Sexta-Feira Literária | Educação para a Vida: Para o saber virar sabedoria | com Vinícius Lousada

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 22/11/2025 (há 4 meses) 1:01:20 354 visualizações

O Espiritismo é uma proposta de educação pessoal que nos convida à vivência do Evangelho de Jesus por meio do amor, do estudo, da paciência e do trabalho. Quando bem compreendida e praticada, a Doutrina Espírita conduz a um estado de paz interior, resultante da aplicação cotidiana de seus princípios. É, enfim, um caminho de educação para a vida. A Sexta-Feira Literária de novembro recebe Vinícius Lousada para apresentar seu mais recente lançamento pela Fergs Editora: Educação para a Vida: Para o saber virar sabedoria. Na ocasião, o autor participará de um bate-papo sobre a obra, em que cada capítulo aborda temas sob a perspectiva educativa e iluminadora da Doutrina Espírita. O programa será transmitido no dia 21 de novembro, às 22h, pela FergsPlay, no Facebook da Fergs e na Fergs Rádio (www.radio.fergs.org.br). Baixe gratuitamente o aplicativo nas lojas Apple Store e Play Store. #Espiritismo #DoutrinaEspirita

Transcrição

O espiritismo [música] é uma proposta deucação. pessoal que nos convida à vivência do evangelho de Jesus por meio do amor, do estudo, da paciência e do trabalho. Quando bem compreendida e praticada, a doutrina espírita pode levar a um estado de paz interior [música] decorrente da aplicação cotidiana de seus princípios. [música] É, enfim, um caminho de educação para a vida. >> Conheça o novo livro de Vinícius Lousada. Em cada capítulo são apresentados textos [música] escritos com simplicidade e devotamento, destacando a excelente proposta educativa da doutrina dos espíritos. [música] Educação para a vida, para o saber virar sabedoria. De Vinícius Lousada você encontra nas principais livrarias espíritas do Brasil. Boa noite, amigos. É uma imensa alegria estarmos abrindo mais uma sexta literária e hoje nós, né, aqui na bancada está comigo Helena Berto. Vinícius Lima Lozada, autor de uma obra que nós vamos abordar nesta noite, educação para a vida, para o saber virar virar sabedoria. Nesse propósito, né, todos os nossos amigos estão nos assistindo, né, vamos usar aí, vamos divulgar essa esse momento, vamos compartilhar esse esses links, né, que é nossa o nosso YouTube, as redes sociais, né, mas para iniciarmos as nossas reflexões, né, sou Paulo, né, E nós trabalhamos na área do livro e nessa noite estamos aqui, né, eu, Helena, né, eh, para trabalharmos junto com o Vinícius nesta obra. Então, a gente quer que também a Helena possa se apresentar, trazer algumas palavras aí para nosso público, né? E após o Vinícius, fica à vontade, Helena. >> Boa noite a todos que nos assistem. É uma alegria muito grande estarmos nessa sexta literária com o Paulo, com o Vinícius, nosso autor. Eu sou Helena Bertoldo da Silva e sou voluntária da área do livro da FGS. >> Olá, meus amigos. seus muito satisfeito com a oportunidade com Paulo, com a Helena, com Cris que nos acompanha nos bastidores desse programa, com muita fé, porque a internet a cena que não está muito favorável essa noite, mas tem um diálogo que com

ortunidade com Paulo, com a Helena, com Cris que nos acompanha nos bastidores desse programa, com muita fé, porque a internet a cena que não está muito favorável essa noite, mas tem um diálogo que com certeza vai permitir reflexões pertinentes paraa nossa vida, com a vida mais sábia, evidentemente, a doutrina espírita. >> Então, né, nós passamos de imediato aí para Helena conduzir, né, essas questões, né, que nós queremos propor, né, de reflexão para esta obra. Então, Helena, fica à vontade. >> Vinícius, amigo, nós sabemos que o livro Educação para a Vida, para o saber virar sabedoria, ele teve a sua primeira edição em 2006. Esse projeto foi editado em 2006. Ao longo desse dessa trajetória, é natural que muitas mudanças tenham ocorrido na sua visão como escritor dessa obra, como escritor e educador. Em que momento, amigo, você percebeu a necessidade de revisar e ampliar a obra original, dando origem a essa nova edição? Muito bem, esse livro de maneira independente. Alguns anos atrás, vivimos um outro ambiente cultural no movimento espírita. era um pouco incomum a publicação de obras, de maneira geral, não mediúnicas ou romances ou os clássicos, mas sempre mantive a convicção de que em algum momento essas obras deveriam sair, essa especial pela Federação Espírita do Rio Grande do Sul, instituição que nós temos compromissos, como todos os trabalhadores vinculados a ela. muito antes da presente reencarnação. E ao longo do tempo nós vamos produzindo, fazendo reflexões, tendo formação, vivendo as experiências as mais diversas da paternidade, não é? E nós fomos construindo algumas outras reflexões e aconteceu que em algum momento nós identificamos que era possível apresentar obra ao conselho editorial da FERGAS. O conselho editorial aprovou e aí está a obra com alguns textos, aliás, revista ampliada por com muitos outros capítulos que, ao nosso verão conta da responsabilidade a que a obra se propõe. Homenagem ao inferno de Allan Kardec, Camil Fabarion, o astrólomo e poeta das estrelas. Espiritismo

or com muitos outros capítulos que, ao nosso verão conta da responsabilidade a que a obra se propõe. Homenagem ao inferno de Allan Kardec, Camil Fabarion, o astrólomo e poeta das estrelas. Espiritismo e também os convoca a todos à reforma íntima, lembrando alguns exemptos da obra do altar do espírito caminho, onde nós extraímos de livros psicografados de José Raul Teixeira algumas epígrafes para ilustrar e nortear a reflexão proposta. Obrigado, amigo. Vejamos, né, que esta obra, né, eh, trazida para, né, traz, sendo trazida para a nossa análise da noite, né, ela veio sendo publicada pela editora Livraria Féx, né, e trabalhada também no clube do livro Ferg, né, que é um eh essencialmente importante esse ser essa forma de nós atingirmos os nossos públicos, né? E a Federação Espírita do Rio Grande do Sul tem a questão do Clube do Livro, né? Então, eh de eh a gente lança aí pro pessoal aí que está nos assistindo aí de que mês ela veio à tona essa esse livro no Clube do Livro, né? pro pessoal tá participando conosco, né, no YouTube, né, o pessoal aí que tá nas, né, então vamos eh lançando essa ideia e trazer também, né, já continuando, trazendo pro Vini e a questão de nós continuarmos essas reflexões. E aí, Ivan, nós queremos perguntar para ti, assim com relação a que no primeiro capítulo do livro, Aprendendo a amar, você destaca que muitas frustrações no amor decorrem de compreensões equivocadas sobre esse sentimento. Como podemos na prática diferenciar o amor verdadeiro de sentimentos como posse, apego ou idealizações românticas? A chave para o êxito em nosso programa reencarnatório e em qualquer para qualquer campo da vida, os espíritos superiores já apontaram ao egrégio codificador Allan Kardec e está o livro dos espíritos, o conhecimento de si mesmo, para que nós possamos aquilatar adequadamente o sentimento os que nós cultivamos, nós carecemos de saber quem somos, com que temos nos ocupado, quais os nossos propósitos na terra, o que temos buscado na vivência afetiva

s aquilatar adequadamente o sentimento os que nós cultivamos, nós carecemos de saber quem somos, com que temos nos ocupado, quais os nossos propósitos na terra, o que temos buscado na vivência afetiva familiar, no amor devotado ao cônjuge, no amor devotado aos amigos, à amizade, ao trabalho, o que evidente entemente nós temos buscado. E aí temos um desafio, meu caro Paulo, porque nós vivemos em uma sociedade que postula valores materialistas e apregoa ilusões como verdade. Há muita confusão, por exemplo, entre ser e ter. As pessoas são julgadas pelo que têm. as criaturas se valorizam pelo que são portadoras, títulos, recursos materiais econômicos, ã, sobrenome da família, condição cultural, intelectual, quando na verdade todas essas aquisições, ainda que justas, conquistadas pelo espírito em determinada circunstância, elas não o definem. E no desconhecimento dos nossos verdadeiros valores imobilizados pelas paixões inferiores não raro confundimos amor com fruição de prazer. Estabelecemos nas relações um sentimento de posse que traduz de alguma forma o apego e as nossas próprias carências ou neuroses. Por isso que nós podemos e devemos utilizar a doutrina espírita não apenas como mais uma experiência religiosa, mas ela deve ser um caminho de orientação filosófica, uma búsola que nos guia a jornada evolutiva na presente reencarnação, rumo à conquista da sabedoria. necessária para vivermos bem, coerentes com o nosso programa reencarnatório e com as leis divinas. Nosso desafio é este, é olhar sobre o ponto de vista da vida futura, perceber sobre o olhar espiritual os nossos sentimentos, emoções e condutas e aguçarmos o nosso autoconhecimento para não enganarmos os outros e ainda assim enganarmos a nós mesmos. Quanto a qualidade, o suposto amor que ofertamos, direcionamos a quem quer que seja. Muita gente diz: "Eu te amo", como quem diz no fundo: "Eu dependo de você". E outros afirmam o amor numa lógica de dominação, que é muito mais expressão de egoísmo do que de partilhar a vida, de construir

a gente diz: "Eu te amo", como quem diz no fundo: "Eu dependo de você". E outros afirmam o amor numa lógica de dominação, que é muito mais expressão de egoísmo do que de partilhar a vida, de construir oportunidades de renovação no âmbito da vida conjugal, no âmbito das relações familiares. Nosso parâmetro é Jesus quando nos ensinou: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei". O amor, na sua mais alta expressão, é o amor experimentado e exemplificado por Jesus em relação a todos nós e que nós precisamos prestar atenção para que o amor que deve libertar não se torne um cárcere e um caminho de perturbação. >> Trazendo isso para nós, né? Eh, como é importante, né, esse momento em que, né, tu traz essa fala, né, nesse capítulo, né, dessa dessa importância que tem o espiritismo, né, e ele traz lá quando Kardec questiona os espíritos, né, qual é o objetivo do espiritismo, da doutrina dos espíritos, né, e eles trazem, né, eh, a espiritu, né, os espíritos, né, eh, os e guiam, né, todo o trabalho de Kardec, eles trazem essa fala da importância que tem, né, a destruição da ideia materialista, né, a destruição do materialismo, né? Então esse é o momento, né, importantíssimo, né, para nós, né, eh, um ano que se completa aí, eh, 160 anos, livro dos espíritos, eh, desculpe, livro céu, inferno. Então essa importância que tem é esse momento onde que nós sim, né, eh percebemos essas necessidades de refletirmos, né, e analisarmos a vida com olhar mais, né, para essa nossa experiência como seres imortais. Então, tu traz muito bem isso e eu acho que é um é um uma benefício, né, para nós compreendermos isso, né, dentro dessa obra aí. Continuando então com as nossas reflexões, Vinícius, temos outro questionamento. Ah, no capítulo dois você faz uma reflexão sobre a importância da gentileza como ferramenta de transformação social. Amigo, te perguntamos como podemos cultivar a gentileza em ambientes marcados pela violência, competição e pressa? Tudo diz respeito a um esforço e a um exercício.

ferramenta de transformação social. Amigo, te perguntamos como podemos cultivar a gentileza em ambientes marcados pela violência, competição e pressa? Tudo diz respeito a um esforço e a um exercício. Nenhuma virtude é conquistada quando aprendemos da doutrina espírita. E aí recordamoso confrade já lançamento de Meilobo. O professor referia a sementeira de espiritualidade que diz respeito às virtudes em potencial a serem desenvolvidas pelo cultivo das mesmas. Portanto, a virtude, aquisição, uma conquista que a gente estabelece praticando. Não há como desenvolver a gentileza simplesmente mentalizando a gentileza. ou pedindo para os espíritos amigos, por favor, me confiram a gentileza. É claro que eles nos ajudam. O nosso espírito protetor, hoje da guarda, é alguém que está sempre disposto a nos impulsionar nessa senda luminosa do progresso, mas só se aprende a ser virtuoso prando a virtude. Só se desenvolve praticando a gentileza. Então, nós temos que nos habituar a dar aviso para alguém passar na fila, a ter paciência por determinada pessoa, a utilizar um tom de voz nas conversações que não agrida sensibilidade aleia, a prestarmos atenção no horário limite do nosso prédio, condomínio ou vizinhança para não perturbar a dinâmica da vida de quem quer que seja, a escolhermos a possibilidade de ceder em algumas circunstâncias para evitarmos a discussão interminável, aprendermos a nos escutar, ouvir, sem interromper, sem apressar a entra em conversação conosco, ouvir sem prestar atenção no celular, que é uma dificuldade da sociedade contemporânea. A pessoa está falando como senor no celular e porque eu não estou me dando inença para esse outro. Agora é verdade que há momentos que são de urgência que não é possível abrir mão de estar atento a determinada comunicação. No entanto, a gente tá falando aqui de maneira geral. Quando encontramos um idoso no trem, quantas vezes percebi de entrar no trem zurb e aí tem aquele lugar pro idoso, pro deficiente, de repente a pessoa finge que não está

falando aqui de maneira geral. Quando encontramos um idoso no trem, quantas vezes percebi de entrar no trem zurb e aí tem aquele lugar pro idoso, pro deficiente, de repente a pessoa finge que não está vendo a pessoa idosa à sua frente. É gentil ceder o lugar aquele que é de além de ser uma questão de um direito adquirido. Então nós temos oportunidade, minha amiga Helena, em várias circunstâncias, ser gentil com as crianças, ser afável, explicar, ter paciência, uma forma de gentileza. E aquele homem que virou mandarío no Rio de Janeiro, depois daquelas circunstâncias terríveis do circo que pegou fogo e que diante do trauma da coletividade, por algum motivo que talvez só a espiritualidade saiba, passou a difundir a ideia da gentileza. O profeta da gentileza deixou um legado para todos nós. Ele escreveu em muitos lugares e hoje ele tá até está até customizado em camisetas e bolé de caminhão. Ele dizia assim: "Gentileza gera gentileza". Ou seja, côncio provavelmente da lei de ação e reação, o profeta Gentileza nos legou uma forma de ser o mundo que pode pacificar nossas relações. Agir com gentileza em relação ao próximo. Não é fingimento, não é incensar a pessoa, mas ser gentil na fala, na escuta, no alcançar alguma coisa, no oportunizar o crescimento daquele que está conosco, enfim, atender na forma de nos relacionarmos de um modo muito gentil. estaremos mudando a frequência não só da nossa fala, dos nossos sentimentos e, portanto, a frequência de conexão espiritual à qual estamos habituados. Há pessoas que láavelmente enfermas do ponto de vista psíquico, vivem no modo de luta. O tempo todo tem respostas rudes, são apressadas. são agressivas, estão sempre como se claramente de espírito armado. O gentil ou a pessoa gentil desarmado, disposto a ofertar o amor na forma da gentileza. Uma coisa que nós podemos fazer, amiga, que me ocorre agora, é tratarmos as pessoas como nós, pessoas mais próximas. André Luiz faz essa recomendação, tratar os parentes, os mais dizer, tratemos aquilo uma ignorância da nossa

fazer, amiga, que me ocorre agora, é tratarmos as pessoas como nós, pessoas mais próximas. André Luiz faz essa recomendação, tratar os parentes, os mais dizer, tratemos aquilo uma ignorância da nossa parte. às vezes possamos imaginar que não mereçam toda a nossa atenção. Tratemos igual aqueles que achamos muito importantes na nossa vida e nós vamos nos habituar a praticar a gentileza. E o povo vai dizer assim: "Eu acho que esse espiritismo realmente, porque fulano, fulana que era íspidos, radicais, pessoas apressadas, sem tolerância, agora são gentis". >> Obrigado, amigo, né? Então, a gente percebe que é uma tarefa simples, né? É preciso suavizar as nossas ações na vida. Obrigada, Vinícius. E para nós continuarmos as nossas reflexões, né, a gente quer trazer um pouco do que o chat tem, né, nossa nossa, né, o pessoal de vários lugares aqui do Rio Grande do Sul, né, a Elsa, né, ali de São Bagé, né, nossa colega Els, né, Taí, né, outro companheiro aqui que traz uma fala que é a Ivone também, né? Eh, obreiros da vida eterna de Sapucaia do Sul, né? E tem uma a deixa eu ver aqui que nós estávamos eu tava olhando aqui com relação a a uma pessoa que tava trazendo aqui que ela tinha a primeira edição de 2006 trazida aqui, né, que é bem interessante, né, e que é a necessidade, né, de da gente perceber e é um gesto, né, eh, carinhoso às vezes da gente lembrar, né, da que a obra, né, vem sendo trabalhada, vem sendo percebida, né? Então é bem legal isso, né? A gente tem companheiros, né? Temos aqui vários outros companheiros, né? O Leonin de Lajado, a Lour, né? outros companheiros aqui trazendo as suas falas, a R do gato, pessoal aí participando aí do nosso, né, do nossa sexta literária aí. Que bom que a gente consegue assim envolver, né, a nossa a o pessoal aí com a participação, né, Cachoeira do Sul, Sônia, Han, né, eh, de Pelotas, a Andrei, Aldrei, né, e tantos outros companheiros aí que estão conosco fazendo o seu, né, a a participação aí conosco, né? Esse é um momento importante para todos nós, né? e

Han, né, eh, de Pelotas, a Andrei, Aldrei, né, e tantos outros companheiros aí que estão conosco fazendo o seu, né, a a participação aí conosco, né? Esse é um momento importante para todos nós, né? e trazendo, né, para a nossa continuação, nós queremos fazer, né, uma trabalhando um capítulo ali, Vinícius, né, com relação, né, o no capítulo conduta ética, né, que é um um aspecto assim para nossas vidas, né, a gente tanto trabalha no movimento espírita, né, a questão da sustentabilidade ética, moral, né, e aí no teu livro, tu traz, né, nessa construção, né, desse desse ser, né, desse desse indivíduo se esculpindo, fazendo o seu trabalho, né, eh, o livro ele aborda a diferença entre valores espirituais e valores eh materialistas. Eh, como você vê essa crise ética atual e quais atitudes individuais podem contribuir para uma transformação eh coletiva? >> Primeiro eu queria, Paulo, mandar um abraço aos amigos que nos acompanham aqui pelas redes da nossa Federação Espírita do Rio Grande do Sul. lhe dizer também que é gentileza compartilhar o conteúdo da FERX. Então fica sempre uma sugestão que a gente às vezes não dá devida importância porque a vida é muito corrida, é que nós precisamos dar um joinha no canal e compartilhar, né? Clicar em compartilhar e passar adiante paraas pessoas. O Emanuel vai dizer que a maior caridade que nós podemos fazer pela doutrina é a caridade da sua divulgação. E esse conteúdo disputa com muita coisa que tá nas redes sociais, às vezes incitando ao suicídio, a guerra, a polarização política, ao desamor, à desinformação ou à cultura do materialismo. O espiritismo não combate o materialismo na violência. combate na construção de uma nova mentalidade, uma mentalidade de indivíduos espiritualizados pelo exercício de produção e aprendizagem de um conhecimento e de aplicação desse conhecimento trazido pela falange do consolador. A questão ética, ela é de fundamental relevo para todos nós, porque nós estamos às portas, como ensin os espíritos, a Allan Kardec, de um

licação desse conhecimento trazido pela falange do consolador. A questão ética, ela é de fundamental relevo para todos nós, porque nós estamos às portas, como ensin os espíritos, a Allan Kardec, de um mundo de regeneração, em que os nossos costumes vão se abrando, nós vamos nos tornando mais intelectualizados e moralizados, mais vocacion cionados a prazeres sutis elevados, portanto, com relações interpessoais e intrapessoais, mais ajustadas à lei divina, manifestando em maior pureza a lei do amorada por Jesus Cristo, especialmente no a ética, ela nos convoca a uma conduta coerente com a lei divina que nós aprendemos com os espíritos, está inscrita em nossa consciência. O comportamento ético é o comportamento íntegro, aquele comportamento que não se trai, que não há incoerência entre o falar e o fazer. É aquele que busca o melhor para todos, o que é justo, o que é bom. o que é útil, orientado pelo desinteresse pessoal, que não é só de caráter material, mas é também diz respeito à segundo as intenções, aos ganhos morais, às vantagens do poder mundano, que nem sempre estão ligados no campo monetário ou de aquisição de propriedades, por exemplo, nós Nós precisamos lembrar que a ética do espírita é a ética cristã e é a sua síntese está apresentada por Jesus quando ensinou: "Façai aos outros o que gostariais que os outros vos fizessem". Ocorre que me lembro nesse momento de Johan Henrique Pestalose, o mestre, pai da pedagogia e mestre do professor Rivaio, o nosso Allan Kardec. Para Pestalosea, a religião era a moral, Paulo. Veja só. E mais do que isso, que era necessário para o sujeito ser moral. Colocar o dever como a sua regra de conduta. Ter ética é atender aos próprios deveres. É colaborar com a coletividade, é abrir mão do utilitarismo que o materialismo ensina, que perverte a ética. é dizer sim, sim, não, não, amorosamente, mas sem jamais trair a lei de Deus inscrita em nossa consciência. Nós, os espíritas temos um dever especial de sermos éticos aonde a vida nos

erverte a ética. é dizer sim, sim, não, não, amorosamente, mas sem jamais trair a lei de Deus inscrita em nossa consciência. Nós, os espíritas temos um dever especial de sermos éticos aonde a vida nos situou, para que vejam nos espíritas aqueles que desconhecem a mensagem do espírito verdade e de sua falange nas obras de Allan Kardec, vejam nos espíritas um cenário vivo do que é a sociedade orientada pela ética de Jesus. Nós temos muitas alternativas cristãs, mas temos muito poucos cristãos optando pela ética de Jesus. E esse convite, né, o Cristo nos chama, né, nos traz, nos envolve, né, nos concita, né, a nós fazermos a construção dos do reino dos céus em nossas vidas, né, na construção interior, na construção de valores, nessa edificação. Muito bacana isso, muito importante isso, né? E seguimos, Helena. Obrigado, Vini. Vinícius, no capítulo 6 que você trata ecologia e espiritualidade, né, cuja entrada tem uma fala belíssima de Camilo. A ecologia não deverá ser dissociada da educação. Amigo, você destaca nesse capítulo que a destruição ambiental resulta de escolhas humanas desequilibradas. Duas questões. De que maneira a espiritualidade pode contribuir para a formação de uma consciência ecológica mais verdadeira e transformadora? E no segundo momento, outra questão. E como esse tema pode ser trabalhado no centros espíritas de forma a sensibilizar trabalhadores e frequentadores para que todos se reconheçam como corresponsáveis na construção de um futuro sustentável. Veja os amigos que nos acompanham pelos canais da Féx que só tem pergunta fácil, né? Vamos lá. Quando tu falavas, Helena, passou um filme assim na minha cabeça, porque no momento que eu escrevi esse livro, eu já fazia a minha meus estudos de mestrado em educação na URGs. Eu era orientando do professor Milton Bueno Ficher, que também orientou o professor Cícero Marcos Teixeira e outros companheiros espíritas também. Mas a minha pesquisa versava sobre uma metodologia de educação ambiental desenvolvida na minha cidade natal. Já

mbém orientou o professor Cícero Marcos Teixeira e outros companheiros espíritas também. Mas a minha pesquisa versava sobre uma metodologia de educação ambiental desenvolvida na minha cidade natal. Já se vão mais de 20 anos. E claro que esse estudo foi muito fomentado. A minha proposta de pesquisa já existia antes mesmo de ter ingressado no programa de pós-graduação da URX, porque eu venho, hoje eu estou, né, estou numa atividade nesse final de semana aqui em Rio Grande. Por isso que quem tá acostumado a me ver em alguma live, o cenário é outro, né? Eu estou em casa de familiares, mas eu lembrei bem o quanto eu fui afetado pela discussão ecológica da ECO92, de uma cidade litorânea também como Rio Grande, que tem o primeiro programa de pós-graduação em educação ambiental do país, em termos de mestrado, doutorado, ouvindo os especialistas na televisão, isso já faz mais de 20 anos. E nesses estudos com autores mais variados, cotejando com pensamento espírita, porque o espiritismo é uma ciência também muito hábil em dialogar de maneira transdisciplinar com vários campos de conhecimento. Nós espíritas precisamos perceber isso. O espiritismo tem uma proposta filosófico científica e religiosa muito oxigenada. muito capaz de andar passo a passo com a ciência, como previ o próprio Kardec. E a época nós estávamos então matizados, afetados, né, por esse tema, porque era o meu tema de estudos acadêmicos. E a gente aprende, estudando os filósofos que se ocupam da questão ambiental, que a civilização do ocidente, da qual fazemos parte, na construção do paradigma, do modo de ver a vida da modernidade criou uma ficção de desconexão do ser humano com a natureza, como se o ser humano não fosse natureza. E nessa lógica, nós manejamos os recursos naturais, nós sangramos o nosso planeta e causamos os colapsos que hoje estão bem identificados pela ciência contemporânea. Quando se diz que no antropoceno, esse período de impacto da humanidade sobre o planeta, nós estamos vivendo a emergência climática. Uma

os que hoje estão bem identificados pela ciência contemporânea. Quando se diz que no antropoceno, esse período de impacto da humanidade sobre o planeta, nós estamos vivendo a emergência climática. Uma crise sem precedentes, que que nós podemos fazer? Nós precisamos mudar a nossa mentalidade, mudar os hábitos. Aí recordam de Leoni. Uma oportunidade escrevi um texto para uma obra acadêmica sobre um religioso e utilizei a expressão eespiritualidade. E conversando com, por exemplo, o nosso irmão Felipe Mascarenhas, quando fizemos um trabalho sobre Leão Deni, numa daquelas Febides, em homenagem a ele, ao grande pensador druida de Lorena, nós tivemos ensejo de perceber, conversando o quanto a obra, por exemplo, de O grande enigma de Leão Beni é capaz de nos trazer essa ecoesir. espiritualidade. Mas eu havia me esquecido de um autor que lembro agora, Camilo Flamariou, que escreveu um livro notável chamado Deus na natureza, convocando-nos a essa integração nossa com o divino e com a natureza como expressão belíssima da bondade e da criação divina da qual nós fazemos parte. Então, nós precisamos repensar a nossa mentalidade, os nossos hábitos, as nossas políticas em termos institucionais, sociais, de regulação da vida, de preservação ambiental, sem descuidar da educação, porque não há transformação sem educação. O professor Neilobo, mais uma vez lembrou dele, escreveu uma frase que de vez em quando a gente compartilha nas redes sociais. Fora da educação não há salvação. Quer dizer, precisamos entender o que é salvação. Quando o espírita fala salvação, ele não está falando o que fala aqueles que imaginam que a graça divina projeta a alma pecadora para o reino dos céus. A gente tá falando, como lembra o espírito Emmanuel na obra Consolador, psicografada por Chico Xavier, de que salvação diz respeito à iluminação do espírito por esforço próprio, quando ele compreende as divinas leis, se liberta da canga de certas imperfeições e se encontra nesse estado de plena integração com as leis de Deus.

eito à iluminação do espírito por esforço próprio, quando ele compreende as divinas leis, se liberta da canga de certas imperfeições e se encontra nesse estado de plena integração com as leis de Deus. Então, fora da educação não há salvação, não há iluminação, não há solução para nada. Nós precisamos ensinar as crianças, pelo exemplo, a amar a natureza, a cuidar do quintal, a amparar as plantinhas, a ver o ciclo da vida, a se relacionarem com espaços, com alguns de nós, assim jovens há mais tempo, não é? Tivemos ensejo de brincar no quintal, de colocar o pé na grama, de sentir o cheiro da terra molhada, de provar a fruta do pé, de experimentar a brisa do mar sem poluição. E esse tesouro, que é são os recursos da natureza, é um legado do Pai Celeste a todos nós e que nós precisamos cuidar e impor limites ao nosso desenvolvimento. Porque se nós caminharmos adiante com a ótica do materialismo, não há planeta que dê conta da espécie humana. Aí vem James Lovelock, que alguns anos atrás apresentava apenas uma hipótese, que era a Terra Gaia, o planeta reagindo àquilo que a humanidade lhe fez e que hoje, à luz dos atuais estudos sobre emergência climática, a gente tem a devida compreensão que nós estamos lidando com o impacto que nós daquilo que nós fizemos com a casa planetária. Como é que o centro espírita pode lidar com esse tema? As melhores pessoas para responder isso são os nossos irmãos do saber ambiental da Féx que trabalham na campanha conscientização ecológica. Mas eu tomaria liberdade de dizer, contando com a compreensão deles e de todos vocês, de que a melhor maneira de nós cultivarmos ecologia no centro espírita é apresentando o espiritismo na sua aplicação a respeito do tema. nas disposições doutrinárias, nos encontros de evangelização, em atividades práticas como a pequena horta comunitária que já beneficia a comunidade em algum jardim, né? Pode ser um jardim improvisado e algum cantinho que a gente vai aprendendo a amar esses singelos irmãos nossos em outras etapas evolutivas que é

ária que já beneficia a comunidade em algum jardim, né? Pode ser um jardim improvisado e algum cantinho que a gente vai aprendendo a amar esses singelos irmãos nossos em outras etapas evolutivas que é a natureza, como também ensinando as crianças a cuidar dos animais e evitarmos paulatinamente expressões culturais que sejam de crueldade com os animais. Porque não é possível imaginarmos que o mundo de regeneração será alcançado com descaso com a natureza, com o sofrimento imposto aos animais e com o esquecimento dos seres humanos mais frágeis. Só é possível uma civilização completa, como aponta os espíritos a Kardec, quando nós vivermos a fraternidade universal, o amor fraterno, como ensinava Francisco de Assis, como bem exemplificou Chico Xavier e tantos outros missionários, amor fraterno por todas as criaturas e como nós outros também são filhas de Deus. Obrigado, amigo, pela clareza da tua resposta e digo assim que tocou os nossos corações com profundidade, né, sobre esse tema tão sério e que nós espíritas deveremos deitar um olhar com mais atenção. Paulo, meu amigo, >> isto a gente quer trazer um texto aqui da da Aldone Nobre, né? Se o homem conhecesse a extensão dos recursos que nele germinam, talvez ficasse vislumbrado e uma vez e em vez de se julgar fraco e temer o futuro, compreenderia a sua força, né, e o seu envolvimento, né, com toda essa questão da natureza, né? Então, e a gente tem excelentes contribuições. Eh, um pouco acima a gente tem o nosso companheiro Wilson Leite, né? A ética e a prática é a prática da moral e dos valores espirituais, fundamentados no autoconhecimento, na reforma íntima e na busca por virtudes, como a honestidade, a solidariedade e a compaixão. Então são ótimas participações que a gente tá tendo aí, né, no nosso, né, mas a gente quer seguir, vamos, eh, continuar nossas reflexões, né, e propor pro Vine trazer mais uma fala, mais uma abordagem dentro do seu livro, né, mais um texto, né, no capítulo lá que faz vai trazer na vereda

er seguir, vamos, eh, continuar nossas reflexões, né, e propor pro Vine trazer mais uma fala, mais uma abordagem dentro do seu livro, né, mais um texto, né, no capítulo lá que faz vai trazer na vereda da mediunidade. Você aborda, Vine, os desafios da prática mediúnica na atualidade? Como conquistar a vivência da mediunidade equilibrada num contexto em que o mundo oferece apelos variados, muitas vezes mascarados de bem proceder. E quais atitudes você considera essenciais para que o médium mantenha serenidade, discernimento e compromisso com o bem? Nós temos suficiente conteúdo na doutrina espírita para não nos equivocarmos nesse capítulo de experiências. ocorre, embora Manuel Filomeno de Miranda, André Luiz, por exemplo, apresentem uma série de circunstâncias estudadas no alentúmbulo a respeito de erros e acertos de médiuns para nos trazerem recursos didáticos que nos amparem na definição das escolhas mais adequadas. Muitos de nós malbaratamos as experiências medianímicas por conta da vaidade, da autossuficiência, da falta de estudo doutrinário e vivência evangélica. Às vezes muito estudo e pouca vivência, às vezes alguma vivência sem esclarecimento. Mas nós temos conteúdo suficiente em obras como mensageiros para que nós meditemos a respeito do que estamos fazendo, desse talento que trouxemos para a presente reencarnação, objetivando a nossa redenção no serviço ao próximo. Porque mediunidade com Jesus, não nos enganemos, é serviço aos semelhantes. E esse serviço ele é sem retorno algum, sem benefício no mundo, sem aplauso, sem anseio por algum destaque, até porque não é mediunidade que destaca quem quer que seja. O que destaca o médium no serviço com Jesus é o uso que ele faz da mediunidade. Se a gente quiser saber, meu Deus, como é que eu posso agir para que eu não malbarate os meus labores da mediunidade e lance mão de um belo programa reencarnatório? Nós temos que fazer o que nos ensina o Evangelho Segundo Espiritismo, em primeiro lugar, quando trata do tema dai

lbarate os meus labores da mediunidade e lance mão de um belo programa reencarnatório? Nós temos que fazer o que nos ensina o Evangelho Segundo Espiritismo, em primeiro lugar, quando trata do tema dai gratuitamente o que gratuitamente recebestes. A mediunidade não pode ser profissão e não deve ser também motivo de ganho indireto. Não é porque uma pessoa ganhou, recebeu uma mensagem que não sensibilizou o coração, que nós devemos alguma coisa para ela, que estamos condicionados aos seus desejos e vontades, que precisamos recebê-la todos os anos em nossa casa como se fosse uma dívida impagável de gratidão. Aí nós estamos lidando com a perspectiva da dádiva estudada no campo, da antropologia, em que a gente passa a ter a dádiva, a doação como moeda de troca. Não é essa a proposta do espiritismo. O que caracteriza a virtude em si nos espíritos Allan Kardec é a presença do total desinteresse. A mediunidade com Jesus tem que ser desinteressada do ponto de vista pessoal, do ponto de vista afetivo, psicológico, espiritual e material. Também não é possível que nós não sejamos capazes de identificar no exemplo de Chico Xavier, de Divaldo Pereira Franco, de José Raul Teixeira, de Vô Amaral Pereira, de Júlio César Grande Ribeiro e tantos outros médiuns contemporâneos, famosos uns, anônimos outros, de que a mediunidade ela Ela precisa caminhar os passos da integridade moral para ser proveitosa. E aí o que nós podemos fazer? agir em conformidade com o evangelho, usar as diretrizes do Cristo para nós mesmos e fugir de qualquer personalismo, de qualquer desejo de brilharmos mais que a doutrina, de nos encorajarmos em reconhecer o nosso diminuto valor. e entregar com uma mão sem que a outra saiba o que nós entregamos, lançando-nos na charrua sem olharmos para trás, entabulando os supostos benefícios que um dia espalhamos, porque aí nós teremos mediunidade, porque a mediunidade não tem demanda da moral do próprio pro médio, para que ela exista, ela leva, se bem aplicada sobre a do evangelho, a

ios que um dia espalhamos, porque aí nós teremos mediunidade, porque a mediunidade não tem demanda da moral do próprio pro médio, para que ela exista, ela leva, se bem aplicada sobre a do evangelho, a educação dos sentimentos. Mas se nós tivermos o médio imoral, onde é que nós vamos parar? numa péssima propaganda da doutrina, da mediunidade, o médium caminhará para o desequilíbrio, a a obsessão, a perda da reencarnação ou do seu programa. Então nos compete sempre fazer uma reflexão à luz dessas obras, como o livro dos médiuns, o Evangelho Segundo o Espiritismo, a base Kardequiana, os estudos de André Luiz, de Manuel Filomeno de Miranda, riquíssimos, aliás, para algumas encarnações esses estudos que a gente precisa não somente ler, não somente comprar os livros, nós precisamos possamos ler, meditar e nos esforçarmos para identificar a aplicação desses saberes, para que não sejamos daqueles que desencarnam em condições de desequilíbrio, apesar de tanto conhecimento e tanta informação. Que fazer? Servir, aprender a servir, renunciar sempre. e prosseguir servindo, diz o Martins Peralva numa obra comentando o livro Os Mensageiros, Mensageiros do Bem, recentemente publicada pela Federação Espírita Brasileira, em parceria pela União Espírita Mineira. servir e passar. Eis o lo. Fora disso, o médium se tornará uma triste caricatura do que ele poderia ser se simplesmente servisse passasse. Que né, maravilha. E aqui eu trago para contribuir ainda nesse aspecto, né, a mensagem aqui da Maria Elizabeth Barbieri. Não sei se conhece, V a nossa Bet. [risadas] Ela traz aqui, ó, o grande desafio dos médiuns em uma sociedade acelerada e cheia de necessidades criada pelo materialismo, é a disciplina, né? Então é imprescindível, né, que a gente tenha esse olhar, né, essa madureza, essa compreensão, né, e essa dedicação, porque o que Jesus pede para cada um de nós, né, meus amigos, o que que Jesus está pedindo para cada um de nós, né, que a gente vá, né, se iluminando, vá fazendo com que essas experiências

dedicação, porque o que Jesus pede para cada um de nós, né, meus amigos, o que que Jesus está pedindo para cada um de nós, né, que a gente vá, né, se iluminando, vá fazendo com que essas experiências físicas da nossa, né, nossa existência, esse trabalho na sua seara seja um benefício para todos nós, né? E aqui a gente também traz a Aldone, né? Eh, não, a Sônia Ran aqui traz, ó, querido amigo Vinícius, né? Gratidão sempre trazendo a pureza da doutrina. Então, é excelente, né, as contribuições de outros amigos aqui também acima que excelente participação, pessoal. Mas olhamos paraa nossa hora e aí já foi a hora aqui, né? Já foi o tempo, já estamos com o tempo no, né, eh, vencendo a nossa etapa aqui, vencendo o tempo, né, nossa, a nossa permanência aqui e nós vamos para os nossos momentos aonde que eh nós vamos agradecer, né, e dar também a as falas finais da Helena, depois o Vin, né, para nós fecharmos esse momento. Gratidão ao Vinícius, né, por estar conosco trazendo essas elucções. Gratidão ao Paulo, ao Cris, né, que assessora o programa e a todos que participaram. E queremos deixar o convite para a leitura da obra. E quando nós a lemos, a gente sempre sente desejo de revisitar. Gratidão a todos os envolvidos nessa sexta literária. >> E Vine, para te se despedir do nosso nosso público aí para, né, que vão estar assistir, assistiram, que vão assistir, divulgar, né, o que que tu diria assim para, né, que que, vamos dizer assim, nós poderíamos estar eh por que precisar ler essa obra, por que nós precisamos buscar ela, né? O que que tu traz assim alguma alguma riqueza assim detalhe ali? >> Eu diria que nós precisamos, meu querido Paulo, estudar e viver o Evangelho Segundo o Espiritismo. Agora, quem quiser ler essa obra, procure nela os recursos que auxiliam no processo da reforma íntima. Se esse tema estiver presente em suas reflexões quando o livro for lido, o autor nas suas limitações terá cumprido o desiderato estabelecido pela espiritualidade quando ele se propôs ir à frente do

a. Se esse tema estiver presente em suas reflexões quando o livro for lido, o autor nas suas limitações terá cumprido o desiderato estabelecido pela espiritualidade quando ele se propôs ir à frente do computador grafar algum tempo essas palavras. Nós, meu querido irmão Paulo, minha querida irmã Helena e os amigos que nos assistem nesse momento, nós precisamos disciplinar nossos sentimentos, estabelecer aspirações mais elevadas, constituir atitudes de nobreza, coerente com a nobreza da doutrina que nós abraçamos e sair sairmos da concha das nossas responsabilidades imediatas, dos nossos gostos particulares e avançarmos em direção da humanidade, colocando nossas mãos a serviço do bem, nossa presença na condição de quem quer dispor-se a atender a dor, a erguer o caído a educar quem busca esclarecimento e norte paraa vida. Porque o mundo precisa, o mundo que nós vivemos de gente espiritualizada voltada exclusivamente para o dever, para a prática do bem, que é a expressão do amor. Muito obrigado pela oportunidade. Que Deus nos abençoe e nos mantenha sobre a sua paz. Nossa imensa gratidão essas palavras, Vinícius, que tu traz aí e que são alentos, né, para nós. Eh, a gente foi lendo, foi se, né, buscando essa compreensão, né? Então, imensa gratidão a essa oportunidade que tem, né, de nós estarmos aqui dialogando contigo e trazendo essa reflexão. Que os amigos possam divulgar, compartilhar, né, dar o seu like, né? Então vamos fazer com que essa mensagem, esse livro chegue a mais corações. Então a nossa imensa gratidão por essa sexta literária, por todos que nos assistem, que continuam nos assistindo nas próximas edições. Uma boa noite a todos. O espiritismo [música] é uma proposta de educação pessoal que nos convida à vivência do evangelho de Jesus por meio do amor, do estudo, da paciência e do trabalho. Quando bem compreendida e praticada, a [música] doutrina espírita pode levar a um estado de paz interior decorrente da [música] aplicação cotidiana de seus princípios. É, enfim, um caminho de educação para a

bem compreendida e praticada, a [música] doutrina espírita pode levar a um estado de paz interior decorrente da [música] aplicação cotidiana de seus princípios. É, enfim, um caminho de educação para a vida. Conheça o novo livro de Vinícius Lousada. Em cada capítulo são apresentados textos escritos com simplicidade e devotamento, destacando a excelente proposta educativa da doutrina [música] dos espíritos. Educação para a vida, para o saber virar sabedoria. de Vinícius Lousada [música] você encontra nas principais livrarias espíritas do Brasil.

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