T03:E04 • Mitos e Parábolas • Narciso
Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 03 - Mitos e Parábolas Episódio 04 - Narciso ► DESENVOLVIMENTO • Egocentrismo • Egoísmo • Parábola do rico sem juízo Apresentação: Cristiane Beira
Olá sejam bem-vindos a mais um psicologia espírita com Joana de Angelis nos Episódios anteriores nós trouxemos alguns mitos e parábolas que nos convidavam a refletir a respeito do desenvolvimento da vida do ser humano nós trouxemos mitos Adão e Eva O Livro de Jó falamos a respeito do desenvolvimento espiritual das etapas da jornada heroica da Alma eram mitos que se assemelhavam falamos também sobre o filho pródigo que também nos convida refletir sobre as etapas do desenvolvimento sempre estamos nessa condição de protegidos em contato é com Deus mais próximamente de uma maneira inconsciente em determinado momento adquirimos consciência no reino dos seres humanos fazemos luz do uso do livre arbítrio e compreendemos as nossas jornadas as reencarnações os ciclos de aprendizagem até chegarmos no Paraíso simbolizando esse desenvolvimento completo A Plenitude a perfeição a felicidade a união com Deus como Jesus já demonstrava ter eu e o pai somos um hoje nós vamos falar sobre o mito que nos convida a refletir a respeito de um conflito um dos conflitos que ainda está presente em nosso grau de evolução ele pode ser diagnosticado pela psiquiatria mas ele pode também estar presente não de forma tão patológica mas ele pode estar presente em gradações mais sutis em cada um de nós Então vale a pena a gente parar para no sentido de tomarmos consciência a respeito de nós próprios nessa busca do autoconhecimento e observando as várias expressões dos conflitos que são comuns em nossa jornada evolutiva em nosso grau de evolução o que nos cabe é isso é estarmos atentos é prestarmos atenção em nós próprios é fazermos essa esse alto questionamento é olharmos para o espelho no sentido de tentarmos entender e compreender nossos próprios conflitos nossas sombras porque é assim que a gente tem possibilidade de iluminá-las o mito de hoje é o mito de Narciso na psiquiatria ela ele é diagnosticado quando ele está já nesse nível quando ele está considerado nesse nível patológico e em poucas palavras a
lidade de iluminá-las o mito de hoje é o mito de Narciso na psiquiatria ela ele é diagnosticado quando ele está já nesse nível quando ele está considerado nesse nível patológico e em poucas palavras a psiquiatria vai entender que é um senso inflado de Alto importância vai falar também que essa pessoa que carrega esse transtorno ela tem uma necessidade muito grande de ser admirada precisa de atenção de reconhecimento Ela se alimenta pelos tributos que ela recebe pela admiração que os outros dedicam a ela e também por falta de empatia porque é uma pessoa centrada em si e ela não tem a sensibilidade que a gente deveria ter em relação ao outro ela não é capaz de olhar para o outro de se dedicar ao outro cortar com o outro não nem nenhum transtorno ele é só por si a única coisa que a pessoa é né então assim não é porque eu carrego esse traço que eu sou só isso a gente é um monte de coisas misturadas então vamos lembrar que nada que é absoluto não é a pessoa que só faz isso mas ela tem isso muito presente em si ela também carrega Outros tantos traços de personalidade Mas hoje nós vamos falar desse e vale a pena a gente se perguntar não no sentido aqui da gente achar que vai sair daqui com o rótulo ai descobrir que eu tenho um transtorno não sou muito favorável a isso a questão de rótulos a descobrir que que eu carrego o que que eu tenho Acho que mais importante é entender como eu funciona para ver o que eu posso fazer a respeito porque às vezes a gente fica engessado nos rótulos basta dizer fui diagnosticada Como se eu tivesse meu trabalho tá feito eu não é mais meu agora virou problema da Medicina eles que me deem remédio então às vezes o rotular causa em nós uma um senso de não posso fazer mais nada paciência foi rotulado foi diagnosticado agora é só tomar remédio e não a gente sempre tem janelas de desenvolvimento a gente sempre tem condições a gente sempre tem possibilidades então menos importante é se eu tenho transtorno x ou Y se eu sou de mais uma coisa ou de menos outra mais
tem janelas de desenvolvimento a gente sempre tem condições a gente sempre tem possibilidades então menos importante é se eu tenho transtorno x ou Y se eu sou de mais uma coisa ou de menos outra mais importante é usar isso para se conhecer para se desenvolver para se aperfeiçoar Então não é a nossa intenção sair diagnosticando até porque não tenho nem competência para isso mas não quero que a gente trate nosso estudo com essa busca ai será que eu sou Será que eu não sou Vamos partir do princípio que todos somos um pouquinho uns mais outros menos mas todos nós trazemos esse traço Pelo Grau de evolução porque é um de personalidade que está relacionado com orgulho e egoísmo e a pergunta é quem de nós não tem ainda já não tem mais em se orgulho egoísmo Então se a gente carrega o orgulho egoísmo e a gente sabe que a gente carrega não adianta ficar apontando o dedo Fulano que é narcisista Eu que não sou e também não adianta ficar neurótico ai eu sou eu não sou Então não vamos por esse caminho de apontar dedo de querer fazer diagnóstico de querer rotular vamos entender como funciona a tendência o estilo o modo de ser do Narciso para que a gente aprenda para si mesmo para que a gente se desenvolva para que a gente tome mais consciência Então vamos estudar o caso e vamos ficar menos preocupados em apontar o dedo ou querer diagnosticar ou rotular as pessoas vamos primeiro começar com a origem da palavra e pela etimologia ela vende narcsos narq né tanto no grego quando quanto na língua indo-europeia para o grego ela quer dizer entorpecer tem a ver com doutor por então o Narciso vai ter relação com essa coisa de fantasia de alucinógeno veja que quando a gente fala de Narciso a gente está falando da mesma origem é o mesmo prefixo de narcótico né tem a ver com essa coisa do ficar entorpecido ficar meio que fora do ar viver numa realidade alternativa não estar na realidade mas está envolvido por uma fantasia e na língua indo europeia tem a ver com encarquilhar que é criar rugas
entorpecido ficar meio que fora do ar viver numa realidade alternativa não estar na realidade mas está envolvido por uma fantasia e na língua indo europeia tem a ver com encarquilhar que é criar rugas envelhecer tem a ver com estiolar e tem a ver com morrer Então é isso é como se a gente fosse para esse mundo da fantasia é o mundo da fantasia em que eu sou o personagem principal tudo gira o meu redor Narciso é isso tudo é ele é para ele é por ele é dele é ele ele é palco é só ele e isso acaba envelhecendo acaba esteando e acaba até morrendo tem a mesma origem no narcótico de narcótico como a gente vê aí Einstein nos fala no livro de junito que é sobre mitos ele fala Ele oferece várias associações que você poderiam fazer com a flor Narciso por exemplo ela é bonita e inútil ela fenece após uma vida muito breve inútil nesse sentido né a flor é bela e a beleza dela está a utilidade dela está justamente nessa beleza mas ele quer dizer ele quer dizer que mal dá tempo de você apreciar porque ela é muito fugaz né é estéreo ela tem um perfume soporífera essa coisa de entorpecer né de nos levar para uma condição Alternativa de nos distanciar da realidade ela é venenosa tal qual o jovem Narciso do mito que a gente já vai falar que carente de virtudes masculinas é estéreo é inútil e é venenoso outras associações que a gente encontra nesse livro dos mitos de jumento no Volume 2 tem a ver com morte mas ao mesmo renascimento ciclo porque é uma flor que tem ciclo rápido né Então tenha tem esse lado positivo no sentido de que se renova morre mas volta né recomeça Renasce então o Narciso vamos vamos agora para o mito mesmo né bem resumido para não tomar tanto tempo nosso das nossas reflexões ele foi escrito no ano 30 antes de Cristo e ele conta que Narciso era filho do rio sefizo kefidos o que banha o que inunda e da Ninfa líriopi que talvez significa voz macia como um Lírio um dos símbolos do Rio do escoamento das águas é a fertilidade Lírio up foi vítima da insaciável energia sexual de sexo uma gravidez
nda e da Ninfa líriopi que talvez significa voz macia como um Lírio um dos símbolos do Rio do escoamento das águas é a fertilidade Lírio up foi vítima da insaciável energia sexual de sexo uma gravidez penosa indesejável mas um parto jubiloso e ao mesmo tempo de apreensão Não era concebível menino tão belo competir com os Deuses em beleza era uma forma era uma afronta Inexoravelmente unida tinha risco em ser muito belo é que também a beleza era uma outorga do divino constituia portanto uma demejur que que é isso é além da medida extrapolou a medida é uma medida exagerada é demais é uma coisa que era demais não era equilibrada a ultrapassagem do metro da medida o fanando-se alguém de um dom que não lhe pertencia bom Por enquanto vamos lá no mito conta que Narciso era esse jovem lindo Belo exuberante é uma medida lei uma beleza além da medida de mais excessiva e ele era filho de um rio como uma ninfa Vamos pensar duas os dois simbolizavam virtudes né características muito positivas o rio é símbolo de vida de fertilidade o Rio inunda e ele permite plantação o rio limpa o rio purifica e a mim falir up ela tinha uma voz macia então a sensibilidade até a sensualidade o acolhimento como que pode um jovem que nasceu lindo filho de um rio que é símbolo de fertilidade de pureza de água de fonte e símbolo de uma ninfa que era a sensível sem que ela tinha essa sensibilidade a maciez o acolhimento como que ele pode não ter dado certo entre aspas justamente por essa palavrinha porque o mito ele não vai falar da Beleza ele não vai criticar a beleza ele não vai falar condenando aqueles que se amam que se cuidam que gostam de se olhar no espelho e de cuidar bem da sua pele do seu cabelo ele não vai falar Contra isso o mito está baseado nessa palavrinha do francês de medjugor quer dizer além da medida que seria essa medida é uma medida demasiada vai criticar aquilo que além aquilo que abusa que ultrapassa Esse é o problema nunca é a coisa em si o apóstolo Paulo já falava não é a coisa
lém da medida que seria essa medida é uma medida demasiada vai criticar aquilo que além aquilo que abusa que ultrapassa Esse é o problema nunca é a coisa em si o apóstolo Paulo já falava não é a coisa em si que faz ela ser pecaminosa ou não é o uso que a gente faz da coisa que dá valor a ela eu posso pegar um produto químico e fazer ele se tornar uma droga remédio e salvar a vida de alguém como eu posso pegar um produto químico e acabar com uma plantação se eu usar errado Como eu posso transformar ele em veneno em algo que Vicia e que tira a vida a mesma coisa a gente faz com tudo com dinheiro a gente pode pegar o dinheiro e transformar esse dinheiro em trabalho em casa em alimento em educação a gente pode pegar o mesmo dinheiro e transformar esse dinheiro em violência em abuso em opressão em consumismo então nunca é a coisa em si Narciso não é um símbolo de que há e você se ama fica se olhando muito isso é pecado não é isso mas é aquilo que passa do limite ele olhava Só para si mas vamos continuar um pouquinho aprendendo um pouco mais sobre esse mito Então ele era filho do rio da para ver assim ó até aquilo que nasce de coisas lindas se passar do limite se perder no limites e se exagerar se tirar o foco de tudo para ficar só olhando para si tudo que é demais adoece envenena mesmo algo que era para ser lindo porque filho de um rio com uma ninfa de voz aveludada como que se esse ser não funciona porque foi um ser que Ele olhou demais para si ou só para si bom o mito continua e apresenta agora um outro uma outra participante então diz assim fui ao grande profeta grego a mãe a ninfa preocupada com esse filho que era muito belo que todo mundo queria todo mundo que olhava para ele se apaixonava e ela tava com medo dos Deuses o que que poderia acontecer então ela vai para esse grande profeta grego tirésias e ela Pergunta para ele o que que você profetiza para a vida do meu filho e aí ele diz assim ela pergunta Narciso vai viver muitos anos e a resposta do adivinho foi lacônica e
e profeta grego tirésias e ela Pergunta para ele o que que você profetiza para a vida do meu filho e aí ele diz assim ela pergunta Narciso vai viver muitos anos e a resposta do adivinho foi lacônica e direta se não se o idealite do latim que quer dizer se ele não servir Se ele tirar o foco de si quer dizer se ele não ficar prestando atenção em si ele vive mas se ele olhar para si ele vai se apaixonar ele fica vai ficar só voltado para si mesmo vai esquecer do restante da vida e aí ele morre mais cedo Então veja o antídoto para o Narciso o narcisista é tirar o foco de si Para de olhar um pouco para você enxerga que tem um mundão aí fora tem tanta gente que você pode conhecer que você pode ajudar com quem você pode aprender vai se relacionar com os outros sai de si o mito vai convidar a esse movimento o mito vai chamar atenção sobre isso você não tá muito centrada em você mesmo parece que tudo é com você porque alguém falou deve ser de você porque o outro não olhou é por causa de você porque o Tá chovendo por causa de você e o mundo Será que não tá demais Será que você não acha que o outro estava olhando para você porque ele tava falando ele nem te viu às vezes é essa pergunta que o mito vai nos convidar a fazer quanto que eu dedico de atenção a mim quanto que eu não estou precisando a largar os meus horizontes incluir o outro os outros o coletivo o bem como então jovens da Grécia inteira e ninfas como sonhar Alírio que estavam irremediavelmente presas a beleza de Narciso que no entanto permanecia insensível porque ele não vai olhar para o outro e nem enxerga o outro ele não é capaz de se apaixonar pelo outro de valorizar o outro ele tá focado nele entre as grandes apaixonadas dos Jovens Da bossia estava ninfa Eco bom parentes para falar da eco Quem era Eco aí agora é uma ninfa e zeus que vivia traindo era né os grandes Deuses né os deuses principais do Limpo Zeus era esse que vivia traindo ele ele tinha ele aprontava as coisas dele né nos mitos a gente vai vendo isso e a era
zeus que vivia traindo era né os grandes Deuses né os deuses principais do Limpo Zeus era esse que vivia traindo ele ele tinha ele aprontava as coisas dele né nos mitos a gente vai vendo isso e a era ficava pegando no pé mas não pegava no pé dele pegava no pé de quem ajudava ele e a eco havia ficado quietinha ela sabia de uma traição de Zeus mas ela ó não contou para ela quando era descobre a era lança uma maldição sobre a ninfa Eco ela tira a voz própria da eco a eco não falaria mais a partir desse ela não teria mais voz própria ela não teria mais opinião ela não teria mais expressão possibilidade de expressar suas ideias a única coisa que ela poderia emitir de som seria repetir o que os outros fazem falam o eco né a gente fala deu Eco quando a gente fala quer ver vamos ver se aqui tem eco quer dizer o grito e o eco continua aquilo que eu disse então ela só poderia fazer isso repetir as próprias repetir as frases dos outros não mais das próprias frases então aqui fala a ciumenta era a defensora dos Amores legítimos por fim desconfiou e sabedoria do porquê da loquacidade de eco condenou a não mais falar repetiria tão somente os últimos sons das palavras que ouvisse então nós temos aqui a presença de eco essa ninfa linda que se apaixonou por Narciso e que ela é a personagem da do mito que não tem identidade porque a identidade minha expressa muito por aquilo que eu digo que eu falo que eu defendo pelas minhas opiniões pela forma como Eu me comunico então a linguagem é um grande instrumento da individualidade não precisa ser a língua falada se eu não consigo emitir o som eu consigo fazer as libras eu consigo escrever mas eu ter possibilidade de me expressar e era tira isso de eco então nós temos esses dois personagens principais nós temos Narciso que é focado em si tudo gira em torno dele ele é lindo maravilhoso mas não tá nem aí com os outros ele é apaixonado por si mesmo ele vai olhar para si quando ele olhar para si ele vai ficar preso em si mesmo vai parar de comer de se alimentar e vai
lindo maravilhoso mas não tá nem aí com os outros ele é apaixonado por si mesmo ele vai olhar para si quando ele olhar para si ele vai ficar preso em si mesmo vai parar de comer de se alimentar e vai morrer e nós temos a eco que não é focada em si que não pode falar de si que é apaixonada por ele então nós temos um Narciso que só olha para si e nós temos uma Eco que só olha para ele e esse é o procedimento padrão entre aspas comum Talvez seja uma palavra melhor nas questões de narcóticos de vícios por alucinógenos nós temos sempre a pessoa focada em si que é o que está viciado ele não consegue considerar o que a mãe tá sofrendo que o pai está fazendo os outros o prejuízo é ele é a demanda dele mas nós sempre temos uma Eco que alimenta Narciso que se mata para poder cuidar do Narciso que gira em torno do narcisão eco não tem vida e Narciso vive Só para si Eco vive só para ele é uma relação de dependência Eco Depende de Narciso porque ela precisa agradá-lo Narciso Depende de ego de eco porque precisa ser admirado Então vou repetir porque esse é o ponto principal do mito o mito fala de relações que são abusivas que são distorcidas que são desequilibradas quando um personagem só tem olhos para si ele não considera os outros ele tem que ser atendido tudo do jeito dele ele é o coitado ele é o herói ele é o bom é ele que fez é ele que deixou de fazer aquilo deu errado por causa dele aquilo deu certo por causa dele tudo é ele e ele precisa ser admirado Esse é o alimento o Narciso precisa ser idolatrado aplaudido curtido venerado louvado então ele precisa de alguém que o faça isso a pessoa para fazer isso ela precisa não lembrar dela ela precisa estar disponível para o outro agradando o outro alimentando o desejo de egocentricidade do outro aplaudindo o outro ela não lembra dela ela não tem voz para si ela gira em torno do outro e o outro precisa de quem gire ao redor dele o Narciso o mundo gira ao seu redor E a eco não tem mundo ela precisa de alguém para ela gerar ao redor do outro
tem voz para si ela gira em torno do outro e o outro precisa de quem gire ao redor dele o Narciso o mundo gira ao seu redor E a eco não tem mundo ela precisa de alguém para ela gerar ao redor do outro porque ela se perdeu no processo ela perdeu a identidade ela perdeu a própria voz Esse é o ponto principal central do mito bom continuando mais um pouquinho aí no mito de Narciso ó tão friamente repelida éco mas Ardendo em paixão por Narciso ela se isolou e se fechou numa imensa solidão não conseguiu ver que ela poderia ser feliz sozinha que ela tinha valores que ela poderia se cuidar ele não ligava para ela isso foi consumindo tanto que ela preferiu não viver do que não poder viver com ele por fim deixou de se alimentar e define ou transformando-se num Rochedo capaz apenas de repetir os derradeiros sons do que se diz que é quando a gente vai nesses lugares muito abertos e que tem essa parede esse Rochedo e a gente grita ele dá eco porque ele rebate o nosso som é o símbolo da eco a eco ficou pedra porque foi rígida porque não ficou paralisada não foi capaz de encontrar um outro caminho eu É como se eu falo ou ele vai ser meu eu não quero Eu Prefiro Morrer Do que não ter o outro mas e eu eu tenho a mim Por que que eu não me apaixono por mim não cuido de mim porque eu não me valorizo porque eu não desfruto da minha companhia por que que eu preciso do outro senão não vale a pena eu viver eu vale a pena eu viver eu por mim mesma Eu sou filha de Deus única especial eu não sou alguém em função do outro então por isso que a identidade é importante a gente precisa descobrir reconhecer desenvolver a própria identidade Então ela vira ela vira pedra e ele ele debruçou-se sobre o espelho imaculado das águas e viu-se não conseguiu mais sair dali viu a própria imagem a própria sombra refletida no espelho da fonte de tespias apaixonar-se pela própria imagem procuraram e o corpo havia apenas uma delicada flor amarela cujo centro era circundado pétalas brancas era Narciso Narciso Vira essa flor essa flor
da fonte de tespias apaixonar-se pela própria imagem procuraram e o corpo havia apenas uma delicada flor amarela cujo centro era circundado pétalas brancas era Narciso Narciso Vira essa flor essa flor superficial passageira fugaz ele vira alguma coisa que é não tem cerne não tem não é uma árvore ele não vira um Carvalho frondoso com raiz profunda ele não tem raiz ele vira essa casca ele vira Essa maquiagem é algo que se esvai é algo fugaz é algo passageiro então é o oposto ela vira pedra ela nunca mais vai sair do lugar ela vira pedra ele vira uma flor que dura nada quase ele vira algo que passageiro que é fugaz então o mito traz esses opostos Veja a vida ela passa ela se dá entre os opostos sempre que eu tenho de mais uma coisa provavelmente existe o seu oposto perto que eles ficam ao invés de os dois serem equilibrados no meio um fica com todo o outro Quantas vezes a gente faz isso eu sou muito frágil numa coisa puxo alguém para ser meu companheiro que seja muito forte nessa coisa para compensar a minha fraqueza ao invés de me desenvolver para eu ser auto suficiente no sentido de autônoma para eu ser autônoma Ah mas aí eu quer dizer que eu não preciso de ninguém quer quer dizer que eu não preciso de ninguém no entanto eu vou querer viver com pessoas eu quero a presença de um companheiro mas não porque eu preciso e dependo dele é para dependente eu posso até fazer a transferência para o outro daquilo que eu não tenho enquanto eu aprendo com ele a gente faz isso a gente faz isso com pai e mãe a gente transfere muitas coisas nossas para os pais porque a gente é pequeno não é capaz mas a gente vai observando eles vão vivendo coisas por nós eles vão nos dando segurança eles vão nos dando cuidado porque eu não sou capaz de fazer por mim mas eu vou crescendo e vou aprendendo e vou trazendo de volta essas transferências quando eu chego na fase adulta espera-se que eu já não precise dependa do pai e da mãe porque agora eu sou capaz eu internalizei o símbolo a figura que eles me ofereceram a eco
ta essas transferências quando eu chego na fase adulta espera-se que eu já não precise dependa do pai e da mãe porque agora eu sou capaz eu internalizei o símbolo a figura que eles me ofereceram a eco poderia viver com Narciso para aprender o que é se amar Narciso poderia viver com eco para aprender a se doar mas não ela ficou focada nele ele ficou focado nele não vira pedra e o outro vira flor que passa logo então é sobre isso que o mito vem nos convidar para refletir agora então para terminar aí a descrição do mito se Narciso argumentou Bayton vai ser um símbolo central da permanência em si mesmo Eco ao revés traduz a problemática da vivência do seu oposto que é isso que eu acabei de falar para se compreender o mito é preciso frisar que Narciso e Eco estão em relação dialética de opostos complementares acabei de dizer não só de masculino e feminino mas sobretudo de sujeito e objeto de algo que permanece em si e de algo que permanece no outro por isso que eu fiz esse desenho esse desenho eu fiz assim ó o Narciso maior que a eco porque é isso que ele se tratam o Narciso se acha exuberante gigante apaixonante e a égua concorda a eco não se vê do mesmo tamanho a eco acho que ele é isso tudo mesmo então é uma relação em que um é menor do que o outro nesse sentido de alto valor é quando se valorizava é com valorizava ele então ele tinha o valor dele e o valor dela depositado nele então ele era enorme e ela ela não tinha o valor dela depositada dela depositado nela ela depositava no outro e ela não tinha o valor do outro referente a ela Então eu fiz de propósito um grandão e um pequeno eu fiz de propósito esses dois corações é como se o Narciso ele tivesse um exagero de importância de valorização de amor mas esse amor aqui é distorcido né então era ele com ele mesmo e todo mundo por ele e ela ela como se tirasse o próprio coração e Despedaçado e desce para ele é esse o símbolo que a gente já tinha adiantado é uma compensação Mas ela é polarizada tem de mais uma coisa aqui de
por ele e ela ela como se tirasse o próprio coração e Despedaçado e desce para ele é esse o símbolo que a gente já tinha adiantado é uma compensação Mas ela é polarizada tem de mais uma coisa aqui de menos uma coisa aqui como é que vai ser feliz e ter equilíbrio não vai o equilíbrio está exatamente na boa medida na medida exata entre dois polos falava Aristóteles eu devo buscar o caminho do meio então se ele sai um pouco desse alto centrado que ele era E vai um pouco para ela e ela sai um pouco dessa projeção que ela faz nele traz um pouco para ela eles ficam mais equilibrados mas o mito vai apontar justamente oposto muito aqui pouco aqui exagero aqui falta falha escassez para o lado de cá a gente tem o a história né a lenda o conto o conto de Peter Pan Peter Pan era um Narciso ele não queria crescer ele não queria trabalhar ele não queria ser responsabilizar ele queria viver no mundo da fantasia e no mundo da fantasia ele era o artista principal né porque era os meninos viviam em torno dele ele era o Rei o príncipe Seja lá o que for ele tirava sarro do do personagem lá do Capitão Gancho ele ganhava todas as batalhas Então ele era o tal e ele vai buscar a eco dele ele precisava de uma égua e ele traz a Wendy além de vai ficar com ele e no primeiro momento se Encanta quem não se Encanta quem não se canta com uma personalidade uma celebridade que é exuberante extravagante é linda tem por Purpurina ao seu redor E ela fala e ela não quente Ela é maravilhosa e ela tem mil curtidas quem não se Encanta aguente se encantou quem não se encanta com esse mundo da fantasia onde tudo é legal de tudo dá certo fora da realidade dos alucinógenos Ai que delícia que é eu fui num lugar que delícia ela não tinha dor não tinha sofrimento que gostoso além de foi só que a Wendy foi a eco que acordou além de chega uma hora que ela fala isso aqui não existe isso aqui é fantasia essa terra não é real e eu tenho referência de terra real eu vou voltar para ela e ela volta então a gente pode
ue acordou além de chega uma hora que ela fala isso aqui não existe isso aqui é fantasia essa terra não é real e eu tenho referência de terra real eu vou voltar para ela e ela volta então a gente pode falar que Peter Pan é um mito de Narciso em que o Andy acorda Peter Pan Não continua lá ela volta além de volta para a realidade e continua a sua própria vida ela vai cuidar de si ela vai fazer a própria vida ela vai trabalhar ela vai crescer ela vai fazer família então é a eco que deixou de orbitar ao redor de Narciso bom então a gente pode dizer assim aproveitando ainda esse exemplo desses dessas duas figuras aí do Narciso e da eco o Narciso por isso que eu fiz essa flechinha o Narciso Ele olha para ele mesmo então eu o centro da minha atenção sou eu eu sujeito observo um objeto que na verdade sou eu próprio o sujeito eu olho para mim então eu sou autocentrado minha atenção está em mim mesmo e a eco a eco como sujeito ela olha o objeto que é o próprio Narciso Então ela tá olhando para ele se dedicando a ele idolatrando cuidando agradando aplaudindo e ele está fazendo isso por ele mesmo esse é o símbolo é assim quando a gente vive só em função do outro a gente está sendo eco quando a gente vive só em função da gente a gente está sendo Narciso quando eu vejo meu próprio interesse quando sou eu que escolho quando o meu tem mais importância quando eu quero que todo mundo lembre de mim quando não admito quando eu eu eu estou sendo Narciso e quando eu me abandono esqueça de mim não me cuido mas eu cuido do outro eu salvo esse aqui eu dou a vida por aquele lá e é o outro e eu mesma estou abandonada esquecida eu não dou Voz das minhas próprias necessidades eu estou sendo eco quantos Narcisos e quantos ecos existe e quantas vezes nós somos Narciso quantas vezes nós somos Eco por isso que é interessante olhar o mito por esse ponto de vista Ninguém está falando só do transtorno nós estamos falando de traços de personalidade que todos temos para que a gente possa usar isso para
isso que é interessante olhar o mito por esse ponto de vista Ninguém está falando só do transtorno nós estamos falando de traços de personalidade que todos temos para que a gente possa usar isso para descobrir mais a respeito da gente mesmo agora a gente vai lá para Joana Então no ser consciente Capítulo 1 ela fala sobre esse egocentrismo né sobre o egoísmo Então ela diz assim ó graças a sua constituição emocional e orgânica na vida infantil o ser egocêntrico Qual animal que não discerne acreditando que tudo gira em torno do seu universo faz parte do grau de desenvolvimento A criança precisa de ser egocentrada porque ela está desenvolvendo senso de si mesma ela precisa olhar para si ela precisa se apropriar dessa personalidade que está sendo formada então é natural é esperado que ela fale eu meu eu quero para mim porque ela está aprendendo a formar o eu então o período de egocentrismo na infância é natural passado no entanto esse primeiro período a gente precisa ir saindo dessa egocentrismo e depois lá pelos oito dez anos a gente começa a se relacionar com os pares Mais especificamente a gente se relaciona desde sempre mas a nossa atenção passa a ser para os pares eu passo a incluí-los eu passo a considerá-los eu quero isso mas eu sei que meu amiguinho quer outra coisa e agora então eu começo a fazer Pontes eu começo a experimentar negociação aí eu vou lá para adolescente o adolescente ele exagera o outro ele quer agradar o grupo ele quer pertencer a turma ele quer fazer igual os outros às vezes Ele até esquece de si de tanto que ele quer agradar um pouco agradar os outros a gente pode até pensar um pouco que uma característica presente na adolescência é a própria Eco o adolescente dá muito importância para o grupo porque ele precisa pertencer ele precisa sair da casa para ser integrado à sociedade faz parte do processo e do desenvolvimento é psicológico e aí ele passa a olhar muito o grupo ele passa a fazer coisas que ele nem queria porque o grupo quer que ele faça então ele passa um pouco por esse
parte do processo e do desenvolvimento é psicológico e aí ele passa a olhar muito o grupo ele passa a fazer coisas que ele nem queria porque o grupo quer que ele faça então ele passa um pouco por esse período de eco Então olha que interessante quando eu sou pequenininho eu sou um pouco Narciso mas não no sentido ruim no sentido de desenvolvimento natural eu preciso olhar para mim para eu aprender quem eu sou depois eu chego na adolescência eu saio do Narciso eu vou um pouco para o eco eu quero agradar os outros eu quero que meu amigo me aceite eu quero fazer parte do grupo E aí quando eu vou para fase adulta espera-se que eu tenho organizado e organizado esses dois lados eu já não sou ego sem entrada que nenhum dia eu fui na minha primeira infância e nem sou Eco querendo agradar o grupo passando por cima às vezes do princípio que é mais caro para mim mesmo hein na minha fase adulta eu já consigo conciliar eu cuido de mim mas eu cuido do outro eu tento agradar o grupo para pertencer mas eu não por cima dos meus próprios valores eu harmonizei eu integrei os aspectos Narciso e eco então é isso que Joana fala passar desse primeiro período Face e gola para se eu continuar sendo Narcisa né narcisista na minha adolescência na minha fase adulta agora já vira transtorno eu passo as não ser mais Lego centrada mas eu passo a ser egola Trair e egoísta acumulando tudo e apenas pensando em si em fatigante esforço de completar-se isolando-se socialmente dos demais ou considerando as outras pessoas como descartáveis cujo valor acaba quando desaparece a sua utilidade de imediato ignorando desprezando-as em sucessão apresenta-se introvertido egoísta possuindo sem repartir detentor de coisas não de paz pessoal então esse cara aí né sou eu tudo sou eu uhu eu sou melhor né então eu saio do egocentrismo da infância que é natural e arrasto ele para além da onde eu deveria passa a ser egola eu apaixonada por mim mesmo Narcisa narcisista eu passo a ser egoísta né Então esse é o Narciso e a eco aí no
smo da infância que é natural e arrasto ele para além da onde eu deveria passa a ser egola eu apaixonada por mim mesmo Narcisa narcisista eu passo a ser egoísta né Então esse é o Narciso e a eco aí no livro Amor Imbatível Amor Capítulo 8 Joana disse quando a gente fala da perda da identidade a identidade é Conquista valiosa do ser através da qual se afirma e se caracteriza no grupo social de forma a existir conscientemente um senso de identidade normal transita entre erros e acertos sem autoexação nem Auto punição enfrentando as situações como parte do processo evolutivo que todos encontram pelo caminho a perda ou ausência da identidade confunde e atormenta então a eco é esse fantasminha Quantas vezes a gente foi fantasminha nas nossas relações Quantas vezes a gente não faz questão de ser considerada consultada incluída a gente gosta de ficar lá por trás só atendendo só doando só idolatrando a gente cria isso a gente faz a pessoa que tá ali às vezes nem percebe e para ela tá gostoso eu viver com alguém que não quer nada não tem necessidade só me atende só atende as minhas necessidades tudo sou eu que escolho o que gostoso se tem um Fantasminha Camarada do seu lado que só faz o que você quer Às vezes você nem faz por mal mas você não percebeu que a sua relação com fantasminha essa entrada em você que é só você que decide que quer que escolhe que manda e que recebe e que poucas vezes você olha para o outro inclui o outro cuida do outro se doa para o outro então a eco ela é essa fantasminha que não existe que não tem corpo que não se apropriou de si mesmo que não tem identidade É só alguém alguém ali quase que ninguém né então Joana fala a respeito da importância de resgatar a identidade quem eu sou resgatar o alto valor o alto amor é dar voz a si mesmo né dizer do que quer dizer sim sim não não é gastar tempo com o outro mas consigo também é cuidar do outro mas cuidar de si também esse é o antídoto para a eco o antídoto para o Narciso é sair de si o antídoto para Eco é voltar para si
não não é gastar tempo com o outro mas consigo também é cuidar do outro mas cuidar de si também esse é o antídoto para a eco o antídoto para o Narciso é sair de si o antídoto para Eco é voltar para si unta demais em si o outro tá demais fora de si o equilíbrio está nas palavras de Jesus amar ao próximo como a si mesmo Eu amo o outro e amo a mim respeito o outro respeito a mim dou voz a necessidade do outro me dou ao outro e também a mim os dois precisam se equilibrar no livro atitudes renovadas Joana de Ângelis fala o narcisismo é prática antissocial que degenera em corrupção moral e insensibilidade emocional preocupado somente com sua imagem o narcisista opera segundo as manipulações que ele oferecem resultados lucrativos elogios aplausos ilusórios essa perda de identidade pessoal de similitude ou então ou então conceituado é mais profunda do que parece na superfície em face do desgaste emocional no jogo do que se é interiormente e daquilo que se deve apresentar por fora então eu pus essa figura desse dessa pessoa que se olhando no espelho se enxerga mais do que é é a pessoa que ao olhar para si tem uma visão inflada desse mesmo ela vira quase que um ídolo de si mesmo é uma alto idolatria o tributo que ela recebe é o seu alimento é como se ratificasse cada vez que eu falo por Narciso ó como você é inteligente eu tô no lugar certo eu tinha que ser Narciso mesmo então é um jeito que a gente tem de alimentar o transtorno quanto mais a gente aplaude essa pessoa que é centrada em si mesmo demais mas nós estamos falando para ela tá certo você merece mesmo então a gente também participa do desenvolvimento e manutenção dos Narcisos em nossas vidas quando a gente fica muito babando como a gente fala adulando os outros é um bom jeito da gente estimular dando injeções narcisísticas neles estimulando esse traço de caráter o Narciso por sua vez acaba para conseguir estar e manter essa essa posição ele acaba jogando o jogo que precisar ele acaba se tornando um pouco maquiavélico pensando no livro Príncipe
raço de caráter o Narciso por sua vez acaba para conseguir estar e manter essa essa posição ele acaba jogando o jogo que precisar ele acaba se tornando um pouco maquiavélico pensando no livro Príncipe de Maquiavel que ensina como ser um príncipe dizendo que o para se manter no poder cuidando do Povo né porque o interesse dele é cuidar do povo não é ficar identificado com o poder né para você príncipe ficar cuidando do povo que é um são os ignorantes Então se eles quiserem uma coisa você dê para eles ficarem felizes se você precisar contar uma coisa que você sabe que eles não vão gostar não conta conta de outro jeito então ele estimula o uso de manipulação para lidar com o outro para que o outro continue te servindo então o narcisista ele é maquiavélico ele manipula o outro ele engana para ele conseguir o que ele quer ele faz qualquer negócio Olha as palavras que a gente percebe aí no trecho de Joana de Angelis insensibilidade eu não tô nem aí com o outro às vezes eu até falo bem do outro mas não é de verdade aparência é porque eu quero alguma coisa em troca porque eu quero que esse outro fique meu amiguinho porque me convém como narcisista que ele seja meu amigo tem manipulações é uma maquiavélico para que para ter resultados lucrativos para receber elogios aplausos é A Celebridade que faz o que precisa ser feito para ganhar curtidores e curtidas e seguidores Ah você tá na moda fazer uma coisa que é um absurdo não tem problema eu faço eu vou ter mais seguidor quanto que não tem de Narciso porque o Narciso é aquele que nem olha para o seu cerne ele não tá focado nos seus princípios ele está focado na autoimagem naquilo que eu pareço então eu sou uma celebridade Eu tenho um princípio eu abro mão desse princípio para ganhar seguidor é um traço narcisista porque eu estou preocupado com aparência com aquilo que eu tenho de fama eu estou preocupado com a minha reputação eu abro mão dos meus valores pela reputação a aparência tem muito tem muita importância aí eu trouxe também
pado com aparência com aquilo que eu tenho de fama eu estou preocupado com a minha reputação eu abro mão dos meus valores pela reputação a aparência tem muito tem muita importância aí eu trouxe também um outro trecho do evangelho que a gente pode relacionar com essa com esse traço do Narciso é um trecho que está lá em Lucas Capítulo 12 Versículos de 16 a 21 então ele diz assim e Jesus né propôs-lhe uma parábola dizendo a Herdade de um homem rico tinha produzido com abundância e razoava ele entre si quer dizer ele com ele mesmo né já dá para ver o Narciso aí que farei não tem onde recolher os meus frutos porque ele tava pensando nele como que eu vou consumir tantos frutos porque ele nenhum momento ele pensou no outro Ai que bom que deu mais do que eu esperava minha plantação agora eu posso distribuir com o coletivo não não existe coletivo comunidade existe ele como que eu vou fazer para gastar tudo que eu tenho né tudo eu para mim e disse farei isto derrubarei os meus celeiros edificarei outros maiores né Narciso crescendo mais celeiro usual como eu sou grande ali recolherei todas as minhas novidades E os meus bens e direi a minha alma alma tens um depósito muito bem muitos bens para muitos anos descansa come bebe e folga é só eu comigo mesmo tudo para mim por mim para mim em virtude de mim né para o meu futuro para o meu gozo para o meu descanso mas Deus disse louco esta noite te pedirão a tua alma e o que tens preparado para quem será assim é aquele que para se ajunta tesouros e não é rico para com Deus A pessoa que é focada em si uma hora ela vai cair em si vai cair a Sua Ficha ela vai despertar e aí vai ter aquele tal pranto e ranger de dentes porque nós dá uma raiva do que a gente fez a gente vai se descabelar chorando porque a gente vai olhar e falar nossa gente o mundo era tão grande era tão diverso tinha tantas pessoas ao meu redor Por que que eu não aprendi mais com os outros porque quando não convivi mais porque que eu não troquei porque que eu não fiz ponte
undo era tão grande era tão diverso tinha tantas pessoas ao meu redor Por que que eu não aprendi mais com os outros porque quando não convivi mais porque que eu não troquei porque que eu não fiz ponte porque eu não negociei porque eu não cuidei porque eu não doei porque eu não me doei por que que eu fiquei fechada olhando para baixo para o próprio umbigo focado em mim mesmo com esse mundo gigante que a gente tem ao nosso redor é muito triste o despertar do Narciso como também é muito triste O Despertar da eco quando ela também olhar e falar Nossa por que que eu não me cuidei porque que eu me abandonei Por que que eu não atendi as minhas necessidades porque que eu não busquei meus sonhos porque que eu fiquei agradando agradando esperando em troca porque Jesus era um doador de amor porque ele estava pleno a gente muitas vezes doa para poder receber porque a gente não é capaz de fazer por nós eu tenho uma amiga terapeuta que ela faz um jeito da gente visualizar Então ela diz assim ela pega um copo põe um pouquinho de água e diz assim Essa sou eu né vou até fazer essa essa representação que acho que vale guardou tanto na minha memória me serviu tanto que eu vou fazer para gente aqui também então ela mostra esse copo tá vendo o tantinho de água que tem ela diz assim muitas vezes eu sou esse eu sou esse copo com essa quantidade de água que mal dá para mim e ao invés de eu me alimentar para poder ver se consegue consigo dividir o que que eu faço eu pego que quase eu não tenho e eu dou para o outro eu sou eco então eu tô com sede Mas tá bom você vai gostar de mim se eu der para você né porque eu te amo eu te idolato tanto né você meu ídolo então eu pego pouquinho de água que eu dou e eu dou para o outro e aí esse copo fica vazio e a hora que esse copo tá vazio eu tô com sede que que eu tenho que fazer mendigar por favor eu não tenho mais água então ela diz assim por isso que Jesus fala eu melhoro ao próximo ama o próximo como assim ela fala assim primeiro vai encher seu copo e o encher
ho que fazer mendigar por favor eu não tenho mais água então ela diz assim por isso que Jesus fala eu melhoro ao próximo ama o próximo como assim ela fala assim primeiro vai encher seu copo e o encher seu copo é se cuidar é se amar é se desenvolver é se conectar com Deus porque quando eu tô conectado com Deus esse copo nunca tá vazio Quanto Mais Eu Bebo Mais eu recebo então vai se amar quando você tiver pleno aí você pode estender a mão porque aquilo que você der vai ser de graça enquanto que o Senhor tem um pouquinho eu dou depois eu vou lá ó pedir de volta Poxa mas eu fiz Tanto para você o dia que eu precisei você não tava lá a gente faz essas cobranças enquanto que se a gente se enche não é se encher de coisa é se encher dentro Essa é a márciar se preservar e se conectar com Deus é alimentar a alma aí quando a gente tá assim é que nem Jesus Jesus sim é demais para dar nunca fazia falta e aí Jesus fazia por amor não por Eco dependência né que eu dou para que o outro me ame porque eu não sou ninguém eu não tenho voz então quanto que a gente precisa descer equilíbrio todo o ser humano é importante eu sou importante e o outro também é o outro não é mais importante que eu nem eu sou mais importante que o outro é sobre isso que eu mito nos convida a pensar Então esse trecho de Lucas fala a respeito desse eu que é autocentrado que só pensa em si que esquece dos outros né E uma hora ele vai ser chamado e a ficha vai cair então Joana de Angelis no livro O Homem integral Capítulo 7 ela nos fala a respeito da necessidade da desse autoconhecimento ela nos convida a pensar Qual a finalidade da vida na Terra que que eu vim fazer aqui eu vim orbitar ao redor de mim mesma narcisisticamente falando não eu vim me doar ao outro de forma como Eco fazia esquecendo de si não tendo voz não cuidando de si só para idolatrar adular o outro não a gente vem na terra para aprender a se relacionar a se equilibrar a cuidar de si a cuidar do outro por isso a dica da caridade fora da caridade não há salvação Porque a
a idolatrar adular o outro não a gente vem na terra para aprender a se relacionar a se equilibrar a cuidar de si a cuidar do outro por isso a dica da caridade fora da caridade não há salvação Porque a verdadeira caridade ela requer relação eu cuido de mim e cuido do outro mas o que que a gente costuma fazer de Caridade do jeito de eco aí eu entreguei tantas cestas básicas Será que eu já tenho tantos bônus horas no céu quer dizer já recebi alguma coisa depois do que dei é sempre um dar condicional condicionado aí eu fiz a minha obrigação essa semana eu já fui voluntária não sei aonde Como se eu tivesse adquirindo propriedades no céu seja lá onde for não é uma coisa espontânea que eu nem lembro que eu dei como o óvulo da viúva que não dava prestando atenção em quem tava lá olhando para ela e também acho que ela não tava interessada no que que ela ia ganhar ela tava Compadecida de outros que nem ela que estavam com fome diferente daquele que estava comparado com o óvulo da viúva que era rico e deitou os sacos de dinheiro lá Mas estava dando para receber reconhecimento lugar no céu Seja lá o que for então a caridade verdadeira ela é antídoto tanto para Narciso quanto para Eco é antídoto para Narciso porque ele vai sair de si para incluir o outro ele vai se doar ao outro e é antídoto para Eco porque ela não vai fazer esperando ser incluídas que gostem dela ela vai fazer por fazer ela não tem dependência do outro então eu faço para receber não a caridade conserta entre aspas palavra meio feia né mas harmoniza organiza tanto uma personalidade quanto o outro porque você tira o foco de si no caso do Narciso E no caso de eco você aprende a doar por amor não porque você precisa doar para que o outro goste de você lá então no homem integral Joana de Angelis no Capítulo 7 fala assim as ambições mal conduzidas né Toda frustração decorrente do querer e não poder realizar dão Nascimento ao conflito o conflito por sua vez quando não equacionado pela tranquilo e tranquila aceitação do fato sobrepondo a
nduzidas né Toda frustração decorrente do querer e não poder realizar dão Nascimento ao conflito o conflito por sua vez quando não equacionado pela tranquilo e tranquila aceitação do fato sobrepondo a identidade real ao ego dominador insaciável termina por gerar neuroses então o que que ela tá dizendo como é que eu chego a sereco como é que eu chego a ser Narciso por causa desse conflito que foi instalado e não iluminado ele vai se fortalecendo se fortalecendo se fortalecendo enquanto conflito chega uma hora que ele toma uma forma e ele me domina e eu passo agir como Narciso por exemplo ou como Eco sem ter consciência do que eu estou fazendo como que eu fiquei uma Eco por que que eu cheguei a ser uma Narciso porque um conflito não foi olhado e se desenvolveu e foi polarizando arrastando e ganhando intensidade chega uma hora aquele medo mina eu já não sei quem eu sou se eu não for esse Narciso ou essa Eco ele está vivendo através de mim o conflito ficou eu eu me tornei o próprio complexo complexo me dominou e eu passo agir só baseado nesse conflito que ficou grandão por isso que o autoconhecimento dilui os conflitos não deixa que eles ganhe tanta potência ponto de nós dominar e a ponto de nos fazer ser como eles são a gente continua tendo um conflito e o outro mas sem perder a própria identidade sem perder esse centro Total o meu eu total então o conflito por sua vez quando não equacionado pela tranquila aceitação do fato se sobrepõe a identidade real né e domina domina fica insaciável e termina por gerar neuroses essas né as neuroses estas sustentadas pela insatisfação transmudam-se em paranoia de catastróficos resultados na personalidade então Joana está nos convidando a fazer esse diálogo interno a prestar atenção em si a fazer a iluminação da sombras a orar a conversar consigo mesmo a se conhecer para que a gente não caia nesses conflitos que se a gigantam passam a ser transtornos tomam conta da gente e quase que rouba a nossa identidade porque a gente passa a ser só
onsigo mesmo a se conhecer para que a gente não caia nesses conflitos que se a gigantam passam a ser transtornos tomam conta da gente e quase que rouba a nossa identidade porque a gente passa a ser só o conflito passa a ser só Narciso passa a ser só Eco né então é um convite mito de Narciso né e de eco é um convite nem tanto eu nem só eu nem tanto o outro nem só o outro mas uma importância dos dois uma valorização dos dois eu me amo eu me valorizo como eu amo E valorizo o outro esse é o equilíbrio essa é a nossa busca então deixo aqui uma reflexão a respeito desse mito obrigada e até uma próxima
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