T04:E06 • Conflitos Emocionais e Morais • Medo
Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 04 - Conflitos Emocionais e Morais Episódio 06 - Medo ► Referências Bibliográficas • O homem integral, p. 22; • Autodescobrimento, cap. 9; • Amor, imbatível amor, cap. 10; • O despertar do Espírito, cap. 8; • Conflitos existenciais, cap. 4. » Apresentação: Cristiane Beira
Olá sejam bem-vindos a mais um psicologia espírita com Joana de Angelis o conflito sobre o qual faremos Nossa reflexão de hoje é o medo para falar de medo a gente associa uma maneira simples da gente entender essa essa introdução que eu gostaria de fazer e a gente pensar em susto porque medo tem relação com o susto ou seja susto tem relação com medo quando nós levamos um susto a emoção que é despertada é o medo é o jeito mais básico da gente identificar o medo é o medo na sua expressão Mais primitiva mas Clara mas simples é quando a gente se assusta com algo então alguém por brincadeira de mau gosto nos dá um susto nos prega um susto a gente diz assim ai que medo né ai que medo então o medo é identificado na hora do susto Então vamos pensar um pouquinho a respeito disso para a gente fazer essa abertura Porque será que quando alguém me assusta eu fico com medo é verdade que a emoção depois ela vai as emoções elas se alternam muito né se a gente prestar atenção a gente vai ver que uma única experiência ela é capaz de Despertar na gente várias emoções em segundos então às vezes a gente vê assim alguém chega e dá um susto a gente diz ai que medo para então a gente ficou com medo e com raiva pela Pressa peça que ele nos pregou né E aí depois a gente fala sempre assim e fica irritada ah eu tô cansada porque você só faz isso daí eu já tristeza já está chegando né então eu levei o susto fiquei com medo depois eu percebi que aquilo era bobagem de alguém pregando Uma Peça em mim então eu fiquei com raiva e daí eu continuo falando vou me falando com as minhas com os meus pensamentos e vou chegando a consideração que essa pessoa sempre faz isso comigo e fico triste por ela fazer isso comigo então o medo leva a raiva que leva tristeza e por aí vai né E daí depois ele fala ai desculpa e a gente Ah tudo bem até abrir um sorriso então aí volta alegria deixa quieto Tudo bem então as emoções elas não são termômetros para nos ajudar no autoconhecimento Porque será que isso despertou em mim o que será que eu estou
brir um sorriso então aí volta alegria deixa quieto Tudo bem então as emoções elas não são termômetros para nos ajudar no autoconhecimento Porque será que isso despertou em mim o que será que eu estou sentindo agora de onde vem essa emoção quando mais eu sinto essa emoção então é sempre interessante a gente a gente prestar atenção na emoção então o medo ela ele é uma emoção básica primária ele não é conflito eu ter medo não significa que eu tenho um conflito o medo é uma das emoções primárias como é a alegria como é a tristeza Como é o nojo alguma coisa que nos dá assim repulsa então medo raiva tristeza alegria nojo são emoções primárias Ou seja faz parte da do equipamento humano do equipamento ser humano e não só do ser humano não é o corpo que sente o corpo sente a descarga emocional mas Quem promove a descarga é o espírito ou seja quem é sensibilizado inicia a emoção e o espírito que transfere para o corpo esse corpo vai fazer uma leitura né ele capta a emoção que o espírito sente E aí ele promove uma descarga no corpo de hormônios que tem relação com a emoção sentida então quando eu estou alegre e tranquila nós vamos falar de serotonina na hora adrenalina endorfinas quando eu estou com medo então a gente vai pensar na nas descargas de adrenalina de cortisol então o corpo ele se equipa de acordo com a emoção que o espírito sente o corpo ele recebe interpreta e adapta o corpo para esse tipo de emoção que veio da mente do espírito então medo não é conflito medo é emoção primária mas o medo pode se tornar um conflito ou algum conflito pode se manifestar na forma de medo quando é algo que além de ter um conteúdo de Uma emoção primária carrega junto outros tipos de conteúdo por exemplo histórias passadas em que eu fiquei com medo aterrorizante então a gente gera complexos lembra a gente já falou muitas vezes sobre esse conceito de complexo o complexo é essa carga de emoção alta e envolvendo esse complexo tem os conteúdos que dizem respeito à experiência sentido naquele momento em
nte já falou muitas vezes sobre esse conceito de complexo o complexo é essa carga de emoção alta e envolvendo esse complexo tem os conteúdos que dizem respeito à experiência sentido naquele momento em que o complexo foi gerado então tem a história vivida o pensamento que surgiu a leitura que se fez do ambiente as percepções que foram captadas pelos órgãos sensoriais aí a gente encapsula né vira aí um uma bolha como se fosse e a gente chama isso de complexo tem sempre um núcleo arquetípico ou seja tem um tema tem sempre um tema principal e esse tema tem emoções características Às vezes o tema para uma pessoa gera um tipo de emoção para outra gera outro por isso que o complexo é muito se cada um de nós tem a ver com nossa individualidade então tem emoção fortíssima ou emoções fortíssimas envolvendo tem histórias tem conteúdos tem impressões tem pensamentos e o medo pode estar nesse complexo nós podemos ter complexos que quando constelam roubam o lugar do Ego Ou seja eu tenho a impressão de que eu não sou eu não respondo por mim eu perdi a razão significa consciência minha que tava ali planejando direcionando categorizando perdi a razão não sabia mais onde eu tava não sei o que eu falei explodir quando eu vi eu já tinha falado significa que esse complexo foi cancelado e essa história ela é como se a gente vomitasse tudo aquilo de repente aquilo e rompe e eu já não sou mais aquela de dois segundos atrás eu sou aquela outra de uma experiência passada Então sou tomada por raiva por medo por Pânico por terror então esse complexo vem e muitas vezes a gente percebe ele manifestado com grande dose de medo então aí a gente diz Nossa é um conflito que eu tenho porque quando eu me vejo nessa situação me dá um medo de um jeito que passa do Medo natural passa do medo como emoção primária é o medo carregado de conteúdo psicológico vem com experiências translatas passadas e aí a gente olha para aquilo que está acontecendo não pensando a respeito do que está acontecendo mas como se a gente reviver
arregado de conteúdo psicológico vem com experiências translatas passadas e aí a gente olha para aquilo que está acontecendo não pensando a respeito do que está acontecendo mas como se a gente reviver essa experiências mais penosas do passado Então se alguém se eu tenho uma crise de medo e alguém diz assim mas Cris olha não é nada é só um inseto eu já não estou mais com o medo primário Uma emoção primária de assustar com algo provavelmente eu estou constelando complexos então a minha reação é desproporcional ao que a lógica diria que seria razoável Então eu tenho reações que a pessoa que tá do lado falando Nossa que é isso não precisa tanto Nossa que show que você deu por causa de uma baratinha por causa de uma mosquinha Seja lá o que for é porque eu não estava reagindo simplesmente com uma emoção primária que surge diante de um susto que eu levo eu estava reagindo junto com isso veio todo o conteúdo de um passado de uma experiência passada misturada com a experiência do hoje então eu atuo com o medo não só diante daquilo que está acontecendo mas também revivendo todo um passado muito mais trágico muito mais doloroso do que aquilo que acontece no presente Então a gente vai falar de medo como emoção primária comum que não vai ter grande duração É apenas para você sair correndo ter uma reação de luta fuga se vira resolve Então o medo vem como esse termômetro como esse Alerta isso é natural Isso faz parte ele vem para nos proteger ou esse outro medo que já vem encarregado de um conflito que é algo que não é proporcional ao que está acontecendo pelo contrário em ver ao invés de o medo me ajudar a sair do problema eu vou começar a atravessar a rua e fico com medo porque eu vejo que vem uma moto mais acelerada do que eu imaginei esse medo vai fazer com que eu disse aguce os meus sentidos os meus órgãos sensoriais para que adrenalina me dê mais força muscular A minha pupila dilata eu vejo melhor eu escuto melhor para eu poder sair daquela daquele risco Então esse é o medo natural ele é
os meus órgãos sensoriais para que adrenalina me dê mais força muscular A minha pupila dilata eu vejo melhor eu escuto melhor para eu poder sair daquela daquele risco Então esse é o medo natural ele é protetivo ele vem para me alertar de modo que automaticamente eu me Retiro de uma experiência de risco sem precisar fazer o caminho longo que é o caminho da casa do raciocínio bem eu estou aqui atravessando no meio da rua devido uma moto Pode ser que ela me atropele até eu fazer essa conjuntura já foi então esse medo irracional que é uma emoção pura ele dispara mecanismos automáticos que me protegem e eu consigo me tirar do Risco sem sequer pensar no que eu fiz agora existe outros então esse é natural a gente vai usar bem ele mas existe um outro tipo que a gente sente de medo que é o medo que a gente fala não tem sentido não explica eu entro no estado que eu não consigo me controlar eu tenho reações exageradas esse medo é o medo que a gente diz que ele deve estar associado com algum trauma conflito experiência muito dolorosa do passado eu lembro sempre e cito e me perdoem porque parece que eu sou ali esse livro até hoje na minha vida mas eu li alguns mas esse ele me traz uma descrição tão Clara de algo que é tão difícil da gente encontrar e eu vou citar ele de novo o livro é do doutor é bem Alexsander terceiro é neurocirurgião americano ele narra a experiência que ele teve de quase morte no livro que se chama uma prova do céu ou é a prova do céu e o doutor é bem eles ele descreve aí como ele se sentia neste lugar que não era consciente né então ele tem uma uma bactéria toma todo o seu o seu a sua última camada que o neocórter cerebral ele entra então em coma e fica por sete dias eu vou dar todos os spoilers vocês me perdoe ele fica ali por dias é uma doença que a princípio a pessoa não vive 24 horas Ele viveu é uma doença que se você viver por 48 horas os danos São tantos que você vai vegetar para o resto da vida ele não vegetou e é uma doença que se a maioria das vezes você morre
o vive 24 horas Ele viveu é uma doença que se você viver por 48 horas os danos São tantos que você vai vegetar para o resto da vida ele não vegetou e é uma doença que se a maioria das vezes você morre ele não morre ele não Vegeta ele volta e ele volta consciente então ele diz que é uma prova do céu ou seja ele fala ele que era cético ateu ele volta e diz agora eu preciso transformar a minha experiência no livro para poder dizer para todo mundo que eu sim acredito em Deus e em milagre Tem coisas que a ciência não explica óbvio que ele como chefe de departamento do hospital depois dessa experiência de se propor a escrever esse livro que não era nada científico ele acaba saindo do hospital já não fazia mais sentido não combinava mais com ponto de vista dos parceiros e eles Segue uma outra linha ele conta que ele era muito Caprichoso Então como ele lidava com a ele era cirurgião ele lidava com muitas pessoas que voltavam da cirurgia eles iam Doutor posso relatar uma experiência de quase morte então ele falou que ele tinha até uma lista e no livro aparece a lista dele de explicações científicas para as experiências tinha lá 20 40 itens Ah você viu uma luz a luz significa isso isso ah você viu um ente querido significa aquilo e ele disse que a experiência que ele teve foi uma experiência tão particular que Deus foi tão Caprichoso que ele levou o Dr heben para uma realidade inconsciente como a gente queira chamar alternativa em que nenhuma nenhum item da lista dele explicava então ele disse o que eu passei e não dá para explicar cientificamente então uma experiência muito bonita mas tudo isso para dizer que enquanto ele estava nesses dias que ele estava lá em algum lugar por aí ele narra como ele se sentia difícil de entender gente eu lembro que eu li várias vezes o mesmo parágrafo porque eu não entendi porque ele falava não tem como pôr em palavras porque lá não tem palavras nesse lugar não tem palavras mas um trecho muito bonito é que quando ele fala que ele ele sentia Deus e Deus
ue eu não entendi porque ele falava não tem como pôr em palavras porque lá não tem palavras nesse lugar não tem palavras mas um trecho muito bonito é que quando ele fala que ele ele sentia Deus e Deus e Deus estava dentro e tava fora e Deus estava ali mas estava lá e ele fala desse amor que era só o amor que existia né então é lindo de descrever e ele disse que ali ele não era ninguém especificamente ao mesmo tempo ele era assim alguém muito especial e único mas a descrição dele é como se ele tivesse se desidentificado com o ego ou seja ele não tinha uma personalidade que acreditava em certas crenças que tinha Tais objetivos de vida que protegia seu filho ele não tinha uma história personificada ele era alguém muito especial mas não alguém em específico e essa sensação que ele dá é de uma Plenitude é como se ele falasse Aqui tá tudo bem então ali por que que eu trago isso quando a gente vai falar do medo porque quando a gente pensa assim o que que me dá medo por que que eu assusto com alguém se alguém chega agora eu não percebo essa pessoa chegando e faz burro talvez eu assuste porque porque que se eu se eu ver essa pessoa se aproximando de mim ela faz burro eu vou falar aqui que está fazendo eu não me assusto porque eu tô vendo ela chegar mas se eu não conto que ela está por perto e ela me ela faz bu ela me pega desprevenido então o medo esse medo ele tem muito a ver com o que você não planejou o que acontecesse e aconteceu eu estou andando na rua e um assaltante surge com uma arma medo não estava contando nos meus planos não tinha isso eu estou andando numa mata e dou de cara com uma cobra não estava nos meus planos caminhar para encontrar uma cobra então medo tem muita relação com aquilo que eu espero encontrar com aquilo que eu planejo para o meu caminho quando algo surge assim de repente e eu não esperava Aquilo me causa um susto e lá neste lugar é bem Alexander estava ele não se assustava nada porque ele não tinha um plano porque ele não tinha ele não era alguém específico que que pretendia sair
erava Aquilo me causa um susto e lá neste lugar é bem Alexander estava ele não se assustava nada porque ele não tinha um plano porque ele não tinha ele não era alguém específico que que pretendia sair para andar no mato não encontrar com cobra que pretendia levar o filho na escola e que nada acontecesse no caminho ele não tinha um plano nenhum ele simplesmente estava então ele diz lá que é o lugar do eu sou ou eu sou é Deus Jesus diz antes de vocês serem eu já era essa história do eu sou quando a gente pensa no espírito que que é esse espírito o que que é o selfie é eu sou é o que de fato existe é a realidade do Espírito mas quando nós estamos aqui na terra e a gente recebe esse aparelho cerebral e a gente se identifica com o nome com uma família com o ideal de vida com desejos é como se a gente tivesse uma história muito personalizada e essa história faz com que a gente planeja muitas coisas e sempre que esses planos forem caindo nós vamos ficando com medo porque é como se a gente tivesse indo para um lugar que a gente não achou que fosse porque aquele lugar que eu planejei eu já estava preparada para ele se a gente vai fazer uma viagem e a gente fala assim eu vou para praia e eu levo minha bolsa de praia biquíni chapéu protetor solar chinelos de dedo eu tô tranquila porque eu estou indo para um lugar e eu vou dar conta desse lugar se alguém fala assim você entrou no voo errado você tá indo agora lá para o Alasca eu vou me lascar no Alasca eu assusto porque que eu assusto porque eu não estou planejada para aquilo eu não sei como vai ser a experiência eu não pensei a respeito eu não eu não criei planos a respeito eu não comprei coisas para aquilo não estou preparada para aquilo então eu me assusto então o susto o medo ele vai sempre ter relação com aquilo que eu esperava que acontecesse com aquilo que eu planejei acontecer e quando eu me dou conta aquilo saiu das minhas mãos eu não planejei ficar doente de repente eu vou fazer um check-up percebo que eu tenho uma doença
e acontecesse com aquilo que eu planejei acontecer e quando eu me dou conta aquilo saiu das minhas mãos eu não planejei ficar doente de repente eu vou fazer um check-up percebo que eu tenho uma doença séria não estava nos meus planos então eu me assusto Aquilo me amedronta e o doutor Eben naquele lugar ele disse que ele ele não tinha um plano específico ele não tinha que cuidar do filho e não lembrava que ele tinha filho ele não era alguém em específico ele não era Fulano ele era o eu sou ele estava no eu sou ele ou eu sou era um e a gente lembra de Jesus falando eu e o pai somos um então é você estar numa Instância cósmica que aquilo que é eu não tenho expectativa eu não faço plano não tem uma eu não estou preparada para algo Então está tudo bem é isso é isso né Tem algo acontecendo aqui ok então sempre que eu caminho para essa aceitação que não é conformação sempre que eu consigo lidar melhor ser mais flexível ter flexibilidade Mental para aceitar aquilo que surgiu que não era o planejado para me readaptar Diante daquilo que venha na minha vida que não era o que eu queria quanto mais eu sou resiliente menos eu sofro mas eu cresço e mais eu antecipo eu acelero o meu progresso por isso que a gente diz que o medo ele paralisa porque é como se eu falasse ou não estava preparado para isso e agora contra ela fica aí que que eu faço o que que eu faço e agora Ah mas eu não era isso que eu queria mas não era isso que eu pensei Ah mas não era para isso que eu tô preparado você vai ficar aí Vamos tentar se virar vamos ver o que que dá para fazer então essa resiliência essa flexibilidade Mental faz com que a gente descongele do medo e faz com que a gente enfrente o problema com mais rapidez sofra menos e saia mais rápido da enrascada daquilo que nos faz temer não planejei e ter uma doença o médico falou você tá aqui a doença tá em você e aí eu vou paralisar que medo no nariz que eu queria meu Deus e agora não planejei para isso vai ficar aí vamos lá e aí então o que que nós podemos fazer
médico falou você tá aqui a doença tá em você e aí eu vou paralisar que medo no nariz que eu queria meu Deus e agora não planejei para isso vai ficar aí vamos lá e aí então o que que nós podemos fazer Quais as possibilidades quais os recursos o que que eu preciso correr atrás então eu enfrentando eu supero o medo mais rapidamente então superar o medo vai depender dessa flexibilidade mental vai depender dessa resiliência em lidar com frustração porque o medo parece depois de uma frustração me frustrei não queria que tivesse uma cobra no meu caminho Agora ela tem ela tá lá eu faço o quê não queria que o pneu furasse de noite numa estrada isolada que medo do que pode acontecer e agora o que que eu posso fazer saiu do meu plano mas o que que eu posso fazer quando eu consigo ter essa flexibilidade esse e acionar recursos para ver soluções eu venho sumido e não é nem venço o medo é eu lido com medo porque o medo continua ali o coraçãozinho tá acelerado mas eu tô me virando tô chamando um sos na estrada eu tô ligando para alguém que eu sei que mora perto coraçãozinho acelerado mas eu tô lidando com ele não é a gente se livrar do medo mas é a gente não paralisar por causa do medo é conseguir lidar com as coisas apesar do medo né então o medo ele tem muito a ver com isso com o plano que eu fiz o quanto que esse plano não aconteceu e o quanto que eu não me sinto capaz de poder lidar com aquilo que é que surgiu que não era o esperado o imprevisto e aí a gente vai intensificando quanto maior o problema quanto menor a minha flexibilidade mental quanto mais dificuldade eu tenho com a resiliência mas esse medo vai ganhando o corpo vai se tornando terror e ele pode se tornar um Pânico a gente pode depois entrar na tal da síndrome do pânico porque é ele eles escalonou de um jeito que eu me perdi de mim mesma já não consigo mais acessar recursos Estou entregue ele me tomou e isso pode gerar realmente uma síndrome algo que vem a se repetir e dependendo da situação eu acabo caindo Nesse Mesmo Lugar
mim mesma já não consigo mais acessar recursos Estou entregue ele me tomou e isso pode gerar realmente uma síndrome algo que vem a se repetir e dependendo da situação eu acabo caindo Nesse Mesmo Lugar bom fazendo essa introdução para a gente ter um pouco da noção do que seria o medo de como a gente pode entender o medo quando ele aparece que que a gente pode fazer a respeito ele está relacionado com essa história de não é o que eu planejava E e essa emoção de será que vai dar tudo errado Será que eu vou sofrer Será que a cobra vai me picar Será que o ladrão vem me pegar na estrada Será que eu vou morrer dessa doença então o medo também tem a ver com a imaginação de um sofrimento futuro porque a gente quer evitar sofrimento então eu não quero ser roubada eu não quero que cobra me pegue eu não quero que o ladrão eu não quero ter uma doença que me faça sofrer ou Morrer então o medo também tem a ver com aquilo que eu imagino de uma possibilidade futura que vai me fazer sofrer aí o medo vem porque é como se eu quisesse evitar aquilo de chegar a razão diz você não vai conseguir evitar sempre existe possibilidade de você lidar com isso quanto antes você começar a buscar essas possibilidades mais sucesso você vai ter então em frente não existe um lugar que você fala eu vou evitar sumir isso vai desaparecer O que é para passar vai passar existe possibilidade de você superar isso com luta com ação isso existe vamos para Joana Então se a gente não vai falar dela bom eu trouxe então alguns trechos primeiro eu vou lá para o homem integral tem um capítulo capítulo 1 ela fala muito sobre isso vale a pena ler o Capítulo inteiro eu trouxe um longo texto dele mas eu vou ler devagar bom então Joana começa dizendo Esta é uma sociedade amedrontada então ela vai dizer para a gente o quanto que o tempo acelerado o quanto que essa vida louca que a gente tem vivido né cheia o quanto isso promove um aumento do Medo a como emoção Então ela diz as gerações anteriores também cultivaram seus medos
o tempo acelerado o quanto que essa vida louca que a gente tem vivido né cheia o quanto isso promove um aumento do Medo a como emoção Então ela diz as gerações anteriores também cultivaram seus medos de origem a tábica e de receios ocasionais Então não é não é emoção de hoje isso isso já existia as gerações anteriores também existiam só que o excesso de tecnicismo muita tecnologia com a correspondente ausência da Solidariedade humana produz uma avalanche de receio então diz assim medo sempre existiu mas a benfeitora diz hoje muita tecnologia aumentou o nível de tecnologia ao mesmo tempo que diminuiu a solidariedade humana Ou seja a gente se afastou um dos outros porque porque pensa quando eu estou com medo eu não quero alguém para ir comigo eu não quero alguém que me Estenda a mão eu não quero alguém que resolva o meu problema Ou pelo menos que me ajude a pensar agora imagina que a gente hoje vive muito em ambiente virtual em ambiente tecnológico ambiente mecânico ambiente é metálico e as pessoas se afastaram muito individualidade cada um por si pouca Fraternidade não é problema meu se resolva então o medo fica mais difícil de ser lidado porque a gente tá num ambiente Urbano metálico longe de pessoas que poderiam amenizar a sensação a emoção do medo então Joana diz que nossa sociedade é uma sociedade amedrontada Ela disse que é super população tomando os espaços e aí quando a gente tem muita gente no espaço vira competição aí vira medo de não conseguir sobreviver aí vira briga violência né a tecnologia reduz a distância mas nos dar nos dá uma falsa sensação de segurança porque existe violência inclusive no mundo virtual existe roubo no mundo virtual hackers então a gente foi ficando como se fosse com ilusão de que tá tudo bem que estamos super protegidos mas não estamos e Quando surge o medo a gente está sozinho não tem mais como os nossos ancestrais o vizinho para socorrer aquelas amizades a solidariedade ajuda de um para o outro a gente tá se distanciando das pessoas né
ndo surge o medo a gente está sozinho não tem mais como os nossos ancestrais o vizinho para socorrer aquelas amizades a solidariedade ajuda de um para o outro a gente tá se distanciando das pessoas né ela fala que nessa luta Furiosa as festas ruidosas as extravagâncias de Conduta os desperdícios de moedas o exibicionismo ela ela disse que as pessoas acham que isso faz vencer o medo muitas vezes a gente acha que ser extravagante ser exuberante vou para festa ruidosa a luta ai eu não tenho medo não eu vou para luta eu vou para guerra eu vou para não é bem assim porque o medo é atávico e é instintivo é emoção primária eu posso estar numa balada com música na altura se eu tiver com medo de perder um ente querido eu estou só disfarçando ali o medo quando eu sair da balada ele volta eu posso fingir que eu posso me entorpecer para por alguns instantes esquecer que eu estou com medo de perder um ente querido que está doente então eu vou para balada eu vou para extravagância eu vou para bebida é momentâneo naquele instante parece que o medo foi embora mas ele tá ali só esperando você voltar para casa então não é fugir não é forma de superar o medo então Joana Primeiro ela fala a respeito dessa forma atual moderna que a gente tem de lidar com as coisas atropeladas exageradas e acha que isso faz a gente ficar bem sair feliz não necessariamente Às vezes a gente tá é reprimindo Às vezes a gente tá só se distanciando da emoção mas assim que você parar para fazer uma reflexão para fazer sua oração o pensamento volta o medo volta as impressões voltam Então não é uma forma de se ocupar com muita coisa não é uma forma boa eficiente de lidar com que nos amedronta mas Joana também diz que é no cerne do ser né tudo isso lá no capítulo um dom integral que é no espírito que se encontra as causas matrizes do medo que é aquilo que eu disse experiências passadas Estão guardadas se por acaso eu volto a experimentar alguma coisa parecido aquela experiência ela e rompe ela constela e eu passo a viver o que eu tô
do que é aquilo que eu disse experiências passadas Estão guardadas se por acaso eu volto a experimentar alguma coisa parecido aquela experiência ela e rompe ela constela e eu passo a viver o que eu tô vivendo hoje misturado com o que eu já vivi no passado parecido com aquilo então esses fenômenos tópicos quando eu tenho fobia eles procedem de experiências passadas de reencarnações fracassadas então quando a gente fala eu não tenho medo eu tenho mais que medo eu tenho fobia fobia é algo que me toma eu eu subo uma escada Eu tenho fobia de altura começa com reação fisiológica eu entro no desespero que não tem a ver com a altura da escada escada nem é tão alta então quando a gente tiver falando de fobia Joana disse que a gente está falando de reencarnação passado que esse registro ele ele vem na forma de fobia porque a fobia é inexplicável Por que que você tem fobiadista acontecendo nada pois é não sei então a fobia significa é algo simbólico eu não lembro tem a ver com memórias muito passadas então elas vêm como se fosse uma impressão que não faz sentido a gente não consegue dar sentido para aquilo aí ela diz nas quais a culpa não foi liberada em face do crime ter ficado o culto de simulado não justificado né aí transfere-se de essa consciência para uma futura consciência Então hoje muito do medo que a gente tem desse medo irracional medo é porque ele é emoção mas esse medo que não que não se justifica que não se explica que é desproporcional muitas vezes ele tem a ver com registros do passado e a medida que a gente se conscientiza que a consciência se expande e a medida que o indivíduo vai se apoiando mais na fé religiosa racional sabendo que ele é imortal que ele traz registros do passado que tudo que se ele souber lidar com isso isso vai ser superado então aí sim ele se liberta ele se a giganta ele se recupera ele se humaniza definitivamente tem do medo e vem sendo medo então eu fico pensando é quando a gente admitir que meu plano deu errado então eu fiquei com medo porque
a ele se a giganta ele se recupera ele se humaniza definitivamente tem do medo e vem sendo medo então eu fico pensando é quando a gente admitir que meu plano deu errado então eu fiquei com medo porque eu planejei e apareceu uma cobra Parecia um ladrão apareceu um imprevisto agora o doutor é bem lá naquele lugar que ele tava bem que ele não sentia medo é porque o plano daquele não era dele era de Deus então quando a gente fala que o medo uma um dos antídotos é a fé é a gente se apoiar é como se a gente falasse Ó você tá com medo porque seus planos não estão dando certo você tá com medo de passar fome você tá com medo de perder o emprego você tá com medo de ser traído você tá com medo do que for se você conseguir se entregar para o plano de Deus você não vai sentir medo porque o plano de Deus funciona mas e para conseguir chegar nesse lugar dessa entrega né que é faça a gente fala com frequência que seja feita a sua vontade não é Nossa a gente fala no Pai Nosso é isso se de fato eu entregasse que seja feita a sua vontade não a nossa eu não teria expectativas tudo que me acontecesse Ah se me aconteceu e não é vontade minha de Deus eu quero a vontade de Deus então tá ok a cobra no caminho o emprego que perdi tá tudo no caminho Foi Deus que colocou tem uma explicação Então tá tudo bem seria bem mais fácil da gente lidar com o medo porque a gente enxergaria sempre tudo como plano de Deus a vontade de Deus a vontade seja feita a sua vontade quanto mais a gente se identifica com nossos planos mas a gente tem medo de que eles quando eles começam a não acontecer por isso que a fé que que a fé entrega aceita confia para de ficar querendo criar sua expectativa seu plano nessa hora você já fez seu plano não funcionou não então entenda que é plano de Deus que está no seu caminho não o seu eu não planejei ficar doente Pois é ficou Então não é seu plano não de quem que é é de Deus da Lei então não briga com isso Aprenda com isso isso é fé é a gente aceitar aquilo que não é nosso
ão o seu eu não planejei ficar doente Pois é ficou Então não é seu plano não de quem que é é de Deus da Lei então não briga com isso Aprenda com isso isso é fé é a gente aceitar aquilo que não é nosso plano sabendo que tem um plano maior para tá acontecendo vamos agora no livro Auto descobrimento Capítulo 9 Joana diz o medo em si mesmo não é negativo que aquilo ele me protege ele emoção primária assim se mostrando quando irracionalmente desequilibra a pessoa ou seja Quando que o medo passa a ser negativo Quando que o medo passa a ser conflito quando ele desequilibra a pessoa desequilíbrio no sentido da gente surtada as pessoas que tiverem com a gente vai falar nossa mas calma não é para tanto o que que tá acontecendo não precisa tudo isso esse medo que é carregado de conflito o medo do susto fazer alguma coisa para se livrar de um perigo esse é natural o desconhecido pelas características de que se reveste pode desencadear medos momentos de medo que é o que eu falei apareceu alguém aqui que eu não sabia que estava aqui me assusta me dá um susto eu vou assustar eu não estava esperando então o desconhecido não conhecia o que estava acontecendo ele vai fazer com que eu me assuste o que também ocorre com relação ao futuro eu não imaginei no meu futuro passando por uma doença perdendo emprego passando necessidade eu me frustrando como traição Não imaginei então Joana está dizendo aquilo que eu não conheço e aquilo que eu não imaginei no futuro que eu não planejei no futuro vai disparar o medo mas ele vem como um fator de preservação da vida para ampliar o instinto de autodefesa ou seja esse medo vai falar assim se adapte surgiu alguma coisa que você não imaginava tem algum desconhecido aqui querendo te pegar te assustar se adapte se vire o medo vem para me pôr em sinal de alerta para que eu possa pegar a minha espada Como disse Jesus e para luta não é sentar e chorar e se for de coitado é ir para luta se defender esse poupar esse preservar esse proteger o medo vai ter essa função puxa pareceu
pegar a minha espada Como disse Jesus e para luta não é sentar e chorar e se for de coitado é ir para luta se defender esse poupar esse preservar esse proteger o medo vai ter essa função puxa pareceu uma doença na minha vida não é isso que eu tinha planejado E agora se proteja se cuide lute por você vá conquista de novo a saúde para isso que o medo vem para que eu me movimento ou que poderia se tornar útil né é algo que vem para trazer uma utilidade o medo é para me pôr para ser útil porque se eu olho para doer ai tem uma doença ali Ah então né que que eu vou fazer a respeito não não tô com medo tá tudo certo e aí você não se mexe o medo me põe numa postura útil Ou seja eu vou tentar me livrar dele eu vou tentar me livrar da cobra eu vou tentar me livrar do lado ladrão eu vou tentar me livrar da doença então eu acho eu tomo atitude eu corro atrás o medo me põe em Ação se eu não tivesse medo eu sentava deixa a cobra aí vamos ver o que ela vai fazer né deixou ladrão aí vamos ver aqui que eu deixei fazer o que ele quiser então sempre eu vou tentar me cuidar me proteger nesse sentido que o medo ele é realmente protetivo daí Joana vai falar um pouco do Pânico nesse Auto descobrimento Então ela disse confunde-se o pânico como expressão do medo quando e rompe acompanhado de sensações físicas quais são Disritmia cardíaca sudorese sufocação colapso periférico produzindo aos judeus generalizada essa sensação de morte porque parece que você vai morrer você acha que você vai morrer coração dispara começa a suar eu vou sufocar eu tô me sentindo presa parece que você vai morrer nessa essa opressão no peito então sem aparente motivo que justifique ou seja Nossa não tá acabando o mundo por você estar desse jeito né então é percebe que não é simplesmente aquele medo Ai que susto ai que medo disso ai que medo daquilo é um é um Panorama muito mais denso muito mais complexo é um conflito é um complexo na anamnese ou seja fazendo a investigação desse distúrbio de pânico constata-se fator genético com carga
do daquilo é um é um Panorama muito mais denso muito mais complexo é um conflito é um complexo na anamnese ou seja fazendo a investigação desse distúrbio de pânico constata-se fator genético com carga alta de preponderância ou seja tem muito da parte genética Lembrando que a parte genética também é uma herança de vidas passadas né a gente vem na família que a gente gerou daí nesse caso vem a presença da noradrenalina no sistema nervoso central é portanto uma disfunção fisiológica tem predominância no sexo feminino Principalmente nesse período em alguns períodos da vida né quando os hormônios aumentam por exemplo no começo da menarca na menopausa na gravidez ou quando esses hormônios estão desregulados sem dúvida a psiquiatria né a terapia psiquiátrica faz urgente para que a gente possa pela substâncias químicas traseira um pouco de estabilidade para esse para essa pessoa que está em sofrimento para daí sim poder conversar com ela em nível mental em nível psicológico então quando a gente está nesse conflito nessa síndrome do pânico é preciso que a gente assuma Nossa fragilidade procure ajuda para que essa substância química que vai ser ingerida por o tempo necessário para que o ser espiritual se organiza para que esse ser mental planeja uma alternativa para que a gente possa realmente se recompor né então a entretanto síndromes de distúrbio de pânico que fogem ao esquema convencional que não são exatamente como ela acabou de descrever por exemplo aqueles que têm componente Paranormal então Joana vai falar vai falar que muitas vezes o ataque de pânico a síndrome do pânico Não não é interna né tem a ver com ação espiritual em lamentáveis processos de obsessão então a gente precisa cuidar disso também do espírito né como que a gente pode fazer isso agindo psiquicamente sobre a mente da vítima ou ser espiritual estabelece um intercâmbio parasitário e como que a gente faz para não ser essa vítima viva aí a gente já sabe tem essa incorporação E aí a pessoa perde a noção como que a gente sabe aí
ser espiritual estabelece um intercâmbio parasitário e como que a gente faz para não ser essa vítima viva aí a gente já sabe tem essa incorporação E aí a pessoa perde a noção como que a gente sabe aí todo o processo de desobsessão começa pelas terapias que a gente encontra na casa Espírita que é o estudo a oração ou passe magnético passe enfim água fluidificada tudo que a gente tiver de recurso mas também uma modificação do paciente modificação mental presta atenção na forma de pensamento é comportamental vamos procurar hábitos mais saudáveis tem que ser feita toda uma reestruturação para que essa mente seja desacoplada e a gente volte a ter propriedade de si né do próprio corpo bom vamos para mais um livro Amor Imbatível Amor capítulo 10 a esse livro eu não trouxe mas eu citei porque ele traz algumas coisas que a gente já passou e é um texto bem longo bastante bastante conteúdo sobre síndrome do pânico Então como a gente já tem uma passada por isso se alguém se interessou e quiser se aprofundar vá no livro Amor Imbatível Amor capítulo 10 tem bastante detalhes sobre a síndrome do pânico Tá bom nós vamos agora para o despertar do Espírito Capítulo 8 Então o despertar espirito Capítulo 8 Joana vai falar sobre algumas posturas que a gente adota quando a gente está com medo que não deixa de ser uma fuga porque é um não enfrentamento quais são essas posturas quando a gente arranja escudos psicológicos né redomas então muitas vezes quando a gente se depara com algo que nos amedronta a gente Costuma se defender evitando o enfrentamento e isso é uma paralisia porque se eu entrar numa redoma tudo bem o que tá lá fora não me atinge mas eu não saio do lugar eu deixo de viver a vida porque a vida tá lá fora não adianta eu querer me proteger aqui então eu não vou conhecer ninguém para não ser desiludido eu não vou me relacionar com os colegas de trabalho para não ser traído Tudo bem eu vou evitar um monte de medos mas eu vou evitar a vida eu vou evitar trocas eu vou evitar o amor então sempre que eu
eu não vou me relacionar com os colegas de trabalho para não ser traído Tudo bem eu vou evitar um monte de medos mas eu vou evitar a vida eu vou evitar trocas eu vou evitar o amor então sempre que eu uso muito escuro que eu me protejo atrás de muro de retoma é uma forma eficaz de não sentir medo ela pode ajudar a não sentir medo mas ela vai te roubar a vida você vai perder oportunidade de vidas intensas de vivências intensas Então não é o melhor a melhor estratégia então Joana diz existe um temor interno que procede de vários fatores psicológicos que induzem ao Medo de Amar de se expor de se relacionar é o medo de se entristecer medo de ser infeliz medo de ter raiva medo de fracassar no relacionamento sexual medo de adoecer medo de morrer medo de ser incapaz de enfrentar situações esse medo faz com que a gente gere esses escudos a gente pode até se proteger dessas experiências difíceis mas a gente vai deixar de viver que aquilo que eu estava dizendo eu trouxe também vou já acelerar para a gente não deixar de citar que nós já estamos indo para o final conflitos existenciais Capítulo 4 então Joana diz as atitudes educacionais é interessante isso porque ela vai falar do quanto que a formação do ser humano quanto que a educação da Criança pode influenciar tanto em criar adultos com mais instrumentos e possibilidades de enfrentar medo quanto criar adultos mais amedrontados do que deveriam pela forma da educação Pelo modo como os pais educadores lidaram com a criança então vamos ver o que ela diz conflitos existenciais Capítulo 4 as atitudes educacionais no lar os relacionamentos familiares agressivos Porque pensa uma criança de 5 anos vendo pai e a mãe brigando de tapa Imagina o medo que essa criança sente e ela não entende o que está acontecendo ela não é capaz de se diferenciar e falar é problema desses dois adultos malucos aí ela se mistura Aquilo é dela também aquilo tem a ver com ela é muito comum a criança achar que se ela fosse boa suficiente os pais não estariam
enciar e falar é problema desses dois adultos malucos aí ela se mistura Aquilo é dela também aquilo tem a ver com ela é muito comum a criança achar que se ela fosse boa suficiente os pais não estariam brigando Ela traz para ela então atitudes educacionais rolar o relacionamento familiares agressivo o desrespeito pela identidade infantil a criança tá com medo e ai que bobagem esse medo Para de ser medroso desrespeito a falta empatia Você já foi criança criança não pensa como adulto no tá na hora então isso atrapalha narrativas apavorantes nas quais muitos adultos se comprazem atemorizando as crianças contando história de medo rindo e a criança lá né aterrorizada comportamentos agressivos de pessoas tudo isso adquire volume na psique da criança a medida que o crescimento mental e emocional amplia a capacidade então ele vai crescendo com esses complexos com esse traumas medo de que meu pai com a minha mãe brigue aí vai ser aquela pessoa que tenta poupar os quentes em tudo porque não gosta de ver cenas de violência porque quando viu tinha trauma Então morre de medo que as pessoas brigam alguém começa a falar alto ele já entra no meio O que que vocês querem que eu faça para que vocês não briguem vai ser uma pessoa que tá sempre Tentando cuidar do outro agradar o outro não porque ele tá de bem porque ele tem amor para dar mas porque ele morre de medo que as pessoas brigam porque ele não quer viver aquela experiência ruim né então tudo aquilo que ele viveu volta e ele passa a ser uma pessoa que tem muito medo de tudo grande parte do Joana também fala então muito cuidado com o que a gente faz com as crianças para não amedrontar não contar história não por medo ela também chama atenção do quanto a mídia tem criado medo eu não tava com medo fui ligar a TV Comecei a assistir uma notícia Nossa sair em Pânico então cuidado com isso porque tem tanta coisa acontecendo no mundo é óbvio que a mídia não vai conseguir falar de tudo que está acontecendo e ela traz aquilo que mais impacta aquilo que dá audiência e nada
cuidado com isso porque tem tanta coisa acontecendo no mundo é óbvio que a mídia não vai conseguir falar de tudo que está acontecendo e ela traz aquilo que mais impacta aquilo que dá audiência e nada mais do que os desastres né então tanta coisa linda acontecendo a gente não fica sabendo que Poderia despertar em nós emoções bonitas mas a gente liga a TV e a Joana diz grande parte do noticiário da mídia lixo né entre aspas que se comprar em exaltar o esdrúxulo o agressivo o crime contribui para Alucinação de alguns enfermos perversos que se sentem estimulados a prática de arbitrariedades ou seja umas pessoas assistem entre Pânico outras assistem e deixa sua sombra sair e vai lá fora fazer pior do que aquilo que acabou de assistir então quanto que a mídia tem participado do que está acontecendo na nossa sociedade de negativo né e fim considerando-se a possibilidade de alguns dos medos serem inspirados por adversários desencarnados a oração terapia gera um clima psíquico elevado que afasta esse opositor ela volta a falar também no conflitos existenciais sobre a história de um medo ser causado ser gerado por algum espírito que está nos atormentando E aí ela lembra a gente de orar de mudar a nossa padrão e vibratório de levar o nosso pensamento porque aí a gente sai da faixa a gente sai da sintonia e a gente consegue então acalmar as nossas emoções então fica aqui esse convite para que a gente diferencia os estados de medo que a gente sente é um medo natural de Uma emoção que me protege é o medo atávico que é maior do que se justifica está exagerado Será que tem a ver com experiências passadas Será que eu lembro de alguma experiência passada que eu vivi que tá misturando com hoje será que esse medo é meu ou é de uma mente que está fora de mim me atormentando Será que eu tenho estimulado muito medo por tantas bobagens que eu fico ouvindo nas mídias e descrição de outras pessoas será que eu tenho me protegido na religião na oração na fé na entrega a Deus será que eu tenho usado desses recursos para me
antas bobagens que eu fico ouvindo nas mídias e descrição de outras pessoas será que eu tenho me protegido na religião na oração na fé na entrega a Deus será que eu tenho usado desses recursos para me proteger de futuros Estados em que eu encare o medo então fica esse convite para que a gente faça essa reflexão e eu espero vocês na próxima semana até mais
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