Sérgio da Fonseca | PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO SOB A PERSPECTIVA ESPÍRITA (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 15/04/2025 (há 11 meses) 44:05 339 visualizações

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Transcrição

A paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa. Boa tarde, queridos irmãos. Queridas irmãs, que a paz do meigo rabida Galileia, o amor Jesus seja sempre em nossos corações. Sejam todos bem-vindos aqueles que nos vem e nos ouvem através da rádio televisão da comunhão espírita e aqueles aqui presentes, que possamos estar em harmonia. em paz, recepcionando humildemente nas nossas almas as emanações que surgem do plano espiritual nesse instante, abraçando essas energias para que nos sintamos em sintonia com as esferas superiores, bem como afugentemos da nossa alma a intranquil algo que nos esteja nesse instante causando-nos imensos problemas. É em silêncio que nós vamos buscar essas energias extraordinárias, colocando-as num pedestal de pureza, de amor, de tranquilidade. O Mestre Jesus nos aguarda nesse instante para nos recepcionar. Até que ponto nós abraçamos esse Mestre Jesus? Até quando nós vamos nos colocar indiferentes ao processo da nossa transformação moral? Portanto, aceitemos qualquer problemas que existam em nossas vidas, entendendo-as como um processo pedagógico, porque estamos aprendendo e não sendo punidos. Bom, na tarde de hoje nós elegemos um tema bem interessante para nossas reflexões mais profundas, preconceito e discriminação sobre a perspectiva espírita. Então, nós vamos entender que o que se trata do que ouvimos muito falar, que a raça humana é preconceituosa, que nós ainda alimentamos preconceito e discriminação em relação aos nossos semelhantes. preconceito e discriminação, no entanto, não combinam, absolutamente não combinam com a doutrina espírita que enxerga na diferença da conduta humana ferramenta de evolução, sendo clara na defesa da igualdade. Portanto, somos diferentes? Claro que somos diferentes porque queremos traçar comparações, fazer comparações com outro, não é?

onduta humana ferramenta de evolução, sendo clara na defesa da igualdade. Portanto, somos diferentes? Claro que somos diferentes porque queremos traçar comparações, fazer comparações com outro, não é? Porque a espiritualidade diz que a diferença ela traça um aspecto importante do processo evolutivo, mostra que os diferentes estão aprendendo. Imaginemos que se todos nós pensássemos eh igualmente, que todos gostassem do azul, né, que todos gostassem de um determinado alimento, isso não seria plausível, né, sobra ótica. Então, nós somos diferentes, até as nossas impressões digitais são diferentes. Então, nós precisamos entender isso. E aí vamos trazer para que nós ah alarguemos a nossa o nosso entendimento a respeito do tema preconceito e discriminação. que nós trouxemos elementos do dos amigos espirituais que traçaram considerações ponderáveis e judiciosas a respeito do tema. O primeiro, nós fomos no Evangelho, encontramos lá expressões extraordinárias do espírito irmão José, que se identifica com o irmão José. Então ele esclarece que eventuais preconceitos que alimentamos são demonstrações de limitações morais. Bora. Essa é a grande ferida da humanidade. É o processo das nossas limitações morais. Precisamos avançar mais, nos moralizarmos. Kardec, o codificador, falando sobre os espírit conhece o verdadeiro espírito pela sua transformação moral e pelos esforços que vida para apodar as suas mais inclinações. Ora, existe um binômio do qual não podemos afastar. Primeiro é nos moralizarmos, que nós ouvimos falar, burilarmos, que o conhecermos, nos autodescobrirmos, tudo isso é importante. Mas nesse processo nós precisamos espancar velhos vícios herdados como heranças ao longo de muitas e sucessivas existências. Então ele ressalta que estamos no caminho da perfeição, irmão José, distantes, portanto, diz ele, ainda nossa perfeição. Ele quer dizer que somos uma obra inacabada. Somos uma obra em a caminho da perfeição. Então, ostentamos na nossa jornada terrena a perfeição

José, distantes, portanto, diz ele, ainda nossa perfeição. Ele quer dizer que somos uma obra inacabada. Somos uma obra em a caminho da perfeição. Então, ostentamos na nossa jornada terrena a perfeição relativa. E ele diz: "Ora, não se escandalizem tanto diante das atitudes impensadas dos irmãos de jornada que possam causar estranhez e constrangimento." Então ele diz, afinal nenhum é igual ao outro. Não sabemos o que fomos, nem podemos prever o que seremos. pondera o benfeitor. Por isso, devemos tratar a todos com respeito e consideração, já que também apreciamos receber, por nossa vez esse tipo de tratamento. Olha que beleza de exposição do irmão José. No mesmo dia pasão, nós vamos ver a narrativa da veneranda Joana de Ângela, instrutora do nosso querido Divaldo Franco, que ressalta o seguinte: entre outros, a equanimidade constitui um valioso tesouro a ser adquirido num estágio mais nobre da existência e acrescenta a equanimidade propõe que estabeleçam vínculos de bondade e de respeito com os mais diferentes biótipos existentes, de forma que o bem esteja acima das vicissitudes e das lastimáveis consequências das ocorrências infelizes e funestas. O que ela defende? que todos sejamos tratados em pé de igualdade. E é assim que deve ser, porque a luz da espiritualidade somos todos iguais. A diferença é física, é racial, é pode ser religiosa, mas nunca será em função da nossa gênese criadora de porque Deus nos criou todos de uma forma igualitária para que alcançássemos no futuro, ao longo das vidas sucessivas, um processo de evolução. espiritual. E aí vamos para outro espírito que vivenciou a época de Kardec e ajudou o Kardec na codificação, que é o espírito irmã Sidifô, uma jovem que naquela época ajudou Kardec das dos muito esclarecimento que Kardec queria. ter obter e o fez através de mais de 1000 perguntas formuladas aos instrutores no livro o livro dos espíritos. Então, ela diz que devemos achar essa questão do preconceito e discriminação, utilizando-se da alteridade que ela

s de mais de 1000 perguntas formuladas aos instrutores no livro o livro dos espíritos. Então, ela diz que devemos achar essa questão do preconceito e discriminação, utilizando-se da alteridade que ela define como adversidade humana. Nós somos diferentes. Ela quis dizer isso. Sois diferentes. E ela muito sabiamente recorre a uma questão 804 de O livro dos Espíritos para argumentar, sustentar a sua argumentação. Ela diz: "Necessária a variedade de aptidões, a fim de que cada um possa concorrer para a execução dos desígnios da providência no limite do desenvolvimento das forças físicas e intelectuais". Ora, evidentemente, diferentes que somos, não podemos a priori eh olhar para o outro e queremos censurar a sua conduta. É, somos diferentes. Cada um deve aprender na atual existência, segundo ah o que combinou o os compromissos. que assumiram. Então nós não temos nenhuma autoridade moral para dizer esse age dessa forma e criticarmos, discriminarmos, né, as pessoas porque ela gosta de uma coisa diferente, age de forma diferente. Aí nós vamos a um agora a um autor encarnado que se chama Caibá Chutel e ele conta, ele faz uma narrativa interessante. Ele diz que Jesus chegando a Sicar, que era uma cidade da Samaria, repousou perto de Jacó quando na hora sexta, hora sexta, gente, é meio-dia para nós entendermos. Ao meio-dia, eh, Jesus avistou uma mulher a tirar água e o mestre pediu de beber a ela. Era uma coisa incomum na época, naquela época de Jesus, a mulher era tido como ser eh desprestigiado, sem valor. Então, Jesus desmente as leis hebraicas e se dirige a essa mulher. Ele pede, né, eh, confrontando as leis da época, pede um copo de água. Ela naturalmente admirou-se de Jesus ter pedido a água, porque os judeus não se comunicavam com os samaritanos e ela era uma samaritana. Então Jesus faz ver a essa mulher que o dom de Deus era muito mais importante que os preceitos da época, os preceitos judeus do que os dos samaritanos, estava acima de todos eles. Então ele se vira e

Então Jesus faz ver a essa mulher que o dom de Deus era muito mais importante que os preceitos da época, os preceitos judeus do que os dos samaritanos, estava acima de todos eles. Então ele se vira e fala para a mulher samaritana: "Se tu conhecesses o dom de Deus e quem e quem pede água?" Ele tá dizendo em referente a ele, você já sabe quem tá te pedindo água. Então tu lhe terias pedido água e ele te daria. Porque beber da água que eu lhe der, nunca mais terá sede. Olha que coisa impressionante. Aqui não é aquela água que nós bebemos, a qual se refere o mestre sabiamente. É a água do saber. É a água do aprendizado, é a água do amor ao qual se fala. Outro passagem linda é narrada por Humberto de Campos, né? E que na época de Jesus, naquela época os discípulos mais novos se consideravam em destaque em relação aos discípulos mais velhos. E isso causava insegurança em muitos deles. O que se destacava ali era Simão, Simão Zelote, porque ele já era um senhor mais de idade, mais avançada. Então ele temia o que aconteceria a ele no futuro. Os anos já pesavam sobre aquele discípulo. E então esse velho pescador procurou o mestre a fim de lhe rogar orientações. O mestre Jesus ouviu Simão Zelote atentamente e sabedor da da vida de cada um dos seus discípulos, porque Jesus antevia o que eles sentiam. Ele resumidamente esclareceu para para tranquilizar o irmão Zelote que a vida é rápida. diz para ele, é transitória e que havia espaço para todos os discípulos trabalharem independentemente da idade. Então, a fim de motivar o velho apóstolo, alertou quanto a sua parte, disse: "Não se apegue à sua idade, vá trabalhar, né?" concitou a ter paciência com os mais jovens e conservar o bom ânimo. Nesta noite acontece algo extraordinário com o irmão Zelote. Ele teve um sonho e nesse sonho ele se encontrava com o mestre no cume de um monte, conforme relata o espírito Humberto de Campos. Jesus o abraçou com carinho e lhe agradeceu o fraterno esclarecimento. Porque, irmão Zelote, ele tinha ajudado a Thago a

om o mestre no cume de um monte, conforme relata o espírito Humberto de Campos. Jesus o abraçou com carinho e lhe agradeceu o fraterno esclarecimento. Porque, irmão Zelote, ele tinha ajudado a Thago a cuidar de duas criaturas, duas crianças desconhecidas. Então Jesus agradece em espírito a a Simão Zelote. Então ele acorda nesse instante experimentando indefinível alegria ao procurar Jesus para agradecê-lo com profunda humildade, né? E então Jesus lhes diz: "Em verdade, Simão, ser moço ou velho no mundo não tem relevância. Antes de tudo, é preciso ser de Deus. É preciso ser de Deus. Então agora a advertência para todos nós, espíritas ou não espíritas, é de que cabe num esforço nosso de eliminarmos qualquer tipo de preconceito ou discriminação dentro de nós, pois no futuro poderemos viver, vivenciar esse tipo de situação que Simão Zelote vivenciou sendo discriminado por ser velho. Não é? Então, qual é a definição? Afinal, o nosso irmão Sérgio está falando de preconceito, tá falando de discriminação, mas não são a mesmas, não, não são a mesma coisa, não é uma coisa, não é sinônimo da outra, não. Então, nós vamos explicar rapidamente para que nós não confundamos o que é preconceito. Preconceito é ter sentimento negativo direcionados a um determinado grupo de pessoas, como por exemplo, negros. gay, lésbica, etc, etc, etc. Isso é preconceito. E o que é a discriminação? Agir de maneira injusta ou desigual contra determinadas pessoas. Vou dar um exemplo para me fazer esclarecido. Cidadão mais velhos, como nós falamos do irmão Zelote, são descartados para o preenchimento de determinadas vagas de trabalho, sumariamente por causa da sua idade, o que expressa conduta discriminatória por parte do empregador. Entenderam? Agora, então, o que é preconceito? O que é discriminação? São duas coisas. São sinais de inferioridade. São sinais de que as pessoas estão situadas dentro de um processo de moral duvidosa. Então, é atraso espiritual. É constrangedor nós lidarmos com esse tipo de conduta que nós acabamos de falar,

idade. São sinais de que as pessoas estão situadas dentro de um processo de moral duvidosa. Então, é atraso espiritual. É constrangedor nós lidarmos com esse tipo de conduta que nós acabamos de falar, mas elas existem em todo o mundo, em toda parte. é a intolerância que graça na sociedade dos dias de hoje. Então, são chagas morais, né, que denotam uma condição evolutiva inferior, falta de respeito e sabedoria em relação ao próximo, a determinados grupos sociais. Bom, isso mostra as sobejas, a nossa deficiência na formação moral, social e religiosa, né? São mentes desequilibradas que alimentam preconceito e discriminação, impregnadas que estão por pensamentos, ideias intolerantes e inflexíveis ao longo da jornada terrena. Nós pagamos caro, não é, por esse tipo de atitude que age de uma forma constante, padronizada de enxergar o mundo. Então, nós temos um conceito de certo e errado, né, como de aceitável ou não. E aí, como isso está estratificado no nosso inconsciente, na nossa concepção religiosa, nós assumimos pontos de vistas nem sempre justos e corretos, não é? Nós precisamos ter cuidado com isso. Portanto, é um são sentimentos extremamente negativos que são acolhidos porque distorcemos numa realidade, né? E são convicções enfundadas. Quando nós estamos dentro de um diapazão de harmonia e de paz, nós respeitamos um princípio da igualdade, da fraternidade e do respeito nas relações humanas. Então, o espiritismo, como nosso roteiro religioso, tem sólida posição a respeito desse tema, desse tema que estamos falando. Vamos lá na questão 799 do livro dos espíritos. Como pode o Espiritismo contribuir para a evolução humana? Aí os espíritos respondem: "Pode ajudar a derrubar as ideias da filosofia materialista e assim fazer os seres humanos entenderem onde se encontra os seus reais interesses. Pode eliminar as dúvidas acerca acerca acerca da vida após a morte, de modo que as pessoas possam se sentir seguras a respeito do futuro." A doutrina traz esse conceito de segurança, de paz e harmonia. Quando nós

r as dúvidas acerca acerca acerca da vida após a morte, de modo que as pessoas possam se sentir seguras a respeito do futuro." A doutrina traz esse conceito de segurança, de paz e harmonia. Quando nós abraçamos, nós não temos mais dúvida que não estamos sendo eh punidos, estamos recebendo alguma coisa que nós não devemos. A doutrina deixa claro a essa percepção da justiça, da sabedoria de Deus. Então, a doutrina vem nos ensinar um princípio importante, uma grande lição paraa humanidade, que é da irmandade, onde nós, homens e mulheres, viveremos em solidariedade. Portanto, a doutrina rechaça veementemente esses esse processo de criticar, de discriminar uma pessoa por causa da cor da sua pele, orientação sexual, crença religiosa, aparência ou idade. A doutrina espanca de forma vemente. Volto a repetir esse processo. Então, o que podemos perceber nós que abrimos os livros da doutrina, tomamos conhecimento das suas verdades, é que a doutrina espírita advoga a pluralidade das existências. Ora, o que isso tem a nos dizer? que não estamos sofrendo por acaso e que a justiça se faz através das muitas voltas ao planeta de prova de expiações, que é o nosso em processo de regeneração. Então, nós não estamos sendo injustiçados porque voltamos muitas vezes. Não é uma única existência o que perpetraria injustiças que nós não podemos abraçar. Esse não seria o Deus que nós acreditamos de bondade e de justiça. Portanto, ensina que o espírito passará a sua trajetória evolutiva por muitas situações, né, expurgando as suas imperfeições. Contudo, não podemos ignorar, é verdade, se é uma realidade, que a discriminação e o preconceito existem e estão em todas em toda parte. Então, a doutrina emprega prega a igualdade e é contrária a todo tipo de de comportamento preconceituoso. preconceituoso. Lá na questão 803 do livro dos espíritos, Kardec pergunta aos espíritos superiores: "Todos os seres humanos são iguais perante Deus?" Olha o que Kardec pergunta. Todos somos nós iguais perante Deus. E a resposta obtida

do livro dos espíritos, Kardec pergunta aos espíritos superiores: "Todos os seres humanos são iguais perante Deus?" Olha o que Kardec pergunta. Todos somos nós iguais perante Deus. E a resposta obtida não dá lugar a dúvida. Sim, todos tendes para o mesmo fim. E Deus fez as suas leis para todos. Dizeis frequentemente: "O Sol brilha para todos e com isso dizeis uma verdade maior e mais geral do que pensais. Então, a lei de Deus, ela é feita para todos nós. Ninguém passará imune ou impune a qualquer deslize, a qualquer transgressão às leis superiores da vida. Então, quando nós nos vemos em situação, em situações difíceis, nós nos acreditamos vitimizados, punidos pelas leis de Deus. Nós somos punidos pelas leis de Deus, não porque Deus determina e e perquere cada um per si se ele é culpado ou não é culpado. O juiz que determina a culpa ou não das nossas ações é a nossa consciência. Se queremos nos conhecer, vamos perguntar à nossa consciência. O que fazemos dentro e fora da casa espírita? O que podemos fazer diante da desigualdade? O principal papel da doutrina dos espíritos é colaborar para a evolução do espírito. E nesse caminho entender que todos somos iguais é essencial. Somos todos iguais. Portanto, a doutrina ela é de lógica, é de raciocínio, é de amor, porque a doutrina não determina o que nós devemos ou não fazer, mas oferece instrumentos, meios, capacitação para melhorarmos, aprendermos a mais respeitar ao nosso semelhante. Ora, isso é que dita a nossa real felicidade, a nossa verdadeira felicidade. Vamos a um texto muito interessante intitulado Irmãos, irmãos invisíveis. Olha que coisa linda, irmãos invisíveis, através da veneranda Joana deângela, ela taça comentários profundos e judiciosos. Ela diz assim, ela usou uma expressão que eu amei muito. Ela fala de uma pessoa ninguém, a pessoa ninguém, e que ela chama de irmãos invisíveis, né? É uma coisa triste, mas é uma realidade. Então ela diz assim: "A pessoa ninguém hoje está em manchete pelo desdém com que é considerada

uém, a pessoa ninguém, e que ela chama de irmãos invisíveis, né? É uma coisa triste, mas é uma realidade. Então ela diz assim: "A pessoa ninguém hoje está em manchete pelo desdém com que é considerada socialmente, vão sendo expulsos dos meios seletos a quem serve, considerados inferiores sob a desculpa de higiene e de identificação, porém diferenciando-os e assinalando os limites de onde se deve encontrar, tornando-se se invisíveis e ela continua. Tratadas com derrespeitos, não são sequer saudadas nem reconhecidas. O uniforme determina classes humilhas ou humilhas, enquanto outros uniformes exaltam ego, classificam funções relevantes, distingue personalidade. As diferenças são externas. Até o momento em que a morte que a todos abraça nivela nivela-te a eles em igualdade de condições. Ademais, não te esqueças que são teus irmãos em experiências iluminativas. Sim, nós olhamos na panorâmica do mundo que vivemos, olhamos as grandes cidades e vamos vermos despojados, desalojados, drogados, esquecidos. Esses são o que a nossa querida chama de pessoa ninguém. Não são consideradas, elas são vistas pelo que elas vestem. São mal trapilhas. Ora, então, se são maltrapilhas, são vistas como maltrapilhas. Então, em verdade, que somos nós? Vamos cair dentro de uma realidade palpável, sem mentiras. Nós somos, em verdade pessoas que caminhamos, experimentamos, experimentando carência afetiva e aflição. Somos nós. Esse é o nosso quadro que acreditamos não ter como superar. A a fé nos falta nesse momentos mais nesses momentos mais agudos. Ansiamos por afetos e constatamos a ninguém inspirar amor, atormentando-nos não poucas vezes na injustificável melancolia. Isso se traduz nos dias de hoje. Os consultórios são abarrotados de pessoas ansiosas, de pessoas depressivas. Planejamos felicidade. Sim, nós planejamos, né, e lutamos para consegui-la. Todavia, descobrimos nos açós. Vejam, carpindo na alma ru de angústia interior. Gostaríamos de ter um lar abençoado? Ah, sim. Filhos de toso, sem dúvida. em um amor dedicado que nos

para consegui-la. Todavia, descobrimos nos açós. Vejam, carpindo na alma ru de angústia interior. Gostaríamos de ter um lar abençoado? Ah, sim. Filhos de toso, sem dúvida. em um amor dedicado que nos coroassem à existência com os louros da felicidade. Contudo, sem lograrmos o objetivo colimado, de imediato sofremos. Em verdade, essa é a realidade. Ignoramos o que se passa com os outros, aqueles que parecem felizes para nós, que desfilam nos carros aparente do triunfo sorridentes e engalanados. Também eles experimentam necessidades urgentes em outras áreas, diferentes das nossas, não menos afligentes. Somente eles sabem o que padecem, do que recente o que lhes falta. Então, não julguemos outros. Às vezes nós vemos alguém ostentando riqueza, mas são extremamente infelizes. Precisamos, ao fim da nossa palestras, adotar princípios fraternos. Não esqueçamos, contudo, que a vida na Terra é feita de muitos paradoxos. A Terra é um planeta de experiências educativas. Nós somos alunos desde desta morada dura de provas e expiações. Após dois dois milênios de vivências, ainda não se estabeleceu o princípio da fraternidade entre nós. 2000 anos. A fraternidade é uma quimera, está longe ainda de ser alcançada na sua plenitude. Ora, se queremos uma sociedade justa, mais fraterna, que cada um observe os mandamentos morais e éticos deixados pelo pelo Cristo, façais ao próximo que quereis que te façam. Eis aí um excelente remédio prescrito pelo mestre para uma maioria dos males sociais que enfrentamos, que está alcances, ao alcance de todos, sem exceção. Espíritas, atentai para o que tendes buscado e o que tendes alimentado a vossa alma. Compenetrai o que estais no mundo para cumprir as provas escolhidas. Lembrai-vos que cada um será dado segundo as suas obras e não segundo o que disse, viu ou ouviu dizer. Lembrem-se, quando o egoísmo fala, a fraternidade se cala, a intolerância ganha força, a hostilidade se espalha. Todos são vítimas desse processo porque se ressente dos efeitos da desunião

uviu dizer. Lembrem-se, quando o egoísmo fala, a fraternidade se cala, a intolerância ganha força, a hostilidade se espalha. Todos são vítimas desse processo porque se ressente dos efeitos da desunião gerada no seio da grande família humana. Como se ressentem os membros de uma família quando a desharmonia se faz dentro do lar? O único antídoto, o único antídoto capaz para esse mal é a caridade. Como entendia Jesus? Como entendia Jesus a caridade? Benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições de outro e perdão das ofensas, segundo o nosso codificador Allan Kardec. São suas essas palavras que eu acabo de narrar. Então, a doutrina espírita mostra a inutilidade dos preconceitos. quando postula: "Todo temos o mesmo destino, a felicidade plena conquistada através da nossa imperfeição relativa. Desse modo, sabemos que a condição a que estamos submetidos no plano terreno é aquela de que precisamos como experiência. Então, o fato de ser um tipo de condição social privilegiada nem sempre quer dizer que somos os melhores. Que a paz do meigo Rabid da Galileia, o amorável Jesus seja sempre em nossos corações. Muita paz. estejam conosco na próxima segunda-feira para a nossa felicidade. Muito obrigado pela presença de todos e aguardem a nossa segunda parte que é a parte do passes que logo será ministrada. Muito obrigado. Sigam em paz. Sigam com Deus. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo

o a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à

. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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