não sei se o espiritismo evoluirá ouvirá algo com outro nome, mas daqui a 500 anos precisaremos, estaremos prontos para mais coisas. E também para entendermos que quando nós, e isso quem diz é, eu acho lindo, quando nós queremos mergulhar nas mensagens de Jesus, o Emanuel diz: "A razão não basta. A razão não é suficiente. É preciso aprender a usar intuição. Ou seja, você lê sem preconceito nenhum de que isso não. Você lê a mensagem, você sente o que ela quer te ensinar. Hoje nós temos muita preocupação. O que que significa os que choram porque serão consolados? Os injustiçados, por que ele disse isso e por e tentamos fazer. Mas a pessoa que se conecta com o divino, ela consegue ler aquilo e sentir essa verdade e se consolar. E eu pego o exemplo de quantas senhoras, uma pessoas simples, às vezes analfabetas, que chegam para nós e dizem: "Eu perdi meu filho". Eu não sei por isso aconteceu, mas eu tenho certeza que Deus não erra e que tá tudo certo e ele tem o motivo. Pronto, essa pessoa

vezes analfabetas, que chegam para nós e dizem: "Eu perdi meu filho". Eu não sei por isso aconteceu, mas eu tenho certeza que Deus não erra e que tá tudo certo e ele tem o motivo. Pronto, essa pessoa sente a verdade, sente que tá tudo certo. Ela usa essa intuição invejável e a gente fica na razão tentando encontrar esses motivos. Olha, Same, você disse algo muito importante, aliás, você disse várias coisas muito importantes. Acho que a primeira delas para mim é um livro a seis mãos, né? Porque eu nunca imaginei que essa ideia do da imagem do lago e o final tivesse vindo da editora. Eu imaginei que tivesse sido você e o Elará. E a minha curiosidade é como é que eles pensaram isso. Então, achei maravilhosa essa isso que você nos trouxe agora de que uma terceira pessoa lendo ali a prova do livro teve essa ideia. Ou seja, a leitura nos conecta, um livro de fato inspirado, né? E a outra ideia que você traz é leiamos, né, ou vejamos Jesus mais amplo. Isso de fato o livro me ensejou essa percepção de um Jesus mais. Mas antes eu passar, pois não, pode rapidinho. O livro dos espíritos nos aconselha isso, né? O livro dos espíritos nos aconselha no não é em determin eu não sou ela para dizer o número, tá? Mas vocês vão encontrar lá. Nos aconselha que o homem que está interessado em aprender, ele vai encontrar o conhecimento em vários lugares, desde prestando atenção na natureza como acessando os ensinamentos antigos, porque a verdade está em todo lugar. Ele, o livro dos espíritos, o que que traz os nossos princípios enquanto doutrina, ele nos abre essa oportunidade. >> OK? E aí, antes de passar pro Rubens fazer a próxima pergunta, eu quero destacar aqui algumas cidades das quais estamos sendo acompanhados nesse ao vivo do 7 de dezembro. Estamos sendo acompanhados de Barra dos Coqueiros, Sergipe, Salvador na Bahia, Itumbiara, Goiás, Campinas, São Paulo, São Paulo capital, Niterói, Rio de Janeiro, Uberlândia, Minas Gerais. Não podia ser diferentes, né, Rubens? Timbaúba, Pernambuco, Brumado na Bahia, Santa

Bahia, Itumbiara, Goiás, Campinas, São Paulo, São Paulo capital, Niterói, Rio de Janeiro, Uberlândia, Minas Gerais. Não podia ser diferentes, né, Rubens? Timbaúba, Pernambuco, Brumado na Bahia, Santa Luzia na Paraíba, Santa Rita do Passa 4, São Paulo, Santa Cruz, Vitória, no Ceará e Vitória no Espírito Santo. Daqui a pouco nós anunciamos um pouco mais das cidades de onde estamos sendo atendidos. Então seguimos com você, Rubens. É interessante isso, né? Porque como é que as coisas acontecem? E até pegando um gancho nisso, nessa resposta da da Sam, na fala na sua pergunta, né? O projeto vem lá de cima mesmo, né? Quer dizer, os dois escreveram, mas aí a gente precisa publicar e vem. E é isso que é interessante, é um trabalho de fraternidade para que o material se coloque pronto, né? Tá aqui o livro, né? tá aqui materializado. E eu queria, e até pensando nisso, eh, observando uma fala que o Divaldo teve conosco aqui em Uberlândia, quando a gente teve aqui no no céu em 2019, e a gente tem tido, quando a gente realiza o evento, trazer a personalidade de Jesus pro nosso meio. e olhando, né, assim, eh, olhando como tem sido tem sido importante a gente revivenciar Jesus no nosso meio através da dos seus ensinamentos. E olhando aqui parábolas do amor e pegando um gancho nessa sua fala anterior também, porque Jesus não tá preocupado se a gente é da escola religiosa A, B, C, D, não importa. importa justamente o amor. Por isso que eu acho que o nome é Parábolas do Amor. Como é que você, Sâmia, e observa o uso eh na mensagem do Cristo, dos poemas, da literatura e acima de tudo, Sâmia, quando a gente vê tantos irmãos nossos necessitados, eu falo porque a gente trabalha na rádio e você tá com a gente também no no Pingafogo e assim, você foi uma peça que chegou para somar muito, principalmente nessa coisa de falar aos corações. Eu acho que a gente tem sentido falta da presença de Jesus. Eu acho que o livro ajuda a gente a entender um Jesus que é amor. Você pode ter errado, você pode ter

nte nessa coisa de falar aos corações. Eu acho que a gente tem sentido falta da presença de Jesus. Eu acho que o livro ajuda a gente a entender um Jesus que é amor. Você pode ter errado, você pode ter cometido um equívoco na sua trajetória, mas Jesus não tá preocupado com o equívoco que você cometeu. Ele tá preocupado com aquilo que você quer fazer de agora em diante. Mas eu queria que eu queria que você falasse um pouquinho pra gente sobre essa essa relação de Jesus, a literatura, os poemas e as pessoas que estão do outro lado. Na parábola da ovelha perdida, Jesus, quando Jesus encontra a ovelha, porque ela se deixou encontrar, que ela poderia ter fugido, eu não quero, quero continuar a gandaia, né? Ele trouxe ela no colo ou no ombro, como você até colocou no no no resumo no início, sabe? Jesus traz, nos traz no ombro porque ele sabe que nós não damos conta sem ele. Se Jesus não tivesse colocado essa ovelha perdida no ombro, ela que quando se perdeu foi por um caminho pedregoso, cheio de espinhos, lobo querendo pegar ela, toda ferida, machucada, arrependida, ela não teria forças de voltar sozinha. Por isso, porque se ela tivesse força, porque Jesus é assim, você consegue rolar a pedra, rolar e a pedra, depois eu ressuscito o homem, mas a pedra você consegue rolar. Se ele disse que pegou e trouxe no ombro, que ele sabia que ela não conseguiria nem caminhar sozinha de machucada que estava. E por que eu digo isso? Não adianta, nós não conseguimos sem Jesus. Nós somos essas pessoas que estão voltando pro aprisco. O que que é provas e expiações? É o pessoal que está espiando. O que é espiar? é voltar pelo mesmo caminho, encontrar o lobo, encontrar o espinho e atravessar, cair nas pedras, tudo de novo, até voltar pro lugar certo. E nós não vamos conseguir achando que é autossuficiente. Não, mas eu já sei tudo de reencarnação, já li todas as séries de todos os autores, eu decorei de trás para frente. Isso não é suficiente, porque emocionalmente nós estamos frágeis. A capa do orgulho,

Não, mas eu já sei tudo de reencarnação, já li todas as séries de todos os autores, eu decorei de trás para frente. Isso não é suficiente, porque emocionalmente nós estamos frágeis. A capa do orgulho, a capa da sabedoria, a capa da a vaidade, tudo vem. Mas a criança sofrida, a ovelha ferida, continua chorando. E a nós, mas o nosso orgulho faz dizer: "Não, basta o livro dos espíritos. O evangelho não deveria ter existido, porque eu não preciso de Jesus". Essa fórmula nunca deu certo. Então, sim, eu acredito que nas nossas casas espíritas Jesus tem que estar conosco. Se eu vou falar de reencarnação, eu tenho que falar de reencarnação com Jesus, porque a reencarnação eu posso usar para amedrontar as pessoas ou para consolá-las, assim como a gente fala de mediunidade com Jesus. Então, a maneira que eu coloco pode ser acolhedora ou eu posso machucar, ofender pessoas. Se Jesus tiver no meu coração, eu vou levar qualquer conteúdo como Jesus fez, sem ameaçar, sem ofender ninguém, mas tentando fazer com que as crianças ou com que as pessoas somente se reergam e se sintam acolhidas por Jesus. Porque como é que eu vou me perdoar se eu não aceito nem Jesus? É Jesus que nos ensina o perdão. Agora, se eu sinto que Jesus me perdoou, está me ensinando a voltar, a vida fica muito mais fácil. >> Perfeito. E eu tava aqui seguiria mais duas horas ouvindo, né, sem interromper. Aí como a S minha, né, colocou um ponto final aí na fala, eu entendi que era hora de eu voltar e me reconectar aqui com a entrevistadora, né? Mas eu tava aqui, Rubens, na posição de quem vai ouvir aí por umas duas horas seguidas. Eh, excelente, Sam. Nós temos eh os internautas no chat já deixando algumas perguntas que estamos aqui recolhendo para apresentá-las no final. Quero também destacar que estamos sendo acompanhados em Veracruz, no México, em Palmares, Pernambuco, Franca, São Paulo, Riolândia, São Paulo, Juiz de Fora, Minas Gerais, Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais, Belém no Pará, Londrina no Paraná. Então, para todos os internautas

, em Palmares, Pernambuco, Franca, São Paulo, Riolândia, São Paulo, Juiz de Fora, Minas Gerais, Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais, Belém no Pará, Londrina no Paraná. Então, para todos os internautas que nos acompanham nessa manhã, fica o nosso abraço. E para aqueles internautas que venham nos acompanhar num outro momento, quando essa live já tenha ficado como um produto fixo no YouTube, também o nosso abraço eh e de toda a equipe do Literatura Espírita. Aproveito também para lembrar que é muito importante para todos nós que fazemos esse programa, que divulgamos o bem de um modo geral, que os internautas, se estiverem gostando desse conteúdo, deixem o seu like. Porque essa é a forma que o algoritmo do YouTube entende que esse é um conteúdo relevante, o coloca entre os mais buscados dentro dessa grande rede. Vamos seguindo aqui com a Sâmia e eu queria a Sâmia te perguntar um pouco, ainda pensando na minha parte racional, porque o meu emocional já tá quase transbordando aqui, mas vou voltar um pouquinho pra montagem do livro, porque um livro sobre parábolas não é exatamente uma novidade no âmbito da literatura espírita. Então, quando vocês estavam montando esse livro, compondo o que você e o Ela, que é também autor desta obra, pensaram como singular para esse livro. para que ele pudesse ter aí o seu espaço, a sua singularidade no âmbito de outros livros que apresentam parábolas. É, esse livro eu costumo dizer que ele foi construído ao longo das nossas vidas, eu e o Elará, porque nós temos um costume quando nós estamos lendo, estudando alguma coisa que vem um insight, aí um corre pro outro, vê se eu tô ficando louca, mas eu já li 20 vezes isso e agora que eu li, eu percebi que Jesus usa a palavra tal e pode significar tal coisa que se encaixa com tal conteúdo espírito que tal com tal questão da obra tal. Então, é comum aqui, e se alguém vier para casa, vai achar que a gente é meio maluco, às vezes eu tô fazendo alguma coisa da casa ou ela já tá concentrado no outra

que tal com tal questão da obra tal. Então, é comum aqui, e se alguém vier para casa, vai achar que a gente é meio maluco, às vezes eu tô fazendo alguma coisa da casa ou ela já tá concentrado no outra coisa aí de repente eu grito: "Ela, ela vem cá, vem cá." Aí o que é? Pensa bem, quando Jesus falou tal coisa, eu tô achando ela, Samia, que legal, eu vou copiar essa tua coisa. E às vezes acontece o contrário. Então nós vamos começando a enriquecer, lembrando aquilo que a gente falou antes, porque é muito da intuição para entender. Então às vezes a gente lê de novo e tem aquele insight, né? Então essa construção das parábolas começou a acontecer dessa maneira. Agora, evidentemente, a construção do livro na questão das palavras foram feitas predominantemente com as palestras do Elará. Ele é o grande autor porque ele pega o conteúdo das palavras e aí vem o aspecto singular, inclui na na nessas exposições as explicações de algo que ele conhece muito, que são as doutrinas antigas, que é o judaísmo, que é a Cabala, que eu vi quando ele começou a estudar, como ele se aprofundou nesse estudo, tá? Então ele vai enriquecendo, colocando eh o significado de cada coisa e ele ensina as pessoas a como ler as palavras. Ele faz isso na primeira parte e em algumas parábolas ele inclui novamente esse alerta de como ler, que seria eh resumidamente primeiro ler e entender a a parábola, depois fazer a contextualização histórica, tá? entender o que é um denário, entender como era a cultura da época, o que que era o publicano, o que que era Jericó e Jerusalém, enfim, por usava ovelha, porque usava draácma, tá? depois entender o simbolismo, ou seja, quebrar a ideia de que quando diz que não do de Jesus, mas que eh depois, né, no apocalipse que que a lua de sangue, que a lua vai sangrar mesmo, mas tentar entender o por antigos já também usavam isso e porque Jesus deixou metáforas ali, né, acreditando que nós com o longo das eras iríamos eh aprender mais coisas nessas parábolas Então, o que significa?

entender o por antigos já também usavam isso e porque Jesus deixou metáforas ali, né, acreditando que nós com o longo das eras iríamos eh aprender mais coisas nessas parábolas Então, o que significa? E que o judaísmo usava muito isso. E depois ele nos ensinou no livro a contextualizar novamente, mas agora nas nossas vidas. Ou seja, nossa, eu aprendi tudo, agora vou fazer uma live. Não. E o que que eu faço com esse conteúdo? Que quem sou eu nessa parábola e o que isso significa para mim, né? E nesse momento de contextualização nas nossas vidas, é um convite para o mergulho interior, o autoconhecimento, a autoavaliação, né, e, evidentemente a autotransformação. Se nós não chegar chegarmos nessa última etapa, não há necessidade de ler as parábolas, seria só para decorar. E outro aspecto singular desse livro, que é o mérito da editora, a a linguagem eh foi uma linguagem coloquial, porque eles fizeram uma uma ex, é claro, uma transcrição da das lives e trabalharam essa transcrição, mas deixaram esse linguajar coloquial e agradável. Quando o livro começou, eh, foi lançado, 90% dos elogios é fácil demais de ler, é agradável de ler e assim nos surpreendeu, entendeu? Então, isso aí eu acho que foi eh uma coisa muito importante para se tornar um livro mais acessível também. E de fato, acho que o grande singular desse livro, a grande singularidade aqui, é a linguagem acessível, né? Então, tira aquela ideia de que interpretar a mensagem de Jesus é só pros iniciados. Quando a gente pega o caminho da leitura ali que vocês apresentam, fluiem pra gente também, né? Então, eu acredito que esse é o grande mérito do livro e aproveito para destacar isso para os internautas. Nós estamos diante de um livro que ao mesmo tempo que é profundo é fácil de ler. Profundo porque nos coloca nessa conexão com Jesus observando as múltiplas camadas dos seus ensinamentos. Mas é um livro muito acessível. E aquela sacada inicial que foi da pessoa da editora, da sua editora que tava tratando ali o livro de nos fazer sentar, né, do ponto

plas camadas dos seus ensinamentos. Mas é um livro muito acessível. E aquela sacada inicial que foi da pessoa da editora, da sua editora que tava tratando ali o livro de nos fazer sentar, né, do ponto de vista imagem agético, à beira do lago de Genesaré, foi uma grande sacada. Eu me senti um pouco assim, ele como se me dissesse: "Olha, desacelera para ler esse livro, porque ler aceleradamente não vai fazer o efeito que você tá imaginando." Então, para mim, foi muito importante ter aquele eh aquela sugestão de construir a imagem e a mente. Mas vamos seguindo com o Ruben, só lembrando aos internautas que teremos perguntas para serem respondidas pela Sâmia no último bloco. Estamos aguardando as perguntas dos internautas. Ruben, seu áudio tá fechado ainda, Rubens, agora. Então, gente, olha só, eh, pegando o gancho naquilo que a que a Sam acabou de trazer, né, a gente fica observando tanto que é importante a gente colocar em prática, não só a gente, porque a gente acha que ler já dá condição de ser, vou usar um termo aqui, salvo, mas não é verdade. A leitura é um caminho. Se você não fizer aquilo que a leitura te propõe executar, vai perder um pouquinho assim de tempo, né? Mas eu tava observando lá no capítulo 10 do livro as sete parábolas e a transição. Achei muito interessante que fazer essa conexão das parábolas com a transição. E aí eu eu pensei um trecho aqui que eu falei assim, gente, e aí pegandoquilo que você falou que ficou bem coloquial mesmo, ficou bem fácil de entender, porque aí qualquer pessoa que pegar, entender, vai ir lá ver, ó, esse período de transição seria como a avaliação do final do ano. Todo mundo entende que que é avaliação no final do ano, né? Um processo de seleção das almas para definir quem vai ficar na classe terra. Olha só que que bacana isso. E aí ele segue dizendo pra gente, e aí eu queria que você falasse, né, porque esse é realmente o mérito que a obra conseguiu alcançar, né, que talvez venha mesmo em função da fala, porque da extração das

í ele segue dizendo pra gente, e aí eu queria que você falasse, né, porque esse é realmente o mérito que a obra conseguiu alcançar, né, que talvez venha mesmo em função da fala, porque da extração das lives, né? e queria que de você dissesse pro pessoal que tá nos acompanhando, né, que na verdade a intenção é realmente nos convocar a observar o livro como propósito de transformação moral, de transformação interior, de fazer uma mudança pra gente, por exemplo, no caso aqui que a gente cita, né, de poder ficar aqui nessa classe terra. >> Exatamente. Se não for essa proposta, não vale a pena. Não é? Então essa questão do linguajar, mérito do Ela, porque as lives deles são assim, né? São bastante compreensíveis. E sim, é importante a gente entender que não só nas palavras, mas nas frases do dia a dia que Jesus traz, a gente pode fazer uma leitura profunda, não uma leitura de autocobrança, mas de autoidentificação. Será que eu me encaixo no filho pródigo? Será que eu me encaixo no filho mais velho? Qual é o joio e qual é o trigo que eu trago dentro de mim? que já cresceu, que antes eu não conseguia observar, mas agora já está desenvolvido. Eu gosto porque Jesus, ele ele fala, por exemplo, do joio e do trigo. Ele não fala do joio, ó, vocês que são joio, vão tudos ser queimados. Ele fala que trigo e joio vão crescer em nós, porque a gente costuma ficar ou de um lado do de um pêndulo, eu sou um anjo, eu sou alma iluminada, ou eu não presto, eu vou pro umbral. E Jesus diz: "Não, vocês estão aqui, vocês têm joio e trigo." Então, dentro de vocês, dentro de nós, eu tenho que saber o que é joio, o que faz mal e arrancar. E de outro lado, para transição planetária, ler o consolo que Jesus dá. Ah, Sam, mas como é que Jesus consola? Se ele fala que o que o joio vai ser arrancado, jog amarrado em feixes, né, e queimado. Eu sou eu só piso, só faço coisa ruim. Botei o pé na jaca, como dizem. Eu não sou trigo, então eu vou ser queimada, eu vou eu vou para para uma zona de castigo. E aí vem a importância da gente entender

u sou eu só piso, só faço coisa ruim. Botei o pé na jaca, como dizem. Eu não sou trigo, então eu vou ser queimada, eu vou eu vou para para uma zona de castigo. E aí vem a importância da gente entender o contexto histórico do do das coisas das palavras, onde aonde o fogo era representado pela purificação, né? Então Deus não vai arrancar e deixar secando. Ele vai arrancar. E quando ele une em faixa, ele está guardando o joio. Ou seja, aquelas pessoas que precisam ser retiradas do planeta num período de transição, ele está guardando. E aí eles vão para um processo de purificação. Então essa leitura consoladora, sabe? Então, todo o ensino do Cristo, ele precisa ser lido compreendendo que Jesus nos vê como espíritos imortais. Ele nunca falou pro CPF das pessoas. Eu estou falando pro fariseu de hoje, eu tô falando paraa Madalena de hoje. Não. Em todos ele vê quem nós somos lá na frente, as nossas potências, os nossos potenciais. Cada parábola, cada ensino, cada frase, nenhuma palavra vinda de Jesus foi jogada fora à toa, foi falada a toa. Ele sabia o que o que e sabe quem nós somos intimamente, aquilo que nem nós conseguimos acessar. E joga mensagens, joga perguntas que fazem nós acessarmos algo que a gente precisa acessar, né? Então, a importância de trazer Jesus e fazer as reflexões nesse sentido, não de cobrança, mas o que Jesus quis está falando para mim nessa frase, nessa parábola, né, nessa história. >> Falando nisso, Sâmia, eu queria agora pensar aqui junto com você. Das parábolas abordadas no livro, são várias. Vocês nos trazem a dos trabalhadores da vinha, o bom samaritano, as sete parábolas do reino, as três da misericórdia, a das 10 virgens, a do talento. Qual dessas parábolas é aquela que mais te toca? >> Aí vai na intuição mesmo. Eu não precisei pensar muito. E você já deve ter observado que é a que eu falo muito, é a parábola da ovelha perdida. Eu ainda me sinto, e os meus poemas mostram isso, né? Eu ainda me sinto a ovelha perdida que tá tentando voltar.

E você já deve ter observado que é a que eu falo muito, é a parábola da ovelha perdida. Eu ainda me sinto, e os meus poemas mostram isso, né? Eu ainda me sinto a ovelha perdida que tá tentando voltar. Mas é diferente porque o espiritismo ele me mostrou o verdadeiro Jesus, né? Antes de ser espírita, eu me sentia a ovelha perdida, caída, sofrida, que não ia ter jeito, né? E depois de Jesus, eu já me sinto a ovelha perdida no ombro de Jesus, tadinha me carregando ali, não sei qual é o peso, e tentando fazer eu voltar. Então, eh, se transformou num misto de saber que eu tenho muitas falhas, trazer essa dor que não se sabe da onde vem e também o alegria, uma alegria grande, um consolo de saber que eu estou sendo amparada metaforicamente no ombro de Jesus, que significa tudo que nós temos que nos é dado para nos amparar nesse caminho de volta. Então, sem dúvida, é da ovelha perdida. Eh, a dor da perda, né, de estar perdido, mas a alegria de ser encontrado, né? Então, é uma parábola muito especial, realmente. Eh, >> não está só, >> não está só. Isso. >> Sentação de não estar só. >> Isso. Bom, ô, ô, Rubens, antes de passar para você perguntar pra Sâia, eu acho que eu quero perguntar para você também qual é a parábola com a qual você se identifica. >> Ai, ai, os talentos >> multiplicai, né? Temos que multiplicar. E eu tô até colando aqui, tava lendo aqui o capítulo 13 aqui, tava observando aqui e e o poema que a Sâ usou, que eles usaram para para ilustrar aqui logo a abertura é demais, né? Esse trechozinho aqui, ó. Eu sei que nasci para dar certo. Isso é muito essa eu nasci para dar certo. Olha o poder dessa frase. Eu nasci para dar certo. Isso tem poder de levantar as pessoas, né? Então, eu acho que que eh como eu falei anteriormente, o livro vai ajudar, você que tá nos acompanhando, até que vi uma pergunta aqui, eh, onde é que compra o livro Quem tá fora do Brasil? Aí eu falar, Maria Ferraz, dá uma olhadinha que pessoal da da editora, pessoal vai fazer o livro chegar para você nos Estados Unidos.

rgunta aqui, eh, onde é que compra o livro Quem tá fora do Brasil? Aí eu falar, Maria Ferraz, dá uma olhadinha que pessoal da da editora, pessoal vai fazer o livro chegar para você nos Estados Unidos. Mas eu queria perguntar paraa Sâmia, ô Denise, eh, Sâmia, vocês tiveram algum retorno em relação ao livro de alguém que não seja espírita, por exemplo, chegaram a ter? >> Eu não sei se ela já teve. Eu não tive. >> Eu tive muitos retornos, muitos das pessoas espíritas, pessoas que presenteiam o livro para outros, mas de não espíritas eu não tive. Aliás, se alguém souber, seria interessante a gente saber, >> porque eu acho que isso aqui, isso não, quer dizer, por ser uma obra que tem uma uma visão espírita, ele ele eu acho que acrescenta algo mais, né? Então, realmente eu queria saber isso eh eh se isso realmente tinha acontecido. Por quê? Porque no pinga fogo, Denise, a gente tem muita pergunta de gente que não é espírita. As pessoas, ó, eu sou evangélico, frequento a igreja tal e tem uma dúvida às vezes relacionada com uma passagem de uma parábola, por exemplo. >> E gosto muito do trabalho de vocês, da doutrina espírita, porque nos esclarece, mas é interessante saber, mas diante disso, da na resposta, eh, no feedback dos espíritas, além daquilo que você trouxe, que que te marcou? Tem alguma coisa que te marcou? >> Eles se impressionam muito com a primeira parte. Porque eles esperavam abrir o capítulo e pegar as parábolas. Nessa nesse capítulo Jesus quis dizer isso e nos ensina isso, naquele isso e isso. Então quando eles pegaram essa primeira parte, que não é uma coisa que se fala todo dia na casa espírita, então eles se surpreenderam positivamente. E assim é como se abrisse a mente. É o que a gente ouve. É como se abrisse a mente para uma nova realidade, um novo entendimento sobre a grandeza de Jesus. Porque a gente ainda tem entendimento que Jesus nasceu no ano 2000 ou no ano zero, há 2000 anos atrás. E a gente dizer, gente, ele encarnou, mas Jesus sempre foi Jesus

mento sobre a grandeza de Jesus. Porque a gente ainda tem entendimento que Jesus nasceu no ano 2000 ou no ano zero, há 2000 anos atrás. E a gente dizer, gente, ele encarnou, mas Jesus sempre foi Jesus desde antes da primeira religião que surgiu na Terra, né? Então o livro, de certa maneira abre e dizer: "Nossa, eu estava com Jesus desde antes de me sentir um ser humano, né? e continuarei eternamente, porque ele também não morreu na cruz, não acabou na cruz, ele continua conosco. Então essa parte inicial marca muito as pessoas também, >> que é a parte que chamamos aqui do recu, né? Vocês nos colocam para sentar, imaginar o lago de Genesaré já vai paraas parábolas. Não, ainda não. Vamos fazer uma contextualização histórica. que é o que chamamos aqui na nossa apresentação de fazer esse recu que foi muito importante, sim, muito interessante didaticamente nos coloca no contexto extraordinário. Sam, agora eu queria ainda pensando nessa análise que você vai construindo ao longo do tempo, você nos disse que isso eh é um insight, é uma percepção, é uma releitura da releitura da releitura. Eu queria te perguntar como o teu conhecimento de espiritismo ao longo desses anos em que você se tornou espírita te ajuda a compreender melhor essas parábolas? >> Nossa, é imprescindível, né? Porque o espiritismo ele ele a no momento em que ele nos faz nos sentir espíritos imortais, como eu coloquei, Jesus fala para mim espírito com toda a história milenar que eu tenho e as possibilidades. Da onde que surgiu isso? do conteúdo espírita que fez eu me ver assim. Ora, se eu me consigo me ver como espírito imortal, imagina Jesus, ele não vai falar para aquela pessoa querendo consertar a pessoa naquela vida ali. Ele sabe que que existe uma caminhada e que a pessoa tem essa possibilidade. Então assim, o espiritismo é a chave para a compreensão do Cristo. Essa chave, ela foi entregue à humanidade, outras vezes anteriores, como no quantas quantas eh doutrinas, religiões, filosofias não falam em reencarnação,

tismo é a chave para a compreensão do Cristo. Essa chave, ela foi entregue à humanidade, outras vezes anteriores, como no quantas quantas eh doutrinas, religiões, filosofias não falam em reencarnação, né? Em quantas nós ouvimos falar do corpo espiritual, do ciclo dos renascimentos que nós estamos presos até aprendermos a amar. O amar aos inimigos é encontrado nas nas religiões antigas. Então, essa chave de mundo espiritual, de eternidade da alma, ela é entregue e a gente esconde, né? A gente enterra esse talento e aí eles nos devolvem de novo. O materialismo veio prejudicar demais essa leitura. O espiritismo veio nos resgatar dessa visão materialista. Então, é imprescindível para que a gente entenda que Jesus fala muita coisa para além daquelas palavras, coisas que tendem à eternidade, que tendem à evolução, que tendem a eu acessar o meu passado e amar no meu futuro para compensar aquilo e para crescer, sabe? Cada palavra nesse sentido. >> Uhum. Rubens, com você. Eu até vou falar, tem muita gente querendo saber coisa aqui. Se você quiser passar pergunta direto pro pessoal aí, pode passar. Pois é, eu sou já tô pensando nisso. Eu já ia dizer, eu vou abrir mão das minhas próximas perguntas para passar aqui paraos internautas, porque realmente tem muitas perguntas. Então vamos com as perguntas dos internautas. Eu tô com umas aqui, certamente o Rubens tem outras aí e tem chegado. Eh, eh, Sâmia, a uma das perguntas que nós temos aqui é sobre a sua composição de poemas, que composição de poemas é sempre algo muito singular, tem muito a ver com o autor, com a sua história. E uma das nossas internautas aqui, a Marlene Rosa, pede que você descreva uma das experiências de construir um poema que te marcou muito, >> tá? Existem várias maneiras de construir construir um poema. Às vezes, eh, nós lemos uma história que nos marca, né, e fazemos um poema em cima dessa história. Às vezes vem a intuição, né? Às vezes é comum às vezes depois de uma oração, depois de uma música e a gente começar a

s lemos uma história que nos marca, né, e fazemos um poema em cima dessa história. Às vezes vem a intuição, né? Às vezes é comum às vezes depois de uma oração, depois de uma música e a gente começar a ter vontade de escrever. Então, tem duas que me marcaram. A primeira, uma das primeiros poemas que foi a renegada, eu escrevi o poema da Ovelha Perdida, que é a que que é a parte um, e que era o poema final, né? E eu comecei a colocar sobre o mundo maravilhoso, né, que o meu mundo tão pequeno que existia para além desse mundo. E eu descrevo esse mundo onde nós dançamos com os deuses, aonde não existe a saudade porque todos estão. Nesse mundo maravilhoso. Eu digo: "Ai, meu Deus, tá ficando legal". Quando eu fui encerrar, eu, olha o que é o inconsciente, eu não consegui. Aí eu fiz, né, o encerramento totalmente diferente do que eu pensei quando eu coloquei nesse mundo que humilha o paraíso, que seria melhor, eu coloquei nesse mundo merecia entrar. Quando eu disse, eu não merecia entrar, me deu um alívio. Eu digo, agora tá certo e a partir daí e eu fechei o poema. Eu me lembro que eu não tinha página nada na época eu tinha Facebook, eu joguei no Facebook, o pessoal gostou e eu fiquei incomodada, incomodada. Aí eu puxei a segunda parte e veio, entendeu? Aí eu comecei a colocar de de tudo que eu tinha feito, só vocês lendo mesmo toda a história pregressa desse mundo que eu vivia, mas que eu não merecia, que fui espurgada para a terra. Eu falo do ciclo das dores dos durante as eras até o momento em que que eu chamava de deuses, né, em que os deuses, né, que me inspiravam, que enxugavam as minhas lágrimas, que são os espíritos superiores, até que eu pudesse me transformar. E aí depois de um monte de estrofe, eu consegui e terminei, né, as dois últimos versos. Nesse mundo que humilha o paraíso, nesse mundo hoje eu mereci entrar. Essa é a renegada. E o segundo foi o Dança com Deus, que eu estava cozinhando na minha bendita cozinha bem ali. E eu disse: "Meu Deus, eu gosto, adoro

lha o paraíso, nesse mundo hoje eu mereci entrar. Essa é a renegada. E o segundo foi o Dança com Deus, que eu estava cozinhando na minha bendita cozinha bem ali. E eu disse: "Meu Deus, eu gosto, adoro dançar". Ah, não contei para ninguém. E eu botei uma das músicas e eu ficava dançando e fazendo as coisas e de repente veio, poxa. E eu comecei a escrever, né? Quando a tristeza surgia, abre a janela e sente e dança da chuva, né? e vem dançar pra lua. E isso veio bem intuitivamente, que surgiu uma alegria. Aí eu sei que é intuição, assim, o primeiro, a renegada, eu sei que foi uma coisa inconsciente, algo que eu puxei de dentro. Dança do Deus era bem claro da pela alegria que eu estava sentindo essa vontade de falar Deus de uma maneira leve, sim, aquela cerimônia, né? Então, esse simbolismo de dançar para para o sol, dançar paraa vida, dançar paraa chuva, de enfrentar as situações difíceis vinculados à divindade, né? E aí fiz os dois de encerramento e é um dos poemas assim em termos de construção que eu acho que foram mais felizes, que foi mais feliz dançar com Deus, >> mas varia muito. >> Bonito, né? mergulha no inconsciente, mas também alteia a vibração, a sintonia e sintoniza com os espíritos superiores. Muito bonito, S, você compartilhar isso conosco. Vamos lá, Rubens. Que que você escolhe aí dos internautas para nos trazer? >> Tem uma pergunta que chegou aqui. A visão que nos traz o livro permite então vivenciar esse amor ensinado por Jesus dentro de nossos corações num caminho de regeneração íntima, Sam? >> Sim. no caminho de regeneração íntima. O que que é a regeneração, né? Nós achamos é assim, não, ó, o planeta tá se regenerando, fc tá demorando muito, eu tô esperando acabar, mas eu acho que tá atrasando. Parece que a gente tá num bonde que tá no levanto pra praia, né? Não é, gente? Somos nós que estamos nos regenerando. Nós temos que caminhar e não ficar de braços cruzados reclamando daquele grupo que nós achamos que tá nos atrapalhando e atrasando o planeta.

, né? Não é, gente? Somos nós que estamos nos regenerando. Nós temos que caminhar e não ficar de braços cruzados reclamando daquele grupo que nós achamos que tá nos atrapalhando e atrasando o planeta. Então, sim, a proposta é que nós compreendamos Jesus, incluindo neste livro e e muitos outros que vocês vão encontrar pela vida, para fazer esse processo de autoconhecimento, autoaceitação, autoderdão, autotransformação, né? sempre com esse acolhimento, que é um processo que exige humildade. Eu não faço nenhuma mudança interior enquanto eu não reconhecer que eu tenho rachaduras na minha personalidade, que eu tenho conflitos emocionais, sim, que eu tenho que que educar a minha mente, educar a minha fala, enfim, em todos os aspectos. A humildade faz com que eu detecte o meu joio. E o Cristo nos ensina maravilhosamente bem a fazer isso de uma maneira amorosa. E isso, o que que é isso? Esse é o caminho para que eu consiga vibrar de uma forma superior, ter pensamentos superiores, né? Ter eh hábitos superiores. Dom o que que é dominar a minha má inclinação? aqueles hábitos seculares, eu vou começar a a trabalhá-los e criar hábitos positivos e não os negativos do passado. Isso tudo vai fazer com que automaticamente eu passe a vibrar no nível de sintonia e eh que seja comparável ao nível de um planeta que vai começar, que os seus habitantes vão começar um processo de regeneração, que não é estar regenerado, gente. Regeneração é o início do processo de cura. Então, se eu quero me curar, eu tenho que acessar as minhas feridas. Então, esse é o processo. Senhor, eu é o filho, é o filho pródigo. Eu reconheço que eu sou capenga, eu tô ferido, eu tô machucado, eu tenho erros do passado, mas eu não quero mais isso. E o pai Deus faz a festa. Jesus faz a festa com ovelha perdida também, né? Porque você agora está preparado para entrar no período de regeneração das tuas dores, das muitas expiações a que você se submeteu por vontade própria, dos seus traumas que você cultivou por vontade

? Porque você agora está preparado para entrar no período de regeneração das tuas dores, das muitas expiações a que você se submeteu por vontade própria, dos seus traumas que você cultivou por vontade própria. E eu vou estar aqui te carregando no ombro nesse processo. Isso é a regeneração. Quando a maioria tiver nesse processo, que tivermos vencido aquele período de fazer o mal, porque eu gosto de ver o outro se dá mal, que isso aí não tem nada a ver com generação. Quando nós vencermos isso, a humanidade, por mais que seja, porque as obras básicas dizem, não é o mundo perfeito, ainda teremos nossos conflitos, mas é o conflito do arrependimento, não é o conflito de querer fazer o mal. Então, o próprio convívio social vai ser muito melhor. E aí podemos dizer que o planeta está agora no nível de regeneração, porque os nossos corações estão nesse nível. >> Perfeito, Sam. e a sua resposta já nos conecta com uma outra pergunta dos internautas que pede que você contextualize em algum exemplo do cotidiano. Você já trouxe aí alguns exemplos, mas eu pediria para atender esse internauta. Se você lembra de alguma relação aí entre uma parábola e um exemplo do cotidiano pra gente fechar aqui esse bloco das perguntas de internautas. Ah, eu vou paraa ovelha perdida. Porque uma das coisas que que eu percebi quando a essas três parábolas, dracma, ovelha e o filho pródigo, é que as draácmas que não foram perdidas, as ovelhas que ficaram no aprisco e o filho mais velho possui personalidades semelhantes. Então, que muitas vezes nós não somos a ovelha perdida. Eu diria que seria uma honra sermos a ovelha perdida, porque a ovelha perdida está sendo encontrada. Mas nós podemos ser as 99 que ficam no aprisco, que equivalem ao filho mais velho. E trazendo pros dias de hoje, muitos de nós achamos que estamos salvos, né? E eu eu não sei se eu vou ser ferina, mas eu vou falar. Então, veja bem, às vezes na casa espírita a gente acha que, poxa, tá tudo seguro para mim, porque eu vou de segunda, terça, quarta, quinta, sexta,

u eu não sei se eu vou ser ferina, mas eu vou falar. Então, veja bem, às vezes na casa espírita a gente acha que, poxa, tá tudo seguro para mim, porque eu vou de segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado e preserva domingo na casa espírita. Eu chego acendo a luz, eu cuido da da varrição, eu arrumo as cadeiras, eu cuido do som e eu abro o salão paraas pessoas, as pessoas vão entrando, eu tô correndo para ali, para ali. Aí o palestrante começa a palestra, faz a prece, mas eu sou mais importante que isso. Eu já conheço esse conteúdo, então eu tô lá embaixo vendo se tá tudo organizado, a pessoal que tá fazendo. Você entendeu? Esse é o filho mais velho. Filho mais velho gira ao redor da casa do pai, mas não entra na casa do pai, quer entrar no reino, >> mas ele tá cuidando do campo que interessa. Porque o sonho dele era ter a ovelha mais mais gordinha para ele, não era participar da festa. Jesus fala que ele vai convidar os amigos e vizinhos para festejar o a a ovelha perdida que chegou. O pai convidou os servos, os amigos, todo mundo, mas não mandou ninguém avisar o filho mais velho. Olha o o o teu pai mandou avisar que tá tendo uma festa. O filho não sabia, viu o barulho. Por quê? Porque muitas vezes nós, até dentro do nosso meio religioso ou filosófico ou o que for, ainda não estamos acessando o reino dentro de nós, não estamos acessando as nossas limitações, não estamos pensando em transformação, porque o nosso orgulho diz: "Não, os fariseus são esses". É pros fariseus, os doutores da lei que ele falou essas três parábolas. Nós somos aqueles que rodeamos o templo, né? Estamos, temos conhecimento, estamos há 40, 50 anos trabalhando, julgamos as pessoas. Se pelo menos ele l espírita não falava essa besteira, né? Vocês não conseguem entender a obra de Joana como eu. A gente ouve de tudo dentro da casa espírita. Então, será que nós também não somos as 99 ovelhas orgulhosas? que estamos pronta para quando chegar a ovelha perdida dizer muito bem, né? Tu mesmo não esperava coisa de ti. Sabe que

da casa espírita. Então, será que nós também não somos as 99 ovelhas orgulhosas? que estamos pronta para quando chegar a ovelha perdida dizer muito bem, né? Tu mesmo não esperava coisa de ti. Sabe que é isso? É porque tu te afastou de nós e perdeu a nossa proteção e os obsessores te pegaram. Quantas ameaças eu já vi em centro espírita. Quem se afastar perde a proteção dos espíritos daqui. Ah, meu Deus do céu. Entendeu? Então, eu acredito que eh nós podemos fazer essa essa esse paralelo entre nós e não apenas a ovelha perdida, mas as as 99 que não foram convidadas para a festa do pastor, porque ele coloca com os amigos e vizinhos que também se alegram. E naquele diálogo desse capítulo, ele começa a falar depois da importância de acolher essas pessoas que retornam. Então, será que nós nos alegramos com o nosso irmão de casa espírita, o nosso irmão de casa, de onde for, que cometeu um erro, mas se arrependeu e tá de volta? Ou será que nós ainda ironizamos, encostamos ele bem ali, né? Como se quantas pessoas se afastam da casa espírita e a gente deixa de falar, deixou de ser amigo e deixou de existir, sem se preocupar que às vezes ela se afastou por um drama íntimo. Não, a pessoa entrou em depressão profunda, 20 anos de casa espírita entrou em depressão, aí tem coisa, aí vem esse tipo de fala. Então eu acredito que a gente pode fazer em paralelo entre nós e as ovelhas as 99 que ficaram no campo. >> OK. Agora emocionou. Me emocionei também com com essa sua abordagem. Mas a hora está chegando, né, Rubens? Momento aqui. O o relógio vai muito mais rápido do que a gente imagina. E aí nós já temos que ir mesmo paraa parte final do nosso trabalho. Vamos paraas despedidas. Vou começar pelo Rubens, agradecendo a você e pedindo que você faça as suas despedidas pro nosso público. >> Ô Denise Sami, foi uma honra estar aqui com vocês. Eu queria agradecer demais a oportunidade quanto aprendizado, né? que a gente possa aproveitar a literatura espírita como promotora de crescimento nosso. Lembrando tudo isso que a acabou

ui com vocês. Eu queria agradecer demais a oportunidade quanto aprendizado, né? que a gente possa aproveitar a literatura espírita como promotora de crescimento nosso. Lembrando tudo isso que a acabou de colocar, a gente não basta ler, conhecer, é preciso viver. Tem que a gente faça esse trabalho de viver. E não é de uma hora para outra, né? Que a gente aproveita os momentos do dia a dia dentro de casa, na rua, para vivenciar essas experiências. Mas para mim foi uma honra estar aqui com vocês, viu? Um abraço e vamos que vamos. Continua firme. >> Ô, Rubens, vou desafiar o relógio aqui, vou te fazer uma pergunta e depois vou fazer a a pergunta mesma pra Sâmia, né? Quais são os três livros espíritas assim que são aqueles que você mais gosta? >> O Evangelho Segundo Espiritismo, que esse está ali na cabeceira, apareceu um problema, você corre lá. Acho que Paulo Estevan também eh é um livro livro importante que a gente a gente tá sempre lendo e relendo. E eu me deparei com com um livro que eu tô lendo ultimamente, eh, do nosso querido, tá até aqui comigo, do José Carlos Delucas, porque fala de Jesus, né, que Jesus diria ao seu coração hoje. E é uma forma muito bacana que o Deluca eh produziu a obra. Então ele tem sido, esses três, esses três livros t sido assim, esse principalmente agora que é um que eu tô que a gente tá trabalhando aqui na rádio e que a gente tá tendo um contato bacana, mas se a gente for falar você tem há 2000 anos, você tem memórias de um suicida, você tem 50 anos três só nessa mala só três. >> E você, Sâmbia, quais são os seus três preferidos assim? Eh, de livro para leitura, Primícias do Reino. Eu adoro, sabe? E eu admiro Paulo Estevão. Eu acho que é um mergulho. É um mergulho naquele momento histórico. E tormentos da obsessão, porque cada caso é riquíssimo para nós tirarmos ensinamentos daí. Mas eu vou me dar ao luxo de dizer aquela aquela coleção fonte viva do Emanuel, gente, ela me salva, ela me salva, ela traz tanta coisa, mas aí já é uma leitura assim, né, de abrir, confiar

entos daí. Mas eu vou me dar ao luxo de dizer aquela aquela coleção fonte viva do Emanuel, gente, ela me salva, ela me salva, ela traz tanta coisa, mas aí já é uma leitura assim, né, de abrir, confiar e ó, me ajuda aqui, eu faço demais isso. >> Aí aproveito já para pedir que você se despeça, Sâmia, do nosso público que tá nos acompanhando até esse momento. Ah, eu adorei estar aqui com você, Denise, e com você, Rubens, que foi uma surpresa maravilhosa quando ela me contou. Adorei mesmo. É interessante a gente estar presente para falar de um trabalho nosso, né? Essa coisa do eu eu é é é meio é meio interessante, mas foi muito muito gostoso. Eu quero agradecer a a atenção de todos vocês e que nós tenhamos a certeza que nós vamos cair muito, nós vamos errar, nós vamos julgar, nós vamos ser o filho mais velho umas vezes, o filho mais pródigo da outras vezes, mas que a gente nunca perca essa certeza, né? essa fé e essa certeza que nas quedas que nós tivermos sempre vão vamos ter aquela mão divina nos fazendo nos erguer e que tenhamos humildade nesse momento, porque é isso que nos sustenta. >> OK? Eu agradeço muito a você, Sâmia, ao Rubens e a vocês internautas que nos acompanharam no ao vivo dessa manhã. você internauta, que venha nos acompanhar num outro momento, nós abordamos o livro Parábolas do Amor, mas semana que vem, dia 14, nós teremos o nosso especial de Natal. E aí o livro a ser abordado será um presente de Natal, que é uma obra organizada pelo Geraldo Campete e ele estará aqui conosco no nosso literatura espírita. Até lá, você segue a preparação do nosso programa pelo nosso perfil oficial que é o @literatura.espírita espírita no Instagram. No mais, de um like no canal em que você assistiu esse programa para que esse conteúdo seja entendido como relevante. Contamos com vocês no próximo Literatura Espírita. Desejamos a todos uma excelente semana. Até lá.

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